MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO ?RIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO FUNDAÇÃO…

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  • MINISTRIO DO PLANEJAMENTO, ORAMENTO E GESTO

    FUNDAO ESCOLA NACIONAL DE ADMINISTRAO PBLICA

    RELATRIO DE GESTO DO EXERCCIO DE 2014

    BRASLIA DF ABRIL/2015

  • MINISTRIO DO PLANEJAMENTO, ORAMENTO E GESTO

    FUNDAO ESCOLA NACIONAL DE ADMINISTRAO PBLICA

    RELATRIO DE GESTO DO EXERCCIO DE 2014

    Relatrio de Gesto do exerccio de 2014 apresentado aos rgos de controle interno e externo e sociedade como prestao de contas anual a que esta Unidade Jurisdicionada est obrigada nos termos do pargrafo nico do art. 70 da Constituio Federal, elaborado de acordo com as disposies da IN TCU n 63/2010, da DN TCU n 134/2013 e alterada pela DN TCU n 139/2014 e da Portaria TCU n 090/2014.

    BRASLIA DF ABRIL/2015

  • 2

    SUMRIO

    LISTA DE QUADROS ...................................................................................................................... 4

    LISTA DE FIGURAS ........................................................................................................................ 7

    LISTA DE ABREVIAES E SIGLAS .......................................................................................... 8

    INTRODUO ................................................................................................................................ 11

    1. IDENTIFICAO E ATRIBUTOS DA UNIDADE JURISDICIONADA CUJAS GESTES COMPEM O RELATRIO ..................................................................................... 14

    1.1. Identificao da unidade jurisdicionada ................................................................................. 14

    1.2. Finalidade e Competncias Institucionais da Unidade .......................................................... 16

    1.3. Organograma Funcional......................................................................................................... 19

    1.4. Macroprocessos Finalsticos ................................................................................................... 22

    2. INFORMAES SOBRE A GOVERNANA ......................................................................... 28

    2.1. Estrutura de Governana ........................................................................................................ 28

    2.2. Atuao da Unidade de Auditoria Interna .............................................................................. 36

    2.4. Avaliao do Funcionamento dos Controles Internos ............................................................ 42

    3. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE ......................................................................... 45

    3.1. Canais de acesso do cidado .................................................................................................. 45

    3.2. Carta de Servios ao Cidado ................................................................................................ 49

    3.3. Mecanismos para medir a satisfao dos produtos e servios ............................................... 50

    3.4. Mecanismos de transparncia das informaes relevantes da unidade jurisdicionada ......... 55

    3.6. Medidas Relativas acessibilidade ........................................................................................ 56

    4. AMBIENTE DE ATUAO ...................................................................................................... 59

    4.1. Informaes sobre o ambiente de atuao da unidade jurisdicionada .................................. 59

    5. PLANEJAMENTO DA UNIDADE E RESULTADOS ALCANADOS ............................... 66

    5.1. Planejamento da unidade ........................................................................................................ 66

    5.2. Programao oramentria e financeira e resultados alcanados ........................................ 69

    5.3. Informaes sobre outros resultados da gesto ...................................................................... 78

    5.4. Informaes sobre indicadores de desempenho operacional ................................................. 78

    5.5. Informaes sobre custos de produtos e servios ................................................................... 79

    6. TPICOS ESPECIAIS DA EXECUO ORAMENTRIA E FINANCEIRA. ............... 80

    6.1. Programao e Execuo das despesas .................................................................................. 80

    6.2. Despesas com aes de publicidade e propaganda ................................................................ 91

    6.3. Reconhecimento de Passivos por insuficincia de crditos ou recursos ................................ 91

  • 3

    6.4. Movimentao e os saldos de restos a pagar de exerccios anteriores .................................. 92

    6.5. Transferncias de Recursos .................................................................................................... 93

    6.6. Suprimento de Fundos ............................................................................................................. 95

    6.7. Renncias sob a Gesto da UJ ................................................................................................ 96

    7. GESTO DE PESSOAS, TERCEIRIZAO DE MO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS ........................................................................................................................... 97

    7.1. Estrutura de pessoal da unidade ............................................................................................. 97

    7.2. Contratao de mo de obra de apoio e de estagirios ....................................................... 105

    7.3. Demonstrativo das medidas adotadas para reviso dos contratos vigentes ........................ 107

    8. GESTO DO PATRIMNIO MOBILIRIO E IMOBILIRIO........................................ 108

    8.1. Gesto da Frota de Veculos Prprios e Contratados de Terceiros ..................................... 108

    8.2. Gesto do Patrimnio Imobilirio ........................................................................................ 108

    8.3. Bens Imveis Locados de Terceiros ...................................................................................... 111

    9. GESTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAO .............................................................. 112

    9.1. Gesto da Tecnologia da Informao (TI) ............................................................................ 112

    10. GESTO DO USO DOS RECURSOS RENOVVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL ................................................................................................................................. 116

    10.1. Gesto do Uso dos Recursos Renovveis e Sustentabilidade Ambiental ............................ 116

    11. ATENDIMENTO DE DEMANDAS DE RGO DE CONTROLE. ................................ 117

    11.1. Tratamento de deliberaes exaradas em acrdo do TCU ............................................... 117

    11.2. Tratamento de Recomendaes do rgo de Controle Interno (OCI) ............................... 117

    11.3. Declarao de Bens e Rendas Estabelecida na Lei n 8.730/93 ........................................ 120

    11.4. Medidas Adotadas em Caso de Dano ao Errio ................................................................. 120

    11.5. Alimentao SIASG E SICONV ........................................................................................... 121

    12. INFORMAES CONTBEIS ............................................................................................. 122

    12.1. Medidas Adotadas para Adoo de Critrios e Procedimentos Estabelecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Pblico........................................................... 122

    12.2. Apurao dos custos dos programas e das unidades administrativas ................................ 122

    12.3. Conformidade Contbil ....................................................................................................... 122

    12.4. Declarao do Contador Atestando a Conformidade das Demonstraes Contbeis ....... 123

    13. OUTRAS INFORMAES SOBRE A GESTO ................................................................ 124

    13.1. Outras Informaes Consideradas Relevantes pela UJ ...................................................... 124

    14. CONSIDERAES FINAIS ............................................................................................ 126

    ANEXOS E APNDICES ............................................................................................................. 128

  • 4

    LISTA DE QUADROS

    Quadro A.1.1.1 Identificao da UJ Relatrio de Gesto Individual .................................... 14

    Quadro A.1.3 Informaes sobre reas ou subunidades estratgicas ...................................... 20

    Quadro A.1.4.1 Cadeia de Valor da ENAP 2011 ........................................................................ 22

    Quadro A.1.4.2 Macroprocessos finalsticos resultantes da diviso ......................................... 23

    Quadro A.2.4 Avaliao do Sistema de Controles Internos da UJ ........................................... 42

    Quadro A.3.1.1 Canais de comunicao da ENAP..................................................................... 45

    Quadro A.3.1.2 Outros canais de acesso disponveis ao cidado no Portal ENAP ................. 46

    Quadro A.3.1.3 Formas de comunicao da ENAP com a comunidade externa e interna .... 47

    Quadro A.3.1.4 Informativos da ENAP para a comunidade interna e externa ...................... 48

    Quadro A.5.1.2.1 Status dos Projetos Estratgicos .................................................................... 68

    Quadro 5.2.3.1. Aes OFSS ......................................................................................................... 69

    Quadro A.5.2.3.3 Aes no Previstas LOA 2014 Restos a Pagar OFSS ........................... 77

    Quadro A.5.4 Indicadores de Desempenho ................................................................................. 78

    Quadro A.6.1.1 Programao de Despesas ................................................................................. 80

    Quadro A.6.1.2.2 Movimentao Oramentria Externa por Grupo de Despesa .................. 81

    Quadro A.6.1.3.1 Despesas por Modalidade de Contratao Crditos Originrios Total ............................................................................................................................................................ 83

    Quadro A.6.1.3.2 Despesas executadas diretamente pela UJ, por modalidade de contratao Crditos Originrios ..................................................................................................................... 84

    Quadro A.6.1.3.3 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos Originrios Total ............................................................................................................................................................ 85

    Quadro A.6.1.3.4 Despesas executadas diretamente pela UJ Crditos Originrios ............. 86

    Quadro A.6.1.3.5 Despesas por Modalidade de Contratao Crditos de Movimentao .. 88

    Quadro A.6.1.3.6 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos de Movimentao ............................................................................................................................................................ 89

    Quadro A.6.2 Despesas com Publicidade .................................................................................... 91

    Quadro A.6.4 Restos a Pagar inscritos em Exerccios Anteriores ............................................ 92

  • 5

    Quadro A.6.5.1 Caracterizao dos instrumentos de transferncias vigentes no exerccio de referncia ........................................................................................................................................... 93

    Quadro A.6.5.2 Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos trs ltimos exerccios ... 94

    Quadro A.6.5.3 Resumo da prestao de contas sobre transferncias concedidas pela UJ na modalidade de convnio, termo de cooperao e de contratos de repasse. ................................. 94

    Quadro A.7.1.1.1 Fora de Trabalho da UJ ................................................................................ 97

    Quadro A.7.1.1.2 Distribuio da Lotao Efetiva .................................................................... 97

    Quadro A.7.1.1.3 Detalhamento da estrutura de cargos em comisso e funes gratificadas da UJ .................................................................................................................................................. 98

    Quadro A.7.1.1.4 Quantitativo de servidores da ENAP por faixa etria ................................. 98

    Quadro A.7.1.1.5 Quantidade de afastamentos por tipo e por ms .......................................... 99

    Quadro A.7.1.2 Participaes por campos temticos do PACE .............................................. 100

    Quadro A.7.1.3 Custos do pessoal .............................................................................................. 102

    Quadro A.7.1.6 Execuo do Plano de Capacitao 2014 ....................................................... 104

    Quadro A.7.2.1 Contratos de prestao de servios de limpeza e higiene e vigilncia ostensiva .......................................................................................................................................... 105

    Quadro A.7.2.2 Contratos de prestao de servios com locao de mo de obra ............... 106

    Quadro A.7.2.4 Composio do Quadro de Estagirios .......................................................... 107

    Quadro A.8.2.1 Distribuio Espacial dos Bens Imveis de Uso Especial de Propriedade da Unio ................................................................................................................................................ 109

    Quadro A.8.2.2.1 Imveis de Propriedade da Unio sob responsabilidade da UJ, exceto Imvel Funcional ............................................................................................................................ 110

    Quadro A.8.2.3 Discriminao de Imveis Funcionais da Unio sob responsabilidade da UJ .......................................................................................................................................................... 110

    Quadro A.9.1.1 Contratos na rea de Tecnologia da Informao em 2014 .......................... 112

    Quadro A.9.1.2 Sistemas da ENAP relacionados aos principais macroprocessos ................ 114

    Quadro A.9.1.3 Relao de Necessidades Constantes do PDTI 2014-2015 ............................ 115

    Quadro A.10.1 Aspectos da Gesto Ambiental......................................................................... 116

    Quadro A.11.2.1 Relatrio de cumprimento das recomendaes do rgo de controle interno .......................................................................................................................................................... 117

    Quadro A.11.2.2 Situao das recomendaes do OCI que permanecem pendentes de atendimento no exerccio ............................................................................................................... 118

  • 6

    Quadro A.11.3.1 Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da UJ, da obrigao de entregar a DBR ........................................................................................................ 120

    Quadro A.11.5 Declarao de insero e atualizao de dados no SIASG e SICONV ......... 121

    Quadro A.12.4.2 Declarao do Contador com Ressalvas sobre a Fidedignidade das Demonstraes Contbeis .............................................................................................................. 123

  • 7

    LISTA DE FIGURAS

    Figura A.1.4.1 Macroprocesso finalstico representado na Cadeia de Valor da ENAP ......... 22

    Figura A.1.4.2 Macroprocesso Selecionar e Contratar Docentes ......................................... 24

    Figura A.1.4.3 Macroprocesso Administrar oramento, finanas e contabilidade ............. 25

    Figura A.1.4.4 Macroprocesso Gesto Acadmica ................................................................. 26

    Figura A.4.1.1 Distribuio por regio das instituies da Rede de Escolas de Governo ...... 62

    Figura A.4.1.2 Escolas por esfera da Federao participantes do X-ENEG ........................... 63

    Figura A.4.1.3 Percentual de Escolas de Governo por Regio .................................................. 63

    Figura A.5.1.1.1 Mapa estratgico da ENAP .............................................................................. 67

    Figura A.7.1.1.1 Quantitativo de afastamentos por ms............................................................ 99

  • 8

    LISTA DE ABREVIAES E SIGLAS

    ABC Agncia Brasileira de Cooperao

    ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas

    ACE Analista de Comrcio Exterior

    ACI Assessoria de Cooperao Internacional

    AFC Analista de Finanas e Controle

    AIE/EIE Analista de Infraestrutura / Especialista de Infraestrutura

    AP Assessoria da Presidncia

    APO Analista de Planejamento e Oramento

    ATPS Analista Tcnico de Polticas Sociais

    CAS Comisso de Avaliao dos Servidores

    CD Conselho Diretor

    CEDAM Centro de Desenvolvimento da Administrao Pblica

    CGA Coordenao-Geral de Administrao

    CGCE Coordenao-Geral de Comunicao e Editorao

    CGCON Coordenao-Geral de Gesto da Informao e do Conhecimento

    CGE Coordenao-Geral de Especializao

    CGEAD Coordenao-Geral de Educao a Distncia

    CGF Coordenao-Geral de Formao

    CGGP Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas

    CGPE Coordenao-Geral de Projetos Especiais

    CGPROG Coordenao-Geral de Programas de Capacitao

    CGPROJ Coordenao-Geral de Projetos de Capacitao

    CGTI Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao

    CGU Controladoria Geral da Unio

    CLAD Centro Latino Americano de Administrao para o Desenvolvimento

    CNE Conselho Nacional de Educao

    COMLIDE Programa Comunicao & Liderana

    CPA Comisso Prpria de Avaliao

    DBR Declarao de Bens e Rendas

    DCP Diretoria de Comunicao e Pesquisa

    DDG Diretoria de Desenvolvimento Gerencial

    DF Distrito Federal

    DFP Diretoria de Formao Profissional

    DGI Diretoria de Gesto Interna

    DN Deciso Normativa

    DOU Dirio Oficial da Unio

    DVP Demonstrao das Variaes Patrimoniais

    EaD Educao a Distncia

    EGPDH Especializao em Gesto de Polticas Pblicas de Direitos Humanos

    EGPInfra Especializao em Gesto Pblica de Infraestrutura

  • 9

    EIAPP Escola Ibero-Americana de Polticas Pblicas

    e-MAG Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrnico

    ENAM Escola Nacional de Mediao

    ENAP Escola Nacional de Administrao Pblica

    ENCE Escola Nacional de Cincias Estatsticas

    ENEG Encontro Nacional da Rede de Escolas de Governo

    ENSP Escola Nacional de Sade Pblica Srgio Arouca

    EPPGG Especialista em Polticas Pblicas e Gesto Governamental

    e-SCI Sistema de Informao ao Cidado

    ESPEN Escola Nacional de Servios Penais

    FUNCEP Fundao Centro de Formao do Servidor Pblico

    GAEG Gratificao Temporria de Atividade em Escola de Governo

    GDPGPE Gratificao de Desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo

    GECC Gratificao por Encargo de Curso ou Concurso

    GLAP Grupo Latinoamericano por la Administracin Pblica

    IIAS International Institute of Administrative Sciences

    IN Instruo Normativa

    IRBR Instituto Rio Branco

    LAI Lei de Acesso Informao

    LDO Lei de Diretrizes Oramentrias

    LOA Lei Oramentria Anual

    MDIC Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio Exterior

    MDS/SAGI Ministrio do Desenvolvimento Social e Combate Fome / Secretaria de Avaliao e Gesto da Informao

    MEC Ministrio da Educao

    MP Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto

    NBC Norma Brasileira de Contabilidade

    OCI rgo de Controle Interno

    ODM Objetivos de Desenvolvimento do Milnio

    PACE Plano Anual de Capacitao da ENAP

    PAD Processo Administrativo Disciplinar

    PAINT Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna

    PDTI Plano Diretor de Tecnologia da Informao

    Peti Plano Estratgico de Tecnologia da Informao

    Piele Programa de Incentivo ao Estudo de Lnguas Estrangeiras

    PLS Plano de Gesto de Logstica Sustentvel

    PNDP Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal

    PoSIC Poltica de Segurana da Informao e Comunicaes

    RAINT Relatrio Anual de Atividades de Auditoria Interna

    Rinape Rede dos Institutos Nacionais de Administrao Pblica e Equivalentes

    RSP Revista do Servio Pblico

    SAIS Setor de reas Isoladas Sul

  • 10

    SCDP Sistema de Concesso de Dirias e Passagens

    SDH/PR Secretaria de Direitos Humanos da Presidncia da Repblica

    SEGU Sistema de Escolas de Governo da Unio

    SERES/MEC Secretaria de Regulao e Superviso da Educao Superior / Ministrio da Educao

    SIAFI Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal

    SIASG Sistema Integrado de Administrao de Servios Gerais

    SIASS Subsistema Integrado de Ateno Sade do Servidor

    SIC Servio de Informaes ao Cidado

    SIC Sistema de Informaes de Custos

    SICONV Sistema de Gesto de Convnios e Contratos de Repasse

    SINAES Sistema Nacional de Avaliao da Educao Superior

    SIORG Sistema de Informaes Organizacionais do Governo Federal

    SIPEC Sistema de Pessoal Civil do Governo Federal

    SLTI/MP Secretaria de Logstica e Tecnologia da Informao / Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto

    SPIUnet Sistema de Gerenciamento dos Imveis de Uso Especial da Unio

    STN Secretaria do Tesouro Nacional

    TAE Tcnico em Assuntos Educacionais

    TCC Trabalho de Concluso de Curso

    TCU Tribunal de Contas da Unio

    TED Termo de Execuo Descentralizada

    TI Tecnologia da Informao

    TIC Tecnologia da Informao e Comunicao

    TNS Tcnico de Nvel de Superior

    UG Unidade Gestora

    UJ Unidade Jurisdicionada

    UnB Universidade de Braslia

    UO Unidade Oramentria

  • 11

    INTRODUO

    O Relatrio de Gesto do exerccio de 2014 da Fundao Escola Nacional de Administrao

    Pblica ENAP est estruturado nos termos da Deciso Normativa TCU n 134/2013 (alterada pela

    Deciso Normativa TCU n 139/2014) e da Portaria TCU n 90/2014. Desta forma, o Relatrio

    inicia, em seu primeiro Captulo, com informaes de identificao, apresentando a finalidade e

    competncia da ENAP, o organograma at o nvel de Coordenao-Geral e os macroprocessos

    mapeados da Escola, projeto iniciado em 2013 e continuado em 2014.

    Os captulos seguintes, 2, 3 e 4, referem-se a informaes sobre a governana (estrutura, auditoria

    interna e controles internos), sobre o relacionamento da ENAP com a sociedade (canais de acesso e

    a Carta de Servios ao Cidado, forma de acesso s informaes institucionais relacionadas a

    transparncia e questes sobre acessibilidade) e sobre o ambiente de atuao da ENAP que impacta

    os servios oferecidos e a forma de atuao, bem como seus processos de trabalho.

    A partir do Captulo 5, o Relatrio contempla o planejamento e seus desdobramentos, incluindo a

    programao oramentria e financeira e os resultados alcanados. Na sequncia, o Captulo 6

    relaciona tpicos especiais da execuo oramentria e financeira. Para os subitens deste Captulo

    vale destacar que a ENAP no possui convnios e contratos de repasses. As informaes

    apresentadas no Quadro A.6.5.3 referem-se aos Termos de Cooperao e Termos de Execuo

    Descentralizada realizados entre os exerccios de 2012 e 2014.

    Os Captulos 7, 8, 9 e 10 apresentam informaes referentes gesto interna da Escola, como a

    gesto de pessoas, gesto do patrimnio, gesto da TI e gesto do uso dos recursos renovveis e

    sustentabilidade ambiental.

    O Captulo 11 traz as informaes sobre o atendimento de demandas de rgo de controle, e o

    Captulo 12 sobre informaes contbeis. Por fim, o Captulo 13 contempla informaes adicionais

    sobre entregas, ou resultados importantes da gesto no exerccio de 2014.

    Vale destacar que todos os captulos seguiram as instrues e o respectivo escopo definidos nos

    normativos citados inicialmente. Contudo, importante salientar que alguns itens do Anexo II da

    Deciso Normativa 134/2013 no so aplicveis realidade da ENAP, quais sejam:

    Item 3.5 - Avaliao do desempenho da unidade jurisdicionada: este item se aplica s instituies que prestam servios diretamente ao cidado, o que no o caso da ENAP. O

    pblico atendido pela Escola, de acordo com sua misso institucional, constitudo

    basicamente de servidores pblicos. Para avaliao do seu desempenho a ENAP aplica

    instrumentos de avaliao de seus eventos de capacitao conforme descrito no item 3.3

    Mecanismos para medir a satisfao dos produtos e servios;

    5.2.3.4. Aes Oramento de Investimento; e Quadro A.5.2.3.4 Aes do Oramento de Investimento: este item no se aplica Enap, pois nenhuma unidade do MP possui ao do oramento de investimento, incluindo a ENAP.

    Quadro A.6.1.2.1 Movimentao Oramentria Interna por Grupo de Despesa do item 6.1.2: no se aplica ENAP uma vez que a unidade gestora (UG) equivalente tanto unidade oramentria (UO) quanto unidade jurisdicionada (UJ) de maneira que no h

    movimentao oramentria interna.

    H, ainda, outros itens do Anexo II da Deciso Normativa 134/2013 que, embora aplicveis

    natureza da ENAP, no apresentam contedos a serem declarados para o exerccio de 2014. So os

    seguintes:

    2.3 Sistema de Correio: a ENAP no possui unidade integrante do Sistema de Correio. De qualquer modo, no houve, no exerccio de 2014, instaurao de processos

  • 12

    para apurao de irregularidades cometidas por servidores pblicos, e nem a consequente

    aplicao de penalidades.

    5.2.1. Programa Temtico; Quadro A.5.2.1 Programa Temtico; 5.2.1.1. Anlise Situacional; 5.2.2. Objetivo; Quadro A.5.2.2 Objetivo fixado pelo PPA; 5.2.2.1. Anlise Situacional; 5.2.3.2. Aes/Subttulos OFSS; Quadro A.5.2.3.2 Ao/Subttulos OFSS: estes itens no foram detalhados no presente relatrio, pois o MP assumiu a responsabilidade pelo preenchimento das informaes em seu documento,

    incluindo no que se refere s instituies vinculadas. Portanto, a ENAP no preencher esses

    itens para no duplicar desnecessariamente a informao. 5.5. Informaes sobre custos de produtos e servios e Quadro A.5.5 Variaes de

    Custos: a ENAP no adota o Sistema de Informaes de Custos - SIC como principal ferramenta da sistemtica de apurao de custos, bem como no adota outro sistema para

    anlise de custos e tomada de deciso. 6.3 Reconhecimento de Passivos por insuficincia de crditos ou recursos e seu subitem

    6.3.1: no houve tal dispndio no exerccio de 2014;

    6.5.4 Informaes sobre a Anlise das Prestaes de Contas de Convnios e de Contratos de Repasse: A Escola no possui convnios e contratos de repasses. As informaes apresentadas no Quadro A.6.5.3 referem-se aos Termos de Cooperao/Termos

    de Execuo Descentralizada realizados entre os exerccios de 2012 e 2014. As

    descentralizaes realizadas antes desse perodo no apresentam pendncias nas suas

    prestaes de contas;

    6.6 Suprimento de Fundos: A ENAP no executou despesas nesta modalidade e, assim, no h informaes a serem apresentadas sobre Concesso de Suprimento de Fundos (item

    6.6.1), Utilizao de Suprimento de Fundos (item 6.6.2), Classificao dos Gastos com

    Suprimento de Fundos (item 6.6.3) e a respectiva Anlise Crtica (item 6.6.4);

    6.7 Renncias sob a Gesto da UJ: Para Benefcios Financeiros e Creditcios (item 6.7.1 e seus subitens) a ENAP no possui execuo a ser informada e para Renncias Tributrias

    (item 6.7.2 e seus subitens), esta situao no se aplica ENAP.

    7.1.4.2 Terceirizao Irregular de Cargos: Na ENAP no h servidores terceirizados que ocupam ou exercem cargos ou atividades tpicos de categorias funcionais do plano de cargos

    da Escola.

    7.3 Demonstrativo das medidas adotadas para reviso dos contratos vigentes: No houve reviso dos contratos em 2014;

    8.2.1 Distribuio Espacial dos Bens Imveis de Uso Especial: A ENAP no gestora de bens imveis classificados como Bens de Uso Especial de propriedade da Unio ou

    locados de terceiros. Os imveis relacionados no tpico 8.2.2 (Imveis sob a

    responsabilidade da UJ, exceto imvel funcional) e no tpico 8.2.3 (Imveis funcionais sob

    responsabilidade da UJ) so de propriedade da ENAP e esto sendo geridos de acordo com o

    que disciplina os Arts. 4 e 17, do Decreto n 980/1993;

    Quadro A.8.2.2.2 do Item 8.2.2: A ENAP no faz cesso de espao fsico em imvel da Unio;

    8.3 Bens Imveis Locados de Terceiros: A ENAP no faz locao de imveis de terceiros; 11.1 Tratamento de deliberaes exaradas em acrdo do TCU: no h informaes a

    serem prestadas. Sobre o item 11.1.1 Deliberaes do TCU Atendidas no Exerccio,

    informamos que o TCU no enviou deliberaes ENAP, e sobre o item 11.1.2

    Deliberaes do TCU Pendentes de Atendimento ao Final do Exerccio, no h

    deliberaes do TCU pendentes de atendimento pela ENAP;

    11.4 Medidas Adotadas em Caso de Dano ao Errio: Na ENAP no teve caso e nem necessidade para a instaurao de Tomada de Contas Especiais em 2014;

    12.8 Relatrio de Auditoria Independente: No houve Auditoria Independente.

  • 13

    As principais realizaes da ENAP no exerccio de 2014 esto relatadas de forma distribuda pelos

    tpicos do Relatrio. Merecem destaque a publicao do Regimento Interno (mencionado nos

    Captulos 1 e 13), o avano do projeto de mapeamento e automao de processos no exerccio em

    questo (descrito no Captulo 1, subitem 1.4), a publicao da Carta de Servios da ENAP em

    atendimento ao Decreto n 6.932/2009 (detalhada no Captulo 3, subitem 3.2), a pesquisa sobre o

    Sistema de Escolas de Governo da Unio SEGU (tratada nos Captulos 4 e 13), o lanamento do

    Repositrio Institucional e outras publicaes e iniciativas, todos contemplados no Captulo 13.

    As dificuldades encontradas pela Escola para realizao dos objetivos pretendidos para 2014

    referem-se principalmente ao contingenciamento oramentrio que impactou a dotao de crdito

    para investimento, a variedade e o alcance das atividades de capacitao oferecidas pelas diversas

    reas da Escola (embora tenha alcanado a maioria das metas estipuladas) e comprometeu a meta

    prevista para o desenvolvimento de novos cursos pela Coordenao-Geral de Projetos Especiais da

    ENAP tanto quanto a capacidade dos rgos pblicos federais em demandar novos cursos para a

    Escola. A execuo do Plano Anual de Capacitao da ENAP PACE para os prprios servidores

    da Escola tambm sofreu o impacto do corte oramentrio, bem como a contratao de estagirios.

    Em razo deste contingenciamento, houve aumento na quantidade de Termos de Execuo

    Descentralizadas TED e Termos de Cooperao, firmados com diversas instituies da

    Administrao Pblica Federal, para realizao de eventos diversos de capacitao e outras

    atividades da Escola. Quanto s atividades de formao inicial, no houve quaisquer realizaes por

    conta da suspenso do concurso pblico para provimento de cargos da carreira de Especialista em

    Polticas Pblicas e Gesto Governamental EPPGG. As informaes sobre estas dificuldades so

    especificadas nos Captulos 5, 6 e 7.

  • 14

    1. IDENTIFICAO E ATRIBUTOS DA UNIDADE JURISDICIONADA CUJAS GESTES COMPEM O RELATRIO

    1.1. Identificao da unidade jurisdicionada

    Quadro A.1.1.1 Identificao da UJ Relatrio de Gesto Individual

    Poder e rgo de Vinculao

    Poder: Executivo

    rgo de Vinculao: Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto Cdigo SIORG: 2981

    Identificao da Unidade Jurisdicionada

    Denominao Completa: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Denominao Abreviada: ENAP

    Cdigo SIORG: 956 Cdigo LOA: 47210 Cdigo SIAFI: 114702

    Natureza Jurdica: Fundao CNPJ: 00.627.612/0001-09

    Principal Atividade: Treinamento em Desenvolvimento Profissional e Gerencial Cdigo CNAE: 8599-6/04

    Telefones/Fax de contato: (061) 2020-3103 (061) 2020-3021 (061) 2020-3167

    Endereo Eletrnico: presidencia@enap.gov.br

    Pgina na Internet: http://www.enap.gov.br

    Endereo Postal: SAIS rea 2 A CEP 70610-900 Braslia/DF

    Normas Relacionadas Unidade Jurisdicionada

    Normas de criao e alterao da Unidade Jurisdicionada

    - Lei n 6.871 de 03 de dezembro de 1980, que criou a Fundao Centro de Formao do Servidor Pblico FUNCEP.

    - Decreto n 93.277, de 19 de dezembro de 1986, que criou, como diretorias da FUNCEP, a ENAP o CEDAM, Centro de Desenvolvimento da Administrao Pblica. - Lei n 8.140, de 28 de dezembro de 1990, que alterou a denominao de FUNCEP para ENAP.

    Outras normas infralegais relacionadas gesto e estrutura da Unidade Jurisdicionada

    - Decreto n 6.563, de 11 de setembro de 2008 (alterado pelo Decreto n 8.091, de 03 de setembro de 2013), aprova o Estatuto da ENAP. - Decreto n 5.497, de 21 de julho de 2005, define a ENAP como responsvel por promover, elaborar e executar programas de capacitao para habilitao de servidores para o exerccio de cargos de direo e assessoramento superiores - DAS.

    - Decreto n 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, institui a Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal PNDP, define a ENAP como responsvel pela coordenao do Sistema de Escolas de Governo da Unio, ratifica a competncia da ENAP estipulada pelo Dec. 5.497/05 e determina a ENAP como rgo integrante do Comit Gestor da PNDP. - Resoluo ENAP n 03, de 18 de maro de 2014, aprova o Regimento Interno da Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica ENAP.

    Manuais e publicaes relacionadas s atividades da Unidade Jurisdicionada

    Referenciais orientadores da proposta educacional da ENAP http://www.enap.gov.br/files/Referencias_Educacionais_ENAP_sem.pdf

    Orientaes Bsicas do Programa de Parceria http://www.enap.gov.br/images//140706_orientacoes_basicas_programa_parcerias.pdf

    Carta de Servios da ENAP http://www.enap.gov.br/images//141107_carta_de_servicos_da_enap.pdf

    Unidades Gestoras e Gestes relacionadas Unidade Jurisdicionada

    Unidades Gestoras Relacionadas Unidade Jurisdicionada

    Cdigo SIAFI Nome

    114702 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

  • 15

    Gestes Relacionadas Unidade Jurisdicionada

    Cdigo SIAFI Nome

    11401 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestes

    Cdigo SIAFI da Unidade Gestora Cdigo SIAFI da Gesto

    114702 11401

    Unidades Oramentrias Relacionadas Unidade Jurisdicionada

    Cdigo SIAFI Nome

    47210 Escola Nacional de Administrao Pblica

  • 16

    1.2. Finalidade e Competncias Institucionais da Unidade A Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica ENAP, compreendida na modalidade de fundao pblica, teve sua instituio autorizada pela Lei n 6.871, em 03 de dezembro de 1980, inicialmente como Fundao Centro de Formao do Servidor Pblico FUNCEP. Em 1986, pelo Decreto n 93.277, de 19 de setembro, foi instituda a Escola Nacional de Administrao Pblica - ENAP, explicitamente com a misso de preparar quadros de nvel superior para a administrao, idealizada segundo o modelo francs. O objetivo da Escola era planejar, coordenar e avaliar as atividades de formao, aperfeioamento e profissionalizao do pessoal civil de nvel superior da Administrao Federal. Juntamente com o Centro de Desenvolvimento da Administrao Pblica CEDAM, os dois passaram a integrar a estrutura da FUNCEP como Diretorias. Em 28 de dezembro de 1990, pela Lei n 8.140, a FUNCEP teve a denominao alterada para Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica ENAP, a mesma sigla da antiga Diretoria. Atualmente, a ENAP tem sede e foro no Distrito Federal, est localizada no Setor de reas Isoladas Sul SAIS, rea 2A, CEP 70.610-900, Braslia, e vinculada ao Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto MP. De acordo com o art. 2 da Lei 6.871/1980 e com o art. 2 do Decreto n 85.524/1980, a fundao tem autonomia administrativa, financeira e operacional, sendo que o vnculo com o MP decorre de imposio normativa de que as pessoas jurdicas inseridas na categoria de administrao pblica indireta estejam obrigatoriamente vinculadas pessoa jurdica da administrao pblica direta. A estrutura funcional vigente da ENAP est definida em seu Estatuto aprovado pelo Decreto n 6.563, de 11 de setembro de 2008, alterado pelo Decreto n 8.091, de 03 de setembro de 2013. O Regimento Interno foi aprovado pela Resoluo do Conselho Diretor da ENAP n 03, de 18 de maro de 2014, publicada no Dirio Oficial da Unio DOU em 20 de maro de 2014. Sua competncia estatutria disposta no Decreto n 6.563/2008, e alterada pelo Decreto n 8.091/2013, consiste em:

    I. Elaborar e executar programas de formao inicial, de aperfeioamento de carreiras, de desenvolvimento tcnico-gerencial e de capacitao permanente de agentes pblicos;

    II. Prospectar e difundir conhecimento sobre gesto pblica; III. Fomentar e desenvolver pesquisa na rea de gesto pblica; IV. Prestar assessoria tcnica na elaborao de estratgias e projetos de desenvolvimento

    institucional, e para a formulao, implementao e avaliao de polticas pblicas; V. Desenvolver e manter projetos de cooperao nacional e internacional;

    VI. Coordenar e supervisionar os programas de capacitao gerencial de pessoal civil executados pelas escolas de governo da administrao pblica federal direta, autrquica e fundacional, conforme o art. 6, pargrafo nico, do Decreto n 5.707, de 23 de fevereiro de 2006; e

    VII. Instituir e coordenar sistema de escolas de governo da Unio, nos termos do art. 3, caput, inciso XIII, do Decreto n 5.707, de 2006.

    A misso da Escola foi definida como desenvolver competncias de servidores pblicos para aumentar a capacidade de governo na gesto de polticas pblicas, e sua viso de futuro como ser referncia em formao e desenvolvimento de agentes pblicos, visando ao seu alto desempenho, e na induo da inovao em gesto pblica, a fim de obter resultados para a sociedade brasileira.

  • 17

    Em termos prticos, a ENAP pauta sua atuao da seguinte forma:

    i. Ofertar cursos de formao inicial, aperfeioamento e profissionalizao de pessoal civil de nvel superior da administrao federal para as carreiras do Estado Brasileiro, como as carreiras de Especialista em Polticas Pblicas e Gesto Governamental - EPPGG e Analista de Planejamento e Oramento - APO;

    ii. Desenvolver capacitaes especficas (por meio de cursos de sensibilizao, formao, desenvolvimento tcnico-gerencial e ps-graduao) diretamente formuladas para atendimento a temas prioritrios do Governo como infraestrutura para o desenvolvimento; reduo da pobreza e superao da misria; polticas transversais como acessibilidade e direitos humanos; desenvolvimento de polticas sociais; infraestrutura tecnolgica de suporte; gesto da regulao; e gesto da inovao e competitividade;

    iii. Apoiar a melhoria da gesto e do planejamento estratgico dos rgos da Administrao Pblica Federal, por meio de oficinas de planejamento estratgico;

    iv. Atuar na implementao da Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal - PNDP, tanto na discusso de diretrizes no mbito do Comit Gestor da PNDP quanto da oferta de cursos de ps-graduao lato sensu em Gesto Pblica e Gesto de Pessoas no Servio Pblico;

    v. Ofertar cursos de desenvolvimento tcnico-gerencial em reas como comunicao e liderana, desenvolvimento de pessoas (com foco em gesto por competncias), tica, cidadania e direitos humanos, gesto da logstica pblica, planejamento e gesto, gesto oramentria e financeira, gesto de projetos urbanos, gesto de contratos e convnios, gesto da tecnologia da informao e do conhecimento, gesto de processos e tecnologias e educao, nas modalidades presencial e a distncia;

    vi. Atuar junto a rgos da administrao pblica federal para construo/implementao conjunta de seus planos de capacitao, tendo como referncia o levantamento dos pontos crticos e do mapeamento das competncias que sero contempladas nos eventos de capacitao programados;

    vii. Coordenar o Sistema de Escolas de Governo da Unio, exercendo funes orientadora, articuladora e fomentadora da rede;

    viii. Apoiar e participar na Rede de Escolas de Governo, cujo objetivo o aumento da eficcia das instituies que trabalham com formao e aperfeioamento profissional dos servidores pblicos nos trs nveis de governo, visando o compartilhamento de conhecimentos e experincias das escolas de governo, alm do incentivo parceria e otimizao dos esforos para capacitao de servidores;

    ix. Atuar em Redes Internacionais de escolas de governo e instituies que apoiam a formao de agentes pblicos, por meio de cooperao internacional e parcerias com diversos pases. A ENAP tambm apoia a realizao de seminrios para divulgao de cursos de capacitao no exterior de interesse de gestores pblicos brasileiros e na busca de apoiadores internacionais e no relacionamento com parceiros do Concurso Inovao;

    x. Desenvolver pesquisas e estudos aplicados, promover a difuso de conhecimento tcnico, gerir acervo documental e bibliogrfico, com objetivo de se tornar referncia na consolidao e divulgao de informaes e conhecimentos nas reas de gesto e polticas pblicas;

    xi. Incentivar as aes de inovao no setor pblico por meio de premiaes e eventos como o Concurso Inovao na Gesto Pblica Federal, a publicao de livros e a construo de um banco de dados com as melhores prticas da Administrao Pblica Federal (Casoteca).

    A implementao das atividades consideradas estratgicas ajuda a retratar o compromisso da Escola no fortalecimento do seu papel de promotor da capacitao de servidores na Administrao Pblica Federal. Esse processo enfatiza a formao de dirigentes capazes de contribuir para o aumento da capacidade de governo em programas prioritrios, o apoio e a criao de ambientes propcios

  • 18

    inovao e gesto eficiente de recursos e para a melhoria do pacto federativo por meio da coordenao de redes envolvendo diferentes esferas de governo, visando consolidar a governana democrtica no Brasil.

  • 19

    1.3. Organograma Funcional

  • 20

    Quadro A.1.3 Informaes sobre reas ou subunidades estratgicas reas/ Subunidades

    Estratgicas Competncias Titular Cargo

    Perodo de atuao

    Presidncia Exercer a direo superior da ENAP, bem como definir as orientaes estratgicas e gerais para as suas atividades e aprovar os atos pertinentes ao funcionamento da ENAP.

    Paulo Sergio de Carvalho

    Presidente 01/01 a

    31/12/2014

    Gabinete Ao Gabinete compete assistir ao Presidente no preparo e despacho do expediente, nas relaes interinstitucionais e articulaes internas necessrias execuo das atividades da ENAP, bem como na elaborao e monitoramento do seu planejamento estratgico.

    Handemba Mutana Poli dos Santos

    Chefe de Gabinete

    01/01 a 31/12/2014

    Assessoria de Cooperao Internacional

    Assessoria de Cooperao Internacional compete exercer as atividades relativas ao intercmbio e cooperao tcnica com entidades no exterior.

    Luis Henrique DAndrea

    Chefe da Assessoria

    01/01 a 31/12/2014

    Procuradoria Federal

    Procuradoria Federal compete representar judicial e extrajudicialmente a ENAP, exercer atividades de consultoria e assessoramento jurdicos Escola e promover a apurao da liquidez e certeza dos crditos de qualquer natureza, inerentes s atividades da ENAP, inscrevendo-os em dvida ativa, para fins de cobrana amigvel ou judicial.

    Bianca Duarte Teixeira Lobato Procurador-

    Chefe

    01/01 a 16/03/2014

    Rafael Srgio Lima de Oliveira

    17/03 a 31/12/2014

    Auditoria Interna

    Auditoria Interna compete verificar a conformidade s normas vigentes dos atos de gesto oramentria, financeira, contbil e patrimonial, de pessoal e dos demais sistemas administrativos e operacionais, planejar e executar auditorias preventivas e corretivas, acompanhar a execuo fsica e financeira e os resultados obtidos na aplicao dos recursos, bem como prestar informaes e acompanhar as solicitaes oriundas dos rgos de controle interno e externo.

    Genrio Viana Filho

    Auditor Interno

    01/01 a 31/12/2014

    Diretoria de Gesto Interna

    Compete Diretoria de Gesto Interna planejar, coordenar, controlar e avaliar a execuo das atividades de gesto de pessoas, de servios gerais, de organizao e modernizao administrativa, de logstica de eventos, de secretaria escolar, de acervo documental, de tecnologia de informao e de planejamento, oramento e contabilidade da Enap.

    Ala Vanessa David de Oliveira Sousa

    Diretor 01/01 a

    31/12/2014

    Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas

    Compete, a esta Coordenao-Geral, atividades relacionadas administrao, capacitao e desenvolvimento de recursos humanos, assistncia da sade, e qualidade de vida dos servidores, seguindo as diretrizes oriundas do rgo central do Sistema de Pessoal Civil SIPEC.

    Maria Ins de Mello Espnola Dias

    Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

    Coordenao-Geral de Administrao

    Compete, a esta Coordenao-Geral, atividades de logstica, licitaes, compras e contratos, secretaria escolar, patrimnio e emisso de passagens areas e dirias.

    Ivan de Almeida Guimares

    Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

    Coordenao-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade

    Compete, a esta Coordenao-Geral, planejar, coordenar, analisar e controlar os atos e fatos da gesto oramentria, financeira e contbil da ENAP.

    Elisa Akemi Nagatani

    Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

    Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao

    Compete, a esta Coordenao-Geral, coordenar o planejamento e a execuo das aes de gesto dos recursos de Tecnologia da Informao TI, includas aquelas relativas s instalaes de infraestrutura e servios de TI, sistemas de informao, governana de TI e gesto da segurana

    Fernando Escobar Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

  • 21

    da informao e das comunicaes. Diretoria de Formao Profissional

    Competem, a esta Diretoria atividades de formao, especializao e aperfeioamento profissional e outras voltadas obteno de requisitos para promoo em carreiras estruturadas da Administrao Pblica Federal.

    Maria Stela Reis Diretor 01/01 a

    31/12/2014

    Coordenao-Geral de Formao

    Competem, a esta Coordenao-Geral atividades inerentes formao inicial e ao aperfeioamento profissional para integrantes de carreiras na Administrao Pblica Federal.

    Cludia Antico Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

    Coordenao-Geral de Especializao

    Compete, a esta Coordenao-Geral, atividades inerentes oferta de cursos de especializao profissional em nvel de ps-graduao lato sensu.

    Carmen Isabel Gatto

    Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

    Coordenao-Geral Geral de Projetos Especiais

    Competem a esta Coordenao-Geral atividades inerentes a projetos especiais de capacitao para atender a objetivos especficos de rgos e entidades pblicos, com vistas ao seu desenvolvimento institucional e ao aperfeioamento de polticas pblicas.

    Denis SantAnna Barros

    Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

    Diretoria de Desenvolvimento Gerencial

    Competem, a esta Diretoria atividades relacionadas a programas de desenvolvimento tcnico-gerencial e de capacitao permanente de agentes pblicos e de assessoria tcnica na elaborao de estratgias e projetos de desenvolvimento institucional, e para a formulao, implementao e avaliao de polticas pblicas.

    Paulo Marques Diretor 01/01 a

    31/12/2014

    Coordenao-Geral de Educao a Distncia

    Competem, a esta Coordenao-Geral atividades inerentes ao ensino a distncia, no mbito dos cursos e programas de desenvolvimento tcnico-gerencial e de capacitao permanente de servidores e agentes pblicos, e assessorar instituies pblicas na estruturao de aes de educao a distncia.

    Natalia Teles da Mota Teixeira

    Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

    Coordenao-Geral de Programas de Capacitao

    Competem, a esta Coordenao-Geral atividades inerentes aos programas de capacitao, inclusive referente atuao da ENAP em territrio nacional, por meio de capacitao de agentes pblicos.

    Mrcia Sera da Motta Brando

    Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

    Coordenao-Geral de Projetos de Capacitao

    Competem, a esta Coordenao-Geral atividades inerentes a projetos de capacitao e de desenvolvimento tcnico-gerencial de servidores e agentes pblicos e ao assessoramento tcnico na elaborao de estratgias e projetos de desenvolvimento institucional de instituies pblicas e de formulao, implementao e avaliao de polticas pblicas.

    Adriano Caetano Santos Vaz

    Coordenador-Geral

    01/01 a 26/12/2014

    Diretoria de Comunicao e Pesquisa

    Competem, a esta Diretoria atividades de estudos aplicados, editorao e difuso tcnica, acervo bibliogrfico, com vistas consolidao e divulgao de informao e de conhecimentos relativos gesto pblica.

    Pedro Luiz Costa Cavalcante

    Diretor 01/01 a

    31/12/2014

    Coordenao-Geral de Comunicao e Editorao

    Competem, a esta Coordenao-Geral atividades inerentes ao processo de comunicao e divulgao e editorao.

    Luis Fernando de Lara Resende

    Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

    Coordenao-Geral de Pesquisa

    Competem, a esta Coordenao-Geral atividades inerentes s pesquisas e estudos aplicados administrao pblica.

    Marizaura Reis de Souza Cames

    Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

    Coordenao-Geral de Gesto da Informao e do Conhecimento

    Competem, a esta Coordenao-Geral promover um ambiente favorvel sistematizao, produo e disseminao do conhecimento e planejar, coordenar, orientar e avaliar as atividades inerentes captura, armazenamento, recuperao, uso, reuso, compartilhamento e difuso da informao, inclusive por meio de tecnologias e de redes colaborativas.

    Claudia Cristina Muller

    Coordenador-Geral

    01/01 a 31/12/2014

  • 22

    1.4. Macroprocessos Finalsticos

    Em 2011, a Escola Nacional de Administrao Pblica ENAP, em parceria com a Universidade de Braslia UnB, conduziu um estudo organizacional para identificar os macroprocessos institucionais cujas atividades componentes criavam valor para o negcio central da ENAP. Aps a etapa da pesquisa, uma Cadeia de Valor com 08 macroprocessos finalsticos e 05 macroprocessos de apoio foi apresentada, conforme Quadro A.1.4.1 a seguir.

    Quadro A.1.4.1 Cadeia de Valor da ENAP 2011 Cadeia de Valor da ENAP (2011)

    MACROPROCESSOS FINALSTICOS

    1. Planejar Estratgia 2. Gerir Demanda; Desenv./Adaptar/Melhorar cursos; Selecionar e contratar

    docentes; Receber nota de empenho; Selecionar aluno; Ministrar cursos; Avaliar cursos; Prestar servios de secretaria escolar

    3. Gerir Calndrio e Logstica de Eventos 4. Gerir Parcerias Internacionais 5. Gerir Parcerias Nacionais 6. Realizar e Publicar Pesquisa Aplicada 7. Administrar Servios de Apoio 8. Administar Biblioteca e Livraria

    MACROPROCESSOS DE APOIO

    9. Administrar Oramento, Finanas e Contabilidade 10. Administrar Aquisies 11. Administar Recursos Humanos 12. Administar Recursos de Tecnologia da Informao 13. Administrar Infraestrutura

    Em 2013, surgiu a oportunidade de iniciar o trabalho de mapeamento e automao dos processos crticos da ENAP por meio de adeso ata de registro de preos, lanada pelo Ministrio da Educao - MEC, para contratao de servios de Apoio Gesto e Melhoria de Processos de Negcio (Prego SRP N 06/2013, DGTI/SE/MEC). Baseando-se na cadeia de valor produzida em 2011 e no desejo de melhor conhecer os seus macroprocessos crticos de negcio, bem como integr-los e automatiz-los, a ENAP aderiu ata do MEC, tendo assinado contratao com a empresa vencedora do Prego em julho de 2013. Naquela oportunidade foi definido que o macroprocesso crtico de trabalho relacionado na linha 2 do Quadro A.1.4.1 e apresentado a seguir na Figura A.1.4.1 seria divido em trs novos macroprocessos finalsticos.

    Figura A.1.4.1 Macroprocesso finalstico representado na Cadeia de Valor da ENAP

  • 23

    A partir desse sequenciamento inicial de processos demonstrado na Figura A.1.4.1, a diviso em trs novos macroprocessos finalsticos foi assim concluda:

    Gerir Demanda; Selecionar e contratar docentes; Gesto Acadmica (desenvolver/adaptar/melhorar cursos; Selecionar Aluno; Ministrar

    Cursos; Avaliar Cursos; Prestar Servios de Secretaria Escolar). O Quadro A.1.4.2 traz um resumo destes trs macroprocessos finalsticos resultantes da diviso. Quadro A.1.4.2 Macroprocessos finalsticos resultantes da diviso

    Macroprocessos Processos Descrio Produtos e Servios Principais Clientes

    Subunidades Responsveis

    Selecionar e contratar Docentes

    06 processos associados

    Cadastro, Seleo e formas de contratao de colaboradores na

    ENAP

    Produto: Banco de dados de

    Colaboradores; Servio: Contratao

    de Colaboradores Eventuais.

    ENAP e Entidades da

    Administrao Pblica Federal,

    Estadual e Municipal

    Todas as Diretorias da

    ENAP

    Gesto Acadmica

    25 processos associados

    Ciclo do projeto de um evento de aprendizagem (planejamento, implementao, monitoramento e

    avaliao)

    Servio: Desenho, implementao e

    reviso de eventos de aprendizagem;

    Produto: Alunos capacitados

    ENAP e Entidades da

    Administrao Pblica Federal,

    Estadual e Municipal

    Todas as Diretorias da

    ENAP

    Gerir Demanda Incio do mapeamento previsto para 04/2015 ENAP Todas as

    Diretorias da ENAP

    Importante notar que o processo Receber Nota de Empenho foi excludo do escopo do macroprocesso, uma vez que ele est contemplado no macroprocesso Administrar oramento, finanas e contabilidade que, por ser um processo de apoio, contribui para os processos relacionados gesto acadmica, bem como seleo e contratao de docentes e outros. O primeiro macroprocesso finalstico mapeado foi Selecionar e contratar docentes. Os trabalhos de mapeamento deste processo tiveram incio ainda em 2013, tendo sido finalizados em meados de fevereiro de 2014, mesma data em que se iniciou o mapeamento do macroprocesso Administrar oramento, finanas e contabilidade. oportuno comentar que o segundo macroprocesso mapeado, embora no finalstico, fundamental para o sucesso da estratgia de automao e integrao dos macroprocessos finalsticos da ENAP, responsveis pela gerao dos resultados fsicos, e processos de apoio contbeis, financeiros e oramentrios. O resumo geral do macroprocesso Selecionar e contratar docentes pode ser visualizado na Figura A.1.4.2. Sucintamente, o macroprocesso Selecionar e Contratar docentes visou elucidar as atividades que envolvem o processo de seleo dos colaboradores da ENAP, o seu cadastro no Banco de Colaboradores da Escola e a sua posterior contratao, via pagamento de Gratificao por Encargo de Curso ou Concurso (Lei 8.112/90) ou por inexigibilidade para os casos de colaboradores eventuais de notrio saber, sem vnculo com a Administrao Pblica. Simplificadamente, dada a demanda por um evento de aprendizagem, a rea responsvel da ENAP consulta o Banco de Colaboradores da Escola para selecionar os profissionais que mais se adquam ao perfil do evento. Uma vez selecionado o docente, a rea responsvel determina qual ser a forma de contratao de acordo com o vnculo do docente com o servio pblico. O mapeamento desse

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    macroprocesso gerou dois grandes resultados para a Escola. O primeiro foi a atualizao e publicao da Resoluo n 7, de 16 de junho de 2014, que disciplinou os procedimentos a serem adotados para a contratao de pessoas fsicas prestadoras de servios tcnicos profissionais especializados em carter eventual, e para a concesso da Gratificao por Encargo de Curso ou Concurso - GECC. O segundo resultado foi o mapeamento do processo de contratao de Colaboradores Estrangeiros, que permitiu a soluo de um antigo problema de remunerao de docentes estrangeiros na Escola.

    Figura A.1.4.2 Macroprocesso Selecionar e Contratar Docentes

    O segundo macroprocesso mapeado, iniciado no final de 2013 e concludo em 2014, foi o de Administrar oramento, finanas e contabilidade. O mapeamento deste processo possibilitou equipe responsvel, e aos demais atores envolvidos indiretamente no processo, tanto o conhecimento detalhado quanto o contexto global das tarefas rotineiras. Na sequencia, e de acordo com a metodologia prevista, foram prospectadas e implementadas melhorias que visaram melhor organizao do trabalho e otimizao das informaes relacionadas programao, gesto e execuo oramentria e financeira. No decorrer de 2014, foram definidas e iniciadas a implementao de sete melhorias:

    (1) Alinhar gesto oramentria ao planejamento estratgico; (2) Aprimorar a elaborao da proposta oramentria; (3) Estabelecer ndices de referncia para clculo do oramento (apropriao de custos); (4) Aprimorar a conformidade de gesto; (5) Normativo para constituio de crditos e procedimentos de cobrana; (6) Aprimorar gerenciamento matricial de despesas e definir metas de consumo sustentvel; e (7) Atualizar relatrios gerenciais existentes e definir responsveis pela sua gerao.

    A representao grfica do processo pode ser visualizada a seguir na Figura A.1.4.3.

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    Figura A.1.4.3 Macroprocesso Administrar oramento, finanas e contabilidade

    O terceiro macroprocesso mapeado foi o Gesto Acadmica, iniciado e concludo em 2014. Se o desenvolvimento de competncias para agentes pblicos via ferramentas/eventos de ensino-aprendizagem o negcio central da ENAP, ento o macroprocesso Gesto Acadmica constitui a essncia do seu trabalho. O terceiro macroprocesso mapeado foi o de Gesto Acadmica, iniciado e concludo em 2014. Se o desenvolvimento de competncias para agentes pblicos via ferramentas/eventos de ensino-aprendizagem o negcio central da ENAP, ento o macroprocesso Gesto Acadmica constitui a essncia do seu trabalho. Por ser um processo crucial para o cumprimento de sua misso, todas as reas da Escola participam direta ou indiretamente da origem, execuo e encerramento de um evento de aprendizagem. Em linhas gerais, um evento de aprendizagem oferecido pela ENAP poderia ser descrito como um fluxo de cinco macroprocessos sequenciais e um processo transversal, totalizando seis processos, quais sejam:

    (1) Planejar evento de aprendizagem; (2) Recrutar e selecionar discentes; (3) Preparar evento de aprendizagem; (4) Executar evento de aprendizagem; (5) Encerrar evento de aprendizagem; (-) Atender discentes e docentes.

    A Figura A.1.4.4 a seguir representa graficamente os seis macroprocessos mencionados (destacados de vermelho) bem como o conjunto dos vinte processos que representam a gesto acadmica da ENAP.

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    Figura A.1.4.4 Macroprocesso Gesto Acadmica

    O processo de planejar eventos de aprendizagem na ENAP normalmente ocorre para os cursos de desenvolvimento tcnico-gerencial integrantes do catlogo de cursos da Escola e para aqueles cursos integrantes do programa de aperfeioamento de carreiras, gerenciados pela Diretoria de Desenvolvimento Gerencial e pela Diretoria de Formao Profissional, respectivamente. Devido ao fato de os cursos possurem contedo, forma e didtica padronizados, tudo em consonncia com as necessidades do Governo Federal, possvel planejar toda a oferta de turmas abertas que ocorrero ao longo do ano-calendrio. Mesmo nos casos de turmas fechadas que implicam em negociao e demanda de rgos pblicos especficos e aquelas executadas no mbito do Programa de Parcerias da ENAP que implicam no trabalho conjunto de oferta entre a ENAP e a instituio parceira que executa o curso possvel planejar os tipos e quantidades de cursos que sero oferecidos ao longo do ano. Integrante da Diretoria de Formao Profissional, a Coordenao de Projetos Especiais responsvel pelo desenvolvimento de novos cursos e oficinas que atendem demandas de rgos do Servio Federal. Devido sua capacidade, a Coordenao tambm participa do exerccio de planejamento e dimensionamento de demandas que podero ser atendidas ao longo do ano. O processo recrutar e selecionar discentes peculiar a toda oferta de eventos de aprendizagem na ENAP. Tal processo de trabalho diz respeito abertura das turmas, seleo/inscrio de discentes e ao gerenciamento de tais matrculas/inscries. Contudo, dependendo da modalidade da oferta (turma aberta, turma fechada, EaD, especializao, formao inicial de carreiras), h diferenas na operacionalizao das tarefas. Os cursos de especializao da ENAP, por exemplo, contam com a elaborao e divulgao de edital de seleo pblica. Somente aps a coleta de

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    inscries e a finalizao do processo seletivo que a matrcula no curso de especializao operacionalizada pela Coordenao Geral de Especializao e pelo Servio de Secretaria Escolar, que j ocorre na etapa preparar eventos de aprendizagem. Tal etapa ainda conta com preparao dos materiais que sero utilizados antes e durante o curso, como o material didtico, banners, crachs, painis, entre outros. A logstica do evento, por sua vez, consiste no conjunto de tarefas mais complexo e que envolve mais equipes de trabalho dentro do processo de Gesto Acadmica. A ENAP executa diferentes estratgias de ensino-aprendizagem para cada combinao de curso/pblico-alvo. Alm disso, h eventos que necessitam de cobertura multimdia, como fotos e filmagem, e outros como palestras ministradas por especialistas e/ou autoridades, que demandam trabalho mais intensivo da Diretoria de Comunicao e Pesquisa da ENAP. As combinaes curso/pblico-alvo tambm influenciam na escolha dos espaos fsicos, tipos de servio de apoio e equipamentos que devem estar disponveis, trabalho que coordenado pelo Servio de Apoio Logstico. A etapa executar eventos de aprendizagem, de uma forma geral, consiste em abrir o evento de aprendizagem, acompanh-lo, avali-lo, encerr-lo e preparar a certificao dos discentes com aproveitamento no curso. Entretanto, tal sequncia de trabalho possui variaes, dependendo do evento de aprendizagem em questo. Os cursos de aperfeioamento de carreiras, cursos de formao de carreiras e especializao possuem necessidades especiais. No caso do curso de especializao, a primeira peculiaridade o fato de ele ser constitudo por uma sequncia obrigatria de disciplinas e no uma disciplina ou curso isolado, como o caso da maioria dos eventos de aprendizagem oferecidos pela ENAP. O segundo a obrigatoriedade de aproveitamento na disciplina precedente para participao na disciplina seguinte, sendo que o no aproveitamento em qualquer disciplina cria obstculo para a certificao do discente. Por fim, entre todos os cursos da ENAP, a especializao o nico que demanda um Trabalho de Concluso de Curso TCC sob orientao de um docente. A etapa encerrar evento de aprendizagem comum a todos os cursos oferecidos pela ENAP, embora haja igualmente variaes entre as modalidades de evento. Em essncia, o encerramento ocorre aps a aplicao de avaliao de aprendizagem e a elaborao de relatrio de avaliao do curso pelo docente. Aps avaliao, e considerando o aproveitamento no curso, o discente pode ser certificado. No caso especfico da especializao, h necessidade de cumprimento dos requisitos de aproveitamento nas disciplinas e aprovao do TCC. Ainda no mbito do encerramento, os cursos de especializao, dada a sua durao e complexidade, possui processo especial para desligamento de discentes. Ela pode ocorrer a partir do interesse do prprio discente ou por anlise da Coordenao Geral de Especializao. O Servio de Secretaria Escolar da ENAP possui papel fundamental e transversal a todos os cursos executados na instituio. A Secretaria o principal elo entre o discente, os docentes e as reas de gesto de cursos. a Secretaria a responsvel pela gesto da maioria das informaes demandadas pelos discentes e docentes ao longo dos cursos, como declaraes (exemplos: matrcula, frequncia), solicitaes (exemplos: reviso de nota e prorrogao de prazos, abono de faltas, 2 via de certificados e outras documentaes) e informaes (por exemplo, o Fale Conosco). Para 2015, est previsto o mapeamento de outros processos da Escola.

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    2. INFORMAES SOBRE A GOVERNANA

    2.1. Estrutura de Governana

    Alm da estrutura funcional estabelecida no Decreto n 6.563/2008, e alterada pelo Decreto n 8.091/2013, a ENAP participa de instncias colegiadas externas, bem como possui uma estrutura prpria de colegiados de governana e de controle da gesto, cujas informaes so apresentadas a seguir, divididas em dois grupos. Grupo 1 - Instncias Colegiadas de Governana e Controle da ENAP:

    Conselho Diretor; Conselho Acadmico; Comit de Tecnologia da Informao; Conselho Editorial da Revista do Servio Pblico RSP; Comisso Editorial Permanente; Comisso de Acervo Bibliogrfico; Comisso Gestora do Plano de Gesto de Logstica Sustentvel da ENAP; Comisso de Coleta Seletiva Solidria da ENAP; Comisso de implementao e acompanhamento dos trabalhos relativos Lei de Acesso

    Informao na ENAP; Comisso de Assessoramento a Classificao de Informaes Sigilosas da ENAP; Comisso de Avaliao dos Servidores CAS; Comisso de Apoio ao Programa de Incentivo ao Estudo de Lnguas Estrangeiras Piele; Comit Gestor para os sites da ENAP; Comisso de Gesto dos Sistemas WebCEF e WebSCO; Comisso de Inventrio; Comisso para atuao nas licitaes sob a modalidade de Prego; Comisso para atuar no cadastramento e habilitao no Sistema de Cadastramento Unificado

    de Fornecedores - Sicaf; Comisso Julgadora das propostas de pesquisa de que trata o Edital de Chamada Pblica

    ENAP n 001/2014; Comisso Prpria de Avaliao CPA; Comisso de tica.

    O Conselho Diretor CD rgo colegiado da ENAP conforme o Estatuto aprovado pelo Decreto n 6.563, de 11 de setembro de 2008, alterado pelo Decreto n 8.091, de 3 de setembro de 2013. O CD atua na apreciao dos assuntos que lhe so submetidos, na aprovao das normas gerais da administrao da Escola, na anlise e manifestao sobre programa geral de trabalho, planos anuais, a proposta oramentria e a programao dos recursos, na anlise do relatrio de atividades e da prestao anual de contas, no exame e no acompanhamento da execuo oramentria e financeira da Escola, na anlise de convnios, contratos, acordos (quando solicitado pelo Presidente), na determinao dos critrios para a composio e funcionamento do Conselho Acadmico e do Comit de Tecnologia da Informao, bem como na aprovao da composio e do funcionamento das instncias colegiadas da Escola. Na prtica, tem sido o grande catalisador dos debates necessrios s decises estratgicas da Escola, atuando como instncia decisria. O Conselho Diretor presidido pelo Presidente da ENAP e integrado por seus Diretores. O Conselho Acadmico tambm rgo colegiado da ENAP conforme consta do seu Estatuto (Decreto n 6.563, de 11 de setembro de 2008, alterado pelo Decreto n 8.091, de 3 de setembro de 2013). Segundo as competncias estatutrias, o Conselho Acadmico tem carter consultivo e presidido pelo Presidente da ENAP com a finalidade de qualificar o desenvolvimento institucional e as atividades de ensino e pesquisa da Escola, bem como aprimorar sua capacidade para responder a

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    problemas estratgicos de gesto pblica. A Resoluo n 03, de 25 de maro de 2013, disciplina os critrios para composio e funcionamento do Conselho Acadmico. So atribuies do Conselho: (1) apreciar projetos de criao e aperfeioamento de cursos, pesquisas e outras atividades desenvolvidas pela Escola; (2) propor temas e metodologias de ensino e pesquisa a serem desenvolvidos pela ENAP; (3) apreciar assuntos de importncia estratgica para os rumos da ENAP, que sejam submetidos anlise pelo Presidente ou pelo Conselho Diretor da Escola. O Conselho Acadmico coordenado pelo Presidente da ENAP e composto por mais seis membros, cuja iniciativa da indicao de competncia do Presidente da Escola, devendo ser composto por pelo menos um docente e um discente. O Comit de Tecnologia da Informao consiste em uma instncia diretiva de carter estratgico e deliberativo, para tratar de questes relativas Tecnologia da Informao. A principal tarefa do Comit cuidar para que a formulao e a implementao das estratgias e planos de TI estejam harmonizadas com os objetivos estratgicos. Sua atuao consiste basicamente em direcionar, monitorar e avaliar a gesto de TI. Na prtica, um frum de debates, negociaes, tomada de decises e resoluo de problemas em relao aos assuntos de TI. O Comit foi constitudo nos termos da Portaria n 135, de 24 de setembro de 2009: pelo Presidente da ENAP e por seus Diretores. O Conselho Editorial da Revista do Servio Pblico RSP tem sua instituio definida pela Portaria n 86, de 13 de junho de 2014, que aprova o regulamento da Revista do Servio Pblico RSP, sua estrutura editorial e as normas de submisso editorial. O Conselho Editorial parte integrante da estrutura editorial da RSP, juntamente com o Editor-Chefe; a Editoria Adjunta; o Editor Executivo; a Comisso Editorial; e consultores Ad Hoc. composto pelo Editor-Chefe da RSP e por 15 a 20 pesquisadores e/ou profissionais renomados nas reas de conhecimento da RSP, de origem nacional e internacional, distribudos de forma a assegurar ampla diversidade e representatividade nacional e internacional, entre linhas de pesquisa, filiao institucional e origem geogrfica. Suas competncias so: (1) Opinar sobre decises relativas poltica editorial da RSP; (2) zelar pelo cumprimento das atribuies dos editores; (3) auxiliar nos processos de desk review e blind review, caso seja solicitado pelo Editor-Chefe ou por um dos Editores Adjuntos; (4) auxiliar na divulgao da Revista e na prospeco de artigos; e (5) contribuir com o envio de artigo ou resenha inditos para publicao. A Comisso Editorial Permanente, cuja instituio foi atualizada nos termos da Portaria n 182, de 17 de julho de 2013, tem como primeira atribuio acompanhar a implementao da poltica editorial da ENAP, seguindo as linhas de atuao e produtos definidos pelo Conselho Diretor. A poltica editorial da ENAP, aprovada pela Portaria n 181, de 17 de julho de 2013, corresponde necessidade de estabelecer princpios, diretrizes e responsabilidade que orientem a produo editorial da Escola de modo a ofertar produtos editoriais que complementem a formao de servidores pblicos e que contribuam para o debate sobre a consolidao do Estado democrtico e a prestao de servios pblicos eficientes e de qualidade sociedade brasileira. Tambm cabe a esta Comisso, definir o conjunto de indicadores quantitativos da produo editorial da Escola e sua estratgia de disseminao; elaborar relatrio avaliativo anual, com indicadores quantitativos e qualitativos, para apreciao do Conselho Diretor; avaliar e aprovar as publicaes da ENAP, excetuado o material didtico e publicaes especficas para os cursos da Escola; aprovar projetos grficos das publicaes da ENAP; e propor, avaliar e aprovar temas e pautas de matrias para a Revista do Servio Pblico e demais publicaes da ENAP. composta por representantes das seguintes reas: Diretoria de Comunicao e Pesquisa DCP e suas Coordenaes-Gerais, Diretoria de Formao Profissional, Diretoria de Desenvolvimento Gerencial, Diretoria de Gesto Interna, Assessoria da Presidncia e Assessoria de Cooperao Internacional. Os nomes dos integrantes foram homologados em reunio do Conselho Diretor em 31 de julho de 2013.

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    A origem da Comisso de Acervo Bibliogrfico, em 2004, est ligada necessidade de uma instncia para atuar na formao de colees do acervo da Biblioteca Graciliano Ramos de acordo com a misso e os objetivos da Escola observando a disponibilidade dos recursos financeiros, permitindo um processo de seleo sistematizado e consistente, propiciando o crescimento racional e equilibrado das diferentes reas do conhecimento do acervo para dar suporte aos cursos e pesquisas da ENAP. So suas atribuies: (a) aquisies de publicaes para compor o acervo da Biblioteca; (b) celebrao de instrumentos de cooperao tcnica com instituies congneres; (c) normas de acesso e utilizao do acervo da Biblioteca; (d) planejamento anual para as aquisies de publicaes; (e) ttulos de livros estrangeiros para possveis tradues. Tambm compete Comisso incentivar as diretorias e as assessorias a contriburem com sugestes de ttulos de livros e peridicos para aquisio; pesquisar e reunir material bibliogrfico de interesse, disperso na ENAP, para o acervo da Biblioteca; avaliar o material bibliogrfico que pode ser descartado e destinar baixa patrimonial e alienao; e principalmente, levantar as reais necessidades de material bibliogrfico, junto aos professores, visando otimizao no aprendizado de alunos e suporte informacional necessrio ao corpo docente e disciplinar o processo de seleo, tanto em quantidade como em qualidade, de acordo com as caractersticas de cada curso oferecido pela Escola. A Comisso constituda por, pelo menos, um membro titular de cada Diretoria e Assessoria da Escola, alm do Coordenador da Biblioteca. A nomeao da Comisso realizada por meio de portaria da Presidncia da Escola e os membros so indicados para mandato de dois anos podendo ser prorrogado uma nica vez pelo mesmo perodo. A Portaria de designao dos membros vigente em 2014 foi a Portaria n 146, de 08 de agosto de 2012. A Comisso Gestora do Plano de Gesto de Logstica Sustentvel tem a atribuio de elaborar, monitorar, avaliar e revisar o Plano de Gesto de Logstica Sustentvel PLS, o qual consiste em uma ferramenta de planejamento com objetivos e responsabilidades definidas, aes, metas, prazos de execuo e mecanismos de monitoramento e avaliao, que permite estabelecer prticas de sustentabilidade e racionalizao de gastos e processos. A Comisso homologa e acompanha o atendimento das metas pactuadas pela ENAP junto Secretaria Executiva do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto, com vistas utilizao racional de recursos combatendo o desperdcio, promovendo a reduo do consumo e a melhoria do gasto. A composio da Comisso considera um representante de cada Diretoria da Escola, Gabinete e Assessoria de Cooperao Internacional. Inicialmente instituda pela Portaria n 259, de 20 de dezembro de 2012, sua composio foi atualizada pela Portaria n 88 de 13 de junho de 2014. A Comisso de Coleta Seletiva Solidria da ENAP foi instituda pela Portaria n 80, de 23 de julho de 2007, com a atribuio de implementar e supervisionar a separao dos resduos reciclveis descartados no mbito da ENAP, bem como a sua destinao para as associaes e cooperativas de catadores de materiais reciclveis, conforme dispe o Decreto n 5.940, de 25 de outubro de 2006. Com a instituio da Comisso Gestora do Plano de Gesto de Logstica Sustentvel da ENAP, em 2012, as atribuies da Comisso de Coleta Seletiva Solidria foram absorvidas por aquela uma vez que as prticas de sustentabilidade e racionalizao do uso de materiais e servios que devem necessariamente constar do Plano de Gesto de Logstica Sustentvel abrangem (alm do material de consumo; da energia eltrica; da gua e esgoto; da qualidade de vida no ambiente de trabalho; das compras e contrataes sustentveis; e do deslocamento de pessoal) a coleta seletiva. A Comisso de implementao e acompanhamento dos trabalhos relativos Lei de Acesso Informao LAI na ENAP foi criada pela Portaria n 166, de 03 de julho de 2013, com o objetivo de coordenar a implementao dos trabalhos referentes LAI, principalmente, pela criao e acompanhamento do Servio de Informaes ao Cidado SIC. Esse trabalho inicialmente foi responsabilidade do Grupo de Trabalho institudo pela Portaria n 88, de 04 de maio de 2012, o qual

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    foi revogado, passando a coordenao dos trabalhos para a Comisso. Essa instncia formada, na sua titularidade, pelos coordenadores-gerais da Escola e pelos detentores de cargos de mesmo nvel, e na sua suplncia, pelos substitutos legais, e sua coordenao feita pelo Gabinete da Presidncia. A Comisso de Assessoramento Classificao de Informaes Sigilosas da ENAP foi instituda pela Portaria n 83, de 27 de abril de 2012, em decorrncia da Lei de Acesso Informao LAI (Lei n 12.527, de 18 de novembro de 2011), com a atribuio de assessorar as autoridades classificadoras quanto correta classificao das informaes sensveis, segundo os dispositivos da Lei, bem como de propor autoridade classificadora ou autoridade hierarquicamente superior competente para dispor sobre a desclassificao ou reclassificao das informaes sigilosas produzidas e acumuladas no mbito da Escola de acordo com a LAI. A Comisso composta pelo Chefe de Gabinete da Presidncia, responsvel por sua coordenao, pelo Procurador-Chefe, pelo Auditor Interno, e pelo Diretor de Gesto Interna, que substitui o coordenador da comisso na sua ausncia. A Comisso de Avaliao dos Servidores CAS, instituda pela Resoluo n 08, de 07 de junho de 2011, tem como atribuio, no decorrer dos processos de avaliao de desempenho dos servidores da ENAP, (1) acompanh-los com o objetivo de aprimorar sua aplicao e verificar se todos os procedimentos esto sendo cumpridos; (2) manifestar-se a qualquer momento sobre eventuais questionamentos de servidores sobre os procedimentos de avaliao e encaminhar relatrio para providncias do Conselho Diretor; (3) acompanhar os procedimentos de avaliao em Estgio Probatrio e ratificar os resultados para homologao pelo Conselho Diretor; e (4) julgar, em ltima instncia, os eventuais recursos interpostos aos resultados das avaliaes individuais nos casos da avaliao da GDPGPE1, Estgio Probatrio, Progresso Funcional e Funo Comissionada Tcnica e, no caso da GAEG2, manifestar-se por meio de anlise tcnica a respeito de recursos interpostos para subsidiar a deciso do Conselho Diretor, responsvel, nesse caso, pelo julgamento do recurso. Alm do acompanhamento do processo, cabe CAS, tambm, planejar e propor ao Conselho Diretor os procedimentos gerais referentes operacionalizao de toda e qualquer avaliao a que se submetem os servidores da Escola, observando-se os requisitos legais especficos; revisar e propor alteraes, sempre que necessrio, dos instrumentais de cada avaliao, respeitada a legislao especfica vigente; e realizar, continuamente, estudos e projetos visando o aperfeioamento da sistemtica de avaliao. Como ltima atribuio da Comisso, h a atividade de elaborar relatrio ao final do perodo de avaliao, contendo resumo das atividades, falhas apontadas, sugestes e julgamentos realizados e encaminhar ao Conselho Diretor. A Comisso composta por dez servidores (titulares e suplentes), nomeados por meio de portaria da Presidncia da Escola a cada incio do perodo avaliativo (que na Escola ocorre de 1 de agosto a 31 de julho do ano seguinte). Os componentes so indicados pela Presidncia, pelo Conselho Diretor, pela Diretoria de Gesto Interna e pelos Servidores da ENAP. Todos precisam necessariamente ser: a) servidor efetivo; b) conhecer do processo avaliativo; c) ter concludo Estgio Probatrio; e d) no est respondendo a processo administrativo disciplinar. No ano de 2014, a Comisso teve duas composies: a primeira, cujo mandato se iniciou em 1 de agosto de 2013 e finalizou em 31 de julho de 2014, e a segunda, cujo mandato se iniciou em 1 de agosto de 2014 e se encerrar em 31 de julho de 2015. As Portarias de designao foram, respectivamente, a de n 187, de 1 de agosto de 2013 e a de n 105, de 31 de julho de 2014. A Comisso de Apoio ao Programa de Incentivo ao Estudo de Lnguas Estrangeiras Piele tem sua origem na Comisso de Apoio Gesto das Aes de Capacitao em Idiomas dos Servidores da ENAP, instituda inicialmente pela Portaria n 18, de 15 de fevereiro de 2008, com

    1 GDPGPE: Gratificao de desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo. 2 GAEG: Gratificao Temporria de Atividade em Escola de Governo.

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    atualizaes a cada ano, sendo sua ltima composio objeto da Portaria n 158, de 29 de agosto de 2012. A composio da Comisso de Apoio ao Piele foi estabelecida pela Portaria n 194, de 18 de dezembro de 2014 em atendimento Resoluo do Conselho Diretor n 13, de 19 de dezembro de 2014, que instituiu o Programa Incentivo ao Estudo de Lnguas Estrangeiras Piele, sob a forma de concesso de bolsas de estudos, para o custeio parcial de cursos de lnguas estrangeiras aos servidores da ENAP. A Comisso composta por representantes das reas da Escola, sob a coordenao da Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas CGGP. So atribuies desta comisso: (1) conduzir, sob a coordenao da CGGP, processos seletivos dos servidores para participao no Programa; (2) analisar e classificar as solicitaes de participao, de acordo com os critrios estabelecidos em Edital; (3) averiguar o registro de pessoa jurdica das instituies indicadas nas solicitaes de participao no Programa, conforme estabelecido no art. 2 da Resoluo n 13/2014; (4) elaborar relao de classificados no Processo Seletivo, em forma de resultado parcial, para ampla divulgao na ENAP, utilizando os canais competentes; (5) proceder anlise de recursos, quando for o caso, com posterior divulgao do resultado final; (6) realizar visitas tcnicas s instituies de ensino de lnguas estrangeiras, constantes do cadastro de servidores habilitados ao Programa, para efetuar confirmao de documentos emitidos ou quando julgar necessrio; (7) analisar pedidos de mudana de instituio de ensino que no sejam por motivo de mudana de domiclio; e (8) deliberar sobre situaes omissas, mediante apresentao de pauta pela CGGP. O Comit Gestor para os sites da ENAP, institudo pela Portaria n 173, de 25 de setembro de 2012, cujas atribuies esto relacionadas aos sites da ENAP, teve participao significativa durante os anos de 2012 e 2013, perodo em que estiveram envolvidos no processo de construo da proposta do novo Portal da ENAP, atualmente em desenvolvimento (em fase de transio de plataforma tecnolgica). So atribuies do Comit (1) contribuir para a definio e a gesto dos contedos dos sites da ENAP; (2) auxiliar a identificar as necessidades das reas acerca de atualizao e de novos contedos a serem disponibilizados nos sites da ENAP; (3) garantir o funcionamento adequado do fluxo de alimentao, atualizao e comunicao dos contedos dos sites da ENAP; (4) subsidiar as reas que sero responsveis pela modernizao dos sites da ENAP, contribuindo para identificar as necessidades relacionadas aos sites; (5) dirimir eventuais conflitos de publicao de contedos nos sites da ENAP. O Comit integrado por um representante titular e um suplente de nvel gerencial de cada uma das reas da Escola. A Comisso de Gesto dos Sistemas WebCEF e WebSCO foi instituda pela Portaria n 41, de 27 de maro de 2009 com as atribuies de (1) analisar, avaliar, organizar e selecionar as demandas dos usurios dos sistemas; (2) racionalizar e atualizar as funcionalidades e os relatrios gerados pelos sistemas; (3) encaminhar para a CGTI/ENAP, de forma organizada e racional, as solicitaes de manutenes corretivas e evolutivas; e (4) monitorar e acompanhar junto a CGTI/ENAP as alteraes e implementaes aprovadas pela comisso. No entanto, no decorrer do tempo, com a instituio do Comit Gestor para os sites da ENAP em 2012, e a partir de 2013, com o incio do projeto de mapeamento e automao de processos, essa Comisso no tem tido atuao. A Comisso de Inventrio constituda anualmente para realizar o inventrio do material de consumo existente no Almoxarifado, bens mveis e imveis da ENAP. O objetivo da Comisso atestar a conformidade contbil de UG e de Gesto referente a quantidade e o valor dos bens mveis do acervo de cada unidade gestora, existente em 31 de dezembro de cada exerccio. Para o inventrio referente ao exerccio de 2014, a composio foi instituda pela Portaria n 02, de 07 de janeiro de 2015. A Comisso para atuao nas licitaes sob a modalidade de Prego havia sido instituda pela Portaria n 211, de 06 de setembro de 2013. Em setembro de 2014, foi publicada a Portaria n 134, de 9 de setembro de 2014, que constituiu equipe de servidores para, nas suas respectivas funes,

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    atuar nas licitaes sob a modalidade de Prego. Tambm, no mbito dos processos licitatrios, foi constituda em 2014, Portaria n 178, de 28 de novembro de 2014, uma Comisso Especial de Licitao para atuar na Concorrncia Pblica n 01/2014 do tipo Tcnica e Preo. A ENAP tambm conta com a Comisso para atuar no cadastramento e habilitao no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores - Sicaf, instituda pela Portaria n 179, de 30 de julho de 2010. A ENAP tambm instituiu a Comisso Julgadora das propostas de pesquisa de que trata o Edital de Chamada Pblica ENAP n 001/2014, cujo objeto a seleo pblica de interessados no recebimento de bolsas de pesquisa, processo que tem como objetivo contribuir com o fomento de pesquisas cientficas na rea de gesto pblica e com a disseminao do conhecimento gerado, mediante a seleo de interessados no recebimento de bolsa de pesquisa. A composio da Comisso foi definida pela Portaria n 177, de 28 de novembro de 2014, publicada no dia 1 de dezembro de 2014. A Comisso Prpria de Avaliao CPA coordena processos internos de avaliao da instituio da ENAP, nos termos da Lei n 10.861, de 14 de abril de 2004 (que institui o Sistema Nacional de Avaliao da Educao Superior SINAES) e da Portaria MEC n 2.051, de 9 de julho de 2004 (que regulamenta os procedimentos de avaliao do SINAES), com o objetivo de analisar as condies gerais de funcionamento da Escola visando implementao de melhorias nas suas polticas de atuao. Interage basicamente com toda a Escola uma vez que seu processo de avaliao contempla dimenses relacionadas ao planejamento e desenvolvimento institucional, gesto institucional, ao corpo social (docentes, discentes, corpo tcnico-administrativo), ao projeto pedaggico institucional, infraestrutura, bem como ao cumprimento de requisitos legais e normativos especficos. Sua atuao contempla etapas (1) de planejamento anteriores ao processo de avaliao, (2) a prpria avaliao e (3) elaborao de relatrios e balanos crticos. Esto representados na composio desta Comisso, alunos, professores, profissionais tcnico-administrativos e representantes da sociedade civil. A Comisso de tica da ENAP foi instituda nos termos do art. 7 1 e 2 do Decreto 6.029/2007. constituda por trs membros titulares, trs suplentes e um Secretrio Executivo. A atuao da Comisso regida, principalmente, pelo Decreto n 1.171 de 1994 e pela Resoluo n 10 de 2008 da Comisso de tica Pblica da Presidncia da Repblica e consiste em orientar e aconselhar sobre a tica profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimnio pblico, competindo-lhe conhecer concretamente de imputao ou de procedimento susceptvel de censura. Na prtica, consiste em responder a todas as consultas feitas por servidores da Escola; proceder s demandas de qualquer interessado relacionadas s condutas ticas na ENAP; realizar aes de oficio sobre apurao de condutas antiticas de agentes pblicos que atuam na Escola; desenvolver aes educativas; e executar demais aes previstas em seu Plano de Trabalho. A Comisso pode ser acionada presencialmente ou por endereo de email prprio (etica@enap.gov.br). No mbito da governana, entende-se que a principal contribuio da Comisso de tica para a ENAP est relacionada ao trabalho de promoo da tica pblica, especialmente por meio de aes de comunicao, educao e aconselhamento, que objetiva evitar desvios de comportamento tico dos servidores, bem como prevenir o afastamento das finalidades da Escola. Grupo 2 - Instncias Colegiadas com a Participao da ENAP:

    Comit Gestor da Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal PNDP; Comit Tcnico de Seleo do Prmio ODM;

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    Comit Estratgico de Tecnologia da Informao Ceti, do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto;

    Comit de Segurana da Informao e Comunicao CSIC, do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto;

    Frum SPOA; Conselho Consultivo da Escola Federal de Governo em Sade FIOCRUZ; Conselho Consultivo do Observatrio dos Consrcios Pblicos e do Federalismo / Frente

    Nacional de Prefeitos FNP; Comit Gestor do Prmio DEST de monografias Empresas Estatais (Departamento de

    Coordenao e Governana das Empresas Estatais DEST); Conselho Acadmico Assessor da EIAPP; Rede dos Institutos Nacionais de Administrao Pblica e Equivalentes Rinape; International Institute of Administrative Sciences IIAS; Comit de Programao e Coordenao - CPC e Conselho de Orientao - CO do Programa

    Eurosocial II Programa de Cooperao Internacional da Comisso Europeia. Comit Gestor da Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal PNDP Institudo pelo Decreto n 5.707, de 23 de fevereiro de 2006. So competncias do Comit: I avaliar os relatrios anuais de capacitao dos rgos e entidades, verificando se foram observadas as diretrizes da Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal; II orientar os rgos e entidades da administrao pblica federal direta, autrquica e fundacional na definio sobre a alocao de recursos para fins de capacitao de seus servidores; III promover a disseminao da Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal entre os dirigentes dos rgos e das entidades, os titulares das unidades de recursos humanos, os responsveis pela capacitao, os servidores pblicos federais e suas entidades representativas; e IV zelar pela observncia do disposto no Decreto n 5.707/2006. O Comit Gestor tambm dever observar as orientaes e diretrizes para implementao da Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal, fixadas pela Cmara de Polticas de Gesto Pblica, de que trata o Decreto n 5.383, de 3 de maro de 2005. O Comit Tcnico de Seleo do Prmio ODM uma instncia integrante da Coordenao-Geral do Prmio Objetivos de Desenvolvimento do Milnio Brasil, sendo integrado pela ENAP e pelo Instituto de Pesquisa Econmica Aplicada IPEA, conforme determinado pelo Decreto n 6.202, de 30 de agosto de 2007. O Prmio Objetivos de Desenvolvimento do Milnio Brasil tem como objetivos incentivar, valorizar e dar visibilidade a prticas que contribuam para os compromissos dos Objetivos de Desenvolvimento do Milnio ODM; subsidiar a construo de repertrio e banco de prticas de referncia para a sociedade e gestores pblicos, no marco das polticas pblicas, e reconhecer publicamente os esforos em favor dos ODM. Comit Estratgico de Tecnologia da Informao Ceti, do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto Institudo pela Portaria SE/MP n 276, de 20 de maio de 2009, o Comit constitudo por representantes de diversas reas do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto. So finalidades do Comit: I polticas e diretrizes de tecnologia da informao alinhadas s estratgias do Ministrio; II o Plano Diretor de Tecnologia da Informao PDTI; III o plano de aes e de investimentos em tecnologia da informao para o Ministrio; IV- prioridades de execuo de projetos de tecnologia da informao; e V diretrizes para a aquisio de bens e contrao de servios de tecnologia da informao.

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    Comit de Segurana da Informao e Comunicao CSIC Constitudo por representantes de diversas reas do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto, o CSIC trabalha assessorando a implementao das aes de Segurana da Informao e Comunicao, alm de constituir grupos de trabalho e propor solues e normas especficas. Contribui tambm nas proposies, revises e alteraes da Poltica de Segurana da Informao e Comunicaes POSIC. Frum SPOA O Frum Spoa um espao organizado, criado e mantido, informalmente, pelos Subsecretrios e/ou equivalentes e que se presta ao intercmbio de informaes referentes ao cotidiano do referido ofcio. O evento, tradicionalmente coordenado pelo Ministrio do Planejamento, vem se firmando como ferramenta mobilizadora para a disseminao de prticas que contribuem para a modernizao e aperfeioamento das atividades-meio, comumente apontadas como mquina pblica, buscando a plena realizao dos objetivos finalsticos da Administrao Pblica Federal. A ENAP participa por meio de sua Diretoria de Gesto Interna DGI, unidade equivalente s Subsecretarias de Planejamento, Oramento e Administrao dos Ministrios. Conselho Consultivo da Escola Federal de Governo em Sade FIOCRUZ Fundamentao: Ofcio n 128/2011-PR/Fiocruz (mai/2011) e Ofcio n 659/2011/Presidncia-ENAP (jun/2011). De carter consultivo, o Conselho tem como funo contribuir para as tomadas de deciso da Escola Federal de Governo em Sade, avaliao do trabalho, formao de parcerias e receber as demandas das instituies participantes. Conselho Consultivo do Observatrio dos Consrcios Pblicos e do Federalismo / Frente Nacional de Prefeitos FNP Ofcio n 392/2011/Presidncia-ENAP http://www.ocpf.org.br/quem-somos/estrutura-organizacional/ Comit Gestor do Prmio DEST de monografias Empresas Estatais (Departamento de Coordenao e Governana das Empresas Estatais DEST) Institudo nos termos da Portaria MP n 113, de 1 de junho de 2005 e da Portaria MP n 137, de 9 de junho de 2009. Tem como atribuies: (1) Elaborar o Regulamento do Prmio DEST/MP de Monografias Estatais; (2) Divulgar o Prmio; (3) Indicar a banca examinadora das monografias; (4) Organizar a cerimnia de entrega dos prmios; e (5) Providenciar a publicao das monografias premiadas. Conselho Acadmico Assessor da EIAPP A VIII Conferncia Ibero-americana de Ministros de Administrao Pblica e Reforma do Estado, realizada em Montevidu, Uruguai, de 22 a 23 de junho de 2006, criou a Escola Ibero-Americana de Polticas Pblicas - EIAPP, vinculada ao Centro Latino Americano de Administrao para o Desenvolvimento - CLAD. O Conselho Acadmico Assessor da EIAPP constitudo por representantes de institutos, escolas e sistemas de formao de quadros pblicos ibero-americanos. O Conselho a instncia que assessora a Secretaria Permanente da EIAPP em temas prioritrios e nas metodologias para a formao e capacitao de dirigentes e demais funcionrios pblicos, reunindo-se a cada dois anos para definir o programa acadmico da EIAPP para o binio posterior. A participao brasileira no CLAD coordenada pelo Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto MP, tendo o pas ocupado a presidncia do Centro no perodo de 2012 e 2013. A ENAP, por sua vez, representa o Brasil nas reunies do Conselho Acadmico Assessor da EIAPP e ali firma compromissos de ofertar cursos internacionais anuais, presenciais e a distncia, referendados pelo MP.

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    Rede dos Institutos Nacionais de Administrao Pblica e Equivalentes Rinape Foi constituda em 2007, pelas seguintes instituies fundadoras: Instituto Nacional de Administrao Pblica (Angola), Escola Nacional de Administrao Pblica (Brasil), Instituto Nacional de Administrao e Gesto (Cabo Verde), Autoridade Nacional da Funo Pblica (Moambique), Instituto Nacional de Administrao (Portugal) e Ministrio da Administrao Pblica, Reforma do Estado e Administrao Territorial (So Tom e Prncipe). A ENAP participa de reunies bianuais da Rinape, que tem o propsito de discutir temas de capacitao para a gesto pblica e fomentar a cooperao entre seus membros. International Institute of Administrative Sciences IIAS Por intermdio do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto, o Brasil voltou a fazer parte do IIAS, em 2008, realizando contribuies anuais e a ENAP foi designada como instituio que representa o pas no Instituto. A ENAP tambm co-fundadora da instncia regional do IIAS na Amrica Latina, o Grupo Latinoamericano por la Administracin Pblica - GLAP, institudo no Mxico em 2010. Comit de Programao e Coordenao - CPC e Conselho de Orientao - CO do Programa Eurosocial II Programa de Cooperao Internacional da Comisso Europeia A Enap aderiu ao Programa EUROsociAL II, firmado entre os scios do consrcio executor em 2011. O EUROsociAL II um programa regional de cooperao internacional da Comisso Europeia para a promoo da coeso social na Amrica Latina. coordenado por um consrcio liderado pela Fundao Internacional e para Iberoamrica de Administrao e Polticas Pblicas (FIIAPP-Espanha). Esse consrcio integrado, alm da FIIAPP, por seis scios coordenadores (trs europeus: FEI-Frana, IILA-Itlia, GIZ-Alemanha; e trs latinoamericanos: ENAP-Brasil, APC-Colmbia, SICA-Centroamrica). O EUROsociAL II possibilita uma rica interlocuo com organizaes pblicas da Amrica Latina e da Europa, o que amplia o espectro de cooperao da Escola e traz maior visibilidade nacional e internacional para as prticas de gesto pblica implementadas pelo governo brasileiro. As reunies do CPC so espaos dedicados s discusses sobre o desenvolvimento das aes do EUROsociAL nos diversos pases latino-americanos beneficirios, monitoramento e avaliao de resultados das atividades, bem como anlises e debates promovidos no mbito de encontros setoriais, seminrios e encontros gerais. J o CO do EUROsociAL II uma instncia consultiva do Programa, responsvel por refletir estrategicamente sobre os resultados das aes e atividades, com o intuito de sugerir novos rumos e analisar o impacto da cooperao nos pases. O Conselho composto por cinco especialistas internacionais com notrio saber em suas reas de atuao e observado por trs scios do Programa.

    2.2. Atuao da Unidade de Auditoria Interna

    A unidade de auditoria interna da ENAP atua de modo a exercer as competncias que lhe so atribudas pelo Regimento da Escola, aprovado por meio da Resoluo ENAP n. 3, de 18 de maro de 2014. Para esse fim, utiliza estratgias adequadas produo de trabalhos voltados identificao do grau de conformidade operacional e legal dos procedimentos administrativos da Escola, ao acompanhamento das execues oramentria, financeira e fsica, e verificao dos resultados obtidos na aplicao dos recursos. A primeira dessas estratgias a de pesquisar sobre os procedimentos que sero auditados, de modo a identificar e examinar todo o arcabouo normativo atualizado pertinente ao tema. Em segundo lugar, a auditoria interna analisa os processos administrativos previamente selecionados e forma juzos de valor acerca da legalidade, da convergncia em relao s normas e da oportunidade dos atos e fatos praticados pelos agentes pblicos que tenham atuado em cada caso. A terceira estratgia

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    utilizada a de estabelecimento e fortalecimento de vnculos com as demais reas da Escola, de modo a posicionar a auditoria interna como uma espcie de instncia de consultoria da instituio. Um dos aspectos prticos da terceira estratgia o fato de que os achados, as recomendaes e as concluses dos trabalhos de auditoria so todos previamente apresentados aos gestores diretamente interessados e discutidos antes de sua formalizao, caracterizando a boa prtica de controle interno ex-ante. Essa prtica tem contribudo para dar legitimidade aos trabalhos de auditoria, bem como tem contribudo para a superao de resistncias naturais no raramente verificadas em equipes submetidas a aes de auditoria. Quanto execuo do Plano de Auditoria Interna PAINT 2014, as aes foram executadas da seguinte maneira:

    Ao n 1: Elaborao do Relatrio Anual de Atividades de Auditoria Interna RAINT, referente ao exerccio de 2013.

    o Produto: Relatrio Anual de Atividades de Auditoria Interna RAINT elaborado e enviado Controladoria Geral da Unio CGU;

    o reas, unidades e setores auditados: No se aplica; o Escopo dos exames realizados: a) descrio das atividades desenvolvidas pela

    Auditoria Interna durante o exerccio de 2013; b) registro da implementao de recomendaes ou determinaes apresentadas pelos rgos do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal; c) exposio de fatos relevantes de natureza administrativa ou organizacional, com reflexos sobre as aes de auditoria;

    o Cronograma: Trabalho desenvolvido no perodo de 13 a 24 de janeiro de 2014; o Recursos humanos empregados: 1 (um) servidor efetivo (auditor interno).

    Ao n 2: Exame da dinmica operacional do almoxarifado, especialmente no que

    concerne ao seguinte: i) observncia da legislao pertinente s atividades do setor; ii) manuteno de padres de economicidade; e iii) utilizao de ferramentas de controle para acompanhar o recebimento, a estocagem e a movimentao de bens.

    o Produto: Relatrio de auditoria interna n 2/2014; o reas, unidades e setores auditados: Gesto de Material; Gesto de

    Patrimnio; o Escopo dos exames realizados: a) verificao dos responsveis pelos registros,

    pelo armazenamento e pela distribuio dos bens; b) exame dos controles de movimentao (entradas e sadas) e do estoque dos bens; c) verificao da distribuio de bens entre as subunidades da Entidade; d) verificao da existncia de acompanhamento da srie histrica de demanda, de forma a regular os nveis de estoque; e) verificao das condies de armazenagem dos bens estocados; e f) verificao dos encaminhamentos em relao a eventuais impropriedades apontadas em relatrios de auditorias anteriores;

    o Cronograma: Trabalho desenvolvido no perodo de 10 a 28 de fevereiro de 2014;

    o Recursos humanos empregados: 1 (um) servidor efetivo (auditor interno). Ao n 3: Exame dos registros que formalizam a incorporao carga da ENAP dos

    bens permanentes adquiridos, recebidos por doao ou transferidos de outros rgos ou entidades e confirmao da existncia de efetivo controle sobre o patrimnio da Escola.

    o Produto: Relatrio de auditoria interna n 3/2014; o reas, unidades e setores auditados: Gesto de Patrimnio; o Escopo dos exames realizados: a) identificao dos responsveis pelos

    registros e pela distribuio dos bens; b) exame dos controles de movimentao

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    (distribuio) dos bens; c) verificao da periodicidade com que a conferncia dos bens permanentes realizada pela equipe do setor de patrimnio da ENAP; e d) verificao do tratamento que dado aos bens inservveis, especialmente quanto a seu armazenamento e quanto aos procedimentos de transferncia ou de descarga;

    o Cronograma: Trabalho desenvolvido no perodo de 10 a 28 de maro de 2014; o Recursos humanos empregados: 1 (um) servidor efetivo (auditor interno).

    Ao n 4: Exame dos registros referentes ao patrimnio imobilirio sob a

    responsabilidade da ENAP, incluindo sua sede, os prdios anexos, o parque esportivo e os prprios nacionais residenciais.

    o Produto: Relatrio de auditoria interna n 4/2014; o reas, unidades e setores auditados: Gesto de Patrimnio; o Escopo dos exames realizados: a) identificao dos responsveis pelos

    lanamentos dos dados referentes ao patrimnio imobilirio da ENAP no Sistema de Gerenciamento dos Imveis de Uso Especial da Unio SPIUnet; b) verificao dos procedimentos de controle da documentao que d suporte aos lanamentos realizados no SPIUnet; c) verificao dos registros lanados no SPIUnet;

    o Cronograma: Trabalho desenvolvido no perodo de 7 a 29 de abril de 2014; o Recursos humanos empregados: 1 (um) servidor efetivo (auditor interno).

    Ao n 5: Auditoria compartilhada, coordenada pela Controladoria Geral da Unio

    CGU. o Produto: Por razes de convenincia da Controladoria Geral da Unio CGU,

    no foi realizada ao de auditoria compartilhada durante o exerccio de 2014. Registre-se, entretanto, que, ao longo do ano, os tcnicos da CGU e da ENAP desenvolveram intenso trabalho colaborativo, consubstanciado principalmente por meio das Solicitaes de Auditoria enviadas pela Controladoria e respondidas pela Escola;

    o reas, unidades e setores auditados: No se aplica; o Escopo dos exames realizados: No se aplica; o Cronograma: No se aplica; o Recursos humanos empregados (pela ENAP): 1 (um) servidor efetivo (auditor

    interno). Ao n 6: Anlise dos processos gerados por meio do Sistema de Concesso de Dirias

    e Passagens SCDP. o Produto: Relatrio de auditoria interna n 6/2014; o reas, unidades e setores auditados: Coordenao-Geral de Administrao

    (setor de concesso de dirias e passagens areas); o Escopo dos exames realizados: a) verificao dos procedimentos utilizados

    para concesso de dirias e passagens, incluindo o exame das motivaes de cada ato e o acompanhamento dos resultados, quando possvel; e b) verificao dos procedimentos utilizados para a aquisio de passagens areas, notadamente a observao das regras para contratao de servios no mbito da Administrao Pblica Federal;

    o Cronograma: Trabalho desenvolvido no perodo de 4 a 22 de agosto de 2014; o Recursos humanos empregados (pela ENAP): 1 (um) servidor efetivo (auditor

    interno).

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    Ao n 7: Elaborao do Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna PAINT referente ao exerccio de 2015.

    o Produto: PAINT 2015; o reas, unidades e setores auditados: Diversos, conforme consta da descrio

    de cada ao includa no PAINT 2015; o Escopo dos exames realizados: a) planejamento das atividades de auditoria a

    serem desenvolvidas no exerccio de 2015, organizando-as a partir das prioridades percebidas pela subunidade de auditoria interna da Escola e das recomendaes dos rgos de controle; b) encaminhamento da proposta do PAINT 2015 CGU;

    o Cronograma: Trabalho desenvolvido no perodo de 8 a 12 de setembro de 2014;

    o Recursos humanos empregados: 1 (um) servidor efetivo (auditor interno). Ao n 8: Averiguao do estado de conservao dos veculos automotivos da ENAP,

    incluindo a verificao do controle de quilometragem, do gasto de combustvel, da execuo dos servios de manuteno preventiva e das trocas de peas e acessrios.

    o Produto: Relatrio de auditoria interna n 8/2014; o reas, unidades e setores auditados: Servio de Apoio logstico; o Escopo dos exames realizados: a) verificao dos controles existentes para

    registros de sada, de quilometragem percorrida e de motorista responsvel; b) exame dos controles de manuteno, especialmente quanto substituio de peas; c) exame das Notas de Empenho, das Notas Fiscais e das Ordens Bancrias referentes aos contratos de manuteno da frota de veculos; e d) verificao da existncia de planejamento para realizao das manutenes preventivas, conforme recomendao do fabricante;

    o Cronograma: Trabalho desenvolvido no perodo de 22 de setembro a 10 de outubro de 2014;

    o Recursos humanos empregados: 1 (um) servidor efetivo (auditor interno). Ao n 9: Acompanhamento das diligncias e dos relatrios de auditoria encaminhados

    Presidncia da ENAP pelos rgos de controle interno e externo, com vistas a contribuir para a prestao dos esclarecimentos devidos e para o saneamento de eventuais falhas.

    o Produto: Implementao das recomendaes dos rgos de controle interno e externo, ou apresentao de justificativas para seu no acatamento;

    o reas, unidades e setores auditados: Toda a Unidade Jurisdicionada; o Escopo dos exames realizados: a) verificao dos atos e fatos produzidos no

    exerccio corrente e nos exerccios anteriores que tenham gerado questionamentos, recomendaes ou reprovaes por parte dos rgos de controle interno e externo; b) encaminhamento de providncias junto s subunidades da ENAP, com vistas a dar respostas aos questionamentos, recomendaes ou reprovaes dos rgos de controle interno e externo; c) prestao de auxlio s subunidades da ENAP para a correo de eventuais falhas apontadas pelos rgos de controle interno e externo; e d) encaminhamento de relatrios, esclarecimentos e justificativas aos rgos de controle interno e externo;

    o Cronograma: Durante todo o ano, em carter permanente e prioritrio; o Recursos humanos empregados: 1 (um) servidor efetivo (auditor interno).

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    Ao n 10: Identificao da implementao de recomendaes exaradas pelos rgos de controle interno e externo, bem como acompanhamento das providncias tomadas a partir de denncias que cheguem Escola por meio de sua Comisso Setorial de tica ou de unidades de ouvidoria de outros rgos ou Entidades.

    o Produto: Implementao das recomendaes dos rgos de controle interno e externo, ou apresentao de justificativas para seu no acatamento;

    o reas, unidades e setores auditados: Toda a Unidade Jurisdicionada UJ; o Escopo dos exames realizados: a) identificao das recomendaes dos rgos

    de controle e recebimento de eventuais denncias; b) encaminhamento das recomendaes e denncias ao Conselho Diretor da Escola; c) encaminhamento das recomendaes e denncias para as reas envolvidas; d) acompanhamento da implementao das recomendaes e da apurao das denncias; e e) registro dos resultados das recomendaes em relatrio prprio e envio de resposta a cada denncia recebida;

    o Cronograma: Durante todo o ano, em carter permanente e prioritrio; o Recursos humanos empregados: 1 (um) servidor efetivo (auditor interno).

    Ao n 11: Acompanhamento do cumprimento dos projetos previstos no Plano

    Estratgico da ENAP para o perodo de 2012 a 2015. o Produto: Monitoramento e avaliao dos resultados alcanados pela Unidade

    Jurisdicionada UJ (utilizao do Gerenciamento Por Diretrizes GPD); o reas, unidades e setores auditados: Toda a UJ; o Escopo dos exames realizados: a) verificao permanente das informaes

    registradas nos sistemas de acompanhamento do alcance de metas; e b) comparao dos resultados alcanados com as metas previstas;

    o Cronograma: Durante todo o ano, em carter permanente e prioritrio; o Recursos humanos empregados: 1 (um) servidor efetivo (auditor interno).

    Ao n 12: Desenvolvimento institucional e capacitao. o Produto: Participao do Auditor Interno no evento A Elaborao de

    Relatrios, Pareceres e Notas Tcnicas, realizado em Braslia (DF); o reas, unidades e setores auditados: No se aplica; o Escopo da ao: Aprimorar a capacidade tcnica instalada na Auditoria Interna

    da ENAP; o Cronograma: A participao no evento A Elaborao de Relatrios, Pareceres

    e Notas Tcnicas aconteceu no perodo de 15 a 17 de setembro de 2014 e teve carga horria de 20 horas;

    o Recursos humanos empregados: 1 (um) servidor efetivo (auditor interno).

    Quanto s principais constataes apresentadas pela auditoria interna em seus relatrios, foram observados os seguintes desdobramentos:

    Relatrio n 2/2014: Refere-se ao de auditoria n 2/2014, cujos trabalhos

    destinaram-se a examinar a dinmica operacional do almoxarifado, especialmente no que concerne ao seguinte: a) observncia da legislao pertinente s atividades do setor; b) manuteno de padres de economicidade; e c) ferramentas de controle utilizadas para acompanhar o recebimento, a estocagem e a movimentao de bens. A partir das constataes feitas, recomendou-se:

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    a) que seja avaliada a possibilidade e a convenincia de adaptao das instalaes atuais, de modo que passem a existir reas diferenciadas para as atividades de recebimento e de expedio de material; plataformas apropriadas para as operaes de carregamento e descarregamento de caminhes; e acessos diretos luz e ventilao naturais. Alm disso, recomendou-se tambm que, no mbito dos estudos atualmente em curso destinados a identificar aes que contribuam para modernizar e revitalizar o campus da Escola, seja verificado o cabimento da construo de um novo almoxarifado, a ser projetado de acordo com o estado da arte em arquitetura, engenharia e cincias correlatas no que se refere a esse tipo de edificao.

    b) que seja avaliada a possibilidade e a convenincia de tornar disponvel o acesso para que servidores indicados pelas diversas reas da Escola preencham suas requisies de material diretamente no sistema eletrnico. Observao: As recomendaes foram referendadas pelo Conselho Diretor. A soluo proposta no item a) foi incorporada ao projeto de modernizao do campus da ENAP, enquanto que a soluo proposta no item b) no foi implementada.

    Relatrio n 4/2014: Refere-se ao de auditoria n 4/2014, cujos trabalhos

    destinaram-se a examinar os registros referentes ao patrimnio imobilirio sob a responsabilidade da ENAP, incluindo sua sede, os prdios anexos, o parque esportivo e os prprios nacionais residenciais. A partir das constataes feitas, recomendou-se:

    a) que seja designado servidor para exercer as funes de substituto eventual do atual responsvel por operar o SPIUnet no mbito da ENAP. Observao: A recomendao foi referendada pelo Conselho Diretor da ENAP e implementada.

    Relatrio n 6/2014: Refere-se ao de auditoria n 6/2014, cujos trabalhos destinaram-se a analisar os processos gerados por meio do Sistema de Concesso de Dirias e Passagens SCDP. A partir das constataes feitas, recomendou-se:

    a) que a Administrao da Escola regularize no SCDP a pendncia relativa solicitao n. 000016/14, que trata da vinda ENAP de um colaborador eventual para ministrar palestra em 20 de maro de 2014. O lanamento encontra-se com o status aguardando incio da prestao de contas, embora o prazo estabelecido pelo Manual Operacional do SCDP para incio da prestao de contas seja de cinco dias contados a partir do final de cada viagem.

    b) que a Administrao da Escola aperfeioe o controle sobre o fluxo das prestaes de contas referentes a viagens realizadas a servio da ENAP.

  • 42

    c) que a Administrao da Escola passe a observar a formalidade apontada por sua Procuradoria Jurdica no tocante forma de numerar os Termos Aditivos referentes aos Contratos que venha a firmar (itens 25 a 27, que constam das folhas de 639 a 642 do processo administrativo n. 04600.004525/2012-58).

    Observao: As recomendaes foram referendadas pelo Conselho Diretor da ENAP e implementadas.

    Relatrio n 8/2014: Refere-se ao de auditoria n 8/2014, cujos trabalhos destinaram-se a averiguar o estado de conservao dos veculos da ENAP, incluindo a verificao do controle de quilometragem, do gasto de combustvel, da execuo dos servios de manuteno preventiva e das trocas de peas e acessrios. A partir das constataes feitas, recomendou-se:

    a) que os usurios dos veculos da ENAP sejam orientados a preencher de modo mais detalhado o campo finalidade, que consta das fichas de solicitao de transporte.

    b) que o Servio de Apoio Logstico proponha aes Coordenao-Geral de Administrao no intuito de divulgar as Normas de utilizao dos veculos oficiais da Escola. Observao: As recomendaes foram referendadas pelo Conselho Diretor da ENAP e esto em processo de implementao.

    Cabe registrar que a estrutura organizacional da auditoria interna no passou por redesenhos. Segundo o Estatuto da ENAP e, consequentemente, seu Regimento Interno, a Auditoria Interna um rgo seccional e est vinculada diretamente Presidncia da Escola. A Auditoria permanece com apenas um servidor para o desenvolvimento de suas atividades.

    2.4. Avaliao do Funcionamento dos Controles Internos

    Quadro A.2.4 Avaliao do Sistema de Controles Internos da UJ ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM

    AVALIADOS VALORES

    Ambiente de Controle 1 2 3 4 5

    1. A alta administrao percebe os controles internos como essenciais consecuo dos objetivos da unidade e do suporte adequado ao seu funcionamento. X

    2. Os mecanismos gerais de controle institudos pela UJ so percebidos por todos os servidores e funcionrios nos diversos nveis da estrutura da unidade. X

    3. A comunicao dentro da UJ adequada e eficiente. X

    4. Existe cdigo formalizado de tica ou de conduta. X

    5. Os procedimentos e as instrues operacionais so padronizados e esto postos em documentos formais. X

    6. H mecanismos que garantem ou incentivam a participao dos funcionrios e servidores dos diversos nveis da estrutura da UJ na elaborao dos procedimentos, das instrues operacionais ou cdigo de tica ou conduta.

    X

    7. As delegaes de autoridade e competncia so acompanhadas de definies claras das responsabilidades. X

    8. Existe adequada segregao de funes nos processos e atividades da competncia da UJ. X

  • 43

    9. Os controles internos adotados contribuem para a consecuo dos resultados planejados pela UJ. X

    Avaliao de Risco 1 2 3 4 5

    10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada esto formalizados. X

    11. H clara identificao dos processos crticos para a consecuo dos objetivos e metas da unidade.

    X

    12. prtica da unidade o diagnstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratgicos, bem como a identificao da probabilidade de ocorrncia desses riscos e a consequente adoo de medidas para mitig-los.

    X

    13. prtica da unidade a definio de nveis de riscos operacionais, de informaes e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos nveis da gesto.

    X

    14. A avaliao de riscos feita de forma contnua, de modo a identificar mudanas no perfil de risco da UJ ocasionadas por transformaes nos ambientes interno e externo.

    X

    15. Os riscos identificados so mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informaes teis tomada de deciso.

    X

    16. No h ocorrncia de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade.

    X

    17. Na ocorrncia de fraudes e desvios, prtica da unidade instaurar sindicncia para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos.

    X

    18. H norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventrio de bens e valores de responsabilidade da unidade.

    X

    Procedimentos de Controle 1 2 3 4 5

    19. Existem polticas e aes, de natureza preventiva ou de deteco, para diminuir os riscos e alcanar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas.

    X

    20. As atividades de controle adotadas pela UJ so apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo.

    X

    21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nvel de benefcios que possam derivar de sua aplicao.

    X

    22. As atividades de controle adotadas pela UJ so abrangentes e razoveis e esto diretamente relacionadas com os objetivos de controle.

    X

    Informao e Comunicao 1 2 3 4 5

    23. A informao relevante para UJ devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente s pessoas adequadas.

    X

    24. As informaes consideradas relevantes pela UJ so dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decises apropriadas.

    X

    25. A informao disponvel para as unidades internas e pessoas da UJ apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessvel.

    X

    26. A Informao divulgada internamente atende s expectativas dos diversos grupos e indivduos da UJ, contribuindo para a execuo das responsabilidades de forma eficaz.

    X

    27. A comunicao das informaes perpassa todos os nveis hierrquicos da UJ, em todas as direes, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura.

    X

    Monitoramento 1 2 3 4 5

    28. O sistema de controle interno da UJ constantemente monitorado para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo.

    X

    29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliaes sofridas.

    X

    30. O sistema de controle interno da UJ tem contribudo para a melhoria de seu desempenho.

    X

    Anlise crtica e comentrios relevantes:

  • 44

    Escala de valores da Avaliao: (1) Totalmente invlida: Significa que o contedo da afirmativa integralmente no observado no contexto da UJ. (2) Parcialmente invlida: Significa que o contedo da afirmativa parcialmente observado no contexto da UJ, porm, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que no h como avaliar se o contedo da afirmativa ou no observado no contexto da UJ.

    (4) Parcialmente vlida: Significa que o contedo da afirmativa parcialmente observado no contexto da UJ, porm, em sua maioria. (5) Totalmente vlido. Significa que o contedo da afirmativa integralmente observado no contexto da UJ.

  • 45

    3. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE

    3.1. Canais de acesso do cidado

    O principal canal de comunicao da ENAP com a comunidade externa o Portal da ENAP que se encontra em fase de transio de plataforma tecnolgica. O Novo Portal seguir o modelo de identidade digital padro do Governo Federal e atender s principais recomendaes de acessibilidade. De qualquer modo, o Portal atual contm uma gama de informaes de interesse da sociedade e, em especial, dos servidores pblicos. Fornece informaes de cunho geral, publica notcias sobre cursos e eventos nacionais e internacionais ofertados pela Escola, processos seletivos de colaboradores, agenda de eventos realizados nas instalaes da Escola e, ainda, disponibiliza acesso s seguintes pginas virtuais da ENAP constituintes do Portal:

    Escola Virtual ENAP; Repositrio Institucional; Casoteca de Gesto Pblica; Biblioteca Graciliano Ramos; Prmio Inovao Concurso Inovao na Gesto Pblica Federal Prmio ODM Brasil; Servio de Informao ao Cidado SIC; Programa de Parcerias; Rede Nacional de Escolas de Governo.

    Alm disso, e principalmente, disponibiliza informaes sobre todos os cursos e eventos de capacitao da Escola incluindo os de especializao, de formao e de aperfeioamento para carreiras, de desenvolvimento tcnico-gerencial, de projetos especiais, de programas de regulao, de ambientao e os de cunho internacional, disponibilizando catlogo, calendrio e informaes detalhadas sobre cada curso/evento de aprendizagem como objetivos, carga horria, pblico-alvo e o respectivo link de acesso ao sistema para cadastro e inscrio (Sistema WebCEF). Alm do Portal, a ENAP possui diversos canais e formas de comunicao, os quais so apresentados a seguir no Quadro A.3.1.1.

    Quadro A.3.1.1 Canais de comunicao da ENAP

    Endereos eletrnicos para contato

    Caixas de emails institucionais Unidade Responsvel presidencia@enap.gov.br Gabinete da Presidncia redeescolasdegoverno@enap.gov.br Gabinete da Presidncia sic@enap.gov.br Servio de Informao ao Cidado (SIC) aci@enap.gov.br Assessoria de Cooperao Internacional especializacao@enap.gov.br Coordenao-Geral de Especializao / DFP formacaocarreiras@enap.gov.br Coordenao-Geral de Formao / DFP ead@enap.gov.br Coordenao-Geral de Educao a Distncia / DDG desenvolvimentogerencial@enap.gov.br Coordenao-Geral de Programas de Capacitao / DDG programadeparcerias@enap.gov.br Coordenao-Geral de Programas de Capacitao / DDG cgcon@enap.gov.br Coordenao-Geral de Gesto da Informao e do Conhecimento / DCP comunicacao@enap.gov.br Coordenao-Geral de Comunicao e Editorao / DCP publicacoes@enap.gov.br Coordenao-Geral de Comunicao e Editorao / DCP editora@enap.gov.br Coordenao-Geral de Pesquisa / DCP casoteca@enap.gov.br Coordenao-Geral de Pesquisa / DCP concurso.inovacao@enap.gov.br Coordenao-Geral de Pesquisa / DCP PesquisaEnap@enap.gov.br Coordenao-Geral de Pesquisa / DCP cga@enap.gov.br Coordenao-Geral de Administrao / DGI cgti@enap.gov.br Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao / DGI cgofic@enap.gov.br Coordenao-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade / DGI

  • 46

    Endereos de email destinados a grupos/equipes de trabalho

    Equipe destinatria

    ap@enap.gov.br Assessoria da Presidncia / Gabinete da Presidncia cgpe@enap.gov.br Coordenao-Geral de Projetos Especiais / DFP eadenap@enap.gov.br Coordenao-Geral de Educao a Distncia / DDG pesquisaequipe@enap.gov.br Coordenao-Geral de Pesquisa / DCP cgce-dcp@enap.gov.br Coordenao-Geral de Comunicao e Editorao / DCP repositorio@enap.gov.br Coordenao-Geral de Gesto da Informao e do Conhecimento / DCP biblioteca@enap.gov.br Coordenao de Biblioteca / CGCON / DCP CGTI-Atende@enap.gov.br Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao / DGI informatica@enap.gov.br Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao / DGI CGTI-Gestao@enap.gov.br Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao / DGI cggp@enap.gov.br Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas / DGI eventos@enap.gov.br Diviso de Secretaria Escolar e Logstica / CGA / DGI alojamento@enap.gov.br Diviso de Secretaria Escolar e Logstica / CGA / DGI

    Alm dos endereos de email que so recepcionados em uma caixa especfica ou por um grupo de servidores, a ENAP tambm disponibiliza canais de acesso relacionados no Quadro A.3.1.2.

    Quadro A.3.1.2 Outros canais de acesso disponveis ao cidado no Portal ENAP

    Canais de acesso ao cidado disponveis no Portal ENAP

    Servio de Informao ao Cidado SIC

    Com o advento da Lei de Acesso Informao, n 12.527 de 18 de novembro de 2011, a ENAP instituiu o Servio de Informao ao Cidado (SIC), responsvel por receber e responder os pedidos de informao pblica feitos com base na Lei. O servio est disponvel desde o dia 16 de maio de 2012, data em que a referida Lei entrou em vigor, e os pedidos podem ser feitos das seguintes formas:

    Por meio do Sistema de Informao ao Cidado (e-SIC) disponvel no Portal da ENAP;

    Atravs do stio da CGU, que redireciona os pedidos destinados ENAP http://www.acessoainformacao.gov.br/sistema

    Por meio de correspondncia fsica, para o endereo: Setor de reas Isoladas Sul rea 2 SIC ENAP Braslia (DF) CEP: 706010-900

    Presencialmente, na prpria sede da ENAP.

    Fale Conosco

    O Fale Conosco um canal de comunicao entre o cidado e a ENAP disponvel no Portal da Escola. So vrios tipos de mensagens recebidas: dvidas, esclarecimentos, informaes, sugestes, solicitaes e reclamaes. As mensagens recebidas so distribudas por categoria, de acordo com a rea de interesse do usurio, so lidas e respondidas diariamente pelas diversas reas da Escola. O Fale Conosco tambm permite acessar um link com as perguntas e respostas mais frequentes enviadas anteriormente ENAP pelos usurios. Como mecanismo de controle do sistema, emitido mensalmente relatrio estatstico da situao das perguntas (recebidas, respondidas, em aberto, pendentes). Categorias:

    Acesso Rede Sem Fio Alojamento Biblioteca Caf com Debate Casoteca Cooperao Internacional ACI Cursos a Distncia Cursos Presenciais Cursos sob Medida Especializao Formao de Carreiras Informtica Imprensa Outros Assuntos Projetos Especiais

  • 47

    Publicaes e Downloads Secretaria Escolar Stio da ENAP Cadastro

    http://www.enap.gov.br/index.php?option=com_simplefaq

    Formulrio para solicitao de turma exclusiva presencial, em Braslia ou em outras localidades.

    Formulrio disponvel no Portal em Cursos > Oferta de Cursos > Desenvolvimento Tcnico-Gerencial > cursos presenciais > Solicitao de turmas exclusivas. Nesta seo h dois links; uma para esclarecimentos sobre as condies gerais de realizao de turmas exclusivas e um para o formulrio de solicitao. Condies Gerais de realizao de turmas exclusivas: http://www.enap.gov.br/files/Condicoes%20Gerais-Site-2013.pdf Formulrio: http://www.enap.gov.br/index.php?option=com_include&evento=form_parcerias&Itemid=267

    Catlogo on line da Biblioteca para consulta (Sistema PHL)

    Tambm disponvel no Portal em Biblioteca: http://biblioteca.enap.gov.br/cgi-bin/wxis.exe?IsisScript=index.xis&cipar=phl.cip&lang=por

    A ENAP tambm promove uma comunicao ativa com a comunidade externa por meio de diversas formas de divulgao de seus eventos, aes e servios conforme demonstrado nos Quadros A.3.1.3 e A.3.1.4.

    Quadro A.3.1.3 Formas de comunicao da ENAP com a comunidade externa e interna

    Divulgaes para a comunidade externa

    Pblico Canal de comunicao

    Divulgao de cursos de especializao com inscries abertas para o processo seletivo

    Principalmente Servidores Pblicos do Executivo Federal

    . Portal ENAP

    . Cartazes

    . Folders

    . Lista de Autoridades Governamentais LAG

    . Mailing das Unidades de Gesto de Pessoas dos rgos da Administrao Pblica Federal

    Divulgao de cursos de aperfeioamento com inscries abertas (Semestral; janeiro e junho ou quando ocorrem alteraes no cronograma)

    EPPGG; APO; AFC; ACE AIE/EIE; ATPS.

    . Portal ENAP

    . Mailing das Unidades de Gesto de Pessoas dos rgos da Administrao Pblica Federal . Mailing dos servidores das Carreiras EPPGG, APO e AIE/EIE

    Divulgao de cursos a distncia com inscrio aberta

    Principalmente Servidores Pblicos do Executivo Federal

    . Mailing das Unidades de Gesto de Pessoas dos rgos da Administrao Pblica Federal

    Divulgao de eventos de aprendizagem internacionais

    Pblico externo: alunos dos cursos/eventos de aprendizagem internacionais promovidos pela ENAP; rgos Pblicos Federais

    . Portal ENAP

    . Mailing

    Divulgao do prazo para inscries para a segunda etapa do concurso aos candidatos aprovados e convocao para matrcula no curso de formao (a cada novo concurso)

    EPPGG APO

    . Telegrama

    . Portal ENAP

    . Email

    . Telefonema

    Divulgao de cursos especficos de ambientao e respectivos prazos de inscries e convocao para matrcula

    Servidores nomeados

    . Portal ENAP

    . Email

    . Telefonema

    Catlogo de cursos ENAP Principalmente Servidores Pblicos do Executivo Federal

    . Portal ENAP

  • 48

    Calendrio anual de cursos na modalidade turma aberta presencial e a distncia

    Principalmente Servidores Pblicos do Executivo Federal

    . Portal ENAP

    Editais de processo seletivo para colaboradores

    Servidores federais ativos civis dos poderes Executivo (Regidos pela Lei n 8.112/90), Legislativo e Judicirio, bem como contratados temporrios (nos termos da Lei n 8.745, de 9 de dezembro de 1993), com atuao em rgos pblicos situados em qualquer regio do Pas.

    . Portal ENAP

    . SIPEC

    . SIAFI

    Quadro A.3.1.4 Informativos da ENAP para a comunidade interna e externa

    Informativos para comunidade interna

    e/ou externa

    Periodici-dade

    Objetivo Pblico

    Acontece ENAP Semanal

    Divulgao interna de notcias do site e/ou da intranet relacionadas a ENAP, de legislao de interesse dos servidores da Escola, da Agenda de cursos e eventos do Plano Anual de Capacitao da ENAP PACE, de links para os cursos da Escola nas suas diversas modalidades, dos aniversariantes da semana, de datas comemorativas da semana e do cardpio do restaurante instalado na Escola.

    . Pblico interno (via lista global)

    Enap Informa Mensal Apresentao das principais atividades que ocorreram ou esto prestes a ocorrer no ms em curso.

    . Pblico interno (via lista global) . Pblico externo Aproximadamente 25.000 servidores pblicos do Executivo, Legislativo e Judicirio. (via mailings)

    Informe sobre os Peridicos recm-ingressados no acervo da Biblioteca Graciliano Ramos

    Mensal

    Divulgao dos sumrios dos peridicos que acabaram de ingressar no acervo da Biblioteca Graciliano Ramos, disponibilizando link para consulta aos novos e antigos sumrios, bem como informando sobre o procedimento para solicitao de disponibilizao de artigos.

    . Pblico interno (via lista global de emails) . Pblico externo (Portal ENAP)

    Boletim Eletrnico de Bibliografias Especializadas da Biblioteca Graciliano Ramos

    Bimestral

    Divulgao de relao de publicaes de destaque acerca de determinado tema com uma descrio do escopo e importncia, pertencentes ao acervo da Biblioteca Graciliano Ramos e disponveis para consulta e emprstimo. Juntamente com a seleo das bibliografias, feita uma exposio sobre o tema de modo que o boletim tambm tem a funo de convite para o evento.

    . Pblico interno (via lista global de emails) . Pblico externo: docentes e colaboradores da ENAP, usurios cadastrados na Biblioteca e no Portal de Peridicos, secretrios executivos de todos os ministrios, dirigentes das Escolas de Governo e a grupos de interesse do tema. (via mailings)

  • 49

    Boletim de Novas Aquisies da Biblioteca Graciliano Ramos

    Trimestral

    Divulgao dos ttulos das novas aquisies da Biblioteca, informando a disponibilidade para consulta e emprstimo.

    . Pblico interno (via lista global de emails) . Pblico externo (Portal ENAP)

    Sobre os canais disponveis, a Escola elabora periodicamente relatrios de acompanhamento sobre o status de resposta/atendimento dos canais Fale Conosco e Sistema de Informao ao Cidado SIC. O relatrio do Fale Conosco extrado mensalmente do Sistema indicando, por categoria de assunto, o total de solicitaes recebidas, respondidas, abertas, pendentes (quando esto em aberto por mais de 5 dias) e em andamento. O relatrio tambm indica o percentual geral de mensagens respondidas. O relatrio enviado eletronicamente para o Presidente, os Diretores e os Assessores.

    3.2. Carta de Servios ao Cidado

    A Carta de Servios da ENAP foi elaborada e publicada no ano de 2014, conforme determina o art. 11 do Decreto n 6.932, de 11 de agosto de 2009, atendendo tambm s diretrizes do Programa Nacional de Gesto Pblica e Desburocratizao GESPBLICA. O documento est sustentado em princpios fundamentais de acesso livre informao, de transparncia, de aprendizagem e de participao do cidado. O intuito da Carta informar sociedade quais so os servios prestados pela Escola, bem como a forma de acess-los. Serve para simplificar a vida do cidado, dar transparncia, melhorar a comunicao dos servios prestados e ampliar a capacidade de atendimento do governo s demandas da sociedade em geral. Foram impressos exemplares para distribuio, bem como est disponvel a verso eletrnica do documento no Portal da ENAP e no Repositrio Institucional, respectivamente, nos seguintes links:

    http://www.enap.gov.br/images//141107_carta_de_servicos_da_enap.pdf http://repositorio.enap.gov.br/handle/1/1558

    O documento detalha informaes de acesso a cursos e programas de desenvolvimento tcnico e gerencial, formao e aperfeioamento de carreiras e ps-graduao lato sensu, voltados especialmente aos servidores pblicos. Traz tambm importantes fontes de informao e pesquisa produzidas pela instituio, como Publicaes ENAP, Repositrio Institucional, Revista do Servio Pblico, Biblioteca Graciliano Ramos, Portal de Peridicos Eletrnicos e Casoteca. Apresenta informaes sobre a infraestrutura da Escola e o que necessrio para solicitar a locao de salas de aula, auditrio, anfiteatros e laboratrios de informtica. Informa, ainda, sobre a utilizao de alojamentos, rea esportiva, restaurante e lanchonete. Em suma, a Carta de Servios da ENAP contm uma Apresentao, seguida pelos Servios (com a respectiva explanao, descrio das formas de acesso e informaes sobre rea responsvel, telefone de contato e endereo de email) e, por ltimo, um resumo das Fontes de Informao da ENAP, contendo uma sntese e o respectivo endereo eletrnico de acesso. A estrutura do documento a que segue:

    Apresentao Formao para Carreiras na Administrao Pblica Federal Programa de Aperfeioamento para Carreiras Cursos de Especializao Educao Continuada Oficinas sob Medida

  • 50

    Casoteca de Gesto Pblica Pesquisa ENAP Caf com Debate Publicaes Revista do Servio Pblico RSP Concurso Inovao na Gesto Pblica Federal Biblioteca Graciliano Ramos

    Acesso ao Acervo Portal de Peridicos Eletrnicos Boletim Eletrnico de Bibliografias Especializadas

    Repositrio Institucional Infraestrutura

    Salas de Aula Auditrio e Anfiteatros Laboratrios e Sala de TIC Alojamento rea Esportiva Restaurante e Lanchonete Servio de Informao ao Cidado SIC Canais de atendimento Como chegar na ENAP (de nibus, de metr, de carro)

    Fontes de Informaes da ENAP

    3.3. Mecanismos para medir a satisfao dos produtos e servios

    Para medir a satisfao dos clientes/alunos das atividades resultantes de sua atuao, a ENAP utiliza-se basicamente da avaliao de reao que ocorre ao trmino de cada curso, quando os alunos recebem um formulrio para avaliao do evento de aprendizagem. Essa alternativa de avaliao tem o propsito de mensurar o grau de satisfao dos participantes em relao aos eventos de aprendizagem e contribuir para uma reflexo com vistas ao aprimoramento dos cursos e das prticas envolvidas para a sua realizao. A alternativa adotada inspira-se no modelo dos quatro nveis de avaliao formulados por Donald Kirkpatrick. Esse modelo aplicado para a avaliao da eficcia de programas de capacitao ou treinamento e compreende quatro nveis vinculados em ordem de intercausalidade: 1) reao; 2) aprendizagem, 3) comportamento e 4) resultados. O primeiro nvel mede como os participantes de um programa reagiram a ele. O segundo nvel abrange a extenso do aprendizado no que se refere aos conhecimentos, habilidades e atitudes desenvolvidas durante o programa de capacitao. Esse processo depende dos objetivos especficos e da natureza do contedo do programa. O terceiro nvel diz respeito extenso em que os participantes mudaram seu comportamento em razo da participao em um processo de capacitao. Por fim, o ltimo nvel envolve a avaliao de resultados finais ou o impacto da ao do sujeito no ambiente de trabalho, ou seja, em que sentido a capacitao permitiu ao sujeito transferir o conhecimento adquirido para as prticas do tralhando gerando valor aos processos preexistentes. Em geral, a ENAP tem se limitado ao primeiro nvel no processo de avaliao de suas solues de capacitao, particularmente na rea do desenvolvimento tcnico e gerencial. No caso especfico

  • 51

    dos programas de formao para carreiras, cursos de aperfeioamento ou de ps-graduao, atinge-se o nvel dois. A Escola tem utilizado questionrios estruturados como instrumentos de avaliao e eles variam conforme a especificidade dos eventos de capacitao. Cursos presenciais de desenvolvimento tcnico-gerencial coordenados pela CGPROG e CGPROJ:

    Nos cursos presenciais de desenvolvimento tcnico-gerencial, tanto para aqueles realizados pela Coordenao-geral de Programas de Capacitao CGPROG (nas modalidades turma aberta, turma exclusiva e turma realizada por instituio parceira) quanto para aqueles realizados pela Coordenao-Geral de Projetos de Capacitao CGPROJ, a avaliao de reao aplicada pelos coordenadores, no ltimo dia do curso, em sala de aula, de forma coletiva. O formulrio Avaliao de Satisfao com o Curso Presencial o instrumento utilizado para mensurar o nvel de satisfao dos participantes em relao aos eventos de aprendizagem. Contm 43 itens distribudos em trs dimenses avaliadas pelos participantes, quais sejam:

    Planejamento, coordenao e apoio logstico, que relaciona 13 fatores de avaliao; Desempenho do docente, que contempla 18 fatores a serem avaliados; Autoavaliao, com 12 fatores.

    Para seminrios e eventos dessa natureza realizados pela CGPROG e pela CGPROJ, o formulrio de avaliao mais sinttico, mas contemplando tambm trs dimenses: organizao do evento (quatro fatores), palestrante (quatro fatores) e resultados e aplicabilidade (trs fatores), alm de um campo para registro das observaes. A escala de avaliao para os dois formulrios constitui-se em uma escala de concordncia segundo o modelo de Likert, variando de um (1) a cinco (5) pontos, sendo 1 (discordo totalmente), 2 (discordo), 3 (no discordo, nem concordo), 4 (concordo) e 5 (concordo totalmente). Apresenta, ainda, a opo No se aplica (NA) para os casos em que a situao no se aplica ao evento em questo, alm de um espao para registro de crticas e sugestes pelos participantes. A coordenao do curso assegura o tratamento confidencial das respostas. Na CGPROG, aps a tabulao dos formulrios e consolidao dos dados, os resultados da turma so apresentados no Relatrio de Avaliao de Satisfao. Para a retroalimentao do processo, o Relatrio encaminhado pelo ncleo de avaliao ao coordenador do curso e ao docente, visando contribuir para a reflexo, replanejamento e aperfeioamento de suas prticas. No caso das turmas exclusivas e das realizadas no mbito do Programa de Parcerias, o relatrio da turma enviado, tambm, instituio demandante ou parceira. Com o propsito de aprimorar continuamente os eventos de aprendizagem oferecidos, as informaes, produzidas a partir da sistematizao das avaliaes, compem um diagnstico para acompanhamento da atuao dos docentes e reviso ou atualizao de atividades, contedos, metodologias e materiais didticos dos eventos de aprendizagem. Na construo desse diagnstico, alm das avaliaes dos alunos, so utilizadas, tambm, as observaes e sugestes registradas pelos docentes no Formulrio de Concluso de Cursos - FCC. As informaes produzidas a partir das avaliaes contribuem, ainda, para identificao de oportunidades de melhorias relativas infraestrutura e apoio logstico oferecidos pela ENAP. Quando so realizadas turmas piloto de cursos novos, pela CGPROG, aplica-se formulrio de avaliao diferenciado, mais detalhado, com o propsito de obter informaes para aperfeioar o curso, tornando-o adequado s necessidades do pblico-alvo.

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    Na CGPROJ ocorrem algumas situaes particulares ou peculiares. A primeira envolve as oficinas de planejamento, eventos baseados em processos conversacionais com caractersticas de assessoria tcnica, ou seja, que no configuram cursos tradicionais ou regulares. Para esses casos, geralmente, utiliza-se o recurso de dinmicas avaliativas, em que o grupo externa ou verbaliza ao final das atividades as suas impresses sobre as atividades desenvolvidas. O segundo caso envolve programas de capacitao customizados, ou mesmo a validao de solues de capacitao novas, que exigem um processo de avaliao menos padronizado e uma presena significativa do coordenador do evento como observador crtico-analtico do processo de ensino-aprendizagem. Nesse tipo de avaliao, particularmente quando se trata da validao de uma nova soluo, aspectos referentes ao desenho instrucional so observados e registrados para anlise da coordenao de ensino. Da mesma forma, cursos customizados envolvem no raras vezes relatrios de execuo fsico-financeira, que so exigidos pelo demandante em funo do registro de aspectos especficos do processo de ensino-aprendizagem que merecem tratamento especial e, muitas vezes, a construo de um instrumento especfico para a avaliao. Cursos a Distncia:

    Nos cursos a distncia, os questionrios de Avaliao de Reao so aplicados ao final de cada turma. O preenchimento facultativo. A escala de avaliao constitui-se em uma escala de concordncia segundo o modelo de Likert, com cinco conceitos de julgamento, segundo o qual o participante deve escolher entre 1 a 5 o nmero que melhor representa a sua opinio e, caso a situao no tenha ocorrido no evento do qual participou, dever assinalar NA (No se aplica). Os cinco conceitos so 1 (discordo totalmente), 2 (discordo), 3 (no discordo, nem concordo), 4 (concordo) e 5 (concordo totalmente), alm da opo No se aplica (NA). A ltima pergunta do questionrio solicita ao aluno que atribua uma nota, no intervalo de 0 a 10, ao curso em questo. A relao dos fatores avaliados foi ajustada no decorrer de 2014, em funo da especificidade do curso, bem como se com tutoria ou sem tutoria. Em sntese, os fatores avaliados so os seguintes:

    Planejamento e coordenao; Contedo e estrutura do curso; Aplicabilidade do curso; Desempenho do tutor; Interface grfica do curso; Apoio institucional e logstico; Autoavaliao; O curso como um todo.

    Aps a consolidao dos dados, os resultados por curso so apresentados no Relatrio dos Resultados das Avaliaes de Reao dos Cursos a Distncia e so utilizados como subsdio para aes de melhoria contnua dos cursos, incluindo reviso de contedo e atividades, de metodologia, orientao a tutores, entre outros. Cursos de Aperfeioamento para Carreiras:

    Para os cursos de aperfeioamento para carreiras (como as de EPPGG, APO, AFC, ACE, AIE/EIE, ATPS), a avaliao de reao, assim como ocorre com a CGPROG e CGPROJ, tambm aplicada pelo coordenador do curso, no ltimo dia, em sala de aula, de forma coletiva. O formulrio Avaliao de Reao Programa de Aperfeioamento para Carreiras o instrumento utilizado para mensurar a satisfao do aluno com o curso. Neste instrumento utilizada uma escala que varia de 0 a 10, para expressar a satisfao ou opinio do aluno em relao aos aspectos gerais do curso onde 0 corresponde a Nada Satisfeito/Discordo Totalmente e 10 corresponde a Muito

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    Satisfeito/Concordo Totalmente. Para os itens que no possuem correspondncia com a experincia educacional do aluno, h opo de marcar NA (no se aplica). Ao todo so 16 fatores de avaliao distribudos em trs dimenses:

    Desempenho do professor, com oito itens de avaliao; Avaliao do curso, com quatro itens de avaliao, sendo um deles referente carga horria

    para a qual solicitado ao aluno, no caso de avaliao aferida inferior a sete, especificar se excessiva ou insuficiente; e

    Resultados e aplicabilidade, com quatro fatores. Alm disso, ao final do formulrio, h um campo para observaes e contribuies. Aps a tabulao dos formulrios, as avaliaes so consolidadas e produz-se um relatrio com a indicao da avaliao mdia por turma (curso e docente), tendo tambm a indicao do valor mdio da avaliao de cada dimenso, alm da moda e desvio padro. Alm da avaliao de reao, outro importante instrumento de avaliao dos cursos a observao em sala de aula pelo coordenador. Essa avaliao feita no final de cada curso e resulta em registros de pontos positivos, dificuldades e observaes dos participantes, servindo tambm para subsidiar o desenvolvimento de turmas posteriores. Projetos Especiais de Capacitao:

    Com relao aos cursos realizados pela Coordenao-Geral de Projetos de Especiais CGPE, responsvel por projetos especiais de capacitao para atender a objetivos especficos de instituies pblicas, a avaliao de reao tambm aplicada pelos coordenadores, no ltimo dia do curso, em sala de aula, de forma coletiva. O formulrio Avaliao de Reao o instrumento utilizado para aferir o nvel de satisfao do aluno com o evento realizado, no qual utilizada uma escala que varia de 0 a 10, para expressar a satisfao ou opinio do aluno em relao aos aspectos gerais do curso onde 0 corresponde a Nada Satisfeito/Discordo Totalmente e 10 corresponde a Muito Satisfeito/Concordo Totalmente e para os itens que no possuem correspondncia com a experincia educacional do aluno, tem-se opo NA (no se aplica). O instrumento contm duas sees. A primeira relaciona 12 fatores de avaliao distribudos em trs dimenses, quais sejam:

    Desempenho do professor, com cinco itens de avaliao; Avaliao do Curso (contedo programtico e carga horria), com dois fatores; Resultados e Aplicabilidade na atividade profissional, com cinco fatores.

    A segunda parte do formulrio contempla trs questes abertas a serem respondidas pelo aluno:

    Questo 1: Descreva de forma sucinta sua experincia com os temas abordados nesta atividade;

    Questo 2: Do seu ponto de vista, que temas importantes deveriam ser includos no contedo do curso? Que temas deveriam ser retirados?

    Questo 3: Considerando os objetivos de aprendizagem do curso (relacionados na sequncia conforme cada curso), este evento de aprendizagem contribuiu para auxili-lo no alcance de tais objetivos junto a sua equipe? Comente.

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    H, ainda, uma diferena no procedimento de avaliao em alguns eventos de aprendizagem realizados pela CGPE. Por tratar-se de uma rea em que o desenvolvimento de cursos uma de suas principais caractersticas (e por isso o formulrio de Avaliao de Reao possui aspectos diferentes das demais reas da ENAP), quando da realizao de turmas piloto, aplica-se tambm uma avaliao qualitativa verbal em dinmica coletiva ao final do evento de aprendizagem com vistas ao levantamento de subsdios para incorporao de melhorias ao desenho do curso. Cursos de Ps-Graduao Lato Sensu:

    Por fim, a avaliao dos cursos de ps-graduao lato sensu ocorre por meio do preenchimento de questionrios de avaliao de reao por disciplina (tanto pelos alunos quanto pelos docentes) e da avaliao de final de Curso. A avaliao de reao por disciplina feita pelos alunos utiliza o formulrio tambm denominado Avaliao de Reao da Disciplina que possui uma escala de avaliao que varia de 0 a 10, para expressar a satisfao ou opinio do aluno em relao aos aspectos gerais do curso onde 0 corresponde a Nada Satisfeito/Discordo Totalmente e 10 corresponde a Muito Satisfeito/Concordo Totalmente. Os fatores de avaliao tambm so distribudos em trs dimenses:

    Desempenho do professor (com oito fatores); Avaliao da estruturao da disciplina (com cinco fatores); Resultados e aplicabilidade (com cinco fatores).

    H tambm espao para observaes e contribuies. Diferentemente das demais reas da Escola que realizam cursos presenciais, a Coordenao-Geral de Especializao CGE realiza a coleta de dados aps o encerramento de cada disciplina com a disponibilizao do questionrio na plataforma Moodle, sendo dada aos alunos uma semana para respond-los. Em seguida coleta dos dados, realiza-se a tabulao de cada quesito para a extrao da mdia, moda e desvio-padro. O formulrio de avaliao de reao preenchido pelo docente aps o trmino da disciplina contempla duas dimenses:

    Perfil e comportamento dos alunos (com 5 itens de avaliao); Desenvolvimento do Curso (com 10 itens de avaliao).

    Para a avaliao de final de curso contratado um consultor externo que realiza o processo por meio de uma oficina de avaliao que ocorre no dia subsequente ltima aula presencial e conta com a participao de todos alunos. Nessa oficina, so realizadas atividades individuais e grupais para socializao de avaliaes de diferentes aspectos do curso que permitem coletar, pela observao e pelos registros escritos, as percepes qualitativas dos participantes a respeito do curso. A oficina estruturada da seguinte forma:

    Acolhimento, abertura e explicao sobre a metodologia; Projeo futura do impacto do curso nas atividades profissionais; Avaliao da percepo sobre aspectos constantes nos objetivos de aprendizagem; Avaliao de aspectos do desenvolvimento do curso (contedo, coordenao, material

    didtico, prtica de gesto pblica, preparao para elaborao do trabalho final, corpo docente e visitas tcnicas);

    Autoavaliao quanto ao envolvimento com o curso, avaliao sobre a turma e sugestes. Aps o trmino do curso elaborado um relatrio final contendo a consolidao dos dados das avaliaes de reao dos alunos e docentes e avaliao final do curso. So realizadas reunies da

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    equipe da CGE e Diretoria de Formao Profissional para a discusso dos resultados e anlise das sugestes. O processo de aperfeioamento dos cursos subsidiado pelo resultado de avaliaes sistemticas aplicadas a cada edio, compreendendo um ciclo composto por avaliaes ex ante e avaliao de processo. Essas avaliaes, tanto dos alunos quanto dos docentes e equipe tcnica da coordenao de especializao, possibilitam a reorganizao curricular dos cursos com alterao de carga horria e ementa de disciplinas. Alm disso, do maior preciso sobre o perfil requerido de docentes, considerando sempre a formao deles, experincia profissional e aproveitamento. Possibilitam tambm, a definio cada vez mais adequada das atividades extracurriculares no formato de seminrios, palestras ou oficinas que complementam o ncleo bsico de contedos da proposta curricular. 3.4. Mecanismos de transparncia das informaes relevantes da unidade jurisdicionada Como relacionado no item 3.1 deste Relatrio, o principal canal de comunicao da ENAP com a comunidade externa o seu Portal que disponibiliza informaes de cunho geral, notcias sobre cursos e eventos nacionais e internacionais ofertados pela ENAP, processos seletivos de colaboradores, agenda de eventos realizados nas instalaes da Escola, acesso s pginas virtuais como a Escola Virtual ENAP; o Repositrio Institucional; a Casoteca de Gesto Pblica; a Biblioteca Graciliano Ramos; o Servio de Informao ao Cidado SIC; a Rede Nacional de Escolas de Governo, entre outros j citados no referido item. Vale destacar que o Repositrio Institucional, cujo acesso feito pelo Portal da Escola, constitui um importante canal de acesso s informaes da ENAP, incluindo tambm as informaes referentes atuao da instituio que contribuem para a transparncia da gesto. O Repositrio um sistema que organiza, armazena, gerencia, preserva, recupera e dissemina documentos em formato digital produzidos no mbito das atividades da ENAP. Ele foi desenvolvido a partir da utilizao do software livre Dspace (software mais utilizado no mundo para a construo de repositrios, elaborado no mbito de um projeto colaborativo entre MIT Libraries e a Hewlett-Packard Company). O Repositrio tem acesso aberto (Open Access) e uma importante fonte de pesquisa, pois contm toda a produo tcnica e cientfica provenientes das atividades da Escola. Especificamente sobre as informaes da ENAP, h uma Comunidade denominada Memria ENAP, que possui subpastas contendo a histria da Escola, informaes sobre a Cooperao Internacional, histria da carreira EPPGG, informaes sobre a Rede Nacional de Escolas de Governo e uma subpasta denominada Institucional que contm informaes sobre a atuao da Escola, entre elas os Relatrios de Gesto, Balanos, Atos Normativos, Diretrizes e Polticas, entre outros. De todo modo, para o cidado ainda no familiarizado com o sistema do Repositrio, a ENAP disponibiliza em seu Portal, a partir do primeiro item do menu, uma seo denominada A ENAP que, entre opes como Infraestrutura, Planejamento Estratgico, Carta de Servios e Poltica de Direitos Autorais, apresenta a seo Quem somos, pgina que contm informaes institucionais como:

    Natureza e vinculao da instituio; Lei de criao; Estatuto de regulamentao da estrutura; Regimento interno; Legislao complementar; Links para acesso a informaes sobre:

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    reas de atuao da Escola; Referenciais educacionais; Resultados obtidos (constando aqui os Relatrios de Gesto); Quem quem; E outras informaes institucionais.

    H tambm, no Portal da ENAP, um banner denominado Acesso Informao, que direciona para uma seo com informaes e dados pblicos relacionados ENAP, de maneira a promover ativamente a disponibilizao de contedos de interesse dos cidados, conforme determina a Lei de Acesso Informao (Lei n 12.527/2011). Essa pgina tambm direciona o cidado, caso no localize a informao desejada, para o Sistema de Acesso Informao SIC, bem assim disponibiliza o endereo de email e o telefone para contato. Nessa seo, o cidado tem informaes disponveis referentes a:

    Aes e programas Institucional Licitaes e contratos Servidores Sobre a Lei de Acesso Informao Perguntas Frequentes Despesas Informaes classificadas Servio de Informao ao Cidado SIC

    3.6. Medidas Relativas acessibilidade

    No que se refere a medidas relativas acessibilidade, destacam-se na ENAP as aes e planos referentes infraestrutura fsica e quelas referentes s condies de acesso comunicao e informao, bem como aos materiais didticos. Infraestrutura Fsica

    As instalaes fsicas da ENAP tm sido ajustadas no decorrer dos anos com vistas eliminao de barreiras arquitetnicas apresentando hoje um espao que garante em grande parte os requisitos de acessibilidade. Destacam-se dentre as iniciativas realizadas:

    Eliminao de barreiras arquitetnicas para circulao do estudante, permitindo acesso aos espaos de uso coletivo;

    Reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades de servio, com destaque para a revitalizao e ampliao da quantidade realizada em 2014;

    Construo de rampas com corrimos, facilitando a circulao de cadeira de rodas; Adaptao de portas e banheiros com espao suficiente para permitir o acesso de cadeira de

    rodas; Colocao de barras de apoio nas paredes dos banheiros; Adaptao, realizada em 2014, das recepes de modo a atender a obrigatoriedade de

    adaptao da altura e da condio fsica de pessoas em cadeira de rodas. As condies de acessibilidade das instalaes fsicas da Escola, aps reformas e aquisies realizadas com esse propsito, correspondem ao seguinte:

    Nos estacionamentos, a Escola possui sinalizao visual e encontra-se em elaborao sinalizao ttil.

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    O campus da ENAP possui rea especial para embarque e desembarque de pessoa com deficincia ou com mobilidade reduzida.

    A Escola possui um elevador em processo de modernizao e outro foi instalado em 2014 com itens de acessibilidade.

    A Biblioteca da ENAP oferece s pessoas em cadeira de rodas acesso adequado s suas dependncias, ao acervo e s mesas de estudo.

    A ENAP possui um telefone de atendimento adaptado para comunicao com e por pessoas com deficincia auditiva; no entanto, o canal frequentemente utilizado nesses casos o email.

    Em cada andar, a Escola possui sanitrios (masculino e feminino) destinados ao uso por pessoa com deficincia ou com mobilidade reduzida. Para alm desta situao, o Projeto de Modernizao do Campus dever contemplar integralmente as regras referentes disponibilizao desses sanitrios, contemplando entradas independentes dos sanitrios coletivos em conformidade com as normas tcnicas de acessibilidade da ABNT.

    As salas de aula possuem assentos para obesos e canhotos. Nas reas administrativas, h disponibilidade de cadeiras para obesos. A ENAP permite acesso de co-guia ou co-guia de acompanhamento junto de pessoa com

    deficincia ou de treinador. Ainda visando melhoria e ao atendimento integral s condies de acessibilidade, a ENAP tem planejadas aes de curto e mdio prazo. De todo modo, a Escola tem o propsito de ir alm do atendimento j realizado e das aes futuras de curto prazo, assumindo o compromisso de um desenho universal para suas instalaes. A Escola possui estudo correspondente, que visa contratao de projeto arquitetnico para reforma geral de suas instalaes de maneira a atender aos princpios do desenho universal, tendo como referncias bsicas as normas tcnicas de acessibilidade da ABNT e as regras contidas na legislao especfica. Vale destacar que se entende por desenho universal a concepo de espaos, artefatos e produtos que visam atender simultaneamente todas as pessoas, com diferentes caractersticas antropomtricas e sensoriais, de forma autnoma, segura e confortvel. Acesso Informao e Comunicao e Ajudas Tcnicas

    Sobre produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptados ou especialmente projetados para melhorar a funcionalidade da pessoa com deficincia ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida, a ENAP apresenta as condies descritas a seguir. Com relao aos recursos educacionais e materiais didticos, no caso dos cursos a distncia, a ENAP tem o compromisso de garantir que o curso seja compatvel com software sintetizador de voz. Esta acessibilidade vem sendo alcanada pela reduo do uso de cursos em Flash, e sua substituio por cursos produzidos em HTML ou PDF. No planejamento de curto prazo, considerando a necessidade de avanos na descrio de imagens e infogrficos nos cursos, alm de alguns ajustes de acessibilidade necessrios na plataforma da Escola Virtual, essas aes esto previstas no mbito do Termo de Cooperao firmado em dez/2012 entre a ENAP e a Universidade de Braslia. Com relao ao Repositrio Institucional da ENAP, ele est sendo parametrizado de acordo com as recomendaes do e-Mag (Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrnico) de acessibilidade para portais (teclas de atalho, contraste, fontes maiores, etc). A Escola possui contrato para configurao e a parametrizao da ferramenta Dspace.

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    Sobre a acessibilidade nos portais e stios eletrnicos para o uso das pessoas com deficincia visual, garantindo-lhes o pleno acesso s informaes disponveis, o atual portal no atende s normas previstas para acessibilidade (possui apenas a opo de ampliar a fonte), no entanto, o novo portal, em desenvolvimento (em fase de transio de plataforma tecnolgica), prev os critrios de acessibilidade exigidos pela SLTI/MP. O novo Portal da ENAP segue o modelo de identidade digital padro do Governo Federal, que atende s principais recomendaes de acessibilidade indicadas para web como as referncias WCAG (World Content Accessibility Guide) e, no caso do Governo Brasileiro, e-Mag (Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrnico). Na parte superior do Novo Portal da ENAP, haver barra de acessibilidade com atalhos de navegao padronizados, bem como opo para alterar o contraste ligado s cores, estando disponveis em todas as pginas do portal. Por fim, haver o tagueamento dos contedos do portal, permitindo a classificao dos dados. A ENAP tambm manteve em 2014 contrato para servios de intrprete de LIBRAS (Contrato n 16/2012).

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    4. AMBIENTE DE ATUAO

    4.1. Informaes sobre o ambiente de atuao da unidade jurisdicionada Diferentemente de outras entidades que possuem concorrentes diretos em seu ambiente de operao, a ENAP possui um papel sui generis em relao s demais instituies do seu meio. A relao da ENAP com as demais escolas de governo federais, estaduais, municipais e outras instituies internacionais no pautada pela concorrncia, mas sim pela cooperao. O trabalho em rede tem sido o norte das operaes da Escola ao longo das ltimas gestes, em contraposio ao modelo tradicional-hierrquico, segundo qual cada entidade cumpre a sua tarefa isoladamente. Conforme apontam Goldsmith & Eggers, governar em rede apresenta uma srie de vantagens em relao ao modelo tradicional.3 Em primeiro lugar, o trabalho conjunto permite que cada instituio pblica se concentre em sua misso central, coordenando os demais trabalhos com os grupos que fazem parte da rede. Em segundo, o trabalho em rede promove o aprendizado e a melhoria contnua, uma vez que a base de conhecimentos da rede sempre mais ampla e mais dinmica que a de uma organizao isolada. Por fim, o trabalho em rede permite um alcance muito mais amplo para os bens e servios fornecidos pelas instituies pblicas. Embora o trabalho em rede possua inegveis benefcios para o cumprimento das misses organizacionais e para o cidado, uma rede que presta servios pblicos efetivos no acontece espontaneamente. Como notam Goldsmith & Eggers, Algum precisa descobrir primeiro como reunir toda uma mirade de organizaes privadas e pblicas de modo a gerar um sistema contnuo

    de prestao de servios. Congruncia no cumprimento da meta coletiva, definio da coordenao/superviso e canal permanente de comunicao so as trs principais preocupaes de uma instituio que almeja estruturar e gerir um trabalho em rede. O reconhecimento da importncia das aes de formao, capacitao e treinamento de servidores pblicos foi sacramentado na alterao dada pela Emenda Constitucional n 19, de 04/06/1998, que incluiu um dispositivo, 2 do art. 39, sobre as escolas de governo:

    A Unio, os Estados e o Distrito Federal mantero escolas de governo para a formao e o aperfeioamento dos servidores pblicos, constituindo-se a participao nos cursos um dos requisitos para a promoo na carreira, facultada, para isso, a celebrao de convnios ou contratos entre os entes federados. (BRASIL, 1988)

    Nesse diapaso, o Decreto n 5.707, de 23/02/2006, que instituiu a Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal PNDP, atento necessidade de uma atuao coordenada das escolas de governo, e acreditando que uma ao integrada e complementar de vrias instituies pode trazer eficincia e efetividade aos esforos de capacitao, treinamento e formao de servidores, determinou, no inc. XIII do art. III, a criao de um sistema de escolas:

    Priorizar, no caso de eventos externos de aprendizagem, os cursos ofertados pelas escolas de governo, favorecendo a articulao entre elas e visando construo de sistema de escolas de governo da Unio, a ser coordenado pela Escola Nacional de Administrao Pblica ENAP (BRASIL, 2006, grifo nosso).

    Portanto, o contexto de atuao da ENAP, intitulado aes de formao, capacitao e treinamento de servidores pblicos, teve a forma cooperativa de gesto do trabalho definida em meados de 2006, com o lanamento da Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal PNDP. O Decreto n 5.707/06 determinou o trabalho em rede como forma primeira de ordenamento dos esforos de

    3 GOLDSMITH, Stephen & EGGERS, William. Governar em rede: o novo formato do setor pblico. Braslia: ENAP, 2006.

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    capacitao e aperfeioamento dos servidores pblicos e definiu a ENAP como a instituio responsvel pelo projeto e gesto do trabalho. Nesse sentido, o trabalho da ENAP junto s redes pode ser divido em trs grandes grupos:

    (i) a coordenao do Sistema de Escolas de Governo da Unio SEGU, que advm da determinao contida no Decreto n 5.707/06;

    (ii) a coordenao da Rede Nacional das Escolas de Governo, uma iniciativa idealizada pela prpria ENAP, iniciada em julho de 2003;

    (iii) a participao em redes internacionais de capacitao, no contexto das parcerias internacionais firmadas pela prpria ENAP.

    O Decreto n 5.707/06 atribuiu ENAP a funo de organizar e coordenar a ao integrada das Escolas de Governo. No desenvolvimento dos trabalhos entre as instituies, temas comuns afloram para discusses e encaminhamentos: marco regulatrio dos cursos de especializao e ps-graduao lato sensu, trocas de experincias, desafios e possibilidades da educao a distncia, mecanismos de contratao de docentes (GECC e GAEG), problemas relativos oferta e demanda de cursos de capacitao, entre outros temas relevantes. Para tratar desses assuntos, pelo menos desde 2006, em parceria com as demais instituies, a ENAP tem provocado reunies peridicas para institucionalizar a atuao conjunta e coordenada das escolas de governo da Unio. At novembro de 2014, o Sistema de Escolas de Governo da Unio SEGU era integrado por 17 escolas de governo que se reuniam bimestralmente na busca por um plano estratgico de ao compartilhada.4 Dentro desse novo arranjo institucional, atravs de uma ao coordenada das escolas de governo, busca-se um alinhamento estratgico entre as atividades desenvolvidas pelas instituies voltadas para a formao e capacitao de servidores pblicos e os objetivos polticos, pedaggicos e acadmicos determinados pela Poltica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal PNDP. Essa poltica de coordenao, alinhamento e esforo para tornar-se um ator relevante na imensa seara representada pela rea de recursos humanos do Governo Federal pode ser detectada pelos objetivos elencados como prioritrios pelo Sistema de Escolas de Governo da Unio: I subsidiar o processo decisrio do Comit Gestor da PNDP; II apoiar e disseminar a implementao da Poltica; III potencializar as aes de capacitao dos servidores pblicos; e IV elaborar e executar o Programa de Capacitao Gerencial de Pessoal Civil, coordenado pela ENAP.5 Nesse cenrio, entre outros, dois desafios caracterizam os trabalhos de coordenao da ENAP: a) a falta de informaes gerenciais sobre as prprias escolas que compem o grupo e b) a heterogeneidade das instituies que integram o SEGU. Geralmente, so escolas com histrias diferentes sob quase todos os aspectos relevantes para uma anlise organizacional. As trajetrias so diversas, inclusive do ponto de vista temporal, com as primeiras escolas sendo constitudas nos anos 40 e 50, como o IRBR (1945), ENSP (1954) e ENCE (1960). Por outro lado, as escolas ESPEN e ENAM foram recentemente criadas, sendo constitudas apenas no ano de 2012.

    4 Alm da ENAP, em novembro de 2014 integravam o SEGU: ANP Academia Nacional de Polcia, CEAE Centro de Altos Estudos da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, CFAI Centro de Formao e Aperfeioamento do Instituto Nacional do Seguro Social, EAGU Escola da Advocacia-Geral da Unio, ESAF Escola Superior de Administrao Fazendria, ESINT Escola de Inteligncia, ENAM Escola Nacional de Mediao, ENCE Escola Nacional de Cincias Estatsticas, ENSP Escola Nacional de Sade Pblica Srgio Arouca, ESPEN Escola Nacional de Servios Penais, FUNDAJ Fundao Joaquim Nabuco, IRBR Instituto Rio Branco, UNIBACEN Universidade do Banco Central do Brasil, ISC Instituto Serzedello Corra, ILB Instituto Legislativo Brasileiro e CEFOR Centro de Formao, Treinamento e Aperfeioamento da Cmara dos Deputados. 5 Objetivos constantes da cartilha do SEGU, elaborada e constantemente atualizada pela ENAP, dezembro de 2014.

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    Apesar dos desafios conhecidos como a falta de dados e material analtico sobre as escolas de governo, a heterogeneidade e complexidade dessas instituies e a natureza compartimentada e estanque da administrao pblica brasileira (tradicionalmente avessa aos esforos de coordenao e integrao), seria possvel fazer um balano positivo sobre a atuao da ENAP na coordenao do SEGU. Em primeiro lugar, cabe destacar que passos importantes foram dados no sentido de institucionalizar esse privilegiado frum de discusso (como assinatura do Protocolo de Intenes que Entre Si Celebram as Instituies Identificadas como Escolas de Governo da Unio, Coordenado pela Enap, assinado em 13 de novembro de 2012). Segundo, a realizao da pesquisa sobre o SEGU, publicada na forma de um caderno especial em janeiro 2015 (Cadernos ENAP n 40)6, que preenche um vazio na literatura sobre o tema e disponibiliza um rico conjunto de informaes gerenciais e organizadas sobre as 17 instituies pesquisadas7. Por ltimo, ressalte-se a ao junto ao MEC para viabilizar o credenciamento das escolas de governo como instituies legalmente aptas a oferecer cursos de ps-graduao lato sensu, buscando um tratamento que contemple as singularidades das escolas de governo junto Secretaria de Regulao SERES/MEC. Historicamente, a Rede Nacional de Escolas de Governo anterior ao Sistema de Escolas de Governo da Unio SEGU, tendo nascida em julho de 2003. A Rede de Escolas surge a partir da reflexo sobre as novas competncias exigidas dos servidores pblicos em um contexto de transformaes profundas na relao Estado-Sociedade. Em seu primeiro encontro, os representantes da rede firmaram o seguinte compromisso a ser seguido em todos os mbitos de governo: cabe s instituies formadoras implementar aes que contribuam para a consolidao de servidores dispostos a enfrentar desafios e a resolver problemas pblicos; atentos s realidades

    locais, nacionais e ao contexto mundial; com disposio para cooperar e trabalhar em equipes, em

    estruturas novas, menos hierarquizadas, em rede e similares; que se orientem para resultados; com

    mentalidade de aprendizagem permanente, pensando e agindo estrategicamente; que construam

    novos padres e modos de trabalhar. No momento de sua fundao em 2003, a Rede contava com a participao de representantes de 49 instituies (15 federais, 20 estaduais e 14 municipais). Durante todos os anos seguintes, exceo de 2011 e 2013, foram realizados encontros nacionais, com o aumento contnuo de instituies participantes, sempre mantendo a caracterstica da heterogeneidade, com representaes dos nveis municipal, estadual e federal, provenientes de organizaes vinculadas ao Executivo, ao Legislativo e ao Judicirio. Em dezembro de 2014, a Rede de Escolas de Governo contava com 208 instituies filiadas, sendo 62 em mbito Federal, 97 em nvel Estadual e 49 localizadas em Municpios. A Figura A.4.1.1 ilustra a distribuio geogrfica das Escolas de Governo no Brasil. Embora haja um forte desejo de compartilhamento de experincias e de construo de parcerias, as constantes alteraes nas equipes e nas direes das instituies participantes da Rede reduzem a capacidade de coordenao de muitas aes. O crescimento da participao na Rede ampliou e diversificou as expectativas de sua atuao, trazendo vrias possibilidades de avano, ao mesmo tempo em que acentuou o desafio de se aprofundarem e se consolidarem os pactos e compromissos para aes efetivas. Uma pesquisa realizada entre os 158 representantes de escolas presentes no IX Encontro Nacional da Rede de Escolas de Governo, em maio de 2012, demonstrou que mais de dois

    6 A primeira etapa da pesquisa foi finalizada em 2014, tendo como foco a caracterizao do Sistema de Escolas de Governo da Unio (SEGU): anlises de contedo dos normativos (caracterizao formal-legal das escolas) e das entrevistas com 41 dirigentes e gestores das 17 escolas de governo que compem o Sistema (caracterizao do perfil de atuao das escolas); anlise das aes de ensino e aprendizagem ofertadas pelas escolas do SEGU e a coleta de dados de demanda da Administrao Pblica por aes dessa natureza. 7 Para a realizao do trabalho foi realizada exaustiva anlise da legislao que estrutura e organiza as 17 escolas de governo. Em complemento, tambm foram realizadas entrevistas com os dirigentes das instituies.

  • 62

    teros dos presentes participava do Encontro pela primeira vez. Se de um lado, os debates so enriquecidos e diversificados, de outro h certa dificuldade no aprofundamento e no detalhamento de propostas que j haviam sido avanadas. Tendo em vista que essas peculiaridades relacionadas instabilidade e transformao permanentes foram identificadas, as resolues do IX Encontro apontaram para o estabelecimento de algumas definies organizacionais que permitam consolidar os avanos, garantindo a adeso contnua de novas instituies e participantes, mas conseguindo imprimir maior organicidade quelas aes que forem pactuadas como fundamentais para o perodo. A principal definio do IX ENEG foi a criao do Comit Gestor da Rede de Escolas, cujos princpios centrais acordados foram: (i) composio por poucos membros, para garantir agilidade; (ii) representao de todos os nveis de governo (federal, estadual e municipal) e distribuio por regies; (iii) as pessoas indicadas devem ser dirigentes de suas organizaes, com capacidade legal de responder por elas.

    Figura A.4.1.1 Distribuio por regio das instituies da Rede de Escolas de Governo

    Embora o Comit Gestor tenha sido criado durante o IX ENEG, a Rede e seu Comit no possuem uma estrutura prpria de apoio e tampouco de mecanismos prprios de financiamento. Consequentemente, a capacidade de atuao do Comit Gestor esteve bastante limitada, em razo da sobrecarga de trabalho existente sobre seus membros, j responsveis pela direo de suas Escolas. Coube ENAP o papel de implementar vrias das tarefas, com contribuies variadas dos demais membros, entre elas, a organizao do X Encontro Nacional de Escolas de Governo. O X Encontro Nacional da Rede de Escolas de Governo foi realizado entre os dias 12 e 13 de agosto de 2014. O X ENEG contou com 164 participantes, representando 86 instituies, alm de

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    13 relatores tcnicos e 03 apoiadores do quadro da ENAP, totalizando 180 presentes. Um total de 155 inscries prvias foi computado, de 98 instituies, das quais 86 responderam pesquisa Perfil da Rede Nacional de Escolas de Governo. A amostra de 86 instituies que responderam a pesquisa representativa do conjunto das instituies e, por isso, os dados coletados so extremamente importantes para caracterizar o ambiente de atuao das instituies que trabalham com a capacitao e desenvolvimento de competncias de servidores pblicos, entre elas a ENAP. No tocante ao gnero, o total dos participantes evidenciou a presena de 91 mulheres (56%) e de 70 homens (44%). Alm disso, a distribuio das Escolas de Governo representadas no evento demonstra a presena de 38 instituies estaduais (includo o DF), 35 federais e 13 municipais, do total de 86 Escolas presentes, conforme a Figura A.4.1.2 a seguir.

    Figura A.4.1.2 Escolas por esfera da Federao participantes do X-ENEG

    A distribuio por poder mostrou a predominncia de Escolas do Poder Executivo (66), seguidas do Legislativo (12), Judicirio (5) e Ministrio Pblico (3). A distribuio regional demonstrou a maior participao das Escolas sediadas na regio sudeste (32), seguida das regies Centro-oeste (27), Nordeste (14), Sul (10) e Norte (3), cujos percentuais esto representados na Figura A.4.1.3.

    Figura A.4.1.3 Percentual de Escolas de Governo por Regio

  • 64

    A ENAP tambm participa e colabora com redes internacionais de escolas de governo e administrao pblica. Em especial, a participao da Escola destacada em quatro instncias (j citadas no tpico 2. Informaes sobre a governana, item 2.1. Estrutura de Governana, como instncias colegiadas com a participao da ENAP), a saber:

    a. Conselho Acadmico Assessor da EIAPP: a Escola Ibero-Americana de Polticas Pblicas - EIAPP vinculada ao Centro Latino Americano de Administrao para o Desenvolvimento - CLAD. A participao brasileira no CLAD coordenada pelo Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto MP, tendo o pas ocupado a presidncia do Centro no perodo de 2012 e 2013. A ENAP, por sua vez, representa o Brasil nas reunies do Conselho Acadmico Assessor da EIAPP e ali firma compromissos de ofertar cursos internacionais anuais, presenciais e a distncia, referendados pelo MP. Em 2014, a ENAP, realizou o curso presencial Planejamento Estratgico em Contexto Democrtico: Lies da Amrica Latina, que capacitou 43 participantes, e tambm o curso a distancia tica e Administrao Pblica na Amrica Latina, que capacitou 28 servidores brasileiros e iberoamericanos. Alm disso, a Escola divulgou e selecionou, em mbito nacional, diversos candidatos a cursos oferecidos por outras escolas iberoamericanas e a oferta de vagas do programa de capacitao a distncia da ENAP associados do CLAD.

    b. Rede dos Institutos Nacionais de Administrao Pblica e Equivalentes - Rinape: Como j descrito no item 2.1 deste Relatrio, a ENAP participa de reunies bianuais da Rinape, que tem o propsito de discutir temas de capacitao para a gesto pblica e fomentar a cooperao entre seus membros. Em 2014, a Escola enviou representante para a reunio da Rinape em Moambique, na qual um dos temas principais foi o desenvolvimento do ensino mediado por tecnologias.

    c. International Institute of Administrative Sciences - IIAS: por intermdio do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto, o Brasil voltou a fazer parte do IIAS, em 2008, realizando contribuies anuais e tendo a ENAP como instituio que representa o pas no Instituto. A ENAP tambm co-fundadora da instncia regional do IIAS na Amrica Latina, o Grupo Latinoamericano por la Administracin Pblica - GLAP, institudo no Mxico em 2010.

  • 65

    d. Comit de Programao e Coordenao - CPC e Conselho de Orientao - CO do Programa Eurosocial II Programa de Cooperao Internacional da Comisso Europeia: No contexto do Programa EUROsociAL II (cooperao com a Unio Europeia), a ENAP, juntamente com seus parceiros internacionais, apoiou a realizao, em 2014, de diversas atividades no Brasil e no exterior, tais como:

    i. Participao de representante da ENAP no II Encontro do EUROsociAL II, na Guatemala, organizado conjuntamente pelos scios do EUROsociAL, com a participao brasileira de representantes do MDS/Senarc e do MTE/Senaes, a fim de discutir iniciativas de incluso social e produtiva de beneficirios de programas de transferncia de renda, como o Bolsa Famlia (julho de 2014).

    ii. Debate na ENAP sobre Articulao entre transferncias condicionadas de renda e intervenes para a incluso social e produtiva dos beneficirios dos programas sociais brasileiros, que repercutiu algumas das discusses havidas durante o evento do Programa EUROsociAL II, realizado em julho, em Antigua, na Guatemala (agosto de 2014), que contou com o apoio da ENAP e com a participao do Chefe da Assessoria de Cooperao Internacional.

    iii. Misso de representantes do MDS/SAGI Inglaterra e Portugal para intercambiar experincias em pesquisas longitudinais sobre pobreza e com o objetivo de apoiar uma pesquisa brasileira para o Plano Brasil sem Misria (outubro de 2014).

    iv. Misso de servidora da ENAP a Npoles, na Itlia, para participar do Seminrio Incluso Social Ativa: melhoramento das estratgias para superar as condies de pobreza (novembro de 2014).

    v. Misso do chefe da Assessoria de Cooperao Internacional a Madri para participar de Reunio do Conselho de Orientao do Programa EUROsociAL II e da Reunio do Comit de Programao e Coordenao - CPC (dezembro de 2014)

    vi. Em 2014 tambm foram realizadas tratativas para a produo de uma publicao conjunta do Programa com a ENAP, contendo artigos de especialistas e textos utilizados na oficina Coordenao de Polticas de Proteo Social na Amrica Latina, realizada na Escola em 2013. Essa publicao, em formato eletrnico, dever estar disponvel no primeiro semestre de 2015.

  • 66

    5. PLANEJAMENTO DA UNIDADE E RESULTADOS ALCANADOS

    5.1. Planejamento da unidade

    A misso, a viso e os valores, descritos abaixo, representam a identidade da ENAP e orientam as suas aes. Misso: Desenvolver competncias de servidores pblicos para aumentar a capacidade de governo na gesto de polticas pblicas. Viso: Ser referncia em formao e desenvolvimento dos agentes pblicos, visando ao seu alto desempenho, e na induo da inovao em gesto pblica, a fim de obter resultados para a sociedade brasileira. Valores:

    Profissionalizao dos servidores pblicos Qualidade dos resultados pblicos Compromisso com a Democracia Respeito diversidade Compromisso com o Dilogo Difuso do conhecimento Criatividade e inovao Incentivo reflexo

    A formulao atual da Misso, estabelecida em 2003, foi reafirmada em 2011 pela Direo de ento e articula trs conceitos-chave: a noo de competncias, o conceito de capacidade de governo e o foco na gesto de polticas pblicas. A viso de futuro da Escola introduziu a expresso agentes pblicos para ampliar, de modo gradual, a ideia dos pblicos-alvo a alcanar, no entendimento de que a consolidao do Estado democrtico vem introduzindo crescentemente nos processos de elaborao e implementao das polticas pblicas, e nos mecanismos de controle social da gesto governamental, cidados com responsabilidades e atribuies de representao poltica que demandam conhecimentos e competncias de gesto. Ademais, buscou acentuar a inovao na gesto e busca de resultados para a sociedade. Os valores organizacionais referem-se ao conjunto de princpios que orientam os processos de trabalho, o sistema de gesto e a relao da Escola com seus colaboradores e usurios.

    5.1.1. Objetivos Estratgicos

    Na ENAP, os objetivos estratgicos constituem os grandes campos ou eixos de atuao, a partir dos quais o trabalho organizado e a oferta de servios Administrao Pblica estruturada, por meio de projetos e/ou iniciativas estratgicas. Tais objetivos estratgicos foram formulados em 2011, de modo alinhado s declaraes estabelecidas para a Misso Institucional, a Viso de Futuro e os Valores Organizacionais. Na formulao inicial, ficaram pactuados quatro grandes grupos de objetivos:

    1. Formao de agentes pblicos de forma estratgica e inovadora 2. Desenvolvimento de pesquisas e disseminao de conhecimentos de gesto 3. Apoio melhoria da gesto dos rgos da administrao pblica federal 4. Gesto estratgica da Escola.

  • 67

    No decorrer do perodo, visando comunicar melhor a estratgia via planejamento estratgico e orientar o processo de monitoramento, realizou-se uma atualizao das formulaes que veio a consolidar o Mapa Estratgico da ENAP, reproduzido a seguir na Figura A.5.1.1.1. Um Mapa Estratgico apresenta a ligao entre duas sequncias lgicas. A primeira estabelece relaes entre o empenho dos recursos de uma organizao (pessoas, tecnologia e infraestrutura), a conduo de seus processos (processos internos) e os resultados esperados (resultados institucionais), todos orientados para o cumprimento da misso institucional. A segunda a relao entre o conjunto de objetivos intermedirios e finalsticos que, em seu conjunto, representam a aposta de mudana de organizao.

    Figura A.5.1.1.1 Mapa estratgico da ENAP

    Assim, os quatro grandes grupos de objetivos de 2011 foram desdobrados em quatro perspectivas, para apontar que a estratgia representa os nexos entre recursos (que ficam dispostos na parte inferior do Mapa na perspectiva de Pessoas, Tecnologia & Infraestrutura), os processos internos (que ficam na posio intermediria na perspectiva tambm denominada Processos Internos), e os resultados esperados (que ficam na parte superior do Mapa na perspectiva dos Resultados Institucionais), estes diretamente ligados perspectiva de Contribuio para a administrao pblica vinculada diretamente Misso Institucional. O objetivo estratgico 4 (Gesto estratgica da Escola) trata do aperfeioamento dos diversos aspectos infraestruturais da Escola, de forma a implementar um modelo de gesto que articule as pessoas, a logstica, os processos, a informao e o conhecimento para que os demais objetivos possam ser desenvolvidos em toda sua potncia. Na nova formulao em formato de Mapa Estratgico, este objetivo desdobrou-se em vrios, distribudos trs deles na perspectiva de Pessoas, Tecnologia & Infraestrutura e quatro na perspectiva de Processos Internos nos blocos Gesto Estratgica da Escola e Conhecimento e Comunicao. Os objetivos 1, 2 e 3 aparecem, com texto atualizado, na parte superior do Mapa Estratgico, por se constiturem como resultados institucionais a alcanar e todos eles visando o alcance do objetivo diretamente endereado contribuio da Escola Administrao Pblica, qual seja, fortalecer a gesto dos rgos da administrao pblica.

  • 68

    Essa reformulao permitiu organizar as intenes intrnsecas aos objetivos originais em objetivos que possuem carter de resultado institucional (assim localizados na perspectiva Resultados Institucionais) e objetivos que demandam iniciativas/projetos relacionados a processos, por isso o desdobramento em objetivos fixados na perspectiva dos Processos Internos.

    5.1.2. Projetos Estratgicos

    Os projetos estratgicos definidos pela Escola contribuem, direta ou indiretamente, para o alcance dos objetivos traados com a finalidade de realizao da misso: Desenvolver competncias de servidores pblicos para aumentar a capacidade de governo na gesto de polticas pblicas. Estabelecidos os objetivos estratgicos e definidos os projetos que os viabilizariam, no decorrer do perodo 2011-2014, de forma dinmica, muitas alteraes foram realizadas de tempos em tempos, nas oficinas de avaliao e monitoramento. Desta forma, alguns projetos iniciais foram aglutinados e reorganizados a partir da atualizao dos objetivos estratgicos, outros foram concludos, e uma parcela no se conclui dentro do perodo temporal pretendido, estendendo-se pelo prximo perodo. Desta forma, no Quadro A.5.1.2.1, relacionam-se os Projetos Estratgicos agrupados pelo respectivo status: projetos concludos e projetos em andamento.

    Quadro A.5.1.2.1 Status dos Projetos Estratgicos

    Projetos/Status

    Projetos / iniciativas CONCLUDOS

    Projeto Especializao em Gesto de Pblicas de Direitos Humanos (EGPDH)

    Projeto Especializao em Gesto Pblica de Infraestrutura (EGPInfra)

    Projeto Repositrio Institucional

    Projeto Prospeco e Implantao de Pesquisa na Enap

    Projetos / iniciativas EM ANDAMENTO

    Programa Comunicao & Liderana COMLIDE

    Portal ENAP (produto oriundo do projeto inicialmente definido como Plano de Comunicao Social, cujo escopo foi redefinido)

    Documento de diretrizes para a cooperao tcnica internacional na ENAP (inicialmente intitulado Modelo de gesto da cooperao internacional)

    Projeto Bolsas de Pesquisa

    Projeto Educao Mediada por Tecnologias

    Projeto Mapeamento e automao de processos

    Projeto Memria ENAP

    Projeto Gesto Estratgica de Pessoas (projeto que em 2013 tinha como escopo apenas o Mapeamento de Competncias)

    Projeto Governana de TIC (desdobramento do projeto Governana de TI implantao de solues de melhoria)

    Novo Modelo de Infraestrutura de TIC (desdobramento do projeto Governana de TI implantao de solues de melhoria)

    Projeto de Modernizao e revitalizao do campus

  • 69

    5.2. Programao oramentria e financeira e resultados alcanados

    Neste tpico os itens relacionados a seguir no sero detalhados, conforme mencionado na introduo deste Relatrio:

    5.2.1. Programa Temtico e seu Quadro A.5.2.1 Programa Temtico e o subtpico 5.2.1.1. Anlise Situacional;

    5.2.2. Objetivo e seu Quadro A.5.2.2 Objetivo fixado pelo PPA e o respectivo subtpico 5.2.2.1. Anlise Situacional.

    Ambos sero preenchidos pelo Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto, ao qual a ENAP vinculada.

    5.2.3. Aes

    Neste tpico no sero contemplados os subtpicos:

    5.2.3.2. Aes/Subttulos OFSS (e seu Quadro A.5.2.3.2 Ao/Subttulos OFSS), uma vez que o MP assumiu a responsabilidade pelo preenchimento destas informaes em seu documento, incluindo no que se refere s instituies vinculadas.

    5.2.3.4. Aes Oramento de Investimento (e o respectivo Quadro A.5.2.3.4 Aes do Oramento de Investimento), por no se aplicar ENAP, pois nenhuma unidade do MP possui ao do oramento de investimento, incluindo a ENAP.

    5.2.3.1. Aes - OFSS

    Quadro 5.2.3.1. Aes OFSS

    Identificao da Ao

    Cdigo 0181 Tipo: Operao Especial

    Ttulo PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSES DE SERVIDORES CIVIS

    Programa Previdncia de inativos e pensionistas da Unio Cdigo: 0089 Tipo:

    Unidade Oramentria

    Ao Prioritria ( ) Sim (X) No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    3.858.136,00 4.108.136,00 4027986,15 4027986,15 4.027.986,15 0,00 0,00

    Execuo Fsica [NO POSSUI EXECUO FSICA]

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    - - - - - - -

    Restos a Pagar No processados - Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica - Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    - - - - - -

  • 70

    Identificao da Ao

    Cdigo 0005 Tipo: Operao Especial

    Ttulo CUMPRIMENTO DE SENTENA JUDICIAL TRANSITADA EM JULGADO (PRECATRIOS)

    Programa Operaes especiais: cumprimento de sentenas judiciais Cdigo: 0901 Tipo:

    Unidade Oramentria 47210 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim (X) No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    447.542,00 458.042,00 458.042,00 420555,56 420555,56 0,00 37486,44

    Execuo Fsica [ NO POSSUI EXECUO FSICA]

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    - - - - - - -

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    -- - - - - -

    Identificao da Ao

    Cdigo 00G5Tipo: Operao Especial

    Ttulo

    CONTRIBUIO DA UNIO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUNDAES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDNCIA DOS SERVIDORES PBLICOS FEDERAIS DECORRENTE DO PAGAMENTO DE PRECATRIOS E REQUISIES DE PEQUENO VALOR

    Programa Democracia e aperfeioamento da gesto pblica Cdigo: 2038

    Unidade Oramentria 47210 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim ( X )No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    34.461,00 34.461,00 34.461,00 34.461,00 0,00 34.461,00

    Execuo Fsica [NO POSSUI EXECUO FSICA]

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de Realizada

  • 71

    1/1/2014 medida

    - - - - -

    Identificao da Ao

    Cdigo 20U9 Tipo: Atividade

    Ttulo DESENVOLVIMENTO DE COMPETNCIAS DE AGENTES PBLICOS, PESQUISA E DISSEMINAO DE CONHECIMENTO EM GESTO PBLICA

    Iniciativa Implementao de poltica de desenvolvimento de pessoas na Administrao Pblica Federal

    Objetivo

    Aperfeioar a gesto de pessoas na administrao pblica federal, orientada por competncias e pela democratizao das relaes de trabalho, visando aumentar a capacidade do governo na implementao de polticas pblicas Cdigo: 0606

    Programa Democracia e aperfeioamento da gesto pblica Cdigo: 2038 Tipo: Temtico

    Unidade Oramentria 47210 - Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim ( X )No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    12.900.000,00 10.320.000,00 4.506.570,23 3.548.353,02 3.548.353,02 0,00 958.217,21

    Execuo Fsica

    Descrio da meta Unidade de

    medida

    Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    Promoo de eventos voltados para a capacitao de agentes pblicos, intercmbio e cooperao tcnica com instituies, organismos, fruns e redes nacionais e internacionais, de forma a contribuir para a melhoria da gesto pblica e para a implementao de projetos de inovao em polticas pblicas.

    PO 0001 Desenvolvimento Gerencial da Administrao da Unidade

    Meta: 32.000

    Produto: capacitao realizada

    - 44.513, sendo:

    40.016 com oram. Enap; 4497 com destaque oramentrio.

    Planejamento, execuo, monitoramento e avaliao de cursos de formao inicial para carreiras do ciclo de gesto e carreiras transversais.

    PO 0002 - Formao Inicial de Carreiras

    Meta: 14

    Produto: Aluno formado

    - 0

    Planejamento, execuo, monitoramento e avaliao de cursos de ps-graduao para agentes pblicos.

    PO 0003 - Ps-Graduao para Servidores Pblicos

    Meta: 60

    Produto: Aluno formado

    - 91

    Desenvolvimento de atividades de estudos aplicados, editorao e difuso tcnica, acervo documental e bibliogrfico, com vistas consolidao e divulgao de informaes e de conhecimentos relativos gesto pblica; realizao do Concurso Inovao na Gesto Pblica Federal para incentivo e divulgao de inovaes na gesto pblica. Produzir e disseminar estudos, pesquisas e publicaes de referncia em gesto pblica, subsidiando a

    PO 0004 - Pesquisa e Disseminao de Conhecimento em Gesto Pblica

    Meta: 330.000

    Produto: Exemplar disseminado

    - 249.035

    (No SIOP o total

    registrado foi de 248.970)

  • 72

    formulao, a implementao e a avaliao de polticas governamentais.

    Desenvolvimento de projetos e atividades de cooperao tcnica internacional, promoo de eventos, com enfoque internacional, voltados para a capacitao de agentes pblicos, intercmbio com instituies e organismos internacionais, participao e organizao de misses, participao em fruns e redes internacionais. As aes, tambm em parceria com instituies no Brasil e em outros pases, visaram contribuir para a melhoria da gesto pblica e para a concepo, a implementao e a execuo de projetos inovadores de polticas pblicas.

    PO 0005 - Atividades de Cooperao Tcnica e Participaes em Fruns Internacionais

    Meta: 340 Produto: Capacitao realizada

    - 382

    Planejamento, execuo, monitoramento e avaliao de cursos do programa de aperfeioamento para carreiras do ciclo de gesto e carreiras transversais.

    PO 0006 - Aperfeioamento de Carreiras

    Meta: 1200

    Produto: Aluno capacitado

    - 1.911, sendo: 1.554 com oram. Enap;

    357 com destaque oramentrio.

    Atividades de Capacitao Profissional desenvolvidas para atender demandas especficas de rgos pblicos, para a melhoria da gesto de suas organizaes ou para a implementao de polticas pblicas. Engloba as seguintes atividades: Elaborao; Execuo e Avaliao de Atividades de Capacitao.

    PO 0007 - Projetos Especiais de Desenvolvimento Institucional

    Meta: 1300

    Produto: Capacitao realizada

    - 475, sendo:

    228 com oram. Enap;

    247 com destaque oramentrio.

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    614.366,5 576817,46 -35371,04 - - -

    Identificao da Ao

    Cdigo 00M1 Tipo: Operao Especial

    Ttulo BENEFCIOS ASSISTENCIAIS DECORRENTES DO AUXILIO-FUNERAL E NATALIDADE

    Programa Programa de gesto e manuteno do ministrio do planejamento, oramento e gesto Cdigo: 2125

    Unidade Oramentria 47210 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim (X)No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    20.000,00 20.000,00 7.873,98 7.873,98 7.873,98 0,00 0,00

    Execuo Fsica [NO POSSUI EXECUO FSICA]

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

  • 73

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    - - - - - -

    Identificao da Ao

    Cdigo 09HB Tipo: Operao Especial

    Ttulo

    CONTRIBUIO DA UNIO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUNDAES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDNCIA DOS SERVIDORES PBLICOS FEDERAIS

    Programa Programa de gesto e manuteno do ministrio do planejamento, oramento e gesto Cdigo: 2125 Tipo:

    Unidade Oramentria 47210 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim (X) No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    1.869.609,00 1.917.828,00 1.908.304,76 1.908.304,76 1.908.304,76 0,00 0,00

    Execuo Fsica [No possui execuo fsica]

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    - -- - - - -

    Identificao da Ao

    Cdigo 2000 Tipo: Atividade

    Ttulo ADMINISTRAO DA UNIDADE

    Programa Programa de gesto e manuteno do ministrio do planejamento, oramento e gesto Cdigo: 2125

    Unidade Oramentria 47210 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim (X)No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

  • 74

    14.222.644,00 16.802.644,00 12.778.722,55 10.403.439,71 10.403.439,71 0,00 2.375.282,84

    Execuo Fsica [No possui execuo fsica]

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    2.075.755,77 1.585.020,42 -92.456,71 - - -

    Identificao da Ao

    Cdigo 2004 Tipo: Atividade

    Ttulo ASSISTNCIA MDICA E ODONTOLGICA AOS SERVIDORES CIVIS, EMPREGADOS, MILITARES E SEUS DEPENDENTES

    Programa Programa de gesto e manuteno do ministrio do planejamento, oramento e gesto Cdigo: 2125

    Unidade Oramentria 47210 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim (X)No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    196.632,00 326.632,00 276.355,49 213.170,71 213.170,71 0,00 63.184,78

    Execuo Fsica

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    - - - - - - -

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    26.526,00 13.449,16 -13.076,84 - - -

    Identificao da Ao

    Cdigo 2010 Tipo: Atividade

    Ttulo ASSISTNCIA PR-ESCOLAR AOS DEPENDENTES DOS SERVIDORES CIVIS, EMPREGADOS E MILITARES

    Programa Programa de gesto e manuteno do ministrio do planejamento, oramento e gesto Cdigo: 2125 Tipo:

    Unidade Oramentria

    Ao Prioritria ( ) Sim (X)No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

  • 75

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    19.200,00 29.200,00 19.631,75 19.631,75 19.631,75 0,00 0,00

    Execuo Fsica [Nopossui execuo fsica]

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    - - - -

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    - - - - - -

    Identificao da Ao

    Cdigo 2011 Tipo: Atividade

    Ttulo AUXLIO-TRANSPORTE AOS SERVIDORES CIVIS, EMPREGADOS E MILITARES

    Programa Programa de gesto e manuteno do ministrio do planejamento, oramento e gesto Cdigo: 2125 Tipo:

    Unidade Oramentria 47210 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim ( X )No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    43.068,00 43.068,00 34.667,13 34.667,13 34.667,13 0,00 0,00

    Execuo Fsica [Nopossui execuo fsica]

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    - - - - - -

    Identificao da Ao

    Cdigo 2012 Tipo: Atividade

    Ttulo AUXLIO-ALIMENTAO AOS SERVIDORES CIVIS, EMPREGADOS E MILITARES

    Programa Programa de gesto e manuteno do ministrio do planejamento, oramento e gesto Cdigo: 2125 Tipo:

  • 76

    Unidade Oramentria 47210 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim ( )No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    826.620,00 826.620,00 726.512,4 726.512,4 726.512,4 0,00 0,00

    Execuo Fsica [No possui execuo fsica]

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    26.526,00 13.449,16 -13.076,84 - - -

    Identificao da Ao

    Cdigo 20TP Tipo: Atividade

    Ttulo PAGAMENTO DE PESSOAL ATIVO DA UNIO

    Programa Programa de gesto e manuteno do ministrio do planejamento, oramento e gesto Cdigo: 2125 Tipo:

    Unidade Oramentria 47210 Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim ( X )No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( ) Outras

    Lei Oramentria 2014

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa Restos a Pagar inscritos 2014

    Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados No

    Processados

    17.512.117,00 18.312.117,00 17.918.879,5 17.867.550,5 17.867.550,5 0,00 51.329,00

    Execuo Fsica [No possui execuo fsica]

    Descrio da meta Unidade de medida Montante

    Previsto Reprogramado Realizado

    - - - - - - -

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Metas

    Valor em 1/1/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizada

    23.125,09 19.295,39 -3.829,70 - - -

  • 77

    5.2.3.3. Aes no Previstas na LOA 2014 Restos a Pagar no Processados OFSS

    Quadro A.5.2.3.3 Aes no Previstas LOA 2014 Restos a Pagar OFSS

    Identificao da Ao

    Cdigo 4066 Tipo: Atividade

    Ttulo DESENVOLVIMENTO GERENCIAL DA ADMINISTRAO PBLICA

    Iniciativa Implementao de poltica de desenvolvimento de pessoas na Administrao Pblica Federal

    Objetivo

    Aperfeioar a gesto de pessoas na administrao pblica federal, orientada por competncias e pela democratizao das relaes de trabalho, visando aumentar a capacidade do governo na implementao de polticas pblicas Cdigo: 0606

    Programa Democracia e aperfeioamento da gesto pblica Cdigo: 2038 Tipo: Temtico

    Unidade Oramentria 47210 - Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    Ao Prioritria ( ) Sim (X)No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria ( )Outras

    Restos a Pagar No processados Exerccios Anteriores

    Execuo Oramentria e Financeira Execuo Fsica Meta

    Valor em 01/01/2014

    Valor Liquidado Valor Cancelado Descrio da Meta Unidade de

    medida Realizado

    2.750,00 2.750,00 0,00 - - -

    A despesa do objeto do quadro acima oriunda da reinscrio de RAP do perodo 2012/2013. Trata-se de contratao de servios de garantia pela aquisio de equipamento de processamento de dados (switch), adquirido em dezembro de 2012 e liquidado/pago somente em dezembro/2013, ficando pendente a nota fiscal referente aos servios de garantia/sustentao que s foi emitida e liquidada/paga em fevereiro/2014.

    5.2.3.5 Anlise Situacional

    As dificuldades encontradas pela Escola que prejudicaram o desenvolvimento das aes para realizao dos objetivos pretendidos para 2014 referem-se principalmente ao contingenciamento oramentrio, que impactou a dotao de crdito para investimento e outras despesas correntes. A dotao oramentria final da ENAP em 2014 foi de R$ 53.198.748,00, assim distribudos: R$ 24.830.584,00, para despesas com pessoal e encargos sociais; R$ 23.795.164,00, para outras despesas correntes; e R$ 4.573.000,00, para investimentos. Houve contingenciamento (bloqueio) da ordem de R$ 6.028.159,14, sendo R$ 344.441,81 da dotao de crdito para investimentos e R$ 5.683.717,33 em outras despesas correntes. Ressalta-se que as despesas com pessoal, por fora legal, no foram submetidas ao contingenciamento. Esse fator afetou uma grande variedade de atividades de capacitao oferecidas pelas diversas reas da Escola. A Diretoria de Gesto Interna conduziu o processo de ajustes e na reunio do Conselho Diretor da ENAP, realizada no dia 24 de fevereiro de 2014, definiu-se a distribuio entre as reas da Escola. Os principais parmetros utilizados para a redistribuio foram adotados de acordo com a trajetria histrica, quantidade de projetos, iniciativas ou aes da rea, a contribuio para o alcance das metas institucionais estratgicas bem como o histrico de execuo oramentria. Dentro dos limites oramentrios de cada unidade, o Presidente e os Diretores definiram quais projetos, iniciativas e aes estratgicas teriam continuidade para o exerccio de 2014. Apesar do contingenciamento, a maioria das metas institucionais foi alcanada. Excetua-se principalmente a meta prevista para o desenvolvimento de novos cursos pela Coordenao-Geral de

  • 78

    Projetos Especiais da ENAP tanto quanto a capacidade dos rgos pblicos federais em demandar novos cursos para a Escola. Quanto s atividades de formao inicial, no houve quaisquer realizaes por conta da suspenso do concurso pblico para provimento de cargos da carreira de Especialista em Polticas Pblicas e Gesto Governamental EPPGG, e foi suspensa a realizao de algumas pesquisas em gesto pblica. Em razo do contingenciamento e para manter a oferta de capacitaes, a ENAP estimulou a capacitao em EaD e houve aumento na quantidade de Termos de Execuo Descentralizadas TED e/ou Termos de Cooperao, firmados com diversas instituies da Administrao Pblica Federal, para realizao de eventos diversos de capacitao e outros gastos da Escola. Em 2014, a ENAP o executou montante de R$ 2.233.352,63, aumento de 85,75% em relao ao ano de 2013, quando a execuo de crditos descentralizados em favor da ENAP foi de R$ 1.202.332,32. Cabe ressaltar que a execuo do plano de capacitao interna, PACE/2014, foi afetada pelo contingenciamento oramentrio que bloqueou a verba destinada s aes de capacitao ainda no primeiro semestre do ano. No entanto, a execuo das aes de capacitao interna superou o inicialmente previsto em virtude das parcerias estabelecidas com as Diretorias finalsticas da Escola, o que possibilitou a realizao de aes sem nus. Por fim, destaca-se tambm que a dotao oramentria destinada s despesas de custeio e investimento (grupo outras despesas correntes e capital) sofreu contingenciamento (bloqueio) de R$ 6.028.159,14, por fora do Decreto de Programao Oramentria e Financeira (Decreto n 8.197/2014 e suas alteraes). Esse valor representa aproximadamente 23% do montante consignado aos referidos grupos de despesa, aps descontados os valores destinados ao pagamento de benefcios e auxlios a servidores (custeio), que no foram objeto de bloqueio. 5.3. Informaes sobre outros resultados da gesto

    Informaes no incio deste item e no item 13.

    5.4. Informaes sobre indicadores de desempenho operacional No Quadro A.5.4 esto relacionados os dois principais indicadores utilizados pela ENAP

    Quadro A.5.4 Indicadores de Desempenho

    Denominao ndice de

    Referncia ndice

    Previsto ndice

    Observado Periodicidade Frmula de Clculo

    Nmero de capacitaes

    realizadas

    Capacitao realizada

    35000 47.372 Anual Soma total de participantes nos eventos de aprendizagem

    Nmero de downloads

    realizados no stio da Enap

    Exemplar disseminado

    330.000 249.035 Anual Soma total dos downloads e publicaes da Enap, como cadernos, livros, revistas,

    textos para discusso, seminrios e catlogo de

    cursos

    No total de 47.372 capacitaes realizadas, esto includas 5.101 capacitaes realizadas com destaque oramentrio. Cabe ressaltar que no SIOP foi informado o total de capacitaes realizadas com oramento Enap (42.271). Com relao ao total de exemplares disseminados, o nmero registrado no SIOP foi de 248.970.

  • 79

    5.5. Informaes sobre custos de produtos e servios A ENAP no adota o Sistema de Informaes de Custos - SIC como principal ferramenta da sistemtica de apurao de custos, bem como no adota outro sistema para anlise de custos e tomada de deciso.

  • 80

    6. TPICOS ESPECIAIS DA EXECUO ORAMENTRIA E FINANCEIRA.

    6.1. Programao e Execuo das despesas 6.1.1. Programao das despesas O quadro abaixo apresenta a dotao inicial e final organizadas por grupos de despesas referentes ao exerccio de 2014. Expe, ainda, uma comparao com os valores de 2013, demonstrando as variaes ocorridas entre os exerccios em cada um dos grupos. Quadro A.6.1.1 Programao de Despesas

    Unidade Oramentria: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica Cdigo UO: 47210 UGO: 114702

    Origem dos Crditos Oramentrios Grupos de Despesa Correntes

    1 Pessoal e Encargos Sociais

    2 Juros e Encargos da Dvida

    3- Outras Despesas Correntes

    DOTAO INICIAL 23.721.865,00 - 26.035.164,00

    CR

    D

    ITO

    S

    Suplementares 1.108.719,00 - 140.000,00

    Especiais Abertos - - -

    Reabertos - - -

    Extraordinrios Abertos - - -

    Reabertos - - -

    Crditos Cancelados - - 2.380.000,00

    Outras Operaes - - -

    Dotao final 2014 (A) 24.830.584,00 - 23.795.164,00

    Dotao final 2013(B) 23.691.606,00 - 26.023.766,00

    Variao (A/B-1)*100 4,80 - - 8,56

    Origem dos Crditos Oramentrios

    Grupos de Despesa Capital 9 Reserva de Contingncia 4 Investimentos 5 Inverses Financeiras

    6- Amortizao

    da Dvida

    DOTAO NICIAL 2.193.000,00 - - -

    CR

    D

    ITO

    S

    Suplementares 2.380.000,00 - - -

    Especiais Abertos - - - -

    Reabertos - - - -

    Extraordinrios Abertos - - - -

    Reabertos - - - -

    Crditos Cancelados - - - -

    Outras Operaes - - - -

    Dotao final 2014 (A) 4.573.000,00 - - -

    Dotao final 2013(B) 2.225.376,00 - - -

    Variao (A/B-1)*100 105,49 - - -

    Fonte: Siafi Gerencial

    6.1.1.1. Anlise Crtica A dotao final consignada na LOA 2014 (Lei + Crditos) foi de R$ 53.198.748,00 (cinquenta e trs milhes, cento e noventa e oito mil e setecentos e quarenta e oito reais), sendo R$24.830.584,00 destinados cobertura de despesas com Pessoal e Encargos Sociais, R$23.795.164,00 para Outras Despesas Correntes e R$ 4.573.000,00 para as despesas de Capital (investimentos).

  • 81

    Os crditos inicialmente programados para despesas com Pessoal e Encargos Sociais foram suplementados em R$ 1.108.719,00, devido a necessidades especficas de gastos com pagamentos correlatos, totalizando, ao final do exerccio, R$ 24.830.584,00, incremento de aproximadamente 4,80% em relao dotao inicial. Houve remanejamento de crditos, no valor de R$ 2.380.000,00 (dois milhes, trezentos e oitenta mil reais), do grupo de despesa Outras Despesas Correntes para o grupo Investimentos em virtude da necessidade de realizao de contratao de servios para elaborao de projeto de arquitetura e engenharia para revitalizao do campus da ENAP. Destaca-se que a dotao oramentria destinada s despesas de custeio e investimento (grupo outras despesas correntes e capital) sofreu contingenciamento (bloqueio) de R$ 6.028.159,14, por fora do Decreto de Programao Oramentria e Financeira (Decreto n 8.197/2014 e suas alteraes). Esse valor representa aproximadamente 23% do montante consignado aos referidos grupos de despesa, aps descontados os valores destinados ao pagamento de benefcios e auxlios a servidores (custeio), que no foram objeto de bloqueio.

    6.1.2. Movimentao de Crditos Interna e Externa A unidade gestora (UG) equivalente tanto unidade oramentria (UO) quanto unidade jurisdicionada (UJ), ou seja, no h movimentao oramentria interna. No Quadro A.6.1.2.2 so apresentados os valores das movimentaes de crdito feitas em favor da ENAP (recebidas) e dessa em favor de outros rgos da Administrao Pblica (concedidas). Como movimentao de crdito considera-se a movimentao de crdito oramentrio realizada por meio do Siafi. As movimentaes apresentadas no Quadro A.6.1.2.2 correspondem aos valores efetivamente executados, ou seja, j descontados os valores devolvidos s unidades concessoras dos crditos.

    Quadro A.6.1.2.2 Movimentao Oramentria Externa por Grupo de Despesa

    Origem da Movimenta-

    o

    UG Classificao da

    ao

    Despesas Correntes

    Concedente Recebedora 1 Pessoal e

    Encargos Sociais

    2 Juros e Encargos da

    Dvida

    3 Outras Despesas Correntes

    Concedidos 114702 090049 28846090100050053 458.042,00 -

    Concedidos 114702 090049 28846090100G50053 34.461,00 -

    Concedidos 114702 154019 04128203820U90001 - - 1.533.929,49

    Concedidos 114702 154503 04128203820U90001 - - 120.060,00

    Concedidos 114702 240025 04128203820U90001 - - 137.122,00

    Recebidos 110001 114702 04122210120000001 - - 13.040,00

    Recebidos 110008 114702 20122211320000001 - - 4.200,00 Recebidos 110319 114702 04128210120CT0001 - - 6.300,00 Recebidos 110382 114702 04122210162150001 - - 21.760,00 Recebidos 110407 114702 05122210820000001 - - 5.600,00 Recebidos 110619 114702 0412521012B820001 - - 16.235,77 Recebidos 110680 114702 26122210120000001 - - 109.440,00 Recebidos 113214 114702 26122210120000001 - - 9.900,00 Recebidos 152734 114702 12128210945720001 - - 6.400,00 Recebidos 152734 114702 12363203163800001 - - 34.460,00

  • 82

    Recebidos 153046 114702 12128210945720032 - - 2.800,00 Recebidos 153152 114702 12364203220RK0033 - - 2.100,00 Recebidos 153166 114702 23122212820000001 - - 9.100,00 Recebidos 155007 114702 12128210945720001 - - 23.760,00 Recebidos 158123 114702 12128210945720031 - - 4.000,00 Recebidos 158132 114702 12363203163580054 - - 3.500,00 Recebidos 167089 114702 05153205844500001 - - 2.800,00 Recebidos 185001 114702 23122212820000001 - - 5.040,00 Recebidos 194088 114702 14122211220000001 - - 7.000.00 Recebidos 200016 114702 14122210220000001 - - 23.119,20 Recebidos 200331 114702 06128207023200001 - - 17.000,00 Recebidos 200336 114702 06122211220000001 - - 500.000,00 Recebidos 201002 114702 04126203820U20001 - - 80.500,00 Recebidos 201002 114702 04121203820U00001 - - 323.060,00 Recebidos 201002 114702 28846091000D90002 - - 29.343,00 Recebidos 203003 114702 13128210745720001 - - 26.700,00 Recebidos 238012 114702 14122210320000001 - - 5.600,00 Recebidos 240101 114702 19122210620000001 - - 140.160,00 Recebidos 257001 114702 10128211545720001 - - 154.560,00 Recebidos 280102 114702 22122212120000001 - - 33.360,00 Recebidos 320002 114702 25128211945720001 - - 2.000,00 Recebidos 323031 114702 25128211945720001 - - 6.700,00 Recebidos 343026 114702 13128210745720001 - - 1.400,00 Recebidos 393003 114702 26122212620000001 - - 10.500,00 Recebidos 440001 114702 1854121242B340001 - - 92.160,00 Recebidos 440001 114702 18122212420W90001 - - 8.520,00 Recebidos 443019 114702 18122212420W90033 - - 4.900,00 Recebidos 443032 114702 18122212420W90001 - - 6.960,00 Recebidos 530001 114702 04122211120000001 - - 4.900,00 Recebidos 533014 114702 04122211120000001 - - 4.100,00 Recebidos 550005 114702 08122212220000001 - - 108.000,00 Recebidos 550005 114702 08121212249230001 - - 80.065,42 Recebidos 550006 114702 08128212245720001 - - 9.100,00 Recebidos 560006 114702 15122211687850001 - - 23.058,00 Recebidos 772001 114702 05152205820XN0001 - - 7.700,00

    Origem da Movimenta-

    o

    UG Classificao da

    ao

    Despesas de Capital

    Concedente Recebedora

    4 Investime

    ntos

    5 Inverses Financeiras

    6 Amortizao da Dvida

    Concedidos 114702 154019 04128203820U90001 29.858,58 - -

    Recebidos 200336 114702 06122211220000001 242.451,24 - -

    Fonte: Siafi Gerencial

  • 83

    6.1.3. Realizao da Despesa 6.1.3.1. Despesas Totais Por Modalidade de Contratao Crditos Originrios Total O quadro A.6.1.3.1 informa as despesas por modalidade de contratao executadas com oramento prprio nos exerccios de 2013 e 2014.

    Quadro A.6.1.3.1 Despesas por Modalidade de Contratao Crditos Originrios Total

    Unidade Oramentria: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica Cdigo UO: 47210 UGO: 114702

    Modalidade de Contratao

    Despesa Liquidada Despesa paga

    2014 2013 2014 2013

    1. Modalidade de Licitao (a+b+c+d+e+f+g) 7.747.232,26 6.697.320,77 7.747.232,26 6.697.320,77

    a) Convite - - - -

    b) Tomada de Preos - - - -

    c) Concorrncia 97.928,10 154.272,07 97.928,10 154.272,07

    d) Prego 7.649.304,16 6.543.048,70 7.649.304,16 6.543.048,70

    e) Concurso - - - -

    f) Consulta - - - -

    g) Regime Diferenciado de Contrataes Pblicas

    - - - -

    2. Contrataes Diretas (h+i) 3.564.973,65 4.932.126,93 3.564.973,65 4.932.126,93

    h) Dispensa 1.666.458,86 2.579.811,14 1.666.458,86 2.579.811,14

    i) Inexigibilidade 1.898.514,79 2.352.315,79 1.898.514,79 2.352.315,79

    3. Regime de Execuo Especial - - - -

    j) Suprimento de Fundos - - - -

    4. Pagamento de Pessoal (k+l) 24.264.971,28 22.698.195,53 24.264.971,28 22.698.195,53

    k) Pagamento em Folha 24.224.396,97 22.673.620,83 24.224.396,97 22.673.620,83

    l) Dirias 40.574,31 24.574,70 40.574,31 24.574,70

    5. Outros 3.600.868,48 3.722.168,76 3.600.868,48 3.722.168,76

    6. Total (1+2+3+4+5) 39.178.045,67 38.049.811,99 39.178.045,67 38.049.811,99

    Fonte: Siafi Gerencial

    Importante destacar dois pontos sobre o quadro A.6.1.3.1: (1) As despesas na modalidade outros incluem benefcios e auxlios a servidores classificados como despesas correntes, outras despesas; (2) O valor de dirias inclui dirias de servidores e de colaboradores eventuais. 6.1.3.2. Despesas Totais Por Modalidade de Contratao Crditos Originrios Executados Diretamente pela UJ O quadro A.6.1.3.2 informa as despesas por modalidade de contratao executadas pela ENAP com oramento prprio nos exerccios de 2013 e 2014, ou seja, excluindo-se os valores das movimentaes de crdito feitas pela Escola em favor de outros rgos da Administrao Pblica.

  • 84

    Quadro A.6.1.3.2 Despesas executadas diretamente pela UJ, por modalidade de contratao Crditos Originrios

    Unidade Oramentria: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica Cdigo UO: 47210 UGO: 114702

    Modalidade de Contratao

    Despesa Liquidada Despesa paga

    2014 2013 2014 2013

    1. Modalidade de Licitao (a+b+c+d+e+f+g) 7.747.232,26 6.697.320,77 7.747.232,26 6.697.320,77

    a) Convite - - - -

    b) Tomada de Preos - - - -

    c) Concorrncia 97.928,10 154.272,07 97.928,10 154.272,07

    d) Prego 7.649.304,16 6.543.048,70 7.649.304,16 6.543.048,70

    e) Concurso - - - -

    f) Consulta - - - -

    g) Regime Diferenciado de Contrataes Pblicas

    - - - -

    2. Contrataes Diretas (h+i) 3.533.019,66 4.932.126,93 3.533.019,66 4.932.126,93

    h) Dispensa 1.634.504,87 2.579.811,14 1.634.504,87 2.579.811,14

    i) Inexigibilidade 1.898.514,79 2.352.315,79 1.898.514,79 2.352.315,79

    3. Regime de Execuo Especial - - - -

    j) Suprimento de Fundos - - - -

    4. Pagamento de Pessoal (k+l) 23.844.415,72 22.698.195,53 23.844.415,72 22.698.195,53

    k) Pagamento em Folha 23.803.841,41 22.673.620,83 23.803.841,41 22.673.620,83

    l) Dirias 40.574,31 24.574,70 40.574,31 24.574,70

    5. Outros 2.636.886,48 3.356.168,76 2.636.886,48 3.356.168,76

    6. Total (1+2+3+4+5) 37.761.554,12 37.683.811,99 37.761.554,12 37.683.811,99 Fonte: Siafi Gerencial

    Importante destacar dois pontos sobre o quadro A.6.1.3.2: (1) As despesas na modalidade "outros" incluem benefcios e auxlios a servidores classificados como despesas correntes, outras despesas; (2) O valor de dirias inclui dirias de servidores e de colaboradores eventuais.

  • 85

    6.1.3.3. Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos Originrios Total

    O quadro A.6.1.3.3 apresenta as despesas por grupo e elemento de despesa executadas com oramento prprio nos exerccios de 2013 e de 2014. Entende-se por grupo de despesa os dispndios que possuem as mesmas caractersticas quanto ao objeto de gasto. Elemento de despesa, por sua vez, representa o objeto do gasto.

    Quadro A.6.1.3.3 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos Originrios Total Unidade Oramentria: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica Cdigo UO: 47210 UGO: 114702

    DESPESAS CORRENTES

    Grupos de Despesa Empenhada Liquidada RP no processados Valores Pagos

    1. Despesas de Pessoal 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    319011 Vencimentos e vantagens fixas

    17.230.872,27 16.192.773,65 17.230.872,27 16.192.773,65 - - 17.230.872,27 16.192.773,65

    319001 Aposentadorias pelo RPPS

    3.726.510,85 3.485.629,61 3.726.510,85 3.485.629,61 - - 3.726.510,85 3.485.629,61

    319113 Obrigaes patronais 2.130.567,04 2.148.741,79 2.130.567,04 2.148.741,79 - - 2.130.567,04 2.148.741,79

    Demais elementos do grupo 1.259.723,25 869.600,87 1.136.446,81 846.475,78 123.276,44 23.125,09 1.136.446,81 846.475,78

    2. Juros e Encargos da Dvida - - - - - - - -

    1 elemento de despesa - - - - - - - -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    3. Outras Despesas Correntes 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    339039 Outros servios de terceiros PJ

    8.248.575,96 9.723.626,86 6.943.584,75 8.304.707,15 1.304.991,21 1.418.919,71 6.943.584,75 8.304.707,15

    339037 Locao de mo-de-obra 3.469.552,88 1.837.390,96 3.174.722,27 1.689.329,19 294.830,61 148.061,77 3.174.722,27 1.689.329,19

    339036 outros servios de terceiros pessoa fsica

    1.984.808,40 3.022.002,60 1.946.363,40 2.972.302,60 38.445,00 49.700,00 1.946.363,40 2.972.302,60

    Demais elementos do grupo 3.157.164,07 2.585.646,94 2.403.869,07 1.924.130,06 2.391.561,82 661.516,88 2.403.869,07 1.924.130,06

    DESPESAS DE CAPITAL

    Grupos de Despesa Empenhada Liquidada RP no Processados Valores Pagos

    4. Investimentos 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    449052 Equipamentos e material permanente

    1.080.534, 22 410.934,68 123.263,14 135.828,25 957.271,08 275.106,43 123.263,14 135.828,25

    449051 Obras e instalaes 221.998,00 - 221.998,00 - - - 221.998,00 -

  • 86

    449039 Outros servios de terceiros PJ

    187.700,00 486.737,39 139.848,07 349.893,91 47.851,93 136.843,48 139.848,07 349.893,91

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    5. Inverses Financeiras 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    1 elemento de despesa - - - - - - - -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    6. Amortizao da Dvida 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    1 elemento de despesa - - - - - - - -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    Fonte: Siafi Gerencial

    6.1.3.4. Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos Originrios Valores executados Diretamente pela UJ

    O quadro A.6.1.3.4 apresenta as despesas por grupo e elemento de despesa executadas diretamente pela ENAP com oramento prprio nos exerccios de 2013 e 2014, excludos os valores das movimentaes de crdito feitas pela Escola em favor de outros rgos da Administrao Pblica. Entende-se por grupo de despesa os dispndios que possuem as mesmas caractersticas quanto ao objeto de gasto. Elemento de despesa, por sua vez, representa o objeto do gasto.

    Quadro A.6.1.3.4 Despesas executadas diretamente pela UJ Crditos Originrios Unidade Oramentria: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica Cdigo UO: 47210 UGO: 114702

    DESPESAS CORRENTES

    Grupos de Despesa Empenhada Liquidada RP no processados Valores Pagos

    1. Despesas de Pessoal 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    319011 Vencimentos e vantagens fixas

    17.230.872,27 16.192.773,65 17.230.872,27 16.192.773,65 - - 17.230.872,27 16.192.773,65

    319001 Aposentadorias pelo RPPS

    3.726.510,85 3.485.629,61 3.726.510,85 3.485.629,61 - - 3.726.510,85 3.485.629,61

    319113 Obrigaes patronais 2.130.567,04 2.148.741,79 2.130.567,04 2.148.741,79 - - 2.130.567,04 2.148.741,79

    Demais elementos do grupo 767.220,25 869.600,87 715.891,25 846.475,78 51.329,00 23.125,09 715.891,25 846.475,78

  • 87

    2. Juros e Encargos da Dvida 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    1 elemento de despesa - - - - - - - -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    3. Outras Despesas Correntes 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    339039 Outros servios de terceiros PJ

    7.970.980,96 9.357.626,86 6.710.962,75 7.938.707,15 1.260.018,21 1.418.919,71 6.710.962,75 7.938.707,15

    339037 Locao de mo-de-obra 3.469.552,88 1.837.390,96 3.174.722,27 1.689.329,19 294.830,61 148.061,77 3.174.722,27 1.689.329,19

    339036 outros servios de terceiros pessoa fsica

    1.972.808,40 2.998.002,60 1.943.408,40 2.972.302,60 29.400,00 25.700,00 1.943.408,40 2.972.302,60

    Demais elementos do grupo 1.655.647,58 2.106.046,94 1.650.847,58 1.924.130,06 4.800,00 181.916,88 1.650.847,58 1.924.130,06

    DESPESAS DE CAPITAL

    Grupos de Despesa Empenhada Liquidada RP no Processados Valores Pagos

    4. Investimentos 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    449052 Equipamentos e material permanente

    1.050.675,64 410.934,68 115.925,64 135.828,25 934.750,00 275.106,43 115.925,64 135.828,25

    449051 Obras e instalaes 221.998,00 - 221.998,00 - - - 221.998,00 -

    449039 Outros servios de terceiros PJ

    187.700,00 486.737,39 139.848,07 349.893,91 47.851,93 136.843,48 139.848,07 349.893,91

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    5. Inverses Financeiras 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    1 elemento de despesa - - - - - - - -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    6. Amortizao da Dvida 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    1 elemento de despesa - - - - - - - -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    Fonte: Siafi Gerencial

  • 88

    6.1.3.5. Despesas Totais por Modalidade de Contratao Crditos de Movimentao

    O quadro A.6.1.3.5 informa as despesas por modalidade de contratao executadas pela ENAP decorrentes de crditos oramentrios descentralizados em seu favor nos exerccios de 2013 e de 2014.

    Quadro A.6.1.3.5 Despesas por Modalidade de Contratao Crditos de Movimentao Valores em R$ 1,00

    Modalidade de Contratao

    Despesa Liquidada Despesa paga

    2014 2013 2014 2013

    1.Modalidade de Licitao (a+b+c+d+e+f+g) 755.744,63 329.195,87 755.744,63 329.195,87

    a) Convite - - - -

    b) Tomada de Preos - - - -

    c) Concorrncia 6.199,20 53.461,00 6.199,20 53.461,00

    d) Prego 749.545,43 275.734,87 749.545,43 275.734,87

    e) Concurso - - - -

    f) Consulta - - - -

    g) Regime Diferenciado de Contrataes Pblicas - - - -

    2. Contrataes Diretas (h+i) 889.390,00 540.270,00 889.390,00 540.270,00

    h) Dispensa 1.900,00 - 1.900,00 -

    i) Inexigibilidade 887.490,00 540.270,00 887.490,00 540.270,00

    3. Regime de Execuo Especial - - - -

    j) Suprimento de Fundos - - - -

    4. Pagamento de Pessoal (k+l) 2.017,00 8.232,98 2.017,00 8.232,98

    k) Pagamento em Folha - - - -

    l) Dirias 2.017.00 8.232,98 2.017.00 8.232,98

    5. Outros 526.351,00 260.192,00 526.351,00 260.192,00

    6. Total (1+2+3+4+5) 2.173.502,63 1.137.890,85 2.173.502,63 1.137.890,85

    Fonte: Siafi Gerencial

  • 89

    6.1.3.6. Despesas Totais por Grupo e Elemento de Despesa Crditos de Movimentao

    O quadro A.6.1.3.6 apresenta as despesas por grupo e elemento de despesa executadas pela ENAP decorrentes de crditos oramentrios descentralizados em seu favor nos exerccios de 2013 e de 2014.

    Quadro A.6.1.3.6 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos de Movimentao DESPESAS CORRENTES

    Grupos de Despesa Empenhada Liquidada RP no processados Valores Pagos

    1. Despesas de Pessoal 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    Nome 1 elemento de despesa - - - - - - - -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    2. Juros e Encargos da Dvida 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    1 elemento de despesa - - - - - - - -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    3. Outras Despesas Correntes 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    339036 outros servios de terceiros pessoa fsica

    1.280.960,55 737.887,45 1.231.360,55 703.287,45 49.600,00 34.600,00 1.231.360,55 703.287,45

    339039 Outros servios de terceiros PJ

    509.889,20 329.045,00 506.199,20 305.923,53 3.609,00 23.121,47 506.199,20 305.923,53

    339047 Obrigaes tributrias e contributivas

    161.188,00 110.312,00 154.628,00 103.592,00 6.560,00 6.720,00 154.628,00 103.592,00

    Demais elementos do grupo 38.863,64 25.087,87 38.863,64 25.087,87 - - 38.863,64 25.087,87

    DESPESAS DE CAPITAL

    Grupos de Despesa Empenhada Liquidada RP no Processados Valores Pagos

    4. Investimentos 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    449052 Equipamentos e material permanente

    242.451,24 - 242.451,24 - - - 242.451,24 -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

  • 90

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    5. Inverses Financeiras 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    1 elemento de despesa - - - - - - - -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    6. Amortizao da Dvida 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013

    1 elemento de despesa - - - - - - - -

    2 elemento de despesa - - - - - - - -

    3 elemento de despesa - - - - - - - -

    Demais elementos do grupo - - - - - - - -

    Fonte: Siafi Gerencial

  • 91

    6.1.3.7. Anlise crtica da realizao da despesa

    A dotao oramentria final da ENAP em 2014 foi de R$ 53.198.748,00, assim distribudos: R$ 24.830.584,00, para despesas com pessoal e encargos sociais; R$ 23.795.164,00, para outras despesas correntes; e R$ 4.573.000,00, para investimentos. Houve contingenciamento (bloqueio) da ordem de R$ 6.028.159,14, sendo R$ 344.441,81 da dotao de crdito para investimentos e R$ 5.683.717,33 em outras despesas correntes. Ressalta-se que as despesas com pessoal, por fora legal, no foram submetidas ao contingenciamento. As despesas com custeio (outras despesas correntes) totalizaram R$ 16.860.101,31 em 2014. J os gastos em investimentos foram da ordem de R$ 1.490.232,22. Por sua vez, os dispndios com pessoal e encargos sociais liquidados e pagos em folha somaram 24.347.673,41. Desta forma, dos R$ 47.170.589,00, dotao efetivamente liberada, a ENAP executou o valor de R$ 42.698.006,94, ou seja, 90,52% do seu oramento efetivamente liberado. Em razo do contingenciamento, houve aumento na quantidade de Termos de Execuo Descentralizadas TED e/ou Termos de Cooperao ainda vigentes, firmados com diversas instituies da Administrao Pblica Federal, para realizao de eventos diversos de capacitao e outros gastos da Escola. Em 2014, a ENAP o executou montante de R$ 2.233.352,63, aumento de 85,75% em relao ao ano de 2013, quando a execuo de crditos descentralizados em favor da ENAP foi de R$ 1.202.332,32. Dos valores recebidos em 2014 por meio de TED, o total de R$ 1.461.558,39 foi utilizado na realizao de cursos de capacitao para servidores. O valor de R$ 29.343,00, descentralizados pelo Ministrio do Planejamento Oramento e Gesto, foi empregado para pagamento da contribuio anual ao Instituto Internacional de Cincias Administrativas IIAS. Por fim, R$ 742.451,24 foram utilizados para reforma e adaptaes no alojamento, tendo em vista a celebrao de Termo de Cooperao entre a ENAP e o Departamento da Polcia Federal para viabilizao de alojamentos para delegaes de policiais estrangeiros que atuaram quando da realizao da Copa do Mundo de 2014.

    6.2. Despesas com aes de publicidade e propaganda

    Quadro A.6.2 Despesas com Publicidade

    Publicidade Programa/Ao oramentria Valores empenhados Valores pagos

    Institucional - - -

    Legal

    2125 Programa de Gesto e Manuteno do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto / 2000 Administrao da Unidade / PO 0002 Administrao da Unidade

    12.160,00 5.913,00

    Mercadolgica - - -

    Utilidade pblica - - -

    Fonte: Siafi Gerencial

    A despesa relacionada trata-se de contrato firmado com a Empresa Brasileira de Comunicaes EBC para publicao de editais de licitaes realizadas pela ENAP.

    6.3. Reconhecimento de Passivos por insuficincia de crditos ou recursos

    No houve tal dispndio no exerccio de referncia.

  • 92

    6.3.1. Anlise Crtica

    No se aplica, uma vez que no houve reconhecimento de passivos por insuficincia de crditos ou recursos, por no ter havido tal dispndio no exerccio de 2014.

    6.4. Movimentao e os saldos de restos a pagar de exerccios anteriores

    Quadro A.6.4 Restos a Pagar inscritos em Exerccios Anteriores Valores em R$ 1,00

    Restos a Pagar no Processados

    Ano de Inscrio

    Montante 01/01/2014 Pagamento Cancelamento Saldo a pagar 31/12/2014

    2013 2.209.673,36 1.666.660,43 144.734,29 398.278,64

    2012 29.250,00 29.250,00 - -

    ... - - - -

    Restos a Pagar Processados

    Ano de Inscrio Montante 01/01/2014 Pagamento Cancelamento

    Saldo a pagar 31/12/2014

    2013 - - - -

    2012 - - - -

    ... - - - -

    Fonte: Siafi Gerencial

    6.4.1. Anlise Crtica

    Em 01 de janeiro de 2014, havia o montante de R$ 2.238.923,36 inscritos em Restos a Pagar, sendo R$ 29.250,00 relativos ao exerccio de 2012 e R$ 2.209.673,36 do exerccio de 2013. Ao final do exerccio, R$ 1.695.910,43 foram pagos, R$ 144.734,29 foram cancelados e R$ 398.278,64 foram reinscritos em Restos a Pagar. Os valore reinscritos em restos a pagar se referem a contratos de prestao de servios de tecnologia da informao e comunicao - TIC para desenvolvimento e manuteno de sistemas/fbrica de softwares (Confidere Informtica e Servios LTDA - 2013NE800335 - R$ 42.118,64) e desenvolvimento e manuteno de portais, stios e portlets e componentes em plataforma Liferay Enterprise Edition (IOS Informtica, Organizao e Sistemas S.A - 2013NE800622 - R$ 356.160,00). Por serem servios de TIC, possuem regras especficas para recebimento e homologao desses, por meio de Termo de Recebimento Provisrio e Termo de Recebimento Definitivo. As reinscries das despesas em restos a pagar foram feitas com o objetivo de receber definitivamente/atestar/medir, no incio de 2015, os trabalhos inscritos em restos a pagar em 2013, em fase de concluso. Houve aceite provisrio de parte dos servios ao longo de 2014, entretanto, em decorrncia de troca da equipe de atendimento, necessidades de ajustes em ambiente computacional, apontamento de inconsistncias em parte das entregas e atraso em definies relativas a layout e arquitetura, que exigiram ajustes e reconstruo, os aceites definitivos devem ocorrer apenas em 2015.

  • 93

    6.5. Transferncias de Recursos

    6.5.1. Relao dos Instrumentos de Transferncia Vigentes no Exerccio

    Quadro A.6.5.1 Caracterizao dos instrumentos de transferncias vigentes no exerccio de referncia Posio em 31.12.2014 Unidade Concedente ou Contratante

    Nome: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    CNPJ: 00.627.612/0001-09 UG/GESTO: 114702/11401

    Informaes sobre as Transferncias

    Modalidade N do

    instrumento Beneficirio

    Valores Pactuados Valores Repassados Vigncia Sit.

    Global Contrapartida No Exerccio Acumulado at o

    Exerccio Incio Fim

    3 TC 02/2013 154019 3.204.000,00 No h contrapartida 1.563.788,07 2.067.388,07 11/01/2013 11/12/2015 1

    3 TED 01/2014 240025 137.122,00 No h contrapartida 137.122,00 137.122,00 10/06/2014 10/11/2014 4

    3 TED 02/2014 154503 120.060,00 No h contrapartida 120.060,00 120.060,00 13/06/2014 30/06/2015 1

    LEGENDA

    Modalidade: Situao da Transferncia:

    1 - Convnio 1 - Adimplente

    2 - Contrato de Repasse 2 - Inadimplente

    3 - Termo de Cooperao 3 - Inadimplncia Suspensa

    4 - Termo de Compromisso 4 - Concludo

    5 - Excludo

    6 - Rescindido

    7 - Arquivado

    Fonte: Siafi Operacional

  • 94

    6.5.2. Quantidade de Instrumentos de Transferncias Celebrados e Valores Repassados nos Trs ltimos Exerccios

    Quadro A.6.5.2 Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos trs ltimos exerccios Unidade Concedente ou Contratante

    Nome: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica CNPJ: 00.627.612/0001-09 UG/GESTO: 114702/11401

    Modalidade

    Quantidade de Instrumentos Celebrados

    em Cada Exerccio

    Montantes Repassados em Cada Exerccio, Independentemente do ano de Celebrao do Instrumento (em

    R$ 1,00) 2014 2013 2012 2014 2013 2012

    Convnio - - - - - - Contrato de

    Repasse - - - - - -

    Termo de Cooperao

    2 2 1 1.820.970,07 869.600,00 97.107,04

    Termo de Compromisso

    - - - - - -

    Totais 2 2 1 1.820.970,07 869.600,00 97.107,04 Fonte: Siafi Operacional

    6.5.3. Informaes sobre a Prestao de Contas Relativas aos Convnios e Contratos de Repasse

    A ENAP no possui convnios e contratos de repasses. As informaes apresentadas no Quadro A.6.5.3 referem-se aos Termos de Cooperao/Termos de Execuo Descentralizada realizados entre os exerccios de 2012 e 2014. As descentralizaes realizadas antes desse perodo no apresentam pendncias nas suas prestaes de contas. Quadro A.6.5.3 Resumo da prestao de contas sobre transferncias concedidas pela UJ na modalidade de convnio, termo de cooperao e de contratos de repasse.

    Valores em R$ 1,00

    Unidade Concedente

    Nome: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    CNPJ: 00.627.612/0001-09 UG/GESTO: 114702/11401

    Exerccio da

    Prestao das Contas

    Quantitativos e Montante Repassados

    Instrumentos (Quantidade e Montante Repassado)

    Convnios Contratos de

    Repasse

    2014

    Contas Prestadas Quantidade - -

    Montante Repassado - -

    Contas NO Prestadas Quantidade 3 -

    Montante Repassado 1.820.970,07 -

    2013

    Contas Prestadas Quantidade 1 -

    Montante Repassado 366.000,00 -

    Contas NO Prestadas Quantidade 1 -

    Montante Repassado 503.600,00 -

  • 95

    2012

    Contas Prestadas Quantidade 1 -

    Montante Repassado 97.107,04 -

    Contas NO Prestadas Quantidade - -

    Montante Repassado - -

    Anteriores a 2012

    Contas NO Prestadas Quantidade - -

    Montante Repassado - -

    Fonte: Siafi Gerencial

    6.5.4. Informaes sobre a Anlise das Prestaes de Contas de Convnios e de Contratos de Repasse

    Este tpico no se aplica ENAP. A Escola no possui convnios e contratos de repasses. As informaes apresentadas no Quadro A.6.5.3 referem-se aos Termos de Cooperao/Termos de Execuo Descentralizada realizadas entre os exerccios de 2012 e 2014. As descentralizaes realizadas antes desse perodo no apresentam pendncias nas suas prestaes de contas.

    6.5.5. Anlise Crtica

    Em 2014, a ENAP, por meio de instrumentos de transferncia celebrados com rgos da Administrao Pblica, descentralizou R$ 1.820.970,07. O Termo de Cooperao n 02/2013, celebrado entre a ENAP e o Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnolgico da UnB, prev o provimento de solues tecnolgicas, metodolgicas e de gesto ligadas a educao a distncia. O acordo, a princpio, tem validade de 2 anos, com trmino previsto em dezembro de 2015. O valor global previsto no Termo de R$ 3.204.000,00, tendo sido repassado UnB em 2013 a soma de R$ 503.600,00 e em 2014, R$ 1.563.788,07. Em 2014, a ENAP firmou Termo de Execuo Descentralizada com a Agncia Brasileira de Cooperao ABC do Ministrio das Relaes Exteriores (TED 01/2014), em que foram descentralizados R$ 137.122,00, para a realizao de aes de cooperao tcnica internacional desenvolvidas no mbito do programa acadmico da Escola Ibero Americana de Administrao Pblica EIAPP, do Centro Latino-Americano de Administrao para o Desenvolvimento CLAD. A ENAP promoveu o curso Planejamento Estratgico em Ambiente Democrtico: Lies da Amrica Latina, e os recursos repassados ABC destinaram-se a contrapartida em projeto de cooperao para o pagamento de docentes estrangeiros, bem como o custeio de passagens e dirias aos docentes e alunos estrangeiros. Por fim, a Escola tambm firmou Termo de Execuo Descentralizada - TED com a Universidade Federal do ABC, por meio do qual a Escola descentralizou a soma de R$ 120.060,00, para a realizao de pesquisa sobre burocracia no setor pblico. O objetivo deste trabalho analisar o perfil e a atuao dos burocratas de mdio escalo de diferentes setores do governo, com vistas caracterizao desses profissionais e a sua influncia sobre as polticas pblicas. A concluso do termo est prevista para junho de 2015.

    6.6. Suprimento de Fundos

    A ENAP no executou despesas nesta modalidade, portanto, no h informaes a serem apresentadas sobre Concesso, Utilizao ou Classificao dos Gastos com Suprimento de Fundos.

  • 96

    6.7. Renncias sob a Gesto da UJ

    Para Benefcios Financeiros e Creditcios a ENAP no possui execuo a ser informada e para Renncias Tributrias, esta situao no se aplica ENAP.

  • 97

    7. GESTO DE PESSOAS, TERCEIRIZAO DE MO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS

    7.1. Estrutura de pessoal da unidade

    7.1.1. Demonstrao e Distribuio da Fora de Trabalho Disposio da Unidade Jurisdicionada

    Sobre o Quadro A.7.1.1.1, importante frisar que o total de 135 relativo lotao efetiva de servidores de carreira vinculada ao rgo (item 1.2.1) tambm contempla tambm os 11 servidores da ENAP cedidos a outros rgos.

    Quadro A.7.1.1.1 Fora de Trabalho da UJ

    Tipologias dos Cargos Lotao Ingressos

    no Exerccio

    Egressos no

    Exerccio Autorizada Efetiva

    1. Servidores em Cargos Efetivos (1.1 + 1.2) 262 188 10 07

    1.1. Membros de poder e agentes polticos 00 00 00 00

    1.2. Servidores de Carreira (1.2.1+1.2.2+1.2.3+1.2.4) 262 188 10 07

    1.2.1. Servidores de carreira vinculada ao rgo 209 135 00 02

    1.2.2. Servidores de carreira em exerccio descentralizado 19 19 04 01

    1.2.3. Servidores de carreira em exerccio provisrio 01 01 0 0

    1.2.4. Servidores requisitados de outros rgos e esferas 33 33 06 04

    2. Servidores com Contratos Temporrios 00 00 00 00

    3. Servidores sem Vnculo com a Administrao Pblica 23 23 04 08

    4. Total de Servidores (1+2+3) 285 211 14 15

    Fonte: DW e Arquivos CGGP

    Com relao ao Quadro A.7.1.1.2, que trata da distribuio da lotao efetiva entre rea meio e rea fim, o total relacionado no quadro j no contempla os 11 servidores efetivos da ENAP cedidos a outros rgos. Quadro A.7.1.1.2 Distribuio da Lotao Efetiva

    Tipologias dos Cargos Lotao Efetiva

    rea Meio rea Fim

    1. Servidores de Carreira (1.1) 98 79

    1.1. Servidores de Carreira (1.2.1+1.2.2+1.2.3+1.2.4) 98 79

    1.1.2. Servidores de carreira vinculada ao rgo 76 48

    1.1.3. Servidores de carreira em exerccio descentralizado 06 13

    1.1.4. Servidores de carreira em exerccio provisrio 01 00

    1.1.5. Servidores requisitados de outros rgos e esferas 15 18

    2. Servidores com Contratos Temporrios 00 00

    3. Servidores sem Vnculo com a Administrao Pblica 06 17

    4. Total de Servidores (1+2+3) 104 96

    Fonte: DW e Arquivos CGGP

    Sobre o Quadro A.7.1.1.3, importante frisar que a lotao autorizada do item 1.2 (Grupo de Direo e Assessoramento Superior) corresponde ao total definido pelo Decreto n 6.563/2008 (alterado pelo Decreto n 8.091/2013). No h, contudo, definio expressa dos quantitativos a

  • 98

    serem distribudos entre os tpicos 1.2.1 a 1.2.5. Dessa maneira, os nmeros lanados na coluna lotao autorizada para os tpicos 1.2.1 a 1.2.5 repetem os da coluna da lotao efetiva, ou seja, toda a lotao efetiva autorizada at o limite de 80 para a soma destes tpicos.

    Quadro A.7.1.1.3 Detalhamento da estrutura de cargos em comisso e funes gratificadas da UJ

    Tipologias dos Cargos em Comisso e das Funes Gratificadas

    Lotao Ingressos no

    Exerccio

    Egressos no

    Exerccio Autorizada Efetiva

    1. Cargos em Comisso 80 75 07 08

    1.1. Cargos Natureza Especial 00 00 00 00

    1.2. Grupo Direo e Assessoramento Superior 80 75 07 08

    1.2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao rgo 24 24 00 00

    1.2.2. Servidores de Carreira em Exerccio Descentralizado 12 12 01 00

    1.2.3. Servidores de Outros rgos e Esferas 16 16 03 00

    1.2.4. Sem Vnculo 22 22 03 08

    1.2.5. Aposentados 01 01 00 00

    2. Funes Gratificadas 32 32 00 00

    2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao rgo 32 31 00 00

    2.2. Servidores de Carreira em Exerccio Descentralizado 00 00 00 00

    2.3. Servidores de Outros rgos e Esferas 00 01 00 00

    3. Total de Servidores em Cargo e em Funo (1+2) 112 107 07 08

    Fonte: DW e Arquivos CGGP

    Anlise Crtica A ENAP possua, em 31 de dezembro de 2014, a fora de trabalho constituda por 211 servidores, de diversos vnculos, sendo que, desse quantitativo, 11 servidores estavam cedidos. A misso institucional da ENAP fica prejudicada face aos problemas acarretados pelo deficiente nmero de servidores do quadro prprio. Para suprir a falta de mo de obra, a Escola conta com a colaborao de servidores requisitados e servidores sem vnculo, que, em vista do vnculo precrio que estabelecem, acabam por intensificar a j alta rotatividade de servidores e a evaso do conhecimento adquirido. Ainda, conforme o Quadro A.7.1.1.4, 44% da fora de trabalho da ENAP possui faixa etria acima dos 51 anos de idade, o que representa uma enorme parcela de servidores em vias de solicitar a aposentadoria, sem perspectiva imediata de reposio.

    Quadro A.7.1.1.4 Quantitativo de servidores da ENAP por faixa etria

    At 30 anos De 31 a 40

    anos De 41 a 50

    anos De 51 a 60

    anos Acima de 60 anos

    Total de servidores

    Total de servidores acima de 50 anos /

    Percentual do total de servidores da ENAP

    14 66 38 72 21 211 93 / 44,1%

    Fonte: Relatrios DW e SIAPE

  • 99

    Importante salientar que, para elaborao do Quadro A.7.1.1.4, foram computados os servidores do quadro prprio, sem vnculo, cedidos, bem como os servidores requisitados e em exerccio descentralizado. No que concerne aos afastamentos que acabam comprometendo o desenvolvimento das atividades institucionais, abaixo so apresentados a Figura A.7.1.1.1 e o Quadro A.7.1.1.5 construdos a partir dos dados da Rede SIASS, que demonstram a reduo da fora de trabalho, gerando, de alguma forma, sobrecarga a partir da distribuio das competncias dirias, considerando o quantitativo precrio de servidores da Escola. Os afastamentos relacionados referem-se s licenas para tratamento da prpria sade, para acompanhamento de pessoa da famlia e por motivo de acidente em servio, concesso para doao de sangue e licena gestante.

    Figura A.7.1.1.1 Quantitativo de afastamentos por ms

    Fonte: Rede SIASS

    Quadro A.7.1.1.5 Quantidade de afastamentos por tipo e por ms

    N de Atestados

    Registrados

    Ms

    Prpria sade

    Lei n 8112/90, art. 102, VIII, b

    Acompanha-mento familiar Lei n 8112/90, arts. 81, I e 83

    Doao de sangue

    Lei n 8112/90, art. 97, I

    Licena gestante

    Lei n 8112/90, art. 102, VIII, a

    Acidente de trabalho

    Lei n 8112/90, art. 102, VIII, d

    Total de Atestados

    Registrados

    janeiro/14 11 2 1 - - 14

    fevereiro/14 19 5 - - - 24

    maro/14 20 5 - - - 25

    abril/14 33 2 - - - 35

    maio/14 39 8 1 - - 48

    junho/14 20 6 - 1 - 27

    julho/14 35 4 2 2 - 43

    agosto/14 16 8 2 - 1 27

    setembro/14 23 4 - - - 27

    outubro/14 28 1 - - - 29

    novembro/14 20 4 - 1 - 25

    0

    5

    10

    15

    20

    25

    30

    35

    40

    45

    50

    Quantitativo de atestados mdicos apresentados por ms

  • 100

    dezembro/14 12 1 - 1 - 14

    Total 276 50 6 5 1 338

    Fonte: SIASS Com relao aos demais afastamentos regidos pela Lei n 8.112/1990, houve apenas dois para participar de curso de formao decorrente de aprovao em concurso para outro cargo na Administrao Pblica Federal, e com relao aos demais afastamentos previsto na Lei, no foram citados considerando que a autorizao para os mesmos encontra-se em perfeita consonncia com as diretrizes legais que os amparam no que se refere oportunidade e convenincia do interesse da Administrao. Portanto, no se caracterizam como impactantes ao desenvolvimento das atividades, visto que podem agregar valor organizao e so planejados mediante redistribuio de tarefas no setor do servidor em afastamento.

    7.1.2. Qualificao e capacitao da Fora de Trabalho

    No Plano Anual de Capacitao da ENAP PACE/2014 estavam previstas 60 aes de capacitao, sendo realizadas, at dezembro de 2014, 88 aes, sendo 84 aes de aperfeioamento e 04 de educao formal. O percentual de execuo foi de 146,66% em relao s aes previstas, atingindo o quantitativo de 347 participaes dos servidores em aes de capacitao. O Quadro A.7.1.2 a seguir detalha as participaes dos servidores, de cada Diretoria, em aes de capacitao, por rea temtica. Os campos temticos foram definidos no PACE como prioritrios para capacitao dos servidores.

    Quadro A.7.1.2 Participaes por campos temticos do PACE

    reas Temticas Quantitativo de participaes por Diretorias Total

    Parcial DDG DGI DCP DFP ACI AP Administrao Pblica 8 12 19 15 4 4 62 Gesto do Conhecimento 0 1 24 0 0 0 25 Gesto Estratgica 11 19 20 11 2 6 69 Oramento Pblico 0 14 0 0 0 1 15 Processo Comunicacional 10 11 17 7 1 5 51 Referenciais Educacionais 13 0 1 2 0 0 16 Tcnicas e instrumentos para o desenvolvimento do trabalho

    6 27 27 17 0 3 80

    Capacitao em tpicos especficos 2 18 6 1 0 2 29 Total de participaes 50 102 114 53 7 21 347

    Fonte: Arquivos CGGP Com o PACE/2014, a ENAP atendeu o total de 142 servidores, sendo que 66 no participaram de nenhuma ao de capacitao. O total de servidores que passaram por alguma capacitao corresponde a, aproximadamente, 71% do total de 200 servidores na Escola, em 31 de dezembro de 2014. Cabe ressaltar que a execuo do PACE/2014 foi afetada pelo contingenciamento oramentrio que bloqueou a verba destinada s aes de capacitao ainda no primeiro semestre do ano. No entanto, a execuo das aes superou o inicialmente previsto em virtude das parcerias estabelecidas com as Diretorias finalsticas da Escola, o que possibilitou a realizao de aes sem nus. No que tange ao oramento, a princpio a verba disponvel para a capacitao de servidores da ENAP, no exerccio de 2014, era de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais). Entretanto, com o corte no oramento, no valor de R$ 102.118,48 (cento e dois mil, cento e dezoito reais e quarenta e oito

  • 101

    centavos), o valor disponvel passou a ser de R$ 197.881,52 (cento e noventa e sete mil, oitocentos e oitenta e um reais e cinquenta e dois centavos). O valor efetivamente executado foi de R$195.167,70 (cento e noventa e cinco mil cento e sessenta e sete reais e setenta centavos), o que corresponde a 99% de execuo oramentria.

  • 102

    7.1.3. Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada

    Quadro A.7.1.3 Custos do pessoal

    Tipologias/ Exerccios

    Vencimentos e Vantagens

    Fixas

    Despesas Variveis

    Despesas de Exerccios Anteriores

    Decises Judiciais

    Total Retribuies Gratificaes Adicionais Indenizaes

    Benefcios Assistenciais e Previdenci-

    rios

    Demais Despesas Variveis

    Membros de poder e agentes polticos

    Exerccios 2014 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2013 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    Servidores de carreira vinculados ao rgo da unidade jurisdicionada(1)

    Exerccios 2014 4.117.068,12 813.298,49 1.010.096,92 344.482,90 675.125,06 380.684,19 7.285.765,04 3.882,45 0,00 14.630.403,17

    2013 4.192.813,51 747.295,30 962.117,88 338.450,76 695.671,58 270.404,36 6.601.408,49 0,00 0,00 13.808.161,88

    Servidores de carreira SEM VNCULO com o rgo da unidade jurisdicionada

    Exerccios 2014 11.905,13 1.355.925,41 161.677,96 65.845,97 35.370,17 3.413,67 568.751,72 0,00 0,00 2.202.890,03

    2013 9.441,77 1.144.325,47 145.045,63 50.324,28 33.542,67 1.968,74 429.185,66 0,00 0,00 1.813.834,22

    Servidores SEM VNCULO com a administrao pblica (exceto temporrios)

    Exerccios 2014 1.290.857,11 12.616,87 114.126,54 35.295,31 175.263,18 35.821,60 172,02 0,00 0,00 1.664.152,63

    2013 1.378.162,14 13.559,22 116.638,84 38.611,80 171.843,52 23.958,00 416,40 0,00 0,00 1.743.189,92

    Servidores cedidos com nus

    Exerccios 2014 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2013(2) 496.024,00 0,00 69.515,00 26.587,00 49.599,00 32.365,00 348.407,00 0,00 0,00 1.022.497,00

    Servidores com contrato temporrio

    Exerccios 2014 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2013 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    Fonte: DW e (2) Relatrio de Gesto 2013

    (1) Os servidores na situao funcional cedido sem nus foram includos nos valores relacionados a Servidores de carreira vinculados ao rgo da unidade jurisdicionada.

  • 103

    7.1.4. Irregularidades na rea de pessoal

    7.1.4.1. Acumulao Indevida de Cargos, Funes e Empregos Pblicos No houve registro de situao irregular detectada pela Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas CGGP, durante o exerccio de 2014. Por tal razo, no houve expedio de notificaes nesse sentido ou abertura de processo administrativo disciplinar aberto com o intuito de regularizar eventuais irregularidades no acmulo de cargos, funes e empregos pblicos. Contudo, informamos que no existe na Escola nenhum controle para acompanhamento posterior ao ingresso do servidor, com a finalidade de detectar tal acmulo ilegal. A Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas CGGP, na busca pela transparncia e aplicao da legislao quanto acumulao indevida de cargos, funes e empregos pblicos, tem como rotina o preenchimento, por parte dos servidores que ingressam no rgo, da Declarao de No Acmulo de Cargos. Tal documento imputa ao servidor a responsabilidade de informar ao rgo sobre essa questo. Todavia, conforme registrado no item anterior, no existe na ENAP nenhum controle posterior para acompanhamento com a finalidade de detectar possvel acumulao vedada de cargos, funes e empregos pblicos no quadro de pessoal da unidade jurisdicionada.

    7.1.4.2. Terceirizao Irregular de Cargos Na ENAP no h servidores terceirizados que ocupam ou exercem cargos ou atividades tpicos de categorias funcionais do plano de cargos da Escola.

    7.1.5. Riscos identificados na gesto de pessoas

    Para uma melhor compreenso dos riscos identificados na gesto de pessoas, remetemos o leitor Anlise Crtica do item 7.1.1.

    7.1.6. Indicadores Gerenciais sobre Recursos Humanos

    Absentesmo; A Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas CGGP da ENAP trabalha com um Sistema de frequncia chamado STARH, em que so registrados eletronicamente, pelo servidor, as frequncias dirias, e pela rea de recursos humanos, os afastamentos oficiais superiores ou iguais a um dia. Todavia, o sistema funciona precariamente, pois no permite acompanhamento gerencial para monitoramento de indicadores sendo, portanto, necessria a sua atualizao ou substituio. Nesse sentido, a CGGP, em parceria com a Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao CGTI, tem envidado esforos de negociao para aprimoramento do sistema atual ou, se preciso, aquisio de um sistema de RH capaz de fazer a gesto das ausncias por faltas ou atrasos do servidor (absentesmo). Acidentes de Trabalho e Doenas Ocupacionais; Foi registrado, no exerccio de 2014, um acidente de trabalho, mas no houve registro de doena ocupacional. As licenas e afastamentos decorrentes de problemas de sade so controlados pela entrega dos atestados mdicos CGGP, que os encaminha ao Subsistema Integrado de Ateno Sade do Servidor Pblico Federal SIASS para lanamento e homologao no SIAPE-SAUDE. por meio do SIASS, Unidade do Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio Exterior MDIC, que so realizadas as percias e juntas mdicas quando necessrio.

  • 104

    Educao Continuada; A CGGP implementa estratgias de qualificao dos servidores da ENAP de acordo com a necessidade e perfis de cada unidade fim e meio. Em 2014, foram realizadas 88 aes de capacitao divididas em 84 aes de aperfeioamento e 04 aes de educao formal, totalizando 6.996 horas de capacitao. Foram 142 servidores capacitados, com uma mdia de 49,26 horas de capacitao por servidor. Cabe salientar que as metas fsica e oramentria previstas para o exerccio de 2014 esto representadas no Quadro A.7.1.6 a seguir.

    Quadro A.7.1.6 Execuo do Plano de Capacitao 2014

    Metas Previso Disponvel aps contingenciamento

    Utilizada/Alcanada

    Dotao Oramentria 300.000,00 197.881,52 195.167,70

    Meta Fsica 200 servidores capacitados

    142 servidores capacitados

    Fonte: SIAFI

    O valor de R$ 195.167,70 (cento e noventa e cinco mil, cento e sessenta e sete reais e setenta centavos) corresponde a 99% de execuo oramentria. A mdia de investimento em capacitao por servidor foi de R$ 1.374,42 (hum mil, trezentos e setenta e quatro reais e quarenta e dois centavos). Cumpre salientar que a previso oramentria para a execuo do Plano Anual de Capacitao da ENAP/2014 PACE/2014, originalmente prevista em R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), restou prejudicada pelo contingenciamento oramentrio, que bloqueou a verba j destinada a partir do primeiro semestre do exerccio. Disciplina; No foi instaurado, no mbito da Escola, Processo Administrativo Disciplinar - PAD. Aposentadoria e bitos versus reposio do quadro; No decorrer do exerccio de 2014, foram registradas 02 aposentadorias voluntrias. Alm dessas, houve o falecimento de 01 servidor efetivo. Todavia, no houve reposio do quadro de pessoal neste perodo. Para recomposio da fora de trabalho, est prevista a realizao de concurso pblico para provimento de 22 cargos do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo - PGPE, sendo 18 cargos de Tcnico em Assuntos Educacionais TAE e 04 de Tcnico de Nvel de Superior TNS, conforme Portaria MP n 456, de 17 de dezembro de 2014.

  • 105

    7.2. Contratao de mo de obra de apoio e de estagirios

    7.2.1. Contratao de Servios de Limpeza, Higiene e Vigilncia

    Quadro A.7.2.1 Contratos de prestao de servios de limpeza e higiene e vigilncia ostensiva

    Unidade Contratante

    Nome: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    UG/Gesto: 114702/11401 CNPJ: 00.627.612/0001-09

    Informaes sobre os Contratos

    Ano do Contrato rea Natureza

    Identificao do Contrato

    Empresa Contratada (CNPJ)

    Perodo Contratual de Execuo das Atividades

    Contratadas

    Nvel de Escolaridade Exigido dos Trabalhadores Contratados

    Sit. F M S

    Incio Fim P C P C P C

    2014 L O 01/2014 00.087.163/0001-53 10/01/2014 10/01/2016

    P

    2010 V O 12/2010 09.459.901/0001-10 21/02/10 22/08/2015

    24 24

    P

    Observaes:

    LEGENDA

    rea: (L) Limpeza e Higiene; (V) Vigilncia Ostensiva.

    Natureza: (O) Ordinria; (E) Emergencial.

    Nvel de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Mdio; (S) Ensino Superior.

    Situao do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado; (C) Contratado.

    Fonte: SIASG

  • 106

    7.2.2. Locao de Mo de Obra para Atividades no Abrangidas pelo Plano de Cargos do rgo

    Quadro A.7.2.2 Contratos de prestao de servios com locao de mo de obra

    Unidade Contratante

    Nome: Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica

    UG/Gesto: 114702/11401 CNPJ: 00.627.612/0001-09

    Informaes sobre os Contratos

    Ano do Contrato

    rea Natureza Identificao do Contrato

    Empresa Contratada (CNPJ)

    Perodo Contratual de Execuo das Atividades Contratadas

    Nvel de Escolaridade Exigido dos Trabalhadores Contratados

    Sit.

    F M S

    Incio Fim P C P C P C

    2010 5 O 26/2010 09.267.699/0001-25 C&P 10/06/14 09/06/15

    7 7

    P

    2014 12 O 12/2014 12.164.385/0001-01 Masterc 01/09/14 31/08/15

    8 8

    A

    2013 6 O 26/2013 32.913.188/0001-55 Tecnolta 24/12/14 23/12/15

    4 4

    P

    2012 2 O 24/2012 06.091.637/0001-17 WR Comercial 10/07/14 09/07/15

    5 5

    P

    Observaes: O contrato 12/2014 tem como objeto a contratao de pessoa jurdica para a prestao de servios, por meio de profissionais qualificados, de agente de portaria.

    LEGENDA rea: 1. Segurana; 2. Transportes; 3. Informtica; 4. Copeiragem; 5. Recepo; 6. Reprografia; 7. Telecomunicaes; 8. Manuteno de bens mvies 9. Manuteno de bens imveis 10. Brigadistas 11. Apoio Administrativo Menores Aprendizes 12. Outras

    Natureza: (O) Ordinria; (E) Emergencial. Nvel de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Mdio; (S) Ensino Superior. Situao do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado. Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato; Efetivamente contratada.

    Fonte: SIASG

  • 107

    7.2.3. Anlise Crtica dos itens 7.2.1 e 7.2.2

    No foram identificadas dificuldades na conduo dos contratos. No contrato n 01/2014 referente aos servios de limpeza no h nmero predeterminado de funcionrios, tendo em vista que a contratao se d por produtividade, de acordo com a Instruo Normativa n 02/2008 e alteraes.

    7.2.4. Contratao de Estagirios

    Quadro A.7.2.4 Composio do Quadro de Estagirios

    Nvel de escolaridade Quantitativo de contratos de estgio vigentes Despesa no exerccio

    1 Trimestre 2 Trimestre 3 Trimestre 4 Trimestre (em R$ 1,00)

    1. Nvel superior 39 34 31 34 262.104,00

    1.1 rea Fim 20 17 15 16 129.096,00

    1.2 rea Meio 19 17 16 18 133.008,00

    2. Nvel Mdio 9 7 7 6 33.658,00

    2.1 rea Fim 0 0 0 0 0

    2.2 rea Meio 9 7 7 6 33.658,00

    3. Total (1+2) 48 41 38 40 295.762,00

    Anlise Crtica Tendo em vista o corte oramentrio, foi bloqueada a contratao de 08 vagas de estgio, sendo 04 de nvel superior e 04 de nvel intermedirio de um total de 63 vagas. Cabe destacar que, por ocasio do vencimento de contrato do Agente de Integrao CIEE, a ENAP realizou processo licitatrio para contratao de novo Agente, cujo vencedor foi a empresa AGIEL, com contrato vigente no perodo de 08/09/2014 a 07/09/2015.

    Fonte: SIAPE 7.3. Demonstrativo das medidas adotadas para reviso dos contratos vigentes No houve reviso em 2014 dos contratos vigentes e j encerrados, uma vez que as empresas contratadas no foram beneficiadas pela desonerao da folha de pagamento propiciada pelo art. 7 da lei 12.546/2011 e pelo art. 2 do decreto 7.828/2012.

  • 108

    8. GESTO DO PATRIMNIO MOBILIRIO E IMOBILIRIO

    8.1. Gesto da Frota de Veculos Prprios e Contratados de Terceiros A frota de veculos da ENAP fundamental para suas atividades externas, no transporte de servidores e de material. A constituio e a forma de utilizao da frota de veculos so pautadas pela Instruo Normativa n 3, de 15 de maio de 2008. Cabe ressaltar que a ENAP no contrata frota de veculos automotores de terceiros. A razo de escolha da aquisio em detrimento da locao reside no fato de que a ENAP possui quantidade otimizada de veculos para atendimento das demandas, sendo economicamente invivel a locao. Sobre a substituio da frota, no havia, at dezembro/2014, um plano com esta finalidade. A quantidade atual de veculos em uso pela ENAP a seguinte:

    Grupo III: um veculo de Transporte Institucional Transporte de Autoridade em servio. Grupo IV: sete veculos de Servios Comuns sendo:

    cinco veculos de transporte de pessoal; um veculo de transporte carga leve; um veculo de transporte coletivo.

    A idade mdia da frota de 1 (um) ano para o veculo do Grupo III e de 6,5 anos para os veculos do Grupo IV. A mdia anual de quilmetros rodados, por grupo de veculos, segundo a classificao acima a seguinte:

    Grupo III Mdia de 11.547 km anual Grupo IV Mdia de 9.137,33 km anual

    Os custos associados manuteno da frota consistem em:

    Combustveis: R$ 27.355,56 Manuteno Preventiva e Corretiva: R$ 41.766,68 Seguro Obrigatrio: R$ 1.422,18 Seguro Total: R$ 7.430,00 Pessoal: 02 (dois) servidores

    Sobre a estrutura de controles de que a ENAP dispe para assegurar uma prestao eficiente e econmica do servio de transporte, as informaes so consolidadas por meio de planilhas mensais. Contudo, a rea responsvel est elaborando proposta para sistema de gesto do transporte. 8.2. Gesto do Patrimnio Imobilirio A ENAP no gestora de bens imveis classificados como Bens de Uso Especial de propriedade da Unio ou locados de terceiros. Os imveis relacionados nos tpicos 8.2.1, 8.2.2 (Imveis sob a responsabilidade da UJ, exceto imvel funcional) e 8.2.3 (Imveis funcionais sob responsabilidade da UJ) so de propriedade da ENAP e esto sendo geridos de acordo com o que disciplina os Arts. 4 e 17, do Decreto n 980/1993.

  • 109

    8.2.1. Distribuio Espacial dos Bens Imveis de Uso Especial

    Quadro A.8.2.1 Distribuio Espacial dos Bens Imveis de Uso Especial de Propriedade da Unio

    LOCALIZAO GEOGRFICA

    QUANTIDADE DE IMVEIS DE PROPRIEDADE DA UNIO DE RESPONSABILIDADE DA UJ

    EXERCCIO 2014 EXERCCIO 2013

    BRASIL Distrito Federal 03 03

    Braslia 03 03

    Subtotal Brasil 03 03

    Subtotal Exterior 00 00

    Total (Brasil + Exterior) 03 03

    Fonte SIAFI posio em 31/12/2014

  • 110

    8.2.2. Imveis Sob a Responsabilidade da UJ, Exceto Imvel funcional

    A ENAP no faz cesso de espao fsico em imvel da Unio, portanto, o Quadro A.8.2.2.2 no se aplica.

    Quadro A.8.2.2.1 Imveis de Propriedade da Unio sob responsabilidade da UJ, exceto Imvel Funcional

    UG RIP Regime Estado de

    Conservao

    Valor do Imvel Despesa no Exerccio

    Valor Histrico Data da

    Avaliao Valor Reavaliado Com Reformas Com Manuteno

    114702 970121512500-4 21 Bom R$ 12.878.962,19 15/08/2013 R$ 36.552.044,75 - - R$ 1.267.338,16

    Total - - R$ 1.267.338,16

    Fonte: SIAFI posio em 31/12/2014

    8.2.3. Imveis Funcionais da Unio sob Responsabilidade da UJ

    Quadro A.8.2.3 Discriminao de Imveis Funcionais da Unio sob responsabilidade da UJ

    Situao RIP Estado de

    Conservao Valor do Imvel Despesa no Exerccio

    Valor Histrico Data da Avaliao Valor Reavaliado Com Reformas Com Manuteno

    Ocupados

    Ocupado 970117143.500-3 Bom R$ 163.575,26 20/02/2013 R$ 499.221,86 - - - -

    Ocupado 970117142.500-8 Bom R$ 313.751,15 20/02/2013 R$ 1.096.622,10 - - - -

    Vazios

    - - - - - - - - - - - - - - - -

    Total - - - -

    Fonte: SIAFI em 31/12/2014

  • 111

    8.2.4. Anlise Crtica:

    A ENAP no gestora de bens imveis classificados como Bens de Uso Especial de propriedade da Unio ou locados de terceiros. O imvel relacionado no tpico 8.2.2 (Imveis sob a responsabilidade da UJ, exceto imvel funcional) de propriedade da ENAP e encontra-se totalmente regularizado, sendo gerido de acordo com o que disciplina o Decreto n 980/1993. Os imveis funcionais relacionados no tpico 8.2.3 (Imveis funcionais sob responsabilidade da UJ) tambm so de propriedade da ENAP e tambm so geridos conforme orienta o Decreto n 980/1993. Estes imveis esto ocupados regularmente, de acordo com o que disciplina a Resoluo ENAP n 02, de 24 de fevereiro de 2011. No h bens imveis que estejam fora do patrimnio da Unio em decorrncia da existncia de algum impedimento para regularizao. Para os trs imveis relacionados, a estrutura de controle e de gesto do patrimnio adequada, sendo que a manuteno devida realizada regularmente. Mensalmente as taxas so recolhidas, conforme orienta a legislao e a vistoria feita a cada troca de ocupante ou se necessrio for por demanda do ocupante ou do condomnio. Os registros das informaes dos imveis no Sistema de Registro dos Imveis de Uso Especial da Unio SPIUnet obedecem aos critrios de qualidade e completude, bem como os registros contbeis referentes aos trs imveis. Contudo, conforme aponta o Parecer do Contador (tpico 12.1 e 12.4.2, ambos referentes s informaes contbeis), foi identificada, nos termos do Decreto n 980/1993, falha no registro patrimonial referente a dois imveis (matrcula n 9701007905000 e matrcula n 9701007915006). Esse fato ocorreu por conta de uma falha de integrao entre os sistemas SPIUnet e Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal SIAFI. Embora os registros dos valores atualizados tenham sido realizados no SPIUnet, a Nota de Lanamento no foi refletida no SIAFI, sistema no qual o Contador executa sua contabilidade.

    8.3. Bens Imveis Locados de Terceiros

    A ENAP no faz locao de imveis de terceiros.

  • 112

    9. GESTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAO

    9.1. Gesto da Tecnologia da Informao (TI)

    Os contratos da ENAP na rea de TI que vigeram em 2014 so aqueles apresentados no Quadro A.9.1.1 que relaciona o n do contrato, a descrio do objeto, sua vigncia, os dados dos fornecedores, o valor do contrato ou do aditivo vigente e os valores desembolsados (liquidados) em 2014.

    Quadro A.9.1.1 Contratos na rea de Tecnologia da Informao em 2014

    N do Contrato

    Objeto Vigncia

    Fornecedores Valor do Contrato ou

    aditivo vigente

    Valores Desembolsados

    2014 (Liquidados)

    CNPJ Denominao

    021/2013 Contratao de pessoas jurdicas especializadas na execuo de servios continuados (presenciais e no presenciais), com fornecimento de produtos, na rea de TI, compreendendo o Grupo I, II, IV, assim dispostos: Licena perptua da plataforma de gerenciamento de contedo Liferay enterprise Edition (EE) incluindo instalao e configurao, bem como suporte tcnico na modalidade Platium englobando atualizaes de verso e assistncia tcnica 24/7; Treinamentos oficiais da plataforma Liferay EE; e Migrao e editorao de contedos e pginas para a plataforma Liferay EE.

    11/07/2015 05.741.114/0001-06 SEA Tecnologia em Informtica LTDA-EPP2

    R$ 247.555,04 R$ 31.449,52

    022/2013 Contratao de pessoas jurdicas especializadas na execuo de servios continuados (presenciais e no presenciais), com o fornecimento de produtos, na rea de tecnologia da informao, compreendendo o Grupo III, assim disposto: especificao, desenvolvimento, implantao e manuteno de portais e stios na plataforma Liferay EE e manuteno dos portais e stios legados construdos na ferramenta Publicare.

    11/07/2015 38.056.404/0001-70 Informtica Organizao e Sistemas S/A

    R$ 1.527.000,00 R$ 77.186,00

    013/2014 Item I- Contratao de prestao de servios de Gerenciamento de Conexes rede INFOVIA Braslia para acesso a Internet, manuteno da VLAN de acesso a RNP e os Servios de Voz Corporativa, no regime de execuo indireta por empreitada por preo global; Item II: O acesso a Internet com velocidade de 20 Mbit/seg, conforme o modelo de negcio V3 disponibilizado pelo Serpro; Item III: Deve ser disponibilizada uma porta fsica.

    16/08/2015 33.683.111/0001-07 Servio Nacional de Processamento de Dados/SERPRO

    R$ 93.600,00 R$ 34.839,99

  • 113

    10/100/1000 Mbps no switch de acesso com capacidade de trfego de at 1 Gbps com porta UTP ou tica e fibra Monomodo ou Multimodo com conectorizao LC, conforme Modelo de Servio V3 da INFOVIA disponibilizado pelo SERPRO.

    007/2014 Contratao de servio de suporte tecnolgico ao ambiente de tecnologia da informao e comunicao da ENAP.

    16/04/2015 07.171.299/0001-96 Central IT Tecnologia da Informao

    R$ 1.859.812,92 R$ 1.083.358,80

    020/2013 Prestao de servio continuado de Apoio Gesto e Melhoria por processo da Contratante, conforme especificaes e condies constantes do Termo de Referncia e seus encartes.

    07/07/2015 08.670.505/0001-75 Elo Group Desenvolvimento e Consultoria Ltda

    R$ 671.940,00 R$ 346.312,60

    003/2013 Fornecimento de soluo de firewall e prestao de assistncia tcnica durante o perodo de garantia conforme especificaes estabelecidas no TR.

    30/01/2017 08.366.661/001-47 Global IP tecnologia da da Informao LTDA.

    R$ 600.000,00 R$ 28.000,00

    003/2013 Fornecimento de soluo de Antivirus 08.366.661/001-47 Global IP tecnologia da da Informao LTDA.

    R$ 86.700,00 R$ 86.700,00

    029/2011 Contratao sob demanda de empresa especializada na prestao de servios de Tecnologia da Informao e Comunicao TIC, para realizar manuteno e desenvolvimento dos Sistemas de Informao da ENAP.

    13/08/2015 02.781.404/0001-95 Confidere Informtica e Servios Ltda.

    R$ 1.295.055,00 R$ 100.000,00

    24/2014 Aquisio de Estaes de Trabalho 28/12/2018 03.619.767/0001-91 TORINO INFORMATICA LTDA

    R$ 882.750,00 R$ 882.750,00

    23/2014 Servios de automao de processos de negcio 29/12/2015 04.871.990/0001-94 LECOM R$ 737.700,00 R$ 230.974,79

    24/2010 Servio de processamento de Dados ,Web Service, via INFOCONV

    14/04/2014 33.683.111/0001-07 Servio Nacional de Processamento de Dados/SERPRO (INFOCONV)

    R$ 70.803,70

    R$ 1.500,00

    14/2011 Prestao de servios em tecnologia da informao para rede local de dados da ENAP, conforme especificaes e condies estabelecidas no Projeto Bsico constante nos autos.

    15/08/2014 Servio Nacional de Processamento de Dados/SERPRO (suporte)

    R$ 2.310.436,97 R$ 1.362.350,74

    05/2013 Fornecimento de soluo de switch core com servios de instalao e garantia assistida

    05/07/2014 06.277.077/0001-90 MAHVLA R$ 418.070,96 R$ 11.458,34

    18/2011 Servios de operao de ambiente Tecnolgico de Administrao de Dados e banco de dados

    05/04/2014 06.109.134/0001-21 LOTTUS R$ 278.499,00 R$ 141.183,72

  • 114

    As informaes sobre os sistemas computacionais que esto relacionados aos principais macroprocessos da Escola esto contidas no Quadro A.9.1.2, que constitui parte do inventrio de sistemas constante do Anexo IV do PDTI 2014-2015. O Quadro A.9.1.2 relaciona na primeira coluna a identificao do sistema, seguido pela coluna que informa a linguagem, depois a forma de acesso, sendo a ltima coluna do quadro a descrio da funo do respectivo sistema.

    Quadro A.9.1.2 Sistemas da ENAP relacionados aos principais macroprocessos

    Aplicao Linguagem Acesso Descrio

    CMS Joomla Portal Intranet (Enapnet)

    PHP 5.1.6 Intranet Gesto de contedo WEB Site Intranet.

    CMS Joomla Site e hotsites Internet

    PHP 5.1.6 Internet Gesto de contedo WEB Site Internet.

    CMS Joomla Site Concurso Inovao

    Internet Gesto de contedo WEB - Concurso Inovao.

    Dspace Internet Repositrio digital que captura, armazena, indexa, preserva e redistribui a informao de uma instituio em formato digital.

    Fale Conosco PHP 5.1.6 Internet Atendimento ao usurio do site ENAP.

    Lime Survey PHP 5.1.6 Interno Ferramenta de pesquisa e coleta de informaes.

    Moodle EAD PHP 5.1.6 Internet Plataforma de cursos ofertados pela Coordenao de EAD ENAP.

    PHL Biblioteca Micro - Isis Internet Controle e administrao de bibliotecas por meio da web e armazenamento de informao bibliogrfica.

    CMS Joomla - Site da Rede de Escolas

    Internet Gesto de contedo WEB Rede Nacional de Escolas de Governo.

    Site da LAI - Lei de Acesso a Informao

    Java Internet Gesto de contedo WEB Site Lei de Acesso Informao.

    WebCEF PHP 5.1.6 Intranet Administrao de cursos, especializao e formao de carreiras.

    WEBCEF - Ficha de inscrio

    PHP 5.1.6 Internet Ficha de inscrio, publicao de calendrio de turmas e lista de cursos.

    WebSAE PHP 5.1.6 Intranet Administrao de eventos com gerao de relatrios e reserva de equipamentos.

    WebSAF ASP 3 - PHP 5.1.6

    Intranet Administrao financeira e pagamento de docentes.

    WebSCO PHP 5.1.6 Intranet Banco de colaboradores interno.

    CitSmart Intranet Sistema de gerenciamento de servios de tecnologia da informao

    Contudo, para atender a demanda atual da Escola e com vistas inovao e melhoria, bem como dando sequncia ao mapeamento dos processos com a automao, alguns novos sistemas so necessrios, bem como outras iniciativas voltadas para a gesto de TI. A relao completa de necessidades na rea de TI da ENAP est formalizada no PDTI 2014-2015 no item 10, subitem 10.2, onde consta o inventrio de necessidades gerais que foi elaborado a partir dos levantamentos apontados pelas Diretorias e Assessorias e validadas pelo Comit de Tecnologia da Informao da ENAP. No PDTI, as necessidades esto classificadas da seguinte forma:

    Aquisio; Capacitao; Desenvolvimento; Governana; Infraestrutura; Processos; e Sustentao.

  • 115

    O Quadro A.9.1.3 a seguir relaciona as necessidades classificadas como Desenvolvimento que consistem em necessidades de desenvolvimento de novos sistemas e de manutenes evolutivas e adaptativas, atualizao da documentao dos sistemas e servios de precificao de demanda especificao, mensurao, oramento e cronograma.

    Quadro A.9.1.3 Relao de Necessidades Constantes do PDTI 2014-2015

    Necessidade Descrio

    Automao dos processos da ENAP.

    Automao dos processos mapeados da ENAP, de forma a suportar e integrar todo o fluxo de informaes para operacionalizao de seus processos. Processos priorizados: - Selecionar e Contratar Docentes; - Administrar Oramento, Finanas e Contabilidade; - Gesto Acadmica; - Gerir Demanda; - Gerir Calendrio e Logstica de Eventos; - Gerar Indicadores e Relatrios.

    Definio de cenrio e operao de servios de educao mediada por tecnologias na ENAP.

    Adequar a estrutura organizacional e a infraestrutura de TI da ENAP de forma a prover servios de apoio educao mediada por tecnologia, em especial suporte operacional, hospedagem, integrao com sistemas e sustentao tecnolgica.

    Promover evoluo tecnolgica do portal corporativo da ENAP (EnapNet).

    Atualizao da soluo tecnolgica do portal corporativo da ENAP. Redesenho de sees, conforme proposta de fortalecimento da EnapNet, elaborada pela DCP/CGCE.

    Sistema de ponto eletrnico para servidores.

    Emisso de dados gerenciais que servem de subsdio para informaes constantes do Relatrio de Gesto e Prestao de Contas anual, quando da especificao de indicadores; controle e atualizao de dados referentes frequncia e afastamentos realizados pelo prprio servidor, conforme perfil de acesso.

    Transformar o Silab num sistema corporativo.

    O Silab foi doado ENAP e foi criado para agilizar a recuperao da informao legislativa do MP. Entretanto, encontra-se em uma verso desatualizada.

  • 116

    10. GESTO DO USO DOS RECURSOS RENOVVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

    10.1. Gesto do Uso dos Recursos Renovveis e Sustentabilidade Ambiental

    Quadro A.10.1 Aspectos da Gesto Ambiental

    Aspectos sobre a gesto ambiental e Licitaes Sustentveis Avaliao

    Sim No

    1. Sua unidade participa da Agenda Ambiental da Administrao Pblica (A3P)? X

    2. Na unidade ocorre separao dos resduos reciclveis descartados, bem como sua destinao a

    associaes e cooperativas de catadores, conforme dispe o Decreto n 5.940/2006? X

    3. As contrataes realizadas pela unidade jurisdicionada observam os parmetros estabelecidos no

    Decreto n 7.746/2012? X

    4. A unidade possui plano de gesto de logstica sustentvel (PLS) de que trata o art. 16 do

    Decreto 7.746/2012? Caso a resposta seja positiva, responda os itens 5 a 8. X

    5. A Comisso gestora do PLS foi constituda na forma do art. 6 da IN SLTI/MPOG 10, de 12 de

    novembro de 2012? X

    6. O PLS est formalizado na forma do art. 9 da IN SLTI/MPOG 10/2012, atendendo a todos os

    tpicos nele estabelecidos? X

    7. O PLS encontra-se publicado e disponvel no site da unidade (art. 12 da IN SLTI/MPOG

    10/2012)? X

    1. Caso positivo, indicar o endereo na Internet no qual o plano pode ser acessado.

    8.

    Os resultados alcanados a partir da implementao das aes definidas no PLS so publicados

    semestralmente no stio da unidade na Internet, apresentando as metas alcanadas e os resultados

    medidos pelos indicadores (art. 13 da IN SLTI/MPOG 10/2012)? X

    1. Caso positivo, indicar o endereo na Internet no qual os resultados podem ser acessados.

    Consideraes Gerais Endereo na Intranet (EnapNet) onde as informaes esto publicadas:

    http://enapnet/index.php?option=com_content&task=view&id=771&Itemid=771

  • 117

    11. ATENDIMENTO DE DEMANDAS DE RGO DE CONTROLE.

    11.1. Tratamento de deliberaes exaradas em acrdo do TCU

    11.1.1. Deliberaes do TCU Atendidas no Exerccio

    O TCU no enviou deliberaes ENAP.

    11.1.2. Deliberaes do TCU Pendentes de Atendimento ao Final do Exerccio

    No h deliberaes do TCU pendentes de atendimento pela ENAP.

    11.2. Tratamento de Recomendaes do rgo de Controle Interno (OCI)

    11.2.1. Recomendaes do rgo de Controle Interno Atendidas no Exerccio

    Quadro A.11.2.1 Relatrio de cumprimento das recomendaes do rgo de controle interno Unidade Jurisdicionada

    Denominao Completa Cdigo SIORG Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 956

    Recomendaes do OCI Recomendaes Expedidas pelo OCI

    Ordem Identificao do Relatrio de Auditoria Item do RA Comunicao Expedida 1 Relatrio n 201412357 1.1.1.1 Of. n 31.716/2014/DEPOG/DE/SFC/CGU-PR

    rgo/Entidade Objeto da Recomendao Cdigo SIORG Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 956 Descrio da Recomendao: Que a ENAP desenvolva e implante metodologia de elaborao do Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna, vlida para o PAINT 2016 e subsequentes, que contemple os critrios de

    materialidade, relevncia e risco como variveis para a escolha dos objetos de auditoria, fazendo constar como

    anexo ao Plano a matriz que direcionou as escolhas efetuadas. Providncias Adotadas

    Setor Responsvel pela Implementao Cdigo SIORG Unidade de Auditoria Interna 97466

    Sntese da Providncia Adotada: A ENAP se comprometeu a, com base em anlises que considerem critrios de materialidade, relevncia e risco, preparar e submeter CGU, at 13 de fevereiro de 2015, uma matriz de referncia

    para identificao dos processos que, a cada ano, faro parte do elenco de objetos que comporo seu plano de

    atividades de auditoria interna.

    Sntese dos Resultados Obtidos: A ENAP preparou e submeteu CGU uma matriz de referncia para identificao dos processos que, a cada ano, faro parte do elenco de objetos que comporo seu plano de atividades de auditoria

    interna. Ficou acordado que a CGU auxiliar a Auditoria Interna da ENAP a aprimorar o documento apresentado,

    inclusive com a aplicao de testes que garantam o atendimento das peculiaridades da Escola. O assunto permanecer

    sendo monitorado pelo OCI at que se chegue verso definitiva.

    Anlise Crtica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoo de Providncias pelo Gestor Considerando que os fatores de materialidade, risco e relevncia j so ponderados por ocasio da preparao dos

    PAINT da Escola, inclu-los em uma matriz de referncia torna-se tarefa relativamente simples. No h fator negativo

    que tenha prejudicado a adoo da providncia em questo.

    Unidade Jurisdicionada

    Denominao Completa Cdigo SIORG Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 956

    Recomendaes do OCI Recomendaes Expedidas pelo OCI

    Ordem Identificao do Relatrio de Auditoria Item do RA Comunicao Expedida 2 Relatrio n 201412355 1.1.1.1 Of. N 27.660/2014/DEPOG/DE/SFC/CGU-PR

    rgo/Entidade Objeto da Recomendao Cdigo SIORG Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 956

  • 118

    Descrio da Recomendao: Que a ENAP torne menos genricas as descries de escopo das aes que fazem parte de seus Planos Anuais de Atividades de Auditoria Interna PAINT.

    Providncias Adotadas Setor Responsvel pela Implementao Cdigo SIORG Unidade de Auditoria Interna 97466

    Sntese da Providncia Adotada: A ENAP se comprometeu a descrever de modo menos genrico o escopo das aes que venham a integrar seus prximos Planos Anuais de Atividades de Auditoria Interna PAINT.

    Sntese dos Resultados Obtidos: Os resultados sero observveis a partir da elaborao do prximo PAINT, prevista para acontecer no perodo de 14 a 18 de setembro de 2015. Anlise Crtica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoo de Providncias pelo Gestor Diante da objetividade da recomendao e de sua adoo, no h anlise crtica a ser feita.

    Unidade Jurisdicionada

    Denominao Completa Cdigo SIORG Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 956

    Recomendaes do OCI Recomendaes Expedidas pelo OCI

    Ordem Identificao do Relatrio de Auditoria Item do RA Comunicao Expedida 3 Relatrio n 201412355 1.1.1.1 Of. N 27.660/2014/DEPOG/DE/SFC/CGU-PR

    rgo/Entidade Objeto da Recomendao Cdigo SIORG Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 956 Descrio da Recomendao: Que a ENAP, retenha, como papis de trabalho, cpias daqueles documentos que tenham dado suporte s concluses de seus relatrios de auditoria interna.

    Providncias Adotadas Setor Responsvel pela Implementao Cdigo SIORG Unidade de Auditoria Interna 97466

    Sntese da Providncia Adotada: A ENAP passou a anexar aos relatrios de auditoria interna cpias dos documentos que tenham dado suporte s concluses de seus relatrios de auditoria interna.

    Sntese dos Resultados Obtidos: As concluses dos relatrios de auditoria interna passaram a ser evidenciadas por meio da anexao de cpias dos documentos que ajudaram na formao de convico do auditor. Anlise Crtica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoo de Providncias pelo Gestor Diante da objetividade da recomendao e de sua adoo, no h anlise crtica a ser feita.

    11.2.2 Recomendaes do OCI Pendentes de Atendimento ao Final do Exerccio

    Quadro A.11.2.2 Situao das recomendaes do OCI que permanecem pendentes de atendimento no exerccio

    Unidade Jurisdicionada

    Denominao Completa Cdigo SIORG

    Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 956

    Recomendaes do OCI

    Recomendaes Expedidas pelo OCI

    Ordem Identificao do Relatrio de Auditoria Item do RA Comunicao Expedida

    1 Relatrio n 201412357 1.1.1.1 Of. n 31.716/2014/DEPOG/DE/SFC/CGU-PR

    rgo/Entidade Objeto da Recomendao Cdigo SIORG

    Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 956

    Descrio da Recomendao

    Que a ENAP desenvolva e implante metodologia de elaborao do Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna,

    vlida para o PAINT 2016 e subsequentes, que contemple os critrios de materialidade, relevncia e risco como

    variveis para a escolha dos objetos de auditoria, fazendo constar como anexo ao Plano a matriz que direcionou as

  • 119

    escolhas efetuadas.

    Providncias Adotadas

    Setor Responsvel pela Implementao Cdigo SIORG

    Unidade de Auditoria Interna 97466

    Justificativa para o seu no Cumprimento

    Embora a ENAP tenha preparado e submetido CGU uma matriz de referncia para identificao dos processos que, a

    cada ano, de acordo com critrios de materialidade, relevncia e risco, faro parte do elenco de objetos que comporo

    seu plano de atividades de auditoria interna, o OCI entendeu que o documento apresentado oferece oportunidades de

    melhoria que devero ser exploradas em conjunto, por ENAP e CGU, durante o ano de 2015.

    Anlise Crtica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoo de Providncias pelo Gestor

    Considerando que os fatores de materialidade, risco e relevncia j so ponderados por ocasio da preparao dos

    PAINT da Escola, inclu-los em uma matriz de referncia torna-se tarefa relativamente simples. Como fator negativo,

    que prejudicou a construo de uma matriz ideal, destaca-se o fato de que a ENAP ainda no havia construdo um

    documento dessa natureza e, ainda, que as referncias disponveis no contemplam plenamente as peculiaridades da

    Escola. Com apoio da CGU, a matriz preliminarmente preparada passar pelos ajustes necessrios ao longo de 2015.

    Unidade Jurisdicionada

    Denominao Completa Cdigo SIORG

    Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 956

    Recomendaes do OCI

    Recomendaes Expedidas pelo OCI

    Ordem Identificao do Relatrio de Auditoria Item do RA Comunicao Expedida

    2 Relatrio n 201211180 1.1.1.2 Of. n 29.775/2012/DEPOG/DE/SFC/CGU-PR

    rgo/Entidade Objeto da Recomendao Cdigo SIORG

    Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 956

    Descrio da Recomendao

    Que a ENAP elabore e apresente Ministra de Estado do Planejamento, Oramento e Gesto proposta de novo

    regimento interno, em cumprimento ao disposto no art. 4 do decreto n 6.563, de 11/09/2008, bem como inclua na

    proposta do novo regimento texto vinculando expressamente a Auditoria Interna ao rgo de atribuies equivalentes

    ao conselho de administrao ou ao dirigente mximo da Unidade.

    Providncias Adotadas

    Setor Responsvel pela Implementao Cdigo SIORG

    Gabinete da Presidncia da ENAP 78670

    Justificativa para o seu no Cumprimento

    Embora a ENAP tenha elaborado e apresentado Ministra de Estado do Planejamento, Oramento e Gesto proposta

    de novo regimento interno, o qual foi publicado no D.O.U. de 20 de maro de 2014, a verso final do documento

    manteve a Auditoria Interna como rgo seccional, ao lado da Procuradoria Jurdica e da Diretoria de Gesto Interna.

    No entendimento da Escola, tal posicionamento caracteriza vinculao direta ao dirigente mximo da Entidade. O

    assunto ainda objeto de anlise e permanece sob o monitoramento do OCI.

    Anlise Crtica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoo de Providncias pelo Gestor

    O n grdio da situao, que tem sido objeto de pesquisa interna e de debates com a CGU, reside em chegar a um

    acordo sobre a natureza dos rgos seccionais, entre os quais se inclui a Auditoria Interna da ENAP.

  • 120

    11.3. Declarao de Bens e Rendas Estabelecida na Lei n 8.730/93

    11.3.1. Situao do Cumprimento das Obrigaes Impostas pela Lei 8.730/93

    Quadro A.11.3.1 Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da UJ, da obrigao de entregar a DBR

    Detentores de Cargos e Funes Obrigados a

    Entregar a DBR

    Situao em Relao s Exigncias da Lei n

    8.730/93

    Momento da Ocorrncia da Obrigao de Entregar a DBR

    Posse ou Incio do Exerccio de

    Cargo, Emprego ou

    Funo

    Final do Exerccio de

    Cargo, Emprego ou

    Funo

    Final do Exerccio Financei-

    ro

    Autoridades (Incisos I a VI do art. 1 da Lei

    n 8.730/93)

    Obrigados a entregar a DBR 0 0 0

    Entregaram a DBR 0 0 0

    No cumpriram a obrigao 0 0 0

    Cargos Eletivos

    Obrigados a entregar a DBR 0 0 0

    Entregaram a DBR 0 0 0

    No cumpriram a obrigao 0 0 0

    Funes Comissionadas (Cargo, Emprego, Funo de

    Confiana ou em comisso)

    Obrigados a entregar a DBR 7 0 0

    Entregaram a DBR 7 0 0

    No cumpriram a obrigao 0 0 0

    Fonte: Arquivos CGGP

    11.3.2. Situao do Cumprimento das Obrigaes

    A Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas desta ENAP, em cumprimento exigncia contida no

    artigo 13 da Lei n 8.429, de 1992, e no artigo 1 da Lei n 8.730, de 1993, e enquanto sujeito ao

    cumprimento das obrigaes previstas nas Leis nos

    8.429, de 1993 e 8.730, de 1993, solicita aos

    servidores do quadro ou que de alguma forma ingressam na ENAP, o preenchimento e entrega de

    formulrio prprio com o objetivo de autorizar o acesso aos dados de bens e rendas exigidos na

    mencionada legislao, das Declaraes de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Fsica e das

    respectivas retificaes apresentadas Secretaria da Receita Federal do Brasil. Considerando que a

    autorizao ora referida tem validade enquanto houver o vnculo administrativo com o servidor, no

    se faz necessria a entrega anual da Declarao do Imposto de Renda de Pessoa Fsica por cada

    servidor da Escola.

    11.4. Medidas Adotadas em Caso de Dano ao Errio Na ENAP no houve caso e nem necessidade para a instaurao de Tomada de Contas Especiais em

    2014.

  • 121

    11.5. Alimentao SIASG E SICONV

    Quadro A.11.5 Declarao de insero e atualizao de dados no SIASG e SICONV

    DECLARAO

    Eu, Ala Vanessa David de Oliveira Sousa, CPF n 665.388.076-15, Diretora de Gesto Interna, exercido na Escola Nacional de Administrao Pblica - ENAP declaro junto aos rgos de controle interno e externo que todas as informaes referentes a contratos, convnios e instrumentos congneres firmados at

    o exerccio de 2014 por esta Unidade esto disponveis e atualizadas, respectivamente,

    no Sistema Integrado de Administrao de Servios Gerais SIASG e no Sistema de

    Gesto de Convnios e Contratos de Repasse SICONV, conforme estabelece a LDO

    2014 e suas correspondentes em exerccios anteriores.

    Braslia, 24 de maro de 2015.

    ALA VANESSA DAVID DE OLIVEIRA SOUSA

    665.388.076-15

    Diretora de Gesto Interna

  • 122

    12. INFORMAES CONTBEIS

    12.1. Medidas Adotadas para Adoo de Critrios e Procedimentos Estabelecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Pblico

    A unidade jurisdicionada tem adotado, ao longo dos exerccios financeiros de 2012, 2013 e 2014, medidas de carter administrativo que objetivam a dar cumprimento s Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao Setor Pblico, em especial, nas NBC T 16.9 e NBC T 16.10. Neste sentido, a ENAP vem realizando os registros patrimoniais de DEPRECIAO, publicados pelas Resolues CFC n 1.136/2008 e 1.137/2008, relativamente aos seus bens MVEIS. Para 2015, a ENAP realizou a parametrizao de seu sistema LINK DATA, de gesto patrimonial, para adequao ao novo Plano de Contas nico do Governo Federal, e dever realizar em 2015, tambm, os registros patrimoniais de REAVALIAO, REDUO A VALOR RECUPERVEL, DEPRECIAO, AMORTIZAO E EXAUSTO, relativamente a seus bens INTANGVEIS e IMVEIS. A metodologia de clculo da depreciao, amortizao e exausto foi o Mtodo das Quotas Constantes, ou Mtodo Linear, segundo a NBC T 16.9, Item 13, alnea a. As taxas utilizadas para os clculos foram aquelas estabelecidas no Item 24 da Macrofuno 02.03.30 da Secretaria do Tesouro Nacional STN, face a determinao contida no Item 23 da mesma Macrofuno, que tem como base legal a Lei n 4.320/64, Lei Complementar n 101/00, Lei n 10.180/2011, NBC T 16.9 e NBC T 16.10. No houve avaliao e mensurao das disponibilidades, dos crditos e dvidas, dos estoques, dos investimentos, do imobilizado, do intangvel e do diferido. O impacto da utilizao dos critrios contidos nas NBC T 16.9 e NBC T 16.10 sobre o resultado apurado pela ENAP no exerccio 2014 esto demonstrados no Balano Patrimonial e Demonstrao das Variaes Patrimoniais DVP, com a ressalva no Parecer do Contador Responsvel da UJ de ocorrncia de falha nos registros patrimoniais de REAVALIAO, REDUO A VALOR RECUPERVEL, DEPRECIAO, AMORTIZAO E EXAUSTO relativamente aos bens INTANGVEIS e IMVEIS, bem como falhas nos registros patrimoniais de AVALIAO de bens IMVEIS (SPIUnet), conforme apontado na Declarao do Contador (com ressalvas).

    12.2. Apurao dos custos dos programas e das unidades administrativas

    A ENAP no adota o Sistema de Informaes de Custos - SIC como principal ferramenta da sistemtica de apurao de custos, bem como no adota outro sistema para anlise de custos e tomada de deciso.

    12.3. Conformidade Contbil

    O processo de verificao da conformidade contbil no mbito da Enap ocorre com a anlise dos atos de gesto oramentria, financeira e patrimonial realizados pela Coordenao de Contabilidade - COC no SIAFI, e se d por meio da verificao da regularidade dos lanamentos contbeis, podendo resultar em orientaes aos gestores para que estes procedam as regularizaes de eventuais impropriedades (erros, inconsistncias, irregularidades), apontadas nas ferramentas de auditoria do sistema SIAFI (transaes: CONCONTIR e CONINCONS). Faz-se, tambm, com a aferio da regularidade dos processos administrativos da Unidade Jurisdicionada, que do suporte

  • 123

    ftico aos atos de gesto, cuja anlise tcnica consiste na confirmao da existncia de documentos administrativos, fiscais, tributrios, e de outra ordem, que do suporte aos atos de execuo oramentria, financeira, contbil e patrimonial praticados pela unidade, sendo esta realizada por meio de CHEK LIST de conformidade documental, que datado, assinado e juntado aos autos por servidores da Coordenao de Contabilidade. Neste aspecto, importante ressaltar que o Contador da Enap tem como uma de suas atribuies funcionais prestar apoio e orientar aos gestores da administrao, quando da realizao dos atos oramentrios, financeiros e patrimoniais, porm, registre-se que o Contador no pratica atos desta natureza, ou seja, no realiza atos de execuo, uma vez que responsvel pela verificao dos mesmos na Conformidade Contbil no SIAFI, em respeito e observao ao Princpio de Controle Interno da Segregao de Funes. Quanto s informaes sobre a quantidade de ocorrncias em cada uma das classificaes, alerta ou ressalva, observadas durante o exerccio, informamos que estas no ocorreram, uma vez que todas as Conformidades Contbeis registradas para a Enap para o exerccio financeiro de 2014, janeiro a dezembro de 2014, foram realizadas pelo Contador Responsvel na situao de SEM RESTRIO. Quanto descrio de ocorrncias no sanadas at o final do exerccio de referncia do relatrio de gesto, exerccio financeiro de 2014, com a indicao das justificativas da no regularizao, informamos que estas tambm no ocorreram, uma vez que todas as Conformidades Contbeis registradas para a Unidade Jurisdicionada para o exerccio financeiro de 2014, janeiro a dezembro de 2014, foram realizadas pelo Contador Responsvel na situao de SEM RESTRIO.

    12.4. Declarao do Contador Atestando a Conformidade das Demonstraes Contbeis

    12.4.2. Declarao com Ressalva

    Quadro A.12.4.2 Declarao do Contador com Ressalvas sobre a Fidedignidade das Demonstraes Contbeis

    DECLARAO DO CONTADOR

    Denominao completa (UJ) Cdigo da UG

    Fundao Escola Nacional de Administrao Pblica 114702

    Declaro que os demonstrativos contbeis constantes do SIAFI (Balanos Oramentrio, Financeiro e Patrimonial e as Demonstraes das Variaes Patrimoniais, do Fluxo de Caixa e do Resultado Econmico), regidos pela Lei n. 4.320/1964, refletem adequadamente a situao oramentria, financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta Relatrio de Gesto, EXCETO no tocante a:

    a) Falta dos registros patrimoniais de REAVALIAO, REDUO A VALOR RECUPERVEL, DEPRECIAO, AMORTIZAO E EXAUSTO, conforme prev as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao Setor Pblico (NBC T 16.9 e NBC T 16.10), publicadas pelas Resolues CFC n 1.136/2008 e 1.137/2008, relativamente aos bens INTANGVEIS e IMVEIS, conforme verificado no Balano Patrimonial e Demonstrao das Variaes Patrimoniais;

    b) Falta dos registros patrimoniais de AVALIAO, relativamente aos IMVEIS matrcula n 9701007905000 e matrcula n 9701007915006, conforme prev o Decreto-Lei n 9.760/1946, Decreto n 980/1993, Lei n 9.636/1998, Portaria SPU n 241/2009 e Manual do SPIUnet/2002 (com alteraes em 2009), conforme verificado no Balano Patrimonial, Demonstrao das Variaes Patrimoniais e SPIUnet (sistema).

    Estou ciente das responsabilidades civis e profissionais desta declarao.

    Local Braslia-DF Data 26/02/2015

    Contador Responsvel Wander Machado de Souza CRC n 014448/O-7

  • 124

    13. OUTRAS INFORMAES SOBRE A GESTO

    13.1. Outras Informaes Consideradas Relevantes pela UJ

    No exerccio de 2014, vale destacar algumas aes estruturantes como os marcos regulatrios,

    definidos e publicados no exerccio de referncia. So eles:

    Resoluo n 03, de 18/03/2014: aprova o Regimento Interno da ENAP;

    Portaria n 85, de 13/06/2014: aprova o Regulamento dos Cursos de Especializao (Ps-Graduao lato sensu) da ENAP;

    Portaria n 83, de 03/06/2014: estabelece a Poltica de Direitos Autorais;

    Portaria n 86, de 13/06/2014: aprova o Regulamento da Revista do Servio Pblico, inclusive estrutura editorial e normas de submisso editorial;

    Resoluo n 07, de 16/06/2014: disciplina procedimentos a serem adotados para a contratao de pessoas fsicas prestadoras de servios tcnicos profissionais especializados

    em carter eventual e para a concesso da Gratificao por Encargo de Curso ou Concurso

    (GECC). Esta resoluo uma atualizao da anterior, com base nas necessidades

    identificadas por conta do mapeamento do processo Selecionar e Contratar Docentes;

    Resoluo n 02, de 13/03/2014: altera a Resoluo n 10, de 24 de julho de 2013 (que aprova a tabela de preos dos cursos e programas de capacitao presenciais ofertados pela

    ENAP), determinando que os cursos presenciais de desenvolvimento tcnico-gerencial

    realizados em turmas abertas sejam oferecidos sem nus aos rgos da administrao

    pblica federal, no sendo cobrada taxa pela inscrio do servidor, e atualiza a tabela de

    preos dos cursos;

    Portaria n 61, de 04/04/2014: aprova o Plano Diretor de Tecnologia da Informao PDTI e Plano Estratgico de Tecnologia da Informao Peti 2014/2015;

    Resoluo n 12, de 31/10/2014: institui a Poltica de Segurana da Informao e Comunicaes (PoSIC) no mbito da ENAP;

    Alm dos marcos regulatrios, algumas aes, oriundas principalmente da Diretoria de

    Comunicao e Pesquisa, foram destaque, em 2014, para a ENAP:

    Lanamento do Repositrio Institucional (criado pela Portaria n 297, de 31/12/2014 e iniciado o povoamento em 2013): Sistema para organizar, armazenar, gerenciar, preservar,

    recuperar e disseminar documentos em formato digital produzidos no mbito das atividades

    da ENAP. Nele esto depositados os materiais dos cursos da Escola sendo, portanto, canal

    de compartilhamento da produo da Escola disponvel aos cidados e demais interessados

    em mbito nacional e internacional uma vez que o Repositrio da Escola est indexado nos

    Diretrios Mundiais Especializados. O sistema foi parametrizado de acordo com as

    recomendaes do e-Mag (Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrnico) de

    acessibilidade para portais (teclas de atalho, contraste, fontes maiores, etc.);

    Publicao de folders da srie Estudos ENAP em consonncia com a poltica de pesquisa e disseminao da Escola, voltada especialmente para a gerao de conhecimento baseado na

    prtica da gesto e de implementao das polticas pblicas;

    Lanamento da Casoteca de Gesto Pblica em espanhol (lanada em portugus em 2011 e em ingls em 2013), acervo virtual de estudos de caso com foco na administrao pblica,

    cujo acesso gratuito e pretende estimular o uso de tcnicas inovadoras para o ensino,

    cobrindo temas como tica, polticas pblicas, diversidade, gesto de programas e projetos,

    inovao e outros.

    Outras iniciativas tambm merecem destaque em 2014 como:

  • 125

    Maior articulao entre as instituies do Sistema de Escolas de Governo da Unio SEGU e maior capacidade de atendimento de demandas, participando ativamente dos debates com

    o Conselho Nacional de Educao - CNE sobre a regulao dos cursos de ps-graduao

    lato sensu no Pas;

    Realizao do X Encontro Nacional da Rede de Escolas de Governo nos dias 12 e 13 de agosto de 2014, com a participao de 164 pessoas, representando 86 instituies, alm de

    13 relatores tcnicos e 03 apoiadores do quadro da ENAP, totalizando 180 presentes.

    Realizao da pesquisa sobre o SEGU (cuja publicao se dar no ano seguinte ao exerccio de 2014), que preenche um vazio na literatura sobre as Escolas de Governo e disponibiliza

    um rico conjunto de informaes gerenciais e organizadas sobre as 17 instituies

    pesquisadas integrantes do Sistema. A primeira etapa da pesquisa foi finalizada em 2014,

    tendo como foco a caracterizao do SEGU: anlises de contedo dos normativos

    (caracterizao formal-legal das escolas) e das entrevistas com 41 dirigentes e gestores das

    17 escolas de governo que compem o Sistema (caracterizao do perfil de atuao das

    escolas); anlise das aes de ensino e aprendizagem ofertadas pelas escolas e a coleta de

    dados de demanda da Administrao Pblica por aes dessa natureza. Para a realizao do

    trabalho foi realizada exaustiva anlise da legislao que estrutura e organiza as 17 escolas

    de governo. Em complemento, tambm foram realizadas entrevistas com os dirigentes das

    instituies;

    Concluso do curso de especializao (ps-graduao lato sensu) em Gesto de Polticas Pblicas de Direitos Humanos. Esta ao da ENAP corresponde estrategicamente sua

    misso e viso, contribuindo diretamente para os objetivos estratgicos desenhados na

    perspectiva dos resultados institucionais. Somando-se a esse alinhamento, a iniciativa atende

    diretamente ao normativo do Conselho Nacional de Educao de o tema ser

    responsabilidade das instituies relacionadas educao superior na formao de cidados

    ticos comprometidos com a construo da paz, da defesa dos direitos humanos e dos

    valores da democracia, alm da responsabilidade de gerar conhecimento mundial visando

    atender os atuais desafios dos direitos humanos, como erradicao da pobreza, do

    preconceito e da discriminao. Esse curso resultante do Termo de Cooperao firmado

    entre a ENAP e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidncia da Repblica - SDH/PR;

    Lanamento do Portal de Processos na Intranet, com a disponibilizao dos fluxogramas, dos respectivos manuais e da legislao referente, socializando o resultado do trabalho de

    mapeamento de processos e promovendo a comunicao.

  • 126

    14. CONSIDERAES FINAIS

    Embora no se proponha a definir as linhas de ao futuras que eventualmente sero seguidas pela ENAP, essas consideraes finais possibilitam levantar questes e apresentar algumas recomendaes para iniciativas e encaminhamentos que se podem inferir do encerramento deste exerccio. Com o propsito de fomentar a discusso e o aprofundamento em torno da ENAP do futuro, os pargrafos que seguem apresentam algumas observaes, a partir de alguns dos temas abordados nas sees precedentes. A formao e aperfeioamento de servidores atividade central da Escola, em relao qual necessria uma atuao proativa de contribuir com o fortalecimento dos programas e sua legitimao poltica e institucional. Circunstncias externas governabilidade da ENAP, no raro, afetam a continuidade dos concursos para carreiras e consequentemente, o fluxo das turmas de formao e aperfeioamento. Nesse contexto, propostas e iniciativas podem ser encaminhadas para o aprofundamento do carter aplicado do ensino ministrado nesses cursos, a defesa de uma carga horria compatvel com os objetivos desses programas e a qualificao do papel da ENAP no processo de recrutamento, formao e desenvolvimento dos servidores das carreiras transversais, em especial a de EPPGG, junto aos rgos supervisores. O desenvolvimento dos diferenciais do ensino aplicado e inserido na administrao pblica, na oferta do ensino de ps-graduao, precisa ser priorizado nos prximos anos, dando continuidade ao processo em curso de consolidao dessa modalidade de ensino, no segmento das escolas de governo. A agenda em construo junto aos parceiros da ENAP inclui a discusso sobre os marcos legais, normativos e institucionais do credenciamento junto ao MEC. A aproximao com reas emergentes e a capacidade de resposta da ENAP, resultaram em parcerias bem sucedidas, como a mantida com o MDS. H certamente muitas reas da administrao federal em processo de estruturao, com carncias de pessoal qualificado. A conformao que o estado brasileiro assumir no futuro poder ser virtuosa se a expanso dos seus aparatos se der de forma concomitante com a construo de capacidades estatais naquelas reas, temas e questes que equacionem os desafios a serem vencidos. Isto envolve planejar, de forma articulada entre os rgos que tratam das polticas setoriais e os responsveis pelas polticas de gesto, os perfis da fora de trabalho, sua capacitao, alocao e aproveitamento. A ENAP tem um enorme espao de atuao a explorar nessa linha de atuao. A ENAP assumiu novas responsabilidades em relao capacitao nos sistemas estruturantes da administrao federal, abrindo possibilidades de ampliao e enriquecimento da sua atuao. importante avanar no conhecimento sobre esses sistemas e os problemas e limitaes que afetam a insero dos servidores que atuam em reas como as de servios gerais ou recursos humanos. As solues de capacitao deveriam de alguma forma, ser concebidas numa perspectiva estratgica que considere tambm a atuao da ENAP em iniciativas de redesenho dos processos e de reorganizao dessas reas. A atuao em redes tem sido experincia notvel de projeo da ENAP no ambiente das escolas de governo e h espaos e oportunidades extraordinrios a explorar, de forma criativa e com alguma ousadia poltica. Uma pauta que se impe, por fora da trajetria percorrida nos ltimos anos, a do revigoramento da PNDP. Dentro do seu espao possvel de iniciativa, a Escola deve se preparar para contribuir ativamente com a discusso em torno da atualizao do Decreto n. 5.707/2006 e em especial, da construo organizacional do SEGU como um sistema com alguns papis importantes a

  • 127

    cumprir na coordenao e racionalizao da oferta de capacitao da administrao federal. Sem prejuzo dos avanos de cunho organizacional, a ENAP pode investir, sem maiores obstculos, no adensamento da capacidade de articulao das redes SEGU e RNEG, particularmente na sustentao de atividades continuadas, envolvendo as instituies participantes. Uma questo que pode ingressar na agenda e se constituir em ingrediente mobilizador do segmento a da institucionalizao das escolas de governo, que poderia ser impulsionada pela aprovao de uma lei que regulamente o dispositivo constitucional da emenda da reforma administrativa que trata das escolas de governo. As parcerias com estados e municpios so uma forma de atuao cujo crescimento pode ganhar escala rapidamente, exigindo da ENAP a capacidade de atender s demandas sem perder seu alinhamento estratgico, expandindo a oferta de forma indireta e se concentrando na capacidade de desenvolvimento de cursos que deem resposta aos desafios da formao de servidores para o trabalho na gesto de programas interfederativos. A atuao nas redes internacionais outro espao, com potenciais promissores, ainda que limitado pela dificuldade em obter recursos oramentrios, no qual a ENAP pode ampliar e qualificar a sua presena na oferta de cursos e em atividades de cooperao. As definies adotadas em 2014 sobre a plataforma de TI de apoio ao ensino acarretam riscos a serem cuidadosamente monitorados, mas abrem a perspectiva de delineamento de um modelo avanado de EAD, alinhado com a misso e as estratgias da Escola e que possibilite a gerao de sinergias com os formatos convencionais de ensino. Em um horizonte de longo prazo, a ENAP precisa realizar um esforo de assimilao dos conhecimentos e habilidades crticos para construir capacidades prprias como produtora de contedos e materiais de ensino na modalidade EAD. O assessoramento aos rgos em gesto pblica uma linha de ao com alto valor estratgico, sobretudo na hiptese de avanos na implementao de polticas de gesto abrangentes que mobilizem o conjunto dos rgos da administrao federal em torno de projetos e iniciativas nessa rea. A ENAP deve prosseguir na ampliao dessa forma de atuao, buscando a abertura de espaos e oportunidades em projetos e atividades de relevncia estratgica para as polticas de gesto. Alm disso, deve preservar zelosamente o seu espao como locus de eventos de reflexo e debate sobre temas e questes emergentes da gesto pblica, em um ambiente de saudvel pluralismo poltico e livre interlocuo. Finalmente, na rea de pesquisa, cumpre avanar no desenvolvimento da agenda construda a partir de 2013, consolidando um modelo e linhas de atuao, compatveis com a sua condio de escola de governo inserida na administrao federal. Um desafio a ser encarado o de avanar na estruturao da gesto do conhecimento, como atividade transversal junto a todas as reas da Escola.

  • 128

    ANEXOS E APNDICES

    No h anexos e apndices.

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