jornal a voz espírita nº 21

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  • So muito justas as alegrias que nos envolvem pela ocorrncia sempre grata

    trazida pelo dia 18 de abril, data comemorativa do lanamento de O Livro dos

    Espritos, em 1857, na cidade de Paris. A lucidez da obra, o alicerce grantico dos

    fundamentos que representa e os desdobramentos prprios de sua grandeza

    oferecem perspectivas inesgotveis para o progresso intelecto-moral da

    humanidade.

    Selecionei pequenos trechos em algumas respostas das questes da obra para

    saudar a data (a numerao que antecede o texto o nmero da pergunta no livro):

    a) 826 (...) Desde que haja dois homens juntos, eles tm direitos a respeitar e no

    tm mais, por conseguinte, liberdade absoluta.

    b) 837 (...) A liberdade de conscincia um dos caracteres da verdadeira civilizao

    e do progresso.

    Informativo do 6 Conselho Esprita de Unificao Ano IV N 21 Maio/Junho de 2013 Circulao Interna

    R E F L E T I N D ODestaques

    [ Refletindo sobre O Livro dos Espritos

    [ O real sentido do Dia das Mes

    [ Prximos eventos do movimento esprita

    [ O que aconteceu no movimento esprita

    [ Pr-requisito para bem evangelizar

    [ Quem foi Mernephtah ?

    Leia na pg. 1

    Leia na pg. 2

    Leia na pg. 3

    Leia na pg. 3

    Leia na pg. 4

    Leia na pg. 4

    Oua a programao da

    PARTICIPE! COLABORE!

    (2 1 ) 3386- 1400

    Nasceu em 22/05/1859 (Edimburgo - Esccia)

    Desencarnou em 07/07/1930 (Inglaterra)

    Arthur Conan Doyle

    SAUDAES AO DIA 18 DE ABRIL!

    c) 851 (...) para o que prova moral e tentaes, o Esprito, conservando seu livre arbtrio sobre o bem e sobre o mal,

    sempre senhor de ceder ou resistir (...).

    d) 860 (...) Ademais, para fazer o bem, como o deve ser, e como isso o nico objetivo da vida, pode impedir o mal,

    sobretudo aquele que poderia contribuir para um mal maior.

    e) 779 (...) nem todos progridem ao mesmo tempo e da mesma forma; ento que os mais avanados ajudam o

    progresso dos outros, pelo contato social.

    f) 783 (...) quando um povo no avana muito depressa, Deus lhe suscita, de tempos em tempos, um abalo fsico ou

    moral, que o transforma.

    g) 784 (...) preciso o excesso do mal para fazer compreender a necessidade do bem e das reformas.

    h) 785 O orgulho e o egosmo so o maior obstculo ao progresso.

    i) 793 (...) no tereis, verdadeiramente, o direito de vos dizer civilizados seno quando houverdes banido de vossa

    sociedade os vcios que a desonram e puderdes viver, entre vs, como irmos, praticando a caridade crist (...).

    Os trechos acima, parciais, foram extrados dos captulos Lei de Liberdade e Lei do Progresso. Cada item

    destes material suficiente para desenvolvimento de teses e reflexes de profundidade, fornecendo ainda

    contedo para debates, encontros, congressos, simpsios e abordagens inesgotveis, tamanha a riqueza de

    suas linhas.

    Por outro lado, note-se a atualidade de tais conceitos e ensinos. So muito oportunos para o tempo que

    estamos vivendo, ensejando compreender mais os desafios da atualidade e, ao mesmo tempo, oferecendo

    roteiros de mudanas para melhorar a sociedade e partir da melhora individual.

    Sugiro ao leitor deter-se pausadamente em cada um dos itens, individualmente, pensar e refletir sobre o

    ensino que trazem e situ-lo na atualidade de nosso tempo com seus desafios imensos e perspectivas que se

    apresentam humanidade. Ver-se-, com clareza, a lucidez de suas afirmaes, com ensejo at da elaborao

    de um programa de autoaperfeioamento e igualmente motivador para a coletividade.

    Percebe-se, pois, o dever de divulgar tais ensinos. Mas no apenas a divulgao, mas tambm a incluso

    em debates, temas para encontros e estudos e uso nas diversas mdias disponveis motivando ao grande

    pblico, especialmente os que no conhecem o Espiritismo, para essas reflexes na ampliao do

    conhecimento que sensibilize para as grandes transformaes necessrias que todos esperamos.

    Saudaes, pois, ao 18 de abril, data magna da Doutrina Esprita!

    Orson Peter Carrara

  • EX PED I EN TE

    rgo de divulgao do Movimento Esprita do municpio de Mag e

    regio. Editado pelo Departamento de Divulgao do 6 Conselho

    Esprita de Unificao, filiado ao Conselho Esprita do Estado do

    Rio de Janeiro (CEERJ).

    Endereo para correspondncia: Av. Simo da Motta, 315 - Centro -

    Mag - RJ - CEP 25900-000.

    Endereo eletrnico: vozespirita6@hotmail.com

    Tiragem: 1.000 exemplares

    Redao e diagramao: Equipe de Divulgao do 6 CEU

    Pg. 2 - A Voz Esprita Maio/Junho de 2013

    Coluna do Leitor

    Ol, leitor amigo!

    Lembre-se: Voc tambm tem espao aqui no A

    Voz Esprita. Mande suas crticas, sugestes, d-

    vidas, artigos e poesias. Esse espao todo seu.

    Participe! Fale conosco atravs do nosso e-mail:

    vozespirita6@hotmail.com

    Vinde a Mim

    EM SILNCIO

    "No servindo vista, como para agradar aos homens,

    mas como servos do Cristo, fazendo de corao a vontade

    de Deus." - Paulo (Efsios, 6:6.)

    Se sabes, atende ao que ignora, sem ofusc-lo com

    a tua luz.

    Se tens, ajuda ao necessitado, sem molest-lo com

    tua posse.

    Se amas, no firas o objeto amado com exigncias.

    Se pretendes curar, no humilhes o doente.

    Se queres melhorar os outros, no maldigues

    ningum.

    Se ensinas a caridade, no te trajes de espinhos,

    para que teu contato no dilacere os que sofrem.

    Tem cuidado na tarefa que o Senhor te confiou.

    muito fcil servir vista. Todos querem faz-lo,

    procurando o apreo dos homens.

    Difcil, porm, servir s ocultas, sem o ilusrio

    manto da vaidade.

    por isto que, em todos os tempos, quase todo o

    trabalho das criaturas dispersivo e enganoso. Em

    geral, cuida-se de obter a qualquer preo as

    gratificaes e as honras humanas.

    Tu, porm, meu amigo, aprende que o servidor

    sincero do Cristo fala pouco e constri, cada vez mais,

    com o Senhor, no divino silncio do esprito...

    Vai e serve.

    No te dem cuidado as fantasias que confundem

    os olhos da carne e nem te consagres aos rudos da

    boca.

    Faze o bem, em silncio.

    Foge s referncias pessoais e aprendamos a

    cumprir, de corao, a vontade de Deus.

    Emmanuel

    (Texto extrado da obra Vinha de Luz, psicografada por

    Francisco Cndido Xavier.)

    QUE DO CRAVO BRANCO?

    Conexes

    Estamos em maio!

    Para os catlicos o Ms de Maria, me de Jesus.

    Para o vulgo o Ms das Noivas.

    Para o comrcio o Ms do Faturamento, pois, o 2 domingo o Dia das Mes.

    A idealizadora de O Dia das Mes, a americana Anna Jarvis, enfrentou rdua batalha para que esse

    dia fosse divulgado e institucionalizado em diversas partes do mundo. Fez diversas viagens, muitas

    palestras, expediu muita correspondncia, transformou sua residncia em escritrio de campanha.

    Seu ideal comeou a concretizar-se em 1914, em dois estados americanos e logo depois em toda a

    nao.

    Anna desejou criar esse dia em homenagem a sua me j falecida e da qual sentia muitas saudades.

    Era um dia para os sentimentos de gratido e de afeto que os filhos demonstrariam s suas mes,

    presentes ou ausentes, atravs de um carto, uma carta ou uma flor. O cravo branco era a flor preferida

    de sua me e foi adotado como smbolo da campanha e do dia.

    Sua alegria no durou muito, pois logo teve que enfrentar nova batalha para tentar impedir que

    grupos deturpassem seu ideal e o transformassem em fontes de lucro. Foi uma luta maior que a

    primeira e da qual saiu derrotada.

    Em 1925, j aos 60 anos e s vsperas do Dia das Mes, chegou a ser presa por penetrar no espao

    onde se realizava uma conveno da Associao das Mes dos Veteranos de Guerra, para protestar

    contra um grupo de senhoras que vendiam o cravo branco a preos extorsivos. Foi seu ltimo ato em

    defesa do seu ideal.

    Numa entrevista a um reprter, aps sua soltura declarou que lamentava ter criado o Dia das

    Mes. Pouco tempo depois ela deixava esse mundo.

    1

    No prefcio do livro Me, antologia medinica composto por mensagens, em prosa e verso, de

    vrios espritos, encontramos maiores detalhes sobre a vida dessa mulher, suas lutas e sua decepo.

    Desse livro extramos a seguinte trova que oferecemos como um cravo branco a todas as mes e a

    Anna Jarvis, a me do Dia das Mes.

    1

    XAVIER, F. Cndido/Espritos diversos. Me. Antologia medinica. Mato, SP: Casa Editora O Clarim, 1971.

    Dia das mes!... Alegrias

    Das mais puras, das mais belas!

    Mas preciso saber

    O dia que no delas.

    (Delfina Benigna da Cunha)

    EU O

    6 CEUwww.facebook.com/6ceu.mage

    Nosso blog:

    www.6ceu.blogspot.com.br

    Saiba mais em:

    www.brasilsemaborto.com.br

  • Pg. 3 - A Voz EspritaMaio/Junho de 2013

    Informe-se

    No dia 07 de abril, aconteceu o I SEMINRIO DE

    EDUCAO promovido pela rea de Educao Esprita

    do 6 CEU. O evento foi realizado no Centro Esprita Luz

    e Caridade e desenvolvido por Lcia Moyss, educadora e

    membro da Comisso Diretora do CEERJ - Conselho

    Esprita do Estado do Rio de Janeiro. Lcia abordou o

    tema Uma nova proposta de evangelizao para o sculo

    XXI e proporcionou, aos evangelizadores de infncia e

    mocidade presentes, agradveis momentos de reflexo e

    troca de experincias.

    As FEIRAS DO LIVRO ESPRITA EM MAG aconteceram durante o perodo de 13 a 21 de abril em

    trs distritos do nosso municpio: Piabet, Santo Aleixo e Mag. Foram uma excelente oportunidade de

    divul