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Manejo integrado de pragas florestais

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  • NinhosSavas Quenquns

  • DanosCorte de plantas jovens causa perfilho ou perda muda

    Desfolha de plantasDiminuio da rea foliarReduz fotossntese e produo de madeira

  • Ciclo do formigueiro

  • Monitoramento dos insetos sociais Deve ser Constante :

    Assim um controle pode ser realizado corretamente, diminuindo custos e aumentando eficincia

    Eucaliptos jovens: Avaliaes semanais na rea plantada

    Adultos: Avaliaes pelo menos uma vez ao ms

  • Monitoramento de populao

  • Controle

  • Controle qumicoIsca granulada: Aplicao distribuda nas reas de trilha e atuao da formigas, Termonebulizao: Prtica eficiente, de alto custo. Consiste na mistura do ingrediente ativo a um veculo (leo diesel), os quais so nebulizados por um motor, a fumaa atinge todo o formigueiro levando o princpio.P seco: P contendo princpio ativo, polvilhado em olheiros por tcnica barata, porm exige mo-de-obra.

    UNIVERSIDADE TECNOLGICA FEDERAL DO PARANCampus Dois Vizinhos

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    Poltica de SustentabilidadeA estratgia mais adequada e aceita pelo setor agroflorestal o Manejo Integrado de Pragas (MIP), que se baseia nasrelaes ecolgicas e por ter flexibilidade em selecionar uma srie de tcnicas de controle em funo de cada situaoem particular. O MIP um sistema de controle de pragas que harmoniza aspectos ambientais associados dinmicapopulacional de espcies de pragas, que utiliza todas as tcnicas e mtodos disponveis de maneira compatvel emantm os nveis populacionais das pragas abaixo daquelas que causam danos econmicos.

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    Sirex noctilio (Hymenoptera: Siricidae)O fator que despertou o interesse do setor florestal brasileiro para a necessidade de prevenir e monitorar a presena depragas nos povoamentos de Pinus, foi o registro, em 1988, de Sirex noctilio, no estado do Rio Grande do Sul.Atualmente ela est presente em cerca de 1,5 milhes de ha, avanando pelos estados de Santa Catarina, Paran, SoPaulo e Minas Gerais.

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    Sirex noctilio F. (Hymenoptera: Siricidae) uma praga extica secundria. Os siricdeos desenvolvem-se no interior dotronco de vrias espcies e so chamados comumente de vespas-da-madeira. um grupo associado com conferas eangiospermas, cuja origem o Hemisfrio Norte.

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    Sirex noctilio F. uma espcie nativa da Europa, Turquia e Norte da frica, cuja distribuio atual atinge os seguintespases: Aores, frica do Sul, Alemanha, Argentina, Austrlia , ustria, Blgica, Brasil, Canad, Chile, Chipre,Dinamarca, Estados Unidos, Inglaterra, Finlndia, Frana, Grcia, Hungria, Monglia, Nova Zelndia, Noruega,Polnia, Repblica Tcheca, Romnia, ex-Unio Sovitica e Uruguai.Na regio de origem, S. noctilio uma praga secundria, porm, nos pases onde foi introduzida, como Nova Zelndia,Austrlia, Uruguai, Argentina, Brasil, frica do Sul e, mais recentemente, Canad e Estados Unidos, tornou-se aprincipal praga das florestas de Pinus. As espcies hospedeiras so principalmente aquelas do gnero Pinus, alm deAbies, Larix, Picea e Pseudotsuga.

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    Monitoramento para a deteco precoce de Sirex noctilio

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    Controle silvicultural: preveno

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    *Monitoramento para a deteco precoce de Sirex noctilio.O programa previa originalmente a localizao (mapeamento) de todas as florestas de Pinus spp. atravs de imagens desatlite. Previa tambm, o registro em mapas detalhados de todas estas florestas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina eParan e de dados sobre o nmero e localizao de agrupamentos de rvores armadilha instalados, dos pontos depresena de Sirex e de pontos de liberao de nematides e parasitides, alm de buscas areas e terrestres.As rvores inicialmente atacadas pela vespa-de-madeira so aquelas que apresentam um menor dimetro e/ouencontram-se debilitadas, embora possa ocorrer tambm, de forma espordica, o ataque em rvores dominantes.A utilizao de rvores-armadilha que so estressadas atravs da injeo de herbicida, a tcnica mais adequada eeficiente para a deteco precoce desta praga e para o monitoramento de sua disperso. Alm disso, a deteco nosestgios iniciais e colonizao de S. noctilio, proporciona pontos para liberao de agentes de controle biolgico epermite a realizao de desbastes antes que a praga atinja nveis de dano. A manuteno de um sistema de rvoresarmadilhapode aumentar, significativamente, a eficcia do controle biolgico da vespa-da-madeira.A intensidade de aplicao do mtodo, deve basear-se numa anlise de risco da introduo e disperso da praga em cadaRegio. A Embrapa Florestas recomenda que devem ser instalados quatro grupos de cinco rvores de preferncia comDAP entre 10 e 20 cm, a cada 100ha. A instalao de rvores armadilha deve ser realizada entre os meses de agosto asetembro, ou seja, aproximadamente dois meses antes do pico populacional dos adultos da vespa-da-madeira, queocorre, geralmente, entre novembro e dezembro. Os grupos devero ser revisados em janeiro e maio, para verificar-se, apresena ou no do ataque do inseto. *Controle silvicultural: prevenorvores resistentes S. noctilio so aquelas que se mantm sem injrias, apresentando crescimento vigoroso em stiosbons e talhes bem manejados. O nvel de mortalidade das rvores significativamente, relacionado com o DAP no tronco; rvores com DAP baixo tm um ndice de mortalidade maior que as de DAP mais elevado, dentro de um mesmopovoamento .Dentre as prticas silviculturais o desbaste e uma das mais importantes. Desbastes so conduzidos para acelerar oumodificar o curso da competio. A maior parte dos desbastes, reduz perdas por agentes de dano, no somente pelapreveno, como tambm pelo aumento de vigor e resistncia das rvores. Somente sob circunstancias especiais, odesbaste aumenta a suscetibilidade das rvores ao ataque de insetos, no caso da vespa-da-madeira, poder aumentar asuceptibilidade ao ataque, se este for realizado no perodo de revoada do inseto.O controle de Sirex noctilio atravs de mtodos silviculturais tem sido amplamente recomendado devido ao fato davespa-da-madeira, ser atrada para rvores estressadas ou recentemente mortas. A realizao de desbastes nospovoamentos em idades adequadas, a fim de reduzir a competio entre rvores e remover rvores dominadas,bifurcadas, deformadas e danificadas, contribui para minimizar o risco de surtos da vespa-da-madeira. Alm disso, recomendvel restringir as operaes de desbaste e poda alta, em perodos que antecedem o perodo de revoada dapraga.*Controle biolgicoA utilizao de agentes de controle biolgico a medida mais eficaz para o controle desta praga, destacando-se a aode Deladenus siricidicola, um nematide que esteriliza as fmeas. O manejo florestal associado utilizao destesagentes, tem possibilitado o controle da praga.As culturas de D. siricidicola foram importadas da Austrlia e introduzidas no Brasil em 1989/90 e 1994. Estenematide o organismo mais eficiente no controle da vespa-da-madeira esterilizando as fmeas do inseto. Eleapresenta dois ciclo de vida: um micetfago ou de vida livre, quando alimenta-se do fungo simbionte de S. noctilio eoutro de vida parasitria, dentro de larvas, pupas e adultos da vespa-da-madeira. Por apresentar o ciclo de vida livre,pode ser multiplicado em laboratrio, em meio de cultura de gar com dextrose de batata e em meio de trigo. Ao serliberado no campo, pode atingir nveis de parasitismo prximos a 100%.No Brasil, alm do nematide, foi introduzido acidentalmente, o parasitide de ovos ou de larvas em estgio inicial,Ibalia leucospoides, o qual atinge ndice de parasitismo entre 23 a 25%, bem como duas espcies de ichneumondeosRhyssa persuasoria e Megarhyssa nortoni, os quais no se estabeleceram por diferentes razes.*