Pragas e Doenas do Feijoeiro

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  • 1. CULTURA DOFEIJOPRAGAS E DOENAS DO FEIJOEIRO

2. Pragas do feijo1980 2005PrincipalLagarta ElasmoLagarta RoscaVaquinhasCigarrinha VerdeMosca BrancaLagarta das VagensStatus inalteradoSecundriaMudana de StatusLagarta enroladeiraTripesLesmasMinadoraLarva da SementecarosFonte: MAGALHES & CARVALHO, 1988Percevejos 3. Pragas do feijo1980 2005NovasLagartas CortadeirasGorgulho do soloMosca Branca bitipo B (introduzida)Thrips palmi (introduzida)Broca das axilasTamandu da SojaPercevejo manchador e outrosTOTAL1528Fonte: QUINTELA, 2002 4. Aumento de pragas Expanso da rea cultivada sob irrigao; Cultivo sucessivo (soja, feijoeiro); Uso intensivo das reas (milho safrinha); Aumento de temperatura; Aumento no uso de inseticidas (inimigosnaturais); 5. INTRODUO Pragas de solo: Lagarta-rosca Lagarta-elasmo Pragas da parte area folhas: Vaquinhas Minadora Cigarrinha Mosca-branca Tripes caro-branco Pragas da parte area vagens: Percevejos Lagarta das vagens Carunchos 6. Pragas de solo: LAGARTA-ROSCA(Agrotis Ipsilon) 7. Pragas de solo: LAGARTA-ROSCA(Agrotis Ipsilon)Prejuzo! 8. Pragas de solo: LAGARTA-ROSCA(Agrotis Ipsilon) Ataques severos - se houver alta populao delagartas grandes, provenientes de plantashospedeiras, na fase de germinao; As plantas mais desenvolvidas atacadas podemsobreviver, porm podem murchar e sofrertombamento; 9. Pragas de solo: LAGARTA-ELASMO(Elasmopalpus lignosellus) coloca 129 ovos emmdia por ciclo 10. Pragas de solo: Broca-do-caule /LAGARTA-ELASMO (Elasmopalpus lignosellus) Inseto polfago - soja, sorgo, milho,algodo, arroz e cana-de-acar; As lagartas se movimentam do solopara a base da planta com muitaagilidade; Essas perfuram a base do cauleprximo ao solo fazendo galeriasascendentes; 11. Pragas de solo: LAGARTA-ELASMO(Elasmopalpus lignosellus) As plntulas atacadas sofre amarelecimento,murcha e morrem; Dano maior quando as plantas so atacadas nafase inicial de desenvolvimento (+ 20 diasraramente so atacadas); Na lavoura, a distribuio de ataques soirregulares, quando as plantas esto com 10 a 12cm de altura; Solos arenosos e vernicos intensificam osataques; 12. Pragas da parte erea - folhas:VAQUINHAS)Diabrotica speciosa6 mm comprimentoA fmea pe, em mdia,1200 ovos no soloCerotoma arcuataA fmea pe cerca de420 ovoslarvas branco-leitosas,com a cabea e oltimo segmentoabdominal escuros 10 mm 13. Pragas da parte erea - folhas: VAQUINHAS(Diabrotica speciosa Cerotoma arcuata) Os adultos (colepteros) causam desfolhadurante todo o ciclo da cultura reduz reafotossinttica; Os danos mais severos ocorrem no estdio deplntulas, podendo consumir o broto e deix-lasem rea foliar suficiente para sua sobrevivncia; Podem se alimentar de flores e vagens, quandoh alta incidncia desses insetos; As larvas podem se alimentar das razes,ndulos e semente danos mais espordicos; 14. Pragas da parte erea - folhas:MINADORA (Lirimyza buidobrensis)medem cercade 1-1,5 mm 15. Pragas da parte erea - folhas:MINADORA (Lirimyza buidobrensis) A fmea adulta ovoposita dentro do tecido daplanta, no perodo da manh; As larvas ao eclodirem abrem galerias serpentedasna epiderme superior e inferior da folha, formandoleses esbraquiadas, e podem penetrar nasnervuras; Quando a populao de larvas nas folhas alta,ocorre reduo da rea fotossinttica murcha equeda prematura das folhas; 16. Pragas da parte erea - folhas: CIGARRINHA-VERDE(Empoaska kraemeri)Adultos medem cerca de 3 mm;So esverdeados;Ninfas facilmente reconhecidas pela suamovimentao lateral;Maiorocorrncia noperodo da seca 17. Pragas da parte erea - folhas: CIGARRINHA-VERDE(Empoaska kraemeri)Os danos so ocasionados pelas ninfas e adultos,que sugam a seiva da planta provocando enfezamento (possivelmente pela introduo detoxina) Fololos enrolados Infestao severa: amarelecimento dos fololosprximo as margens; Maiores danos quando altas populaes aparecemem estdios iniciais de desenvolvimento do feijo danos acima de 60%. 18. Pragas da parte erea - folhas: MOSCA-BRANCA(Bemisia tabaci Bitipo A e B) Causa danos diretos suco da seiva Danos indiretos transmisso de vrus Os danos indiretos podem causar perdas de 100%,quando aparecem em estdios iniciais no feijoeiro; No campo o mosaico dourado observado commaior nitidez quando o feijoeiro atinge o 3 ou 4triflio; Maiores problemas no feijoeiro cultivado na 2 safra; 19. Mosca Branca -Bemisia tabaci Capacidade de colonizao de hospedeirosdiferentesBitipo A Bitipo B 700 espcies 470 espcies Feijo, tomate, abbora, melo, berinjela, brcolos,algodo, soja, mandioca, melancia, pimento, plantasornamentais, silvestres e ervas daninhas. 20. Disseminao Fraco em poder de vo Veculo principal Vento Altura de vo =Normalmente de 3 a 4metros. 21. Danos Indiretos Transmisso do vrus do mosaico dourado dofeijoeiro (VMDF); Plantas mais jovens so mais suscetveis ao vrus(45-50 dias). 22. Pragas da parte erea - folhas:TRIPES (Trips palmi) Ocorrem em locais que apresentem altastemperaturas e baixa umidade; Alimentam-se de folhas e flores ninfas e adultos; 23. Pragas da parte erea - folhas:TRIPES (Trips palmi) No incio do ataque surgem pontos brancos eprateados no limbo; Com o tempo, esses tecidos necrosam, ficandobronzeado ou ressecam, tornando-se quebradios; Em altas populaes, podem ocorrer quedaprematura dos botes florais e vagens; 24. Pragas da parte erea - folhas: CARO BRANCO(Polyphagotarsonemus latus) Ocorrncia tm aumentadono feijo cultivado na 2e 3 safras; O caro fica na parte inferior das folhas, sendopraticamente invisvel ao olho humano; O incio do ataque ocorre em reboleiras; 25. Pragas da parte erea vagens:PERCEVEJO DOS GROSNeomegalotomusparvusThyanta perditorPiezodorusguildiniNezara viridulaAcrosternum Euschistusheros 26. Pragas da parte erea vagens:PERCEVEJO DOS GROS Vrios desses percevejos so oriundos delavouras de soja; Alta capacidade de danos alimentam-sediretamente dos gos; Os gros ficam menores, enrugados,chochos e mais escuros; 27. Dano dos Percevejos Afetam a qualidade da semente;Sugam as vagens, deformaes e m formaodos grosMais importante no enchimento de vagem; Reduz vigor e poder germinativo; 28. Pragas da parte erea vagens:LAGARTA DAS VAGENS (Maruca vitrata) Em algumas regies considerada praga-secundria; DANOS: penetram nas vagens econsomem os gros, principalmente noslocais em que as folhas encostam nasvagens; 29. Pragas da parte erea vagens:CARUNCHOSZabrotes subfasciatusAcanthoscelides obtectusA. obtectus, inseto adulto(A). Fases larval de A.obtectus, nessa fase queatacam as sementes (B). 30. Pragas da parte erea vagens:CARUNCHOS Em algumas regies consideradas pragas-secundrias Acanthoscelides obtectus ataca antes dacolheita; Zabrotes subfascientus infesta aps a colheitano armazenamento; DANOS: galerias larvas causam a destruio dos cotildonese favorecem a entradas de fungos saprfitas; Afeta germinao (destruio do embrio) e qualidadecomercial 31. CONTROLE!!!Existem vrias estratgias de controle, porm amais empregada atualmente o manejo integrado,que consiste em um conjunto de prticas decombate praga. 32. CONTROLE!!!MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS 33. Manejo integrado de pragas Conhecer osinsetos Capacidade de recuperao Nvel de controle Inseticidas seletivos e de forma criteriosa 34. 1. Conhecer as pragas e seus inimigos naturais 35. PRAGA OU INIMIGO NATURAL?Geocoris -lagartas e ovosCallida - lagartas 36. Geocoris lagartas e ovosJoaninha pulges ecochonilhas 37. Nabis lagartas e ovosTesourinha - ovos 38. Zelus - lagartas ecolepterosTynacantha 39. Calossoma importante predador delagartas e pulpas 40. Inimigos naturais 41. Capacidade de Recuperao 42. Nvel decontrolePosio deequilbrioDensidade PopulacionalTempoNvel deDano 43. AMOSTRAGEM Kit para amostragem das pragas Metro Pano de batida (1,0 x 0,5 m) Placa branca (0,5 x 0,4 m) Lupa de bolso (20 x) Prancheta Ficha de amostragem(pragas, tripes nas flores,predadores)Amostras de solo15 amostras de solo/ 100 ha.(1 m de largura x 1 m decomprimento x5 cm de profundidade) 44. Amostrar At o estgio de 3-4 folhastrifoliadas ( 2 m de linha) Aps o estgio de 3-4 folhastrifoliadas PANO DE BATIDA 45. Florescimento e formao de vagensPercevejo manchador dos gros 46. Nmero de amostragens At 5 ha - 4 pontos At 10 ha - 5 pontos At 30 ha - 6 pontos At 50 ha - 8 pontos At 100 ha - 10 pontos Acima de 100 ha, dividir os talhes Frequncia semanal 47. Anotar os resultados das amostragensPRAGAPLANILHA DE LEVANTAMENTOAmostrador: Data/semeadura:PRAGAS DO FEIJOEIRO PREDADORES DAS PRAGASNvel decontrole1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1012 plantas cortadasou com sintomasde murcha20 insetos/panoou em 2 metrosde linha50% fls. Primrias30% antes florao15% aps floraoNo determinado1 a 2 larvasvivas/folha,no considerarfolhas primrias40 ninfas/panoou em 2 metrosde linha100 tripes em1 metro3 tripes/flor4 plantas com sin-tomase presenado caro30% desfolhaantes florao ou15% aps florao5 percevejos em5 redadas ou2 percevejos/pano20 vagens ataca-dasem 2 metrosde linhaTotalMdiaData:rea (tamanho e local): Idade da cultura: DAE Variedade:No controlarTRIPESEM FLORESDO FEIJOEIROTotalMdiaNvel decontrole3 tripes/florPontos de amostra gem Pontos de amostra gem Pontos de amostra gem1PREDADORJoa ninhaPlanta smorta s(pra ga s)VaquinhasDesfolhaMoscabrancaMina doraCigarrinhaverdeTripescaroBra ncoRa jadoLagartaenroladeiraPercevejosLagartada vagemIdi AminOutrosinsetosChrysopaAra nhaGeocorisNabisCallidaZellusLebiaOriusOutrosFLOR2 3 4 5 6 7 8 9 102345678910111213141516171819202122232425TotalMdiaMdiatotalManejo Fi tossanitrio 48. Inseticidas seletivos e de forma criteriosa1. Qual o produto?2. Qual a dose?3. Qual o mais seletivo, mata menos inimigosnaturais?4. Tem produto biolgico para o controle dapraga? 49. Perodo de proteo 50. A CampoA deciso de controlar ou no as pragasdeve ser feita aps amostragem da lavourae observando-se os nveis de controleespecfico para cada espcie de praga 51. Vantagens - MIP Reduz custo de produo Aumenta os inimigos naturais Reduz aparecimento de pragasresistentes Reduz ressurgncia de pragas, pragassecundrias ou novas pragas Maior controle da produo 52. DOENAS NA CULTURADO FEIJOEIRO 53. INTRODUO DOENAS FNGICAS COM ORIGEM NO SOLO Mofo branco Podrides radiculares - Fusarium sp. e Rhizoctonia sp. Murcha de fusrio Mela DOENAS FNGICAS DA PARTE AREA Antracnose Mancha angular Ferrugem DOENAS CAUSADAS POR BACTRIAS E POR VRUS Crestamento bacteriano comum Murcha de Curtobacterium Mosaico dourado 54. MOFO BRANCO (Sclerotinia sclerotiorum 1 vez em Ontrio (1946)408 espcies -hospedeirasKoch & Hildebrand (1946) Boland & Hall (1994) 55. Temperatura (4 20C) e alta umidadeApotcios podem ser formados napresena ou ausncia de luz, masos ascsporos so liberadossomente em condies deluminosidade 56. MOFO BRANCO (Sclerotiniasclerotiorum) No Brasil 1 relato em 1954 no entanto suaimportncia econmica aumentou nos ltimos7 anos Principalmente em reas de cultivo de inverno; Perdas de at 70% em feijoeiro irrigado naregio do cerrado, podem chegar 100%;Alto poder destrutivo 57. Mofo branco - SintomasIncio da infeco - fechamentoda cultura e o florescimento(presena de a-celulose floressenescente) substrato para agerminao dos ascsporos.Ataca parte area daplanta 58. Mofo branco - CONTROLE Controle qumico: pouco eficiente; CARO!!! Fluazinam - Frowncide 500 SC (500-750 g/ha) Procimidone -Sialex 500 (500-750 g/ha)Sumilex 500 PM (500-750 g/ha) Impactos negativos:AmbienteMicrorganismos benficosSeleo de patgenos resistentes 59. Mofo branco - CONTROLE Controle cultural: Controle rigoroso da irrigao; Presena de palhada - SPD; Sementes sadias; Controle trfego; Espaamentos maiores; Cultivares eretos evitar cultivares prostados; Controle biolgico: Trichoderma sp. (Fungo) 60. PODRIDES RADICULARES - Fusariumsolani f. sp. phaseoli e Rhizoctonia solani Caracterizado pelas perdas de estande e vigor dasplntulas; Temperaturas amenas e solos com excesso deumidade reas irrigadas; Severidade agravada: solos compactados e cidos; Ocorre concomitantemente emergncia; 61. PODRIDO RADICULAR SECA (F. solani f. sp.Phaseoli) Leses avermelhadas, irregular; coalescer at a superfcie do solo 62. PODRIDO RADICULAR DE RHIZOCTONIA Leses pronunciadas, formando cancros avermelhados (+clara) Destruir parcialmente a raiz principal 63. PODRIDES RADICULARES Disseminao:Implementos agrcolas;Sementes infectada;Enxurradas. 64. PODRIDES RADICULARES CONTROLE: Sementes sadias; Tratamento de sementes; Lavar mquina e implementos; Rotao de culturas; Plantios prvios de gramneas: supressores daspopulaes de Rhizoctonia spp. e Fusarium spp.no solo 65. A compactao favorece a ocorrncia de todasas doenas causadas por patgenos de soloMaioracmulo degua nestacamada 66. Murcha de Fusarium (F. oxysporum f.sp. phaseoli)Mura 67. Murcha de Fusarium(F. oxysporum f.sp. phaseoli) CONTROLE: Resistncia gentica do hospedeiro; Prola e Apor resistncia moderada FT Tarum, IAPAR 44, Mineiro precoce maisresistentes; Prticas culturais: Sementes sadias; Partculas solo infectada (equipamentos agrcolas); Adubao equilibrada. Uso de fungicidas em tratamento de sementes. 68. MELA OU MURCHA DA TEIA MICLICA(Thanatephorus cucumeris Rhizoctonia solani) Temperaturas elevadas e com chuvas freqentesacompanhadas com alta umidade relativa; Perdas da produo em condies favorveis; disseminado pelo vento, pela chuva, pelamovimentao de implementos agrcolas, sementesinfectadas.Bianchini et al. (2005) 69. MELA OU MURCHA DA TEIA MICLICA 70. MELA OU MURCHA DA TEIA MICLICA Difcil controle; Controle cultural; Semente de boa qualidade; Espaamento; Cobertura morta (respingos da gua da chuva); Estado nutricional; Cultivo mnimo; Cultivares tolerantes; Controle qumico; 71. DOENAS FNGICASDA PARTE AREAAntracnoseMancha angularFerrugem 72. DOENAS FNGICAS DA PARTE AREA 73. ANTRACNOSE(Colletotrichum lindemuthianum) Uma das doenas mais graves podeocorrer em toda parte area da planta; Temperaturas amenas: 13C e 27C UR acima de 91% Perdas de at 100% na produo; Brasil: mais de 32 raasSilva et al. (2006); Bianchini et al. (2005) 74. ANTRACNOSE (Colletotrichum lindemuthianum) Hipoctilo: leses alongadas, superficiais oudeprimidas, estrangulamento e morte Caule e pecolos: alongadas, escuras e s vezesdeprimidas Ataques severos: necrose de parte do tecido 75. ANTRACNOSE (Colletotrichumlindemuthianum) Circulares, deprimidas, marrom,bordos escuros e salientes Centro: mais claro ou rosada Descolorida,levementedeprimidas,marrom 76. ANTRACNOSE(Colletotrichum lindemuthianum) O patgeno sobrevive de uma estao paraoutra em restos culturais; Disseminao ocorre pela semente erespingos de chuva; 77. MANCHA ANGULAR(Phaeoisariopsis griseola) Surtos mais precoces e intensos; Na ausncia de controle da doena as perdasso significativas, ndices de 62% em Gois; 29 raas de P. griseola no Brasil; Temperaturas moderadas (16 a 28C); Alta umidade.Sartorato (2006); Bianchini et al. (2005) 78. MANCHA ANGULAR - Sintomas Manchas pardas Acizentadas:frutificao do fungoBianchini et al. (2005) 79. MANCHA ANGULAR - Sintomas Angulares Delimitadas Desfolha prematuraBianchini et al. (2005) 80. Antracnose 81. MANCHA ANGULAR(Phaeoisariopsis griseola) Fonte de inculo primrio incluisementes contaminadas e restos deplantas infectadas; Esporos so disseminados para asfolhas pela ao do vento e respingos dechuva; 82. FERRUGEM(Uromyces appendiculatus) Mais severos quanto mais cedo ocorre na cultura; Ampla distribuio; Temperatura: 16 a 28C; UR maior que 95% por 10 a 18 hs; Mundo: 200 raas fisiolgicasBianchini et al. (2005) 83. FERRUGEM (Uromyces appendiculatus) Vagens, hastes e folhas Pstulas circundadas porhalo clortico 84. FERRUGEM (Uromycesappendiculatus) 85. FERRUGEM(Uromyces appendiculatus) Disseminao pelo homem, por implementos,animais e principalmente pelo vento; Sobrevive entre as estaes de cultivo, iniciandonova epidemia quando as condies sofavorveis; 86. MEDIDAS DE CONTROLE: Antracnose,Mancha angular e Ferrugem 87. MEDIDAS DE CONTROLE: Antracnose,Mancha angular e Ferrugem Uso de sementes livres de doenas(*Ferrugem); Tratamento de sementes (reduo daquantidade de inculo); Rotao de culturas (outras cultura numperodo 2 anos) no totalmente eficiente; 88. MEDIDAS DE CONTROLE: Antracnose,Mancha angular e Ferrugem Evitar movimentao na lavoura quando asfolhas esto molhadas; Espaamento adequado; Controle qumico 89. Doenas causadas porbactrias e por vrusCrestamento bacterianoMurcha de CurtubacteriumMosaico dourado 90. Crestamento bacteriano -Xanthomonas campestris pv. phaseoli Ampla distribuio geogrfica; A doena fortemente favorecida porcondies de alta temperatura eumidade. A umidade vital bactria, pois suaprincipal forma de locomoo. 91. Crestamento bacteriano -Xanthomonas campestris pv. phaseoliManchasamarelas,enrugamento emal formaoFolhas: causammanchasencharcadas, quese desenvolvempara manchasnecrticas com aloamarelado; 92. Crestamento bacteriano - Xanthomonascampestris pv. phaseoli Disseminao: Longas distncias sementes infectadas Curtas distncias chuvas e ventos Controle: no existe nenhum produto qumico de eficinciacomprovadaVariedades resistentes; Rotao de culturas; Uso de sementes sadias; Evitar o trnsito enquanto as plantas tiveremmidas 93. MURCHA DE CURTOBACTERIUM(Curtobacterium flaccumfaciens pv. flaccumfaciens) Mais comum no Centro-Oeste e Sudeste; Parasita vascular causa murcha durantehoras quentes do dia Entrada por ferimentos ou aberturasnaturais (Meloidogyne incognita) Disseminao: sementes infectadas; 94. MURCHA DE CURTOBACTERIUM(Curtobacterium flaccumfaciens pv. flaccumfaciens) Vaso do xilema Murcha e amarelecimento nos bordos dos fololos Plantas morrem 95. MURCHA DE CURTOBACTERIUM(Curtobacterium flaccumfaciens pv. flaccumfaciens) Controle: sementes sadias cultivares resistentes; Resistntes: IAC Carioca Aru, IAC Carioca Akyt e IACCarioca Pyat Suscetveis: Carioca MG, Carioquinha, Catu, Corrente,Diamante Negro, FT Bonito, FT Nobre, FT-120, IAC Carioca,IAC Maravilha, IAC Una, IAPAR 14, IAPAR 16, Jalo Precoce,Jamapa, Onix, Ouro Negro, Prola, Rio Tibagi, Rosinha G2,Roxo 90, Rud, Safira, Tarum e XamegoResistentes apresentaram menor reduo da matria secada parte area do que das suscetveis, quandoinoculadas 96. MOSAICO DOURADO DO FEIJOEIRO(Bean golden mosaic vrus - BGMV) Brasil: 1965; Dcada de 60 (soja e algodoeiro) o vrus disseminou-serapidamente; Mosca branca (Bemisia tabaci) 1973: virose mais importante na maioria dos estadosprodutores do Brasil; Incio da dcada de 1990, o problema se agravou-se com achegada do bitipo B da mosca-branca, que maiseficiente na transmisso do vrus. 97. Vrus do Mosaico Dourado(Geminivrus)Reduz tamanho e no. vagens(tamanho e peso sementes)Deforma e amarelece asfolhasReduz o crescimento dasplantas 98. MOSAICO DOURADO DO FEIJOEIRO No transmitido atravs da semente; A introduo e disseminao d-se exclusivamente pelamosca branca; Temperaturas acima de 28C altas populaes demosca branca; Plantios de janeiro a maro problema mais srio; 99. MOSAICO DOURADO DO FEIJOEIRO CONTROLE: Variedades resistentes ou tolerantes: IAPAR 57, IAPAR 65 e IAPAR 72 (PR) Uso de inseticidas sistmicos a partir dodesenvolvimento das plantas;Bianchini et al. (2005) 100. CONSIDERAES FINAISCONTROLE INTEGRADO!!! Utilizao de sementes sadias (exceto ferrugem e mosaicodourado); Tratamento qumico das sementes; Cultivares com resistncia ou tolerncia; Prticas culturais: sementes de boa qualidade, rotaode culturas e manejo correto do solo; Controle qumico; 101. OBRIGADO PELA ATENO!Prof. Laertonlaerton.leite@bol.com.br