35ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Download 35ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Post on 06-Apr-2016

264 views

Category:

Documents

45 download

DESCRIPTION

Fique sabendo de tudo o que acontece no setor do transporte. Entretenimento, esportes, sade, reportagens exclusivas, e muito mais para voc amigo caminhoneiro.

TRANSCRIPT

Distribuio GratuitaO JORNAL PARA OCAMINHONEIROAMIGOwww.chicodaboleia.com.brOrgulho de ser caminhoneiroEDIO NACIONALA nona etapa do GP Petrobras de Frmula Truck esquentou, literalmente, a cidade de Londrina. Realizada no domingo 2 de no-vembro, a corrida levou ao grid doze para-naenses entre os vinte e seis competidores. Ano 03 - Edio 35 - Novembro de 2014Felipe Giaffone vence em Londri-na leva deciso do Campeonato Brasileiro para GoiniaPg. 03Pg. 11Pg. 14O 8 Encontro Empresarial do Programa Na Mo Certa aconteceu dia 12 em So Paulo, no auditrio (SETCESP) e contou com a presena de mais de 150 pessoas.8 Encontro Empresarial do Pro-grama Na Mo CertaNo ltimo dia 20 de novembro, a Agn-cia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicou uma determinao no Dirio Oficial da Unio que prorrogou a validade dos certificados do Registro Na-cional do Transporte Rodovirio de Cargas (RNTRC). ANTT prorroga prazo de validade dos certificados do RNTRC Movimento sindical e greve: o que isso significa?Greve do Caminhoneiro 2012 - Rodovia Presidente Dutra Foto: Nelson Antoine/Fotoarena/AEConhea mais sobre a histria das mobilizaes sindicais no Brasil e no mundo e saiba porque elas so to importantes. O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIASede: Rua Jos Ravetta, 07 - Itapira-SP, CEP 13977-150 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exem-plares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor-Geral / Editor: Chico da BoleiaCoordenao / Reviso / FotgrafaLarissa J. RibertiDiagramao / FotgrafaPamela SouzaSuporte TcnicoMatheus A. MoraesVideo Maker / FotgrafoMurilo AbreuConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coordenado-ra do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APROCAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa02 EDITORIALExpedienteRessaca Eleitoral isso mesmo, companheiros e companhe i r a s , por incrvel que parea ainda exis-te um rescaldo eleitoral no ar. Os que perderam no conseguem engo-lir mais esta der-rota e ficam procurando pelo em ovo para tentar um terceiro, quarto ou sabe-se l um quinto turno. Tenho lido cada absurdo, que fico a pensar at onde estas pessoas podem chegar. Vem-me memria um jornal l da Euro-pa com mais de 100 anos que fechou por causa de corrupo, fraude, escutas ilegais e coisas do gnero. interessante quando certos veculos de comunicao comeam uma matria ou reportagem com o seguinte prembulo tivemos acesso a informaes confidenciais. Mas, se confidencial, como teve acesso? Se sigilo de Justia, como teve acesso? Para no sair chutando o balde, vamos di-zer que, no mnimo, estranho. Outra coisa curiosa a capacidade de criar manchetes do nada, literalmente do nada, pois ensi-na o bom jornalismo que a manchete traz em sntese e a matria principal descreve. Porem, ao longo de suas ltimas edies, certas revistas tem se dado ao desservio de comportar-se como imprensa marrom. preciso estar atento.Mas vamos ao que nos interessa que falar do trecho, ainda que nos ltimos dias essa questo poltica tenha feito parte constante da nossa rotina diria. Novembro veio com cheiro de retomada! Notcias de bastidores do conta que no ano de 2015 ter inicio de forma objetiva um programa de renovao de frota de ca-minhes. Que seja bem vindo e que seja em todo territrio nacional.Tendo em vista a adequao das exigncias para ter o RNTRC (Registro Nacional do Transporte Rodovirio de Cargas), a ANTT prorrogou o prazo de validade dos certifi-cados. Basta entrar no site www.chicoda-boleia.com.br e ver as novas datas. Nesta edio tambm trazemos uma matria para esclarecer as dvidas. Quanto aos eventos, o ms de novembro esteve recheado deles. No Rio de Janeiro, durante a Fetransrio, debateu-se o cenrio econmico e poltico no ps-eleio. A Ir-mos Davoli promoveu evento para apre-sentar novidades e especificidades do mo-delo Sprinter da Mercedes-Benz. Tambm trazemos uma matria sobre a Expo ABCD, ltimo evento do ms de no-vembro. Na ocasio, o Deputado Orlando Morando, deu suas opinies sobre a Lei 12.619 em entrevista exclusiva. A Frmula Truck promete esquentar a eta-pa de Goinia, que acontece no primeiro fi-nal de semana de dezembro, j que a vitria Todos os anncios so de responsabilidade dos respectivos anunciantes.Todas as matrias assinadas por colunistas so de inteira responsabilidade de seus produtores.Termo de responsabilidadede Felipe Giaffone em Londrina postergou a deciso do campeonato brasileiro. Quero deixar registrado meu agradecimen-to pelo convite que recebi para participar do encontro promovido pelo Programa Na Mo Certa. Na ocasio, foram discutidas estratgias para inibir explorao sexual de crianas e adolescentes em pontos de para-da que agora so obrigatrios nas estradas. E nesta edio contamos com uma consul-toria do nosso amigo dentista, Dr. Sartoret-to que orienta sobre higiene bucal.Por ltimo, em novembro, mais precisa-mente dia 21, meu irmo do meio o Airton Francisco completou 55 primaveras. Um designer de mo cheia! Que esta data lhe traga muita sade, alegria, amor e paz. Seja muito feliz, senhor Airton.Acompanhe nosso boletim dirio de se-gunda a sbado s 05h50min da manh no Momento das Estradas, pela 102,9 Radio Municipal de Amparo, ou pelo site www.chicodaboleia.com.brPor hoje sBoa leitura e at a prxima edioChico da Boleia sempre com Orgulho de ser Caminhoneiro.O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAte. Eu me lembro que muitos companhei-ros perdiam tempo nos caixas do Posto de Combustveis esperando o pessoal aprovar o recebimento da carta frete. Agora o custo que ns pagvamos a mais no diesel ou na refeio por pagar com carta frete mudou de lado. Ou seja, eles reclamam que vo perder tempo e registrar a operao no sis-tema, ou que vo gastar com as empresas habilitadas em operar o PEF Pagamento Eletrnico do Frete. Este o problema para alguns: quando o custo era nosso tudo bem, agora que mudou de lado tem gente recla-mando. Mas lembre-se que operar com a Carta Frete agora crime e se voc sofrer com isso ou souber de algum que no con-siga receber pela PEF, denuncie! Chico da Boleia respondeLuiz Claudio Moreira de Osrio (RS) - Chico por que a largada da Formula Truck em movimento?Chico da Boleia Meu caro Luiz esta for-ma de largada puramente por segurana. Veja voc quanto pesa o cavalo como ns conhecemos ou no nome tcnico caminho trator? Pesa em mdia quatro toneladas. Pense da seguinte forma: se a largada fosse parada e o segundo caminho da fila no sai, fica parado, voc pensou o que pode ocorrer ou o tamanho da coliso de outro que vem acelerando tudo? Ento, segundo apuramos, o fato da largada ser em movi-mento se d pela segurana. Natanael Oliveira de Extrema (MG) - Chico da Boleia porque o fim da carta frete no aceito por certas empresas?Chico da Boleia Natanael, a resposta pa-rece simples, mas devemos analisar! Como voc mesmo disse so certas empresas que no aceitam, pois a grande maioria esta aceitando sem problemas, Existe quem ainda reclame do fim da carta frete porque agora estamos dentro da legalidade e no temos mais custo para receber nosso fre-O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAPAPO DE BOLEIA 03No ltimo dia 20 de novembro, a Agn-cia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicou uma determinao no Dirio Oficial da Unio que prorrogou a validade dos certificados do Registro Na-cional do Transporte Rodovirio de Cargas (RNTRC). A Resoluo n 4.490, visa estender o prazo de validade dos certificados, que expiraria em 15 de novembro deste ano, at a data que ainda ser definida por um cronogra-ma. De acordo com a ANTT o novo prazo dever ser divulgado em breve, em suporte eletrnico no site da Agncia reguladora. Em comunicado, a NTC&Logstica, tam-bm ressaltou que a resoluo no causa prejuzo ao exerccio da atividade de trans-porte rodovirio de cargas. Os caminho-neiros e transportadoras devero, portanto, ficar atentos s prximas deliberaes da ANTT. Confira o texto da resoluo na ntegra:DOU de 20/11/2014 (n 225, Seo 1, pg. 85).Prorroga o prazo de validade dos Certifi-cados de Registro Nacional de Transporta-dores Rodovirios de Cargas e, d outras providncias.A Diretoria da Agncia Nacional de Trans-portes Terrestres ANTT, no uso de suas atribuies, fundamentada no Voto DCN 187, de 19 de novembro de 2014, no que consta do Processo n 50500.206084 /2014-34;considerando que todos os trans-portadores cadastrados at 15 de maio de 2009 foram obrigados a fazer um recadas-tro junto ANTT para adequao s novas regras determinadas pela Resoluo ANTT n 3.056, de 12 de maro de 2009; e con-siderando que a validade dos Certificados de Registro Nacional de Transportadores Rodovirios de Cargas prorrogada pela Re-soluo ANTT n 4.330, de 7 de maio de 2014, expira a partir de novembro de 2014, resolve:Art. 1 Prorrogar a validade dos Certifi-cados de Registro Nacional de Transporta-dores Rodovirios de Cargas (CRNTRC) vencidos a partir de 15 de novembro de ANTT prorroga prazo de validade dos certificados do RNTRC 2014, previstos na Resoluo n 4.330, de 7 de maio de 2014, at a data definida no cronograma para recadastramento a ser pu-blicado pela ANTT.Art. 2 O cronograma para recadastra-mento ser divulgado no stio eletrnico da ANTT quando da publicao da nova re-soluo do RNTRC, sem prejuzo ao exer-ccio da atividade de transporte rodovirio remunerado de cargas.Art. 3 Esta Resoluo entra em vigor na data de sua publicao.Mais informaes acesse: www.antt.gov.brRedao Chico da BoleiaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA04 FIQUE POR DENTROO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAA 10 edio da Fetransrio, evento conjunto com a 16 Etransport, inaugurou suas ati-vidades na quarta-feira (5 de novembro) e apresentou todas as novidades do setor de transporte de passageiros durante trs dias. Os expositores estiveram distribudos entre os pavilhes 3 e 5 do Rio Centro, na cidade do Rio de Janeiro. Alm das novidades em servios e produ-tos, o pblico pode conferir palestras e de-bates sobre os mais variados temas como segurana no trnsito, mobilidade e sus-tentabilidade. No primeiro dia de evento, discutiu-se a preveno de acidentes envol-vendo ciclistas, motociclistas e pedestres, alm do uso de lcool e drogas no trnsito e os nveis de acidentes causados por tal realidade. A principal palestra do dia foi ministrada por Carlos Alberto Sardenberg, jornalis-ta da Tv Globo e da rdio CBN. Com a apresentao Brasil, como chegamos at aqui? Como voltamos a crescer?, o pales-trante iniciou sua fala frisando que a atual situao poltica e econmica exige dos re-presentantes polticos muita imaginao para buscar alternativas e restabelecer os nveis de crescimento experimentados nos ltimos anos. Sardenberg tambm falou sobre o contexto no qual o Brasil atingiu seu pice econ-mico e poltico. Para ele, esse momento abarca os anos de 1994 a 2006 e algumas questes resolutivas fundamentais na po-ltica econmica do pas. Tivemos nesse perodo a estabilizao macroeconmica, reformas microeconmicas, salrio mni-mo e programas sociais, alm de um bnus demogrfico. Essas reformas de 1994 at o final do primeiro mandato do Lula fo-ram reformas notveis que transformaram o Brasil em um pas srio e confiante aos olhos de investidores internacionais, fri-sou. Ganhos em termos de investimento externo no Brasil, regime de metas da inflao com Banco Central independente, responsabili-dade fiscal, cmbio flutuante, privatizaes dos bancos estaduais seguido de reforma do sistema financeiro, reformas microeco-nmicas, programas sociais e poltica de incremento do salrio mnimo, foram algu-mas das caratersticas fundamentais desse perodo, de acordo com o palestrante. O segundo fator que beneficiou o grande crescimento da economia brasileira nos ltimos anos foi a influncia causada pelo crescimento da China. Se no incio dos anos 2000 a gente exportava 1 bilho em mdia para a China, hoje exportamos mais de 40 bilhes, sendo que os preos dos itens tambm subiram no perodo. Sardenberg explicou que isso se deu, basi-camente, pelo fato de que a China passou a ser um dos maiores exportadores de bens industrializados do mundo, o que acarretou uma inverso dos termos de troca. Ele explica o fenmeno pelo fato de que as ex-portaes de commodities e minrios cres-ceram grandiosamente nos ltimos anos. Hoje, a China o maior importador da Amrica Latina, porque daqui que saem bens como carne, matrias primas como cobre, etc. O aumento no valor das exporta-es fez com que nossa reserva aumentasse em detrimento da dvida pblica externa, explicou Sardenberg que tambm salientou que esse crescimento foi acompanhado de uma srie de medidas le-gislativas sobre crdito, investimento, obras pbli-cas, entre outros. O palestrante tambm falou sobre a crise mundial de 2008/2009, salientado que ela foi, em grande medida, causada pelo se-tor financeiro. Alguns bancos grandes do mundo inteiro s no fecharam porque o governo deu um suporte. As famlias, as empresas e os bancos estavam endividados devido quantidade de emprstimos. Na-quele momento, esse endividamento cau-sou uma exploso da bolha, ressaltou. O momento posterior a essa exploso da dvida de alguns pases foi sucedido por um momento de reajuste de contas. No Brasil, no entanto, no sentimos os grandes efeitos da crise, j que havamos aumenta-do nossas reservas. Tanto o Brasil quanto outros pases emergentes como Chile, por exemplo, foram os menos afetados por essa crise. No entanto, Sardenberg aponta que o mo-delo econmico adotado pelo Brasil vive um esgotamento. No podamos mais apostar na ideia de que se resolve a crise aumentando o crdito, o consumo e o gasto pblico, analisou. De acordo com o pa-lestrante, essa opo foi errada porque o governo tentou soltar o dlar, aumentar o crdito e o investimento, o que causou in-flao e dficit pblico. A um determinado momento o salto do crdito funciona, mas isso tem um limite, porque causa endivida-mento pblico, completou. impossvel continuar crescendo como estvamos. A opo por continuar a es-timular o crdito decresceu a economia. Ao tentar controlar tudo ao mesmo tempo (crdito, dlar e juros) desequilibramos o sistema, explicou. No entanto, outros economistas e observa-dores consideram que o endividamento p-blico , na verdade, investimento em reas fundamentais da sociedade como a consoli-dao de empresas pblicas, a sade, trans-porte, educao, entre outros. O momento atual dever mostrar uma dis-cusso para se definir qual poltica econ-mica ser adotada daqui pra frente. Para Sardenberg, existem duas possibilidades. A primeira delas que seja adotada a mes-ma estratgia do primeiro mandato de Lus Incio Lula da Silva que nomeou Henrique Meirelles, ex-presidente mundial do Bank Boston como presidente do Banco Central e lhe deu autonomia de atuao. Na poca, Meirelles adotou uma srie de medidas ortodoxas em relao economia, como a aplicao de juros mais altos para controlar a inflao e a reduo de gasto pblico.No entanto, as promessas de campanha da presidenta reeleita Dilma Rousseff mos-tram que outro caminho pode ser adotado, j que ela se props a continuar investindo em reas como sade, educao, programas sociais, infraestrutura e transporte, o que tende a aumentar os gastos pblicos. Alm disso, Dilma quer uma poltica mais cen-tralizadora que, do ponto de vista social e poltico, pode significar maiores benefcios para reas fundamentais para a populao e o fortalecimento do setor pblico. Sardenberg ainda disse que existe um con-senso: Precisamos lidar seriamente com a inflao e com as contas pblicas. De acordo com o palestrante o melhor jeito de fazer isso, para no jogar o pas na reces-so, aumentar o gasto no setor privado. Temos que aumentar investimentos, au-mentar exportao e reduzir os gastos para produo, para que se produza e se venda mais do que se importe. Temos que refor-mar o sistema tributrio, facilitar a vida dos empresrios e fazer um monte de privatiza-es. Est provado que quando os governos se metem a fazer esse tipo de obra sai caro, demorado e roubado, opinou. As opinies do jornalista atestam o que todo mundo j sabia, ou seja, urgente que sejam tomadas medidas para impulsionar a economia, reduzir os juros e a inflao. Mas optar por favorecer o setor privado em detrimento do setor pblico, quer dizer, os empresrios em detrimento da populao em geral, pode ser uma falcia do ponto de vista social e, consequentemente, econmi-co, j que, por mais que queiram os gran-des empresrios e banqueiros, um fator no est descolado do outro. Afinal, a econo-mia busca nmeros objetivos, mas alguns dos fatores que influenciam na sua queda ou crescimento so totalmente subjetivos como bem estar social, confiana no mer-cado e intenes de compra/investimento. Talvez seja o momento do Brasil investir ainda mais em servios pblicos, controlar com mais seriedade as privatizaes e pen-sar qual a melhor opo para impulsionar a industrializao buscando um equilbrio entre a participao pblica e as concesses de benefcios ao setor privado.Redao Chico da Boleia 16 Etransport e 10 Fetransrio | Foto: Bianca PimentaFetransrio debate cenrio econmico e poltico no ps-eleicoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIADE BOA NA BOLEIA 05Organizado pelo Instituto Besc, o III Semi-nrio Internacional Frotas & Fretes Verdes aconteceu no Rio de Janeiro entre os dias 27 e 28 de novembro. O objetivo foi propor e discutir as melhores tcnicas para aumen-tar a eficincia no uso de combustveis por Frotistas e Fretistas, visando reduzir custos nos transportes de cargas e de passageiros e emisses de gases ambientalmente noci-vos.A motivao para a criao do Seminrio a Poltica Nacional de Mudanas Climti-cas PNMC (Lei 12.187 de 29/12/2009), que incentiva a economia de baixo carbo-no, e a Poltica Energtica Nacional (Lei 12.490, de 16/09/de 2011). Assim, o Semi-nrio Frotas & Fretes Verdes busca reunir especialistas para encontrarem solues para um transporte cada vez mais susten-tvel.Os principais focos do evento so o em-prego de prticas e procedimentos econo-micamente atrativos junto s frotas contra-tadoras de frete na busca de uma logstica sustentvel, comprometida com a reduo de emisses e custos.Neste ano, dentre os palestrantes, estiveram especialistas e pesquisadores na rea de transporte e sustentabilidade. Um dos pai-nis do primeiro dia discutiu as Tendn-cias da sustentabilidade nas frotas. Mode-rado por Maria Virgnia Telles Barreto Lins Serfaty, gerente de Segurana e Sustentabi-lidade Ambiental da Petrobras Distribuido-ra, as palestras falaram sobre inventrio de emisses, crdito de carbono, eficincia da frota como meio de reduo das emisses e direo consciente: impactos econmicos, sociais e ambientais.Os palestrantes convidados para este pai-nel foram Sergio Monteiro, diretor Insti-tucional e Sustentabilidade do Ecofrotas, Lauro Marins, gerente de Supply Chain do Carbon Disclosure Project, Rejane Arinos Vasco, diretora de Projetos e Inovao da Patrus, Jos Ramalho, diretor-presidente do Observatrio Nacional de Segurana Viria (OSCIP) e Sandro Azevedo, diretor comer-cial da Zatix. Outro debate importante foi o que discutiu Gesto Sustentvel nas Operaes Lo-gsticas. Ao lado do moderador Per-Olov Svedlund, presidente da Scania, estiveram os seguintes palestrantes: Jayme Buarque de Hollanda, diretor geral do INEE, Ricar-do Ruiz, diretor de logstica do Magazine Luiza, Markenson Marques, diretor presi-dente da Cargolift, Simone Maria Barreto Oliveira, assessora do Departamento de Distribuio dos Correios, Anna Barbosa, B+ Equipament e Fernando Camejo, geren-te de Estratgia e Marketing de Produtos da Ticket Car.Os assuntos debatidos foram: Gesto de frotas, uso eficiente da capacidade de trans-porte, sincronizao da cadeia logstica e telemetria. O EventoEm 2012, a partir do alto interesse de-monstrado pelos Correios e pelo BIRD para que o Brasil es-timule uma maior efici-ncia nos transportes, foi idealizado, com o importante apoio do CONPET e de diversas empresas do segmento, o primeiro Semin-rio Internacional Frotas & Fretes Ver-des.Aps uma segunda edio em 2013, que contou com a par-ticipao de lideranas nacionais e inter-nacionais do setor, o evento parte para a sua terceira edio em 2014, afirmando-se como um ambiente muito importante para a discusso de inovaes tecnolgicas, necessidade de reformas estruturais e de-senvolvimento de novas polticas pblicas e empresariais para o setor de transportes nacional.O F&FV 2014 buscou estudar aes foca-das na reduo do consumo e das carncias do transporte rodovirio brasileiro, discu-tindo, dentre outros temas: o uso adequa-do de modais; a coordenao de transpor-tes, para propiciar a obteno de fretes de retorno; a melhoria da aerodinmica dos veculos; o incentivo ao uso de pneus com menor resistncia de rolamento; o emprego de novos materiais que reduzem o peso dos veculos; o monitoramento do desempenho dos veculos e o treinamento de motoristas.Trofu Frotas & Fretes VerdesO Trofu Frotas & Fretes Verdes foi lana-do neste ano pelo Instituto Besc de Humanidades e Econo-mia para premiar inicia-tivas que priorizem o uso eficiente de com-bustveis, materiais e melhores prticas no transporte de cargas e de passageiros.A escolha dos cases vencedores coube a uma comisso julgadora forma-da por integrantes do Conselho Tcnico e Empresarial do Seminrio Frotas & Fretes Verdes 2014. Foram se-lecionados cases nas categorias Empre-sa com sustentabilidade em processos e Empresa com sustentabilidade em pro-dutos, alm de Personalidade pblica do ano. A personalidade pblica premiada foi Srgio Besserman Vianna, Presidente da " Os principais focos do evento so o emprego de prticas e procedimentos econo-micamente atrativos junto s frotas contratadoras de frete na busca de uma logstica sustentvel, compro-metida com a reduo de emis-ses e custos "Cmara Tcnica de Sustentabilidade da Cidade do Rio de Janeiro. Besserman professor do Departamento de Economia da PUC-RJ, economista e ecologista, desde 1992 estuda as consequncias econmicas e sociais das mudanas climticas globais. Participou do Executive Program on Cli-mate Change & Development da Harvard University. Comentarista de cidade da R-dio CBN, fez carreira no BNDES, onde exerceu a Diretoria de Planejamento. Tam-bm j presidiu o IBGE e, no Rio de Janei-ro, presidiu o Grupo de Trabalho da cidade para a conferncia Rio + 20.Na categoria sustentabilidade em processos o Grupo DSR Solues Logsticas foi o contemplado com o prmio. Estrada com Araucrias foi o case apresentado, cuja ca-racterstica principal o sequestro de dixi-do de carbono da atmosfera e sua conver-so em biomassa florestal. Com uma frota de 950 equipamentos, incluindo 740 se-mirreboques, a empresa, de Curitiba (PR), fez seu inventrio de emisses de Gases de Efeito Estufa (GEE) e props alternativa para compens-las, por meio do plantio de pinheiro araucria. O plantio feito por pequenos produtores rurais, que recebem incentivo financeiro do Grupo DSR. Como resultado, 20 mil rvo-res j foram plantadas em 65 propriedades participantes, compensando perto de 2 mil toneladas de CO2 emitidos pela frota da empresa.Por fim, a Metra Sistema Metropolitano de Transporte foi a empresa contemplada na categoria Sustentabilidade em produto. Com o projeto Nossa Frota Verde, a em-presa que faz parte do grupo Auto Viao ABC, opera com uma frota de 260 vecu-los em 45 km de corredores exclusivos que atendem as cidades de So Paulo, Mau, Santo Andr, So Bernardo e Diadema. Entre os veculos da empresa esto os tr-lebus poluio zero, totalmente livres da emisso de CO2, e o E-Bus, primeiro ni-bus articulado eltrico, movido somente por baterias. A empresa tambm conta com uma Estao de Tratamento e Reuso de gua, economizando cerca de 10 milhes de litros de gua por ano com a lavagem da frota.Redao Chico da BoleiaInformaes:http://www.frotasefretesverdes.com.br/Seminrio Internacional Frotas & Fretes Verdes discute solues em sustentabilidade na rea logstica O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA06 FIQUE POR DENTROIrmos Davoli promove evento para apresentar especificidades do modelo SprinterNos dias 20 e 22, a Irmos Davoli pro-moveu eventos em Porto Ferreira e Mogi--Mirim para apresentar a linha Sprinter, da Mercedes-Benz. O objetivo foi reunir ami-gos, parceiros e clientes, alm de pessoal especializado para apresentar as especifici-dades tcnicas do veculo e sanar possveis dvidas. O evento contou com a presena de Ro-gerio Lauriano de Campos, Consultor de Vendas Vans Brasil da Mercedes Benz. Ele frisou que as novidades da Sprinter fazem dela um dos modelos preferidos do merca-do. Estamos apresentando algumas novida-des aqui hoje, como na rea de segurana. Esse carro da Sprinter tem um mecanismo chamado SP adaptativo, que conjuga todo o sistema de carro, por exemplo o ABS, impedindo que o veiculo patine em terre-no de baixa aderncia. Tambm temos um sistema que faz uma leitura de risco de ca-potamento. Caso isso seja constatado pelo sistema, o dispositivo aciona outros meca-nismos do carro e corrige o problema, evi-tando acidentes, explicou. Andr Etsuo Takamiya, responsvel pelo setor de vendas do modelo Sprinter na Ir-mos Davoli, acompanhou o evento e se disse satisfeito com o comparecimento dos clientes e parceiros. Essa oportunidade boa para criar um lao com o cliente e apro-ximar nossa relao com ele, explicou Takamiya que ainda frisou que a procura pelos modelos so altos na Irmos Davoli. Marco Vieira gerente de vendas do Con-srcio Mercabenco, forma de crdito atra-vs do qual o cliente pode adquirir veculos modelos Sprinter, e tambm esteve presen-te. Vieira explicou que o Consrcio funcio-na com um prazo de 60 a 100 para o paga-mento, com parcelas flexveis. De acordo com o gerente, o Consrcio um mecanismo que torna a taxa de juros mais atrativa e facilita o pagamento. O sistema d uma condio melhor para o cliente fi-nal, para aquele que precisa do veculo no trabalho, no dia a dia, a melhor forma de pagamento, explicou. SprinterCom um amplo portflio de mais de 50 mo-delos que tambm inclui vans para trans-porte de passageiros a famlia de veculos comerciais leves Sprinter formada pelas verses 311 CDI Street (PBT de 3,50 tone-ladas), 415 CDI (3,88 toneladas) e 515 CDI (5 toneladas).A oferta de furges Sprinter abrange diver-sas opes de capacidade volumtrica de carga, que vo de 7,5 m a 15,5 m. A maior porta lateral corredia da categoria, com at 182 cm de altura e 130 cm de largura, per-mite o fcil carregamento de um palete pela lateral do veculo, o que tambm pode ser feito pela porta traseira, agilizando e oti-mizando a operao logstica. Esta uma vantagem essencial para a movimentao de cargas e produtos em supermercados e nas centrais de distribuio.A abertura de 270 graus da porta traseira e a exclusiva verso com portas corredias nas duas laterais do veculo ampliam as possibilidades de carga e descarga em lo-cais estreitos e de difcil acesso, como no setor de supermercados. Com duas opes de alturas internas (1,65 e 1,94 m) e qua-tro comprimentos (5.245 / 5.910 / 6.945 / 7.345 mm), a linha de furges assegura mltiplas escolhas e maior produtividade aos transportadores.Robusto e resistente, o chassi Sprinter est apto para a implementao de vrios tipos de carroarias e equipamentos. Para o caso de bas, forte aplicao do veculo, permi-te capacidade volumtrica de carga at 22 m e, principalmente, o aproveitamento de 100% desta capacidade.Sprinter Street pode circular livre-mente em zonas de restrioO furgo e o chassi Sprinter 311 CDI Stre-et so registrados como caminhonetes e podem ser conduzidos por motoristas com carteira de habilitao da categoria B. Estes veculos podem circular livremente pelas vias das grandes cidades, mesmo em zonas de restrio.Graas a esse diferencial, os proprietrios podem utilizar a Sprinter Street para o tra-balho a qualquer hora do dia e em qualquer rea da cidade, respeitando apenas regras de circulao municipais, tais como o ro-dzio de placas na cidade de So Paulo. Isso resulta em mais disponibilidade para o transporte e, consequentemente, maior lu-cratividade para o cliente e mais vantagens logsticas para o segmento.Irmos DavoliNo mercado h quase 7 dcadas, a Conces-sionria Irmos Davoli ganhou notoriedade e respeito entre as revendas de caminhes Mercedes-Benz no pas, recebendo pr-mios e certificaes de qualidade e figu-rando como um das mais antigas conces-sionrias da marca no pas. Atualmente, a empresa est em Mogi-Mirim, Porto Fer-reira, Amparo e Ja, totalizando uma rea de abrangncia de 50 municpios do inte-rior paulista. Pelo oitavo ano consecutivo a Irmos Da-voli teve seu trabalho reconhecido pela Mercedes-Benz que lhe concedeu mais um Prmio Star Class Certificao Ouro de Qualidade. A certificao representa o n-dice mximo de qualificao dos servios prestados aos clientes. Ao longo da implantao desse programa de capacitao de qualidade da Mercedes--Benz do Brasil, isto , desde 2006, a Ir-mos Davoli tem se destacado e conquis-tado essa posio, colocando-a junto com apenas mais 10 concesses da marca com esse ttulo em todo o Brasil. Porm, as conquistas no acabam ai. Em 2013 a Empresa tambm recebeu pelo segundo ano consecutivo, a qualificao Ouro em veculos comerciais Sprinter. Mais uma demonstrao de seu comprome-timento com a satisfao dos clientes.Havaia ComunicaoAssessoria de Imprensa - Com informaes tcnicas da Mercedes-Benz CaminhesEvento Sprinter, Porto Ferreira | Foto: Pamela SouzaEvento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela SouzaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 07GALERIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAEvento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela SouzaEvento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela Souza Evento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela Souza Evento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela SouzaEvento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela Souza Claudinei Pelegrini e Pedro Davoli Junior | Foto: Pamela Souza Evento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela SouzaEvento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela Souza Evento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela Souza Evento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela SouzaEvento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela Souza Evento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela Souza Evento Sprinter Irmos Davoli , Porto Ferreira | Foto: Pamela SouzaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA08 REPORTAGEM Algumas pessoas devem estar perguntando o porqu deste titulo. simples! Dias atrs correu um boato virtual sobre uma poss-vel greve dos caminhoneiros convocada para meados do ms de novembro. O texto, publicado no site da advogada Gloria Jean (http://www.gloriajean.com.br/caminho-neiros-param/), foi irresponsavelmente re-percutido por veculos de comunicao do segmento que sequer atestaram a confiabi-lidade das informaes. A publicao apresenta uma convocao de origem bastante duvidosa dirigida aos caminhoneiros para que participassem de uma suposta greve no ltimo dia 13 de no-vembro. Em uma breve busca na internet, no possvel encontrar a origem de publi-cao do documento. O texto tambm circula em algumas pu-blicaes pela rede social Facebook. Essas publicaes esto linkadas em hashtags como #ImpeachmentJ! e #MorteAosPe-tralhas. Todas as publicaes partem de apenas um usurio chamado Douglas Bol-drini que, aparentemente, no tem nenhuma relao com sindicatos ou caminhoneiros. De acordo com a notcia veiculada no site da advogada Gloria Jean, o texto assina-do pela Unio Nacional dos Caminhonei-ros (Unicam), a Associao Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) e a Confederao Brasileira de Transportes de Cargas. No entanto, a suposta convocao no possui o logo nem a assinatura dos representantes das entidades supostamente signatrias da carta, tampouco est publicada no site des-sas entidades representativas. Vale ressaltar que tambm no existe uma entidade cha-mada Confederao Brasileira de Trans-portes de Cargas.Nem preciso dizer que a motivao da greve tambm bastante duvidosa, j que aponta para uma suposta fraude nas elei-es, fazendo uso de um linguajar inapropriado e tendencioso. Alm disso, a carta pede a organiza-o dos trabalhadores para o Impeachment da presidente reeleita democraticamente, Dilma Rousseff. Em entrevista com Chico da Boleia no domingo (9), Claudinei Pelegri-ni, presidente da As-sociao Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) e da Fede-rao dos Caminho-neiros Autnomos do Estado de So Paulo (Fecam-SP), desmentiu qualquer ligao das enti-dades com esse documento e com a convocao da greve. Isso um absurdo! Inclusive esto usan-do erroneamente o nome da Abcam. Eu nunca apoiei essa greve, a Abcam no est apoiando nenhum movimento de greve, esse no o momento. O momento agora de discusso, de sentar e tentar negociar. Essa greve no tem motivao definida e s vai favorecer os interesses que so alheios aos dos caminhoneiros, explicou. O presidente da Abcam ainda afirmou que em nenhum momento a Associao foi consultada, tampouco participou de reuni-es para uma suposta convocao de gre-ve. Se fosse necessrio uma paralizao e se ela atendesse de fato as necessidades dos caminhoneiros, provavelmente ns iriamos apoia-la. Mas o mo-mento no propcio para isso e ns sequer fomos consulta-dos sobre essa carta que est circulando por a. As entida-des esto negociando com o governo e tentado resolver algumas questes. Ns no podemos, em nenhum momento, ser usados dessa forma; ter o nome da Abcam, que uma entidade com mais de trinta anos, usado de for-ma to absurda por pessoas oportunis-tas, expressou.A Unicam tambm j publi-cou uma nota expondo que tal not-cia falsa e que a entidade no tem nenhu-ma relao com essa suposta convocao de greve. O texto, assinado pelo presidente da entidade, Jos Arajo China, afirma: A Unicam repudia com veemncia mais essa manifestao criminosa cujo nico objetivo prejudicar os trabalhadores com notcias alarmantes e desprovidas de ve-racidade. A entidade reitera que j tomou providncias para que os autores da nota, to logo sejam identificados, respondam na Justia por esse ato irresponsvel. Mas, o que de fato representa uma mobili-zao sindical sria? Vamos voltar no tem-po e entender algumas coisas com o auxilio do Antonio Carlos Dias [1]. A palavra sin-dicato tem razes no latim e no grego. No latim, sindicus denominava o procura-dor escolhido para defender os direitos de uma corporao; no grego, syn-dicos aquele que defende a justia.De acordo com o autor, o Sindicato est sempre associado noo de defesa com justia de uma determinada coletividade. uma associao estvel e permanente de trabalhadores que se unem a partir da cons-tatao e resoluo de problemas e necessi-dades comuns. A matriz histrica da organizao sindical atual surgiu sintonizada com o desenvolvi-mento industrial, que tem por base a Re-voluo Industrial na Inglaterra, ocorrida no final do sculo XVIII e comeo do scu-lo XIX. Ali nascia o capitalismo atual, ali nasceu o sindicalismo. Mas se o bero do sindicalismo industrial, isso no foi limi-tao sua expanso para outros setores da economia. Pode-se dizer que o sindicalismo o sistema de organizao poltico-social dos trabalhadores, tanto urbano-industrial como rurais e de servios[2]. Os sindicatos representaram, nos pri-" Esto usando erroneamente o nome da Abcam. Eu nunca apoiei essa greve, a Abcam no est apoiando nenhum movimento de greve, esse no o momento. O momento agora de discusso, de sentar e tentar negociar". - Claudinei Pelegrini Movimento sindical e greve: o que isso significa?Greve do Caminhoneiro 2012 - Rodovia Presidente Dutra Foto: Nelson Antoine/Fotoarena/AEO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 09REPORTAGEM notcias alarmantes e desprovidas de ve-racidade. A entidade reitera que j tomou providncias para que os autores da nota, to logo sejam identificados, respondam na Justia por esse ato irresponsvel. Mas, o que de fato representa uma mobili-zao sindical sria? Vamos voltar no tem-po e entender algumas coisas com o auxilio do Antonio Carlos Dias [1]. A palavra sin-dicato tem razes no latim e no grego. No latim, sindicus denominava o procura-dor escolhido para defender os direitos de uma corporao; no grego, syn-dicos aquele que defende a justia.De acordo com o autor, o Sindicato est sempre associado noo de defesa com justia de uma determinada coletividade. uma associao estvel e permanente de trabalhadores que se unem a partir da cons-tatao e resoluo de problemas e necessi-dades comuns. A matriz histrica da organizao sindical atual surgiu sintonizada com o desenvolvi-mento industrial, que tem por base a Re-voluo Industrial na Inglaterra, ocorrida no final do sculo XVIII e comeo do scu-lo XIX. Ali nascia o capitalismo atual, ali nasceu o sindicalismo. Mas se o bero do sindicalismo industrial, isso no foi limi-tao sua expanso para outros setores da economia. Pode-se dizer que o sindicalismo o sistema de organizao poltico-social dos trabalhadores, tanto urbano-industrial como rurais e de servios[2]. Os sindicatos representaram, nos pri-Movimento sindical e greve: o que isso significa?meiros tempos do desenvolvimento do capitalismo, um progresso gigantesco da classe operria, pois propiciaram a pas-sagem da disperso e da impotncia dos operrios aos rudimentos da unio de classe. (Lnin).No Brasil, o movimento sindical remonta ao final do sculo XIX e incio do sculo XX, influenciado principalmente pelas concepes anarco-sindicalistas dos imi-grantes que trabalhavam nas fbricas de grandes cidades brasileiras, como So Pau-lo. A exemplo dessa tendncia, temos como marco histrico a grande greve de 1917, que paralisou inmeros trabalhadores das principais fbricas da capital paulista. Durante o Estado Novo de Getlio Vargas, com as diversas concesses trabalhistas e com o programa poltico de um governo populista, buscou-se atribuir direitos aos trabalhadores ao mesmo tempo em que se cooptava e reprimia as lideranas sindicais, como a perseguio sofrida pelo Partido Comunista e seus membros.Ainda que tenham sofrido inmeras reta-liaes, os movimentos sindicais foram fundamentais na conquista dos principais direitos trabalhistas. No final da dcada de 1970 e durante a transio da ditadura para a democracia atual, os movimentos sindicais tiveram um papel significativa na conformao de uma nova ordem poltica, ainda que ela mantenha, hoje, grande parte da herana repressiva dos anos de chumbo. Notamos, ento, a partir da historia do sin-dicalismo, que o direito de greve foi con-quistado a duras penas pelo engajamento dos trabalhadores ao longo de dcadas. No possvel que ele seja usado de maneira ir-responsvel e leviana por pessoas que nada tem haver com a categoria em questo.A greve o ultimo instrumento, a ltima ferramenta em um processo de negocia-o entre o capital e a fora de trabalho. Quando existe um impasse onde o capital torna-se irredutvel lanada mo do uso da greve.Um movimento grevista construdo com o acumulo das experincias durante as negociaes, deve ser um processo extre-mamente organizado e no uma corrida de vacas loucas.Nos ltimos anos temos visto inmeras ve-zes tentativas de envolver nossa categoria em movimentos de paralisao onde algum suposto iluminado chama a greve sem ao menos realizar uma discusso ou ouvir a parte mais interessada: os trabalhadores. Essa atitude cria uma baita confuso na ca-tegoria, como ocorreu neste ms de novem-bro. Ou seja, algum que no tem nada a ver com o setor escreveu sobre uma poss-vel greve, mas caiu por terra, pois a convo-cao estava calcada em mentiras.Isso nos leva a falar sobre organizao sin-dical, organizao dos trabalhadores. Nos-sa categoria, que de grande importncia para economia do pas, no tem uma orga-nizao substantiva. Temos algumas pes-soas no cenrio nacional que se intitulam lideres da categoria. No entanto, raras so as vezes em que possvel ver o tal lder no trecho conversando com os caminhonei-ros ou carreteiros e discutindo os assuntos do momento. Por outro lado, basta ocorrer uma discusso em Braslia e todas essas pessoas correm para fazer coro ao que quer que seja. Atualmente temos a Lei 12.619 em pauta e passando por alteraes no Congresso Na-cional. O companheiro que agora esta len-do este texto na beira da estrada, participou de alguma discusso, participou de alguma audincia publica sobre o tema? Pois ! No se v o companheiro que est no tre-cho participar destas discusses, mas tem um monte de gente falando em seu nome.Infelizmente existe um monte de sindica-tos sustentados com o dinheiro do imposto sindical que ns pagamos anualmente para poder ter o RNTRC, que no fazem nada, nada de nada. incrvel voc notar que tem sindicato estadual que nunca esteve na sua cidade, na sua regio, mas ele esta l rece-bendo a parte do Imposto Sindical.E o pior: falando como liderana da cate-goria. Por isso necessrio que aqueles trabalhadores que no se sintam representa-dos que busquem uma alternativa, para que possam fazer valer seus direitos. preciso tambm estar sempre atento as nossas obri-gaes trabalhistas. Alm de cumprir as re-gras preciso fazer alta a voz das reivindi-caes. O caminhoneiro deve se interessar mais pelas questes que dizem respeito ao seu dia a dia e participar mais das discus-ses e resolues trabalhistas que o afetam. S assim possvel construir um movimen-to sindical com fora o suficiente para fazer valer as nossas demandas. [1] Antonio Carlos Dias, Bacharel em Ad-ministrao e Direito pela Pontifcia Uni-versidade Catlica de Braslia e aluno de ps-graduao em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho da Pontifcia Uni-versidade Catlica de Gois. Autor do tex-to: "A histria das organizaces sindicais" que serviu de base para esta matria e que est disponvel no link: http://www.arcos.org.br/artigos/a-historia-das-organizacoes--sindicais/[2] - Ricardo C. Antunes Primeiros Passos.18 ed., So Paulo: Editora Brasi-liense, 1991 (Coleo Primeiros Passos, 3). P.5[3] Ricardo C. Antunes Primeiros Passos.18 ed., So Paulo: Editora Brasi-liense, 1991 (Coleo Primeiros Passos, 3). P.7[4] Cavalcanti, Lara Tapety Pontes. Jorna-lista (MTE/AL 1340) / Relaes Pblicas. 06/05/2011 Publicaes SINTSEP Ala-goas.[5] - Cavalcanti, Lara Tapety Pontes. Jor-nalista (MTE/AL 1340) / Relaes Pbli-cas. 06/05/2011 Publicaes SINTSEP Alagoas.[6] - Fonte: Texto retirado do site do SINT-SEF. [7] - Fonte: Texto retirado do site do SINT-SEF.[8] RUSSOMANO, Mozart Victor. Princ-pios Gerais de Direito Sindical. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense, 2000, p. 34SINDICAM fundado em Amparo Caminhoneiros e representantes de outros sindicatos se reuniram em uma Assembleia para fundar a nova entidade do estado de So Paulo: o Sindicato dos Transportado-res Rodovirios Autnomos de Bens e dos Transportadores Rodovirios de Cargas em Geral de Amparo e regio (Sindicam--Amparo). A reunio, realizada em 9 de novembro, na cidade de Amparo, contou com a presena de Claudinei Pelegrini, tambm conhecido como Pico e presidente da Abcam (Asso-ciao Brasileira dos Caminhoneiros) e da Federao dos Caminhoneiros Autnomos do Estado de So Paulo (Fecam-SP). Para o representante, os caminhoneiros carecem de boa representatividade e os sindicatos devem estar atentos as suas rei-vindicaes. Sou a favor, inclusive, de que os sindicatos sejam municipais, pois preci-samos que eles atendam com urgncia as necessidades dos trabalhadores do setor, explicou. Sobre a criao do Sindicam-Amparo, Pe-legrini ressaltou: Esta mais uma entida-de que j nasce forte, que esta do lado dos caminhoneiros atendendo as suas neces-sidades. O importante isso, que o cami-nhoneiro tenha uma entidade cada vez mais prxima dele, que pra dar assistncia, atender seus pedidos. Existem representa-es que ficam to longe do caminhoneiro que ele mal sabe quem seu presidente, afirmou.Roberto Videira, quem possui longa traje-tria no setor, foi eleito por unanimidade o secretrio do Sindicam-Amparo. Para ele, importantssimo que a regio tenha um sindicato. Aqui ns podemos discutir e realizar tudo o que a categoria precisa de forma direcionada. Os problemas que te-mos aqui nessa regio atualmente podem ser diferentes dos que acontecem em outras cidades, porque existem especificidades de contexto, ressaltou.O Sindicam-Amparo ir atender 14 cidades da regio: guas de Lindoia, Amparo, Bra-gana Paulista, Joanpolis, Lindoia, Monte Alegre do Sul, Morungaba, Pedra Bela, Pi-nhalzinho, Piracaia, Serra Negra, Socorro, Tuiuti e Vargem. Redao Chico da BoleiaAssembleia de Fundao, Sindicam Amaparo | Foto: Murilo AbreuO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA10 ESPORTEF-Truck. Felipe Giaffone vence em Londrina leva deciso do Campeonato Brasileiro para GoiniaA nona etapa do GP Petrobras de Frmula Truck esquentou, literalmente, a cidade de Londrina. Realizada no domingo 2 de no-vembro, a corrida levou ao grid doze para-naenses entre os vinte e seis competidores. O sol brilhou forte o dia todo, elevando a temperatura da pista e esquentando o ni-mo do pblico que compareceu em peso. Durante o final de semana s deu Felipe Giaffone. O piloto da RM Competies fez bons tempos durante os treinos livres. No sbado, durante o treino classificatrio, o paulista cravou exatamente o mesmo tem-po que o pernambucano Beto Monteiro, da Scuderia Iveco, mostrando o alto nvel de competitividade dos pilotos e da disputa. Durante o Top Qualifying, Giaffone fez o melhor tempo e garantiu a pole position. Desde a largada que tambm foi marca-da por uma batida de Paulo Salustiano, da ABF Racing Team o piloto sofreu muitas presses e a primeira delas veio de Montei-ro, quem tentou por muitas vezes assumir a ponta. Como j era de se esperar, Leandro Totti, tambm da RM Competies, conseguiu saltar da 12a posio para a segunda em pouco menos da metade da corrida. Alguns metros bastaram para o piloto ultrapassar Monteiro, encostar e pressionar Giaffone por vrias voltas. No entanto, Totti passou acima na velocidade permitida no radar e teve que pagar uma penalizao pelos bo-xes.Ao final, o Marvado conseguiu terminar a corrida na terceira colocao e agora soma 203 pontos no Campeonato Brasileiro. O paranaense natural de Londrina, dono da casa, esperava um resultado mais positi-vo, mas vai ter que aguardar e se preparar Pdio | Foto: Larissa J. Ribertipara a deciso do campeonato na prxima etapa, que ser realizada em Goinia. Esse terceiro lugar muito importante. Eu errei na classificao no sbado e hoje resolvi arriscar tudo para tentar recuperar as posies. Apesar de eu ter conseguido fazer ultrapassagens, queimei o radar e fui l pra traz de novo. Mas importante isso porque eu no posso me deixar abalar pela presso do campeonato, estar no pdio muito bom, frisou Totti que agora precisa de apenas 10 pontos para vencer o Cam-peonato. Com Totti queimando o radar e Beto Mon-teiro fora da disputa por uma quebra da turbina, a segunda colocao ficou com Wellington Cirino, da ABF Santos Desen-volvimento, que havia largado na quinta posio. Na verdade eu achei que tinha um cami-nho mais competitivo do que no classi-ficatrio de ontem, mas foi difcil manter um ritmo forte na corrida. Apesar de tudo, acho que estamos fazendo um bom traba-lho, s precisamos corrigir alguns erros e continuar apostando no bom desempenho, explicou o piloto que agora soma 142 pon-tos e ocupa a terceira colocao na tabela do campeonato. Roberval Andrade, da Ticket Car Corin-thians, venceu a etapa passada, em Gua-por. Neste final de semana ele conseguiu manter um desempenho satisfatrio e ter-minou a corrida na quarta colocao. De acordo com o piloto, o final de semana foi trabalhoso para conseguir ajustar algumas questes do caminho. No desfile dos pi-lotos hoje eu percebi um barulho no motor e eu sabia que eu precisava poupar meu equipamento durante a corrida. Mas foi um resultado muito satisfatrio e estar no p-dio sempre uma consagrao muito boa, finalizou. Completando o pdio em quinto lugar este-ve Geraldo Piquet, da ABF Santos Desen-volvimento. Apesar de largar uma posio a frente, o piloto no conseguiu manter um ritmo muito forte. Por outro lado, o brasi-liense se disse satisfeito com o resultado. A classificao foi boa, mas a minha lar-gada no. No consegui manter o mesmo ritmo e a temperatura do caminho estava muito alta. No final eu achei que foi uma boa corrida e gostaria de agradecer equipe e tambm Mercedes., concluiu o piloto. Completando as dez primeiras colocaes estiveram Andr Marques, Diogo Pachenki, Jansen Bueno, Gustavo Magnabosco e Da-vid Muffato. Vale ressaltar o desempenho de Joo Maistro, da Copacol Clay Racing. Apesar de no conseguir terminar a corrida, o piloto largou entre os oito primeiros do Grid. Maistro um dos pilotos mais queri-dos da competio, vive sorrindo e arrasta uma legio de admiradores. A prxima corrida ser realizada na cidade de Goinia no dia 7 de dezembro e prome-te ser muito disputada. Leandro Totti corre pela sexta colocao, j que acumula uma diferena de pontos substancial em relao ao vice-lder, Giaffone. No percam nossa cobertura atravs do site www.chicodabo-leia.com.br e da fan page www.facebook.com/chicodaboleia. Foto: Larissa J. RibertiO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAGALERIA TRUCK 11F-Truck. Felipe Giaffone vence em Londrina leva deciso do Campeonato Brasileiro para Goiniavid Muffato. Vale ressaltar o desempenho de Joo Maistro, da Copacol Clay Racing. Apesar de no conseguir terminar a corrida, o piloto largou entre os oito primeiros do Grid. Maistro um dos pilotos mais queri-dos da competio, vive sorrindo e arrasta uma legio de admiradores. A prxima corrida ser realizada na cidade de Goinia no dia 7 de dezembro e prome-te ser muito disputada. Leandro Totti corre pela sexta colocao, j que acumula uma diferena de pontos substancial em relao ao vice-lder, Giaffone. No percam nossa cobertura atravs do site www.chicodabo-leia.com.br e da fan page www.facebook.com/chicodaboleia. FRMULA TRUCK 2014 - LONDRINA - PRGALERIA DE FOTOSFoto: Larissa J. Riberti Foto: Larissa J. RibertiFoto: Larissa J. Riberti Foto: Larissa J. Riberti Foto: Larissa J. RibertiFoto: Larissa J. Riberti Foto: Larissa J. Riberti Foto: Larissa J. RibertiO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA12 DE BOA NA BOLEIAEncerrando o ms de novembro, a 17 edio da Expo de Transportes do ABCD aconteceu entre os dias 27 e 29 de novem-bro, no Pavilho Vera Cruz. Cerca de 40 expositores participam do evento que se tornou uma tradio na cidade de So Ber-nardo do Campo (SP) por gerar grandes negcios. No ano passado, o volume negociado foi de quase R$ 190 milhes. Muitos empre-srios aguardam a exposio para renovar e at mesmo ampliar sua frota. Por isso, os participantes promovem aes especiais para alavancar suas vendas. Ao mesmo tempo em que atrai homens de negcios, a exposio tambm desperta o interesse de pessoas que gostam de ficar por dentro das novidades do setor de trans-portes. A expectativa dos organizadores de que cerca de 30 mil visitantes percorram os corredores do pavilho nos trs dias de exposio. Entre os expositores destacam-se a Mer-cedes-Benz, Scania, Volvo, Ford, Iveco e DAF (montadoras de caminhes), Auto-port, Brazul, Tegma, Transzero e Transauto (transportadoras), Bercamp e Rodoceg (fa-bricantes de carretas), Rialan, Uni Freios, CBA e Pneus Tep (autopeas), Bradesco e Caixa Econmica (bancos), entre outros.O evento organizado pelo Sindicato Na-cional dos Cegonheiros, cujo presidente Jos Ronaldo Marques da Silva, tambm conhecido como boizinho. Estamos dando continuidade ao nosso evento, j so 17 anos. Ano passado rendemos em torno de 190 milhes e esse ano a expectativa manter o mesmo patamar, frisou. Chico da Boleia esteve presente no segun-do dia (28) do evento e acompanhou lana-mentos e a movimentao dos expositores Expo do ABCD fecha o ms de novembro com negcios para o setorDurante a Expo de Transportes do ABCD, Chico da Boleia tambm conversou com o Deputado Estadual Orlando Morando (PSDB), que prestigiou o evento. Ambos falaram sobre a Feira, a situao econmi-ca da regio do ABC e de outros assuntos como a Lei do Motorista. Confira a entre-vista na ntegra. Chico da Boleia: Deputado, qual a impor-tncia de um evento como este para a re-gio? Orlando Morando: Primeiro uma alegria mais uma vez receber uma edio desse evento de logstica e transporte focado e produzido pelo Sindicato Nacional de Ce-gonheiros, at porque a cidade smbolo da produo de caminhes, smbolo de pro-duo automobilista, ento isso um con-junto. Segundo que isso traz divisas positi-vas para nossa cidade, alm de movimentar o comrcio, a rede hoteleira, restaurantes, emprega gente no evento e fortalece todo o setor de transporte de automveis e o trans-porte de cargas, at porque o evento reali-zado pelo Sindicato dos Cegonheiros, mas ele no limitado, muito menos restrito. Ento toda a estrutura logstica da cidade ganha com isso. Todos os bons eventos que acontecem no grande ABC e em So Ber-nardo naturalmente ns temos obrigao, como homem pblico, de incentivar e, den-tro do possvel, prestigiar. o que nos traz mais uma vez aqui, cumprimentando toda a diretoria que mais uma vez promove esse bonito evento na cidade de So Bernardo. Chico da Boleia: Aproveitando o ensejo, j que estamos falando dos caminhoneiros, como que o senhor v a questo da Lei 12.619 que est aguardando na Cmara a votao de alguns pontos para possveis al-teraes? A gente sabe que uma lei que movimenta toda a categoria, j que exis-tem pessoas contrrias e favorveis a Lei. Deputado Orlando Morando fala sobre a Lei 12.619e do pblico. Pelo Pavilho de exposio tambm circulavam membros do legisla-tivo local, dentre eles Tarcisio Secoli, Se-cretrio Municipal da Prefeitura de So Bernardo do Campo que concedeu uma entrevista exclusiva para Chico da Boleia. Para o secretrio, o evento fundamental para incrementar ainda mais os negcios em torno do caminho. So Bernardo produz hoje cerca de 55% dos caminhes de todo o Brasil. Ns esta-mos aqui com a fbrica da Ford, da Scania e da Mercedes-Benz, e isso faz com que ns sejamos uma referncia na rea da pro-duo. Fazer um evento desse com o Sin-dicato dos Cegonheiros para ns muito importante porque explora essa economia local to forte, frisou. Quem tambm esteve presente na feira foi Neusa Navarro, presidente da categoria au-tomobilstica mais popular da Amrica La-tina, a Frmula Truck. Para ela, sempre bom participar e prestigiar eventos como a Expo de Transportes do ABCD. Eu sempre sou convidada para vir nessa feira e nunca consegui vir. Esse ano resolvi vir e estou gostando muito, essa categoria dos cegonheiros merece todo o nosso res-peito. Eu j estou combinando aqui de fazer uma rea vip exclusiva para os cegonheiros nas etapas da Truck, adiantou. Jos Ronaldo Marques da Silva boizinho | Foto: Pamela SouzaDeputado Estadual Orlando Morando (PSDB) | Foto: Pamela SouzaFoto: Pamela Souza Foto: Pamela SouzaFoto: Pamela Souza Foto: Pamela SouzaComo que o senhor v isso?Orlando Morando: A Lei teve na sua es-sncia, na construo feita pelo legislativo um sentido muito positivo, em trazer mais segurana nas estradas, em permitir um tra-balho mais justo para os motoristas. Mas ela foi mal elaborada. Na ntegra ns temos que ter regras mais claras, no d pra con-viver num pas rodovirio, no qual a grande maioria do transporte daquilo que se pro-duz no pas feito atravs da locomoo rodoviria, o transporte sobre trilhos no pas fraco, tmido. Agora a Lei que era para ajudar acabou punindo. Est punindo o motorista, est punindo a transportadora e, da forma como ela est, vai acabar pu-nindo tambm o consumidor final, porque vai elevar custo e quem paga o custo o consumidor. Quem paga a conta sempre o consumidor final. Ento se fazem necess-rios alguns ajustes na Lei, no podemos re-troagir e simplesmente rasgar essa realida-de dizendo vamos voltar tudo como estava antes. Isso tambm no defendemos e no queremos, mas da forma como a Lei est colocada, ela se tornou impraticvel. Para que se tenha uma ideia, um motorista que j viajou quatro horas e falta apenas uma hora para ele chegar ao seu destino, obriga-toriamente tem que parar e ficar meia hora esperando. Outro problema que no exis-tem pontos de paradas nem nas rodovias e nem dentro das cidades. Ento antes de voc aplicar uma lei, voc tem que produzir uma estrutura necessria para que a Lei seja aplicada. Hoje j se criou um problema gra-vssimo, hoje voc tem a discusses para O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 13DE BOA NA BOLEIAExpo do ABCD fecha o ms de novembro com negcios para o setoremprega gente no evento e fortalece todo o setor de transporte de automveis e o trans-porte de cargas, at porque o evento reali-zado pelo Sindicato dos Cegonheiros, mas ele no limitado, muito menos restrito. Ento toda a estrutura logstica da cidade ganha com isso. Todos os bons eventos que acontecem no grande ABC e em So Ber-nardo naturalmente ns temos obrigao, como homem pblico, de incentivar e, den-tro do possvel, prestigiar. o que nos traz mais uma vez aqui, cumprimentando toda a diretoria que mais uma vez promove esse bonito evento na cidade de So Bernardo. Chico da Boleia: Aproveitando o ensejo, j que estamos falando dos caminhoneiros, como que o senhor v a questo da Lei 12.619 que est aguardando na Cmara a votao de alguns pontos para possveis al-teraes? A gente sabe que uma lei que movimenta toda a categoria, j que exis-tem pessoas contrrias e favorveis a Lei. Deputado Orlando Morando fala sobre a Lei 12.619importante porque explora essa economia local to forte, frisou. Quem tambm esteve presente na feira foi Neusa Navarro, presidente da categoria au-tomobilstica mais popular da Amrica La-tina, a Frmula Truck. Para ela, sempre bom participar e prestigiar eventos como a Expo de Transportes do ABCD. Eu sempre sou convidada para vir nessa feira e nunca consegui vir. Esse ano resolvi vir e estou gostando muito, essa categoria dos cegonheiros merece todo o nosso res-peito. Eu j estou combinando aqui de fazer uma rea vip exclusiva para os cegonheiros nas etapas da Truck, adiantou. Deputado Estadual Orlando Morando (PSDB) | Foto: Pamela SouzaComo que o senhor v isso?Orlando Morando: A Lei teve na sua es-sncia, na construo feita pelo legislativo um sentido muito positivo, em trazer mais segurana nas estradas, em permitir um tra-balho mais justo para os motoristas. Mas ela foi mal elaborada. Na ntegra ns temos que ter regras mais claras, no d pra con-viver num pas rodovirio, no qual a grande maioria do transporte daquilo que se pro-duz no pas feito atravs da locomoo rodoviria, o transporte sobre trilhos no pas fraco, tmido. Agora a Lei que era para ajudar acabou punindo. Est punindo o motorista, est punindo a transportadora e, da forma como ela est, vai acabar pu-nindo tambm o consumidor final, porque vai elevar custo e quem paga o custo o consumidor. Quem paga a conta sempre o consumidor final. Ento se fazem necess-rios alguns ajustes na Lei, no podemos re-troagir e simplesmente rasgar essa realida-de dizendo vamos voltar tudo como estava antes. Isso tambm no defendemos e no queremos, mas da forma como a Lei est colocada, ela se tornou impraticvel. Para que se tenha uma ideia, um motorista que j viajou quatro horas e falta apenas uma hora para ele chegar ao seu destino, obriga-toriamente tem que parar e ficar meia hora esperando. Outro problema que no exis-tem pontos de paradas nem nas rodovias e nem dentro das cidades. Ento antes de voc aplicar uma lei, voc tem que produzir uma estrutura necessria para que a Lei seja aplicada. Hoje j se criou um problema gra-vssimo, hoje voc tem a discusses para que o caminho possa ter dois motoristas e o que na verdade no leva o descanso para o motorista, porque ele vai mudar a cama, o legislador queria que ele ficasse em casa, ele vai acabar ficando ainda mais tempo no caminho. Ento eu no tenho dvidas de que se fazem extremamente necessrias alteraes para que possamos aprimorar, transformar esse transporte mais seguro, poupar, prevenir e assegurar novos direitos aos motoristas. Mas a gente no pode traba-lhar com a possibilidade de novos custos. Chico da Boleia: A gente sabe que o assun-to tema do governo federal, mas em ter-mos de governo estadual, no seria poss-vel que o governo do estado pudesse fazer uma gesto com as rodovias j pedagiadas, j concedidas, no sentido de implantar as reas de descanso? Orlando Morando: O Brasil um pas que cumpre contrato. Os contratos com as concessionrias, por exemplo, o estado de So Paulo, das dez melhores rodovias do pas, as dez esto em So Paulo. O modelo de concesso aprovado pela sociedade e copiado pelo governo federal, porm as concesses no previam a construo de ptios. Voc como concessionrio ter que aditivar (sic) os contratos, isso significa dar mais prazo de concesso. As primeiras concesses se fossem novamente licitadas, o preo do pedgio seria inferior, porque essas licitaes foram feitas numa poca em que no havia segurana jurdica, esta-bilidade econmica. Ento hoje tudo o que alguns concessionrios querem aditivar (sic) seus contratos. Na verdade, a Lei veio do governo federal sem o anteparo do im-pacto que ela causaria. Ento so esses os ajustes que tem que ser feitos. Impor agora novos custos aos concessionrios, natural-mente ele no vai aceitar sem ele ter uma contrapartida do governo, e este no pode pagar uma conta que no foi ele quem fez. por isso que a Lei tem que ter alteraes. Chico da Boleia: Salvo algum engano da minha memria, ns temos a Rodovia Ade-mar de Barros, ali na regio de campinas, que concessionria Renovias e tem uma rea de descanso que na poca do contrato foi obrigao dela fazer. E tambm existe uma rea de descanso na Castello Branco chegando em So Paulo que se no me en-gano foi exigida em contrato. Porque essa exigncia existe em algumas circunstncias e em outras no?Orlando Morando: Cada concesso tem uma regra, cada concesso tem um mode-lo. Ns temos concesses que foram feitas com outorga onerosa, ou seja, a concessio-nria pagou para ter a rodovia. Tem con-cesses que o sujeito no pagou nada, mas ficou com a obrigao de fazer uma nova rodovia que o caso da SP Mark que ga-nhou o trecho sul com a obrigao de fazer um trecho leste. A EcoRodovias ganhou a concesso do sistema Anchieta Imigrantes com a obrigao de fazer uma nova rodo-via. Ento cada concesso tem um modelo. As concesses que j existiam ptios, na-turalmente foram mantidas, agora as que no tinham essa clusula, at porque na poca em que foram assinadas no se tinha nem a discusso de ter uma legislao que obrigasse essa parada. Ento hoje, quem tem que arcar com essa responsabilidade o governo, se ele quer ou no transferir ao concessionrio outro fato. Fato este que voc no pode impor no contrato. O Brasil cumpre contrato.Chico da Boleia: Deputado, sem querer lhe colocar em saia justa, mas j colocando, vamos falar do eixo suspenso. Essa foi uma determinao do governo do estado de So Paulo, quando houve a discusso dos pro-testos no comeo do ano e entrou a questo do pedgio. Qual a possibilidade da gente voltar a no cobrar pelo eixo suspenso? Orlando Morando: Nenhuma saia justa, voc fez uma presuno por conta prpria (risos). Eu participei de uma audincia p-blica e me posicionei contra e sou contra a cobrana do eixo suspenso, at porque o contrato de concesso duro em relao a esse aspecto e no faz nenhum sentido que-rer impor uma nova prtica. Mais uma vez, eu no serei incoerente, transferir a respon-sabilidade do custo para a transportadora, porque aumentando o custo quem vai pagar por isso o consumidor final. Ento eu te-nho uma posio clara em relao a isso, sou do PSDB, sou membro da Comisso de Transporte e sou contra a cobrana do eixo suspenso. Entrevista realizada em 28 de novembro de 2014Redao Chico da Boleia O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA14 ONDE EST O CHICO DA BOLEIAO 8 Encontro Empresarial do Programa Na Mo Certa aconteceu dia 12 em So Paulo, no auditrio do Sindicato das Em-presas de Transporte Rodovirio de Cargas de So Paulo e Regio (SETCESP) e con-tou com a presena de mais de 150 pessoas. O Programa uma iniciativa da Childhood Brasil para enfrentar a explorao sexual de crianas e adolescentes nas rodovias brasileiras e tornou-se referncia nacional no enfrentamento do problema. O seu re-conhecimento no cenrio da responsabili-dade social empresarial foi mais uma vez confirmado diante de um auditrio lotado, atento, participativo e que se mobilizou para debater, como tema central, a relao da Lei 12.619/12, conhecida como a Lei do Descanso do Caminhoneiro, com o comba-te a explorao sexual de crianas e ado-lescentes. A Lei do Descanso um instrumento fun-damental para melhorar as condies de vida do caminhoneiro e visa garantir ao motorista um trabalho mais digno, com respeito aos seus direitos e valorizao da profisso. A Lei 12619 regula diversos as-pectos da profisso, sendo o principal deles o direito a um tempo determinado de des-canso, tanto durante noite quanto durante o dia, com paradas programadas. Durante o Encontro Empresarial, em diver-sas ocasies a Lei do Descanso foi relacio-nada como um instrumento que tem muito a contribuir para o enfrentamento da explo-rao sexual de crianas e adolescentes nas estradas. O caminhoneiro s vai exercer seu papel, de agente de proteo dos direi-tos da infncia, na medida em que seus pr-prios direitos humanos forem respeitados, disse a Coordenadora do Grupo Especial de Fiscalizao do Trabalho em Transpor-tes (GETRAC), do Ministrio do Trabalho e Emprego, Renata Namekata, uma das pa-lestrantes. A ateno aos direitos dos motoristas, a valorizao da profisso, o reconhecimen-to do seu papel transformador e o respeito aos seus direitos sempre foram bandeiras do Programa na Mo Certa e das empresas que trabalham dentro dos critrios que bali-zam a responsabilidade social empresarial. A Lei do Descanso referenda uma questo que h muito tempo era cobrada por parte dos caminhoneiros e do empresariado. O Programa nasceu em 2006 com a tese de que o caminhoneiro pode se tornar um agente de proteo dos direitos de crian-as e adolescentes, disse a Diretora Exe-cutiva da Childhood Brasil, Ana Maria Drummond, que abriu os trabalhos do 8 Encontro Empresarial. O caminhoneiro consciente do seu papel, mas ele precisa de ateno, para poder apoiar a causa e se engajar, comentou Ana Maria.Junto de Ana Maria estavam outros colaboradores, como o representante da presi-dncia do SETCESP e anfitrio do evento, Tayguara Helou; o representante da Confederao Na-cional dos Trans-portadores Aut-nomos, Alziro da Motta Santos Filho; o Diretor Executi-vo da JSL S/A, Fbio Velloso, que, na oportu-nidade, representou todas as empresas participantes do Programa Na Mo Certa.No pde comparecer, por problemas de sade, o Secretrio Executivo da Associa-o Brasileira de Concessionrias de Rodo-vias, Carlos Alberto Felizola. Chico da Boleia tambm foi convidado para participar do evento e realizou uma entrevista exclusiva com Itamar Gonal-ves, gerente de projetos da Childhood Bra-sil, que atua em projetos juntamente com o Programa Na Mo Certa. Confira a entre-vista na ntegra. Chico da Boleia: Itamar, do primei-ro ao oitavo encontro empresarial, qual a evoluo do movimento?Itamar Gonalves: Olha Chi-co, este oitavo encontro tem uma diferena bastante signifi-cativa, porque aqui a gente est tratando da Lei 12.619 que ainda est em discusso. Mas a ideia falar dos pontos de apoio e de parada para os pro-fissionais que esto usando as estradas brasileiras, princi-palmente no setor do transporte. Ns come-amos este trabalho den-tro da Childhood atravs do Programa Na Mo Certa, tentan-do engajar as empresas, sensibilizar princi-palmente o setor privado, portanto toda a cadeia produtiva de empresas que utilizam o transporte para escoar suas mercadorias ou para receber a matria prima, no sentido de garantir que essas rodovias fossem tam-bm um espao de proteo de crianas e adolescentes. Ento, do primeiro ao stimo encontro empresarial o foco sempre foi no engajamento do setor privado para trazer para essa temtica que, convenhamos no fcil: voc cruzar a questo explorao se-xual de crianas e adolescentes e o papel de proteo transferido e compartilhado com o setor privado. Chico da Boleia: Bom, ento pelo que voc disse do primeiro at o stimo encontro o engajamento pelo setor privado era um mo-vimento gravitacional para se chegar at os motoristas. Hoje no encontro a gente j v a presena do Presidente da CNTA, que uma das entidades que rene os caminho-neiros autnomos e a gente percebe que se comea j a abordar essa base da pirmi-de. Vocs pensam em realizar um trabalho mais intenso junto aos autnomos?Itamar Gonalves: A gente mediu um sal-to muito significativo at 2010 de engaja-mento tanto do setor privado, mas priori-tariamente dos profissionais, aumentando a conscincia. Isso a gente percebe quando esse profissional, ao ver uma irregularida-de na estrada, faz uma denncia. Ento ele passa a ter um papel como agente produti-vo. A gente vai fazer uma pesquisa agora no ano de 2015 para ver se continuamos neste ritmo. Acreditamos que sim. Agora, como foi dito, a Lei tambm uma possibilidade da gente reunir esses diversos grupos. Ns estamos falando aqui com os trabalhado-res, com quem emprega, quem tem o seu prprio caminho. Ento ainda um desa-fio pra gente identificar quem esse pro-fissional que atua. Agora, na nossa ltima pesquisa ns medimos que conseguimos al-canar cerca de 1 milho de trabalhadores nas estradas. Ento com uma parcela des-ses trabalhadores autnomos ns tambm conseguimos conversar. E uma questo de mudana de estratgia. Hoje, alm de a gente ter essa pauta comum, com relao aos pontos de apoios e paradas, conseguir construir critrios para que nesse espao no se tenha apenas sade, momentos de boa alimentao, sanitrios adequados e espao de lazer que atenda, de fato, o que seria digno para um profissional da estrada, ns estamos trazendo essa temtica h 15 anos e, desde 2006, atravs do Programa Na Mo Certa. Ento hoje ns vamos tam-bm reconhecer no s os trabalhadores, mas tambm as empresas que esto engaja-das nos programas. isso que vai acontecer aqui hoje aps o debate da Lei e dos pontos de apoio. O que queremos tentar ter um hall de critrios para que a gente tenha uma Encontro promovido pelo Programa Na Mo Certa discute estratgias para inibir explorao sexual de crianas e adolescentes em pontos de parada" A gente mediu um salto de enga-jamento tanto do setor privado, mas prioritariamente dos profissionais e isso a gente percebe quando esse pro-fissional, ao ver uma irregularidade na estrada, faz uma denncia "- Itamar Gonalves Itamar Gonalves , gerente de projetos da Childhood Brasil | Foto: Pamela SouzaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 15ONDE EST O CHICO DA BOLEIAEncontro promovido pelo Programa Na Mo Certa discute estratgias para inibir explorao sexual de crianas e adolescentes em pontos de paradaincidncia nas concesses desses espaos e na construo deles de forma adequada e para inibir qualquer tipo de explorao de crianas e adolescentes. Chico da Boleia: Voc acredita que ao longo desses ltimos encontros empresa-riais foi possvel notar alguma evoluo na conscientizao e na diminuio da violn-cia? Itamar Gonalves: Os nmeros esto mos-trando que sim, principalmente em relao explorao. E muito interessante isso, porque quando voc vai pra um mapea-mento ns somos tambm parceiros da Polcia Rodoviria Federal os nmeros eles so os mesmos nesses anos todos que a gente vem medindo. Mas quando voc percebe as pessoas, por exemplo, aquele que admite ter sexo com crianas e adoles-centes, voc percebe que esse nmero foi caindo. Por isso que ns vamos fazer no-vamente a pesquisa Perfil dos Caminho-neiros, que um trabalho que a gente faz na estrada, atingindo todos os profissionais: quem est em frota, quem o autnomo, quem s utiliza esse servio como embar-cador, etc. Isso exatamente pra ver se esse movimento continua. O que a gente perce-beu, pelo menos at 2010, quando a gente realizou a ltima pesquisa, foi que, primei-ro, ele tinha acesso informao, sabia que essa prtica contra crianas e adolescentes crime. E nossa ideia no causar um p-nico social, mas, de fato, dar dignidade as crianas e aos adolescentes e permitir que elas se desenvolvam de maneira natural, como deve ser. E a gente nessas medies vem percebendo que o caminhoneiro j viu informaes sobre o Programa atravs de trabalhos como os que vocs fazem, divul-gando as questes, principalmente relativo infncia, etc. Ento a gente percebe que a informao est chegando, seja atravs dos nossos parceiros, como a PRF, seja atravs da mdia qualificada, mas funda-mentalmente atravs das empresas que se engajaram. Ns tivemos um depoimento aqui pela parte da manh de um grupo que falou sobre o processo de formao de seus profissionais e, inclusive, da aplicao se-mestral, da sensibilizao dos seus profis-sionais e de todos aqueles que entram na empresa e com campanhas pontuais. Ento isso que vai multiplicando e levando essa causa para mais gente, garantindo a prote-o, de fato, do maior nmero de crianas e adolescentes. O desafio ainda grande, temos muito que fazer, mas acho que esta-mos avanando muito. Hoje uma prova disso, tanto que ns mudamos o foco do engajamento para a discusso dos critrios de construo e manuteno dos pontos de parada em rodovias. Entrevista realizada por Chico da Boleia em 12 de novembro de 2014Mais informaes sobre o projeto acesse: http://www.namaocerta.org.br/Redao Chico da BoleiaTayguara Helou, SETCESP | Foto: Romero CruzRenata Namekata, Ministrio do Trabalho e Emprego - GETRAC | Foto: Romero CruzAdauto Bentivegna Filho, SETCESP | Foto: Romero CruzPaulo Douglas Almeida de Moraes, Procurador do Tra-balho| Foto: Romero CruzMesa de Abertura | Foto: Pamela SouzaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 17SADE NO TRECHOCom a rotina muitas vezes desgastante de trabalho, nos esquecemos de manter os h-bitos de higiene bucal e de cuidar de nossa sade. por isso que sempre bom ficar por dentro das dicas para evitar cries, mau hlito e outras doenas que afetam nossa arcada dentria. O Doutor Jos Sartoret-to gentilmente nos enviou esse texto com as informaes relevantes que precisamos para manter uma boca saudvel. Confiram.Hoje em dia quem que no quer ter uma sade bucal excelente? Mas para isso, de-vemos realizar alguns procedi-mentos dirios. Prestem muita ateno nas dicas mais neces-srias para se obter o resultado esperado.A pergunta mais freqente que costumo ouvir no consultrio sobre a quantidade de vezes ao dia que devemos escovar os dentes. O correto escovar os dentes logo quando acordamos, aps o almoo e a noite antes de dormir, lembrando sempre que a escovao noturna a mais importante, e a cada vez que escovamos os dentes ne-cessrio o uso do fio dental. Muitas pessoas pensam que se no almo-arem no necessrio realizarem a esco-vao. Isso um mito, pois, na verdade, a escovao no est ligada totalmente a ali-mentao, mas tambm est ligada com o tempo que os microorganismos levam para se desenvolverem e se organizarem sobre o formato de colnia.Uma escova de dente tem a durabilidade de no mximo de trinta dias, isso se for usada de forma correta. A troca recomendada mesmo que na embalagem esteja escrito para trocar de trs em trs meses. Quanto ao tipo de escova a mais indicada so as es-covas com cerdas macias e uniformes, com a cabea pequena e com o cabo liso, pois o cabo emborrachado retm muita bactria. Quanto pasta de dente, existe um tipo es-pecfico para cada problema, portanto esco-lha aquela mais adequada para o seu caso ou pergunte ao seu dentista.O enxaguatrio bucal adequado aquele que no contm lcool em sua composio. Esclarea suas dvidas sobre higiene bucalNa embalagem est escrito sem lcool ou alcohol free. Utilize o enxaguatrio somen-te uma vez ao dia, pois ele destri tambm as bactrias da microbiota bucal, ou seja, as bactrias que ajudam na nossa defesa e fazem parte tambm da nossa digesto.Seguindo esses conselhos voc estar com sua sade bucal em boas condies evitan-do assim problemas mais srios. E lembre--se sempre de comparecer ao seu dentista de seis em seis meses ou em caso do apare-cimento de algum problema mais relevante o comparecimento dever ser antecipado.Por Jos SartorettoMONITORAMENTO E LOCALIZAOBALCO DE FRETES ELETRNICO NMERODA SORTESEGURODE VIDASERVIOODONTOLGICODIRIA DE INTERNAO HOSPITALAR EM CASO DE ACIDENTEASSISTNCIARESIDENCIALANS - N 310981 S A MELHOR EMPRESA DE RASTREAMENTOELETRNICO DO PAS, PODE OFERECER UMPRODUTO COM TANTAS QUALIDADES.0300 789 6004FAA PARTE DESTA TURMAOs Seguros de Acidentes Pessoais e Dirias de Internao Hospitalar so garantidos pela Seguradora Cardif do Brasil Vida e Previdncia S.A., CNPJ: 03.546.261/0001-08, Processos Susep No 15414.002708/2007- 95 e 005-00113/00. Corretora de Seguros: Sincronismo Corretora e Adm. de Seguros Ltda., CNPJ no 08.815.553/0001-04, Registro SUSEP no 050726.1.05.9018-5. Estipulante: Sascar Tecnologia e Segurana Automotiva S.A. - CNPJ no 03.112.879/0001-51. Prmio de Capitalizao no valor de R$ 12.000,00 bruto, com desconto diretamente na fonte de 25% de Imposto de Renda, garantido pela Empresa Cardif Capitalizao S/A, CNPJ: 11.467.788/001-67, Processo Susep no 15414.000312/2010-17. O registro deste plano na SUSEP no implica, por parte da Autarquia, em incentivo ou recomendao sua comercializao. O segurado poder consultar a situao cadastral de seu corretor de seguros, no site www. susep.gov.br, por meio do nmero de seu registro na SUSEP, nome completo, CNPJ ou CPF. A aceitao do seguro estar sujeita anlise do risco. Este seguro por prazo determinado tendo a Seguradora a faculdade de no renovar a aplice na data de vencimento, sem devoluo dos prmios pagos, nos termos da aplice. proibida a venda de ttulo de capitalizao a menores de dezesseis anos. *Assistncia Odontolgica prestada pela operadora ODONTO EMPRESAS CONVNIOS DENTRIOS LTDA., registrado na ANS-310981 ** As Assistncias Residencial e Funeral so prestadas pela empresa USS SOLUES GERENCIADAS LTDA. ***As Assistncias Odontolgicas e Funeral so de uso exclusivo do Contratante, no podendo ser transferidas a quaisquer terceiros. Cada Contratante ter direito, independentemente do nmero de equipamentos contratados e/ou de contratos firmados, a um nico Pacote de Vantagens. Alm do Pacote de Vantagens do Produto Sascar Caminhoneiro, voc pode adquirir tambm as Assistncias 24 horas com um valor diferenciado. Para maiores detalhes, entre em contato com a nossa Central de Atendimento.Sascar Caminhoneiro o nico rastreador que cuida do seu caminho, da sua famlia, e possibilita mais fretes, inclusive de retorno. Conhea nossas vantagens:CMYCMMYCYCMYKDr. Jos Sartoretto | Foto: DivulgaoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA18 CULTURA E EDUCAOCom aplicativo Eu-Vi usurios podero monitorar rodovias em tempo realCom o objetivo de melhorar cada vez mais a qualidade das rodovias do Programa de Concesses Rodovirias do Estado de So Paulo, a ARTESP (Agncia de Transporte do Estado de So Paulo) lana o aplicativo Eu-Vi. A ferramenta permite que moto-ristas e passageiros fiscalizem, em tempo real, as condies das rodovias, comuni-cando a Agncia sobre os problemas cons-tatados durante viagens ou sugerindo me-lhorias. o poder do usurio das rodovias na palma da mo. O programa abrange os 6,4 mil quilmetros de pistas sob concesso em todas as regi-es do Estado o que inclui rodovias de importncia nacional como a Bandeirantes, Raposo Tavares, Anhanguera, Rodoanel, Castelo Branco, Anchieta, Imigrantes, en-tre outras. O Eu-Vi est disponvel para os sistemas iOS (iPhone) e Android.Com o aplicativo, os usurios das rodovias paulistas podero fazer fotos ou vdeos de 10 segundos que sero georeferenciados para registrar diversas situaes como bu-raco no asfalto ou placas danificadas (veja lista completa abaixo). Em seguida, ele poder fazer um comentrio relatando a ocorrncia ou sugesto. O registro ser en-viado diretamente para a ARTESP, que ir acionar a concessionria responsvel pela rodovia para responder e solucionar o pro-blema.Pelo contrato de concesso, as empresas tm prazos estipulados para dar soluo a cada tipo de problema que aparea na ro-dovia sob sua administrao. Se este prazo for desrespeitado, est prevista punio, que varia de autuao, multa e at mesmo perda da concesso. J para o usurio, as concessionrias tero prazo de at 10 dias para enviar resposta.O que o motorista/passageiro pode mostrar por meio do "Eu-Vi", e o prazo que o pro-blema tem para ser solucionado:1. Conservao de barreiras de concreto soluo em uma semana;2. Defensas metlicas e cercas soluo em uma semana;3. Mato alto ao longo da pista acionamen-to das equipes de imediato;4. Pichao ao longo da estrada soluo em uma semana;5. Limpeza de canaletas e bueiros soluo em um ms;6. Iluminao de passarelas soluo em uma semana;7. Conservao de ponto de nibus solu-o em uma semana;8. Conservao de pontes, viadutos e tneis soluo em uma semana;9. Conservao de sinalizao (placas, fai-xas) repintura em uma semana/limpeza em um ms;10. Buraco no asfalto soluo em um dia;11. Lixo na estrada soluo em uma se-mana;12. Queimada/fumaa acionamento das equipes de imediato;13. Animais na estrada soluo em um dia.Como usar? Com uma interface de simples navegao, o usurio poder tirar uma foto ou fazer um vdeo da situao que pretende relatar um buraco na rodovia, por exemplo. A mdia ser georeferenciada, marcando a localiza-o da ocorrncia. O usurio poder, ainda, acrescentar um relato sobre o problema. Feito isso, por meio do App "Eu-Vi", ele encaminhar este registro automaticamen-te para a concessionria responsvel pelo trecho (para verificao e soluo do pro-blema) e para a ARTESP (para acompanha-mento e fiscalizao). O status da manifes-tao poder ser acompanhado na sesso histrico de registros. Os status existentes no aplicativo so: enviada (em vermelho), em andamento (em amarelo) e atendida (em verde).As manifestaes sero validadas atravs do reconhecimento do sinal GPS do smar-tphone, por isso importante que o sistema do aparelho esteja ligado e com conexo ativa de internet. Se o sinal de internet es-tiver fraco, o aplicativo guarda o registro e o usurio poder envi-lo assim que houver sinal ou conseguir acessar uma rede de wi--fi. No sero atendidas as manifestaes de locais fora da malha rodoviria sob con-cesso (por exemplo, um local de dentro da cidade), ou que estejam fora da rea de atuao da ARTESP.A segurana dos usurios nas rodovias prioridade e o aplicativo respeita a legisla-o vigente. Ao abrir o Eu-Vi o usurio ser avisado que somente o carona ou outro passageiro pode utilizar o aplicativo com o veculo em movimento. O motorista nunca dever utilizar o celular dirigindo, devendo procurar um local seguro e fora da via para relatar a ocorrncia. Ao usar o aplicativo o motorista no deve se envolver em situa-es de risco que possam comprometer a sua vida e a dos demais motoristas e usu-rios da rodovia. A ARTESP orienta que os usurios do apli-cativo sempre atentem s recomendaes:- Nunca dirija usando o celular. Alm de colocar vidas em risco, o ato considerado infrao mdia (4 pontos) e pode resultar em multa (R$ 85,13);- Quando identificar um problema na rodo-via oriente o carona a realizar as imagens e/ou operar o celular, ou busque um local seguro fora da via (por exemplo, postos de servio) para realizar o registro.Se o usurio encontrar alguma inconsistn-cia no aplicativo, mau funcionamento, ou bug, ele pode ajudar a melhorar a ferramen-ta. Para isso, basta descrever o problema e comunicar a ARTESP por meio do boto Sugestes. O app passou por perodo de testes desde fevereiro em todas as rodovias sob concesso no Estado de So Paulo.ARTESP - Assessoria de Imprensa(11) 3465-2104 / 2105 / 2364artespimprensa@sp.gov.brwww.artesp.sp.gov.brAteno. Quebra de asa manobra que custa caroQuem vive na estrada j viu algum co-lega de profisso fazer a quebra de asa. A manobra consiste em balanar a carro-ceria de um lado para o outro, tirando as rodas da pista e contorcendo o implemento. A questo que esta brincadeira pode sair caro para muita gente.O movimento de balano pode fazer com que o caminho sofra danos estruturais. Como a carreta se projeta alm da capaci-dade sobre a quinta roda, isso pode trincar o pino-rei, alm de causar desalinhamento. Quando a carreta levanta e volta para sua posio correta, o impacto gerado pode causar srios danos na suspenso, assim como desgaste extremo das laterais dos pneus.Motoristas que realizam a quebra de asa podem responder pelo crime de direo perigosa, podendo at provocar algum aci-dente com outro veculo. Se houver mais de um caminho fazendo disputa de manobras na estrada, a punio aumenta por ser con-siderado envolvimento em racha. A pena pode variar de seis meses a dois anos de priso.Outro risco provocado pelas manobras ar-riscadas a capotagem do bruto. O movi-mento de chicote da carroceria pode ser mais forte que a manobra, e o veculo tom-bar no meio do trecho.H tambm os fs de caminhes que, na beira da estrada, pedem para os motoristas fazerem a quebra de asa s para poderem gravar no celular e publicar na internet. Uma manobra mal-sucedida pode colocar a vida deles em risco.Em caso de direo perigosa, avise a Pol-cia Rodoviria Federal pelo nmero 191.Fonte: Volvo na estradaFoto: DivulgaoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 19PASSATEMPOO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAPALAVRAS CRUZADAS DIRETASSoluowww.coquetel.com.br Revistas COQUETELBANCO 65PEABARBEIRAGEMCRIAROLEIBELEVENAFOITAESSINFORMATICASEEREALTARASELCARRETELPOCEORARAMENSAIORSVITRPOPENARGAMASSAEBOAAJANTINNLEALERGARIMPEIROManobrafeita pelomotorista ruim (bras.)EliakimArajo,jornalistabrasileiroNomegalico daIrlandaVitaminaessencial visonoturnaPronomepara sereferir aodiabo (pop.)Escndalopolticodo PSDB(2014)O prazerdo artistaDeste-mida;ousada(?)-line:a comuni-cao viainternetOnze, emingls(?) de No:o banco desementes noruegusAmeliaEarhart,aviadorados EUA(?) Madrid,o time deCristianoRonaldoFormade vendade linhasde pipa(?) degravao, atrao desites de TV" (?) oupara co-mer?", pia-da natalina"No hcrime sem(?)" (dito)Rezaram; suplicaramMenino queleva asalianas nocasamentoEventoesportivo de Torontoem 2015Misturausada emobras dealvenariaVoracida-de; garraSedede trsimpriosafricanos"Fica, vai(?) bolo!",meme dainternetDiz-se doamigo fiel"Contra",em "anti-abortivo"Letra que,dobrada,formadgrafoEros Ra-mazzotti,cantoritalianoGrito de touradasO primeirodo beb o choroResduoCaneta,em inglsVenda,em inglsFrase delderes eidealistasClassifica-o dehotisDefeitosfsicos ou morais (fig.)rea deatuao do progra-mador desistemasDalai Lama, JohnLennon ou GandhiAtriz brasileira ovacio-nada em N. York (2013)Em (?): na moda(p. ext.)(?) entre ns:em segredoA ndole da heronaTrabalha-dor na"corrida do ouro"de SerraPelada(?) acadmico,trabalhodo alunode LetrasForte, emingls2/on. 3/pen. 4/eire sale. 6/eleven strong. 15/mensalo mineiro.CruzadasDica. Recomendaes para uma viagem seguraUma viagem segura comea ainda nos pre-parativos. importante verificar freios, amortecedores, luzes, leo, pneus, docu-mentos e equipamentos obrigatrios. O veculo deve estar em perfeito estado, a fim de garantir uma viagem tranquila.ANTES DE VIAJAR Descanse antes de iniciar a viagem. O motorista deve estar descansado, pois o sono insupervel ? e um grande fator de acidentes. Faa um planejamento da viagem inclu-indo paradas para descanso; Ao pegar a estrada no tenha pressa de chegar; No sobrecarregue o veculo; Verifique se todas as pessoas no veculo esto utilizando cinto de segurana.NA RODOVIA Trafegue sempre com o farol aceso, mes-mo de dia; Mantenha-se atento a velocid-ade regulamentada e no ultra-passe os limites estabelecidos, 30% ? dos acidentes nas rodo-vias concedidas so do tipo Choque, possivelmente por perda do controle ? do veculo; Nunca circule pelo acosta-mento; As estradas vo estar car-regadas, mantenha distancia segura do veculo que vai a frente, quanto? maior a sua velocidade maior a distancia do veculo da frente, 24 % dos acidentes e 20% das? mortes nas rodovias concedidas so por coliso traseira; Fique atento rodovia e aos veculos que vo a frente; Em condies de chuva redobre a ateno e reduza a velocidade; D passagem quando solicitado; Nunca dirija aps ingerir bebida alcoli-ca; Ultrapasse somente com segurana.No seu retorno procure descansar antes de iniciar a viagem e lembre-se das reco-mendaes anteriores.O Servio de Atendimento ao Usurio est equipado com guinchos, ambulncias e telefones de emergncia 0800 para atender s necessidades dos usurios.BOA VIAGEM!!Fonte: ArtespFoto: Divulgao