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  • Segunda Reunio do Frum Nacional de Pr-reitores de Planejamento e

    Administrao das IFES

    12, 13 e 14 de junho de 2013

    UNIFAL UNIFEI - Poos de Caldas - SP

  • II Encontro do Forplad

    12, 13 e 14 de Junho de 2013 Poos de Caldas / MG Pauta 12 DE JUNHO (Campus da UNIFAL-MG em Poos de Caldas): 14h00 - Abertura: Reitores e convidados. 14h30 - Palestra: O financiamento das IFES no contexto da autonomia Universitria. Palestrante: Prof. Dr. Nelson Cardoso Amaral/ UFG. 16h30 - Relato dos trabalhos da Coordenao Nacional. - Relato dos trabalhos das Coordenaes Regionais. 13 DE JUNHO (Hotel Golden Park): 08h00 - Fundao de Apoio: avaliao e debate na AGU. Palestrante: Jezihel Pena Lima - Procurador/UFGD. 09h45 - A terceirizao nas IFES: um debate necessrio. Palestrante: Jeferson Alves dos Santos Auditor/UNIFAL-MG 11h00 - Painel ANDIFES Reitor Paulo Mrcio de Faria e Silva 2 Vice-presidente Associao Nacional dos Dirigentes das Instituies Federais de Ensino Superior. 14h00 - Painel DIFES/SESU/MEC Adriana Weska. 16h30 - Grupos de Trabalho: Comisso de Planejamento e Avaliao. Comisso de Modelos. Comisso de Administrao. 14 de JUNHO (Hotel Golden Park): 08h00 - Servio de Tercerizao de impresso. Palestrante Joo Batista Furtuoso - UFSC. 09h20 - Relatos dos GTs e encaminhamentos. 11h20 - Encerramento. Mesa de Abertura dos Trabalhos: Paulo Mrcio de Faria e Silva - Reitor UNIFAL-MG Dagoberto Alves de Almeida - Reitor UNIFEI Cleber vila Barbosa - Reitor em exerccio - IFSULDEMINAS Elosio do Carmo Loureno - Prefeito Municipal de Poos de Caldas Silvana de Abreu - Coordenadora FORPLAD Jos Alberto Ferreira Filho - Pr-Reitor de Administrao - UNIFEI Vera Lcia de Carvalho Rosa - Pr-Reitora de Administrao e Finanas - UNIFAL-MG Toms Dias SantAna - Pr-Reitor de Planejamento, Oramento e Desenvolvimento Institucional - UNIFAL-MG

  • Dia 12/06/2013

    Aps abertura a Coordenao Nacional deu encaminhamento a PALESTRA do Prof. Dr. Nelson Cardoso

    Amaral UFG, O FINANCIAMENTO DAS UNIVERSIDADE FEDERAIS NOS LTIMOS 20 ANOS: COMO

    SERIA UMA VINCULAO PARA A AUTONOMIA?

    Momento I

    A apresentao (extenso .ppt) encontra-se no portal do FORPLAD. Os relatos que seguem apenas fazem um pequeno resumo.

  • mais que 80% dos 18% proposto para Lei e se sabe que pouco. Assim, vinculaes sem a

    devida racionalizao inviabilizaria as IFES manterem o crescimento. Alm disso, questiona

    como ficaria a carreira? Entende que deveria continuar sendo nacional e no prpria a cada IFES

    uma vez que isso poderia gerar muitas distores em um pas to diverso quanto o Brasil.

    Fez um estudo especfico sobre o perodo do Reuni para verificar o impacto no aumento dos

    recursos e a considerao com a expanso.

    Relacionou os investimentos qualidade das IFES, citando vagas ociosas e pouco controle sobre

    a evaso. Exemplificou com as licenciaturas, que atualmente esto com muitas vagas sem

    preenchimentos.

    Analisou a arrecadao sobre o percentual do PIB trabalhado na Educao (5% do PIB) e fez

    meno sobre a possibilidade de 10% do PIB em investimento, mas sem definio se este valor

    seria dirigido diretamente s IFES.

    O dinheiro para investimentos poder sair de outra fonte.

    H muitas informaes relevantes sobre os investimentos nas IFES e alguns paralelos com datas

    especficas, no s governos, mas tambm perodos de greve.

    Surgiram algumas contribuies. O Reitor Paulo Mrcio (UNIFAL) solicita que se deixe mais claro

    como seria o comportamento da despesa. Luiz, destacar que um fracasso discutir vinculao

    com base em imposto arrecadado uma vez que h uma estratgia do Governo em arrecadar em

    forma de contribuio. Ario (UFRGS) chama ateno que teria a discusso das distribuies do

    MEC, mas tambm das que vem de outros ministrios. Sebastio (UFV), fez referencias a forma

    como os oramentos das IFES esto organizados, como uma colcha de retalhos, com aes que

    passam margem das Pr-reitorias, como o caso do PNAES, Proext entre outros que seriam

    melhor utilizados como um oramento nico. Alem disso observou que h uma tendncia nos

    dados apresentados de que somente com luta que se alcanou resultados. Mas no s

    enfrentamento. importante argumentar com boas ideias e que sejam bem justificadas.

    Hermano (UFPE) apontou que h diferenas grandes entre as IFES se compararmos com as

    Estaduais. Questiona qual seria o cenrio futuro da matriz Andifes na autonomia.

    Respostas:

    Explicou que analisou apenas a execuo oramentria de cada IFES dentro do trabalho

    apresentado, assim so dados liberados oficialmente e pblicos, mas que no possvel

    pegar outras origens de recursos que no se deram por dentro da Conta nica. Muitos

    convnios e aes no so contabilizados de forma fcil e gera um trabalho difcil de

    finalizar. A ideia vincular qualquer contribuio tambm para as IFES. As contribuies

    no geram vnculos com os repasses.

    Concorda que a criao das contribuies para fugir da vinculao e que a DRU uma

    forma do governo fazer o entender correto e conveniente, no gera vinculao

    necessariamente.

    Afirma que as universidades so heterogneas. Umas mais avanadas outras, nascendo.

    Umas nos centros, outras nas periferias, no interior do pas.

  • Chamou ateno de que pode ser que no esse ainda o momento de autonomia, pois

    francamente no h interesse, pois talvez no seja benfica para as IFES, inclusive.

    Como ficaria as 63 IFES, existentes hoje, discutindo a repartio da Matriz

    Oramentria? Seria um grande complicador ...

    No interessa aos Reitores, aos Sindicatos e muito menos ao Governo. O MEC no abrir

    mo de controlar as IFES. A adio de programas melhora a imagem do Governo

    independente dos seus resultados. A autonomia uma conquista e a UNIVERSIDADE

    precisa conquist-la. Alm disso, se se vai fazer um modelo sofisticado e complexo no

    recomenda que se coloque pessoal pois o prprio crescimento das universidades

    engessariam e estrangulariam a contratao de pessoal, sem falar que a tendncia seria

    as IFES no crescerem mais para no dividir mais.

    Finalmente questiona porque desde 1988, na constituio essa questo no avanou?

    Falta e sempre faltou vontade politica.

    Momento II

    A Coordenadora do FORPLAD, Silvana, encaminhou a apresentao dos novos membros do

    Forplad. A coordenao abriu para que se entregasse um Kit Pr-reitor, uma pequena

    brincadeira organizada pela UNIFAL para descontrair os novos integrantes. So eles: Plnio:

    UNILAB; Ricardo: UFAM; Lcia: UFSC; Sales: UFAM; Raquel: UNILA; Isabela: UFSC; Ndia: UFRRJ;

    Dirceu Martins: UFBA; Carlos Alberto: UNB.

    Aps, foi retomada a pauta da Reunio e dado incio o relato da Coordenao Nacional sobre as

    atividades desenvolvidas. No perodo.

    Momento III

    Relatos da Coordenao Nacional

    Apresentou inicialmente sobre antecipao do horrio de 9h45, no dia 13 de junho, devido

    ausncia da SPO. Informou que no participao da SPO foi justificada pelo adiantamento das

    decises sobre o oramento para o ano de 2014. Situao pelo qual j havia sido organizada

    alterao na pauta, com a participao do Reitor Paulo Marcio para falar sobre a expanso.

    Confirmou a presena de todos os demais participantes, inclusive Adriana Weska e Dulce Tristo

    da SESU.

    Informou encaminhamentos dados para os Projetos de edificaes a serem disponibilizados na

    Rede Forplad. Foi definido um grupo de voluntrios formado por Alda, Tomas e Neocles que

    esto iniciando pela organizao dos documentos necessrios para que no tenhamos

    problemas de ordem legal e constrangimentos. Aberta a palavra para Tomas, apresentou

    tambm esclarecimentos e se colocou a disposio para dados mais tcnicos.

    Informou que Participou de um conjunto de reunies na Andifes, como a de Porto Alegre em

    que foram convidados os Ministros do TCU e da CGU. Relatou que o encontro foi muito

    interessante e que houve um dilogo fraterno e franco com os reitores, sobretudo no tocante as

  • dificuldades e falta de dilogo, mas principalmente pelas terminologias utilizadas pelos

    auditores com as equipes de auditoria locais, muito distantes do que efetivamente ocorre

    dentro das IFES. Ainda relatou que o Forplad foi citado como exemplo de iniciativa de debate

    em funo da discusso sobre a Cartilha da CGU, que j esta sofrendo muitas mudanas em

    funo desse encontro.

    Informou que a coordenao mais a comisso de modelos participaram de reunies da comisso

    de oramento da Andifes sobre a regulamentao, por meio de Portaria, para a

    institucionalizao da matriz e com a definio da comisso para acompanhar o trabalho como

    est previsto na norma. Informou que esta portaria estava para ser publicada pelo MEC, o que

    permitir uma institucionalizao da matriz e a indicao dos critrios de distribuio do

    oramento. Outro tema dessas reunies que ocorreram entre as Comisses do Forplad e da

    Andifes foi a retomada dos estudos sobre critrios da matriz definidos pelo Decreto 2733/2010 ,

    j em debate pela comisso de modelos desde 2011 e a exposio e envolvimento da comisso

    de oramento da Andifes no sentido de atender o compromisso com a SESU/MEC sobre a

    incorporao do ndice de qualidade vinculado graduao e que seria incorporado j ao

    oramento de 2014. O aprofundamento das informaes ficou para Marize, coordenadora da

    comisso de modelos.

    Informou ainda que est disponvel no Portal do Forplad, no espao da Comisso de Modelos, o

    Oficio 65/2013, da DIFE

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