edi§£o - 143

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  • Barueri tem a menor taxa de mortalidade infantil da regio

    seade

    poltica> Pgina 4 e 6

    Teco e Bolor planejam

    deixar o PV e ingressar

    no PSD

    Congresso petista

    pode mudar rumo de

    coligaes na regio

    Segundo dados do Seade, no ano de 2010, das 26.924 crianas nascidas vivas nas ci-dades de Barueri, Cotia, Itape-vi, Jandira, Osasco e Santana de Parnaba, 307 morreram antes de completar um ano de idade. De acordo com o levan-tamento, Barueri teve a menor taxa de mortalidade infantil no ano passado: 8,0 para mil nascidos vivos. Das 1.780 crianas nascidas vivas, 19 morreram com menos de um ano de idade em Santana de Parnaba. Situao que co-loca o municpio com uma das menores taxas de mortalidade infantil, 10,7. Em Osasco, a taxa de mortalidade caiu de 13 para 12,3 entre os anos de 2009 e 2010. Cotia registrou aumento na taxa. Pgina 7

    jandira> Pgina 8estudo> Pgina 10

    Fotos: michela Brgida - giro s/a

    alckmin anuncia obras na Joo de ges

    gol da WV: preferido dos ladres

    Polcia prende o segundo acusado de matar promotora

    ciclovia ser lanada no fim do ms

    chuva dar trgua nos desfiles de 7 de setembro

    operao estadual fecha mais um posto de combustvel

    Polticos discutem clnica para dependentes

    caso vanessa Pgina 7

    barueri> Pgina 10

    feriado> Pgina 12

    na mira> Pgina 8

    em braslia> Pgina 10

    BarueriSanTana De ParnaBa

    alPhaVille | TamBoralDeia Da Serra

    CoTiaGranja Viana

    oSaSCoSo FranCiSCo | aDalGiSaVila yara | Vila CamPeSinaParque ConTinenTal

    iTaPeVi

    BarueriSanTana De ParnaBa

    alPhaVille | TamBoralDeia Da Serra

    CoTiaGranja Viana

    oSaSCoSo FranCiSCo | aDalGiSaVila yara | Vila CamPeSinaParque ConTinenTal

    iTaPeVi

    mamma mia! tem sesso especial no feriado

    Viles na tV, atores vivem personagens bonzinhos nos palcos

    weekend> Pgina 15entrevista s/a> Pgina 13

    Publisher: Cludia Azevedo

    www.girosa.com.br

    Ano III - n 143Sexta-feira, 2 de setembro de 2011

    tom hanks e Julia roberts protagonizam

    comdia romntica

    cinema> Pgina 14

    ministrio da sade quer jovens longe do tabacoO Ministrio da Sade lanou na semana do Dia Nacional de Combate ao Fumo (29 de agosto) a campanha Viver bem viver com sade. Fique longe dos cigarros. Para marcar a iniciativa, foi divul-gado um estudo que indicou que metade dos adolescentes brasileiros com idade entre 13 e 15 anos j comprou cigarros.

    Delegado Alexandre Polito, do Setor de Homicdio e

    Proteo Pessoa (SHPP) anunciou a priso

    de Gigante na tera-feira (30)

    Prefeitura de Barueri colocou placa, mas obra ainda no tem aprovao

    alerta> Pgina 10

    castello> Pgina 8

    artesp no libera incio das obras do novo trevo

    Par

    is F

    ilm

    es

    marcos mesquitaPaula kossatz

  • Onde encontrar oDistribuio gratuita s sextas-feiras | 30 mil exemplaresNos princpais semforos, centros empresariais e comerciais de Barueri e Santana de Parnaba (Alphaville, Tambor, Aldeia da Serra), Cotia (Granja Viana), Osasco (So Francisco, Parque dos Prncipes, Parque Continental, Vila Yara, Adalgisa, Campesina, Jd. Guadalupe) e Itapevi, alm de orgos pblicos, bancas, restaurantes, cafs, padarias, postos de combustvel, shoppings centers, escolas, faculdades e outros.

    Diretor Executivo: J. C. Rocha | Publisher: Cludia Azevedo Editora-chefe: Graziela Costa MTB 26268 [jornalismo@girosa.com.br] | Editor de Arte: Anderson Novais | Departamento Comercial: comercial@girosa.com.br - Rua Joo Ramanho, n 512, Osasco - CEP - 06230-030 - Tel. 4208-3777. | Verso on-line na ntegra a partir da zero hora de sexta-feira. www.girosa.com.br | Impresso: Mar Mar Grfica e Editora. O Giro S/A uma publicao semanal da Editora Alphasete & Comunicao Ltda. | Tiragem: 30 mil exemplares.

    E-mail da redao: jornalismo@girosa.com.br

    2Sexta-feira, 2 de setembro de 2011

    entreaspas

    editorial

    nacional

    Quase 80% dos fumantes acenderam seus primeiros cigarros antes dos 20 anos de idade. Alm disso, em todo o pas, 33% dos adolescentes com idades entre 13 e 15 anos j experimentaram cigarros. Os dados foram divulgados pelo Ministrio da Sade na segunda-feira (29/8), Dia Nacional de Combate ao Fumo (leia matria na pgina 10). O Brasil tem leis que impedem a comercializao de cigarros para menores, porm elas no so respeitadas. O fcil acesso aos produtos contribui para a experimentao logo cedo e depois disso fica difcil deixar o vcio. A lgica simples, a maneira mais eficaz de evitar o tabagismo impedir que o jovem o experimente, para diminuirmos o nmero de fumantes.

    constitui o maior cliente do Poder Judicirio, servindo--se deste e de sua moro-sidade para postergar a soluo de questes muitas das quais j pacificadas pe-los Tribunais Superiores, abusando a no mais poder do direito de recorrer. Existe, ainda, a falta de vocao. Ausncia de vo-cao de juzes que no tem coragem de decidir, de servidores que no esto dispostos a servir, de ad-vogados que no se com-prometem com a funo Constitucional que lhe foi outorgada ser meio de realizao da justia. A to-dos estes, so necessrias punies efetivas e exem-plares, longe de qualquer corporativismo, para que a seriedade da misso a eles conferida possa ser atingi-da e no seja contaminada pelo mal agir de alguns.A Lei, constantemente alvo de crticas, j sofreu, e como instrumento dinmi-co, em constante mudana, ainda sofre constantes al-teraes para privilegiar a efetividade, ou seja, a con-cretizao das determina-es do Poder Judicirio, em prazo razovel. Todavia, mudar a Lei, isoladamente, no ser a soluo deste complexo problema, pre-ciso, sobremaneira, que se a cumpra.Propor solues alterna-

    senso comum que a Justia brasileira, apesar dos esforos h tempos envidados em sua moder-nizao, no corresponde s expectativas do jurisdi-cionado - este que sou eu, voc, ou seja, somos to-dos ns que necessitamos de um pronunciamento judicial acerca de questo cuja controvrsia deve ser resolvida pelo Poder Judi-cirio.Cobre-nos de vergonha e escarnio sociedade bra-sileira a falta de resposta s questes h anos para-lisadas nos Tribunais pas afora, a ausncia de provi-dncias efetivas aos mais justos reclamos, a demora que faz deciso judicial e, sobretudo, ao seu cumpri-mento, deixar de ter razo de ser, pois corroda que foi pelo decurso do tempo.O ponto fundamental desta inadequao, pois,

    refere-se morosidade, que envolve no apenas o tempo em que um processo ou recurso julgado, mas tambm, e principalmente, relaciona-se ao tempo ne-cessrio para que o juris-dicionado obtenha a satis-fao efetiva de seu pedido, ou seja, o momento em que a deciso judicial se trans-muda do papel para tornar--se realidade. H a carncia de recur-sos. preciso que o cidado tenha cincia que o Poder Judicirio no tem autono-mia sequer para gesto do que ele mesmo arrecada, por exemplo, com o paga-mento de custas e despesas processuais, dependendo necessariamente de repas-ses do Poder Executivo. Os repasses mdicos reali-zados no so suficientes para a contratao e manu-teno de pessoal, estrutu-rao de plano de carreira Luciana Mellario do Prado,

    Advogada Snior no De Vivo, Whitaker, Castro e Gonalves Advogados, Mestranda e Espe-cialista em Processo Civil pela PUC/SP, Especialista em Direito Constitucional e Administrativo pela Escola Paulista de Direito, Especialista em Direito Civil pelo Instituto dos Advogados de So Paulo, Graduada pela Universida-de de So Paulo

    opinioartigoLuciana Mellario do Prado

    dos servidores, atualizao tecnolgica, aquisio de insumos e todos os inves-timentos imprescindveis ao bom funcionamento do Judicirio.Temos, tambm, a cultu-ra do brasileiro com rela-o sua prpria justia. Deparamo-nos, e ineg-vel, com a utilizao incor-reta e abusiva dos instru-mentos postos disposio do jurisdicionado como forma de rolagem de dbi-tos e protelamento do cum-primento de obrigaes, o que, todavia, causa e efeito do mesmo problema, vez que a justia torna-se lenta em razo do abuso do direito de litigar e o abuso do direito de litigar se ins-tala na certeza da lentido da justia.Destaque-se que o Poder Executivo, diretamente ou por meio de suas autar-quias e empresas pblicas, Nenhum pas do mundo resolveu essa equao sem investir em sade. Quem falar que resolve isso sem dinheiro demagogo, mente para o povo, PreSidente diLMa rouSSeff (Pt), neSta quinta-feira (1), evitando defender diretaMente a criao de uM novo iMPoSto Para financiar a Sade

    cenrio urbano

    Mec vai colocar tablets em escolas pblicasO MEC (Ministrio da Educao) vai distribuir tablets, computadores pes- soais portteis do tipo prancheta, da espessura de um livro, pesando menos de um quilo a escolas p-blicas a partir do prximo ano. A informao foi divul-gada nesta quinta-feira (1) pelo ministro da Educao, Fernando Haddad, durante palestra a editores de livros escolares, na 15 Bienal do Livro. O objetivo, segundo o ministro, universalizar o acesso dos alunos tec-nologia. Haddad afirmou que o edital para a compra dos equipamentos ser publicado ainda este ano.

    Ns estamos investindo em contedos digitais edu-cacionais. O MEC investiu, s no ltimo perodo, R$ 70 milhes em produo de contedos digitais. Te-mos portais importantes, como o Portal do Professor e o Portal Domnio Pblico. So 13 mil objetos educa-cionais digitais dispon-veis, cobrindo quase toda a grade do ensino mdio e boa parte do ensino funda-mental.O ministro disse que o Haddad no soube precisar o volume de tablets que ser comprado pelo MEC, mas disse que estaria na casa das centenas de milhares. {gc}

    tivas de conflitos, como a conciliao, a mediao e a arbitragem uma via a ser adotada, todavia, devem ser encarados como opo ao litgio e no como socor-ro compulsrio ao colap-so do Poder Judicirio, do qual, diga-se de passagem,