Edital de Limpeza e Conservacao CE - ?· ANEXO I Termo de Referência ANEXO II Modelo de Carta de Apr…

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MINISTRIO DO MEIO AMBIENTE

INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAO DA BIODIVERSI DADE Diretoria de Planejamento, Administrao e Logstic a

Unidade Avanada Administrativa e Financeira - Cabe delo Tel. 83-3214-3071 - 3222-3012

Email: uaaf.cabedelo@icmbio.gov.br

PREGO ELETRNICO N. 05/2010 PROCESSO N. 02062.000058/2010-34 DATA DE ABERTURA: 26/05/2010 HORRIO: 09:00 h (HORRIO DE BRASLIA) ACESSO ELETRNICO AO EDITAL E PARTICIPAO: www.comprasnet.gov.br O Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade ICMBio, por intermdio do Pregoeiro, Jlio Mattos de Lyra, designado pela Portaria n 02, de 07 de outubro de 2009, publicada no D.O.U. de 08 de outubro de 2009, torna pblico para conhecimento dos interessados que, na data, horrio e local acima indicados, far realizar licitao na modalidade PREGO ELETRNICO pelo menor preo global , por lote , conforme autorizao contida no Processo n 02062.000058/2010-34, de acordo com o que dispe a Lei n 10.520, de 17 de julho de 2002, o Decreto n 3.555, de 8 de agosto de 2000, o Decreto n 5.450, de 31 de maio de 2005, Decreto n 3.722, de 9 de janeiro de 2001, Decreto n 2.271, de 07 de julho de 1996, Lei Complementar n 123, de 14 de dezembro de 2006, Decreto n 6.204, de 5 de setembro de 2007, IN/SLTI n. 2, de 30 de abril de 2008, alterada pelas IN/SLTI n 03, 15 de outubro de 2009, n 04, de 11 de novembro de 2009, e n 05, de 18 de dezembro de 2009, Portarias n 04 de 31 de agosto de 2006, 02 de 08 de abril de 2009 e 09 de 17 de outubro de 2009, e subsidiariamente as normas da Lei n 8.666, de 21 de junho de 1993, nas condies previstas neste Edital e seus Anexos. Integram este Edital para todos os fins e efeitos, os seguintes anexos: ANEXO I Termo de Referncia ANEXO II Modelo de Carta de Apr esentao da Proposta Comercial ANEXO II/A Planilha de Custos e Formao de Preos ANEXO II/B Quadro Resumo ANEXO III Minuta de Contrato ANEXO IV Declarao de Vistoria

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1 DO OBJETO 1.1 Contratao de empresa especializada na prestao, de forma contnua, de servios de limpeza, asseio e conservao predial, visando a obteno de adequadas condies de salubridade e higiene, com a disponibilizao de mo-de-obra, saneantes domissanitrios, materiais e equipamentos, a serem realizados nas diversas Unidades de Conservao do Instituto Chico Mendes de Conservao localizadas no Estado do Cear, conforme especificaes e exigncias estabelecidas neste Edital e em seus anexos. 2 DAS CONDIES DE PARTICIPAO NA LICITAO 2.1 Podero participar da presente licitao as empresas interessadas cujas atividades tenham pertinncia com o ramo do objeto licitado, que estejam obrigatoriamente cadastradas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores SICAF, de que trata a Instruo Normativa MARE n. 5, de 1995, e que atendam a todas as exigncias deste Edital e seus Anexos, inclusive quanto ao prvio credenciamento, na forma do item 3.

2.1.1 as empresas no cadastradas no SICAF, e que tiverem interesse em participar do presente prego, devero providenciar o seu cadastramento e sua habilitao junto a qualquer Unidade Cadastradora dos rgos da Administrao Pblica, at o terceiro dia til anterior data do recebimento das propostas (Pargrafo nico do art. 3 do Decreto n. 3.722/2001, alterado pelo Decreto n. 4.485/2002);

2.2 No podero participar desta licitao as empresas interessadas que se encontrem em processo de falncia, recuperao, dissoluo, fuso, ciso ou incorporao, que estejam cumprindo suspenso temporria de participao em licitao e impedimento de contratar com o ICMBio ou tenham sido declaradas inidneas para licitar ou contratar com a Administrao Pblica, e empresas constitudas na forma de fundao, consrcio ou cooperativa. 3 DO CREDENCIAMENTO 3.1 As empresas interessadas em participar do certame, devero providenciar previamente, o credenciamento perante a Secretaria de Logstica e Tecnologia da Informao, do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto, provedor do Sistema Eletrnico, no site www.comprasnet.gov.br. 3.2 O Credenciamento dar-se- pela atribuio de chave de identificao e de senha, pessoal e intransfervel, para acesso ao sistema eletrnico. 3.3 O credenciamento da licitante, assim como a sua manuteno depender de registro cadastral atualizado no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores SICAF.

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3.3.1 Alternativamente, o credenciamento poder ser feito no Sistema de Credenciamento de Fornecedores do Comprasnet, que permite ao fornecedor obter login e senha e participar de Preges Eletrnicos sem que haja a necessidade de se cadastrar no SICAF.

3.4 O uso da senha de acesso pela LICITANTE de sua responsabilidade exclusiva, incluindo qualquer transao efetuada diretamente ou por seu representante, no cabendo ao provedor do sistema ou ao ICMBIO, qualquer responsabilidade por eventuais danos decorrentes de uso indevido da senha, ainda que por terceiros. 3.5 O Credenciamento junto ao provedor do sistema implica a responsabilidade legal da LICITANTE ou seu representante legal e a presuno de sua capacidade tcnica para realizao das transaes inerentes ao Prego Eletrnico. 4 DO ENVIO DA PROPOSTA DE PREOS 4.1 A licitante responsabilizar-se- formalmente pelas transaes efetuadas em seu nome, assumindo como firmes e verdadeiras suas propostas e lances, inclusive os atos praticados diretamente ou por seu representante, no cabendo ao provedor do sistema ou ao rgo promotor da licitao responsabilidade por eventuais danos decorrentes de uso indevido da senha, ainda que por terceiros. (Art. 13, Inciso III, do Decreto n. 5.450/2005). 4.2 Incumbir licitante acompanhar as operaes no sistema eletrnico durante o processo licitatrio, responsabilizando-se pelo nus decorrente da perda de negcios diante da inobservncia de quaisquer mensagens emitidas pelo sistema ou de sua desconexo. (Art. 13, Inciso IV, do Decreto n. 5.450/2005). 4.3 Aps a divulgao do edital no endereo eletrnico, as licitantes devero encaminhar as propostas com a descrio do objeto ofertado e o preo com valores unitrios e totais, e, o respectivo anexo II, II/A e II/B deste edital at a data e hora marcadas para abertura da sesso, exclusivamente por meio do sistema eletrnico, quando, ento, encerrar-se-, automaticamente, a fase de recebimento de propostas (Art.21, do Decreto n. 5.450/2005). 4.4 A participao no prego eletrnico dar-se- pela utilizao da senha privativa da licitante (Art. 21, 1, do Decreto n. 5.450/2005). 4.5 Para participao no prego eletrnico, a licitante dever manifestar, em campo prprio do sistema eletrnico, que cumpre plenamente os requisitos de habilitao e que sua proposta est em conformidade com as exigncias do instrumento convocatrio (Art. 21, 2, do Decreto n. 5.450/2005). 4.6 A declarao falsa relativa ao cumprimento dos requisitos de habilitao e proposta sujeitar a licitante s sanes previstas no edital (Art. 21, 3, do

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Decreto n. 5.450/2005). 4.7 At a abertura da sesso, as licitantes podero retirar ou substituir a proposta anteriormente apresentada (Art. 21, 4, do Decreto n. 5.450/2005). 4.8 Concluda a etapa de lances a empresa detentora do menor lance, dever encaminhar sua proposta, contendo as especificaes detalhadas do objeto licitado com os preos unitrio e totais atualizados em conformidade com os lances eventualmente ofertados, por intermdio do Sistema Eletrnico, atravs do link Anexar, e em original ou cpia autenticada, via sedex , no prazo mximo de 24 (vinte e quatro) horas, contado a partir do encerramento da etapa de lances. 4.9 A Proposta (referida nos subitens 4.3 e 4.8) dever apresentar as seguintes condies:

4.9.1 prazo de validade, no inferior a 60 (sessenta) dias, a contar da data de sua apresentao; 4.9.2 preo unitrio e total, de acordo com os preos praticados no mercado, conforme estabelece o art. 43, inciso IV, da Lei n. 8.666/93, em algarismo e por extenso, expresso em moeda corrente nacional (R$), considerando os quantitativos constantes do Anexo I deste Edital. 4.9.3 Planilhas de Custos e Formao de Preos conforme modelo constante do Anexo II A e Quadro resumo conforme modelo constante do Anexo II B, com detalhamento de todos os elementos que influem no custo operacional, inclusive tributos e encargos sociais, exceo feita quanto a impostos e taxas de obrigao exclusiva da licitante, que sero includas na taxa de administrao, discriminando:

4.9.3.1 categoria profissional do quadro de pessoal exigido para o servio;

4.9.3.2 valor da remunerao, vigente na data de apresentao da proposta, fixada para a categoria profissional em Conveno Coletiva de Trabalho ou outro equivalente, englobando salrio e demais vantagens estabelecidas na legislao trabalhista, excetuando-se vantagens no obrigatrias e que resultam de incentivos fiscais; 4.9.3.3 encargos sociais incidentes sobre a remunerao fixada, minuciosamente discriminados e expressos sob forma de percentual; 4.9.3.4 taxa de administrao, com detalhamento dos elementos que a compem, inclusive impostos e taxas de obrigao da licitante;

4.9.4 Estar includos no preo todos os insumos que o compem, tais como as despesas com mo-de-obra, impostos, taxas, frete, seguros e quaisquer outros que incidam direta ou indiretamente na execuo dos servios objeto desta licitao.

4.10 Na proposta poder constar o nome do banco, o cdigo da agncia e o nmero da conta-corrente da empresa, para efeito de pagamento.

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4.11 Quando da apresentao da proposta, a empresa licitante dever apresentar e indicar os acordos ou convenes coletivas que regem as categorias profissionais vinculadas execuo do servio. 4.12 Apresentao da proposta implicar plena aceitao, por parte do proponente, das condies estabelecidas neste Edital e seus Anexos. 4.13 Declarar se a empresa enquadra-se, como microempresa ou empresa de pequeno porte com base na Lei Complementar n. 123/06;

4.13.1 Em se tratando de microempresa ou empresa de pequeno porte, havendo alguma restrio na comprovao da regularidade fiscal, ser assegurado o prazo de 2 (dois) dias teis, cujo trmino inicial corresponder ao momento em que a proponente for declarada vencedora do certame;

4.14 A Planilha de custos e formao de preos dever ser analisada no momento da aceitao do lance vencedor, a qual poder ser ajustada, se possvel, para refletir corretamente os custos envolvidos na contratao, desde que no haja majorao do preo proposto. 4.15 Sero desclassificadas as propostas que no atenderem s exigncias do presente Edital e seus Anexos, sejam omissas ou apresentem irregularidades insanveis. 5 DA DOCUMENTAO DE HABILITAO 5.1 Para habilitao nesta licitao, as LICITANTES devero apresentar a seguinte documentao: 5.1.1 Relativa habilitao jurdica,

- a qualificao econmico-financeira, - a regularidade fiscal com a Fazenda Nacional, - com a Fazenda Estadual, - com a Fazenda Municipal, - com o sistema de Seguridade Social - com o Fundo de Garantia do Tempo de Servio FGTS

5.1.1.1 A documentao de que trata este subitem poder ser substituda

pelo registro cadastral no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores SICAF.

5.1.1.2 As LICITANTES que apresentarem resultado igual ou menor do que 01 (um), em qualquer dos ndices calculados e informados pelo SICAF (Solvncia Geral - SG, Liquidez Geral - LG e Liquidez Corrente - LC), devero comprovar capital social registrado e integralizado, no inferior a 10% (dez por cento) do valor estimado para a contratao.

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5.1.2 Declarao de inexistncia de fato superveniente impeditivo da habilitao. 5.1.3 Declarao de que no possui, em seu quadro de pessoal, empregados menores. 5.1.4 As Declaraes de que tratam os subitens 5.1.2 e 5.1.3 estaro disponveis no sistema eletrnico e devero ser enviadas na ocasio do cadastramento da Proposta de Preos. 5.1.5 Declarao de que no est sob pena de interdio temporria de direitos, de que trata a Lei n. 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Crimes Ambientais), conforme o modelo:

DECLARAO (LEI N 9.605/98)

(Razo Social da LICITANTE) , inscrita no CNPJ sob o n ___________, sediada na ______(endereo completo) , declara, sob as penas da Lei, que no est sob pena de interdio temporria de direitos, de que trata o art. 10 da Lei n. 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

Joo Pessoa, ___ de ______________ de 2010.

_______________________________________ (nome e assinatura do declarante)

(nmero da cdula de identidade do declarante) 5.1.6 Declarao de Elaborao Independente de Proposta ( 2 do art. 1 da IN/SLTI n 02, de 16 de setembro de 2009), conforme o modelo:

DECLARAO DE ELABORAO INDEPENDENTE DE PROPOSTA

Prego Eletrnico _______/2010 ____(Identificao completa do representante da licitante)_______, como representante devidamente constitudo de ____(Identificao completa da licitante)_____ doravante denominado ____(Licitante)____, para fins do disposto no item __(completar)___ do Edital __(completar com identificao do edital)__, declara, sob as penas da lei, em especial o art. 299 do Cdigo Penal Brasileiro, que:

(a) a proposta apresentada para participar da __(identificao da licitao)__ foi

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elaborada de maneira independente ___(pelo Licitante)__, e o contedo da proposta no foi, no todo ou em parte, direta ou indiretamente, informado, discutido ou recebido de qualquer outro participante potencial ou de fato da __(identificao da licitao)__, por qualquer meio ou por qualquer pessoa;

(b) a inteno de apresentar a proposta elaborada para participar da __(identificao da licitao)__ no foi informada, discutida ou recebida de qualquer outro participante potencial ou de fato da __(identificao da licitao)__, por qualquer meio ou por qualquer pessoa;

(c) que no tentou, por qualquer meio ou por qualquer pessoa, influir na deciso de qualquer outro participante potencial ou de fato da __(identificao da licitao)__ quanto a participar ou no da referida licitao;

(d) que o contedo da proposta apresentada para participar da __(identificao da licitao)__ no ser, no todo ou em parte, direta ou indiretamente, comunicado ou discutido com qualquer outro participante potencial ou de fato da __(identificao da licitao)__antes da adjudicao do objeto da referida licitao;

(e) que o contedo da proposta apresentada para participar da __(identificao da licitao)__ no foi, no todo ou em parte, direta ou indiretamente, informado, discutido ou recebido de qualquer integrante do ICMBio antes da abertura oficial das propostas; e

(f) que est plenamente ciente do teor e da extenso desta declarao e que detm plenos poderes e informaes para firm-la.

________________________, em ___ de ___________________ de ________

____________________________________________________ (representante legal do licitante, no mbito da licitao, com identificao

completa) 5.1.7 Comprovao de aptido para o desempenho de atividades pertinentes e compatveis em caractersticas, quantidades e prazos com o objeto desta licitao, atravs de atestado(s) de capacidade tcnica em nome da empresa, fornecido(s) por pessoa(s) jurdica(s) de direito pblico ou privado, devidamente registrado(s) ou visado(s) pelo Conselho Regional de Administrao - CRA, assim considerado(s) o(s) que conste(m) execuo de servios de caractersticas semelhantes.

5.1.7.1 Os Atestados devero conter informaes acerca do tipo de servio executado, do perodo de execuo do servio, do contingente alocado e grau de satisfao. Na eventualidade do licitante se achar com direito de no registrar ou visar o(s) atestado(s) junto ao Conselho Regiona l de Administrao CRA dever sob pena de inabilitao, apresentar dec larao daquele Conselho, documento ou ato legal que o desobrigue d esta exigncia.

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5.1.8 Certido de Registro da LICITANTE e de seu Responsvel Tcnico (Alvar de Habilitao e Certificado de Regularidade Tcnica), expedida pelo Conselho Regional de Administrao CRA. 5.1.9 Ser considerado como documento de habilitao a Declarao de Vistoria no local onde sero executados os servios, Anexo IV deste Edital, que dever ser realizada no prazo de 05 (cinco) dias teis antes da data prevista para o certame, e apresentada a UAAF-Cabedelo/ICMBio, a/c do Pregoeiro.. 5.1.10 Os documentos necessrios habilitao podero ser apresentados em original, ou em cpia autenticada em Cartrio competente, ou publicao em rgo da imprensa oficial ou em cpias simples, desde que acompanhadas dos originais para conferncia pelo Pregoeiro; 5.2 Sero inabilitadas as empresas que no atenderem ao item 5 deste Edital. 6 DO CADASTRAMENTO DAS PROPOSTAS DE PREOS 6.1 A participao no certame dar-se- por meio da digitao da senha privativa da LICITANTE e subseqente cadastramento da proposta de preos, exclusivamente por meio do sistema eletrnico, a partir da publicao do aviso de licitao no Dirio Oficial da Unio.

6.1.1 At a abertura da sesso, podero ser retiradas ou substitudas as propostas anteriormente cadastradas. 6.2 No ato do cadastramento da proposta de preos, a LICITANTE dever enviar, por meio eletrnico, alm das declaraes mencionadas nos subitens 5.1.2 e 5.1.3, declarao de que est ciente e concorda com as condies contidas no edital e seus anexos e que cumpre plenamente os requisitos de habilitao definidos no instrumento convocatrio.

6.2.1 Para fazer jus aos benefcios previstos na Lei Complementar n. 123/2006 a LICITANTE se for o caso, dever declarar tambm em campo prprio do sistema eletrnico, que atende aos requisitos do artigo 3 da referida lei.

6.2.2 A declarao falsa relativa ao cumprimento dos requisitos de habilitao, bem como em relao ao atendimento da Lei Complementar n 123/2006, sujeitar a LICITANTE s sanes previstas no subitem 10.1 deste Edital. 7 DA SESSO E DO CRITRIO DE JULGAMENTO 7.1 A partir do horrio previsto no prembulo deste Edital, ser iniciada a sesso pblica do Prego, com a divulgao das propostas de preos cadastradas, em conformidade com o item 06 deste Edital.

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7.2 O Pregoeiro verificar as propostas cadastradas, desclassificando aquelas que no estejam em conformidade com os requisitos estabelecidos no edital. 7.3 O sistema ordenar, automaticamente, as propostas classificadas, sendo que somente estas participaro da fase de lances. 7.4 Aberta a etapa competitiva, as LICITANTES podero encaminhar lances, exclusivamente por meio do sistema eletrnico, sendo imediatamente informadas do seu recebimento e respectivo horrio de registro e valor.

7.4.1 A etapa de lances ser encerrada mediante aviso de fechamento iminente dos lances, emitido pelo sistema eletrnico s LICITANTES, aps o que transcorrer perodo de tempo de at 30 (trinta) minutos, aleatoriamente determinado tambm pelo sistema eletrnico, findo o qual ser automaticamente encerrada a recepo de lances. 7.5 As LICITANTES podero oferecer lances sucessivos, observados o horrio fixado e as regras de aceitao dos mesmos.

7.5.1 Os lances ofertados devero corresponder ao valor global da proposta, por LOTE. 7.6 As LICITANTES somente podero oferecer lance inferior ao ltimo por elas ofertado e registrado no sistema. 7.7 No sero aceitos dois ou mais lances de mesmo valor, prevalecendo aquele que for recebido e registrado em primeiro lugar. 7.8 Durante o transcurso da sesso pblica, as LICITANTES sero informadas, em tempo real, do valor do menor lance registrado que tenha sido apresentado pelas demais LICITANTES, vedada a identificao do detentor do lance. 7.9 Encerrada a etapa de lances, o sistema verificar a ocorrncia de empate entre as licitantes que detenham a condio de empresas de mdio, de grande porte e as microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP), nos termos da Lei Complementar n 123/2006.

7.9.1 O sistema identificar em coluna prpria, as licitantes que detenham a condio de microempresas e empresas de pequeno porte, fazendo a comparao entre os valores da primeira colocada caso esta no seja uma ME ou EPP, e das demais ME ou EPP na ordem de classificao.

7.9.2 A proposta cujo valor seja igual ou at 5% (cinco por cento) superior proposta mais bem classificada, estar empatada com a primeira colocada e ter o direito de encaminhar uma ltima oferta para o desempate, obrigatoriamente inferior primeira colocada, no prazo de 5 (cinco) minutos controlados pelo

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Sistema, sob pena de decair do direito concedido.

7.9.2.1 Para viabilizar tal procedimento, o Sistema selecionar os itens com tais caractersticas, disponibilizando-os automaticamente nas telas do Pregoeiro e da LICITANTE, encaminhando mensagem tambm automtica, por meio do Chat, convocando a ME ou EPP que se encontra em segundo lugar, a apresentar sua ltima oferta.

7.9.2.2 Caso a ME ou EPP classificada em segundo lugar desista ou no se

manifeste no prazo estabelecido, o Sistema convocar as demais ME ou EPP participantes na mesma condio, na ordem de classificao.

7.9.2.3 Havendo xito neste procedimento, o Sistema disponibilizar a nova classificao dos fornecedores para fins de aceitao. No havendo xito ou no existindo ME ou EPP participante, prevalecer a classificao inicial.

7.9.2.4 Caso sejam identificadas propostas de ME ou EPP empatadas em segundo lugar, ou seja, na faixa dos 5% (cinco por cento) da primeira colocada e permanecendo o empate at o encerramento do item, o Sistema far um sorteio eletrnico entre tais LICITANTES, definindo e convocando automaticamente a vencedora para o encaminhamento da oferta final do desempate. 7.10 O Pregoeiro convocar a LICITANTE detentora da proposta classificada em primeiro lugar, a apresentar exclusivamente por meio do sistema eletrnico, em arquivo PDF a Proposta de Preos assim como as Planilhas de Custos e Formao de Preos, referidas no item 04 deste edital, com os valores devidamente adequados, estabelecendo o prazo para envio.

7.10.1 O desatendimento ao prazo estabelecido pelo Pregoeiro importar na recusa da proposta de preos, sem prejuzo das sanes previstas no item 10 deste edital. 7.11 O Pregoeiro examinar a proposta classificada em primeiro lugar quanto compatibilidade do preo em relao ao estimado para a contratao e verificar a habilitao da LICITANTE, conforme disposies do Edital.

7.11.1 Caso julgue necessrio, o Pregoeiro poder solicitar esclarecimentos sobre o preo proposto com a finalidade de avaliar a exeqibilidade da proposta.

7.11.2 No ser aceita a proposta que apresentar valor irrisrio ou igual a zero, incompatvel com o preo de mercado acrescido dos respectivos encargos, exceto quando se referir a materiais e instalaes de propriedade da licitante, para os quais ela renuncie parcela ou totalidade da remunerao.

7.11.3 O valor global do Lote estimado para a contratao dos servios, objeto desta licitao, importa em R$ 93.412,82 (Noventa e trs mil, quatrocentos e doze reais e oitenta e dois centavos), sendo composto pelos seguintes itens:

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Item 01 - R$ 18.504,00 (Dezoito mil, quinhentos e quatro reais); Item 02 - R$ 56.404,82 (Cinquenta e seis mil, quatrocentos e quatro reais e

oitenta e dois centavos); Item 03 - R$ 18.504,00 (Dezoito mil, quinhentos e quatro reais).

7.12 O Pregoeiro poder negociar, pelo sistema eletrnico, diretamente com a LICITANTE que tenha apresentado o lance de menor valor, para que seja obtido preo melhor, mantidas as condies estabelecidas neste Edital.

7.12.1 A negociao, quando houver, ser sempre depois do procedimento de desempate de propostas e classificao final das LICITANTES, conforme o subitem 7.9 deste Edital. 7.13 No caso de aceitao da proposta de preos, a LICITANTE dever encaminhar, por meio de fax, para os nmeros (83) 3214 3071 - ramal 32, no prazo estabelecido pelo Pregoeiro, a documentao de habilitao de que trata o item 5, com exceo das declaraes mencionadas nos subitens 5.1.2 e 5.1.3 que devero ser enviadas por meio eletrnico no ato do cadastramento da proposta de preos.

7.13.1 O desatendimento do prazo estabelecido pelo Pregoeiro importar na inabilitao da LICITANTE, sem prejuzo das sanes previstas no item 10 deste edital.

7.13.2 Na etapa de habilitao ser verificada a regularidade da LICITANTE no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores - SICAF (Cadastro e Habilitao Parcial) e/ou em stios eletrnicos oficiais.

7.13.3 Ser assegurado LICITANTE j cadastrada no SICAF o direito de encaminhar na sesso, caso esteja com algum documento vencido, a documentao atualizada e regularizada, por meio de fax, para o nmero j indicado no subitem 7.13.

7.13.4 Em se tratando de microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP), havendo alguma restrio na regularidade fiscal, ser assegurado o prazo de 2 (dois) dias teis, prorrogvel por igual perodo, a critrio da Administrao, para a regularizao da documentao, cujo termo inicial corresponder ao momento em que a proponente for declarada vencedora do certame. (Lei Complementar n 123, de 14/12/2006)

7.13.5 A no regularizao da documentao no prazo previsto no subitem anterior, implicar na decadncia do direito contratao, sem prejuzo das sanes previstas no subitem 10 deste edital. 7.14 Constatado o atendimento das exigncias de habilitao, fixadas neste Edital, a LICITANTE ser declarada VENCEDORA, salvo o disposto no subitem 7.13.4, que se reporta microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP).

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7.15 Se a oferta no for aceitvel ou se a LICITANTE desatender s exigncias de habilitao, o Pregoeiro examinar a oferta subseqente, verificando a sua aceitabilidade e procedendo habilitao da proponente na ordem de classificao e assim sucessivamente, at a apurao de uma proposta que atenda a este Edital, sendo a respectiva LICITANTE declarada VENCEDORA.

7.15.1 Na situao a que se refere este subitem o Pregoeiro poder negociar, pelo sistema eletrnico diretamente com a LICITANTE para que seja obtido preo melhor. 7.16 No julgamento da habilitao e das propostas, o Pregoeiro poder sanar erros ou falhas que no alterem a substncia das pr opostas, dos documentos e sua validade jurdica, mediante despac ho fundamentado, registrado em ata e acessvel a todos, atribuindo-l hes validade e eficcia para fins de habilitao e classificao . 7.17 As normas disciplinadoras da licitao sero sempre interpretadas em favor da ampliao da disputa entre os interessados, desde que no comprometam o interesse da Administrao, o princpio da isonomia, a finalidade e a segurana da contratao. 7.18 A LICITANTE VENCEDORA dever encaminhar, via FAX (83) 3214 3071, de imediato, a documentao referente habilitao e posteriormente o original da proposta de preos devidamente adequada a melhor oferta e, tambm, os originais ou cpias autenticadas da documentao de habilitao, com exceo das declaraes mencionadas nos subitens 5.1.2 e 5.1.3, para a Unidade Avanada de Administrao e Finanas UAAF/CABEDELO/PB, localizada na Praa Antenor Navarro n 5 Centro Joo Pessoa - PB, CEP 58.010-480, no prazo de 2 (dois) dias teis contados do encerramento da sesso pblica do prego. 7.19 A indicao do lance vencedor, a classificao dos lances apresentados e demais informaes relativas sesso pblica do prego, constaro de ata divulgada no sistema eletrnico. 8 DOS RECURSOS 8.1 Declarada a VENCEDORA, ser aberto o prazo de 20 (vinte) minutos, durante o qual qualquer LICITANTE poder manifestar, de forma imediata e motivada, a inteno de recorrer, com registro da sntese de suas razes, exclusivamente, em campo prprio do sistema eletrnico.

8.1.1 Ser concedido LICITANTE que manifestar a inteno de interpor recurso, o prazo de 3 (trs) dias, para registro das razes do recurso em campo prprio do sistema, ficando as demais LICITANTES desde logo intimadas, para querendo, registrar contra-razes, tambm em campo especfico do sistema, no

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mesmo prazo, a contar do trmino do prazo do recorrente, sendo-lhes assegurada vista imediata dos elementos indispensveis defesa dos seus interesses.

8.1.2 A falta de manifestao imediata e motivada das LICITANTES importar na decadncia do direito de recurso, ficando o Pregoeiro autorizado a adjudicar o objeto LICITANTE VENCEDORA.

8.1.3 O acolhimento do recurso importar apenas, na invalidao dos atos insuscetveis de aproveitamento.

8.1.4 Decidido o recurso e constatada a regularidade dos atos praticados, a Autoridade Competente adjudicar o objeto e homologar o procedimento licitatrio. 9 DA CONVOCAO DA LICITANTE VENCEDORA 9.1 Aps a homologao da licitao, a LICITANTE VENCEDORA, ser convocada para assinar o contrato no prazo de 5 (cinco) dias teis, a contar do recebimento da convocao formalizada e nas condies estabelecidas. 9.2 Como condio para a assinatura do contrato, a LICITANTE VENCEDORA dever estar cadastrada e habilitada parcialmente no SICAF, bem como apresentar situao regular no CADIN, o que ser verificado mediante consulta aos Sistemas, sendo os extratos anexados aos autos do processo. 9.3 facultado Administrao, quando a convocada no comparecer no prazo estipulado no subitem 9.1, no apresentar situao regular no ato da assinatura do contrato, ou ainda recusar-se injustificadamente a assinar o Contrato, convocar as LICITANTES remanescentes, na ordem de classificao, sem prejuzo da aplicao das sanes cabveis, observado o disposto nos subitens 7.15 e 7.15.1. 9.4 O prazo de convocao poder ser prorrogado uma vez, por igual perodo, quando solicitado pela parte durante o seu transcurso e desde que ocorra motivo justificado e aceito pela Administrao. 10 DAS SANES ADMINISTRATIVAS 10.1 A LICITANTE que convocada dentro do prazo de validade de sua proposta no assinar contrato, deixar de entregar documentao exigida no Edital, apresentar documentao falsa, ensejar o retardamento da execuo de seu objeto, no mantiver a proposta, falhar ou fraudar na execuo do contrato, comportar-se de modo inidneo, fizer declarao falsa ou cometer fraude fiscal, garantido o direito ampla defesa, ficar impedida de licitar e contratar com a Unio e ser descredenciada no SICAF, pelo prazo de at 5 (cinco) anos, sem prejuzo das sanes abaixo: a) Advertncia;

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b) Multa de 0,25% (vinte cinco dcimos por cento) sobre o valor total contratado, por dia de atraso, at o 20 (vigsimo) dia; c) Multa de 10% (dez por cento) sobre o valor total contratado, a partir do 21 (vigsimo primeiro) dia de atraso, o que poder ensejar a resciso do contrato. 10.2 A multa aplicada aps regular processo administrativo ser descontada dos pagamentos devidos contratada, ou quando for o caso, cobrada judicialmente. 10.3 As sanes previstas no subitem 10.1 podero ser aplicadas concomitantemente, facultada a defesa prvia do interessado no respectivo processo, pelo prazo de 5 (cinco) dias teis. 10.4 A critrio da Administrao, podero ser suspensas as penalidades, no todo ou em parte, quando o atraso for devidamente justificado pelo contratado e aceito pela Administrao da UAAF-CABEDELO/ICMBio que fixar novo prazo, este improrrogvel, para a completa execuo das obrigaes assumidas. 10.5 As sanes sero obrigatoriamente registradas no SICAF. 11 DA VIGNCIA CONTRATUAL 11.1 O prazo de vigncia deste contrato ser de 12 (doze) meses, contado a partir da data da assinatura, com eficcia aps a publicao do seu extrato no Dirio Oficial da Unio, tendo incio e vencimento em dia de expediente, devendo-se excluir o primeiro e incluir o ltimo, podendo no interesse da Administrao, ser prorrogado por iguais e sucessivos perodos, at o limite de 60 (sessenta) meses, observando-se o disposto no inciso II do art. 57 da Lei 8.666/93. 12 DA GARANTIA CONTRATUAL 12.1 A LICITANTE VENCEDORA dever apresentar, no prazo de 10 (dez) dias teis, contado da data de assinatura do contrato, comprovante de garantia no valor correspondente a 5% (cinco por cento) do valor global do contrato, que ser liberado somente aps o trmino da vigncia do contrato, cabendo-lhe optar por uma das modalidades de garantia prevista no art. 56, 1 da Lei 8.666/93. 13 DA CONTA VINCULADA PARA QUITAO DE OBRIGAES TRABALHISTAS 13.1 O ICMBIO/PB deixa de adotar o art. 19-A, includo pela IN SLTI/MOG n 03/2009, tendo em vista sua suspenso temporria pelo Ministrio do Planejamento Oramento e Gesto. No obstante, to logo seja autorizada, a contratada estar obrigada a autorizar o ICMBIO/PB a fazer a reteno na fatura e o depsito direto dos valores devidos ao FGTS nas respectivas contas vinculadas dos trabalhadores, bem como autorizar a administrao contratante a fazer o desconto na fatura e o pagamento direto dos salrios e demais verbas trabalhistas aos trabalhadores, quando houver falha no cumprimento dessas obrigaes por parte da contratada

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at o momento da regularizao, sem prejuzo das sanes cabveis conforme disposto no anexo VII de referida Instruo Normativa. 14 DA REPACTUAO DO CONTRATO 14.1 Ser admitida a repactuao dos preos dos servios contratados, desde que seja observado o interregno mnimo de um ano, contado a partir da data do acordo, conveno ou dissdio coletivo de trabalho ou equivalente, vigente poca da apresentao da proposta, quando a variao dos custos for decorrente da mo-de-obra e estiverem vinculadas s datas-base destes instrumentos. 14.2 Nas repactuaes subseqentes primeira, a anualidade ser contada a partir da data do fato gerador que deu ensejo ltima repactuao. 14.3 As repactuaes sero precedidas de solicitao da contratada acompanhada de demonstrao analtica da alterao dos custos, por meio de apresentao da planilha de custos e formao de preos ou do novo acordo, conveno ou dissdio coletivo que fundamenta a repactuao, conforme for a variao de custos objeto da repactuao. 14.4 vedada a incluso por ocasio da repactuao, de benefcios no previstos na proposta inicial, exceto quando se tornarem obrigatrios por fora de instrumento legal, sentena normativa, acordo coletivo ou conveno coletiva. 14.5 As repactuaes, como espcie de reajuste, sero formalizadas por meio de apostilamento, no podendo alterar o equilbrio econmico e financeiro dos contratos, exceto quando coincidirem com a prorrogao contratual em que devero ser formalizadas por aditamento. 14.6 As repactuaes a que o contratado fizer jus e no forem solicitadas durante a vigncia do contrato, sero objeto de precluso com a assinatura da prorrogao contratual ou com o encerramento do contrato. 14.7 As repactuaes no interferem no direito das partes de solicitar, a qualquer momento, a manuteno do equilbrio econmico dos contratos com base no disposto no art. 65 da Lei n 8.666, de 1993. 15 DO PAGAMENTO 15.1 O pagamento ser efetuado mediante a apresentao de Nota Fiscal ou da Fatura pela contratada, devidamente atestada pelo servidor indicado para Fiscal do contrato, que dever conter o detalhamento dos servios executados conforme disposto no art. 73 da Lei n 8.666, de 1993, observado o disposto no art. 35 da Instruo Normativa/SLTI n 03, de 15 de outubro de 2009 e os seguintes procedimentos:

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15.1.1 A Nota Fiscal ou Fatura dever ser obrigatoriamente acompanhada das seguintes comprovaes:

15.1.1.1 do pagamento da remunerao e das contribuies sociais (Fundo de Garantia do Tempo de Servio e Previdncia Social), correspondentes ao ms da ltima nota fiscal ou fatura vencida, compatvel com os empregados vinculados execuo contratual, nominalmente identificado na forma do 4 do Art. 31 da Lei n 9.032, de 28 de abril de 1995; 15.1.1.2 da regularidade fiscal constatada atravs de consulta "on-line" ao Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores SICAF, ou na impossibilidade de acesso ao referido Sistema, mediante consulta aos stios eletrnicos oficiais ou documentao mencionada no art. 29 da Lei 8.666/93; e 15.1.1.3 do cumprimento das obrigaes trabalhistas, correspondentes ltima nota fiscal ou fatura que tenha sido paga pela Administrao.

15.2 O descumprimento das obrigaes trabalhistas, previdencirias e as relativas ao FGTS, ensejaro o pagamento em juzo dos valores em dbito, sem prejuzo das sanes cabveis. 15.3. O prazo para pagamento da Nota Fiscal/Fatura, devidamente atestada pela Administrao, no dever ser superior a 5 (cinco) dias teis, contados da data de sua apresentao. 15.4 No caso de eventuais atrasos de pagamento provocados exclusivamente pela Administrao, o valor devido dever ser acrescido de atualizao financeira, e sua apurao se far desde a data de seu vencimento at a data do efetivo pagamento em que os juros de mora sero calculados taxa de 0,5% (meio por cento) ao ms, ou 6% (seis por cento) ao ano, mediante aplicao das seguintes formulas: I= (TX/100) 365 EM = I x N x VP, onde: I = ndice de atualizao financeira; TX = Percentual da taxa de juros de mora anual; EM = Encargos moratrios; N = Nmero de dias entre a data prevista para o pagamento e a do efetivo pagamento; VP = Valor da parcela em atraso. 15.5 O pagamento ser creditado em nome da CONTRATADA, mediante ordem bancria em conta-corrente por ela indicada, desde que satisfeitas s condies estabelecidas no contrato. 15.6 O pagamento somente poder ser efetuado aps a comprovao da regularidade relativa habilitao jurdica, qualificao econmico-financeira, regularidade fiscal com a Fazenda Nacional, com o sistema de Seguridade Social, com o Fundo de Garantia do Tempo de Servio FGTS, com as Fazendas

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Estaduais e Municipais, quando for o caso. 15.7 A regularidade de que trata o item anterior poder ser verificada mediante consulta ao Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores SICAF. 16 DA IMPUGNAO DO ATO CONVOCATRIO E DOS PEDIDO S DE ESCLARECIMENTOS 16.1 Qualquer pessoa poder impugnar o ato convocatrio, at 02 (dois) dias teis antes da data fixada para abertura da sesso pblica;

16.1.1 Caber ao Pregoeiro decidir sobre a impugnao, no prazo at 24 (vinte e quatro) horas.

16.1.2 Acolhida impugnao contra o ato convocatrio, ser definida e publicada nova data para realizao do certame. 16.2 Quaisquer esclarecimentos em relao a esta licitao devero ser solicitados at 3 (trs) dias teis, anteriores data fixada para a abertura da sesso pblica. 16.3 As impugnaes ao ato convocatrio, como tambm os pedidos de esclarecimento devero ser apresentados exclusivamente por meio eletrnico, no endereo licitacao.uaaf.cabedelo@icmbio.gov.br. 16.4 A divulgao das impugnaes apresentadas e dos esclarecimentos solicitados, bem como das respectivas respostas ser realizada, para conhecimento dos interessados, no portal de compras do Governo Federal, www.comprasnet.gov.br. 17 DAS DISPOSIES FINAIS 17.1 A Autoridade Competente para aprovao do procedimento licitatrio poder revogar a licitao, por razes de interesse pblico decorrentes de fato supervenientes, devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta, devendo anul-la por ilegalidade de ofcio ou por provocao de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado. 17.2 A anulao do procedimento licitatrio por motivo de ilegalidade no gera obrigao de indenizar, ressalvado o disposto no Pargrafo nico, do art. 59, da Lei n. 8.666/93. 17.3 No caso de desconexo com o Pregoeiro no decorrer da etapa competitiva do prego, o sistema eletrnico poder permanecer acessvel s LICITANTES para a recepo dos lances, retornando o Pregoeiro assim que possvel, sua atuao no certame, sem prejuzo dos atos realizados.

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17.3.1 Quando a desconexo persistir por tempo superior a 10 (dez)

minutos, a sesso do prego ser suspensa e ter reincio somente aps comunicao expressa aos participantes. 17.4 A LICITANTE ser responsvel por todas as transaes que forem efetuadas em seu nome no sistema eletrnico, assumindo como firmes e verdadeiras suas propostas e lances.

17.4.1 Incumbir ainda LICITANTE, acompanhar as operaes no sistema eletrnico durante a sesso pblica do prego, ficando responsvel pelo nus decorrente da perda de negcios diante da inobservncia de quaisquer mensagens emitidas pelo sistema ou por sua desconexo. 17.5 No caso de desfazimento do processo licitatrio, fica assegurado o contraditrio e a ampla defesa. 17.6 facultada ao Pregoeiro ou autoridade superior, em qualquer fase da licitao, a promoo de diligncia destinada a esclarecer ou a complementar a instruo do processo, vedando a incluso posterior de documento ou informao que deveria constar originalmente da proposta. 17.7 Na contagem dos prazos estabelecidos neste Edital, excluir-se- o dia do incio e incluir-se- o dia do trmino. 17.8 Nenhuma indenizao ser devida s LICITANTES pela elaborao e/ou apresentao de documentao relativa ao presente Prego. 17.9 No sero aceitos protocolos de entrega ou solicitao de documento, em substituio aos documentos requeridos neste edital. 17.10 A reunio de abertura da presente licitao poder ser adiada ou transferida para outra data, mediante prvio aviso. 17.11 Qualquer modificao no Edital exige divulgao pela mesma forma que se deu o texto original, reabrindo-se o prazo inicialmente estabelecido, exceto quando inquestionavelmente, a alterao no afetar a formulao da proposta. 17.12 A critrio da Administrao, o Contrato resultante desta licitao poder ser alterado de acordo com o art. 65 da Lei n 8.666/93, em razo de fato superveniente devidamente comprovado e justificado. 17.13 Os autos permanecero com vista franqueada aos interessados na Unidade Avanada de Administrao e Finanas, no horrio de 9h00 as 11h30 e de 14h30 as 17h00 de segunda a sexta-feira, em dias teis, na Praa Antenor Navarro n 05 Centro Joo Pessoa/PB

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17.13.1 permitida a obteno de cpia dos autos, mediante o pagamento

dos emolumentos devidos. 17.14 Os avisos relativos a esta licitao sero divulgados para conhecimento dos interessados, no portal de compras do Governo Federal, www.comprasnet.gov.br. 17.15 Este Edital est disponvel, tambm, no site de compras do Governo Federal, www.comprasnet.gov.br.

Joo Pessoa, 20 de abril de 2010.

IONE SAMPAIO

Chefe da UAAF - CABEDELO/PB

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MINISTRIO DO MEIO AMBIENTE

INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAO DA BIODIVERSI DADE DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAO E LOGSTIC A

Unidade Avanada Administrativa e Financeira de Cab edelo/PB

ANEXO I

TERMO DE REFERNCIA CONTRATAO DE EMPRESA ESPECIALIZADA NA PRESTAO, DE FORMA CONTNUA, DE SERVIOS DE LIMPEZA, ASSEIO E CONSERVAO PREDIAL, VISANDO A OBTENO DE ADEQUADAS CONDIES DE SALUBRIDADE E HIGIENE, COM A DISPONIBILIZAO DE MO-DE-OBRA, SANEANTES DOMISSANITRIOS, MATERIAIS E EQUIPAMENTOS, A SEREM REALIZADOS NAS DIVERSAS UNIDADES DE CONSERVAO DO INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAO LOCALIZADAS NO ESTADO DO CEAR. 1 INTRODUO 1.1 O presente Termo de Referncia tem por objetivo definir o conjunto de elementos tcnicos que nortearo o procedimento licitatrio para a contratao de empresa especializada na prestao de servios de limpeza, asseio e conservao predial, com a disponibilizao de materiais, saneantes domissanitrios e equipamentos para atendimento s demanda das Unidades de Conservao do Instituto Chico Mendes localizadas no Estado do Cear. 1.2 O Decreto n. 2.271, de 07 de julho de 1997, que regulamentou a Medida Provisria n. 1.606/96 determina em seu art. 1 que: No mbito da Administrao Pblica Federal direta, autrquica e fundacional podero ser objeto de execuo indireta as atividades materiais acessrias, instrumentais ou complementares aos assuntos que constituem rea de competncia legal do rgo ou entidade. 1.3 A contratao de empresa especializada, consoante o Decreto n 2.271/97, para prestao dos servios de limpeza, asseio e conservao predial, constitui-se em uma alternativa indispensvel para oferecer as mnimas condioes de asseio e higiene aos prdios onde funcionam as Unidades do ICMBio. 2 DO OBJETO 2.1 Contratao de empresa especializada na prestao, de forma contnua, de servios de limpeza, asseio e conservao predial, visando a obteno de adequadas condies de salubridade e higiene, com a disponibilizao de mo-

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de-obra, saneantes domissanitrios, materiais e equipamentos, a serem realizados nas diversas Unidades de Conservao do Instituto Chico Mendes de Conservao localizadas no Estado do Cear, de acordo com o especificado neste Termo de Referncia.

3 DA FUNDAMENTAO LEGAL 3.1 A contratao de pessoa jurdica para a execuo das atividades especificadas encontra amparo legal nas seguintes legislaes: a) Decreto n. 2.271, de 7 de julho de 1997; b) Lei n. 10.520, de 17 de julho de 2002; c) Decretos ns 5.450, de 31 de maio de 2005, n. 3.722, de 09 de janeiro de 2001; d) Instruo Normativa n. 02/08 SLTI/MPOG, alterada pelas Instrues Normativas n. 03, de 15 de outubro de 2009, 04, de 11 de novembro de 2009 e 05, de 18 de dezembro de 2009;

e) Portarias ns. 04, de 31 de agosto de 2006, 02, de 08 de abril de 2009 e 09, de 17 de outubro de 2009 SLTI/MPOG; f) na Lei n. 8.666, de 21 de junho de 1993, com suas alteraes posteriores e demais legislaes, normas e/ou dispositivos correlatos que regem a matria. 4 DAS UNIDADES CONTEMPLADAS, QUANTITATIVOS DE RE AS E LOCALIZAO DE EXECUO DOS SERVIOS

4.1 Os servios sero executados nas dependncias das Unidades de Conservao do Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade localizadas no Estado do Cear, conforme descrito nos itens do Lote abaixo: LOTE 01: 4.1.1 ITEM 01 APA DA SERRA DE IBIAPABA (Endereo: Rodovia da Confiana, CE 187, s/n Ing Viosa Ce. Cep: 62. 350-000)

REA INTERNA (m)

REA EXTERNA (m) ESQUADRIAS (m)

329,41 0 0 4.1.2 ITEM 02 PARNA DE UBAJARA (Endereo: Rodovia da Confiana, CE 187, Zona Rural Cep: 62.350-000)

REA INTERNA (m)

REA EXTERNA (m) ESQUADRIAS (m)

1.828,95 0 0

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4.1.3 ITEM 03 PARNA DE JERICOACOARA (Endereo: Av . Oceano Atlntico , s/n Vila de Jericoacoara CE, CEP: 6 2.598-000)

REA INTERNA (m)

REA EXTERNA (m) ESQUADRIAS (m)

280 0 0 4.2 Nos casos em que a rea fsica informada nos subitens anteriores for menor que a estabelecida para a produtividade mnima de referncia estabelecida na IN SLTI/MPOG n 02/2008 e suas alteraes posteriores, esta produtividade mnima ser considerada para efeito da contratao, conforme estabelece art. 45 da IN 02, de 30 de abril de 2008. 4.3 Os servios compreendero a limpeza e conservao, quando existir, das salas, corredores, halls, estacionamentos, elevadores, escadarias, jardins, divisrias, pisos, esquadrias e vidros internos e externos, copas, lavatrios, sanitrios, mveis e objetos, garagem, almoxarifado, depsitos, etc., obedecendo a freqncia disposta no item a seguir.

5 METODOLOGIA DE REFERNCIA DOS SERVIOS DE LIMPE ZA E CONSERVAO REAS INTERNAS PISOS ACARPETADOS E/OU PISOS FRIOS : 5.1 Diariamente, uma vez quando no explicitado :

Remover, com pano mido, o p das mesas, armrios, arquivos, prateleiras, persianas, peitoris, caixilhos das janelas, bem como dos demais mveis existentes, inclusive aparelhos eltricos, extintores de incndio, etc.;

Lavar os cinzeiros situados nas reas reservadas para fumantes; Remover capachos e tapetes, procedendo a sua limpeza e aspirando o p; Aspirar o p em todo o piso acarpetado; Proceder a lavagem de bacias, assentos e pias dos sanitrios com saneante

domissanitrio desinfetante, duas vezes ao dia; Varrer, remover manchas e lustrar os pisos encerados de madeira; Varrer, passar pano mido e polir os balces e os pisos vinlicos, de

mrmore, cermicos, de marmorite e emborrachados; Varrer os pisos de cimento; Limpar com saneantes domissanitrios os pisos dos sanitrios, copas e

outras reas molhadas, duas vezes ao dia; Abastecer com papel toalha, higinico e sabonete lquido os sanitrios,

quando necessrio; Retirar o p dos telefones com flanela e produtos adequados; Limpar os elevadores com produtos adequados;

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Passar pano mido com lcool nos tampos das mesas e assentos dos refeitrios antes e aps as refeies;

Retirar o lixo duas vezes ao dia, acondicionando-o em sacos plsticos de cem litros, removendo-os para local indicado pela Administrao;

Dever ser procedida a coleta seletiva do papel para reciclagem, quando couber, nos termos da IN/MARE n 06 de 03 de novembro de 1995;

Limpar os corrimos; Suprir os bebedouros com garrafes de gua mineral, adquiridos pela

Administrao; Executar demais servios considerados necessrios freqncia diria.

5.1.1 Semanalmente, uma vez :

Limpar atrs dos mveis, armrios e arquivos; Limpar, com produtos adequados, divisrias e portas revestidas de frmica; Limpar, com produto neutro, portas, barras e batentes pintados leo ou

verniz sinttico; Lustrar todo o mobilirio envernizado com produto adequado e passar flanela

nos mveis encerados; Limpar, com produto apropriado, as forraes de couro ou plstico em

assentos e poltronas; Limpar e polir todos os metais, como vlvulas, registros, sifes, fechaduras,

etc.; Lavar os balces e os pisos vinlicos, de mrmore, cermicos, de marmorite e

emborrachados com detergente, encerar e lustrar; Passar pano mido com saneantes domissanitrios nos telefones; Limpar os espelhos com pano umedecido em lcool, duas vezes por semana; Retirar o p e resduos, com pano mido, dos quadros em geral; Executar demais servios considerados necessrios freqncia semanal.

5.1.2 Mensalmente, uma vez :

Limpar todas as luminrias por dentro e por fora; Limpar forros, paredes e rodaps; Limpar cortinas, com equipamentos e acessrios adequados; Limpar persianas com produtos adequados; Remover manchas de paredes; Limpar, engraxar e lubrificar portas, grades, basculantes, caixilhos, janelas de

ferro (de malha, enrolar, pantogrfica, correr, etc.); Proceder a uma reviso minuciosa de todos os servios prestados durante o

ms. 5.1.3 Anualmente, uma vez quando no explicitado :

Efetuar lavagem das reas acarpetadas previstas em contrato; Aspirar o p e limpar calhas e luminrias; Lavar pelo menos duas vezes por ano, as caixas dgua dos prdios,

remover a lama depositada e desinfet-las.

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OBSERVAO :

A lavagem do carpete dever ser realizada quando realmente necessria ou em funo da especificao do fabricante, especialmente nos locais que apresentem alto trfego de pessoas, tais como: "hall's", acessos a elevadores, corredores, escadas etc.

Os trapos e estopas contaminados nas atividades de polimento (ou que utilizem produtos considerados txicos) devero ser segregados e ter destinao adequada. 5.2 ESQUADRIAS EXTERNAS : 5.2.1 Quinzenalmente, uma vez:

limpar todos os vidros (face interna), aplicando-lhes produtos anti-embaantes. 5.2.2 Semestralmente , uma vez:

Limpar fachadas envidraadas (face externa), em conformidade com as normas de segurana do trabalho, aplicando-lhes produtos anti-embaantes.

5.3 REAS EXTERNAS - PISOS PAVIMENTADOS E TERRA 5.3.1 Diariamente, uma vez quando no explicitado:

Remover capachos e tapetes, procedendo a sua limpeza; Varrer, passar pano mido e polir os pisos vinlicos, de mrmore, cermicos,

de marmorite e emborrachados; Varrer as reas pavimentadas; Retirar o lixo duas vezes ao dia, acondicionando-o em sacos plsticos de

cem litros, removendo-os para local indicado pela Administrao; Dever ser procedida a coleta seletiva do papel para reciclagem, quando

couber, nos termos da IN MARE n 06 de 03 de novembro de 1995; Executar demais servios considerados necessrios freqncia diria.

5.3.2 Semanalmente, uma vez:

Limpar e polir todos os metais (torneiras, vlvulas, registros, sifes, fechaduras, etc.)

Lavar os pisos vinlicos, de mrmore, cermicos, de marmorite e emborrachados, com detergente, encerar e lustrar;

Retirar papis, detritos e folhagens das reas verdes; Executar demais servios considerados necessrios freqncia semanal.

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5.3.3 Mensalmente, uma vez:

Lavar as reas cobertas destinadas a garagem/estacionamento; Proceder a capina e roada, retirar de toda rea externa, plantas

desnecessrias, cortar grama e podar rvores que estejam impedindo a passagem de pessoas.

Os servios de paisagismo com jardinagem, adubao, aplicao de defensivos agrcolas no integram a composio de preos contemplados por esta IN, devendo receber tratamento diferenciado. NOTA: Os trapos e estopas contaminados nas atividades de polimento (ou que utilizem produtos considerados txicos) devero ser segregados e ter destinao adequada. 5.4 DEFINIO DE SANEANTES DOMISSANITRIOS. 5.4.1 So substncias ou materiais destinados higienizao, desinfeco domiciliar, em ambientes coletivos e/ou pblicos, em lugares de uso comum e no tratamento da gua compreendendo:

Desinfetantes : destinados a destruir, indiscriminada ou seletivamente, microrganismos, quando aplicados em objetos inanimados ou ambientes;

Detergentes : destinados a dissolver gorduras e higiene de recipientes e vasilhas, e a aplicaes de uso domstico; NOTA: So equiparados aos produtos domissanitrios os detergentes e desinfetantes e respectivos congneres, destinados aplicao em objetos inanimados e em ambientes, ficando sujeitos s mesmas exigncias e condies no concernente ao registro, industrializao, entrega ao consumo e fiscalizao. 6 RELAO DOS EQUIPAMENTOS MNIMOS PARA EXECUO DOS SERVIOS

6.1 A contratada dever fornecer todo o material necessrio ao atendimento da rotina estabelecida; devendo realizar a sua substituio em caso de defeito ou eventuais problemas os equipamentos em questo devero ser substitudos imediatamente, sem prejuzo para a contratante, (quando for o caso) e conforme lista abaixo (de acordo com a necessidade da prestao de servio):

Aspirador de p; Enceradeira; Escada de ferro com 05 degraus; Escada de madeira Multi-uso degraus (2 x 10); Lavadora a jato de alta presso (tipo Wap) para limpeza de muros e caladas;

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6.2 Os quantitativos da planilha abaixo so apenas para base estimativa da composio de custo das proponentes, podendo oscilar para mais ou para menos, caso em que no isenta a contratada de dispor de outros materiais que por ventura venham ser necessrios execuo dos servios. 6.2.1 Todos os materiais devero ser necessariamente de primeira qualidade;

6.2.2 A UAAF-Cabedelo poder, por conta prpria, adquirir os materiais

reiteradamente solicitados e no entregues, cuja falta venha comprometer a limpeza interna e externa, ficando autorizado o desconto correspondente ao valor despendido com os referidos materiais, na fatura do ms em que o fato ocorrer, sem prejuzo da aplicao das penalidades previstas no Contrato a ser firmado com a Licitante Vencedora; Consumo Mensal

MATERIAL

UNIDADE DE MEDIDA

QUANTITATIVO ESTIMADO DAS

UCs

AP

A S

ER

RA

IB

IAP

AB

A

PA

RN

A

UB

AJA

RA

PA

RN

A

JER

ICO

AC

OA

RA

gua sanitria Litro 06 24 06 lcool Gel Litro 08 24 04

Aromatizante de ar em spray Unidade 06 18 06.

Cera lquida incolor para cermica (embalagem c/ 750 ml) Unidade 06 18 06 Desinfetante lquido Litro 06 18 06 Detergente lquido (embalagem c/ 500 ml) Unidade 10 06 10 Esponja dupla face (110x75x20mm) Unidade 10 20 10 Inseticida (frasco de 500 ml) Unidade 05 15 05 L de ao (embalagem c/ 08 unidades) Pacote 02 06 02 Limpa vidro (embalagem c/ 500 ml) Unidade 10 20 10 Limpador concentrado multiuso- limpeza pesada (embalagem c/ 500 ml)

Unidade 06 18 06

Lustra mveis (embalagem c/ 200 ml) Unidade 10 20 10 leo de peroba (embalagem c/ 200 ml) Unidade 02 06 02 Papel higinico em fardos com 16 pacotes, com 04 rolos cada, em folha dupla picotada na cor branca

Fardo 10 20 10

Papel toalha folha dupla, medindo 23 x 26, pacote com 1.250 folhas na cor branca Pacote 10 20 10

Pedra sanitria (embalagem c/ 16g) Caixa com 60 unidades

03 09 03

Sabo em Barra (200mg) Unidade 0 0 0 Sabo em p (embalagem com 500 gr) Unidade 0 0 0

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Sabonete cremoso para banheiro Litro 01 06 01 Saco Plstico p/lixo 100 lt. (pacote c/ 10 unidades) Pacote 03 09 03 Saco Plstico p/lixo 30 lt. (pacote c/ 10 unidades) Pacote 03 09 03 Saponceo em p grande Unidade 02 06 02

Consumo Bimestral

MATERIAL

UNIDADE DE MEDIDA

QUANTITATIVO ESTIMADO DAS

UCs

AP

A S

ER

RA

IB

IAP

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A

PA

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A

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A

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RA

Esfrego Unidade 0 0 0 Flanela 30 x 40 cm Unidade 10 20 10 Luva de borracha Par 06 12 06 Pano de Prato Unidade 0 0 0 Pano para cho Unidade 4 12 04 Pano tipo Perfex (pacote c/ 03 unidades) Pacote 0 0 0 Vassoura de piaava Unidade 06 12 06 Vassouro Gari Unidade 01 01 01

Consumo Semestral

MATERIAL

UNIDADE DE MEDIDA

QUANTITATIVO ESTIMADO DAS

UCs

AP

A S

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Balde Plstico (capacidade de 20 litros) Unidade 04 12 04 Escova de Nylon manual Unidade 02 04 02 Espanador de teto Unidade 04 08 04 P de lixo Unidade 04 08 04 Rodo de 40 cm com cabo de madeira Unidade 02 04 02 Vassoura de Pelo Unidade 0 0 0 Vassoura para Sanitrio Unidade 06 12 06

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7 DO HORRIO DA PRESTAO DOS SERVIOS 7.1 O horrio da prestao dos servios ficar definio de cada Chefia imediata, de acordo com o funcionamento de cada Unidade, desde que no se descumpra as 44 horas semanais e o que rege a legislao pertinente em vigor. 8 DOS SERVIOS BSICOS A SEREM EXECUTADOS: 8.1 DEDETIZAO 8.1.1 Os servios sero executados uma vez a cada semestre, com reforo aps 3 (trs) meses de cada aplicao; 8.1.2 O incio dos servios ser sempre previamente agendado com a Administrao, com antecedncia mnima de 7 (sete) dias. A prestao dos servios ser realizada fora do horrio comercial; 8.1.3 Os materiais a serem empregados na execuo dos servios devero ser de primeira qualidade, apropriados para a eliminao de insetos e aracndeos, em especial escorpies, traas, piolhos de pssaros e roedores; 8.1.4 Os produtos utilizados nos servios no podero causar danos sade humana; 8.2 DO MTODO DE COMBATE: 8.2.1 DESINSETIZAO : Atravs de bombas especiais de alta presso, sistemas de Spray (lquido); Fog (fumaa); Polvilhamento (p) e Vapor (atomizao). No caso da utilizao do sistema Fog, a Licitante Vencedora dever comunicar ao Corpo de Bombeiros o seu uso e data de seu emprego. 8.2.2 DESRATIZAO : Atravs de Iscas parafinadas ou peletizadas e P de Contato colocadas em todas as reas e pontos necessrios que constituem foco, no acessveis ao contato humano. 8.2.3 AFASTAMENTO DE POMBOS : Atravs de Gel prprio, uma espcie de cola, incolor e sem cheiro, a ser aplicado nos locais onde h pombos. O produto no poder causar danos, doenas ou mesmo a morte das aves, bem como no poder trazer riscos sade das pessoas. 8.3 DAS TCNICAS DE APLICAO 8.3.1 PULVERIZAO : Emprego de produtos usando bomba de alta presso, com pulverizao em leque, atingindo 360 de amplitude, de forma a penetrar em todas as frestas e esconderijos de insetos. 8.3.2 VAPORIZAO : Utilizao de equipamentos especficos que alcanam insetos areos. 8.3.3 TERMONEBULIZAO : Diviso de partculas qumicas em sub partculas, para reas de difcil acesso. 8.3.4 ISCAGEM: Para controle de roedores, de ao cumulativa, aplicadas em reas secas.

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8.3.5 GEL: Inseticida base de hidrometilona, empregado em locais que inviabilizem a aplicao lquida. 8.3.6 GEL PARA AVES : Espcie de cola, incolor e inodora a ser aplicado nos locais onde os pombos pousem, em forma de ziguezagues. 8.3.7 DIACAP : Biocida micro encapsulado utilizado no combate a escorpies. 8.4 DAS CARACTERSTICAS E TOXIDADE DOS PRODUTOS 8.4.1 DESINSETIZAO : Devero ser utilizados somente produtos de tecnologia moderna, domissanitrio, com registro no GGSAN (Gerncia Geral de Saneantes do Ministrio da Sade), foto estvel, no corrosivo, incolor, baixo odor, ao txica de baixo risco ao ser humano, classe toxicolgica II, inseticida de amplo espectro acaricida, com acentuado efeito fulminante (Knock Down) de longo efeito residual, tendo por princpio ativo o Diclorvos 2.0%, tendo como antdoto o Sulfato de Atropina. 8.4.2 DESRATIZAO : Todos os produtos utilizados de efeito anticoagulante, de dose nica, de segunda gerao a base de Brodifacoum (derivado de Hidropxicumarina), classe toxicolgica III, 0,005% DL 50, agudo-oral 0,22-0,27 Mg/Kg (ratos), sendo antdoto a Vitamina K1 injetvel (Fitomenadiona ou Kanakion), todas as iscas contendo Bitrex, substncia amarga ao paladar humano, utilizada para prevenir a ingesto acidental. 8.5 DOS PONTOS A SEREM ATINGIDOS 8.5.1 Alm das reas internas dos prdios, os produtos sero aplicados nas reas externas contnuas aos mesmos, notadamente nas caixas de inspeo de esgotos sanitrios, pluviais, eltricas, telefnicas, bem como ralos de guas pluviais; 8.6 DA GARANTIA E EXECUO 8.6.1 A garantia para cada aplicao ser de no mnimo 03 (trs) meses; sendo que para afastamento de pombos a garantia ser de seis meses; 8.6.2 Ocorrendo o aparecimento de insetos, aracndeos ou roedores dentro do perodo especificado para este tipo combate, fica a LICITANTE VENCEDORA obrigada a refazer os servios; 8.6.3 Ao trmino da garantia dever ser feito um reforo das aplicaes.

9- DO PREO MXIMO ACEITVEL

9.1 No sero aceitas as propostas cujos valores para os servios de Limpeza, Conservao e Asseio, ultrapassem o limite mximo de preos estabelecido para a Administrao, relativos s regies, conforme estabelece as Portarias ns. 04, de 31 de agosto de 2006, 02, de 08 de abril de 2009 e 09, de 17 de outubro de 2009 SLTI/MPOG, conforme rege a Instruo Normativa n 02, de

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08 de abril de 2009. 9.2 Pelos servios executados, a CONTRATANTE pagar o valor mensal

mximo de R$ 7.784,40 (Sete mil setecentos e oitenta e quatro reais e quarenta centavos), perfazendo o montante anual mximo de R$ 93.412,82 (Noventa e trs mil quatrocentos e doze reais e oitenta e dois centavos), estando nele includas todas as despesas necessrias sua perfeita execuo. 10 DAS OBRIGAES E RESPONSABILIDADES DA CONTRATA DA

A contratada, alm do fornecimento da mo-de-obra, dos saneantes domissanitrios, dos materiais e dos equipamentos, ferramentas e utenslios necessrios para a perfeita execuo dos servios de limpeza dos prdios e demais atividades correlatas, obriga-se a:

10.1 Responsabilizar-se integralmente pelos servios contratados, nos termos da legislao vigente;

10.2 Selecionar e preparar rigorosamente os empregados que iro prestar os servios, encaminhando elementos portadores de atestados de boa conduta e demais referncias, tendo funes profissionais legalmente registradas em suas carteiras de trabalho;

10.3 Manter disciplina nos locais dos servios, retirando no prazo mximo de 24 (vinte e quatro) horas aps notificao, qualquer empregado considerado com conduta inconveniente pela Administrao;

10.4 Manter seu pessoal uniformizado, identificando-os atravs de crachs, com fotografia recente, e provendo-os dos Equipamentos de Proteo Individual - EPIs;

10.5 Manter sediado junto Administrao durante os turnos de trabalho, elementos capazes de tomar decises compatveis com os compromissos assumidos;

10.6 Manter todos os equipamentos e utenslios necessrios a execuo dos servios, em perfeitas condies de uso, devendo os danificados serem substitudos em at 24 (vinte e quatro) horas. Os equipamentos eltricos devem ser dotados de sistemas de proteo, de modo a evitar danos rede eltrica;

10.7 Identificar todos os equipamentos, ferramentas e utenslios de sua propriedade, tais como: aspiradores de p, enceradeiras, mangueiras, baldes, carrinhos para transporte de lixo, escadas, etc., de forma a no serem confundidos com similares de propriedade da Administrao;

10.8 Implantar, de forma adequada, a planificao, execuo e superviso permanente dos servios, de forma a obter uma operao correta e eficaz, realizando os servios de forma meticulosa e constante, mantendo sempre em perfeita ordem, todas as dependncias objeto dos servios;

10.9 Nomear encarregados responsveis pelos servios, com a misso de garantir o bom andamento dos mesmos permanecendo no local do trabalho, em tempo integral, fiscalizando e ministrando a orientao necessria aos executantes dos servios. Estes encarregados tero a obrigao de reportarem-se, quando houver necessidade, ao responsvel pelo acompanhamento dos

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servios da Administrao e tomar as providncias pertinentes para que sejam corrigidas todas as falhas detectadas;

10.10 Responsabilizar-se pelo cumprimento, por parte de seus empregados, das normas disciplinares determinadas pela Administrao;

10.11 Assumir todas as responsabilidades e tomar as medidas necessrias ao atendimento dos seus empregados, acidentados ou com mal sbito, por meio de seus encarregados;

10.12 Cumprir, alm dos postulados legais vigentes de mbito federal, estadual ou municipal, as normas de segurana da Administrao;

10.13 Instruir os seus empregados, quanto preveno de incndios nas reas da Administrao;

10.14 Registrar e controlar, juntamente com o preposto da Administrao, diariamente, a assiduidade e a pontualidade de seu pessoal, bem como as ocorrncias havidas;

10.15 Fazer seguro de seus empregados contra riscos de acidentes de trabalho, responsabilizando-se, tambm, pelos encargos trabalhistas, previdencirios, fiscais e comerciais, resultantes da execuo do contrato, conforme exigncia legal;

10.16 Prestar servios dentro dos parmetros e rotinas estabelecidas, fornecendo todos os materiais, inclusive sacos plsticos para acondicionamento de detritos e, equipamentos, ferramentas e utenslios em quantidade, qualidade e tecnologias adequadas, com a observncia s recomendaes aceitas pela boa tcnica, normas e legislao.

10.17 Observar conduta adequada na utilizao dos materiais, equipamentos, ferramentas e utenslios, objetivando a correta execuo dos servios;

10.18 Os servios devero ser executados em horrios que no interfiram com o bom andamento da rotina de funcionamento da Administrao.

10.19 Adotar boas prticas de otimizao de recursos/reduo de desperdcios/menor poluio, tais como:

10.19.1 Racionalizao do uso de substncias potencialmente txicas/poluentes;

10.19.2 Substituio de substncias txicas por outras atxicas ou de menor toxicidade; 10.19.3 Racionalizao/economia no consumo de energia (especialmente eltrica) e gua; 10.19.4 Treinamento/capacitao peridicos dos empregados sobre boas prticas de reduo de desperdcios/poluio; e 10.19.5 Reciclagem/destinao adequada dos resduos gerados nas atividades de limpeza, asseio e conservao. 10.20 utilizar lavagem com gua de reuso ou outras fontes, sempre que

possvel (guas de chuva, poos cuja gua seja certificada de no contaminao por metais pesados ou agentes bacteriolgicos, minas e outros).

10.21 Desenvolver ou adotar manuais de procedimentos de descarte de materiais potencialmente poluidores, tais como sobre pilhas e baterias dispostas para descarte que contenham em suas composies chumbo, cdmio, mercrio e seus compostos, aos estabelecimentos que as comercializam ou rede de

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assistncia tcnica autorizada pelas respectivas indstrias, para repasse aos fabricantes ou importadores.

10.21.1 Tratamento idntico dever ser dispensado a lmpadas fluorescentes e frascos de aerossis em geral. Estes produtos, quando descartados, devero ser separados e acondicionados em recipientes adequados para destinao especfica. 10.21.2 A contratante dever encaminhar os pneumticos inservveis abandonados ou dispostos inadequadamente, aos fabricantes para destinao final, ambientalmente adequada, tendo em vista que pneumticos inservveis abandonados ou dispostos inadequadamente constituem passivo ambiental, que resulta em srio risco ao meio ambiente e sade pblica. Esta obrigao atende a Resoluo CONAMA n 258, de 26 de agosto de 1999. 10.22 A empresa contratada est obrigada a aceitar, nas mesmas

condies propostas, acrscimos ou supresses determinadas pela CONTRATANTE at o limite correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do valor adjudicado, na forma do 1 do art. 65, da Lei 8.666/93 atualizada; 11 DAS RESPONSABILIDADES E OBRIGAES DA CONTRATA NTE

11.1 Assegurar o acesso dos empregados do licitante vencedora, quando devidamente identificados, aos locais em que devam executar as atividades;

11.2 Proporcionar todas as facilidades para que a licitante vencedora possa desempenhar seus servios, dentro das normas do Contrato a ser firmado;

11.3 Acompanhar e fiscalizar a execuo dos servios objeto do Contrato a ser firmado, podendo sustar, recusar, mandar fazer ou desfazer qualquer servio que no estejam de acordo com as condies e exigncias especificadas, por intermdio de um servidor especialmente designado, que anotar, em registro prprio, todas as ocorrncias relacionadas com o mesmo.

11.4 Indicar as instalaes sanitrias; 11.5 Indicar vestirios com armrios guarda-roupas; 11.6 Destinar um local para guarda dos saneantes domissanitrios,

materiais equipamentos; 11.7 Comunicar ao licitante vencedor toda e qualquer ocorrncia

relacionada com a execuo dos servios; 11.8 Disponibilizar os Programas de reduo de energia eltrica, uso

racional de gua e, caso j implantado Programa de Coleta Seletiva de Resduos Slidos, recipientes coletores adequados para a coleta seletiva de materiais secos reciclveis, seguindo a padronizao internacional para a identificao, por cores, (VERDE para vidro, AZUL para papel, AMARELO para metal, VERMELHO para plstico e BRANCO para lixo no reciclvel);

11.9 Elaborar e distribuir manuais de procedimentos para ocorrncias relativas ao descarte de materiais potencialmente poluidores, a serem observados pelo tanto pelo gestor do contrato como pela Contratada:

11.9.1 Receber os descartes, encontrados pela contratada durante a execuo dos servios, de pilhas e baterias que contenham em suas

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composies chumbo, cdmio, mercrio e seus compostos, responsabilizando-se pela entrega aos estabelecimentos que as comercializam ou a rede de assistncia tcnica autorizada pelas respectivas indstrias, para o tratamento ou destinao final; 11.9.2 Tratamento idntico dever ser dispensado a lmpadas fluorescentes e frascos de aerossis em geral; 11.9.3 Receber os pneumticos inservveis, abandonados ou dispostos inadequadamente e encontrados pela contratada durante a execuo dos servios, responsabilizando-se pelo encaminhamento aos fabricantes para a devida destinao final; 11.9.4. Expedir Autorizao de Servios, com antecedncia mnima de 03 (trs) dias teis da data de incio da execuo dos mesmos; 11.9.5 Examinar as Carteiras Profissionais dos funcionrios colocados a seu servio, para comprovar o registro de funo profissional; 11.10 Solicitar Contratada a substituio de qualquer saneante

domissanitrio, material ou equipamento de cujo uso seja considerado prejudicial boa conservao de seus pertences, equipamentos ou instalaes, ou ainda, que no atendam as necessidades;

11.11 Executar mensalmente a medio dos servios pela rea mensal contratual, descontando-se do valor devido, o equivalente indisponibilidade dos servios contratados e por motivos imputveis Contratada, sem prejuzo das demais sanes disciplinadas em contrato;

11.12 Exigir o imediato afastamento e substituio de qualquer empregado ou preposto que no merea confiana no trato dos servios, que produza complicaes para a fiscalizao, que adote postura inconveniente ou incompatvel com o exerccio das funes que lhe foram atribudas;

11.13 Efetuar periodicamente a programao dos servios a serem executados pela Contratada;

11.14 Relacionar-se com o licitante vencedor exclusivamente atravs de pessoa por ele credenciado;

11.15 Prestar as informaes e esclarecimentos necessrios ao desenvolvimento das tarefas;

11.16 Poder, a qualquer tempo, exigir do licitante vencedor a comprovao das condies que ensejaram sua contratao, notadamente no tocante qualificao econmico-financeira;

11.17 Conferir, vistoriar, e aprovar os materiais entregues pelo licitante vencedora, acompanhados da relao discriminando quantidades, espcie, peso e volume;

11.18 Vistoriar o estoque de material (almoxarifado) a qualquer momento, conferindo a existncia do estoque mnimo acordado;

11.19 A UAAF-Cabedelo, por intermdio do fiscal do contrato, reserva-se ao direito de executar, quando lhe convier, fiscalizao e acompanhamento da execuo dos servios, fazendo as anotaes e registros de todas as ocorrncias e determinando o que for necessrio regularizao das falhas ou defeitos observados, e, ainda, propor aplicao de multa, ou at mesmo, resciso do contrato a ser firmado, caso a empresa desobedea quaisquer das clusulas nele

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estabelecidas; e 11.20 Efetuar o pagamento ao licitante vencedor, at o 5 (quinto) dia til,

depois de lavrado o Termo de Aceite e contra apresentao da Nota Fiscal/Fatura devidamente atestadas pelo servidor nomeado pela UAAF-Cabedelo, que dever vir acompanhada de relatrio detalhado dos servios efetuados.

12 OBRIGAES E RESPONSABILIDADES ESPECFICAS DA CONTRATADA - BOAS PRTICAS AMBIENTAIS 12.1 Elaborar e manter um programa interno de treinamento de seus empregados para reduo de consumo de energia eltrica, consumo de gua e reduo de produo de resduos slidos, observadas as normas ambientais vigentes. 12.2 Receber, da CONTRATANTE, informaes a respeito dos programas de uso racional dos recursos que impactem o meio ambiente. 12.3 Responsabilizar-se pelo preenchimento do "Formulrio de Ocorrncias para Manuteno" por seu encarregado, que poder ser fornecido pela CONTRATANTE. 12.4 Quando houver ocorrncias, o encarregado dever entregar o "Formulrio de Ocorrncias para Manuteno" devidamente preenchido e assinado ao Contratante;

12.4.1 Exemplos de ocorrncias mais comuns e que devem ser apontadas so: Vazamentos na torneira ou no sifo do lavatrio e chuveiros; Saboneteiras e toalheiros quebrados; Lmpadas queimadas ou piscando; Tomadas e espelhos soltos; Fios desencapados; Janelas, fechaduras ou vidros quebrados; Carpete solto, entre outras.

12.5 USO RACIONAL DA GUA 12.5.1 A CONTRATADA dever capacitar parte do seu pessoal quanto ao uso da gua; 12.5.2 A CONTRATADA dever adotar medidas para se evitar o desperdcio de gua tratada, conforme institudo no Decreto 48.138, de 08/10/03; 12.5.3 Colaborar com as medidas de reduo de consumo e uso racional da gua, cujos encarregados devem atuar como facilitadores das mudanas de comportamento de empregados da CONTRATADA, esperadas com essas medidas; 12.5.4 Sempre que adequado e necessrio, a CONTRATADA dever utilizar-se de equipamento de limpeza com jatos de vapor de gua saturada sob presso. Trata-se de alternativa de inovao tecnolgica de cuja utilizao ser precedida de avaliao pela CONTRATANTE das vantagens e desvantagens. Em

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caso de utilizao de lavadoras, sempre adotar as de presso com vazo mxima de 360 litros/hora; 12.5.5 Manter critrios especiais e privilegiados para aquisio e uso de equipamentos e complementos que promovam a reduo do consumo de gua; 12.6 USO RACIONAL DE ENERGIA ELTRICA 12.6.1 Manter critrios especiais e privilegiados para aquisio de produtos e equipamentos que apresentem eficincia energtica e reduo de consumo; 12.6.2 Durante a limpeza noturna, quando permitida, acender apenas as luzes das reas que estiverem sendo ocupadas; 12.6.3 Comunicar ao Contratante sobre equipamentos com mau funcionamento ou danificados como lmpadas queimadas ou piscando, zumbido excessivo em reatores de luminrias e mau funcionamento de instalaes energizadas; 12.6.4 Sugerir, CONTRATANTE, locais e medidas que tenham a possibilidade de reduo do consumo de energia, tais como: desligamento de sistemas de iluminao, instalao de interruptores, instalao de sensores de presena, rebaixamento de luminrias etc; 12.6.5 Ao remover o p de cortinas ou persianas, verificar se estas no se encontram impedindo a sada do ar condicionado ou aparelho equivalente; 12.6.6 Verificar se existem vazamentos de vapor ou ar nos equipamentos de limpeza, sistema de proteo eltrica e as condies de segurana de extenses eltricas utilizadas em aspiradores de p, enceradeiras, etc. 12.6.7 Realizar verificaes e, se for o caso, manutenes peridicas nos seus aparelhos eltricos, extenses, filtros, recipientes dos aspiradores de p e nas escovas das enceradeiras. Evitar ao mximo o uso de extenses eltricas; 12.6.8 Repassar a seus empregados todas as orientaes referentes reduo do consumo de energia fornecidas pela CONTRATANTE; 12.7 REDUO DE PRODUO DE RESDUOS SLIDOS 12.7.1 Separar e entregar Contratante as pilhas e baterias dispostas para descarte que contenham em suas composies chumbo, cdmio, mercrio e seus compostos, aos estabelecimentos que as comercializam ou rede de assistncia tcnica autorizada pelas respectivas indstrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem, diretamente ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilizao, reciclagem, tratamento ou disposio final ambientalmente adequada, em face dos impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado desses, materiais. Esta obrigao atende a Resoluo CONAMA n 257, de 30 de junho de 1999. 12.7.2 Tratamento idntico dever ser dispensado a lmpadas fluorescentes e frascos de aerossis em geral. 12.7.3 Quando implantado pela CONTRATANTE Programa de Coleta Seletiva de Resduos Slidos, colaborar de forma efetiva no desenvolvimento das atividades do programa interno de separao de resduos slidos, em recipientes para coleta seletiva nas cores internacionalmente identificadas, disponibilizados

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pela CONTRATANTE; 12.7.4 No Programa de Coleta Seletiva de Resduos Slidos, a CONTRATADA dever observar as seguintes regras: a) MATERIAIS NO RECICLVEIS So todos os materiais que ainda no apresentam tcnicas de reaproveitamento e estes so denominados REJEITOS, como: lixo de banheiro; papel higinico; leno de papel e; Outros como: cermicas, pratos, vidros pirex e similares; trapos e roupas sujas; toco de cigarro; cinza e ciscos - que devero ser segregados e acondicionados separadamente para destinao adequada; acrlico; lmpadas fluorescentes so acondicionadas em separado; papis plastificados, metalizados ou parafinados; papel carbono e fotografias; fitas e etiquetas adesivas; copos descartveis de papel; espelhos, vidros planos, cristais; pilhas - so acondicionadas em separado e enviadas para o fabricante.

b) MATERIAIS RECICLVEIS Para os materiais secos reciclveis, dever ser seguida a padronizao internacional para a identificao, por cores, nos recipientes coletores (VERDE para vidro, AZUL para papel, AMARELO para metal, VERMELHO para plstico e BRANCO para lixo no reciclvel). Devero ser disponibilizados pelo CONTRATANTE recipientes adequados para a coleta seletiva: vidro (recipiente verde) plstico (recipiente vermelho) papis secos (recipiente azul) metais (recipiente amarelo) 12.7.5 Quando implantado pela CONTRATANTE operaes de compostagem/fabricao de adubo orgnico, a CONTRATADA dever separar os resduos orgnicos da varrio de parques (folhas, gravetos etc.) e encaminh-los posteriormente para as referidas operaes, de modo a evitar a sua disposio em aterro sanitrio. 12.7.6 Fornecer sacos de lixo nos tamanhos adequados a sua utilizao, com vistas otimizao em seu uso, bem como a reduo da destinao de resduos slidos de acordo com a legislao; 12.7.7 Otimizar a utilizao dos sacos de lixo, de cujo fornecimento de sua responsabilidade, adequando sua disponibilizao quanto capacidade e necessidade, esgotando dentro do bom senso e da razoabilidade o seu volume til de acondicionamento, objetivando a reduo da destinao de resduos slidos de acordo com a legislao; 12.8 SANEANTES DOMISSANITRIOS 12.8.1 Manter critrios especiais e privilegiados para aquisio e uso de produtos biodegradveis;

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12.8.2 Utilizar racionalmente os saneantes domissanitrios de cuja aplicao nos servios dever observar regra basilar de menor toxidade, livre de corantes e reduo drstica de hipoclorito de sdio; 12.8.3 Manter critrios de qualificao de fornecedores levando em considerao as aes ambientais por estes realizadas; 12.8.4 Observar, rigorosamente, quando da aplicao e/ou manipulao de detergentes e seus congneres, no que se refere ao atendimento das prescries do artigo 44, da Lei no 6.360 de 23 de setembro de 1976 e do artigo 67, do Decreto no 79.094 de 05 de janeiro de 1977, as prescries da Resoluo Normativa n 1, de 25 de outubro de 1978, de cujos itens de controle e fiscalizao por parte das autoridades sanitrias e da CONTRATANTE, so os Anexos da referida Resoluo: ANEXO I - Lista das substncias permitidas na Elaborao de Detergentes e demais Produtos Destinados Aplicao em objetos inanimados e ambientes; ANEXO II - Lista das substncias permitidas somente para entrarem nas composies de detergentes profissionais; ANEXO III - Especificaes e; ANEXO IV - Frases de Advertncias para Detergentes e seus Congneres: 12.8.5 No utilizar na manipulao, sob nenhuma hiptese, os corantes relacionados no Anexo I da Portaria n 9, de 10 de abril de 1987, em face de que a relao risco x benefcio pertinente aos corantes relacionados no Anexo I francamente desfavorvel a sua utilizao em produtos de uso rotineiro por seres humanos; 12.8.6 Fornecer saneantes domissanitrios devidamente registrados no rgo de vigilncia sanitria competente do Ministrio da Sade (artigos 14 e 15 do Decreto 79.094, de 05 de janeiro de 1997, que regulamenta a Lei 6.360, de 23 de setembro de 1976). 12.8.7 No se utilizar na prestao dos servios, conforme Resoluo ANVISA RE n 913, de 25 de junho de 2001, de saneantes domissanitrios de Risco I, listados pelo art. 5. da Resoluo 336, de 30 de julho de 1999; 12.8.8 Fica terminantemente proibida a aplicao de saneantes domissanitrios fortemente alcalinos apresentados sob a forma de lquido premido (aerossol), ou lquido para pulverizao, tais como produtos para limpeza de fornos e desincrustao de gorduras, conforme Portaria DISAD - Diviso Nacional de Vigilncia Sanitria n 8, de 10 de abril de 1987; 12.8.9 Observar a rotulagem quanto aos produtos desinfetantes domissanitrios, conforme Resoluo RDC n 174, de 08 de julho de 2003, e os anexos 4 e 5 da Portaria 321/MS/SNVS, de 08 de agosto de 1997. 12.8.10 Somente aplicar saneantes domissanitrios de cujas substncias tensoativas aninicas, utilizadas em sua composio sejam biodegradveis, conforme disposies da Portaria. N 874, de 05 de novembro de 1998, que aprova o Regulamento Tcnico sobre Biodegradabilidade dos Tensoativos Aninicos para Produtos Saneantes Domissanitrios; em face da necessidade de ser preservada a qualidade dos recursos hdricos naturais, de importncia fundamental para a sade; necessidade de evitar que a flora e fauna sejam afetadas negativamente por substncias sintticas; atual estgio de conhecimento do grau de biodegradabilidade das substncias tensoativas aninicas; 12.8.11 Considera-se biodegradvel a substncia tensoativa susceptvel de decomposio e biodegradao por microorganismos; com grau de

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biodegradabilidade mnimo de 90%; fica definido como referncia de biodegradabilidade, para esta finalidade, especfica o ndodecilbenzeno sulfonato de sdio. A verificao da biodegradabilidade ser realizada pela anlise da substncia tensoativa aninica utilizada na formulao do saneante ou no produto acabado; 12.8.12 A CONTRATANTE poder coletar uma vez por ms e sempre que entender necessrio, amostras de saneantes domissanitrios, que devero ser devidamente acondicionadas em recipientes esterilizados e lacrados, para anlises laboratoriais. 12.8.12.1 Os laudos laboratoriais devero ser elaborados por laboratrios habilitados pela Secretaria de Vigilncia Sanitria. Devero constar obrigatoriamente do laudo laboratorial, alm do resultado dos ensaios de biodegradabilidade, resultados da anlise qumica da amostra analisada. 12.8.13 Quando da aplicao de lcool, dever se observar a Resoluo RDC n 46, de 20 de fevereiro de 2002 que aprova o Regulamento Tcnico para o lcool etlico hidratado em todas as graduaes e lcool etlico anidro; 12.8.14 Fica terminantemente proibida a aplicao de produtos que contenham o Benzeno, em sua composio, conforme Resoluo - RDC n 252, de 16 de setembro de 2003, em face da necessidade de serem adotados procedimentos para reduzir a exposio da populao face aos riscos avaliados pela IARC - International Agency Research on Cancer, Agncia de pesquisa referenciada pela OMS - Organizao Mundial de Sade, para analisar compostos suspeitos de causarem cncer, e a categorizao da substncia como cancergena para humanos; necessidade de resguardar a sade humana e o meio ambiente e considerando os riscos de exposio, incompatvel com as precaues recomendadas pela Lei n 6.360, de 23 de setembro de 1976, Decreto n. 79.094, de 5 de janeiro de 1977 e a Lei n 8.078, de 11 de setembro de 1990, face aos riscos oferecidos. 12.8.15 Fica proibida a aplicao de saneantes domissanitrios que apresentem associao de inseticidas a ceras para assoalhos, impermeabilizantes, polidores e outros produtos de limpeza, nos termos da Resoluo Normativa CNS n 01, de 04 de abril de 19 79. 12.8.16 Os produtos qumicos relacionados pela CONTRATADA, de acordo com sua composio, fabricante e utilizao, devero ter registro no Ministrio da Sade e serem comprovados mediante apresentao de cpia reprogrfica autenticada (frente e verso) do Certificado de Registro expedido pela Diviso de Produtos (DIPROD) e/ou Diviso de Produtos Saneantes Domissanitrios (DISAD), da Secretaria Nacional de Vigilncia Sanitria do Ministrio da Sade. 12.8.17 Recomenda-se que a CONTRATADA utilize produtos detergentes de baixas concentraes e baixo teores de fosfato; 12.8.18 Apresentar ao CONTRATANTE, sempre que solicitado, a composio qumica dos produtos, para anlise e precaues com possveis intercorrncias que possam surgir com empregados da CONTRATADA, ou com terceiros;

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12.9 POLUIO SONORA 12.9.1 Para seus equipamentos de limpeza que gerem rudo no seu funcionamento, observar a necessidade de Selo Rudo, como forma de indicao do nvel de potncia sonora, medido em decibel - Db(A), conforme Resoluo CONAMA n 020, de 07 de dezembro de 1994, em face do rudo excessivo causar prejuzo sade fsica e mental, afetando particularmente a audio; a utilizao de tecnologias adequadas e conhecidas permite atender s necessidades de reduo de nveis de rudo. 13 DA FISCALIZAO E CONTROLE

13.1 No obstante a contratada seja a nica e exclusiva responsvel pela execuo de todos os servios, a UAAF-Cabedelo, por intermdio dos fiscais de contrato de cada Unidade, reserva-se o direito de, sem que de qualquer forma restrinja a plenitude desta responsabilidade, exercer a mais ampla e completa fiscalizao sobre os servios, diretamente ou por prepostos designados, podendo para isso:

13.1.1 Ordenar a imediata retirada do local, bem como a substituio de empregado da contratada que estiver sem uniforme ou crach, que embaraar ou dificultar a sua fiscalizao ou cuja permanncia na rea, a seu exclusivo critrio, julgar inconveniente; 13.1.2 Examinar as Carteiras Profissionais dos empregados colocados a seu servio, para comprovar o registro de funo profissional; 13.1.3 Solicitar contratada a substituio de qualquer saneante domissanitrio ou equipamento cujo uso considere prejudicial boa conservao de seus pertences, equipamentos ou instalaes, ou ainda, que no atendam s necessidades. 13.2 A UAAF-Cabedelo, designar um representante para acompanhar e

fiscalizar a execuo do Contrato, nos termos do art. 67, caput e 1, da Lei n 8.666/93, que anotar em registro prprio todas as ocorrncias relacionadas com a execuo e determinar o que for necessrio regularizao das falhas ou defeitos observados.

13.3 Da mesma forma, a CONTRATADA dever indicar um preposto para, se aceito pela CONTRATANTE, represent-la na execuo do Contrato.

13.4 Nos termos da Lei n 8.666/93 constituir document o de autorizao para a execuo dos servios, o Contrato assinado, acompanhado da Nota de Empenho.

13.5 A CONTRATANTE se reserva no direito de rejeitar, no todo ou em parte, os servios prestados, se em desacordo com este Contrato.

13.6 Quaisquer exigncias da fiscalizao, inerentes ao objeto deste Contrato, devero ser prontamente atendidas pela CONTRATADA, sem nus para a CONTRATANTE.

13.7 As decises e providncias que ultrapassarem a competncia do representante devero ser solicitadas ao seu gestor em tempo hbil para a adoo das medidas convenientes.

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14 DA VIGNCIA 14.1 O Contrato ter vigncia de 12 (doze) meses, contados a partir da data de sua assinatura, podendo ser prorrogado, com vantagens para a administrao, por iguais e sucessivos perodos, at o limite de 60 (sessenta) meses, conforme o disposto no inciso II do art. 57 da Lei n 8.666/1993.

15 DO PAGAMENTO

15.1 O pagamento ser efetuado mediante a apresentao de Nota Fiscal ou da Fatura pela contratada, devidamente atestada pelo servidor indicado para Fiscal do contrato, que dever conter o detalhamento dos servios executados, conforme disposto no art. 73 da Lei n 8.666, de 1993, observado o disposto no art. 35 da Instruo Normativa/SLTI n 03, de 15 de outubro de 2009 e os seguintes procedimentos:

15.1.1 A Nota Fiscal ou Fatura dever ser obrigatoriamente acompanhada das seguintes comprovaes:

15.1.1.1 do pagamento da remunerao e das contribuies sociais (Fundo de Garantia do Tempo de Servio e Previdncia Social), correspondentes ao ms da ltima nota fiscal ou fatura vencida, compatvel com os empregados vinculados execuo contratual, nominalmente identificados, na forma do 4 do Art. 31 da Lei n 9.032, de 28 de abril de 1995; 5.1.1.2 da regularidade fiscal, constatada atravs de consulta "on-line" ao Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores SICAF, ou na impossibilidade de acesso ao referido Sistema, mediante consulta aos stios eletrnicos oficiais ou documentao mencionada no art. 29 da Lei 8.666/93; e 5.1.1.3 do cumprimento das obrigaes trabalhistas, correspondentes ltima nota fiscal ou fatura que tenha sido paga pela Administrao.

15.2 O descumprimento das obrigaes trabalhistas, previdencirias e as

relativas ao FGTS, ensejaro o pagamento em juzo dos valores em dbito, sem prejuzo das sanes cabveis.

15.3 O prazo para pagamento da Nota Fiscal/Fatura devidamente atestada pela Administrao, no dever ser superior a 05 (cinco) dias teis, contados da data de sua apresentao.

15.4 No caso de eventuais atrasos de pagamento provocados exclusivamente pela Administrao, o valor devido dever ser acrescido de atualizao financeira e sua apurao se far desde a data de seu vencimento at a data do efetivo pagamento, em que os juros de mora sero calculados taxa de 0,5% (meio por cento) ao ms ou 6% (seis por cento) ao ano, mediante aplicao das seguintes formulas:

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I = (TX/100) 365 EM = I x N x VP, onde: I = ndice de atualizao financeira; TX = Percentual da taxa de juros de mora anual; EM = Encargos moratrios; N = Nmero de dias entre a data prevista para o pagamento e a do efetivo pagamento; VP = Valor da parcela em atraso.

16 DA DOTAO ORAMENTRIA

16.1 As despesas decorrentes desta contratao sero programadas em dotao oramentria prpria, prevista no Oramento da Unio para o exerccio de 2010 e para os exerccios futuros, sero disponibilizadas novas dotaes oramentrias para os anos necessrios.

17 DA REPACTUAO

17.1 Ser admitida a repactuao dos preos dos servios contratados, desde que seja observado o interregno mnimo de um ano, contado a partir da data do acordo, conveno ou dissdio coletivo de trabalho ou equivalente, vigente poca da apresentao da proposta, quando a variao dos custos for decorrente da mo-de-obra e estiver vinculada s datas-base destes instrumentos.

17.2 Nas repactuaes subseqentes primeira, a anualidade ser contada a partir da data do fato gerador que deu ensejo ltima repactuao.

17.3 As repactuaes sero precedidas de solicitao da contratada, acompanhada de demonstrao analtica da alterao dos custos, por meio de apresentao da planilha de custos e formao de preos ou do novo acordo conveno ou dissdio coletivo que fundamenta a repactuao, conforme for a variao de custos objeto da repactuao.

17.4 vedada a incluso por ocasio da repactuao, de benefcios no previstos na proposta inicial, exceto quando se tornarem obrigatrios por fora de instrumento legal, sentena normativa, acordo coletivo ou conveno coletiva.

17.5 As repactuaes como espcie de reajuste, sero formalizadas por meio de apostilamento e no podero alterar o equilbrio econmico e financeiro dos contratos, exceto quando coincidirem com a prorrogao contratual, em que devero ser formalizadas por aditamento.

17.6 As repactuaes a que o contratado fizer jus e no forem solicitadas durante a vigncia do contrato, sero objeto de precluso com a assinatura da prorrogao contratual ou com o encerramento do contrato.

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17.7 As repactuaes no interferem no direito das partes de solicitar, a qualquer momento, a manuteno do equilbrio econmico dos contratos com base no disposto no art. 65 da Lei n 8.666, de 1993. 18 DAS SANES ADMINISTRATIVAS

18.1 A LICITANTE que, convocada dentro do prazo de validade de sua proposta, no assinar o contrato, deixar de entregar documentao exigida no Edital, apresentar documentao falsa, ensejar o retardamento da execuo de seu objeto, no mantiver a proposta, falhar ou fraudar na execuo do contrato, comportar-se de modo inidneo, fizer declarao falsa ou cometer fraude fiscal, garantido o direito ampla defesa, ficar impedido de licitar e contratar com a Unio e ser descredenciada no SICAF, pelo prazo de at 5 (cinco) anos, sem prejuzo das sanes abaixo:

a) advertncia; b) multa de 0,25% (vinte e cinco dcimos por cento) sobre o valor total contratado, por dia de atraso, at o 20 (vigsimo) dia; c) multa de 10% (dez por cento) sobre o valor total contratado, a partir do 21 (vigsimo primeiro) dia de atraso, o que poder ensejar a resciso do contrato.

18.2 A multa, aplicada aps regular processo administrativo, ser

descontada dos pagamentos devidos ao contratado, ou quando for o caso ser cobrada judicialmente.

18.3 As sanes previstas no Item 18.1 podero ser aplicadas concomitantemente, facultada a defesa prvia do interessado, no respectivo processo, pelo prazo de 5 (cinco) dias teis.

18.4 A critrio da Administrao, podero ser suspensas as penalidades, no todo ou em parte, quando o atraso for devidamente justificado pela CONTRATADA e aceito pelo CONTRATANTE que fixar novo prazo, este improrrogvel, para a completa execuo das obrigaes assumidas.

18.5 As sanes sero obrigatoriamente registradas no SICAF. 19 DA VISTORIA

19.1 As empresas interessadas em participar do certame licitatrio devero

efetuar vistoria nas instalaes onde sero executados os servios no prazo de at 02 (dois) dias teis antes da abertura do certame, e apresent-la, devidamente assinada por um servidor do ICMBio, ao Pregoeiro da UAAF-Cabedelo, quando do envio da documentao de habilitao.

19.2 A vistoria dever ser marcada por telefone e realizada nos endereos dispostos no item 4 deste Termo de Referncia.

19.3 Os telefones das Unidades esto dispostos na tabela abaixo:

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Item Unidade de Conservao UF Telefone Contato

01 APA da Serra de Ibiapaba CE (88) 3632-1727 Joo Evangelista 02 PARNA de Ubajara CE (88) 3634-1388 Francisco Humberto 03 PARNA de jericoacoara CE (88) 3669-2140 Wagner Elias

20 DO FORO 20.1 O Foro para solucionar os possveis litgios que decorrerem dos

procedimentos licitatrios ser o da Justia Federal, Seo Judiciria de Joo Pessoa, Estado da Paraba.

Joo Pessoa PB, 16 de abril de 2010.

Jlio Mattos de Lyra

rea de Compras e Licitaes/UAAF-Cabedelo/ICMBio

APROVO, vista de todo o detalhamento do objeto a ser contratado constante neste Termo de Referncia.

Ione Sampaio Chefe da UAAF-CABEDELO/ICMBio

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ANEXO II MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL (em papel personalizado da empresa)

Ao Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversi dade ICMBIO. Unidade Avanada de Administrao e Finanas Cabe delo/Paraba. A/C: Pregoeiro PREGO N _____/2010 Prezados Senhores, Apresentamos a V.Sas. nossa proposta para a execuo dos servios de ................................................... (descrever o servios a serem contratados), referente ao item ............ pelo preo mensal de R$ ....................... (..............................................) e global de R$ ................ (.......................................................................), pelo perodo contratual de 12 (doze) meses, nos termos do Edital e das Planilhas de Custos e Formao de Preos, em anexo. O prazo de validade de nossa proposta de 60 (sessenta) dias, contados da data fixada para a entrega da mesma. Declaramos que estamos de pleno acordo com todas as condies estabelecidas no Edital e seus anexos. Declaramos, ainda, que nos preos propostos esto includos todos os custos e despesas diretas e indiretas, tais como salrios, adicionais, encargos sociais, benefcios trabalhistas, seguros, encargos tributrios/impostos, taxas, margem de remunerao empresarial, uniformes e outros necessrios ao cumprimento integral do objeto desta licitao. Caso nos seja adjudicado o objeto da licitao, comprometemos a assinar o contrato no prazo determinado no documento de convocao, e para esse fim fornecemos os seguintes dados: Razo Social: _________________________ CGC/MF: ____________________ Endereo: __________________________________ Tel/Fax: ______________ CEP: ________________ Cidade: ________________________ UF: _________ Banco: __________________ Agncia: ___________ N c/c: _______________ Dados: Representante Legal da Empresa para assinatu ra do contrato: Nome: ____________________________________________________________ Endereo: _________________________________________________________ CEP: __________________ Cidade: ________________________ UF: ______ CPF/MF: ______________________________ Cargo/Funo: _____________ Cart. Ident. n: _________________________ Expedido por: _______________ Naturalidade: _________________________ Nacionalidade: ______________ _______________________ __________________________________

Local e data Nome e assinatura do responsvel legal

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ANEXO II/A

PLANILHA DE CUSTOS E FORMAO DE PREOS

CATEGORIA PROFISSIONAL: XXXXXXXXXXXXX

A Data de apresentao da proposta (dia/ms/ano) B Municpio/UF Joo Pessoa

C Ano Acordo, Conveno ou Sentena Normativa em Dissdio Coletivo

D Unidade de medida POSTO E Quantidade F N de meses de execuo contratual 12

Dados complementares para composio dos custos referente mo de obra

1 Salrio mnimo oficial vigente (Salrio Normativo da Categoria)

2 Categoria profissional (vinculada execuo contratual)

3 Data base da categoria (dia/ms/ano)

I Remunerao % Valor (R$) A Salrio B Adicional Noturno C Adicional Periculosidade D Adicional Insalubridade E Compl. do Salrio Mnimo Total de Remunerao

II Insumos de Mo -de-obra Valor (R$)

A Transporte B Auxlio alimentao C Uniformes/equipamentos D Assistncia mdica, se houver E Seguro de vida F Treinamento/Capacitao/ Reciclagem G Auxlio funeral H Outros (especificar) Total de Insumos de Mo-de-obra

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III Quadro com Detalhamento de Encargos Sociais e T rabalhistas

Grupo "A": % Valor (R$) 01 - INSS 02 - SESI ou SESC 03 - SENAI ou SENAC 04 - INCRA 05 - salrio educao 06 - FGTS 07 - seguro acidente do trabalho 08 - SEBRAE Total do Grupo "A": Grupo "B": % Valor (R$) 09 - frias e abono de frias 10 - auxlio doena 11 - licena maternidade 12 - licena paternidade 13 - faltas legais 14 - acidente de trabalho 15 - aviso prvio 16 13 salrio Total do Grupo "B": Grupo "C": % Valor (R$) 17 - aviso prvio indenizado 18 - indenizao adicional 19 - indenizao (rescises sem justa causa)

Total do Grupo "C": Grupo "D": % Valor (R$) 20 - incidncia dos encargos do grupo "A" sobre os itens do grupo "B"

Total do Grupo "D": Grupo "E": % Valor (R$) 21 - incidncia dos encargos do grupo "A" sobre o item 17 do Grupo "C" total do Grupo "E": VALOR DOS ENCARGOS SOCIAIS - VALOR DA MO -DE-OBRA (Remunerao + Reserva Tcnica + Encargos Sociais):

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IV Mdulo: De mais componentes Demais Componentes % Valor (R$)

A Despesas Operacionais/administrativas

B Lucro

Total de Demais Componentes

V Mdulo: Tributos Tributos % Valor (R$) A Tributos Federais (especificar) B PIS C CONFINS D Tributos Estaduais/Municipais E ISSQN F Outros tributos (especificar) Outros tributos (especificar) Total de Tributos

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ANEXO II/B

Quadro -resumo da Remunerao da Mo de Obra

Mo-de-obra vinculada execuo contratual (valor por empregado)

Valor unit. (R$)

A Remunerao B Encargos sociais C Insumos de mo-de-obra D Subtotal E Reserva tcnica %

Total de Mo-de-obra

Quadro-resumo do Valor Mensal do Servio

Valor Mensal Total ref. Mo -de-obra vinculada execuo contratual

Unid / Elementos

Unid / Elementos Valor A Mo-de-obra (vinculada execuo dos servios) B Insumos diversos (mat./ maq./ equip) C Demais componentes D Tributos E Valor mensal do servio

F Quantidade (total) a contratar (em funo da unidade de medida)

G Valor Mensal Total ref. Mo-de-obra vinculada execuo contratual

H Valor global da proposta (valor mensal x 12 MESES)

Complemento dos Servios de Limpeza e Conservao Valor mensal dos servios TIPO DE REA PREO MENSAL

UNITRIO (R$/ M) REA (M) SUBTOTAL (R$)

rea Interna rea Externa Esquadria Externa face interna/externa

Fachada Envidraada face externa

rea Mdico-Hospitalar Outras (especificar) TOTAL OBSERVAO: ELABORAR UMA PLANILHA PARA CADA TEM.

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MINISTRIO DO MEIO AMBIENTE

INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAO DA BIODIVERSI DADE Diretoria de Planejamento, Administrao e Logstic a

Unidade Avanada Administrativa e Financeira - Cabe delo Tel. 83-3214-3071 - 3222-3012

Email: uaaf.cabedelo@icmbio.gov.br

ANEXO III

MINUTA DE CONTRATO CONTRATO N _____/2010

CONTRATO DE PRESTAO DE SERVIOS, CELEBRADO ENTRE O INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAO DA BIODIVERSIDADE E A EMPRESA .......................................

O INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAO DA BIODIVER SIDADE, Autarquia Federal, em regime especial, vinculada ao Ministrio do Meio Ambiente, criado pela Medida Provisria n 366 de 26 de abril de 2007, com sede e foro em Braslia/DF e jurisdio em todo o Territrio Nacional, sediada na Av. L4 Norte, SAIN, Braslia/DF, inscrita no CNPJ/CGC/MF sob o n 03.659.166/0001-02, atravs do CPB Centro de Proteo de Primatas Brasileiros, situado na Praa Antenor Navarro, n 05, Varadouro, Joo Pessoa-PB, inscrito no CNPJ/CGC/MF sob o n 03.659.166/0060-62 doravante denominada, simplesmente, CONTRATANTE , neste ato representado pela sua responsvel, Sra. IONE SAMPAIO, brasileira, portadora da Carteira de Identidade n 057893851IFP/RJ e inscrita no CPF n 679.268.947-53, no uso das atribuies que lhe confere a Portaria n 138/2010 de 30/03/2010, publicada no D.O.U de 31/03/2010 residente e domiciliada em Cabedelo/PB e a empresa doravante denominada, simplesmente, CONTRATADA , neste ato representada pelo Sr.(a) ..............................., portador(a) da Carteira de Identidade n ........................... SSP/PB e CPF n ........................................, residente e domiciliado(a) na Rua ......................................, Bairro ............................ na cidade de .................................., resolvem celebrar o presente contrato elaborado de conformidade com a Lei n 8.666 de 21 de junho de 1993, republicada no DOU de 06 de julho de 1994 e alteraes subseqentes, IN n 02/2008-SLTI-MPOG, de 30 de abril de 2008 e suas alteraes posteriores, Decreto n 2.271, de 07 de julho de 1997 e de acordo com o que consta no Processo n 02062.000058/2010-34, e de conformidade com o Prego, na sua forma eletrnica, n _____/2010, mediante as condies seguintes:

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CLUSULA PRIMEIRA DO OBJETO

Contratao de empresa especializada na prestao, de forma contnua, de servios de limpeza, asseio e conservao predial, visando a obteno de adequadas condies de salubridade e higiene, com a disponibilizao de mo-de-obra, saneantes domissanitrios, materiais e equipamentos, a serem realizados nas diversas Unidades de Conservao do Instituto Chico Mendes de Conservao localizadas no Estado do Cear, de acordo com o especificado no Termo de Referncia, Anexo I do Edital.

CLUSULA SEGUNDA DA VINCULAO AO EDITAL

Este Instrumento de Contrato guardam inteira conformidade com os termos do Edital de Prego Eletrnico n ____/2010 , e seus anexos,constante do Processo n 02062.000058/2010-34, como se aqui estivessem integralmente transcrito, vinculando-se, ainda, proposta da CONTRATADA.

CLUSULA TERCEIRA OBRIGAES DA CONTRATANTE

So obrigaes da CONTRATANTE : I) Assegurar o acesso dos empregados da licitante vencedora, quando

devidamente identificados, aos locais em que devam executar as atividades; II) Proporcionar todas as facilidades para que a licitante vencedora possa

desempenhar seus servios, dentro das normas do Contrato a ser firmado; III) Acompanhar e fiscalizar a execuo dos servios objeto do Contrato a

ser firmado, podendo sustar, recusar, mandar fazer ou desfazer qualquer servio que no estejam de acordo com as condies e exigncias especificadas, por intermdio de um servidor especialmente designado, que anotar, em registro prprio, todas as ocorrncias relacionadas com o mesmo.

IV) Indicar as instalaes sanitrias; V) Indicar vestirios com armrios guarda-roupas; VI) Destinar um local para guarda dos saneantes domissanitrios, materiais

equipamentos; VII) Comunicar ao licitante vencedor toda e qualquer ocorrncia relacionada

com a execuo dos servios; VIII) Disponibilizar os Programas de reduo de energia eltrica, uso

racional de gua e, caso j implantado Programa de Coleta Seletiva de Resduos Slidos, recipientes coletores adequados para a coleta seletiva de materiais secos reciclveis, seguindo a padronizao internacional para a identificao, por cores, (VERDE para vidro, AZUL para papel, AMARELO para metal, VERMELHO para plstico e BRANCO para lixo no reciclvel);

IX) Elaborar e distribuir manuais de procedimentos para ocorrncias relativas ao descarte de materiais potencialmente poluidores, a serem observados pelo tanto pelo gestor do contrato como pela Contratada:

IX. I) Receber os descartes, encontrados pela contratada durante a execuo dos servios, de pilhas e baterias que contenham em suas composies chumbo, cdmio, mercrio e seus compostos,

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responsabilizando-se pela entrega aos estabelecimentos que as comercializam ou a rede de assistncia tcnica autorizada pelas respectivas indstrias, para o tratamento ou destinao final; IX. II) Tratamento idntico dever ser dispensado a lmpadas fluorescentes e frascos de aerossis em geral; IX. III) Receber os pneumticos inservveis, abandonados ou dispostos inadequadamente e encontrados pela contratada durante a execuo dos servios, responsabilizando-se pelo encaminhamento aos fabricantes para a devida destinao final; IX. IV) Expedir Autorizao de Servios, com antecedncia mnima de 03 (trs) dias teis da data de incio da execuo dos mesmos; IX. V) Examinar as Carteiras Profissionais dos funcionrios colocados a seu servio, para comprovar o registro de funo profissional; X) Solicitar Contratada a substituio de qualquer saneante

domissanitrio, material ou equipamento de cujo uso seja considerado prejudicial boa conservao de seus pertences, equipamentos ou instalaes, ou ainda, que no atendam as necessidades;

XI) Executar mensalmente a medio dos servios pela rea mensal contratual, descontando-se do valor devido, o equivalente indisponibilidade dos servios contratados e por motivos imputveis Contratada, sem prejuzo das demais sanes disciplinadas em contrato;

XII) Exigir o imediato afastamento e substituio de qualquer empregado ou preposto que no merea confiana no trato dos servios, que produza complicaes para a fiscalizao, que adote postura inconveniente ou incompatvel com o exerccio das funes que lhe foram atribudas;

XIII) Efetuar periodicamente a programao dos servios a serem executados pela Contratada;

XIV) Relacionar-se com o licitante vencedor exclusivamente atravs de pessoa por ele credenciado;

XV) Prestar as informaes e esclarecimentos necessrios ao desenvolvimento das tarefas;

XVI) Poder, a qualquer tempo, exigir do licitante vencedor a comprovao das condies que ensejaram sua contratao, notadamente no tocante qualificao econmico-financeira;

XVII) Conferir, vistoriar, e aprovar os materiais entregues pelo licitante vencedora, acompanhados da relao discriminando quantidades, espcie, peso e volume;

XVIII) Vistoriar o estoque de material (almoxarifado) a qualquer momento, conferindo a existncia do estoque mnimo acordado;

XIX) A UAAF-Cabedelo, reserva-se ao direito de executar, quando lhe convier, fiscalizao e acompanhamento da execuo dos servios, fazendo as anotaes e registros de todas as ocorrncias e determinando o que for necessrio regularizao das falhas ou defeitos observados, e, ainda, propor aplicao de multa, ou at mesmo, resciso do contrato a ser firmado, caso a empresa desobedea quaisquer das clusulas nele estabelecidas; e

XX) Efetuar o pagamento ao licitante vencedor, at o 5 (quinto) dia til,

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depois de lavrado o Termo de Aceite e contra apresentao da Nota Fiscal/Fatura devidamente atestadas pelo servidor nomeado pela UAAF-Cabedelo, que dever vir acompanhada de relatrio detalhado dos servios efetuados.

CLUSULA QUARTA OBRIGAES DA CONTRATADA

A contratada, alm do fornecimento da mo-de-obra, dos saneantes domissanitrios, dos materiais e dos equipamentos, ferramentas e utenslios necessrios para a perfeita execuo dos servios de limpeza dos prdios e demais atividades correlatas, obriga-se a:

I) Responsabilizar-se integralmente pelos servios contratados, nos termos da legislao vigente;

II) Selecionar e preparar rigorosamente os empregados que iro prestar os servios, encaminhando elementos portadores de atestados de boa conduta e demais referncias, tendo funes profissionais legalmente registradas em suas carteiras de trabalho;

III) Manter disciplina nos locais dos servios, retirando no prazo mximo de 24 (vinte e quatro) horas aps notificao, qualquer empregado considerado com conduta inconveniente pela Administrao;

IV) Manter seu pessoal uniformizado, identificando-os atravs de crachs, com fotografia recente, e provendo-os dos Equipamentos de Proteo Individual - EPIs;

V) Manter sediado junto Administrao durante os turnos de trabalho, elementos capazes de tomar decises compatveis com os compromissos assumidos;

VI) Manter todos os equipamentos e utenslios necessrios a execuo dos servios, em perfeitas condies de uso, devendo os danificados serem substitudos em at 24 (vinte e quatro) horas. Os equipamentos eltricos devem ser dotados de sistemas de proteo, de modo a evitar danos rede eltrica;

VII) Identificar todos os equipamentos, ferramentas e utenslios de sua propriedade, tais como: aspiradores de p, enceradeiras, mangueiras, baldes, carrinhos para transporte de lixo, escadas, etc., de forma a no serem confundidos com similares de propriedade da Administrao;

VIII) Implantar, de forma adequada, a planificao, execuo e superviso permanente dos servios, de forma a obter uma operao correta e eficaz, realizando os servios de forma meticulosa e constante, mantendo sempre em perfeita ordem, todas as dependncias objeto dos servios;

IX) Nomear encarregados responsveis pelos servios, com a misso de garantir o bom andamento dos mesmos permanecendo no local do trabalho, em tempo integral, fiscalizando e ministrando a orientao necessria aos executantes dos servios. Estes encarregados tero a obrigao de reportarem-se, quando houver necessidade, ao responsvel pelo acompanhamento dos servios da Administrao e tomar as providncias pertinentes para que sejam corrigidas todas as falhas detectadas;

X) Responsabilizar-se pelo cumprimento, por parte de seus empregados, das normas disciplinares determinadas pela Administrao;

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XI) Assumir todas as responsabilidades e tomar as medidas necessrias ao atendimento dos seus empregados, acidentados ou com mal sbito, por meio de seus encarregados;

XII) Cumprir, alm dos postulados legais vigentes de mbito federal, estadual ou municipal, as normas de segurana da Administrao;

XIII) Instruir os seus empregados, quanto preveno de incndios nas reas da Administrao;

XIV) Registrar e controlar, juntamente com o preposto da Administrao, diariamente, a assiduidade e a pontualidade de seu pessoal, bem como as ocorrncias havidas;

XV) Fazer seguro de seus empregados contra riscos de acidentes de trabalho, responsabilizando-se, tambm, pelos encargos trabalhistas, previdencirios, fiscais e comerciais, resultantes da execuo do contrato, conforme exigncia legal;

XVI) Prestar servios dentro dos parmetros e rotinas estabelecidas, fornecendo todos os materiais, inclusive sacos plsticos para acondicionamento de detritos e, equipamentos, ferramentas e utenslios em quantidade, qualidade e tecnologias adequadas, com a observncia s recomendaes aceitas pela boa tcnica, normas e legislao.

XVII) Observar conduta adequada na utilizao dos materiais, equipamentos, ferramentas e utenslios, objetivando a correta execuo dos servios;

XVIII) Os servios devero ser executados em horrios que no interfiram com o bom andamento da rotina de funcionamento da Administrao.

XIX) Adotar boas prticas de otimizao de recursos/reduo de desperdcios/menor poluio, tais como:

XIX. I) Racionalizao do uso de substncias potencialmente txicas/poluentes;

XIX. II) Substituio de substncias txicas por outras atxicas ou de menor toxicidade; XIX. III) Racionalizao/economia no consumo de energia (especialmente eltrica) e gua; XIX. IV) Treinamento/capacitao peridicos dos empregados sobre boas prticas de reduo de desperdcios/poluio; e XIX. V) Reciclagem/destinao adequada dos resduos gerados nas atividades de limpeza, asseio e conservao. XX) Utilizar lavagem com gua de reuso ou outras fontes, sempre que

possvel (guas de chuva, poos cuja gua seja certificada de no contaminao por metais pesados ou agentes bacteriolgicos, minas e outros).

XXI) Desenvolver ou adotar manuais de procedimentos de descarte de materiais potencialmente poluidores, tais como sobre pilhas e baterias dispostas para descarte que contenham em suas composies chumbo, cdmio, mercrio e seus compostos, aos estabelecimentos que as comercializam ou rede de assistncia tcnica autorizada pelas respectivas indstrias, para repasse aos fabricantes ou importadores.

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XXI. I) Tratamento idntico dever ser dispensado a lmpadas fluorescentes e frascos de aerossis em geral. Estes produtos, quando descartados, devero ser separados e acondicionados em recipientes adequados para destinao especfica. XXI. II) A contratante dever encaminhar os pneumticos inservveis abandonados ou dispostos inadequadamente, aos fabricantes para destinao final, ambientalmente adequada, tendo em vista que pneumticos inservveis abandonados ou dispostos inadequadamente constituem passivo ambiental, que resulta em srio risco ao meio ambiente e sade pblica. Esta obrigao atende a Resoluo CONAMA n 258, de 26 de agosto de 1999. XXII) A empresa contratada est obrigada ainda a aceitar, nas mesmas

condies propostas, acrscimos ou supresses determinadas pela CONTRATANTE at o limite correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do valor adjudicado, na forma do 1 do art. 65, da Lei 8.666/93 atualizada;

XXIII) A contratada se obriga a manter, durante toda a execuo do contrato, em compatibilidade com as obrigaes por ela assumidas, todas as condies de habilitao e qualificao exigidas em Lei.

CLUSULA QUINTA RELAO DOS EQUIPAMENTOS MNIMOS PARA EXECUO DOS SERVIOS SUBCLUSULA PRIMEIRA A contratada dever fornecer todo o material necessrio ao atendimento da rotina estabelecida; devendo realizar a sua substituio em caso de defeito ou eventuais problemas os equipamentos em questo devero ser substitudos imediatamente, sem prejuzo para a contratante, (quando for o caso) e conforme lista abaixo (de acordo com a necessidade da prestao de servio):

Aspirador de p; Enceradeira; Escada de ferro com 05 degraus; Escada de madeira Multi-uso degraus (2 x 10); Lavadora a jato de alta presso (tipo Wap) para limpeza de muros e caladas;

SUBCLUSULA SEGUNDA Os quantitativos da planilha abaixo so apenas para base estimativa da composio de custo das proponentes, podendo oscilar para mais ou para menos, caso em que no isenta a contratada de dispor de outros materiais que por ventura venham ser necessrios execuo dos servios.

Todos os materiais devero ser necessariamente de primeira qualidade; A UAAF-Cabedelo poder, por conta prpria, adquirir os materiais reiteradamente solicitados e no entregues, cuja falta venha comprometer a limpeza interna e externa, ficando autorizado o desconto correspondente ao valor despendido com os referidos materiais, na fatura do ms em que o fato ocorrer, sem prejuzo da aplicao das penalidades previstas no Contrato a ser firmado com a Licitante Vencedora;

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Consumo Mensal

MATERIAL

UNIDADE DE MEDIDA

QUANTITATIVO ESTIMADO DAS

UCs

AP

A S

ER

RA

IB

IAP

AB

A

PA

RN

A

UB

AJA

RA

PA

RN

A

JER

ICO

AC

OA

RA

gua sanitria Litro 06 24 06 lcool Gel Litro 08 24 04

Aromatizante de ar em spray Unidade 06 18 06.

Cera lquida incolor para cermica (embalagem c/ 750 ml) Unidade 06 18 06 Desinfetante lquido Litro 06 18 06 Detergente lquido (embalagem c/ 500 ml) Unidade 10 06 10 Esponja dupla face (110x75x20mm) Unidade 10 20 10 Inseticida (frasco de 500 ml) Unidade 05 15 05 L de ao (embalagem c/ 08 unidades) Pacote 02 06 02 Limpa vidro (embalagem c/ 500 ml) Unidade 10 20 10 Limpador concentrado multiuso- limpeza pesada (embalagem c/ 500 ml) Unidade 06 18 06

Lustra mveis (embalagem c/ 200 ml) Unidade 10 20 10 leo de peroba (embalagem c/ 200 ml) Unidade 02 06 02 Papel higinico em fardos com 16 pacotes, com 04 rolos cada, em folha dupla picotada na cor branca

Fardo 10 20 10

Papel toalha folha dupla, medindo 23 x 26, pacote com 1.250 folhas na cor branca

Pacote 10 20 10

Pedra sanitria (embalagem c/ 16g) Caixa com 60

unidades 03 09 03

Sabo em Barra (200mg) Unidade 0 0 0 Sabo em p (embalagem com 500 gr) Unidade 0 0 0 Sabonete cremoso para banheiro Litro 01 06 01 Saco Plstico p/lixo 100 lt. (pacote c/ 10 unidades) Pacote 03 09 03 Saco Plstico p/lixo 30 lt. (pacote c/ 10 unidades) Pacote 03 09 03 Saponceo em p grande Unidade 02 06 02

Consumo Bimestral

MATERIAL

UNIDADE DE MEDIDA

QUANTITATIVO ESTIMADO DAS

UCs

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AP

A S

ER

RA

IB

IAP

AB

A

PA

RN

A

UB

AJA

RA

PA

RN

A

JER

ICO

AC

OA

RA

Esfrego Unidade 0 0 0 Flanela 30 x 40 cm Unidade 10 20 10 Luva de borracha Par 06 12 06 Pano de Prato Unidade 0 0 0 Pano para cho Unidade 4 12 04 Pano tipo Perfex (pacote c/ 03 unidades) Pacote 0 0 0 Vassoura de piaava Unidade 06 12 06 Vassouro Gari Unidade 01 01 01

Consumo Semestral

MATERIAL

UNIDADE DE MEDIDA

QUANTITATIVO ESTIMADO DAS

UCs

AP

A S

ER

RA

IB

IAP

AB

A

PA

RN

A

UB

AJA

RA

PA

RN

A

JER

ICO

AC

OA

RA

Balde Plstico (capacidade de 20 litros) Unidade 04 12 04 Escova de Nylon manual Unidade 02 04 02 Espanador de teto Unidade 04 08 04 P de lixo Unidade 04 08 04 Rodo de 40 cm com cabo de madeira Unidade 02 04 02 Vassoura de Pelo Unidade 0 0 0 Vassoura para Sanitrio Unidade 06 12 06

CLUSULA SEXTA VIGNCIA

O presente Contrato ter vigncia de 12 (doze) meses, contados a partir da

data de sua assinatura, podendo ser prorrogada, com vantagens para a administrao, por iguais e sucessivos perodos, at o limite de 60 (sessenta) meses, conforme o disposto no inciso II do art. 57 da Lei n 8.666/1993. CLUSULA STIMA PREO

Pelos servios executados, a CONTRATANTE pagar o valor mensal de

R$ ________(____________), perfazendo o montante anual de

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R$________(____________), estando nele includas todas as despesas necessrias sua perfeita execuo. CLUSULA OITAVA DOTAO ORAMENTRIA

As despesas decorrentes desta contratao sero programadas em dotao oramentria prpria, prevista no Oramento da Unio para o exerccio de 2010, na classificao abaixo:

PROGRAMA DE TRABALHO: NATUREZA DE DESPESA: NOTA DE EMPENHO: EMITIDA EM: VALOR: R$

As despesas relativas a parte a ser executada no exerccio futuro ser custeada pelos crditos oramentrios que sero indicados por meio de termo aditivo ou apostilamento. CLUSULA NONA REPACTUAO

Ser admitida a repactuao dos preos dos servios contratados, desde

que seja observado o interregno mnimo de um ano, contado a partir da data do acordo, conveno ou dissdio coletivo de trabalho ou equivalente, vigente poca da apresentao da proposta, quando a variao dos custos for decorrente da mo-de-obra e estiver vinculada s datas-base destes instrumentos. SUCLUSULA PRIMEIRA Nas repactuaes subseqentes primeira, a anualidade ser contada a partir da data do fato gerador que deu ensejo ltima repactuao. SUBCLUSULA SEGUNDA As repactuaes sero precedidas de solicitao da contratada, acompanhada de demonstrao analtica da alterao dos custos, por meio de apresentao da planilha de custos e formao de preos ou do novo acordo conveno ou dissdio coletivo que fundamenta a repactuao, conforme for a variao de custos objeto da repactuao. SUBCLSULA TERCEIRA vedada a incluso por ocasio da repactuao, de benefcios no previstos na proposta inicial, exceto quando se tornarem obrigatrios por fora de instrumento legal, sentena normativa, acordo coletivo ou conveno coletiva. SUBCLUSULA QUARTA As repactuaes como espcie de reajuste, sero formalizadas por meio de apostilamento e no podero alterar o equilbrio econmico e financeiro dos contratos, exceto quando coincidirem com a prorrogao contratual, em que devero ser formalizadas por aditamento.

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SUBCLUSULA QUINTA As repactuaes a que o contratado fizer jus e no forem solicitadas durante a vigncia do contrato, sero objeto de precluso com a assinatura da prorrogao contratual ou com o encerramento do contrato. SUBCLUSULA SEXTA As repactuaes no interferem no direito das partes de solicitar, a qualquer momento, a manuteno do equilbrio econmico dos contratos com base no disposto no art. 65 da Lei n 8.666, de 1993. CLUSULA DCIMA PAGAMENTO

O pagamento ser efetuado mediante a apresentao de Nota Fiscal ou da

Fatura pela contratada, devidamente atestada pelo servidor indicado para Fiscal do contrato, que dever conter o detalhamento dos servios executados, conforme disposto no art. 73 da Lei n 8.666, de 1993, observado o disposto no art. 35 da Instruo Normativa/SLTI n 03, de 15 de outubro de 2009 e os seguintes procedimentos: SUBCLUSULA PRIMEIRA A Nota Fiscal ou Fatura dever ser obrigatoriamente acompanhada das seguintes comprovaes:

I do pagamento da remunerao e das contribuies sociais (Fundo de Garantia do Tempo de Servio e Previdncia Social), correspondentes ao ms da ltima nota fiscal ou fatura vencida, compatvel com os empregados vinculados execuo contratual, nominalmente identificados, na forma do 4 do Art. 31 da Lei n 9.032, de 28 de abril de 1995; II da regularidade fiscal, constatada atravs de consulta "on-line" ao Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores SICAF, ou na impossibilidade de acesso ao referido Sistema, mediante consulta aos stios eletrnicos oficiais ou documentao mencionada no art. 29 da Lei 8.666/93; e III do cumprimento das obrigaes trabalhistas, correspondentes ltima nota fiscal ou fatura que tenha sido paga pela Administrao.

SUBCLUSULA SEGUNDA O descumprimento das obrigaes trabalhistas, previdencirias e as relativas ao FGTS, ensejaro o pagamento em juzo dos valores em dbito, sem prejuzo das sanes cabveis. SUBCLUSULA TERCEIRA O prazo para pagamento da Nota Fiscal/Fatura devidamente atestada pela Administrao, no dever ser superior a 05 (cinco) dias teis, contados da data de sua apresentao. SUBCLUSULA QUARTA No caso de eventuais atrasos de pagamento provocados exclusivamente pela Administrao, o valor devido dever ser acrescido de atualizao financeira e sua apurao se far desde a data de seu vencimento at a data do efetivo pagamento, em que os juros de mora sero calculados taxa de 0,5% (meio por cento) ao ms ou 6% (seis por cento) ao ano, mediante aplicao das seguintes formulas:

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I = (TX/100) 365 EM = I x N x VP, onde: I = ndice de atualizao financeira; TX = Percentual da taxa de juros de mora anual; EM = Encargos moratrios; N = Nmero de dias entre a data prevista para o pagamento e a do efetivo pagamento; VP = Valor da parcela em atraso.

CLUSULA DCIMA PRIMEIRA DA PRESTAO DA GARANTIA

A licitante vencedora dever apresentar a UAAF-Cabedelo/ICMBio, 10 (dez) dias teis aps a assinatura do contrato, comprovante de prestao de garantia correspondente a 5% (cinco por cento) do valor total anual do contrato, conforme previsto no art. 56, da Lei n 8.666, de 1993, com validade de 15 (quinze) meses aps a data da assinatura do contrato, com o objetivo de assegurar que todas as condies que sero assumidas sejam cumpridas, mediante a opo por uma, ou mais de uma, das seguintes modalidades:

a) cauo em dinheiro ou ttulos da dvida pblica; b) seguro-garantia; ou c) fiana bancria.

SUBCLUSULA PRIMEIRA Quando em dinheiro, dever ser efetuada em caderneta de poupana em favor da UAAF-Cabedelo/ICMBio; SUBCLUSULA SEGUNDA A garantia ser recalculada, nas mesmas condies e propores, sempre que ocorrer substancial modificao no valor do contrato.

SUBCLUSULA TERCEIRA No caso de vencimento, utilizao ou reclculo da garantia, a licitante vencedora contratada ter cinco dias teis, a contar da ocorrncia do fato, para renov-la ou complement-la. SUBCLUSULA QUARTA A garantia prestada pela licitante vencedora contratada ser liberada ou restituda aps a comprovao de que a empresa pagou todas as verbas rescisrias trabalhistas decorrentes da contratao, e caso esse pagamento no ocorra at o fim do segundo ms aps o encerramento da vigncia contratual, a garantia ser utilizada para o pagamento dessas verbas trabalhistas diretamente pela Administrao. CLUSULA DCIMA SEGUNDA DA CONTA VINCULADA PARA Q UITAO DE OBRIGAES TRABALHISTAS

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O ICMBIO/PB deixa de adotar o art. 19-A, includo pela IN SLTI/MOG n 03/2009, tendo em vista sua suspenso temporria pelo Ministrio do Planejamento Oramento e Gesto. No obstante, to logo seja autorizada, a contratada estar obrigada a autorizar o ICMBIO/PB a fazer a reteno na fatura e o depsito direto dos valores devidos ao FGTS nas respectivas contas vinculadas dos trabalhadores, bem como autorizar a administrao contratante a fazer o desconto na fatura e o pagamento direto dos salrios e demais verbas trabalhistas aos trabalhadores, quando houver falha no cumprimento dessas obrigaes por parte da contratada at o momento da regularizao, sem prejuzo das sanes cabveis conforme disposto no anexo VII de referida Instruo Normativa. CLUSULA DCIMA TERCEIRA VNCULO EMPREGATCIO

Os empregados e preposto da CONTRATADA no tero qualquer vnculo

empregatcio com a CONTRATANTE. CLUSULA DCIMA QUARTA RESPONSABILIDADE CIVIL

A CONTRATADA responder por quaisquer danos ou prejuzos pessoais

ou materiais que seus empregados ou preposto, em razo de omisso dolosa ou culposa, venham a causar aos bens da CONTRATANTE em decorrncia da prestao dos servios, incluindo-se, tambm, os danos materiais ou pessoais a terceiros, a que ttulo for. SUBCLUSULA NICA A CONTRATANTE estipular prazo CONTRATADA para reparao de danos porventura causados.

CLUSULA DCIMA QUINTA NUS E ENCARGOS Todos os nus ou encargos referentes execuo deste Contrato, que se

destinem realizao dos servios, a locomoo de pessoal, seguros de acidentes, impostos, taxas, contribuies previdencirias, encargos trabalhistas e outros que forem devidos em razo dos servios, ficaro totalmente a cargo da CONTRATADA . CLUSULA DCIMA SEXTA FISCALIZAO

A CONTRATANTE designar um representante para acompanhar e

fiscalizar a execuo do Contrato, nos termos do art. 67, caput e 1, da Lei n 8.666/93, que anotar em registro prprio todas as ocorrncias relacionadas com a execuo e determinar o que for necessrio regularizao das falhas ou defeitos observados. SUBCLUSULA PRIMEIRA - Da mesma forma, a CONTRATADA dever indicar um preposto para, se aceito pela CONTRATANTE , represent-la na execuo do Contrato.

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SUBCLUSULA SEGUNDA - Nos termos da Lei n 8.666/93 constituir documento de autorizao para a execuo dos servios, o Contrato assinado, acompanhado da Nota de Empenho. SUBCLUSULA TERCEIRA - A CONTRATANTE se reserva no direito de rejeitar, no todo ou em parte, os servios prestados, se em desacordo com este Contrato. SUBCLUSULA QUARTA - Quaisquer exigncias da fiscalizao, inerentes ao objeto deste Contrato, devero ser prontamente atendidas pela CONTRATADA , sem nus para a CONTRATANTE . SUBCLUSULA QUINTA - As decises e providncias que ultrapassarem a competncia do representante devero ser solicitadas ao seu gestor em tempo hbil para a adoo das medidas convenientes. CLUSULA DCIMA STIMA SANES ADMINISTRATIVAS

O atraso injustificado na execuo do contrato sujeitar a contratada as

seguintes penalidades, em conformidade com o art. 86 da Lei n 8.666/93: a) advertncia; b) multa de mora; no percentual correspondente a 0,5% (zero virgula cinco

por cento), calculada sobre o valor total da contratao, por dia de inadimplncia, at o limite de 15 (quinze) dias teis de atraso na execuo dos servios caracterizando inexecuo parcial;

c) multa compensatria; no valor de 5% (cinco por cento), sobre o valor contratado, no caso de inexecuo total do contrato;

SUBCLUSULA PRIMEIRA Pela inexecuo total ou parcial das obrigaes assumidas a Administrao poder, resguardados os procedimentos legais pertinentes, aplicar as seguintes sanes (art. 87 da Lei 8.666/93):

a) advertncia; b) multa de mora no percentual correspondente a 0,5% (zero vrgula cinco por cento), calculada sobre o valor total da contratao, por dia de inadimplncia, at o limite de 15 (quinze) dias teis de atraso na execuo dos servios caracterizando inexecuo parcial; c) multa, compensatria no valor de 5% (cinco por cento), sobre o valor contratado, no caso de inexecuo total do contrato; d) Suspenso temporria de participao em licitao e impedimento de contratar com a Administrao, por prazo no superior a 2 (dois) anos; e) declarao de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administrao Pblica enquanto perdurarem os motivos determinantes da punio ou at que seja promovida a reabilitao perante a prpria autoridade que aplicou a penalidade, que ser concedida sempre que o contratado ressarcir a Administrao pelos prejuzos resultantes e aps decorrido o prazo da sano aplicada com base no inciso anterior.;

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SUBCLUSULA SEGUNDA - A sano prevista na alnea a da Subclusula Primeira poder ser aplicada concomitantemente com as das alneas b e c, facultada a defesa prvia do interessado no prazo de 5 (cinco) dias, contados a partir de sua cincia. SUBCLUSULA TERCEIRA -As sanes sero obrigatoriamente registradas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores SICAF. SUBCLUSULA QUARTA - Em qualquer hiptese de aplicao de sanes ser assegurado ao fornecedor o contraditrio e a ampla defesa. CLUSULA DCIMA OITAVA RESCISO

A inexecuo total ou parcial deste Contrato ensejar a sua resciso, de

conformidade com os Artigos 77 e 78, incisos I a XVIII, 79, sujeitando-se as conseqncias previstas no 80, da Lei n 8.666/1993 , sem prejuzo das sanes previstas na clusula anterior.

CLUSULA DCIMA NONA ALTERAO Este Contrato poder ser alterado mediante Termo Aditivo, com as devidas

justificativas, nos casos previstos no art. 65 da Lei n 8.666/1993. CLUSULA VIGSIMA PUBLICAO

Incumbir CONTRATANTE providenciar a publicao deste instrumento

de Contrato, por extrato, no Dirio Oficial da Unio, at o 5 (quinto) dia til do ms seguinte ao de sua assinatura, para ocorrer no prazo de 20 (vinte) dias daquela data. CLUSULA VIGSIMA PRIMEIRA DOS CASOS OMISSOS

Os casos omissos sero examinados e resolvidos amigavelmente entre as

partes contratantes luz das clusulas e condies dispostas neste contrato, aplicando-se-lhes a legislao pertinente e os preceitos de direito pblico e, supletivamente, os princpios da teoria geral dos contratos e as disposies de direito privado, no que couber. CLUSULA VIGSIMA SEGUNDA DO FORO

As partes elegem o foro da Justia Federal, Seo Judiciria de Joo

Pessoa, PB, para dirimir quaisquer dvidas relativas ao cumprimento deste instrumento, desde que no possam ser dirimidas pela mediao administrativa, renunciando a qualquer outro, por mais privilegiado que seja.

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E, por estarem assim justas e acertadas, celebram o presente contrato em 02 (duas) vias de igual teor e forma, para um s efeito, o qual, depois de lido e achado conforme, perante duas testemunhas a todo o ato presente, vai pelas partes assinado.

Cabedelo-PB, de de 2010. CONTRATANTE Chefe Unidade Avanada de Administrao e Finanas UAAF-Cabedelo/ICMBio CONTRATADO Assinatura do Representante Legal da empresa TESTEMUNHAS: NOME:_____________________________ CPF:_______________________________ C.I.:________________________________

NOME:_____________________________ CPF:_______________________________ C.I.:________________________________

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MINISTRIO DO MEIO AMBIENTE

INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAO DA BIODIVERSI DADE Diretoria de Planejamento, Administrao e Logstic a

Unidade Avanada Administrativa e Financeira - Cabe delo Tel. 83-3214-3071 - 3222-3012

Email: uaaf.cabedelo@icmbio.gov.br

ANEXO IV

DECLARAO DE VISTORIA

Declaramos que a Empresa ________________________________,

neste ato representada pelo Sr.

_________________________________compareceu a Unidade de Conservao

______________________________, localizada no Estado do Cear para

vistoriar as instalaes onde sero prestados os servios objeto do Prego

Eletrnico n _____/2010.

(Local-UF)______________, _____de ______________de 2010.

Assinatura do representante Legal da Empresa

Assinatura do representante do ICMBio

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