28ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

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Distribuio GratuitaO JORNAL PARA OCAMINHONEIROAMIGOwww.chicodaboleia.com.brOrgulho de ser caminhoneiroEDIO NACIONALAconteceu no dia 16 de abril, a 14 edio do Seminrio Brasileiro do Transporte Rodovirio de Cargas. O evento contou com a participao de autoridades, espe-cialistas e da imprensa especializada.Ano 03 - Edio 28 - Abril de 2014Seminrio Brasileiro do Transporte Rodovirio de CargasPg. 03Pg. 05 Pg. 04Aconteceu entre os dias 9 e 11 de abril, a Brazil Road Expo, o principal evento voltado s reas de infraestrutura viria e rodoviria da Amrica-Latina.Brazil Road Expo: o maior evento de infraestrutura viria e rodoviria do pasFoto: Automec PesadosVoc sabe o que no pode faltar numa eta-pa da Frmula Truck? Se voc respondeu caminhes, acertou. Mas no so apenas os Trucks e seus pilotos que esto presentes em cada uma das corrida.Grupo de Amigos do Boqueiro marca presena na Frmula Truck de Curitiba Automec mostra mercado de auto peas aquecido em 2014O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAABRIL: ms de relembrar o que no se deve esquecerAbril um ms muito importante! Por qu? Simples meu ani-versrio! H exatos 50 anos, no dia 12 de abril de 1964, s 00h45min, eu chega-va ao mundo. Brin-cadeiras parte, o assunto srio!Sem dvida a importncia do ms se d em funo do Golpe Civil-Militar, dado em 1 de abril, que jogou nossa democracia no lixo e junto com ela, inmeros companhei-ros que foram assassinados pelas torturas sofridas nos pores da policia, exrcitos e seus aparelhos paramilitares.Estamos a 50 anos do incio do perodo mais escuro e triste de nossa Histria re-cente. As mais abominveis atrocidades fo-ram cometidas contra aqueles que se opu-nham mo de ferro do exrcito, por isso, convido os leitores a lerem e relembrarem desse passado, a partir da nossa matria na coluna Cultura e Educao, na pgina 18.Tambm devemos rememorar o dia 19 de Abril, Dia do ndio. Na descoberta do Bra-sil em 1500, estima-se que os ndios brasi-leiros eram entre um e cinco milhes. Os tupis ocupavam a regio costeira que se es-tende do Cear a Cananeia (SP). Os guara-nis espalhavam-se pelo litoral Sul do pas e a zona do interior, na bacia dos rios Paran e Paraguai. Em outras regies, encontravam-se outras tribos, genericamente chamados de tapuias, palavra tupi que designa os ndios que fa-lam outra lngua. Porm os ndios foram massacrados justamente por aqueles que em 22 de Abril de 1500, descobriram o Brasil. Agora falando do nosso setor, abril o ms das Auto Peas. Entre os dias 1 e 5 de abril, aconteceu mais uma AUTOMEC PESA-DOS, e o setor, como no poderia deixar de ser, vem cheio de novidades de alta tecno-logia para os brutos, e inmeras novidades para o reparador. Apesar das entidades re-presentativas do setor estar meio que com o p atrs, todos os dirigentes apostam em um bom ano para o setor.E sem dvida o debate continua sobre a Lei 12.619. No Congresso Nacional os lo-bbys dos dois lados trabalham muito para que seus pontos de vistas prevaleam, mas a grande verdade que a base do setor, l no tapete negro do asfalto, ningum sabe direito o que est acontecendo. Por isso no dia 14 de Maio as 19 horas na Comercial Davoli em Ja, acontecer o 2 Encontro com Chico da Boleia para Debate sobre a Lei 12.619 e seus desdobramentos. Por todo lado que eu ando a desinforma-o grande, isso chega a assustar, pois o tema de suma importncia e no podemos ignor-lo.Mas o fato que existe uma distncia enor-Sede: Rua Jos Ravetta, 07 - Itapira-SP, CEP 13977-150 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exem-plares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor Editorial: Chico da BoleiaEditor Responsvel: Chico da BoleiaCoordenao / Reviso / FotgrafaLarissa J. RibertiDiagramao / FotgrafaPamela SouzaSuporte Tcnico / FotgrafoMatheus A. MoraesConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Larissa J. Riberti (Historiadora) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coordena-dora do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APROCAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa02 EDITORIALExpedienteO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAme entre a teoria e a realidade dos trechos. No adianta certas lideranas afirmarem que falam em nome da categoria, pois a categoria mal sabe que uma categoria de grande peso. Convido a todas as lideranas, seja patronal ou laboral, para irem a campo, irem l na estrada onde se encontra de fato nossa categoria, e debater a partir da base, divulgar e orientar a partir da base o que realmente esta acontecendo.Boa leitura e at a prxima edio.Chico da Boleia sempre com Orgulho de ser Caminhoneiro.Nosso telefone 019 3843 5778 ou 019 3843 6487. Voc pode nos enviar um e-mail chicodaboleia@chicodaboleia.com.br ou escrever em nosso site www.chicodaboleia.com.brUm abrao e at a prxima edioChico da Boleia Orgulho de ser CaminhoneiroO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAChico da Boleia respondeO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAPAPO DE BOLEIA 03Mrcia Moreira: Chico, recebi um multa por evaso de pedgio e isso ocorreu l na balana de Extrema. O que eu posso fa-zer.?! Eles esto me cobrando R$ 5.000,00 (cinco mil reais) de multa. Companheira, esta uma situao difcil e te digo mais, no s voc que est nela. Existem inmeros companheiros que es-to tomando tinta por evaso. O primeiro passo realmente ver se no cometeu tal infrao, depois entrar com recurso justi-ficando o quanto errada tal multa. Mas para isso bom estar bem calado, se pos-svel com provas para que no haja erro e com um bom advogado, claro. O problema que muito dos companheiros s se do conta quando chega a cobrana em casa, e a fica difcil fazer alguma coi-sa. Na nossa prxima edio traremos uma reportagem sobre o problema das balanas e suas conseqncias, pois em inmeros lugares, os irmos da estrada tm reclama-do do mesmo problema.O fato que ns temos que ficar atentos a tudo e a todos para no sermos pegos desprevenidos. Toda ateno pouca, por isso no vacile, pois o custo das multas est alto.Se tiver alguma duvida ou sugesto fale com a gente.Voc sabe o que no pode faltar numa etapa da Frmula Truck? Se voc respondeu caminhes, acertou. Mas no so apenas os Trucks e seus pilotos que esto presentes em cada uma das corri-das. Nelas, indispensvel a pre-sena dos caminhoneiros e cami-nhoneiras de todo o pas que do um brilho especial competio. Durante a segunda etapa do GP Crystal de Frmula Truck, que aconteceu no Autdromo Inter-nacional de Curitiba no ltimo domingo (14), encontramos o GAB Truck PR, Grupo de Ami-gos do Boqueiro do Paran. Quem os localizou foi a nossa fotgrafa, quando, ao andar pelo Autdromo, locali-zou os homens e mulheres que estavam do lado de fora da pista. Cerca de vinte pessoas estavam com seus caminhes parados, a churrasqueira impro-visada e olhos atentos a cada movimenta-o nas pistas. Ao som de uma boa moda de viola, os amigos que vestiam a camisa do Grupo jogavam conversa fora e aprovei-tavam para passar bons momentos junto famlia. Chico da Boleia, claro, foi conversar com eles para saber quem eram esses persona-gens da Frmula Truck. De acordo com Luciano Becker, um dos idealizadores do Grupo, o GAB Truck recente, mas seus membros acompanham as competies da Truck desde que elas come-aram. O curitibano motorista do caminho Scania modelo 112, leva cargas para o nor-deste, mas sempre que pode est presente nas etapas. A ideia do Grupo partiu da amizade dos colegas da estrada. A gente v que o caminhoneiro tem pouca unio, ento resolvemos formar o Grupo para poder nos unir juntamente com amigos, esposas e filhos. O Grupo j tem dois anos e j possui cerca de 30 mem-bros, frisou Luciano. Junto ao Grupo estava Marco Aurlio, tam-bm de Curitiba. Para o caminhoneiro, par-ticipar do GAB Truck uma forma de rever amigos e passar um tempo com a famlia. Com tantas horas na estrada, nem sempre a gente consegue se ver. A Frmula Truck um evento bom para reunir todo mundo, afirmou. Sergio Pickler estava junto de sua esposa, Magda Pickler e de seu fi-lho Junior. Ambos de Joinville, o casal afirmou que emocionante poder es-tar com a famlia e os amigos acompanhan-do o evento. O caminhoneiro, que carrega geladeira para o Nordeste, fica de quinze a vinte dias longe de casa, a depender da dis-ponibilidade de retorno. A esposa, abraada ao marido, demonstra alegria por estar pr-xima do marido caminhoneiro. Para mim maravilhoso poder passar esse tempo com eles. Nosso filho nasceu prati-camente na estrada ento sempre fazemos tudo juntos, afirmou Magda que estava torcendo pelas representantes femininas da categoria, Michelle de Jesus e Debora Rodrigues. Unio, diverso e amizade pareciam emba-lar o dia dos membros do GAB Truck -PR, que nos receberam com muita alegria e simpatia. Esperamos poder reencontr-los na prxima etapa, em So Paulo, e ao lon-go de toda a temporada 2014 da Frmula Truck. Redao Chico da BoleiaGrupo de Amigos do Boqueiro marca presena na Frmula Truck de Curitiba Grupo de Amigos do Boqueiro e Chico da Boleia durante a Frmula Truck de Curitiba.O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA04 FIQUE POR DENTROO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIABrazil Road Expo: o maior evento de infraestrutura viria e rodoviria do pasAconteceu entre os dias 9 e 11 de abril, a Brazil Road Expo, o principal evento volta-do s reas de infraestrutura viria e rodo-viria da Amrica-Latina, importante palco de discusso do setor no pas e de gerao de negcios. Realizado no Transamrica Expo Center de So Paulo, a feira reuniu os principais players do mercado nacional e internacional, com o objetivo de promo-ver a troca de informaes qualificadas e apresentar as principais novidades dos fa-bricantes.Nos estandes, os presentes puderam confe-rir lanamos em diversos segmentos como mquinas e equipamentos; produtos para construo e manuteno de pontes, via-dutos e tneis; produtos destinados pavi-mentao em asfalto e concreto; solues para drenagem; conteno de encostas; sis-temas e produtos para segurana, sinaliza-o e gesto de vias e rodovias.No primeiro dia aconteceu o III Frum Nacional de Investimentos em Rodovias, sesso plenria que faz parte da abertura oficial do evento. Na ocasio estiveram presentes o diretor do evento, Guilherme Ramos, alm dos participantes do Frum e executivos das empresas expositoras que receberam membros da imprensa. Alm deles, compareceram o General Jor-ge Fraxe, diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT); General Brando, diretor do De-partamento de Engenharia e Construo (DEC-Exrcito Brasileiro); Francisco Luiz Costa, diretor do Departamento de Planeja-mento e Transportes (Ministrio dos Trans-portes); Clodoaldo Pelissioni, superin-tendente do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de So Paulo (DER--SP), entre outros especialistas em infraes-trutura no Brasil e no mundo. Em entrevista concedida exclusivamente para Chico da Boleia, o General Roberto Jungthon, do Departamento de Engenha-ria e Construo do Exrcito, frisou que a presena de representantes do Exrcito na feira importante porque ele participa de decises e obras que interferem na vida dos cidados. Temos duas vertentes de trabalho. A pri-meira aquele que realizamos para suprir as necessidades da prpria corporao. A segunda a partir da qual direcionamos nosso trabalho para desempenhar ativida-des que colaborem para o desenvolvimento da infraestrutura viria e rodoviria brasi-leira. Justamente por essa razo, a presena do DEC do Exrcito Brasileiro to impor-tante em eventos como esse, explicou. Sobre os trabalhos nos quais o Exrcito participa em parceria com o Ministrio dos Transportes e o DNIT, General Roberto ci-tou, por exemplo, a presena de membros da corporao em locais onde o acesso no fcil. Ns temos a possibilidade de atuar em lugares mais inspitos como a Amaz-nia. Tambm somos os primeiros a oferecer a populao desses locais vrios servios que no chegam at l, frisou Jungthon.De acordo com o General, a obra realiza-da mais recentemente a partir do trabalho desenvolvido pelo Departamento de Enge-nharia e Construo do Exrcito, a dupli-cao da BR-101. Ns somos atores que temos uma parcela importante a oferecer no que diz respeito a boas prticas, tanto na inovao como nos processos de gesto como estamos apresentando em nosso es-tande aqui na Feira, frisou Roberto. Chico da Boleia tambm conversou com Francisco Lus Costa, diretor do Departa-mento de Planejamento e Transportes do Ministrio dos Transportes. Costa ressaltou que o setor vem vivendo novos dias. Em primeiro lugar houve um inicio de recupe-rao neste ano, dos investimentos feitos pelo Ministrio dos Transportes. Agora, retoma-se a parceria com o setor privado com as concesses de rodovias. Essa parceria exige um alto nvel de recur-sos para a implementao dos projetos, ou seja, fornecedores de equipamentos e mat-ria-prima. Tendo vista essas necessidades, a Brazil Road Expo uma excelente oportu-nidade para que os for-necedores se encontrem com os clientes e com quem vai desenvolver esses projetos a nvel nacional, afirmou o Diretor, destacando a necessidade de apre-sentar os lanamentos para um setor que tem uma necessidade de se desenvolver cada vez mais. Sobre a participao do Departamento de Engenharia e Construo do Exrcito Bra-sileiro nas aes de melhoria de infraes-trutura desenvolvidas pelo Ministrio do Transporte, Costa afirmou que essa parce-ria histrica. Desde o planejamento atu-amos em conjunto, j que o Plano Nacio-nal de Logstica e Transporte foi feito em parceria com o Ministrio da Defesa. Alm disso, os Batalhes de Engenharia Rodovi-ria e Ferroviria atuam em parceria com o DNIT na construo, na recuperao e na conservao de rodovias., explicou. Nos trs dias, estiveram presentes no even-to 11.042 profissionais, entre visitantes e congressistas, que puderam conhecer as principais novidades dos fabricantes, dis-tribuidores de mquinas e equipamentos, novos produtos para construo e manu-teno de pontes, viadutos e tneis, produ-tos destinados pavimentao em asfalto e concreto, solues para drenagem, conten-o de encostas, sistemas e produtos para segurana, sinalizao e gesto de vias e rodovias. De acordo com levantamento feito junto a empresas expositores, a perspectiva de ge-rao de negcios a partir de contatos rea-lizados durante a feira de pelo menos R$ 600 milhes. Para Guilherme Ramos, diretor da Brazil Road Expo, o sucesso dessa edio se deu em funo de vrios fatores. O anncio das concesses de rodovias previstas para o segundo semestre, juntamente com eventos esportivos importantes que se aproximam, aqueceram o mercado. E a Brazil Road Expo foi fundamental para oferecer aos empresrios as melhores solues, tanto em produtos quanto em contedo tcnico qualificado, elementos fundamentais para o crescimento do setor, afirma Ramos.O diretor presidente da Ciber, Luiz Mar-celo Tegon, falou sobre a participao da empresa no evento deste ano. A Brazil Road Expo j um marco na agenda anual do setor de pavimentao. Rene clientes de todo o Brasil, e foi uma oportunidade de apresentarmos aos clientes nossos lan-amentos, como a nova gerao trao 3, da Vgele, alm de novas e avanadas tecno-logias e equipamentos do Grupo Wirtgen, declarou.Assim como nas edies passadas, a Bra-zil Road Expo contou com a presena de visitantes qualificados. Participamos pela primeira vez no ano passado. Nesta edio tivemos a oportunidades de fazer novos contatos para a gerao de negcios futu-ros. Certamente estaremos por aqui no ano que vem, relata Edivaldo Espenchitt, dire-tor da Energitec Combusto Industrial.pro-cesso de pavimentao eficiente, mesmo sobre bases com baixa capacidade de carga.O coordenador de marketing da Maccaferri para Amrica Latina, Paulo Ferreti, tam-bm comentou a participao da empresa no evento desse ano. A Brazil Road Expo 2014 destaca-se pela melhoria constante de sua organizao e pela maturidade do evento. Nessa edio, o congresso Brazil Road Summit teve uma parte de sua programao dedicada pauta de geotecnia, que essencial para estabili-zao e conteno do solo e para segurana da infraestrutura rodoviria. Tambm per-cebemos mais espao para solues susten-tveis, j que diversos engenheiros esto em busca insumos capazes de minimizar os impactos no meio ambiente, comentou.O evento contou ainda com extenso progra-ma de conferncias paralelamente expo-sio. Os visitantes puderam participar de workshops e seminrios sobre temas como mquinas e equipamentos, pavimentao, obras em pontes, viadutos e tneis, con-teno de encostas, drenagem de rodovias, entre outros temas. A prxima edio da Brazil Road Summit j tem data marcada e ser realizada entre os dias 24 e 26 de maro de 2015 tambm no Transamrica Expo Center em So Pau-lo. Redao Chico da BoleiaStand Volvo Construction - Foto: Pamela SouzaFrancisco Luz Costa - Foto: Pamela SouzaGeneral Roberto Jungthon - Foto: Pamela SouzaFoto: Ntc&LogisticaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAFIQUE POR DENTRO 05de todo o Brasil, e foi uma oportunidade de apresentarmos aos clientes nossos lan-amentos, como a nova gerao trao 3, da Vgele, alm de novas e avanadas tecno-logias e equipamentos do Grupo Wirtgen, declarou.Assim como nas edies passadas, a Bra-zil Road Expo contou com a presena de visitantes qualificados. Participamos pela primeira vez no ano passado. Nesta edio tivemos a oportunidades de fazer novos contatos para a gerao de negcios futu-ros. Certamente estaremos por aqui no ano que vem, relata Edivaldo Espenchitt, dire-tor da Energitec Combusto Industrial.pro-cesso de pavimentao eficiente, mesmo sobre bases com baixa capacidade de carga.O coordenador de marketing da Maccaferri para Amrica Latina, Paulo Ferreti, tam-bm comentou a participao da empresa no evento desse ano. A Brazil Road Expo 2014 destaca-se pela melhoria constante de sua organizao e pela maturidade do evento. Nessa edio, o congresso Brazil Road Summit teve uma parte de sua programao dedicada pauta de geotecnia, que essencial para estabili-zao e conteno do solo e para segurana da infraestrutura rodoviria. Tambm per-cebemos mais espao para solues susten-tveis, j que diversos engenheiros esto em busca insumos capazes de minimizar os impactos no meio ambiente, comentou.O evento contou ainda com extenso progra-ma de conferncias paralelamente expo-sio. Os visitantes puderam participar de workshops e seminrios sobre temas como mquinas e equipamentos, pavimentao, obras em pontes, viadutos e tneis, con-teno de encostas, drenagem de rodovias, entre outros temas. A prxima edio da Brazil Road Summit j tem data marcada e ser realizada entre os dias 24 e 26 de maro de 2015 tambm no Transamrica Expo Center em So Pau-lo. Redao Chico da BoleiaFrancisco Luz Costa - Foto: Pamela SouzaSeminrio Brasileiro do Transporte Rodovirio de Cargas exps problemas e solues para a logstica no pasAconteceu no dia 16 de abril, a 14 edio do Seminrio Brasileiro do Transporte Ro-dovirio de Cargas. O evento foi realiza-do no Auditrio Nereu Ramos, na Cmara dos Deputados, em Braslia e contou com a participao de autoridades, especialistas e da imprensa especializada. Entre os pre-sentes, Chico da Boleia conferiu as discus-ses levantadas pelos membros das mesas de debate. A mesa de abertura teve a composio de Jos Hlio Fernandes, presidente da NTC, Arnaldo Faria de S, presidente da CVT (Comisso de Viao e Transportes), Jor-ge Luiz Macedo Bastos, diretor geral da ANTT (Agncia Nacional de Transportes Terrestres), Omar Jos Gomes, presidente da CNTTT (Confederao Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres), os deputados Marinha Raupp, Wellington Fagundes, presidente da Frenlog (Frente Parlamentar de Logstica de Transporte e Armazenagem) e Gonzaga Patriota.O deputado Arnaldo Faria de S abriu a mesa lamentando as ausncias dos mi-nistros do Trabalho, Manoel Dias, e dos Transportes, Csar Borges. Em seguida, o deputado Gonzaga Patriota aproveitou para mencionar a ausncia do tambm mi-nistro Jos Eduardo Cardozo, da Justia, e mencionou a importncia da unio do setor que possibilitou que a Lei n 12.619, co-nhecida como Lei do Descanso, que est sendo concluda, ficasse ainda melhor com as contribuies de todos os envolvidos. Gostaria de, um dia, ser autoridade de transporte no Brasil, pois esse um setor fortssimo, responsvel por movimentar o pas. Se a rea de transportes para, o Brasil tambm para, finalizou Patriota. A deputada Marinha Raupp parabenizou Arnaldo Faria de S, Gonzaga Patriota e Wellington Fagundes, e afirmou que a CVT favorece a discusso e aprovao de inte-resses do setor, assim como o Seminrio Brasileiro. O evento traz a oportunidade de discutir temas fundamentais com os l-deres do setor e membros da Cmara. A parlamentar citou ainda os problemas enfrentados nos estados de Rondnia e Acre, que sofrem com as cheias e que im-pedem o transporte, inclusive de alimentos. Vivemos uma idiossincrasia, pois como vamos debater logstica do transporte se no possvel garantir a chegada dos ali-mentos?, questionou Raupp. O deputado Wellington Fagundes, presi-dente da Frenlog, destacou a importncia do transporte e logstica para o crescimento do pas e a incapacidade da nao de escoar a safra. No pas perdemos em um dos que-sitos mais importantes: competitividade. O custo do transporte na China custa US$ 190, enquanto nos Estados Unidos esse va-lor quase trs vezes mais barato, afirmou Fagundes. Na contramo desse crescimento, produ-tores ainda sofrem para escoar a produo, como empecilhos para caminhoneiros em toda regio Centro-Oeste. Jos Hlio Fernandes, presidente da NTC & Logstica, cumprimentou todos os de-putados, presidentes de sindicatos, fede-raes, empresrios e demais presentes. Lembrou que essa a primeira vez que participa do Seminrio como presidente da entidade e, assim como em seu discurso de posse da NTC, assumiu compromissos com o setor, com foco na melhoria das margens de transporte de cargas e logstica. As empresas precisam ter lucro para con-tinuar existindo e manterem a qualidade de seus servios e, para isso, precisam cobrar o frete adequadamente para manter a sade financeira da empresa, esse o meu com-promisso, afirmou o presidente.Painis de debateAo longo de todo o dia foram tratadas ques-tes fundamentais para o desenvolvimento do Brasil, como Custo Brasil, falta de se-gurana, falta de mo de obra, legislao e abastecimento.Ainda pela manh, teve incio o primeiro painel chamado O Custo Brasil como Ini-bidor do Desenvolvimento Econmico, que debateu os entraves logsticos agravan-tes do Custo Brasil, a falta de segurana, roubo de cargas, gerenciamento de riscos, combate receptao e aos desmanches e o impacto da insegurana nos custos do transporte. Para palestrar sobre o assunto foram con-vidados o Coronel Paulo Roberto de Souza, assessor de segurana da NTC&Logstica, Neuto Gonalves dos Reis, diretor tcnico da entidade, Roberto Mira, diretor adjunto tambm da NTC, e Alex Agostini, econo-mista-chefe da Austin Rating. Aps o almoo, a pauta foi Restries de Trnsito e Abastecimento, que abordou o abastecimento e restries na circulao das grandes cidades, escoamento e poss-veis solues, e contou com a presena Thiago Menegon, diretor adjunto de Abas-tecimento e Distribuio do SETCESP, Epitcio Antnio dos Santos, coordenador--executivo do Frum Nacional em De-fesa da Lei 12.619/12 - Lei do Motorista (FNDL), Marcos Aurlio Ribeiro, diretor jurdico da NTC, Neuto dos Reis, e os de-batedores convidados deputado Mauro Lo-pes (PMDB/RJ) e o deputado Milton Monti (PR/SP).Debates sobre a Lei 12.619Durante a realizao deste painel, a gran-de discusso foi em torno da Lei 12.619, tambm conhecida como Lei do Descanso. Vale lembrar que existe uma Comisso de Deputados, chamada CEOMOTOR, que atua em carter de urgncia para alterar alguns pontos da Lei. Um dos dispositivos mais comentados no encontro foi o que tra-ta da jornada de trabalho dos motoristas, incluindo os profissionais que trabalham no transporte coletivo de passageiros e no transporte de cargas.Pela lei em vigor, a carga horria de oito horas dirias mais duas horas extras, o con-dutor precisa fazer uma parada de pelo me-nos meia hora a cada quatro de direo e o intervalo entre as jornadas de 11 horas. O perodo de descanso semanal de 36 horas. O projeto da comisso especial tambm prev jornada de trabalho de oito horas, mas admite sua prorrogao por at quatro horas extraordinrias. Dentro do perodo de 24 horas, o projeto de lei assegura o mnimo de onze horas de descanso, sendo facultado o seu fracionamento e a coincidncia com os perodos de refeio e de parada obriga-tria na conduo do veculo estabelecida pela Lei de Trnsito, garantindo-se o inter-valo mnimo de oito horas ininterruptas.Para o coordenador-executivo do Frum Nacional em Defesa da Lei do Motorista (FNDL), Epitcio Antnio dos Santos, esse projeto flexibiliza a Lei do Motorista e preciso ter cuidado para que no sejam reti-rados direitos conquistados pela categoria, como o intervalo de 11 horas entre as jor-nadas de trabalho. "Ela (a mudana na lei) , lgico, uma presso das empresas. Fle-xibilizar, mas nunca reduzir. At que flexi-bilizar, deixar oito horas e mais trs um costume na nossa categoria. Nessa parte concordamos, mas nunca reduzir para me-nos de 11 como foi inicialmente aventado." O diretor jurdico da NTC, Marcos Aur-lio Ribeiro, defendeu o fracionamento do intervalo de 11 horas entre as jornadas. "Esse intervalo de 11 horas de descanso faz sentido para o trabalhador que est na sua cidade, que est na sua cidade, que vai ficar com sua famlia. Para aquele motorista lon-ge de casa e quer voltar para ficar com a fa-mlia, importante possibilitar a ele rodar mais, ter um intervalo de descanso que seja suficiente para repor suas energias."O terceiro painel teve como foco os entra-ves da falta de mo de obra, recebendo para discutir os pontos, Narciso Figueiroa J-nior, assessor jurdico da NTC&Logstica, o deputado Sandro Mabel (PMDB/GO), autor do PL, Renato Bignami, represen-tante do Sindicato Nacional dos Audito-res Fiscais do Trabalho, Manoel Messias Nascimento Melo, secretrio de Relaes do Trabalho do Ministrio do Trabalho e Emprego, Jaime Bueno Aguiar, secretrio geral da CNTT e Paulo Douglas Almeida de Morais, representante do Ministrio P-blico do Trabalho (MPT).Fonte: NTCFoto: Ntc&LogisticaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA06 FIQUE POR DENTROETEC Joo Maria Stevanatto de Itapira abre curso tcnico em FarmciaFoi inaugurado o novo curso tcnico de Farmcia da Etec Joo Maria Stevanatto de Itapira. A nova modalidade de ensino ser ministrada a partir do 2 Semestre de 2014. De acordo com Daniela Trani, responsvel pelas relaes institucionais da ETEC com outras empresas e canais de comunicao, a realizao deste curso s foi possvel graas parceria da ETEC com a empresa Crist-lia Produtos Qumicos Farmacuticos. A oferta educacional se fez necessria dian-te da demanda de vagas na rea do setor farmacutico e da falta de mo de obra qualificada. A empresa forneceu todos os equipamentos do laboratrio para que a Etec possa ministrar o contedo do curso e contribuir com a formao de novos profissionais da rea.Daniela Trani, disse ainda em en-trevista a Chico da Boleia que a parceria com a empresa Cristlia representa um ganho para os alu-nos. Conseguiremos fazer com que a mo de obra da cidade seja mais capacitada e preencha uma demanda do municpio porque ele j conhecido como um polo qumico-farmacutico, expres-sou. O curso oferece 40 novas vagas para preenchimento da primeira turma do pero-do noturno. Trani afirmou que o curso ser ministrado de segunda a sexta das 19 s 23 horas. Representando a Empresa Cristlia, a vice--presidente Ktia Stevanatto esteve presen-te durante a cerimnia de abertura e afirmou que os investimentos feitos pela empresa no so apenas para suprir uma demanda de mercado. Queremos que esses jovens tenham outra perspectiva de vida atravs de uma formao profissional de qualidade, afirmou. Vale lembrar que, no ano passado, a Crist-lia iniciou, tambm em Itapira, a construo de uma nova ala de produo de medica-mentos. Ainda em fase de implementao, o projeto deve iniciar suas atividades em breve. Acreditamos que dentro de dois anos j consigamos colocar essa nova ala em funcionamento, frisou Ktia que es-pera que essa mo de obra qualificada pela ETEC possa ser alocada para trabalhar den-tro do Laboratrio Cristlia. A Secretria Municipal de Educao, Fla-via Rossi, frisou que o novo curso um motivo de orgulho para o municpio, pois com a juno entre o setor pblico e o pri-vado os ganhos so dobrados. O curso vai fortalecer a demanda das em-presas e tambm o nosso setor pblico. uma somatria de esforos que deve ser muito positiva. A ETEC de Itapira tem o mrito do trabalho dos seus professores, da equipe tcnica daqui que vai unir esforos com a do Cristlia., afirmou Flvia. Segundo dados da Secretaria Municipal de Educao, Itapira tem hoje cerca de 5 mil alunos na rede pblica municipal e 6 mil alunos na rede pblica estadual. Alm disso, existem cerca de 350 que esto mi-grando do Ensino Bsico para o Ensino Tcnico. No Ensino Superior, os cursos oferecidos pelo Instituto de Ensino Supe-rior de Itapira (IESI), de carter privado, esto sendo complementados pela FATEC, recentemente instalada na cidade. A grande parte dos jovens que buscam cursar o Ensi-no Superior encontra nas cidades da regio maiores ofertas de cursos. No entanto, tal realidade vem se alterando. As inscries para o vestibulinho j come-aram e sero encerradas em 7 de maio. Para se inscrever basta entrar no site www.vestibulinhoetec.com.br ou comparecer no posto de inscrio dentro de nossa unidade escolar.Alm do curso de Farmcia a Etec oferece formao em Administrao, Informtica, Logstica, Qumica e Segurana do Traba-lho. Lembramos ainda que existem outras unidades da ETEC espalhadas por vrios cantos do Brasil. Os projetos realizados na Etec e notcias esto disponveis no site da instituio no endereo: www.etecitapira.com.br. Infor-maes pelos telefones: (19) 3813 4548 / 3843 1171Redao Chico da BoleiaCristlia forneceu novos equipamentos para a Etec | Foto: DivulgaoE CONHEA TAMBM AS ASSISTNCIAS 24H, COM SERVIOS EXCLUSIVOS COMO: CHAVEIRO, GUINCHO, TROCA DE PNEUS E MUITO MAIS.MONITORAMENTO E LOCALIZAOBALCO DE FRETES ELETRNICO NMERODA SORTESEGURODE VIDASERVIOODONTOLGICODIRIA DE INTERNAO HOSPITALAR EM CASO DE ACIDENTEASSISTNCIARESIDENCIALANS - N 310981 COM SASCAR CAMINHONEIROVOC E SUA FAMLIA NOESTARO MAIS SOZINHOS!0300 789 6004FAA PARTE DESTA TURMACONHEA NOSSO PACOTE DE VANTAGENSOs Seguros de Acidentes Pessoais e Dirias de Internao Hospitalar so garantidos pela Seguradora Cardif do Brasil Vida e Previdncia S.A., CNPJ: 03.546.261/0001-08, Processos Susep No 15414.002708/2007- 95 e 005-00113/00. Corretora de Seguros: Sincronismo Corretora e Adm. de Seguros Ltda., CNPJ no 08.815.553/0001-04, Registro SUSEP no 050726.1.05.9018-5. Estipulante: Sascar Tecnologia e Segurana Automotiva S.A. - CNPJ no 03.112.879/0001-51. Prmio de Capitalizao no valor de R$ 12.000,00 bruto, com desconto diretamente na fonte de 25% de Imposto de Renda, garantido pela Empresa Cardif Capitalizao S/A, CNPJ: 11.467.788/001-67, Processo Susep no 15414.000312/2010-17. O registro deste plano na SUSEP no implica, por parte da Autarquia, em incentivo ou recomendao sua comercializao. O segurado poder consultar a situao cadastral de seu corretor de seguros, no site www. susep.gov.br, por meio do nmero de seu registro na SUSEP, nome completo, CNPJ ou CPF. A aceitao do seguro estar sujeita anlise do risco. Este seguro por prazo determinado tendo a Seguradora a faculdade de no renovar a aplice na data de vencimento, sem devoluo dos prmios pagos, nos termos da aplice. proibida a venda de ttulo de capitalizao a menores de dezesseis anos. *Assistncia Odontolgica prestada pela operadora ODONTO EMPRESAS CONVNIOS DENTRIOS LTDA., registrado na ANS-310981 ** As Assistncias Residencial e Funeral so prestadas pela empresa USS SOLUES GERENCIADAS LTDA. ***As Assistncias Odontolgicas e Funeral so de uso exclusivo do Contratante, no podendo ser transferidas a quaisquer terceiros. Cada Contratante ter direito, independentemente do nmero de equipamentos contratados e/ou de contratos firmados, a um nico Pacote de Vantagens. Alm do Pacote de Vantagens do Produto Sascar Caminhoneiro, voc pode adquirir tambm as Assistncias 24 horas com um valor diferenciado. Para maiores detalhes, entre em contato com a nossa Central de Atendimento.CMYCMMYCYCMYKO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 07GALERIAE CONHEA TAMBM AS ASSISTNCIAS 24H, COM SERVIOS EXCLUSIVOS COMO: CHAVEIRO, GUINCHO, TROCA DE PNEUS E MUITO MAIS.MONITORAMENTO E LOCALIZAOBALCO DE FRETES ELETRNICO NMERODA SORTESEGURODE VIDASERVIOODONTOLGICODIRIA DE INTERNAO HOSPITALAR EM CASO DE ACIDENTEASSISTNCIARESIDENCIALANS - N 310981 COM SASCAR CAMINHONEIROVOC E SUA FAMLIA NOESTARO MAIS SOZINHOS!0300 789 6004FAA PARTE DESTA TURMACONHEA NOSSO PACOTE DE VANTAGENSOs Seguros de Acidentes Pessoais e Dirias de Internao Hospitalar so garantidos pela Seguradora Cardif do Brasil Vida e Previdncia S.A., CNPJ: 03.546.261/0001-08, Processos Susep No 15414.002708/2007- 95 e 005-00113/00. Corretora de Seguros: Sincronismo Corretora e Adm. de Seguros Ltda., CNPJ no 08.815.553/0001-04, Registro SUSEP no 050726.1.05.9018-5. Estipulante: Sascar Tecnologia e Segurana Automotiva S.A. - CNPJ no 03.112.879/0001-51. Prmio de Capitalizao no valor de R$ 12.000,00 bruto, com desconto diretamente na fonte de 25% de Imposto de Renda, garantido pela Empresa Cardif Capitalizao S/A, CNPJ: 11.467.788/001-67, Processo Susep no 15414.000312/2010-17. O registro deste plano na SUSEP no implica, por parte da Autarquia, em incentivo ou recomendao sua comercializao. O segurado poder consultar a situao cadastral de seu corretor de seguros, no site www. susep.gov.br, por meio do nmero de seu registro na SUSEP, nome completo, CNPJ ou CPF. A aceitao do seguro estar sujeita anlise do risco. Este seguro por prazo determinado tendo a Seguradora a faculdade de no renovar a aplice na data de vencimento, sem devoluo dos prmios pagos, nos termos da aplice. proibida a venda de ttulo de capitalizao a menores de dezesseis anos. *Assistncia Odontolgica prestada pela operadora ODONTO EMPRESAS CONVNIOS DENTRIOS LTDA., registrado na ANS-310981 ** As Assistncias Residencial e Funeral so prestadas pela empresa USS SOLUES GERENCIADAS LTDA. ***As Assistncias Odontolgicas e Funeral so de uso exclusivo do Contratante, no podendo ser transferidas a quaisquer terceiros. Cada Contratante ter direito, independentemente do nmero de equipamentos contratados e/ou de contratos firmados, a um nico Pacote de Vantagens. Alm do Pacote de Vantagens do Produto Sascar Caminhoneiro, voc pode adquirir tambm as Assistncias 24 horas com um valor diferenciado. Para maiores detalhes, entre em contato com a nossa Central de Atendimento.CMYCMMYCYCMYKAbertura | Foto: Pamela Souza Stand BorgWarner | Foto: Pamela Souza Stand Suporte Rei | Foto: Pamela SouzaStand Schulz | Foto: Pamela Souza Foto: Pamela Souza Foto: Pamela SouzaPaulo Butori, Presidente do Sindipeas | Foto: Pamela Souza Mario Morelli, Diretor de aftermarket da Meritor | Foto: Pamela Souza Joo Constancio, Presidente da Suporte Rei | Foto: Pamela SouzaStand Bosch | Foto: Pamela Souza Foto: Pamela Souza Foto: Pamela SouzaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA08 REPORTAGEMrios para Veculos no Estado de So Paulo (SINCOPEAS), Francisco de La Torre; o presidente do Sindicato da Indstria de Reparao de Veculos e Associados do Es-tado de So Paulo (SINDIREPA/SP), Anto-nio Carlos Fiola, entre outras autoridades.Para o presidente do SINDIREPA/SP, An-tonio Carlos Fiola, a Automec Pesados & Comerciais no s traz as novidades do setor, mas tambm um grande gerador de negcios. Tudo no Brasil transporta-do por veculos pesados; a economia do pas passa pelas estradas. A Feira um grande espao onde compradores e re-presentantes do setor se renem para conhecerem as novidades, mas, prin-cipalmente, para fechar negcios. O evento j se consolidou como uma referncia para todos os envolvidos no mercado de autopeas, destacou. Paulo Butori, presidente do SINDI-PEAS, endossou as palavras de Fiola. Desde 2008, quando aconteceu a primei-ra edio da Feira, muitos desafios foram superados. Hoje estamos na quarta edio e s podemos festejar os resultados que te-mos alcanados. Durante a coletiva de imprensa, que abriu as atividades da Automec 2014, falou-se no s do mercado de autopeas, mas dis-cutiu-se, sobretudo, a questo da segurana. Em uma das falas, foi levantada a questo sobre a necessidade de uma maior ateno e polticas para a reduo de acidentes de trnsito que muitas vezes so causados por veculos, leves ou pesados, que rodam irre-gulares e sem a devida inspeo dos rgos competentes. As opinies sobre o assunto se dividiram Automec mostra mercado de auto peas aquecido em 2014Tudo indica que no ano de 2014 a partici-pao percentual no faturamento das inds-trias de autopeas para o segmento de repo-sio, dever ter um crescimento de 15%. Esses dados so do Sindipeas, Sindicato Nacional da Indstria de Componentes para Veculos Automotores.Embalada por esta projeo, 4 Automec Pesados & Comerciais (Feira Internacional Especializada em Peas, Equipamentos e Servios para Veculos Pesados & Comer-ciais), organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, foi aberta oficialmente no primeiro dia do ms. O evento, realiza-do no Pavilho de Exposies do Anhembi, em So Paulo, contou com a presena de representantes dos setores de autopeas de So Paulo e do Brasil. Com cinco dias de durao, a Feira abrigou mais de 500 marcas nacionais e internacio-nais distribudas num rea de 36 mil m. Dos cerca de 30 mil visitantes recebidos pela edio deste ano esto compradores internacionais de 51 pases. Chico da Boleia e sua equipe participaram dos dois primeiros dias do evento. A grande movimentao de curiosos, fornecedores e clientes, revelou um pouco do cenrio atual do mercado de autopeas. Na abertura ofi-cial, o vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Paulo Octvio Pereira de Almeida; destacou o papel relevante do setor de autopeas no Brasil. O nmero de veculos pesados tem cres-cido muito no Brasil e isso tem impulsio-nado o setor de autopeas. Acompanhando o desenvolvimento do segmento, estamos trazendo uma Feira que atenda s necessi-dades do mercado. Ampliamos o tamanho hoje contamos com uma rea de 36 mil m -, onde mais de 500 marcas nacionais e internacionais iro apresentar inovaes e gerar negcios. Como novidade, temos a Oficina Modelo, um espao onde oito em-presas faro demonstraes tcnicas e pr-ticas de seus produtos., declarou. Alm dele, estavam presentes o diretor da Feira, Rodrigo Rumi; o representante do Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio Exterior, Paulo Butori; o presi-dente do Sindicato Nacional da Indstria de Componentes para Veculos Automotores (SINDIPEAS), Paulo Butori; o presidente da Associao Nacional dos Distribuidores de Autopeas (ANDAP) e do Sindicato do Comrcio Atacadista de Peas e Acessrios para Veculos de So Paulo (SICAP), Re-nato Gianinni; o presidente do Sindicato do Comrcio Varejista de Peas e Acess-durante o debate. Chico da Boleia fez sua interveno e questionou a ideia de que a culpa dos acidentes sempre do motorista de um veculo pesado. Para ele, preciso que a averiguao dos acidentes leve em conta outros fatores, como as condies das vias em que esses veculos pesados trafegam e o prprio comportamento dos outros motoristas. Nem sempre podemos partir do pressuposto de que o motorista do veculo pesado foi o principal culpado do acidente, preciso levar em conta fatores como a estrada na qual o acidente aconte-ceu e se existiu participao de outros ato-res naquele evento, defendeu. organizao do evento, Chico da Boleia perguntou ainda sobre os dados e nmeros de crescimento da Automec Pesados. Sobre essa questo, o diretor da Feira, Rodrigo Rumi, respondeu que na ltima edio o nmero de expositores foi de 500 marcas. J em 2014, esse nmero subiu para 619 marcas expositoras. O crescimento visvel e ele se d mui-to em virtude desse momento que o after market vive. Com relao ao volume de negcios, muito difcil medirmos isso, mas para ns organizadores volume de ne-gcios visto como relacionamento. Ou seja, troca de cartes, nmero de visitantes, conversas. Ento o nosso objetivo qua-lificar o pblico comprador. Nessa edio em especial a gente tem um pblico com-prador bastante qualificado, inclusive com a ajuda tcnica das entidades. Trouxemos caravanas de diversos locais, ou seja, um pblico bastante interessado em fechar ne-gcios, respondeu. Chico da Boleia ainda citou o nmero de caminhoneiros autnomos existentes no Brasil. De acordo com dados, existem atualmente cerca de 1 milho de caminho-neiros autnomos em todo o pas. Minha pergunta : sabemos que a maioria desses caminhoneiros roda ainda com uma frota muito antiga, o que acarreta um alto custo de manuteno. Como alterar essa realida-de e fazer com que o caminhoneiro rode com um caminho mais seguro, reduzindo assim os acidentes que possam ser acarre-tados por problemas de manuteno nos veculos?, perguntou Chico. Sobre essa questo, a mesa respon-deu que existem mais de 40 mil pontos de vendas de autopeas espalhados por todo o Brasil para suprir a necessidade de manuten-o das frotas. Esses veculos que ainda rodam sem manuteno devida, no por uma ausncia do nosso trabalho ou porque ns estamos distantes das necessidades deles. Ns estamos muito prximos deles. Podemos garantir que a produo das autopeas no Brasil no cara, o pro-blema quando essas peas saem da porta pra fora. Lembrando que s no estado de So Paulo a margem de valor agregado ser de 71%, ento sabemos exatamente onde est o problema do custo de manuteno das autopeas, afirmou-se. Durante o debate, ainda se falou sobre o valor do frete. Sabemos que no a ma-nuteno que est cara e sim o frete que est muito barato. O caminhoneiro perdeu a possibilidade de fazer a manuteno ade-quada do seu caminho porque o frente tem rendido muito pouco para suas neces-sidades. Era comum, antigamente, estocar " Com cinco dias de durao, a Feira abrigou mais de 500 mar-cas nacionais e internacionais dis-tribudas num rea de 36 mil m. Dos cerca de 30 mil visitantes recebidos pela edio deste ano esto compra-dores internacionais de 51 pases." Presidente dos sindicatos inauguram Automec Pesados 2014 | Foto: Pamela SouzaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 09REPORTAGEM"A Feira um grande espa-o onde compradores e repre-sentantes do setor se renem para conhecerem as novidades, mas, prin-cipalmente, para fechar negcios." - Antonio Carlos Fiola,Presidente do Sindirepa/SPpeas que o caminhoneiro sabia que pre-cisaria usar com frequncia, como lonas e tambor de leo. Atualmente, ele perdeu essa capacidade de compra. Rodadas de entrevistasAo longo dos dois dias em que esteve rea-lizando a cobertura da Automec, Chico da Boleia e sua equipe realizaram uma srie de entrevistas com autoridades, represen-tantes sindicais e de empresas nacionais e internacionais.Mercado de peas e manu-teno de frota. Em sua entrevista, Paulo Butori, Presidente do Sindipeas, fez um balano do merca-do de peas nos ltimos anos. Segundo ele, houve um momento de muito crescimento em 2011, no qual se antecipou a venda do Euro III para a troca de modelo para o Euro V. Posteriormente, em 2012, houve uma queda acentuada seguida de uma retoma-da em 2013. Se considerarmos todo esse perodo, o nvel de crescimento do nosso segmento foi de 25% a 30%, avaliou. No novidade que no ano passado o mer-cado de caminhes bateu altos ndices de venda. Prova disso foi o grande nmero de negcios fechados no s na Fenatran, realizada em novembro de 2013, mas a quantidade de emplacamentos de novos caminhes registrados pelo Denatran (De-partamento Nacional de Trnsito) em todo territrio nacional. Para Butori, esse crescimento no s das vendas, mas do nmero de montadoras que chegam ao pas, como as chinesas, sem-pre muito positivo, tendo em vista que ge-ram mais negcios para o mercado de auto-peas e tambm empregos. Esse pas vive sobre rodas, para ns de suma importn-cia que sejamos os parceiros dessas novas montadoras e que elas sejam incentivadas a vir para o Brasil, avaliou.Durante a conversa, Chico da Boleia levan-tou a questo sobre a renovao de frota e a necessidade de inspecionar os veculos mais antigos que rodam pelo pas. Sabe-mos que existem muitos caminhoneiros au-tnomos que no conseguem renovar seus veculos, como o Sindicato pode pensar em auxiliar o caminhoneiro a comear a dar uma manuteno adequada ao seu cami-nho?, indagou Chico da Boleia.Como resposta, Paulo Bedran ressaltou que o Sindicato, atravs do GMA (Grupo de Manuteno Automotiva), tem se es-forado para criar programas para medir a performance de cada veculo pesado e com isso auxiliar quem dirige e/ou proprietrio. A anlise feita nas prprias estradas e temos o compromisso de informar o cami-nhoneiro sobre o que est gravemente afe-tado no produto que ele maneja. Dentro das nossas possibilidades vamos investir mais e mais para ajudar esses caminhoneiros, respondeu. Ainda com relao ao financiamento de veculos para a renovao de frota, o Pre-sidente do Sindipeas frisou que h um esforo constante para que os caminhonei-ros possam trocar seus caminhes antigos. Desenvolvemos um trabalho juntamente com o BNDES e o Governo Federal para que se possa criar um fundo que ajude esse caminhoneiro a trocar o veculo e para que se tire de circulao os veculos com mais de trinta anos que j esto extremamente defasados, concluiu. ExpositoresDurante os cinco dias de feira, centenas de expositores tiveram a oportunidade de mostrar suas novidades, servios e peas, alm de estabelecerem relaes de neg-cios com potenciais clientes do Brasil e de outros pases do mundo. Mario Morelli, Diretor de aftermarket da Meritor Amrica do Sul, ressaltou que a Automec representa maiores oportunidades de negcios para a marca, j que a essncia do evento tem muito a ver com o DNA da empresa, que trabalha exclusivamente com pesados. O Diretor ainda falou sobre o Inovar--Auto, o Programa de Incentivo Ino-vao Tecnolgica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veculos Automotores. A medida adotada pelo Governo Federal tem como objetivo estimular o investimento na indstria automobilstica nacio-nal. As medidas introduzidas pelo Programa Inovar-Auto fazem parte da poltica industrial, tecnolgica e de comrcio exterior chamado Plano Brasil Maior, e concede benefcios em relao ao Imposto sobre Produtos Indus-trializados (IPI) para as empresas que es-timularem e investirem na inovao e em pesquisa e desenvolvimento dentro do Bra-sil (mais informaes em http://inovarauto.com.br/o-inovar-auto/) Para Morelli, o Programa exige conte-do local para que se tenha uma equaliza-o fiscal mais vantajosa. Segundo esse contedo local as tecnologias devem ser desenvolvidas para suprir as necessidades do nosso contexto, nesse ponto a Meritor sai na frente, porque j nos preocupvamos com essas questes antes mesmo do pro-grama, explicou. Chico da Boleia tambm perguntou sobre os projetos da Meritor que possam benefi-ciar os caminhoneiros autnomos do pas que tenham um caminho mais antigo e que precisam fazer uma reposio de peas adequadamente. Temos algumas iniciativas nesse sentido. Por exemplo, nosso novo slogan Me-ritor novos caminhos. Ele expressa um projeto estratgico de reposicionamento de preos. Ento, o produto Meritor hoje muito mais competitivo do que antes. Continuamos sendo Premium, mas sem dvida, mais competitivo. Outra coisa foi a criao de um programa de frotas chama-do Frota Parceira, onde ns visitamos no s o frotista, mas tambm o aplicador e o varejista, para trein-los sobre as vantagens tcnicas do produto Meritor, que justifica qualquer alta de preos que a gente venha ter. Outra medida que facilita a acessibili-dade dos autnomos, que ns entramos com linhas novas como de amortecedores, embuchamentos, rolamentos, e elas entram numa marca chamada All Fit. Uma marca mundial da Meritor, que tem uma competi-tividade de preo muito interessante com a mesma qualidade, respondeu. Quem tambm esteve presente na Automec de 2014 foi Joo Constancio, Presidente da Suporte Rei, empresa especializada em peas de reposio de marcas como Iveco, Toyota, Ford, Scania, entre outras. De acor-do com ele, a Feira deste ano j comeou aquecendo os negcios da marca. A Rei hoje vende para mais de 75 pases e hoje aqui no nosso estande j passaram pelo menos 10 pessoas de diferentes lugares do mundo, frisou Constancio. Durante a entrevista, Joo ainda ressaltou que o mercado de 2014 promete ser posi-tivo, no entanto, por conta dos eventos que acontecero como a Copa do Mundo e as eleies, natural que a produo e o con-sumo retraiam em algum perodo do ano. Esse ano exige cautela tanto dos fabrican-tes como dos compradores, mas esperamos que ele nos d resultados ainda melhores, finalizou. Um dos estandes mais visitados da Auto-mec foi o da BorgWarner, multinacional fabricante de sistemas de acionamento de motores por correntes, turbo alimenta-dores, ventilador e embreagem viscosa. Representante da marca, Sidney Aguillar, gerente nacional de vendas aftermarket, afirmou que como novidade, a BorgWarner apresentou um bi turbo para aplicao em Mercedes-Benz e MAN, turbos para vecu-los de passeio e para mquinas agrcolas. Para os caminhoneiros, Aguillar frisou que uma das prioridades da marca aumentar cada vez mais a linha de produtos remanu-faturados, seguindo uma tendncia global. O objetivo levar para o caminhoneiro, para o dono do veculo, um produto origi-nal da montadora com a mesma garantia de um produto novo, com a mesma perfor-mance e com um preo at 50% mais bara-to, ressaltou.Chico da Boleia ainda bateu um papo com a companheira Neusa Navarro. Presente nos eventos relacionados ao setor, a Pre-sidente da Frmula Truck afirmou que a participao da categoria em feiras fun-damental para a relao entra a Truck, seus patrocinadores e tambm seu pblico.Neusa destacou que a rela-o com marcas de peas necess-ria por conta das exigncias que a prpria categoria tem em termos de segurana para seus pilotos e para todos os envolvidos em cada uma das corridas. Isso exige sempre boas peas de freios, amortecedores, tur-bos, radiadores, etc. Na nossa categoria a segurana fun-damental. preciso uma srie de equipa-mentos para garantir a segurana do piloto e de todos que esto em volta, assistindo ou trabalhando na competio. Existem corri-das da Truck h 19 anos, tivemos alguns acidentes muito graves, mas os pilotos sempre se salvaram. Prezamos por isso, declarou. A prxima edio da Automec Pesados & Comerciais acontecer entre os dias 12 e 16 de abril tambm no Pavilho de Exposies do Anhembi. Redao Chico da BoleiaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA10 ESPORTESF-Truck. Leandro Totti leva mais uma e ABF Santos Team tem dois no pdioO final de semana foi de muitas emoes no Autdromo Internacional de Curitiba. Desde sexta-feira (11) as atividades foram iniciadas com os treinos livres, que tam-bm aconteceram no sbado, seguidos do treino classificatrio que definiu o grid de largada por causa da chuva. Na corrida do domingo (13), largaram na frente Felipe Giaffone, Wellington Ciri-no, Geraldo Piquet, Leandro Totti e An-dr Marques. Nas arquibancadas, o pbli-co pode testemunhar uma nova marca da Frmula Truck: em 18 anos, a diferena de tempo entre Leandro Totti, da RM Compe-ties e Wellington Cirino, da ABF Santos Team, foi a menor da histria da categoria. Com apenas 62 milsimos de segundo a frente de seu conterrneo, Totti levou a me-lhor sobre Cirino e conquistou seu segundo ttulo nesta temporada. O paranaense soma agora 61 pontos e lidera o Campeonato Brasileiro. Logo na primeira volta, a corrida j mos-trou suas caractersticas. Renato Martins, que estava substituindo Adalberto Jardim por conta de uma penalizao por doping, subiu na traseira do caminho de Valmir Benavides, da Scuderia Iveco. O choque entre os pilotos causou um derramamento de gua, deixando a pista bastante escorre-gadia. A primeira interveno do Pace Truck acon-teceu devido a rodagens dos caminhes de Debora Rodrigues, da RM Competies e de Pedro Muffato, da Muffato Racing. Neste momento, o pole position Felipe Giaffone perdeu posies e foi questo de tempo at que Leandro Totti assumisse a liderana. H poucas voltas do final, Totti abriu uma vantagem considervel sobre a segunda posio, ocupada por Cirino. Este, por sua vez, tambm tinha uma boa distn-cia sobre Giaffone. No final, no entanto, uma nova interveno do Pace Truck aproximou os pilotos e eli-minou as diferenas de tempo. Para o del-rio do pblico, Leandro Totti e Wellington Cirino disputaram lado a lado a liderana da prova na reta principal, at que o piloto da RM Competies levou a melhor. Durante a coletiva de im-prensa que aconteceu aps a corrida, Leandro Totti afirmou que a equipe vem desenvolvendo um trabalho muito importante para o xi-to do piloto. Mais rpido em trs dos quatro treinos livres, Totti tambm venceu em Ca-ruaru e vem se destacando nesse incio de campeonato. No final da corrida tive alguns problemas no cami-nho e o Cirino apertou bas-Foto: Larissa Jacheta RibertiMARMAIAGONOVABRJULOUTJUNSETDEZ16 / Etapa Caruaru 18 / Etapa So Paulo 17 / Etapa Rio Grande do Sul02 / Etapa Londrina13 / Etapa Curitiba20 / Etapa Cascavel12 / Etapa Guapor08 / Etapa Goinia14 / Etapa Argentina07 / Etapa Braslia2014 Calendriode CorridasFrmula TruckNuma disputa que levantou o pblico, o piloto da RM Competies levou a melhor sobre Wellington Cirinotante na reta final. Isso mostra o quanto as etapas esto equilibradas e os pilotos esto competitivos, afirmou. Wellington Cirino, que tem 29 pontos no campeonato brasileiro e aparece em tercei-ro lugar na tabela, ressaltou o alto nvel dos pilotos e da competio. Eu acho que vol-tar ao pdio essencial, sempre um bom resultado. Correr ao lado de um caminho do nvel da MAN e conseguir uma boa co-locao mostra que somos competitivos e estamos no caminho certo, afirmou o pi-loto. Apesar de ter largado na pole position, Fe-lipe Giaffone acabou ficando em terceiro lugar. Durante sua fala na coletiva de im-prensa o piloto alegou que sempre foi dif-cil conseguir um bom resultado em Curiti-ba. Eu sabia que meu caminho no tinha condies de manter a primeira colocao, fico satisfeito de ter chegado em terceiro, comemorou. Geraldo Piquet tambm da ABF Santos Team, subiu ao pdio mais uma vez, mas desta vez em quarto lugar. O bom desem-penho do piloto tem mostrado a qualidade do seu equipamento e o trabalho exitoso desenvolvido pela equipe. Atualmente ele vice-lder do campeonato com 33 pontos. Completando o pdio esteve Diogo Pa-chenki que neste ano corre pela equipe Copacol Clay Truck e cujos membros co-memoraram muito a conquista do piloto. Chico da Boleia esteve presente na coletiva de imprensa e perguntou ao piloto Diogo Pachenki se em algum momento da corri-da ele pensou que seu caminho no fosse aguentar. No meio da corrida a temperatura do meu caminho estava muito elevada, quase no limite. Mas depois de algumas voltas, eu vi que a temperatura caiu para 100 graus e, mesmo com os pilotos de trs me pres-sionando eu consegui acelerar o caminho. Neste momento eu percebi que tinha con-dies de terminar a prova, respondeu Pa-chenki. A prxima etapa da Frmula Truck est marcada para o dia 18 de maio e ser re-alizada no Autdromo de Interlagos. No perca nossa cobertura atravs do site: www.chicodaboleia.com.br e da nossa rede social www.facebook.com/chicodaboleia Redao Chico da BoleiaConfira como ficou o resultado final do GP Crystal aps 21 voltas. O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 11ESPORTESConfira como ficou o resultado final do GP Crystal aps 21 voltas. FRMULA TRUCK 2014 - CURITIBAGALERIA DE FOTOSFoto: Larissa J. Riberti Foto: Larissa J. RibertiFoto: Larissa J. RibertiFoto: Larissa J. RibertiFoto: Larissa J. Riberti Foto: Larissa J. RibertiO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA12 DE BOA NA BOLEIAEvento acontecer em parceria com a Irmos Davoli no dia 14 de maio em Ja.Scania abre inscries para a competio de Melhor Motorista de Caminho do Brasil.Esto abertas desde o dia 4 de abril as inscries digitais para a quinta edio da competio Melhor Motorista de Cami-nho do Brasil (MMCB), que tem por ob-jetivo avaliar as habilidades dos condutores brasileiros, contribuir com a segurana nas estradas, valorizar o profissional e promo-ver uma conduo que alie eficincia re-duo de emisso de poluentes. A expecta-tiva da marca para esta edio alcanar 50 mil inscries. A grande final contar com 28 campees regionais e ser realizada de 4 a 7 de dezembro, em So Paulo.Os interessados tm at 27 de julho para efetuar o cadastro pelo site www.melhor-motorista.com.br. Para se inscrever pesso-almente s comparecer nos pontos: con-cessionrias da Rede Scania, Rede Noma, Rede Bridgestone/Bandag, Rede Graal e unidades do Sest Senat. A lista completa de locais est no site da ao. Para se inscrever, preciso apresen-tar a Carteira Nacional de Habilitao e o condutor apontar dentre os locais preesta-belecidos onde pretende realizar a final re-gional, caso seja aprovado na primeira fase. A edio de 2014 da competio est divi-dida em quatro fases. Na inscrio, o par-ticipante j ser testado, e s passar para a segunda etapa se for aprovado no ques-tionrio obrigatrio do cadastro. A segunda fase ser uma prova terica online; a ter-ceira consistir nas provas prticas das 28 etapas regionais, e a grande final ocorrer no perodo de 4 a 7 de dezembro, em So Paulo.Caso o participante seja aprovado na pri-meira fase, poder fazer a prova terica on-line no perodo de 1 de maio a 30 de julho. Ela ser formada por 20 questes de mlti-pla escolha e uma dissertativa, que aborda-ro temas como direo, segurana, equi-pamentos e legislao. No ato da inscrio, o participante receber um folheto educa-cional de contedo (digital ou impresso, dependendo da forma do cadastro) que refora os temas da prova, alm de conter dicas para uma conduo eficaz, economia de combustvel, manuteno preventiva e preservao do meio ambiente.As finais regionais sero organizadas de 2 de agosto a 16 de novembro, em 14 cidades diferentes e nos fins de semana, com uma prova por dia (sbado e domingo) e um total de 28 motoristas finalistas. Portanto, estaro classificados o primeiro colocado do sbado e o campeo do domingo. Cada desafio regional avaliar os condutores por provas tericas e prticas (checklist e se-gurana de carga, percurso direo eco-nmica, manobra e combate a incndio e resgate).Todos os inscritos na com-petio ganharo um cur-so online com o tema Atendimento Eficaz, totalmente gratuito. Aqueles que passarem pela prova terica online, segunda fase, ganharo o curso S-rie de Logstica Conceitos e Aplicaes, do Sest Senat. Todos os 28 campees regio-nais ainda recebem o curso de Treinamento de Motoristas Scania Master Driver, de 40 horas.Na grande final, o vencedor da competio receber um pacote de prmios no valor de R$ 40 mil, uma viagem com acompanhante para conhecer a matriz da Scania, na Su-cia, um jogo de seis pneus da Bridgestone e um curso de 40 horas do Sest Senat. O se-gundo e o terceiro colocados ganham uma srie de prmios, entre eles uma viagem com acompanhante para um resort no Bra-sil, um jogo de seis pneus da Bridgestone, kits promocionais e um curso de 40 horas do Sest Senat.Na ltima edio, realizada em 2012, o grande vencedor foi Vincius de Moraes, de 35 anos e natural de Serto, no Rio Gran-de do Sul. Em segundo ficou o paranaen-se Fabiano Medeiros da Silva, de 32 anos, seguido do terceiro colocado, Jorge Pereira de Arajo, de 39 anos e natural do Rio de Janeiro.Mais informaes em: www.scania.com.br ou pelo telefone 0800 772 9822Pdio da edio 2012 do MMCB. Foto: Arquivo Chico da BoleiaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 13DEBATENDO A LEI DO MOTORISTA 2 Encontro com Chico da Boleia para debate sobre a Lei 12.619 j tem data marcadaA Lei 12.619, tambm conhecida como Lei do Motorista, foi aprovada em 2012 e est em vigor. O objetivo da regulamentao melhorar a qualidade de vida do caminho-neiro e conceder mais cidadania trabalhista aos profissionais, alm de garantir a sade dos mesmos. No entanto, ainda hoje a Lei carece de maior fiscalizao para que seus pontos sejam implementados de fato e para que ela funcione na prtica. Alm disso, o pa-norama atual nos apresenta as propostas da CEOMOTOR, uma Comisso que preten-de votar modificaes na Lei 12.619 e que atua na Cmara dos Deputados em carter de urgncia neste tema. A CEOMOTOR tenta alterar justamente os pontos mais necessrios para esta classe de trabalhadores como a parada obrigatria, o limite mximo de horas de direo e o tempo de descanso. Um dos argumentos dos crticos que no h infraestrutura na-cional para que o motorista cumpra todas as determinaes da Lei e que o tempo de descanso semanal possa ser cumulativo. Na viso de Chico da Boleia, no entanto, estes so os pontos mais importantes para a categoria que deve ser consultada antes que se aprove qualquer alterao. Em funo desta Comisso que est discutin-do possveis alteraes na Lei, tem gente achando que ela no est em vigor. Ento h certa confuso sobre o que est sendo questionado e de que forma esta discusso est sendo feita l em Braslia, explicou Chico, defendendo a importncia de existir um debate que envolva toda a categoria.Muitas lideranas sindicais enxergam a CEOMOTOR como representante dos in-teresses dos produtores rurais que alegam aumento de custos no transporte ro-dovirio de suas cargas. Por isso, os defensores da Lei esto empenhados em no permitir que as modificaes causem impactos trabalhistas para os caminhoneiros. Tendo em vista esse contexto de dis-cusso acerca da Lei 12.619, seus pon-tos, as modificaes propostas a ela e a falta de fiscalizao de sua aplicao, a Concessionria Irmos Davoli em parceria com Chico da Boleia, promo-vero o 2 Encontro com Chico da Boleia para debate sobre a Lei 12619. Marcado para acontecer no dia 14 de maio de 2014 na nova empresa da Irmos Davoli em Ja, interior paulista, o evento busca reunir autoridades, representantes e especialistas no tema para debaterem junto ao pblico todas essas questes.Evento acontecer em parceria com a Irmos Davoli no dia 14 de maio em Ja.1 Encontro com Chico da Boleia para debate sobre a Lei 12619O primeiro encontro para debater a Lei do Motorista foi realizado em julho do ano passado. A iniciativa, que tambm foi fru-to da parceria entre Irmos Davoli e Chico da Boleia, atraiu cerca de setenta pessoas sede do Grupo, na cidade de Mogi Mirim, interior de So Paulo. Na ocasio estiveram presentes a Dra. Vir-gnia Laira, representante da Federao Na-cional das Associaes de Caminhoneiros e Transportadores (FENACAT); Mateus Sil-va Paula, Secretrio Executivo da Associa-o do Transporte Rodovirio de Cargas do Brasil (ATR Brasil); Edson Amarildo Silva, representante da Confederao dos Traba-lhadores em Transportes Terrestres e Dr. Marcos Aurlio Ribeiro, Assessor da Juri-dico da NTC&Logstica e um dos maiores conhecedores da Lei 12619.Logo no incio da sua fala, Marcos Aur-lio opinou que necessrio haver mais conhecimento sobre a Lei 12.619 entre os caminhoneiros e empresrios. Essa Lei surgiu pra resolver um problema srio, um problema social que ainda existe no Bra-sil. Um promotor de Rondonpolis entrou com uma ao civil pblica, porque desco-briu que os caminhoneiros daquela regio estavam dirigindo h muito tempo sem pa-rar, h 14, 16, at 36 horas sem dormir, explicou o consultor da NTC&Logstica. Para o jurista, a Lei cumpre um papel im-portante no sentido de salvaguardar tanto o cumprimento dos direitos trabalhistas dos motoristas, mas tambm o respeito sade do trabalhador.Outra necessidade que motivou a redao da Lei justamente a segurana jurdica que envolve o trabalho do motorista. De acordo com o Dr. Marcos Aurlio, a Lei de-fende tanto o salrio do empregado, quanto o controle do trabalho por parte do empre-srio. A partir da Lei 12.619 obrigatrio con-trolar a jornada de trabalho do funcionrio. E, sendo assim, as empresas vo pagar as 8 horas de jornada normal e mais 2 horas extraordinrias, caso o funcio-nrio as cumpra. Ento a grande mu-dana veio justamente com este ponto, passou-se de nenhum controle da jor-nada, para um controle total da jornada de trabalho do empregado, justificou Dr. Marcos Aurlio.Na ocasio do I Encontro, Marcos Au-rlio tambm se posicionou contra a proposta da CEOMOTOR de incluir mais 2 horas no limite mximo de tem-po que o motorista pode dirigir ininter-ruptamente (a lei determina que esse mxi-mo de 4 horas). Eu sou contra 6 horas ininterruptas, jus-tamente porque a Constituio prev uma jornada nica para quem trabalha 6 horas ininterruptas por dia. Se um empregado trabalha 6 horas direto, segundo a Consti-tuio, ele no pode mais trabalhar durante aquele dia., explicou.Esta necessidade de conhecer e aplicar a Lei ainda se faz presente. Por isso, para este ano, as discusses seguiro a mesma ideia de reunir interessados, esclarecer dvidas e apresentar as diversas opinies sobre o assunto. Redao Chico da Boleia Da esquerda para direita: Joo Davoli, Chico da Boleia, Marcos Aurlio, Virginia Laira, Mateus Silva e Edson Amarildo.Todos os inscritos na com-petio ganharo um cur-so online com o tema Atendimento Eficaz, totalmente gratuito. Aqueles que passarem pela prova terica online, segunda fase, ganharo o curso S-rie de Logstica Conceitos e Aplicaes, do Sest Senat. Todos os 28 campees regio-nais ainda recebem o curso de Treinamento de Motoristas Scania Master Driver, de 40 horas.Na grande final, o vencedor da competio receber um pacote de prmios no valor de R$ 40 mil, uma viagem com acompanhante para conhecer a matriz da Scania, na Su-cia, um jogo de seis pneus da Bridgestone e um curso de 40 horas do Sest Senat. O se-gundo e o terceiro colocados ganham uma srie de prmios, entre eles uma viagem com acompanhante para um resort no Bra-sil, um jogo de seis pneus da Bridgestone, kits promocionais e um curso de 40 horas do Sest Senat.Na ltima edio, realizada em 2012, o grande vencedor foi Vincius de Moraes, de 35 anos e natural de Serto, no Rio Gran-de do Sul. Em segundo ficou o paranaen-se Fabiano Medeiros da Silva, de 32 anos, seguido do terceiro colocado, Jorge Pereira de Arajo, de 39 anos e natural do Rio de Janeiro.Mais informaes em: www.scania.com.br ou pelo telefone 0800 772 9822O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA14 DEBATENDO A LEI DO MOTORISTAComo todos sabemos as discusses sobre a Lei 12.619 no param. A Comisso Es-pecial (CEOMOTOR) que atua na Cmara dos Deputados em carter de urgncia para votar medidas que podem modificar a Lei do Motorista tem trabalhado para derrotar a oposio, composta por representantes sindicais, grupos especficos e alguns lde-res parlamentares. Nas ltimas edies do Jornal Chico da Boleia Informa, demos enfoque ao trabalho desenvolvido pelo Frum Nacional em De-fesa da Lei 12.619/2012 que recentemente lanou seus trabalhos tambm no estado de So Paulo. Atualmente, o FNDL, cujo se-cretrio executivo Hamilton Dias, conta com o apoio de entidades como a Federa-o dos Trabalhadores em Transportes Ro-dovirios do Estado do Paran (Fetropar) e a Federao dos Trabalhadores Rodovi-rios do Estado So Paulo (FTTRESP). O organismo tambm o maior esforo de oposio para que as medidas propos-tas pela CEOMOTOR no impliquem no retrocesso das conquistas trabalhistas to duramente conquistas pelos caminhonei-ros. Em apoio ao trabalho realizado pelo grupo e por repudiarmos qualquer altera-o na Lei 12.619 que possa desfavorecer os trabalhadores, reproduzimos na ntegra o ltimo informe divulgado pelo FNDL. Apesar da importante interveno do de-putado Hugo Leal PROS-RJ e da deputada J Morais PCdoB-MG, com apoio dos de-putados Ademir Camilo PROS-MG, Pauli-nho da Fora-SDD-SP, nestas duas sema-nas foi intensa a batalha dos integrantes do Frum Nacional em Defesa da Lei 12.619-2012, a lei do descanso em Braslia, na Cmara dos Depu-tados. Na semana de 14 a 18 de abril, membros da coordenao exe-cutiva, membros do conselho deliberativo do FNDL, junto com presidentes e diretores das federaes dos tra-balhadores em trans-portes rodovirios dos estados de So Paulo, Paran, Santa Catari-na, Rio Grande do Sul, Gois, Minas Ge-rais, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, convocados pela Confederao Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terres-tre CNTTT, fizeram uma importante mobi-lizao em Braslia. A mobilizao foi de extrema importncia, considerando que a CNTTT e as federa-es representam juntas, mais de 8 milhes de trabalhadores, sendo que dentre eles 5 milhes so motoristas profissionais. Alm disto, a CNTA e a UNICAM representam mais de 3 milhes de motoristas autno-mos. Com esta mobilizao e a importante par-ticipao dos deputados acima, os parla-mentares representantes dos setores que querem acabar com a lei decidiram recuar e ouvir os trabalhadores, atravs da in-terlocuo dos deputados Hugo Leal e J Morais. Na semana de 14 a 18 de abril de 2014, aps varias iniciativas do FNDL, foi rea-lizada reunio na liderana do PTB, com o deputado Jovair Arantes PTB-GO, com a participao dos deputados Arnaldo Farias de S PTB-SP, presidente da CVT, Valdir Collato PMDB-SC, relator da CE-MOTOR, Paulinho da Fora SDD-SP, Die-go Andrade PSD-MG, de onde saiu pela primeira vez um texto sobre as pretensas mudanas na lei 12.619. Considerando a falta de qurum e interveno da deputada J Morais, no foi possvel votar. Assim nesta semana, dias 22 e 23 de abril, os coordenadores do FNDL Valdir de Sou-za Pestana da FTTRESP, Epitcio Antnio dos Santos da FETROPAR, Omar Jos Gomes da CNTTT, o secretario executivo do FNDL Hamilton Dias e os membros do conselho deliberativo, Dr. Paulo Douglas MPT, Jacqueline Carrijo SINAIT, Luiz An-tnio Festino NCST e Rodolfo Randolfo re-presentando a ABROT, estiveram reunidos com o deputado Hugo Leal, onde debate-ram a possiblidade de apresentar propostas de emendas, tanto adesivas, como supressi-vas ao texto que esta sendo construdo pelo relator deputado Jovair Arantes. importante esclarecer que a posio do Frum foi e continuar sendo pela manu-teno da lei 12.619, pois o entendimento do FNDL que uma lei que vem sendo apli-cada de forma precria h dois anos e que neste perodo salvou mais de 1500 vidas nas estradas, jamais deveria ser alvo de ataque com mudanas que a piore, mas sim ser debatida propostas de aprimoramen-tos, sem aodamento. Neste sentido os membros do FNDL, parla-mentares comprometidos com a vida, com a sade e condies digna de trabalho dos motoristas, empregados e autnomos, re-solveram assentar e buscar uma soluo que seja menos prejudicial a desconfigura-o da lei. Para o presidente da Federao dos Tra-balhadores em Transportes Rodovirios de So Paulo (FTTRESP), Valdir Pestana, resolvemos sentar e debater as mudanas que querem fazer na lei, por dois motivos, primeiro que no queremos nos omitir, apesar da posio insensata destes parla-mentares e do governo, que querem acabar com uma lei que salva vidas, somente pelo lucro. Em segundo lugar, queremos deixar cla-ro; se aprovarem um projeto que descon-figurem a lei a ponto dela no garantir as conquistas dos trabalhadores e da socieda-de, pode ter a certeza que vamos parar o pas durante a Copa, assim estamos deba-tendo, mas no aceitaremos trocar vidas e sade dos trabalhadores, pela ganncia. Para Epitcio, o Brasil est cheio de po-lticos e governantes que no tm respeito aos trabalhadores e ao povo. Eles discur-sam democracia, mas no praticam, no podemos conceber a ideia de que uma lei construda entre patro e empregados, com a participao do Ministrio Publico do Trabalho, e votada e aprovada pelo Con-gresso Nacional (Cmara dos Deputados Parlamentares ligados ao Agronegcio e da base governista resolvem ouvir o FNDL, mas ainda insistem em acabar com a lei 12.619Foto: DivulgaoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 15DEBATENDO A LEI DO MOTORISTAe Senado da Repblica) e sancionada pela Presidente da Repblica, possa sofrer tan-to ataque em to pouco tempo e ainda com a participao do governo. Este no pode ser um pas srio e democrtico, onde as pessoas honestas tm seus diretos respei-tados.. Para Omar Jos Gomes, presidente da CNTTT, uma luta de mais de 40 anos no pode simplesmente ser ignorada pelos po-lticos e pelos governantes. Defendemos a manuteno e aplicao da lei e se aca-barem com ela como querem fazer, no te-remos alternativa, vamos convocar as fe-deraes e sindicatos para se mobilizarem, s assim vamos ser respeitados, infelizmen-te., concluiu Omar. Para o representante do Ministrio Pblico do Trabalho, Dr. Paulo Douglas, a situa-o chegou a to absurda, que a partici-pao do MPT em defesa da lei ultrapassa a precarizao das relaes de trabalho. Estamos preocupados com o caos e com as muitas vidas que voltaro a serem ceifa-das nas rodovias deste pas, as autoridades e a imprensa no podem mais se omitirem, somos um pas que matamos mais do que todas as piores guerras no mundo, temos a esperana que ainda convenceremos a maioria dos parlamentares que olhem com sensatez as mudanas propostas. Rodolfo Randolfo do SOS Estrada, repre-sentante da ABROT, disse que as entidades que defendem a segurana nas estradas e um trnsito seguro, no calaro diante deste atentado que querem cometer contra a sociedade, no estamos nesta luta por ideologia, por interesses pessoais, por in-teresses sindicais e muito menos por inte-resses polticos, por isso temos a obrigao de debater e defender a lei 12.619, pois ela salva vidas e faremos questo de diferen-ciar os parlamentares do nosso congresso nacional, entre a bancada da vida e a ban-cada da morte, a sociedade brasileira ter que acompanhar em seus estados, cidades e bairros cada parlamentar e seu voto, concluiu. De acordo com o secretrio executivo do FNDL, Hamilton Dias, a votao do texto final est marcada para a prxima tera dia 29 de abril. At l esperamos conver-sar com muitos parlamentares e caso v votao, trabalharemos para reduzir os es-tragos. Entendemos que a lei da forma que esta disparadamente melhor de que qual-quer mudana que queiram fazer. Somente o fato de querer acabar com o controle de jornada dos motoristas, acabar com o tem-po de direo, onde o motorista obriga-do a parar e descansar por no mnimo 30 minutos a cada 4 horas efetiva na direo, entre outros aspectos importantes que ga-rante a segurana no transito, demonstra que h um grande desprezo destes deputa-dos pela vida.No dia (29) uma comisso do FNDL esta-r em Braslia para acompanhar os anda-mentos e as conversas feitas pelo deputado Hugo Leal que ficou como interlocutor do Frum. Hamilton Dias Secretrio Executivo do FNDL. FNDL 2012 Frum Nacional em Defesa da Lei 12.6192012 So Paulo SP. Contatos:11-9631.971.91-secretaria.fndl@gmail.com / 011 3437.7320 -fttresp@fttresp.org.br / 041-3244.2523 fetropar@fetropar.org.br. Foto: DivulgaoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA16Chico da Boleia do tipo que corre atrs da informao e durante as atividades da segunda etapa do GP Crystal de Frmula Truck, realizadas entre os dias 12 e 14 no Autdromo Internacional de Curitiba, ele esteve atento todas as novidades. Depois do trmino da corrida da corrida, vencida pelo piloto Leandro Totti, da RM Compe-ties, Chico da Boleia conversou com a estreante na categoria Michelle de Jesus e seu treinador, Renato Marlia. Ambos fize-ram um balano do desempenho da piloto nesta primeira etapa. Michelle, paulista natural de Jundia, co-meou a ter contato com carros aos 14 anos de idade, quando comeou a ajudar seu pai em uma ofici-na mecnica. A partir do in-cio dos anos 2000 comeou a acompanhar algumas corridas de Stock Car e foi ento que decidiu entrar para o mundo das competies automobols-ticas. Sua primeira categoria foi o Campeonato Paulista de Mar-cas e Pilotos, em 2006. Aps um tempo longe das pistas, Michelle voltou a correr em 2009, quando conseguiu o s-timo lugar na temporada entre mais de 30 inscritos. No ano seguinte, obteve o vice-cam-peonato na categoria Light pela equipe Arias, o que lhe rendeu uma vaga na categoria.Michelle foi vice-campe paulista do Cam-peonato Marcas e Pilotos de 2010. Dois anos depois, a piloto disputou toda a tem-porada do Mercedes-Benz Grand Chal-lenge, terminando em sexto lugar. Em 2013, correu pela Mitsubishi Lancer Cup e no ano passado teve a primei-ra experincia interna-cional disputando uma etapa da Euro Nascar em Dijon-Prenois, na Frana. Agora, com o caminho de nmero 33, Michelle espera ganhar experincia e desenvolver um bom trabalho juntamente com sua nova equipe, a ABF Motorsport. A piloto a quinta mulher a correr na Fr-mula Truck. As anteriores foram Mrcia Furaco Arcade, que correu de 1998 a 1999, a pernambucana Danusa Moura que atuou em sete corridas de 2004 pela Scu-deria Iveco, e a gacha Cristina Rosito que participou da temporada 2011 pela DF Ra-cing Fans. O primeiro contato de Michelle com um caminho da Truck aconteceu em novembro de 2013, num breve teste na pis-ta de Pinhais. Ao lado de Debora Rodrigues, que estreou em 1998, Michelle representa um universo feminino ainda pequeno, mas importante e crescente na Frmula Truck. Sobre elas re-cai, muitas vezes, uma imensa ex-pectativa do pblico e da prpria categoria. Vestindo um macaco preto e rosa, a piloto forma dupla com seu companheiro de equi-pe, Fabiano Brito, que j tem experincia na categoria. Os desafios para a estreante foram muitos durante o final de semana de atividades da Frmula Truck em Curitiba. Aps ter realizado todos os treinos livres na pista seca, Michelle fez seu primeiro classificatrio debaixo de uma chuva que comeou a cair minutos antes do treino comear. Justa-mente por esse motivo e, segundo o regula-mento, o treino classificatrio reuniu todos os pilotos para que, de uma vez, fosse defi-nido o grid de largada do domingo. Foi o meu primeiro treino classificatrio, eu esperava andar no seco e, de repente, veio a chuva. No foi nada fcil, toda ace-lerada na reta ou qualquer possibilidade do caminho aquaplanar na pista gera uma tenso. Espero poder aprender a dominar esse monstrinho, que eu carinhosamen-te apelidei de Baby Truck, ao longo do ano, comentou Michelle depois de ter conseguido a 22a posio no grid. Nas vrias entrevistas que deu no final de semana, Michelle de Jesus afirmou repeti-das vezes que seu maior objetivo era cruzar a linha de chegada. No entanto, h oito vol-tas do final da sua primeira corrida na cate-goria, a piloto teve que abandonar a prova por problemas mecnicos. Aps o trmino da segunda etapa da 19a temporada da Fr-mula Truck, Michelle conversou com Chi-co da Boleia mais uma vez. Ao contrrio da chuva que no sbado atra-palhou os seus planos durante o treino classificatrio, a piloto disse que, apesar de andar no seco na corrida de domingo, ainda no se acostumou com o radar na pis-ta que limita a velocidade na reta principal em 160 km. Vale lembrar que toda vez que um piloto ultrapassa o limite de velocidade no radar, preciso que ele passe pelos boxes para cumprir a penalidade pela in-frao. Eu ainda no peguei o jeito desse radar. Passei duas vezes a 161 km pra tentar aprovei-tar ao mximo a velocidade do caminho e tive que pagar as penalizaes. Mas acabei voltando para a corrida e dava para brigar, porque eu estava em 15o, mas o turbo acabou estourando e eu encostei o ca-minho, explicou. Alm de Michelle, mais sete pilotos no conseguiram concluir a prova. Para a pi-loto, no entanto, a quebra no motivo para se lamentar. O importante que eu consegui acompanhar o ritmo. Eu fui ver o tempo, volta a volta, e virei o tempo jun-to com outros pilotos do peloto do meio, afirmou Michelle que concluiu vrias vol-tas com tempos regulares que ficaram na casa do 1m44s00, tendo baixado o tempo para, aproximadamente, 1m42s00 em uma de suas voltas. Eu estou feliz e gostei mui-to. Acredito que consigo melhorar se o ca-minho no quebrar e se eu no queimar o radar, concluiu.Quem esteve ao lado de Michelle durante todo o final de semana foi seu treinador a quem ela chama de coach Renato Marlia. O piloto j foi chefe de equipe na Stock Car e tem grande bagagem no automobilstico brasileiro e internacional. Para ele, o de-sempenho da estreante apresentou pontos bastante positivos. A Michelle fez uma tima largada, ela se posicionou muito bem. Ela est tendo um pouquinho de deficincia no radar, visto que passou acima da velocidade duas ve-zes durante a corrida. Radar uma coisa muito difcil de voc acertar a velocidade e isso compromete o desempenho. Mas isso acontece com os melhores pilotos da Fr-mula Truck, ento natural que ela sinta essa dificuldade inicial, comentou. Marlia ainda frisou que um trabalho cons-tante e atento a esses pequenos detalhes pode favorecer a melhora da piloto e o au-mento da sua qualidade na pista. Ela teve algumas disputas durante a corrida, inclu-sive com a Dbora. Foi muito interessante. Daqui pra frente ela vai se sentir mais segu-ra com o caminho, um processo que leva algum tempo, ressaltou. Sobre a quebra de turbina que fez com que Michelle abandonasse a prova, Marlia ain-da no tem a resposta exata para identificar e corrigir o problema. difcil apontar uma causa. O nosso outro caminho, por exemplo, no quebrou nenhuma turbina. Pode ter sido sujeira, uma pedra que en-roscou. Eu ainda no sei exatamente o que aconteceu, mas ns vamos analisar isso na oficina e corrigir o problema para a prxi-ma corrida, analisou Renato. A terceira etapa do GP Crystal de Frmula Truck, est marcada para o dia 18 de maio e ser realizada em So Paulo, no Autdro-mo de Interlagos. Para o prximo ms, Mi-chelle de Jesus espera conseguir se preparar para uma pista que exige muito motor e du-rabilidade do equipamento. Espero fazer uma prova constante e tentar ficar na pista. Tomara que eu consiga terminar a corrida, esse meu maior objetivo, concluiu. Entrevistas realizadas por Chico da BoleiaRedao Chico da BoleiaONDE EST O CHICO DA BOLEIAMichelle de Jesus | Foto: Larissa J. Riberti Foto: Larissa J. RibertiChico da Boleia entrevista a piloto Michelle de JesusO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 17SADE NO TRECHO Deixar de ir s consultas de rotina pode levar ao diagnstico tardio de doenas que poderiam ser facilmente tratadasPor : Instituto Lado a Lado pela VidaA maioria dos homens foge do mdico como o diabo da cruz. No toa que, se-gundo dados do Instituto Brasileiro de Ge-ografia e Estatstica (IBGE), as mulheres vivem, em mdia, sete anos a mais do que os homens. Alm disso, uma pesquisa do Ministrio da Sade mostra que, do total de pessoas entre 20 e 59 anos que morrem no Pas, 68% so homens. Mas na opinio de Carlos Eduardo Corradi Fonseca, presidente da Sociedade Brasi-leira de Urologia (SBU), esse ndice tem motivos culturais. As mulheres so leva-das desde a adolescncia pela me ao gi-necologista. Aos 15 anos elas j sabem que precisam fazer exames preventivos. J os rapazes, depois das consultas no pediatra, s vo ao mdico quando ficam doentes. O esteretipo de que os homens so os pro-vedores da famlia e no podem demonstrar fragilidade tambm um impeditivo para as idas ao mdico. Sentem-se como super--heris e no admitem a doena. Da do a desculpa de que no tm tempo, acham que nunca vo adoecer e por isso no se cuidam, comenta Corradi. Tabu pode levar a diagnstico tardioO cncer de prstata o mais prevalente em homens no mundo, segundo o Institu-to Nacional do Cncer (INCA). Por ano, segundo o Instituto, 70 mil novos casos surgem no Brasil. Os mdicos afirmam que a deteco precoce dele atravs do toque retal e do exame de sangue PSA (antgeno prosttico especfico) aumenta em 90% as chances de cura. Por isso, o exame de toque retal no pode ser um tabu. A prstata uma glndula que s o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdmen. ela que produz 70% do esper-ma. O cncer ocorre quando as clulas da regio comeam a se multiplicar de forma desordenada. A prstata fica, ento, mais endurecida.Segundo uma pesquisa do Centro de Refe-rncia em Sade do Homem mais de 50% dos homens j chegam aos consultrios com doenas em estgio avanado, quando h necessidade de intervenes cirrgicas. um problema de sade masculina que precisa ser levado a srio. A recomendao para quem tem histrico familiar e raa ne-gra que faa a primeira consulta ao uro-logista aos 40 anos. Quem no se encaixa nesse perfil deve comear a fazer o exame de toque retal e PSA aos 45 anos, aconse-lha Gustavo Franco Carvalhal, urologista. Novembro AzulPreocupado com a sade do homem, o Instituto Lado a Lado pela Vida criou em 2008 a campanha Um Toque, Um Drible, que tem o objetivo de promover uma mu-dana de paradig-mas em relao ida do homem ao mdico para a realizao de exames pre-ventivos. A campanha permanece ativa du-rante o ano todo e, em novembro de 2012, o Instituto foi pioneiro de trazer para o Brasil o Novembro Azul, que se tornou referncia na misso de orientar a populao masculi-na a cuidar melhor da sade.Em 2013, o Novembro Azul superou todas as expectativas. Foram mais de 260 aes realizadas em 23 estados, com mais de 30 milhes de pessoas. Tivemos a adeso dos Governos Federal, Estadual e Municipal, comenta Marlene Oliveira, presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida. Saiba mais sobre a campanha e sobre o cn-cer de prstata em:www.movimentonovembroazul.com.brConsulta ao mdico: porque os homens tem mania de evitar?Instituto Lado a Lado pela VidaDesenvolve conceitos e projetos, alm de apoiar e implantar aes voltadas ao campo da humanizao da sade e da at-eno integral ao cidado em diferentes fases da vida. A nossa misso levar ao cidado con-hecimento sobre sade em diversas reas: informao, apoio, conscientiza-o, preveno, incluso social, quebra de paradigmas e preconceitos. Acreditamos que a sade deve ser trata-da como uma construo cotidiana, e nossa meta transmitir ao cidado o acesso a informaes privilegiadas, para que homens e mulheres tenham partici-pao ativa no bem-estar do corpo e da mente.Foto: DivulgaoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA18 CULTURA E EDUCAOAbril e os 50 anos do Golpe Civil - Militar de 1964Os acontecimentos de 31 de maro e de 1o de abril de 1964 marcaram a histria do Brasil. Naquele contexto, a deposio do presidente democraticamente eleito Joo Goulart por um grupo militar, financiado por empresrios e apoiado por parte da po-pulao, da imprensa e do clero abririam as portas para mais de vinte anos de regime civil- militar no pas. Mas, o que os caminhoneiros tm a ver com tudo isso? Ora, se partimos do pres-suposto de que todos ns, independente de nossa escolha profissional, somos cida-dos, o Golpe de 1964 e seus mecanismos de censura, represso e tortura, nos afetam igualmente. Alm disso, a herana autori-tria e a m formao da nossa democracia impem obstculos dirios para os traba-lhadores ainda nos dias de hoje. A queda de Jango que defendia as Refor-mas de Base, a Reforma Agrria e manti-nha relaes com os governos comunistas de Cuba e da China foi acompanhada de uma intensa propaganda anticomunista que se expressava nos jornais impressos, revis-tas, folhetos e pronunciamentos. Em tem-pos de Guerra Fria, no qual o mundo era conhecido por sua ordem bipolar de dis-puta ideolgica entre os Estados Unidos e a Unio das Repblicas Socialistas Soviti-cas (URSS), todos os mecanismos repressi-vos e de perseguio foram utilizados para minar a suposta ameaa comunista no s no Brasil, mas em toda Amrica Latina. Na prtica, essa ameaa comunista era ape-nas um pretexto utilizado pelos Estados Unidos no s para justificar as arbitrarie-dades impostas aos seus pases vizinhos, como para ampliar sua influncia capitalis-ta num mundo dividido ideologicamente. Logo nos primeiros meses, o regime mili-tar j mostrava seu modus operandi. Fecha-mento de partidos, cassao de mandatos, perseguio a militantes de esquerda e vigi-lncia de espaos de atuao, como os sindicatos, agremia-es e universidades. E que os leitores caminho-neiros e caminhoneiras desse artigo no se enganem achan-do que apenas os filiados aos partidos polticos de oposi-o, representantes de sindi-catos operrios e estudantes foram os alvos do regime mi-litar. A ditadura tambm foi cruel com lideranas do transporte rodo-virio de cargas. Em artigo, o professor de Cincia Poltica da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Milton Pinheiro, cita a morte de Elson Costa, membro do PCB e lder da greve dos caminhoneiros em Minas Gerais. O militante foi preso e assassinado em 15 de janeiro de 1975 e at hoje seu cor-po continua desaparecidoAo longo dos anos, as prticas j impostas em 1964 passaram no s por um incre-mento da represso e da violncia, como tambm por um respaldo legal. Os chama-dos Atos Institucionais davam aos governos militares capacidade cada vez mais ampla de atuao. O Ato Institucional n. 5 (AI-5) de 1968, por exemplo, concedia ao Presi-dente da Repblica, plena autonomia para governar o pas sem as limitaes previstas na Constituio. Sendo assim, o presidente poderia atuar de acordo com os interesses dos grupos que o apoiavam e de forma ar-bitrria sem ser impedido. As atividades do Congresso Nacional, das Assembleias Le-gislativas e das Cmaras de Vereadores fo-ram suspensas. Ou seja, todo nosso sistema legislativo foi impedido de atuar. O Art. 4 do AI-5 ainda previa a suspenso do direito de votar e ser votado nas eleies sindicais, proibio de atividades ou mani-festao sobre assunto de natureza poltica; liberdade vigiada; alm de determinaes que endureciam a censura. Neste contexto, o pas viveu tambm a ra-dicalizao da esquerda. Diversas foram as organizaes que optaram pela luta arma-da. Dentre elas, podemos citar a Guerrilha do Araguaia, a Var-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionria Palmares), o Mo-vimento Revolucionrio 8 de outubro (MR-8) e a Ao Libertadora Nacional (ALN). No tiveram, no entanto, um destino promissor, apesar de atuarem pres-sionando o regime e expondo suas deficincias. Com a Doutrina de Segurana Nacional sendo aplicada atravs dos sistemas de vi-gilncia e da atuao de organismos como o Destacamento de Operaes de Informa-es - Centro de Operaes de Defesa In-terna (DOI-CODI), o Dops (Departamento de Ordem Poltica e Social), o SNI (Servio Nacional de Informaes) e os operativos das Foras Armadas, os militantes de es-querda foram caindo pouco a pouco. Exercitando a memria, relembremos dois casos desta represso. O primeiro a morte de Carlos Marighella, baiano, nascido em Salvador, que foi militante do Partido Co-munista Brasileiro, pelo qual foi deputado. Sua trajetria, no entanto, foi encerrada em 4 de novembro de 1969, quando uma em-boscada organizada por agentes de segu-rana do estado resultou no seu assassinato. Fundador do grupo armado Ao Liberta-dora Nacional (ALN), Marighella atuava na clandestinidade ao lado de seus com-panheiros e contra as represses impostas pelo regime militar. Em setembro de 1969, a ALN participou do sequestro do embai-xador norte-americano Charles Elbrick, em uma ao conjunta com o Movimento Revolucionrio 8 de Outubro (MR-8). Em troca da liberao do embaixador, pedia-se a libertao de presos polticos o exlio dos mesmos em outros pases. Outro caso bastante emblemtico sobre esse perodo o de Vladimir Herzog. Jor-nalista da TV Cultura, o tambm militante do Partido Comunista Brasileiro foi cha-mado para depor no DOI-CODI sobre suas relaes com o Partido em 24 de outubro de 1975. Vladimir foi preso com mais dois jornalistas, George Duque Estrada e Rodol-fo Oswaldo Konder.Herzog morre em decorrncia das torturas que sofreu. No dia seguinte, porm, a gran-de imprensa noticiou que o jornalista da Tv Cultura havia se suicidado nas instalaes do DOI-CODI. Para corroborar essa ver-so, uma foto na qual ele aparece com um cinto em volta do pescoo foi amplamente divulgada pelos veculos de comunicao. Foi preciso o final do regime militar para que se soubesse que a imagem tinha sido manipulada e que Herzog fora assassina-do. Entre os companheiros de Herzog e os que lutaram contra a ditadura sabia-se, no entanto, que a manipulao da imagem era apenas uma das estratgias do governo contra a militncia de esquerda.Marighella e Herzog so dois dos inmeros casos de assassinato, tortura e desapareci-mento forado, registrados durante o per-odo militar. Atualmente, a Comisso Nacional da Ver-dade, criada em 2012 e que desempenhar atividades at o final deste ano, busca re-construir a histria de muitos casos ainda no esclarecidos. Alm da CNV, Comis-ses Estaduais tambm trabalham para esclarecer esse passado de autoritarismo e represso. Em recente audincia, a CNV declarou que conseguiu fazer um levantamento sobre as operaes que eram realizadas na chamada Casa da Morte de Petrpolis, Centro de Informaes do Exrcito, que funcionou no incio dos anos 1970. Na ocasio, o co-ronel reformado do Exrcito, Paulo Ma-lhes, que foi chamado para depor, contou em detalhes como o corpo dos presos era mutilado para que eles no fossem identifi-cados. O coronel afirmou ter desaparecido com o corpo do ex-deputado Rubens Paiva. "Quantos morreram?, perguntou a Comis-so. Tantos quanto foram necessrios.", declarou Malhes. No final de abril, Paulo Malhes foi encon-trado morto na sua residncia, localizada na baixada fluminense. Acredita-se que o assassinato tenha sido motivado por causa do depoimento prestado por Malhes Co-misso Nacional da Verdade e no qual ele revelou vrios detalhes ainda desconheci-dos sobre a Casa da Morte de Petrpolis. Fala-se que a morte do Coronel pode ter sido uma "queima de arquivo" que, com certeza, ir dificultar os trabalhos ainda em andamento da Comisso.O regime militar acabou em 1985 e todo o processo de transio para o regime de-mocrtico envolveu inmeras disputas po-lticas e presses de movimentos como os pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita do Comit Brasileiro pela Anistia do final da dcada de 1970. Na prtica, a transio foi um processo pactuado. A chamada abertura lenta, gradual e segura iniciada ainda no governo de Ernesto Geisel, da dcada de 1970, envolveu concesses e negociaes entre o setor militar e os progressistas que, naquele momento, representavam o inte-resse dos que pediam pela abertura. As punies para os crimes cometidos pe-los agentes da ditadura tambm continu-aram sem acontecer. A Lei da Anistia de 1979, considerada por juristas como Celso Lafer como uma auto anistia dos milita-res, impede que processos jurdicos sejam levados a cabo para investigar as acusaes que recaem sobre membros das Foras Ar-madas e dos sistemas de vigilncia do Re-gime militar. Vale lembrar que o Supremo Tribunal Federal declarou como vlida a Lei da Anistia Brasileira em 2010 aps a Arguio de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), colocada por par-Regime militar tambm eliminou lideranas do transporte rodovirio de cargas e restringiu direito dos trabalhadores. Larissa Jacheta RibertiCarlos Marighella, fundador da Ao Libertadora Nacional e morto pelos agentes da represso em 1969. Fonte: Arquivo NacionalO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 19PASSATEMPOO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAPALAVRAS CRUZADAS DIRETASSoluowww.coquetel.com.br Revistas COQUETELBANCO 78MREDIMPRENSAIGNORANCIAULLORTENISTENORLVALENTIAFUGASTOIALAGOSTAALCELILANOMADBATERIAAPELEIMPJLICAPIAULEGRAARDBANCARROTASetorrepre-sentado pela ABI(?) Madrid,time deIkerCasillasNoelNutels, sanitaristabrasileiro"A (?) ame de to-dos os ma-les" (dito)Formatoda curvade retornoIndicaodo Nortena rosa dos ventosErvausada nadecoraode pratosTomar (?):prestartoda aatenoSaudaocomumentre osjovensCantorcomoLucianoPavarottiCaladoideal paraatividadesfsicasQualidadede umguerreiro(?) Kalil, consultorabrasileirade moda(?) Ciata,cone dacultura negra (RJ)Crustceo considera-do alimentode luxoParte, eminglsDe (?)lavada:sem ma-quiagemPauloJos, atorde "OPalhao"Ferramentaque abrecavidades na madeiraO caipira,em MinasGeraisEfeito dam gestode umaempresaLetra que representaa moedabrasileiraRobertoDinamite, ex-jogadorde futebolIntrprete do Ruoem "P na Cova" (TV)Vacina (?): age contra vrias doenasndole da vilKim Jong-(?), ditador norte-coreanoA "tela" datatuagem Vitamina da cenouraAcessrio recarre-gvel docelularRespostanegativaAliengena,em inglsVantagens nascompras coletivasNesselugarDistritode PortoSeguro, um badala-do destinotursticoCervdeo-smbolo doCanadPensa-mento re-correntede presos(pl.) "Leso",em LER Louco, eminglsQualquernmeroprimo,exceto o 23/mad. 4/part. 5/alien legra. 6/glriaodo militar. Atualmente, a Comisso Nacional da Ver-dade, criada em 2012 e que desempenhar atividades at o final deste ano, busca re-construir a histria de muitos casos ainda no esclarecidos. Alm da CNV, Comis-ses Estaduais tambm trabalham para esclarecer esse passado de autoritarismo e represso. Em recente audincia, a CNV declarou que conseguiu fazer um levantamento sobre as operaes que eram realizadas na chamada Casa da Morte de Petrpolis, Centro de Informaes do Exrcito, que funcionou no incio dos anos 1970. Na ocasio, o co-ronel reformado do Exrcito, Paulo Ma-lhes, que foi chamado para depor, contou em detalhes como o corpo dos presos era mutilado para que eles no fossem identifi-cados. O coronel afirmou ter desaparecido com o corpo do ex-deputado Rubens Paiva. "Quantos morreram?, perguntou a Comis-so. Tantos quanto foram necessrios.", declarou Malhes. No final de abril, Paulo Malhes foi encon-trado morto na sua residncia, localizada na baixada fluminense. Acredita-se que o assassinato tenha sido motivado por causa do depoimento prestado por Malhes Co-misso Nacional da Verdade e no qual ele revelou vrios detalhes ainda desconheci-dos sobre a Casa da Morte de Petrpolis. Fala-se que a morte do Coronel pode ter sido uma "queima de arquivo" que, com certeza, ir dificultar os trabalhos ainda em andamento da Comisso.O regime militar acabou em 1985 e todo o processo de transio para o regime de-mocrtico envolveu inmeras disputas po-lticas e presses de movimentos como os pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita do Comit Brasileiro pela Anistia do final da dcada de 1970. Na prtica, a transio foi um processo pactuado. A chamada abertura lenta, gradual e segura iniciada ainda no governo de Ernesto Geisel, da dcada de 1970, envolveu concesses e negociaes entre o setor militar e os progressistas que, naquele momento, representavam o inte-resse dos que pediam pela abertura. As punies para os crimes cometidos pe-los agentes da ditadura tambm continu-aram sem acontecer. A Lei da Anistia de 1979, considerada por juristas como Celso Lafer como uma auto anistia dos milita-res, impede que processos jurdicos sejam levados a cabo para investigar as acusaes que recaem sobre membros das Foras Ar-madas e dos sistemas de vigilncia do Re-gime militar. Vale lembrar que o Supremo Tribunal Federal declarou como vlida a Lei da Anistia Brasileira em 2010 aps a Arguio de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), colocada por par-te da Ordem dos Advogados do Brasil em 2008 e pedindo a reviso da Lei. Em seu artigo Justia, Histria e Mem-ria: reflexes sobre a Comisso da Verda-de, Lafer acredita que a Lei da Anistia foi responsvel por impor um esquecimento das atrocidades cometidas pelo regime. O processo de abertura poltica iniciado no fim do regime no foi, como j citado aci-ma, uma ruptura com as antigas bases po-lticas, se no uma reforma gradualista que no impediu que antigos militares continu-assem atuando, mesmo aps o fim da dita-dura, em questes fundamentais da nossa sociedade. Por outro lado, Celso Lafer acredita que a Comisso Nacional da Verdade tem justa-mente a funo de se contrapor a esse es-quecimento comandado pela Anistia. Re-presenta uma afirmao de um direito de titularidade coletiva da cidadania brasileira memria da verdade factual de graves violaes dos direitos humanos, afirma o jurista. O perodo militar tambm deixou marcas na economia. Ao contrrio da memria equivocada de boa parte da populao bra-sileira que insiste em crer no milagre eco-nmico, a ditadura resultou num aumento expressivo da inflao que, em 1983, che-gou a ser de 239%. Somou-se a isso um endividamento externo de quase U$100 bilhes de dlares no final do regime. Os trabalhos da Comisso Nacional da Ver-dade e das Comisses Estaduais tem busca-do expor o passado autoritrio da ditadura militar brasileira verdade que nem sem-pre com sucesso. Alm disso, alguns orga-nismos de direitos humanos e grupos de familiares de mortos e desaparecidos tm atuado em conjunto para auxiliar os traba-lhos das Comisses. Em meio a todo esse contexto no qual as reivindicaes por memria, verdade e jus-tia, vm a tona para esclarecer os crimes e violaes dos agentes da ditadura militar, o Deputado Jair Bolsonaro (PP) apresentou um pedido junto Cmara para que uma solenidade comemorasse o Golpe Militar. Conhecido por seu reacionarismo, por sua campanha de apoio volta da ditadura e por suas declaraes racistas, homofbicas e preconceituosas, Jair Bolsonaro teve que se contentar com a no aceitao de seu pe-dido. O Presidente da Cmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), anunciou a rejeio do pedido de Bolsona-ro e a aceitao do pedido de Luiza Erundi-na (PSB-SP) para que houvesse uma cele-brao de civis e militares que resistiram ditadura.Para Jair Bolsonaro, seus seguidores e uma parcela dos membros do Exrcito, o Gol-pe de 1964 deve ser chamado de revolu-o. Historiadores, boa parte da imprensa e os militantes que resistiram quela poca, acreditam que tal colocao antitica e desrespeita a dor de familiares de vtimas e dos sobreviventes daquele regime. equi-vocado chamar de revoluo um golpe militar que imps o autoritarismo, a censu-ra, e que violou os mais diversos direitos humanos e sociais da populao brasilei-ra. Por outro lado, preciso rememorar a luta de diversas pessoas que morreram em nome da redemocratizao do pas. Na comunidade acadmica e entre os mais interessados neste assunto, espera-se que os trabalhos da Comisso possam no somen-te expor um passado ainda obscurecido na memria de muitos, mas tambm promo-ver aes para que se relembre a resistncia de grupos que lutaram contra a represso e ajudaram a construo de uma nova ordem democrtica. Alm disso, o que se espera desses 50 anos do Golpe que eles possam suscitar discusses e tocar a conscincia dos mais reacionrios, como Jair Bolsonaro e seus seguidores, para que eles entendam a luta contra o regime militar como algo leg-timo e necessrio para a derrocada daquele governo to opressor. preciso celebrar a trajetria de militantes e organizaes que resistiram ao Golpe de 1964, bem como relembrar e punir as ar-bitrariedades cometidas naquele contexto atravs da verdade, da memria e da jus-tia.Leia mais sobre o assunto: TELES, Edson. Democracia de efeito moral. Artigo disponvel no link: http://blogdaboitem-po.com.br/category/colunas/edson-teles/ARAJO, Maria Paula [et ali]. Ditadura militar e democracia no Brasil: histria, imagem e tes-temunho. Rio de Janeiro: Ponteio, 2012. O livro pode ser baixado atravs do link: http://www.historia.ufrj.br/pdfs/2013/livro_di-tadura_militar.pdfDocumentrio:Hrcules 56, disponvel em:https://www.youtube.com/watch?v=xxPNQfNpkOoFilme: Batismo de Sangue (2007), direo de Helvcio Ratton.Larissa Jacheta Riberti mestra pelo Pro-grama de Ps Graduao em Histria So-cial da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente aluna do curso de doutorado no mesmo programa pesquisan-do temas como justia de transio, direi-tos humanos, movimento armado e demo-cracia no Mxico. Acesse nosso site, e receba notcias dirias sobre transportewww.chicodaboleia.com.br