15ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

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Jornal Chico da Boleia 15 Edio

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<ul><li><p>Distribuio Gratuita</p><p>O JORNAL PARA O</p><p>CAMINHONEIROAMIGO</p><p>www.chicodaboleia.com.br</p><p>Orgulho de ser caminhoneiro</p><p>EDIO NACIONAL</p><p> A primeira etapa do GP Petrobras de Frmula Truck levou emoo at o Autdromo Internacional de Tarum, localizado na regio metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.</p><p> Um dos assuntos em pauta nestes primeiros meses de 2013 o pagamen-to do imposto sindical. O recolhimento da taxa tem por objetivo custear as ati-vidades sindicais e fortalecer as organi-zaes de classe.</p><p>Porque devo pagar o imposto Sindical?</p><p>8 de maro: um dia de conscientizao para a vida</p><p>Ano 02 - Edio 15 - Maro de 2013</p><p>Foto: Marlene Oliveira, Neusa Navarro, Cecilia Messias Silva, Wanda Jacheta, Tnia Rampin</p><p>Primeira etapa do GP Petrobras de Frmula Truck </p><p>Pg. 6 e7</p><p>Pg. 4</p><p>Pg. 8</p><p>Pg. 5</p><p>Rio de Janeiro recebe Seminrio da ComJovem</p><p>Realizado pela NTC&amp;Logstica no dia 26 de maro, na cidade do Rio de Janeiro, o Seminrio ComJovem reu-niu especialistas, empresrios e repre-sentantes do setor do transporte rodovi-rio de cargas.</p></li><li><p>O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO</p><p>CHICO DA BOLEIA</p><p>Ol companheiros do tapete negro!A edio de maro de 2013 est repleta de assuntos interessan-tes.Nesta edio abrimos o espao da Repor-</p><p>tagem Principal para comentarmos sobre um assunto que foi tema duran-te todo o ms de maro: o Dia Inter-nacional da Mulher. O porqu desta data tem varias verses e uma delas remete ao 8 de maro de 1857 quando tecels de Nova York realizaram uma marcha por melhores condies de trabalho, diminuio da carga horria e igualdade de direitos. Na poca, a jornada de trabalho femi-nino chegava a 16 horas dirias com salrios at 60% menores que os dos homens. A manifestao foi reprimi-da com total violncia. As mulheres foram trancadas dentro da fbrica, que foi incendiada. Aproximadamen-te 130 tecels morreram carboniza-das, num ato totalmente desumano.Em 1910, durante uma conferncia na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de maro passaria a ser o "Dia Interna-cional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fbri-ca em 1857. Mas somente no ano de 1975, atravs de um decreto, a data foi oficializada pela Organizao das Naes Unidas.Nesta edio tambm falaremos de questes importantes para o cami-nhoneiro como a proteo da sade. Em parceria com a Brasil Vida, apre-</p><p>sentaremos o sistema de UTI mvel area oferecido pela empresa.Discutiremos a importncia e escla-receremos algumas dvidas sobre o pagamento do imposto sindical. Na coluna Fique por Dentro est publi-cada uma matria com os principais pontos relativos ao pagamento do imposto sindical e na qual eu corro-boro a importncia da participao do companheiro caminhoneiro nas enti-dades de classe. Alm disso, em Fique por Dentro, o companheiro saber mais sobre as discusses em torno da aplicao da Lei 12.619 que ocorreram no ltimo Seminrio Itinerante Comjovem e NTC&amp;Logstica, realizado no Rio de Janeiro. Se quiser que faamos algum tipo de reportagem mande-nos sua opinio, escreva-nos dizendo o que gostaria de ver escrito no seu, no nosso Jornal, estou aguardando sua participao!Lembre-se voc pode encontrar o Chico da Boleia no Facebook, no Youtube, no UOL TV, no ISSUU, no Twitter e no Flikr. Basta digitar Chico da Boleia e voc ter acesso as infor-maes.Desejo a todos uma boa leitura e bons fretes, e com certeza nos vemos no trecho.</p><p>Um abrao do Chico da Boleia, orgulho de ser caminhoneiro.</p><p>Sede: Rua Bento da Rocha, 354 - Itapira-SP, CEP 13.970-030 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exemplares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor Editorial: Chico da BoleiaEditor Responsvel: Chico da BoleiaRevisoLarissa J. RibertiDiagramaoPamela SouzaSuporte TcnicoMatheus A. MoraesJuliano H. BuzanaConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Larissa J. Riberti (Historiadora) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coor-denadora do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APRO-CAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)</p><p>Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa</p><p>02 EDITORIAL</p><p>ExpedienteBlogueiros do Chico</p><p>O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO</p><p>CHICO DA BOLEIA</p><p>COOPAC BRASIL EST NASCENDO</p><p>ACESSE O SITE E CONHEA MAIS SOBRE A COOPERATIVA</p><p>WWW.COOPACBRA.COM.BR</p><p>Chico da Boleia</p><p>Chapa</p><p>Dra. Virginia Laira</p><p>Jos Machado</p><p>Albino Castro</p><p>Djalma Fogaa</p><p>Roberto Videira</p><p>Tnia Rampim</p></li><li><p>voc pode encontrar este curso em uma das unidades do SEST SENAT que esto espalhadas pelo Brasil, para saber a unidade mais prxima de voc acesse o site: www.sestsenat.org.br.</p><p> Chico, sou o Rogerio e moro em In-daiatuba-SP e tenho uma dvida so-bre o imposto sindical. Sou realmente obrigado a recolher este imposto?</p><p>R: Bom, para ter o RNTRC preciso recolher sim essa taxa, j que a uma das exigncias para se ter o registro estar em dia com o imposto sindical. Ento de certa forma o amigo acaba sendo obrigado sim a pagar o imposto. Ento j que no h alternativa almde pagar pelo imposto aproveite e esteja presente num dos sindicatos de sua regio e cobre seus direitos, se faa presente e fiscalize se o seu dinhei-ro esta sendo aplicado corretamente. Veja se esto lutando por nossa classe e defendendo nossos interesses como realmente devem. Por isso eu convido o amigo a acessar o site www.chicoda--boleia.com.br e procurar pela lista de sindicatos espalhados pelo Brasil e co-mear a se fazer presente na entidade sindical de sua regio.</p><p>Mande a sua pergunta para: chicodaboleia@chicodaboleia.com.br</p><p>O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO</p><p>CHICO DA BOLEIA</p><p>Sede: Rua Bento da Rocha, 354 - Itapira-SP, CEP 13.970-030 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exemplares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor Editorial: Chico da BoleiaEditor Responsvel: Chico da BoleiaRevisoLarissa J. RibertiDiagramaoPamela SouzaSuporte TcnicoMatheus A. MoraesJuliano H. BuzanaConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Larissa J. Riberti (Historiadora) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coor-denadora do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APRO-CAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)</p><p>Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa</p><p>Chico da Boleia responde</p><p>O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO</p><p>CHICO DA BOLEIAPAPO DE BOLEIA 03</p><p> No comeo deste ano, Chico da Bo-leia e a empresa Brasil Vida Taxi Areo estabeleceram uma parceria com o ob-jetivo mtuo de beneficiar os compan-heiros da estrada com um servio ex-tremamente importante para a sade de quem vive da boleia. No mercado desde 2006, a Brasil Vida uma empresa especializada em ser-vios mdicos areos. Com a sua base principal situada em Goinia GO, a empresa opera com o traslado de paci-entes e resgates de urgncia. As aero-naves so equipadas com UTIs areas e o corpo clnico capacitado para atuar em situaes de emergncia e de risco. Todas as aeronaves da empresa es-to estruturadas com equipamentos mdicos de pronto- atendimento como respirador porttil microprocessado, monitor de sinais vitais, desfibrilador /Cardioversor, respirador mecnico pneumtico, incubadora neonatal, </p><p>maca especial, oxignio medicinal e ar comprimido.De acordo com Lorene Neves, opera-dora de voo da empresa, a Brasil Vida especializou-se no transporte areo de pacientes por todo o Brasil, com ex-ceo de Fernando de Noronha. O atendimento feito e monitorado por meio de diversos canais de comuni-cao, que atualizam a equipe mdica para efetuar o atendimento preliminar. O monitoramento das aes assegura a transmisso das informaes atualiza-das sobre o quadro clnico do paciente tanto aos familiares quanto aos demais envolvidos no processo.O enfermeiro Gilberto Jnior, explica que a empresa realiza qualquer tipo de remoo, desde o transporte neonatal at o transporte adulto e desde o paci-ente menos crtico, at aquele que de-manda tratamento intensivo. A Brasil Vida opera de duas maneiras. </p><p> Chico, meu nome Eduardo Ferreira e gostaria de saber, como a lei 12.619 vai vigorar para o caminhoneiro au-tnomo. Eu sei como a lei para o empregado, mas para o autnomo eu estou meio perdido, eu gostaria que vocs me ajudassem.</p><p>R: Caro companheiro a Lei vale para o autnomo, pois ela mexe diretamente no Cdigo de Trnsito Brasileiro, isso quer dizer que o tempo de direo vale para todos, ento o autnomo est su-jeito sim a nova Lei 12.619 da mesma forma que o empregado.</p><p> Ol Chico tudo certo? Meu nome Orlando Prado, depois de muito tem-po tentando entrar na vida de cami-nhoneiro consegui realizar esse meu sonho de criana e finalmente estou comeando no setor de transporte.Porm quando fui tirar minha ANTT no consegui, pois no tinha como comprovar experincia. Disseram-me para fazer um curso especifico. Onde posso encontrar este curso Chico? No vejo a hora de cortar esse Brasilzo afora.</p><p>R: Amigo, parabns pela conquista e boa sorte em sua nova profisso! timo ver que h gente assim que luta por seus sonhos entrando pra catego-ria. Bem mas vamos ao que interessa, </p><p>Uma delas o voo por demanda, onde o cliente paga apenas pelo trecho em quilmetros de voo </p><p>para um atendimento em especfico. A segunda forma a mensalidade pr-pa-ga, atravs da qual o cliente pode man-ter um plano para ser atendido sempre que necessrio. Estamos procurando seguradoras para atuar de forma per capita, como se fosse um seguro areo mensal, afirmou Daniel Henrique, do Departamento Comercial.A empresa cuida para que aeronaves sejam constantemente verificadas e mantidas. Alm disso, toda a equipe, desde os pilotos at os mdicos, passa por capacitaes exigidas pela Agncia Nacional de Aviao Civil (ANAC) e pelo Conselho Regional de Medicina. O cirurgio Sergio Scalia da Cunha res-saltou que as condies de trabalho do caminhoneiro pode exp-lo a acidentes e colises. O caminhoneiro tem a car-acterstica de estar presente em todos os cantos do Brasil, desde o local onde ele ter acesso a um tratamento mdico </p><p>de ponta, caso necessrio, at os locais mais distantes do pas, onde essa me-dicina no est disposio. Por tra-balhar nas rodovias, o caminhoneiro fica exposto a acidentes que podem favorecer o aparecimento de traumas emocionais e fsicos. Nesses eventos, o tratamento precoce fundamental para que o paciente se recupere sem se-quelas, concluiu Sergio. Para a Brasil Vida, o rpido atendimen-to e a remoo do paciente de um local para outro com eficincia e ateno aos cuidados de sua sade so fatores es-senciais para o sucesso do tratamento e para a recuperao do paciente. Por esta razo, a empresa busca uma aproxima-o com os caminhoneiros que deman-dam cuidados especiais quando se trata de remoes e atendimentos mdicos de urgncia.</p><p>Para mais informaes acesse: www.brasilvida.com.brOu ligue: 0800 602 5370</p><p>Brasil Vida disponibiliza UTI Area para traslado de pacientes</p></li><li><p>O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO</p><p>CHICO DA BOLEIA04 FIQUE POR DENTROO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO</p><p>CHICO DA BOLEIA</p><p>Realizado pela NTC &amp; Logstica no dia 26 de maro, na cidade do Rio de Janeiro. O Seminrio ComJovem reuniu especialistas, empresrios e representantes do setor de transporte rodovirio de cargas. O evento ocorrido no Hotel Windsor, teve como proposta principal levantar questes e propor solues para em-presrios do setor, entidades de classe e tambm caminhoneiros autnomos que enfrentam, no seu dia a dia, os problemas relativos aos fretes, frota e estrutura das rodovias. Os custos ele-vados foram o contedo principal das variadas falas. A apresentao do Seminrio foi fei-ta por representantes da ComJovem e da NTC &amp; Logstica. Dentre eles estavam Eduardo Ferreira Rebuzzi, Presidente da Federao do Transpor-te de Cargas do Estado do Rio de Ja-neiro (Fetranscarga) e Vice-Presiden-te Regional para o Estado do Rio de Janeiro da NTC &amp; Logstica, Baldo-mero Taques Neto, Coordenador da Comjovem Nacional; Ana Carolina Ferreira Jarrouge, Vice-Coordena-dora da Comjovem Nacional; Andr Ferreira, Diretor Jovens Empresrios de Comunicaes da NTC &amp; Logsti-ca e Andr Martinez de Simone, Co-ordenador Regional da Comjovem.Francesco Cupello, Presidente do Sindicarga, abriu seu discurso salien-tando a necessidade de se profissiona-lizar as empresas da rea de transpor-te. Atentando para o grau elevado de transformao no s da mo de obra, mas tambm das tecnologias do setor, Cupello ressaltou que indispensvel uma constante atualizao dos profis-sionais da rea. A primeira palestra foi realizada por Jos Luiz Pereira, Coordenador de Economia da NTC &amp; Logstica. Com o tema Noes Bsicas de Clculo de Frete, a apresentao pretendeu exemplificar as dificuldades e bar-reiras enfrentadas por transporta-doras na hora de se calcular o preo do frete. Os exemplos utilizados por Jos Luiz revelaram que ainda h um longo caminho a se percorrer para se criar um mecanismo eficaz de clculo de frete, que possa considerar todos os custos variveis e fixos ineren-tes ao setor. As apresentaes especializadas fo-ram feitas por representantes dos pa-</p><p>trocinadores do evento. Valter Luiz da Silva, da BGM Rodotec, apre-sentou um software integrado capaz de realizar a gesto de empresas do transporte. Glauco Juliato, da MAN Latin America, discutiu a questo da renovao das frotas e o custo benef-cio de possuir caminhes novos, com tecnologias avanadas, que podem promover economia de combustvel, eficincia no servio e baixo custo de manuteno dos veculos.Ronaldo Oliveira, da Sascar, apre-sentou solues em rastreamento e tambm para a gesto das operaes de transporte. De acordo com Ronal-do, a insegurana nas estradas e as condies adversas de infraestrutura do pas so fatores que demandam o gerenciamento no s dos riscos, mas tambm de possveis custos que os empresrios possam ter.Destaca-se, por ltimo, a apresenta-o de Marcelo Gonalves, da Asso-ciao Brasileira de Alumnio. Segun-do o Engenheiro, as transformaes do setor estabeleceram a necessida-de de se buscar alternativas tambm no prprio modelo dos caminhes. Tambm pensando na diminuio dos custos de empresrios e caminhonei-ros, Marcelo apresentou os benefcios proporcionados por carrocerias e tan-ques feitos em alumnios. Uma carro-ceria de alumnio para um caminho de porte mdio, por exemplo, pesa cerca de 700 quilos a menos do que uma carroceria feita em madeira.O custo benefcio do alumnio tam-bm diz respeito sustentabilidade, </p><p>SEMINRIO ITINERANTE COMJOVEM PROMOVE DEBATE SOBRE CUSTOS </p><p>OPERACIONAIS NA REA DO TRANSPORTE</p><p>Baldomero Taques Neto em seu discurso de apresentao do Seminrio Itinerante Comjovem 2013 Foto: Larissa J. Riberti</p><p>j que menos peso demanda menos trabalho do motor, gerando economia de combustvel e reduo da emisso de poluentes. Dentre outros bene-fcios, as estruturas para caminho em alumnio tambm proporcionam maior segurana, maior espao til de carga na carroceria e durabilidade do material. </p><p>DISCUSSO DA APLICAO DA LEI 12619/2012</p><p>A segunda parte do Seminrio Itiner-ante Comjovem e NTC &amp; Logstica debateu a aplicao da lei do Motor-ista de 2012. A Dra. Gildete Menezes, discutiu a possibilidade de se estabel-ecerem convenes coletivas e acor-dos referentes a alguns pontos da lei.Segundo a advogada, essas conven-es so previstas na Lei e tem como...</p></li></ul>