Jornal A Voz Espírita nº 22

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<ul><li><p>Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recm-chegado nossa pequena cidade. </p><p>Desde o princpio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver </p><p>com nossa famlia.</p><p>O estranho aceitou e desde ento tem estado conosco. Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu </p><p>lugar em minha famlia; na minha mente jovem j tinha um lugar muito especial.</p><p>Meus pais eram instrutores complementares: minha me me ensinou o que era bom e o que era mau e meu </p><p>pai me ensinou a obedecer. Mas o estranho era nosso narrador. Mantinha-nos enfeitiados por horas com </p><p>aventuras, mistrios e comdias. Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quisssemos saber de </p><p>poltica, histria ou cincia. Conhecia tudo do passado, do presente e at podia predizer o futuro!</p><p>Levou minha famlia ao primeiro jogo de futebol. Fazia-me rir, e me fazia chorar. O estranho nunca parava </p><p>de falar, mas o meu pai no se importava.</p><p>s vezes, minha me se levantava cedo e calada, enquanto o resto de ns ficava escutando o que ele tinha </p><p>que dizer, mas s ela ia cozinha para ter paz e tranqilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma </p><p>vez, para que o estranho fosse embora).</p><p>Meu pai dirigia nosso lar com certas convices morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honr-</p><p>las.</p><p>As blasfmias, os palavres, por exemplo, no eram permitidos em nossa casa? Nem por parte nossa, nem </p><p>de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem </p><p>problemas sua linguagem inapropriada que, s vezes, queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer </p><p>e minha me se ruborizar.</p><p>Meu pai nunca nos deu permisso para tomar lcool. Mas o estranho nos animou a tent-lo e a faz-lo </p><p>regularmente. Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem </p><p>distinguidos.</p><p>Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentrios eram, s vezes, evidentes, outros </p><p>sugestivos, e geralmente vergonhosos. Agora sei que meus conceitos sobre relaes foram influenciados </p><p>fortemente durante minha adolescncia pelo estranho.</p><p>Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu </p><p>em nosso lar. Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa famlia. Desde ento </p><p>mudou muito; j no to fascinante como era ao princpio.</p><p>Informativo do 6 Conselho Esprita de Unificao Ano IV N 22 Julho/Agosto de 2013 Circulao Interna</p><p>R E F L E T I N D ODestaques</p><p>[ Quem o estranho que invadiu nossas casas?</p><p>[ O jovem e suas expectativas para o futuro</p><p>[ Prximos eventos do movimento esprita</p><p>[ Registros do XI Ms Esprita de Mag</p><p>[ Esprito, perisprito e o mundo espiritual</p><p>[ Endereos das Casas Espritas de Mag</p><p>Leia na pg. 1</p><p>Leia na pg. 2</p><p>Leia na pg. 3</p><p>Leia na pg. 3</p><p>Leia na pg. 4</p><p>Leia na pg. 4</p><p>Oua a programao da</p><p>PARTICIPE! COLABORE!</p><p>(2 1 ) 3386- 1400</p><p>Nasceu em 12/08/1912 (Delfinpolis - MG)</p><p>Desencarnou em 10/02/1980 (Sacramento - RJ)</p><p>Corina Novelino</p><p>UM ESTRANHO EM NOSSO LAR</p><p>No obstante, se hoje voc pudesse entrar na guarida de </p><p>meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, </p><p>esperando que algum quisesse escutar suas conversas ou </p><p>dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia. Seu nome?</p><p>Ns o chamamos Televiso.</p><p>Agora ele tem uma esposa que se chama Computador e </p><p>um filho que se chama Celular!</p><p>Pede-se que este artigo seja lido em cada lar.</p><p>Autor desconhecido</p></li><li><p>EX PED I EN TE</p><p>rgo de divulgao do Movimento Esprita do municpio de Mag e </p><p>regio. Editado pelo Departamento de Divulgao do 6 Conselho </p><p>Esprita de Unificao, filiado ao Conselho Esprita do Estado do </p><p>Rio de Janeiro (CEERJ).</p><p>Endereo para correspondncia: Av. Simo da Motta, 315 - Centro - </p><p>Mag - RJ - CEP 25900-000.</p><p>Endereo eletrnico: vozespirita6@hotmail.com</p><p>Tiragem: 1.000 exemplares</p><p>Redao e diagramao: Equipe de Divulgao do 6 CEU</p><p>Pg. 2 - A Voz Esprita Julho/Agosto de 2013</p><p>Coluna do Leitor</p><p>Ol, leitor amigo!</p><p>Lembre-se: Voc tambm tem espao aqui no A </p><p>Voz Esprita. Mande suas crticas, sugestes, d-</p><p>vidas, artigos e poesias. Esse espao todo seu. </p><p>Participe! Fale conosco atravs do nosso e-mail:</p><p>vozespirita6@hotmail.com</p><p>T ligado?</p><p>JOVENS E O FUTURO: EXPECTATIVAS E ASPIRAES</p><p>J pensaste no que queres para o futuro? J ponderaste sobre como o que fazes neste momento ir se refletir no </p><p>que estars a fazer daqui a uns anos? J alguma vez disseste a ti prprio que vais seguir o teu sonho? Pois se ainda </p><p>no, ns aqui vamos te dar uma mozinha. Juntos vamos pr as cartas na mesa e pensar no futuro.</p><p>Todos ns temos sonhos, perspectivas e idealizamos o nosso futuro atravs destas, mas nem todos os dias </p><p>sentimos que tudo corre como queramos. Por que ser? Ser que no estamos a seguir o caminho certo, ou ser que </p><p>no tenho controle sobre o que acontece. Talvez, ainda no tenhamos definido muito bem o nosso conceito de futuro, </p><p>alis, o que queremos e como queremos estar no futuro. Terei o trabalho que sempre quis? Terei uma vida agradvel? </p><p>Serei feliz com o que alcancei? No sabemos, ningum sabe! Mas uma coisa sabemos! Sabemos que se </p><p>estabelecermos metas e lutarmos com tudo o que temos, iremos conseguir chegar ao que queramos, ao futuro que </p><p>queremos para ns. Esquecemos a imprevisibilidade da vida e lutemos sem recuar. Comecemos por pensar que </p><p>profisso queria seguir: Doutor? Bilogo? Enfermeiro? Engenheiro? Professor? Lembra-te que hoje em dia est </p><p>difcil de arranjarmos trabalho seja em que rea for, mas isto no motivo para que deixemos de seguir o nosso </p><p>sonho e de tirarmos um curso de que realmente gostamos. Depois daremos o nosso mximo na escola e faculdade </p><p>para conseguir atingir essa meta. Que fazer depois? E se eu no arranjar trabalho? Por mais difcil que esteja a vida, </p><p>Vinde a Mim</p><p>DIANTE DO BEM</p><p>Diante de cada dia que surge, reflitamos na edificao do bem a que somos chamados.</p><p>Para isso, comecemos abenoando pessoas e acontecimentos, circunstncias e cousas, para que o </p><p>melhor se realize.</p><p>De princpio costumam repontar no cotidiano os problemas triviais do instituto domstico.</p><p>Habitualmente aparece o assunto palpitante da hora, solicitando-nos ateno. Saibamos subtrair-</p><p>lhe a sombra provvel projetando nele a rstia de luz que sejamos capazes de improvisar. Logo aps, </p><p>de imediato, estamos quase sempre defrontados pelos contratempos de ordem familiar.</p><p>Renteando com eles, usemos o verbo calmante e conciliador para que as engrenagens do lar </p><p>funcionem lubrificadas em blsamo de harmonia.</p><p>Mais adiante o grupo de trabalho com os pontos fracos mostra.</p><p>Abracemos com pacincia e alegria as tarefas excedentes que se nos imponha, esquecendo essa </p><p>ou aquela falha dos companheiros e trazendo a ns sem queixa ou censura a obrigao que ficou por </p><p>fazer. Em seguida, o campo vasto das relaes, com as surpresas menos felizes que sobrevenham: o </p><p>amigo modificado, a trama da incompreenso, a atitude mal interpretada, o irmo que se vai para </p><p>longe de ns...</p><p>A cada ocorrncia menos agradvel procuremos responder com os nossos mais altos recursos de </p><p>entendimento, justificando o amigo que se transforma, desfazendo sem mgoa o emaranhado das </p><p>trevas, removendo equvocos em pauta e apoiando o colega que se afasta, oferecendo-lhe a ntima </p><p>certeza com referncia continuidade de nossa estima. Tudo o que existe pea da vida e se aqui ou </p><p>alm, a deficincia aparece, isso significa que a obra do bem, nessa ou naquela pea da vida est </p><p>pedindo a nossa colaborao a fim de que lhe doemos o pedao de bem, que porventura ainda lhe falte.</p><p>Emmanuel</p><p>(Do livro Mos Unidas, psicografado por Francisco Cndido Xavier.)</p><p>por mais negro que nos parea o futuro, nunca vamos desistir. Lutaremos at no podermos mais, pois isso viver. No existe vida sem obstculos, e no vamos nos </p><p>preocupar, porque nem todos os dias sero escuros. o futuro, pessoal! aquilo que construmos e queremos. Alm disso, iro sempre surgir oportunidades que </p><p>podemos agarrar.</p><p>O futuro pode ser brilhante! Imagina s! Termos uma casa agradvel, o trabalho que sempre quisemos, uma pessoa que amamos ao nosso lado, uma vida de luta </p><p>mas feliz. emocionante pensar que o futuro no s coisas ms. Como se costuma dizer, os jovens so o futuro e o futuro o que ns construmos, por isso j sabes, </p><p>segue os teus sonhos, as tuas aspiraes e nunca desistas.</p><p>(Fonte: www.oteumundo.wordpress.com)</p><p>EU O </p><p>6 CEUwww.facebook.com/6ceu.mage</p></li><li><p>Pg. 3 - A Voz EspritaJulho/Agosto de 2013</p><p>Informe-se</p><p>ACONTECER</p><p>No percam o delicioso rodzio de</p><p>Data: 09 de julho - 20h - Valor: R$ 6,00</p><p>Local: GRUPO ESPRITA ANDR LUIZ</p><p>Endereo: Rua Maria Marques, 86 </p><p>Mundo Novo - Mag</p><p>1 Noite de Caldosdo C. E. AMOR AO PRXIMO</p><p>Dia 27.07.13</p><p>Horrio: 20h</p><p>Valor: R$ 10,00</p><p>Local: Casa do Sr. Paulo</p><p>Rua Mag, 590 - Piabet(Antes da entrada da Rua Paraba)</p><p>JULHO - 89 anos do</p><p>C. E. LUZ E CARIDADE</p><p>JULHO - 89 anos do</p><p>C. E. LUZ E CARIDADE</p><p>Ciclo de Palestras</p><p>Dia 01/07 - 20h - Expositor: Rafael Laucas</p><p>Tema: Evoluo do Ser Integral</p><p>Dia 08/07 - 20h - Expositor: Marcos Esteves</p><p>Tema: Autoestima e Humildade</p><p>Dia 15/07 - 20h - Expositora: Izaura Hart</p><p>Tema: Educao dos Sentimentos</p><p>Dia 22/07 - 20h - Expositor: Andr Cantareli</p><p>Tema: Reforma ntima</p><p>Dia 29/07 - 20h - Expositora: Berenice Lima</p><p>Tema: Transformao Moral</p><p>Endereo:</p><p>Av. Simo da Motta, 315 - Centro - Mag</p><p>Durante o ms de junho passado, aconteceu o XI MS ESPRITA DE MAG, com diversas palestras, </p><p>seminrios e apresentaes artsticas. Foram excelentes oportunidades de aprendizado e confraternizao. </p><p>Abaixo, o registro de alguns desses agradveis momentos.</p><p>A C O N T E C E UCe d A E LDTI OO SN</p><p>Ce d A E LDTI OO SN</p><p>Local: C. E. Luz e Caridade</p><p>Av. Simo da Motta, 315 - Mag</p><p>Data: 13 de julho - 19h</p><p>Valor: R$ 10,00</p><p>Vendas antecipadas</p><p>Saiba mais em:</p><p>www.brasilsemaborto.com.br</p></li><li><p>Casa Esprita Caminho de Suru (CECS)</p><p>Rua Tupiniquins, 247 - Suru - Mag</p><p>Reunio Pblica: Sexta-feira - 20h</p><p>C. E. Cultivadores do Evangelho (CECE)</p><p>Rua Maria do Patrocnio, 40 - Raiz da Serra - Mag</p><p>Reunio Pblica: Tera-feira - 20h</p><p>C. E. Unio, Amor e Caridade (CEUAC)</p><p>R. Malvino Ferreira de Andrade, 118</p><p>Santo Aleixo - Mag</p><p>Reunio Pblica: Quinta-feira - 19:30h</p><p>Centro Esprita Luz e Caridade (CELC)</p><p>Av. Simo da Motta, 315 - Centro - Mag</p><p>Reunio Pblica: Segunda-feira - 20h</p><p>Grupo Esprita Allan Kardec (GEAK)</p><p>Rua Mirabel, 119 - Piabet - Mag</p><p>Reunio Pblica: Domingo - 18h</p><p>Centro Esprita Amor ao Prximo (CEAP)</p><p>R.: Joaquim Machado Fagundes, 394</p><p>Fragoso - Mag</p><p>Reunies Pblicas: 2 feira - 20h / Sbado - 16h</p><p>Grupo Esprita Andr Luiz (GEAL)</p><p>Rua Maria Marques, 86 - Mundo Novo - Mag</p><p>Reunio Pblica: Tera-feira - 20h</p><p>Grupo Esprita Cristo Andr Luiz (GECAL)</p><p>Rua Saquarema, n 23 - Fundos 5</p><p>Vila Nova - Mag</p><p>Reunio Pblica: Domingo - 18h</p><p>Grupo Esprita Joana DArc (GEJD)</p><p>Rua Joaquim Machado Fagundes, 415</p><p>Fragoso - Mag</p><p>Reunio Pblica: Segunda-feira - 19:30h</p><p>Sociedade Esprita Amor e Luz (SEAL)</p><p>Rua Conde de Itagua, 350 - Lagoa - Mag</p><p>Reunio Pblica: Quarta-feira - 20h</p><p>Sociedade Esprita de Assistncia e Estudo (SEAE)</p><p>Rua das Hortnsias, 133 - Centro - Guapimirim</p><p>Reunio Pblica: Sbado - 18h</p><p>Casas Espritas do 6 CEU</p><p>Pg. 4 - A Voz Esprita Julho/Agosto de 2013</p><p>Esteve em circuito nacional h quase dois anos atrs o filme Nosso Lar, uma das mais caras e bem </p><p>cuidadas obras do cinema nacional.</p><p>Para o movimento esprita, um marco. Pela primeira vez o mundo espiritual, a morada dos mortos, </p><p>conforme a descrio do esprito Andr Luiz, em psicografia de Francisco Cndido Xavier, salta do livro </p><p>homnimo para as telas.</p><p>Um mundo espiritual surpreendente, apresentado com efeitos especiais espetaculares e primorosa </p><p>tcnica, a nos oferecer uma viso ampla e objetiva do que nos espera quando nosso corpo, a mquina que </p><p>usamos para transitar pelo mundo, entrar em pane definitiva e for destinada ao desmanche no cemitrio.</p><p>Para voc, leitor amigo, que no esprita, nem est familiarizado com a temtica doutrinria, aqui vo </p><p>alguns esclarecimentos indispensveis, a fim de que no julgue estar diante de delirante fantasia.</p><p>Podemos comear com a afirmativa do apstolo Paulo, na primeira epstola aos Corntios (15:44): </p><p>Semeia-se corpo animal, ressuscitado corpo espiritual. Se h corpo animal, h tambm corpo espiritual.</p><p>Paulo faz uma distino entre o corpo fsico, que usamos no trnsito terrestre, e o corpo espiritual, que </p><p>nos serve no trnsito celeste.</p><p>Segundo a definio esprita, o esprito no tem forma. Podemos situ-lo como um facho de luz.</p><p>Esse ser espiritual, essa luz que irradia, tem um veculo de manifestao no plano em que atua, o corpo </p><p>celeste a que se refere Paulo.</p><p> por intermdio dele que o esprito liga-se ao corpo na reencarnao. E com ele que transita no mundo </p><p>espiritual, aps a morte fsica.</p><p>Esse corpo celeste tem sido estudado ao longo dos milnios, em todas as culturas. No budismo esotrico </p><p>era chamado Kama-rupa; Kha, no Egito; Imago, no tradicionalismo grego; Khi, no tradicionalismo chins; </p><p>carne sutil da alma, por Pitgoras; corpo sutil e etreo, por Aristteles; Evestrum, por Paracelso; corpo </p><p>fludico, por Leibnitz; aerossoma, pelos neoagnsticos, corpo astral por hermetistas e alquimistas... A lista </p><p>iria longe.</p><p>No Espiritismo chamado perisprito (em torno do esprito).</p><p>Um detalhe, leitor amigo: certamente voc conhece ou j ouviu falar de gente que v os mortos. Relatos a </p><p>respeito existem no seio de todas as culturas e todas as religies.</p><p>Uma pergunta: como podem os videntes identificar tais espritos, dizendo quem foram na Terra? </p><p>simples. Eles os veem em seu corpo espiritual, que guarda a mesma aparncia do corpo fsico, como se fosse </p><p>cpia xerox.</p><p>Agora o fundamental: o perisprito feito de matria tambm, matria numa outra faixa de vibrao, </p><p>matria quintessenciada, mas matria, que no vemos porque o corpo fsico inibe nossas percepes </p><p>espirituais.</p><p>Ora, se o perisprito feito de matria sutil, ocupa lugar no espao, obviamente deve movimentar-se num </p><p>mundo feito de matria, onde inescapavelmente h formas.</p><p>Admitindo essa realidade, no nos difcil imaginar um mundo espiritual semelhante ao mundo fsico, </p><p>com casas, cidades, veculos e muitas coisas das quais o que temos na Terra mera cpia.</p><p>Se os fsicos, esses incrveis visionrios que enxergam aparentes fantasias que a cincia acaba </p><p>comprovando, concebem que existem n universos paralelos, no difcil imaginar o mundo espiritual </p><p>como um deles.</p><p>E para l nos transferiremos quando a morte nos convocar, deixando o veculo fsico para usar o veculo </p><p>perispiritual, arrebatados para experincias inacessveis ao homem comum, como revela Paulo, na segunda </p><p>epstola aos Corntios (12:2-4): Conheo um homem em Cristo que h catorze anos (se no corpo, no sei, </p><p>se fora do corpo, no sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro cu. E sei que o tal homem (se no corpo, se </p><p>fora do corpo, no sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao paraso; e ouviu palavras inefveis, que ao homem no </p><p> lcito falar.</p><p>Vendo o filme, o amigo leitor, ters uma maravilhosa anteviso do que o espera quando chegar sua hora. </p><p>Perceba que certamente Paulo visitou, durante o sono, em seu corpo espiritual, comunidades como a de </p><p>Nosso Lar, cidade habitada por espritos conscientes da paternidade divina e compromissados com o Bem.</p><p>E no se assuste com a viso do chamado umbral, um autntico p...</p></li></ul>