34ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Download 34ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Post on 06-Apr-2016

240 views

Category:

Documents

22 download

DESCRIPTION

Fique sabendo de tudo o que acontece no setor do transporte. Entretenimento, esportes, sade, reportagens exclusivas, e muito mais para voc amigo caminhoneiro.

TRANSCRIPT

Distribuio GratuitaO JORNAL PARA OCAMINHONEIROAMIGOwww.chicodaboleia.com.brOrgulho de ser caminhoneiroEDIO NACIONALAs corridas realizadas na cidade de Gua-por, Rio Grande do Sul, so sempre um espetculo a parte. Alm da beleza e do cui-dado do Autdromo Internacional da cida-de, o pblico comparece em peso e muito participativo.Ano 03 - Edio 34 - Outubro de 2014Roberval Andrade vence em Guapor e Leandro Totti des-classificadoPg. 04Pg. 13Pg. 05Lder em rastreamento de veculos e gesto de frota em todo o Brasil, a Sascar esteve presente na Fenatran Centro Oeste, reali-zada entre os dias 14 e 17 de outubro na cidade de Goinia.Sascar expe novidades em ras-treamento durante Fenatran-CO A cerimnia de abertura que inaugurou a primeira edio da Fenatran Centro-Oeste, realizado em Goinia entre os dias 14 e 17 de outubro, teve a participao do presi-dente da NTC&Logstica, Jos Hlio Fer-nandes. Primeira Fenatran Centro Oeste discute logstica e expe novidadesCidade de Bebedouro afirma potencial como centro estratgico do transporte rodovirio de cargasFoto: DivulgaoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIASede: Rua Jos Ravetta, 07 - Itapira-SP, CEP 13977-150 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exem-plares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor-Geral / Editor: Chico da BoleiaCoordenao / Reviso / FotgrafaLarissa J. RibertiDiagramao / FotgrafaPamela SouzaSuporte TcnicoMatheus A. MoraesVideo Maker / FotgrafoMurilo AbreuConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coordenado-ra do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APROCAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa02 EDITORIALExpedienteVoltamos vida normal?Companheiros e companheiras do trecho, enfim pas-sou a eleio com seus dois turnos. Em meus 50 anos de histria, nun-ca vi um perodo eleitoral to longo como este, talvez pelo candidato mais novo ou pelo momento histrico de um partido de esquerda con-firmar mais um mandato. O fato que a mentira foi usada como verdade absoluta, rgos de imprensa sem escrpulos ma-nipularam fatos sabe-se l o porqu. No podemos nos esquecer de acompanhar de perto o que pode acontecer nos prximos quatro anos.Mas como diria um sbio isso j passou, voltemos ao nosso dia a dia. E no caso do nosso trecho, no podemos nos esque-cer de que temos ainda um tema de grande importncia tramitando na Cmara dos De-putados que a Lei 12.639 onde sofre mu-danas que desfiguram a ideia inicial. Cabe s entidades sindicais ficarem de prontido para no permitir este descalabro.Fora este tema de grande importncia, esti-vemos presente na FENATRAN CENTRO OESTE. Isso mesmo! A NTC & Logstica levou para Goinia uma grande feira de transportes em funo de a regio ter um forte DNA na nesta rea. E durante esta feira, a SASCAR expos novidades em ras-treamento, alm do tema dos roubos de cargas ter ocupado lugar central na reunio do Procarga. Outras discusses realizadas durante a Feira apontaram que no Brasil existe um dficit de 105 mil motoristas para setor de transporte de cargas.Houve tambm a tradicionalssima Festa do Caminhoneiro de So Marcos que acon-teceu nos primeiros dias de outubro. Em mais uma etapa da Frmula Truck, Rober-val Andrade venceu em Guapor e Leandro Totti foi desclassificado. A prxima etapa acontece em Londrina e, a depender do re-sultado poder definir o campeonato. amigos, daqui a dois meses termina o ano! Est sendo um ano totalmente atpico, tivemos a Copa do Mundo onde os urubus de planto ficaram batendo bumbo dizen-do que no aconteceria por falta de orga-nizao. E realmente faltou organizao, organizao no TIME de Felipe Scolari que levou uma goleada histrica em pleno territrio nacional para a Alemanha. Fora isso, at aqueles que criticaram tiveram que fazer a me culpa e reconhecer que tudo transcorreu dentro da melhor organizao possvel, colocando o Brasil em um pata-mar elevadssimo. Nas eleies aconteceu de tudo um pou-co. De tragdia a situaes cmicas pelos absurdos por certos setores da imprensa. E tambm j passou, esperamos que vol-temos ao normal, pois eleies s daqui a quatro anos, e seria bom o pessoal no ficar criando espuma. Todos os anncios so de responsabilidade dos respectivos anunciantes.Todas as matrias assinadas por colunistas so de inteira responsabilidade de seus produtores.Termo de responsabilidadeAcompanhe nosso boletim dirio de se-gunda a sbado s 5h50m da manh nosso Momento das Estradas, pela 102,9 Radio Municipal de Amparo, ou pelo site www.chicodaboleia.com.br. Boa leitura e at a prxima edioChico da Boleia sempre com Orgulho de ser Caminhoneiro.A atuao de Chico da Boleia no setor do transporte rodovirio de cargas j conhecida nacio-nalmente. Desde que iniciou seu projeto de comunicao para os amigos caminhoneiros, carretei-ros e empresrios, em 2010, o parceiro anda pelos quatro can-tos do pas em busca de informa-es de qualidade e confiveis para o seu pblico. O comunicador j acumula em seu currculo passagens pelos maiores eventos do pas como a Fenatran, a Transposul e as grandes festas de cami-nhoneiros. Alm disso, Chico participa de debates sobre a legislao do setor, como as audincias pblicas realizadas antes da aprovao da Lei do Motorista. Atualmen-te, seu esforo em divulgar e discutir a Lei junto aos seus amigos e parceiros continua, visto que j foram realizadas duas edies do Encontro com Chico da Boleia para de-bate sobre a Lei 12.619. No ms de setembro, Chico da Boleia este-ve na Festa do Caminhoneiro de Bebedou-O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAde veculo, compre outro ou arrende. Ou seja, qualquer alterao deve ser comuni-cada ao sindicato que realize esse servio. Voc pode encontrar um sindicato atravs do site da ANTT, acessando: www.antt.gov.br. AbraosChico da BoleiaOrgulho de ser caminhoneiroChico da Boleia respondeArmando: Chico, sou caminhoneiro aqui do Cear. Primeiro eu li que deveramos fazer o RNTRC, fiz o meu e agora soube de novo que temos que fazer o recadastramen-to. Como que ficou isso?Chico da Boleia: Ol companheiro do trecho. Em primeiro lugar agradeo a sua pergunta. Bom, para este ano j estava pre-visto que aqueles caminhoneiros que tives-sem feito seu cadastro no RNTRC h cinco anos, deveriam realizar o recadastramento. No entanto, houve algumas alteraes no calendrio da ANTT. Nesse ano aconteceu de tudo. Houve alguns cortes de pontos e acessos de lugares que estavam realizan-do indevidamente o RNTRC, o que afetou outros lugares de cadastro e recadastro que vinham realizando um trabalho srio. De-pois de muita conversa entre os sindicatos e a ANTT, ficou decidido que o recadastra-mento dever ser feito a partir de janeiro de 2015.Portanto, bom ficar atento. Se voc fez seu cadastro h cinco anos, preciso atuali-z-lo. Verifique na sua documentao o ano de vencimento do seu cadastro. Ele tam-bm precisa ser atualizado caso voc mude O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAPAPO DE BOLEIA 03A atuao de Chico da Boleia no setor do transporte rodovirio de cargas j conhecida nacio-nalmente. Desde que iniciou seu projeto de comunicao para os amigos caminhoneiros, carretei-ros e empresrios, em 2010, o parceiro anda pelos quatro can-tos do pas em busca de informa-es de qualidade e confiveis para o seu pblico. O comunicador j acumula em seu currculo passagens pelos maiores eventos do pas como a Fenatran, a Transposul e as grandes festas de cami-nhoneiros. Alm disso, Chico participa de debates sobre a legislao do setor, como as audincias pblicas realizadas antes da aprovao da Lei do Motorista. Atualmen-te, seu esforo em divulgar e discutir a Lei junto aos seus amigos e parceiros continua, visto que j foram realizadas duas edies do Encontro com Chico da Boleia para de-bate sobre a Lei 12.619. No ms de setembro, Chico da Boleia este-ve na Festa do Caminhoneiro de Bebedou-ro, cidade que vem conquistando um papel cada vez maior no setor com ampliao do nmero de transportadoras ali instaladas. Durante o evento, nosso companheiro fez uma entrevista com o Prefeito da cidade, Fernando Galvo. A ao de Chico da Bo-leia teve desdobramentos e, em outubro, uma nova conversa com o prefeito foi feita para entender a expanso do setor na cida-de de Bebedouro. Foi a que Chico ao invs de produzir, virou notcia. Ao longo deste ms, nas pginas dos jornais da cidade circulou um relea-se do encontro, divulgado pela Assessoria Municipal de Imprensa. Intitulada Pre-feito recebe apresentador referncia dos Caminhoneiros, a nota um reco-nhecimento do trabalho realizado at hoje por Chico da Boleia. Esse esforo dirio do comunicador tem o objetivo de levar at o seu pblico informaes de qualidade, debates importantes, questes de relevncia para o setor e tambm diverso e en-tretenimento. Confira a nota na ntegra: O prefeito de Bebedouro, Fernando Galvo, recebeu na tarde da segun-da-feira (06/10), o apresentador, Chico da Boleia.Chico da Boleia participa e informa sobre tudo o que acontece no setor de cargas e transporte no Brasil. conhecido como o elo entre caminhoneiros, sociedade e em-presrios do setor. Com o jornal para o Amigo Caminhoneiro, e um programa atra-vs da web, fala sobre os acontecimentos do setor e o mundo dos caminhoneiros.O prefeito destacou a posio logstica da cidade e a Festa do Caminhoneiro.Chico da Boleia vira notcia na cidade de Bebedouro Redao Chico da BoleiaA nota pode ser visualizada em: http://www.bebedouro.sp.gov.br/portal/index.php/component/k2/item/11331--prefeito-recebe-apresentador-referencia--dos-caminhoneiros Prefeito de Bebedouro Fernando Galvo e Chico da BoleiaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA04 FIQUE POR DENTROO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAA cerimnia de abertura que inaugurou a primeira edio da Fenatran Centro-Oeste (Salo Internacional do Transporte Rodovi-rio de Carga), realizado em Goinia entre os dias 14 e 17 de outubro, teve a participa-o do presidente da Associao Nacional do Transporte de Cargas (NTC&Logstica), Jos Hlio Fernandes. Alm dele, estiveram presentes o presiden-te da Associao Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodovirios (Anfir), Al-cides Braga, o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Lo-gstica no Estado de Gois (Setceg), Pau-lo Afonso Rodrigues, o gerente do evento da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Marcelo Babos. Todos apontaram o cresci-mento da regio e a boa localizao com facilidade logstica como os principais in-centivos para que a feira fosse realizada no Estado de Gois.Entre os temas abordados durante a cole-tiva de imprensa, foi levantada a questo dos desafios futuros para o setor de trans-portes. Jos Hlio Fernandes afirmou estar confiante que eles sero superados, ressal-tando os problemas da infraestrutura. Es-peramos que a infraestrutura do transporte possa melhorar. Esse um dos problemas, mas temos outros, como o roubo de cargas e a lei do descanso. Quem quer que seja o prximo presidente, esperamos que ele d a ateno que o setor merece.O Estado de Gois foi escolhido para sediar a Fenatran Centro-Oeste no s pela boa localizao geogrfica, mas tambm pelo crescimento econmico. Quando a eco-nomia no cresce, evidentemente que nos-so setor impactado, mas esperamos que a economia realmente se recupere e, com isso, nosso setor continue crescendo, res-saltou o presidente da NTC. Ns estamos vendo que o Centro-Oeste vem crescendo a 3,5% ao ano, nmero bem superior ao crescimento mdio da economia, lembrou Fernandes.Quanto falta de mo de obra para o setor, Jos Hlio chamou a ateno para a Lei n 12.619/12, conhecida como lei do descan-so. Segundo ele, as mudanas referentes carga horria, por exemplo, podem atrair profissionais para o setor. Alm do trei-namento, deve ser criado um interesse de jovens pela rea, com o objetivo de suprir a carncia de 106 mil motoristas regulari-zados no mercado, segundo levantamento recente do DECOPE (Departamento de Custos Operacionais, Estudos Tcnicos e Econmicos da NTC).ROUBO DE CARGAS TEMA DE REUNIO DO PROCARGA NA FENATRAN CENTRO-OESTEEm 2013, foram registradas 15,2 mil ocor-rncias de roubo de cargas nas rodovias brasileiras ocasionando prejuzo financeiro de aproximadamente R$ 1 bilho.O secretrio de Segurana Pblica do Esta-do de Gois, Joaquim Mesquita participou no segundo dia da Fenatran-CO, ao lado de representantes da Receita Federal, Detran, Secretaria da Fazenda e de chefes de uni-dades das Polcias Federal, Militar e Civil, de evento promovido pela Associao Na-cional de Transporte de Cargas e Logstica (NTC&Logstica) sobre roubo de cargas. A reunio fez parte da programao da Fe-natran Centro-Oeste, que acontece desde tera-feira (14) no Centro de Convenes de Goinia.Na prtica foi a primeira reunio do Pro-grama ProCarga Gois, lanado ms passa-do pelo governo goiano, que visa prevenir e combater o roubo e furto de cargas nas rodovias que cortam o estado. A iniciativa segue os moldes de programa similar que j funciona com xito em So Paulo. Com o ProCarga teremos uma ao har-moniosa e firme de todos os rgos de se-gurana pblica de Gois e do setor privado para combater esse tipo de delito, levando mais tranquilidade para todos aqueles que trabalham na transporte de cargas, disse o Secretrio de Segurana Pblica. Mesquita complementa que Gois a rota de passagem de mercadorias vindo do Norte para Sudeste, ou do Sudeste para Centro-Oeste. Temos rodovias federais importantes e que cortam o nosso Estado, assim, importante reduzir os indicado-res, explica. Durante a reunio, Paulo Roberto Souza, consultor de segurana da NTC, que em todo o ano de 2013 at maio de 2014, a po-lcia goiana registrou 425 roubos e furtos de caminhes. Um balano parcial feito pela Associao aponta que, em 2013, foram re-gistradas 15,2 mil ocorrncias de roubo de cargas nas rodovias brasileiras. O nmero 5% maior que o total de 2012, quando fo-ram 14,4 mil casos, e o prejuzo financeiro deve totalizar cerca de R$ 1 bilho, contra R$ 960 milhes do ano anterior.Legislao mais rigorosaO consultor de segurana da NTC apresen-tou nmeros que retratam a fora do Trans-porte de Cargas no Brasil. So 161 mil empresas que geram 5 milhes e 800 mil empregos totalizando uma frota de 2 mi-lhes de 181 mil veculos. O faturamento anual do setor de 271 bilhes de reais, o que representa 5,6 do PIB brasileiro. Paulo Roberto alerta que a legislao preci-sa ser mais rigorosa com os delitos de car-gas. preciso qualificar o roubo de cargas como roubo qualificado com a pena supe-rior atual de quatro anos, explica. Segundo a Secretria de Segurana Pbli-ca o programa tambm visa reprimir a ao dos receptadores. Assim, com embasa-mento legal previsto no Cdigo Tributrio Estadual (Lei Estadual n 18.581 de junho de 2014) foi determinado que o estabeleci-mento que vender mercadoria roubada ter a inscrio estadual cancelada, impossibi-litando a realizao de qualquer atividade comercial. Em Gois, as principais cargas roubadas em 2014 foram de bebidas, cigarros e medica-mentos. Os locais que tm o maior ndice de roubo so nas regies urbanas das ro-dovias. Destacando Goinia, com 11,25%, em seguida Anpolis (8,75%) e Alexnia, com 7,5%. As estatsticas na NTC comprovam que 21% dos caminhes que so o alvo das aes dos criminosos no so recuperados. Segundo a Receita Federal esses veculos geralmente so utilizados para contrabando de cigarros, que quando flagrados so apre-endidos. O Subsecretrio de Inteligncia da SSP/Gois, Marcelo Aires Medeiros , afirmou que primeira reunio foi vlida. Nesse encontro j identificamos trs pontos signi-ficativos que sero alvo de futuras aes, finaliza. FenatranRealizada a cada dois anos na cidade de So Paulo, a Fenatran - Salo Internacional do Transporte Rodovirio de Carga - o maior e mais importante evento do segmento do transporte rodovirio de cargas do conti-nente sul-americano. So 35 anos de his-tria, nos quais o evento segue como uma importante ferramenta na consolidao da indstria de caminhes e implementos para o transporte de cargas no Brasil.Na ltima edio na capital paulista, rea-lizada em 2013, todas as principais mon-tadoras de veculos pesados prepararam grandes novidades relacionadas aos visi-tantes. Entre as marcas presentes estavam as maiores produtoras de veculos e moto-res, como Agrale, DAF, Fiat, Hyundai, Ive-co, MAN, Mercedes-Benz, Renault, Ford, Scania, Metro-Schacman, International e Volvo. Tambm os principais fabricantes de implementos, como Randon, Facchini, Noma, Guerra, Pastre, Rossetti, Rodolinea, Librelato e Rodofort; alm dos de lubri-ficantes, componentes, acessrios e flui-dos, como Alcoa, Chevron, Mobil, Shell, Texaco, Ipiranga, Voith, Positron, Pirelli, Bridgestone, Cummins. Os bancos Ita e Bradesco tambm estiveram presentes na Feira.MAC Editora e Jornalismo (Goinia) Fenatran Centro Oeste | Foto: Divulgao SitePrimeira Fenatran Centro Oeste discute logstica e expe novidadesO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAFIQUE POR DENTRO 05" A Sascar hoje lder em monitoramento de veculos no pas, tanto em veculos pesados quanto em veculos leves". - Gustavo CoelhoSegurana da Frota: Sascar expe novidades em rastreamento durante Fenatran-CO Lder em rastreamento de veculos e gesto de frota em todo o Brasil, a Sascar esteve presente na Fenatran Centro Oeste, reali-zada entre os dias 14 e 17 de outubro na cidade de Goinia. Durante o evento, Chico da Boleia teve a oportunidade de conversar com Gustavo Coelho, Diretor Comercial da Sascar. Confira na ntegra essa entrevista exclusiva. Chico da Boleia: Gustavo, qual a impor-tncia de participar de um evento como este?Gustavo Coelho: Chico, essa Feira tem uma importncia que relacionada com a importncia que o Centro Oeste tem no mapa do Brasil. A gente aqui est bem no meio da rota Norte-Sul, quer dizer, o trans-porte de eletrnico, transporte de commo-dities, soja, enfim, tudo o que a gente con-segue transportar passa por aqui. A gente acredita muito que o Brasil cresce nesse eixo, aqui temos muita oportunidade de ne-gcios. E a gente muito parceiro da NTC, do caminhoneiro, das transportadoras, por isso tambm estamos nesse evento, porque acreditamos muito neste relacionamen-to. Estamos com nosso stand para receber clientes, amigos, futuros clientes. A Sas-car tem essa caracterstica de estar sempre muito prxima do transportador, dos cami-nhoneiros e do seu pblico, seu cliente em geral. Chico da Boleia: Para esse evento, que um dos ltimos deste ano no setor, o que vocs trazem de novidade?Gustavo Coelho: A gente traz de novida-de alguns produtos. Quando a gente fala da linha Frota, apresentamos um produ-to da Sascar Frota, que um produto que est focado no gerenciamento e na gesto logstica de frota. Esse produto se aplica tanto a frota leve quanto a frota pesada. A gente traz, sobretudo na linha de transpor-te, nosso produto Telemetria que cada vez mais vem avanando como um produto de liderana no mercado. E a gente traz um produto chamado RF Nacional, um pro-duto de localizao de veculos que traba-lha com rdio frequncia. a nica soluo nacional de rdio frequncia que existe no mercado, algumas outras solues so mais regionalizadas, a nossa nacional. E esse um produto que atende tanto as transpor-tadoras quanto o caminhoneiro autnomo quando o assunto proteger o seu cami-nho, proteger o seu veculo. Ento essa a nossa grande vedete deste mercado. A gente trabalhou os trs primeiros meses sem uma divulgao muito forte e o produ-to est tendo uma tima aceitao. A gente j tem uma quantidade importante de ve-culos com essa soluo e acreditamos que vamos atingir um pblico importante na medida em que s a Sascar tem esse produ-to de cobertura nacional com a tecnologia de rdio frequncia. Chico da Boleia: Como esse produto inibe a ao de possveis ladres?Gustavo Coelho: Veja, o primeiro ponto que ns no realizamos um trabalho contra os ladres. Ns temos um trabalho de pro-teo do ativo, do condutor. E dentro dessa linha esse produto tem a caracterstica da gente conseguir trabalhar com sigilo na forma de instalar o produto no veculo. Ento, consi-derando que ele uma tecnologia mais imune a qualquer tipo de equi-pamento que possa ser usado por algum espe-cializado no momento de uma tentativa de utili-zao indevida do veculo, a diferena que esse produto tem uma forma de instalao mui-to simples e por isso permite que a gente tenha uma gama de instalao correta no local correto, onde estatisticamente a gente teria uma possibilidade maior de o equi-pamento ser desmontado. Sem saber onde est o rastreador, um possvel assaltante no conseguir desativar o equipamento e roubar a carga. Chico da Boleia: Isso quer dizer que nem o prprio dono do caminho sabe onde est o equipamento, correto? Gustavo Coelho: Exatamente! Essa a nossa estratgia de instalao do equipa-mento. Em todo processo de instalao a gente tenta pedir que a pessoa no esteja prxima. s vezes o caminhoneiro, pelo apego que tem com o veculo, quer acom-panhar a instalao. A gente respeita e en-tende, mas a eficincia do rastreamento vem de quanto menos pessoas souberem e tiverem a informao de onde est instala-do o equipamento. Chico da Boleia: Em funo das movimen-taes, o que a Sascar vai trazer para o mer-cado em 2015?Gustavo Coelho: Acho que a gente vai tra-zer cada vez mais inovao, como a gente j vem fazendo ao longo dos anos. A Sas-car hoje lder em monitoramento de veculos no pas, tanto em ve-culos pesados quanto em veculos leves predo-minantemente nos ve-culos pesados. Ento a gente vai trazer mais inovao, eu acho que a gente vai ter uma rede ainda mais estru-turada do que a gente j tem hoje. Hoje a gente tem 200 pontos espalhados pelo Brasil e 500 tcnicos mveis, ento a gente pode olhar isso como uma oportu-nidade de crescimento tambm. E a gente tem sim outras oportunidades que surgem com o prprio crescimento do mercado de transporte no Brasil. Entendemos que este ano foi um pouco mais duro para o mer-cado de transporte, mas esperamos que no prximo ano possamos ter um mercado mais positivo. E a Sascar com inovao vai trazer os produtos mais adequados s necessidades dos nossos usurios, sejam eles caminhoneiros autnomos, sejam eles transportadores de pequeno porte ou de grande porte. A Sascar consegue hoje ter uma oferta que atinge todo o pblico de mercado de transporte do pas. Chico da Boleia: Estamos em meados de outubro, ainda faltam dois meses para aca-bar o ano, mas voc j consegue imaginar que a Sascar em 2014 teve um crescimento efetivo ou em funo dos problemas do ano vai acabar empatando?Gustavo Coelho: A Sascar uma empresa que tem uma vocao de crescimento e a gente mais uma vez registra um crescimen-to importante ano aps ano. A Sascar um negcio de muita oportunidade. No mo-mento mais crtico o nosso produto dife-renciado, ningum precisa comprar o nosso equipamento, porque o caminhoneiro aut-nomo, o transportador, paga uma mensali-dade nele. Ento nesse momento a gente tem essa facilidade de entrar na conta. E a gente vem crescendo, a Sascar basicamente triplicou a sua frota nos ltimos trs anos. Temos credibilidade, prestao de servios com qualidade, a gente tem foco no clien-te, a gente tem produto adequado e a gente tem uma ferramenta que ao invs de tra-zer custo, traz benefcios e economia para todos. Essa frmula nos ajuda a crescer e por isso que mais uma vez registramos crescimento nesse ano com relao ao ano passado. Chico da Boleia: Em termos de percentu-al de participao, a empresa possui mais clientes caminhoneiros autnomos ou em-presas?Gustavo Coelho: Esse nmero curioso. Uma empresa s vezes tem 200 caminhes, por isso a comparao difcil. A gente hoje tem aproximadamente 30 mil cami-nhoneiros autnomos na nossa base, dos quase 250 mil veculos que a Sascar tem em sua base total. Ento difcil medir, s vezes uma empresa tem dezenas de cami-nhes enquanto que o autnomo um in-divduo. Mas os nossos nmeros hoje do conta que temos aproximadamente 30 mil veculos com caminhoneiros autnomos. um pblico que cresce demais, nosso pro-duto est ganhando espao com eles. um pblico que tem uma indicao e um boca a boca muito forte, porque medida que a pessoa conhece e confia nesse produto, ela recomenda o produto e isso tem feito com que a gente cresa bastante nesse segmento. Ento, basicamente hoje ele gera uma parte muito importante no negcio da Sascar. Redao Chico da Boleia Stand Sascar | Foto: Divulgao siteO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA06 FIQUE POR DENTRODiscusses Fenatran Centro-Oeste: Brasil tem deficit de 105 mil motoristas para setor de transporte de cargasNo segundo dia da Fenatran Centro-Oeste (Salo Internacional do Transporte Rodovi-rio de Carga) foi realizado um seminrio sobre aplicao e fiscalizao da Legisla-o Trabalhista e um painel sobre carncia de mo de obra no setor logstico brasi-leiro. Segundo a NTC, Associao Nacio-nal do Transporte de Cargas e Logstica (NTC&Logstica) o Brasil tem hoje um de-ficit e 105 mil motoristas. O principal obs-tculo a severidade e as dificuldades da profisso - as longas jornadas de trabalho, quase sempre longe da famlia, as estradas ruins e o medo de acidentes e assaltos. Alm dos eventos de conteudo, duran-te todo o evento, empresrios do setor de transporte, representantes de indstrias, frotistas, varejistas, atacadistas, distribui-dores e tcnicos que atuam no setor de transporte de cargas puderam conhecer as maiores novidades em veculos pesados e implentos rodovirios. Discusses Fenatran Centro-Oeste: transporte de produtos perigososJ no terceiro dia de evento, assessores tcnicos da Associao Nacional de Trans-porte de Logstica (NTC&Logstica) e da Associao Brasileira de Transporte e Lo-gstica de Produtos Perigosos (ABTLP) se reuniram durante o Seminrio tcnico: o impacto da legislao de produtos perigo-sos no agronegcio promovido durante a Fenatran Centro-Oeste (Salo Internacio-nal do Transporte).Na ocasio, a assessora tcnica da NTC, Glria Benazzi, apresentou os cuidados a serem tomados por transportadoras durante carregamento e descarregamento de produ-tos perigosos baseadas nas normas vigen-tes no Pas. Motorista deve dirigir, e no fazer carregamento e descarregamento, chamou ateno, apontando os papeis de cada profissional envolvido nos processos. A assessora trouxe para o seminrio a legislao e nor-mas tcnicas para o transporte de pro-dutos perigosos. Outras questes levantadas foram relacionadas clas-sificao e sinaliza-o dos produtos.Para complementar a apresentao de Glria, o presidente da ABTLP, Paulo de Tarso Martins Gomes, falou sobre as penalidades da legislao de transporte de produtos perigosos. Com um panorama histrico sobre as normas, frisou que a questo ambiental no deve deixar de ser considerada.Para falar de responsabilidades legais e ambientais dos envolvidos, o assessor da ABTLP, Marco Antnio Gallo, se pautou no discurso de sustentabilidade. o nosso comprometimento hoje que vai dar resulta-do, ou no, no futuro, afirmou.Quando h um acidente de transito, o res-ponsvel pela recuperao da rea ambien-tal degradada do transportador, aponta Gallo, apontando a objetividade dos cui-dados. Por isso, considera necessria a preveno de qualquer risco natureza. Se-gundo ele, no podemos causar um dano letal nem direta nem indiretamente, pois, caso contrrio, iremos pagar.LeiA Legislao de Transporte de Produtos Perigosos foi alterada. A novidade na alterao da Norma da incompatibilidade qumica (ABNTNBR14619), que estabele-ce os parmetros para o transporte terres-tre dos produtos perigosos quimicamente incompatveis que so segregados uns dos outros para minimizar os riscos, em caso de vazamento, ruptura de embalagem ou de qualquer outro acidente. A assessora tcnica da NTC&Logstica, Glria Benazzi, explica que os maiores pro-blemas no transporte de produtos qumicos esto ligados preparao e ao treinamen-to dos motoristas, vida til dos veculos, pois estes tm muitos anos de rodagem, os problemas nas estradas e falta de conhe-cimento da legislao. Mas a novidade do setor a norma ABN-TNBR14619/2014. Os novos critrios de incompatibilidade esto estruturados to-mando-se por base as classes e subclasses de risco previstas na legislao de trans-porte de produtos perigosos em vigor. Dois produtos so considerados incompatveis se pelo menos uma relao cruzada, entre seus riscos principais e/ou subsidirios, in-dicar incompatibilidade. Organizadores e expositores come-moram sucesso da primeira edio da Fenatran Centro-OesteDurante os quatro ltimos dias, a cidade de Goinia (GO) foi a sede da Fenatran Cen-tro-Oeste (Salo Internacional do Trans-porte). Pela primeira vez fora do estado de So Paulo, o evento recebeu cerca de 4.000 compradores interessados em fazer neg-cios relacionados ao segmento de trans-portes, tanto na parte caminhes, quanto de implementos, rastreamento e servios . Os dois pavilhes de feira, com total de 10.000 metros quadrados, foram totalmente ocu-pados por 80 marcas expositoras. Esta a primeira edio da Fenatran Centro-Oeste, que ser realizada bienalmente na regio.O evento trouxe no s negcios, mas tam-bm eventos de contedo e informaes para mo-de-obra da cadeia produtiva de transportes rodovirios. Ao todo, a pro-gramao incluiu oito seminrios e reuni-es tcnicas. Estiveram presentes durante o evento vice-governador do Estado de Gois, Jos Eliton de Figuerdo Jnior, o prefeito de Aparecida de Goinia (GO), Maguito Vilela, a presidente do Tribunal Regional do Trabalho de Gois (TRT-GO), Elza Cndida da Silveira, o procurador do trabalho, Alpiniano do Prado Lopes, o se-cretrio de Segurana Pblica do Estado de Gois, Joaquim Mesquita e representantes do Departamento Estadual de Trnsito de Gois (Detran-GO), da Polcia Federal, da Polcia Rodoviria Federal (PRF), da Se-cretaria da Fazenda do Estado de Gois, e da Agncia Goiana Transportes e Obras (Agetop).O presidente da Associao Nacio-nal do Transporte de Cargas e Logstica (NTC&Logstica), Jos Hlio Fernandes, avalia que a Fenatran Centro Oeste sur-preendeu no melhor sentido possvel, seja pela quantidade de expositores, o nvel e a beleza dos estandes, ou pelas palestras de alto nvel durante todos os dias de evento. Todos aqueles que passaram pela Feira elogiaram a escolha dos temas e dos pales-trantes. A NTC est confiante de que essa foi a primeira das muitas edies da Fena-tran que sero realizadas na regio Centro--Oeste, com absoluta certeza.Na viso do presidente da Associao Na-cional dos Fabricantes de Implementos Ro-dovirios (Anfir), Alcides Braga, a realiza-o da Fenatran Centro Oeste uma ao de pioneirismo da Reed Alcntara Macha-do que recebeu todo apoio da indstria. Para o setor de implementos rodovirios, a experincia da feira regional de transpor-tes abre oportunidades importantes, contri-buindo para descentralizar os negcios e levar progresso a mais estados brasileiros.J para o presidente do Sindicato dos Em-presrios de Transporte do Estado de Gois (Setceg), Paulo Afonso, a feira superou as expectativas. O contedo tcnico foi ma-ravilhoso. Tivemos o prestgio de vrias autoridades, o que impulsiona a imagem do setor, afirma.ExpositoresOs 80 expositores da feira vo levar na ba-gagem bons negcios realizados na capital goiana. O gerente geral de vendas da Sucia Ve-culos, Daniel Kreffta, considera que, pela importncia da regio Centro-Oeste na eco-nomiza brasileira e pelo tamanho da feira, h grande expectativa junto aos clientes, transportadoras e pessoas ligadas ao ramo de transportes. Estamos muito felizes de participar e que seja a primeira de muitas.J o gerente de marketing da Goodye-ar, Fbio Garcia, aponta que a Fenatran uma feira extremamente importante para o segmento de transporte da Amrica latina. Neste ano aproveitamos a participao na Fenatran Centro-Oeste, porque uma regio extremamente importante para o nosso pas, j que tem uma convergncia de transporte. O supervisor de Caminhes da Hyundai Caoa, Leonardo Carneiro, avalia que o fato de a Fenatran ser itinerante interessan-te porque h muitos empresrios que no conseguem se deslocar at So Paulo por diversos motivos. Para a regio, muito importante para toda a cadeia do setor. Da mesma forma se posiciona Wagner Eloy, diretor de marketing e vendas da Onix Sat. Acreditamos que faltava um evento deste porte e com esta organizao pelo potencial da regio e possibilidade de trazer informa-es e produtos para aqueles profissionais que no tem a possibilidade de se deslocar at So Paulo.MAC Editora e Jornalismo (Goinia)Foto: DivulgaoO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 07DE BOA NA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAtran que sero realizadas na regio Centro--Oeste, com absoluta certeza.Na viso do presidente da Associao Na-cional dos Fabricantes de Implementos Ro-dovirios (Anfir), Alcides Braga, a realiza-o da Fenatran Centro Oeste uma ao de pioneirismo da Reed Alcntara Macha-do que recebeu todo apoio da indstria. Para o setor de implementos rodovirios, a experincia da feira regional de transpor-tes abre oportunidades importantes, contri-buindo para descentralizar os negcios e levar progresso a mais estados brasileiros.J para o presidente do Sindicato dos Em-presrios de Transporte do Estado de Gois (Setceg), Paulo Afonso, a feira superou as expectativas. O contedo tcnico foi ma-ravilhoso. Tivemos o prestgio de vrias autoridades, o que impulsiona a imagem do setor, afirma.ExpositoresOs 80 expositores da feira vo levar na ba-gagem bons negcios realizados na capital goiana. O gerente geral de vendas da Sucia Ve-culos, Daniel Kreffta, considera que, pela importncia da regio Centro-Oeste na eco-nomiza brasileira e pelo tamanho da feira, h grande expectativa junto aos clientes, transportadoras e pessoas ligadas ao ramo de transportes. Estamos muito felizes de participar e que seja a primeira de muitas.J o gerente de marketing da Goodye-ar, Fbio Garcia, aponta que a Fenatran uma feira extremamente importante para o segmento de transporte da Amrica latina. Neste ano aproveitamos a participao na Fenatran Centro-Oeste, porque uma regio extremamente importante para o nosso pas, j que tem uma convergncia de transporte. O supervisor de Caminhes da Hyundai Caoa, Leonardo Carneiro, avalia que o fato de a Fenatran ser itinerante interessan-te porque h muitos empresrios que no conseguem se deslocar at So Paulo por diversos motivos. Para a regio, muito importante para toda a cadeia do setor. Da mesma forma se posiciona Wagner Eloy, diretor de marketing e vendas da Onix Sat. Acreditamos que faltava um evento deste porte e com esta organizao pelo potencial da regio e possibilidade de trazer informa-es e produtos para aqueles profissionais que no tem a possibilidade de se deslocar at So Paulo.MAC Editora e Jornalismo (Goinia)Ao contrrio do cenrio que se desenhou no primeiro semestre de 2014, de poucos eventos e oportunidades de negcios no setor, a reta final deste ano parece estar mais aquecida do que nunca. Alm das tra-dicionais feiras que acontecem entre julho e outubro e a primeira edio da Fenatran Centro Oeste, ocorreu tambm a Logisti-que 2014. A abertura oficial da 4 edio da Feira In-ternacional de Logstica, Transporte e Co-mrcio Exterior (Logestique), aconteceu no ltimo dia 21 de outubro, no Parque de Ex-posies Tancredo de Almeida Neves, em Chapec. O evento contou com a presena de autoridades polticas e empresariais, do palestrante Marco Aurlio Dias e tambm dos expositores que participaram de um al-moo. Atualmente, a Logistique a maior feira catarinense de transporte e logstica, e neste ano, apresenta novas tecnologias e solues para o setor.O vice-prefeito de Chapec, Luciano Bu-ligon parabenizou o evento e ressaltou a importncia do setor que fortalece o cres-cimento no municpio e na regio. Ser de caminho que chegaro os trilhos da ferrovia, enfatizou em sua fala. O secre-trio de desenvolvimento regional de Cha-pec, Amrico do Nascimento Jnior tam-bm deu destaque importncia do setor logstico do Oeste, que segundo ele, gera desenvolvimento financeiro, emprego e inovao.J o presidente da Associao Industrial e Comercial de Chapec (Acic), Bento Zano-ni, discursou sobre a fase atual do transpor-te no pas. No um bom momento para o setor, disse, tecendo crticas a respeito das estradas e pedindo mais ateno das autoridades. Os deputados federais Celso Maldaner e Valdir Colatto falaram tambm sobre a Lei do Caminhoneiro.O coordenador geral da feira, Leonardo Rinaldi afirma que a cada edio, a feira ganha mais destaque, devido importncia do setor para a regio, buscando sempre trazer debates para o assunto, que segundo ele, ainda um tema novo. Buscamos tra-zer informao qualificada pelas palestras que compem o evento, de acordo com as necessidades do momento. Trazemos tam-bm informaes pelos expositores, sendo produtos, solues, e tecnologias que iro auxiliar na melhoria do processo na empre-sa, com o foco principal reduo de cus-tos, explicou.Conforme Rinaldi, cerca de 30% dos expo-sitores so de Santa Catarina, e o restante vem de outras regies do Brasil, reunindo as principais empresas do mercado atual. Isso atesta a qualidade e a importncia desta feira, e o potencial do oeste e do Esta-do, enfatizou. Palestras sobre a legislao, jornada do motorista, transporte interna-cional e seguro, sero destaques nos dias da feira, reunindo as solues para o setor, oferecendo subsdios para que empresas e motoristas possam desenvolver da melhor forma a atividade.O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logsitica (Sitran), de Chapec, Deneraci Perin, confirmou a importncia do evento para o setor. Tudo o que novidade e alta tecnologia est sendo exposto nesta edio. O objetivo valorizar tanto o transporte quanto o fornecedor do servio, para melhorar muito mais o setor, enfatizou. Como objetivo, ele ainda elenca a inteno de melhorar o custo, o servio e a economia atravs da apresentao dos produtos das montadoras que esto trazen-do o que h de ltima gerao. Tambm esteve presente o presidente da Federao das Empresas de Transporte de Cargas e Logstica no Estado de Santa Ca-tarina (Fetrancesc), Pedro Lopes, que en-fatizou que a questo da logstica ainda um tanto desconhecida. Muitos praticam sem conhecer a sua essncia e como po-dem aperfeioar, pontuou. Lopes tambm aprova o evento com Seminrio Itineran-te do Comjovem que ser realizado nesta quarta-feira (22). Este encontro com a ju-ventude debater a modernidade e a evolu-o do que ser o transporte nos prximos anos, concluiu.Palestras Logistique 2014 contou com a participa-o do presidente da Associao Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI), Francisco Cardoso. Na oportunidade, ele palestrou sobre dois temas, e o primeiro foi Transportador tambm Exportador, na qual apresentou a problemtica de que a atividade ainda no reconhecida como exportadora de servio. Atuamos dentro da legislao e dos acordos, e mesmo aten-dendo a uma srie de exigncias fiscais, ainda falta, pela parte do Governo Federal, esse reconhecimento, explicou.Conforme o palestrante, a falta do reconhe-cimento da atividade, no formato que hoje exigida pela classe, implica na onerao do cliente. Quando compramos produtos e insumos, eles so todos tributados, e quan-do formamos a nossa tarifa, acabamos one-rando o nosso cliente que uma empresa brasileira que precisa exportar, enfatizou. Segundo ele, a ABTI busca agilizar esse processo com o Ministrio de Desenvolvi-mento, Indstria e Comrcio facilitando o acesso ao Regime Especial de Reintegra-o de Valores Tributrios para as Empre-sas Exportadoras (Reintegra), o que torna-ria a tarifa mais competitiva.Cardoso tambm falou sobre Solues para o Transportador. Atualmente a ABTI conta com um corpo de executivos especia-lizados em transporte rodovirio interna-cional de cargas, que busca oferecer a solu-o para atender as demandas que a classe apresenta, com a finalidade de proteger a atividade e a empresa brasileira. Hoje as principais demandas so a questo do re-conhecimento da atividade, e aumento da produtividade atravs da reduo do tempo de permanncia em fronteira, criando a ja-nela nica (ou guich nico para entrega de documentos) que une todos os servios em um nico recinto, destacou.ControleO gerente nacional de vendas da Onix-Sat, Leonardo Andreetta, apresentou uma alternativa para controle de jornada que vem atrelado ao rastreador. A vantagem que esse mecanismo j vem junto com o rastreador, no precisa comprar o con-trole de jornada. Assim possvel ganhar agilidade, tempo, pode-se gerar relatrios online da sua operao diria, sem precisar esperar o motorista voltar para ler o di-rio de bordo dele, pontuou. Ele tambm explica que com essa ferramenta o cliente gera informaes e relatrios, atravs dos quais, ele consegue acompanhar o dia a dia da operao monitorando o tempo de dire-o, descanso, pernoite e tempo de espera dos condutores. Ele no monitora apenas Logistique 2014 e Festa do Caminhoneiro de So Marcos aquecem calendrio de eventos no setor do TRCFoto: Chico da BoleiaFoto: Chico da BoleiaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA08 DE BOA NA BOLEIACidade de Bebedouro afirma potencial como centro estratgico do transporte rodovirio de cargasos caminhes, mas consegue acompanhar tambm as informaes dos motoristas, finalizou. Logstique 2014 Festa do Caminhoneiro de So MarcosUma das mais tradicionais festas de cami-nhoneiros de todo o pas, a 43 Festa do Ca-minhoneiro de So Marcos tambm aque-ceu o ms de outubro entre os dias 03 e 12. Com uma ampla programao, a abertura da festa aconteceu com a primeira novena s 19h30, durante os dias muitas atraes ocorreram.So Marcos mantem, ao lado de Tabulei-ro do Norte, o ttulo de capital nacional do caminho, j que sua economia local sus-tentada basicamente pelo transporte rodo-virio de cargas. O pblico, que incluiu no s os caminhoneiros, mas familiares e ami-gos, pode participar de inmeras atraes, como o Trofu Scania de Futsal (somente para motoristas), que terminou com a vit-ria da AG Transportes sobre a equipe Truck Center. O terceiro lugar ficou com a equi-pe Fabbof Transportes que tambm teve o artilheiro do campeonato, ttulo concedido ao caminhoneiro So-marquense Ronaldo Gonalves. Os dias da festa foram mar-cados por muita movimen-tao e atividades, cerca de 60 expositores apresentaram seus produtos para 30.000 vi-sitantes no Parque de Eventos Prefeito Albino Antnio Ru-aro, mesmo local que ocorre o Futebol de Campo entre as cidades: Antnio Prado, Ben-to Gonalves, Campestre da Serra, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Far-roupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Ip, So Bernardo, So Marcos e Veranpolis. As crianas curtiram uma ampla programa-o no sbado com distribuio e carreata de pequenos caminhes patrocinados pela MAN, tambm brincadeiras, apresentao de Taekwondo AFA/AMSM e sorteio de brindes. Dentre os torneios, realizou-se o 23 Torneio de Bolo entre os motoristas (casais) das cidades da regio, 23 Torneio de Bocha entre os motoristas (casais) das cidades da regio, o 15 Torneio de Canas-tra entre os motoristas (casais) das cidades da regio.As super atraes foram marcadas por sho-ws de Amassacar, passeios de Helicpte-ro e Limousine. No Domingo pela manh cerca de 6.000 veculos foram abenoados na tradicional Procisso Motorizada. O en-cerramento da Festa se deu com o Show do Artista Renato Teixeira. Dentre os mo-mentos mais esperados da Festa estava o sorteio da rifa, que premiava um caminho, automveis e motos. Redao Chico da Boleia com informaes da Assessoria de imprensa da Associao dos Motoristas So-Marquenses (ACSM). Comercial Davoli realiza lan-amento de Produtos Renov da Mercedes-BenzEncerrando um ms de outubro aquecido para o setor do Transporte Rodovirio de Cargas, a Comercial Davoli de Ja promo-ve na sexta-feira (30 de outubro), um Co-quetel de Apresentao dos Produtos Re-nov da Mercedes-Benz. Disponvel desde 2004, a Linha Renov oferece motores, cmbios, embreagens, motores de partida, unidades injetoras, al-ternadores, turbinas, diferenciais, bombas de leo, bombas dgua e cabeotes rema-nufaturados. A linha reflete uma tendncia mundial que assegura ao cliente uma opo atrativa no momento da troca, com garantia e qualidade de pea nova. Produzidas sob a rigorosa superviso da Mercedes-Benz, exclusivamente com pe-as genunas e passando por melhorias tc-nicas, as peas da Linha Renov asseguram a integridade original do veculo, refletindo diretamente na relao custo/benefcio para o cliente, podendo seus preos chegar at a 55% do preo de uma pea nova. Uma grande vantagem poder - aps avaliao e aprovao do concessionrio - utilizar a pea antiga como parte do pagamento da remanufaturada.Outro importante benefcio dos produtos RENOV a maior disponibilidade do ve-culo, uma vez que o tempo de parada na oficina do concessionrio reduzido. O cliente ainda conta com a garantia de 12 meses sem limite de quilometragem (sendo trs meses de garantia legal e nove meses de garantia da fbrica).Merece destaque a preocupao ambiental no processo sustentvel da remanufatura, visto que o projeto Renov reduz o descarte de materiais e a emisso de poluentes pro-vocada pelo desgaste dos componentes. Alm disso, incentiva o cliente a antecipar as falhas mais graves.Todos os itens Renov esto disponveis na Rede de Concessionrios Mercedes-Benz, em seus mais de 200 pontos de atendimen-to, inclusive na Comercial Davoli, uma das mais antigas e tradicionais concessionrias da marca no Brasil. Assessoria de Imprensa HavaiaFoto: Divulgao Feira do CaminhoneiroO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 09CADERNO ESPECIALA cidade de Bebedouro nasceu de um sonho a cu aberto, beira de um crre-go conhecido como bebedor, cuja gua era procurada por tropeiros e boiadeiros, animais fatigados por longas caminhadas que faziam para atravessar o estado de So Paulo. Desde outras regies, esses homens faziam longas jornadas para praticar o co-mrcio. Em meados do sculo XIX, esses homens eram tambm responsveis pelo abasteci-mento de pequenas cidades do interior do estado. Naquele momento, So Paulo vivia o processo de ocupao da sua regio oes-te, procurada principalmente para a instala-o de grandes lavouras de caf que, com o passar dos anos, receberiam grande parte da mo de obra de imigrantes que aporta-vam diariamente no Brasil. A histria de Bebedouro comea quando os primeiros ocupantes do local tiveram a ideia de comprar um lote de terra para a for-mao do patrimnio de um povoado cujo nome seria So Sebastio do Bebedor. Pos-teriormente, esse local passou a se chamar Bebedor e, finalmente, Bebedouro. A fundao oficial do povoado aconteceu em 03 de maio de 1884, por ser o dia em que se lavrou a escritura de venda da pri-meira parte do atual patrimnio urbano pelo Sr. Joo Francisco da Silva e sua mu-lher D. Ana Cezaria Pimenta ao Procura-dor da Capela, Capito Jos Incio Garcia.O primeiro documento vinculado ao des-tino inicial do arraial do Bebedor foi um ato do Governador Provincial, o Baro de Parnaba, datado de 27 de agosto de 1886. Por lei estadual n. 87 de 06 de setembro de 1892, elevou-se o local a Distrito de Paz. Quase dois anos depois, ocorreu a elevao do Distrito a Municpio, significando sua emancipao da tutela de Jaboticabal, pela lei n 298 de 19 de julho de 1894. Pela lei n 487, de 29 de dezembro de 1896, elevou-se a Comarca que s foi instalada, de fato, em 11 de maro de 1896. A condio de Bebedouro enquanto uma cidade aconteceu por fora da Lei Munici-pal de n 34, de 11 de maro de 1889. Pelo efeito do Decreto Estadual n 14.334, de 30 de novembro de 1944, o municpio de Bebedouro ficou constitudo pelos distritos de Botafogo e Turvnea. Essa regio co-meava ento a receber as primeiras ruas, estabelecimentos comerciais e rgos ad-ministrativos. Oscar Werneck, engenheiro da Cia. Ferro-viria So Paulo Gois, desenhou e cons-truiu o primeiro coreto, localizado na Praa Baro do Rio Branco, e as torres de ilumi-nao do campo da Associao Atltica Internacional, o primeiro campo a receber iluminao no interior do Estado de So Paulo. Esses foram os primeiros passos do progresso de uma cidade que comea a nas-cer.Em 1912 construiu-se a Prefeitura Muni-cipal defronte ao Jardim Misterioso, hoje Praa Valncio de Barros, e na mesma po-ca o prdio da Cadeia de Bebedouro na es-quina das ruas So Joo e Campos Salles, regio central da cidade.Antes do termino do sculo XIX, a cidade j apresentava favorveis aspectos de pro-gresso, com a formao de lavoura de caf, que se tornaria a maior riqueza do munic-pio. Porm, devido quebra da Bolsa de Nova Iorque em 1929, o ciclo do caf no Brasil entrou em declnio, diminuindo a ex-portao desse produto e causando a faln-cia e abandono de muitas lavouras. Mas a populao de Bebedouro no se deixou abater pelo enfraquecimento eco-nmico do caf. Acostumados com a vida Cidade de Bebedouro afirma potencial como centro estratgico do transporte rodovirio de cargas" O atual Prefeito da cidade, Fernan-do Galvo, acredita que incentivar a educao e os eventos relacionados ao setor do transporte rodovirio de cargas a forma mais efetiva de confirmar o potencial de Bebedouro como um polo do segmento " no campo e conhecedores das tcnicas de plantio, a sua gente em pouco tempo subs-tituiu os velhos cafezais pelos laranjais. As terras desvalorizadas foram sendo reergui-das como uma poderosa mina de ouro at ento escondida. Paralelamente, a expanso industrial se mostra como um novo alicerce possvel para uma economia local que mudava de roupagem: da crise da fruta vermelha pen-durada no galho verde dos cafezais pelo perfume exalado das flores das laranjeiras que seriam transformadas em frutos ama-relos e trariam recursos econmicos junta-mente com as novas indstrias, reabilitan-do o combalido municpio.Assim, a terra do caf se transformou na terra da laranja, conhecida alm das fron-teiras, matria prima de alta capacidade de venda e exportao, atribuindo por mui-to tempo o ttulo de Capital Nacional da Laranja Bebedouro. Com o desenvolvi-mento das plantaes, cresceu tambm o comrcio local e a cidade comeou atrair mais e mais gente. O antigo povoado que antes era pequeno e silencioso tornou-se uma cidade vigorosa, barulhenta. As ruas que antes eram cheias de carros de bois, carrinhos, carruagens e carroas de quatro rodas, hoje ocupa-da por automveis modernos, caminhes transportando suas riquezas at os lugares mais escondidos do Brasil. A expanso da produo de laranja e, con-sequentemente, da indstria local foi responsvel pelo crescimento da participao de Bebedou-ro no Transporte Rodovirio de Cargas. A relao de be-bedouro com o transporte antiga. Os primeiros meios de descolamento e transpor-te eram feitos atravs de carros de boi que tra-ziam das fazendas os produtos agrcolas para serem vendidos na cidade. Quando ficaram prontos os armazns da Cia. Paulista de Estradas de Ferro, surgiram os carrinhos e as carroas com trao animal.O municpio, que desde o sculo XIX era pousada para tropeiros e pees de boiadei-ro, mantm sua vocao por meio de sua localizao privilegiada que conta com um entroncamento rodovirio, onde trs im-portantes rodovias passam pelo municpio, estrategicamente localizadas entre impor-tantes municpios dos estados de So Paulo e Minas Gerais. A cidade est conectada com grandes cidades como Ribeiro Preto, So Jos do Rio Preto, Araraquara e Mato. A tradio logstica de Bebedouro ganhou fora por meio da expanso ferroviria e inaugurao da estao da Companhia Pau-lista em 1902, que em 1909, foi es-tendida at Barretos. No ano de 1912, a Companhia So Paulo--Gois (So Paulo-Goiaz, na poca) criou a linha Bebe-douro-Olmpia. Tal linha foi estendida, em 1916, tornando Bebedouro um entroncamen-to ferrovirio. Na dcada de 1970, com o apogeu do ciclo da laranja, e com a instalao de indstrias de suco, o municpio experimentou um rpido crescimento populacional, passando de 30 mil habitantes a 70 mil habitantes em cerca de 20 anos. Atualmente, conta com 80 mil ha-bitantes, mas por ser um centro regional de educao, sade, servio e comrcio tem uma populao flutuante de mais de 150 mil habitantes que entram e saem dali para trabalhar, serem atendidos e estudarem. O municpio ostenta o ttulo de "Cidade Corao" e "Capital da Laranja", devido ao fato do cultivo dessa fruta ter alavancado o desenvolvimento do municpio no passado. O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA10 CADERNO ESPECIALAtualmente, se consolida como um centro de transporte, logstica e distribuio. Essa posio estratgica atraiu empresas de des-taque nacional como a Ambev, Comfrio, Solfarma, J. Moreira, grandes transporta-doras, alm de novos investimentos como a Tracbel, maior distribuidora da Volvo.Associado a esse perfil, Bebedouro desen-volveu uma estrutura para a qualificao da mo-de-obra que conta com trs insti-tuies de ensino superior Imesb, Unifafibe e Fatec, que mantm o curso de logstica. Alm de servios como o Poupatempo, SE-NAC, SESI e ETEC. A confluncia de po-lticas pblicas nesse sentido faz de Bebe-douro um local com grande potencial para a instalao de transportadoras e outras em-presas relacionadas ao TRC. O atual Prefeito da cidade, Fernando Gal-vo, acredita que incentivar a educao e os eventos relacionados ao setor do transporte rodovirio de cargas a forma mais efeti-va de confirmar o potencial de Bebedouro como um polo do segmento. O grande exemplo dessa iniciativa a tra-dicional Festa do Caminhoneiro de Bebe-douro, realizada h 14 anos pelo Grupo de Amigos Carga Pesada em parceria com a prefeitura e outros patrocinadores. Neste ano, o evento realizado em fins de setem-bro atraiu mais de 30 mil caminhoneiros, familiares e amigos do estado de So Paulo O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIACADERNO ESPECIAL 11e do Brasil todo. Durante o final de semana de festa foram realizados bingos e sorteados prmios, den-tre eles um carro e uma moto. O dinheiro arrecadado com a realizao dos shows foi em prol das entidades carentes que di-vidiro o montante. Alm da caracterstica filantrpica, a Festa tambm realiza a tra-dicional missa do caminhoneiro, da qual vrios motoristas, juntamente com amigos e familiares, participaram. A solenidade sempre acontece aps a imensa procisso que arrasta tradicionalmente centenas de caminhes pelas ruas da cidade. Sobre a ltima edio, os organizadores da Festa, Wilson Rodrigues e Vanderlan Silva de Souza, ressaltaram a melhora sucessiva dos shows realizados e da organizao. Em entrevista com Chico da Boleia, ambos se disseram satisfeitos com o pblico que foi participativo e compareceu em peso. Houve uma melhora considervel nas atraes e um aumento nos expositores. A parte culinria tambm teve novidades, h muita diversificao de cardpios na praa de alimentao. O comrcio local foi convi-dado pra participar do evento, assim como as entidades beneficentes., explicaram. De acordo com Wilson e Vanderlan o obje-tivo principal da Festa ser um espao de confraternizao da famlia dos caminho-neiros. um espao de unio e amizade que esperamos renovar a cada edio reali-zada., concluram. O Prefeito da cidade de Bebedouro, Fer-nando Galvo, marcou presena no evento ao lado de Romulo Camelini, vice-prefeito, e outros vereadores. De acordo com o lder do executivo local, a Festa de suma im-portncia para reafirmar a vocao de Be-bedouro enquanto uma cidade voltada para a logstica, o transporte e a distribuio. Ns sempre fomos conhecidos como a ca-pital da laranja, mas houve uma mudana na economia local e hoje temos uma nova vocao. Ns estamos num entroncamento rodovirio que nos coloca estrategicamen-te localizados, o que faz com que muitas transportadoras estejam se instalando aqui e crescendo muito, alm de empresas de lo-gstica e centros de distribuio., explicou o Prefeito que tambm salientou a grande quantidade de caminhoneiros autnomos que vivem na cidade. Com esses e outros eventos voltados para a rea de transporte, assim como incentivo tcnico e educacional no segmento, Bebe-douro vem se fortalecendo como grande rota de distribuio e logstica. Esse posto de suma importncia no s para a cidade, que aumenta sua receita a partir de uma ati-vidade com alto potencial de negcios e lu-cratividade, mas para toda a regio do oeste paulista e do interior do estado, que passa a receber, necessariamente, melhorias na infraestrutura de rodovias e incremento lo-gstico. Alm disso, o local afirma-se como um timo centro de oportunidades para ca-minhoneiros autnomos que buscam fretes. Redao Chico da BoleiaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA12 CADERNO ESPECIALAs corridas realizadas na cidade de Guapo-r, Rio Grande do Sul, so sempre um espe-tculo a parte. Alm da beleza e do cuidado do Autdromo Internacional da cidade, o pblico comparece em peso e muito par-ticipativo. Na ltima corrida, realizada em 12 de outubro, no foi diferente. Um dos momentos mais marcantes foi a homenagem feita pelos fs de Djalma Fo-gaa, o caipira voador, no momento em que o piloto parou seu caminho perto do pblico. O paulista que soma dcadas de histria junto ao automobilismo brasileiro se emocionou e agradeceu o carinho do p-blico. As atividades realizadas no final de semana marcaram a realizao da oitava etapa do Campeonato Brasileiro de Frmula Truck. No ms passado, Leandro Totti, da RM 14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro 14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro 14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro 14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro 14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro 14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro 14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro 14 Feira do Caminhoneiro em Bebedouro 14 Feira do Caminhoneiro em BebedouroO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 13ESPORTESF-Truck. Roberval Andrade vence em Guapor e Leandro Totti desclassificadoAs corridas realizadas na cidade de Guapo-r, Rio Grande do Sul, so sempre um espe-tculo a parte. Alm da beleza e do cuidado do Autdromo Internacional da cidade, o pblico comparece em peso e muito par-ticipativo. Na ltima corrida, realizada em 12 de outubro, no foi diferente. Um dos momentos mais marcantes foi a homenagem feita pelos fs de Djalma Fo-gaa, o caipira voador, no momento em que o piloto parou seu caminho perto do pblico. O paulista que soma dcadas de histria junto ao automobilismo brasileiro se emocionou e agradeceu o carinho do p-blico. As atividades realizadas no final de semana marcaram a realizao da oitava etapa do Campeonato Brasileiro de Frmula Truck. No ms passado, Leandro Totti, da RM Competies, conquistou o primeiro lugar na corrida e levantou a taa de Campeo Sul-Americano em Crdoba, ttulo que j havia garantido desde julho deste ano. Neste final de semana, Totti poderia ter ga-rantido mais um ttulo. No entanto, as cir-cunstncias resultaram em uma definio diferente do campeonato. O lder largou em terceiro lugar, mas teve problemas mecni-cos e foi forado a parar nos boxes, o que lhe custou muitas colocaes. Apesar de ter voltado para a pista na 21a colocao, o Marvado, j aparecia na stima coloca-o pouco tempo antes do final da corrida. Geraldo Piquet, da ABF Santos Desen-volvimento, que neste momento ocupava a quarta colocao, reduziu a velocidade e saiu da pista, fazendo com que o quinto e quanto colocado, Wellington Cirino, da ABF Santos Desen-volvimento e Dani-lo Dirani, da Ticket Car Corinthians, reduzissem a velo-cidade. Leandro Totti, que vinha na stima co-locao aproveitou o momento e pulou para a terceira co-locao, ultrapas-sando ainda Paulo Salustiano, da ABF Racing Team. No entanto, mesmo conquistando muitas posies, Totti no Pdio | Foto: Rodrigo Ruizconseguiu se aproximar dos primeiros co-locados e terminou a prova em terceiro. Aps o termino da corrida, a comisso da Confederao Brasileira de Automobilis-mo (CBA) encontrou irregularidades tcni-cas no caminho do paranaense Totti. De acordo com as informaes da assessoria de imprensa da Frmula Truck, o resulta-do oficial foi divulgado s 17h13 e alterou a tabela do campeonato brasileiro, j que Totti recuou de 200 para 183 pontos.Ao contrrio de Totti, o grande vencedor Roberval Andrade, da Ticket Car Corin-thians, viveu um final de semana feliz. O paulista fez bons tempos no treino classifi-catrio e conseguiu a pole position no Top Qualiying, realizado no sbado (11), depois da chuva que caiu em Guapor. Desde o incio da corrida, Roberval con-seguiu assegurar a primeira colocao e se distanciou dos outros competidores, pro-vando o bom desempenho de seu equipa-mento. No sem dificuldades, verdade, pois o piloto Geraldo Piquet, da ABF San-tos Desenvolvimento, largou em segundo e fez presso sobre Andrade toda a corrida. Com o desenvolvimento da prova, Paulo Salustiano e Felipe Giaffone se revezaram na segunda colocao, sempre pressionan-do o pole position. Foi bastante difcil e eu no estava com preparo fsico, mas agradeo a famlia, a equipe e aos amigos que me incentivaram muito neste final de semana, ressaltou An-drade que agora soma 93 pontos no cam-peonato. Felipe Giaffone, piloto RM Competies que brigava por um primeiro lugar e que na etapa argentina declarou na coletiva de imprensa se sentir insatisfeito com seu atu-al desempenho na categoria, terminou em segundo lugar. Com o resultado e a desclas-sificao de Totti, Giaffone some agora 149 pontos no campeonato, o que pode ser um motivador para as prximas duas corridas. O pdio se completou com Wellington Ci-rino e Paulo Salustiano, que ocuparam a quinta e quarta colocao, respectivamen-te. O resultado desse final de semana leva a deciso do ttulo para a cidade de Londrina, que sediar a etapa de novembro. Vale lem-brar que Cirino est na disputa, possuindo agora 120 pontos na terceira colocao do campeonato. Os lderes do campeonato, Totti e Giaffone tero que rever as estratgias e alinharem seus equipamentos para aguentarem a pres-so e a competitividade dos outros pilotos. Um bom exemplo desse contexto a pe-quena diferena de tempo entre os vence-dores da corrida deste domingo. A prxima etapa ser realizada entre os dias 31 de outubro e 2 de novembro na bela cidade de Londrina. Acompanhe a nossa cobertura e no perca um s detalhe da Frmula Truck. Foto: Rodrigo RuizO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA14 GALERIAFRMULA TRUCK 2014 - GUAPOR - RSGALERIA DE FOTOSFoto: Rodrigo Ruiz Foto: Rodrigo RuizFoto: Rodrigo Ruiz Foto: Rodrigo Ruiz Foto: Rodrigo RuizFoto: Rodrigo Ruiz Foto: Rodrigo Ruiz Foto: Rodrigo RuizO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 15ONDE EST O CHICO DA BOLEIAA primeira edio do Salo Internacional do Transporte Rodovirio de Carga da re-gio Centro-Oeste (Fenatran-CO) foi um sucesso. O evento, realizado no Centro de Convenes de Goinia entre os dias 14 e 17 de outubro, reuniu diversos grupos do setor do transporte rodovirio de cargas para discutirem temas como a segurana, os desafios logsticos, as novidades e solu-es para o segmento. Tambm passaram pelo Centro de Convenes autoridades lo-cais, como o prefeito de Aparecida de Goi-nia, Maguito Vilela.Chico da Boleia esteve presente durante os dias do evento e conversou com especialis-tas e empresrios. Confira na ntegra a en-trevista realizada com Leonardo Carneiro, Supervisor de caminhes da Hyundai. Chico da boleia: Ol amigos, estamos aqui na primeira edio da Fenatran Centro Oes-te. Hoje o segundo dia de evento e j pas-saram pelo Centro de Exposies inmeros participantes que conferiram as novidades e tambm assistiram s palestras que acon-tecem diariamente. Vamos conversar com Leonardo Carneiro, da Hyundai, sobre o evento e sobre as expectativas de mercado, j que a sede da fabricante em Anpolis, aqui no estado de Gois. Leonardo, qual a importncia de participar de um evento como este?Leonardo Carneiro: Bom, Chico, como voc bem disse a nossa sede aqui em Anpolis, Gois, e o Centro Oeste tem se desenvolvido muito no mercado de cami-nhes como em outros cenrios tambm. Essa regio est em constante desenvolvi-mento e isso bom para ns. Outro ponto a necessidade de participarmos de uma feira da Fenatran, pelo nome que ela j carrega desde So Paulo, h mais de vinte anos. Aqui na primeira edio da Fenatran Centro-Oeste a nossa expectativa maior. Embora ns estejamos ainda no segundo dia, j podemos identificar bons resultados. Chico da Boleia: O que vocs trazem de novidade para o pblico?Leonardo Carneiro: Ns estamos expondo os dois veculos comerciais nossos. O HR e o HD78. Ns trouxemos o HD78 montado num food truck que febre hoje no Bra-sil, o pessoal est fazendo diversos tipos de food truck para vender hambrguer, mon-tar temakeria, etc. Ento ns trouxemos um food truck de aa, montado em cima do nosso caminho HD78. Chico da Boleia: A gente percebe que a marca vem crescendo anualmente no Bra-sil, apesar do posicionamento dos mais pessimistas em relao a atual situao da economia. Como est a aceitao dos mo-delos da Hyundai no pas? Leonardo Carneiro: Ns estamos conquis-tando bons nmeros e conseguindo partici-par de uma boa fatia do mercado. Inclusive nosso veculo HR lder na categoria j h sete anos consecutivos. O nmero de em-placamentos do HD78 tambm vem cres-cendo e se tornando mais conhecido a cada dia. E vale frisar que tambm o veculo mais econmico e o que mais transporta da categoria, j que ele suporta at 5225 qui-los. Quem tem gosta muito. Chico da Boleia: Qual o principal diferen-cial do caminho de vocs?Leonardo Carneiro: Olha, o principal dife-rencial do nosso caminho que produzido em Anpolis a autonomia dele. Ele faz de 7 a 8 km com um litro de combustvel. Ne-nhum outro caminho dessa categoria atin-ge essa mdia. Estamos a frente nesse e em outros quesitos. Chico da Boleia: E qual a expectativa para 2015? Vocs tem algum lanamento, vo ampliar a produo? O que a Hyundai re-serva para 2015?Leonardo Carneiro: No prximo ano j teremos o modelo HR com air bag e ABS e o HD78 novo que vir com algumas me-lhorias na parte de engenharia, conforme o mercado sugeriu pra gente. Ns escutamos muito o empresrio e o usurio final do ca-minho. Ento a gente escutou bastante e vamos atender o pblico. Chico da Boleia: E Leonardo, quando que poderemos fazer uma visita a fbrica de vocs em Anpolis para poder levar ain-da mais informao sobre a produo da Hyundai para o pblico?Leonardo Carneiro: Quando voc quiser Chico, s marcarmos!Redao Chico da BoleiaChico da Boleia marca presena na Fenatran Centro-Oeste e entrevista representante da Hyundai Leonardo Carneiro, supervisor de caminhes da Hyundai frisou crescimento da marca dentro do mercado e revelou novidades para 2015.Foto: Chico da BoleiaO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA16 DEBATENDO A LEI DO MOTORISTAMONITORAMENTO E LOCALIZAOBALCO DE FRETES ELETRNICO NMERODA SORTESEGURODE VIDASERVIOODONTOLGICODIRIA DE INTERNAO HOSPITALAR EM CASO DE ACIDENTEASSISTNCIARESIDENCIALANS - N 310981 S A MELHOR EMPRESA DE RASTREAMENTOELETRNICO DO PAS, PODE OFERECER UMPRODUTO COM TANTAS QUALIDADES.0300 789 6004FAA PARTE DESTA TURMAOs Seguros de Acidentes Pessoais e Dirias de Internao Hospitalar so garantidos pela Seguradora Cardif do Brasil Vida e Previdncia S.A., CNPJ: 03.546.261/0001-08, Processos Susep No 15414.002708/2007- 95 e 005-00113/00. Corretora de Seguros: Sincronismo Corretora e Adm. de Seguros Ltda., CNPJ no 08.815.553/0001-04, Registro SUSEP no 050726.1.05.9018-5. Estipulante: Sascar Tecnologia e Segurana Automotiva S.A. - CNPJ no 03.112.879/0001-51. Prmio de Capitalizao no valor de R$ 12.000,00 bruto, com desconto diretamente na fonte de 25% de Imposto de Renda, garantido pela Empresa Cardif Capitalizao S/A, CNPJ: 11.467.788/001-67, Processo Susep no 15414.000312/2010-17. O registro deste plano na SUSEP no implica, por parte da Autarquia, em incentivo ou recomendao sua comercializao. O segurado poder consultar a situao cadastral de seu corretor de seguros, no site www. susep.gov.br, por meio do nmero de seu registro na SUSEP, nome completo, CNPJ ou CPF. A aceitao do seguro estar sujeita anlise do risco. Este seguro por prazo determinado tendo a Seguradora a faculdade de no renovar a aplice na data de vencimento, sem devoluo dos prmios pagos, nos termos da aplice. proibida a venda de ttulo de capitalizao a menores de dezesseis anos. *Assistncia Odontolgica prestada pela operadora ODONTO EMPRESAS CONVNIOS DENTRIOS LTDA., registrado na ANS-310981 ** As Assistncias Residencial e Funeral so prestadas pela empresa USS SOLUES GERENCIADAS LTDA. ***As Assistncias Odontolgicas e Funeral so de uso exclusivo do Contratante, no podendo ser transferidas a quaisquer terceiros. Cada Contratante ter direito, independentemente do nmero de equipamentos contratados e/ou de contratos firmados, a um nico Pacote de Vantagens. Alm do Pacote de Vantagens do Produto Sascar Caminhoneiro, voc pode adquirir tambm as Assistncias 24 horas com um valor diferenciado. Para maiores detalhes, entre em contato com a nossa Central de Atendimento.Sascar Caminhoneiro o nico rastreador que cuida do seu caminho, da sua famlia, e possibilita mais fretes, inclusive de retorno. Conhea nossas vantagens:CMYCMMYCYCMYKA Lei 12.619 foi assunto do Seminrio trabalhista: Lei 12.619/12. Aplicabilidade e fiscalizao, que fez parte da programao vespertina da Fenatran Centro-Oeste (Sa-lo Internacional do Transporte de Cargas), realizada em Goinia, em seu segundo dia. Recepcionados pelo presidente da Asso-ciao Nacional do Transporte de Cargas e Logstica (NTC&Logstica), Jos H-lio Fernandes; presidente do Sindicato das Empresas de Transporte do Estado de Gois (Setceg), Paulo Afonso e pela pre-sidente do Tribunal Regional do Trabalho de Gois, Elza Cndida da Silveira, auto-ridades no assunto palestraram durante o encontro. Alm deles, o assessor Jurdico da NTC&Logstica, Narciso Figueiroa Jr.; o presidente do Instituto Goiano do Direi-to do Trabalho, Rafael Lara; o presidente da Associao dos Magistrados da Justia do Trabalho da 18 regio (Amantra), Cle-ber Martins Sales; a auditora do trabalho, Jacqueline Carrijo; e o procurador do tra-balho, Alpiniano do Prado Lopes tambm estiveram presentes. De acordo com Alpiniano, uma das preo-cupaes com relao a nova lei o artigo que refere-se escala 12 por 36 horas. Se-gundo ele, a garantia de que o trabalhador descanse comprometida na medida em que ele viaja, mas precisa voltar para casa. No seu ponto de vista, dever do empre-gador fazer com que o empregado cumpra com seus deveres.A principal mudana que a Lei do Descan-so trouxe para os trabalhadores, na viso de Narciso Figueira Jr., a obrigatorie-dade da regulao da jornada de trabalho. Outro exemplo a co-responsabilidade do embarcados, que diz que os transportadores tm obrigao de oferecer condies sani-trias e de conforto nos locais de espera dos motoristas.Jacqueline concorda no que se refere aos cuidados com os excessos de horas traba-lhadas, apontando o cuidado com a apli-cao dos direitos do trabalhador. Nossa mdia de flagrante de mais de 20 horas de trabalho, apontando as lutas histricas para que a legislao previsse cargas hor-rias dignas ao ser humano.Como presidente da Amatra, Cleber Sales, elogiou a iniciativa do seminrio, justifi-cando que nesse tipo de encontro que se tem a possibilidade de ou-vir todos os lados envolvidos na cadeia do transporte. preciso ter uma noo do impacto completo que a lei gera, e no sim-plesmente cumpri-la.Quanto a gente olha do contexto pr Lei 12.619, vemos uma diferena gritante de normativas do setor. Era um setor que no controlava jornada. Ele estava pautado na prpria jurisprudncia, que trazia que quem trabalha externamente est isento do controle de jornada, continuou Cleber. Ele apontou como os principais pontos de tenso o tempo de direo, de espera e de reserva; a jornada de trabalho; os interva-los; e a possibilidade de fixar a remunera-o dos motoristas por quilometragem, por tempo de viagem ou por produtividade.Quanto s atribuies, Rafael Lara afirma que no podemos criar uma responsabi-lidade integral das atribuies a todas as transportadoras apontado a elas todas as mazelas do setor. Segundo ele, preciso pensar em combater as fraudes em parceria de atuaes, mas levando em conta as con-dies no s para a aplicao da lei, mas para a aplicao no mercado.InfraestruturaA auditora Jacqueline ressaltou que a Lei 12.619/12 uma lei que vem para salvar vidas. Carrijo considera que h problemas de infraestrutura em todo o Pas, inclusive chamando a ateno para os portos, que impactam diretamente do transporte rodo-virio. Apesar disso, mas no se pode co-locar as pessoas em situao de sacrifcio dirio.Durante a explanao, Narciso relembrou que a situao catica das estradas no Pas um problema antigo. Ele apresentou da-dos de que dos 96 mil quilmetros de estra-das analisadas, 66% apresentam algum tipo de problema. Isso no justifica os aciden-tes do setor, mas precisamos cobrar aes do setor pblico. Como principais desa-fios do setor, apontou a mudana de cultura dentro das empresas, controle da jornada de trabalho e alteraes na Consolidao das Leis do Tabalho (CLT) , como as for-ma de remunerao. Gostaria que os di-logos entre NTC, Ministrio do Trabalho e Ministrio Pblico se intensificassem, referindo-se para que a Lei entre em vigor.Informaes de MAC Editora e Jornalismo Fenatran centro-oeste debateu impacto da Lei 12.619O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 17SADE NO TRECHOEmbora a incidncia seja menor que 1%, os homens tambm podem ter a doenaEmbora raro, homens tambm podem ter cncer de mama. No pblico masculino, a doena representa menos de 1% do total de casos e a incidncia maior entre os 50 e 65 anos. O diagnstico acontece com base em uma alterao na mama masculina, ge-ralmente notada pelo paciente. Ainda no h exames de rastreamento para este tipo de cncer em homens, mas sabe--se que as causas que levam o homem a ter a doena esto ligadas gentica: 20% dos que desenvolvem a doena tem casos na famlia e 10% so portadores de uma muta-Outubro Rosa 2014: voc sabia que o cncer de mama no uma doena s de mulheres?MONITORAMENTO E LOCALIZAOBALCO DE FRETES ELETRNICO NMERODA SORTESEGURODE VIDASERVIOODONTOLGICODIRIA DE INTERNAO HOSPITALAR EM CASO DE ACIDENTEASSISTNCIARESIDENCIALANS - N 310981 S A MELHOR EMPRESA DE RASTREAMENTOELETRNICO DO PAS, PODE OFERECER UMPRODUTO COM TANTAS QUALIDADES.0300 789 6004FAA PARTE DESTA TURMAOs Seguros de Acidentes Pessoais e Dirias de Internao Hospitalar so garantidos pela Seguradora Cardif do Brasil Vida e Previdncia S.A., CNPJ: 03.546.261/0001-08, Processos Susep No 15414.002708/2007- 95 e 005-00113/00. Corretora de Seguros: Sincronismo Corretora e Adm. de Seguros Ltda., CNPJ no 08.815.553/0001-04, Registro SUSEP no 050726.1.05.9018-5. Estipulante: Sascar Tecnologia e Segurana Automotiva S.A. - CNPJ no 03.112.879/0001-51. Prmio de Capitalizao no valor de R$ 12.000,00 bruto, com desconto diretamente na fonte de 25% de Imposto de Renda, garantido pela Empresa Cardif Capitalizao S/A, CNPJ: 11.467.788/001-67, Processo Susep no 15414.000312/2010-17. O registro deste plano na SUSEP no implica, por parte da Autarquia, em incentivo ou recomendao sua comercializao. O segurado poder consultar a situao cadastral de seu corretor de seguros, no site www. susep.gov.br, por meio do nmero de seu registro na SUSEP, nome completo, CNPJ ou CPF. A aceitao do seguro estar sujeita anlise do risco. Este seguro por prazo determinado tendo a Seguradora a faculdade de no renovar a aplice na data de vencimento, sem devoluo dos prmios pagos, nos termos da aplice. proibida a venda de ttulo de capitalizao a menores de dezesseis anos. *Assistncia Odontolgica prestada pela operadora ODONTO EMPRESAS CONVNIOS DENTRIOS LTDA., registrado na ANS-310981 ** As Assistncias Residencial e Funeral so prestadas pela empresa USS SOLUES GERENCIADAS LTDA. ***As Assistncias Odontolgicas e Funeral so de uso exclusivo do Contratante, no podendo ser transferidas a quaisquer terceiros. Cada Contratante ter direito, independentemente do nmero de equipamentos contratados e/ou de contratos firmados, a um nico Pacote de Vantagens. Alm do Pacote de Vantagens do Produto Sascar Caminhoneiro, voc pode adquirir tambm as Assistncias 24 horas com um valor diferenciado. Para maiores detalhes, entre em contato com a nossa Central de Atendimento.Sascar Caminhoneiro o nico rastreador que cuida do seu caminho, da sua famlia, e possibilita mais fretes, inclusive de retorno. Conhea nossas vantagens:CMYCMMYCYCMYKFoto: Divulgaoo gentica que predispes ao cncer. Alm disso, a exposio radiao, pele negra e a idade so fatores de risco. Portan-to, homens que possuem familiares (me, av, irm) com histrico da doena, devem conversar com seu mdico para avaliar as condies e a melhor maneira de rastrea-mento. O fato de ser raro no sexo masculino faz com que os casos sejam descobertos tardia-mente. Mesmo assim, as chances de cura e as formas de tratamento so parecidas em ambos, dependendo do estgio da doena. Como fazer o diagnsticoCaso encontre um ndulo - em homens ele costuma aparecer na regio prxima a au-rola - ou notar o crescimento da mama, o ideal procurar um especialista. Assim como nas mulheres, alm do exame fsico, ser realizada mamografia e eventualmente ultrassonografia de mama. O processo de tratamento tambm bas-tante parecido atravs da quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia, radioterapia e tratamento sistmico.Outubro RosaO Outubro Rosa uma Campanha Mundial contra o cncer de mama, que estimula a preveno pelo diagnstico precoce da doena. Em 2014 esto estimados 57 mil novos casos de cncer de mama no Brasil, segundo o Inca. Projeto Ser Homem aborda o universo masculinoO Instituto Lado a Lado pela Vida tem o Projeto Ser Homem, que aborda o universo masculino em toda a sua complexidade, sob a perspectiva da sade integrada com o comportamento. No portal (http://www.ladoaladopelavida.org.br/ser-homem) so disponibilizados contedos voltados para o pblico masculino com temas sobre sade, carreira e estilo de vida, que auxiliam o homem a lidar com questes importantes, que muitas vezes so deixadas de lado dev-ido a falta de espao para debat-las. Mantendo a preocupao com o bem estar do homem, o Instituto Lado a Lado pela Vida promove a Campanha Um Toque, Um Drible, que visa promover uma mudana de paradigmas e tabus em relao a ida do homem ao mdico e realizao do exame de toque. As aes da campanha acontecem durante o ano todo, concentrando em no-vembro a principal ao, o Novembro Azul. Segundo Marlene Oliveira, presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida, na edio de 2013 tiveram mais de 260 aes em 23 estados com a participao de 30 milhes de pessoas. Mais informaes sobre a cam-panha voc encontra no site www.movimentonovembroazul.com.brO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA18 CULTURA E EDUCAOAcidentes de trnsito so a segunda causa de mortes de crianas e adolescentes no Brasil, aponta estudoIniciamos esse texto com uma longa cita-o. A Declarao Universal dos Direitos Humanos, pedra fundamental de nossa moderna convivncia civilizada, estabele-ce, no seu art. 3, que todo indivduo tem direito vida, liberdade e segurana pessoal e adiciona, no art. 5: ningum ser submetido tortura nem a penas ou tratamentos cruis, desumanos ou degra-dantes. Mais recente, a Declarao Universal dos Direitos da Criana estabelece, no seu Princpio VI - Direito ao amor e compre-enso por parte dos pais e da sociedade, que a criana necessita de amor e com-preenso, para o desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade.A Constituio Federal estipula, no seu art. 227: dever da famlia, da sociedade e do Estado assegurar criana, ao adoles-cente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito vida, sade, alimentao, educao, ao lazer, profissionalizao, cultura, dignidade, ao respeito, liberda-de e convivncia familiar e comunitria, alm de coloc-los a salvo de toda forma de negligncia, discriminao, explorao, violncia, crueldade e opresso.Nosso Estatuto da Criana e do Adoles-cente, promulgado em 1990, considerado por muitos como um dos mais avanados do mundo, tambm contempla, no seu art. 4: dever da famlia, da comunidade, da sociedade em geral e do poder pblico as-segurar, com absoluta prioridade, a efeti-vao dos direitos referentes vida, sa-de, alimentao, educao, ao esporte, ao lazer, profissionalizao, cultura, dignidade, ao respeito, liberdade e con-vivncia familiar e comunitria.No obstante todo esse aparelho de reco-mendaes, normas e resolues, diaria-mente somos surpreendidos com notcias de graves violaes, de atos de extrema barbrie praticados, em muitos casos, pe-las pessoas ou instituies que deveriam ter a misso de zelar pela vida e pela in-tegridade dessas crianas e adolescentes: suas famlias e as instituies p-blicas ou privadas que, em tese, seriam os respon-sveis pelo resguardo dos mesmos.. Ainda mais: o que chega luz pblica, o que consegue furar o vu da vergonha, do estigma e do ocultamento, pare-ce ser s a ponta do iceberg, uma mnima parcela das agresses, negligncias e violncias que, de fato, existem e subsistem em nossa sociedade. O trecho acima parte do texto que inicia o documento elaborado pela rea de Estu-dos sobre Violncia vinculada ao organis-mo Flacso-Brasil. O Mapa da Violncia: crianas e adolescentes do Brasil o mais recente estudo (2012) sobre a violncia que atinge essas categorias no pas. A anlise toma como ponto de partida duas questes fundamentais: a mortandade que causada por fatores naturais e a que causada por fatores externos, incluindo tambm a violncia estrutural contra essas categorias sociais.De acordo com o documento, se as causas naturais de mortandade vem des-pencando, o nmero de bitos por fatores externos se eleva de forma gradativa. Um fato relevante a ser destacado a marcante diferena evolutiva entre as cau-sas naturais e as externas na mortalidade de crianas e adolescentes. Na contramo das denominadas causas naturais que dimi-nuem de forma contnua e acentuada nas trs dcadas analisadas, as causas externas evidenciam crescimento, principalmente a partir do ano 2006. As taxas de mortalida-de por causas naturais na faixa de O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIA 19PASSATEMPOO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAPALAVRAS CRUZADAS DIRETASSoluowww.coquetel.com.br Revistas COQUETELBANCO 13VMMEIODEVIDAEDENMEIGAADIARCAIMITOATRICALAREPGGOLERASTOSSAIARICAMUFLAGEMFUGAEDEMABESSNGIANGUUSINAANDARESVROARTAKAIASSINCRONODivulgaooficial deconcursopblicoForma desubsistn-cia comoo trabalhoAmorosa;carinhosa"Quem (?),consente"(dito)Molusco desprovidode concha"(?) TeChing",base doTaoismo"Evitar oprimeiro(?)", prin-cpio do AA(?) Toledo,humoristapaulistaProfissio-nal comoRenatoSorrisoAplicar;empregar(?) Lessa, jornalista eeditor de "OPasquim"ValentinoRossi, pilo-to italiano de Moto GPFernanda (?), voca-lista doPato FuEntidadesimblica e saudvelao desen-volvimentoinfantilFazer de certo modoImportante veculo naformao de opinioProfissionais contra-tados para trabalharem unidades bsicasde sade (2013)Jardim de Ado e EvaDeixar pa-ra depoislbum deEd MottaVestgio no caminhoMatou oprprioirmo(Bblia)Repartio(abrev.)Armas de cano longoFora! (pop.)Cadernosdas se-cretriasRetenode lquidoSobre, emfrancsMeio dedefesa docamaleo"A (?) dasGalinhas",animao de bonecosde massaRemo, em inglsEm outroritmoPavimen-tos de umprdioBerlio(smbolo)Papa defarinha de milho Aes ro-tineiras napuericulturaComboioModelo da Chevroletque saiude linhaem 2012Demonstra-tivo (abrev.)Capital aus-traca, onde se situao PalcioHofburgFbrica(bras.)Et cetera(abrev.)3/aor oar sur. 4/den ivan. 5/takai. 6/vectra. 10/assncrono.CruzadasConhea o significado dos nomes das rodoviasTodo dia o estradeiro cruza rodovias estad-uais e federais com o objetivo de entregar o frete. Nomes como BR-101, SP-090, RS-110, fazem parte das siglas e nomen-claturas vistas pelo caminho. O que poucos sabem que aquela combinao de letras e nmeros representam o tipo de estrada e a direo que ela segue.As rodovias so precedidas de uma sigla, que determina de quem sua responsabi-lidade e suas limitaes. No caso, as rodo-vias iniciadas em BR pertencem ao Gover-no Federal, e as que iniciam com as demais siglas (SP, AC, AM, RJ, RS) so de re-sponsabilidade dos governos estaduais. As rodovias federais podem ser classificadas da seguinte forma:- Rodovias Radiais: So as que partem de Braslia para os extremos do pas. So oito ao todo (BR-010, BR-020, BR-030, BR-040, BR-050, BR-060, BR-070 e BR-080). Exemplo: BR-020, que liga Braslia a For-taleza.- Rodovias Longitudinais: So aquelas que cortam o Brasil de norte a sul. Sua numera-o dividida de acordo com a sua localiza-o em relao Capital Federal de 100 150 so as estradas leste de Braslia, e da 151 199 ficam a oeste. Exemplo: BR-153, que liga Marab (PA) a Acegu (RS)- Rodovias Transversais: So as vias que cruzam o pas na direo leste-oeste. A nu-merao tambm baseada na posio do Distrito Federal de 200 250 ficam as rodovias ao norte de Braslia, e de 251 299 as que passam pelo sul. Exemplo: BR-230, que liga Cabedelo (PB) a Benjamin Constant (AM)- Rodovias Diagonais: So as que seguem nos destinos noroeste-sudeste ou nordeste-sudoeste. As numerao vai de 300 a 399, sendo que as pares cruzam o pas na di-reo noroeste-sudeste e as mpares rumam por nordeste-sudoeste. Exemplo: BR-364, que vai de Limeira (SP) ao Acre.- Rodovias de Ligao: So as que co-nectam duas rodovias ou pelo menos uma rodovia federal e um ponto importante. A numerao vai de 400 a 499, sendo que as de 400 a 450 passam ao norte do paralelo de Braslia e as de 451 a 499 passam ao sul. Exemplo: BR-407, que vai de Piripiri (PI) a Anaj (BA).As regras de numerao tambm servem para as rodovias estaduais.A quilometragem das rodovias tambm seguem um sentido: nas radiais, os quil-metros so contados a partir de Braslia. Nas longitudinais, diagonais e de ligao, a numerao comea do ponto mais ao norte em direo ao sul (com exceo da BR-163 e BR-174, que comeam do sul para o norte. Nas transversais, a contagem de quilmetros comea do leste para o oeste.Fonte: Volvo nas estradasD30 31 129162330815222931017244111825512192661320277142128S T Q Q S S 30 a 9 - Salo do Automvel 4 - Lanamento 17 TranspoSul12 - 8 Encontro Empresarial Na Mo Certa 22 - Festa do Transporte & Logstica 20142 - Frmula Truck Etapa Londrina5 a 7 - 16 Etransport e 10 FetransRio6 a 9 - VII Encontro Nacional da ComJovem26 a 29 - 17 Expo de Transporte ABCD