filosofia de kant

Download FILOSOFIA DE KANT

Post on 14-Apr-2017

638 views

Category:

Education

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

Slide 1

Os idealistas:Kant e Hegel

1

Immanuel KantO que podemos conhecer?

A minha filosofia uma busca por uma cincia universal e necessria.

H2O O conhecimento formulado pelo sujeito quando este descobre algo acerca do objeto.OBJETOSUJEITOFORMA

Conhecer nada mais que emitir juzos sobre os objetos.

verde redondo azedo uma fruta

Quais so os tipos de juzos?JUZOS A PRIORI(so aqueles que ocorrem SEM a presena da experincia segundo o intelecto do sujeito)

So universais e ocorrem sempre da mesma forma

Quais so os tipos de juzos?JUZOS A POSTERIORI(so aqueles que ocorrem COM a presena da experincia)So relativos e no podem abarcar o universal

JUZOS A PRIORI(so aqueles que ocorrem SEM a presena da experincia)JUZOS A POSTERIORI(so aqueles que ocorrem COM a presena da experincia)1 diferenciao:

Quais so os tipos de juzos?JUZOS ANALTICOS(so aqueles que analisam os objetos SEM trazer novos conhecimentos)Um livro contm folhas.

Quais so os tipos de juzos?JUZOS SINTTICOS(so aqueles que analisam os objetos TRAZENDO novos conhecimentos)Esse livro tem uma capa vermelha e pesa 100g.

JUZOS ANALTICOS(so aqueles que analisam os objetos SEM trazer novos conhecimentos)JUZOS SINTTICOS(so aqueles que analisam os objetos TRAZENDO novos conhecimentos)A PRIORI(no precisa de experincia)A POSTERIORI(precisa da experincia) UNIVERSAL.NO UNIVERSAL.

A cincia precisa se basear em juzos que ampliam o conhecimento e que sejam universais e necessrios.OPERAES ARITMTICASGEOMETRIAPROPOSIES DA FSICA

JUZOS SINTTICOS(so aqueles que analisam os objetos TRAZENDO novos conhecimentos)A PRIORI(no precisa de experincia)

Pelos juzos, supomos que o ser humano pode conhecer muitas coisas. Mas podemos conhecer a ESSNCIA das coisas ou s aquilo que nos aparece?

FENMENO(a coisa como ela aparece para mim COISA PARA MIM)NUMENON(a coisa como ela realmente COISA EM SI [fora de mim])2 diferenciao:

FENMENO(a coisa como ela aparece para mim COISA PARA MIM)

ECONOMISTAMDICAPOLTICO

NUMENON(a coisa como ela realmente COISA EM SI [fora de mim])

FENMENONUMENO

A arte pode ser uma cincia?

SUJEITOOBJETO A beleza nos causa um sentimento de prazer. Mas esse sentimento nasce da imaginao do sujeito.

A arte sempre subjetiva e relativa. E nunca objetiva e universal.

NUMENON(a coisa como ela realmente COISA EM SI [fora de mim])

FENMENONUMENO

???????

Da religio s podemos absorver o que racionalmente crvel e moralmente utilizvel.

1 Qual a diferena entre juzos a priori e a posteriori? Exemplifique.

2 Qual a diferena entre os juzos sinttico e analtico? Exemplifique.

3 Qual a diferena entre o primeiro tipo de juzos (A PRIORI / A POSTERIORI) e o segundo tipo (ANALTICOS / SINTTICOS)?

2 Qual a diferena entre fenmeno e numenon? Exemplifique.

3 Por que, para Kant, a arte no pode ser objeto de estudo cientfico?

Immanuel KantO que devemos fazer?

Duas coisas me deixam maravilhado: o cu estrelado acima de mim e a lei moral dentro de mim.

Uma tica universal e necessria.A TICA DO DEVER

Este semforo est vermelho e no tem carro vindo. Ser que eticamente vlida a minha ao caso eu atravesse a rua nessas situaes? Humm...

O que DEVE levar uma pessoa a praticar o bem e evitar o mal?

DEVO FAZER.NO DEVO FAZER. TODA AO TICA DEVE EMANAR DA RAZO. ASSIM COMO ACONTECE COM O CONHECIMENTO.

Devemos agir segundo o dever e pelo dever, ou seja, devemos agir segundo um bem e no por um fim.

BOA VONTADEM VONTADE

DEVO FAZER.NO DEVO FAZER.IMPERATIVO CATEGRICO

IMPERATIVO CATEGRICO Age segundo de um maneira tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal.

O dilema moral de PedroDizer a verdade e trair o amigoOu Mentir e ajudar o amigoQual o motivo de Pedro?No quer ser visto pelos outros como mentirosoTem medo da polcia Vontade/SentimentosTem pena do amigoQuer receber algo em troca (favores, dinheiro, etc.)AO incorrectaInteno no puraS seria correta se a vontade de Pedro no se deixasse influenciar pelas inclinaes sensveis e se orientasse exclusivamente pela razo

Independentemente de quais danos uma verdade causar, e a quem causar, ela deve ser proferida em caso de necessidade, s assim o dano ocorrer ao acaso e no por responsabilidade do indivduo mentiroso, isto , no com base nos parmetros subjetivos que o indivduo considerou para proferir a sentena mentirosa.

EU ME PAREO UMA PESSOA GORDA?HUM... IREI UTILIZAR O I. CATEGRICO!

Depois de agir segundo o imperativo categrico...

POR QUE VOC ME DISSE ISSO!?!?!??PORQUE O MEU DEVER!E O SEU TAMBM...

CRTICASFORMALISMO EXAGERADOEGOCNTRICANO TANGE OUTROS SERES VIVOS. EX: ANIMAIS