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  • OO REPREP RTERRTER 1De 17 a 23 de Maio de 2013

  • OO REPREP RTERRTER 2De 17 a 23 de Maio de 2013

    Quero parabenizar os agentes de trnsito que esto se dedicando para a garantia de um trnsito melhor em Fazenda Rio Grande. Alm de disciplinarem o trnsito em nossa cidade, eles esto em frente as escolas garantindo a travessia de alunos e pais nas vias de grande circulao de veculos, principalmente no entorno da Escola Mario Pelanda, na Avenida Brasil. Continuem assim agentes, pois precisamos de um trnsito mais humano e disciplinado.

    Srgio Alcntara

    O Parque Verde est imundo, emporcalhado. Se hou-vesse manuteno frequente, com certeza seria um carto de visitas de Fazenda Rio Grande. Para minha surpresa, fui informado por um amigo que trabalha na prefeitura do muni-cpio, que a Estre Ambiental prometeu investir no local. Mas se prometeu, deve existir algum documento oficializando esta manuteno. Dessa forma, penso que as autoridades devem responsabilizar a Estre e exigir a revitalizao imediata do Parque Verde. Afinal queremos de volta as famlias no parque e o retorno do futebol amador no campo.

    Adilson Mendes

    Passo todos os dias de retorno do trabalho pela Rua Cesar

    Carelli, pois moro logo atrs do cemitrio e observo com satisfao o andamento da reforma e ampliao do Hospital Nossa Senhora Aparecida. Com certeza ser benfico para a nossa populao que em breve ter um local adequado e em condies para receber atendimento. Parabns a atual administrao que se esforo em buscar os recursos neces-srios para a reforma.

    Maria Eunice dos Santos

    Moro no Bairro Gralha Azul e quero parabenizar a admi-nistrao de Fazenda Rio Grande pela chegada do asfalto. Sofremos por muitos anos com lama em dia de chuva e p na seca. Mas demorou mas chegou o benefcio. Certamente que os transtornos so normais, mas o que mais importa que em breve estaremos transitando sobre o asfalto.

    Marco Aurlio Silva

    Opinio do Leitor

    Jornal Filiado a

    CNPJ:17.773.701/0001-66J.P.S. Grafica Editora de Jornal-ME

    Rua Cesar Carelli 159 - Sala 12 - Pioneiros - Fazenda Rio Grande - PR

    Direo Adminstrativo: Jhssika Patrcia -Diretor de Jornalismo: Pedro E. Silva; Depto Comercial: 41 9693-2591; Fotografias: Barbosa Junior; Dia-gramao: Alexandre | 41 9988-0224; Colaboradores: Dlson Damas, Hermes Hildebrand, Alexsandro Wojcik,Silva Junior,Carlos Forville,JP.,Emanoela Merlin,Luiz Carlos de Jesus e Paulo Pyer; Contatos: www.oreporter.jor.br | oreporterfrg@hotmail.com; Telefones: 41 3060-6863 / 9693-2591; Circulao: Semanal em Curitiba, Fazenda Rio Grande, Mandirituba, Agudos do Sul, Pinhais, Piraquara,So Jose dos Pinhais,Tijucas do Sul, Pin, Lapa, Contenda, Quitand-inha e Campo do Tenente.

    As matrias assinadas no expressam necessariamente a opinio do jornal

    A cada passo, tem al-gum anunciando algum investimento para Fazen-da Rio Grande e regio, seja do setor privado, seja do governo. E no s os polticos da ati-va como vereadores, deputados, senadores, prefeito e governador que tm buscado os holofotes para dizer que conseguiu isso ou aqui-lo. Tem muita gente de fora - mas que tentou e, com certeza, em bre-ve, buscar estar den-tro tambm partindo para essa estratgia de procurar holofotes para anunciar algum tipo de recurso, seja para Fazen-da Rio Grande ou para a regio.

    Enquanto a cidade e a regio forem benefi-ciados com essa busca incessante de recursos por parte dos polticos ou aspirantes a tal, tudo bem, porque no deixa de ser um ganho para a populao. um asfalto aqui, um viaduto ali, uma duplicao acol, uma indstria que vai gerar centenas, milhares de empregos que ajudam

    no desenvolvimento. Enquanto a disputa per-manecer assim, pode ser considerada muito sau-dvel, pois todos saem ganhando.

    O problema quan-do os anncios acabam sendo repetidos. Hoje feito por um, amanh outra pessoa anuncia o mesmo recurso e aquilo divulgado novamente como notcia nova. Alm de no ser nenhuma novidade, isso cria uma expectativa falsa na po-pulao. Tambm h de se registrar os anncios feitos sem a certeza ne-cessria de que tal coisa vai acontecer. A partir do momento em que isso comea a acontecer, a sim politicagem, pura e barata por parte daqueles que j cum-prem mandato ou que o querem. Alis, no caso de investimentos de or-dem privada, isso pode acabar atrapalhando as negociaes e colo-car em risco a atrao. Portanto, enquanto a postura provinciana se sobrepuser, haver poli-ticagem barata.

    E-mailsEnvie para: leitor@oreporter.jor.br

    Sero publicados textos com at 1.000 caracteres, desde que o autor aceite divulgar seu nome completo e a cidade. Sem estas especifi-caes o e-mail ser arquivado, bem como aqueles que contenham

    palavres ou ofensas.

    NO H TEMPO A PERDER

    Quando nossa vida no o que planejamos, quan-do nossa realidade no reflete a felicidade com a qual tanto sonhamos, apossa-se de ns um desejo irresistvel de mudar. Fica muito claro que alguma coi-sa temos de fazer, alguma deciso temos de tomar. Pressentimos que, se nossa existncia for para sempre do jeito que , que Deus nos perdoe, mas talvez nem valha a pena seguir adiante.

    H no ntimo de todos ns um desejo de felicidade que precisa ser saciado. Sabemos que, em algum lugar, existe o que procu-ramos. Tudo questo de criarmos coragem e tomarmos uma iniciativa, nos aventurarmos, e at por que no? nos

    arriscarmos, numa certa medida. Comeamos en-to a planejar mudanas, a nos preparar para a grande virada. Mas, como somos jovens e temos a vida toda pela frente, claro que no precisamos nos precipitar. Para que pressa? Afinal, no existe tanta gente em cuja porta a sorte bate, sem que a pessoa precise mover uma palha sequer? Alm do mais, amanh sempre um outro dia. Se no acontecer nada hoje, amanh faremos alguma coisa. Ou, talvez, depois de amanh. Ou, quem sabe, o ano que vem.

    Mas os dias vo pas-sando, e nada acontece. E medida que os dias vo embora e nada muda, pare-ce que vai se tornando mais difcil tomar uma atitude. Temos vontade de reagir, mas nos sentimos paralisa-dos pela apatia, pela falta

    de iniciativa.Na verdade, vamos fi-

    cando acomodados. Vamos nos habituando a apenas reclamar da vida. Vamos pouco a pouco, nos tornan-do ranzinzas e sem espe-ranas. Num determinado ponto, percebemos que os anos passaram e passa-ram rpido. Ao contrrio de ontem, quando parecia ha-ver um futuro interminvel, agora nosso tempo parece esvair-se a cada minuto. O maior crime que talvez pos-samos cometer contra ns mesmos termos um so-nho e no corrermos atrs dele com todas as nossas foras. ficarmos evitando o momento de iniciar a luta, transferindo sempre para amanh a deciso de enfrentar o desafio, per-mitindo que a preguia e o medo falem mais alto do que a vontade de ser feliz,

    esperando por um milagre que jamais acontecer.

    O mundo est cheio de pessoas que alimentam belos sonhos e altos ideais, mas no realizam nada. Falta de sorte? No: falta de iniciativa. So pessoas que sabem sonhar e desejar, mas nunca souberam sair da acomodao e lutar. Ou entendemos como o mun-do funciona, ou corremos o risco de, tambm, algum dia, nos surpreendermos lamentando: ah, se o tempo voltasse... ah, se eu tivesse outra vida... eu faria tanta coisa que no fiz... seria tudo to diferente... Mas ento s nos restar mes-mo lamentar. Fitar o hori-zonte, com o olhar perdido, espera do nada. Porque a vida no volta. A vida s vai para a frente. Ns que, se dormirmos no ponto, acabamos ficando para trs.

    Opinio

    Editorial NostalgiaNostalgia

    Esse um nibus modelo Serrote, transporte de passageiros da dcada de 50. A foto foi encontrada no Ar-quivo Pblico Municipal de Tijucas do Sul, onde h um mural com outras fotos e objetos antigos, os quais trazem muitas lembranas da histria dos tijuquenses. Para quem quiser visitar o Arquivo, ele est localizado na Rua XV, nmero 1115, no centro de Tijucas e fica aberto para visitao de segunda a sexta-feira, das 8:30h s 16h.

    Disputa saudvel ou politicagem barata?

  • OO REPREP RTERRTER 3De 17 a 23 de Maio de 2013

    Midas

    J em outros legislativos, tem vereador que fala, fala, fica patinando e no soma em nada. o caso de um edil que s vive elogiando requerimentos, indicaes e projetos de seus pares, mas que apresenta even-tualmente uma coisa ou outra. O duro que as reunies se tor-nam cansativas e sem nenhum objetivo. Pena que ns eleitores colocamos essas pessoas para nos representar. Representar?

    Falando em Cmara, a de Fazenda Rio Grande j no re-cebe aquele excelente pblico do inicio de ano. No plenrio se percebe alguns assessores, pessoal da imprensa escrita e alguns curiosos. Nada mais que isso. De toda forma, fica o aviso. As sesses acontecem todas as quartas-feiras a partir das 17h30 e tem gua mineral de grtis e uma garrafa de caf que esvazia em poucos minutos.

    Ainda da Cmara de Fazenda Rio Grande estamos sequiosos em saber quando o site vai entrar no ar. Pelo menos h cerca de dois meses a mensagem: Esta-mos alimentando o site, favor volte mais tarde! Quem quiser conferir a mensagem e a pauta da reunio do dia 18 de abril s acessar: www.camarafa-zendariogrande.pr.gov.br. Volta Josiane Liz, eminente jornalista que trabalhou com galhardia na gesto passada.

    Durante uma das sesses da Cmara de Vereadores de Fazenda Rio Grande, o presi-dente interino Eldio Ratinho pediu a palavra para discutir um determinado requerimento que estava na pauta. E falou mais ou menos desse jeito: Meus para-bns por este requerimento e ai pediu desculpas ao vereador Julinho. Desculpe Julinho, pois Meus Parabns uma frase sua... Certamente que a plateia riu. Coisas que acontecem no legislativo fazendense e claro o Foca sempre atento.

    A eleio para escolha dos

    deputados (estadual e federal) acontece no ano que vem e alguns nomes vem sendo ven-tilados pela regio. Certamente que neste momento so apenas candidatos, p