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  • 7/23/2019 Tapioca Ria

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    Tapiocaria - Idias de Negcios

    Tapiocaria Apresentao do Negcio Tal como a rapadura e a feijoada, a tapioca uma comidatpica do Brasil, integrando opatrimnio gastronmico e culturalnacional. Seu consumo entre ns herana indgena, vinculada a outratradio alimentar denossa cultura - a mandioca. Muito consumida emtodo o norte e nordeste brasileiro a tapioca est, aos poucos,marcandoa sua presena nos cardpios de todo o Brasil. Cada lugar tem um jeitoprprio de fazer esta delcia. Pode sersalgada ou doce e o recheioincluir ingredientes como banana, chocolate, camaro, carne-de-sol,conforme o gosto dofregus, mas a mais tradicional feita com cocoe queijo.Produto saboroso, de rpido consumo e

    principalmentebarato, seja como substituta do lanche vespertino, ou do jantar, atapioca que era uma iguaria tpica donorte e nordeste, viroucoqueluche em outras regies do Brasil. A cada dia surgem novospontos especializados na vendado produto, as chamadas Tapiocarias,cujo carro-chefe a venda de tapioca com recheios inusitados e outrosprodutosa base de mandioca a reboque do sucesso.Aviso: Antes deconhecer este negcio, vale ressaltar que os tpicos a seguirno fazemparte de um Plano de Negcio e sim do perfil do ambiente no qual oempreendedor ir vislumbrar umaoportunidade de negcio como adescrita a seguir. O objetivo de todos os tpicos a seguir desmistificar e dar uma visogeral de como um negcio se posicionano mercado. Quais as variveis que mais afetam este tipo de negcio?Como secomportam essas variveis de mercado? Como levantar asinformaes necessrias para se tomar a iniciativa deempreender?MercadoO fluxo migratrio e turstico do pas transformou a tapiocade vedete da culinria do norte enordeste em iguaria disputada emmuitos restaurantes de outras regies brasileiras. Sua versatilidade epossibilidade decombinao com diversos ingredientes tambmconquistou consumidores de todas as classes sociais, sendo servidaemambientes bem diferenciados que vo desde barraquinhas de rua atrestaurantes sofisticados. As tapiocarias fazemparte do chamadomercado de alimentao fora do lar (Food Service) que, no Brasil,cresce a taxas acima de 10% ao ano,

    confirmando uma tendncia demudana no comportamento das famlias brasileiras. Comer fora decasa com maiorfreqncia se tornou um hbito do brasileiro, que jsupera a mdia de algumas economias de pases desenvolvidos. oque aponta o estudo "Alimentao fora do lar na viso do consumidorbrasileiro", desenvolvido pela Gouva de Souza -GS&MD,consultoria de consumo especializada em varejo, (disponvelhttp://bgasystems.blogspot.com/2010/11/a....Acesso em 05 mar2011). De acordo com o levantamento, nos ltimos 10 anos, aalimentao fora do lar subiu de 17%para 31,1% das despesasfamiliares com alimentao no Brasil. O nmero ultrapassa a mdia de27 pases da UnioEuropia, como Alemanha (20%), Frana (22%) eItlia (14%). O Estudo revela ainda que a fora do segmento semostramais forte na Classe A, onde a participao nas despesas comalimentao supera a mdia do pas do fast food, maiorconsumidor dealimentos fora do lar. As classes A1 e A2 registraram,respectivamente, uma participao de 49,3% e42,2%, enquanto osEstados Unidos tem uma mdia de 42%. Analistas destacam que o fatodas despesas com o gastode comer e beber fora casa dessasclasses estar compatvel com o grande consumidor do mundo nosegmento realmente impressionante. E a tendncia de aumento noBrasil com o crescimento da classe C. O mercado de FoodServicemovimenta atualmente cerca de 181,1 bilhes de reais no Pas. Naregio Sudeste onde est concentrado o

    maior percentual do pas,com 37,2% da participao nas despesas com alimentao. O tipo dealimentao fora de casa bastante variado e abrange todas asrefeies do dia, do caf da manh aos lanches fora de hora. Entre oscritrios deescolha na hora de fazer essa refeio fora do lar aprioridade o produto (alimento), com 32%. O estabelecimento(19%),o preo (18%), a convenincia (16%) e o servio (15%),aparecem na seqncia como quesitos que mais pesam naescolha.LocalizaoA Tapioca um alimento que, tradicionalmente, est inseridona cultura alimentar do povo nortista enordestino. Desta forma, cadanova Tapiocaria aberta nestes territrios, j conta com uma demandaculturalmentehabituada a consumir o produto. Em outras regies dopas, no entanto, a escolha do local de instalao de uma tapiocariauma deciso que requer um pouco mais de ateno. Para facilitar suadeciso, o empreendedor pode dividir o seu estudoem duas partes:Escolha da Regio de Instalao e Escolha do Imvel Escolha daRegio de Instalao: Apesar da tapiocaser um produto verstil econstar do cardpio at mesmo de restaurantes renomados, a escolhada regio de instalaode uma tapiocaria deve envolver umapr-anlise do seu pblico-alvo. Em estados fora do Eixo Norte eNordeste doBrasil, o empreendedor deve buscar locais, na cidadeonde pretende abrir o negcio, cuja presena de pessoas comlaosculturais com o norte e nordeste seja representativa (o que no umatarefa difcil em qualquer lugar do Brasil) e istopode incluir bairrosresidenciais, regies centrais, feiras nordestinas, etc, conforme cadaestado e cidade do pas. Qualquerque seja o grupo culturalpredominante do pblico-alvo de sua tapiocaria, ele certamente ircontar pessoas de ambosos sexos e de todas as faixas etrias, podendovariar a classe social, conforme o local e a estrutura do negcio.Valelembrar, que no ramo de alimentao os pontos comerciais prximos alocais de grande circulao de pessoas sopromessa de um bomfaturamento. Sendo assim, o empreendedor deve dar preferncia aregies centrais de bairros ouda prpria cidade, como por exemplo,locais prximos a terminais de nibus, metr, txi, praas dealimentao, dentre outros.A proximidade de universidades,hipermercados, hospitais, ou empreendimentos com grandeconcentrao de pessoas,pode garantir uma demanda cativa, maspor outro lado, traz os riscos inerentes a concentrao da clientelaevinculao do faturamento ao fluxo de pessoas que freqentaexclusivamente e horrios de funcionamento destes locais.Por isso,analisar a freqncia, horrios de maior movimento, fluxo, etc., dopblico consumidor potencial tambm importante.Outros itensimportantes em relao a escolha da regio incluem: facilidade deacesso acesso, visibilidade esegurana do local, dentreoutros. Escolha do Imvel: Para definir o imvel em que ir instalarsua tapiocaria, atente para os

    seguintes detalhes:- Avalie se os custosde aluguel, taxas, reformas, adaptao e manuteno so compatveiscom seuoramento de investimento e despesas;- Se o imvel atendes suas necessidades operacionais referentes localizao,capacidadede instalao do negcio, possibilidade de expanso, caractersticasdos estabelecimentos comerciais vizinhos edisponibilidade dosservios de gua, luz, esgoto, telefone, internet, etc;- Facilidade deacesso a loja e se oestabelecimento possui local para carga e descargade mercadorias, estacionamento para clientes e conta com serviosdetransporte coletivo nas redondezas;- Se o local est sujeito ainundaes ou prximo a zonas de risco;- Se o imvel est

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    legalizadoe regularizado junto aos rgos pblicos municipais;- Se a planta doimvel est aprovada pela Prefeitura.Neste caso, verifique se houvealguma obra posterior, aumentando, modificando ou diminuindo area primitiva.; - Se aatividade a ser desenvolvidas no local respeita aLei de Zoneamento ou o Plano Diretor do Municpio;- Se ospagamentosdo IPTU, referente ao imvel, encontram-se em dia;- Se possvel a instalao de letreiros. Verifique o que a legislaolocaldetermina sobre o licenciamento de letreiros e placas de sinalizao.Caso o empreendedor no instale o negcio emum imvel comerciale opte somente pela instalao de um carrinho ou barraca de tapiocaem suporte/plataforma detrailer no altera a natureza jurdica donegcio. O estabelecimento est sujeito mesma regulamentaolegalde outra loja qualquer, principalmente no que se refere fiscalizao e vigilncia sanitria. O negcio no pode ser

    considerado mvel ouitinerante, pois funciona fixada no endereo para o qual o alvar delocalizao foi expedido. No casode comrcio ambulante, comcaracterstica de loja mvel itinerante (por exemplo, trailers ebarracas detapioca em feiras livres e eventos populares), oempreendedor fica obrigado a obter licenciamento especfico paracadalocal onde permanecer, o que regulamentado pela legislao domunicpio onde o empreendedor pretende explorar aatividade.Exigncias legais especficasPara registrar uma empresa, a primeira providncia contratar um contador profissional legalmente habilitado paraelaborar os atos constitutivos da sociedade, auxili-lo na escolhadaforma jurdica mais adequada para o seu projeto, informar sobre alegislao tributria pertinente ao negcio e efetuar osregistrosexigidos nos rgos pblicos de inscrio de pessoas jurdicas. Osseguintes passos so obrigatrios para selegalizar uma tapiocaria(etapas do registro):Registro da empresa nos seguintes rgos: - JuntaComercial;- Secretaria daReceita Federal (CNPJ);- SecretariaEstadual da Fazenda;- Prefeitura do Municpio para obter o alvardefuncionamento;- Enquadramento na Entidade Sindical Patronal (aempresa ficar obrigada ao recolhimento anual daContribuioSindical Patronal);- Cadastramento junto Caixa Econmica Federalno sistema Conectividade Social INSS/FGTS;- Corpo deBombeiros Militar;- Visita prefeitura da cidade onde pretendemontar a sua

    indstria (quando for o caso) para fazer a consulta delocal;- Obteno do alvar de licena sanitria, adequandosinstalaes de acordo com o Cdigo Sanitrio (especificaes legaissobre as condies fsicas). Em mbito federal afiscalizao cabe aAgncia Nacional de Vigilncia Sanitria, j em mbito estadual emunicipal fica a cargo dasSecretarias Estaduais e Municipais deSade (quando for o caso);- Preparar e enviar o requerimento ao ChefedaDelegacia Federal da Agricultura/Servio de Inspeo Vegetal(DFA/SIV), do seu estado para solicitar a vistoria dasinstalaes eequipamentos; As principais exigncias legais aplicveis a estesegmento so: - Lei n. 6.437, de 20.08.77 ealteraes posteriores Configura infraes legislao sanitria federal e estabelece assanes respectivas e anecessidade da responsabilidade tcnica;- Lein.12.389 de 11 de Outubro de 2005 - Dispe sobre a doao ereutilizaode gneros alimentcios e de sobras de alimentos e doutras providncias;Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990 O Estatutoda Criana e do Adolescente probe a venda criana ou aoadolescente de bebidas alcolicas dentreoutros itens;- Resoluo RDCn. 91, de 11 de maio de 2001 - Aprova o Regulamento Tcnico:Critrios Gerais eClassificao de Materiais para Embalagens eEquipamentos em Contato com Alimentos, constante do AnexodestaResoluo;- Resoluo RDC n. 216, de 15 de setembro de 2004 -Dispe sobre Regulamento Tcnico de Boas

    Prticas para Servios deAlimentao;- Resoluo RDC n. 218, de 29 de julho de 2005 Dispe sobre RegulamentoTcnico de ProcedimentosHiginico-Sanitrios para Manipulao de Alimentos e BebidasPreparados com Vegetais;-Resoluo RDC n. 275, de 21 de outubrode 2002 Regulamento Tcnico de ProcedimentosOperacionaisPadronizados aplicados aos EstabelecimentosProdutores/Industrializadores de Alimentos e a Lista deVerificaodas Boas Prticas de Fabricao em EstabelecimentosProdutores/Industrializadores de Alimentos;- Portaria n.326/97 -Regulamento Tcnico sobre as Condies Higinico-Sanitrias e deBoas Prticas de Fabricao paraEstabelecimentosProdutores/Industrializadores de Alimentos;- Portaria n. 1.428/93 -Regulamento Tcnico para InspeoSanitria de Alimentos. Amanipulao e a montagem de cardpios alimentares devem serrealizadas por profissionaistecnicamente qualificados. Podero serencontrados na Resoluo CFN n. 218, de 25 de maro de 1999, doConselhoFederal de Nutricionistas CFN, os critrios daResponsabilidade Tcnica exercida pelo nutricionista,seucompromisso profissional e legal na execuo de suas atividades,compatvel com a formao e os princpios ticos daprofisso,visando qualidade dos servios prestados sociedade. Destaca-se aResoluo CFN n. 378, de 28 de dezembrode 2005, tambm doConselho Federal de Nutricionais CFN, que dispe sobre o registro ecadastro de Pessoas

    Jurdicas nos Conselhos Regionais deNutricionistas e d outras providncias.Essa legislao federal podesercomplementada pelos rgos estaduais e municipais de vigilnciasanitria, visando abranger requisitos inerentes srealidades locais epromover a melhoria das condies higinico-sanitrias dos serviosde alimentao. Em alguns estadose municpios, os estabelecimentosque produzem e/ou manipulam alimentos somente podem funcionarmediante licena defuncionamento e alvar expedido pela autoridadesanitria competente. A vistoria no estabelecimento segue ocdigosanitrio vigente e feita pelos fiscais da prefeitura local. Asempresas que fornecem servios e produtos nomercado de consumodevem observar as regras de proteo ao consumidor, estabelecidaspelo Cdigo de Defesa doConsumidor (CDC). O CDC, publicado em11 de setembro de 1990, regula a relao de consumo em todo oterritriobrasileiro, na busca de equilibrar a relao entreconsumidores e fornecedores. O CDC somente se aplica soperaescomerciais em que estiver presente a relao de consumo, isto , noscasos em que uma pessoa (fsica oujurdica) adquire produtos ouservios como destinatrio final. Ou seja, necessrio que em umanegociao estejampresentes o fornecedor e o consumidor, e que oproduto ou servio adquirido satisfaa as necessidades prpriasdoconsumidor, na condio de destinatrio final. Portanto, operaes nocaracterizadas como relao de consumo noesto sob a proteo doCDC, como ocorre, por exemplo, nas compras de mercadorias paraserem revendidas pela casa.Nestas operaes, as mercadoriasadquiridas se destinam revenda, e no ao consumo da empresa. Taisnegociaes seregulam pelo Cdigo Civil brasileiro e legislaescomerciais especficas. Alguns itens regulados pelo CDC so:formaadequada de oferta e exposio dos produtos destinados venda;fornecimento de oramento prvio dos servios aserem prestadas;clusulas contratuais consideradas abusivas; responsabilidade dosdefeitos ou vcios dos produtos e

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    servios; os prazos mnimos degarantia; cautelas ao fazer cobranas de dvidas. Em relao aosprincipais impostos econtribuies que devem ser recolhidos pelatapiocaria, vale uma consulta ao contador sobre da Lei Geral da MicroePequena Empresa - Lei Complementar n 123, de 14 de dezembro de2006 (disponvel em http://www.leigeral.com.br),em vigor a partir de01 de julho de 2007EstruturaUma pequena tapiocaria requer uma estrutura com cerca de40m a50m, com flexibilidade para ampliao conforme odesenvolvimento do negcio. Esta rea inclui a produo dos beijus,oatendimento aos clientes e o espao necessrio para mesas, cadeiras ebanheiros. O estabelecimento deve sermantido em perfeitas condiesde ordem e higiene.Segundo orientaes da Agncia de VigilnciaSanitria (Anvisa), osbanheiros e vestirios no devem se comunicardiretamente com as reas de preparo e de armazenamento

    dosalimentos. O banheiro deve estar sempre limpo e organizado, compapel higinico, sabonete, anti-sptico, papeltoalha e lixeiras comtampa e pedal.Para instalaes em reas mais reduzidas, onde no hnecessidade de banheiros,mesas e cadeiras (quiosques e shoppingcenters, por exemplo), a estrutura deve prever um balco deatendimento, umabancada para a produo dos beijus, com espaopara acomodar as cubas com os recheios utilizados e local reservadoainstalao do caixa. Alm de local de estoque de produtos utilizadosno preparo da tapioca e geladeria. A reareservada para estoque deveser bem protegida, arejada e separada do pblico.A disposio dosequipamentos deveestar de acordo com o processo produtivo deconfeco dos beijus, reduzindo o trnsito desnecessrio dosfuncionrios.Os equipamentos fixos devem permitir fcil acesso elimpeza adequada. prefervel que a rea de preparo dos beijusestejavisvel ao pblico, atravs de balces e divisrias de vidro. Isso atrai aateno dos transeuntes e aumenta a sensaode segurana e higienedos clientes mais exigentes. O ambiente deve ser arejado, limpo, claroe dentro das normas desegurana pr-estabelecidas pelo Corpo deBombeiros. O local de trabalho deve ser organizado e acima de tudolimpo,pois a sujeira acumulada propicia a multiplicao de micrbios.O piso, a parede e o teto devem estar conservados e semrachaduras,goteiras, infiltraes, mofos e descascamentos. Para impedir a entradae o abrigo de insetos e outros animais,

    as janelas devem possuir telas.Os objetos sem utilidade devem ser retirados das reas de trabalho. Olocal deve sermantido bem iluminado e ventilado e as lmpadasprotegidas contra quebras.As superfcies que entram em contato comosingredientes, como bancadas e mesas, devem ser mantidas em bomestado de conservao, sem rachaduras, trincas eoutros defeitos.Osprodutos de limpeza no podem ser guardados juntamente com osalimentos. Eles devem conter nortulo o nmero do registro noMinistrio da Sade ou a frase Produto notificado na Anvisa. Alimpeza doambiente importante para prevenir e controlar baratas,ratos e outras pragas. Os venenos devem ser aplicadossomentequando necessrio e sempre por empresa especializada.Profissionaisqualificados (arquitetos, engenheiros,decoradores) podero ajudar adefinir as alteraes a serem feitas no imvel escolhido parafuncionamento da empresa,orientando em questes sobreergonometria, fluxo de operao, cores que estimulam o apetite,design dos mveis,iluminao, ventilao, etc.Os pisos e paredesdevem ser de material lavvel de cor clara, de prefernciaazulejos,cermicas e porcelanatos. Decks de madeira tambm so excelentesopes.Sempre que possvel, deve-seaproveitar a luz natural. No finaldo ms, a economia da conta de luz compensa o investimento. Quantos artificiais, apreferncia pelas lmpadas fluorescentes, queressaltam as cores das frutas.O local de armazenamento e

    manipulaoprecisa ser independente, onde no se transitam substncias txicas,com rea independente para higiene eguarda de utenslios depreparao.O lixo, alm de atrair insetos e outros animais para a reade preparo dos alimentos, o meio ideal para a multiplicao demicrbios patognicos. Por isso, a cozinha deve ter lixeiras de fcillimpeza, comtampa e pedal e o lixo deve ser retirado para fora da reade preparo de alimentos em sacos bem fechados. Aps oseumanuseio, devem-se lavar as mos.PessoalO nmero de empregados ir variar de acordo com a estruturadoempreendimento e horrio de funcionamento da Casa. Em geraluma tapiocaria convencional (instalada em um imvelcomercial)exige uma equipe composta de: - Gerente: pode ser o proprietrio.Deve ter conhecimento de gesto e doprocesso produtivo. Tambmser o responsvel pelas atividades administrativas, financeiras, decontrole de estoque ede superviso das regras de higiene.-Manipulador (es) ou cozinheiro(s): responsvel por preparar os beijusde tapioca,colocar os recheios e atender aos pedidos (comandas) dasmesas entregue pelos garons. Devem ser extremamentehiginicos,cuidadosos e interessados em novas receitas. As mulheres devemutilizar cabelos presos, cobertos comredes ou toucas, retirar brincos,pulseiras, anis, aliana, colares, relgio e maquiagem. Os homensdevem evitar bigodes,barba e costeleta. O uniforme deve ser usadosomente na rea de preparo dos beijus, com troca diria.- Garons

    /Atendentes / Auxiliares: responsveis pelo atendimento ao pblico,tirar dvidas, servir os produtos e auxiliar naarrumao das mesas,cozinha, etc. - Caixa: responsvel pela manipulao de dinheiro eoutros meios de pagamento.Deve ser confivel, rpido e comraciocnio matemtico. No pode ter qualquer contato com osalimentos. Muitasvezes, essa funo desempenhada tambm peloprprio gerente do estabelecimento. De acordo com o horriodefuncionamento e o comportamento de vendas ao longo do dia (atenoaos horrios de pico), podem ser necessriosdois turnos de trabalho ea contratao de mais funcionrios. Esta expanso do negcio precisaser planejada conforme oaumento do faturamento.EquipamentosOs itens bsicos para a operao de uma tapiocaria so:-bancada de mrmorecom cubas separadas para colocao de cadarecheio e queimadores para o preparo da tapioca;- caixa registradoracomimpressora fiscal;- cortador de frios e laticnios;- descartveis(guardanapos, filtro de papel, etc.);- embalagens;- fax etelefone;-fogo industrial;;- freezer;- geladeira;- material de escritrio emgeral;- mesas e cadeiras para os clientes;- mini-balces tipo estufa;-processadores de alimentos, liqidificadores e espremedoresindustriais de frutas;- sistema exaustor;-uniformes.- utenslios decozinha (panelas, talheres, tabuleiros, pratos, copos, tulipas, toalhas,portas-guardanapo, saleiro,etc.);Matria Prima / MercadoriaA gesto de estoques no varejo a procura do constanteequilbrio entre a oferta e ademanda. Este equilbrio deve sersistematicamente aferido atravs de, entre outros, os seguintes trsimportantesindicadores de desempenho:Giro dos estoques: o giro dosestoques um indicador do nmero de vezes em que ocapitalinvestido em estoques recuperado atravs das vendas. Usualmente medido em base anual e tem acaracterstica de representar o queaconteceu no passado.Obs.: Quanto maior for a freqncia de entregasdosfornecedores, logicamente em menores lotes, maior ser o ndicede giro dos estoques, tambm chamado de ndice de

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    rotao deestoques.Cobertura dos estoques: o ndice de cobertura dos estoques a indicao do perodo de tempo que oestoque, em determinadomomento, consegue cobrir as vendas futuras, sem que hajasuprimento.Nvel de servio aocliente: o indicador de nvel de servioao cliente para o ambiente do varejo de pronta entrega, isto , aquelesegmento denegcio em que o cliente quer receber a mercadoria, ouservio, imediatamente aps a escolha; demonstra o nmerodeoportunidades de venda que podem ter sido perdidas, pelo fato de noexistir a mercadoria em estoque ou no sepoder executar o serviocom prontido.Portanto, o estoque dos produtos deve ser suficiente,visando gerar o menorimpacto na alocao de capital de giro. Definirqual deve ser o estoque mnimo permite que o gestor saiba exatamentequal o momento de fazer um novo pedido. Dessa forma ele sai dovelho modelo de comprar somente quando o cliente vem

    procurar oproduto e no o encontra no estoque, ou na situao oposta, ter umestoque excessivo. No ramo de Tapiocariaas matrias-primas irovariar conforme o cardpio e os tipos de recheio oferecidos, porm osprincipais ingredientesutilizados por uma tapiocaria incluem: tapioca,coco ralado, leite de coco, queijo coalho, presunto, lingia, bacon,frango,molho de tomate, palmitos, carne de sol, camaro, queijocatupiry, leite condensado, frutas, etc. Outros artigos taiscomorefrigerantes, gua de coco, gua mineral, caldo de cana, cerveja,caipirinha, etc., ajudam a compor o menu. Emrelao ao preo dosprodutos, o empreendedor deve buscar fornecedores que ofereambons preos e condies de entrega epagamento sem descuidar daqualidade. importante avaliar e verificar se o produto est registradona ANVISA(Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria). muitoimportante o empreendedor acompanhar o prazo de validade,condiesde armazenagem e conhecer os produtos para reconhecerpossveis alteraes no seu aspecto e dos seusingredientes.Neste ramode atividade a aquisio das diversas matrias primas ocorre emperodos diferentes, requerendoque o empreendedor fique atendo parano s aos seus prazos de validade, mas tambm, para o prazo deseupagamento. importante realizar uma pesquisa de mercado a fim demontar um cadastro dos fornecedores quemelhor atenda s suasnecessidades. Dentre eles: atacadistas, distribuidores, supermercados,feiras-livres, casas de

    produtos regionais do nordeste.Organizao do processo produtivoPodemos dividir o processo produtivo de umatapiocaria nasseguintes principais atividades: 1. Atendimento aos clientes e preparodas tapiocas: o processo no qual sed o primeiro contato com ocliente, a apresentao do cardpio, o entendimento da suanecessidade e a entrega doproduto desejado. Aps recebido o pedidodas mesas, este entregue ao manipulador ou cozinheiro (responsvelpelopreparo dos beijus) para preparo do beiju com a goma da tapioca.Esta, ao ser espalhada numa chapa ou frigideiraaquecida, coagula-se evira um tipo de panqueca ou crepe seco, em forma de meia-lua, que preenchida com o recheiosolicitado pelo cliente.Cardpio: apesar deuma tapiocaria (poder) ter um cardpio no restrito ao beiju detapioca,montar um estabelecimento desta natureza significa trabalharcom um cardpio composto majoritariamente por umcarro-chefe esuas variaes. Ao mesmo tempo em que este perfil de cardpiorestringe a fatia de consumidores quelesapreciadores do produto, apossibilidade de variao de recheios do beiju permite a formao deuma clientela variada. Estetema, contudo, exige uma avaliao doempreendedor para se definir um cardpio eficiente, que agrade aosclientes masque tambm gere lucros para a casa. por isto que umdos itens de grande importncia para o sucesso de umatapiocaria,juntamente com a qualidade dos produtos, a seleo do cardpiooferecido. fundamental para o sucesso do

    negcio que ele seja bemplanejado, considerando-se diversos aspectos tais como: custo,praticidade, demanda, dentreoutros fatores. Uma sugesto para evitarsobrecarga nos horrios de maior movimento e atrasos nos pedidos, opreparo antecipado dos recheios e sua disposio ja cortada empores em cubas dispostas no balco, sem esquecerjamais doscuidados com a conservao e a higiene dos alimentos. 2. Compra deInsumos:A prpria rotina doestabelecimento que fornecer dadospara a estruturao do programa de compras. Embora o sistema detrabalhovarie de um estabelecimento para outro, algumas rotinas socomuns a todos eles. Diariamente, o empreendedordever certificar-sede que todos os itens do cardpio esto disponveis e de que a casaest em perfeitas condies dehigiene. recomendvel que averificao de estoque seja feita logo aps o fechamento doestabelecimento, quandotambm ser feita a limpeza. No dia seguinte,a rotina prosseguir com a realizao das compras necessrias,seguidode armazenagem dos produtos. Produtos no perecveis oucongelados podero ser comprados dentro deprazos maiores.Armazenagem e Controle de Estoque: Asdependncias onde se guardam alimentos, quer sejam refrigeradas ouno,devem ser limpas no mnimo duas vezes por semana, quando no possvel faz-lo todos os dias. Na geladeira, todosos alimentosdevem ser conservados tampados, e periodicamente deve-se retirardali alimentos velhos, se houver.

    Laticnios, carnes e outros produtosperecveis devero ser comprados em menores quantidades e commaior freqnciapara se evitarem perdas e garantir produtos semprefrescos. Os prazos de validade dos alimentos, especialmente dagomade tapioca, deve ser cuidadosamente observados. Caso seja constatadaa presena de carunchos, todo ocontedo deve ser eliminado.E ainda,os alimentos cujos lacres j foram abertos devem ser mantidosfechados, pois ocontato com ar acelera o envelhecimento. Ao seremusadas as farinhas, cuidados para no introduzir em seurecipientecolheres usados em outros ingredientes ou sem a devida higiene. Nointroduzir as mos, ainda que elas sejambem lavadas, nos recipientesdos alimentos. Para maiores informaes consulte a Resoluo RDCn. 216 - RegulamentoTcnico de Boas Prticas para Servios deAlimentao da ANVISA;3. Servios Gerais e Administrativos: Ohorrio defuncionamento depender do pblico que se pretendeatingir, alm da localizao do estabelecimento.Geralmente,trabalha-se alm do horrio de atendimento ao publico, em tarefascomo compras de mercadorias, preparoda folha e pagamento aosempregados, visita ao banco, etc.Atividades Operacionais Antes daabertura ao pblico:-verificar os nveis de estoques de alimentos,bebidas e gs;- abastecer a tapiocaria com os insumos necessriosparaseu funcionamento;- limpar o ambiente e mant-lo limpo;- preparar ocaixa com troco. Durante o funcionamentomanter:- limpas earrumadas s mesas;- fechar as contas com rapidez, receber e emitir asnotas fiscais. Fechamento doestabelecimento:- fechar e conferir ocaixa;- limpar o ambiente;- lavar todos os pratos, talheres e utensliose guard-los;-recolher o lixo;- fechar a tapiocaria.AutomaoCom exceo da utilizao de equipamento Emissor deCupom Fiscal (ECF),obrigatria na maioria dos estados brasileiros, aautomao dos demais processos internos de uma tapiocaria no condiofundamental para o seu funcionamento. Caso oempreendedor tenha interesse em melhorara seus controles e

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    oatendimento de seus clientes, no entanto, existem diversos sistemasinformatizados (softwares) que podem auxili-lo(videwww.baixaki.com.br ou www.superdownloads.com.br). Seguemalgumas opes:- Bom Apetite 4.0;- DataprolGourmet Mster 4.121;-Food Pay Live;-Snack Control-BAR Manager 2.10-Bares_Restaurantes_Raiz 1.0 -Cardpio-Cash Register -Comanda Bare Restaurante -Conta Certa 4.3 -Controle de Bares 5.7 -Controle deBares e Restaurantes1.5 -Controle Integrado de Estoque e PDV 2.0 9-Dat@Cook - Restaurante 1.1;- SCL Sistema para ControledeLanchonetes 3.0;- Sigebar Sistema de Gerenciamento de Bares eRestaurantes. Antes de se decidir pelosistema a ser utilizado, oempreendedor deve avaliar o preo cobrado, o servio de manuteno,a conformidade em relao legislao fiscal municipal e estadual, afacilidade de suporte e as atualizaes oferecidas pelo fornecedor,verificando ainda

    se o aplicativo possui funcionalidades, tais como:-Controle dos dados sobre faturamento/vendas, gesto de caixaebancos (conta corrente);- Controle do estoque e validade de produtos;-Organizao de compras e contas a pagar;-Emisso de pedidos;-Controle de taxa de servio;- Lista de espera;- Relatrios e grficosgerenciais para anlise real dofaturamento do estabelecimento.Canais de distribuioDevido preferncia do cliente em consumir uma tapiocasemprefresquinha feita na hora, em geral as vendas so realizadasna prpria loja, trailer ou barraca de feiraslivres. Isto exige um pontocomercial e um bom atendimento aos clientes. Assim, a melhor formade distribuio do produto a prpria tapiocaria, onde a tapioca consumida ali mesmo ou embalada para viagem.Nada impede que atapiocariapossua filiais ou faa parte de uma rede de franquias (comofranqueado ou franqueador). Caso possua interesse emtornar-se umfranqueado de uma rede de tapiocarias ou franquear a sua, procure oSEBRAE de sua regio para maioresinformaes.InvestimentosO valor necessrio para investimento na instalao de umatapiocaria ir variar muito de acordocom o modelo de negciodefinido pelo empreendedor. Por esta razo sugerimos a elaborao deum Plano de Negcio,onde os recursos necessrios, em funo dosobjetivos estabelecidos de retorno e alcance de mercado, poderoserdeterminados. (vide modelo disponvel em:http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-

    negocio/integra_bia?ident_unico=Estimamos que a montagem de uma pequena tapiocaria em um imvelde cerca de40m requeira um investimento inicial de cerca de R$ 45mil (no inclui valor de aquisio ou luvas do ponto comercial), aseralocado majoritariamente na instalao e aquisio dos seguintesitens:- Abertura da empresa R$ 3.000,00-Aparelho de fax e telefone- R$ 400,00;- Caixa Registradora ou PDV com impressora fiscal R$3.000,00- Capitalde giro inicial - R$ 8.000,00- Equipamentosdiversos R$ 6.000,00.- Letreiro -R$ 1.200,00;- Marketing inicial -R$1.500,00;- Mobilirio (balco, Mesas e cadeiras para clientes) - R$12.000,00;- Obras para adaptao do imvel R$ 10.000,00Capital de giroCapital de giro o montante de recursos financeiros que aempresa precisa manter paragarantir fluidez dos ciclos de caixa. Ocapital de giro funciona com uma quantia imobilizada no caixa(inclusive banco) daempresa para suportar as oscilaes de caixa.Ocapital de giro regulado pelos prazos praticados pela empresa, soeles:prazos mdios recebidos de fornecedores (PMF); prazos mdiosde estocagem (PME) e prazos mdios concedidos aclientes (PMCC).Quanto maior o prazo concedido aos clientes e quanto maior o prazode estocagem, maior ser suanecessidade de capital de giro. Portanto,manter estoques mnimos regulados e saber o limite de prazo aconceder aocliente pode melhorar muito a necessidade deimobilizao de dinheiro em caixa.Se o prazo mdio recebido

    dosfornecedores de matria-prima, mo-de-obra, aluguel, impostos eoutros forem maiores que os prazos mdios deestocagem somada aoprazo mdio concedido ao cliente para pagamento dos produtos, anecessidade de capital de giroser positiva, ou seja, necessria amanuteno de dinheiro disponvel para suportar as oscilaes decaixa. Neste casoum aumento de vendas implica tambm em umaumento de encaixe em capital de giro. Para tanto, o lucro apuradodaempresa deve ser ao menos parcialmente reservado paracomplementar esta necessidade do caixa.Se ocorrer ocontrrio, ouseja, os prazos recebidos dos fornecedores forem maiores que osprazos mdios de estocagem e osprazos concedidos aos clientes parapagamento, a necessidade de capital de giro negativa. Neste caso,deve-seatentar para quanto do dinheiro disponvel em caixa necessrio para honrar compromissos de pagamentosfuturos(fornecedores, impostos). Portanto, retiradas e imobilizaesexcessivas podero fazer com que a empresa venha ater problemascom seus pagamentos futuros.Um fluxo de caixa, com previso desaldos futuros de caixa deve serimplantado na empresa para a gestocompetente da necessidade de capital de giro. S assim as variaesnas vendas enos prazos praticados no mercado podero ser geridascom preciso.O desafio da gesto do capital de giro deve-se,principalmente, ocorrncia dos fatores a seguir:- Variao dosdiversos custos absorvidos pela empresa;- Baixo

    volume de vendas;-Altos nveis de estoques.O empreendedor deve ter um controleoramentrio rgido de forma a noconsumir recursos sem previso. Oempresrio deve evitar a retirada de valores alm do pr-laboreestipulado. Ofaturamento da empresa deve ser reinvestido,possibilitando o crescimento e a expanso do negcio. Dessa forma,aempresa pode alcanar em menor tempo a sua auto-sustentao,reduzindo as necessidades de capital de giro eagregando mais valor aonovo negcio.Estimamos que a necessidade de capital de giro de umatapiocaria fica em tornode 15% do investimento inicial. Desta forma,o capital de giro necessrio operao de uma tapiocaria, no elevado,uma vez que a maioria dos clientes paga os produtos vista eas principais despesas podem ser pagas em at 30 dias(aluguel,impostos, empregados e alguns fornecedores de produtos).CustosSo todos os gastos realizados na produode um bem ouservio e que sero incorporados posteriormente ao preo dos produtosou servios prestados, como: aluguel,luz, salrios, honorriosprofissionais, despesas de vendas, matria-prima e insumosconsumidos no processo deproduo / prestao do servio.Em geral,os custos mensais de operao de uma tapiocaria podem ser estimadosdentro detrs grupos principais:Custos Fixos- gua, luz, telefone eacesso Internet - R$ 550,00;- aluguel e taxas R$800,00;-assessoria contbil R$ 510,00;- produtos para higiene e limpeza daempresa e funcionrios R$ 200,00- propaganda e publicidade daempresa R$ 200,00- recursos para manutenes corretivas R$200,00- salrios, e encargos R$ 3.000,00.- tributos, impostos,contribuies e taxas R$ 1.500,00.Variveis- comisses - R$900,00- Embalagens R$ 300,00- Tarifa Administradora Cartes deCrdito R$ 450,00 Custo da Mercadoria Vendida (CMV)De formasimplificada podemos considerar como o custo de reposiodoestoque de mercadoria para revenda. Neste ramo, variando entre25% e 35% do faturamento da

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    tapiocaria.Diversificao / Agregao de valorUma tapiocaria pode agregar valor ao seu produto oferecendoservios quecativem ou tragam convenincias aos seus clientes. Nesterol de possibilidades esto a existncia de estacionamentoparaclientes, permitir que estes efetuem o pagamento da conta utilizando omeio de pagamento que melhor lhesconvierem (cheque, carto, ticketalimentao, etc), disponibilizar mesas para comemorao de grupos,oferecer musica aovivo ou som ambiente, neste caso as possibilidadesso infinitas.Em relao a diversificao, o empreendedorpoderavaliar a oportunidade de vender ou mesmo produzir outros produtos base de tapioca. Dentre eles o po detapioca, salgados de tapiocarecheados, churros de tapioca, cones de tapioca (Tapiocone) Pizza deTapioca, Pudim ouQuindim de Tapioca, etc.DivulgaoEmbora as aes de divulgao de uma tapiocaria possamvariar de acordo com a

    estratgia a ser atingida, o porte doestabelecimento, pblico-alvo e oramento disponvel, elas em geralincluem medidasque passam pela escolha da decorao da loja (quedeve utilizar temas associados ao produto e sua origem), o usodeletreiros que despertem o interesse do cliente a consumir o seu produtoe freqentar a tapiocaria, dentre outras aes.Vale lembrar quequalquer ao de divulgao, precisa estar embasada em um cardpiobem elaborado com produtos bemfeitos, com recheios variados, queagradem e surpreendam os clientes, fidelizando-os e estimulando-os apromover oboca-a-boca a favor de sua tapiocaria.Outras aes dedivulgao incluem desde a distribuio de panfletosnasproximidades da loja e em local de grande circulao de pessoas at apublicao de anncios em jornais, rdio,revistas, outdoor, etc.mencionando as qualidades do seu produto. A divulgao atravs daexibio de um website nainternet representa uma alternativa muitointeressante, onde podem ser utilizadas fotografias do ambiente etambm dosprodutos servidos. A promoo de vendas tambm umaestratgia bastante utilizada pelos empresrios e incluem: ouso decarto de descontos, brindes, estmulos para compra de quantidadesmaiores, etc. O empreendedor pode investiresforos e recursos nacriao e divulgao de sua marca prpria ou optar pelo uso de umamarca licenciada ou franqueada.A marca representa o produto frenteaos consumidores e a imagem do negcio fundamental para osucesso. Lembre-se

    que colocar um letreiro com o nome do seunegcio na porta de sua loja simples, mas criar uma marca que duree sejalembrada como um produto de qualidade pelos clientes exigiresforo e dedicao ao negcio ou, se o empreendedorquiser queimaretapas, pagar royalties pelo uso de marcas de tapiocarias j conhecidas(no caso dasfranquias).Informaes Fiscais e TributriasO segmento de tapiocaria, assim entendido a atividade comercialvarejista detapiocas, poder optar pelo SIMPLES NACIONAL -Regime Especial Unificado de Arrecadao de Tributos eContribuiesdevidos pelas Microempresas e Empresas de PequenoPorte, desde que a receita bruta anual de sua atividade noultrapasse aR$ 240.000,00 (microempresa) ou R$ 2.400.000,00 (empresa depequeno porte) e respeitando os demaisrequisitos previstos na Lei.Optando pelo Simples Nacional, o empreendedor deste segmentopoder recolher por umanica alquota e por meio de apenas umdocumento fiscal, o DAS - Documento de Arrecadao do SimplesNacional-, osseguintes tributos e contribuies:- IRPJ - Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurdica;- CSLL - Contribuio Social sobre oLucro Lquido;- PIS - Programa de Integrao Social;- COFINS - Contribuio para o Financiamento da Seguridade Social;-CCP Contribuio Patronal Previdenciria relativa parte daempresa;- ICMS - Imposto sobre Operaes relativas Circulao deMercadorias;As alquotas do SIMPLES NACIONAL, para este ramo de atividade,englobando todos os

    tributos e contribuies relacionadas acima,variam de 4,00% a 11,61%, dependendo da receita bruta total auferidapelonegcio no decorrer do ano anterior.No caso de incio de atividade no prprio ano-calendrio da opopelo SIMPLESNacional, para efeito de determinao da alquota noprimeiro ms de atividade, o empreendedor dever utilizarcomoreceita bruta total acumulada, a receita do prprio ms de apuraomultiplicada por 12 (doze).Se no Estado onde oempreendedor estiver exercendo ou for exercersuas atividades conceder benefcios de iseno ou reduo do ICMS,aalquota prevista para este tributo ser reduzida na mesma proporo.MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUALSe areceita bruta anual no ultrapassar a R$ 36.000,00 (trinta e seismil reais), o empreendedor desta atividade, desde queno possua eno seja scio de outra empresa, poder optar por um estabelecimentodenominado de MicroempreendedorIndividual MEI (ResoluoCGSN n 58/2009 Anexo nico CNAE 4729-6/99).Fazendo a opopor MEI, os recolhimentos dos tributos econtribuies sero efetuados em valores fixos mensais conformeabaixo:I - SemempregadoR$ 59,95 (cinqenta e nove reais e noventa e cinco centavos) a ttulode contribuio para a previdenciriasocial relativa a pessoa doempreendedor, na qualidade de contribuinte individual.R$ 1,00 (um real) a titulo de ICMS Imposto sobre a circulao demercadorias e servios.II) Com um empregadoO Microempreendedor Individual

    poder contratar no mximo umempregado e que receba exclusivamente um salrio mnimo ou o pisosalarial dacategoria profissional a que pertena. Obedecidas estascondies, alm dos valores fixos acima, recolher a ttulodecontribuies previdencirias os seguintes percentuais:8% (oito por cento) descontado da remunerao doempregado;3% (trs por cento) sobre a remunerao do empregado a ttulo deContribuio Patronal Previdenciria(CPP).Concluso: Para este ramo de atividade, a opo pelo SimplesNacional ou por MEI se for o caso, sempre servantajosa levando emconta os aspectos tributrios, as facilidades de abertura doestabelecimento e no cumprimentodas obrigaes acessrias exigidas.Fundamento Legal: Leis Complementares 123/2006, 127/2007,128/2008 e Resoluesdo CGSN Comit Gestor do SimplesNacional.EventosEQUIPAR - Feira de Equipamentos, Produtos e ServiosparaAlimentao Fora do LarRealizao: Abrasel Juiz de ForaEventoanualLocal: Juiz de ForaMais informaes:Tel: (32)3218-4080(Abrasel JF de 13h s 19h) 8401-0581 ou (32) 3215-7075 8814-0688 (Thiago Artwork)Website:http//www.abraseljf.com.br Festival Gastronmico da PipaPipaRNWebsite:http://www.festivalgastronomicodapipa.com/programa.php Festival daTapioca da Ilha doMosqueiroMosqueiro ParWebsite:http://tapioquinhadavilademosqueiro.blogspot.com/ Fispal FispalFoodService So Paulo - SPOrganizao: Brazil Trade ShowsEdifcioMorumbi SquareAv. Dr. Chucri Zaidan, 80 - 2 And. Bl. CBrooklin- So Paulo, SP - CEP 04583-110Tel: +55 11 3598-7800 / +55 113598-7800 Fax: +55 11 3598-7801Website: www.fispal.comE-mail:[email protected] FISPAL BAHIA Feira Internacional deProdutos,Embalagens, Equipamentos, Acessrios e Servios paraAlimentao.Conhecida at o ano de 2008 como FISPAL Nordesteerealizada durante 6 anos em Pernambuco, a feira a partir de sua ediode 2009 se realizar em Salvador como FISPAL

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    Bahia.Evento:anualLocal:SalvadorMaisinformaes:http://www.fispal.com/main.asp?cod_nucleo=3&cod_evento=21&cod_SHOW - Feira deEquipamentos, Produtos e Servios para Hotis,Flats, motis, Restaurantes, Fast-Foods, Lanchonetes, HospitaiseSimilaresEvento anualLocal: So PauloMaisinformaes:http://www.restaubar.com.br/index.php?pgID=perfil-eventoCursose CapacitaoPrograma Alimentos Seguros (SENAI, SESC,SEBRAE, SESI, SENASC e SENAR)O ProgramaAlimentos Segurosorienta os empresrios e capacita as empresas do setor da indstria, docampo, do comrcio, dotransporte e da distribuio a produzir,preparar e distribuir, com segurana, alimentos que primam pelaqualidade. Website:www.senai.br Gerenciamento de Bares eRestaurantes Instituio: Universidade Anhembi Morumbi Rua Casado Ator, 275

    Vila OlmpiaCep: 04546-001So Paulo - SPTel: (11)3847-3241/3050/3079Entidades emGeralABRASELAssociao Brasileira de Bares eRestaurantesWebsite: www.abrasel.com.br ANVISAAgnciaNacional deVigilncia SanitriaWebsite: www.anvisa.gov.br ABAM- Associao Brasileira dos Produtores de Amido de MandiocaRuaAntnio Felipe, 145587704-080 Paranava PRFone: (44)3422-8217Website: www.abam.com.br EMPRESABRASILEIRA DEPESQUISA AGROPECURIA - Embrapa Mandioca eFruticulturaEnd.: Rua Embrapa, s/n. . Cruz dasAlmas - BA.Tel.: (75)3621-8000 / Fax: (75) 3621-1118Contato: Dr. Joselito.Tel.: (75)3621-8015 / 8052E-mail:[email protected]:http://www.cnpmf.embrapa.br SBGANSociedade Brasileira deGastronomia eNutrioWebsite: www.sbgan.org.brNormas TcnicasAs normas tcnicas so documentos de uso voluntrio,sendoimportantesreferncias para o mercado. As normas tcnicas ABNT NBR ISO22000 - Sistemas degesto dasegurana de alimentos - Requisitos para qualquerorganizao nacadeia produtiva de alimentos e ABNT NBR 15635:2008- Serviosde alimentao -Requisitos de boas prticas higinico-sanitrias e controlesoperacionaisessenciais soaplicveis ao negcio.GlossrioBeiju ou Biju: Quitute recheado feito com a fcula demandioca ou tapioca. Esta, ao serespalhada numa chapa ou frigideiraaquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crepe seco, emforma de meia-

    lua de sabor quase neutro e nutritivo.Mandioca: onome pelo qual conhecida a espcie comestvel e maislargamentedifundida do gnero Manihot, composto por diversas variedades derazes comestveis. No Brasil possuimuitos sinnimos, usados emdiferentes regies, tais como aipi, aipim, castelinha, macaxeira,mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, po-de-pobre,etc.Manteiga-de-Garrafa: Manteiga de garrafa um tipo de manteigaque semantm lquida em temperatura ambiente. obtida pelocozimento do creme de leite at que se evapore toda a gua erestemapenas a gordura e as partculas slidas da nata. comercializada emgarrafas, por isso o nome.Polvilho azedo: Opolvilho azedo umproduto obtido da mesma forma que o doce, mas que sofre umafermentao aps a etapa dedecantao da fcula e antes da secagem,que obrigatoriamente feita por mtodo solar. O polvilho azedo umamidomodificado. O ingrediente indispensvel para a fabricao debiscoitos de polvilho e do po-de-queijo.Tapioca: feitacom a fculaextrada das partes subterrneas comestveis da mandioca, tambmconhecida como goma da tapioca, gomaseca ou polvilho doce. utilizado no preparo do beiju, cuscuz, bolo, pudim e outras iguarias. extremamente verstil ealcana eficincia incomparvel em todas assuas aplicaes, sendo, habitualmente, utilizado como componente,nosmais variados segmentos domsticos e industriais.Sagu: Tambmconhecido como tapioca prola. um tipo de tapioca

    de grosesfricos regulares. Tradicionalmente o sagu cozido com vinho tintoe acar, mas tambm pode serpreparado com sucos de frutas (uva oularanja) ou mesmo com leite.Dicas do NegcioA seguir relacionamos algumasdicas ao empreendedor quepretende atuar no ramo de tapiocaria:- A tapioca vendida em uma lojacomercial ou numquiosque de shopping precisa ter uma qualidadesuperior quela vendida em carrocinhas e ambulantes. Estadiferenciaopode ser obtida pela qualidade dos ingredientes e pelavariedade de recheios. O cardpio deve apresentar umavariedade derecheios doces e salgados e, se possvel, com receitas exclusivas.Tambm muito simpticodisponibilizar uma caixinha de sugestes,para o cliente propor novos recheios.- Mantenha o padro de qualidadeeuniformidade do produto; - Invista na qualidade global deatendimento ao cliente, ou seja: qualidade do servio,ambienteagradvel, profissionais atenciosos, respeitosos e interessados pelocliente. Treine, motive e supervisioneadequadamente a sua equipe. -Procure fidelizar a clientela com aes de ps-venda, como:comunicao de promoes,novos produtos e servios etc; - Apresena do proprietrio em tempo integral fundamental para osucesso doempreendimento, principalmente, no incio das atividadesdo negcio; - Observe os aspectos legais que envolvemoempreendimento, tais como impostos incidentes e legislaotrabalhista pertinente;- Acompanhe as variaes de receita e

    controleos custos do seu negcio com rigor.Caractersticas especficas do empreendedorO empreendedor envolvido comatividades relacionadas alimentao fora do lar precisa adequar-se a um perfil que o mantenhana vanguarda do setor. aconselhvel uma auto-anlise para verificarqual a situao do futuro empreendedor frente a esse conjuntodecaractersticas e identificar oportunidades de desenvolvimento. Aseguir, algumas caractersticas desejveis aoempresrio desse ramo: -Disposio para envolver-se no negcio, dedicando tempo ao trabalhoe conhecimento do ramode negcios; - Pesquisar e observarpermanentemente o mercado em que est inserido, promovendo ajustee adaptaesno negcio; - Ter atitude e iniciativa para promover asmudanas necessrias; - Capacidade de estabelecer objetivosededicar-se ao seu alcance, motivando sua equipe;- Ter conhecimentosadministrativos para planejar e acompanhar odesempenho daempresa; - Saber negociar, vender e manter clientes satisfeitos; - Tercoragem para assumir riscoscalculados; - Estar sempre disposto ainovar e promover mudanas; - Ter grande capacidade para percebernovasoportunidades e agir rapidamente para aproveit-las; - Senso delimpeza, organizao e higiene.BibliografiaComplementarBARES e restaurantes - gesto de pequenos negcios. SoPaulo: Ed. SENAC, 2006. CDIGO de Condutadas Empresas doSetor de Alimentao Fora do Lar ABRASEL. Disponvelem:

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    validade doce fcula de mandioca, Como aumentar o prazo devalidade da tapioca. Cdigo da Resposta: 532http://sbrt.ibict.br/.Acesso em 14 fev 2011. SERVIO BRASILEIRO DE RESPOSTASTCNICAS. Assunto Alimentos eBebidas. Palavras chave: Tapioca.Cdigo da Solicitao: 36594. Solicitao: Esclarecimentos sobre oprocesso decongelamento e a validade da massa de tapioca. Cdigoda Resposta: 14956. http://sbrt.ibict.br/. Acesso em 14 fev2011.SERVIO BRASILEIRO DE RESPOSTAS TCNICAS.Assunto Alimentos e Bebidas. Palavras chave: Tapioca. CdigodaSolicitao: 7714. Solicitao: Informaes sobre como fazer atapioca, bem como indicao de fornecedores de mquinaseequipamentos. Cdigo da Resposta: 326. http://sbrt.ibict.br/. Acessoem 14 fev 2011. Ttulos de peridicos especializados:RevistaAutomao.Editora: Associao Brasileira de Automao ComercialABAC, atual GS1 Brasil.Website:

    http://www.eanbrasil.com RevistaBares e Restaurantes. Editora: Associao Brasileira de Bares eRestaurantes ABRASEL.Endereo: Rua Itpolis, 1468 Pacaembu -SP.Telefone: (11) 3664-7418Website:http://www.revistabareserestaurantes.com.brE-mail:[email protected] HigieneAlimentar Revista on-line.Website:http://www.higienealimentar.com.br

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