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  • P Enem

    1. O nmero de indivduos de certa populao representado pelo grfico a seguir.

    Em 1975, a populao tinha um tamanho aproximadamente igual ao de:

    a) 1960. c) 1967. e) 1980.

    b) 1963. d) 1970.

    2. De acordo com reportagem sobre resultados recentes de estudos populacionais,

    [...] a populao mundial dever ser de 9,3 bilhes de pessoas em 2050. Ou seja, ser 50% maior que os 6,1 bi-lhes de meados do ano 2000. [...] Essas so as principais concluses do relatrio Perspectivas da Populao Mundial Reviso 2000, preparado pela Organizao das Naes Unidas (ONU). [...] Apenas seis pases respondem por quase metade desse aumento: ndia (21%), China (12%), Paquisto (5%), Nigria (4%), Bangladesh (4%) e Indonsia (3%).

    Esses elevados ndices de expanso contrastam com os dos pases mais desenvolvidos. Em 2000, por exemplo, a populao da Unio Europeia teve um aumento de 343 mil pessoas, enquanto a ndia alcanou esse mesmo cres-cimento na primeira semana de 2001. [...] Os Estados Uni-dos sero uma exceo no grupo dos pases desenvolvidos. O pas se tornar o nico desenvolvido entre os 20 mais populosos do mundo.

    O ESTADO DE S. PAULO, 3 mar. 2001.

    Considerando as causas determinantes de crescimento po-pulacional, pode-se afirmar que:

    a) na Europa, altas taxas de crescimento vegetativo expli-cam o seu crescimento populacional em 2000.

    b) nos pases citados, baixas taxas de mortalidade infantil e aumento da expectativa de vida so as responsveis pela tendncia de crescimento populacional.

    c) nos Estados Unidos, a atrao migratria representa um importante fator que poder coloc-lo entre os pa-ses mais populosos do mundo.

    d) nos pases citados, altos ndices de desenvolvimento humano explicam suas altas taxas de natalidade.

    e) nos pases asiticos e africanos, as condies de vida favorecem a reproduo humana.

    3. A figura a seguir apresenta dados percentuais que integram os Indicadores Bsicos para a Sade, relativos s principais causas de mortalidade de pessoas do sexo masculino.

    Brasil: mortalidade proporcional em relao s principais causas (%) no sexo masculino, em faixas etrias selecionadas 2004

    Adap.: Ministrio da Sade/SUS.

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    Questes e testes

    GeoGrafia Geral e do Brasil Espao geogrfico e globalizao Material fotocopivel Editora Scipione. Todos os direitos reservados.

    PopulaoUnidadE 7

  • Causas externas

    - M1 agresses

    - M2 acidentes de trnsito

    - M3 causas externas de inteno indeterminada

    - M4 leses autoprovocadas voluntariamente

    - M5 afogamentos e submerses acidentais

    doenas do aparelho circulatrio

    - M6 doenas isqumicas do corao

    - M8 doenas cardiovasculares

    - M9 outras doenas cardacas

    doenas do aparelho respiratrio

    - M10 doenas crnicas das vias areas inferiores

    - M11 pneumonia

    doenas do aparelho digestivo

    - M7 doenas do fgadoAdap.: .

    Com base nos dados, conclui-se que:

    a) a proporo de mortes por doenas isqumicas do cora-o maior na faixa etria de 30 a 59 anos que na faixa etria dos 60 anos ou mais.

    b) pelo menos 50% das mortes na faixa etria de 15 a 29 anos ocorrem por agresses ou por causas externas de inteno indeterminada.

    c) as doenas do aparelho circulatrio causam, na faixa etria de 60 anos ou mais, menor nmero de mortes que as doenas do aparelho respiratrio.

    d) uma campanha educativa contra o consumo excessivo de bebidas alcolicas teria menor impacto nos indicadores de mortalidade relativos s faixas etrias de 15 a 59 anos que na faixa etria de 60 anos ou mais.

    e) o Ministrio da Sade deve atuar preferencialmente no combate e na preveno de doenas do aparelho respira-trio dos indivduos na faixa etria de 15 a 59 anos.

    4. Leia o texto I de Josu de Castro, publicado em 1947.O Brasil, como pas subdesenvolvido, em fase de acele-

    rado processo de industrializao no conseguiu ainda se libertar da fome.

    Os baixos ndices de produtividade agrcola se consti-turam como fatores de base no condicionamento de um abastecimento alimentar insuficiente e inadequado s ne-cessidades alimentares do nosso povo.

    CASTRO, Josu de. Geografia da fome. Texto adaptado.

    Leia o texto II sobre a fome no Brasil, publicado em 2001.

    Uma das evidncias contidas no mapa da fome consis-te na constatao de que o problema alimentar no Brasil no reside na disponibilidade e produo interna de gros e dos produtos tradicionalmente consumidos no Pas, mas antes no descompasso entre o poder aquisitivo de ampla parcela da populao e o custo de aquisio de uma quan-tidade de alimentos compatvel com as necessidades do trabalhador e de sua famlia.

    Disponvel em: .

    Comparando os textos I e II podemos concluir que a persis-tncia da fome no Brasil resulta principalmente:

    a) da renda insuficiente dos trabalhadores.

    b) de uma rede de transporte insuficiente.

    c) da carncia de terras produtivas.

    d) do processo de industrializao.

    e) da pequena produo de gros.

    5. a vida na rua como ela O Ministrio do Desenvolvimento Social e Combate

    Fome (MDS) realizou, em parceria com a ONU, uma pes-quisa nacional sobre a populao que vive na rua, tendo sido ouvidas 31 922 pessoas em 71 cidades brasileiras. Nesse levantamento, constatou-se que a maioria dessa populao sabe ler e escrever (74%), que apenas 15,1% vivem de esmolas e que, entre os moradores de rua que ingressaram no ensino superior, 0,7% se diplomou. Ou-tros dados da pesquisa so apresentados nos quadros a seguir.

    Por que vive na rua?

    Escolaridade

    Adap.: ISTO, 7 maio 2008. p. 21.

    As informaes apresentadas no texto so suficientes para se concluir que:

    a) as pessoas que vivem na rua e sobrevivem de esmolas so aquelas que nunca estudaram.

    b) as pessoas que vivem na rua e cursaram o ensino fun-damental, completo ou incompleto, so aquelas que sabem ler e escrever.

    c) existem pessoas que declararam mais de um motivo para estarem vivendo na rua.

    d) mais da metade das pessoas que vivem na rua e que ingressaram no ensino superior se diplomou.

    e) as pessoas que declararam o desemprego como mo-tivo para viver na rua tambm declararam a decepo amorosa.

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  • 6. A tabela a seguir apresenta dados referentes mortali-dade infantil, porcentagem de famlias de baixa renda com crianas menores de 6 anos e s taxas de analfa-betismo das diferentes regies brasileiras e do Brasil como um todo.

    Regies do Brasil

    Mortalidade infantil*

    Famlias de baixa renda

    com crianas menores de

    6 anos (em %)

    Taxa de analfabetismo

    em maiores de 15 anos

    (em %)

    Norte 35,6 34,5 12,7

    Nordeste 59,0 54,9 29,4

    Sul 22,5 22,4 8,3

    Sudeste 25,2 18,9 8,6

    Centro- -Oeste 25,4 25,5 12,4

    Brasil 36,7 31,8 14,7

    FOLHA DE S.PAULO, 11 mar. 1999.

    * A mortalidade infantil indica o nmero de crianas que morrem antes de completar um ano de idade para cada grupo de 1 000 crianas que

    nasceram vivas.

    Suponha que um grupo de alunos recebeu a tarefa de pesquisar fatores que interferem na manuteno da sade ou no desenvolvimento de doenas. O primeiro grupo deveria colher dados que apoiassem a ideia de que se combatendo agentes biolgicos e qumicos se garante a sade. J o segundo grupo deveria coletar in-formaes que reforassem a ideia de que a sade de um indivduo est diretamente relacionada sua condi-o socioeconmica.

    Os dados da tabela podem ser utilizados apropriadamente para: a) apoiar apenas a argumentao do primeiro grupo. b) apoiar apenas a argumentao do segundo grupo. c) refutar apenas a posio a ser defendida pelo segundo

    grupo. d) apoiar a argumentao dos dois grupos. e) refutar as posies a serem defendidas pelos dois grupos.

    7. A tabela a seguir apresenta algumas das principais causas de mortes no Brasil, distribudas por regio.

    Taxa por 10 000 habitantes

    Brasil Regio KRegio

    X Regio

    W Regio

    Y Regio

    Z

    Causas mal definidas 9 5 15 8 6 6

    Causas externas 7 8 5 5 7 9

    neoplasias (cnceres) 6 5 3 3 9 9

    doenas respiratrias 6 4 3 2 8 7

    Ministrio da Sade, 1996.

    So conhecidas ainda as seguintes informaes sobre as causas de bitos:

    A dificuldade na obteno de informaes, a falta de notificao e o acesso precrio aos servios de sade so fatores relevantes na contabilizao dos bitos por causas mal definidas.

    O aumento da esperana de vida faz com que haja cada vez mais pessoas com maiores chances de desenvolver algum tipo de cncer.

    As mortes por doenas do aparelho respiratrio esto estreitamente associadas poluio nos grandes cen-tros urbanos.

    Os acidentes de trnsito e os assassinatos repre-sentam a quase totalidade das mortes por causas externas.

    A regio Norte a nica que apresenta todas as taxas por 10 000 habitantes abaixo da taxa mdia brasileira.

    Levando em considerao essas informaes e o panorama social, econmico e ambiental do Brasil, pode-se concluir que as regies K, X, W, Y e Z da tabela indicam, respectiva-mente, as regies:

    a) Sul, Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

    b) Centro-Oeste, Sudeste, Norte, Nordeste e Sul.

    c) Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sul e Sudeste.

    d) Norte, Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Sudeste.

    e) Norte, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Sul.

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