15 Edio Nacional Jornal Chico da Boleia

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Jornal Chico da Boleia 15 Edio

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  • Distribuio Gratuita

    O JORNAL PARA O

    CAMINHONEIROAMIGO

    www.chicodaboleia.com.br

    Orgulho de ser caminhoneiro

    EDIO NACIONAL

    A primeira etapa do GP Petrobras de Frmula Truck levou emoo at o Autdromo Internacional de Tarum, localizado na regio metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

    Um dos assuntos em pauta nestes primeiros meses de 2013 o pagamen-to do imposto sindical. O recolhimento da taxa tem por objetivo custear as ati-vidades sindicais e fortalecer as organi-zaes de classe.

    Porque devo pagar o imposto Sindical?

    8 de maro: um dia de conscientizao para a vida

    Ano 02 - Edio 15 - Maro de 2013

    Foto: Marlene Oliveira, Neusa Navarro, Cecilia Messias Silva, Wanda Jacheta, Tnia Rampin

    Primeira etapa do GP Petrobras de Frmula Truck

    Pg. 6 e7

    Pg. 4

    Pg. 8

    Pg. 5

    Rio de Janeiro recebe Seminrio da ComJovem

    Realizado pela NTC&Logstica no dia 26 de maro, na cidade do Rio de Janeiro, o Seminrio ComJovem reu-niu especialistas, empresrios e repre-sentantes do setor do transporte rodovi-rio de cargas.

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    Ol companheiros do tapete negro!A edio de maro de 2013 est repleta de assuntos interessan-tes.Nesta edio abrimos o espao da Repor-

    tagem Principal para comentarmos sobre um assunto que foi tema duran-te todo o ms de maro: o Dia Inter-nacional da Mulher. O porqu desta data tem varias verses e uma delas remete ao 8 de maro de 1857 quando tecels de Nova York realizaram uma marcha por melhores condies de trabalho, diminuio da carga horria e igualdade de direitos. Na poca, a jornada de trabalho femi-nino chegava a 16 horas dirias com salrios at 60% menores que os dos homens. A manifestao foi reprimi-da com total violncia. As mulheres foram trancadas dentro da fbrica, que foi incendiada. Aproximadamen-te 130 tecels morreram carboniza-das, num ato totalmente desumano.Em 1910, durante uma conferncia na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de maro passaria a ser o "Dia Interna-cional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fbri-ca em 1857. Mas somente no ano de 1975, atravs de um decreto, a data foi oficializada pela Organizao das Naes Unidas.Nesta edio tambm falaremos de questes importantes para o cami-nhoneiro como a proteo da sade. Em parceria com a Brasil Vida, apre-

    sentaremos o sistema de UTI mvel area oferecido pela empresa.Discutiremos a importncia e escla-receremos algumas dvidas sobre o pagamento do imposto sindical. Na coluna Fique por Dentro est publi-cada uma matria com os principais pontos relativos ao pagamento do imposto sindical e na qual eu corro-boro a importncia da participao do companheiro caminhoneiro nas enti-dades de classe. Alm disso, em Fique por Dentro, o companheiro saber mais sobre as discusses em torno da aplicao da Lei 12.619 que ocorreram no ltimo Seminrio Itinerante Comjovem e NTC&Logstica, realizado no Rio de Janeiro. Se quiser que faamos algum tipo de reportagem mande-nos sua opinio, escreva-nos dizendo o que gostaria de ver escrito no seu, no nosso Jornal, estou aguardando sua participao!Lembre-se voc pode encontrar o Chico da Boleia no Facebook, no Youtube, no UOL TV, no ISSUU, no Twitter e no Flikr. Basta digitar Chico da Boleia e voc ter acesso as infor-maes.Desejo a todos uma boa leitura e bons fretes, e com certeza nos vemos no trecho.

    Um abrao do Chico da Boleia, orgulho de ser caminhoneiro.

    Sede: Rua Bento da Rocha, 354 - Itapira-SP, CEP 13.970-030 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exemplares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor Editorial: Chico da BoleiaEditor Responsvel: Chico da BoleiaRevisoLarissa J. RibertiDiagramaoPamela SouzaSuporte TcnicoMatheus A. MoraesJuliano H. BuzanaConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Larissa J. Riberti (Historiadora) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coor-denadora do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APRO-CAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)

    Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa

    02 EDITORIAL

    ExpedienteBlogueiros do Chico

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    COOPAC BRASIL EST NASCENDO

    ACESSE O SITE E CONHEA MAIS SOBRE A COOPERATIVA

    WWW.COOPACBRA.COM.BR

    Chico da Boleia

    Chapa

    Dra. Virginia Laira

    Jos Machado

    Albino Castro

    Djalma Fogaa

    Roberto Videira

    Tnia Rampim

  • voc pode encontrar este curso em uma das unidades do SEST SENAT que esto espalhadas pelo Brasil, para saber a unidade mais prxima de voc acesse o site: www.sestsenat.org.br.

    Chico, sou o Rogerio e moro em In-daiatuba-SP e tenho uma dvida so-bre o imposto sindical. Sou realmente obrigado a recolher este imposto?

    R: Bom, para ter o RNTRC preciso recolher sim essa taxa, j que a uma das exigncias para se ter o registro estar em dia com o imposto sindical. Ento de certa forma o amigo acaba sendo obrigado sim a pagar o imposto. Ento j que no h alternativa almde pagar pelo imposto aproveite e esteja presente num dos sindicatos de sua regio e cobre seus direitos, se faa presente e fiscalize se o seu dinhei-ro esta sendo aplicado corretamente. Veja se esto lutando por nossa classe e defendendo nossos interesses como realmente devem. Por isso eu convido o amigo a acessar o site www.chicoda--boleia.com.br e procurar pela lista de sindicatos espalhados pelo Brasil e co-mear a se fazer presente na entidade sindical de sua regio.

    Mande a sua pergunta para: chicodaboleia@chicodaboleia.com.br

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    Sede: Rua Bento da Rocha, 354 - Itapira-SP, CEP 13.970-030 Fone:(19) 3843-5778Tiragem: 50.000 exemplares Nacional, 10.000 exemplares Baixa Mogiana e 10.000 exemplares Grande Ribeiro PretoDiretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor Editorial: Chico da BoleiaEditor Responsvel: Chico da BoleiaRevisoLarissa J. RibertiDiagramaoPamela SouzaSuporte TcnicoMatheus A. MoraesJuliano H. BuzanaConselho Editorial:Albino Castro (Jornalista) Larissa J. Riberti (Historiadora) Dra. Virgnia Laira (Advogada e coor-denadora do Departamento Jurdico da Fenacat) Roberto Videira (Presidente da APRO-CAM Brasil) Jos Arajo China (Presidente da UNICAM Brasil)

    Responsabilidade social:ViraVidaLigue 100Na mo certa

    Chico da Boleia responde

    O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAPAPO DE BOLEIA 03

    No comeo deste ano, Chico da Bo-leia e a empresa Brasil Vida Taxi Areo estabeleceram uma parceria com o ob-jetivo mtuo de beneficiar os compan-heiros da estrada com um servio ex-tremamente importante para a sade de quem vive da boleia. No mercado desde 2006, a Brasil Vida uma empresa especializada em ser-vios mdicos areos. Com a sua base principal situada em Goinia GO, a empresa opera com o traslado de paci-entes e resgates de urgncia. As aero-naves so equipadas com UTIs areas e o corpo clnico capacitado para atuar em situaes de emergncia e de risco. Todas as aeronaves da empresa es-to estruturadas com equipamentos mdicos de pronto- atendimento como respirador porttil microprocessado, monitor de sinais vitais, desfibrilador /Cardioversor, respirador mecnico pneumtico, incubadora neonatal,

    maca especial, oxignio medicinal e ar comprimido.De acordo com Lorene Neves, opera-dora de voo da empresa, a Brasil Vida especializou-se no transporte areo de pacientes por todo o Brasil, com ex-ceo de Fernando de Noronha. O atendimento feito e monitorado por meio de diversos canais de comuni-cao, que atualizam a equipe mdica para efetuar o atendimento preliminar. O monitoramento das aes assegura a transmisso das informaes atualiza-das sobre o quadro clnico do paciente tanto aos familiares quanto aos demais envolvidos no processo.O enfermeiro Gilberto Jnior, explica que a empresa realiza qualquer tipo de remoo, desde o transporte neonatal at o transporte adulto e desde o paci-ente menos crtico, at aquele que de-manda tratamento intensivo. A Brasil Vida opera de duas maneiras.

    Chico, meu nome Eduardo Ferreira e gostaria de saber, como a lei 12.619 vai vigorar para o caminhoneiro au-tnomo. Eu sei como a lei para o empregado, mas para o autnomo eu estou meio perdido, eu gostaria que vocs me ajudassem.

    R: Caro companheiro a Lei vale para o autnomo, pois ela mexe diretamente no Cdigo de Trnsito Brasileiro, isso quer dizer que o tempo de direo vale para todos, ento o autnomo est su-jeito sim a nova Lei 12.619 da mesma forma que o empregado.

    Ol Chico tudo certo? Meu nome Orlando Prado, depois de muito tem-po tentando entrar na vida de cami-nhoneiro consegui realizar esse meu sonho de criana e finalmente estou comeando no setor de transporte.Porm quando fui tirar minha ANTT no consegui, pois no tinha como comprovar experincia. Disseram-me para fazer um curso especifico. Onde posso encontrar este curso Chico? No vejo a hora de cortar esse Brasilzo afora.

    R: Amigo, parabns pela conquista e boa sorte em sua nova profisso! timo ver que h gente assim que luta por seus sonhos entrando pra catego-ria. Bem mas vamos ao que interessa,

    Uma delas o voo por demanda, onde o cliente paga apenas pelo trecho em quilmetros de voo

    para um atendimento em especfico. A segunda forma a mensalidade pr-pa-ga, atravs da qual o cliente pode man-ter um plano para ser atendido sempre que necessrio. Estamos procurando seguradoras para atuar de forma per capita, como se fosse um seguro areo mensal, afirmou Daniel Henrique, do Departamento Comercial.A empresa cuida para que aeronaves sejam constantemente verificadas e mantidas. Alm disso, toda a equipe, desde os pilotos at os mdicos, passa por capacitaes exigidas pela Agncia Nacional de Aviao Civil (ANAC) e pelo Conselho Regional de Medicina. O cirurgio Sergio Scalia da Cunha res-saltou que as condies de trabalho do caminhoneiro pode exp-lo a acidentes e colises. O caminhoneiro tem a car-acterstica de estar presente em todos os cantos do Brasil, desde o local onde ele ter acesso a um tratamento mdico

    de ponta, caso necessrio, at os locais mais distantes do pas, onde essa me-dicina no est disposio. Por tra-balhar nas rodovias, o caminhoneiro fica exposto a acidentes que podem favorecer o aparecimento de traumas emocionais e fsicos. Nesses eventos, o tratamento precoce fundamental para que o paciente se recupere sem se-quelas, concluiu Sergio. Para a Brasil Vida, o rpido atendimen-to e a remoo do paciente de um local para outro com eficincia e ateno aos cuidados de sua sade so fatores es-senciais para o sucesso do tratamento e para a recuperao do paciente. Por esta razo, a empresa busca uma aproxima-o com os caminhoneiros que deman-dam cuidados especiais quando se trata de remoes e atendimentos mdicos de urgncia.

    Para mais informaes acesse: www.brasilvida.com.brOu ligue: 0800 602 5370

    Brasil Vida disponibiliza UTI Area para traslado de pacientes

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA04 FIQUE POR DENTROO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    Realizado pela NTC & Logstica no dia 26 de maro, na cidade do Rio de Janeiro. O Seminrio ComJovem reuniu especialistas, empresrios e representantes do setor de transporte rodovirio de cargas. O evento ocorrido no Hotel Windsor, teve como proposta principal levantar questes e propor solues para em-presrios do setor, entidades de classe e tambm caminhoneiros autnomos que enfrentam, no seu dia a dia, os problemas relativos aos fretes, frota e estrutura das rodovias. Os custos ele-vados foram o contedo principal das variadas falas. A apresentao do Seminrio foi fei-ta por representantes da ComJovem e da NTC & Logstica. Dentre eles estavam Eduardo Ferreira Rebuzzi, Presidente da Federao do Transpor-te de Cargas do Estado do Rio de Ja-neiro (Fetranscarga) e Vice-Presiden-te Regional para o Estado do Rio de Janeiro da NTC & Logstica, Baldo-mero Taques Neto, Coordenador da Comjovem Nacional; Ana Carolina Ferreira Jarrouge, Vice-Coordena-dora da Comjovem Nacional; Andr Ferreira, Diretor Jovens Empresrios de Comunicaes da NTC & Logsti-ca e Andr Martinez de Simone, Co-ordenador Regional da Comjovem.Francesco Cupello, Presidente do Sindicarga, abriu seu discurso salien-tando a necessidade de se profissiona-lizar as empresas da rea de transpor-te. Atentando para o grau elevado de transformao no s da mo de obra, mas tambm das tecnologias do setor, Cupello ressaltou que indispensvel uma constante atualizao dos profis-sionais da rea. A primeira palestra foi realizada por Jos Luiz Pereira, Coordenador de Economia da NTC & Logstica. Com o tema Noes Bsicas de Clculo de Frete, a apresentao pretendeu exemplificar as dificuldades e bar-reiras enfrentadas por transporta-doras na hora de se calcular o preo do frete. Os exemplos utilizados por Jos Luiz revelaram que ainda h um longo caminho a se percorrer para se criar um mecanismo eficaz de clculo de frete, que possa considerar todos os custos variveis e fixos ineren-tes ao setor. As apresentaes especializadas fo-ram feitas por representantes dos pa-

    trocinadores do evento. Valter Luiz da Silva, da BGM Rodotec, apre-sentou um software integrado capaz de realizar a gesto de empresas do transporte. Glauco Juliato, da MAN Latin America, discutiu a questo da renovao das frotas e o custo benef-cio de possuir caminhes novos, com tecnologias avanadas, que podem promover economia de combustvel, eficincia no servio e baixo custo de manuteno dos veculos.Ronaldo Oliveira, da Sascar, apre-sentou solues em rastreamento e tambm para a gesto das operaes de transporte. De acordo com Ronal-do, a insegurana nas estradas e as condies adversas de infraestrutura do pas so fatores que demandam o gerenciamento no s dos riscos, mas tambm de possveis custos que os empresrios possam ter.Destaca-se, por ltimo, a apresenta-o de Marcelo Gonalves, da Asso-ciao Brasileira de Alumnio. Segun-do o Engenheiro, as transformaes do setor estabeleceram a necessida-de de se buscar alternativas tambm no prprio modelo dos caminhes. Tambm pensando na diminuio dos custos de empresrios e caminhonei-ros, Marcelo apresentou os benefcios proporcionados por carrocerias e tan-ques feitos em alumnios. Uma carro-ceria de alumnio para um caminho de porte mdio, por exemplo, pesa cerca de 700 quilos a menos do que uma carroceria feita em madeira.O custo benefcio do alumnio tam-bm diz respeito sustentabilidade,

    SEMINRIO ITINERANTE COMJOVEM PROMOVE DEBATE SOBRE CUSTOS

    OPERACIONAIS NA REA DO TRANSPORTE

    Baldomero Taques Neto em seu discurso de apresentao do Seminrio Itinerante Comjovem 2013 Foto: Larissa J. Riberti

    j que menos peso demanda menos trabalho do motor, gerando economia de combustvel e reduo da emisso de poluentes. Dentre outros bene-fcios, as estruturas para caminho em alumnio tambm proporcionam maior segurana, maior espao til de carga na carroceria e durabilidade do material.

    DISCUSSO DA APLICAO DA LEI 12619/2012

    A segunda parte do Seminrio Itiner-ante Comjovem e NTC & Logstica debateu a aplicao da lei do Motor-ista de 2012. A Dra. Gildete Menezes, discutiu a possibilidade de se estabel-ecerem convenes coletivas e acor-dos referentes a alguns pontos da lei.Segundo a advogada, essas conven-es so previstas na Lei e tem como objetivo preparar melhor o setor para receber as transformaes propostas pela Lei 12.619. Gildete tambm res-saltou que a medida trouxe algumas questes bsicas e essenciais para que a discusso trabalhista na rea do transporte alcanasse um patamar mais elevado.J para o Procurador do Ministrio Pblico do Trabalho, Rafael Arajo Gomes, a questo das convenes deve ser entendida com cuidado, pois os acordos que dizem respeito lei devem cumprir com os pontos esta-belecidos por ela. Rafael tambm fa-lou sobre a Comisso de Deputados que, no dia 26 de maro, esteve em Braslia discutindo a possvel cria-

    o de uma Medida Provisria para se alterar alguns pontos da Lei. Para o Procurador, a Comisso formada majoritariamente por deputados da bancada ruralista da Cmara no representa os reais interesses de profissionais, caminhoneiros e em-presrios do setor. Rafael ressaltou ainda que a Lei no redigida de forma tcnica e isso im-plica problemas na interpretao e na sua aplicabilidade. Durante o de-bate, eram notveis as dvidas dos empresrios e as diferentes interpre-taes da Lei. A discusso revelou, sobretudo, a necessidade de se real-izarem mais seminrios e interaes entre o setor para colocar-se de acor-do o cumprimento das regras adequa-damente.Na viso dos empresrios indis-pensvel que embarcadores tambm participem dessas discusses. Tal de-manda se d pelo fato de que o trab-alho realizado por eles, na carga e na descarga, por exemplo, precisa estar em concordncia com o caminhon-eiro e com a transportadora, j que essas operaes vo influenciar no tempo de parada e de descanso do motorista. Para Rafael Arajo imprescindvel que os pontos da Lei sejam cumpri-dos e que a valorizao da segurana e da vida venha em primeiro lugar. Sobre possveis custos que tenham sido acarretados pela criao da Lei, Rafael rebateu dizendo que no se pode dizer que o aumento de custos na rea do transporte foi causado por leis trabalhistas j que muito do que est na Lei 12.619 j estava previsto na CLT.O custo atual acarretado para cor-rigir deficincias para as quais no se atentava anteriormente., corroborou Rafael.O debate suscitado pela Comjovem e tambm pela NTC & Logstica rev-elou as vrias dvidas e apontou pos-sveis caminhos a serem tomados por empresrios, caminhoneiros e profis-sionais, tendo em vista as transforma-es as e as necessrias estratgias para a melhoria das condies de trabalho e tambm da lucratividade no setor do transporte rodovirio de cargas. Redao Chico da Boleia

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAFIQUE POR DENTRO 05

    Porque devo pagar o imposto Sindical?SEMINRIO ITINERANTE COMJOVEM PROMOVE DEBATE SOBRE CUSTOS OPERACIONAIS NA REA DO TRANSPORTE

    Um dos assuntos em pauta nestes pri-meiros meses de 2013 o pagamento do imposto sindical. Isso porque para realizar o cadastro no Registro Nacio-nal de Transportadores Rodovirios de Carga (RNTRC), o caminhoneiro aut-nomo ou empregado conforme a CLT necessita pagar o imposto sindical. Alm disso, quem j possui o cadastro recebe a guia de pagamento em casa anualmente. O Imposto Sindical uma contribuio anual que est previsto nos artigos 578 a 591 da Consolidao das Leis do Tra-balho (CLT) normas trabalhistas que foram estabelecidas na dcada de 1940. Seu valor equivale a um dia de ativida-de de todo trabalhador e destinada ao sindicato de sua categoria. O recolhimento da taxa tem por obje-

    tivo custear as atividades sindicais e fortalecer as organizaes de classe. O art. 8, IV, in fine, da Constituio Fe-deral prescreve o recolhimento anual por todos aqueles que participem de uma determinada categoria econmica ou profissional, ou de uma profisso li-beral, independentemente de serem ou no associados a um sindicato.Muitas pessoas questionam sobre a real necessidade desse imposto. Pois bem! Nosso companheiro Chico da Boleia explicou recentemente em vdeo para o seu blog que o imposto sindical no coisa nova. Como apontado ante-riormente, esse imposto existe desde a dcada de 1940 e foi ento criado para fortalecer e apoiar a criao de entida-des sindicais para diversos setores tra-balhistas. Esse imposto , na realidade,

    pago por todos os trabalhadores, obvia-mente com clculos de valores e aplica-es diferentes. Mas a ideia garantir que todos os profissionais possam con-tar com organismos sociais para defen-derem seus direitos. Vale lembrar o caminhoneiro que o di-nheiro do imposto sindical de sua cate-goria dividido (e aplicado) da seguin-te forma: 60% vo para os sindicatos, 15% vo para as federaes, 5% vo para as confederaes, 10% vo para as centrais sindicais e 10% vo para o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Ao longo dos anos, o imposto sindical gerou alguns questionamentos e pro-blemas. Muitos sindicatos que no funcionam e no representam efetiva-mente o caminhoneiro acabaram geran-do certa desconfiana com relao ao pagamento do imposto sindical. Esses problemas acabaram afetando o reco-lhimento deste imposto por parte de Sindicatos e entidades que realmente representam o trabalhor da estrada, explicou Chico da Boleia.Por isso, de suma importncia que os caminhoneiros participem ativamente junto aos seus sindicatos e entidades. J que somos obrigados a pagar esse imposto, temos por direito e obrigao participar das discusses e das trans-formaes que afetam nosso trabalho, corroborou Chico da Boleia. No site www.chicodaboleia.com.br est publicada uma relao de Sindi-catos de todas as regies do pas. O caminhoneiro deve procurar o Sindi-cato mais prximo de sua residncia

    e manter uma estreita relao com as suas lideranas. importante saber que estas entidades no so espaos para benefcios extras, como colnias de f-rias, premiaes, festas, etc. Sindicatos so representaes de classe e rgos de luta trabalhista, que devem trabalhar em defesa dos direitos dos trabalhado-res que representam. Pode acontecer de algumas entidades fantasmas quererem recolher o im-posto sindical indevidamente. sem-pre bom ficar atento e participar junto aos sindicatos para saber se as ativi-dades realizadas por esses rgos so realmente regularizadas. Alm disso, se voc recebeu uma cobrana indevi-da ou desconfia que sua entidade est cobrando impostos irregularmente, a denncia pode ser feita junto ANTT e tambm outras entidades de classe, como Federaes e Confederaes. Sei que existem muitos companheiros que acham o imposto um absurdo. bvio que esse dinheiro recolhido no pode ser utilizado por uma entidade sindical que no defende os direitos dos caminhoneiros. Mas se todos os com-panheiros caminhoneiros participarem, o dinheiro recolhido anualmente ser aplicado de forma justa e em prol da categoria, defendeu Chico da Boleia.Aqueles que ainda tiverem dvidas sobre o recolhimento e a aplicao do imposto sindical, podem enviar suas perguntas para: chicodaboleia@chico-daboleia.com.br

    Redao Chico da Boleia

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA06 REPORTAGEMO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA

    8 de maro: um dia de conscientizao para a vidaQuando voc estimula uma mulher a ter os mesmos direitos do homem, ela que-rendo trabalhar, a sua parcela como me comea a ficar anulada, e, para que ela no seja me, s h uma maneira que se conhece: ou ela no se casa, ou mantm um casamento, um relacionamento com uma pessoa do mesmo sexo, e que vo gozar dos prazeres de uma unio e no vo ter filhos. (Notcia veiculada por Pragmatismo Poltico em 20 de maro de 2013)Foi dessa forma que o infeliz deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), recm--eleito (e tambm rejeitado pela maioria dos colegas parlamentares) presidente da Comisso Nacional de Direitos Huma-nos (CNDH), se referiu as mulheres que, com muito esforo, dedicao e trabalho, tentam, dia aps dia, conquistar direitos iguais aos dos homens.No cabe aqui discutir todos os precon-ceitos, a homofobia e o racismo que so caractersticas fortemente presentes em vrias das falas do Deputado. Mas cabe aqui discutirmos por que muitos homens, e tambm mulheres, seguem questionan-do ou colocando a prova a capacidade feminina em executar tarefas que antes eram exclusivamente masculinas. E por-que o papel das mulheres nesta sociedade ainda reduzido ao papel de me, esposa ou dona de casa?Marco Feliciano, por exemplo, ao invs de questionar e cobrar dos homens uma maior participao nas tarefas domsticas e na criao dos filhos, prefere atacar as mulheres dizendo que o trabalho exercido por elas reduz sua competncia enquan-to me. Sem se dar conta do absurdo que diz, o Deputado pareceu no considerar as milhares de mes que so tambm profissionais do mercado de trabalho e que criam seus filhos com dedicao e, na maioria das vezes, sem nenhuma aju-da masculina. Marco Feliciano parece tambm no considerar a luta diria das mulheres que, mesmo executando tare-fas profissionais iguais aos homens, no recebem, na maioria das vezes, o mesmo reconhecimento e a mesma remunerao.H quem ainda acredite que isso menti-ra! H que ainda acredite que as mulheres gozam de plena igualdade de direitos em relao aos homens. E h que ainda faa aquelas piadinhas sem graa, dizendo que na hora de pagar a conta os direitos no so iguais. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica) divulgou no dia 8 de mar-o de 2012 um estudo sobre a atuao da mulher no mercado de trabalho. Corro-

    borando o que foi dito anteriormente, as mulheres, desde 2009, recebem 72,3% dos salrios masculinos, mesmo quando executam as mesmas tarefas. O estudo tambm mostrou que as mulheres so maioria entre as pessoas em idade profis-sional ativa.A Fundao Sistema Estadual de Anlise de Dados (Seade) do Estado de So Paulo, a partir de grficos do Ministrio do Tra-balho e Emprego, explica que a chamada discriminao ocupacional se refere s barreiras enfrentadas pelas mulheres no acesso a determinadas ocupaes, em especial as de maior remunerao que, evidentemente, tambm tem implicaes para a comparao de salrios mdios de homens e mulheres.O estudo revela que como as mulheres ainda enfrentam barreiras para o ingres-so em ocupaes mais valorizadas, social e economicamente, seus salrios mdios tendem a ser permanentemente inferiores aos dos homens e essa diferena pode ser potencialmente agravada dependendo da regio e das condies sociais e regionais do mercado de trabalho em que a mulher atua. A declarao de Marco Feliciano, por-

    tanto, nos d margem para discutirmos a valorizao e a desvalorizao das ativi-dades exercidas pela mulher na sociedade brasileira. Mas, devemos pensar: ser que as mulheres s enfrentam barreiras no mercado de trabalho?Histrica, religiosa e culturalmente, as mulheres sempre tiveram seus papeis so-ciais e sua capacidade de ao e transfor-mao poltica, reduzidos. No campo reli-gioso, por exemplo, vrias interpretaes consideram a mulher um ser pecador des-de o princpio, relacionando sua origem com o empasse de Ado, Eva e o fruto proibido. Tal construo acerca da mulher, tambm pode ser percebida na Mitologia Grega, atravs do mito da Caixa de Pandora que, ao ser aberta por uma mulher, liberou todos os males que assolam a sociedade

    atualmente. Essa crena atribui s mulhe-res a responsabilidade por desencadear as desgraas que atingem os homens.

    Historicamente, em diversas sociedades, como a brasileira, a mulher foi conside-rada um ser desprovido de capacidade de ao poltica, tendo seu direito ao voto restringido durante muito tempo. Atual-mente, ainda existem locais onde o direito das mulheres em exercer cargos pblicos e polticos fica restringido e sofre ques-tionamentos por questes culturais e re-ligiosas. No Brasil, por exemplo, o direito das mulheres votarem foi obtido por meio de um Cdigo Eleitoral Provisrio de 24 de fevereiro de 1932. O cdigo permitia ape-nas que mulheres casadas (com autoriza-o do marido), vivas e solteiras com renda prpria pudessem votar. As restri-es ao pleno exerccio do voto feminino s foram eliminadas no Cdigo Eleitoral de 1934. No entanto, o cdigo no torna-va obrigatrio o voto feminino, apenas o masculino. O voto feminino sem restri-es s passou a ser obrigatrio em 1946.Mas as construes histricas, religiosas e culturais em torno da figura da mulher

    no s resultaram na sua excluso en-quanto ser poltico e transformador, mas tambm na legitimao de uma violncia de gnero contra ela. Ou seja, a ideia da mulher enquanto ser inferior e que deve ser submetido ao controle masculino, re-sultou na aplicao de uma violncia ne-cessria que adquiriu, ao longo dos anos, carter punitivo e corretivo.Em seu artigo Violncia contra a mu-lher: polticas pblicas e medidas proteti-vas na contemporaneidade, publicado na Revista Histrica do Arquivo Pblico do Estado de So Paulo, a pesquisadora T-nia Pinafi revela que a violncia contra a mulher produto de uma construo his-trica portanto, passvel de descons-truo que traz em seu seio estreita re-lao com as categorias de gnero, classe e raa/etnia e suas relaes de poder. Por

    definio, pode ser considerada como toda e qualquer conduta baseada no gne-ro, que cause ou passvel de causar morte, dano ou sofrimento nos mbitos: fsico, sexual ou psicolgico mulher, tanto na esfera pblica quanto na privada.Para Tnia, a classificao da mulher se-gundo ticas biolgicas e sociais resulta-ram na desigualdade de gnero e base-ada em uma relao assimtrica a partir de um discurso que valoriza um sexo em detrimento do outro. A violncia contra a mulher traz em seu seio, estreita rela-o com as categorias de gnero, classe e raa/etnia e suas relaes de poder. Tais relaes esto mediadas por uma ordem patriarcal proeminente na sociedade bra-sileira, a qual atribui aos homens o direito a dominar e controlar suas mulheres, po-dendo em certos casos, atingir os limites da violncia.Uma pesquisa realizada pelo Centro Bra-sileiro de Estudos Latino--Americanos (CEBELA) e a Faculdade Latino-Ame-ricana de Cincias Sociais (FLACSO) resultou na atualizao do Mapa da Vio-lncia 2012: Homicdio de Mulheres no Brasil, de autoria de Julio Jacobo Waisel-fisz, publicado no incio de maio de 2012.

    As atualizaes revelam dados interna-cionais que situam o Brasil em 70 lugar no ranking de pases com mais homic-dios de mulheres. Com uma taxa de 4,4 homicdios em 100 mil mulheres, o Bra-sil ocupa esta posio no contexto dos 84 pases do mundo com dados homogneos da Organizao Mundial da Sade com-preendidos entre 2006 e 2010.O estudo tambm mostra que a cada cin-co minutos uma mulher agredida no Brasil. Em 70% dos casos de violncia domstica contra a mulher, o agressor o companheiro ou o cnjuge da vtima. Nos 30 anos decorridos entre 1980 e 2010 fo-ram assassinadas no pas acima de 92 mil mulheres, 43,7 mil s na ltima dcada. O nmero de mortes nesse perodo pas-sou de 1.353 para 4.465, o que representa um aumento de 230%, mais que triplican-do o quantitativo de mulheres vtimas de assassinato no pas. As maiores taxas de vitimizao de mu-lheres concentra-se na faixa dos 15 aos 29 anos de idade, tendo 1.382 mulhe-res mortas na faixa de 20 a 29 anos, em 2010 o que revela um crescimento em relao 2001, que registrou o nmero de 1.051 mulheres mortas nesta mesma faixa etria. As estatsticas e estudos na rea mostram que, por motivaes de gnero, incenti-

    vada pelo machismo e tambm por uma herana cultural e poltica que tende a subjugar o papel da mulher, a violncia contra essa categoria tem crescido expo-nencialmente. Apesar de contarem com leis, como a Lei Maria da Penha, que as protegem, as mulheres muitas vezes se veem reduzidas aos seus papeis de com-panheiras que devem obedecer aos mari-dos e que no possuem meios materiais para se reproduzir socialmente. Crescer como mulher no Brasil crescer ouvindo que voc deve respeitar os ho-mens, que voc nasceu pra casar, que voc s pode sair de casa se for acom-panhada pelo seu irmo e que existem profisses masculinas e profisses fe-mininas. Tal realidade, apesar de ser na-turalizada por pais e mes que se creem protegendo suas filhas, causa a submisso de um sexo em relao ao outro.Mulheres nascem e crescem ouvindo que devem se respeitar, enquanto que os ho-mens crescem ouvindo seus pais dizerem: Segurem suas cabras, que meu bode est solto. Ou seja, mais fcil destituir de direitos as mulheres, do que educar os ho-mens para que eles respeitem a igualdade de gnero. A diferena de tratamento, de educao e de concepo em relao ao gnero, traduz muitos desses problemas sociais, culturais e polticos que oprimem, excluem e subjugam a mulher. Mesmo com todos esses obstculos, no-tvel o espao que as mulheres conquista-ram no cenrio cultural, social e poltico atual. Na educao, por exemplo, o n-mero de mulheres que ascende ao ensino superior cresceu consideravelmente nos ltimos dez anos. Em todos os nveis da docncia as mulheres so maioria. Se antes a nica forma de ascenso social para uma mulher era atravs de um casa-mento que a reduzia esposa e me que ficava sombra de seu marido e filhos, hoje as mulheres podem escolher uma carreira profissional e se querem casar e ter filhos.

    Ainda assim, em vrias regies do Brasil, a concentrao de renda e os cargos que possibilitam uma mobilidade social maior ficam restritos aos homens. Em muitos lugares, as mulheres ainda so criadas e educadas para estarem sombra de ho-mens e para conduzirem suas escolhas e necessidades conforme aos de seus par-ceiros. Para mudar esse quadro, devemos atuar todos os dias em prol da igualdade de di-reitos entre homens e mulheres. Que no prximo dia 8 de maro, vocs no pre-senteiem as mulheres com flores e bom-bons, mas com possibilidades reais de exercerem seus direitos e escolhas. Mais

    Greve das tecels do sculo XIX Fonte: http://www.projecao.br/colegio/upload/image/tecelas.jpg

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 07REPORTAGEMvada pelo machismo e tambm por uma herana cultural e poltica que tende a subjugar o papel da mulher, a violncia contra essa categoria tem crescido expo-nencialmente. Apesar de contarem com leis, como a Lei Maria da Penha, que as protegem, as mulheres muitas vezes se veem reduzidas aos seus papeis de com-panheiras que devem obedecer aos mari-dos e que no possuem meios materiais para se reproduzir socialmente. Crescer como mulher no Brasil crescer ouvindo que voc deve respeitar os ho-mens, que voc nasceu pra casar, que voc s pode sair de casa se for acom-panhada pelo seu irmo e que existem profisses masculinas e profisses fe-mininas. Tal realidade, apesar de ser na-turalizada por pais e mes que se creem protegendo suas filhas, causa a submisso de um sexo em relao ao outro.Mulheres nascem e crescem ouvindo que devem se respeitar, enquanto que os ho-mens crescem ouvindo seus pais dizerem: Segurem suas cabras, que meu bode est solto. Ou seja, mais fcil destituir de direitos as mulheres, do que educar os ho-mens para que eles respeitem a igualdade de gnero. A diferena de tratamento, de educao e de concepo em relao ao gnero, traduz muitos desses problemas sociais, culturais e polticos que oprimem, excluem e subjugam a mulher. Mesmo com todos esses obstculos, no-tvel o espao que as mulheres conquista-ram no cenrio cultural, social e poltico atual. Na educao, por exemplo, o n-mero de mulheres que ascende ao ensino superior cresceu consideravelmente nos ltimos dez anos. Em todos os nveis da docncia as mulheres so maioria. Se antes a nica forma de ascenso social para uma mulher era atravs de um casa-mento que a reduzia esposa e me que ficava sombra de seu marido e filhos, hoje as mulheres podem escolher uma carreira profissional e se querem casar e ter filhos.

    Ainda assim, em vrias regies do Brasil, a concentrao de renda e os cargos que possibilitam uma mobilidade social maior ficam restritos aos homens. Em muitos lugares, as mulheres ainda so criadas e educadas para estarem sombra de ho-mens e para conduzirem suas escolhas e necessidades conforme aos de seus par-ceiros. Para mudar esse quadro, devemos atuar todos os dias em prol da igualdade de di-reitos entre homens e mulheres. Que no prximo dia 8 de maro, vocs no pre-senteiem as mulheres com flores e bom-bons, mas com possibilidades reais de exercerem seus direitos e escolhas. Mais

    do que presentes, ns, mulheres, quere-mos respeito e o fim da violncia contra nossa condio marginalizada.Dar direitos s mulheres, no significa que voc homem perder direitos. Signi-fica que seremos todos iguais em nossas capacidades, reconhecimento e valoriza-o. Eduque seu filho e sua filha, permita que eles sejam iguais e desempenhem ta-refas iguais. Respeite as decises das mu-lheres e a escolha de seu estilo de vida. S assim caminharemos para uma sociedade mais justa e igualitria.

    Mulheres que conquistamDurante o ms de maro na pgina da internet e nas redes sociais do Chico da Boleia, divulgamos matrias e postagens que evidenciaram o papel de mulheres vanguardistas. Temos a honra de celebrar a vitria dessas mulheres neste espao. Atravs delas, homenageamos a todas as guerreiras brasileiras que, dia aps dia, fazem de suas vidas uma constante bata-lha contra o preconceito, a excluso e o descrdito.

    Tnia Rampin, caminhoneira e carreteira

    A motorista da cidade de Itapira exerce a profisso h mais de seis anos. Atualmen-te com 32 anos, a carreteira sempre foi apaixonada por caminho e no esconde seus planos de, um dia, poder pilotar um caminho da Frmula Truck. Tnia exi-be com orgulho as habilidades que tem atrs de um volante de caminho e diz que exerce a profisso deixada como um legado pelo pai por uma escolha e no por uma imposio.

    Marlene Oliveira, Presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida

    Marlene dirige a instituio que focada na humanizao da sade. Coordenando uma equipe que trabalha na execuo de projetos sobre a sade, Marlene fala com alegria sobre os trabalhos desenvolvidos no Instituto que aceitou, inclusive, nossa parceria na Campanha Novembro Azul para a conscientizao do homem a res-peito dapreveno do Cncer de Prstata.

    Iracila Pilar Ferreira, Empregada Domstica e Diarista

    Tambm conhecida como Dona Cila, a diarista de 70 anos tambm trabalha com venda de salgados para aniversrios e fes-tas. Segundo ela, em determinados sba-dos chega a preparar mais de 800 salga-dos para encomendas. Depois de muitas dcadas de trabalho como empregada domstica, Dona Cila agora faz faxinas dirias e criou todos os treze filhos sem a ajuda do marido com quem, segundo ela, nunca manteve uma relao promissora.

    Wanda Jacheta, Presidente da Central do Transporte

    Me de dois filhos e detentora de um currculo de dar inveja, Wanda Jacheta j trabalhou em grandes empresas na cidade de Itapira. Respeitada por companheiros de trabalho, a contadora que atua na rea administrativa e financeira dirige a Cen-tral do Transporte com jogo de cintura e muita criatividade. Nos seus mais de qua-renta anos de profisso j quebrou tabus, enfrentou preconceitos e esteretipos e hoje um exemplo a ser seguido por to-das as mulheres que buscam insero no mercado de trabalho.

    Neusa Navarro, Presidente da Frmula Truck

    Aps o falecimento de seu marido, Au-rlio Flix, Neusa assumiu, diante de olhares desconfiados, a presidncia da ca-tegoria automobilstica. Contrariando as expectativas mais pessimistas, Neusa deu projeo internacional categoria com a criao do Campeonato Sul-Americano e a idealizadora de mudanas que propor-cionaram crescimento Frmula Truck. Me de trs filhos, a Presidenta cuida dos mnimos detalhes em seu dia a dia de tra-balho, desde os servios de portaria nos Autdromos, at a recepo de patrocina-dos e coletivas de imprensa.

    Cecilia Messias Silva, piloto de avio.

    Funcionria da empresa Brasil Vida, Ce-cilia atua em uma profisso que at pou-co tempo era quase que exclusivamente exercida por homens. Como piloto de avio, Cecilia conduz aeronaves que trabalham no traslado de pacientes e no transporte aeromdico. Com habilidade e seriedade, a jovem cumpre com sabedo-ria a dupla responsabilidade: pilotar uma aeronave e carregar um passageiro que precisa de cuidados mdicos.

    A essas e tambm a todas as mulheres do Brasil deixamos registrado nosso res-peito e homenagem. Aqui ficam os votos de que o ms de maro no sirva apenas como uma data comemorativa, mas que tambm promova uma educao contnua pelos direitos iguais entre mulheres e ho-mens. A igualdade o caminho para uma sociedade mais justa e menos violenta.

    Redao Chico da Boleia

    Foto: Tnia Rampin,

    Foto: Wanda Jaqueta

    Foto: Cecilia Messias Silva

    Foto: Marlene Oliveira

    Foto: Neusa Navarro

    Foto: Iracila Pilar Ferreira

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA08 ESPORTES

    Wellington Cirino vence a primeira etapa do GP Petrobras de Frmula Truck

    A primeira etapa do GP Petrobras de Frmula Truck levou emoo at o Autdromo Internacional de Tarum, localizado na regio metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A etapa comeou na sexta-feira (8 de fevereiro) com os dois primeiros trei-nos livres. Tanto na sesso que ocorreu na parte da manh, quanto na sesso da tarde, Wellington Cirino, da ABF Mercedes-Benz, e Beto Monteiro da Scuderia Iveco, ficaram com o primeiro e o segundo melhor tempo, respectiva-mente. J no terceiro treino livre, que ocorreu na manh de sbado (9 de fevereiro), o piloto Rgis Boessio, da ABF desen-volvimento Team, foi o mais rpido com o tempo de 1min20s846. Wellig-ton Cirino marcou o segundo melhor tempo com 1min21s111, seguido de Beto Monteiro, da Scuderia Iveco, com uma volta de 1min21s340. O quarto e ltimo treino livre que tambm ocorreu no sbado (9 de fe-vereiro) deu prvias de como poderia se configurar o grid de largada para a primeira etapa do GP Petrobras de Frmula Truck. O piloto Welligton Cirino fechou com o melhor tempo de 1m20s944, numa mdia de 135,16 Km/h. Em segundo ficou Regis Bo-essio (1m21s224), seguido de Valmir Benavides, da Scuderia Iveco, com o tempo de 1m21s328; Beto Monteiro (1m21s471) e Djalma Fogaa, da DF Motorsport com o tempo de 1m21s581. O Top Qualifying que definiu as dez primeiras posies do Grid de Largada, ocorreu na tarde de sbado e proporcio-nou emoes tanto aos pilotos mais ex-perientes, quanto aos estreantes como Jansen Bueno. O Grid para a corrida ficou com a seguinte definio:

    Top Qualifying

    1) Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz 1min22s133)2) Roberval Andrade (SP/Scania 1min22s758)3) Paulo Salustiano (SP/Mercedes-Benz 1min22s886)4) David Muffato (PR/Scania 1min23s058)5) Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz 1min23s066)6) Beto Monteiro (PE/Iveco 1min23s092)7) Rgis Boessio (SP/Mercedes-Benz 1min24s188)8) Valmir Benavides (SP/Iveco 1min24s232)

    Treino Classificatrio9) Joo Marcos Maistro (PR/Volvo 1min22s239)10) Jansen Bueno (PR/Volvo 1min22s309) 11) Adalberto Jardim (SP/MAN 1min22s325) 12) Leandro Totti (PR/MAN 1min22s325) 13) Djalma Fogaa (SP/Ford 1min22s382) 14) Danilo Dirani (SP/Ford 1min22s398)15) Felipe Giaffone (SP/MAN 1min22s562) 16) Leandro Reis (GO/Scania 1min22s786)17) Alberto Cattucci (SP/Volvo 1min23s229) 18) Luiz Lopes (SP/Iveco 1min23s540)19) Ronaldo Kastropil (SP/Scania 1min23s830)20) Andr Marques (SP/MAN 1min24s251) 21) Dbora Rodrigues (SP/MAN 1min24s741) 22) Edu Piano (SP/Ford 1min25s830) 23) Diogo Pachenki (PR/Volvo sem tempo)23) Jos Maria Reis (GO/Scania sem tempo)

    David Muffato, o substituto de seu pai, Pedro, pela equipe Muffato, sofreu um acidente na curva dos boxes aps classificar-se entre os oito no Top Qua-lifying. O piloto errou e acabou saindo da pista, colidindo contra a proteo de pneus, na curva nove do circuito ga-cho. A equipe no conseguiu concertar o ca-minho para a corrida que comearia s 13 horas do domingo (10 de fevereiro). Por isso, David Muffato saiu do Grid de Largada, ocasionando o ganho de posies de todos os demais pilotos que ficaram com tempos inferiores ao dele.

    Volta RpidaEm uma entrevista para Chico da Bo-leia no comeo deste ano, a Presidente da Frmula Truck Neusa Navarro, j havia anunciado a novidade que iria presentear os amantes da categoria. No sbado (9 de fevereiro), durante a pri-meira etapa, os fs dos brutos puderam conferir a estreia da Volta Rpida. A novidade consiste em um caminho preparado para levar sortudos para uma volta pelos autdromos em velocidade real. Foram escolhidas 24 pessoas e o piloto da vez foi Rgis Boessio. A Volta Rpida acontecer em todas as etapas. mais uma ao que abrimos aos nossos patrocinadores e convidados. apenas o primeiro caminho, e preten-demos colocar mais alguns durante o ano e, se tratando de um caminho des-caracterizado, qualquer piloto de qual-quer equipe poder gui-lo, a critrio do patrocinador, explicou Neusa Na-varro, a presidente da Frmula Truck.Redao Chico da BoleiaFonte: Frmula Truck.

    A corrida

    O Campeonato inaugurado em Tarum, no dia 10 de fevereiro, marcou 18 anos de categoria. Alm disso, celebrou a volta das competies da Frmula Truck, aps cinco anos, ao Autdromo Internacional de Tarum. O asfalto tremeu com a passagem dos brutos a toda velocidade. A primeira etapa teve marca nova, a estreia de vrios pilotos na categoria e pilotos da velha guardaO comeo do ano evidenciou o bom de-sempenho de alguns pilotos que esto retomando as pistas e outros que esto estreando na categoria. Djalma Fogaa, por exemplo, veio de um ano pssimo, mas mostrou vontade e garra e teve tudo para fazer uma boa colocao entre os 8 primeiros. Mas a ansiedade o fez errar em uma curva. Mesmo as-sim, Fogaa fez uma prova excelente, acelerou tanto que queimou o radar por duas vezes e sofreu penalidades.Em entrevista para a assessoria de

    imprensa da Frmula Truck, Djalma Fogaa frisou: "Esta foi minha primeira corrida completa depois que voltei a pi-lotar. Quando voc volta assim, sente a falta de ritmo. difcil controlar, espe-cialmente o trecho do radar", comple-tou, falando sobre as duas punies por excesso de velocidade que teve de cum-prir ao longo da prova. O piloto ainda declarou: "O mais im-portante desta etapa foi ver a competi-tividade do carro. Ns perdemos essa corrida ontem, quando errei na classifi-cao. Talvez a equipe esteja triste pelo resultado final, mas o fim de semana foi muito alm disso. Sinto que estamos de volta briga pela frente. Onde sempre estivemos e devemos estar. Fiquei mui-to feliz pelo que o time fez e de ver que eu voltei guiando do jeito que sempre guiei", disse.Jansen Bueno, piloto da equipe DB Motorsport e, vale ressaltar, caula da categoria, veio com a responsabilidade de sentar no caminho que seu pai pilo-tava e mostrou mais uma vez que filho de peixe, peixinho . Fez um excelente treino classificatrio e uma boa cor-rida como estreante, terminando em 14 lugar. Satisfeitos tambm ficaram os pilotos estreantes Diogo Pachenki, da ABF Racing, que terminou a corrida na 9o colocao e o paulista Ronaldo Kastro-pil, que correu pela Ticket Car Corin-thians, tendo cruzado a linha de chega-da em 10o lugar. Edu Piano, da Territrio Motorsport, multicampeo de rally, chegou na 15 colocao e fez sua primeira corrida em circuito fechado de asfalto. Em ent-revista, o piloto declarou: No fcil, mas legal, uma redescoberta. Foi produtivo terminar esta primeira prova sem quebras. Estamos no caminho,A marca MAN que est chegando na categoria passou apertado, tem que ac-ertar os detalhes para poder se tornar competitivo, e deixar o piloto Felipe Giaffone fazer seu trabalho. O gacho Rgis Boessio correndo em casa tam-bm mostrou servio, fez boa prova de classificao e terminou a prova em 4 Lugar.A Equipe ABF Mercedes fez do-bradinha com Welligton Cirino em pri-meiro e Geraldo Piquet em segundo, seguidos por Paulo Salustino e Valmir Benavides.

    Redao Chico da Boleia

    Pdio teve Cirino como o campeo, seguido de Piquet, Salustiano, Boessio e Benavides Foto: Larissa J. Riberti

    Foto: Divulgao - Larissa J. Riberti

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 09DE BOA NA BOLEIA

    Frases de Para-choques Houve uma poca, l pelos idos de mil novecentos e antigamente ...ei, espera um pouco, no faz tanto tempo assim, afinal que so trinta e poucos anos?

    Nessa poca a maioria dos caminhoneiros que se aventurava pelas estradas Bra-sil afora faziam do pra-choque de seus caminhes verdadeiros painis onde exibiam frases, geralmente bem humoradas, que eram a expresso pura de uma das mais caractersticas formas da cultura popular brasileira, ou seja, brincar com a prpria desventura. As frases eram crticas, de protesto, de sentimentos, de reli-giosidade, mas acima de tudo bem humoradas. Eram a filosofia das estradas. Muitos pintores de carrocerias, alm de bons no pincel , montavam cadernos com centenas de frases e por isso mesmo eram muito procurados. A maior parte delas tinha como tema as mulheres mas tambm os acontecimentos polticos e sociais inspiravam novas e engraadas frases. Uma clssica dessa poca : Feliz foi Ado, no teve sogra nem caminho."

    Ser caminhoneiro ver a vida passar pelo retrovisor.

    Carreteiro igual mdico, s vem em casa as vezes."

    Se casamento fosse estrada, eu s andava no acostamento.

    O segredo da coisas no correr, e sim no parar."

    Sorria! Voc acabou de ser ultrapassado por um caminho!

    70 me ultrapassar, passe 100 me atrapalhar.

    Ateno no pressa mas sim a saudade, to chegando!

    Para o motorista estradeiro, divisa de Estado somente mais uma placa de informao.

    Velocidade controlada pelos buracos da prefeitura

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    imprensa da Frmula Truck, Djalma Fogaa frisou: "Esta foi minha primeira corrida completa depois que voltei a pi-lotar. Quando voc volta assim, sente a falta de ritmo. difcil controlar, espe-cialmente o trecho do radar", comple-tou, falando sobre as duas punies por excesso de velocidade que teve de cum-prir ao longo da prova. O piloto ainda declarou: "O mais im-portante desta etapa foi ver a competi-tividade do carro. Ns perdemos essa corrida ontem, quando errei na classifi-cao. Talvez a equipe esteja triste pelo resultado final, mas o fim de semana foi muito alm disso. Sinto que estamos de volta briga pela frente. Onde sempre estivemos e devemos estar. Fiquei mui-to feliz pelo que o time fez e de ver que eu voltei guiando do jeito que sempre guiei", disse.Jansen Bueno, piloto da equipe DB Motorsport e, vale ressaltar, caula da categoria, veio com a responsabilidade de sentar no caminho que seu pai pilo-tava e mostrou mais uma vez que filho de peixe, peixinho . Fez um excelente treino classificatrio e uma boa cor-rida como estreante, terminando em 14 lugar. Satisfeitos tambm ficaram os pilotos estreantes Diogo Pachenki, da ABF Racing, que terminou a corrida na 9o colocao e o paulista Ronaldo Kastro-pil, que correu pela Ticket Car Corin-thians, tendo cruzado a linha de chega-da em 10o lugar. Edu Piano, da Territrio Motorsport, multicampeo de rally, chegou na 15 colocao e fez sua primeira corrida em circuito fechado de asfalto. Em ent-revista, o piloto declarou: No fcil, mas legal, uma redescoberta. Foi produtivo terminar esta primeira prova sem quebras. Estamos no caminho,A marca MAN que est chegando na categoria passou apertado, tem que ac-ertar os detalhes para poder se tornar competitivo, e deixar o piloto Felipe Giaffone fazer seu trabalho. O gacho Rgis Boessio correndo em casa tam-bm mostrou servio, fez boa prova de classificao e terminou a prova em 4 Lugar.A Equipe ABF Mercedes fez do-bradinha com Welligton Cirino em pri-meiro e Geraldo Piquet em segundo, seguidos por Paulo Salustino e Valmir Benavides.

    Redao Chico da Boleia

    Veja como ficou a classificaoda 1 Etapa:

    1) Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz 1h00min53s003) 2) Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz 0s786) 3) Paulo Salustiano (SP/Mercedes-Benz 1s096) 4) Rgis Boessio (SP/Mercedes-Benz 2s613)5) Valmir Benavides (SP/Iveco 4s345) 6) Leandro Totti (PR/MAN 5s243) 7) Joo Marcos Maistro (PR/Volvo 7s091) 8) Alberto Cattucci (SP/Volvo 7s883)9) Diogo Pachenki (PR/Volvo 12s490)10) Ronaldo Kastropil (SP/Scania 13s557)11) Djalma Fogaa (SP/Ford 14s425) 12) Andr Marques (SP/MAN 14s754)13) Dbora Rodrigues (SP/MAN 19s353) 14) Jansen Bueno (PR/Volvo 21s089) 15) Edu Piano (SP/Ford 27s582)16) Luiz Lopes (SP/Iveco 5 voltas)17) Roberval Andrade (SP/Scania 6 voltas)

    NO COMPLETARAMDanilo Dirani (SP/Ford)Adalberto Jardim (SP/MAN 21 voltas)Felipe Giaffone (SP/MAN 21 voltas)Leandro Reis (GO/Scania 22 voltas)Beto Monteiro (PE/Iveco 25 voltas) NO LARGARAMJos Maria Reis (GO/Scania)David Muffato (PR/Scania)

    Chico da Boleia e Frmula Truck levam voc para conhecer a categoria mais popular do

    automobilismo

    Em parceria com a Frmula Truck, Chico da Boleia sortear 19 ingressos para cada uma das etapas do Campe-onato Brasileiro e Sul-Americano de Frmula Truck.Na primeira etapa de Tarum, Rio Grande do Sul, foram sorteados no Pro-grama da Rdio local Guaba, 5 pares de convites para arquibancada, 2 pares de convites para acompanhar os treinos e a corrida da rea dos boxes e dois pares de ingressos Vip.Se voc tambm quer ganhar convites para assistir de perto a categoria mais popular do automobilismo, acompanhe as promoes mensais na nossa pgina do Facebook e atravs do site: www.chicodaboleia.com.br

    Foto: Divulgao - Larissa J. Riberti

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

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    extenso do CosmosPr no mesmo nvel

    Moeda"rival" do

    dlarA favor

    (?)-negro: torcedordo Flamengo (fut.)

    Tendncia da indstriados EUA, em 2012

    Sujeira,em ingls

    Fazerexorcismo

    Ns, emingls

    O home-nageadona maior

    baslica domundo, noVaticano

    RecipientereciclvelConstruo

    bblica

    Indicaoda bula

    O tecido doesqueleto

    Operao(?):

    esconde escndalos

    Proporode algo

    num todoBobo

    Raiz desopas

    Veste demdico

    (?) sumrio: a mais r-pida tramitao (Dir.)

    E R A

    2/us. 3/his. 4/dirt rito tipo. 5/rasar. 6/finito. 9/somatrio.

    Promoo Cultural

  • O JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIAO JORNAL DO AMIGO CAMINHONEIRO

    CHICO DA BOLEIA 11PROSA DO CAMINHONEIRO

    fazer a atualizao do seu cadastro, in-formando dados pessoais e do veculo. Efetuado o cadastro, o novo fidelizado receber um kit especial, composto pelo carto TruckCard, uma cartei-rinha do Clube Vantagens e um porta documentos. O caminhoneiro tambm receber informativos via SMS de ga-rantias e ofertas da DPaschoal.O novo programa de fidelizao da DPaschoal surgiu aps um estudo et-nogrfico encomendado pela empresa para identificar o perfil consumidor do caminhoneiro no Brasil. A pesquisa mostrou que os profissionais no co-nhecem todos os servios oferecidos pela rede. Para Bossolani, o Truck-Card tem o objetivo de mostrar ao ca-minhoneiro a quantidade de benefcios da DPaschoal.

    BenefciosO programa TruckCard tem como

    A Dpaschoal, uma das maiores redes de servios automotivos do Brasil, ofe-receu uma reunio em So Paulo-SP com o objetivo de promover o carto de relacionamento TruckCard. O car-to direcionado aos clientes do varejo Pesado/Caminhes e Chico da Boleia marcou presena no evento. De acordo com a empresa, o intui-to do novo programa trabalhar para a fidelizao dos clientes, oferecendo benefcios exclusivos da rede. Segundo William Bossolani, gerente de marke-ting da DPaschoal, o programa uma forma de estreitar relacionamento e tambm divulgar a variedade de pro-dutos e servios que a empresa oferece aos caminhoneiros. Para se cadastrar, o caminhoneiro preci-sa ser cliente DPaschoal e ter realizado uma compra no mesmo dia da emisso do carto TruckCard. O cliente deve

    Dpachoal: Chico da Boleia conhece novo programa de fidelizao de clientesobjetivo mostrar ao caminhoneiro as vantagens de utilizar os produtos e ser-vios DPaschoal. Queremos mostrar que o caminhoneiro pode contar conos-co no apenas para a troca de pneus, mas tambm para a recapagem e cuida-dos com bateria, cmaras, lonas e itens de uso frequente como cordas e leo, afirma Bossolani.Alm de utilizar os servios oferecidos pela DPaschoal, quem se cadastrar no programa TruckCard ter benefcios exclusivos da marca. O caminhoneiro pode ganhar at R$300 em descontos e prmios oferecidos anualmente. No ms de seu aniversrio, o cliente re-cebe um desconto de R$50 em duas recapagens. No ms de julho, quando se comemora o ms do caminhonei-ro, cada cliente TruckCard receber um Cheque Bnus no valor de R$100 com vale descontos em produtos e servios.Queremos fidelizar nossos clientes e, acima de tudo, concretizar nossa excelncia em atendimento, afirma Bossolani.

    Clube VantagensJunto com o kit TruckCard, cada cliente receber uma carteirinha. A cada aquisio nova, ser marcado nessa tabela o produto ou servio com-prado na loja DPaschoal e, com isso, o caminhoneiro pode ganhar prmios ex-clusivos do Clube Vantagens. Funcionando no sistema Comprou> Ganhou, a cada trs produtos ou servi-

    os adquiridos pelo cliente, ele recebe um brinde personalizado DPaschoal. A pontuao e entrega de prmios ocorre-r da seguinte forma:- Na compra de trs itens: uma bolsa trmica;- Na compra de mais trs itens: um ga-lo trmico;- Na compra de mais trs itens: uma bolsa de viagens exclusiva DPaschoal.Os brindes foram pesquisados justa-mente por serem itens de uso dirio dos caminhoneiros, afirma o gerente. O Clube Vantagens vlido por um ano e aps esse perodo novos prmios esta-ro disponveis para os clientes.

    ExpectativaBossolani diz que a expectativa da DPaschoal atingir 50 mil clientes no primeiro ano de execuo do Truck-Card. J temos aproximadamente 3 mil cadastrados utilizando os benef-cios do programa. O nmero est cres-cendo devido a equipe explicar todos os benefcios do TruckCard aos clientes e mostrar a quantidade de benefcios oferecidos. De acordo com a Agn-cia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), existem mais de 600 mil ca-minhoneiros atuando no ramo. Na lista de clientes j cadastrados, a DPaschoal conta com mais de 300 mil nomes.Confira mais informaes no site: tru-ck.dpaschoal.com.br

    Informaes: Assessoria de imprensa DPaschoal

    Redao Chico da Boleia.

    Foto: Divino, William, Cibele e Nilson - Dpaschoal