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Trabalho, fauvismo, modernismo etc

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ndiceIntroduo................................................................................02

Modernismo - contexto histrico............................................03

Modernismo - contexto artstico.............................................04

Modernismo - Filosofia............................................................05

Cubismo Contexto histrico..................................................06

Cubismo Contexto artstico..................................................07

Cubismo filosofia...................................................................08

Expressionismo Contexto histrico.......................................09

Expressionismo Contexto artstico........................................10

Expressionismo filosofia.......................................................11

Futurismo Contexto histrico...............................................12

Futurismo Contexto artstico................................................13

Futurismo filosofia................................................................14

Abstracionismo Contexto histrico.......................................15

Abstracionismo Contexto artstico........................................16

Abstracionismo Filosofia.......................................................17

Dadasmo Contexto histrico.......................................18

Dadasmo Contexto artstico........................................19

Dadasmo Filosofia.......................................................20

Fauvismo Contexto histrico.......................................21

Fauvismo Contexto artstico........................................22

Fauvismo Filosofia.......................................................23

Bibliografia24

IntroduoO presente trabalho ir apresentar o contexto histrico, artstico, e filosfico dos principais movimentos do sculo XX, que so: Modernismo, Cubismo, Expressionismo, Futurismo, Abstracionismo, Dadasmo e Fauvismo.

ModernismoContexto histrico.

Omodernismofoi ummovimento literrio e artstico do incio do sc. XX, cujoobjetivoera o rompimento com o tradicionalismo (parnasianismo,simbolismo e a arteacadmica), a libertao esttica, a experimentao constante e, principalmente, a independncia cultural do pas. Apesar da fora domovimentoliterriomodernista a base deste movimento se encontra nasartes plsticas, com destaque para a pintura.No Brasil, este movimento possui como marco simblico aSemana de Arte Moderna, realizada em 1922, na cidade de So Paulo, devido ao Centenrio da Independncia. No entanto, devemos lembrar que o modernismo j se mostrava presente muito antes do movimento de 1922. As primeiras mudanas na cultura brasileira que tenderam para o modernismo datam de 1913 com as obras do pintorLasar Segall; e no ano de 1917, a pintoraAnita Malfatti, recm-chegada daEuropa, provoca uma renovao artstica com a exposio de seus quadros. A este perodo chamamos de Pr-Modernismo(1902-1922), no qual se destacam literariamente,Lima Barreto,Euclides da Cunha,Monteiro Lobatoe Augusto dos Anjos; nesse perodo ainda podemos notar certa influncia de movimentos anteriores como realismo/naturalismo, parnasianismo e simbolismo.

Contexto artstico.

Em A Estudante, Anita Malfatti faz uso de certa deformao moderada, procurando fugir de modelos clssicos. A tcnica, que contava com tintas diluidas aplicadas tela, causou grande alvoroo na elite provinciana de So Paulo, incluindo at mesmo monteiro lobato.O quadro foi pintado logo que Anita conheceu o escritor Mrio de Andrade, que a incentivou a "pintar com a alma". Por esse motivo, A Estudante apresenta uma deformao mais terna, j que o escritor havia, de certa maneira, despertado paixo no corao da artista.

Abaporu umquadroem pincel sobre tela dapintorabrasileiraTarsila do Amaral.Hoje, a tela brasileira mais valorizada no mundo, tendo alcanado o valor de US$ 1,5 milho, pago pelo colecionador argentino Eduardo Costantini em 1995. Encontra-se exposta noMuseu de arte latino-americana de Buenos Aires(MALBA). Abaporu vem dos termos emtupiaba(homem),pora(gente) e(comer), significando "homem que come gente. O nome uma referncia antropofagia modernista, que se propunha a deglutir a cultura estrangeira e adapt-la ao Brasil.Filosofia

Nafilosofia, os movimentos positivista eracionalistaestabeleceram uma valorizao darazoe dosistema.Contra estas correntes estavam uma srie de ideias. Algumas delas eram continuaes diretas das escolas de pensamento romnticas. Notveis eram os movimentosbuclicoserevivalistasnasartes plsticase napoesia(por exemplo, aIrmandade pr-rafaelitae a filosofia deJohn Ruskin). O Racionalismo tambm manifestou respostas do anti-racionalismo na filosofia. Em particular, a visodialticadeHegelda civilizao e da histria gerou respostas deFriedrich NietzscheeSoren Kierkegaard, principal precursor doExistencialismo. Adicionalmente,Sigmund Freudofereceu uma viso dos estados subjetivos que envolviam uma mente subconsciente repleta de impulsos primrios e restries contrabalanantes, eCarl Jungcombinaria a doutrina de Freud com uma crena na essncia natural para estipular uminconsciente coletivoque era repleto de tipologias bsicas que a mente consciente enfrentou ou assumiu. Todas estas reaes individuais juntas, porm, ofereceram um desafio a quaisquer ideias confortveis de certeza derivada da civilizao, da histria ou da razo pura.

CubismoContexto histrico.Ocubismocomeou no ano de 1907, quandoPablo Picasso terminou seu conhecidssimo quadro As Senhoritas de Avignon, considerado o ponto de partida deste movimento. Pablo Picasso e George Braque inspiraram o cubismo e dentre os principaismestrespodemos citar Fernand Leger, Juan Gris, Albert Gleizes e Jean Metzinger.O cubismo um tipo de arte considerada mental, ou seja, desliga-se completamente da interpretao ou semelhana com a natureza, a obra tem valor em si mesma, como maneira de expresso das ideias. A desvinculao com a natureza obtida atravs da decomposio da figura em seus pequenos detalhes, em planos que sero estudados em si mesmos no na viso total do volume. Desta forma, um objeto pode ser observado de diferentes pontos de vista, rompendo com a perspectiva convencional e com a linha de contorno. As formas geomtricas invadem as composies, as formas observadas na natureza so retratadas de forma simplificada, em cilindros, cubos ou esferas. O cubismo nunca atravessou o limite da abstrao, as formas foram respeitadas sempre. As naturezas mortas urbanas e os retratos so temas recorrentes neste movimento artstico.

Contexto artstico.

A obra As Senhoritas de Avignon foi pintada porPablo Picassoem 1907. Representa um bordel na cidade de Avignon, onde cinco prostitutas se exibem ao observador.

Medindo 350 por 782 cm, esta tela pintada a leo normalmente tratada como representativa dobombardeiosofrido pela cidadeespanholadeGuernicaem26 de abrilde 1937 por aviesalemes, apoiando o ditadorFrancisco Franco. Atualmente est noCentro Nacional de Arte Rainha Sofia, emMadrid.Filosofia.O filsofo americano William James (1842-1910), na carta que escreveu a Henri Bergson em 14 de dezembro de 1902, comenta a leitura que fizera de Matire et Memoire, uma das mais importantes obras do filsofo francs:Meu caro senhor, li a cpia de seu Matire et Memoire, que to gentilmente me foi enviada pelo senhor, imediatamente ao receb-la, quatro anos atrs ou mais. Vi sua grande originalidade, mas achei suas idias to novas e vastas que no pude ter certeza se as havia compreendido inteiramente, ainda que o estilo [...] fosse lcido o suficiente. Ento deixei o livro de lado para uma segunda leitura, que acabo de concluir, lenta e cuidadosamente, junto com a de Donnes Immediates; etc. Acho que agora compreendo bem as principais linhas de seu sistema ainda que, evidentemente, no consiga traar as relaes apropriadas com os aspectos da experincia dos quais o senhor no trata. [...]. Este livro ocasiona uma espcie de revoluo copernicana assim como os Princpios de Berkeley ou a Crtica de Kant; e ir, provavelmente, medida que seja mais e mais conhecido, abrir uma nova era na discusso filosfica.O prprio James contribuiu para a renovao no pensamento do sculo XX ao, pelo menos, a dcada de 1870, estudar a historicidade inerente experincia humana, os efeitos da passagem do tempo na psicologia e na estruturao da conscincia e a infinita singularidade e criatividade de cada indivduo assim concebido (tipo de viso que se relaciona com sua notvel tolerncia a outros povos e culturas ainda na juventude). Em 1884 so publicados na revista Mind seus dois famosos artigos sobre a ideia de pensamento como fluxo e sobre a concepo de emoes como sensaes orgnicas, conforme nos informa Stephen Kern.Uma relevante introduo ao pensamento de Henri Bergson (1859-1941) , pois, apresentada pelo prprio William James em seu Bergson e sua crtica do intelectualismo (1909), aqui reproduzida parcialmente, conferncia que integra seu ltimo livro, A Pluralistic Universe. Outra interessante introduo ao pensamento bergsoniano, que no apenas traa as linhas gerais da teoria do filsofo francs, mas tambm a associa s proposies da arte simbolista, A filosofia do sr. Bergson e o lirismo contemporneo (1910), de um ex-aluno do filsofo, o crtico Tancrde de Visan (1878-1945). O impacto da filosofia de Bergson sobre os movimentos artsticos do incio do sculo XX, sobretudo o cubismo, no pode ser desconsiderado, e um relativamente completo mapeamento desse cenrio est disponvel nos textos Time and Bergson; Bergson, poetry and painting, Bergson and sculpture e Anti-Bergsonists, de Mark Antliff e Patricia Leighten, aqui indicados como leitura complementar.Ainda outra dimenso do estudo do cubismo sua repercusso na literatura, to bem evidenciada no poema Se eu lhe dissesse (1923), de Gertrude Stei