Mocidade Espírita Chico Xavier - Voz direta

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<ul><li> 1. Mocidade Esprita Chico Xavier Pneumatofonia ou Voz Direta 11/07/2014 Facilitadoras: Scheila Fssio Lima de Paiva Tnia Mara Lima Dias Endereo: Rua Silviano Brando, 419 Centro Machado MG </li></ul> <p> 2. O Fenmeno da Pneumatofonia ou Voz Direta A voz direta um fenmeno de efeitos fsicos ectoplasmticos, no qual um Esprito forma sua prpria garganta (aparelho fonador) e fala, sem o auxlio direto do corpo do mdium. H tambm uma modalidade em que as cordas vocais do mdium sofrem transfigurao, possibilitando que um Esprito possa falar com sua prpria voz. A mente funciona em planos cujas oscilaes esto muito acima do campo vibratrio comum do ambiente fsico; enquanto a mente vibra no ter, a voz humana vibra no ar. Quando os espritos desencarnados querem falar com os encarnados, eles necessitam de um elemento intermedirio que tanto lhes baixe o tom vibratrio da voz etrica, como tambm a faa repercutir de modo audvel no ambiente do mundo material. Esse elemento medianeiro o ectoplasma, substncia fludica, exsudada(Sair em forma de suor ou gotas) pelos mdiuns. Pneumatofonia - (Do grego - pneuma - e - phon, som ou voz.) - Voz dos Espritos; comunicao oral dos Espritos, sem o concurso da voz humana. 3. Como se Processa a Voz Direta 1 - Atravs da garganta do prprio perisprito: Os Espritos agregam em torno dos rgos vocais do seu perisprito o ectoplasma medinico e, por um vigoroso esforo mental, conseguem faz-los vibrar para o mundo fsico. 4. 2 - Atravs da garganta do mdium: Em alguns casos, o Esprito comunicante pode utilizar-se diretamente da laringe do mdium em transe, fazendo-a vibrar sob a sua vontade, e dando-lhe a entonao desejada, cujos sons articulados nas suas cordas vocais so ampliados pelo megafone que flutua no ar, atravs de um tubo de substncia espiritual ligado diretamente aos rgos vocais do mdium. Os espritos operantes controlam o mdium, condicionam-lhe a voz para a trombeta ou megafone, ajustando-a no diapaso(Extenso de voz ou do som de um instrumento) ou tom de voz que o esprito comunicante possua quando estava encarnado. 5. O som, produzido pela laringe do mdium e sob o controle do esprito comunicante, no resulta de repercusso do ar sobre as suas cordas vocais, pois essa operao executada no plano espiritual, aps o que ampliada pelo megafone e ouvida pelos encarnados. O fenmeno processa-se primeiramente na laringe etreo-espiritual do perisprito do mdium, repercutindo logo em seguida, no mundo fsico, atravs do ectoplasma catalisado pelas ondas sonoras da msica ou cntico dos presentes. As trombetas ou megafones so usados para ampliar a voz, move-se a trombeta ou megafone por meio de hastes materializadas, que so manejadas por um esprito denominado operador de trombeta. 6. 3 - Atravs de gargantas ectoplasmticas: Noutro caso, os qumicos desencarnados misturam substncias especficas do plano espiritual energia ectoplsmica obtida do mdium e dos assistentes, depois modelam a mscara anat mica artificial, mas possuindo boca, lngua e garganta, que possibilitam a mesma funo da voz dos encarnados. Dos mdiuns e das pessoas presentes, um qumico do mundo espiritual extrai para manipulao, certos ingredientes (ectoplasma), ao qual o mesmo qumico adiciona outros fluidos mais finos, obtidos em esferas mais elevadas. 7. COMO SO MOLDADAS AS GARGANTAS ECTOPLASMTICAS Misturando tudo isso em cubas, tigelas ou outros recipientes cilndrico, ao qual imprimido , por processos especiais, intenso movimento rotatrio circular, para efeito de centrifugao, do qual resulta, por fim, um material fludico, semi-pastoso, suficientemente condensado e manipulvel mo. No se pode ouvir os espritos, enquanto no se servem dessa matria de mais lenta vibrao. Com essa substncia, os Espritos constrem uma mscara sobre a parte inferior do prprio rosto e a ajusta bem, de maneira que lhe cubra a boca, a lngua e garganta e demais rgos de fonao perispiritual. Os rgos do falante assumem uma forma mais densa, a sua lngua se torna espessa, sucedendo o mesmo com os outros rgos materializados. 8. Os Espritos encaixam sua lngua perispritual no interior do molde ectoplsmico ou lngua artificial, que oca e flexvel, a princpio, experimenta certa dificuldade em movimentar esse material mais pesado, porm, com a prtica, a coisa se torna mais fcil. Quando j dominam completamente o fenmeno de mover a lngua com facilidade na mscara ajustada ao rosto, e conseguem o xito de vibrar no ter as palavras fortemente mentalizadas, ento os tcnicos intervm, fazendo com que o ar, passe atravs, da garganta anatmica fazendo-a vibrar e os sons etricos repercutem no ambiente, fazendo-o a voz do Esprito ser ouvida entre os encarnados. Lembramos que, enquanto a mente vibra no ter, a voz humana vibra no ar. Para apanhar o ar que far vibrar os rgos vocais, precisa tambm materializar os seus pulmes. 9. OS ESPRITOS PRECISAM EXERCITAR-SE PARA UTILIZAR A MSCARA Os espritos que desejam falar para o mundo material passam a exercitar-se com essa mscara e o seu mais breve ou demorado xito fica dependendo do treino e da habilidade com que a utilizam para vibrar, e assim transmitirem suas palavras aos terrcolas. Nem todos os espritos se submetem aos treinos exaustivos com a mscara ectoplsmica, alegando alguns que nem sempre so compensados pelos esforos hericos que efetuam para conversar com seus parentes e amigos encarnados. O BOM RESULTADO EXIGE MUITO ESFORO DA EQUIPE ESPIRITUAL O bom resultado entre os planos fsico e etreo-espiritual exige muito esforo dos desencarnados. Por isso, do grupo de trabalho espiritual tambm faz parte um coordenador, cuja tarefa principal a de ensinar os espritos comunicantes a falarem para a assistncia, ensinando-os a manejarem as cordas vocais dos mdiuns pela condensao de ectoplasmas, ou ento a moverem a mscara com o aparelho de fonao estruturado na substncia etreo-espiritual. Outros cooperadores orientam os comunicantes para se ajustarem, em tempo certo, ao crculo de operaes atingvel pelo ectoplasma do mdium; ou ento movem a trombetas, ligam o tubo espiritual de ampliao das vozes e fabricam as varetas para levitao de objetos, produo de rudos ou pancadas nos mveis. 10. A VOZ DIRETA EXIGE MUITA TCNICA POR PARTE DO ESPRITO Ante essas dificuldades, que exigem muita disciplina e perseverana, nem todos os espritos desencarnados se submetem aos cursos e exerccios fatigantes que a tcnica sideral exige a fim de se produzir a voz direta, pois o treino pode levar dias, meses e at anos, mobilizando intensos esforos e recursos por parte dos desencarnados para lograrem xito integral nesse tipo de comunicao medinica. Da os motivos por que nem sempre os freqentadores que comparecem assiduamente aos trabalhos de fenmenos fsicos conseguem satisfazer o desejo ardente de ouvir a voz ou mesmo de ver o parente ou amigo desencarnado materializado, o que poderia lhes fortificar a convico na sobrevivncia do esprito, por cujo motivo passam a alimentar dvidas capciosas sobre a procedncia das demais vozes ou materializaes que observam, uma vez que no se manifesta aquele que lhe mobiliza toda a ansiedade espiritual. No entanto, as sesses de fenmenos fsicos so convincentes e maravilhosas para os freqentadores que logram a sorte de ver e trocar idias com o familiar desencarnado e que se preste docilmente a todas as provas e sutilezas indagativas. 11. No Livro Missionrios da Luz Vejamos agora no livro Missionrios da Luz, o que Andr Luiz, descreve de uma sesso de voz direta que presenciou durante seu aprendizado no espao. Notando a perturbao vibratria do ambiente, em vista da atitude desaconselhvel dos companheiros encarnados, disse Calimrio ao controlador medinico: - Alencar, necessrio extinguir o conflito de vibraes. Nossos amigos ignoram ainda como auxiliar-nos harmonicamente, atravs das emisses mentais. razovel se abstenham da concentrao por agora. Diga-lhes que cantem ou faam msica de outra natureza. Procure distrair-lhes a ateno deseducada. 12. Andr Luiz, falou o meu orientador em tom grave, improvisemos a garganta ectoplasmtica. No podemos perder tempo.... E identificando-me a inexperincia, acrescentou: - No precisa inquietar-se. Bastar ajudar- me na mentalizao das mincias anatmicas do aparelho vocal. A fora nervosa do mdium matria plstica e profundamente sensvel s nossas criaes mentais. Logo aps, Alexandre tomou pequena quantidade daqueles eflvios leitosos, que se exteriorizavam, particularmente atravs da boca, narinas e ouvidos do aparelho medinico, e como se guardasse nas mos reduzida quantidade de gesso fluido, comeou a manipul-lo, dando-me a impresso de estar completamente alheio ao ambiente, pensando com absoluto domnio de si mesmo, sobre a criao do momento. Aos poucos, vi formar-se sobre meus olhos atnitos, um delicado aparelho de fonao. No ntimo do esqueleto cartilaginoso, esculturado com perfeio na matria ectoplasmtica, organizavam-se os fios tenussimos das cordas vocais, elsticas e completas, na fenda gltica e, em seguida, Alexandre experimenta emitir alguns sons, movimentando as cartilagens aritenides (cartilagens da laringe). Formara-se, ao influxo mental e sob a ao tcnica de meu orientador, uma garganta irrepreensvel. Com assombro, verifiquei que, atravs do pequeno aparelho improvisado e com a cooperao do som de vozes humanas guardadas na sala, nossa voz era integralmente percebida por todos os encarnados presentes. .... Fz-se msica no ambiente e vi que o irmo Alencar, depois de ligar-se profundamente organizao medinica, tomava forma, ali mesmo ao lado da mdium, sustentada por Calimrio e assistida por numerosos trabalhadores. 13. Fontes: O Livro dos Mdiuns, 2. parte, cap. VIII Blog Alma e Esprito Obs: Para assistir todas as aulas acesse o Blog: http://www.mocidadeespiritachicoxavier.blogspot.com.br/ </p>