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  • INTRODUO AO CDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - LEI N. 8.078/90

    Relao Jurdica de Consumo

    1

    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

    AULA INTRODUTRIA DA PS-GRADUAO EM DIREITO DO

    CONSUMIDOR

  • 2

    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

    1. Apresentao do curso de ps-graduao em Direito

    do Consumidor

    2. Contedo programtico

    http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwi1wrWG8rHZAhXJC5AKHbuJA_4QjRx6BAgAEAY&url=http%3A%2F%2Fnoticias.universia.com.br%2Fdestaque%2Fnoticia%2F2015%2F04%2F14%2F1123304%2Fprofessor-conheca-programa-permite-inovar-apresentaces-powerpoint.html&psig=AOvVaw15OJamwY_ejLBwy2zoHqTz&ust=1519126604297039http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwi1wrWG8rHZAhXJC5AKHbuJA_4QjRx6BAgAEAY&url=http%3A%2F%2Fnoticias.universia.com.br%2Fdestaque%2Fnoticia%2F2015%2F04%2F14%2F1123304%2Fprofessor-conheca-programa-permite-inovar-apresentaces-powerpoint.html&psig=AOvVaw15OJamwY_ejLBwy2zoHqTz&ust=1519126604297039

  • 3

    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

    3. Referncias bibliogrficas

    I - Mdulo

    Rizzatto Nunes. Curso de direito do consumidor. 11.

    ed. So Paulo: Saraiva, 2017.

  • 4

    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

    3. Referncias bibliogrficas

    II - Mdulo

    MARQUES, Cludia Lima. Contratos no cdigo de

    defesa do consumidor: o novo regime das relaes

    contratuais. 7. ed. So Paulo: Revista dos Tribunais,

    2014.

  • 5

    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

    3. Referncias bibliogrficas

    III - Mdulo

    Viana, Joseval Martins. Prtica forense em Processual

    Civil. 2 edio. Salvador: JusPodivm, 2018.

  • 6

    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

    O Cdigo de Defesa do Consumidor e os Princpios

    Constitucionais

    1. Conceito de princpios

    2. A importncia dos princpios constitucionais para

    interpretar o Cdigo de Defesa do Consumidor

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

    Art. 1 da Constituio Federal

    A Repblica Federativa do Brasil, formada pela

    unio indissolvel dos Estados e Municpios e do Distrito

    Federal, constitui-se em Estado Democrtico de Direito e

    tem como fundamentos:

    III - a dignidade da pessoa humana;

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

    Princpios Constitucionais e o Cdigo de Defesa do

    Consumidor

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

    Art. 24 da Constituio Federal

    Compete Unio, aos Estados e ao Distrito Federal

    legislar concorrentemente sobre:

    VIII - responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao

    consumidor, a bens e direitos de valor artstico, esttico,

    histrico, turstico e paisagstico;

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

    Art. 170 da Constituio Federal

    A ordem econmica, fundada na valorizao do

    trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim

    assegurar a todos existncia digna, conforme os ditames

    da justia social, observados os seguintes princpios:

    V - defesa do consumidor;

  • Consumidor toda pessoa fsica ou jurdica queadquire ou utiliza produto ou servio comodestinatrio final.

    CONCEITO DE CONSUMIDOR

    Artigo 2 da Lei n. 8.078/90

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  • PESSOA FSICA

    Pessoa fsica todo ser humano enquanto indivduoa partir de seu nascimento com vida at a morte.

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • PESSOA JURDICA

    Pessoa jurdica a unio de pessoas naturais, oupessoas fsicas, reconhecidas pela ordem jurdicacomo sujeito de direitos e obrigaes.

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • PESSOA JURDICA COMO CONSUMIDORA

    A pessoa jurdica adquire produtos e utiliza servios

    Exemplos: aquisio de maquinrio para produo de matria-prima, contratao de ascensorista.

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • O legislador consumerista entendeu por bemempregar o verbo adquirir para produtos e o verboutilizar para servios.

    15

    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • A aquisio de produtos pode ser gratuita?

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • DESTINATRIO FINAL

    CONSUMIDOR

    CDIGO DE DEFESA DO

    CONSUMIDOR

    C0NCESSIONRIA

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • CONCESSIONRIA

    DIREITO CIVIL

    AUTOMVEIS

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • CONCEITO DE FORNECEDOR

    Fornecedor toda pessoa fsica ou jurdica,

    pblica ou privada, nacional ou estrangeira, bem como

    os entes despersonalizados, que desenvolvem

    atividade de produo, montagem, criao,

    construo, transformao, importao, exportao,

    distribuio ou comercializao de produtos ou

    prestao de servios.

    Art. 3 da Lei n. 8.070/90

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • COMPRA E VENDA DE VECULO ENTRE ADVOGADOS

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  • RELAO JURDICA DE CONSUMO

    Aquisio de produtos e utilizao da prestao de servio na relao jurdica de consumo.

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO FORNECEDOR - Art. 14 do CDC

    O fornecedor de servios responde,independentemente da existncia de culpa, pelareparao dos danos causados aos consumidores pordefeitos relativos prestao dos servios, bemcomo por informaes insuficientes ou inadequadassobre sua fruio e riscos.

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  • 23

    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • DANOS MORAIS E MATERIAIS. Furto de objetos deixados no

    interior do veculo em estacionamento de lanchonete.

    Estabelecimento comercial que ao disponibilizar estacionamento,

    mesmo que gratuito, tem responsabilidade pela guarda e vigilncia

    sobre os veculos. Sm. 130/STJ. Documentos juntados aos autos

    suficientes demonstrao de que parte dos objetos furtados se

    encontrava, de fato, no interior do veculo. Apresentao, ademais,

    das notas fiscais relativas aos pertences do consumidor, atestando

    a sua existncia e o seu valor. Indenizao material que devida

    excepcionalmente, dadas as peculiaridades do caso concreto.

    Dano moral no evidenciado, eis que no atingidos os direitos da

    personalidade do consumidor, com gravidade suficiente a

    caracterizar essa espcie de prejuzo. Sentena mantida.

    Sucumbncia recproca. Recursos desprovidos. TJSP; Apelao

    1008912-94.2016.8.26.0361; Relator (a): Teixeira Leite; rgo

    Julgador: 4 Cmara de Direito Privado; Foro de Mogi das Cruzes -

    6 Vara Cvel; Data do Julgamento: 05/12/2017; Data de Registro:

    05/12/2017).24

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  • SMULA N. 130 DO STJ

    A empresa responde, perante o cliente, pelareparao de dano ou furto de veiculo ocorridos emseu estacionamento.

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  • INVERSO DO NUS DA PROVA NO CDC -Entendendo um pouco do procedimento das aes

    judiciais que envolvem relao de consumo

    Ao Judicial do Direito do Consumidor que discute matria de direito

    A quem compete provar o defeito do produto ou a m prestao de servio?

    Na relao de consumo, necessitando a percia, a quem compete arcar com o pagamento do perito?

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  • Artigo 6, inciso VIII, do CDC

    Art. 6 So direitos bsicos do consumidor:

    VIII - a facilitao da defesa de seus direitos,inclusive com a inverso do nus da prova, a seufavor, no processo civil, quando, a critrio do juiz, forverossmil a alegao ou quando for elehipossuficiente, segundo as regras ordinrias deexperincias.

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    PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA

  • AGRAVO DE INSTRUMENTO. AO INDENIZATRIA. DIREITO DOCONSUMIDOR. INVERSO DO NUS DA PROVA. ART. 6 INCISO VIII DOCDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. A inverso do nus da prova no automtica e somente se apresenta vivel quando o Julgador constatar averossimilhana das alegaes ou a hipossuficincia do consumidor e a provasomente puder ser produzida pela parte contrria a que postula a produo.No caso dos autos, ainda que se trate de relao de consumo, no h como serinvertido o nus da prova, posto que no se verifica a dificuldade declaradapela parte autora na produo de provas a comprovar seu direito. Com isso,deve prevalecer a regra da distribuio do nus da prova conforme o artigo373, inc. I, do Cdigo de Processo Civil, sendo nus da parte autora comprovaro fato constitutivo do seu direito. Foroso, portanto, concluir pela aplicao doverbete sumular n227 deste Egrgio Tribunal. Por conta de tais fundamentos,conheo e nego provimento ao recurso, nos termos do art. 932, inciso IV, a, doCdigo de Processo Civil. Des(a). ANTONIO CARLOS DOS SANTOS BITENCOURT- Julgamento: 18/12/2017 - VIGSIMA STIMA CMARA CVEL CONSUMIDOR .0056135-37.2017.8.19.0000 - AGRAVO DE INSTRUMENTO

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  • No caso de percia, quem arca com a pagamento?

    AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.INVERSO DO NUS DA PROVA. HONORRIOS PERICIAIS.ATRIBUIO DO NUS DE PAGAMENTO PARTECONTRRIA. IMPOSSIBILIDADE. PRECEDENTES. AGRAVONO PROVIDO. 1. A jurisprudncia do STJ orienta-se nosentido de que inverso do nus probatrio no acarreta aobrigao de suportar as despesas com a percia, implicando,to somente, que a parte requerida arque com asconsequncias jurdicas decorrentes da no produo daprova. Precedentes. 2. Agravo regimental no provido. (AgRgno AgRg no AREsp 575.905/MS, Rel. Ministro RAUL ARAJO,QUARTA TURMA, julgado em 07/04/2015, DJe 29/04/2015)

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