trab cavitação

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CavitaoOrigem: Wikipdia, a enciclopdia livre.

Ir para: navegao, pesquisa Cavitao o nome que se d ao fenmeno de vaporizao de um lquido pela reduo da presso, durante seu movimento a uma temperatura constante. Para todo fluido no estado lquido pode ser estabelecida uma curva que relaciona a presso temperatura em que ocorre a vaporizao. Por exemplo: na presso atmosfrica a temperatura de vaporizao da gua de cerca de 100C. Contudo, a uma presso menor, a temperatura de vaporizao tambm se reduz. fato sabido e previsvel - com a ajuda do Teorema de Bernoulli - que um fluido escoando, ao ser acelerado, tem uma reduo da presso, para que a sua energia mecnica se mantenha constante. Considere-se um fluido no estado lquido escoando com uma temperatura T0 e a uma presso P0. Em certos pontos devido acelerao do fluido, como em um bocal ou em uma vlvula, a presso pode cair a um valor menor que a presso mnima em que ocorre a vaporizao do fluido (Pv) na temperatura T0. Ento ocorrer uma vaporizao local do fluido, formando bolhas de vapor. A este fenmeno costuma-se dar o nome de cavitao (formao de cavidades dentro da massa lquida). A cavitao comum em bombas de gua e de leo, vlvulas, turbinas hidrulicas,propulsores navais, pistes de automveis e at em canais de concreto com altas velocidades, como em vertedores de barragens. Ela deve ser sempre evitada por causa dos prejuzos financeiros que causa devido a eroso associada, seja nas ps de turbinas, de bombas, em pistes ou em canais. Estas bolhas de vapor que se formaram no escoamento devido baixa presso, sero carregadas e podem chegar a uma regio em que a presso cresa novamente a um valor superior Pv. Ento ocorrer a "imploso" dessas bolhas. Se a regio de colapso das bolhas for prxima a uma superfcie slida, as ondas de choque geradas pelas imploses sucessivas das bolhas podem provocar trincas microscpicas no material, que com o tempo iro crescer e provocar o descolamento de material da superfcie, originando uma cavidade de eroso localizada. Este um fenmeno fsico molecular e que se dissemina e tende a aumentar com o tempo causando a runa dos rotores. Na engenharia hidrulica e na engenharia mecnica grande a preocupao com a cavitao, assim como com a abraso das areias e demais sedimentos transportados pela gua no interior de bombas e

turbinas, sobretudo devido aos prejuzos que podem causar nas estaes elevatrias e nas usinas hidreltricas. No se deve confundir o fenmeno qumico da corroso com os fenmenos fsicos da cavitao e da abraso,embora os efeitos nas ps de bombas e de turbinas sejam parecidos.

[editar] Ver tambm

Engenharia Hidrulica Turbina Corroso Sedimento Energia hidrulica Turbina hidrulica Bomba hidrulica Vertedouro

[editar] Bibliografia

"Manual de Hidrulica" - Azevedo Netto - Ed. Blucher- So Paulo, 1999.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Cavita%C3%A7%C3%A3o" Categorias: Fases da matria | Bombas d'gua | Hidrulica | Mecnica de fluidos | Energia | Engenharia | Tecnologia

A corroso metlica a transformao de um material metlico ou liga metlica pela sua interao qumica ou eletroqumica num determinado meio de exposio, processo que resulta na formao de produtos de corroso e na liberao de energia. Geralmente, a corroso metlica (por mecanismo eletroqumico), est associada exposio do metal num meio no qual existe a presena de molculas de gua, juntamente com o gs oxignio ou ons de hidrognio, num meio condutor. A adoo de uma ou mais formas de proteo contra a corroso dos metais deve levar em conta aspectos tcnicos e econmicos. Entre os aspectos tcnicos, o meio de exposio um parmetro de grande importncia. Quanto a este parmetro, o uso de inibidores de corroso

ou o controle de agentes agressivos (SO2, H+, Cl-) so impraticveis nos casos em que se deseja proteger um determinado metal contra a corroso atmosfrica e o mesmo vale para a utilizao da proteo catdica, restando nestes casos somente a modificao do metal ou a interposio de barreiras como uma alternativa para proteo contra a corroso. Em alguns casos, a modificao do metal perfeitamente aplicvel, citando como exemplo, a utilizao do alumnio e suas ligas em componentes como esquadrias, portas e janelas ao invs do aocarbono. No entanto, para estruturas de grande porte, nas quais a resistncia mecnica um requisito importante, o alumnio e suas ligas nem sempre podem ser utilizados, sendo os aos inoxidveis ou os aos aclimveis, potenciais materiais alternativos. A utilizao dos aos inoxidveis nem sempre economicamente vivel, enquanto que a utilizao dos aos aclimveis esbarra na questo de condies de exposio, visto que estes s apresentam desempenho satisfatrio em atmosferas moderadamente contaminadas com compostos de enxofre e em condies de molhamento e secagem, alm da sua limitao de utilizao em atmosferas com alta concentrao de cloretos como, por exemplo, as marinhas severas. Em resumo, so muitos os casos em que os metais ferrosos (aocarbono ou ferro fundido) continuam sendo os materiais mais adequados para utilizao em estruturas expostas a atmosferas em geral, restando to somente a interposio de uma barreira entre este metal e o meio como uma forma de proteo contra a corroso. Para esta finalidade, tanto os revestimentos orgnicos (tintas), como os inorgnicos (revestimentos metlicos ou de converso como a anodizao, cromatizao) ou uma combinao dos dois so utilizados. A escolha de um sistema de proteo contra a corroso para os metais ferrosos (como o ao-carbono) depender de uma srie de fatores, citando como um dos principais, o grau de corrosividade do meio. Na engenharia hidrulica e na engenharia mecnica grande a preocupao com a corroso em bombas e em turbinas, sobretudo devido aos prejuzos que podem causar nas estaes elevatrias e nas usinas hidreltricas. No se deve confundir o fenmeno qumico da corroso com os fenmenos fsicos da cavitao e da abraso,embora os efeitos nas ps de bombas e de turbinas sejam parecidos.

A corroso metlica a transformao de um material metlico ou liga metlica pela sua interao qumica ou eletroqumica num determinado meio de exposio, processo que resulta na formao de produtos de corroso e na liberao de energia. Geralmente, a corroso metlica (por mecanismo eletroqumico), est associada exposio do metal num meio no qual existe a presena de molculas de gua, juntamente com o gs oxignio ou ons de hidrognio, num meio condutor. A adoo de uma ou mais formas de proteo contra a corroso dos metais deve levar em conta aspectos tcnicos e econmicos. Entre os aspectos tcnicos, o meio de exposio um parmetro de grande importncia. Quanto a este parmetro, o uso de inibidores de corroso ou o controle de agentes agressivos (SO2, H+, Cl-) so impraticveis nos casos em que se deseja proteger um determinado metal contra a corroso atmosfrica e o mesmo vale para a utilizao da proteo catdica, restando nestes casos somente a modificao do metal ou a interposio de barreiras como uma alternativa para proteo contra a corroso. Em alguns casos, a modificao do metal perfeitamente aplicvel, citando como exemplo, a utilizao do alumnio e suas ligas em componentes como esquadrias, portas e janelas ao invs do aocarbono. No entanto, para estruturas de grande porte, nas quais a resistncia mecnica um requisito importante, o alumnio e suas ligas nem sempre podem ser utilizados, sendo os aos inoxidveis ou os aos aclimveis, potenciais materiais alternativos. A utilizao dos aos inoxidveis nem sempre economicamente vivel, enquanto que a utilizao dos aos aclimveis esbarra na questo de condies de exposio, visto que estes s apresentam desempenho satisfatrio em atmosferas moderadamente contaminadas com compostos de enxofre e em condies de molhamento e secagem, alm da sua limitao de utilizao em atmosferas com alta concentrao de cloretos como, por exemplo, as marinhas severas. Em resumo, so muitos os casos em que os metais ferrosos (aocarbono ou ferro fundido) continuam sendo os materiais mais adequados para utilizao em estruturas expostas a atmosferas em geral, restando

to somente a interposio de uma barreira entre este metal e o meio como uma forma de proteo contra a corroso. Para esta finalidade, tanto os revestimentos orgnicos (tintas), como os inorgnicos (revestimentos metlicos ou de converso como a anodizao, cromatizao) ou uma combinao dos dois so utilizados. A escolha de um sistema de proteo contra a corroso para os metais ferrosos (como o ao-carbono) depender de uma srie de fatores, citando como um dos principais, o grau de corrosividade do meio. Na engenharia hidrulica e na engenharia mecnica grande a preocupao com a corroso em bombas e em turbinas, sobretudo devido aos prejuzos que podem causar nas estaes elevatrias e nas usinas hidreltricas. No se deve confundir o fenmeno qumico da corroso com os fenmenos fsicos da cavitao e da abraso,embora os efeitos nas ps de bombas e de turbinas sejam parecidos.

A corroso metlica a transformao de um material metlico ou liga metlica pela sua interao qumica ou eletroqumica num determinado meio de exposio, processo que resulta na formao de produtos de corroso e na liberao de energia. Geralmente, a corroso metlica (por mecanismo eletroqumico), est associada exposio do metal num meio no qual existe a presena de molculas de gua, juntamente com o gs oxignio ou ons de hidrognio, num meio condutor. A adoo de uma ou mais formas de proteo contra a corroso dos metais deve levar em conta aspectos tcnicos e econmicos. Entre os aspectos tcnicos, o meio de exposio um parmetro de grande importncia. Quanto a este parmetro, o uso de inibidores de corroso ou o controle de agentes agressivos (SO2, H+, Cl-) so impraticveis nos casos em que se deseja proteger um determinado metal contra a corroso atmosfrica e o mesmo vale para a utilizao da proteo catdica, restando nestes casos somente a modificao do metal ou a

interposio de barreiras como uma alternativa para proteo contra a corroso. Em alguns casos, a modificao do metal perfeit