Trab inovação

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<ul><li> 1. ConsultoriaEmpresarial Inovao Douglas Piva Gustavo Moraes RebecaPiva</li></ul> <p> 2. Inovaooato de explorar novasideias com sucesso. Tipos de inovao:Modelo de NegcioModelo de GestoProdutoeServioProcessos 3. Modelo de NegcioRefereaogerenciamento, aosprojetos, polticaea culturadaempresa,focandoeagregandomaior valor aocliente,buscando a reduoconstante decustoseampliandooconhecimentodaempresa. 4. Modelo de GestoA criao um ambiente dentro das empresasque promova e incentive o uso da criatividadedos funcionrios e estimulando-os aexperimentar suas idias. Estamos falando declima e cultura organizacional e de motivaodos funcionrios. 5. ProdutoeServioA inovaoocorre de forma tecnolgicapara a diferenciao no Mercado. 6. ProcessosCostuma ocorrer na produo e na logstica,onde o investimento ocorre em softwares eem mtodos contnuos de melhoramento,diminuindo os custos e aumentando aqualidade da produo e distribuio. 7. Inovao X InvenoO economista Schumpeter, naqualcriaumalinhadivisria entreinvenoeinovao, naqual se diferenciava ainovaopelofato de ganhoeconmico. 8. Consultor de NegcioO foco do consultor de negcio a soluo doproblema identificado pela empresa, ou umabarreira que limita seu desempenho. Oconsultor de negcio focado no curto emdio prazo (onde a soluo do problemasurte claro efeito no faturamentoinstantneo). 9. Consultor de GestoO foco do consultor de gesto est namelhoria do desempenho empresarial, comoest preocupado com o ambiente, motivaodos funcionrios, atingimento eficaz dasmetas propostas, treinamento adequado dosrecursos humanos. 10. DestruioCriativa oato deaperfeioaroprodutoouprocesojexistenteeaolan-lo no mercadofaz com que, namaioriados casos, osprpriosprodutospara sediferenciardaconcorrncia,perdemsignificativamenteo valor,canabalizando-os. 11. Incubadoras um projeto com a finalidade deauxiliarempresasinovadorasemseusprimeirosanos de vidas, at se entruturarem. 12. Retirado de As Fragilidades das Incubadoras Universitrias de Cooperativas no BrasilArtigo Apresentado na V Jornada Latinoamericana de Cincia Tecnolgica e Sociedade ESOCITE, noperodo de 10/03 a 12/03 em Toluca, Mxico. Dessa forma, acredita-se ento, que asincubadoras de cooperativas dispem de ummanancial de recursos humanos (professores ealunos) interessados em aprender e a trabalharjuntos com as comunidades carentes envolvidas,compondo assim um projeto de ensino, pesquisae extenso universitria, na qual, o simples fatode nascer e se desenvolver no ambienteuniversitrio tornar este arranjo institucionalexitoso. 13. Contudo, faz-se necessrio transcender essaviso simplista e ingnua, constatada, pormeio de leituras e de contatos comprofessores e alunos envolvidos com omovimento das incubadoras de cooperativas,uma vez que, o contexto em que surge e sedesenvolve esse arranho institucional , deum lado, oportuno para o seudesenvolvimento e crescimento e ao mesmotempo ameaador. 14. MCTI Ministrio da Cincia, Tecnologia e Inovao(MCTI) foi criado pelo Decreto 91.146, em 15 de maro de 1985 Estrutura:1. Secretaria de Polticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (SEPED)2. Secretaria de Cincia e Tecnologia para Incluso Social (SECIS)3. Secretaria de Desenvolvimento Tecnolgico e Inovao (SETEC)4. Secretaria de Poltica de Informtica (SEPIN) 15. Lei da Inovao Lei n 10.973, de 2 de dezembro de 2004 Reflete a necessidade do pas de que odesenvolvimento de novas ideias sejarealizado com eficincia, visando alcanar aconcorrncia que atravs dessedesenvolvimento se destacou entre os demais. 16. Gesto de Conhecimento Gesto do Conhecimento o processosistemtico de identificao, criao,renovao e aplicao dos conhecimentos queso estratgicos na vida de uma organizao A gesto do conhecimento serve para que aempresa se conhea melhor e a partir dissopasse a ter mais assertividade e segurana nahora de tomarem suas decises. 17. Conhecimento Explcito o que pode ser articulado na linguagemformal, inclusive em afirmaes gramaticais,expresses matemticas, especificaes,manuais etc., facilmente transmitido,sistematizado e comunicado. Ele pode sertransmitido formal e facilmente entre osindivduos. Esse foi o modo dominante deconhecimento na tradio filosfica ocidental. 18. Conhecimento tcito o conhecimento pessoal incorporado experincia individual e envolve fatoresintangveis como, por exemplo, crenaspessoais, perspectivas, sistema de valor,insights, intuies, emoes, habilidades considerado como uma fonte importante decompetitividade entre as organizaes. Spode ser avaliado por meio da ao. 19. Espiral do conhecimento 20. Processo Criativo x Aprendizagem Processo criativo em trs princpios:1. Ateno: Ao nos concentrarmos, preparamos nossa mente para romper com a realidade existente e se abrir para a percepo de possibilidades e conexes que normalmente no enxergamos.A verdadeira viagem do descobrimento noconsiste na procura de novas paisagens, masem ter novos olhos Marcel Proust. 21. Processo Criativo x Aprendizagem2. Fuga: o segundo princpio do processo criativo nos chama a escapar mentalmente dos nossos atuais modelos de pensamento. a hora de refletir sobre os nossos bloqueios mentais e derrubar as paredes que limitam nossa imaginao ao que sempre fizemos, ao que confortvel e seguroVoc no pode resolver um problema com amesma atitude mental que o criou AlbertEinstein. 22. Processo Criativo x Aprendizagem3. Movimento: o terceiro princpio nos leva a continuar a explorao e combinao de novas ideias. o momento de dar asas imaginao e gerar novas alternativas, sem perder de vista os propsitos do processo criativo. o momento de fazer conexes inslitas, de ver analogias e relaes entre ideias e objetos que no eram anteriormente relacionados. 23. Processo Criativo x Aprendizagem 24. Processo Criativo x Aprendizagem Aprendizagem um processo de mudana decomportamento obtido atravs da experinciaconstruda por fatores emocionais,neurolgicos, relacionais e ambientais.Aprender o resultado da interao entreestruturas mentais e o meio ambiente. 25. Bibliografia*CO-CRIAO DE VALOR: INOVAO NO MODELO DE NEGCIO OBTENDO VANTAGEM COMPETITIVA (REVISTA JOVENS PESQUISADORES - ANO IV, N.10, JAN./JUL.2009*INNOSCIENCE CONSULTORIA (AMPLITUDE DO CONCEITO DE INOVAO. *(Van de Ven et al, 1989). [] McFadzean et al (2005, p. 3)</p>