3ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

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Confira a 3 edio do jornal chico da boleia

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<ul><li><p>ANO 01 - EDIO 03 - EDIO NACIONALW W W . C H I C O D A B O L E I A . C O M . B R</p><p>CHICO DA BOLEIAINFORMA</p><p>Associaes de Proteo coisa sriaAs associaes de proteo no esto a para brincadeira! Desde a dcada de </p><p>sessenta que o amigo caminhoneiro vem contando com o apoio das associa-es de proteo, associaes essas que vem evoluindo e se multiplicando a cada dia que passa. O crescimento no nmero de associaes chega a ser to grande que, de certa forma, chega a ser at que meio desordenado, ainda mais pelo fato de que nunca houve um interesse de se controlar ou fiscalizar a criao ou trabalho dessas associaes de proteo, cenrio esse que vem mudando graas ao trabalho de pessoas como a Dra. Virgnia Laira, Representante Jurdica da FENACAT e do Sr. Roberto Videira, Presidente da APROCAM BRASIL e Diretor Financeiro da FENACAT. Esses dois cones do setor do transporte brasileiro contaram um pouco mais sobre a histria de como surgiram as asso-ciaes, quais suas funes, obrigaes e nos relatam sobre seus projetos para o ano de 2012. Pginas 6, 7 e 8.</p><p>Frmula Truck chega ao seu finalFelipe Giaffone encerrou de </p><p>forma brilhante o Campeona-to Brasileiro de Frmula Truck 2011 ao conquistar o seu tri-campeonato com a vitria da ltima prova disputada em Bra-slia. O piloto da RM Volkswa-gen largou em 5 lugar, fez um incio de prova conservador, mas imprimiu um ritmo forte no final, superando Roberval Andrade, da Ticket Car Corin-thians, para assumir a ponta e no mais perd-la. O pdio da etapa foi completado por Rgis Bossio, Pedro Muffato, Valmir Benavides, e Fred Marinelli. Pgina 3.</p><p>Pedgio pode ser baratoQuem foi que disse que pedgio </p><p>tem que custar caro? Pedgio no tem </p><p>que custar caro no! A prova real dis-</p><p>to o pessoal da Autovia Rgis Bit-</p><p>tencourt, que cobra uma taxa bem </p><p>mais baixa em relao s outras taxas </p><p>de pedgios que o amigo caminhonei-</p><p>ro encontra por este Brasil afora, mesmo assim conseguem </p><p>oferecer ao amigo um timo servio em timas condies </p><p>de rodagem. Para saber qual o segredo dessa taxa to baixa </p><p>conversamos com o Sr. Nelson Segnini, Diretor Executivo da </p><p>OHL e com o Sr. neo Palazzi, Diretor Superintendente da </p><p>OHL que conversou com Chico da Boleia sobre alguns dos </p><p>segredos, desafios e dificuldades de como conseguir manter </p><p>uma taxa to baixa sem deixar nenhum pouco a desejar na </p><p>qualidade dos servios prestados. Pgina 4.</p><p>Cr</p><p>dito</p><p>: for</p><p>mul</p><p>atru</p><p>ck.c</p><p>om.b</p><p>r</p></li><li><p>2que inclui, alm do transporte em geral, custo com armazenagem, estoque e administrao de mercadorias no Brasil de 12,1% do PIB. A participao do transporte de carga no PIB segundo a instituto de 6,7%, sendo que s o transporte rodovirio participa com 5,6%, isso mostra a fora e importncia do nosso setor. E j passava da hora de sairmos da informalidade. isso que representa o fim da carta frete: o fim da informalidade. E nos coloca no patamar que nos de direito, de profissionais de grande importncia. Isso foi demonstrado pela colocao do Projeto de Lei do Senador Paulo Paim do Estatuto do Motorista, discutido em vrias audincias pblicas em inmeros estados brasileiros.</p><p>Amigos e companheiros, chegamos ao fim de ano e nossa terceira edio, temos muito do que falar, mas teremos muitas edies para levar at voc o que acontece no nosso setor e continuar discutindo os problemas que nos afligem no dia a dia do tapete negro da estrada que nosso endereo de trabalho. Dia 25 de Dezembro para todos os cristos do planeta se comemora o nascimento do Senhor Jesus Cristo. Dia de Natal para alguns, mera troca de presentes, para outros momento de profunda reflexo, pois a mensagem maior do Natal o AMOR e, assim sendo, como estamos tratando nosso prximo, nosso mundo, nossos animais de criao?</p><p>Boa LeituraUm fraterno abrao do seu Amigo das Ideias.Chico da Boleia</p><p>Projeto Chico da Boleia</p><p>E-mail:chicodaboleia@chicodaboleia.com.br</p><p>Website:www.chicodaboleia.com.br</p><p>Telefones:(19) 3843-5778 / (19) 3843-6487</p><p>Mais um ano chega ao seu fim e podemos dizer que este ano foi especial. Especial para todos ns caminhoneiros, carreteiros e empresrios do setor.</p><p>Foi um ano onde a economia se manteve aquecida e, sendo assim, houve muito o que transportar. A nica equao que ainda no fecha por que no conseguimos melhorar o valor do frete. Enfim, chegou o fim da carta frete, uma conquista que muitos dos amigos caminhoneiros ainda no entendem ou ainda no tomaram conhecimento, mas creio eu que uma conquista de suma importncia. Digo isso, pois ao longo dos anos ficamos sujeitos a ter que abastecer onde o embarcador queria e isso nos custava invariavelmente 15% 20% a mais no litro do diesel se fosse pegar algum valor em numerrio, em dinheiro era de 20% para cima. Isso sem contar quando chegava boca do caixa e o dono do posto dizia que aquela empresa havia perdido o crdito, e ns com um papel sem valor contbil, sem diesel, sem dinheiro e sem ter como reclamar nossos direitos.</p><p>E quando amos comprar alguma coisa a crdito, como comprovar nossa renda? Outra situao desagradvel! E comprar um caminho zero ento? Nem pensar! Criou-se o pr-caminhoneiro onde os juros so baixos para a realidade brasileira, mas podem ser menores se olharmos os pases desenvolvidos, mas esqueceram de observar estes detalhes que s quem do ramo sabe. E a pouqussimos companheiros conseguem utilizar este tipo de financiamento.</p><p>Em nmeros de 2007 somos mais de 850.000 caminhoneiros autnomos, legalmente conhecidos como TAC - Transportador Autnomo de Cargas, e mais algumas dezenas de milhares de Empresas de Transporte de Cargas conhecidas como Transportadoras, isso coloca perto de 3.000.000 de caminhes rodando de norte a sul, de leste a oeste, transportando todo tipo de mercadoria e Commodities. Enfim em um estudo de 2006 elaborado pelo Instituto de Ps-graduao e Pesquisa em Administrao da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPEAD), aponta que o custo logstico </p><p>EDITORIAL</p><p>Publicado por: Centro Integrado dos Transportes Central do Transporte Fundado em 18/07/2005</p><p>Rua Bento da Rocha, 354Itapira-SP, CEP: 13.970-030Tel: (19) 3843-6487 (19) 3843-5778</p><p>Diretora-Presidente: Wanda JachetaDiretor Editorial: Chico da Boleia Editores Responsveis: Chico da Boleia e Juliano Henrique BuzanaJornalista Responsvel: Marina Porcelli Germiniani MTB - 61167Reviso: Larissa J. RibertiDiagramao: AF Produes</p><p>Conselho Editorial:Albino Castro - JornalistaJos Carlos Rollo - JornalistaDra. Virgnia Laira - Advogada e coordenadora do Departamento Jurdico da FenacatRoberto Videira - Presidente da APROCAM BrasilJos Arajo China - presidente da UNICAM BrasilLuiz Norberto da Fonseca Filho Betusca - radialista e proprietrio da Rdio Clube de ItapiraGrfica - Grafisc</p><p>Galeria de Fotos</p><p>3 Encontro de Fuscas agita a cidade de Pedreira-SP</p><p>Assembleia FENACAT reu-niu grandes personalida-des do setor de transportes Caminho Campeo da </p><p>Frmula Truck 2011</p><p>Feira dos Cegonheiros che-ga sua 14 Edio</p><p>Giaffone se consagra cam-peo da Frmula Truck 2011 No Salo Duas Rodas m-</p><p>quinas de tirar o flego</p><p>Tiragem:50.000 exemplares</p><p>Fenatran 2011 a maior feira de transportes da Amrica Latina</p><p>Cr</p><p>dito</p><p>: for</p><p>mul</p><p>atru</p><p>ck.c</p><p>om.b</p><p>r</p><p>Cr</p><p>dito</p><p>: for</p><p>um</p><p>fusc</p><p>abra</p><p>sil.</p><p>com</p><p>Cr</p><p>dito</p><p>: Qua</p><p>tro </p><p>Rod</p><p>as</p></li><li><p>3Jornal Chico da Boleia Informa</p><p>Agora voc tem liberdade para usar o seu dinheiro!O Rodocred Frete o carto de dbito para voc caminhoneiro fazer compras em lojas, supermercados, farmcias, alm de pagar suas contas e realizar saques em qualquer caixa eletrnico da Rede 24Horas.</p><p>Pea o seu agora mesmo e ganhe um brinde!*</p><p>Habilitado pela ANTT</p><p>*Promoo vlida at janeiro de 2012, com quantidade limitada e sujeita a disponibilidade.</p><p>Felipe Giaffone encerrou de forma brilhante o Campeona-to Brasileiro de Frmula Truck 2011 ao conquistar o seu tricam-peonato com a vitria da ltima prova disputada em Braslia.O </p><p>ESPORTES</p><p>Emoes da Frmula Truck 2011 chega ao seu final</p><p>piloto da RM Volkswagen lar-gou em 5 lugar, fez um incio de prova conservador, mas im-primiu um ritmo forte no final, superando Roberval Andrade, da Ticket Car Corinthians, para </p><p>assumir a ponta e no mais per-de-la.</p><p>Um momento aguardado por todos aconteceu quando Geral-do Piquet, da ABF Mercedes--Benz, que correu com uma li-minar desportiva aps ter sido punido pelo acidente em Curi-tiba, encostou em Giaffone aps uma tima prova de recuperao, j que havia largado dos boxes. No entanto, Piquet teve um pro-blema mecnico e foi obrigado a abandonar a prova, mas mante-ve o vice-campeonato Brasileiro. Wellington Cirino, companhei-ro de Piquet, que havia largada na pole-position, tambm aban-donou com problema na turbina </p><p>de seu caminho 6.Praticante assduo de Jui-Jit-</p><p>su, Giaffone brincou que con-seguiu unificar os dois ttulos do ano, de Campeo Sul-Ameri-cano e Brasileiro 2011, e a quar-ta vitria do ano. A Volkswagen tambm comemorou o ttulo de Marcas, que superou a Mercedes.</p><p>O pdio da etapa do Distrito Federal que encerrou a tempo-rada 2011 foi completado por Rgis Bossio, sua melhor colo-cao na Truck, alm de Pedro Muffato, primeiro pdio do ano, Valmir Benavides, terceiro colo-cado no campeonato Brasileiro, e Fred Marinelli.</p><p>Fonte: formulatruck.com.br</p><p>Giaffone vence e conquista o ttulo Brasileiro da Frmula Truck 2011</p><p>Cr</p><p>dito</p><p>: ww</p><p>w.f</p><p>orm</p><p>ulat</p><p>ruck</p><p>.com</p><p>.br</p></li><li><p>4DEBATE</p><p>Chico da Boleia: Ol amigos car-reteiros, caminhoneiros e empres-rios do setor, hoje ns vamos tratar de um assunto extremamente im-portante: Pedgios! Isso que viemos discutindo ao longo do tempo que ns no somos contra o pedgio, so-mos a favor de uma tarifa justa. Em funo disso, ns vamos conversar com o pessoal da Auto Via Rgis Bit-tencourt, o Sr. Nelson Segnini Bos-solan, Diretor Executivo e com o Sr. neo Palazzi, diretor superintenden-te. Bom, Sr. nio, qual foi o princi-pal desafio quando vocs ganharam a concesso e comearam a oper-la?</p><p>Sr. neo Palazzi: O desafio maior, na realidade, foi uma modalidade de responsabilidade de contrato que atribui concessionria o incio das atividades no dia seguinte da assina-tura do contrato. Obrigatoriamente existe um programa que chama Tra-balhos Iniciais e se propunha colo-car a estrada, que estava num estado deplorvel de conservao, numa condio mnima de segurana em seis meses. Ns tivemos, ento, o </p><p>Pedgio Pode ser Barato!Chico da Boleia conversa com Sr. Nelson Segnini Bossolan e Sr. neo Palazzi sobre Pedgios</p><p>incio das atividades em Fevereiro de 2008 e tivemos um ano extremamen-te chuvoso. Na realidade pra colocar a rodovia no estado que se pretendia acabou demorando mais do que seis meses. Passamos praticamente um ano trabalhando nas melhorias da rodovia.</p><p>Chico da Boleia: Nesse processo todo, vocs assumiram a concesso, esto trabalhando e esto fazendo a manuteno. Onde no h grande problema ambiental a duplicao j foi feita. Quantas pessoas esto en-volvidas nesse processo, Nelson? </p><p>Sr. Nelson: Bom, atualmente tra-balham na concessionria, ao longo dos 400 km que ligam So Paulo Curitiba, em torno de 1500 pesso-as que fazem o trabalho de limpeza, corte de grama, reconstruo de ca-naletas, construes de passarelas e demais obras. A concessionria propriamente tem 600 pessoas, apro-ximadamente, que trabalham em outros servios de apoio operao. Somadas a essas 600, temos mais 500 pessoas de empresas terceirizadas que </p><p>Cad o Estepe?Talvez, h poucos anos, voc se </p><p>quer imaginaria o roubo do pneu re-serva do seu caminho. O fato que o cd player deixou de ser o acessrio mais visado para ceder seu espao ao estepe. Os larpios esto mudando seus interesses e quem est tendo de arcar com os prejuzos so os prprios motoristas e donos de transportado-ras. A valorizao do material e a fa-cilidade de revenda fazem com que o furto do estepe se torne cada vez mais comum durante as paradas dos mo-toristas.</p><p>Devido a sua fragilidade, corren-tes e cadeados j no tm mais sido suficientes para garantir a segurana do pneu extra. Munidos de tesou-res, alicates universais e chaves de roda, em poucos minutos os ladres deixam um prejuzo que pode che-gar a R$2.000. Os estepes roubados </p><p>fazem esse trabalho. Estamos falando a de um universo de 2500 pessoas que esto fazendo esses trabalhos investimentos, obras e apoio aos usu-rios de veculos na Rodovia.</p><p>Chico da Boleia: Tendo em vista a atividade que vocs esto desen-volvendo l e os trechos que j esto prontos, a duplicao e tudo o mais, vocs observaram mudana no n-mero de veculos que esto transi-tando, no nmero de acidentes com vtimas fatais ou no?</p><p>Sr. neo: O crescimento do trfe-go na rodovia tem sido bastante pr-ximo daquilo que foi previsto. O tr-fego da Rgis constante, tem pouca variao ao longo do ano. Tem uma diferena que j d pra perceber en-tre o primeiro e o segundo semestre. Ento ns temos, na realidade, no segundo semestre uma diferena de majorao em relao ao primeiro, mas bem pequena. Ento o trfego da rodovia est em torno de 25.000 mil veculos dirios, sendo distribu-dos de maneira equalizada nos dois sentidos. E ns temos uma concen-</p><p>trao, evidentemente, na chegada em So Paulo. Do municpio de So Loureno pra c se muda, evidente-mente, totalmente essa composio. Mas o trfego de passagem. Pratica-mente quem entra na Rodovia l em Curitiba vem, no mnimo at a SP 55 para ir pra Santos e que um contin-gente da ordem de 15% do trfego. O restante trafega na rodovia inteira. E a composio desse trfego no tem sofrido grandes variaes, mas a gente sente nitidamente, que os ve-culos particulares, os veculos leves, tem aumentado de forma substanti-va de final de semana, em pocas de feriado, etc. Por que esse pblico, em geral, tinha muito medo da Rodovia e com a melhoria das condies de trfego e com as condies de aten-dimento, tem havido uma demanda desses veculos em maior proporo. Mas na composio geral de trfego continua sendo de veculo comercial pesado.</p><p>Acompanhe entrevista completa emw w . c h i c o d a b o l e i a . c o m . b r</p><p>so vendidos, pela metade do pre-o, como produto novo no mercado clandestino. A receptao e a revenda ocorrem com facilidade, pois alguns donos de borracharias beira de es-tradas vem vantagem e economia na compra de pneus roubados. Entre-tanto, adquirir um pneu com preo muito baixo e sem nota fiscal pode significar que ele tem origem ilcita, o que caracteriza crime por receptao.</p><p>A polcia tem encontrado grandes dificuldades em monitorar esta mo-dalidade de furto, pois o roubo do pneu reserva registrado como fur-to comum. Alm disso, o fato de a grande maioria das vtimas no fazer o boletim de ocorrncia faz com que o furto de estepe evolua silenciosa e impunemente. </p><p>Para no correr o risco de arcar com os prejuzos de um pneu rouba-</p><p>do, anote algumas dicas que podem dificultar a ao dos bandidos.</p><p>1. Nunca estacione em locais pou-co movimentados. Procure um posto de confiana e, ainda, estacione o veculo num lugar onde ele possa ser visto;</p><p>2. Evite utilizar correntes e cade-ados, pois estes podem ser violados com facilidade. Existem no mercado alternativas mais seguras. Um bom exemplo o Antifurto de Estepe, fa-bricado e comercializado pela Flam-ma. importante observar que exis-tem travas especficas e modelos que variam dependendo do local onde o estepe armazenado;</p><p>3. Cheque o travamento do estepe antes de cada...</p></li></ul>