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Economy & Finance

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Projeto Experimental - BICAg. Criaativa

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  • 1. 3.1 Anlise Situacional3.1.1 Ambiente econmicoO Brasil comeou o ano se recuperando da crise imobiliria que seiniciou nos Estados Unidos e afetou o mundo todo. Considerando a crise o pasfoi um do menos afetados e comeou a se reerguer no final do ano passado ehoje mostra nmeros expressivos em seu ambiente econmico.O ndice de Atividade Econmica da instituio (IBC-Br) do BancoCentral, mostra que a economia brasileira continuou a se acelerar este ano.Durante o ano o indicador (aps ajustes sazonais) registrou aumento de 0,27%.O ndice vem crescendo desde janeiro de 2009. Os nmeros do BC (BancoCentral) mostram que a atividade cresceu fortemente de janeiro a abril de2010, na comparao com igual perodo do ano de 2009 quando a economiabrasileira sentiu os efeitos da crise financeira internacional. Nesta comparao,o indicador avanou 10,5%, tambm aps ajustes sazonais.Na comparao de abril deste ano, contra o mesmo ms de 2009, ocrescimento do IBC-Br foi de 10,87%.O IBC-Br um indicador criado para tentar antecipar o resultado doProduto Interno Bruto (PIB) e ajudar a autoridade monetria na definio dataxa bsica de juros (Selic). O ndice do BC incorpora estimativas para aagropecuria, da indstria e do setor de servios, alm dos impostos.Em maio, antes da divulgao do resultado do PIB, o BC informou que oIBC-Br avanou 9,84% no primeiro trimestre, sobre igual perodo do anopassado. Posteriormente, o IBGE informou que o PIB avanou 9% nestacomparao.O IBC-Br tambm uma das ferramentas utilizadas pelo Banco Centralpara definir a taxa bsica de juros da economia brasileira. Atualmente, os jurosbsicos esto em 10,25% ao ano, aps duas elevaes seguidas de 0,75 pontopercentual cada.

2. O BC vai manter a taxa bsica de juros em 10,75% ao ano at o fim de2010, retomando o ciclo de aperto monetrio no incio de 2011, com duas altasde 0,5 pontos percentuais.IPCA-15 e IPCA-EO ndice de Preos ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve variao de0,19% em junho, taxa inferior de maio (0,63%). Com esse resultado, avariao do IPCA-E (acumulado do IPCA-15) ficou em 1,30% no segundotrimestre deste ano, pouco abaixo do segundo trimestre de 2009 (1,33%), efechou o primeiro semestre de 2010 com 3,35%, resultado superior ao de igualperodo do ano anterior (2,49%). Considerando os ltimos 12 meses, o ndiceficou em 5,06%, abaixo dos 12 meses imediatamente anteriores (5,26%). Emjunho de 2009, o IPCA-15 havia sido 0,38 %.Vindo da alta de 1,00%, registrada no ms de maio, para uma queda de0,42% em junho, o grupo alimentao e bebidas constituiu-se no responsvelpela forte desacelerao do IPCA-15 de um ms para o outro. Excetuando-seapenas as regies metropolitanas de Recife e Belm, onde os alimentosmostraram relativa estabilidade (0,04% e 0,01%, respectivamente), nas demaisreas os preos estiveram em queda, chegando a -0,87% em Belo Horizonte.Alguns alimentos ficaram bem mais baratos, como tomate (de -11,08%em maio para -16,30% em junho), batata inglesa (de 17,83% para -11,06%),acar cristal (de -2,71% para -11,76%) e refinado (de -0,22% para -9,49%).Alm disso, o feijo carioca (de 31,75% em maio para 6,66% em junho) eoutros feijes subiram bem menos. Entretanto, mesmo com os alimentos semqueda, o item refeio fora teve aumento de 0,95% em junho, repetindo avariao registrada em maio, e ficou com a maior contribuio no ms: 0,04pontos percentual.Conforme mostra a tabela a seguir, no s o grupo dos alimentosdesacelerou de um maio para junho. 3. Apenas os artigos de residncia (de 0,03% em maio para 0,73% emjunho), com destaque para eletrodomsticos (de 0,73% para 0,98%) emobilirio (de -0,23% para 0,91%), e o grupo das despesas pessoais (de0,58% para 0,61%) apresentaram resultados superiores aos de maio. O itemcigarro, com variao de 1,88%, em razo de reajuste de preos nas marcasde um dos fabricantes, foi destaque nas despesas pessoais. Com isso, o agrupamento dos no alimentcios teve variao de 0,37%em junho, abaixo dos 0,52% de maio. O litro do etanol (de -2,87% para -7,59%) ficou ainda mais barato,influenciando os preos da gasolina (de 0,45% para -0,69%). Outros produtos eservios tambm apresentaram menor ritmo de crescimento de maio parajunho, a exemplo dos remdios (de 2,14% para 0,84%) e dos salrios dosempregados domsticos (de 1,12% para 0,58%). Dentre os ndices regionais, os maiores foram os de Braslia e Salvador,ambas com 0,41%. Em Braslia, sobressaram as passagens areas, cuja altade 13,44% levou contribuio de 0,16 pontos percentual na rea. EmSalvador, aumentos na energia eltrica (2,38%) e na taxa de gua e esgoto(3,83%), com 0,06 ponto percentual cada, geraram contribuio de 0,12 pontopercentual. O menor ndice regional foi registrado na regio metropolitana dePorto Alegre (-0,04%), destacando-se a queda de 0,72% nos preos dosalimentos. Para o clculo do IPCA-15, os preos foram coletados no perodo de 14de maio a 14 de junho e comparados com aqueles vigentes de 14 de abril a 13de maio. O indicador refere-se s famlias com rendimento de 1 a 40 salriosmnimos e abrange as regies metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre,Belo Horizonte, Recife, So Paulo, Belm, Fortaleza, Salvador e Curitiba, almde Braslia e Goinia. A metodologia utilizada a mesma do IPCA; a diferenaest no perodo de coleta dos preos.Fonte: IBGEEmprego e renda 4. O IBGE divulgou que, em junho, o emprego na indstria registrouresultados positivo consecutivo ao avanar 0,5%. Na comparao com 2009, aalta foi de 4,9%, a mais elevada desde o incio da srie histrica, em 2001. Nosegundo trimestre como um todo, no entanto, o ritmo de crescimento foi menordo que no primeiro (1,6% contra 1,3%).Com esses resultados divulgados, o indicador acumula aumento de2,4% no primeiro semestre.O rendimento mdio real dos trabalhadores das seis principais regiesmetropolitanas do pas encolheu 0,9% em maio na comparao com abril. Essafoi a primeira retrao registrada no ano, aponta o IBGE (Instituto Brasileiro deGeografia e Estatstica).De abril para maio, a renda cresceu apenas para os trabalhadores da indstria(3,7%) e da construao (2,1%).O Dieese calcula todo o ms um valor ideal do salrio mnimo, levandoem conta o preceito constitucional sobre o atendimento das necessidadesbsicas de alimentao, moradia, sade, educao, entre outros itens. 5. Em junho, esse valor estimado atingiu R$ 2.092,36, ou 4,1 vezes o atualsalrio mnimo. Em maio, o salrio mnimo ideal foi calculado em R$ 2.157,88e em junho do ano passado, R$ 2.046,99. A quantidade de trabalhadores sem ocupao aumentou levemente emmaio. Mesmo assim, foi o menor ndice para o ms desde 2002. A taxa de ocupao subiu 0,2%, para 7,5% o menor nvel para um msde maio desde o incio da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) do IBGE. Ocontingente de desocupados ficou em 1,8 milho e a de ocupados, em 21,9milhes. Cerca de1,8milho de pessoasfoi o contingente dedesempregados registrado no ms de maio no pas, segundo o IBGE.Varejo As vendas no comrcio no pas em junho cresceram 1%, na comparaocom maio, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (InstitutoBrasileiro de Geografia e Estatstica). O resultado completa dois mesesconsecutivos de crescimento no volume de vendas aps a forte queda do msde abril. Em relao a junho de 2009, houve alta de 11,3%. No acumulado dejaneiro a junho, houve avano de 11,5% na comparao com igual intervalo noano passado. No acumulado dos ltimos 12 meses at junho, as vendascresceram 9,3%. O resultado do semestre o melhor de toda a srie histrica, iniciada em2001, superando inclusive o segundo semestre de 2009, que alcanou 7,2%. OIBGE ressaltou que no primeiro semestre de 2009 a economia brasileira sofriaa influncia da crise financeira internacional. Somente em meados do segundosemestre daquele ano que a economia comea a se estabilizar, com suasatividades se aproximando dos patamares do perodo pr-crise. A receita nominal de vendas no comrcio teve expanso de 0,5% emjunho, na comparao com o ms anterior. Em relao a junho de 2009, a 6. receita do comrcio aumentou 14%, com destaque para o setor deequipamentos e material para escritrios, informtica e comunicao, quecresceu 5,4%, com ajuste sazonal.As vendas no comrcio varejista ampliado --que inclui ainda odesempenho das vendas de veculos e motos, partes e peas e material deconstruo apenas no varejo-- subiram 0,8% em junho, frente a maio. Nacomparao com junho de 2009, houve alta de 6,9%.As vendas de veculos e motos, partes e peas caram 0,6% nacomparao com maio, e 9,5% ante o mesmo ms do ano passado.J as vendas de material de construo no varejo registraram retrao de 3,1%sobre maio, mas subiram 12,2% sobre junho de 2009.Na comparao com junho de 2009, todas as atividades pesquisadasregistraram crescimento no volume de vendas. No confronto com maio, cincodas 10 atividades subiram.SUPERMERCADOA categoria que inclui supermercados, hipermercados respondeu por50% do crescimento do varejo em junho. O setor cresceu 1,5% em volume devendas em relao a maios. Contra junho de 2009, o desempenho teveexpanso de 11,9%. Os nmeros mostram o varejo voltando a crescer, comose esperava, recuperando toda a queda do ano passado, alimentado peloaumento da renda, do emprego e ampliao do crdito.Economia MudialDados dos ltimos dias mostram queda de produo industrial,investimentos, vendas no varejo, importao e exportao. A China estcomeando a desacelerar. O crescimento no primeiro trimestre foi de11,9%. No segundo, de 10,3%. A previso de uma consultoria para o ltimotrimestre de 9%. E para o ano que vem, um crescimento do PIB de 8,3%. 7. Os nmeros continuam sendo fortes, mas para a China, pouco. Muitasmudanas esto ocorrendo l, como por exemplo, o movimento trabalhista. Hmuitas greves, exigncias de aumento de salrios, que j subiram 17%. Isso bom. Tudo o que acontece na China reflete aqui no Brasil, porque vendemosmuito para o pas. O minrio de ferro est puxando a exportao brasileira esteano, porque a China aumentou a importao. Mas o pas est fechando duas mil indstrias do setor da indstriapesada por razes ambientais. uma briga entre as provncias, que noquerem o fec

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