17ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Download 17ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Post on 12-Mar-2016

216 views

Category:

Documents

0 download

DESCRIPTION

Fique sabendo de tudo o que acontece no setor do transporte. Entretenimento, esportes, sade, reportagens exclusivas, e muito mais para voc amigo caminhoneiro.

TRANSCRIPT

Distribuio GratuitaO JORNAL PARA OCAMINHONEIROAMIGOwww.chicodaboleia.com.brOrgulho de ser caminhoneiroEDIO NACIONAL O gacho Rgis Boessio venceu a terceira etapa da Frmula Truck 2013, disputada no autdromo de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O evento reu-niu pblico estimado em cerca de 50 mil pessoas.O projeto Escola de Bambu visa pro-mover a educao formal na comuni-dade de Fendell, Libria, por meio da construo de uma escola sustentvel.Entenda os problemas que afetam a sua mobilidade no trnsitoAno 02 - Edio 17 - 2013Regis Boessio vence a terceira etapa da Frmula TruckPg. 6 e7Pg. 9Pg. 8Pg. 5Escola de Bambu: Porque solidariedade no enxerga fronteirasOs pneus so parte fundamental de qual-quer veculo automotor. A integridade desses itens de suma importncia no s para o funcionamento dos veculos, mas tambm para garantir a segurana do motorista e de terceiros. ISO 9001Entenda como acontece a recauchutagem dos pneusFoto: DivulgaoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAE o debate no pra ... companheiros da estrada! Como venho dizendo a Lei 12.619 continua na pauta do dia e no deve sair to cedo. Isso por qu o consenso para as mudanas necessrias est longe de acon-tecer. Aconteceu mais um evento e desta vs em Braslia onde se discutiu com v-rios seguimentos do setor a referida Lei. E ali acompanhando os debates deu para ter a ntida impresso que as discusses vo varar o ano, e em funo disso estamos criando no nosso site www.chicodaboleia.com.br uma rea especifica s para reper-cutir e debater a Lei 12.619. Isso tambm vamos fazer em nosso Jornal que j co-mea nesta edio com um texto sobre o evento de Braslia.Voc deve participar. D sua opinio sua sugesto coloque suas duvidas. Sendo o ms de maio, no tem como no falar naquela que todos ns temos, que a Me. No h ser no mundo que no sai-ba, mais cedo ou mais tarde, a importncia desta pessoa em nossa vida. Primeiro que dentro dela nossa primeira morada. ali, protegidos de tudo e todos, que nos desen-volvemos para chegar neste mundo velho de meu Deus. Depois, dela que vem o primeiro alimento, os primeiros cuidados, enfim os ensinamentos, ela nos prepara para a vida, s que muitos de ns esque-cemos, ou achamos que nada mais que obrigao, quando na realidade ela faz por puro AMOR.Pena que alguns s percebem isso quan-do ela j deixou o plano terreno, ai fica a saudade sem fim, a saudade doida e o arre-pendimento. Se a sua me ainda viva, re-conhea a importncia que ela tem em sua vida, reconhea que voc quem por que ela deu condies para que voc chegas-se onde chegou ou ainda vai chegar, no deixa para depois, pois o depois pode no vir. Parabns s mes que tanto fizeram e fazem pelos seus filhos. No posso esquecer aqui que tambm em Maio, mais precisamente no dia 13, se comemora a ABOLIO DA ESCRAVA-TURA. Foi neste dia que a Princesa Isabel assinou a Lei urea que dava liberdade aos escravos e abolia esta atividade da nossa Histria. bom lembrar que para a comunidade negra uma data de grande importncia tambm o dia 21 de Novembro, no qual se relembra o Zumbi dos Palmares: um dos inmeros nomes que lutaram contra os grilhes da escravido mesmo antes de se pensar em Abolio. A luta de Zumbi co-meou quase um sculo antes da Abolio.Pena ver que mesmo nos dias de hoje e independente de cor, encontramos inme-ros trabalhadores em condies anlogas escravido seja na rea rural seja na rea urbana dos grandes centros.E por fim comemora-se no dia 1 de maio, o dia do Trabalhador que uma data come-morativa usada para celebrar as conquis-tas dos trabalhadores ao longo da histria. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestao de trabalhadores na Sede: Rua Bento da Rocha, 354 - Itapira-SP, CEP 13.970-030 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exemplares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor Editorial: Chico da BoleiaEditor Responsvel: Chico da BoleiaRevisoLarissa J. RibertiDiagramaoPamela SouzaSuporte TcnicoMatheus A. MoraesJuliano H. BuzanaConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Larissa J. Riberti (Historiadora) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coor-denadora do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APRO-CAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa02 EDITORIALExpedienteO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIACOOPAC BRASIL EST NASCENDOACESSE O SITE E CONHEA MAIS SOBRE A COOPERATIVAWWW.COOPACBRA.COM.BRcidade americana de Chicago. Milhares de trabalhadores protestavam contra as con-dies desumanas de trabalho e a enorme carga horria pela qual eram submetidos (13 horas dirias). A greve paralisou os Es-tados Unidos. No dia 3 de maio, houve vrios confron-tos da polcia contra os manifestantes. No dia seguinte, esses confrontos se intensi-ficaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As marchas e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram co-nhecidos como a Revolta de Haymarket. Em 20 de junho de 1889, em Paris, a cen-tral sindical chamada Segunda Internacio-nal instituiu o mesmo dia das manifesta-es como data mxima dos trabalhadores organizados, para, assim, lutar pelas 8 ho-ras de trabalho dirio. Em 23 de abril de 1919, o senado francs ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1 de maio como feriado nacional. A partir da, outros pases tambm reconheceram o dia 1 de maio como smbolo internacio-nal da luta dos trabalhadores. Espero que vocs gostem dessa edioUm abrao e nos vemos no trecho.fazendo um favor ao senhor sendo que h uma outra pessoa correndo um alto risco. Acho que assim fica mais fcil de entender o porqu disso tudo, no m f dos guincheiros e sim diretrizes e regras a serem seguidas por precau-o e segurana.Espero que tenhamos esclarecido sua duvida. Chico da Boleia, eu sou o Andr de Maring PR e queria saber: Pra que serve aquele tal ARLA 32? Ele mis-turado ao diesel fica menos poluente, mais eficiente ou o qu?Ento Andr, na verdade ele no misturado ao leo diesel. O ARLA 32 um composto a base de ureia que reage com a fumaa que gera-da, diminuindo assim o teor de gases e partculas poluentes que saem de seu caminho. Fique atento, pois nem todo caminho ou veculo diesel usa o ARLA 32. Os veculos que precisam da soluo tem um reservatrio a parte para o produto, ele fica do lado do tanque de combus-tvel e tem uma tampa azul para iden-tificao. Chico da Boleia Orgulho de ser Caminhoneiro!O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIASede: Rua Bento da Rocha, 354 - Itapira-SP, CEP 13.970-030 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exemplares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor Editorial: Chico da BoleiaEditor Responsvel: Chico da BoleiaRevisoLarissa J. RibertiDiagramaoPamela SouzaSuporte TcnicoMatheus A. MoraesJuliano H. BuzanaConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Larissa J. Riberti (Historiadora) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coor-denadora do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APRO-CAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certaChico da Boleia respondeO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAPAPO DE BOLEIA 03H tempos o caminhoneiro vem se deparando com inmeros avanos tec-nolgicos que podem facilitar o seu dia a dia. Aplicativos para celulares, pro-gramas de computador, softwares de direo defensiva. So mil e uma novi-dades que chegaram ao mercado de caminhes nos ltimos anos para mel-horar a qualidade de vida dos camin-honeiros e dar mais eficincia aos car-regamentos e descargas.Mas, ser que realmente temos acesso a essa mar tecnolgica?A realidade da profisso mostra que, infelizmente, ns trabalhadores da es-trada ainda estamos muito defasados em termos de tecnologia. Primeiro porque mal temos condies de ren-ovar nossa frota ou trocar nosso camin-ho. Segundo porque no possumos em nossa profisso, incentivos que nos permitam saber utilizar e aplicar as no-vas tecnologias.Em muitas empresas de transporte nacionais e internacionais de grande porte, os caminhoneiros contratados recebem cursos e workshops para apre-nderem a utilizar as novas tecnologias incorporadas aos caminhes, como ras-treadores, aplicativos e computadores de bordo. O caminhoneiro autnomo, no entanto, no conta com a mesma sorte.O baixo valor do frete o inimigo nmero um que contribui para que esse avano tecnolgico no seja democ-ratizado na nossa categoria. Primeiro porque ele no permite a renovao da frota e, consequentemente, no permite que o caminhoneiro tenha acesso a no-vos modelos de caminho nos quais es-to implantados tcnicas e equipamen-tos avanados. Tambm no permite a compra de outros itens que podem fa-cilitar a direo, como computadores, rdios, rastreadores, etc.Chico, tudo bem? Meu nome Evandro Rodrigues e sou de Mogi Guau SP. Rodo pelo inte-rior de So Paulo. Eu gostaria de saber porque os guinchos das concessiona-rias de pedgio no podem nos levar at nossas oficinas de confiana. As vezes a diferena de um posto ou ptio que eles nos deixam para a oficina que pretendamos deixar o veiculo de trs ou quatro quadras. Eles dizem que so normas da empresa e tudo mais. O que realmente acontece Chico, as normas que so muito rgidas ou m f dos guincheiros? Tudo bem sim Evandro e por ai tudo certo? Espero que sim!Bom Evandro, nos contratos de con-cesso das rodovias est previsto que as concessionarias devem disponi-bilizar o servio de guincho somen-te para retirar o usurio da pista para sua segurana e lev-lo para o ponto de apoio mais prximo onde o usurio deve se encarregar de buscar a soluo definitiva para o seu problema. Se a gente for parar pra pensar, na verdade faz sentido. Por exemplo o motorista do guincho vai te levar at sua ofici-na l no meio da sua cidade, e de re-pente acontece um acidente grave que precisaria mais desse servio do que o senhor, nesse meio tempo que o guin-cheiro est longe da zona de concesso Se tivssemos acesso a todas as tecno-logias que nos apresentam, a escolha de pontos de parada e descanso, bem como o melhor horrio para carga/descarga, a visualizao das condies de trfego e da situao mecnica do caminho se-ria possvel e facilitada. Seria o mundo perfeito para os caminhoneiros e tam-bm para toda a sociedade. Digo isso porque a democratizao da tecnologia permite que o trabalho seja mais bem executado e o transporte otimizado em todas as suas pontas, desde o carrega-mento, at a descarga em um porto, armazm, cidade ou qualquer outro lugar. Alm disso, tecnologia tambm sinnimo de preveno de acidentes e maior segurana nas estradas.Enquanto caminhoneiros e transporta-dores no tiverem acesso a essas novas tecnologias, a chuva de novos avanos s relevar a desigualdade que se per-petua na nossa categoria. As transfor-maes tem que acontecer em todos os sentidos, inclusive naquele que diz respeito ao nosso crescimento profis-sional, cultural e educacional. A tec-nologia pode ser a ferramenta que falta para melhoria e o desenvolvimento da nossa profisso.Abrao, ChapaTecnologia na Boleia: quando teremos acesso a ela?O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA04 FIQUE POR DENTROO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAE os caminhoneiros, como ficam no Dia do Trabalhador?Mundialmente este o dia em que passeatas, manifestaes, protestos, festas e comemoraes so realizados em homenagem aos trabalhadores ou como forma de reivindicar direitos e melhorias. No Brasil no diferente!A origem desta data nos transporta ao ano de 1886, quando uma manifestao de trabalhadores aconteceu em Chica-go, nos Estados Unidos. Os manifes-tantes reivindicavam a reduo da jor-nada de trabalho para 8 horas dirias. Massivamente convocou-se, ento, uma greve geral no pas. Em 3 de maio daquele ano, um grupo de manifestan-tes foi reprimido por foras policiais e o conflito resultou na morte de algumas pessoas. No dia seguinte, uma passeata foi organizada em protesto violncia exercida pela polcia anteriormente. A manifestao, no entanto, sofreu mais uma vez com a represso policial.No dia 20 de junho de 1889, a segun-da Internacional Socialista, reunida em Paris, decidiu convocar anualmente a todos os trabalhadores do mundo com o objetivo de reivindicarem pela jorna-da de trabalho de 8 horas dirias. A data escolhida para essa manifestao anual foi justamente o dia 1o de maio. que foi oficialmente decretado como o Dia do Trabalhador em 1919, primeiramen-te pelo Senado francs e, posteriormen-te, por outros pases.A luta pelos direitos trabalhistas acon-teceu (e acontece) em todo o mundo. No Brasil, os escravos do perodo colo-nial e, principalmente, aps a Indepen-dncia em 1822, j se organizavam em grupos de resistncia e buscavam m-todos para forjar melhores condies de vida em meio ao trabalho forado e a explorao promovida pelos senhores brancos. O resultado desta luta e tam-bm das negociaes polticas entre os abolicionistas do final do sculo XIX, foi a assinatura da Lei urea em 1888, abolindo a escravatura. O processo de reinsero desses ex-escravos no novo mercado de trabalho que se formara a partir daquele momento, demoraria, no entanto, muito mais tempo para aconte-cer. Tal atitude resultou em consequn-cias sociais para essa parcela da popu-lao que sente o peso da excluso e da discriminao at os dias de hoje.Os imigrantes europeus principal-mente os italianos que comeavam a chegar ao Brasil no comeo do sculo XX trouxeram consigo novas concep-es do trabalho. Em meio a uma socie-dade recm-sada da escravatura onde os patres ainda tinham a explorao como base das relaes trabalhistas que se formavam, os imigrantes e outros trabalhadores de fbricas organizaram grupos, sindicatos e foras de lutas que comearam a reivindicar melhores con-dies de trabalho.A luta por uma legislao que regula-mentasse as profisses e o trabalho dos brasileiros se deu com embates, greves, conflitos. Foi em 01 de maio de 1943, que o ex-presidente Getulio Vargas criou e aprovou a Consolidao das Leis Trabalhistas (CLT), um estatuto que congrega leis antigas e novas que regulamentam o trabalho do brasileiro.Conhecido por ser O pai dos pobres, Getulio Vargas possua uma poltica populista que buscava relaes mais estreitas com os trabalhadores de base. Todo 1o de maio, ocorriam celebra-es, festas e comemoraes, com de-claraes diretas do ex-presidente aos trabalhadores brasileiros.Durante os anos posteriores historia-dores e socilogos se esforaram para entender o processo de construo de leis que beneficiaram os brasileiros. Sem dvida, o papel desempenhado por Getlio Vargas naquele momento foi fundamental. Tanto foi que uma boa parcela dos historiadores acredita que a CLT foi uma maneira de manipular os movimentos sindicais e as lideranas trabalhistas naquela poca. inegvel que havia, naquele momento, uma pre-ocupao em censurar e combater mo-vimentos de esquerda e trabalhistas que fossem contrrios ao regime de Vargas.Alguns historiadores, no entanto, pre-ferem uma viso menos simplista do processo e argumentam que a CLT foi resultado tambm da luta dos trabalha-dores e de uma necessidade imposta por essas classes sociais. Na conforma-o dos benefcios trabalhistas, os tra-balhadores tiveram uma participao expressiva em suas reivindicaes, gre-ves, sindicatos, etc. Esse outro grupo de historiadores descontri, portanto, a ideia de que os trabalhadores foram simplesmente manipulados, defenden-do que os mesmos exerceram um papel poltico fundamental no processo de consolidao dessas Leis.Mesmo com as conquistas do sculo XX, ainda hoje algumas categorias de trabalhadores no foram contempladas com a proteo dos seus direitos traba-lhistas. o caso dos caminhoneiros e carreteiros. Longas jornadas de traba-lho, salrios baixos, pouco reconheci-mento, pssimas condies de trabalho e desrespeito: essa a realidade do tra-balhador das estradas brasileiras.O ano de 2012 significou um avano para essas camadas trabalhistas. A Lei 12.619 que regulamentou a profisso tem, na teoria, o poder de combater os excessos e a explorao que sofrem, todos os dias, os caminhoneiros. O fim da Carta Frete, tambm se props a re-duzir as perdas de lucros dos trabalha-dores e garantir o recebimento justo do frete. Entretanto, o no cumprimento das Leis trabalhistas e das determina-es jurdicas pode colocar em risco toda a categoria.Ainda hoje encontramos muita resis-tncia a respeito da Lei do Motorista. Alega-se que no h estrutura nas rodo-vias para se cumprir as paradas de des-canso, que o frete vai encarecer para a sociedade e que os custos dos empres-rios iro subir. Acontece que a maioria das determinaes da Lei do Motorista j havia sido colocada pela CLT e pelo prprio Cdigo de Trnsito Brasileiro. As falsas justificativas dadas e a resis-tncia de algumas parcelas do setor em cumprirem as determinaes da Lei podem minar as conquistas trabalhistas dos caminhoneiros. Ou seja, se no fo-rem cumpridas, as Leis, mesmo apre-sentando um avano institucional para a categoria, podem significar retroces-sos para o pas.No s no dia 1o de maio, mas tambm durante todos os dias do ano, devem existir esforos de toda a categoria para que a profisso seja devidamente exer-cida e valorizada. O quadro atual dos caminhoneiros no Brasil mostra, so-bretudo, a desumanizao do trabalho desses indivduos e no apresentou, at o momento, perspectivas de melhora. Espera-se que, para tirar o atraso de dcadas em que os caminhoneiros fica-ram marginalizados profissionalmente em seus direitos e benefcios, a catego-ria toda cumpra as Leis e trabalhe ardu-amente para que o profissional das es-tradas receba o devido reconhecimento simblico, tico e financeiro.Blog do ChapaFoto: Matheus MoraesO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAFIQUE POR DENTRO 05E CONHEA TAMBM AS ASSISTNCIAS 24H, COM SERVIOS EXCLUSIVOS COMO: CHAVEIRO, GUINCHO, TROCA DE PNEUS E MUITO MAIS.MONITORAMENTO E LOCALIZAOBALCO DE FRETES ELETRNICO NMERODA SORTESEGURODE VIDASERVIOODONTOLGICODIRIA DE INTERNAO HOSPITALAR EM CASO DE ACIDENTEASSISTNCIARESIDENCIALANS - N 310981 COM SASCAR CAMINHONEIROVOC E SUA FAMLIA NOESTARO MAIS SOZINHOS!0300 789 6004FAA PARTE DESTA TURMACONHEA NOSSO PACOTE DE VANTAGENSOs Seguros de Acidentes Pessoais e Dirias de Internao Hospitalar so garantidos pela Seguradora Cardif do Brasil Vida e Previdncia S.A., CNPJ: 03.546.261/0001-08, Processos Susep No 15414.002708/2007- 95 e 005-00113/00. Corretora de Seguros: Sincronismo Corretora e Adm. de Seguros Ltda., CNPJ no 08.815.553/0001-04, Registro SUSEP no 050726.1.05.9018-5. Estipulante: Sascar Tecnologia e Segurana Automotiva S.A. - CNPJ no 03.112.879/0001-51. Prmio de Capitalizao no valor de R$ 12.000,00 bruto, com desconto diretamente na fonte de 25% de Imposto de Renda, garantido pela Empresa Cardif Capitalizao S/A, CNPJ: 11.467.788/001-67, Processo Susep no 15414.000312/2010-17. O registro deste plano na SUSEP no implica, por parte da Autarquia, em incentivo ou recomendao sua comercializao. O segurado poder consultar a situao cadastral de seu corretor de seguros, no site www. susep.gov.br, por meio do nmero de seu registro na SUSEP, nome completo, CNPJ ou CPF. A aceitao do seguro estar sujeita anlise do risco. Este seguro por prazo determinado tendo a Seguradora a faculdade de no renovar a aplice na data de vencimento, sem devoluo dos prmios pagos, nos termos da aplice. proibida a venda de ttulo de capitalizao a menores de dezesseis anos. *Assistncia Odontolgica prestada pela operadora ODONTO EMPRESAS CONVNIOS DENTRIOS LTDA., registrado na ANS-310981 ** As Assistncias Residencial e Funeral so prestadas pela empresa USS SOLUES GERENCIADAS LTDA. ***As Assistncias Odontolgicas e Funeral so de uso exclusivo do Contratante, no podendo ser transferidas a quaisquer terceiros. Cada Contratante ter direito, independentemente do nmero de equipamentos contratados e/ou de contratos firmados, a um nico Pacote de Vantagens. Alm do Pacote de Vantagens do Produto Sascar Caminhoneiro, voc pode adquirir tambm as Assistncias 24 horas com um valor diferenciado. Para maiores detalhes, entre em contato com a nossa Central de Atendimento.CMYCMMYCYCMYKEntenda como acontece a recauchutagem dos pneusOs pneus so parte fundamental de qualquer veculo automotor. A integri-dade desses itens de suma importn-cia no s para o funcionamento dos veculos, mas tambm para garantir a segurana do motorista e de terceiros. Por essa razo, pneus carecas e mal calibrados podem significar um risco eminente para os motoristas. Atualmente a maioria dos caminhes roda com pneus recapados ou recau-chutados. Tais processos favorecem o consumidor visto que reformam os pneus e proporcionam melhor custo benefcio. Ns da estrada sabemos o quanto caro comprar pneus novos para caminhes e carretas. Mas, voc sabe como funciona o processo de re-cauchutagem?A etapa inicial de todo o proces-so de recauchutagem de pneus comea com a Inspeo. nesse momento que os pneus so vistoriados visualmente e tambm por meio de equipamentos espec-ficos que medem presso, realizam ultra-sonografia, induo eltrica e outros testes. A inspeo inicial importate para que sejam medidos os nveis de desgate dos pneus a serem recauchutados. Tal avaliao tambm diminui os custos de produo.A preparao da carcaa do pneu con-stitui a fase seguinte. Nela, prepara-se os pneus para receberem as condies de processamento. Para tanto, um torno semi ou totalmente automtico raspa as peas para devolver a elas a sua sime-tria. Aps a raspagem, os pneus passam por um processo de escariao para a retirada de qualquer resduo de con-taminao. A etapa dos consertos vem logo depois e de suma importncia. Isso porque, hoje em dia, os pneus possuim diver-sos modelos como diagonais, radiais, sem cmara, etc. Nesse trabalho, os tcnicos devem ser bem treinados, j que os maiores ndices de problemas durante a reforma de pneus encontra-se nesta fase de todo o processo.Aps realizados os consertos, vem a construo dos pneus. Nesta fase, tam-bm conhecida como processo pr-curagem, a banda de rodagem pre-parada e aplicada juntamente com o coxim de ligao. A vulcanizao com Pr-curado vem logo depois, quando finalizado o processo de construo do pneu (pneu + banda de rodagem). Nes-ta etapa, o material colocado dentro de um envelope de borracha e montado em uma roda especial, para ento ser levado para o autoclave. O ar quente que circula por dentro dos pneus responsvel pela retirada de imperfeies e evitar bolhas. Esse pro-cesso de vulcanizao tem seu tempo e temperaturas controlados para que a banda de rodagem seja devidamente in-corporada carcaa do pneu. Aps os processos anteriores acontece a inspeo final. Nela, o pneu reformado vistoriado visual e mecanicamente. nesta etapa que qualquer imperfeio e falha deve ser detectada e corrigida. Aps a aprovao dos vistoriadores, o pneu reformado est pronto para ser co-mercializado e instalado em veculos.Os pneus, juntamente com os freios e amortecedores so partes fundamen-tais de qualquer veculo. Erro na cali-bragem, pneus carecas e desalinhados podem interferir na estabilidade, fre-nagem, no conforto e, obviamente, na segurana. Para um desempenho segu-ro, os pneus no devem apresentar ne-nhum tipo de deformao ou anomalia e manter a presso adequada dos pneus e tambm indicada pelo fabricante essencial.Quanto aos pneus reformados, im-prescindivel que, antes da compra, o consumidor fiscalize se o produto est de acordo com as normas tcnicas e foi re-produzido por uma indstria espe-cializada e de confiana. A segurana de voc, caminhoneiro, e dos terceiros que rodam ao teu lado pelas estradas, tambm depende disso! Boa viagem!Abrao do Chapa!Fonte tcnica: Goodyear Pneus. E os caminhoneiros, como ficam no Dia do Trabalhador?Alega-se que no h estrutura nas rodo-vias para se cumprir as paradas de des-canso, que o frete vai encarecer para a sociedade e que os custos dos empres-rios iro subir. Acontece que a maioria das determinaes da Lei do Motorista j havia sido colocada pela CLT e pelo prprio Cdigo de Trnsito Brasileiro. As falsas justificativas dadas e a resis-tncia de algumas parcelas do setor em cumprirem as determinaes da Lei podem minar as conquistas trabalhistas dos caminhoneiros. Ou seja, se no fo-rem cumpridas, as Leis, mesmo apre-sentando um avano institucional para a categoria, podem significar retroces-sos para o pas.No s no dia 1o de maio, mas tambm durante todos os dias do ano, devem existir esforos de toda a categoria para que a profisso seja devidamente exer-cida e valorizada. O quadro atual dos caminhoneiros no Brasil mostra, so-bretudo, a desumanizao do trabalho desses indivduos e no apresentou, at o momento, perspectivas de melhora. Espera-se que, para tirar o atraso de dcadas em que os caminhoneiros fica-ram marginalizados profissionalmente em seus direitos e benefcios, a catego-ria toda cumpra as Leis e trabalhe ardu-amente para que o profissional das es-tradas receba o devido reconhecimento simblico, tico e financeiro.Blog do Chapadas 17 s 22 horas de segunda a sexta--feira e, aos sbados, das 10 s 14 ho-ras. O valor da multa de R$ 85,13, com acrscimo de quatro pontos na car-teira de habilitao para quem infringir a lei e quem fiscaliza a rea so os tc-nicos da Companhia de Engenharia de Trfego (CET). As cidades pequenas, como as da re-gio da Baixa Mogiana, esto seguindo os passos e restringindo a mobilidade dos caminhoneiros. Mogi Mirim e Ita-pira, por exemplo, j possuem regras que impedem a circulao de cami-nhes por algumas vias centrais e resi-denciais. Impem-se, tambm, horrios determinados para carga e descarga. A justificativa para essas regras tambm se baseia no fato de que caminhes e veculos de carga atrapalham o trnsito e causam danos a algumas ruas. O contraponto para a eficincia des-sas medidas aparece no prprio dia a dia. Nota-se que, independentemente da circulao de grandes veculos de carga, o nmero de automveis cresce rapidamente e o trnsito se faz cada vez mais desorganizado. Em outras pala-vras, o que se nota diariamente que, independentemente das restries, a qualidade do trfego no aumentou e no houve uma diminuio consider-vel dos danos, tampouco dos engarra-famentos. Nas grandes cidades o nmero de no-vos carros que circulam diariamente difcil de ser estabelecido. Com as faci-lidades de crdito, todos querem trocar de carro e no difcil ver uma famlia de quatro pessoas com 3 ou 4 veculos na garagem. A mentalidade consumista e individualista que tem se formado nos membros das classes mdias e altas, contribui para que cada vez mais tenha-mos mais carros sendo utilizados por apenas uma pessoa. Alm disso, exis-te certa recusa de algumas pessoas em utilizar o transporte pblico tendo em vista suas deficincias e super lotao. Nas cidades pequenas no diferente. Em Itapira, por exemplo, no existe ne-nhum sinal de trnsito para pedestres. As vias so esburacadas e, em determi-nados locais, as ruas ficam entupidas de veculos estacionados. Soma-se a tudo isso, a falta de transporte pblico efi-ciente, o alto preo das passagens e a O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA06 REPORTAGEMO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAEntenda os problemas que afetam a sua mobilidade no trnsitoFaltando apenas um ano para a Copa do Mundo de 2014, as cidades parecem grandes canteiros de obra. Vias esto em reforma, caladas foram arreben-tadas, os alicerces de novos prdios comeam a tomar forma e as estradas passam por incrveis alteraes. Ao se depararem com tantas alteraes, as opinies dos cidados sobre a recep-o de grandes eventos como a Copa e as Olimpadas no Brasil se dividem. De um lado, as obras e modificaes impostas por esses eventos internacio-nais geraram uma infinidade de novos empregos e tambm iro proporcionar benefcios e melhorias para as popula-es em longo prazo. Por outro, alguns questionam o grande investimento de dinheiro em algumas reas, quando se-tores como a sade e a educao, por exemplo, atingem nveis preocupantes de descaso pblico. Diante dessa realidade cabe a pergun-ta: ser que as administraes pblicas das cidades esto se preocupando em preparar a infraestrutura das vias e es-tradas para melhorar a mobilidade de motoristas, pedestres e caminhoneiros? A resposta para essa pergunta pode ser encontrada no dia a dia, j que rotinei-ramente sentimos os problemas no s da pssima qualidade da nossa infra--estrutura, mas tambm dos transtornos que reformas e obras nos causam. Talvez o maior problema dentro de todo esse contexto, seja as retries circulao em geral. Sobre o assunto, so conhecidas as restries da circu-lao de veculos em vias especficas, afetam diretamente os cami-nhoneiros e demais transpor-tadores. Em grandes centros como So Paulo e Rio de Janei-ro as normas que restringem os horrios e vias de circulao de caminhes j so aplicadas h algum tempo. De acordo com pesquisas, a ltima res-trio de circulao imposta pela Pre-feitura de So Paulo, proibiu o trfego de caminhes na marginal Tiet e cau-sou aumentou em 20% nos custos das transportadoras da regio. A me-dida justificada, principalmente, com o argumento de que grandes veculos so responsveis por maior lentido e engarrafamento nessas vias. As regras so claras. A fiscalizao restringe a circulao de caminhes de cargas na marginal das 5 s 9 horas e demora entre um nibus e outro. Antnio Marcos, caminhoneiro itapi-rense desde a dcada de 1970, alega que a cidade est cada vez mais defasa-da em termos de infraestrutura. Agora para carregarmos ou descarregarmos no centro temos horrios especficos. Nem sempre d pra algum que vem de outra cidade ou estado cumprir com es-ses horrios. Muitos ficam esperando o dia inteiro pra descarregar ou carregar no horrio certo. Tiraram nossa liber-dade de circulao e ainda nos culpam pelos problemas do trnsito, explicou. Para o caminhoneiro de 56 anos, as prefeituras no agem com responsa-bilidade e preocupao quando o as-sunto trnsito. Eles fazem obras de emergncia, no pensam como vai ser daqui a 50 anos. Por isso que est sem-pre ruim pra todo mundo e nada nunca funciona, afirmou. Tendo em vista essa realidade, pre-ciso entender como as restries e a falta de planejamento pblico para o trnsito afetam no s a vida dos cami-nhoneiros, mas de todos ns. preciso entender que todos esses fatores fazem parte de uma cultura que, at hoje, tra-tou com bastante descaso e desateno a infraestrutura do trfego nas cidades. Municpios com 70 ou 100 mil habitan-tes j mostram que as gestes pblicas pouco ou nada fazem pela melhoria do trnsito e do transporte pblico.Para Dona Iraci, moradora do muni-cpio de Itapira h 70 anos, o grande problema so os sinais de trnsito que abrem e fecham com uma velocida-de quase instantnea. s vezes ns, idosos, estamos atravessando a faixa de pedestre, e os carros j esto acelerando, querendo pas-sar. Os sinais daqui abrem e fe-cham muito rpido, explicou.Iraci tambm disse que no co-nhece nenhum sinal de pedestre na cidade. Fizeram algumas obras na Jos Bonifcio (rua do centro) no ano passado, para dar mais segurana para quem atravessa essa rua, mas esquece-ram de ensinar os motoristas que, nessa rea, a preferncia do pedestre, re-clamou.A entrevistada se refere obra que construiu elevaes do nvel da rua ao nvel da calada. As elevaes foram realizadas na gesto passada e tiveram como objetivo facilitar a travessia dos pedestres na Avenida Jos Bonifcio, a Eles fazem obras de emergncia, no pensam como vai ser daqui a 50 anos. Por isso que est sempre ruim pra todo mundo e nada nunca funciona Antnio Marcos, caminhoneiro.Foto: DivulgaoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 07REPORTAGEMEntenda os problemas que afetam a sua mobilidade no trnsito principal do centro de Itapira. Outro tema que preocupa as popula-es das cidades pequenas o trans-porte pblico. Por mais que ele exista em cidades do interior, o nmero de nibus nunca parece ser suficiente para atender ao pblico. Nota-se um certo descaso com esse tipo de transporte, j que as distncias no so to longas e boa parte das pessoas possui carros ou motos. Alm disso, muitos administra-dores alegam que o nmero de usurios no seria suficiente para ampliar os ser-vios prestados. No o que conta Marina Maciel, uma estudante de 15 anos do Ensino Pblico de Mogi-Guau. Segundo a jovem, no difcil ver pessoas que vivem em re-as mais afastadas da cidade esperando por horas para pegaram um nibus at o centro ou para os seus locais de tra-balho. S porque a cidade pequena, a Prefeitura no coloca mais nibus e nem varia as linhas. s vezes pra voc fa-zer um trajeto de 15 minutos, demora 1 hora, porque a mes-ma linha passa em di-versos bairros da ci-dade, disse Marina. Para Marina, o grande problema que as pequenas cidades j possuem uma lgica de que o transporte pblico no necessrio. Os nibus deveriam ser gratuitos, ou deveramos pagar apenas um valor simblico para mant-los em bom estado e rodando. Alm disso, os estudantes precisam de mais linhas e tambm de nibus que rodem noite, j que muitos de ns estudam at as 23 horas. Se essas cidades crescerem, teremos um problema muito maior, afirmou. A estudante tambm alegou que os moradores da rea rural da cida-de sofrem ainda mais com a falta dessa infraestrutura. Marina tem toda razo. Se em grandes cidades o uso do transporte pblico se faz em grande escala, apesar de suas deficincias, nas pequenas, parece que grande parte da classe mdia ou daque-les que possuem um veculo, no rei-vindicam ou atentam para o direito de ter transporte pblico de qualidade. Em cidades desse tipo, se voc no possui um veculo prprio, fica difcil depen-der de nibus ou, at mesmo, servio de taxis. Na cidade de Itapira, os que dependem de transporte pblico ficam merc de horrios muito restritos e de trajetos que no contemplam os bairros mais afastados do centro. Nas regies consi-deradas como reas rurais, os grupos de trabalhados precisam encontrar al-ternativas para chegar ao trabalho. o caso de Antnio de Freitas, mora-dor da rea de Vergel uma pequena regio de assentamento rural localiza-da na estrada que liga Itapira e Mogi Mirim. Segundo o morador, sempre que necessita ir em algumas das cida-des, a dificuldade em encontrar transporte grande e os horrios so restritos. Ficamos merc do nibus que faz o trajeto entre Itapira e Mogi-Mirim, por isso precisamos ir at a Ro-dovia quando queremos ir at alguma das duas cidades. Essa realidade complica demais a nos-sa vida, perdemos mui-to tempo e no existe garantia de segurana, alegou Antnio.Mas as deficincias de mobilidade afe-tam, ainda mais, as pessoas que exigem cuidados especiais. geral o problema da falta de infraestrutura para cadeiran-tes ou pessoas com restries de mobi-lidade. Quase no se v caladas com guias rebaixadas, espaos com rampas e, at mesmo, uma disposio dos mo-toristas para auxiliar essas pessoas.Eliandro Consorti, empresrio da rea de transporte de 35 anos, sofreu uma leso e faz o uso de cadeira de rodas h trs anos. Em Itapira, Eliandro contou que somente nas ruas principais que existem algumas vias rebaixadas e va-gas para deficientes fsicos. Em vrios locais as guias no so rebaixadas e no h estrutura, prejudicando a mobilida-de e colocando em risco as pessoas. Se a gente no tiver um acompanhante, temos que trafegar pela rua mesmo. muito complicado, afirmou.Muitos dos comrcios e estabelecimen-tos de Itapira no possuem adaptaes para cadeirantes ou deficientes. O prin-cipal transtorno e tambm constrangi-mento na hora de utilizar o banheiro. No h espao para entrar com a cadei-ra de rodas, no h corrimos, tampou-co assentos apropiados.Por outro lado, Eliandro afirma que v-rias vezes os donos e comerciantes se preocupam com as reformas. Proprie-trios ou gerentes de locais que no so adaptados vem at me pedir desculpas pelo transtorno e dizem que vo provi-denciar melhorias, explicou. importante frisar que todos esses pro-blemas tambm afetam, e numa escala bastante ampliada, os grandes centros urbanos. Basta uma simples caminhada pelas ruas, centrais ou no, de cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e So Paulo, para entendermos que as minorias e muitos dos direitos funda-mentais dos cidados no esto con-templados na maioria das obras pbli-cas. Essa realidade mostra que no so so-mente os caminhoneiros que sofrem com a falta de preocupao das ad-ministraes pblicas com a questo do trnsito e da mobilidade em geral. Faltam linhas de nibus, estruturas que permitam a incluso, organizao do espao, programas de educao e conscienti-zao e, principalmente, respeito liberdade de cada indivduo que quei-ra trafegar e caminhar com segurana. Mais do isso, esses problemas deixam evidente que, independente-mente de serem pequenas ou grandes, as cidades mostram que a mentalidade dos administradores pblicos no de-monstra uma preocupao com a ques-to da mobilidade. Em outras palavras, no existe uma cultura entre os polti-cos que valorize a incluso de pessoas com restrio e se preocupe em resol-ver esses problemas bsicos de trnsito, transporte pblico e mobilidade social. Espera-se que, com o crescimento eco-nmico e populacional, as cidades pequenas ou grandes ofeream aos cidados condies bsicas de vivncia e mobilidade. preciso entender que transporte pblico, caladas adequadas, trnsito organizado e sinais de pedes-tres tambm so direitos essenciais da populao como um todo, sejam cami-nhoneiros, idosos, cadeirantes, estu-dantes ou trabalhadores. Redao Chico da Boleia S porque a cidade pequena, a Prefeitura no coloca mais nibus e nem varia as linhas Marina Maciel , es tudante. Se a gente no tiver um acompanhante, temos que trafegar pela rua mesmo. muito complicado Eliandro Consort i , cadeirante . Foto: DivulgaoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA08 ESPORTESRegis Boessio vence a terceira etapa do GP Aurlio Batista Flix de Frmula Truck1) 83 - Regis Boessio (M, SP), 23 voltas2) 55 - Paulo Salustiano (M , SP), a 4.6093) 73 - Leandro Totti (W , PR), a 4.6904) 88 - Beto Monteiro (I , PE), a 6.9495) 51 - Leandro Reis (S , GO), a 8.2176) 2 - Valmir Benavides (I , SP), a 13.4317) 72 - Djalma Fogaa (F , SP), a 15.1798) 77 - Andr Marques (W , SP), a 25.0559) 12 - Z Maria Reis (S , GO), a 42.18310) 14 - Joo Maistro (V , PR), a 42.47411) 99 - Luiz Lopes (I , SP), a 1:01.46012) 0 - Alberto Cattucci (V , SP), a 1 volta13) 6 - Wellington Cirino (M , PR), a 3 voltas14) 44 - Edu Piano (F , SP), a 5 voltas15) 30 - Rogerio Castro (V , GO), a 6 voltas16) 80 - Diogo Pachenki (M , PR), a 7 voltas17) 4 - Felipe Giaffone (W , SP), a 10 voltas18) 10 - Ronaldo Kastropil (S , SP), a 10 voltas19) 21 - Alex Caffi (I , IT), a 11 voltas20) 7 - Debora Rodrigues (W , SP), a 15 voltas21) 3 - Geraldo Piquet (M , DF), a 16 voltas22) 11 - Jansen Bueno (V , PR), a 17 voltas23) 8 - Adalberto Jardim (W , SP), a 21 voltas24) 15 - Roberval Andrade (S , SP), a 22 voltasInformaes tcnicas: Frmula TruckRedao Chico da BoleiaA cidade Pernambucana de Caruaru recebeu no final de semana de 17 a 19 de maio, a terceira etapa da competio mais popular do automobilismo, a Fr-mula Truck. Prometendo esquentar ain-da mais o clima nordestino, os 24 pilo-tos que disputaram a etapas Brasileira e Sul-Americana do Campeonato inicia-ram os treinos livres na sexta-feira (17) debaixo de bastante chuva. Lder do Campeonato Brasileiro de Frmula Truck, Paulo Salustiano lide-rou o primeiro treino. O piloto paulis-ta da ABF Racing Team cronometrou a volta mais rpida com o tempo de 1min50s056. Uma mdia de 104,019 km/h para os 3.180 metros de extenso do Autdromo Internacional Ayrton Senna.Na sesso da tarde, Welligton Cirino, piloto paranaense da ABF/Mercedes--Benz, fechou a sesso com o tempo de 1min48s753. Atrs dele, o pernam-bucano e tambm dono da casa, Beto Monteiro, da Scuderia Iveco, cravou o tempo de 1min49s092. At ento, Ciri-no era o favorito para a corrida de do-mingo (19), visto que venceu na corri-da de Caruaru do Campeonato de 2012. Os treinos livres da manh do sba-do (18) tambm aconteceram com o tempo nublado e com chuva. O me-lhor tempo ficou com Beto Monteiro, da Scuderia Iveco. O pernambucano marcou 1min48s577. Roberval Andra-de, da Ticket Corinthians Motorsport, fez o segundo melhor tempo e cravou 1min48s722, seguido de Welligton Ci-rino, da ABF/Mercedes-Benz, Leandro Totti, da Man Latin America Racing Team e Djalma Fogaa da equipe 72 Sports/Ford Racing Trucks. Ao final do treino, Diogo Pachenki, da ABF Racing Team, bateu na pro-teo de pneus no fim da reta oposta. Segundo informaes da Assessoria de Imprensa da Frmula Truck, Diogo ex-plicou que a polia que refrigera o motor quebrou, cortando a mangueira de gua do radiador, o que causou o escoamen-to de guas nos pneus. O piloto no conseguiu frear e bateu. O melhor tempo da segunda sesso de treinos livres do dia de sbado ficou com Leandro Totti, da RM Competi-es, que voltou a fazer bons tempos e fechou com a marca de 1m48s707. Em seguida vieram Geraldo Piquet, da ABF Mercedes-Benz, Adalberto Jar-dim da RM Competies, Beto Montei-ro da Scuderia Iveco, e Regis Boessio da Boessio Competies. Depois do treino classificatrio e do Top Qualifying, o Grid de Largada para domingo ficou definido da se-guinte maneira: Leandro Totti em pri-meiro com o tempo de 1min48s391, seguido de Rgis Boessio que cravou 1min48s928, Wellington Cirino com a volta de 1min49s085, Paulo Salustiano com 1min49s097 e o piloto Leandro Reis com o tempo de 1min49s361.A corrida.A etapa em Caruaru contou pontos para ambos os campeonatos: Sul-Americano e Brasileiro. Depois de um tempo ins-tvel, o sol apareceu na cidade pernam-bucana por volta das 8 horas da manh, animando o pblico caruarense que fez bonito e lotou as arquibancadas. A par-ticipao massiva dos pernambucanos foi notada durante o desfile dos pilotos e tambm do Show de Caminhes com Gabi, Dani e Juninho, os herdeiros de Aurlio e Neusa Flix.Dada a largada da corrida, Leandro Totti manteve a liderana durante boa parte do tempo. Mas na abertura da pe-nltima volta, Boessio ameaou tentar pressionar Totti pela linha externa da pista, ainda na reta, e encontrou espao por dentro no contorno da primeira cur-va para fazer a ultrapassagem que lhe deu a liderana. Wellington Cirino, que foi aos boxes, perdeu sua posio, deixando a briga entre Paulo Salustiano e Beto Montei-ro. Enquanto isso, Leandro Reis, que tem feito uma boa temporada neste ano, manteve-se na quinta colocao. Na ltima volta, Regia Boessio cruzou com folga a linha de chegada. Ao se aproximar do final, Leandro Totti foi ultrapassado por Salustiano. Ao final, a classificao ficou da seguinte maneira:Com a vitria, Rgis Boessio alcanou a segunda colocao no Campeonato Brasileiro / Foto: Larissa J. RibertiGP Aurlio Batista Flix! Foto: Larissa J. Riberti O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 09DE BOA NA BOLEIATRANSPORTE AEROMDICO (UTI AREA) FRETAMENTO EXECUTIVO DE AERONAVESCONVNIO COM PLANOS DE SADE E SECRETARIAS DE SADEWWW.BRASIL.COM.BR - FRETAMENTO@BRASILVIDA.COM.BRPLANTO 24H(62) 3207-5001 / 3207-5566(62) 9971-5370 / 9980-1419Escola de Bambu: Porque solidariedade no enxerga fronteirasNo dia 05 de maio, Chico da Boleia este-ve presente em uma feijoada beneficente, organizada para arrecadar fundos para o projeto Escola de Bambu. Ns da reda-o, no conhecamos o projeto e, durante as pesquisas, nos interessamos tanto pela iniciativa que resolvemos oferecer esse espao do nosso Jornal para divulgar as aes. Quem apresenta o projeto Vincius Zanotti, um jornalista de 27 anos que via-jou at a Libria em 2010. O texto abaixo de sua autoria e est disponvel no site www.escoladebambu.com. Com satisfao, abrimos espao para di-vulgar a ao social que visa promover a educao e incluso de crianas em uma das regies mais pobres do planeta. O projeto:Meu nome Vincius Zanotti, sou um jor-nalista de 27 anos, e escrevo para apresen-tar o projeto Escola de Bambu. No ano de 2010 tive a oportunidade de viajar para a Libria, pas extremamente pobre situado ao oeste do continente africano, logo abai-xo de Serra Leoa. A Libria tem uma hist-ria triste, devastada que foi por uma guer-ra civil que durou 14 anos e s se encerrou em 2003. A maior parte dos soldados eram crianas cooptadas pela guerrilha e esti-muladas a combater.Neste pas em que no existe rede pblica de energia eltrica, saneamento bsico, se-mforos em funcionamento, asfaltamento em ruas, transporte pblico e tantos outros benefcios existentes no lado ocidental do mundo, encontrei uma das pessoas mais incrveis que j tive a oportunidade de co-nhecer: Sabato Neufville.Sabato, 34 anos, solteiro, adotou 9 crian-as rfs de guerra e o principal organi-zador do United Youth Movement Against Violence, cuja finalidade educar ado-lescentes liberianos e evitar que virem es-tatstica nos elevados ndices de violncia infantil que ainda atormentam o pas. Seu salrio de U$ 800 mensais para traba-lhar como prestador de servios na misso que a ONU mantm na Libria. Com este dinheiro, alm de alimentar e estudar os 9 filhos adotados, financia atividades de teatro, dana e msica em dois diferentes bairros. Se no bastasse, ainda construiu uma escola para que 300 crianas da peri-feria de Monrvia, a capital, pudessem ser educadas na comunidade de Fendell.O salrio que ele consegue repassar aos professores so irrisrios U$ 20, quando o mnimo na Libria de U$ 70 mensais. Mesmo assim, os professores da unidade construda com bambus enfileirados no pensam em procurar outro trabalho. Eles sabem que, se abandonarem a comunidade de Fendell, dificilmente aquelas crianas tero outra oportunidade para estudar. A falta de estudo, para aqueles professores, transformar os jovens em presas fceis de serem cooptadas e levadas ao campo de batalha num eventual novo conflito.Diante desta situao, de-cidi gravar o documentrio Escola de Bambu. Trouxe o material para o Brasil e retomei contatos profissionais para que pudssemos finali-z-lo. Depois de concludo o vdeo, deci-dimos nos organizar para construir uma escola com as condies bsicas para um ensino adequado.Meu amigo e arquiteto Andr Dal'B fez o projeto deste novo espao, prevendo sane-amento bsico, cisternas, blocos adobe, e bambus, porm utilizados como elemento estrutural, e no para vedao como na atual escola. Para solucionar o problema energtico, contamos com o projeto desen-volvido pelo tambm amigo e bioconstrutor Peetssa: um gerador de energia fabricado com ms de HDs quebrados e rodas de bicicleta. Uma soluo barata, de energia totalmente limpa e renovvel. Em ambos os casos, a tecnologia ser repassada para os liberianos como forma de cooperao de conhecimento.Os dados da Libria so extremamente alarmantes! Estamos falando do pas que ocupa a 6 posio, de baixo para cima, no ndice de Desenvolvimento Humano. tambm a nao com menor ndice de aces-sos Internet do mundo: apenas 2800 pes-soas conectadas em um universo de pouco mais de 4 milhes. Como proposta para melhorar estes ndices, o projeto Escola de Bambu prev a construo de uma sala de informtica com pelo menos 40 computa-dores; desta forma, as 300 crianas que l estudam vo estar inseridas no mundo di-gital. Esta nova sala tambm vai estar apta a atender aos alunos da Universidade da Libria, que fica a apenas 1 quilmetro do atual terreno.Estamos em fase de captao de recursos, enquanto buscamos parcerias com em-presas ou instituies que se disponham a patrocinar o projeto, cujo valor total es-timado em R$ 250.000,00. Para isso, ven-demos o documentrio em DVD, camisetas e canetas com o logotipo que criamos para a campanha visando financiar o projeto.Nosso grupo, que rene mais de 33 pro-fissionais brasileiros, todos atuando como voluntrios, tenta levar um pouco de espe-rana e desenvolvimento ao povo acolhe-dor, sorridente e pacfico da comunidade de Fendell. o mnimo que a vida e que aquelas crianas podem esperar de ns. Seja um bambuzeiro voc tambm e cola-bore com a construo desta nova escola!Tudo o que voc precisar saber sobre o Pro-jeto, encontra-se no site: www.escoladebambu.comDados bancrios para doaes:Instituto de Estudos, Formao e Asses-soria de Programas e Projetos Escola de Bambu.Banco do BrasilAg: 1515-6CC: 47.019-8CNPJ: 15.193.918/0001-71Redao Chico da Boleia1) 83 - Regis Boessio (M, SP), 23 voltas2) 55 - Paulo Salustiano (M , SP), a 4.6093) 73 - Leandro Totti (W , PR), a 4.6904) 88 - Beto Monteiro (I , PE), a 6.9495) 51 - Leandro Reis (S , GO), a 8.2176) 2 - Valmir Benavides (I , SP), a 13.4317) 72 - Djalma Fogaa (F , SP), a 15.1798) 77 - Andr Marques (W , SP), a 25.0559) 12 - Z Maria Reis (S , GO), a 42.18310) 14 - Joo Maistro (V , PR), a 42.47411) 99 - Luiz Lopes (I , SP), a 1:01.46012) 0 - Alberto Cattucci (V , SP), a 1 volta13) 6 - Wellington Cirino (M , PR), a 3 voltas14) 44 - Edu Piano (F , SP), a 5 voltas15) 30 - Rogerio Castro (V , GO), a 6 voltas16) 80 - Diogo Pachenki (M , PR), a 7 voltas17) 4 - Felipe Giaffone (W , SP), a 10 voltas18) 10 - Ronaldo Kastropil (S , SP), a 10 voltas19) 21 - Alex Caffi (I , IT), a 11 voltas20) 7 - Debora Rodrigues (W , SP), a 15 voltas21) 3 - Geraldo Piquet (M , DF), a 16 voltas22) 11 - Jansen Bueno (V , PR), a 17 voltas23) 8 - Adalberto Jardim (W , SP), a 21 voltas24) 15 - Roberval Andrade (S , SP), a 22 voltasInformaes tcnicas: Frmula TruckRedao Chico da BoleiaGabi, Dani e Juninho, os herdeiros de Aurlio e Neusa Flix.Dada a largada da corrida, Leandro Totti manteve a liderana durante boa parte do tempo. Mas na abertura da pe-nltima volta, Boessio ameaou tentar pressionar Totti pela linha externa da pista, ainda na reta, e encontrou espao por dentro no contorno da primeira cur-va para fazer a ultrapassagem que lhe deu a liderana. Wellington Cirino, que foi aos boxes, perdeu sua posio, deixando a briga entre Paulo Salustiano e Beto Montei-ro. Enquanto isso, Leandro Reis, que tem feito uma boa temporada neste ano, manteve-se na quinta colocao. Na ltima volta, Regia Boessio cruzou com folga a linha de chegada. Ao se aproximar do final, Leandro Totti foi ultrapassado por Salustiano. Ao final, a classificao ficou da seguinte maneira:O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA10 ENTRETENIMENTOO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIACruzadinhaPALAVRAS CRUZADAS DIRETASSoluowww.coquetel.com.br Revistas COQUETEL 2013Nas BaNcas e Livrariaswww.coquetel.com.brAPRENDA A PENSAR COMOSHERLOCKBANCO 21AECPFFLAMINGOFERRARNEONGAIOTNTLTAISARRAFOONZEMATOSISPANTESACGSAGUTONOIVARDOENAGGIVERDETENSOSIRETACOTABRIAINRIQUIMICAACUJTIMPIOAEROVIARIOSBatom (?):brilha naluz negraDeixaralgum emm situa-o (gria)Lev Tolstoi,escritorrussoObstculoda provade saltocom varaOnde viveuAnne Frankpor 2 anos(2 Guerra)Casa das(?) Jane-las, postalde BelmClnicapara trata-mentosestticos(?) Apai-xonado,msica deNoel RosaRegina (?),apresenta-dora do Esquenta(?) aovinho, so-bremesasulistaCausa dalicenamdicaErnRubik: criou o Cu-bo MgicoAssumir compro-misso de casamentoDomina-dos peloestresseA maiorilha daPolinsiaFrancesaCor que i-dentifica amilitnciaecolgicaA voz do fantas-ma, emchargesAcessriocomum aogolfe e sinucaFenmenoluminosode tem-pestadesO nmero3,1416(Mat.)Desinnciaverbal doinfinitivo(?) Burton,diretor deFranken-weenieSom caracte-rstico do pardal(?) da Guin: banha a costa de GanaA Consti-tuio deum pasPo de Acar e Cristo Redentor,em relao ao Rio de JaneiroMarca da pessoa inflexvelO ambi-ente queleva hi-potermiaCervejainglesaTecido deporta-CDsDoispases doOrienteMdioinvadidospelosEstadosUnidosEsperto;ladinoNesselugarFuncion-rios, emterra, de compa-nhiascomo aTAMDescer-ravaA Cin-cia deLavoisier(?) dos Apstolos,livro daBblia cujaautoria atribuda a LucasApelido deGiseleFilho, em inglsInscrioda Cruz Em (?):sobrePela (?):indo at a origemAssinado(abrev.)Ave deplumagemrosadaNmero(abrev.)Avenida(abrev.)3/son tnt. 4/gaio onze sagu. 7/sarrafo. 10/carta magna. 11/aerovirios.PromooGanhador do brinde - Anezio Soares - 'Birola' e Chico da Boleia Ganhador do brinde - Geraldo Michellini O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 11DEBATENDO A LEI DO MOTORISTAcessidades dos caminhoneiros. Sim pode parecer estranho, mas esta a re-alidade dos fatos.Todos os setores envolvidos, Empre-srios, Agronegcios, Cltistas, Aut-nomos, Ministrio Pblico, Ministrio do Trabalho, Governo Federal, Cmara dos Deputados e Senado Federal tm uma proposta diferente. E olha que eu no entrei ainda nas divergncias que cada um dos setores ai listado tem den-tro de suas prprias bases.Resumindo, e digo isso na minha opi-nio, a possibilidade de um consenso est bem distante. Claro que um acordo no impossvel, mas os atores envol-vidos tem que comear a abrir mo de alguma coisa para que a negociao se concretize. E ainda com todo o respeito s entida-des envolvidas, me pergunto como est o envolvimento da base, do pessoal que est no trecho diariamente - seja empre-Companheiros e Companheiras do trecho! Eu estive na Capital Federal acompanhando a XIII Conferncia so-bre Transporte Rodovirio de Cargas, onde foram discutidos dois temas de suma importncia: a Lei 12.619 e a questo da Segurana no Trnsito.Em relao Lei 12.619 mais conhe-cida como a Lei do Motorista ou Lei do Descanso, a situao esta difcil. Se de um lado todos os envolvidos con-cordam que ela necessria, de outro, todos dizem que tem que mudar algo, desde um simples pargrafo, at a ne-cessidade de uma refeitura completa de sua redao. E ai que mora o problema. Problema porque se houver necessidade e con-cordncia, os que iro fazer as altera-es demandadas sero aqueles grupos que tiverem maior poder de presso. Em outras palavras, as modificaes no necessariamente atendero as ne-O entendimento todo mundo quer, mas este ainda est distantesa, seja autno-mo, sela cltista. Vocs esto sen-do informados, esto participando das discusses que suas lideranas defen-dem? Somos aproximadamente mais de 2.000.000 de motoristas pelo Pas, e toda vez que paro em algum posto de combustvel, o desconhecimento ge-ral sobre a Lei.As lideranas do setor e outros rgos envolvidos no se entendem, a base das referidas lideranas desconhece o que est acontecendo. Logo, poss-vel imaginar que alguma coisa no est funcionando de acordo.O que d para perceber que o grande gargalo da lei est na questo do tempo de direo e na necessidade da rea de descanso. Para isso se faz necessrio infra estrutura. Coisa que falta em todo Territrio Nacional.Nesse sentido, falar em estatstica extremamente temerrio, ainda mais quando rodamos muito pelas estradas do Brasil. Algum falar que a cada x quilmetros tem um Posto de Combus-tvel, e ainda pior que o referido posto possa ter uma rea de descanso descen-te, no mnimo piada de mau gosto.Como resolver isso?Outro problema Tempo de Espera quando comea e quando termina? Como controlar a Jornada de Traba-lho ou como controlar o Tempo de Direo do Autnomo?So perguntas sem respostas!E a pior de todas as perguntas, A LEI ESTA VALENDO?Com essas questes podemos ter uma idia do tamanho do problema.Eu Chico da Boleia j escrevi e declarei em alto e bom tom que sou a favor da Lei 12.619 pois ela tira do limbo uma categoria de suma importncia para a economia do Pais. Ela tira da informa-lidade o profissional do trecho.Mas o que falta, um debate maior nas bases de todos os setores envolvidos, que agrege o maior nmero de pessoas nas discusses. Ele deve correr de norte a sul, desde os grotes at os grandes centros urbanos, e a partir da criar um consenso, e um conhecimento, real so-bre a to importante Lei.Creio que tal tarefa seja possvel com vontade poltica.Alguns podem dizer ou perguntar: Como fazer assemblia com autno-mos ?Muito simples, porm trabalhoso. s ir onde eles se encontram no almoo ou na hora de pernoitar que so os postos de combustveis. de conhecimento geral, digo de conhecimento de quem vive o dia a dia do trecho que existem postos ou restaurantes onde mais de uma centena de profissionais param. Basta conhecer e viver o dia a dia da lida.O debate continua, e isso deve levar o ano todo. Ento Companheiro, partici-pe! Corra atrs de informao, procure seu sindicato, vamos fazer com que a nossa Lei seja de fato nossa!Chico da BoleiaEvento na Cmara dos Deputados enfatizou importncia da segurana no trnsito e discutiu Lei do Motorista. Foto: Chico da BoleiaGanhador do brinde - Geraldo Michellini Aviso de garantiase novidades emseu celularINFORMATIVO SMSSua compra valeprmios trocadosna horaCLUBE VANTAGENSVales descontosem produtose serviosCHEQUE BNUSDescontos pararecapagens no msdo seu aniversrioPRESENTE DE ANIVERSRIOVoc pode ganhar at R$ 300,00 em descontos, promoes e muito mais.Saiba mais: truck.dpaschoal.com.br