Demonstrao do Fluxo de Caixa (DFC)

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Demonstrao do Fluxo de Caixa (DFC). Disciplina : Contabilidade Avanada I Curso: Cincias Contbeis Perodo: 7 perodo Professor: Carlos Arajo Email : carlosaoaraujo@hotmail.com. Prof. Carlos Arajo. DFC - Objetivo. - PowerPoint PPT Presentation

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Apresentao do PowerPointDemonstrao do Fluxo de Caixa (DFC)Prof. Carlos ArajoDisciplina: Contabilidade Avanada ICurso: Cincias ContbeisPerodo: 7 perodoProfessor: Carlos ArajoEmail: carlosaoaraujo@hotmail.comDFC - ObjetivoA DFC serve de base para avaliar a capacidade de gerao de caixa e equivalentes de caixa, bem como as necessidades da entidade de utilizao desses fluxos de caixa.Prof. Carlos ArajoDFC - NormatizaoCPC n 03 (R2) obrigatria no Brasil;IASB IAS 7;CVM Deliberao n 641/10;CFC NBC TG 03 (R2);CMN Resoluo n. 3.604/08 (Banco Central do Brasil);ANS Instruo Normativa n. 37/09;SUSEP Circular n. 424/11, anexos, anexo IV.Prof. Carlos ArajoDFC - ApresentaoA demonstrao dos fluxos de caixa deve apresentar os fluxos de caixa do perodo classificados por atividades Operacionais, de Investimento e de Financiamento.Os mtodos de elaborao so o Direto e o Indireto.Prof. Carlos ArajoDFC Atividades operacionaisEste montante um indicador chave da extenso pela qual as operaes da entidade tm gerado suficientes fluxos de caixa para manter a capacidade operacional da entidade, pagar dividendos e juros sobre o capital prprio e fazer novos investimentos sem recorrer a fontes externas de financiamento.As informaes sobre os componentes especficos dos fluxos de caixa operacionais histricos so teis, em conjunto com outras informaes, na projeo de fluxos futuros de caixa operacionais.Prof. Carlos ArajoDFC Atividades operacionaisExemplos:(a) recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestao de servios;(b) recebimentos de caixa decorrentes de royalties, honorrios, comisses e outras receitas;(c) pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias e servios;(d) pagamentos de caixa a empregados ou por conta de empregados;(e) recebimentos e pagamentos de caixa por seguradora de prmios e sinistros, anuidades e outros benefcios da aplice;(f) pagamentos ou restituio de caixa de impostos sobre a renda, a menos que possam ser especificamente identificados com as atividades de financiamento ou de investimento;(g) recebimentos e pagamentos de caixa de contratos mantidos para negociao imediata ou disponveis para venda futura.Prof. Carlos ArajoDFC Atividades de investimentoRepresenta a extenso em que gastos foram feitos para obteno de recursos buscando gerao de receita futura e fluxo de caixa. Fluxo de caixa relacionados com aquisio e alienao de ativos de longo prazo e de investimentos no includos em caixa e equivalentes de caixa. Compra e venda de ativos permanente. Compra e venda de instrumentos de patrimnio (equity instrument). (no realizadas por instituies financeiras). Pagamentos e recebimentos de contratos de derivativos no classificados para negociao ou como atividades de financiamento. Aquisio e venda de subsidirias ou unidades de negcio.Prof. Carlos ArajoDerivativo um contrato no qual se estabelecem pagamentos futuros, cujo montante calculado com base no valor assumido por uma varivel, tal como o preo de um outro ativo (e.g. uma ao ou commodity), a inflao acumulada no perodo, a taxa de cmbio, a taxa bsica de juros ou qualquer outra varivel dotada de significado econmico. Derivativos recebem esta denominao porque seu preo de compra e venda deriva do preo de outro ativo, denominado ativo-objeto.Os mercados futuros e de opes so extremamente importantes no mercado financeiro. Utilizados por hedgers, especuladores e arbitradores, a sua formao de preos deriva de mercadorias e de ativos financeiros.7DFC Atividades de investimentoCustos relacionados aquisio de subsidirias ou unidades de negcio (aquisio ou venda do controle dessas entidades ou unidades de negcio) atualmente podem ser classificados como atividades de investimento. Contudo o IASB est props uma alterao no IAS 7 em virtude da reviso do IFRS 3, onde os custos relacionados aquisies sero despesados quando incorridos. Sendo assim, os custos relacionados aquises sero classificados como atividades operacionais.Aquisies e vendas efetuadas sem envolvimento de caixa (exemplo, compra com troca de aes) no so apresentadas nas demonstraes de fluxo de caixa e sim divulgadas em notas explicativas conforme requerimentos do IFRS 3. Similarmente, troca de ativos no so includas nas demonstraes de fluxo de caixa, mas divulgadas em notas explicativas conforme requerimentos de outras Normas do IFRS.Prof. Carlos ArajoDFC Atividades de financiamentoUtilizado para prever demandas futuras de fluxos de caixa pelos acionistas, agentes de mercado e outras fontes de recursos;Fluxo de caixa de atividades que resultem em alteraes na dimenso ou composio do capital prprio ou de terceiros de uma entidade.Prof. Carlos ArajoDFC Atividades de financiamentoEntradasCaixa recebido pela emisso de aes ou outros instrumentos patrimoniais;Emprstimos obtidos no mercado;Recebimento de contribuies com finalidade de expandir a planta instalada.SadasPagamento de dividendos;Pagamento de emprstimos obtidos (exceto juros);Pagamento do principal referente a imobilizado adquirido a prazo.Prof. Carlos ArajoDFC Atividades de financiamentoPontos importantes:Juros pagos o IASB faculta que os juros pagos sejam classificados como atividades operacionais ou de financiamento;Juros e dividendos recebidos o IASB faculta que sejam classificados como atividades operacionais ou de investimento;Para contratos contabilizados com proteo (hedge), os fluxos de caixa do contrato devem ser classificados do mesmo modo como foram classificados os fluxos de caixa da posio que estiver sendo protegida;Transaes que no envolvem caixa Ex. converso de dvida em capital.Prof. Carlos ArajoDFC - Mtodos deElaboraoMtodo DiretoAs empresas devem detalhar, no mnimo, as seguintes classes:Recebimentos de clientes;Recebimento de juros e dividendos;Outros recebimentos das operaes;Pagamento a empregados e a fornecedores de produtos e servios;Juros pagos;Impostos;Outros pagamentos se houver.Prof. Carlos ArajoDFC - Mtodos deElaboraoMtodo IndiretoReconciliar o Lucro Lquido, retirando os diferimentos que foram caixa no passado;Reconciliar o Lucro Lquido, retirando as alocaes ao perodo do consumo de ativos de LP e aqueles itens cujos efeitos no caixa sejam classificados como atividade de investimento ou financiamento;Obrigatria pela Lei 11.638.Prof. Carlos ArajoDFC ExignciasMtodo direto exige-se a evidenciao em NE da conciliao o fluxo de caixa gerado pelas operaes com o lucro lquido. obrigatrio evidenciar separadamente as variaes nos saldos de clientes, fornecedores e estoques;Mtodo indireto exigida a evidenciao em NE dos juros e IR pagos durante o perodo.Prof. Carlos ArajoDFC ExignciasEssa demonstrao, introduzida como obrigatria na Lei das S/A por fora de modificao dada pela Lei n. 11.638/07, est regulada por esse Pronunciamento aprovado e tornado obrigatrio pela Deliberao CVM n. 547/08, pela Resoluo OCPC_02 9 CFC n. 1.125/08, pela Circular SUSEP n. 379/08 e tambm pela Resoluo CMN n. 3.604/08 (Conselho Monetrio Nacional Banco Central do Brasil). Sua obrigatoriedade comea para as demonstraes contbeis a partir do exerccio social findo em 31 de dezembro de 2008.Prof. Carlos ArajoDFC ExignciasEssa demonstrao abrange exclusivamente fluxos efetivos de caixa, agrupados, obrigatoriamente, em atividades operacionais, de investimento e de financiamento, com o uso do mtodo direto ou indireto para evidenciao do fluxo de caixa das atividades operacionais (no caso das entidades reguladas pela SUSEP este regulador requer que seja adotado exclusivamente o mtodo direto). O uso do mtodo direto implica a evidenciao da conciliao do lucro lquido com o caixa das atividades operacionais. Os juros e os dividendos pagos ou recebidos podem ser classificados em atividades operacionais ou, alternativamente, os pagos nas atividades de financiamento e os recebidos nas atividades de investimento.Prof. Carlos ArajoDemonstrao do Valor Adicionado (DVA)ConceitoRepresenta a riqueza criada pela empresa, de forma geral medida pela diferena entre o valor das vendas e os insumos adquiridos de terceiros. Inclui tambm o valor adicionado recebido em transferncia, ou seja, produzido por terceiros e transferido entidade.Prof. Carlos ArajoDemonstrao do Valor Adicionado (DVA)ObjetivosDeve proporcionar aos usurios das demonstraes contbeis informaes relativas riqueza criada pela entidade em determinado perodo e a forma como tais riquezas foram distribudas. Prof. Carlos ArajoDemonstrao do Valor Adicionado (DVA)Importncia e necessidadeFundamenta-se em conceitos macroeconmicos, buscando apresentar, eliminados os valores que representam dupla-contagem, a parcela de contribuio que a entidade tem na formao do Produto Interno Bruto (PIB). Essa demonstrao apresenta o quanto a entidade agrega de valor aos insumos adquiridos de terceiros e que so vendidos ou consumidos durante determinado perodo. Prof. Carlos ArajoDemonstrao do Valor Adicionado (DVA)Importncia e necessidadeExistem, todavia, diferenas temporais entre os modelos contbil e econmico no clculo do valor adicionado. A cincia econmica, para clculo do PIB, baseia-se na produo, enquanto a contabilidade utiliza o conceito contbil da realizao da receita, isto , baseia-se no regime contbil de competncia. Como os momentos de realizao da produo e das vendas so normalmente diferentes, os valores calculados para o PIB por meio dos conceitos oriundos da Economia e os da Contabilidade so naturalmente diferentes em cada perodo. Essas diferenas sero tanto menores quanto menores forem as diferenas entre os estoques inicial e final para o perodo considerado. Em outras palavras, admitindo-se a inexistncia de estoques inicial e final, os valores encontrados com a utilizao de conceitos econmicos e contbeis convergiro. Prof. Carlos ArajoDemonstrao do Valor Adicionado (DVA)Importncia e necessidadePara os investidores e outros usurios, essa demonstrao proporciona o conhecimento de informaes de natureza econmica e social e oferece a possibilidade de melhor avaliao das atividades da entidade dentro da sociedade na qual est inserida. A deciso de recebimento por uma comunidade (Municpio, Estado e a prpria Federao) de investimento pode ter nessa demonstrao um instrumento de extrema utilidade e com informaes que, por exemplo, a demonstrao de resultados por si s no capaz de oferecer. Prof. Carlos ArajoDemonstrao do Valor Adicionado (DVA)Importncia e necessidadeA DVA elaborada por segmento (tipo de clientes, atividades, produtos, rea geogrfica e outros) pode representar informaes ainda mais valiosas no auxlio da formulao de predies e, enquanto no houver um pronunciamento especfico do CPC sobre segmentos, sua divulgao incentivada. Prof. Carlos ArajoDemonstrao do Valor Adicionado (DVA)Riquezas criadas (1 parte)Riqueza criada pela prpria entidadeVenda de mercadorias, produtos e servios;Outras receitas;Proviso para crditos de liquidao duvidosa;Custo dos produtos, das mercadorias e dos servios vendidos;Materiais, energia, servios de terceiros e outros;Perda e recuperao de valores ativos;Depreciao, amortizao e exausto;Resultado de equivalncia patrimonial;Receitas financeiras.Prof. Carlos ArajoDemonstrao do Valor Adicionado (DVA)Distribuio da riqueza (2 parte)Pessoal;Impostos, taxas e contribuies;Remunerao de capitais de terceiros;Remunerao de capitais prprios.Prof. Carlos ArajoDemonstrao do Valor Adicionado (DVA)Representao grfica e modelosProf. Carlos ArajoDemonstrao do Valor Adicionado (DVA)Demonstrao do Valor adicionado e o balano social.Prof. Carlos ArajoObrigado!Prof. Carlos Arajo