MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO ... ?· MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E…

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<ul><li><p>MINISTRIO DO PLANEJAMENTO, ORAMENTO E GESTO </p><p>Secretaria de Gesto Pblica </p><p>Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal </p><p>Coordenao-Geral de Aplicao das Normas </p><p>NOTA INFORMATIVA N 335/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP </p><p>Assunto: PSS sobre o Adicional de Planto Hospitalar - APH </p><p> SUMRIO EXECUTIVO </p><p>1. O Departamento de Polticas de Sade, Previdncia e Benefcios do Servidor </p><p>desta Secretaria DESAP/SEGEP, por intermdio da Nota Tcnica n 137/2013/DESAP/ </p><p>SEGEP/MP, fls. 24/26, encaminha o processo em epgrafe, com consulta acerca da natureza </p><p>remuneratria do Adicional por Planto Hospitalar, a fim de verificar se h ou no incidncia </p><p>de PSS sobre o referido adicional. </p><p>2. Considerando que o Adicional por Planto Hospitalar devido apenas ao </p><p>servidor que se encontre desempenhando atividades hospitalares, em regime de planto, </p><p>naquelas unidades elencadas no art. 298 da Lei n 11.907/2009, depreende-se que se trata de </p><p>um adicional de localidade. Ademais, o referido adicional possui carter transitrio, em </p><p>virtude de a legislao estabelecer expressamente quais servidores podero receb-lo, </p><p>estipulando como critrio para a sua percepo o efetivo exerccio somente nas unidades de </p><p>que trata o artigo precitado. </p><p>3. Encaminhem-se os autos Departamento de Polticas de Sade, Previdncia e </p><p>Benefcios do Servidor desta Secretaria DESAP/SEGEP, para conhecimento e demais </p><p>providncias de sua alada. </p><p> INFORMAES </p><p>4. Iniciaram-se os autos por meio de requerimento da servidora </p><p>XXXXXXXXXXXXXXXXX, fl. 02, objetivando reviso do desconto do PSS, o qual sofreu </p><p>alterao aps a percepo do Adicional por Planto Hospitalar. </p><p>5. Sobre o assunto, o Departamento de Gesto Hospitalar no Estado do Rio de </p><p>Janeiro da Secretaria de Ateno Sade, em despacho de fl. 19, entendeu que o Adicional </p></li><li><p>NI APH MS 2 </p><p>por Planto Hospitalar integra a base de clculo de contribuio do PSS, em virtude de a Lei </p><p>n 10.887, de 2004, no ter excludo o referido adicional da base de contribuio do servidor </p><p>pblico. Todavia, em virtude de no encontrar legislao expressa acerca da matria, solicitou </p><p>manifestao da Coordenao de Legislao de Pessoal do Ministrio da Sade, a qual se </p><p>pronunciou por meio do DESPACHO/GAAVM/DINOR/COLEP/CGESP/SAA/SE/MS/N </p><p>549/2013, fl. 21, da seguinte forma: </p><p>5. Observa-se, portanto, que o APH no incorpora a remunerao do servidor, </p><p>assim, apesar da letra da lei, deveria ter sido dado o mesmo tratamento dos </p><p>benefcios e adicionais que no incorporam a remunerao ou proventos do </p><p>servidor, como: adicional de frias, assistncia pr-escolar, auxlio-moradia; os </p><p>quais a Lei n 12.688/2012 j isentou do PSS ao proceder alterao na Lei n </p><p>10.887/2004. </p><p>[...] </p><p>7. Desta forma, no sendo o APH, assim como o adicional de frias, uma vantagem </p><p>permanente e por no integrar clculo da remunerao/proventos do servidor, seria </p><p>ideal que o mesmo tratamento fosse dado ao APH, ou seja, que no haja incidncia </p><p>de PSS. </p><p>6. Instado a se manifestar, o Departamento de Polticas de Sade, Previdncia e </p><p>Benefcios do Servidor deste Ministrio, mediante Nota Tcnica n 137/2013/DESAP/ </p><p>SEGEP/MP, fls. 24/26, exps o que se segue: </p><p>11. Depreende-se que o APH no consta na relao de vantagens que devem ser </p><p>excludas da base de contribuio do servidor para incidncia de PSS, o que nos </p><p>leva a crer que por essa razo o adicional esteja sendo considerado para a referida </p><p>incidncia. </p><p>[...] </p><p>13. Nesse sentido, no h determinao legal para incidncia de contribuio </p><p>previdenciria sobre o APH, e h divergncias quanto a considerar a referida </p><p>parcela como uma parcela remuneratria em decorrncia do local de trabalho </p><p>(inciso VII), haja vista, que para a percepo do adicional no basta que o servidor </p><p>se encontre no local de trabalho, mas sim que o planto hospitalar naquele local se </p><p>d em perodo que ultrapasse a carga horria semanal de trabalho do seu cargo </p><p>efetivo. </p><p>14. Assim, procedendo interpretao sistemtica dos dispositivos que regulam a </p><p>matria, pode-se concluir em sntese que: </p><p> O Adicional por Planto Hospitalar APH no se incorpora aos vencimentos, remunerao e aos proventos de aposentadoria ou penso; </p><p> O APH no integra a base de contribuio para incidncia previdenciria e nem compe o rol de vantagens excludas de incidncia, na forma do pargrafo 1 </p><p>da Lei n 10.887/2004. </p><p>15. Por outro lado, caso a referida vantagem seja considerada parcela remuneratria em decorrncia do local de trabalho poder o servidor optar por sua </p></li><li><p>NI APH MS 3 </p><p>incluso na base de clculo para contribuio ao PSS. Se no for considerada dessa </p><p>forma, dever haver a normatizao da matria ou mesmo a elaborao de lei com </p><p>vistas a sanar a referida situao e incluir a vantagem no rol de que trata o 1 da </p><p>Lei n 10.887/2004. </p><p>7. Quanto ao Adicional por Planto Hospitalar, convm destacar que este </p><p>devido aos servidores em efetivo exerccio de atividades hospitalares, desempenhadas em </p><p>regime de planto nas reas indispensveis ao funcionamento ininterrupto dos hospitais </p><p>universitrios, conforme expresso no art. 298 da Lei n 11.907, de 02 de fevereiro de 2009, in </p><p>verbis: </p><p>Art. 298. Fica institudo o Adicional por Planto Hospitalar - APH devido aos </p><p>servidores em efetivo exerccio de atividades hospitalares, desempenhadas em </p><p>regime de planto nas reas indispensveis ao funcionamento ininterrupto dos </p><p>hospitais universitrios vinculados ao Ministrio da Educao, do Hospital </p><p>das Foras Armadas, vinculado ao Ministrio da Defesa, e do Hospital Geral </p><p>de Bonsucesso - HGB, do Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia - INTO, </p><p>do Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras - INCL, do Hospital dos </p><p>Servidores do Estado - HSE, do Hospital Geral de Jacarepagu - HGJ, do </p><p>Hospital do Andara - HGA, do Hospital de Ipanema - HGI, do Hospital da </p><p>Lagoa - HGL e do Instituto Nacional de Cncer - INCA, vinculados ao </p><p>Ministrio da Sade. (Redao dada pela Lei n 12.155, de </p><p>2009) (Regulamento) </p><p>Pargrafo nico. Faro jus ao APH os servidores em exerccio nas unidades </p><p>hospitalares de que trata o caput deste artigo quando trabalharem em regime de </p><p>planto: </p><p> I - integrantes do Plano de Carreiras dos Cargos Tcnico-Administrativos em </p><p>Educao, de que trata a Lei n 11.091, de 12 de janeiro de 2005, titulares de </p><p>cargos de provimento efetivo da rea de sade; </p><p>II - integrantes da Carreira de Magistrio Superior, de que trata a Lei n 7.596, de </p><p>10 de abril de 1987, que desenvolvam atividades acadmicas nas unidades </p><p>hospitalares; </p><p>III - ocupantes dos cargos de provimento efetivo regidos pela Lei n 8.112, de 11 </p><p>de dezembro de 1990, em exerccio nas unidades hospitalares do Ministrio da </p><p>Sade referidas no caput deste artigo. </p><p>IV - integrantes da Carreira da Previdncia, da Sade e do Trabalho, estruturada </p><p>pela Lei no 11.355, de 19 de outubro de 2006, titulares de cargos de provimento </p><p>efetivo da rea de sade em exerccio nas unidades hospitalares. </p><p>[...] </p><p>Art. 304. O APH no se incorpora aos vencimentos, remunerao nem aos </p><p>proventos da aposentadoria ou penso e no servir de base de clculo de qualquer </p><p>benefcio, adicional ou vantagem. (Regulamento) </p><p>Art. 305. O APH no ser devido no caso de pagamento de adicional pela </p><p>prestao de servio extraordinrio ou adicional noturno referente mesma hora de </p><p>trabalho. (Regulamento) </p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/Lei/L12155.htm#art8http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/Lei/L12155.htm#art8http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/Decreto/D7186.htmhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11091.htmhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7596.htmhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7596.htmhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8112cons.htmhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8112cons.htmhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/Decreto/D7186.htmhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/Decreto/D7186.htm</p></li><li><p>NI APH MS 4 </p><p>8. Destaque-se que o Decreto n 7.186, de 27 de maio de 2010, regulamentou os </p><p>critrios de fixao do quantitativo mximo de plantes permitido para cada unidade </p><p>hospitalar e os critrios para implementao do Adicional por Planto Hospitalar. Vejamos: </p><p>Art. 1o Este Decreto regulamenta os critrios de fixao do quantitativo </p><p>mximo de plantes permitido para cada unidade hospitalar e os critrios </p><p>para implementao do Adicional por Planto Hospitalar - APH, institudo </p><p>pela Lei no 11.907, de 2 de fevereiro de 2009, para os hospitais universitrios, </p><p>vinculados ao Ministrio da Educao, para o Hospital das Foras Armadas, </p><p>vinculado ao Ministrio da Defesa, e para o Hospital Federal de Bonsucesso, o </p><p>Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, o Instituto Nacional de </p><p>Cardiologia, o Hospital Federal dos Servidores do Estado, o Hospital Federal </p><p>Cardoso Fortes, o Hospital Federal do Andara, o Hospital Federal de </p><p>Ipanema, o Hospital Federal da Lagoa e o Instituto Nacional de Cncer -</p><p> INCA, vinculados ao Ministrio da Sade. </p><p>Art. 2o O APH devido aos servidores em efetivo exerccio de atividades </p><p>hospitalares, desempenhadas em regime de planto, nas reas indispensveis ao </p><p>funcionamento ininterrupto dos hospitais. </p><p>Pargrafo nico. O APH objetiva suprir as necessidades fins do atendimento ao </p><p>sistema de sade e, concomitantemente, no caso dos hospitais de ensino, garantir </p><p>melhor acompanhamento, pelos docentes e preceptores, das atividades </p><p>desenvolvidas pelos alunos no estgio curricular supervisionado obrigatrio de </p><p>concluso dos cursos da rea da sade, em regime de internato, e dos ps-</p><p>graduandos em residncias em sade. </p><p>Art. 3o Para os efeitos deste Decreto, considera-se: </p><p>I - planto hospitalar, aquele em que o servidor estiver no exerccio das </p><p>atividades hospitalares, alm da carga horria semanal de trabalho do seu </p><p>cargo efetivo, durante doze horas ininterruptas ou mais; e </p><p>II - planto de sobreaviso, aquele em que o servidor titular de cargo de nvel </p><p>superior estiver, alm da carga horria semanal de trabalho do seu cargo efetivo, </p><p>fora da instituio hospitalar e disponvel ao pronto atendimento das necessidades </p><p>essenciais de servio, de acordo com a escala previamente aprovada pela direo </p><p>do hospital ou unidade hospitalar. </p><p> 1o Cada planto ter durao mnima de doze horas ininterruptas. </p><p> 2o O servidor dever cumprir a jornada diria de trabalho a que estiver </p><p>sujeito em razo do cargo de provimento efetivo que ocupa, </p><p>independentemente da prestao de servios de planto. </p><p> 3o As atividades de planto no podero superar vinte e quatro horas por </p><p>semana. </p><p> 4o O servidor escalado para cumprir planto de sobreaviso dever atender </p><p>prontamente ao chamado do hospital e, durante o perodo de espera, no praticar </p><p>atividades que o impeam de comparecer ao servio ou retardem o seu </p><p>comparecimento, quando convocado. </p><p>9. Da leitura dos dispositivos supra, verifica-se que faro jus ao Adicional por </p><p>Planto Hospitalar APH apenas os servidores elencados no pargrafo nico do art. 298 da </p><p>Lei n 11.907/2009, em efetivo exerccio de atividades hospitalares, quando trabalharem em </p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/Lei/L11907.htm</p></li><li><p>NI APH MS 5 </p><p>regime de planto, desde que tais atividades sejam desempenhadas nas reas indispensveis </p><p>ao funcionamento ininterrupto dos hospitais universitrios vinculados ao Ministrio da </p><p>Educao, do Hospital das Foras Armadas, vinculado ao Ministrio da Defesa, e do Hospital </p><p>Geral de Bonsucesso - HGB, do Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia - INTO, do </p><p>Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras - INCL, do Hospital dos Servidores do </p><p>Estado - HSE, do Hospital Geral de Jacarepagu - HGJ, do Hospital do Andara - HGA, do </p><p>Hospital de Ipanema - HGI, do Hospital da Lagoa - HGL e do Instituto Nacional de Cncer - </p><p>INCA, vinculados ao Ministrio da Sade. </p><p>10. Frise-se que o planto hospitalar se refere quele em que o servidor estiver no </p><p>exerccio das atividades hospitalares, alm da carga horria semanal de trabalho do seu cargo </p><p>efetivo, durante doze horas ininterruptas ou mais. Ademais, o servidor, independentemente da </p><p>prestao de servio de planto, dever cumprir integralmente a jornada de trabalho semanal </p><p>referente ao seu cargo efetivo. Deve-se salientar, ainda, que o referido adicional no se </p><p>incorpora aos vencimentos, remunerao nem aos proventos da aposentadoria ou penso e </p><p>no servir de base de clculo de qualquer benefcio, adicional ou vantagem. </p><p>11. Dessa forma, considerando que o Adicional por Planto Hospitalar devido </p><p>apenas ao servidor que se encontre desempenhando atividades hospitalares, em regime de </p><p>planto, naquelas unidades elencadas no art. 298 da Lei n 11.907/2009, depreende-se que se </p><p>trata de um adicional de localidade. </p><p>12. Cabe esclarecer, portanto, que o referido adicional possui carter transitrio, </p><p>em virtude de a legislao estabelecer expressamente quais servidores podero receb-lo, </p><p>estipulando como critrio para a sua percepo o efetivo exerccio somente nas unidades de </p><p>que trata o artigo precitado. Dessa forma, o Adicional por Planto Hospitalar somente ser </p><p>devido enquanto o servidor se encontrar nessa condio. </p><p>13. Importa salientar, a ttulo de elucidao, que o carter transitrio de adicionais </p><p>foi analisado pela Consultoria Jurdica deste Ministrio, especificamente, em relao ao </p><p>adicional de insalubridade e ao adicional noturno, por intermdio do PARECER N 0646-</p><p>3.9/2013/ACS/CONJUR-MP/CGU/AGU, nos seguintes termos: </p><p>23. Tendo em vista que o adicional noturno e o adicional de insalubridade possuem </p><p>carter transitrio, j que s so pagos quando o servidor efetivamente tem que </p></li><li><p>NI APH MS 6 </p><p>trabalhar durante o perodo noturno ou exerce atividade considerada insalubre de </p><p>forma habitual, conclui-se que ambos os adicionais possuem carter transitrio, no </p><p>podendo ser considerados como parte integrante da remunerao dos servidores. </p><p>14. Com estas informaes, sugere-se a restituio dos autos ao Departamento de </p><p>Polticas de Sade, Previdncia e Benefcios do Servidor desta Secretaria DESAP/SEGEP, </p><p>para conhecimento e demais providncias de sua alada. </p><p> deliberao da Senhora Coordenadora-Geral. </p><p>Braslia, 21 de novembro de 2014. </p><p>PATRCIA MARINHO DOS SANTOS </p><p> Tcnica da DILAF MRCIA ALVES DE ASSIS </p><p>Chefe da Diviso de Direitos, Vantagens, </p><p>Licenas e Afastamentos DILAF </p><p>De acordo. deliberao do Senhor Diretor, para apreciao dos termos </p><p>tcnicos expostos e, se de acordo, encaminhamento ao rgo consulente. </p><p>Braslia, 28 de novembro de 2014. </p><p>ANA CRISTINA S TELES DVILA </p><p>Coordenadora-Geral de Aplicao das Normas </p><p>De acordo. considerao da Senhora Secretria de Gesto Pblica. </p><p>Braslia, 28 de novembro de 2014. </p><p>ROGRIO XAVIER ROCHA </p><p>Diretor do Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal </p><p>De acordo. Encaminhem-se os autos Departamento de Polticas de Sade, </p><p>Previdncia e Benefcios do Servidor desta Secretaria DESAP/SEGEP, na forma proposta. </p><p>Braslia, 1 de dezembro de 2014. </p><p>ANA LCIA AMORIM DE BRITO </p><p>Secretria de Gesto Pblica </p></li></ul>

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