22 Edio Nacional Jornal Chico da Boleia

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Fique sabendo de tudo o que acontece no setor do transporte. Entretenimento, esportes, reportagens exclusivas, e muito mais para voc amigo caminhoneiro.

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  • Distribuio Gratuita

    O JORNAL PARA O

    CAMINHONEIROAMIGO

    www.chicodaboleia.com.br

    Orgulho de ser caminhoneiro

    EDIO NACIONAL

    Uma das corridas com maior nmero de troca de posio dos ltimos anos marcou a vitria de Rgis Boessio na oitava etapa do Campeonato Brasileiro de Frmula Truck.

    No dia 24 de setembro, a Volvo do Brasil realizou, no Hotel Renaissance em So Paulo, o Seminrio Volvo de Tecnologias de Segurana e Comportamento Seguro.

    Festas esquentam a agenda dos caminhoneiros no ms de outubro

    Ano 02 - Edio 22 - Outubro de 2013

    Rgis Boessio vence e assume a vice-liderana do campeonato

    Brasileiro

    Pg. 08 e 09

    Pg. 4

    Pg. 10

    Pg. 6

    Volvo debate tecnologias de

    segurana e comportamento

    no trnsito

    Entre os dias 04 e 06 de outubro aconteceu a maior feira de negcios do transporte rodovirio de cargas do Sul do pas.

    ISO

    9001

    Chico da Boleia confere a 12

    Santa Rosa Truck Show

    Chico da Boleia presenteado pela organizao da 13 Festa de Bebedouro - Foto: Jorge Ceccato

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    Outubro abre as portas para o fim do ano.

    Exatamente iniciamos o ltimo trimestre do ano de 2013 que co-meou com inmeras previses e termina com vrias certezas. Antes de falar exata-mente do que ocorre

    no nosso setor no h como no falar do dia 12 de Outubro, dia da Criana e dia de Nossa Senhora Aparecida. Ser criana uma ddiva, e continuar com esprito pueril mgico. Digo isso pois ao longo dos anos vamos nos tornan-do ranzinzas e isso prejudica e muito nossa sade, lembrar tambm de Nossa Senhora lembrar que a F est mais viva do que nunca.

    E para ns caminhoneiros a F que nos mantm firme no dia a dia, difcil ver um companheiro que no tenha isso forte dentro do corao e independen-te de qual linha religiosa ele adote. Na boleia ao longo de jornadas por estra-das por vezes desconhecidas, ele tem a mente em um ser superior que o acom-panha ate seu destino ou no retorno ao lar.

    No poderamos deixar de dar nossos parabns aos PROFESSORES, pois dia 15 foi o dia deles. Ser Professor ou Professora nos dias de hoje um ver-dadeiro sacerdcio, o salrio nos qua-tro cantos do Brasil extremamente

    baixo para tamanha responsabilidade. So eles que ajudam a formar o ser hu-mano de amanh, o profissional. Hoje em dia a PROFISSO DE PROFES-SOR sofre com o baixo interesse de novos adeptos. Mas damos os nossos parabns, nossa eterna gratido aos que resistem na atividade parabns PRO-FESSORES!Estive em Bebedouro acompanhando a 13 Festa do Caminhoneiro organizada pela G A C P. Festa bonita de ver e mui-to bem organizada. Estive tambm em Itaja na 12 Santa Rosa Truck Show bem como em So Marcos na 42 Festa de Nossa Senhora e dos Caminhonei-ros, festas importantes no cenrio na-cional para o caminhoneiro. Participa-mos do Frum Volvo de Segurana no Trnsito 2013, tema de grande e suma importncia.Tambm em Outubro acontece, a cada dois anos, a FENATRAN uma das Fei-ras mais importantes da Amrica Lati-na do Setor de Transportes. Neste ano ela vem com muita fora, pois o mer-cado de Caminhes continua aquecido. Vrias montadoras chegando ao Brasil, com certeza a competitividade vai au-mentar muito e isso muito bom. Voc vai poder ler uma entrevista com um dos grandes nomes do setor, o com-panheiro Urubatan Helou, Diretor da Braspress, que fala sobre a Lei 12.619 bem como assuntos relacionados ao se-tor.Outro assunto foi que o SETCESP lan-ou a CS, uma Central de Servios para

    Sede: Rua Jos Ravetta, 07 - Itapira-SP, CEP 13977-150 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exemplares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor Editorial: Chico da BoleiaEditor Responsvel: Chico da BoleiaCoordenao / RevisoLarissa J. RibertiDiagramaoPamela SouzaSuporte TcnicoMatheus A. MoraesJuliano H. BuzanaConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Larissa J. Riberti (Historiadora) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coor-denadora do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APRO-CAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa

    02 EDITORIAL

    Expediente

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    auxiliar os transportadores a encontra-rem em um nico lugar vrios servios pertinentes a realizao de suas ativi-dades, idia sem duvida de grande im-portncia.E acompanhem nosso boletim dirio sobre o que acontece na estrada no tre-cho s 5:50 de segunda a sbado pela 102,9 FM Radio Cultura Municipal de Amparo seja pelo rdio ou na internet.Bom, companheiros desejo a todos uma excelente leitura e nos vemos pelo trecho, um grande abrao.

    Chico da Boleia

    Orgulho de ser caminhoneiro

  • do frete e no apenas do adiantamento, como tambm deve ser destacado o valor do pedgio.O que tem acontecido que tem sido re-gistrado apenas o valor do adiantamento e o saldo feito o pagamento por fora.Os companheiros devem denunciar esta atitude ANTT, pois ela a agncia re-guladora que deve punir quem no estiver utilizando o sistema corretamente.Durante a operao, deve-se emitir o CIOT com o registro do valor total do frete, de-finindo quanto o adiantamento e quanto o saldo, e quanto o valor do pedgio.Se no fizer desta forma est errado. E deve ser denunciado.Quanto a falta do pagamento do saldo, voc deve recorrer a entidade sindical de sua base territorial, e denunciar a empresa a ANTT.

    Chico da Boleia

    Orgulho de ser caminhoneiro

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    Sede: Rua Jos Ravetta, 07 - Itapira-SP, CEP 13977-150 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exemplares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor Editorial: Chico da BoleiaEditor Responsvel: Chico da BoleiaCoordenao / RevisoLarissa J. RibertiDiagramaoPamela SouzaSuporte TcnicoMatheus A. MoraesJuliano H. BuzanaConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Larissa J. Riberti (Historiadora) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coor-denadora do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APRO-CAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa

    Chico da Boleia responde

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAPAPO DE BOLEIA 03

    No dia 26 de setembro, Chico da Boleia esteve presente no SETCESP (Sindicato Estadual das Transportadoras de Cargas do Estado de So Paulo). A entidade realizou mais um encontro com seus associados no intuito de trocar experincias e aprofundar conhecimentos de acordo com os desafios colocados pelo momento atual do setor. O Sindicato, que j tem uma antiga preocupao com a formao e o desenvolvimento tcnico de seus afiliados, promoveu o Workshop no intuito de reunir discusses, abordagens e solues para os desafios logsticos do pas. Estiveram presentes mais de 200 associados, empresrios, profissionais da logstica, especialistas e mantenedores para debates sobre o papel do transporte e suas regulaes para a cadeia de suprimentos. Nesta ocasio, foram ministradas Palestras sobre a logstica e a infraestrutura no Brasil. O professor de

    Ps-Graduao na Fundao Vanzolini/USP, Fabiano Gandini Stringher, apresentou uma palestra com a temtica Logstica no Brasil que Professor. Outro importante tema tratado foi o das diversas aplicaes da logstica em ramos da economia brasileira, abordado por Kendi Sakamoto que possui mais de quarenta anos na rea. A palestra o Transporte no processo logstico foi ministrada pelo Senhor J.G. Vantine, pioneiro na rea de logstica no Brasil, que discutiu qual o papel das transportadoras na ampla cadeia logstica. O empresrio Marcelo Patrus, presidente da Patrus Transportes falou sobre Transporte e sustentabilidade, palestra na qual foram apresentadas solues para otimizar o transporte sem agredir o meio ambiente. O empresrio Urubatan Helou, Presidente do Grupo Braspress, falou sobre a viso empresarial do impacto operacional gerado pela Lei 12.619.

    Ol Chico, tudo bom? Algum tempo atrs passei por uma si-tuao que me deixou com um p atrs com esse negocio de CIOT (CODIGO DE IDENTIFICAA DE OPERAO DE TRANSPORTE). Carreguei para uma em-presa que efetuou o CIOT, mas a mesma no me pagou o saldo do frete. A fui re-correr ANTT que me informou que eles apenas fizeram a regra e que no podiam fazer nada em relao a este pagamento.No fim tive que dar um jeito de resolver eu mesmo a situao.Agora que vem minha duvida Chico, como o CIOT pode garantir o recebimento do meu frete?A quem recorrer se a empresa embarcado-ra no me pagar?

    Bom Companheiro! O CIOT (CODIGO DE IDENTIFICA-O DE OPERAO DE TRANSPOR-TE) um documento legal que confirma que voc fez o frete. Sendo um documento legal ele usado como prova para cobrar possveis inadimplncias.O grande problema que certas empresas esto usando de m f ou por falta total de conhecimento do sistema, pois na opera-o deve ser feito o registro do valor total

    Sem dvida todos os temas so de grande importncia, e mostram uma preocupao do setor empresarial em qualificar seus profissionais com troca de experincias com grandes estudiosos e profissionais de renome. Na coletiva de imprensa foram apresentadas novas abordagens em matria de transporte e logstica. Para os especialistas, a mdia vista como uma tima aliada do setor em divulgar informaes, estatsticas e tambm as transformaes do transporte rodovirio de cargas no Brasil. O transporte parte vital da logstica e precisamos ter estes temas sempre atu-alizados aqui na nossa entidade. Este o principal motivo da realizao deste evento, que traz a reunio de muitos assuntos importantes para as nossas empresas e a oportunidade de conhe-cermos mais de perto os produtos e servios de qualidade que os associa-dos mantenedores do SETCESP ofere-cem, disse o presidente Manoel Sousa

    Lima Jr., na abertura do Workshop. Durante os debates o tema que gerou maior participao dos presentes foi a Lei 12.619. notvel o interesse no assunto e as dvidas ainda so muitas. Isso mostra que ainda muita gua vai passar de baixo da ponte at que este tema chegue a um denominador comum, se que isso possvel.O evento foi realizado na sede do SETCESP que ainda contou com expositores de servios e produtos pata o setor. Chico da Boleia apoia estas oficinas, pois quanto mais o setor se profissionalizar, mais toda a cadeia envolvida ganha.

    Redao Chico da Boleia

    SETCESP realiza workshop sobre transporte e logstica em So Paulo

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    CHICO DA BOLEIA04 FIQUE POR DENTRO

    No dia 24 de setembro, a Volvo do Brasil realizou, no Hotel Renaissance em So Paulo, o Seminrio Volvo de Tecnologias de Segurana e Comportamento Seguro. O objetivo do evento foi discutir novas tecnologias e aplicaes para a segurana no trnsito e tambm falar sobre o comportamento dos motoristas. O diretor de segurana da Volvo Trucks Corporation, o sueco Carl-Johan Almqvist, falou sobre as tecnologias lanadas recentemente para aumentar ainda mais a segurana nos caminhes e que em breve se tornaro exigncias legais na Europa. Um dos maiores especialistas do mundo neste segmento, Almqvist abordou ainda o que os pesquisadores do Grupo Volvo esto projetando para o futuro neste segmento. Chico da Boleia esteve presente no evento e conversou com Pedro Corra, consultor para assuntos de seguran-a da Volvo. Para Pedro, o tema tem avanado aos poucos. preciso en-tender que o veculo est evoluindo a cada momento. Os caminhes que es-to sendo produzidos, oferecem outra perspectiva de desenvolvimento para o setor. Mas ao mesmo tempo ns ve-mos que em outras reas ainda estamos caminhando a passos lentos, explicou Corra.Para o consultor, nosso maior proble-ma est no que ele chama de sensibi-lidade para algumas questes de se-gurana no trnsito. Existem algumas empresas que j esto se adequando e se transformando no que diz respeito questo rodoviria, mas num nvel infi-nitamente pequeno para a necessidade

    do pas, avaliou Corra. Durante o Seminrio foi distribudo o livro Cultura de Segurana no Trnsi-to: o caso dos brasileiros, lanado pela Volvo. Diante das dificuldades em en-contrar parceiros que apoiem a causa, Pedro Corra expressou que existe fal-ta de vontade poltica para disseminar uma cultura de segurana no trnsito no Brasil. O consultor tambm frisou que o papel das lideranas do setor tambm tem sido inexpressivo neste sentido. Ns temos dvidas quanto as grandes intenes de realmente acelerar esse passo para tornar o trnsito rodovirio mais seguro, expressou Corra. A pesquisadora brasileira Nereide Tolentino, especialista em desenvolvimento comportamental, abordou os resultados de uma pesquisa sobre o perfil do motorista brasileiro. Ela divulgou uma srie de informaes sobre a categoria, algumas delas preocupantes, como, por exemplo, o fato de mais de 80% dos motoristas indicarem que no gostariam que seus filhos fossem caminhoneiros, por causa da solido e riscos da atividade, entre outros motivos.Em entrevista com Chico da Boleia, Nereide explicou que sua pesquisa ouviu aos motoristas de caminho diretamente para entender como eles veem a prpria profisso. De acordo com a pesquisadora a primeira grande demanda dos caminhoneiros a proximidade com a famlia, ou seja, ter uma melhor qualidade de vida, ver os filhos crescerem, etc. Depois, em outras colocaes, vem a demanda por uma melhor remunerao. Nereide Tolentino ainda explicou que a faixa de idade dos profissionais

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    Seminrio promovido pela Volvo debate tecnologias de segurana e comportamento no trnsito

    que participaram da pesquisa era de mais de 30 anos, o que significa que a remunerao desse grupo j est mais estabilizada por conta dos anos em que os motoristas se encontram na atividade.A segunda questo abordada na pesquisa foi o tempo das viagens. Mais de 50% das viagens feitas por esses profissionais tem mais de 16 dias. Isto representa quase um ms longe da famlia. Ento, o caminhoneiro no tem lazer, porque a cada lugar que ele vai ele encontra com grupos diferentes, explicou Nereide abordando ainda que os motoristas tem um convvio muito pobre com a casa e com a famlia. Tal estudo apontou para o fato de que a solido a principal caracterstica da profisso. Nereide Tolentino ainda ressaltou que a mdia atual muito responsvel pela degradao da profisso, pois mostra s as notcias negativas, dando a entender que o nmero de acidentes envolvendo caminhoneiros percentualmente

    maior do que outros tipos, o que, estatisticamente no correto.Todos os dias a mdia relata situaes de acidentes ou atitudes inadequadas de caminhoneiros. As coisas boas que o caminhoneiro faz, os relacionamentos que ele constri a partir da profisso, o dia a dia, a cultura, ou seja, as coisas pessoais, de vida, nunca so mostradas pela mdia, expressou Nereide. A pesquisadora tambm falou sobre o projeto Transformar que consiste em um programa de treinamento de motoristas baseado no gerenciamento de riscos da viagem e no cotidiano do caminhoneiro. Desenvolvido pelo Grupo Volvo Amrica Latina, o programa tem contribudo para as empresas diminurem o nmero de acidentes com caminhes, tornando mais seguras a profisso e tambm as estradas.

    Redao Chico da Boleia

    Na foto, os participantes do painel: J. Pedro Corra, consultor do PVST, Flvio Benatti, Presidente da NTC & Logstica, Martin Bodewig, da Roland Berger Strategy and Consultants e Rogrio Bonilha, do Instituto Bonilha de Pesquisa de Opinio Pblica - Foto: Pamela Souza

    Credenciamento - Foto: Pamela Souza

    Rogrio Bonilha, do Instituto Bonilha de Pesquisa de Opinio Pblica - Foto: Pamela Souza

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAFIQUE POR DENTRO 05

    Bebedouro est localizada a 385 km de So Paulo e a cidade j foi importante para a citricultura. Hoje, os servios e comrcio que do o tom da economia local. Ao longo do tempo a bela Bebedouro vem se transformando em um centro logstico e com isso abrigando grandes transportadoras e um numero crescente de caminhoneiros e carreteiros.No toa que h 13 anos era semeada a 1 Festa do Caminhoneiro da cidade, que comeou pequena. Mas com muita garra e determinao, o pioneiro da ideia, Wilson Rodrigues, incentivado pelo proco de seu bairro recorda que depois de conversar com algumas pessoas recebeu inmeros baldes de gua fria. Aps 13 anos a festa se tornou referncia na regio como uma grande Festa.A Festa no s de confraternizao entre os caminhoneiros, ela tambm de solidariedade com as entidades so-ciais do municpio. Toda a verba arre-cadada aps deduzir os custos dividi-

    da entre entidades como Lar do Idoso, o Grupo ArtSol (Arte e Solidariedade), a Appret (Associao Protetora dos Pacientes Renais e Transplantados) de Bebedouro e Regio e a Profac (Pro-moo do Fraterno Auxlio Cristo).Eu mesmo pude testemunhar como a Festa movimenta a cidade e a regio. O envolvimento da comunidade algo que d gosto de ver. Quase a totalidade dos que trabalham no evento so voluntrios. O Prefeito Fernando Galvo Moura se fez presente nos trs dias da Festa. Tambm passaram pelo evento o Deputado Federal Paulo Pereira da Silva, o Deputado Estadual Gilson de Souza, o Prefeito de Monte Azul Paulista Paulo Srgio David, alm dos vereadores da cidade. A Presena de pblico foi enorme, mais de 8 mil pessoas por noite em uma fes-ta muito bem organizada, mesmo com chuva no sbado a noite e no domingo pela manh ela continuou com seu bri-lho.Houve tambm um grande nmero

    de expositores, e inmeras barracas de alimentao, uma tortura para quem acabou de iniciar um regime como eu.O Grupo de Amigos do Carga Pesada, que so responsveis pela organizao do evento j prevem para o ano que vem um espao maior, pois o local atual ficou pequeno. Segundo o Prefeito, o municpio vai ajudar ainda mais nas prximas edies. Essa festa ficou muito grande para um local pequeno e queremos crescer. A minha inteno colaborar com a parceria para que nos prximos anos ns possamos realizar as prximas festas no Centro de Exposies daqui de Bebedouro, fortaleceu o Prefeito Fernando Galvo Moura. Os amigos de Bebedouro so destemidos, pois querem disputar com Itabaiana SE, Tabuleiro do Norte CE, Iconha ES, So Marcos RS, Guarulhos SP e Aparecida do Norte SP, o posto de maior festa de Caminhoneiro do Brasil.Um dos momentos fortes a procisso de caminhes. Se no passado eu disse que nunca vi nada igual de Itabaiana, a de Bebedouro est no caminho de ser uma das grandes. Mesmo com

    chuva o nmero de caminhes era de perder de vista. Antes da procisso um momento de reflexo, a Missa mostra como a religiosidade forte entre ns, caminhoneiros.Segundo Vanderlan, coordenador da festa, o nmero de pessoas que passaram pelo recinto do evento foi de mais de 30 mil pessoas. Para o organizador o futuro aguarda grandes desafios para a equipe que prepara o evento. O que eu avalio de positivo foi a mudana que fez com que a Festa fizesse parte do calendrio do municpio. Ns tivemos os expositores montando seus estandes com mais intensidade e ansiedade pelo evento. Isso nos engrandeceu, fez com que ganhssemos a confiana das nossas autoridades e aumentou a nossa responsabilidade de pensar na prxima Festa para 2014, avaliou Vanderlan.

    Chico da Boleia

    13 FESTA DO CAMINHONEIRO DE BEBEDOUROmaior do que outros tipos, o que, estatisticamente no correto.Todos os dias a mdia relata situaes de acidentes ou atitudes inadequadas de caminhoneiros. As coisas boas que o caminhoneiro faz, os relacionamentos que ele constri a partir da profisso, o dia a dia, a cultura, ou seja, as coisas pessoais, de vida, nunca so mostradas pela mdia, expressou Nereide. A pesquisadora tambm falou sobre o projeto Transformar que consiste em um programa de treinamento de motoristas baseado no gerenciamento de riscos da viagem e no cotidiano do caminhoneiro. Desenvolvido pelo Grupo Volvo Amrica Latina, o programa tem contribudo para as empresas diminurem o nmero de acidentes com caminhes, tornando mais seguras a profisso e tambm as estradas.

    Redao Chico da Boleia

    Credenciamento - Foto: Pamela Souza

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA06 FIQUE POR DENTRO

    Entre os dias 04 e 06 de outubro acon-teceu a maior feira de negcios do transporte rodovirio de cargas do Sul do pas. A 12 edio do SANTA ROSA TRUCK SHOW foi realizada no Posto Itaja em Santa Catarina e nosso com-panheiro, Chico da Boleia, esteve pre-sente no tradicional evento. A Festa aconteceu num grande polo lo-gstico da regio Sul, com o intuito de estabelecer uma maior integrao entre as empresas do segmento de cargas e a categoria estradeira.Em sua ampla estrutura, a Santa Rosa Truck Show oferece acesso s novida-des do setor, informao, entretenimen-to, exposio de produtos, acessrios, implementos, alm de palestras, treina-mentos e test-drive dos mais recentes modelos de caminhes.

    Promovida pelo Grupo Tudo em Trans-porte, a festa reuniu um grande pblico, visando promover aes de relaciona-mento e ampliar o contato do cami-nhoneiro com os produtos e servios voltados ao setor de cargas. Dentre as atividades realizadas nesta edio o pblico fez test drives em caminhes, treinamentos, teve acesso a aes de sade, palestras e conferiu as reunies com empresrios e especialistas do se-tor.

    Na cerimnia oficial de abertura estive-ram presentes convidados, dentre eles representantes do governo municipal, entidades do setor, imprensa, exposi-tores e empresrios. O coordenador Orivaldo Quatrini abriu oficialmente o evento frisando a importncia de rea-lizar esses encontros entre vrios pro-fissionais do setor rodovirio de cargas e promover a conscientizao da cate-

    goria. O ciclo de palestras, realizado no au-ditrio da NTC&Logstica, abordou temas importantes como a mobilidade urbana, o mercado de transporte rodo-virio de cargas no Brasil, segurana nas estradas e questes relacionada a sade do motorista. Dentre os pales-trantes estavam especialistas, membros da Polcia Rodoviria, empresrios do setor e representantes da rea da sade. Alm disso, foram realizados mais de 500 testes de pilotagem proporciona-dos por 3 montadoras diferentes, a chi-nesa Sachman, a MAN Latin America e a Ford Caminhes.

    Para Chico da Boleia, esse tipo de even-to mostra a preocupao em oferecer para o caminhoneiro no s diverso, mas tambm informao de qualidade. Num evento como o Santa Rosa Tru-ck Show, os companheiros caminho-neiros e carreteiros ficam sabendo das novidades do setor, aprendem com as palestras, fecham negcios e ainda po-dem passar um tempo com a famlia, afirmou Chico da Boleia frisando que o evento se torna cada vez mais grandio-so a cada ano que passa.

    O SANTA ROSA TRUCK SHOW uma realizao da TT Editora (Revista Caminhoneiro), conta com o apoio dos Cowboys do Asfalto e da SIM Rede de Postos, e segue a tradio dos de-mais eventos promovidos pela empre-sa: reunir um grande pblico e promo-ver aes de relacionamento.

    Redao Chico da Boleia

    Veja mais fotos no site:

    www.chicodaboleia.com.br

    Visitantes da feira puderam conferir os principais produtos da marca, alm de participar das tradicionais gincanas e brincadeiras no estande da empresa.

    Empresa especializada em solues para gesto de risco e logstica, tele-metria, gesto de frotas e bens mveis no Brasil, apresentou produtos e mo-dalidades de servios direcionados a profissionais autnomos que desejam aumentar sua capacidade de frete e se-gurana e tambm para transportadores que necessitam gerenciar e monitorar sua frota. Alm disso, um dos suces-sos da Sascar na 12 Santa Rosa Tru-ck Show foi as tradicionais gincanas e brincadeiras dirigidas aos participantes.

    Sobre a SascarCom 14 anos de atuao e pioneirismo no mercado nacional, a Sascar uma empresa especializada em solues para gesto das operaes de trans-portes, permitindo que as empresas se preparem para enfrentar os desafios as-sociados gesto e aumento da produ-tividade.Intuitivas e fceis de usar, as solues Sascar fornecem aos gestores de trans-porte, em tempo real, via web ou smar-tphones, o monitoramento dos vecu-los. O acompanhamento dos trajetos e rotas, do consumo de combustvel, ve-locidade, quilometragem, entre outras aes, possibilita a reduo dos custos operacionais, aumento de produtivida-de e lucratividade.Adquirida pela GP Investments em maro de 2011, a Sascar a nica em-presa no segmento a operar com tecno-logia GSM/GPS, via Satlite e Rdio Frequncia.Atualmente a Sascar conta com mais de

    230 mil veculos ativos e rastreados em sua base. Possui estrutura de instalao e assistncia tcnica com 230 repre-sentantes e a maior equipe comercial prpria do segmento em todo o Brasil. Atendimento via Call Center 24 horas por dia, sete dias por semana e ainda a convenincia do autoatendimento dis-ponvel no Portal de Servios.

    Redao Chico da Boleia

    Chico da Boleia confere a 12 Santa Rosa Truck Show Sascar marca presena na 12 Santa Rosa Truck Show

    Stand Sascar - Foto: Chico da Boleia

    Foto: Chico da Boleia

    Foto: Chico da Boleia

    Foto: Chico da BoleiaFoto: Chico da Boleia

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 07GALERIA

    Foto: Chico da Boleia

    13 FESTA DO CAMINHONEIRO DE BEBEDOURO PARA A COMISSO ORGANIZADORA, O EVENTO SUPEROU AS EXPECTATIVAS EM TERMOS DE PBLICO.

    230 mil veculos ativos e rastreados em sua base. Possui estrutura de instalao e assistncia tcnica com 230 repre-sentantes e a maior equipe comercial prpria do segmento em todo o Brasil. Atendimento via Call Center 24 horas por dia, sete dias por semana e ainda a convenincia do autoatendimento dis-ponvel no Portal de Servios.

    Redao Chico da Boleia

    Stand Sascar - Foto: Chico da Boleia

    Foto: Chico da Boleia

    Foto: Jorge Ceccato

    Foto: Jorge Ceccato Foto: Jorge Ceccato

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA08 REPORTAGEM

    A nossa Festa representa muito para a regio e para to-dos os transportadores porque aqui onde se comercializa todos os veculos.

    Arizoli Macedo

    Realizada anualmente na cidade de So Marcos, a Festa de Nossa Senhora Aparecida e dos Motoristas uma das mais importantes da regio sul do pas. Neste ano, a 42 edio do evento foi realizada entre os dias 11 e 13 de ou-tubro em meio as belas paisagens da Serra Gacha e numa regio tambm conhecida como a terra do caminho-neiro.Criada em 1972, a Festa de So Mar-cos se consolidou neste ano como um dos maiores encontros de empresas do setor de transporte e implementos ro-dovirios da regio. Lugar de negcios e diverso, a edio 2013 contou com diversos expositores, grandes marcas e um pblico participativo. Foram apresentados produtos, lana-mentos, servios e novidades para o dia a dia dos transportadores e cami-nhoneiros. A Festa contou com mais de 60 expositores, bem como milhares de visitantes conferindo as novidades e atraes.Chico da Boleia esteve no Parque Es-portivo Albino Ruaro onde a Asso-ciao dos Motoristas de So Marcos promoveu o evento. Nosso companhei-ro do trecho conversou com Arizoli Macedo, presidente da Associao dos Motoristas de So Marcos e tambm com o Padre Possamai. Confira na n-tegra as entrevistas.

    Entrevista com Arizoli Macedo, Presidente da Associao dos Mo-

    toristas de So Marcos.

    Chico da Boleia: A Associao dos Motoristas de So Marcos a mais tradicional aqui no Rio Grande do Sul e possui 42 anos de histria. Arizoli, quando a Associao comeou? Arizoli Macedo: Nossa Associao foi fundada em 1980, ento hoje ela

    tem 33 anos. Mas ela comeou antes por causa da Igreja daqui. Depois um grupo de motoristas iniciou sua funda-o e hoje promovemos uma das maio-res Festas do Rio Grande do Sul. Chico da Boleia: Qual foi a motivao para se criar a Associao dos Motoris-tas de So Marcos? Arizoli Macedo: Quando a Associa-o comeou, foi a expresso de um apego muito grande a Nossa Senhora Aparecida. Como eu te falei, foi uma iniciativa de alguns motoristas porque naquela poca estavam acontecendo muitos acidentes pelas estradas. Ento esse grupo resolveu ir at a cidade de Aparecida do Norte e trouxeram de l uma imagem de Nossa Senhora Apare-cida. Foram todos recebidos com festa e foi esse apego f que nos fez dimi-nuir os acidentes na estrada. At hoje temos essa abenoada Nossa Senhora que nos protege e evita que muitos aci-dentes aconteam.

    Chico da Boleia: Alm da Festa, que o ponto alto das atividades, o que a Associao faz pelo caminhoneiro ao longo do ano? Arizoli Macedo: Voc sabe que os ca-minhoneiros hoje, devido economia do pas, passam muito pouco tempo em casa. Mas para os familiares ns temos rea de lazer com piscinas. E durante o ano trazemos palestras e informaes, principalmente no Dia do Motorista, que na metade do ano. Chico da Boleia: Conta um pouco pra gente do novo projeto que vocs esto idealizando para o prximo ano.

    Arizoli Macedo: O projeto que temos em funo do caminhoneiro, porque nossa cidade gira em torno dele. Ele uma continuao de um outro projeto que foi criado j pelo falecido Valrio Buzin, que era uma escola para moto-rista que h cinco, seis anos atrs, ele tinha implementado. Ento, ns preten-demos montar uma escola para moto-ristas, para que eles possam fazer reci-clagens e ter aulas pedaggicas. Vrias empresas maiores e marcas como Sca-nia, Mercedes-Benz, Ford Caminhes, Volkswagen esto dando um apoio muito grande pra gente. E essa esco-la abranger toda a regio nordeste de Porto Alegre, o que significa de 10 a 15 cidades. E nos apoiam tambm pela confiana que tem em nossa Associa-o que hoje possui uma mdia de 1700 scios e atravs disso teremos um n-mero de pessoas bom. Como eu j dis-se, tambm temos um projeto chamado Crescimento que direcionado para os filhos de caminhoneiros e para as

    crianas da nossa cidade. Ento quere-mos direcionar essas crianas para que elas j cresam pensando no caminho. Chico da Boleia: Qual a expectativa de pblico para a Festa de So Marcos deste ano? Arizoli Macedo: Com certeza vamos superar o ano passado. No temos pro-babilidade de chuvas ento eu acho que chegaremos ao nmero de 50 mil pes-soas. Chico da Boleia: O que representa a Festa de So Marcos para a regio onde ela realizada? Arizoli Macedo: A nossa Festa repre-

    senta muito para a regio e para todos os transportadores porque aqui onde se comercializa todos os veculos. Ns estamos com todos os setores de pe-as na Festa, ento no somos mais s uma Feira de implementos rodovirios. Viramos uma Festa de peas de repo-sio. Temos mais de 20 empresas ex-pondo seus produtos para o Brasil in-teiro. Para voc ter uma ideia hoje ns estamos com todo o pessoal da Scania, da fbrica, os diretores. O sorteio do nosso consorcio, por exemplo, est sendo transmitido para o Brasil todo. Existem 72 empresas de pequeno, m-dio e grande porte expondo na nossa Festa o que a faz uma tima oportuni-dade para todos os segmentos. Temos aqui a Volkswagen com novidades, tem um caminho MAN sendo lanado, a Ford est lanando um caminho trator antes de ir a Fenatran. Chico da Boleia: E falando das coisas que marcam a Festa, como, por exem-plo, a contribuio entre amigos uma

    iniciativa que tem como prmio um belo cami-nho, tem implementos e outras coisas. Os nmeros dos prmios sorteados so vendidos em todo territ-rio nacional? Arizoli Macedo: Sim, a contribuio entre amigos

    vendida no Brasil todo. Mas, 70% da contribuio entre amigos comprada pelo pessoal de So Marcos. Chico da Boleia: Mas espera um pou-co, quantos habitantes tem So Mar-cos? Arizoli Macedo: Vinte e cinco mil. Chico da Boleia: E voc me disse que so vendidos quantos nmeros da con-tribuio entre amigos? Arizoli Macedo: Colocamos a venda 93 mil nmeros e, por incrvel que pa-rea 70% dos nmeros foram vendidos aqui em So Marcos.

    Tradicional Festa do Caminhoneiro de So Marcos atrao dos gachos em outubro

    Fotos: Chico da Boleia

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 09REPORTAGEMO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA

    senta muito para a regio e para todos os transportadores porque aqui onde se comercializa todos os veculos. Ns estamos com todos os setores de pe-as na Festa, ento no somos mais s uma Feira de implementos rodovirios. Viramos uma Festa de peas de repo-sio. Temos mais de 20 empresas ex-pondo seus produtos para o Brasil in-teiro. Para voc ter uma ideia hoje ns estamos com todo o pessoal da Scania, da fbrica, os diretores. O sorteio do nosso consorcio, por exemplo, est sendo transmitido para o Brasil todo. Existem 72 empresas de pequeno, m-dio e grande porte expondo na nossa Festa o que a faz uma tima oportuni-dade para todos os segmentos. Temos aqui a Volkswagen com novidades, tem um caminho MAN sendo lanado, a Ford est lanando um caminho trator antes de ir a Fenatran. Chico da Boleia: E falando das coisas que marcam a Festa, como, por exem-plo, a contribuio entre amigos uma

    iniciativa que tem como prmio um belo cami-nho, tem implementos e outras coisas. Os nmeros dos prmios sorteados so vendidos em todo territ-rio nacional? Arizoli Macedo: Sim, a contribuio entre amigos

    vendida no Brasil todo. Mas, 70% da contribuio entre amigos comprada pelo pessoal de So Marcos. Chico da Boleia: Mas espera um pou-co, quantos habitantes tem So Mar-cos? Arizoli Macedo: Vinte e cinco mil. Chico da Boleia: E voc me disse que so vendidos quantos nmeros da con-tribuio entre amigos? Arizoli Macedo: Colocamos a venda 93 mil nmeros e, por incrvel que pa-rea 70% dos nmeros foram vendidos aqui em So Marcos.

    Chico da Boleia: Os somarquenses acreditam mesmo. Arizoli Macedo: O somarquense compra por dois motivos. Primeiro por-que ele tem f que vai ganhar e segundo porque ele sabe que o clube necessita desse apoio para sobreviver e continuar realizando suas atividades. A nossa co-munidade muito unida em torno da Associao. Como eu disse, nossa ci-dade tem somente 25 mil habitantes. Mas todos ajudam. Eu agradeo muito populao de So Marcos. Chico da Boleia: Voc est me presen-teando aqui com um livro chamado A histria do caminhoneiro de So Mar-cos. E quem escreveu foi o Padre Os-car Possamai. Qual o envolvimento da Igreja na histria da Associao? Arizoli Macedo: A Associao foi criada justamente por causa da Igreja. Juntamos a parte religiosa com a parte dos caminhoneiros. Por isso que hoje a Associao tem 42 anos. O pessoal vem pra Festa por causa da f que tem em Nossa Senhora Aparecida. Chico da Boleia: E agora para encer-rar, qual o recado que voc manda para os companheiros caminhoneiros. Arizoli Macedo: O que eu tenho para passar para os nossos amigos da estrada que temos que ter muita f. Porque o que nos preocupa muito que nosso lado poltico no tem dado muita aten-o pra ns. Ns temos uma paixo muito grande pelo caminho e o que eu passo para os meus amigos e tambm para todos os caminhoneiros do Brasil que tenhamos f. E para irmos com calma, trabalharmos tranquilo. Eu acre-dito que, mesmo com as adversidades nossa profisso, com todas essas leis que to surgindo, com certeza algo bom vir para ns.

    Entrevista com Padre Osmar Pos-samai, autor do livro A histria

    do caminhoneiro de So Marcos

    Chico da Boleia: Padre, o Senhor es-creveu um livro chamado A histria do caminhoneiro de So Marcos, e historiador e escritor. Como foi a ex-perincia de escrever um livro voltado para o caminhoneiro. Padre Osmar Possamai: Minha pri-meira experincia com os caminho-neiros foi justamente quando eu fui recm-ordenado Sacerdote para uma

    Parquia onde o mundo do trabalho es-tava todo voltado para o transporte. claro que ento ns passamos a fazer um trabalho com aqueles que passam quase o ano todo longe do seu lar e da comunidade. A partir da que ns co-meamos a pensar numa organizao. Foi numa das Festas que aconteceu em 1972 aonde alguns festeiros vieram e disseram: Diante do volume to gran-de de motoristas acidentados e mortos, o que poderamos fazer para que tives-se uma conscincia mais crist e de fraternidade?. E dialogando com eles sugeriram que poderiam trazer a ima-gem de Nossa Senhora Aparecida ao menos para passar um dia na Festa. claro que a partir do pedido, conversa-mos sobre a possibilidade deles terem aqui uma imagem fac-smile, bem se-melhante quela que est em Aparecida

    do Norte. E foi assim que no comeo de 1972 sur-giu a iniciativa de ir at Aparecida do Norte. Eu tambm estive l e entrando em contato com os Padres Redentoris-tas eles deram a sugesto de entregar uma imagem bem igualzinha aquela que est l no Santurio. E eles nos ce-deram tambm o manto e a Coroa. En-to os motoristas ficaram vibrantes que j comearam a se organizar - porque antes eles tinham uma Festa mas era um evento social e foram buscar esta imagem que era to desejada. Quando no dia 29 de outubro de 1972 a imagem veio para esta cidade, ela parou uma noite na cidade de Vacaria e a Catedral teve que ficar aberta uma noite toda, de tantos devotos que encheram a Igreja. E de l vieram todos os caminhoneiros acompanhando a imagem que o espao se tornou pequeno para tantos cami-nhes e devotos. A iniciamos um trabalho de conscien-tizao e nossas pregaes eram todos nesse sentido de ter paz na estrada, fraternidade, ajudar, ser um irmo de outros irmos, que ningum deixasse ningum mau na estrada. Ento a plan-tamos um esprito de ajuda. E de l pra c so raros os acidentes com mortes. Tambm realizamos um trabalho de conscientizao com palestras e encon-

    tros com os motoristas para conscienti-zar a classe que no precisa fazer tudo num dia, que dirijam devagar e que possam retornar aos seus destinos so e salvos. Chico da Boleia: Como o Senhor in-terpreta o fato de que a categoria do caminhoneiro tem um vnculo muito grande com a religiosidade? Padre Osmar Possamai: O motoris-ta tambm tem corao e um corao muito sensvel, mais do que a gente imagina. Ele tambm sabe o que signi-ficam as dores que ele j viu ao longo das estradas. Dependendo do local onde estejam sempre invocam a interseo. Ou seja, pedir a um Santo a algum que j deu testemunho de cristandade e que a Igreja j colocou como exemplo de Santidade que viesse ento interceder a Deus, por ns. Eu costumo dizer que as

    primeiras oraes que fao no dia so pelo meu pai e minha me porque eu tenho certeza absoluta que esto junto de Deus. Que eles intercedam pelo seu filho que realiza o trabalho de Padre e para que a gente acerte nas decises. Ento a intercesso sempre por Deus, luz, proteo, graa. Que tenha carida-de e fraternidade na estrada. Inclusive uma vez eu estava indo de nibus para uma cidade que fica h 300 quilmetros de Braslia e vi um cami-nho tombando. Fui o primeiro que sal-tou do nibus e fui correndo. Vi que a placa era de So Marcos, aqui da nossa terra e eu fiquei muito impressionado quando eu cheguei, abri a porta do ca-minho tombado e perguntei se o moto-rista estava machucado, se havia mais algum e ele respondeu: No, no. Eu estou sozinho. Eu e Deus. De repen-te ele parou e disse: Mas meu Deus, porque que voc me deixou dormir?. Quer dizer, est no corao e na alma esse pedido de proteo a Deus. Aqui os prprios motoristas na hora da Ave Maria as 18 horas eles rezam uma hora. Eles ficam com o tero, o outro para pra ler a Bblia para que Deus seja nos-so caminho e proteo. Ento esse foi o clima criado aqui e que se existisse entre todo mundo que dirige um carro de ter a conscincia de que o outro que

    Tradicional Festa do Caminhoneiro de So Marcos atrao dos gachos em outubro

    Tambm realizamos um trabalho de conscientizao com palestras e encontros com os motoristas para conscientizar a classe.

    Padre Osmar Possamai

    est na estrada um irmo, que uma criana dentro de outro carro no ha-veria tanto choro no nosso Brasil. Chico da Boleia: Sabemos que na Igreja temos vrias pastorais. Seria utopia pensar em ter uma pastoral do caminhoneiro? Padre Osmar Possamai: Ns j esta-mos aguardando para hoje ou amanh a Pastoral Rodoviria que acompanha os nossos motoristas ao longo de todas as rodovias no Brasil. Vir o Padre Miguel e tambm outro Padre. Todos os anos eles vem para darmos uma conscien-tizao e ocupar esse momento para uma mensagem de esperana e f. Com esses sacerdotes ns nos comunicamos sempre e eles fazem ao longo das rodo-vias, missas onde do orientaes e isso tudo veio somar no apenas aqui em So Marcos. Ns temos uma Congre-

    gao de Vicentinos que esto no seu caminho e rezam uma missa nos pos-tos e isso deu para os mo-toristas uma conscincia. A nossa Festa tambm uma Pastoral para os mo-toristas e seus familiares. Chico da Boleia: Padre,

    o Senhor pode mandar uma mensagem para os amigos caminhoneiros e carre-teiros? Padre Osmar Possamai: O Jornal Chico da Boleia eu j tenho folheado muitas vezes. E quero dizer a eles que tudo aquilo que se refere a um bom ar-gumento para ter notcias e ter tambm orientaes, para bem se conduzirem atravs das rodovias que eles no dei-xem de participar nas leituras e tambm nos comunicados que so dados. Por-que eu sei que noticiam de tudo, mas tem tambm orientao de atitudes que o motorista deve exercer durante o seu trabalho. Ento dizer para todos os mo-toristas que vocs continuem fazendo um belo trabalho que sempre para reduzir as lgrimas que ns ainda no conseguimos extinguir porque alguns ainda no receberam as orientaes que deveriam. Vocs esto somando, junto com o religioso, aquilo que to im-portante para termos uma viagem em paz. Parabns pelo trabalho que reali-zam.

    Transcrio Larissa Jacheta Riberti

    Redao Chico da Boleia

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA10 ESPORTES

    Rgis Boessio vence e assume vice-liderana do campeonato brasileiro

    Uma das corridas com maior nmero de troca de posio dos ltimos anos marcou a vitria de Rgis Boessio na oitava etapa do Campeonato Brasileiro de Frmula Truck. nico representante do Rio Grande do Sul na categoria, o piloto da ABF Desenvolvimento Team foi saudado com uma grande festa pe-los mais de 40 mil torcedores gachos que acompanharam o Grande Prmio Aurlio Batista Flix em Guapor (RS). No pdio tambm estiveram Fe-lipe Giaffone em segundo lugar, Beto Monteiro em terceiro, Djalma Fogaa em quarto e Andr Marques em quinto. Chico da Boleia esteve em Guapor e conversou com alguns dos pilotos. Em entrevista, o campeo da etapa, Rgias Boessio, ressaltou que a largada mo-mento mais tenso da corrida, pois no se sabe o que ir acontecer na primeira curva. Aqui em Guapor muito f-cil bater, os caminhes so rpidos e os pilotos agressivos. Ento decidi que a melhor estratgia era seguir o peloto

    na quinta colocao em que estava. O Fogaa chegou muito rpido e no ti-nha como eu segur-lo. Mas eu sabia que a prova tinha uma hora e o impor-tante estava por vir, frisou Boessio.

    A vitria do gacho deu ao piloto uma nova chanca para a prxima etapa de Curitiba, pois agora ele est na vice-li-derana do campeonato brasileiro. Para Boessio, no entanto, preciso conside-rar que o primeiro colocado da tabela, Beto Monteiro, tem uma grande vanta-gem de 28 pontos.

    Chegar em Curitiba e terminar na frente do Beto Monteiro uma meta para poder chegar em Braslia na dispu-ta o ttulo. Claro que minha meta esse ano era terminar entre os trs primeiros e eu estou, h duas corridas do final, em segundo. Mas se analisarmos ns temos, abaixo do Beto Monteiro, qua-tro pilotos que tem grandes chances de

    assumir outra posio. Ento tem que ter estratgia e a cabea no lugar, fri-sou Boessio. Djalma Fogaa, tambm conhecido como Caipira Voador, voltou ao p-dio e terminou em quarto lugar depois de permanecer boa parte da corrida na liderana. Para o piloto paulista a conquista significa um estmulo para a permanncia nas pistas. Esse resulta-do importante para mostrar aos nos-sos patrocinadores que ns somos uma equipe forte, que o caminho tem com-petitividade e isso o mais importante. Para mim foi uma satisfao ter subido ao pdio, afirmou Fogaa.

    O Caipira Voador ainda explicou que a quantidade de leo na pista atrapalhou muito o desempenho do caminho, o que resultou na perda da primeira co-locao. O caminho mais leve, ele no parava no cho e a frente e a tra-seira escorregam com o leo. Voc bus-ca um caminho, busca outro e no tem condio, lamentou Djalma Fogaa.

    O piloto Paulo Salustiano, que largou na pole position e tambm favorito para a corrida, explicou que ficou mui-to frustrado com a quebra do cardan de seu caminho na 25a volta. Para Salus-tiano, no entanto, ainda h chance de conquistar o ttulo ainda que com difi-culdades. Vou tentar lutar para termi-nar o campeonato na melhor posio possvel. Est difcil porque nesse ano foram cinco corridas sem conseguir terminar. Mas vamos para Curitiba que vai dar tudo certo, afirmou Salustiano. Lder do campeonato brasileiro com 126 pontos Beto Monteiro comentou que mesmo com essa vantagem pre-ciso ir com cautela. A gente vai pra corrida e precisamos manter essa di-ferena, isso melhor do que buscar a liderana, frisou o piloto que ainda destacou que o foco tentar terminar bem as corridas para conseguir alcan-ar o ttulo.

    Beto Monteiro ainda expressou sua felicidade pela conquista alcanada pelo companheiro Djalma Fogaa. O Fogaa foi meu mestre, tudo o que eu aprendi na Truck foi com ele. Tudo o que eu fao na equipe foi ensinamento dele. Acho muito bom ele voltar a an-dar na frente, eles merecem., finalizou Monteiro.

    Boessio volta luta pelo ttulo depois de levantar a taa em Guapor - Foto: Chico da Boleia

    Informaes tcnicas: Frmula Truck

    Entrevistas realizadas por Chico da Boleia

    Redao Chico da Boleia

    A prxima corrida est marcada para o dia 10 de novembro no Autdromo In-ternacional de Pinhais, em Curitiba.

    Foto: Chico da Boleia

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 11ESPORTES

    Foto: Chico da Boleia

    Foto: Chico da Boleia Foto: Chico da Boleia

    Foto: Chico da Boleia

    GALERIA DE FOTOS | FRMULA TRUCKETAPA - GUAPOR | RIO GRANDE DO SUL

    Foto: Chico da Boleia Foto: Chico da Boleia

    Informaes tcnicas: Frmula Truck

    Entrevistas realizadas por Chico da Boleia

    Redao Chico da Boleia

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA12

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    Fernando Henrique da Cruz, prestes a completar 27 anos, um conhecido mecnico da Concessionria Irmos Davoli de Mogi-Mirim. Nascido em Mogi Guau, o jovem tambm conhe-cido como Bob, j cumpre uma dcada de trabalho para a Concessionria que uma das mais importantes revendedo-ras e prestadoras de servios Mercedes--Benz do Brasil. De feies simpticas e fala tmida, o

    guauano embar-car no dia 9 de novembro para a final do TechMas-ters Truck 2013, que acontecer entre os dias 12 e 14 na Alema-nha. Tudo que eu aprendi da minha profisso foi na Irmos Davoli, conta Fernando que possui habi-lidades especiais

    em mecnica e um conhecimento incr-vel em reparo de veculos.O Mercedes-Benz Global TechMasters Truck um campeonato mundial de profissionais tcnicos em mecnica da Mercedes-Benz, realizado a cada dois anos. Os primeiros 30 mil participantes deste ano competiram em provas prti-cas e tericas. Fernando j entre os 36 melhores tcnicos mecnicos de vecu-los comerciais que foram classificados para a final.

    Para escolher os membros da equi-pe brasileira foi aplicada uma prova prtica para 15 competidores do pas. Ao todo foram dois dias respondendo a questes tericas e fazendo provas prticas sobre mecnica, eltrica, den-tre outros assuntos, afirmou Fernando que, aps essa primeira classificao ainda passou por outra eliminatria ao lado de mais quatro competidores.Depois dessas provas, restaram cinco finalistas e ns fizemos cinco semanas, uma vez por ms, de treinamento em Campinas. E disso foram escolhidos quatro tcnicos para representar a equi-pe do Brasil na Alemanha, afirmou o finalista que ir conhecer outro pas pela primeira vez.De acordo com o mecnico, os treina-mentos e capacitaes concedidos pela Concessionria o ajudaram a conquis-tar essa posio de destaque em sua carreira. Eles desenvolveram uma planilha de capacitao e eu fui inclu-do nela. Tambm tive que formar um tcnico aqui dentro da Davoli para con-

    seguir cumprir com todas as exigncias de formao, agradece Fernando. A equipe brasileira ficar na Alemanha por uma semana. Um dia de competi-o marcar a rotina dos concorrentes que tero o desafio de realizar testes prticos, provas tericas e dinmica de equipe. O desempenho tcnico da equi-pe ser avaliado, bem como as habili-dades individuais de cada mecnico.Joo Davoli, Diretor do Grupo, no consegue esconder a gratido e o or-gulho em ter um de seus colaboradores entre os melhores tcnicos em mecni-ca do planeta. O Bob nos encheu de orgulho. Os treinamentos demandam muito tempo em sala de aula e mui-ta lio de casa. Ele se aplicou muito e o resultado foi esse. Ele tem agora a oportunidade de representar no so-mente a Irmos Davoli, mas tambm todo a Mercedes-Benz do Brasil numa competio mundial, finalizou.

    Redao Chico da Boleia.

    Veja a entrevista no nosso site:www.chicodaboleia.com.br

    Mecnico da Davoli chega a final mundial do TechMasters Truck 2013

    Chico da Boleia e Bob finalista do TechMaster - Foto: Divulgao

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  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

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    Redao Chico da Boleia.

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  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA14 ENTRETENIMENTO

    Chico da Boleia e o Outubro Rosa

    Companheiras,

    Esta mensagem dirigida para voc mulher, profissional, caminhoneira, carreteira, me, esposa, estudante. Sabemos que a sade o bem mais precioso de qualquer ser humano.

    Sabemos tambm que as mulheres cumprem um papel fundamental no mundo atual. Ao contrrio dos papeis restritos aos quais eram for-adas a desempenharem em anti-gas sociedades patriarcais, ou seja, comandadas pelos homens, hoje a mulher protagonista em todas as relaes sociais.

    Demoraram dcadas para que as mulheres pudessem conquistar re-conhecimento profissional, respeito e direitos iguais. Essa estrada, no entanto, ainda no chegou ao final. Muitas mulheres ainda sofrem com o desrespeito, com a violncia e com a desigualdade de direitos. Nos meus dias de trabalho e entre a minha equipe sempre ressalto que as mulheres devem ter direitos iguais aos dos homens. Nos lugares que vou procuramos sempre respeitar suas qualidades, ressaltar seus fei-tos e proteger os seus direitos. por

    isso que atravs dessa mensagem eu me dirijo s mulheres para dizer que eu apoio uma causa muito importan-te: a Campanha Outubro Rosa.

    A Campanha realizada por vrias entidades mdicas, profissionais e que apoiam a luta contra o Cncer de Mama no mundo todo. O Minis-trio da Sade do Brasil aponta que se a doena for detectada no incio possui 99% de chance de cura. Ou seja, a melhor cura a preveno.Por isso consulte regularmente seu mdico mesmo que voc no tenha plano de sade.

    O Sistema nico de Sade possui programas e campanhas especiais para atender as mulheres, principal-mente para as que j atingiram mais de 60 anos. Tambm recomend-vel que voc faa o autoexame de toque, pratique atividades fsicas e no abuse de comidas pesadas e be-bidas alcolicas. As mulheres so fundamentais para a construo da nossa sociedade e ns reconhecemos isso.

    Chico da Boleia e EquipeOrgulho de ser caminhoneiro

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 15DEBATENDO A LEI DO MOTORISTA

    Chico da Boleia entrevista Urubatan Helou

    Chico da Boleia esteve em So Paulo, na Vila Guilherme e conversou com Urubatan Helou, Diretor Presidente da Braspress e antigo membro da NTC & Logstica. Confira na ntegra a entre-vista. Chico da Boleia: Companheiros ca-minhoneiros e carreteiros, estamos aqui em So Paulo conversando com algum que se confunde com a prpria histria do transporte rodovirio de cargas nacional. Urubatan Helou, con-ta um pouco da histria do transporte j que voc possui 50 anos de conheci-mento nesta rea. Urubatan Helou:. Alguns transporta-dores localizados no eixo So Paulo--Rio de Janeiro e que operavam na regio Norte-Nordeste comearam a sentir falta de um sistema de represen-tao que pudesse melhorar, sobretudo, o aspecto tarifrio na poca. Uma em-presa que tinha um lder extraordin-rio chamado Orlando Monteiro e que era presidente de uma transportadora muito grande que operava no nordeste brasileiro aliado a outros grandes trans-portadores dessa regio, criaram uma comisso Norte/Nordeste que era com-posta fundamentalmente por empresas que atuavam nessa regio. (...) Ento eles se reuniram e criaram naquela oca-sio o ad valorem, hoje o Frete Valor. Ao criarem o Frete Valor eles perce-beram que sem uma associao forte ento teriam xito. (...) Ento liderados pelo Orlando Monteiro, Presidente da InterBrasil, em 1963, fundou-se a NTC & Logstica e, se eu no me engano, naquela poca, com seu primeiro en-dereo na Rua Arajo, perto da Praa da Repblica. (...) A partir de ento, a partir da NTC a clula mater da nos-sa representao houve realmente a transformao da histria no s do sis-

    tema de representao, mas tambm do sistema de profissionalizao dos trans-portadores e das empresas de transpor-te de cargas no pas. Chico da Boleia: Hoje estamos com um mercado de transportes sob a Lei 11.442, vindo a 12.619 que a Lei do Motorista. O que a NTC, completando 50 anos com a realidade de mercado que temos, poderia fazer para melhorar o nosso setor? Urubatan Helou: Vou dizer uma c-lebre frase do Kennedy que era para os americanos no perguntarem pro Esta-do o que ele poderia fazer pelos ameri-canos, mas o que o povo poderia fazer pelo Estado. Eu acho que perguntar o que a NTC pode fazer para melhorar o setor atribuir a ela a responsabilidade de ser a nica caudatria de promover melhoria nesse setor, quando, na ver-dade, ns temos hoje um sistema de representao fantstico. A NTC nas-ceu h 50 anos e nasceu sozinha. Ela construiu esse sistema de representa-o e ele no pode se transformar num crucifixo, num peso, para a NTC. Esse sistema tem que atuar para a NTC e para o setor do transporte rodovirio de cargas. Eu acho que a CNT (Con-federao Nacional do Transporte) atravs da seo carga, eu acho que as federaes espalhadas por todo o Brasil, os 80 sindicatos e esses mais de 100 mil transportado-res, reunidos nesses sindicatos, federaes, associaes, esses sim, podem construir um setor muito melhor. De que forma? No permitindo que as discus-ses sejam vazias. Hoje muito se critica a 12.619 por todos os lados. Qualquer lugar do pas que voc vai, voc ouve crti-cas e eu te confesso que tam-bm no estou satisfeito com essa legislao. Eu te confesso que ela nasceu de cima pra bai-xo e no de baixo pra cima. A NTC pegou esse boi no meio da boiada, porque esse assunto foi trazido j com o Estatuto do motorista que j estava pronto. (...)Mas alguma coisa precisava ser feita, ns no podamos continuar com aquele estado,

    ns no podemos continuar com esse estado pobre que ainda predomina nas rodovias brasileiras com 37 mil mortos por ano. Motoristas cumprindo jorna-das de trabalho de at 27 horas, ou seja, prolongando o dia. Substncias txicas so amplamente distribudas a motoris-tas para que possam cumprir jornadas de trabalho extensas. (...) O motorista a principal ferramenta de uma transportadora, do ponto de vista dos seus quadros funcionais. Portanto eu quero te dizer que muita coisa pre-cisa ser mudada na Lei, mas no a NTC que vai mudar. A NTC vai ajudar a mudar, assim como a ABTC, as fe-deraes, as associaes, as federaes e as outras entidades tambm devem ser coparticipes. O que ns no pode-mos ter so entidades remando contra, como o caso dos ruralistas brasileiros que so contra essa legislao, porque eles prprios se beneficiam com esse estado escravista atribudo classe de motoristas no Brasil. Porque a socieda-de brasileira tambm precisa fazer que haja mudana. (...) Chico da Boleia: Quando a gente per-gunta sobre o que pode fazer a NTC talvez a colocao no tenha sido precisa no sentido de colocar na seguinte forma: A NTC uma associa-o vai alm da estrutura sindical. Ela uma entidade que congrega vrias fren-tes, situaes, dentro de vrios setores.

    Ento ela tem uma representao que vai alm do sindicato com suas bases territoriais. Mesmo o papel dela de in-fluncia no seria um motor para que a situao caminhasse para uma situao melhor? Urubatan Helou: Mas isso que est sendo feito. A NTC est trabalhando dentro do Congresso Nacional de for-ma muito atuante e tambm a CNT, assessorada tambm pelos presidentes de Federaes que esto muito empe-nhados nisso. Ou seja, um colegiado de representaes que est trabalhando dentro do Congresso Nacional no sen-tido de fazer as adequaes para que essa legislao no se transforme em letra morta. A NTC tem feito um tra-balho muito grande, notadamente no sentido de fazer com que se estabelea prontamente os pontos de apoio, reas de desencaso, para que se reconhea o descanso das duplas com o carro em movimento, para que se faa uma srie de adaptaes para transformar a Lei em algo que possa ser cumprido.

    A entrevista na ntegra pode ser confe-rida na pgina: www.chicodaboleia.com.br

    Transcrio: Larissa Jacheta Riberti

    Redao Chico da Boleia

    Urubatan Helou - Foto: Divulgao Braspress

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