25 Edio Nacional Jornal Chico da Boleia

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Fique sabendo de tudo o que acontece no setor do transporte.

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  • Distribuio Gratuita

    O JORNAL PARA O

    CAMINHONEIROAMIGO

    www.chicodaboleia.com.br

    Orgulho de ser caminhoneiro

    EDIO NACIONAL

    A Frmula Truck anunciou em 9 de novem-bro do ano passado os locais e datas das dez corridas que vo compor o Campeona-to Brasileiro de 2014.

    Suspenso desde o dia 26 de dezembro, o ro-dzio municipal de veculos na capital So Paulo voltou a vigorar no dia 20 de janeiro.

    Ano 03 - Edio 25 - Janeiro de 2014

    Alterao define Curitiba como sede da segunda etapa

    Pg. 03

    Pg. 10

    Pg. 4 e 5

    Conforme j veiculado em matria anterior, a partir da medida, o pagamento passa a ser de 1% sobre a receita bruta das empresas de transporte e de outros setores que tambm foram contemplados, dentre eles transporte areo e martimo de cargas e passageiros.

    ISO

    9001

    Jos Machado fala sobre a desonerao da folha de

    pagamento

    Rodzio municipal e restrio de circulao em feriados

    Mercado de caminhes continuar aquecido em 2014, dizem especialistas

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    JANEIRO COMEA TUDO DE NOVO, COM ESPERANA RENOVADA.

    Tem inicio mais um ano, tudo de novo, com esperana reno-vada. Recordo-me que no incio de 2013 alguns economistas desenhavam uma verdadeira catstro-fe para o Brasil. Mas

    nada de grave aconteceu! Para o nosso se-tor as notcias foram boa: crescimento no emplacamento e produo de caminhes, safras recordes, novas montadoras de ca-minhes investindo no Brasil e por ai vai. Detalhe, os catastrofistas continuam dizen-do que em 2014 a porca torce o rabo! Est sendo assim ano atrs de ano, e agora a coisa deve aumentar, pois estamos em ano de Eleies para Presidente, Governado-res, Senadores, Deputados Federais e Es-taduais. E vo querer desenhar o pior dos mundos, para ver seus intentos eleitorais ter algum xito. O fato que nos primeiros quinze dias de 2014 a venda de caminhes continua aque-cida, as safras que esto por vir anunciam novos recordes, ate a laranja que andava em baixa promete um ano positivo. Temos Copa do Mundo em solo Brasileiro que querendo ou no vai trazer recursos e divi-sas para nosso Pas. Se antes ramos vistos como uma repblica das bananas, hoje isso muitssimo diferente. O Brasil conquista respeito a cada dia!No nosso setor a busca pela modernidade e

    pela produtividade no para. Comeamos o ano sob a bandeira da desonerao em cima da folha de pagamento, que est causando controvrsia, pois h quem apoie e h quem tenha duvidas sobre este assunto.Em relao Lei 12.619 ela continua como est. Nada mudou! A Lei continua valendo do jeito que foi publicada. Existem projetos para alterar alguns pontos que ainda no fo-ram votados pelo parlamento. A carta frete j foi abolida por uma lei especfica, porm continua sendo usada por aqueles que lucram com ela, em total desrespeito a legislao. o momento de comear a fiscalizao de maneira dura e eficaz para mostrar que o fim um caminho sem volta. As operadoras tem que parar de jogar a responsabilidade pela explicao do funcionamento para as empresas, e assumir este papel claramente, e ainda tem que re-considerar as taxas praticadas tendo em vista o ganho em escala. Ns caminhoneiros e carreteiros devemos buscar nossa organizao, participar das entidades sindicais para que ningum deci-da por ns. O ano de 2014 no meu modo de entender bastante promissor para o nosso setor. S depende de ns fazermos aconte-cer e valer nossos direitos. Agora um momento famlia, em Janeiro dois aniversrios de pessoas sob a luz do signo de Capricrnio, no dia 16 de Janei-ro completa mais uma primavera minha enteada Larissa Jacheta Riberti, que a coordenadora do nosso Jornal e como todo mundo na equipe polivalente: tambm nossa reprter fotogrfica. Para ela, muita sade, paz e que nunca deixe a adolescn-

    Sede: Rua Jos Ravetta, 07 - Itapira-SP, CEP 13977-150 Fone:(19) 3843-5778

    Tiragem:

    50.000 exemplares Nacional, 10.000 exem-plares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro Preto

    Diretora-Presidente: Wanda Jacheta

    Diretor Editorial: Chico da Boleia

    Editor Responsvel: Chico da Boleia

    Coordenao / Reviso / Fotgrafa

    Larissa J. Riberti

    Diagramao / Fotgrafa

    Pamela Souza

    Suporte Tcnico / FotgrafoMatheus A. Moraes

    Conselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Larissa J. Riberti (Historiadora) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coordena-dora do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APROCAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa

    02 EDITORIAL

    Expediente

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    cia, pois isso que faz a diferena. E quem acende mais uma vela na sua jornada mi-nha querida prima Isabel Cristina Francisco Lacava, moradora da bela Limeira. Que seu caminho seja iluminado a cada dia que pas-sa, muita sade, paz e amor Feliz Aniversa-rio para vocs duas!Companheiros e Companheiras do trecho. Desejo a todos que no ano de 2014 nossos sonhos, os meus, os seus e de todos se tor-nem realidade e que possamos conquistar, acima de tudo, muita alegria.At a prxima edio, e um grande abrao.Chico da Boleia.

  • ser omisso em relao legislao em vi-gor.Pois o primeiro a ser autuado por no cumprimento vai ser o que esta rodando na estrada, ou seja, ns caminhoneiros que comearemos a pagar a conta pelo no cumprimento da lei.Dentro do possvel os companheiros de-vem comear a denunciar para as entida-des de classe as empresas que esto for-ando esta situao. Voc tambm pode nos informar e ns encaminharemos as denncias para os rgos competentes. Podem nos informar que manteremos si-gilo para no prejudicar ningum na hora do embarque.Nosso telefone (19) 3843-778 ou (19) 3843-6487 ou nos mande um e-mail chicodaboleia@chicodaboleia.com.br. Voc tambm pode es-crever em nosso site www.chicodaboleia.com.br

    Um abrao e ate a prxima edioChico da Boleia Orgulho de ser Caminhoneiro

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    Chico da Boleia responde

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAPAPO DE BOLEIA 03

    Antnio Brito: Chico, eu sou autnomo e a empresa que eu carrego est pedindo para eu abrir uma empresa seno no da mais para me contratarem. Eles podem fa-zer isso?

    Chico da Boleia: Companheiro Antnio! Poder no pode! Mas tem muitas empre-sas pedindo isso, e isso por total falta de conhecimento da legislao em vigor. Na edio passada aqui mesmo eu respondi sobre o fim da carta frete, e que muita gen-te no est cumprindo.Os embarcadores esto pedindo para os autnomos mudarem para pessoa jurdica para no precisar pagar via meio eletrni-co, s que eles se esquecem de observar que a lei mais uma vez que deixa claro que toda empresa com at trs caminhes no extrato prevalece a regra do pagamento eletrnico do frete.Por enquanto muitas empresas esto usan-do este caminho para no cumprir a lei por falta de fiscalizao, mas isso no vai du-rar por que a fiscalizao vai comear de forma rgida este ano.Entendo que muitos dos companheiros acabam aceitando as imposies dos em-barcadores por medo de ficar parado, mas preciso avaliar ate que ponto vale a pena

    Suspenso desde o dia 26 de dezembro, o rodzio municipal de veculos na capital So Paulo voltou a vigorar a partir desta segunda-feira (20 de janeiro). De acordo com as informaes da CET (Companhia de Engenharia de Trfego), a restrio no centro expandido ocorre das 7h s 10h e das 17h s 20h.Alm disso, o rodzio restringe a circulao de veculos no Minianel Virio da Capital que formado pelas marginais Pinheiros e Tiet, avenidas dos Bandeirantas e Afonso Taunay, bem como pelo Complexo Virio Maria Maluf, avenidas Tancredo Neves e Juntas Provisrias, Viaduto Grande So Paulo e avenidas Salim Farah Maluf e Prof. Lus Incio de Anhaia Melo. importante ressaltar que o rodzio no se aplica para portadores de deficincia fsica.

    Alm do rodzio para veculos comerciais, os caminhoneiros precisam ficar atentos s conhecidas restries de seus caminhes pelas ruas do centro e vias urbanas. Duran-te o carnaval e os feriados que promovem grande fluxo de carros nas rodovias estadu-ais e interestaduais, os caminhoneiros

    tambm sofrem com o impedimento de circulao.

    No carnaval, por exemplo, haver restri-o de circulao nos dias 28 de feverei-ro, 01, 04 e 05 de maro em horrios j definidos.

    O Cdigo de Trnsito Brasileiro prev multa de R$85,13 para o motorista que no respeitar os horrios e locais de res-trio de circulao, alm de acrescer 4 pontos na carteira de habilitao.

    Para no ser pego de surpresa, avalie o calendrio e programe-se.

    Redao Chico da Boleia

    Fonte: Portaria 46 de 20 de dezembro de 2013 CGO/DPRF

    Voc pode ter acesso ao mapa do rodzio em: www.cetsp.com.br

    Rodzio municipal e restrio de circulao em feriados

    OPERAO DIA DA RESTRIO HORRIO DA RESTRIO

    28/02/2014(sexta-feira) 16h00 s 24h00

    01/03/2014 (sbado) 06h00 s 12h00

    04/03/2014 (tera-feira) 16h00 s 24h00

    05/03/2014 (quarta-feira) 06h00 s 12h00

    17/04/2014 (quinta-feira) 16h00 s 24h00

    18/04/2014 (sexta-feira) 06h00 s 12h00

    21/04/2014 (segunda-feira) 16h00 s 24h00

    01/05/2014 (quinta-feira) 06h00 s 12h00

    04/05/2014 (domingo) 16h00 s 24h00

    19/06/2014 (quinta-feira) 06h00 s 12h00

    22/06/2014 (domingo) 16h00 s 24h00

    19/12/2014 (sexta-feira) 16h00 s 24h00

    24/12/2014 (quarta-feira) 06h00 s 12h00

    01/01/2015 (quinta-feira) 16h00 s 24h00

    04/01/2015 (domingo) 16h00 s 24h00

    28/02/2014 (sexta-feira) 06h00 s 19h00

    01/03/2014 (sbado) 06h00 s 19h00

    05/03/2014 (quarta-feira) 12h00 s 22h00

    09/03/2013 (domingo) 12h00 s 22h00

    01/03/2014 (sbado) 12h00 s 22h00

    05/03/2014 (quarta-feira) 12h00 s 22h00

    FESTEJOS

    JUNINOS 20/06/2014 (sexta-feira) 12h00 s 22h00

    FIM DE ANO

    CALENDRIO 2014 DE RESTRIES DE VECULOS, PORTADORES DE AET, VLIDO APENAS EM RODOVIAS

    FEDERAIS COM PISTA SIMPLES

    CARNAVAL

    SEMANA

    SANTA/TIRADENTES

    DIA DO TRABALHO

    CORPUS CHRISTI

    Restrio de Trnsito na BR 101, entre os Municpios de Rio Bonito/RJ e Itabora/RJ, Km 269 a 308 do Rio de

    Janeiro e na BR 493, nos Municpios de Mag e Itabora, Km 0 a 26

    CARNAVAL

    Restrio na BR 135 no Estado do Maranho, do Km 00 ao 100 - entre os municpios de So Lus/MA e Itapecuru-

    Mirim/MA

    CARNAVAL

    Restrio apenas nos Estados da Bahia, Paraba, Pernambuco e Rio Grande do Norte

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA04 FIQUE POR DENTROO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    Jos Machado fala sobre a desonerao da folha de pagamento.

    sabido que o setor de transporte rodovi-rio de cargas foi integrado entre os benefi-ciados pela desonerao da folha de paga-mento atravs da Lei 12.974/2013 (j em vigor) e da Medida Provisria n.612/2013. Conforme j veiculado em matria anterior, a partir da medida, o pagamento passa a ser de 1% sobre a receita bruta das empresas de transporte e de outros setores que tambm foram contemplados, dentre eles transporte areo e martimo de cargas e passageiros. O objetivo principal que a desonerao possa estimular a contratao de mo de obra. Alm disso, de acordo com a Confederao Nacional de Trans-porte (CNT), espera-se que, no cur-to e mdio prazo, existam motiva-es para renovao e ampliao de frota, bem como investimentos na segurana e treinamento dos funcio-nrios.J no longo prazo, espera-se que as empre-sas possam reduzir o preo do frente, o que afetar o preo dos produtos transportados e beneficiar o consumidor. A CNT afirma que a medida beneficiar, principalmente, as empresas que possuem maior nmero de empregados fixos, tendo em vista que le-var a uma reduo das distores geradas pela contratao informal e sazonal.

    De acordo com o presidente do SETCESP Manoel Sousa Lima Jr., a medida beneficia mais de 85% das empresas de transporte ro-dovirio de cargas. Os tributos sobre a fo-lha de pagamento sempre foram um grande entrave para a contratao de profissionais. Agora, com as empresas recolhendo 1% sobre o faturamento, e no mais 20% sobre a folha, h uma reduo de custos impor-tante. Esta desonerao dada pelo governo federal foi estendida para o transporte de cargas graas ao trabalho das entidades do setor e muito benfica para as empresas",

    diz Manoel Sousa Lima Jr.A medida j est valendo desde o comeo de janeiro. Por isso, Chico da Boleia foi at Jardinpolis conversar com Jos Machado, empresrio do setor de transporte e ex-Pre-sidente da ATR Brasil. Durante a conversa, Jos Machado falou sobre o impacto positivo da desonerao da folha de pagamento do setor de transporte rodovirio de cargas, dentre outros assun-tos, como o fim da Carta Frete, a vigncia da Lei 12.619 e a necessidade de facilitar o crdito para a renovao de frota dos aut-nomos. Confira na ntegra a entrevista:

    Chico da Boleia: Sr. Jos, chegamos em janeiro. A briga pela desonerao da folha de pagamento foi grande no ano passado. Qual a expectativa do mercado para esse incio de atividade?

    Jos Machado: Bom, enquanto empresa, para a nossa empresa vantajoso. Porque vantajoso? Por que desburocratizou, por que eu acredito, pelo perfil da nossa empre-sa, que ns no vamos pagar nem mais nem menos do que j pagvamos. Mas desburo-cratizou. O INSS do autnomo e de todos de um modo geral era difcil de voc cal-cular at a data de recolhimento. Hoje no! Hoje no primeiro dia til de cada ms voc j pode calcular porque em cima do fatu-ramento da empresa. Mas para o setor como um todo tem aqueles que vo levar vanta-gem e aqueles vo levar desvantagem. Ain-da vamos ouvir muito essas divergncias de opinies, uns achando que bom, outros achando que ruim. Eu acho que para o

    Governo em si vai ser timo. Eu me lembro da poca que eu representava a ATR Brasil e ns estvamos brigando por esse 1% por-que o governo queria implantar 2%. E diz-amos que 2% no era desonerao era one-rao. E para o Governo, no tenho muita dvida, que vai ser bom. Por que isso s para o ano de 2014, a princpio. E a gente espera, pelo menos eu espero, que perma-nea. E acredito que o Governo tambm vai querer que permanea. Por qu? Por que eu acredito que a arrecadao vai aumentar. Por que a gente sabe como funciona o mer-cado e eu percebo que no adianta registrar o funcionrio por menos, que no adianta no recolher do autnomo. Agora sobre o faturamento. Ento se o Governo tiver o controle sobre isso, ele poder manter para 2015, 2016. que o Governo tambm tem chiado sobre as desoneraes porque houve perda de receita. Eu acredito que nesse caso haver aumento de receita.

    Chico da Boleia: O Senhor tem vrias d-cadas de militncia em defesa da categoria dos empresrios e nos ltimos anos o setor vem tendo novidades praticamente todo o ano. A desonerao, na sua opinio, ela aju-da ou atrapalha o setor?

    Jos Machado: Na minha opinio ajuda. Eu acho que ajuda por aquilo que eu j dis-se. Desburocratizou o negcio. E no caso da nossa empresa eu no vou pagar mais. Nem vou pagar menos. J fizemos alguns exerccios e j vimos que vamos ficar na mesma, um ms um pouco mais, outro ms um pouco menos. Porque ns sempre reco-lhemos tudo e nossos funcionrios sempre foram registrados de acordo com o que eles ganham.

    Chico da Boleia: E o Senhor trabalha no s aqui na regio de So Paulo como na regio do Distrito Federal, l na regio de Catalo?

    Jos Machado: , Gois, Minas Gerais e So Paulo.

    Chico da Boleia: Para o ano de 2014, pro setor de transporte, o Senhor v um ano

    produtivo ou um ano de retrao?Jos Machado: Eu que estou no setor do agronegcio eu vejo como um ano produ-tivo. Tambm estou um pouco na rea in-dustrial e ela tambm promete melhorias, que uma rea de bebidas. Agora pelo que a gente ouve por a a rea industrial de um modo geral anda sofrendo. Mas no agrone-gcio a tendncia crescimento.

    Chico da Boleia: Ano aps ano, temos a Agri Show que acontece aqui na regio de Ribeiro Preto e quebra-se recorde atrs de recorde. Neste ano comenta-se que at a safra de laranja vai ter um ganho. O acar continua com grande demanda. O que o Se-nhor acha que falta para melhorar o setor?

    Jos Machado: O setor de agronegcio, de modo geral, sempre movido a preo, en-to o acar parece que est melhorando. Agora o lcool com essa poltica de com-bustvel est dando um desestimulo nas usi-nas e nossa regio est sofrendo um pouco. Porque a economia local aqui bem movi-da cana de acar. E grande parte disso vai para a produo de lcool. E o lcool no Brasil vem diminuindo. Voc v que o pessoal est partindo mais para a gasolina em funo da poltica de preos atual.

    Chico da Boleia: Outras duas coisas que acontece-ram recentemente no setor que eu queria a opinio do Senhor enquanto em-presrio. O fim da Carta Frete, pega de vez? E com relao Lei 12.619, vai

    adiante?

    Jos Machado: Bom, o fim da Carta Frete, ou seja, o pagamento eletrnico, enquanto empresrio eu vejo que anda normalmente, ns estamos trabalhando dessa forma. Eu acho excelente. Havia alguma reclamao de algum autnomo no comeo, mas hoje acabou. Mas eu vejo cerca de 20% das em-presas do nosso segmento trabalhando com Carta Frete, pagando em cheque. Se no houver fiscalizao vai continuar assim. A Lei 12.619 que no primeiro momento a gente achava impossvel de implantar, de controlar jornada, as duras penas a gente vai conseguindo. Estamos esperando al-gumas pequenas mudanas que esto l na Comisso na Casa Civil, est no Con-gresso. A gente mesmo aqui, o nosso grupo da ATR, fez alguns pleitos, coisa simples, coisas que j estavam no Projeto de Lei e que foram vetadas pela Presidenta. Tinham duas ou trs coisinhas para viabilizar o con-

    A desonerao da folha de pagamento desburocratizou o recolhimento do INSS dos funcionrios -Jos Machado

    Foto: Divulgao

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAFIQUE POR DENTRO 05produtivo ou um ano de retrao?Jos Machado: Eu que estou no setor do agronegcio eu vejo como um ano produ-tivo. Tambm estou um pouco na rea in-dustrial e ela tambm promete melhorias, que uma rea de bebidas. Agora pelo que a gente ouve por a a rea industrial de um modo geral anda sofrendo. Mas no agrone-gcio a tendncia crescimento.

    Chico da Boleia: Ano aps ano, temos a Agri Show que acontece aqui na regio de Ribeiro Preto e quebra-se recorde atrs de recorde. Neste ano comenta-se que at a safra de laranja vai ter um ganho. O acar continua com grande demanda. O que o Se-nhor acha que falta para melhorar o setor?

    Jos Machado: O setor de agronegcio, de modo geral, sempre movido a preo, en-to o acar parece que est melhorando. Agora o lcool com essa poltica de com-bustvel est dando um desestimulo nas usi-nas e nossa regio est sofrendo um pouco. Porque a economia local aqui bem movi-da cana de acar. E grande parte disso vai para a produo de lcool. E o lcool no Brasil vem diminuindo. Voc v que o pessoal est partindo mais para a gasolina em funo da poltica de preos atual.

    Chico da Boleia: Outras duas coisas que acontece-ram recentemente no setor que eu queria a opinio do Senhor enquanto em-presrio. O fim da Carta Frete, pega de vez? E com relao Lei 12.619, vai

    adiante?

    Jos Machado: Bom, o fim da Carta Frete, ou seja, o pagamento eletrnico, enquanto empresrio eu vejo que anda normalmente, ns estamos trabalhando dessa forma. Eu acho excelente. Havia alguma reclamao de algum autnomo no comeo, mas hoje acabou. Mas eu vejo cerca de 20% das em-presas do nosso segmento trabalhando com Carta Frete, pagando em cheque. Se no houver fiscalizao vai continuar assim. A Lei 12.619 que no primeiro momento a gente achava impossvel de implantar, de controlar jornada, as duras penas a gente vai conseguindo. Estamos esperando al-gumas pequenas mudanas que esto l na Comisso na Casa Civil, est no Con-gresso. A gente mesmo aqui, o nosso grupo da ATR, fez alguns pleitos, coisa simples, coisas que j estavam no Projeto de Lei e que foram vetadas pela Presidenta. Tinham duas ou trs coisinhas para viabilizar o con-

    trole. Eu vou dar um exemplo: o descanso semanal de 36 horas poder ser acumulado por duas ou trs semanas, ou quatro no m-ximo e sempre para o motorista poder des-cansar em casa. Por exemplo, coisas fceis como o Art. 8o que o governo vetou e que eu no vejo porque no tem como ele des-cansar 36 horas quem faz longas distn-cias. Eu acho que tambm estou feliz com isso a, embora seja difcil, pelo menos d pra dormir um pouco a noite, porque eu j no tenho a preocupao se o motorista vai entrar na justia ou no. Eu tenho o controle de jornada, se o meu controle estiver errado ele ganha, se estiver certo eu acho que ele no ganha. Lgico que cai a produtividade dos caminhes e lgico que quando todo mundo praticar a lei, voc pode, devagar, ou de imediato, repassar isso para o preo do frete. Enquanto no repassa, realmente diminui a rentabilidade bastante.

    Chico da Boleia: O Governo comea a discutir efetivamente com vrias entidades a renovao da frota nacional. As empre-sas tm caminhes com idade mdia mais nova, mas os autnomos tm caminhes como uma idade mdia muito alta. O Se-nhor acha que isso importante? E at onde que isso pode chegar?

    Jos Machado: Eu acho importante, 50% do nosso faturamento com autnomos e eu tenho buscado, tenho ido s concessio-nrias, pra tentar ajudar os autnomos no que se refere renovao de frota daqueles que podem ter um contrato com a gente. E realmente difcil. Eu acho que preci-sava facilitar essa questo do Finame para o autnomo, eu acho que precisa desburo-cratizar isso. Por que o banco que o ga-rantidor, ele no tem muito interesse. Pelo menos naqueles casos que eu tenho tentan-do ajudar, existe uma dificuldade. No sei se os autnomos de modo geral tm conse-guido, mas eu acho que precisa facilitar a concesso de crdito para o autnomo em cima da garantia do caminho. Por que boa parte deles no tem garantias reais e extras pra dar alm da alienao do caminho. En-to precisa facilitar isso. O Banco do Brasil e a Caixa Econmica precisam abarcar isso pra dar uma facilidade para o motorista, por que o banco particular no tem nenhum in-teresse em fazer isso. Mesmo no Banco do Brasil e na Caixa no fcil um caminho-neiro que no tem um cadastro conseguir comprar um caminho com uma taxa de juros acessvel como a do Finame.

    Redao Chico da Boleia

    Gastos da Previdncia com acidentes de trnsito crescem 54% em dois anosOs gastos da Previdncia Social com bene-fcios decorrentes de acidentes de trnsito somaram R$ 12 bilhes no ano passado ante R$ 7,8 bilhes em 2011. Para reverter a tendncia, o governo quer criar polticas mais eficazes de preveno e intensificar os programas de reabilitao dos trabalha-dores que sofreram algum tipo de acidente para reduzir o peso da fatura de aposenta-dorias por invalidez e auxlio-doena para os cofres pblicos.O secretrio de Polticas de Previdncia Pblica do Ministrio da Previdncia, Le-onardo Rolim, disse ao Valor PRO, servio de informao em tempo real do Valor, que esse aumento de 53,84% das despesas pre-videncirias com acidentes de trnsito em dois anos foi concentrado em acidentes de moto, principalmente na regio Nordeste. "Quem mais gasta com acidentes de ve-culos a Previdncia Social", afirmou o secretrio.Os nmeros do Seguro de Danos Pesso-ais Causados por Veculos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), administrado pela Seguradora Lder, mostram que, le-vando em conta os seguros pagos, foram registrados 366,4 mil acidentes em 2011. Somente no primeiro semestre do ano pas-sado, 299,3 mil sinistros levaram ao paga-mento do seguro obrigatrio. A previso que o nmero dobre no fechamento do ano, o que daria quase 600 mil desembolsos.O diretor-presidente da Lder, Ricardo Xa-vier, ressaltou que as motocicletas j repre-sentam 27% da frota de veculos no pas e esse "fenmeno", est diretamente ligado melhora do poder de compra da populao brasileira e focado, principalmente, na re-gio Nordeste. Por isso, a necessidade de investimentos em programas de preveno.Segundo Rolim, a elevao dessas despe-sas e o impacto nas contas pblicas so motivo de preocupao e, por isso, tm sido tema de reunies do ministrio e do Conselho Nacional de Previdncia Social (CNPS). As solues estudadas pelo con-selho envolvem a preveno e a recupera-o. O primeiro eixo analisa uma experin-cia realizada no interior do Estado do Rio Grande do Norte."A ao conjuga divulgao com ao re-pressiva e reduziu os acidentes em 70% de um ano para o outro", disse o secretrio. J na recuperao, o foco melhorar a reabi-litao profissional oferecida pelo governo. O objetivo difundir a experincia que "foi sem custo, simples e bem implementada", afirmou Rolim. "As polticas hoje so vol-tadas para os grandes centros, sendo que a cobertura previdenciria em pequenos mu-

    nicpios do Nordeste muitas vezes maior do que de grandes centros."

    Segundo o secretrio, o aumento das inde-nizaes causadas por acidentes de trnsito tem pressionado as despesas de aposenta-doria por invalidez e auxlio-doena. Es-ses gastos totalizaram R$ 65,4 bilhes em 2013. O governo quer fortalecer e ampliar a reabilitao de trabalhadores que sofreram algum tipo de acidente ou ficaram doentes. Com isso, dever haver uma menor conces-so de aposentadoria de invalidez e auxlio--doena por um perodo longo e intensifica-o da liberao de auxlio-acidente.Como o valor do auxlio-acidente inferior aos outros, o governo passaria a ter uma economia. Por outro lado, o segurado po-deria voltar ao mercado de trabalho formal sem perder o benefcio. Rolim disse que "ajustes" tambm podero ser feitos na le-gislao para que sejam criados benefcios que incentivem o retorno ao mercado for-mal e que estimulem as empresas a contra-tar funcionrios que passaram por requali-ficao.

    A percepo do governo que, como os programas para reconduo do funcionrio ao mercado so ineficazes, o total de be-nefcios por invalidez concedidos cresceu muito, se comparado ao verificado em ou-tros pases. Em muitas situaes, o traba-lhador deveria receber um auxlio-acidente e no uma aposentadoria por invalidez. Atualmente, o governo consegue reabilitar de 15 mil a 20 mil pessoas por ano, mas existe demanda de 300 mil.Em decorrncia disso, a quantidade de benefcios por invalidez no pas atingiu a marca de 18% dos benefcios previdenci-rios concedidos. Na avaliao de Rolim, um nmero "aceitvel" seria de 10%. A Grcia, por exemplo, no auge da crise tinha 14,5% do total de benefcios previdenci-rios nessa modalidade. "Hoje, a reabilita-o ineficiente. Precisamos melhorar a efetividade", disse, reforando que melho-rias na gesto podem reduzir o perodo de concesso de auxlio-doena e a quantidade de aposentadorias por invalidez.Com essa mudana, seria possvel diminuir as despesas por invalidez em 40% ao longo de dez anos, ou o equivalente a cerca de R$ 20 bilhes, avalia Rolim. Em 2013, a des-pesa do governo com aposentadoria por in-validez foi de R$ 42,5 bilhes e auxlio-do-ena R$ 22,9 bilhes. J o desembolso com auxlio-acidente foi de R$ 2,65 bilhes.De acordo com o secretrio, esse o ca-minho que resta para diminuir os gastos da Previdncia, j que "no h mudana vis-vel no horizonte" em dois outros gargalos

    do setor: a penso por morte e o fator pre-videncirio.O presidente da Fora Sindical, Miguel Torres, disse que a entidade est disposta a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) se o governo fizer mudanas na se-guridade social sem negociar com os tra-balhadores. "Entendemos que qualquer mudana na Previdncia deve ser ampla-mente discutida com a sociedade e com os representantes dos trabalhadores, de forma democrtica. No aceitaremos de manei-ra alguma uma reforma feita na calada da noite, com o intuito de mexer nos direitos adquiridos", disse o sindicalista.

    Fonte: Valor Econmico

    Fabet/SP Inicia a 7 Turma do Curso de Capacitao de Instru-

    tores para o Transporte Rodovirio

    O programa tem durao de onze dias, com o objetivo de instrumentalizar os instruto-res com subsdios tericos e prticos para a constancia de propsito, mantendo nos profissionais do volante qualificados o bom desempenho de suas funes, maximizando nos motoristas os elementos indispensveis para uma conduta de responsabilidade, dis-ponibilidade e valorizao do capital, bem como, transformar culturalmente as empre-sas de transporte de cargas, a fim de tornar permanentes os princpios da no violncia no trnsito, a partir do respeito ao outro, da tica, dos valores e das atitudes no ambien-te de trabalho, na famlia e na sociedade.

    No ltimo dia de treinamento os profissio-nais apresentaro o Seminrio do Trans-porte, atividade de avaliao final. Sero apresentados temas desenvolvidos durante o curso, permitindo a visualizao real do conhecimento adquirido e das habilidades desenvolvidas. Todos os trabalhos sero avaliados por uma banca composta por pro-fessores e convidados.

    FONTE: Maiara Peruzzo Marketing/SP

    No dia 20 de janeiro de 2013, iniciou nas de-pendncias da Fundao Adolpho Bsio de Educao no Transporte - filial/SP, a stima turma do Curso de Capacitao de Instru-tores para o Transporte Rodovirio, desti-nado a parceiros e clientes.

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA06 ESPAO G.A.C.P

    No ano de 2013, mais precisamente nos dias 27,28 e 29 de setembro aconteceu a 13 Festa do Caminhoneiro de Bebedouro e como noticiamos aqui no nosso Jornal, o evento foi um grande sucesso.Pelo Brasil ocorrem inmeras, centenas de Festas de Caminhoneiros de diversos formatos. Mas foram poucas as vezes em que eu vi o en-volvimento da comunidade local para real-izao da mesma.

    Findando Dezembro de 2013 aparece um dos resultados importantes da Festa, que a entrega dos recursos arrecadados durante os trs dias dos festejos. As entidades Lar do Idoso, PROFAC, ARTSOL E APRET receberam os recursos que chegaram em boa hora. No entanto, mais do que fazer, importante divulgar os resultados para que os companheiros tenham cincia do trabalho srio desenvolvido pelo Grupo de Amigos do Carga Pesada.

    A diviso do que foi arrecadado ficou da

    seguinte forma.:Lar do Idoso recebeu R$ 22.749,54 (vinte e dois mil setecentos e quarenta e nove reais e cinqenta e quatro centavos)PROFAC recebeu R$ 22.749,54 (vinte e dois mil setecentos e quarenta e nove reais e cinqenta e quatro centavos)ARTSOL recebeu R$ 5.687,38 (cinco mil seiscentos e oitenta e sete reais e trinta e oito centavos)APRET recebeu R$ 5.687,38 (cinco mil seiscentos e oitenta e sete reais e trinta e oito centavos)

    Segundo um dos coordenadores da 13 Fes-ta do Caminhoneiro, Wilson Rodrigues, a equipe est satisfeita com o resultado, pois em 2013 a Festa recebeu investimentos visando proporcionar qualidade na estrutu-ra do evento e, mesmo assim, a renda lqui-da foi de R$ 56.000,00 (cinqenta e seis mil reais) superando a do ano anterior, que teve uma renda lquida de R$ 42.000,00 (quarenta e dois mil reais). Tivemos um

    custo de R$ 9.000,00 (nove mil reais) pelo aluguel das barracas que so da Parquia de So Joo Batista e So Pedro Claver comentou o organizador.

    Quanto diviso do resultado, Wilson ex-plica que se deve a retaguarda dada pelas pessoas ligadas a Parquia de Santo Incio e Lar do Idoso do a Festa. So mais de 300 voluntrios empenhados para o suces-so do evento, alm de utilizarmos o forno e o fogo da entidade, explicou Wilson. O principal objetivo da Festa proporcio-nar encontro e lazer para as famlias da co-munidade, em especial para as dos camin-honeiros. Para a Diretora do lar do Idoso, Irm Ludivina Nicomedes, o recurso foi creditado na conta bancria da entidade em momento muito oportuno, quando aumen-tam as despesas devido ao pagamento do 13 salrio e incio de ano sem repasse de verbas.

    J para coordenadora da PROFAC Pro-moo do Fraterno Auxilio Cristo, enti-dade ligada a Parquia de Santo Igncio de Loyola, Maria Aparecida Bonfim Rocha, o recurso advindo da Festa ir garantir a cesta bsica e outras ajudas as 120 famlias assistidas. Com o novo bairro Dr. Pedro Paschoal, aumentou o nmero de famlias necessitadas, muitos pais esto presos devi-do ao envolvimento com drogas e a famlia no tem como sobreviver.

    A Coordenadora da APRET, Edna Apare-cida dos Santos, diz que o recurso assegu-rar o cumprimento das obrigaes da enti-dade, pois todo inicio de ano, at que sejam firmados os convnios, no entra verba e as contas no param. Santos comenta que

    s em maro os repasses normalizam. A APRET oferece assistncia aos pacientes de 14 municpios que fazem hemodilise em Bebedouro.

    muito bom ver que uma Festa to bem organizada em funo de ns caminhon-eiros gera um apoio financeiro a entidades srias que prestam to importante servio a sociedade.Quero crer que em 2014 a Festa ser mais um sucesso e eu Chico da Boleia estarei presente para prestigiar e noticiar.

    Chico da BoleiaOrgulho de ser Caminhoneiro

    Grupo de Amigos do Carga Pesada

    Festa Bebedouro - Foto: Jorge Ceccato

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 07

    s em maro os repasses normalizam. A APRET oferece assistncia aos pacientes de 14 municpios que fazem hemodilise em Bebedouro.

    muito bom ver que uma Festa to bem organizada em funo de ns caminhon-eiros gera um apoio financeiro a entidades srias que prestam to importante servio a sociedade.Quero crer que em 2014 a Festa ser mais um sucesso e eu Chico da Boleia estarei presente para prestigiar e noticiar.

    Chico da BoleiaOrgulho de ser Caminhoneiro

    A Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo e detentora da marca Firestone, com a qual atua no mercado agrcola, ir expor durante o Show Rural Coopavel 2014 seus novos modelos de pneus radiais para mquinas agrcolas. O evento, voltado para a difuso de novas tecnologias agro-pecurias, abrir o calendrio anual de fei-ras agrcolas e acontecer entre os dias 03 e 07 de fevereiro, na cidade de Cascavel, no Paran. No estande de mais de 700 metros quadra-dos, a Bridgestone mostrar os novos mod-elos Firestone Super All Traction II 23, indicados para tratores, colheitadeiras e outros equipamentos agrcolas. Com bar-ras longas e um ngulo de 23, esse modelo de pneu proporciona maior rea de trao, maior rendimento e maior durabilidade, re-duzindo assim os custos operacionais.

    Destinado aos pulverizadores, o Firestone Radial All Traction RC IF380/90R46, com tecnologia IF (Increased Flexion), apre-senta uma conduo suave, que reduz a compactao do solo, minimiza o desgaste e proporciona uma capacidade de carga 20% maior com a mesma presso de um pneu radial padro.

    Para o segmento de transporte de carga, sero expostos os pneus Bridgestone do novo modelo premium R268. Ele possui benefcios como desgaste uniforme, ndice de recapabilidade (maior reaproveitamento da carcaa em mltiplas reformas), confor-to (baixo nvel de rudo) e alto desempenho quilomtrico. Somadas, estas caractersti-cas conferem ao produto a posio de o melhor da categoria.

    E tambm estaro presentes os pneus Fire-stone FS400. Com seu desenho moderno e ombros arredondados - o nico em sua categoria com essa caracterstica - ele tem excelente resistncia ao arraste lateral, proporcionando maior durabilidade da car-caa, reduo de rudo e apresentando um maior conforto ao motorista. Alm destes lanamentos, tambm sero exibidos outros produtos da linha agrcola, assim como pneus para nibus e caminho, bandas de rodagem (Bandag), pneus de passeio e caminhonete e molas pneumti-cas. Para Marcos Aoki, gerente geral de ven-das e marketing da Bridgestone, os novos produtos so inteiramente focados na ne-cessidade do cliente final. Com o uso da mais recente tecnologia, desenvolvemos

    pneus que oferecem maior capacidade de suporte de carga, excepcional trao, maior estabilidade e vida til mais longa. Com estes benefcios, conseguimos trazer ao usurio a melhor opo de custo bene-fcio.

    A Bridgestone ter em seu estande os seguintes produtos:

    Firestone Radial All Traction RC - O pneu Firestone Radial All Traction RC (Row Crop), de classificao R-1W, foi desen-volvido com a mais recente tecnologia Firestone AD2, sendo indicado para aplica-o em pulverizadores. Pneus com a tecno-logia Firestone AD2 podem suportar uma maior capacidade de carga e velocidade su-periores com relao a um pneu radial pa-dro. Medida em exposio: IF 380/90R46 R-1W (168D) - S/C Firestone Super All Traction II 23 - De-senvolvido com barras regulares, para uso em terrenos secos e servios gerais, este pneumtico proporciona uma excepcional trao e maior estabilidade. Medida em ex-posio: 13.6-38 6 LONAS R-1 - C/C

    Bridgestone R268 - Indicado para estra-das de curta e longa distncia, podendo ser aplicado em todas as posies de eixo. Projetado para ser utilizado em eixos di-recionais, de trao moderada e eixos de reboque. O R268 possui desempenho supe-rior em trajetos de mdia e alta severidade, como estradas cheias de curvas, aclives, declives e percursos urbanos. Oferece cus-to por quilmetro inferior, em funo da alta quilometragem na 1 vida e excelente ndice de recapabilidade. Medidas em ex-posio: 295/80R22.5 R268Z 152/148M Firestone FS400 - Pneu radial sem cmara desenvolvido para uso em eixos direcio-nais, livres e trao moderada de camin-hes e nibus, em rodovias pavimentadas de mdias e longas distncias. Medida em exposio: 295/80R22,5.

    Agrcolas RadiaisAlguns modelos j conhecidos de pneus radiais da marca Firestone tambm es-taro disposio do pblico. O Radial All Traction DT, indicado para terrenos onde se exige maior trao, e projetado com barras mais altas, oferecendo excelente excepcional trao, menor compactao do solo, aumento de produtividade e eco-nomia de combustvel. O produto estar disponvel nas medidas 710/70R38 R1-W

    (166/B) - S/C; 710/70R42 R1-W (168B) - S/C; 750/65R26 R1-W (166B) - S/C e 420/90R30 R-1W (145B) - S/C.O modelo Radial Deep Tread 23 com a medida 520/85R42 R-1W (157B) - S/C. Desenvolvido com maior profundidade no centro da banda, ele proporciona uma ex-celente trao, timo desempenho em di-versos tipos de solo, maior vida til e eco-nomia de combustvel.

    Ainda no segmento de agrcolas radiais, ser levado o Radial All Traction 23 na medida IF 520/85R34 R-1 (168B) - S/C. Este pneumtico oferece excelente trao, menor compactao do solo e maior du-rabilidade. Destaque para a designao IF "Increased Flexion", tecnologia que pro-porciona uma capacidade de carga 20% maior com a mesma presso de um pneu radial padro.

    Agrcola diagonalOs pneus agrcolas diagonais da marca Firestone so indicados para tratores, col-heitadeiras, microtratores e outras mqui-nas agrcolas. Estaro na feira o Super All Traction 23 (disponvel nas medidas 14.9-24 8 LONAS R-1 - C/C e 23.1-26 12 LONAS R-1 - C/C) e o Super All Traction II 23 (disponvel na medida 18.4-30 12 LONAS R-1 - C/C), que so desenvolvidos com barras regulares para uso em terrenos secos e servios gerais que exijam excep-cional trao, maior estabilidade, dirigibili-dade e durabilidade.O pneu Firestone Trator T-2, com desenhos especiais que proporcionam uma elevada capacidade de flutuao, autolimpeza e tima trao em todos os tipos de terrenos, estar na medida 5.00/6-12 4 LONAS G-1 - C/C. O modelo Firestone Guide Grip, in-dicado para as rodas dianteiras de tratores agrcolas, estar disponvel na medida 7.50-18 10 LONAS F-2 - C/C. Fechando a exposio de pneus agrcolas diagonais est o Firestone All Traction Util-ity (disponvel na medida 19.5L-24 12 LO-NAS R-4 - S/C), que possui excelente car-acterstica de trao e flutuao em terrenos irregulares e difceis, e o Champion Spade Grip II (disponvel na medida 23.1-26 10 LONAS R-2 - C/C), indicado para terrenos alagados e inconsistentes. Proporcionando mximo desempenho, maior durabilidade e excelente segurana operacional.

    Pneus de transporte No estande da Bridgestone tambm sero

    encontrados pneus voltados exclusiva-mente a caminhes e nibus. A empresa levar o pneu radial Bridgestone L320, desenvolvido para uso nos eixos de trao para percursos mistos (pavimento e terra) de curta e mdia distncia. O produto es-tar disponvel na medida 295/80R22.5 16 152/148G. O radial Bridgestone M840s, desenvolvido para uso em eixos direcio-nais, livres e trao moderada de camin-hes e nibus em percurso misto, estar em exposio na medida 295/80R22.5 16 152/148K. J os pneus radiais da marca Firestone sero representados pelo modelo T819, para caminhes com aplicao em eixos di-recionais, de trao moderada e de reboque em percursos mistos (asfalto e terra) de curtas e mdias distncias, e T831, indica-do para uso em eixos de trao de camin-hes que trafegam em percursos mistos (asfalto e terra), com velocidade modera-da. Ambos estaro disponveis na medida 295/80R22.5 - S/C.

    Veculos de passeio e LTR (Light Truck Radial) A Bridgestone levar quatro modelos de pneus de sua linha de passeio e LTR (Light Truck Radial). Conhecido como o principal produto da marca Firestone destinado aos automveis de alto desempenho e veloci-dade, o Firehawk 900 estar disponvel na medida 185/60R14 82H. O Potenza RE760 SPORT, principal produto Bridgestone voltado esportividade e destinado ao mer-cado de reposio, estar disponvel na me-dida 225/45R17 91W.

    J no segmento de pneus radiais para caminhonetes (LTR), estaro disponveis o Firestone Destination A/T, na medida 265/70R16 110/107S, e o Bridgestone Du-eler A/T D693, na medida 205/70R15 96T. Sero disponibilizados seis produtos de banda de rodagem da marca Bridgestone Bandag para o pblico do Show Rural e tambm molas pneumticas da marca Fire-stone.

    Show Rural CoopavelData: 03 a 07 de fevereiro de 2014Horrio: das 08h s 17h Endereo: BR -277, Km 577, Cascavel/ PR.

    Site oficial: www.showrural.com.br

    Igor Taborda Mquina Public Relations

    Bridgestone apresenta novidades durante o Show Rural Coopavel 2014

    FIQUE POR DENTRO

  • No ano que vem ainda vemos investimentos acontecendo por causa dos grandes eventos dos prximos anos (Copa do Mundo e Olimpadas), ano eleitoral que deve gerar mais investimentos e um cenrio internacional constante de juros - Martinez em entrevista divulgada pela agncia Reuters

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA08 REPORTAGEM

    Mercado de caminhes continuar aquecido em 2014, dizem especialistasO ano que passou resultou na acele-rao da produo e da venda de ca-minhes. De acordo com os dados da Associao Nacional dos Fabricantes de Veculos Automotores (Anfavea), a produo de caminhes no Brasil atingiu a marca de 190.304 unidades em 2013. Dentre os produzidos, foram mais de 72 mil modelos de semipesados e aproximadamente 67 mil modelos de pesados. Tal crescimento j de-monstrava consequncias positivas no ano passado. Durante a Fenatran (Feira Internacional do Transporte) de outubro, marcas como Ford, Ive-co e Mercedes-Benz ingressaram no mercado de extra-pesados com novos modelos, arriscando novos passos dentro do setor. Os dados da Anfavea mostram um crescimento de 43,1% em compara-o com 2012, quando foram fabrica-dos 132.953 unidades de caminhes. A produo de nibus tambm fechou o ano com alta de 9,5% em relao ao ano anterior, somando um total de 40.111 mo-delos fabricados. O ritmo acelerado da produo de cami-nhes e nibus em 2013 resultou no recor-de histrico de produo. Foi registrada alta de 9,9% e 3,74 milhes de unidades de auto veculos pro-duzidos. A esse bom desempenho podem ser atribudos fatores como o mercado de exportaes em alta, os recordes de safras no agronegcio e a substituio de veculos importados por nacio-nais. Alm disso, devem ser consideradas as atuais polticas pblicas que incentivam a renovao de frota no s dos transporta-dores de carga, mas tambm dos caminho-neiros autnomos. O levantamento da Anfavea ainda informou que em 2013 foram licenciados 151.175 caminhes e 32.896 nibus. Os nmeros apontam para um crescimento de 12,2% e de 14,5%, respectivamente, em relao a 2012. As exportaes cresceram num ritmo igual-mente acelerado, pois foram vendidos mais de 25 mil caminhes ao redor do mundo. Tal feito econmico representa uma alta de 4,7%. J o mercado de nibus representou uma elevao de 12% em relao a 2012, somando mais de 9,7 unidades vendidas no exterior.

    Apesar dos resultados positivos, especialis-tas da Anfavea afirmam que existem obst-culos que ainda precisam ser superados no mercado de caminhes. Em entrevista con-cedida para a Confederao Nacional do Transporte, o presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Junior, avaliou que o Brasil hoje o quarto maior mercado do mundo. No

    entanto, ele ainda aparece como o stimo produtor. Para subirmos nesse ranking, temos que melhorar nossas condies de competitividade, afirmou Yabiku.

    J alguns empresrios do setor, avaliam o ano de 2013 como bastante produtivo do ponto de vista das vendas efetuadas. Joo Davoli, Diretor do Grupo Irmos Davoli, ressalta que o bom momento fez crescer o mercado o que permitiu a expanso dos negcios no interior de So Paulo. Desde 2011, a empresa vem adquirindo mais reas de atuao como concessionrio da marca Mercedes-Benz. Atualmente, a Irmos Da-voli atua em cinquenta municpios do inte-rior paulista abrangendo cidades como Ja, Mogi Mirim, Porto Ferreira e Amparo. Cabe destacar que entre os modelos que mais venderam em 2013, os caminhes pesados saram em vantagem. De acordo

    com a Anfavea, o aumento das vendas foi de 36% em comparao com 2012. Lder do segmento, a Scania aumentou suas vendas em 80,9% com um total de 17.983 unidades comercializadas. J a Volvo despontou em segundo lugar com uma expanso de 33,3% em relao ao ano anterior. No ranking, ainda seguem a

    Mercedes-Benz que vendeu 11.802 unida-des (+19,8%), a Man com 5.729 unidades (+14,6%) e a Iveco que colocou mais 3.779 de seu modelo no mercado (12,8%).No ranking geral do setor de caminhes, a Man liderou as vendas com 40.834 unida-des, resultando, no entanto, numa diminui-o de 1,4% da produtividade em relao a 2012. De acordo com o levantamento feito pelo jornalista Fernando Bortolin, especia-lista na rea de finanas, a Mercedes-Benz ficou na segunda posio em vendas com 38.137 unidades e expanso de 10,1%. Em seguida vem a Volvo com 20,731 unidades vendidas e um crescimento de 30,6% sobre 2012, Ford com 20.409 unidades e recuo de 6,3% sobre 2012, a Scania com 19.698 unidades e um crescimento estrondoso de 77,8% sobre 2012. Por ltimo, a Iveco ven-deu 11.505 unidades o que gerou um cres-

    cimento de 10,9% sobre 2012.No foi apenas a produo e as vendas de caminhes e nibus que cresceram. Todo o setor se desenvolveu. Durante a Fenatran de 2013, pode-se notar a expanso dos negcios em implemen-tos rodovirios e acessrios. Norberto Fabris, diretor coorporativo da Randon, fbrica de carrocerias e implementos rodovirios de Caxias do Sul, acredita que em 2013 os negcios retomaram o caminho certo, aps per-das em 2012. Atingimos um nmero recorde da nossa produo em 2013", afirmou Fabris.

    Para este ano de 2014, as vendas de caminhes no Brasil devem man-ter o bom crescimento de 2013. J o segmento de nibus, deve apresentar grande evoluo. Tal destaque atri-budo ao movimento de renovao de frotas, uma safra agrcola recorde e o aumento de investimentos esperados para o ano eleitoral.

    De acordo com o diretor comercial do ban-co Mercedes Benz, Angel Martinez, a ex-pectativa que os financiamentos de 2014 sejam de 4 bilhes de reais, bem prximo do pico de 4,1 bilhes atingido em 2011."No ano que vem ainda vemos investi-mentos acontecendo por causa dos grandes

    eventos dos prximos anos (Copa do Mun-do e Olimpadas), ano eleitoral que deve gerar mais investimentos e um cenrio internacional constante de juros", disse Martinez em entrevista divulgada pela agncia

    Reuters.

    Redao Chico da Boleia

    Fontes: Anfavea, G1 e Reuters.

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 09REPORTAGEM

    Mercado de caminhes continuar aquecido em 2014, dizem especialistascimento de 10,9% sobre 2012.No foi apenas a produo e as vendas de caminhes e nibus que cresceram. Todo o setor se desenvolveu. Durante a Fenatran de 2013, pode-se notar a expanso dos negcios em implemen-tos rodovirios e acessrios. Norberto Fabris, diretor coorporativo da Randon, fbrica de carrocerias e implementos rodovirios de Caxias do Sul, acredita que em 2013 os negcios retomaram o caminho certo, aps per-das em 2012. Atingimos um nmero recorde da nossa produo em 2013", afirmou Fabris.

    Para este ano de 2014, as vendas de caminhes no Brasil devem man-ter o bom crescimento de 2013. J o segmento de nibus, deve apresentar grande evoluo. Tal destaque atri-budo ao movimento de renovao de frotas, uma safra agrcola recorde e o aumento de investimentos esperados para o ano eleitoral.

    De acordo com o diretor comercial do ban-co Mercedes Benz, Angel Martinez, a ex-pectativa que os financiamentos de 2014 sejam de 4 bilhes de reais, bem prximo do pico de 4,1 bilhes atingido em 2011."No ano que vem ainda vemos investi-mentos acontecendo por causa dos grandes

    eventos dos prximos anos (Copa do Mun-do e Olimpadas), ano eleitoral que deve gerar mais investimentos e um cenrio internacional constante de juros", disse Martinez em entrevista divulgada pela agncia

    Reuters.

    Redao Chico da Boleia

    Fontes: Anfavea, G1 e Reuters.

    VEJA COMO FOI A PRODUO E VENDA DE CAMINHES EM 2013

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA10 ESPORTES

    F-Truck. Alterao define Curitiba como sede da segunda etapa

    A Frmula Truck anunciou em 9 de novem-bro do ano passado os locais e datas das dez corridas que vo compor o Campeona-to Brasileiro de 2014. A 19 temporada da categoria ter incio em 16 de maro, com a primeira etapa em Caruaru (PE), e ser finalizado em 7 de dezembro, com a prova decisiva em Braslia (DF). A tabela anun-ciada como pr-calendrio h dois meses foi submetida a uma nica mudana pela direo da categoria. A proposta original enviada Confedera-o Brasileira de Automobilismo previa a nona e penltima corrida da Frmula Truck em 2014 para o dia 9 de novembro em Pi-nhais (PR), no Autdromo Internacional de Curitiba. Contudo, o calendrio do Mun-dial de Frmula 1, anunciado pela Fede-rao Internacional no dia 4 de dezembro, confirmou para esta mesma data o 43 GP do Brasil, no Autdromo Jos Carlos Pace, em Interlagos, So Paulo (SP). Como as categorias do automobilismo no promovem corridas no dia do GP do Brasil, a Frmula Truck promoveu a antecipao da etapa de novembro em uma semana, o que levou a um remanejamento dos locais para adequar o calendrio disponibilidade dos autdromos. Assim, a prova de 2 de no-vembro foi transferida para o Autdromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR), para onde estava inicialmente agen-dada a segunda etapa. Com a etapa de Londrina remanejada para novembro, Pinhais passa a ser a sede da segunda corrida do ano, confirmada para dia 13 de abril. Todas as demais datas de corridas da Frmula Truck em 2014 esto definidas. Duas definies sero anuncia-das pela direo da categoria nas prximas semanas as pistas que vo receber a sexta

    etapa, marcada para 17 de agosto no Rio Grande do Sul, e a stima, dia 14 de setem-bro na Argentina. A presidente da Frmula Truck, Neusa Na-varro, viajar Argentina na ltima semana de janeiro para definir a sede da corrida no pas. O Autdromo Juan y Oscar Glvez, em Buenos Aires, uma opo. A outra o autdromo de Termas de Rio Hondo, em Santiago del Estero. No h preferncia por uma ou outra. Vou at l para ter um panorama geral da estrutura dos dois aut-dromos e, a partir disso, definir onde vamos correr, antecipa. No Rio Grande do Sul, as opes para a sexta etapa so os autdromos de Viamo e de Santa Cruz do Sul. Estamos avaliando com calma as duas opes e logo tambm poderemos anunciar essa definio, diz Neusa.

    Sul-americano ter etapas em Caruaru, So Paulo, Cascavel e

    Argentina

    Das dez etapas que formam o calendrio da competio nacional, quatro tero seus re-sultados computados tambm para a verso continental do campeonato. O formato de disputa do Sul-Americano de Frmula Truck ser o mesmo praticado em 2012 e 2013. Alm da prova em Caruaru, o campe-onato tambm ser composto pela terceira corrida do ano, marcada para 18 de maio em So Paulo (SP); pela quinta, dia 20 de julho em Cascavel (PR); e pela stima, dia 14 de setembro na Argentina a corrida acontecer em Buenos Aires ou em San-tiago del Estero, definio aguardada para os prximos dias. O Sul-Americano de Frmula Truck ter em 2014 sua quinta edio. Na primeira, em 2010, o ttulo foi conquistado por Rob-erval Andrade, com o Scania da Ticket Car

    Corinthians Motorsport. O paulista tam-bm comemorou naquele ano seu segundo ttulo brasileiro. A Volkswagen, que levou Felipe Giaffone ao vice-campeonato entre os pilotos, conquistou o ttulo continental na competio entre as seis montadoras que compem o grid. A temporada de 2011 teve sete corridas vlidas apenas pelo Brasileiro e outras trs formando o Sul-Americano. Giaffone ob-teve os dois ttulos e liderou a Volkswagen na conquista dos ttulos de marcas nos dois campeonatos. Em 2012, j sob o formato atual de disputa, o paranaense Leandro Tot-ti tornou-se campeo sul-americano com o Mercedes-Benz da ABF Racing Team. En-tre as marcas, a Volkswagen comemorou o tricampeonato continental. A quarta edio do Campeonato Sul-Amer-icano de Frmula Truck, em 2013, foi a mais acirrada de todas. O ttulo de Beto Monteiro, pernambucano da Scuderia Ive-co, foi confirmado pelos critrios de des-empate, dada a igualdade na tabela de pon-tos entre ele e Totti, que j competia com o Volkswagen/MAN da RM Competies/MAN Latin America. Foi o primeiro ttulo da Iveco entre as seis marcas de caminhes que formam o grid da categoria.

    Temporada de 2014 marca o fim do uso do catalisador

    Um componente tcnico que mudou a his-tria da Frmula Truck nos dez ltimos anos sai de cena em 2014: o catalisador. A primeira das dez etapas do Campeona-to Brasileiro, dia 16 de maro em Caruaru (PE), dar incio nova fase da categoria, com o uso do catalisador abolido pelo regu-lamento tcnico em ateno ao pedido feito por maioria das equipes com um propsito comum: a reduo do risco de quebra dos motores dos caminhes. O catalisador permite um dbito maior de leo diesel. Isso faz com que as equipes tirem mais potncia dos motores e assim, claro, passa a existir um risco de quebra um pouco maior, segundo explica Altair Flix, diretor tcnico da Frmula Truck. Com a mudana, os motores devero ter uns 100 cavalos a menos de potncia, mas no acho que as velocidades mdias vo cair. Existe uma evoluo dos caminhes capaz de compensar essa diminuio. A sugesto para eliminao do uso do ca-talisador foi apresentada pelas equipes du-rante reunio na ltima etapa da temporada

    de 2013, em Braslia (DF). Pelo menos 80% das equipes entenderam que seria a melhor soluo, o risco de quebra acabava fazendo com que a relao custo-benefcio no fosse to bom, cita Flix. A mudana trar s equipes o desafio de limitar a emis-so de fumaa pelos caminhes pelo con-trole da injeo de combustvel. Esse controle, at 2013, dava-se pelo uso do prprio catalisador. Trata-se de um com-ponente mineral que integra um dispositi-vo conhecido como filtro de particulados. Esse dispositivo converte o gs e limpa a fumaa atravs da temperatura e de reao qumica, expelindo um gs transparente, explica o diretor tcnico da F-Truck. Os excessos de fumaa sero punidos a critrio dos comissrios desportivos de cada prova. O catalisador foi adotado por parte das equipes da Frmula Truck em 2005. At 2001 os caminhes usavam bombas inje-toras de combustvel, essas bombas e os bicos injetores eram fornecidos pela orga-nizao da categoria e sorteados entre os pilotos antes da etapa, lembra Flix. Foi quando chegaram os primeiros caminhes eletrnicos, que j no se enquadravam mais nas especificaes tcnicas das bom-bas sorteadas, e houve mudanas.

    Frmula Truck

    Foto: Larissa J. Riberti

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 11ESPORTESde 2013, em Braslia (DF). Pelo menos 80% das equipes entenderam que seria a melhor soluo, o risco de quebra acabava fazendo com que a relao custo-benefcio no fosse to bom, cita Flix. A mudana trar s equipes o desafio de limitar a emis-so de fumaa pelos caminhes pelo con-trole da injeo de combustvel. Esse controle, at 2013, dava-se pelo uso do prprio catalisador. Trata-se de um com-ponente mineral que integra um dispositi-vo conhecido como filtro de particulados. Esse dispositivo converte o gs e limpa a fumaa atravs da temperatura e de reao qumica, expelindo um gs transparente, explica o diretor tcnico da F-Truck. Os excessos de fumaa sero punidos a critrio dos comissrios desportivos de cada prova. O catalisador foi adotado por parte das equipes da Frmula Truck em 2005. At 2001 os caminhes usavam bombas inje-toras de combustvel, essas bombas e os bicos injetores eram fornecidos pela orga-nizao da categoria e sorteados entre os pilotos antes da etapa, lembra Flix. Foi quando chegaram os primeiros caminhes eletrnicos, que j no se enquadravam mais nas especificaes tcnicas das bom-bas sorteadas, e houve mudanas.

    Frmula Truck

    MELHORES MOMENTOS DA FRMULA TRUCK 2013

    GALERIA DE FOTOS

    Foto: Larissa J. Riberti Foto: Larissa J. Riberti

    Foto: Larissa J. RibertiFoto: Larissa J. Riberti

    Foto: Larissa J. Riberti Foto: Larissa J. Riberti

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    CHICO DA BOLEIA12 FUTEBOL

    Muito alm da bola rolando

    A cada quatro anos, o esporte mais popular do planeta emociona habitantes dos quatro cantos do mundo, que se dedicam a assistir o grande espetculo do futebol mundial: a Copa do Mundo da FIFA. Disputada des-de 1930, apenas interrompida durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a competio marcada por diversas polmi-cas e histrias. Este ano, o Brasil ser sede pela segunda vez do evento, que ainda nem comeou e j mostrou que vai deixar suas marcas: os atrasos nas obras, os altos gastos e, claro, as manifestaes. Mas nada no-vidade para os que acompanham o mundo do futebol, as Copa do Mundo sempre fo-ram sinnimos de polmica.As Copas foram tradicionalmente marca-das por conflitos, espelhando seu tempo: o nazi-fascismo, a ideia de grandeza do ps Guerra, as ditaduras latino-americanas da dcada de 1970. J em sua primeira edi-o, em 1930, no Uruguai, existiam outras disputas internacionais entre pases, como o Sul Americano aqui na Amrica do Sul e as Olimpadas, mas a FIFA sempre quis fazer um evento exclusivo. E decidiu em 1928 que era a hora: em 1930 ocorreria a primeira Copa do Mundo da FIFA. A escolha da primeira sede dependeu de diversos fatores. A crise que a Europa atra-vessava no perodo entre as duas grandes guerras mundiais foi questo fundamental para que o continente no reivindicasse a organizao. Cabe lembrar que a FIFA, fundada em 1904 em Paris, ainda no era a grande e poderosa instituio que conhece-mos hoje. Foi o Uruguai, pequeno pas ao sul da Amrica Latina, quem se posicionou como anfitrio ideal: eram os campees no futebol nas duas ltimas Olimpadas, comemoravam em 1930 o centenrio de sua independncia e, o principal, estavam dispostos a bancar os gastos de viagem e organizao da Copa. Os uruguaios cons-truram o mstico estdio Centenrio, e em 1930 se consagraram tambm os primeiros campees do novo torneio. Quatro anos depois, a Copa foi para a Euro-

    pa. A Itlia fascista de Benito Mussolini or-ganizou um evento que ficou marcado pela propaganda feita pelo regime, a tal ponto de ter se tornado um dos smbolos do uso poltico dos esportes por governos autori-trios. Como aconteceu na edio anterior, os anfitries se consagraram campees. Na Copa de 1938, organizada na Frana, os italianos garantiram o bi campeonato, no-vamente sendo uma grande inspirao na propaganda oficial do governo fascista.

    Em 1939 o mundo Ocidental parou com a nova guerra na Europa. As competies esportivas internacionais tambm foram in-terrompidas e a Copa do Mundo s voltou a ser organizada em 1950. Com a crise do ps-guerra, os europeus no tinham con-dies de receber o evento, e foi a vez do Brasil se candidatar para anfitrio. Era uma

    oportunidade para o governo brasileiro re-novar a imagem internacional do pas como uma nao moderna na nova ordem mun-dial que surgia. interessante olhar para aquela Copa pensando a nossa realidade atual: problemas de infraestrutura, atrasos nas obras... O grande smbolo foi a cons-truo do Maracan, ento o maior estdio do mundo. E foi tambm ali que ocorreu o maior trauma brasileiro nos campos: a derrota na final do torneio para o Uruguai, conhecida desde ento como o Maracana-zo. At hoje, mais de 50 anos depois, vive-mos com o fantasma daquele fatdico dia

    em que a soberbia brasileira foi derrotada na bola, frente uma multido de 200 mil torcedores. A partir de 1950, a Copa do Mundo conse-guiu consolidar-se como um grande even-to esportivo e manter sua frequncia de realizao a cada quatro anos, alternando suas sedes. Existia e de certa forma ain-da existe- uma forte disputa entre Europa e Amrica pela hegemonia no futebol, que se refletia na escolha do pas sede da competi-o. A soluo encontrada foi a alternncia entre os continentes, o que perdeu fora a partir da dcada de 2000, com a exigncia de outros atores, como os pases asiticos e africanos, de tambm serem considera-dos como anfitres. Assim, em 2002 Japo e Coria do Sul foram os primeiros pa-ses fora do eixo Europa-Amrica a sediar uma Copa do Mundo. Em 2010 foi a vez da frica do Sul, e futuramente o Catar em 2022. Apesar desta forte disputa que vemos hoje tanto para ser sede como para participar da Copa, nem sempre ela teve essa popularida-de. A competio inaugural, por exemplo, no teve sequer eliminatrias, e diversos pases europeus se recusaram a participar. O caso da Inglaterra simblico: apesar de ser considerado o pas que inventou o futebol moderno, durante dcadas no fo-ram parte da FIFA e, portanto, no disputa-ram as Copas do Mundo organizadas pela Federao. Foi s na dcada de 1950 que os ingleses aceitam entrar no jogo ins-

    titucional, e em 1966 sediaram uma das edies. A Argentina tambm boicotou al-gumas competies: em 1934 e 1938, se recusou a jogar por-que acusava a Itlia (campe nas duas edi-es) de roubar seus melhores jogadores, que possuam ascen-dncia italiana. Na retomada da dcada

    de 1950, os argentinos continuaram fora de algumas competies, simplesmente por no considerarem que elas eram importantes. At os uruguaios, tradicionalmente vistos como mais simp-ticos, boicotaram 1934 e 1938, alegando que os europeus teriam feito o mesmo com a Copa de 1930.Mas os boicotes e manifestaes no foram exclusividade das selees nacionais. Uma das edies mais polmicas das Copas foi a de 1978, na Argentina. O pas vivia sob uma ditadura civil-militar marcada pelo terrorismo de Estado e a violao de di-reitos humanos. Com a negativa da FIFA

    em mudar a sede, diversas organizaes internacionais passaram a propor o boicote competio. Na Frana foi organizado o COBA, Comit de Boicote Copa do Mun-do na Argentina, que fez uma forte campa-nha de denncia contra o regime argentino e o uso do esporte para interesses polticos. O evento ocorreu sem maiores problemas, e a Argentina garantiu em casa sua primei-ra vitria em Copas do Mundo. Apesar de alguns considerarem que a realizao da Copa foi uma derrota para os que denun-ciavam as violaes de direitos humanos e a violncia poltica naquele pas, impor-tante destacar que foi exatamente pelo des-taque recebido pelo evento que conseguiu--se trazer a questo poltica argentina para a agenda internacional.A consolidao da Copa do Mundo ao longo das dcadas significou tambm o fortalecimento e consolidao da FIFA no mundo esportivo e poltico. Antes uma pe-quena sede na cidade de Zurique, na Sua, hoje a Federao uma das grandes foras polticas e econmicas internacionais. Ape-sar de insistir em seu discurso de que no mistura esporte com poltica, vemos a cada dia seu maior envolvimento em questes de poltica intenacional. Chama a ateno, por exemplo, que hoje a FIFA possui mais pases filiados que a ONU. Para alcanar esta suposta neutralidade, a FIFA no mede esforos: negocia com regimes autoritrios e at manipula o mapa mundi a seu favor. Nas eliminatrias das Copas, por exemplo, Israel disputa uma vaga no grupo europeu, evitando assim, conflitos com os pases rabes. De fato, no apenas a FIFA e sua princi-pal competio se fortaleceram ao longo das dcadas, mas o prprio esporte ganhou um novo papel no mundo contemporneo. O uso poltico, tradicionalmente criticado e associado ditaduras e regimes autori-trios, sempre foi uma constante. Hoje, inclusive, vivemos uma poca em que o es-porte se torna oficialmente uma ferramen-ta poltica e de polticas pblicas. O caso atual do Brasil ilustra bem esta questo. A opo de sediar os diversos megaeventos esportivos Jogos Pan Americano, Jogos Mundiais Militares, Jogos da Comunidade dos Pases de Lngua Portuguesa (CPLP), Copa do Mundo de Futebol da FIFA, Jogos Olmpicos de Vero- parte de um plano nacional de esportes, inaugurado em 2005 pelo governo federal. A transformao da pasta dos Esportes em um ministrio pr-prio tambm exemplifica este objetivo, as-sim como a criao em 2008 de um brao dentro da Agncia Brasileira de Coopera-o (ABC) para tratar da diplomacia espor-tiva. A Coordenao Geral de Intercambio e Cooperao Esportiva (CGCE), dentro

    do Ministrio de Relaes Exteriores, atua promovendo esta diplomacia esportiva bra-sileira.Portanto, quando falamos de Copa do Mun-do, no podemos nos limitar a uma dispu-ta que ocorre a cada quatro anos entre 32 selees por uma taa e a glria esportiva. Temos que pensar tambm nas implicaes polticas, econmicas e, principalmente, sociais que este tipo de evento significa. A Copa que sediaremos este ano se encaixa perfeitamente nesta leitura, e j mostra que, independente de quem leve o trofu, para ns, brasileiros, ela ser lembrada como um momento de manifestaes e turbuln-cias sociais.Que comece logo o jogo!

    Lvia Doutora em Histria Social pela Uni-versidade Federal Fluminense (2013) com a tese Com a taa nas mos: sociedade, Copa do Mundo e ditadura no Brasil e na Argentina. Foi pesquisadora temporria do Centro Brasileiro de Relaes Internacionais (CEBRI), respons-vel pelo projeto Diplomacia do Esporte. Em 2010 publicou o livro Histrias do Futebol pelo Arquivo Pblico de So Paulo, primeiro volume da Coleo Ensino e Memria.

    Brasil x Chile | Foto: Arquivo Pblico do Estado de So Paulo

    Estadio Maracan Copa 2014 - Projeto Arquitetura

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    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 13DE BOA NA BOLEIAem mudar a sede, diversas organizaes internacionais passaram a propor o boicote competio. Na Frana foi organizado o COBA, Comit de Boicote Copa do Mun-do na Argentina, que fez uma forte campa-nha de denncia contra o regime argentino e o uso do esporte para interesses polticos. O evento ocorreu sem maiores problemas, e a Argentina garantiu em casa sua primei-ra vitria em Copas do Mundo. Apesar de alguns considerarem que a realizao da Copa foi uma derrota para os que denun-ciavam as violaes de direitos humanos e a violncia poltica naquele pas, impor-tante destacar que foi exatamente pelo des-taque recebido pelo evento que conseguiu--se trazer a questo poltica argentina para a agenda internacional.A consolidao da Copa do Mundo ao longo das dcadas significou tambm o fortalecimento e consolidao da FIFA no mundo esportivo e poltico. Antes uma pe-quena sede na cidade de Zurique, na Sua, hoje a Federao uma das grandes foras polticas e econmicas internacionais. Ape-sar de insistir em seu discurso de que no mistura esporte com poltica, vemos a cada dia seu maior envolvimento em questes de poltica intenacional. Chama a ateno, por exemplo, que hoje a FIFA possui mais pases filiados que a ONU. Para alcanar esta suposta neutralidade, a FIFA no mede esforos: negocia com regimes autoritrios e at manipula o mapa mundi a seu favor. Nas eliminatrias das Copas, por exemplo, Israel disputa uma vaga no grupo europeu, evitando assim, conflitos com os pases rabes. De fato, no apenas a FIFA e sua princi-pal competio se fortaleceram ao longo das dcadas, mas o prprio esporte ganhou um novo papel no mundo contemporneo. O uso poltico, tradicionalmente criticado e associado ditaduras e regimes autori-trios, sempre foi uma constante. Hoje, inclusive, vivemos uma poca em que o es-porte se torna oficialmente uma ferramen-ta poltica e de polticas pblicas. O caso atual do Brasil ilustra bem esta questo. A opo de sediar os diversos megaeventos esportivos Jogos Pan Americano, Jogos Mundiais Militares, Jogos da Comunidade dos Pases de Lngua Portuguesa (CPLP), Copa do Mundo de Futebol da FIFA, Jogos Olmpicos de Vero- parte de um plano nacional de esportes, inaugurado em 2005 pelo governo federal. A transformao da pasta dos Esportes em um ministrio pr-prio tambm exemplifica este objetivo, as-sim como a criao em 2008 de um brao dentro da Agncia Brasileira de Coopera-o (ABC) para tratar da diplomacia espor-tiva. A Coordenao Geral de Intercambio e Cooperao Esportiva (CGCE), dentro

    No mercado h 68 anos, a Concessionria Irmos Davoli ganhou notoriedade e res-peito entre as revendas de caminhes Mer-cedes-Benz no pas, recebendo prmios e certificaes de qualidade. O caminho per-corrido foi longo e, por muitas vezes, desa-fiador, como assinalam o Presidente Pedro Davoli e o atual Chefe Diretor Joo Davoli. Criada em 1946, a Irmos Davoli atuou por cerca de 10 anos como uma loja de peas. Depois, com a chegada das marcas Mercedes-Benz e Volkswagen no Brasil, a empresa decidiu que o melhor rumo seria

    torna-se uma fran-quia. Com o passar do tempo, a Irmos Davoli tornou-se uma das mais antigas e tambm mais impor-tantes concessionrias da Mercedes-Benz no pas. Atuando primeira-mente em Mogi-Mi-rim, no leste paulista,

    o Grupo tem hoje uma gama de servios de alta qualidade. Com o bom desempenho no mercado, a Irmos Davoli conseguiu, nos ltimos anos, expandir sua rea operacio-nal atuando em cidades como Amparo e Porto Ferreira.Mais recentemente, o Grupo conseguiu ad-quirir mais uma rea de atuao enquanto concessionrio, a de Ja. L est sendo pre-parada uma estrutura para receber os mais diversos tipos de pedidos, bem como pres-tar os servios que os clientes das outras regi es j esto acostumados a rece-ber da empresa.

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    No meio do ano passado ns comeamos a ter conversas com a Mercedes Benz para incorporar a rea de Ja que tambm era uma rea de outro concessionrio com pro-blemas e tambm contigua Irmos Da-voli. Hoje ns temos uma rea, toda ela, alinhada. Essa rea de Ja agregou mais 7 municpios o que nos levou a atuar em 50 muncipios como um todo, explica Joo Davoli.Para a inaugurao da nova concessionria est previsto um caf com a impressa no dia 4 de fevereiro no qual sero explicita-dos todos os passos que levaram o Grupo a caminhar at Ja. Alm disso, sero dis-ponibilizados caminhes para a realizao de test-drives, bem como organizada uma carreata para celebrar o novo empreendi-mento.Sem dvida os companheiros autnomos e empresrios da regio de Ja tero uma parceria forte e de qualidade ao lado da Ir-mos Davoli.

    Redao Chico da Boleia

    Irmos Davoli prepara inaugurao da nova concessionria Mercedes Benz em Jado Ministrio de Relaes Exteriores, atua promovendo esta diplomacia esportiva bra-sileira.Portanto, quando falamos de Copa do Mun-do, no podemos nos limitar a uma dispu-ta que ocorre a cada quatro anos entre 32 selees por uma taa e a glria esportiva. Temos que pensar tambm nas implicaes polticas, econmicas e, principalmente, sociais que este tipo de evento significa. A Copa que sediaremos este ano se encaixa perfeitamente nesta leitura, e j mostra que, independente de quem leve o trofu, para ns, brasileiros, ela ser lembrada como um momento de manifestaes e turbuln-cias sociais.Que comece logo o jogo!

    Lvia Doutora em Histria Social pela Uni-versidade Federal Fluminense (2013) com a tese Com a taa nas mos: sociedade, Copa do Mundo e ditadura no Brasil e na Argentina. Foi pesquisadora temporria do Centro Brasileiro de Relaes Internacionais (CEBRI), respons-vel pelo projeto Diplomacia do Esporte. Em 2010 publicou o livro Histrias do Futebol pelo Arquivo Pblico de So Paulo, primeiro volume da Coleo Ensino e Memria.

    Sede Comercial Davoli Ja | Foto: Pamela Souza

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    CHICO DA BOLEIA14 ASSOCIAO DE PROTEO

    Caros companheiros! Vamos tratar de as-sunto de grande importncia que as asso-ciaes de proteo aos motoristas.

    Em primeiro lugar temos que deixar cla-ro que a livre associao permitida pelo Constituio Brasileira. De acordo com o Artigo 5 Pargrafo XVII - plena a liberdade de associao para fins lcitos, vedada a de carter paramilitar e pelo Pa-rgrafo XVIII - a criao de associaes e, na forma da lei, a de cooperativas in-dependem de autorizao, sendo vedada a interferncia estatal em seu funciona-mento.

    Isso para deixar claro que no h nenhum impedimento para a organizao de associaes de proteo e tam-bm para a criao de cooperativas de trabalho. Estou falando das associaes que renem caminhoneiros ou carre-teiros para fazer uma autoproteo do casco dos seus caminhes. de conhecimento geral que as se-guradoras cobram verdadeiros ab-surdos para fazer seguro de cami-nho ou carreta e menosprezam os caminhes e carretas mais antigas criando, assim, uma desigualdade material entre os clientes. Em funo disso h mais de 30 anos alguns grupos de caminho-neiros comearam a se unirem para tentar proteger o seu instrumento de tra-balho atravs de um novo mecanismo que possibilitasse a cooperao entre todos e a

    incluso de todos. De acordo com Roberto Videira Presidente da APROCAM BRASIL a primeira associao surgiu na cidade de So Paulo quando um grupo de tanqueiros (caminhoneiros que tem caminho tanque) se uniu, pois o custo do seguro do casco j estava impraticvel e no era admissvel que eles rodassem sem proteo alguma do seu bem.No entanto, tal atitude gerou uma briga ter-rvel com as companhias de seguro. No en-tendimento delas e suas entidades de classe a formao de uma associao era crime. Os debates foram intensos, mas hoje j existe deciso Judicial permitindo a asso-ciao e dando aos cidados o direito de se unir. Veja o caso da Sentena ASTRAU, concedida pela juza de direito Gislaine de Brito no caso do pedido de cessao das

    atividades de uma associao. Isso mostra que a discusso longa e existem muitos interesses em jogo. Com

    Sentena AUSTRAU

    luz de tais consideraes, conclui-se que a atividade praticada pela AUSTRAU no se confunde com venda de seguros aos associados, regendo-se pelas regras comuns da Constituio Federal e Di-reito Civil, ou seja, a legislao especfica, referente s prestadores de servios securitrios, mostra-se inaplicvel ao caso em tela. Em conseqncia, reconhecida a ausncia de ilicitude nas atividades da associao requerida e dos requeridos includos no plo passivo, padece de fundamentao o pedido de cessao de suas atividades, bem como de indenizao aos associados. Por fim, no tocante ao pedido for-mulado pelo Ministrio Pblico, visando extrao de cpias com remessa Polcia Federal, diante dos fundamentos da sentena, fica facultado ao prprio autor referida providncia. Ante o exposto, JULGO IMPROCEDENTE o pedido inicial, com fundamento no art. 269, I, do Cdigo de Processo Civil. Isento de custas e honorrios, diante da natureza jurdica da parte autora. P.R.I.C. abril de 2012.

    GISLAINE DE BRITO FALEIROS VENDRAMINI Juza de Direito. Fonte: www.fenacat.org.br

    a criminalidade crescendo a cada dia, no da para ficar com o caminho ou carreta descoberto. Imagine! Depois de anos de luta para conseguir comprar um bruto voc ainda corre o risco de ter o caminho en-volvido em um acidente, ou pior, ver seu patrimnio sendo levado por algum me-liante para o desmanche. O que querem que faamos? Fiquemos sem o bruto e com um carn enorme para pagar, sem nem ao me-nos termos o direito de nos proteger?Como resolver esta equao?Na minha opinio, a legalizao das Asso-ciaes de Proteo uma caminho sem volta. Elas existem e esto operando. O que deve ser discutido como regularizar a atividade e descobrir os grupos mal in-tencionados. Atualmente, existem mais de 600 associa-

    es em funcionamento no Brasil e como em toda atividade existe gente sria, mas tambm gatunos. Por isso, o companhei-

    ASSOCIAES DE PROTEO ro que optar pela associao tem e deve pesquisar muito antes de assinar ou pagar qualquer coisa para no correr riscos des-necessrios.Existe uma Federao que tenta organizar este setor e criar regras de conduta e este um caminho. Esta Federao tem promo-vido o debate sobre a legalizao e j at protocolou junto a Cmara dos Deputados um Projeto de Lei sobre este tema. O funcionamento de uma associao par-te do principio do rateio. Ou seja, alm de uma taxa administrativa, os custos de pos-sveis problemas que ocorrerem durante o ms com os caminhes dos associados so divididos entre os mesmos por cota. Isso quer dizer que as cotas so definidas em funo do valor do caminho. A proteo restrita ao casco.

    Foi pensando nessa necessidade dos companheiros do trecho que o Jornal Chico da Boleia Informa est inaugurando um novo espa-o de discusso. Todos os meses traremos informaes diferentes concedidas por especialistas, bem como atualizaremos a situao das associaes com o objetivo de criar uma rede de confiana e facilitar a vida dos caminhoneiros. Acredi-tamos que as associaes so um caminho possvel e legitimo para aqueles que desejam proteger seu patrimnio e tambm seus interes-ses trabalhistas.

    Chico da Boleia Orgulho de ser caminhneiro

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    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 15FIQUE POR DENTRO

    Nosso companheiro do trecho, Chico da Boleia, esteve em So Paulo na ltima sexta-feira 24 de janeiro, acompanhando o evento promovido pela rede de recapagem de pneus DPaschoal. Na ocasio, um almo-o foi oferecido aos parceiros da rede para divulgar a certificao concedida pelo IN-METRO a todas as unidades de recapagem do Grupo DPaschoal.

    Dentre os presentes, estiveram grandes no-mes da rea e conhecedores do universo da fabricao e recapagem de pneus. Durante o evento, Eliel Bartels, Gerente de Enge-nharia de Recapagem do Grupo DPascho-al, desde junho de 2013, exps sua opinio sobre o assunto salientando a importncia da certificao. O profissional atua na empresa desde 2005, e hoje responsvel por gerenciar 11 unidades de recapagem, a rea de engenharia de produtos e servios e Gestor responsvel pela manuteno do nvel de qualificao tcnica da equipe de aplicadores das lojas DPaschoal. Bartels tambm possui 17 anos de experi-ncia profissional em empresas com foco no mercado automotivo, atuando nas reas de engenharia de produtos, produo e ser-vios automotivos, possuindo Benchma-rkings internacionais na Alemanha, Itlia, Taiwan e China com fabricantes de autope-as e centros automotivos.Quem tambm falou aos presentes foi Alex Silva, engenheiro de produo mecnica, com MBA em Gesto Empresarial pela FGV e especialista em treinamento ge-rencial na rea de Gesto e Performance de pneus. Para o profissional que possui mais de 25 anos de experincia no setor automotivo, a recapagem de pneus, se fei-ta adequadamente pode oferecer um custo benefcio muito grande aos clientes, alm de oferecer a segurana e estabilidade ne-cessrias na conduo. Alex Silva tambm atua no segmento de veculos pesados (caminhes, nibus, tra-tores e mquinas OTR), sendo respons-vel comercial pelo Negcio Servios para a Linha Pesada (Truck Center, Recapa-gem, Gesto de Frotas e SAFF Servio de Aprendizagem e Formao Frota) da Rede DPaschoal.Fechando a trplice intendncia sobre o as-sunto, Fbio Real, responsvel no Inmetro desde 2010, pela rea de regulamentao tcnica com foco em equipamentos, eletro-domsticos e na rea automotiva, reafirmou a necessidade dos clientes ficarem atentos com pneus certificados pelo rgo de qua-lidade. De acordo com o engenheiro, a cer-

    Chico da Boleia participa de almoo da Dpaschoal

    Alex Silva - Gerente de Servios da Linha Pesada - DPaschoal

    ro que optar pela associao tem e deve pesquisar muito antes de assinar ou pagar qualquer coisa para no correr riscos des-necessrios.Existe uma Federao que tenta organizar este setor e criar regras de conduta e este um caminho. Esta Federao tem promo-vido o debate sobre a legalizao e j at protocolou junto a Cmara dos Deputados um Projeto de Lei sobre este tema. O funcionamento de uma associao par-te do principio do rateio. Ou seja, alm de uma taxa administrativa, os custos de pos-sveis problemas que ocorrerem durante o ms com os caminhes dos associados so divididos entre os mesmos por cota. Isso quer dizer que as cotas so definidas em funo do valor do caminho. A proteo restrita ao casco.

    Foi pensando nessa necessidade dos companheiros do trecho que o Jornal Chico da Boleia Informa est inaugurando um novo espa-o de discusso. Todos os meses traremos informaes diferentes concedidas por especialistas, bem como atualizaremos a situao das associaes com o objetivo de criar uma rede de confiana e facilitar a vida dos caminhoneiros. Acredi-tamos que as associaes so um caminho possvel e legitimo para aqueles que desejam proteger seu patrimnio e tambm seus interes-ses trabalhistas.

    Chico da Boleia Orgulho de ser caminhneiro

    tificao a nica garantia que pode salva-guardar no s a proteo do consumidor, como tambm os seus direitos em caso de danos ou problemas. Fbio graduado em Engenharia Mec-nica pela Universidade Estadual Paulista (UNESP); possui MBA em Gesto Empre-sarial pela Fundao Getlio Vargas (FGV) e Ohio University, e mestre em Engenha-ria Mecnica pela COPPE-UFRJ.Para Chico da Boleia, a ocasio foi uma oportunidade de expor aos companheiros caminhoneiros as vantagens de um pneu recapado certificado. Mesmo que sejam mais baratos, a procedncia dos pneus re-capados precisa ser sempre atestada pelo amigo caminhoneiro e mesmo pelo moto-rista no profissional, lembrou Chico.

    Durante o debate, por vrias vezes foi sa-lientado o problema de oficinas que reca-pam ou reciclam pneus sem nenhum con-trole de qualidade. De acordo com Eliel Bartels a melhor soluo para este proble-ma levar o conhecimento at o consumi-dor para que ele possa decidir consciente-mente. Devemos fazer eventos como este em re-gies que temos unidades de trabalho. O primeiro passo com a mdia especializa-da, o segundo passo trazendo os clientes para prximo de ns. E por ltimo estamos finalizando todo um material de marketing e informativo que ser disponibilizado para que todos os consumidores de pneus reca-pados tenham cincia da importncia dessa ao, ressaltou Bartels. Atuando no mercado de 1949, a DPaschoal inovou a proposta de atendimento automo-tivo. Ao longo de mais de seis dcadas, a empresa cresceu, ampliou sua atuao, di-tou tendncias e evoluiu com excelncia no segmento. Para que essa realidade dinmi-ca mantivesse seu tom de modernidade a cada ano que passava, vrios diferenciais foram adotados e assimilados pela empre-sa, e que garantiram at hoje um lugar de destaque entre todos os pblicos que, direta ou indiretamente, exploram os servios e atendimentos da DPaschoal.Atualmente, uma gama de servios ofere-cido aos clientes, desde a disponibilizao de pneus recapados de alta qualidade, bem como os servios de manuteno em vecu-los de pequeno, mdio e grande porte. Alm disso, a DPaschoal tambm promo-ve aes sociais e de responsabilidade am-biental. O Projeto Ser DPaschoal atua em trs diferentes focos: na educao, na res-ponsabilidade e na sustentabilidade. Dentro dele, uma srie de valores construda para

    melhorar no s a harmonia profissional, como tambm a relao entre clientes e em-presa, e toda a comunidade em que atuam.Redao Chico da Boleia

    Inmetro certifica todas as unidades de recapagem do grupo DPaschoal

    De acordo com pesquisa da Associao Brasileira de Reforma de Pneus (ABR), menos de 50% das unidades reformadoras do pas possuem o registro no Inmetro.

    No ano de 2010, os reformadores de pneus ganharam um aliado para fortalecer a ima-gem perante o setor e mostrarem que co-mercializam uma atividade de qualidade e segurana. A Portaria n 444 do Instituto Nacional de Metrologia, Normalizao e Qualidade (Inmetro), trouxe a obrigato-riedade para as empresas reformadoras de um rgido sistema de controle de processo e produto, para que atravs deste sistema se obtenha o Registro de Declarao de Conformidade de Fornecedor. O prazo para adequao das empresas encerrou em no-vembro de 2012, e menos de 50% das re-formadoras obtiveram o registro no Inme-tro at o incio de 2014, segundo dados da Associao Brasileira de Reforma de Pneu (ABR).

    Para obter a cerificao do Inmetro e estar regulamentada perante a Portaria n 444, a empresa deve seguir os seguintes pas-sos: Solicitao de Abertura do Processo via web; Pagamento de Taxas e Envio de Documentos; Auditoria do Processo fabril; Teste dos Pneus em laboratrio indepen-dente e pertencente RBC; Obteno do Registro.

    Para Alex Silva, Gerente de Servios de Linha Pesada da DPaschoal, obter a certificao gera maior credibilidade

    para a empresa e mais segurana para o consumidor. Ao adquirir o registro no Inmetro, a reformadora consolida seu compromisso de qualidade com o mercado nacional e ganha a confiana do consumidor, que sempre busca por produtos e servios de qualidade.

    Com mais de 30 anos de atuao no mer-cado de recapagem e sempre atenta ao alto padro em seus servios, a DPaschoal conta com 11 unidades recapadoras do grupo es-palhadas pelo pas, que trabalham de modo padronizado e que possuem a ISO 9001, a ISO 14001 e a OHSAS 18001.

    Fizemos avaliaes individuais nas uni-dades de recapagem da DPaschoal, devido suas particularidades regionais. Todos os nossos tcnicos e colaboradores foram trei-nados para se adequarem nova norma do Inmetro e tambm para padronizarem um nico modelo de atendimento e servio em nossas reformadoras, ressalta Eliel Bar-tels, Gerente de Engenharia e Recapagem do Grupo DPaschoal.

    As consequncias para aqueles que no procuram a certificao obrigatria podem ser variadas. No Brasil, de acordo com a ABR, existem mais de 1.300 reformado-ras de pneus e aproximadamente 600 no esto dentro das normas para exercerem a atividade, sendo que o registro uma obri-gatoriedade prevista em lei. Sem a regula-mentao, as reformadoras de pneus esto sujeitas a multas e advertncias, correndo o risco de terem suas atividades suspensas. Quem corre o risco tambm o consumi-dor, que estar comprando um produto fora dos padres exigidos, comprometendo sua segurana.

    O cliente que se preocupa com a qualida-de do servio a ser comprado, deve pres-tar ateno se a reformadora de pneus est dentro das normalidades. As empresas cer-tificadas garantem melhores reformas, ser-vios de alta qualidade e que proporcionam maior segurana e economia aos clientes. Acima de tudo, a imagem dela perante aos clientes, j que passa a ser vista de maneira responsvel e profissional, completa Sil-va.

    Press ReleaseTEIA EDITORIAL ASSESSORIA DE IMPRENSAThiago Rodrigues(55-19) 9-9785.7482

    Consultor de Comunicao

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA16 GALERIA

    Alex Silva - Gerente de Servios da Linha Pesada - DPaschoal | Foto: Pamela Souza

    Eliel Bartels Gerente de Engenharia de Recapagem do Grupo DPaschoal

    Recapagem DPaschoal | Foto: Divulgao

    Fbio Real, especialista do Inmetro em regulamentao tcnica para o setor automotivo

    Almoo Dpaschoal | Foto: Pamela Souza

    Recapagem DPaschoal | Foto: Divulgao

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 17CULTURA E EDUCAO

    MEC oferece cursos gratuitos de ingls e de Francs.

    O Ministrio da Educao contem recursos virtuais interessantes para aqueles que de-sejam aprender novas lnguas gratuitamen-te. O e o site Francoclic fazem parte de iniciativas que buscam expandir o conhe-cimento de outras lnguas entre os brasilei-ros. Se voc companheiro da estrada tem filhos na universidade ou est estudando e no consegue pagar um curso de lnguas, essa uma grande oportunidade. Atravs do Francoclic possvel assistir a aulas online gratuitas da lngua, que vo do nvel bsico ao avanado. O projeto ofere-ce diferentes mdulos para os interessados como, por exemplo, o Reflets-Brsil, que apresenta vdeo-aulas com enredo se-melhante ao das telenovelas brasileiras. J no Br@nchez possvel fazer exerccios gramaticais e ter acesso a fichas pedaggi-cas. Na seo Le monde francophone, h notcias sobre a Frana e os demais pases que falam o idioma. O programa no recente, mas no ano pas-sado ele foi atualizado e vrios mdulos,

    bem como novas atividades foram inclu-das na plataforma. Para ter acesso as aulas preciso criar um login e desenvolver as tarefas propostas.J o Programa Ingls sem Fronteiras foi iniciado em novembro do ano passado e direcionado para alunos de graduao e de ps-graduao tanto das universidades pblicas, quanto das privadas. No entanto, preciso ficar atento, pois existem progra-mas diferentes para alunos de universida-des pblicas, alunos de universidades pri-vadas e tambm para ps-graduandos. Para ingressar os alunos primeiramente sero avaliados sobre o seu nvel de pro-ficincia por intermdio de um teste de nivelamento. Este teste permitir que a universidade saiba quais estudantes com perfil para o CsF (mdulo presencial) j se encontram prximos do nvel desejado de proficincia em lngua inglesa para o inter-cmbio. De acordo com o site, os cursos presenciais

    tero como prioridade aten-der os alunos de universida-des pblicas para auxili-los

    na finalizao do processo de inscrio ao CsF. Possivelmente, estudantes com menos proficincia podero ser atendidos para que tambm possam alcanar o nvel de profi-cincia desejado. A seleo ser realizada pelas respectivas Universidades, que sero orientadas pelo Ncleo Gestor do Programa Ingls Sem Fronteiras em datas agendadas.O Ingls sem Fronteiras visa atender cerca de 15 mil alunos na primeira etapa (estu-dantes de universidades federais). Muitos alunos sero atendidos a distncia e, para isso, o governo j disponibilizou 2 milhes de logins e senhas de acesso ao MEO (My English Online) para todos os alunos de graduao e ps-graduao do pas, con-forme explicitado no perfil dos candidatos elegveis. Qualquer aluno poder participar do MEO, no entanto, preciso acessar o site do pro-grama, criar um login e acompanhar as ta-refas. Assim como para os candidatos do curso presencial, a primeira atividade do curso My English Online o Placement Test (teste de nivelamento). O resultado do teste classificar o candidato no nvel mais adequado para iniciar os estudos. Esse teste tem um tempo mdio de execu-o de 1 hora e 30 minutos, sendo funda-mental que voc o faa conscientemente, pois ele indicar o melhor nvel para voc comear os seus estudos. De acordo com as instrues do site, no h como parar o teste na metade, salvar e voltar novamente

    a ele; portanto, organize-se para faz-lo de uma nica vez. Somente depois de reali-zado o teste que voc poder acessar os contedos do curso.O curso a distncia dividido em cinco nveis de aprendizado. Cada nvel contm trs partes e abrange atividades com e--Book, vdeo, gramtica e leituras. Ao final de cada parte, o usurio dever fazer um Teste de Progresso como preparao para a Prova Final do nvel. A cada dois meses dever, obrigatoriamente, realizar um Tes-te de Progresso. Dessa forma, em cada um dos nveis, o estudante dever realizar dois Testes de Progresso antes da Prova Final. O estudante receber um aviso por e-mail caso no realize o teste ou a prova dentro do prazo. Importante lembrar que a participao de-pender da disponibilidade de estudo de cada estudante, uma vez que o acesso ao MEO poder ser feito por qualquer aluno universitrio. Tambm preciso ficar aten-to, pois o estudante poder ficar no mximo 15 dias sem acessar o curso e ser avisado constantemente por e-mail caso fique sem acess-lo. No entanto, se ultrapassar o li-mite de acesso, o login ser bloqueado e o estudante no poder mais ter acesso ao MEO.

    Para tirar as dvidas e ter acesso a todas as informaes dos programas, acesse:http://isf.mec.gov.br/index.htmlwww.francoclic.mec.gov.brRedao Chico da Boleia

    Alex Silva - Gerente de Servios da Linha Pesada - DPaschoal | Foto: Pamela Souza

    Eliel Bartels Gerente de Engenharia de Recapagem do Grupo DPaschoal

    Recapagem DPaschoal | Foto: Divulgao

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA18 PASSATEMPO

    PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

    Soluo

    www.coquetel.com.br Revistas COQUETEL

    BANCO 37

    GM

    AROMATICA

    AALAN

    SOBRASIG

    DORCOXA

    ELABORAR

    MIRTO

    MO

    V

    I

    MENTOS

    SAAVEDRA

    ETEREOA

    APINECA

    REALMIT

    ADRIATICO

    AURARAS

    A ervacomo a

    alfazema

    Contedoda bar-raca, na

    xepa (pl.)

    Pasesbanhadospelo lagoTiticaca

    (?) Parker,cineastade "TheWall"

    Indicadorde umaleso no

    corpo

    So desco-ordenadosna ataxia(Med.)

    Rainha quemandouenforcar

    Tiradentes

    Miguel deCervantes

    (?),escritor

    Ttulo desoberanos

    muul-manos

    Manifes-taes

    populares

    O mar quebanha aCrocia

    As esp-cies ame-aadas deextino

    Mitologia(abrev.)

    Est(afrese)

    Nada(gria)

    Reduto dafamlia

    Gs nobre usadoem lmpadas

    incandescentesde baixa potncia

    Ingrid Gui-mares,

    atrizcmica

    Apelido doCoritiba

    (fut.) Rpido

    Celestial(fig.)

    A vidaoposta fico

    "Abelha",em "api-cultura"

    Organizar(projeto) 3 notamusical

    Semente usada notempero amarelo de

    cachorro-quenteNa (?): fora

    Conjunto de ossos formadopelas vrtebras, costelas e

    esterno (Anat.)

    Pedao;bocado(fam.)

    Variedade de fruto de origem asitica

    4/alan coxa neca. 6/etreo maria I.

    Um motorista parou o caminho num barzinho de beira de estrada, entrou e pe-diu um guaran, uma empa-da e um quibe. Ia comear a comer, quando entraram trs motoqueiros grandalhes, vestidos com casacos de couro, cheios de tatuagens pelo corpo. Os motoqueiros grandalhes cismaram de sacanear com o motorista. Um deles meteu a mo no prato do motorista e comeu a empada. O outro meteu

    Motorista de Caminho e trs Motoqueirosa mo no prato e comeu o quibe. O terceiro tomou o copo da mo do motorista e bebeu o guaran. E o motor-ista continuou calado. No disse nada, tirou o dinheiro do bolso, pagou e saiu. Os motoqueiros comearam a rir e comentaram com o gar-om:

    Esse cara ai no de nada. Como homem deixa muito a desejar.

    E como motorista tam-bm deixa muito a desejar falou o garom olhando pro estacionamento do bar. Ele acaba de passar por cima de trs motocicletas com a carreta.

    Fonte: www.osvigaristas.com.br

    Humor

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 19DEBATENDO A LEI DO MOTORISTAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIROCHICO DA BOLEIAPALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

    Soluo

    www.coquetel.com.br Revistas COQUETEL

    BANCO 37

    GM

    AROMATICA

    AALAN

    SOBRASIG

    DORCOXA

    ELABORAR

    MIRTO

    MO

    V

    I

    MENTOS

    SAAVEDRA

    ETEREOA

    APINECA

    REALMIT

    ADRIATICO

    AURARAS

    A ervacomo a

    alfazema

    Contedoda bar-raca, na

    xepa (pl.)

    Pasesbanhadospelo lagoTiticaca

    (?) Parker,cineastade "TheWall"

    Indicadorde umaleso no

    corpo

    So desco-ordenadosna ataxia(Med.)

    Rainha quemandouenforcar

    Tiradentes

    Miguel deCervantes

    (?),escritor

    Ttulo desoberanos

    muul-manos

    Manifes-taes

    populares

    O mar quebanha aCrocia

    As esp-cies ame-aadas deextino

    Mitologia(abrev.)

    Est(afrese)

    Nada(gria)

    Reduto dafamlia

    Gs nobre usadoem lmpadas

    incandescentesde baixa potncia

    Ingrid Gui-mares,

    atrizcmica

    Apelido doCoritiba

    (fut.) Rpido

    Celestial(fig.)

    A vidaoposta fico

    "Abelha",em "api-cultura"

    Organizar(projeto) 3 notamusical

    Semente usada notempero amarelo de

    cachorro-quenteNa (?): fora

    Conjunto de ossos formadopelas vrtebras, costelas e

    esterno (Anat.)

    Pedao;bocado(fam.)

    Variedade de fruto de origem asitica

    4/alan coxa neca. 6/etreo maria I.

    Conhea o livro Motorista Profissional aspectos da Lei 12619/2012, elementos da legislao trabalhista e de trnsitoEm dezembro de 2013 foi lanado o livro Motorista Profissional aspectos da Lei 12619/2012, elementos da legislao tra-balhista e de trnsito, no Tribunal Regio-nal do Trabalho do Paran. Durante a ce-rimnia estiveram presentes representantes do setor do transporte rodovirio de cargas e expoentes do mundo jurdico do estado. A obra foi organizada por Dr. Andr Passos e Dr. Sandro Lunard, scios do escritrio Passos & Lunard Defesa de Trabalhado-res, e tambm pelo Dr. Edsio Passos que possui uma trajetria de mais 30 anos de sindicncia pelos trabalhadores rodovi-rios. O livro foi lanado pela editora LTr, com o apoio da Confederao Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres (CNTTT),

    Tambm contriburam com artigos outros renomados juristas, como o desembarga-dor do Trabalho, Dr. Paulo Pozzolo TRT/PR, os Procuradores do Trabalho Dr. Paulo Douglas Almeida de Morais/MPT - 24a. regio e Dr. Glaucio Arajo De Oliveira/MPT - 9a.regio, o professor e advogado da PUC/MG Dr. Daniel Dias de Moura/MG e o advogado paranaense e especialista em Direito de Trnsito, Dr. Marcelo Ara-jo. O prefcio assinado pelo ilustre pro-fessor e desembargador Dr. Luiz Eduardo Gunther.Em entrevista para o jornal Chico da Bo-

    leia Informa, o Dr. Sandro Lunard afirmou que a ideia de organizar a obra surgiu da necessidade de tornar o texto da Lei 12.619 inteligvel no s para os trabalhadores e empresrios do setor, mas tambm no uni-verso jurdico.

    Aps a edio da lei, que inclusive ns organizadores acompanhamos o processo legislativo assessorando o movimento sin-dical, entendamos que tnhamos uma dvi-da no s com o movimento sindical, mas tambm com a comunidade jurdica de es-clarecer e detalhar um texto que, apesar de ser especfico, trouxe diversas inovaes, j que resultado de um acordo entre patres e empregados, afirmou Lunard.

    Uma das motivaes para a realizao deste trabalho foi efetivamente organizar uma obra que reunisse diferentes vises de magistrados, procuradores de trabalho, advogados e especialistas de trnsito. Ou seja, uma obra multifacetada de apoio para o movimento sindical e tambm para a co-munidade jurdica. Queramos um pro-duto que fosse a sntese e a explicao do texto normativo, para a efetivao e a apli-cao de uma lei que importante para os motoristas, para a famlia deles e tambm para toda a sociedade, frisou Dr. Sandro.

    Durante a entrevista, o organizador tambm

    levantou alguns objetivos principais que se busca alcanar com a obra. O primeiro tornar a lei compreensvel para as auto-ridades que vo fiscalizar como os fiscais rodovirios, de trnsito, auditores fiscais e os componentes do Ministrio Pblico. Em outras palavras o intuito deixar a lei em linguagem mais compreensvel para que se facilite a aplicabilidade. O segundo objetivo do grupo de organiza-dores trazer fundamentos jurdicos novos. O Dr. Sandro Lunard explica que um texto normativo nunca da conta por si s de alte-rar a realidade. Dessa forma preciso que textos interpretativos confiram legitimi-dade nova Lei. Pensando nisso, o livro traz o argumento de diferentes autores de diversas regies do Brasil. Cada um deles tem uma viso desse processo a partir da sua funo, de sua realidade. Alm disso, Lunard explica que a obra tem busca trazer elementos para auxiliar nas negociaes coletivas para que o tex-to seja incorporado prtica negocial entre patres e empregados. Ou seja, dar condi-es interpretativas no momento em que se ajustam as novas condies entre as partes interessadas. A Lei faz surgir muitas questes, por isso um dos objetivos sanar um pouco das dvidas, esclarecer a aplicao da lei que traz comandos e diretivas que precisam ser complementados pela ao sindical e jur-dica, frisou Sandro.

    Para o especialista, a Lei que regulamenta a profisso de motorista trouxe para o traba-lhador, sobretudo, cidadania trabalhista. Em uma profisso em que anteriormente o caminhoneiro era submetido a jornadas ex-tenuantes de trabalho, o controle da carga horria de trabalho um novo marco para a sociedade.De extrema importncia social, a Lei con-seguiu unir a fixao, o controle e o limite da jornada de trabalho. Um ponto a ne-cessidade de cumprir essas normas traba-lhistas mesmo com as caractersticas pecu-liares da atividade: condies das rodovias, logstica complexa, filas em portos, entre outros fatores. Alm disso, Lunard afirma que a Lei 12.619 traz segurana jurdica para o empregador, bem como dignidade para o motorista. No entanto, a sociedade como um todo se be-neficia dessa regulamentao.

    Trazer condies de dignidade para o mo-torista, fazer com que todos aqueles mo-toristas (caminhoneiros ou no) tenham a certeza de que quem conduz um nibus ou um caminho est em boas condies de sade e no submetido presso, a cargas horrias extensas que levam ao consumo de drogas, acarretam acidentes e prejuzos para terceiros, finalizou Sandro.

    Para mais informaes acesse: www.defe-sadetrabalhadores.com.br

    Larissa Jacheta RibertiRedao Chico da Boleia