Mulher Ideal Cariri

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<ul><li> 1. As Mulheres na I Conferncia Nacional de Comunicao</li></ul> <p> 2. Por que discutir mulheres e comunicao? </p> <ul><li>As mdias representaram historicamente um espao estratgico para as organizaes feministas e para as mulheres:</li></ul> <ul><li>denunciarem, </li></ul> <ul><li>contestarem, </li></ul> <ul><li>mostrarem alternativas, </li></ul> <ul><li>sarem da invisibilidade; </li></ul> <p> 3. Um retrato... 4. Propostas das mulheres do Rio </p> <ul><li>Fomentar produo e difuso culturalque valorize a expresso das mulheres e sua contribuio social, poltica, econmica e cultural; </li></ul> <ul><li>Estimular produo e difuso decontedos no-discriminatrios e no estereotipadosdas mulheres, valorizando as dimenses de raa/etnia, orientao sexual e gerao; </li></ul> <ul><li>Transformar espaos pblicos, comoescolas municipais, bibliotecas e casas de culturaempontos de mdia , equipando esses espaos com estdios de TV, rdio e Internet, para produes digitais e audiovisuais que estimulem a produo e difuso de contedos no-discriminatrios e no estereotipados; </li></ul> <p> 5. </p> <ul><li>Elaborar umdiagnstico sobre a representao da mulherna mdia, em todas as regies do pas, inclusive no Rio de Janeiro, que faz parte da rota de Turismo Sexual;</li></ul> <ul><li>Construirmecanismos de monitoramento e controle socialdos contedos veiculados nos espaos de mdia e comunicao, assegurando participao ativa, constante e capilarizada da sociedade; </li></ul> <ul><li>Promover aarticulao de redes de monitoramento , uma para cada regio do pas, para denncias de abordagens discriminatrias de gnero, raa/etnia e orientao sexual na mdia em geral; </li></ul> <ul><li>Contribuir para ampliar o controle social sobre a veiculao de contedos discriminatrios na mdia em geral a partir da criao e efetivao dosConselhos de Comunicao Social ; </li></ul> <ul><li>Criar umObservatrio da Mdia Regional , em parceria com os cursos de comunicao e ONGs, que avalie o contedo - jornalstico, de entretenimento e publicitrio - veiculado nos meios de comunicao da regio, e divulgue o resultado para a sociedade; </li></ul> <p> 6. </p> <ul><li>Garantir alaicidade dos meios de comunicao . Em cumprimento Constituio Brasileira de 1988, que se regulamente o sistema de outorgas, de modo a adotar rigor na fiscalizao deste sistema e na administrao do espectro a fim de no permitir proselitismo religioso, perseguio s religies de matrizes africanas e nem a ocupao de espaos nas programaes por representaes religiosas que estabeleam retrocesso no que diz respeito aos direitos conquistados e/ou reivindicados pelos movimentos sociais em conferncias nacionais, em especial pelos movimentos de mulheres e em particular no que se refere aos direitos sexuais e reprodutivos. </li></ul> <p> 7. Processo de construo </p> <ul><li>Discusso que antecede a Conferncia </li></ul> <ul><li>PNPM </li></ul> <ul><li>Articulao Mulher e Mdia </li></ul> <ul><li>Instituto Patrcia Galvo </li></ul> <ul><li>Conferncia Virtual </li></ul> <ul><li>Propostas do Governo </li></ul> <p> 8. Plataforma Nacional das Mulheres para a CONFECOM </p> <ul><li>Princpios para polticas pblicas e marco regulatrio: </li></ul> <ul><li>Reconhecimento e respeito aos direitos humanos; </li></ul> <ul><li>Reconhecimento da comunicao como direito humano; </li></ul> <p> 9. </p> <ul><li>Universalidade e acessibilidade ao direito comunicao; </li></ul> <ul><li>Laicidade do Estado; </li></ul> <ul><li>Respeito autonomia das mulheres; </li></ul> <ul><li>Promoo da justia social; </li></ul> <ul><li>Transparncia dos atos pblicos. </li></ul> <p> 10. Propostas aprovadas na CONFECOM (+ de 655) </p> <ul><li>Mais espaos para mulheres negras, indgenas e trabalhadoras rurais nos meios de comunicao; </li></ul> <ul><li>Promoo de campanhas de combate ao racismo, xenofobia, lesbofobia, homofobia e a promoo da diversidade; </li></ul> <ul><li>Criao do Conselho Nacional de Comunicao; </li></ul> <ul><li>Laboratrios de informtica, rdio e TV atualizados nas escolas; </li></ul> <p> 11. </p> <ul><li>Fomento criao de meios de comunicao popularem favelas, periferias, a populaes rurais, quilombolas, indgenas, caiaras; </li></ul> <ul><li>Concepo deprogramas educativos para jovenssobre direitos das mulheres e violncia de gnero; </li></ul> <ul><li>Manuteno dalaicidade do estado e da mdia(proibio de concesso e terceirizao de horrios para igrejas); </li></ul> <ul><li>Proibio depublicidade dirigida a crianas ; </li></ul> <p> 12. E agora??? Como transformar belas propostas em boas prticas??? 13. </p> <ul><li>Tornar as propostas pblicas </li></ul> <ul><li>Debater com a sociedade </li></ul> <ul><li>Debater com profissionais da mdia </li></ul> <ul><li>Dialogar com os donos da mdia </li></ul> <ul><li>Dialogar com poltic@s </li></ul> <ul><li>Comprometer cantidat@s </li></ul> <p> 14. </p> <ul><li>Sensibilizar!! </li></ul> <ul><li>A comunicao um direito humano de homens e mulheres </li></ul> <p> 15. </p> <ul><li>Denise Viola </li></ul> <ul><li> Rede de Mulheres em Comunicao </li></ul> <ul><li> Rede Mulher e Mdia </li></ul> <ul><li> Comisso Rio Pr-Conferncia Nacional de Comunicao </li></ul> <ul><li>[email_address] </li></ul>