Trabalho kant

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<ol><li> 1. FILOSOFIAFILOSOFIA ANTROPOLOGIA e TICAANTROPOLOGIA e TICA </li><li> 2. Textos bsicos de tica Immanuel Kant (1724-1804) </li><li> 3. Immanuel Kant Filsofo alemo. Fundador da filosofia crtica. Recebeu uma educao pietista. Ele considerado um dos pensadores mais influentes da Europa moderna e do ltimo perodo do Iluminismo, situa a razo no centro do mundo. </li><li> 4. Fundamentao da Metafsica dosFundamentao da Metafsica dos CostumesCostumes O Imperativo CategricoO Imperativo Categrico Fundamentao da Metafsica dos CostumesFundamentao da Metafsica dos Costumes o primeiro livro de Kant que, de formao primeiro livro de Kant que, de forma sistemtica, volta-se para o problema dasistemtica, volta-se para o problema da moralidade humana. Nessa obra Kant procuramoralidade humana. Nessa obra Kant procura identificar e postular o que seria o Juzoidentificar e postular o que seria o Juzo SintticoSinttico A PrioriA Priori fundamental o supremofundamental o supremo princpio da moralidade o qual toda aoprincpio da moralidade o qual toda ao humana deve se submeter: ohumana deve se submeter: o ImperativoImperativo CategricoCategrico.. </li><li> 5. Princpios que norteiam nossa vontadePrincpios que norteiam nossa vontade Imperativos de HabilidadeImperativos de Habilidade so imperativosso imperativos hipotticos problemtico-prticos que servem comohipotticos problemtico-prticos que servem como meios para atingir um fim, e so considerados bonsmeios para atingir um fim, e so considerados bons por sua eficcia e no em si mesmos.por sua eficcia e no em si mesmos. Imperativos de SagacidadeImperativos de Sagacidade so os imperativos so os imperativos hipotticos assertrico-prticos preocupados com ahipotticos assertrico-prticos preocupados com a melhor maneira de se atingir um fim, pois semelhor maneira de se atingir um fim, pois se relaciona com a melhor escolha dos meios para umrelaciona com a melhor escolha dos meios para um fim especfico e so considerados bons por suafim especfico e so considerados bons por sua eficincia.eficincia. </li><li> 6. Imperativos da MoralidadeImperativos da Moralidade so imperativosso imperativos categricos que so considerados bons em sicategricos que so considerados bons em si mesmos e independem dos resultados obtidos, poismesmos e independem dos resultados obtidos, pois seu valor est colocado pela razo pura prtica deseu valor est colocado pela razo pura prtica de formaformaa prioria priori, em conformidade com a Lei Mxima, em conformidade com a Lei Mxima Moral que determina nossa vontade para agir aMoral que determina nossa vontade para agir a partir de sua necessidade e universalidade.partir de sua necessidade e universalidade. Quando um imperativo categrico determina o bomQuando um imperativo categrico determina o bom da ao pela disposio que se nutre da prpriada ao pela disposio que se nutre da prpria ao independente do que se atinja com ela, eleao independente do que se atinja com ela, ele pode ser chamado depode ser chamado deImperativo daImperativo da MoralidadeMoralidade .. </li><li> 7. Kant define a palavra esclarecimento (iluminismo) como a sada do homem de sua menoridade intelectual Kant define essa menoridade como a incapacidade do homem de fazer uso do seu prprio entendimento A permanncia do homem na menoridade se deve ao fato de ele no ousar pensar tica e esclarecimento </li><li> 8. A covardia, a preguia e o comodismo so as causas que levam os homens a permanecerem na menoridade cmodo que existam pessoas e objetos que pensem e faam tudo e tomem decises em nosso lugar mais fcil que algum o faa, do que fazer determinado esforo, pois j existem outros que podem fazer por mim </li><li> 9. A menoridade natural, pois se confunde com imaturidade, j que nenhuma pessoa nasce pronta. Kant afirma que difcil para o homem sozinho livrar-se dessa menoridade intelectual, pois ela se apossou dele como uma segunda natureza Mas o que no pode acontecer o indivduo permanecer na menoridade a vida toda, renunciando esse processo a si e aos outros. </li><li> 10. Kant questiona aquelas autoridadesKant questiona aquelas autoridades principalmente religiosas que, atravs doprincipalmente religiosas que, atravs do medo ou do constrangimento, mantm seusmedo ou do constrangimento, mantm seus sujeitos em menoridade quando j teriamsujeitos em menoridade quando j teriam condies intelectuais de no s-lo, e ironizacondies intelectuais de no s-lo, e ironiza aqueles sujeitos que vivem uma situao deaqueles sujeitos que vivem uma situao de menoridade auto imposta.menoridade auto imposta. </li><li> 11. Aquele que tentar sozinho ter inmeros impedimentos, pois seus tutores sempre tentaro impedir que ele experimente tal liberdade. Para Kant, so poucos aqueles que conseguem pelo exerccio do prprio esprito libertar-se </li><li> 12. Para haver esclarecimento deve se ter liberdade, mas a limitao desta est por toda parte. Em vrias situaes se pode questionar, mas no se pode desobedecer. um grande exemplo disso o pagamento do imposto: pode-se questionar este pagamento, mas no se deve deixar de pag-lo, pois acarretaria diversas consequncias. </li><li> 13. no raciocineis! O oficial diz: nono raciocineis! O oficial diz: no raciocineis, mas exercitai-vos! O financistaraciocineis, mas exercitai-vos! O financista diz: no raciocineis, mas pagai! Odiz: no raciocineis, mas pagai! O sacerdote proclama: no raciocineis, massacerdote proclama: no raciocineis, mas crede. Eis aqui, por toda a parte acrede. Eis aqui, por toda a parte a limitao da liberdade segundo Kantlimitao da liberdade segundo Kant.. (Marcondes, 2007,p.96)(Marcondes, 2007,p.96) </li><li> 14. Logo ser esclarecido , antes de tudo, um compromisso moral com o requinte e bem- estar da sociedade, respeitando as hierarquias sociais existentes. Portanto, por medo, comodismo, oportunismo ou preguia, poucos se tornam efetivamente esclarecidos, embora tenham condies intelectuais. </li><li> 15. Pista para reflexo: vivemos numa poca esclarecida? </li><li> 16. [...][...]No, vivemos em uma pocaNo, vivemos em uma poca de esclarecimento. Falta muito para que osde esclarecimento. Falta muito para que os homens, em geral, nas condies atuais,homens, em geral, nas condies atuais, estejam habilitados para servir-se bem de seuestejam habilitados para servir-se bem de seu prprio entendimento das questes religiosasprprio entendimento das questes religiosas sem o auxilio da compreenso alheia. Poremsem o auxilio da compreenso alheia. Porem temos claros indcios de que agora o campotemos claros indcios de que agora o campo lhes foi aberto para se desenvolveremlhes foi aberto para se desenvolverem livremente e que gradualmente tornam-selivremente e que gradualmente tornam-se menores os obstculos ao esclarecimentomenores os obstculos ao esclarecimento geral e a sada da sua menoridade autogeral e a sada da sua menoridade auto imposta. Nesta perspectiva esta a poca doimposta. Nesta perspectiva esta a poca do esclarecimento.[...] (Marcondes, 2007, p.99).esclarecimento.[...] (Marcondes, 2007, p.99). </li><li> 17. Kant responde a esta interrogao noKant responde a esta interrogao no sculo XIX, mas se estivesse nestesculo XIX, mas se estivesse neste sculo com seria sua resposta?sculo com seria sua resposta? </li><li> 18. bem provvel que alguns j consigam, mas bem provvel que alguns j consigam, mas ainda difcil para a grande maioria deixar aainda difcil para a grande maioria deixar a menoridade e pensar por si prprio. Comomenoridade e pensar por si prprio. Como era o desejo de Kant, que influenciou grandeera o desejo de Kant, que influenciou grande nmero de pessoas no perodo donmero de pessoas no perodo do iluminismo.iluminismo. </li><li> 19. Atualmente mais do que nunca Atualmente mais do que nunca necessrio ser esclarecido.necessrio ser esclarecido. Principalmente porque os meios dePrincipalmente porque os meios de comunicao social enchem a mente dascomunicao social enchem a mente das pessoas com informaes inteis epessoas com informaes inteis e alienantes, com ocupaesalienantes, com ocupaes desnecessrias, sendo quase impossveldesnecessrias, sendo quase impossvel ser algum esclarecido, algum comser algum esclarecido, algum com senso crtico e com pensar prprio.senso crtico e com pensar prprio. </li></ol>