A INCLUSÃO ESCOLAR ATRAVÉS DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ... ?· analisar como é realizado o atendimento…

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  • A INCLUSO ESCOLAR ATRAVS DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL

    ESPECIALIZADO

    Ana Gabriela Hoernig1

    RESUMO

    O presente artigo discorre sobre a incluso escolar atravs do atendimento

    educacional especializado. Busca como objetivo geral estudar a importncia da

    incluso escolar de alunos portadores de necessidades educativas especiais e

    analisar como realizado o atendimento educacional especializado com os alunos

    que tem dificuldades de aprendizagem para que ocorra a efetivao da

    aprendizagem indo alm da incluso social meramente. A partir da, traam-se os

    objetivos especficos que so estudar a questo da incluso escolar atravs do

    atendimento educacional especializado e conhecer a importncia do mesmo. A

    seguir apresentada a reviso bibliogrfica existente sobre o assunto. Esse trabalho

    evidencia uma preocupao com relao incluso escolar de alunos portadores de

    necessidades educacionais especiais. A expectativa em socializar este

    conhecimento, contribuir para que os alunos portadores de necessidades

    educacionais especiais tenham acesso ao atendimento educacional especializado.

    Sendo assim de fundamental importncia que os governos cumpram a legislao

    vigente atravs de suas polticas pblicas, que promovam aes integradoras e

    inclusivas nas escolas para efetivar a incluso escolar dos alunos que apresentam

    necessidades educacionais especiais, disponibilizando um atendimento educacional

    especializado.

    Palavras chave: Alunos. Necessidades educacionais especiais. Incluso escolar.

    Atendimento educacional especializado.

    Discente do curso Psicopedagogia Clnica e Institucional do Centro Universitrio La Salle

    Unilasalle, matriculada na disciplina de Trabalho de Concluso II, sob orientao da Prof M. Lcia

    Belina Rech Godinho. E-mail: lucia.godinho@unilasalle.edu.br

  • 2

    1 INTRODUO

    O presente trabalho pretende analisar a questo da incluso escolar, bem

    como sua indispensvel efetivao. Atravs deste estudo busca-se trazer

    questionamentos sobre como se d a incluso de fato. Pretende-se tambm trazer

    subsdios tericos de estudiosos que apresentem alternativas e sadas para que a

    incluso escolar ocorra de fato. O principal aspecto que se pretende discutir a

    necessidade e urgncia do atendimento especializado para alunos com

    necessidades especiais.

    Neste trabalho sero abordados alguns temas como: investigao, utilizao

    da nomenclatura, formao do professor, satisfaes, insatisfaes, dificuldades,

    problemas, ensino e aprendizagem.

    Inicia-se o artigo com discorrendo sobre a evoluo dos conceitos utilizados

    para alunos de incluso. apresentado no presente trabalho as divergncias de

    opinies entre os diferentes tericos no que se refere ao assunto, pois muitas so as

    terminologias utilizadas. Aborda-se a questo do preconceito e a influncia das

    polticas educacionais sobre a questo.

    O presente artigo apresenta uma alternativa para o sucesso no atendimento a

    alunos de incluso, que o atendimento especializado para o aluno portador de

    necessidades especiais. Apresenta o embasamento terico sobre a questo e a

    legislao especfica que norteia esta prtica.

    Alm do que j consenso geral, a necessidade de mais profissionais nas

    instituies de ensino para atenderem as demandas advindas da incluso, sugere-

    se no presente trabalho, entre outros profissionais especializados, a importncia da

    atuao do psicopedagogo para prevenir e eliminar dificuldades, otimizando o

    aprendizado.

    Por fim, aborda-se a importncia das atividades prticas para o sucesso da

    incluso, citando a legislao especfica sobre o assunto e apontando para alguns

    avanos que vem despontando especialmente nas instituies.

  • 3

    1.1 Diferentes conceitos de necessidades especiais e terminologias

    A importncia desse trabalho proporcionar uma reflexo sobre o tema

    incluso escolar para alunos com necessidades educacionais especiais e com

    dificuldades de aprendizagem. O tema do presente artigo a questo desse

    atendimento feito com alunos de necessidades educacionais especiais na educao

    especial e inclusiva. Mas ento nos perguntamos como funciona esse tipo de

    atendimento, sendo que sabemos que o mesmo est voltado para ajudar alunos

    com necessidades. Assim atravs da pesquisa e leitura desse tema em literatura

    especfica percebemos que esse atendimento est voltado para os alunos que

    apresentam dificuldades diversas.

    Aqui pretende-se discutir os termos incluso e integrao e seus diferentes

    usos em alguns textos oficiais, que h tempos aparecem nos livros e citaes com o

    objetivo de rever, e elaborar melhor o conceito de educao especial com o auxlio

    da proposta da incluso em educao. Com isso foi percebido que apareceram

    muitas dvidas sobre estes termos como: So a mesma coisa? O que as diferencia?

    O que significam cada termo afinal? Colocar um aluno com dificuldades na sala do

    ensino regular incluir? Mas isso no era o que fazamos no perodo em que se

    falava de integrao? Todas estas questes so citadas por muitos estudiosos do

    assunto, tanto professores como outros profissionais que trabalham com educao.

    A Poltica Nacional de Educao Especial, de 1994 define que:

    Pessoa portadora de necessidades especiais a que apresenta, em carter

    permanente ou temporrio, algum tipo de deficincia fsica, sensorial, cognitiva, mltipla, condutas tpicas ou altas habilidades, necessitando, por

    isso, de recursos especializados para desenvolver mais plenamente o seu potencial e/ou superar ou minimizar suas dificuldades. No contexto escolar, costumam ser chamadas de pessoas portadoras de necessidades

    educativas especiais (BRIZOLLA apud STOBUS; MOSQUERA, 2006, p. 244).

    Para entender a definio das dificuldades para a aprendizagem, oportuno

    assimilar primeiro o conceito de aprendizagem. De acordo com Rotta (2006, p. 116),

    o conhecimento neurolgico que se tem atualmente nos informa que o ato de

    aprender se passa no sistema nervoso central, onde ocorrem modificaes

    funcionais e condutais, que dependem do contingente gentico de cada individuo e

    do ambiente onde esse ser est inserido.

  • 4

    Esta autora diferencia dificuldades de aprendizagem de transtornos de

    aprendizagem, considerando a primeira situao um termo genrico que abrange

    um grupo heterogneo de problemas capazes de alterar as possibilidades de a

    criana aprender, (Rotta, 2006, p. 116). Porm, a segunda situao deve-se a

    alteraes no sistema nervoso central, constituindo uma condio especfica, deve

    referir-se as dificuldades primarias ou especficas, que se devem as alteraes do

    sistema nervoso central.

    Segundo Fonseca (apud PORTO, 2007, p. 57):

    Dificuldades de aprendizagem um termo geral que se refere a um grupo heterogneo de desordens manifestadas por dificuldades significativas na aquisio e utilizao de compreenso auditiva, da fala, da leitura, da

    escrita e do raciocnio matemtico. Tais desordens, consideradas intrnsecas ao individuo, presumindo-se que sejam devidas a uma disfuno

    do sistema nervoso central, podem ocorrer durante toda a vida. Problemas na autorregulao do comportamento, na percepo social e na interao

    social podem existir com as dificuldades de aprendizagem. Apesar de que as dificuldades de aprendizagem ocorrem com outras deficincias (por exemplo, deficincia sensorial, deficincia mental, distrbios

    socioemocionais) ou com influncias extrnsecas (por exemplo, diferenas culturais insuficientes ou inapropriada instruo), elas no so resultado

    dessas condies.

    De acordo com Edler Carvalho (2011, p. 45): as necessidades educativas

    especiais se referem a todas as crianas e jovens cujas necessidades decorrem de

    sua capacidade ou de sua dificuldade de aprendizagem. Assim somos levados a

    alguns objetivos, o primeiro estabelecer as diferenas entre incluso e integrao,

    o segundo prioriza lembrar as partes de um mesmo processo histrico e o terceiro

    objetivo pretende ilustrar o que est presente nessas confusas situaes.

    A Declarao de Salamanca sob responsabilidade da UNESCO de 1994

    (apud SANTOS, 2002, p. 109) tambm trata do assunto:

    Na atualidade, considerando a realidade brasileira possvel dizer com

    certa preciso que estamos em um momento de uma discusso intensa a respeito de uma ou outra alternativa. Podemos identificar que os autores

    contemporneos percebem as diferenas entre integrao e incluso e fazem questo de fazer uma apresentao das mesmas.

    Segundo Werneck (apud SANTOS, 2002) o processo de integrao atravs

    da corrente principal definido pelo chamado sistema de cascatas e a incluso vista

    vai surgir para questionar o conceito de cascata. Percebe-se dessa forma com

    muita clareza que a incluso se caracteriza por um rompimento com conceitos que

    eram usados e uma alterao de modelos e paradigmas quando comparada com a

    integrao. De acordo com Santos (2002, p. 108) no podemos esquecer que nesta

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    luta sempre esteve presente a preocupao com todos os grupos excludos e no

    apenas com os portadores de deficincia. Dessa maneira a integrao ainda

    representa o que possvel realizar e o que est mais prximo do alcance da

    educao para todos. Pode-se entender que o texto da prpria Declarao de

    Salamanca que um documento to generalizador por todo mundo e leva a sonhar,

    planejar e fazer reformas educacionais, em vrios pases alterna entre os termos

    integrao e incluso.

    Segundo a UNESCO (apud SANTOS, 2002) as mudanas na terminologia

    so necessrias para refletir as mudanas polticas e prticas, um exemplo

    especfico a mudana de educao especial para educao inclusiva. Como se

    pode ver ainda que seja preciso fazer distino entre as palavras integrao e

    incluso isto no se deu de fato, considera que houve apenas um esboo na poca

    da elaborao da Declarao de Salamanca.

    Considera-se que, se a educao inclusiva fosse substituda pela educao

    especial, seria uma incoerncia efetivar a eliminao mesmo que conceitual de tudo

    o que se produziu at educao especial. E ento se pergunta como podemos

    acreditar e falar em uma educao que seja de fato inclusiva sem consideramos os

    aspectos relevantes que aparecem na integrao e como possvel incluir sem

    integrar? Surgindo, ento, uma outra questo que permite consideraes: como

    podemos levar em conta o que h para ser mudado se desconsiderarmos o que tem

    sido feito? (SANTOS, 2002, p. 111). De acordo com Santos (2002), toda a

    sociedade deve se engajar, cabe se reformular e se envolver no esforo, buscando

    toda a comunidade escolar propsitos para que a incluso deixe de ser apenas um

    discurso e se torne realidade.

    Com relao a tudo isso, pode-se ainda chamar a ateno sobre algo muito

    importante: redefinir educao especial a qual independentemente da discusso

    entre integrao e incluso um aspecto que fica extremamente claro na

    Declarao de Salamanca onde foi marcado um novo ponto de partida para milhes

    de crianas sem acesso educao e a preocupao em redefinir o papel da

    educao especial no que diz respeito a dois aspectos que so relativos aos alunos

    e ao seu foco de ao. (SANTOS, 2002, p. 113). Conforme afirma esta autora

    (2002), podemos perceber que, em relao ao seu alunado, fica claro por que antes

    havia dvidas sobre se o termo de deficincia podia ser definido como agora, essa

    dvida cede seu lugar para a certeza de que no existe limite. Porm quanto ao foco

  • 6

    de ao a consequncia clara se o alunado potencialmente qualquer individuo a

    oferta educacional no pode estar centrada apenas em torno do lidar com as

    deficincias.

    A significao prtica dos aspectos aqui discutidos parece clara em que

    existe uma reformulao como sempre foi necessrio de nossas posturas, de

    nossas concepes e de algumas possveis formas de como nos organizarmos para

    receber a todos. (SANTOS, 2002, p. 114). Estas reflexes demonstram que, apesar

    de aparentemente esgotada, a discusso sobre as diferenas entre os conceitos de

    incluso e integrao se estenderam por longo tempo, pode-se mesmo dizer que

    no se encontram encerradas. Por fim, apesar das confuses que traz, a Declarao

    de Salamanca representou um passo importante na histria da educao

    considerando que trouxe uma nova dimenso educao especial em termos dos

    alunos e de seu foco de ao. Isso tambm permite perceber que por intermdio da

    mesma declarao toda a educao especial porque deve atender com qualidade

    a todos os alunos considerando, de acordo com Santos (2002, p. 115) a criao de

    culturas inclusivas, o desenvolvimento de polticas inclusivas e a orquestrao de

    prticas de incluso. Por isso deve-se construir uma comunidade inclusiva com

    estabelecimento de valores inclusivos.

    Para Edler Carvalho (2011, p. 37), apesar dos avanos conseguidos na

    concepo da educao como dimenso central dos pases com vistas ao

    desenvolvimento sustentado nos aspectos econmico e social, ainda existem

    barreiras muito grandes com as quais necessrio conviver para assegurar escolas

    de boa qualidade para todos.

    As expresses necessidades especiais e necessidades educacionais

    especiais so denominaes propostas e, muitas vezes, usadas como sinnimos

    pelos que trabalham em educao especial, para substituir vrias outras atribuies

    dadas aos alunos. Tambm se inclui no presente trabalho outra abordagem para a

    discusso de terminologias:

    Usando uma imagem da psicologia da forma, a deficincia deixa de ser a

    figura passando a ser o fundo de um contexto no qual a sociedade tem principal papel, seja na promoo das necessidades especiais de

    determinadas pessoas ou grupos, seja na satisfao dessas necessidades. (CARVALHO, 2011, p. 39)

    A autora citada introduz o conceito de necessidades educacionais especiais,

    em substituio das categorias deficincia ou desajustamento social e educacional

  • 7

    (CARVALHO, 2011, p. 41), continuando os questionamentos sobre a importncia

    das categorias de classificao. Os termos incapacidade e desvantagem

    educacional so associadas s dificuldades de aprendizagem que foram levantadas,

    pois acredita-se, no existe relao direta entre as incapacidades fsicas, mentais e

    sensoriais e as dificuldades educacionais enfrentadas pelos alunos.

    Conforme afirma Edler Carvalho (2011, p. 49):

    Como a expresso necessidades educacionais especiais muito abrangente e se consagrou na educao especial, o que se constata a

    rotulao de todos os alunos que se encaixam na nomenclatura como deficientes, alunado da educao especial, ainda percebida como a outra

    educao, que no a regular.

    As estatsticas apresentam no documento (Declarao de Salamanca) que

    muito grande a proporo de alunos com dificuldades de aprendizagem que no

    so portadores de deficincia fsica, mental, sensorial e mltipla. Nesse caso a

    famlia deve suprir as necessidades referentes : meios especiais de acesso ao

    currculo, adequaes curriculares e anlises e intervenes no meio ambiente no

    qual a criana esta sendo educada, particularmente nos aspectos emocionais e

    sociais. A aceitao destes alunos como pessoas iguais aos demais, o modo como

    so tratados, aceitos ou no pela famlia e sociedade torna-se perceptvel.

    De acordo com Kortmann (2006, p. 230):

    O portador de necessidades especiais sempre ir refletir o modo pelo qual a sua famlia e pessoas colaterais o concebem como pessoa. Sua conduta

    denuncia os sentimentos que esto por trs de certas atitudes, na maioria das vezes inconscientes, daqueles com os quais convive mais diretamente

    em seu meio de origem.

    Segundo Edler Carvalho (2011, p. 46):

    As escolas integradoras pressupem uma pedagogia centrada no aluno, que permita identificar suas necessidades, para suprir com vistas ao seu

    pleno desenvolvimento e em respeito aos seus direitos de cidadania de pretender e de participar e nelas os alunos com necessidades educacionais especiais devem, sempre que possvel aprender junto com seus pares, ditos

    normais, para fomentar a solidariedade entre todos.

    Constata-se que a autora acima citada aponta um objetivo bastante evidente

    nas escolas integradoras, as quais atenderiam s necessidades especiais dos

    educandos, mas tambm teriam a funo de favorecer mudanas de atitude,

    eliminando qualquer forma de excluso dos alunos tidos como problema,

    substituindo por novas posturas de aceitao das diferenas e reciprocidade no

    relacionamento, em vez de piedade ou de tolerncia. (CARVALHO, 2011, p. 46).

  • 8

    Segundo Bridi (2009, p. 7):

    O conceito de necessidades educacionais especiais permite que se

    questionem as categorias de classificao das deficincias, deslocando a nfase do aluno com deficincia para centrar-se na resposta educativa da escola, sem desrespeitar ou negar a circunstncia vivida pelo aluno. Um

    dos aspectos inovadores desse conceito evidencia-se na relao estabelecida entre alunos com deficincia que apresentam dificuldades

    escolares e aqueles sem deficincia, mas com dificuldades de aprendizagem. Nesse sentido o relatrio sugere ainda que a expresso

    sirva para representar todas as exigncias vividas pelos alunos durante sua vida escolar.

    As barreiras aprendizagem dependem do contexto onde so criadas,

    perpetuadas ou, muitas vezes e, felizmente, eliminadas. O objetivo geral reduzir a

    excluso acadmica e social do processo educacional e divulgar as boas praticas

    pedaggicas que estimulem e garantam a aprendizagem dos alunos. O tema

    incluso tem sido intensamente debatido no mundo nos ltimos anos, pois a

    educao perpassou momentos histricos de excluso onde somente os filhos de

    pessoas com poder aquisitivo elevado tinham acesso escola (ROSA, 2008). Houve

    tempo em que a populao negra tambm foi discriminada e eles no podiam, entre

    outras coisas, frequentar as aulas por serem vistas como inferiores. Sabe-se que a

    incluso no pura e simplesmente colocar a criana na escola e deixar a mesma

    para ser cuidada nica e exclusivamente pela professora da turma para que ela de

    conta da educao daquela criana. A educao se encontra dentro deste contexto,

    pois os professores so resultado de uma educao bancria e elitista, em que ele

    trabalha nesta rede, reproduzindo o que recebeu, para que tudo certo. (ROSA,

    2008, p. 217). Esta autora diz que:

    Atualmente, na educao, faz-se uma chamada para que as famlias tragam

    seus filhos com necessidades educativas especiais para as escolas, no entanto os investimentos em educao so os mesmos ou at menores dos que se tinha antes do advento incluso. (ROSA, 2008, p. 217).

    Mesmo sendo inserido em um ambiente escolar, o aluno no deixa de lado

    suas caractersticas individuais, que so uma marca da riqueza humana que deve

    ser explorada em sala de aula. Cada um singular, da que qualq

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