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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS SÃO BENTO DO SUL PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO SÃO BENTO DO SUL/SC AGOSTO/2016 1

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSECAMPUS SÃO BENTO DO SUL

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO

SÃO BENTO DO SUL/SCAGOSTO/2016

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOSECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSECAMPUS SÃO BENTO DO SUL

SONIA REGINA DE SOUZA FERNANDESREITORA

JOSEFA SUREK DE SOUZAPRÓ-REITORA DE ENSINO

SAMUEL HENRIQUE WERLICHDIRETOR-GERAL DO CAMPUS SÃO BENTO DO SUL

CLÉCIO LUCIANO DE ANDRADEDIRETOR DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL

ALINE BUSS CARDOSODIRETORA DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO

São Bento do Sul, 31 de agosto de 2016.

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SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO.................................................................................................................................5

2. IDENTIFICAÇÃO GERAL DO CURSO....................................................................................................6

3. HISTÓRICO DO IFC – CAMPUS SÃO BENTO DO SUL...........................................................................8

4. JUSTIFICATIVA DA CRIAÇÃO DO CURSO.............................................................................................9

5. OBJETIVOS DO CURSO.....................................................................................................................12

5.1. OBJETIVO GERAL........................................................................................................................12

5.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS............................................................................................................12

6. PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E PEDAGÓGICOS DO CURSO...................................................................13

6.1. PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS...........................................................................................................13

6.2. PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS........................................................................................................13

7. RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA............................................................................................................15

7.1. INTERDISCIPLINARIDADE...........................................................................................................15

7.1.1. Temas Transversais.............................................................................................................15

8. PERFIL DO EGRESSO.........................................................................................................................19

9. CAMPO DE ATUAÇÃO.......................................................................................................................20

10. FORMA DE ACESSO AO CURSO......................................................................................................22

11. MATRIZ CURRICULAR.....................................................................................................................22

11.1. OPÇÃO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA.........................................................................24

11.2. ATIVIDADES NÃO PRESENCIAIS................................................................................................24

12. EMENTÁRIO....................................................................................................................................25

13. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM.......................................60

13.1. AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM, APROVAÇÃO E REPROVAÇÃO...............60

13.2. PROGRESSÃO PARCIAL POR DEPENDÊNCIA.............................................................................62

13.3. AVALIAÇÃO EM SEGUNDA CHAMADA.....................................................................................63

13.4. ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA...................................................................................63

13.5. REVISÃO DE AVALIAÇÕES.........................................................................................................64

13.6. CONSELHO DE CLASSE.............................................................................................................64

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14. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO..............................................................................................66

15. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)................................................................................66

16. ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO.........................................................................................................66

16.1. ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO.......................................................................................................66

16.2. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO......................................................................................67

17. LINHAS DE PESQUISA.....................................................................................................................68

18. AÇÕES DE EXTENSÃO.....................................................................................................................68

19. ATIVIDADES DO CURSO..................................................................................................................68

19.1. GRUPO DE ESTUDOS................................................................................................................68

19.2. PRÁTICA SUPERVISIONADA......................................................................................................68

19.3. ATIVIDADES COMPLEMENTARES..............................................................................................69

20. DESCRIÇÃO DO CORPO DOCENTE DISPONÍVEL.............................................................................70

22. DESCRIÇÃO DA INFRAESTRUTURA DISPONÍVEL............................................................................72

22.1. BIBLIOTECA..............................................................................................................................74

22.2. ACESSIBILIDADE.......................................................................................................................74

23. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA.............................................................................................................75

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...........................................................................................................76

ANEXOS................................................................................................................................................78

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSECAMPUS SÃO BENTO DO SUL

1. APRESENTAÇÃO

Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, criados por meio da Lei nº11.892/2008, constituem um novo modelo de instituição de educação profissional etecnológica que visa responder de forma eficaz, às demandas crescentes por formaçãoprofissional, por difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos e de suporte aosarranjos produtivos locais.

Presente em todos os estados, os Institutos Federais contêm a reorganização da redefederal de educação profissional, oferecendo formação inicial e continuada, ensino médiointegrado, cursos superiores de tecnologia, bacharelado em engenharias, licenciaturas e pós-graduação.

O Instituto Federal Catarinense (IFC) resultou da integração das antigas EscolasAgrotécnicas Federais de Concórdia, Rio do Sul e Sombrio juntamente com os ColégiosAgrícolas de Araquari e Campus Camboriú, até então vinculados à Universidade Federal deSanta Catarina. A esse conjunto de instituições somaram-se a recém-criada unidade deVideira e as unidades avançadas de Blumenau, Luzerna, Ibirama e Fraiburgo.O IFC possui atualmente 15 Campi, distribuídos nas cidades de Abelardo Luz, Araquari,Blumenau, Brusque, Concórdia, Fraiburgo, Ibirama, Luzerna, Rio do Sul, Santa Rosa do Sul,São Bento do Sul, São Francisco do Sul, Sombrio e Videira, além de uma Unidade Urbana emRio do Sul e da Reitoria instalada na cidade de Blumenau.

O IFC oferece cursos em sintonia com a consolidação e o fortalecimento dos arranjosprodutivos locais, estimulando a pesquisa e apoiando processos educativos que levem àgeração de trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão.

Para que os objetivos estabelecidos pela lei 11.892/2008 sejam alcançados faz-senecessário a elaboração de documentos que norteiem todas as funções e atividades noexercício da docência, os quais devem ser construídos em sintonia e /ou articulação com oPlano de Desenvolvimento Institucional - PDI e o Projeto Político Pedagógico Institucional -PPI, com as Políticas Públicas de Educação e com as Diretrizes Curriculares Nacionais.

Nessa perspectiva, o presente documento tem o objetivo de apresentar o ProjetoPedagógico do Curso Técnico em Automação Industrial Integrado ao Ensino Médio, com ointuito de justificar a necessidade institucional e demanda social, considerando o ProjetoPolítico Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) doInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense.

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2. IDENTIFICAÇÃO GERAL DO CURSO

DENOMINAÇÃO DO CURSO Curso Técnico em Automação Industrial Integrado ao Ensino MédioEIXO TECNOLÓGICO Controle e Processos IndustriaisCOORDENADOR Fábio Pedrotti Terra: Professor de Ensino Básico, Técnico e

Tecnológico. Titulação: Especialização. CPF 001.101.170-00. Regimede Trabalho: Dedicação Exclusiva. Telefone: (47) 3626-7332. E-mail:[email protected]. edu.br;

NÚCLEO DOCENTE BÁSICO Ricardo Campagnin: Professor de Ensino Básico, Técnico eTecnológico. Titulação: Especialização. CPF 030.216.269-04. Regimede Trabalho: Dedicação Exclusiva. Telefone: (47) 3626-7332. E-mail:[email protected]. edu.br;Jean Carlos Bortoli Dalcin: Professor de Ensino Básico, Técnico eTecnológico. Titulação: Especialização. CPF 023.565.830-84. Regimede Trabalho: Dedicação Exclusiva. Telefone: (47) 3626-7332. E-mail:[email protected]. edu.br;Maria Gisele Peres: Professor de Ensino Básico, Técnico eTecnológico. Titulação: Doutorado. CPF 054.479.046-41. Regime deTrabalho: Dedicação Exclusiva. Telefone: (47) 3626-7332. E-mail:[email protected]. edu.br;Airton Zancanaro: Professor de Ensino Básico, Técnico eTecnológico. Titulação: Pós-doutorado. CPF 710.995.579-68. Regimede Trabalho: Dedicação Exclusiva. Telefone: (47) 3626-7332. E-mail:[email protected]. edu.br;Andrei Leandro Morsch Franco: Professor de Ensino Básico, Técnicoe Tecnológico. Titulação: Especialização. CPF 942.304.120-53.Regime de Trabalho: Dedicação Exclusiva. Telefone: (47) 3626-7332.E-mail: [email protected]. edu.br.

MODALIDADE PresencialGRAU IntegradoTITULAÇÃO Técnico em Automação IndustrialLOCAL DE OFERTA Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense –

Campus São Bento do SulRua Paulo Chapiewsky, nº 931. Bairro Centenário, São Bento do Sul.Santa Catarina. CEP 89283-063.Telefone/Fax: (47) 3626–7332E-mail: [email protected]: http://saobentodosul.ifc.edu.br

TURNO Integral – Segunda-feira; terça-feira e quinta-feira: 07h30 às 11h30 e 13h00 às17h00Quarta-feira e sexta-feira: 07h30 às 12h15

NÚMERO DE VAGAS 40 vagas

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CARGA HORÁRIA DO CURSO Carga horária Base Nacional Comum 2.430 horasCarga horária Formação Profissional: 1.380 horasCarga horária Atividades Complementares: 90 horasCarga horária Total: 3.300 horas

PERIODICIDADE Oferta de vagas anualPERÍODOS 03 anos para integralização do curso pela InstituiçãoLEGISLAÇÃO Legislações vigentes para o curso:

a) Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional;b) Decreto nº 5.154, de 23 de julho de 2004, que regulamenta a LDB;c) Resolução CNE/CEB nº 4, de 13 de Julho de 2010, que define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica;d) Resolução CNE/CEB nº 2, de 30 de Janeiro de 2012, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio e,e) Resolução CNE/CEB nº 6, de 20 de Setembro de 2012, que Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio;f) Resolução IFC/CONSUPER nº 084/2014, que trata da Organização Didática dos Cursos Técnicos;g) Projeto Político Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense;h) Lei nº 11.741/2008, altera dispositivos da Lei no 9.394/1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica;i) Lei nº 11.892/2008, institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências;j) Lei nº 11.788/2008, dispõe sobre o estágio de estudantes; k) Resolução CNE/CEB nº 1, de 03 de Fevereiro de 2005, que atualizaas Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível Médio às disposições do Decreto nº 5.154/2004.l) Resolução CNE/CEB nº 4 de 06 de Junho de 2012, que dispõe sobre alteração na Resolução CNE/CEB nº 003/2008, definindo a nova versão do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos .

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3. HISTÓRICO DO IFC – CAMPUS SÃO BENTO DO SUL

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense – Campus SãoBento do Sul, surgiu da união dos esforços entre o poder público e a iniciativa privada queofereceram o ambiente propício, para que o anseio da comunidade por mais conhecimento,informação e crescimento profissional pudessem ser concretizados.

A partir de 2012 a Prefeitura Municipal de São Bento do Sul articulou junto aIncubadora Tecnológica de São Bento do Sul (ITFETEP), a doação de uma área de42.547,18m² dentro do Parque Científico e Tecnológico de São Bento do Sul, no bairroCentenário, onde já se encontravam a própria ITFETEP; e outras instituições de ensino comoa UDESC; o SENAI; e a SOCIESC.

Os trabalhos de terraplanagem iniciaram em janeiro de 2014 e o lançamento dapedra fundamental foi em 25 de abril daquele mesmo ano. A obra teve um custo total queultrapassou 15 milhões de reais, valor este, gasto com a área construída que possui 5.814 m²e com outros gastos relativos a aditivos de melhorias; o projeto conta com Guarita, Ginásiode Esportes, Cantina/Refeitório, Laboratórios Especiais, Biblioteca, Auditório e dois Prédioscom dois pavimentos que abrigam as salas de aula, os laboratórios de informática, as salasde professores e os departamentos onde são desenvolvidas as atividades técnicoadministrativas e pedagógicas relacionadas ao ensino, pesquisa e extensão.

O início das atividades pedagógicas foi marcado pela oferta de 03 (três) cursostécnicos no 2º semestre letivo de 2016, na modalidade subsequente, período noturno,momento em que a instituição ofereceu a comunidade os cursos: Técnico em Qualidade,Técnico em Logística e Técnico em Defesa Civil.

Para o Ensino Médio Integrado (EMI) foram planejados o lançamento de 03 (três)cursos técnicos, com início para o primeiro semestre letivo 2017, sendo estes: Técnico emAutomação Industrial, Técnico em Informática e Técnico em Segurança do Trabalho.

No que se refere a cursos superiores, nosso planejamento visa ofertar a partir de2017 a Licenciatura em Matemática; Engenharia em Controle e Automação e a Engenhariada Computação.

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4. JUSTIFICATIVA DA CRIAÇÃO DO CURSO

A área de Automação Industrial se caracteriza pelo papel estratégico, pois através daaplicação de técnicas, softwares e/ou equipamentos em uma determinada máquina ouprocesso industrial, é possível: aumentar a sua eficiência; maximizar a produção com omenor consumo de energia e/ou matérias prima; diminuir a emissão de resíduos; promovermelhores condições de segurança, seja material, humana ou das informações referentes aesse processo.

Até a década de 1980, a automação era praticamente inexistente no Brasil. Foi apartir dos anos 1990, mais tarde do que em outros países, que a abertura de mercadoproporcionou a compra de máquinas automatizadas, principalmente da China. A automaçãoda indústria brasileira começou, então, a dar passos mais firmes, principalmente, nos setoresquímico e automotivo. (CNI, 2013).

Segundo a CNI (2013), investir em automação pode ajudar a reverter a curvadecrescente de participação da indústria no PIB. Segundo o IBGE, em 2004, esse índice foi de30,1%, passou para 26,8% em 2009 e chegou ao menor patamar nos últimos 12 anos em2012, com 26,3%.

De acordo com a expectativa da CNI, no intervalo de 5 a 10 anos, num possívelcenário favorável ao setor, deve ocorrer a difusão de um grande número de tecnologiascomplexas que impactarão fortemente os perfis profissionais, tornando-os mais abrangentes.

Apesar de ser a sétima economia do mundo, o Brasil investe apenas 1,16% do PIB eminovação, segundo o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Está atrás daFrança (2,26%), da Alemanha (2,82%), dos Estados Unidos (2,90%) e da Coreia do Sul(3,74%). De acordo com a Pesquisa de Inovação 2008 (PINTEC), realizada pelo InstitutoBrasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dentro do universo de 106 mil empresasinvestigadas, 38,3% inovam. (CNI, 2013).

O Estado de Santa Catarina está localizado na região sul do Brasil, possui umasuperfície de 95.318,301 km² e cerda de 6,1 milhões de habitantes. O PIB catarinense é osétimo do Brasil, registrando, em 2010, R$ 152,482 bilhões. O setor secundário participa com32,8%, o terciário com 59,0% e o primário com 8,2%. Dentro do setor secundário, aparticipação da indústria de transformação é de 22,3% e a da construção civil é de 5,2%(IBGE, 2010). Santa Catarina é o segundo estado com maior participação da indústria no PIBa participação do setor secundário e terciário na formação do PIB mostra a importância dodiversificado parque fabril para o estado, que emprega de 594 mil trabalhadores, e contribuipara que o estado seja o 6º maior exportador do país.

A economia industrial de Santa Catarina é caracterizada pela concentração emdiversos APLs, o que confere ao estado padrões de desenvolvimento equilibrado entre suasregiões: cerâmico, carvão, vestuário e descartáveis plásticos no Sul; alimentar e móveis noOeste; têxtil, vestuário, naval e cristal no Vale do Itajaí; metalurgia, máquinas eequipamentos, material elétrico, autopeças, plástico, confecções e mobiliário no Norte;madeireiro na região Serrana e tecnológico na Capital. Embora haja essa concentração porregião, muitos municípios estão desenvolvendo vocações diferenciadas, fortalecendo vários

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segmentos de atividade. A indústria de base tecnológica, além de estar presente na GrandeFlorianópolis, também se destaca em Blumenau, Chapecó, Criciúma e Joinville.

A região norte do estado, que é formada por 26 municípios, possui o 3º maior poloindustrial da região sul, o qual responde por quantia significativa das exportaçõescatarinenses. Para atender a esse complexo instalou-se na região um grande número deempresas do setor metal-mecânico, madeira/móveis, têxtil, cerâmico, etc. e que se podedizer que são carentes do suporte técnico de automação industrial.

Atualmente o primeiro setor no movimento econômico do munícipio de São Bento doSul é o setor metal-mecânico (metalurgia, máquinas e equipamentos, produtos de metal)com 20,52% de participação, seguido pelo o setor moveleiro (madeira e móveis), quetradicionalmente sempre foi o primeiro no movimento econômico, mantém a segundaposição com 14,71% de participação. A indústria representa 66,03% do movimentoeconômico conforme o valor adicionado, o comércio 12,74% e o setor de serviços 7,35%.(ACISBS, 2014).

O APL madeira/móveis da região do Planalto Norte de Santa Catarina, já foiconsiderado o maior polo exportador de móveis do Brasil. A região do Alto Vale do Rio Negrocompreendida pelos municípios de Campo Alegre, Rio Negrinho e São Bento do Sul,somavam, em 2008, aproximadamente 40% das exportações nacionais de móveis acabados.(BRASIL, 2008).

Tradicionalmente os contratos das empresas do setor moveleiro com o mercadoexterno da região são fixados em dólar e com a crise e a desvalorização da moedaamericana, o dólar passou a valer em real, cada vez mais abaixo do que as indústriasnecessitariam para ter lucro, ou pelo menos, não ter prejuízo com suas exportações. Paramuitos empresários a crise foi acentuada e rápida, não havendo muito tempo para se buscarnovas alternativas. Mais caro no exterior, o produto catarinense não foi páreo para o baixocusto daqueles fabricados na China, o que derrubou as exportações e comprometeu asobrevivência das indústrias do APL.

Em março de 2007 iniciou-se construção e elaboração do projeto do APLMadeira/Móveis envolvendo várias instituições de ensino, 59 indústrias moveleiras na suaelaboração direta e tendo sua aprovação por todas as indústrias moveleiras, em agosto de2007, no Fórum do APL Madeira/Móveis do Alto Vale do Rio Negro. Este projeto teve comoobjetivo: “desenvolver a competitividade dos empreendimentos que atuam no APL daRegião do Alto Vale do Rio Negro, fortalecendo a atuação nos mercados interno e externo deforma integrada, inovadora e sustentável”.

A Tabela 1 apresenta algumas estratégias e metas que foram apresentadas paradesenvolvimento do APL Madeira/Móveis de São Bento do Sul, sendo que o profissionalTécnico em Automação Industrial pode apoiar na sua execução.

Tabela 1 – Estratégias e metas para desenvolvimento do APL Madeira/Móveis de São Bentodo Sul

Estratégias MetasInvestir na renovação e melhoriade máquinas e equipamentos para

Realizar estudo para identificar o nível tecnologia dasmáquinas e equipamentos que são utilizados atualmente

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a produção melhorar arentabilidade das indústriasmoveleiras do APL

nas indústrias moveleiras; Realizar um estudo de análise de viabilidade e emprego

de máquinas adequadas no processo de produção demóveis por linha para a indústria moveleira;

Desenvolver e adaptar sistemas de segurança parautilização de máquinas e equipamentos;

Desenvolver programa de incentivo para a produção demáquinas e equipamentos para a indústria moveleira daregião;

Desenvolver novas tecnologias queagreguem valor e tornem asindústria moveleiras maiscompetitivas (inovação)

Desenvolver novas tecnologias no processo produtivonas etapas de acabamento, lustração, embalagem emontagem de produtos moveleiros;

Realizar estudos para viabilização de novas tecnologiasde automação buscando inovação em processo deprodução;

Implantar tecnologia de eletrônica e inteligência nosmóveis.

Realizar estudos para implantação de tecnologias dainformação nas empresas do APL

Fonte: (MDIC/BRASIL, 2008).

Segundo Garbe (2012), a produtividade de indústrias da região de São Bento do Sulestá abaixo dos níveis internacionais, o que em parte tem sido ocasionada devido ao baixograu de automação identificado. Garbe (2012) descreve que as indústrias do APL possuemum bom grau de mecanização, porém com baixa automação, indicando a necessidade deaumento do grau tecnológico em termos de automação.

Para operação de equipamentos com alto grau tecnológico, há a necessidade de mãode obra qualificada, com elevado grau de escolaridade. Na realidade o grau de escolaridadedos operários da indústria moveleira do polo de São Bento do Sul é baixo, sendo que 65%dos operários não possuem Ensino Médio (GARBE, 2012).

Segundo levantamentos realizados, não existe o curso Técnico em AutomaçãoIndustrial público, gratuito e de qualidade na região. Este profissional formado pelo IFC –Campus São Bento do Sul pode vir a suprir as carências identificadas, aplicando os seusconhecimentos em diversos ramos empresariais, desenvolvendo atividades técnicas decontrole automatizado de processos industriais, de forma a garantir a produtividade,qualidade e segurança.

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5. OBJETIVOS DO CURSO

5.1. OBJETIVO GERAL

O objetivo geral do Curso Técnico em Automação Industrial é:

Ofertar ensino de excelência que integre conhecimentos práticos e teóricos,buscando promover o exercício profissional do técnico em automaçãoindustrial, permitindo ao aluno prosseguir nos estudos com competênciapara atuar de forma ativa na sociedade, ao mesmo tempo em que respeiteos direitos fundamentais do ser humano e os princípios da convivênciademocrática.

5.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

De acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, são objetivos específicos doCurso Técnico em Automação Industrial formar um profissional capaz de:

- Realizar integração de sistemas de automação. - Empregar programas de computação e redes industriais no controle da produção. - Propor, planejar e executar instalação de equipamentos automatizados e sistemas robotizados. - Realizar manutenção em sistemas de automação industrial. - Realizar medições, testes e calibrações de equipamentos elétricos. - Executar procedimentos de controle de qualidade e gestão.

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6. PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E PEDAGÓGICOS DO CURSO

6.1. PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS

São princípios filosóficos norteadores da Educação Profissional de Nível Técnico,especificamente para o Curso Técnico em Automação Industrial, essencialmente, aquelesenunciados e transcritos abaixo pelo Artigo 3º da LDB, referentes a toda a Educação Escolar,ou seja:

a) Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;b) Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a

arte e o saber;c) Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas;d) Respeito à liberdade e apreço à tolerância;e) Coexistência harmônica de instituições públicas e privadas de ensino;f) Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;g) Valorização do profissional da educação escolar;h) Gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos

sistemas de ensino;i) Garantia de padrão de qualidade;j) Valorização da experiência extraescolar e,k) Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

6.2. PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS

Dentre as diversas abordagens acerca da Educação, existem algumas concepções doprocesso de ensino e aprendizagem, como o inatismo, o ambientalismo e o sócio-histórico.Cada uma delas, embora não estanques, implicam grandes diferenças no processo de ensinoe aprendizagem.

De acordo Rego (2005) a abordagem inatista (apriorista ou nativista) se baseia nacrença de que as capacidades básicas de cada ser humano já se encontram praticamenteprontas no momento do nascimento ou potencialmente determinadas e na dependência doamadurecimento para se manifestar. Nesta concepção, a educação está relacionada com afase do desenvolvimento individual, dependendo das habilidades inatas. As práticaspedagógicas são espontaneístas, pouco desafiadoras e a aprendizagem dependebasicamente do aluno. Desta forma, a escola exime-se da responsabilidade da aprendizageme a avaliação ocorre como instrumento de controle. Além disso, não existe umacontextualização social com o cotidiano, pelo contrário, o professor detém a palavra e oaluno apenas recebe a informação.

Ainda conforme a autora, outra abordagem, a ambientalista (associacionista,comportamentalista ou behaviorista), que é baseada na filosofia empirista e positivista, odesenvolvimento e a aprendizagem se confundem e ocorrem simultaneamente, isto é, se

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baseia na experiência como fonte de conhecimento. Nesta concepção, a escola tem nãosomente o poder de formar e transformar o indivíduo, como também o papel de corrigirproblemas sociais. Entretanto, assim como na concepção anterior, os conteúdos eprocedimentos didáticos não precisam ter relação com o cotidiano do aluno e muito menoscom as realidades sociais, assim como as práticas pedagógicas são espontaneistas. Aaprendizagem nesta concepção está centrada na competência do professor, que detém oconhecimento. Valoriza-se o trabalho individual e suas implicações (atenção, concentração,esforço, disciplina) e a repetição. As avaliações nesta concepção pedagógica são periódicas,predominando a memorização.

A abordagem sócio-histórica para Rego (2005) baseia-se no materialismo dialético,considerando o desenvolvimento da complexidade da estrutura humana como um processode apropriação, pelo homem, da experiência histórica e cultural. Nesta concepção, aspráticas pedagógicas partem daquilo que o indivíduo já conhece e, mediado pelo professor,possibilita a ampliação e a construção de novos conhecimentos. Assim, a adoção do métodoe a avaliação da aprendizagem, devem considerar que o organismo e o meio exerceminfluência recíproca, e desta forma, o biológico e o social não podem ser dissociados.

Considerando as especificidades do curso e a premissa de que o homem se constituicomo ser social a partir das interações sociais, culturais e históricas e, portanto, comoalguém que transforma e é transformado nas relações produzidas pela cultura, abre-se ricoespaço de interações entre sujeitos. Assim, o outro tem papel fundamental, mas para queexista apropriação do novo conhecimento, também é necessário que exista a internalização,ou seja, a transformação dos processos externos, onde há a reconstrução da atividade. Odesenvolvimento humano se processa na direção do social para o individual; implica na açãopartilhada, pois é através dos outros que são estabelecidas as relações entre sujeito e objetode conhecimento.

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7. RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA

A relação entre a teoria e prática tem a finalidade de fortalecer o conjunto deelementos norteadores da aquisição de conhecimentos e habilidades, necessários àconcepção e à prática da profissão, tornando o profissional eclético, crítico e criativo para asolução das diversas situações requeridas em seu campo de atuação.

A dinâmica de oferta de aulas práticas, para cada componente curricular da matrizcurricular, deverá estar contemplada em cada plano de ensino, sendo estas deresponsabilidade do professor da mesma e com o acompanhamento do setor pedagógico. Aestrutura existente da instituição possibilitará por meio de seus laboratórios didáticos e depesquisa, a execução das atividades práticas previstas no plano de ensino.

7.1. INTERDISCIPLINARIDADE

Para avançar na direção da interdisciplinaridade, ou das atividades integradoras, asdisciplinas de cada semestre deverão ser programadas em conjunto com os docentes detodas as componentes curriculares do semestre, buscando:

a) Planejamento de atividades de ensino, pesquisa e extensão;b) Melhor utilização dos laboratórios;c) Evitar sobreposição de conteúdos;d) Estabelecer a complementaridade entre as disciplinas;e) Uniformizar critérios de avaliação;f) Maior eficiência no aproveitamento de aulas práticas e visitas técnicas que

envolvem o trabalho em estabelecimentos externos à instituição;g) Realização de seminários temáticos e ciclos de palestras;h) Contemplar a contextualização, programando conteúdos que enfoquem áreas

específicas de interesse do curso como as questões ambientais, sociais, sustentabilidade, regionais, produtivas, dentre outras;

i) Discutir e implementar ações integradas na viabilização da realização do estágio supervisionado, quando os temas descritos no relatório, estiverem relacionados com as componentes curriculares.

7.1.1. Temas Transversais

De acordo com os parâmetros curriculares nacionais, os temas transversais e atransversalidade dizem respeito à possibilidade de estabelecer relações entre aaprendizagem dos conhecimentos tecnicamente sistematizados com as questões vinculadasà vida real cotidiana. Ou seja, significar e contextualizar as vivências práticas dos sujeitos esuas relações sociais e ideológicas, frente aos conhecimentos historicamente construídos,trabalhados nas instituições de ensino.

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Desta forma a transversalidade está diretamente articulada com ainterdisciplinaridade. Ambas se sustentam mutuamente, pois o tratamento das questõestrazidas pelos temas transversais expõe as inter-relações entre os objetos de conhecimentoe, nesse sentido, não é possível fazer um trabalho pautado na transversalidade, tomando-seuma perspectiva disciplinar rígida. Trabalhar com os temas transversais, nessa perspectiva,significam transcender o aprender pautado apenas pela necessidade escolar.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN's) compreendem seis temas:

Ética (Respeito Mútuo, Justiça, Diálogo, Solidariedade): diz respeito às reflexões emtorno das condutas humanas. Está relacionada com as relações entre os agentes queconstituem o espaço escolar e também ao currículo, na medida em que osconhecimentos não são neutros. O objetivo é a construção de uma escolacomprometida com a formação da cidadania. Para isso foram eleitos quatro blocosde conteúdos: respeito mútuo, justiça, diálogo e solidariedade, valores referenciadosno princípio da dignidade do ser humano, um dos fundamentos da constituiçãobrasileira. Este tema pode permear toda a grade curricular do curso, no entanto, étomada com mais ênfase nas disciplinas de Sociologia e Filosofia.

Orientação Sexual (Corpo: Matriz da sexualidade, relações de gênero, prevenções dasdoenças sexualmente transmissíveis): este tema está relacionado às informações eproblematizações em torno da sexualidade. O trabalho de orientação sexual visapropiciar aos jovens a possibilidade do exercício de sua sexualidade de formasaudável e responsável. Assim, propõem-se três eixos fundamentais para nortear aintervenção do professor: corpo humano, relações de gênero e prevenção às doençassexualmente transmissíveis. Disciplinas articuladoras: Biologia, Química, Sociologia.

Meio Ambiente (Os ciclos da natureza, sociedade e meio ambiente, manejo econservação ambiental): com o crescimento e desenvolvimento industrial eeconômico muitos desafios são lançados neste século ao cuidado e atenção com omeio ambiente. É compromisso da escola promover visibilidade a estas questões ecriar modos de suprimir as problemáticas identificadas coletivamente. A educaçãoambiental é primordial para que ocorra a mudança de atitude e conduta,privilegiando posturas ecológicas e sustentáveis. Este tema pode permear toda agrade curricular do curso, no entanto, é tomada com mais ênfase nas disciplinas deBiologia, Geografia, Química, etc.

Saúde (autocuidado, vida coletiva): trabalhar este tema implica em considerar erespeitar os diferentes modos de viver a vida. A partir das discussões sobre saúdepodemos falar da qualidade do ar, da água, da alimentação, do consumismo e damiséria, do trabalho, etc, ou seja, implica em abordar quaisquer tipos de assunto quepossam promover nosso bem-estar, físico e psicológico. Este tema pode permear todaa grade curricular do curso, no entanto, é tomada com mais ênfase nas disciplinas deBiologia, Educação Física, Sociologia, Filosofia, etc.

Pluralidade Cultural (Pluralidade Cultural e a Vida das Crianças no Brasil, constituiçãoda pluralidade cultural no Brasil, o Ser Humano como agente social e produtor de

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cultura, Pluralidade Cultural e Cidadania): para vivenciarmos a democracia numasociedade plural é necessário respeitar os diferentes grupos e culturas. Nosso país éum território pluricultural e de múltiplas etnias, assim, o grande desafio da escola éinvestir na superação da discriminação e desenvolver a percepção dos sujeitos quantoa riqueza representada pela diversidade étnico-cultural e racial que compõe opatrimônio sociocultural brasileiro, valorizando a trajetória particular dos grupos quecompõe a sociedade. Muito mais do que fazer valer a Lei 10.639/2003 (DiretrizesCurriculares Nacionais para a educação das Relações Étnicos-raciais). Este tema podepermear toda a grade curricular do curso, no entanto, é tomada com mais ênfase nasdisciplinas de História, Geografia, Sociologia, Filosofia, Artes, Línguas (Português,Espanhol e Inglês).

Trabalho e Consumo (Relações de Trabalho; Trabalho, Consumo, Meio Ambiente eSaúde; Consumo, Meios de Comunicação de Massas, Publicidade e Vendas; DireitosHumanos, Cidadania). Este tema pode permear toda a grade curricular do curso, noentanto, é tomada com mais ênfase nas disciplinas de História, Sociologia, Filosofia,Línguas (Português, Espanhol e Inglês).

Alguns conteúdos com tratamento transversal são obrigatórios na composição docurrículo, entre eles:

Educação das relações étnico-racial acontecerá em todos os níveis de ensino deforma interdisciplinar, conforme Resolução CNE/CP nº 01/2004;

Educação escolar indígena, quilombola, educação do campo e educação de Jovens eAdultos, acontecerá em todos os níveis de ensino de forma interdisciplinar, conformeResolução CNE/CP nº 02/2015;

Educação para a Segurança de Trânsito acontecerá em todos os níveis de ensino deforma interdisciplinar, conforme artigo 74 a 76 da Lei nº 9.503/1997;

Práticas integradas e interdisciplinares de Educação Ambiental de modo transversal,contínuo e permanente, em todos os níveis e modalidades de ensino - na educaçãobásica, educação superior, educação especial, educação profissional e educação dejovens e adultos, conforme Lei nº 9795/1999; artigos 5º e 6º do Decreto nº4.281/2002 e Resolução CNE/CP nº 02/2012;

Conteúdos voltados ao processo de envelhecimento, ao respeito e à valorização doidoso, de forma a eliminar o preconceito e a produzir conhecimentos sobre a matéria,nos diversos níveis de ensino formal, conforme artigo 22 da Lei nº 10.741/2003;

Educação em Direitos Humanos ocorrerá na Educação Básica e Superior de formatransdisciplinar e transversal, como conteúdo específico ou ainda de maneira mista.Deverá orientar a formação inicial e continuada de todos(as) os(as) profissionais daeducação, sendo componente curricular obrigatório nos cursos destinados a essesprofissionais. Deverá estar presente na formação inicial e continuada de todos(as)os(as) profissionais das diferentes áreas do conhecimento, conforme objetivos I, II eIII da Diretriz nº 19 do Decreto nº 7.037/2009; Resolução CNE/CP nº 01/2012 eResolução CNE/CEB Nº 06/2012;

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Conteúdos de educação alimentar e nutricional, na educação básica, com tratamentotransversal, conforme Lei nº 11.947/2009 e Resolução CNE/CEB nº 02/2012.

Todos os temas transversais, devem ser trabalhados de forma significativa econtextualizada; transversalizados e incorporados aos conteúdos curriculares obrigatóriosprevistos nas ementas das disciplinas, considerando aquelas que mais se relacionam àstemáticas.

No curso Técnico de Automação Industrial, integrado ao ensino médio, os temastransversais já estão contemplados nas ementas das disciplinas, dispostas no PPC.

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8. PERFIL DO EGRESSO

Os cursos de formação profissional técnica e tecnológica são delimitados dentro decategorias com características comuns, denominadas Eixos Tecnológicos. O eixo tecnológicode interesse para o curso estabelecido no presente documento é conhecido como“CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS” que, o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT)estabelece as suas atribuições:

“Compreende tecnologias associadas a infraestrutura e processosmecânicos, elétricos e eletroeletrônicos, em atividades produtivas.Abrange proposição, instalação, operação, controle, intervenção,manutenção, avaliação e otimização de múltiplas variáveis emprocessos, contínuos ou discretos. A organização curricular dos cursoscontempla conhecimentos relacionados a: leitura e produção detextos técnicos; estatística e raciocínio lógico; ciência, tecnologia einovação; investigação tecnológica; empreendedorismo; tecnologiasde comunicação e informação; desenvolvimento interpessoal;legislação; normas técnicas; saúde e segurança no trabalho; gestão daqualidade e produtividade; responsabilidade e sustentabilidade sociale ambiental; qualidade de vida; e ética profissional.”. (BRASIL, 2016).

Enquadram-se neste eixo tecnológico as seguintes formações profissionais:

• Técnico em Automação Industrial;• Técnico em Eletroeletrônica, etc.

Ainda de acordo com o CNCT (Anexo 2), o egresso do curso Técnico em AutomaçãoIndustrial realiza integração de sistemas de automação; emprega programas de computaçãoe redes industriais no controle da produção; propõe, planeja e executa instalação deequipamentos automatizados e sistemas robotizados; realiza manutenção em sistemas deautomação industrial; realiza medições, testes e calibrações de equipamentos elétricos eexecuta procedimentos de controle de qualidade e gestão.

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9. CAMPO DE ATUAÇÃO

De acordo com o CNCT, os possíveis campos de atuação do Técnico em AutomaçãoIndustrial são indústrias com linhas de produção automatizadas, químicas, petroquímicas, deexploração e produção de petróleo, aeroespaciais, automobilística, metalomecânica eplástico. Empresas de manutenção e reparos. Empresas integradoras de sistemas deautomação industrial. Fabricantes de máquinas, componentes e equipamentos robotizados.Grupos de pesquisa que desenvolvam projetos na área de sistemas elétricos. Laboratórios decontrole de qualidade.

O mercado de trabalho que mais absorve este profissional da área de AutomaçãoIndustrial é composto principalmente por empresas dos ramos industrial, comercial e deprestação de serviços, destacando-se indústrias metalúrgicas, siderúrgicas e outras dacategoria de base; indústrias de produção bens de consumo e processos gerais; empresas deprestação de serviços e assistência técnica; empresas de energia elétrica. Também podeatuar na área rural em empresas agroindustriais.

Além dos campos de atuação mencionados, o técnico em Automação Industrial podeainda atuar como empreendedor de maneira autônoma ou constituindo sua própriaempresa, pois além da formação técnica ele recebe também formação em gestão eempreendedorismo no período em que permanece no curso.

O profissional formado no curso técnico em automação industrial integrado ao ensinomédio terá as seguintes atribuições:

Executar trabalhos profissionais diretamente relacionados aos processos deinstalação, produção e manutenção em sistemas convencionais e automatizados;

Coordenar equipes de instalação, montagem, operação, reparos ou manutenção; Participar em projetos técnicos de desenvolvimento de produtos, instrumentos,

equipamentos, máquinas, ferramentas, processos, manutenção, instalações desistemas industriais, bem como em vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos econsultorias relacionados à sua área de atuação.

No exercício de suas atribuições, o técnico em automação industrial poderá: a) Planejar e controlar os processos de produção e de manutenção;b) Operar máquinas, equipamentos e instrumentos comandados por sistemas

convencionais ou automatizados; c) Coordenar equipes de produção; d) Dar manutenção e prestar assistência técnica em máquinas, equipamentos e

instrumentos comandados por sistema convencionais ou automatizados; e) Coordenar equipes de manutenção e de assistência técnica; f) Indicar e/ou aplicar técnicas de conversão, transformação e distribuição de energia

necessária aos processos produtivos; g) Realizar medições e ensaios, visando à melhoria da qualidade de produtos e serviços

da planta industrial; h) Executar desenhos, leiautes, croquis, etc.;

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i) Avaliar a aplicabilidade de materiais, insumos, elementos de máquinas e outrosrecursos, adaptando sua utilização às exigências de qualidade e produtividade;

j) Propor, aplicar e coordenar a aplicação de métodos e técnicas que resultem emeconomia de recursos naturais esgotáveis.

A especificidade da habilitação em Automação Industrial indica a atuação dessetécnico como diretamente relacionada ao desenvolvimento, operação e manutenção emsistemas de acionamento, movimento e controle, comandados de modo integrado eautomático por sistema eletrônico.

Entretanto, para operar sistemas automatizados o técnico em automação industrialdeve conhecer, além da instrumentação, microinformática e outros recursos tecnológicosque permitem operar com técnicas mais avançadas, as bases fundamentais da mecânica,eletricidade, eletrônica e, também, suas possibilidades de intervenção em processos maisconvencionais.

Portanto, pode-se afirmar que, ao final do curso proposto, o profissional formadodeva apresentar as competências previstas nas Resoluções CNE/CEB n.º 02/2012 e n.º06/2012 e possa responder pelas atribuições profissionais previstas na Lei n.º 5.524 de 05 denovembro de 1968, regulamentada pelo Decreto Federal nº 90.922 de 06 de fevereiro de1985, que dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de Nível Médio. Aslimitações técnicas referentes ao profissional estarão em acordo com a Resolução nº262/1979 do CONFEA/CREA.

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10. FORMA DE ACESSO AO CURSO

O ingresso no Curso Técnico em Automação Industrial Integrado ao Ensino Médio dar-se-á de acordo com as normas a seguir:

Inscrição e participação no processo seletivo classificatório de acordo com as normasestabelecidas em Edital Próprio;

Poderá ingressar no curso, o candidato que seja egresso ou concluinte do EnsinoFundamental. Para cada processo de ingresso, os critérios específicos do processoseletivo, suas etapas e cronograma de execução serão apresentados em edital, e serádada ampla divulgação do processo nos meios de comunicação locais, regionais epela Internet.

11. MATRIZ CURRICULAR

O Curso Técnico em Automação Industrial Integrado ao Ensino Médio segue osprincípios e finalidades da educação profissional contidos na Lei nº 9.394/1996. Paraelaboração deste projeto de criação de curso, utilizou-se como fundamentos as DiretrizesCurriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio; as ResoluçõesCNE/CEB nº 2, de 30 de janeiro de 2012 e a CNE/CEB nº 06, de 20 de setembro de 2012.

Para a composição e integralização da matriz, os componentes curriculares previstospara o curso Técnico em Automação Industrial integrado ao Ensino Médio foram divididosem três núcleos: núcleo básico; núcleo politécnico; e núcleo tecnológico.

Conforme a Resolução CNE/CEB nº 06/2012, que trata dos cursos de educaçãoprofissional técnica de nível médio, ofertados na forma integrada, os cursos integradosdevem dispor de uma única matriz curricular, e não dois currículos justapostos. Ou seja, oscomponentes curriculares que estão no núcleo politécnico, têm como objetivo articular osnúcleos básico e tecnológico, trabalhando, em totalidade, os conteúdos básicos do ensinomédio, de forma articulada com as especificidades e conteúdos previstos para o cursotécnico, proporcionando, desta forma, práticas integradoras durante o currículo. Nessesentido, a carga horária do núcleo politécnico compõe tanto a carga horária mínima previstapara a integralização da Base Nacional Comum como, também, da Formação Profissional.

É condição sine qua non, que a implementação da matriz curricular considere a ABP(aprendizagem baseada em problemas), utilizando como estratégias pedagógicas Estudos decaso, situações-problema e atividades práticas em laboratório, bem como, a articulação como Projeto Integrador.

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Figura 1 – Matriz Curricular do Curso Técnico em Automação Industrial integrado ao EM.

Automação IndustrialC.H.

1º 2º 3º TotalArtes 30 30 30 90

Educação Física 60 60 60 180

Língua Estrangeira 60 60 - 120

Língua Portuguesa 90 90 90 270

Filosofia 30 30 30 90

Geografia 60 60 60 180

História 60 60 60 180

Sociologia 30 30 30 90

Biologia 60 60 60 180

Matemática 90 90 90 270

Química 60 60 60 180

Núcleo Básico: Sub-total 630 630 570 1.830Física 60 60 60 180

Circuitos Elétricos 120 - - 120

Acionamentos Hidráulicos e Pneumáticos - - 60 60Língua Estrangeira - Inglês - - 60 60

Projeto Integrador 60 60 60 180

Núcleo Politécnico: Sub-total 240 120 240 600870 750 810 2430

Desenho Técnico 60 - - 60

Informática Aplicada e Metodologia Científica 60 - - 60

Eletroeletrônica 60 - - 60

Eletrotécnica 60 - - 90

Sistemas Digitais e Microcontroladores - 120 - 120

Controladores Lógicos Programáveis - 120 - 120

Instalações Elétricas Industriais - 90 - 90

Instrumentação e Controle de Processos - - 90 90

Informática Industrial - - 60 60

Tecnologia Mecânica - - 60 60

Sub-total 240 330 210 780480 450 450 1380

1110 1080 1020 3210

90

3.300

Atividades Complementares

CargaHoráriaTotaldoCurso

Núc

leo

Técc

noló

gico

Formação Profissional: Sub-total

Núc

leo

Bási

co

BaseNacionalCom

umForm

açãoProfission

al

CargaHoráriaTotalporAno

Base Nacional Comum: Sub-total

Áreas ComponentesCurricularesCargaHorária

Núc

leo

Polit

écni

co

Obs 1.: As disciplinas de Língua Estrangeira Inglês (60h) e Língua Estrangeira Espanhol (60),previstas para o 1º e 2º ano, terão caráter eletivo, ou seja, no momento da matrícula o

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estudante deverá escolher uma das duas disciplinas para cursar. No 3 º ano, a disciplinaLíngua Estrangeira Inglês (60h) é componente curricular obrigatório. Obs 2.:A matriz considera aulas de 45 minutos distribuídas em 40 semanas.

Como as etapas do curso são sequenciais, não haverá certificação intermediária noitinerário formativo.

11.1. OPÇÃO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA

Integradas à área de Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias, as Línguas EstrangeirasModernas fazem parte do conjunto de conhecimentos essenciais a serem dominados pelosestudantes, como instrumento de aproximação cultural e de inserção no mundo globalizado.

Neste sentido e levando em consideração a necessidade de flexibilização curricular, ocurso Técnico em Automação Industrial Integrado ao Ensino Médio, oferece para o 1º e 2ºano, duas opções de Língua Estrangeira Moderna: Inglês e Espanhol, sendo que o estudantepoderá escolher entre uma ou outra, no ato da matrícula. No 3 º ano, a Língua EstrangeiraModerna Inglês (60h), será componente curricular obrigatório.

A língua estrangeira que não foi objeto da escolha do aluno poderá ser ofertada comocomponente curricular optativo, podendo ser cursado pelo aluno, desde que haja interesse ecompatibilidade de horário.

11.2. ATIVIDADES NÃO PRESENCIAIS

Em consonância ao disposto na Resolução CNE/CEB nº6, de 20 de setembro de 2012,Art. 26 em seu parágrafo único, o curso técnico em Automação Industrial, integrado aoensino médio, poderá ofertar até 20% da carga horária diário do curso, respeitados osmínimos previstos de duração e a carga horária total.

Para implementação desta modalidade de ensino o IFC Campus São Bento do Sul,contará com suporte tecnológico e atendimento por docentes e tutores. Ademais, ao aderir aesta proposta1, o docente deverá organizar seu planejamento pedagógico, com objetivosclaros e articulados à metodologia de educação a distância.

1Ofertar até 20% da carga horária a distância.

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12. EMENTÁRIO

1º ANO – NÚCLEO BÁSICO

Componente Curricular Artes I Carga Horária 30 horas

Ementa Conceitos de Arte. Espaços de produção e divulgação artística. Ossuportes e materiais da arte. Patrimônio artístico e cultural. A arte esuas linguagens: Artes visuais; Artes cênicas; Música, Dança, Literatura.Arte e contexto histórico: movimentos e períodos artísticos nas artesvisuais e na música. Linguagens tradicionais das artes visuais: pintura,escultura, gravura, cerâmica, desenho. Funções da música. Vivênciaspráticas coletivas.Tema Transversal: Pluralidade cultural.

Bibliografia Básica PROENÇA, Graça. História da arte. São Paulo: Ática, 2012.STEPHEN, F.; et al. Tudo sobre arte. Rio de Janeiro: Sextante, 2011.BENNET, Roy. Uma breve história da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1990.

Bibliografia Complementar

BELL, J. Uma nova história da arte. São Paulo: WMF Martins, 2008.BENNET, Roy. Elementos básicos da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1990. FOSTER, Hal. O retorno do real. Trad. de Célia Salzstein. São Paulo:Cosac Naify, 2014.PINHEIRO, Fernando Antonio. Lasar Segall: arte em sociedade. SãoPaulo: Cosac Naify, 2008.SWANWICK, Keith. Ensinando Música Musicalmente. São Paulo, EditoraModerna, 2008.

Componente Curricular Educação Física I Carga Horária 60 horas

Ementa Saúde: conceitos de saúde e de campo da saúde; a relação entre saúdee atividades físicas/práticas corporais; práticas saudáveis no cotidiano.Esportes coletivos e individuais. Dança. Ginástica. Lutas. Jogo. Práticascorporais introspectivas. Práticas corporais em contato com a natureza.

Tema transversal: Saúde. Educação Ambiental.

Bibliografia Básica CORREIA, W. R. Educação Física no Ensino Médio: QuestõesImpertinentes. Várzea Paulista: Editora Fontoura, 2011.DARIDO, S. C. Educação Física Escolar: Compartilhando Experiências.São Paulo: Phorte, 2011.MATTOS, M. G.; NEIRA, M. G. Educação Física na adolescência:construindo o conhecimento na escola. São Paulo: Phorte, 2008.

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Bibliografia Complementar

BERTAZZO, Ivaldo. Cidadão corpo. Jandira (sp): Summus, 1998. HELMAN, Cecil. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artmed, 2009. MELLO, Marco Tulio de. Exercícios na saúde e na doença. Barueri (sp):Manole, 2010. NINIVAGGI, Frank John. Saúde integrada com medicina ayurvedica. SãoPaulo: Pensamento, 2015. PAIM, Jairnilson Silva. Saude Coletiva: Teoria e Prática. Rio de Janeiro:Medbook, 2013.

Componente Curricular Língua Estrangeira - Espanhol I Carga Horária 60 horas

Ementa Conhecendo o idioma espanhol; O alfabeto; As variantes do espanhol naatualidade; Saudações e apresentações: Formas de apresentar-se edespedir-se em espanhol; Verbos ser e estar; Uso de “y” e “e”/ “o” e“u”; Os usos formais e informais do espanhol; Formas de cortesia; Osdias da semana, Os horários de trabalho. Pronomes pessoais,demonstrativos e possessivos; Heterosemânticos e Heterogenéricos.Numerais; Gostos e preferências; Apócope de “uno” e “primero”;Características físicas e psicológicas; Adjetivos; Enfermidades; Descriçãode pessoas; Advérbios de modo; Artigos; Substantivos; Verbos nopresente (“Trabajar, vivir e hablar”); Compreensão oral e escrita dediferentes gêneros textuais; Conversações; Léxico (As Profissões, OCorpo humano, A Família, As partes da casa). Expressões idiomáticas.dução e interpretação de textos técnicos. Produções de parágrafos, deacordo com as temáticas trabalhadas em outras disciplinas. Culturahispano-americana.Temas Transversais: Diversidade Cultural e Orientação Sexual.

Bibliografia Básica MARTINS, Manoel Dias; PACHECO, Maria Cristina. Encuentros: Espanhol para o Ensino Médio. Volume único. São Paulo: IBEP, 2006.MENÓN, Lorena. Tiempo Español: Lengua y Cultura. 2 ed. Vol. Único. São Paulo: Atual, 2011.Dicionario para la enseñanza de la lengua española para brasileños. SãoPaulo: Martins Fontes, 2001.

Bibliografia Complementar

BRUNO, F.C. & MENDONZA, M. A Hacia el Español. São Paulo: Saraiva, 1998.ROMANOS, H.; CARVALHO, J. P. de. Espanhol Expansión. Ensino Médio. Volume único. São Paulo: FTD, 2004.HOYOS, B. L. F. Diccionario de Falsos Amigos - Español/portugués - português/espanhol. 2. ed. São Paulo: Enterprise Idiomas, 1998.MARTIN, Ivan Rodrigues. Síntesis: Curso de Lengua Española.Volumen único. São Paulo: Ática, 2011.MILANI, Ester Maria. Nuevo Listo: Español a través de textos. 2 ed. São Paulo: Santillana/Moderna, 2012.

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Componente Curricular Língua Estrangeira – Inglês I Carga Horária 60 horas

Ementa Estratégias de leitura e compreensão de diferentes gêneros textuais.GREETINGS (saudações). Verbo TO BE (formas no presente e no passa-do), formas contratas do verbo TO BE, pronomes pessoais, pronomesadjetivos possessivos, pronomes demonstrativos, pronomes possessi-vos, pronomes reflexivos, artigos definidos e indefinidos, plural dossubstantivos, gêneros dos substantivos, números cardinais e ordinais,preposições, pronomes interrogativos, dias da semana, meses do ano,estações do ano. Vocabulário: animais, vegetais, partes do corpo huma-no, cores, nacionalidades, ferramentas, etc. Forma imperativa. Inglêsinstrumental (técnico): Leitura e interpretação de textos técnicos em lín-gua inglesa da área da automação industrial e novas tecnologias e co-nhecimentos gerais (cultura, política, atualidades, etc). Técnicas de leitu-ra: guessing, skimming, scanning, levantamento de palavras-chave, ex-ploração oral prévia do assunto e dos temas, considerando o conheci-mento que o aluno tem da língua materna, bem como seu conhecimen-to de mundo. Inglês para elaboração de relatórios e entendimento determos da área. Tradução de textos técnicos.

Bibliografia Básica OXFORD. Oxford: Advanced Learner’s Dictionary. 5ª ed. Oxford: OxfordUniversity Press, 1995.BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio). Volume 2:Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Ministério da Educação:Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília, 1999.BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio). Volume 2:Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Ministério da Educação:Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília, 2007.

Bibliografia Complementar

PRESCHER, A. The New Simplified Grammar. 3 ed. São Paulo: RichmondPublishing, 2004.MACARTHY, Michael; O’DELL, FELICITY. English Vocabulary in Use –Elementary. 2nd Edition. Cambridge University Press, 2010. MURPHY, Raymond. Essential Grammar in Use. 3rd Edition. CambridgeUniversity Press, 20071. ZAOROB, Maria Lucia; CHIN, Elizabeth. Games for Grammar Parctice –Copy Collection. Cambridge University Press, 2003.TEXTOS em língua inglesa, específicos da área técnica, retirados daInternet.

Componente Curricular Língua Portuguesa I Carga Horária 90 horas

Ementa Revisão da gramática aplicada ao texto oral e escrito: Fonética; regrasde acentuação, ortografia (Novo Acordo Ortográfico da LínguaPortuguesa); Funções da linguagem; denotação e conotação; Figuras deLinguagem; estrutura das palavras; processos de formação de palavras;

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Classes de palavras (artigo, adjetivo, numeral, substantivo e pronome);Semântica: Significação das palavras (sinônimos, homônimos eparônimos). Leitura e Produção de textos: narração e descrição.Literatura: Conceito de literatura, arte e cultura; Linguagem literária;Prosa X Verso; Estrutura do texto poético; Gêneros literários; Asorigens da Literatura brasileira (Trovadorismo; Classicismo); A literaturaproduzida no Brasil Colonial (Quinhentismo, Barroco, Arcadismo).Relações textuais entre Literatura e História.

Bibliografia Básica CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Anália Cochar.Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. 3. ed. São Paulo:Atual, 2009. CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Analia Cochar.Português: linguagens: literatura, gramática e redação: Ensino Médio.São Paulo : Atual, 2005.FARACO, Carlos Emílio. Literatura brasileira. São Paulo: Ática, 1999.

Bibliografia Complementar

CEREJA, William Roberto; CLETO, Ciley; MAGALHÃES, Thereza AnaliaCochar. Conecte: interpretação de texto. Ensino Médio. São Paulo:Atual, 2011.GONZAGA, Tomás Antonio. Marília de Dirceu e Cartas Chilenas. SãoPaulo: Ática, 1997.MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos (Coord.). Resenha. São Paulo: Parábola, 2004. MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos (Coord.). Resumo. São Paulo: Parábola, 2004.MATOS, Gregório de. Os melhores poemas. São Paulo: Global, 1985.

Componente Curricular Filosofia I Carga Horária 30 horas

Ementa Introdução à Filosofia – O que é mito? Narrativas mitológicas. O que éfilosofia?. Filosofia como atitude crítica. Alegoria da Caverna. Para quêserve a filosofia?. Sócrates. História da Filosofia Antiga. Ética – O que éética? Juízo de fato e juízo de valor. Moral e ética. Caráter histórico esocial da moral. Liberdade. Desejo e vontade. Ética aplicada. Kohlberg.Ética da lei – Kant. Ética das Emoções – Nietzsche. Teorias Éticas.

Bibliografia Básica ARANHA, M. L.; MARTINS, M. H. Filosofando – introdução à filosofia,São Paulo: Moderna, 2009.CHAUÍ, M. Convite à Filosofia, São Paulo: Ática, 2012.FEITOSA, C. Explicando a filosofia com a arte, Rio de Janeiro: Ediouro,2004.

Bibliografia Complementar

BLACKBURN, S. Dicionário Oxford de Filosofia. Rio de Janeiro: JorgeZahar, 1994.MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a

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Wittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.MARCONDES, D. Textos básicos de filosofia: dos pré-socráticos aWittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.FIGUEIREDO, Vinícius de (org.). Filosofia: temas e percursos. 1ª edição,São Paulo: Berlendis & Vertecchia, 2013. MARTINS, Roberto de Andrade. O universo: teorias sobre sua origem eevolução. São Paulo: Editora Moderna, 1994.

Componente Curricular Geografia I Carga Horária 60 horas

Ementa Introdução aos estudos geográficos. Fundamentos da Cartografia:Coordenadas, movimentos e fusos horários. Representaçõescartográficas, escalas e projeções. Mapas temáticos e gráficos.Tecnologias modernas aplicadas a cartografia. Geografia Física e meioambiente: Estrutura geológica. Estrutura e formação do relevo. Solos.Climas e a interferência humana. Hidrografia. Biomas e formaçõesvegetais. Questões ambientais - desastres naturais e conferências emdefesa do meio ambiente.Tema transversal: Educação Ambiental.

Bibliografia Básica MENDONÇA, C.; LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Território e Sociedade noMundo Globalizado - Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Saraiva,2011.SENE, E. de; MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil – EspaçoGeográfico e Globalização - Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2014.vol 1.TERRA, L., ARAUJO, R., GUIMARÃES, R. B. Conexões - estudos deGeografia Geral e do Brasil - volume único. São Paulo: Moderna, 2008.

Bibliografia Complementar

CAVALCANTI, I. F. de A. Tempo e clima no Brasil. São Paulo: Oficina deTextos, 2009.CORRÊA, R. L. Novos Rumos da Geografia brasileira. 4. ed. São Paulo:Hucitec, 1996.MARTINELLI, M. Mapas da Geografia e Cartografia Temática. São Paulo:EDUSP, 2006.ROSS, J. (org.) Geografia do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1996.SOJA, E. Geografias pós-modernas. Rio de Janeiro: Zahar, 1989.

Componente Curricular História I Carga Horária 60 horas

Ementa Introdução aos estudos históricos. Análise da formação das primeirascivilizações, tendo como foco: as questões sobre cidadania, trabalho,cultura e poder. Pré-história: as origens africanas da humanidade (Lei nº11.645/2008). Antiguidade Oriental e Antiguidade Clássica. Ética,cidadania e convivência democrática. As Civilizações Pré-Colombianas e

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a contribuição cultural indígena (Lei nº 11.645/2008). A transição daantiguidade ao feudalismo: formação, desenvolvimento e crise domundo feudal. A formação dos Estados Modernos e as MonarquiasAbsolutistas.

Bibliografia Básica FLORENZANO, Maria Beatriz. O mundo antigo: economia e sociedade.São Paulo: Brasiliense, 1982.UNESCO. História Geral da África. Vol. I a VIII. Brasília: UNESCO,Secad/MEC, UFSCar, 2010.VAINFAS, Ronaldo et al. História: das sociedades sem Estado àsmonarquias absolutistas. Vol. 1. São Paulo: Editora Saraiva, 2010.

Bibliografia Complementar

CARDOSO, Ciro Flamarion. Sete olhares sobre a Antiguidade. Brasília:Ed. da UnB, 1994.HILTON, Rodney (org.). A Transição do Feudalismo para o Capitalismo.Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.SILVA, Kalina Vanderlei. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo:Contexto, 2009.PINSKY, Jaime. As primeiras civilizações. São Paulo: Atual, 1994.PROUS, André. O Brasil antes dos brasileiros. A pré-história do nossopaís. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006.

Componente Curricular Sociologia I Carga Horária 30 horas

Ementa Contexto social e cultura. Indivíduo e Sociedade. Socialização einstituições sociais. Raça e Etnia. Produção de conhecimento.Surgimento da sociologia. Teorias Sociológicas e a ciência (Durkheim,Max Weber, Karl Marx). Sociedades globalizadas, a ciência sociológica ea educação ambiental.Tema Transversal: Pluralidade Cultural.

Bibliografia Básica TOMAZI, N. D. Sociologia para o Ensino Médio. 2º ed. São Paulo: Ed.Saraiva, 2010. SILVA, A. et al. Sociologia em movimento. 1º ed. São Paulo: Moderna,2013.MACHADO, I. J. R. M.; et al. Sociologia Hoje. Ed. Ática, 2013.

Bibliografia Complementar

IANNI, Octavio. A sociedade global. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,2008. LOPES, Nei. O racismo explicado aos meus filhos. Ed. Agir-Sinergia,2007.MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. Ed. Brasiliense, 1994.QUINO. Toda Mafalda - da primeira à última tira. São Paulo: Martins

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Fontes, 2003.QUINTANEIRO, Tânia et al. Um toque de clássicos: Marx, Durkheim eWeber. Belo Horizonte: Ed. Da UFMG, 2002.

Componente Curricular Biologia I Carga Horária 60 horas

Ementa Origem da vida: Teorias sobre a origem da vida: geração espontânea(abiogênese); biogênese (Redi, Spallanzani e Pasteur). Características daatmosfera primitiva; Origem e características do primeiro ser vivo.Citologia: Proteínas, enzimas, ácidos nucleicos, microscopia, teoriacelular, organização celular, transportes de soluções na célula. ProcessosEnergéticos e estrutura celular: membranas – composição e função,citoplasma e organelas, fotossíntese, quimiossíntese, respiração efermentação. Núcleo: estrutura e funções. Tipos Celulares. BiologiaMolecular. Ciclo celular: mitose e meiose. Reprodução edesenvolvimento embrionário animal.Tema transversal: Educação alimentar e nutricional

Bibliografia Básica AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia dascélulas. Vol. 1. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 2009.ROSSO, Sérgio; LOPES, Sônia. Bio. Vol Único. 3ª ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2013.PEZZI, Antônio C.; GOWDAK, Demétrio; MATTOS, Neide Simões. Biologia- Citologia, Embriologia e Histologia. Vol. 1. São Paulo: Editora FTD2013.

Bibliografia Complementar

AMABIS, Jose Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos dabiologia moderna: livro de atividades e dicionário de termosbiológicos. São Paulo: Moderna, 1990.CATANI, André; et al. Ser Protagonista – Biologia 1º ano. 2ª ed. São Paulo: Edições SM, 2015.EDIÇÕES SM (São Paulo) (Ed.). Ser protagonista: Biologia: competênciasENEM. São Paulo: Edições Sm, 2014.GEWANDSNAJDER, Fernando; LINHARES, Sérgio de Vasconcellos. Biologia Hoje – Citologia, Reprodução e Desenvolvimento, Histologia e Origem da Vida. Vol 1. São Paulo: Editora Ática, 2008.SILVA JR., César; SASSON, Sezar; CALDINI JR., Nelson. Biologia. Vol.Único. São Paulo: Saraiva, 2011.

Componente Curricular Matemática I Carga Horária 90 horas

Ementa Sequências: Progressão aritmética e geométrica. Conjuntos numéricos eintervalos. Operações com intervalos. Relação entre conjuntos efunções. Funções do primeiro grau e do segundo grau. Trigonometria notriângulo retângulo. Trigonometria na circunferência. Funções e

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inequações trigonométricas. Relações e equações trigonométricasInequações trigonométricas. Conteúdos que serão desenvolvidos nacarga horária das disciplinas técnicas: Função exponencial. Funçãologarítmica. Inequações do primeiro grau e do segundo grau. Funções einequações modulares. Trigonometria no triângulo retângulo.Inequações e inequações trigonométricas. Temas transversais:Envelhecimento, Mobilidade Urbana, Saúde e Educação Ambiental.

Bibliografia Básica DANTE, L. R. Matemática, volume único. São Paulo: Ática, 2005.IEZZI, G.; et.al. Matemática: Ciência e aplicações, volume 1: Ensinomédio. São Paulo: Saraiva, 2013.DANTE, L. R. Matemática: contexto & aplicações. Volume 1 - 2.ed. - SãoPaulo: Ática, 2013.

Bibliografia Complementar

GIOVANNI, J.R., BONJORNO, J.R .Matemática Completa - primeira sérieensino médio. 2.ed. renov. São paulo, FTD, 2005.IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Conjuntos e funções (FUNDAMENTOS DEMATEMÁTICA ELEMENTAR v.1). São Paulo: Atual Editora, 2004. IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Logaritmos. (FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICAELEMENTAR v.2) São Paulo: Atual Editora, 2004.IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Trigonometria. (FUNDAMENTOS DEMATEMÁTICA ELEMENTAR v.3). São Paulo: Atual Editora, 2004.LIMA, E.; CARVALHO, P. C. Coordenadas no plano. Coleção do professorde Matemática, SBEM, 2001.

Componente Curricular Química I Carga Horária 60 horas

Ementa Introdução à química. Propriedades da matéria. Substância pura,misturas e separação de misturas. Fenômenos físico e químicos.Estrutura atômica. Tabela periódica e propriedades. Radioatividade.Ligações químicas. Geometria molecular. Funções inorgânicas. Reaçõesquímicas. Grandezas Químicas e cálculos estequiométricos. Químicaambiental. Tema transversal: Educação Ambiental

Bibliografia Básica MORTIMER, E. F.; MACHADO, H. A. Química. São Paulo: EditoraScipione, 2ª ed, 2013.PERUZZO, F. M.; CANTO, E. L. Química na Abordagem do Cotidiano –Volume 1 – Química Geral e Inorgânica. São Paulo: Ed. Moderna, 2012.SANTOS, W. L. P.; MÓL, G. S. (Coords.) et al. Química cidadã. Volume 1.São Paulo: Editora AJS, 2015.

Bibliografia Complementar

CRUZ, R.; FILHO, E. G. Experimentos de química em microescala: commateriais de baixo custo e do cotidiano. Livraria da Física. São Paulo –SP, 2004.HAUMONT, R. Um químico na cozinha, 1ª ed. Editora Jorge Zahar, 2016.KEAN, Seam. A colher que desaparece. Editora Jorge Zahar, 1ª ed. 2011.

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SACKS, Oliver Tio Tungstênio: Memórias de uma infância químicaEditora Companhia das Letras.STRATHERN, Paul O Sonho de Mendeleiev - A Verdadeira História daQuímica, Editora Jorge Zahar, 1ª ed. 2002.USBERCO, J.; SALVADOR. Química Essencial – Volume Único. São Paulo:Ed. Saraiva, 2012.

1º ANO – NÚCLEO POLITÉCNICO

Componente Curricular Física I Carga Horária 60 horas

Ementa Eletrodinâmica (circuitos elétricos). Eletromagnetismo (ênfase naindução magnética). Eletrostática (carga elétrica), Força Elétrica ePotencial Elétrico. Corrente elétrica. Potencial elétrico. Introdução àFísica Nuclear.

Bibliografia BásicaALVARENGA, B.; MÁXIMO, A. Física contexto & aplicações – EnsinoMédio – Volume 3. São Paulo: Ed. Scipione, 2013.GASPAR, A. Física 3. São Paulo: Ed. Ática, 2013.DOCA, R. H.; BÔAS N. V. e BISCUOLA, G. J. FÍSICA - Ensino Médio -Volume 3. São Paulo: Ed. Saraiva, 2013.

Bibliografia Complementar

GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. FÍSICA 1: mecânica.7. ed. São Paulo: EDUSP, 2012.GASPAR, A. Compreendendo a Física 3. São Paulo: Ed. Ática, 2013.HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. WALKER, Jearl. O circo voador da física. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. YAMAMOTO, Kazuhito; FUKE, Luiz Felipe; SHIGEKIYO, Carlos Tadashi. Osalicerces da física: mecânica. 15. ed. reform. São Paulo: Saraiva, 2007.

Componente Curricular Circuitos Elétricos Carga Horária 120 horas

Ementa Fundamentos de Eletricidade; Instrumentação e medição de circuitoseletroeletrônicos e componentes; Circuitos Elétricos CC e CA; Resistores;Indutores e Capacitores; Leis de Kirchoff e das Malhas; MedidasElétricas e Magnéticas.

Bibliografia Básica IRWIN, J. David; NELMS, R. Mark. Análise básica de circuitos para engenharia. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC 2010.NILSSON, James W. Circuitos Elétricos. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.BOYLESTAD, Robert L. Introdução à análise de circuitos.10. ed. SãoPaulo: Pearson Prentice Hall, 2004.

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Bibliografia Complementar

BIRD, J. Circuitos elétricos, teoria e tecnologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos. 10. ed. São Paulo: Prentice-Hall do Brasil, 2007.JOHNSON, D.E.; HILBURN J.L.; JOHNSON, J.R. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.ORSINI, L. Q. Consonni, D. Curso de circuitos elétricos. v.1. São Paulo: Edgard Blucher, 2004.ORSINI, L. Q. Consonni, D. Curso de circuitos elétricos. v.2. São Paulo: Edgard Blucher, 2004

Componente Curricular Projeto Integrador I Carga Horária 60 horas

Ementa Características do Perfil Empreendedor (Comportamento ePersonalidade): Habilidades. Competências. Criatividade. Inovação:conceito e tipos de Inovação. Ambientes de Inovação. Análise de Swot(Matriz FoFa). Conceitos e fundamentos de projeto. Ciclo de vida de umprojeto. Roteiro de elaboração de projeto: etapas do projeto.Empreendedorismo. Empreendedor.

Bibliografia Básica XAVIER, C. M. G. da Silva. Gerenciamento de Projetos: Como Definir econtrolar o escopo do projeto. São Paulo: Saraiva, 2008.BESSANT,J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. Porto Alegre:BOOKMAN, 2009.GOVIDARANJAN, V.; TRIMBLE, C. Outro Lado da Inovação. Rio deJaneiro: Ed. Campus, 2011.

Bibliografia Complementar

KEELING, Ralph. Gestão de projetos: uma abordagem global. São Paulo:Saraiva, 2009.KELLEY, T. LITTMAN, J. As 10 faces da inovação. Rio de Janeiro: Ed.Campus – Elselvier, 2012.DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa. São Paulo: Editora Cultura,2000.MARQUES, José Roberto. Empreendedorismo e coaching: PessoasMATTOS, João Roberto Loureiro de. Gestão, Tecnologia e Inovação: umaabordagem prática. Saraiva, 2005.

1º ANO – NÚCLEO TECNOLÓGICO

Componente Curricular Desenho Técnico Carga Horária 60 horas

Ementa Normas e padrões; Caligrafia Técnica; Escalas; Projeções Ortogonais, perspectivas Isométricas e Cavaleira; Dimensionamento; Desenho

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Arquitetônico. Introdução aos Softwares CAD; Noções Básicas de Trabalho com o Software; Configurações Básicas; Ferramentas Básicas; Projeções Ortogonais com o Software; Dimensionamento; Conceitos de Blocos; planta baixa; Impressão.

Bibliografia Básica MICELI, M. T.; FERREIRA, P. Desenho Técnico Básico. 4 ed. Rio dejaneiro: Imperial Novo Milênio, 2010. 144 p.SILVA, J. C.; et al. Manual técnico mecânico. Florianópolis: Editora daUFSC. 2009. 113 p.SILVA, A.; et al. Desenho Técnico Moderno. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC,2006. 475 p.

Bibliografia Complementar

BALDAM, R. L.; COSTA, L. AutoCAD 2011: Utilizando Totalmente. SãoPaulo: Érica, 2011. CRUZ, Michele David da. Autodesk Inventor 11: guia prático paraprojetos mecânicos 3D. 2. ed. São Paulo, SP: Érica, 2008. CRUZ, Michele David da. Desenho técnico para mecânica: conceitos,leitura e interpretação. 1. ed. São Paulo: Érica, 2014.FRENCH, T. E. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 8.ed. – São Paulo:Globo, 2005. MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. 4 ed. rev. e atual. SãoPaulo, SP: Blucher, 2001.

Componente Curricular Informática Aplicada e MetodologiaCientífica

Carga Horária 60 horas

Ementa Manipulação de Pastas e Arquivos; Processadores de Texto: Formatação de Texto, Tabelas, Ilustrações, Estrutura de Tópicos, Referências Cruzadas e Sumários; Planilhas de Cálculo: Formatação, Operações Básicas, Gráficos; Editor de Apresentação; Internet: Mecanismo de Busca, Correio Eletrônico. Interpretação e produção de textos técnicos; Redação Técnica; Estruturas e Normas para Elaboração, Apresentação e Publicação de Trabalhos Científicos e Acadêmicos.

Bibliografia Básica BARRIVIERA, Rodolfo; OLIVEIRA, Eder Diego de. Introdução à informática. Curitiba: Livro Técnico, 2012. CASTRO, Claudio de Moura. Como redigir e apresentar um trabalhocientífico. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

Bibliografia Complementar

FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. 16.ed. São Paulo: Ática, 2003.GARCEZ, Lucília. Técnica de redação: O que é preciso saber para bem escrever. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental: de acordo

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com as atuais normas da ABTN. 26. ed. São Paulo: Atlas, 2007.NORTON, Peter; RATTO, Maria Claudia Santos Ribeiro. Introdução à informática. São Paulo: Pearson; Makron Bocks, 2010. CAPRON, H. L.; JOHNSON, J. A. Introdução à informática. 8. ed. SãoPaulo: Pearson Prentice Hall, c2004.REIS, Wellington José dos. LibreOffice writer 4.2: manipulando textoscom liberdade e precisão. Santa Cruz do Rio Pardo, SP: Viena, 2014.

Componente Curricular Eletroeletrônica Carga Horária 60 horas

Ementa Tipos e aplicação de diodos; Fontes de alimentação;Instrumentação e medição de circuitos eletroeletrônicos ecomponentes; Transistores (bipolares e de efeito de campo); OTBJ operando como chave; Transistor Mosfet e Igbt; Polarização eestabilidade de transistores; Amplificadores diferenciais eparâmetros Amplificadores operacionais, parâmetros e aplicaçõesbásicas; Analisar e sintetizar circuitos sequência e combinacionais;Analisar e projetar circuitos eletrônicos.

Bibliografia Básica BOYLESTAD, R. L.; NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria deCircuitos. Ed. 8, Prentice-Hall, 2004. MALVINO, A. P. Eletrônica. 4ª ed. v.1. São Paulo: Érica, 1997.MILTON, G. Eletricidade Básica. 2ª ed. São Paulo: Pearson Education doBrasil, 1997.

Bibliografia Complementar

COSTA, Vander Menegoy da. Circuitos elétricos lineares: enfoqueteórico e prático. Rio de Janeiro: Interciência, 2013. IDOETA, Ivan V; CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de eletrônicadigital. 40. ed. São Paulo, SP: Érica, 2011. MARKUS, O. Circuitos Elétricos: Corrente Contínua e CorrenteAlternada - Teoria e Exercícios. 8ª ed , São Paulo: Érica, 2007.MARQUES, A. E.; NASHELSKY, L. Estude e Use DispositivosSemicondutores Diodos Transistores, Ed. 5, São Paulo: Érica, 2004.NILSSON, James William; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. 8. ed. Riode Janeiro, RJ: Pearson Prentice Hall, 2009.

Componente Curricular Eletrotécnica Carga Horária 60 horas

Ementa Luminotécnica. condutores, disjuntores, sistemas de proteção;NBR 5410; Grandezas elétricas, sistemas de aterramento.Elementos de circuitos elétricos. Circuitos de corrente contínua.Circuitos de corrente alternada. Medição elétrica e magnética;Transformadores.Circuitos monofásicos e trifásicos. Equipamentoselétricos. Noções de sistemas de distribuição industrial. Motores:

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princípios de funcionamento e ligações. Noções de NR10. Noçõesde manutenção elétrica.

Bibliografia Básica FRANCHI, C. M. Acionamentos Elétricos, 4ª Ed. São Paulo: Érica, 2008.KOSOW, I. L. Máquinas Elétricas e Transformadores. 3 ed. Rio deJaneiro: Editora Globo, MAMEDE, J. F. Instalações Elétricas Industriais. São Paulo: LTC,

Bibliografia Complementar

FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C. Jr.; UMANS, S. D. Máquinas Elétricascom Introdução à Eletrônica de Potência. Edição: 6 Editora:BOOKMANN.DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: LTC,1999.NASCIMENTO JR., G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 4. ed. rev.São Paulo, SP: Érica, 2011. NISKIER, J. Manual de instalações elétricas. Rio de Janeiro: LivrosTécnicos e Científicos, 2010. BIM, E. Máquinas elétricas e acionamento. 2. ed. Rio de Janeiro:Campus, 2012.MEIRELES, V. C. Circuitos elétricos. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicose Científicos, 2007.

2º ANO – NÚCLEO BÁSICO

Componente Curricular Artes II Carga Horária 30 horas

Ementa Linguagens tradicionais das artes visuais na contemporaneidade:pintura, escultura, gravura, cerâmica, desenho. Arte e contextohistórico: movimentos da Arte Moderna. A Arte Moderna no Brasil. Afotografia. Arte Contemporânea. Funções da música. Elementos básicosda linguagem musical. Propriedades do som: altura, duração,intensidade e timbre. Padrões rítmicos da música popular brasileira.Introdução à História da Música Popular Brasileira. Apreciação, execuçãoe criação musical. Vivências práticas coletivas.

Bibliografia Básica BENNET, Roy. Elementos básicos da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1990. PROENÇA, Graça. História da arte. São Paulo: Ática, 2012.SEVERIANO, Jairo. Uma história da música popular brasileira: das origens à modernidade. 2. E. São Paulo: Ed. 34, 2009.

Bibliografia Complementar

GARCEZ, Lucília; OLIVEIRA, Jô. Explicando a arte brasileira. 4. Ed. Rio deJaneiro: Ediouro, 2006.MED, Bohumil. Teoria da Música. 4ª edição. Brasília, DF: Musimed, 1996PRINCE. Adamo. A arte de ouvir: percepção ritmica. Rio de Janeiro:Lumiar, 2001.

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STEPHEN, F.; et al. Tudo sobre arte. Rio de Janeiro: Sextante, 2011.TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. São Paulo: Editora 34, 1998.

Componente Curricular Educação Física II Carga Horária 60 horas

Ementa Corpo/corporeidade: anatomia e fisiologia básica; alterações anátomo-fisiológicas causadas pelo exercício; o corpo na produção da cultura;corpo e estética. Esportes coletivos e individuais. Dança. Ginástica.Lutas. Jogos. Práticas corporais em contato com a natureza.

Temas Transversais: Orientação Sexual (Corpo), Multiculturalismo.Saúde.

Bibliografia Básica CORREIA, W. R. Educação Física no Ensino Médio: QuestõesImpertinentes. Várzea Paulista: Editora Fontoura, 2011.DARIDO, S. C. Educação Física Escolar: Compartilhando Experiências.São Paulo: Phorte, 2011.MATTOS, M. G.; NEIRA, M. G. Educação Física na adolescência:construindo o conhecimento na escola. São Paulo: Phorte, 2008.

Bibliografia Complementar

FERREIRA, Francisco Romão. Ciência, arte e cultura do corpo. Curitiba:Editora Crv, 2011. GEST, Thomas. Atlas de Anatomia Humana. Porto Alegre: Artmed, 2009.GRANDO, Beleni Salete. Corpo, educação e cultura: Práticas sociais. Ijuí:Unijui, 2009. LIEBERMAN, Daniel. A história do corpo humano. Rio de Janeiro: Zahar,2015. SCHLOESSLER, Eduardo. Desenhando anatomia. São João del Rey (mg):Criativo, 2012.

Componente Curricular Língua Estrangeira - Espanhol II Carga Horária 60 horas

Ementa Estratégias de leitura; Compreensão oral e escrita de diferentes gênerostextuais; A organização do parágrafo; Verbos “hay y estar”; O modoindicativo “Futuro Simple” e “Condicional”; O modo subjuntivo:presente e pretérito imperfeito; Advérbios e locuções adverbiais;Pronombres complemento direto e indireto; Preposições; “Perífrasesverbales”; Formas de expressar gostos e opiniões; Uso de “muy” e“mucho”; Acentuação;. Léxico (Meses e estações do ano, dias dasemana , a gastronomía de los pueblos hispánicos, alimentos,Vocabulário referente à cidade); Conversações; Autores e obrasemblemáticos da literatura; Cultura de dos povos hispânicos. Expressõesidiomáticas. Tradução e interpretação; de textos técnicos; Produção deparágrafos; Cultura hispanoamericana

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Bibliografia Básica MARTIN, I. R. Síntesis: Curso de Lengua Española. Volumen único. SãoPaulo: Ática, 2011.MENÓN, L. Tiempo Español: Lengua y Cultura. 2 ed. Vol. Único. SãoPaulo: Atual, 2011. MILANI, Ester Maria. Nuevo Listo: Español a través de textos. 2 ed. SãoPaulo, Santillana/Moderna, 2012.

Bibliografia Complementar

OSMAN, Soraia; et al. Enlaces: español para jóvenes brasileños. 3. ed.São Paulo: Macmillan, 2013. Volumes 1, 2 e 3.TALAVERA, Miguel Diaz Y Garcia. Dicionário Santillana para Estudantes:Espanhol. Moderna, 2003.BRUNO, F. C.; MENDONZA, M. A Hacia el Español. São Paulo: Saraiva,1998. MARTINS, M. D.; PACHECO, M. C. Encuentros: Espanhol para o EnsinoMédio. Volume único. São Paulo: IBEP, 2006. ROMANOS, H.; CARVALHO, J. P. Espanhol Expansión. Ensino Médio.Volume único. São Paulo: FTD, 2004.

Componente Curricular Língua Estrangeira Inglês II Carga Horária 60 horas

Ementa Tempos Verbais: presente contínuo (formas afirmativa, interrogativa enegativa), presente simples (auxiliares DO e DOES, formas afirmativa,interrogativa e negativa), passado simples (verbos regulares eirregulares, formas afirmativa, interrogativa e negativa), futuro simples(auxiliar WILL, formas afirmativa, interrogativa e negativa); Expressõeshow old, how much, how many; Grau dos adjetivos; Question tag;Futuro e condicional, condicional (formas afirmativa, interrogativa enegativa); Advérbios; Verbos say – tell, make – do; Emprego de since,for, also, too; Verbos modais; Emprego de a lot of, little, few, many,much. Leitura de textos com vários graus de dificuldade.

Bibliografia Básica OXFORD. Oxford: Advanced Learner’s Dictionary. 5ª ed. Oxford: OxfordUniversity Press, 1995.BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio). Volume 2:Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Ministério da Educação:Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília, 1999.BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio). Volume 2:Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Ministério da Educação:Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília, 2007.

Bibliografia Complementar

PRESCHER, A. The New Simplified Grammar. 3 ed. São Paulo: RichmondPublishing, 2004.REDMAN, Stewart. English Vocabulary in Use – Pre-Intermediate &Intermediate. 2nd Edition. Cambridge University Press, 2011. MURPHY, Raymond. Basic Grammar in Use. 3rd Edition. CambridgeUniversity Press, 2010.

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O’DELL, Felicity; HEAD, Katie. Games for Vocabulary Practice –Interactive Vocabulary Activities for All Levels. Cambridge UniversityPress, 2003.TEXTOS em língua inglesa, específicos da área técnica, retirados daInternet.

Componente Curricular Língua Portuguesa II Carga Horária 90 horas

Ementa Leitura, interpretação e produção textual: crônica, fábula, lenda, conto,novela, romance. Revisão da gramática aplicada ao texto oral e escrito:revisão das classes gramaticais (verbo, advérbio, conjunção, preposiçãoe interjeição); Sintaxe: termos essenciais da oração. Literatura: Aliteratura produzida no período do século XIX, no Brasil (Romantismo,Realismo/ Naturalismo, Parnasianismo, Simbolismo); Contexto históricoe artístico do Brasil durante o Século XIX. Relações textuais entreLiteratura e História.

Bibliografia Básica CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Anália Cochar.Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. 3. ed. São Paulo:Atual, 2009. CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Analia Cochar.Português: linguagens: literatura, gramática e redação: Ensino Médio.São Paulo : Atual, 2005.FARACO, Carlos Emílio. Literatura brasileira. São Paulo: Ática, 1999.

Bibliografia Complementar

ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo:Parábola Editorial, 2003.ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. 29. ed. São Paulo, SP: Ática, 1994.______. Contos. Porto Alegre: L&PM, c1998. (impr. 2000). 117, [6]p.(Coleção L&PM Pocket ; 108).CEREJA, William Roberto; CLETO, Ciley; MAGALHÃES, Thereza AnaliaCochar. Conecte: interpretação de texto. Ensino Médio. São Paulo:Atual, 2011.INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Scipione, 1996.

Componente Curricular Filosofia II Carga Horária 30 horas

Ementa Conhecimento e Lógica – Conhecimento: definições gerais; Heráclito eParmênides; Lógica aristotélica – O que é lógica; Princípios da lógica;Proposição; Inferência; Silogismo; Argumentação e falácias; Verdade evalidade; Indução e dedução. Política – Liberalismo e democracia;teorias socialistas; direitos humanos.

Bibliografia Básica ARANHA, M. L.; MARTINS, M. H. Filosofando – introdução à filosofia,São Paulo: Moderna, 2009.

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CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia, São Paulo: Ática, 2012.FEITOSA, C. Explicando a filosofia com a arte, Rio de Janeiro: Ediouro,2004.

Bibliografia Complementar

BLACKBURN, S. Dicionário Oxford de Filosofia. Rio de Janeiro: JorgeZahar, 1994.FIGUEIREDO, Vinícius de (org.). Filosofia: temas e percursos. 1ª edição,São Paulo: Berlendis & Vertecchia, 2013.LEBRUN, Gérard. O que é poder. Brasiliense: São Paulo, 1981.Marcondes, D. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos aWittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.MARCONDES, D. Textos básicos de filosofia: dos pré-socráticos aWittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

Componente Curricular Geografia II Carga Horária 60 horas

Ementa Mundo contemporâneo: economia geopolítica e sociedade: Processo dedesenvolvimento do capitalismo. A globalização e seus principais fluxos.Desenvolvimento humano e objetivos do milênio. Ordem geopolítica eeconômica. Conflitos armados no mundo. Industrialização e comérciointernacional: A geografia das indústrias. Industrialização; paísespioneiros, tardios, de economia planificada e países com processorecente. O comércio internacional e os principais blocos regionais.

Bibliografia Básica MARINA, L.; T. Fronteiras da globalização – Geografia Geral e do Brasil.São Paulo: Ática, 2004.MENDONÇA, C.; LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Território e Sociedade noMundo Globalizado - Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Saraiva,2011.SENE, E.; MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil – EspaçoGeográfico e Globalização - Ensino Médio. vol 2. São Paulo: Scipione,2014.

Bibliografia Complementar

BACHA, E.; BOLLE M. B. O Futuro da Industria no Brasil -Desindustrialização em Debate. Civilização Brasileira, 2013.CORRÊA, R. L. Novos Rumos da Geografia brasileira. 4. ed. São Paulo:Hucitec, 1996.MARTINELLI, M. Mapas da Geografia e Cartografia Temática. São Paulo:EDUSP, 2006.ROSS, J. (org.) Geografia do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1996.SOJA, E. Geografias pós-modernas. Rio de Janeiro: Zahar, 1989.

Componente Curricular História II Carga Horária 60 horas

Ementa Da construção do mundo moderno - Europa, América, Ásia e África –aos processos revolucionários dos séculos XVIII e XIX: A Expansão

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Marítima e a descoberta do Novo Mundo – ênfase nos aspectosrelacionados ao encontro cultural e as contribuições das diversas etniasna composição da nação brasileira (Lei nº 11.645/2008). Renascimento.Reforma. Iluminismo. Colonização da América - ênfase no tráficonegreiro como elemento de acumulação de capital e como elementoexplicativo para compreensão da miscigenação brasileira (Lei nº11.645/2008). Revoluções Burguesas (Revolução Inglesa, RevoluçãoFrancesa e Independência dos EUA). Direitos Humanos e Cidadania.Brasil Colônia. Os processos de Independência dos povos da AméricaLatina. A Primeira e a Segunda Revolução Industrial, tendo como foco astransformações do trabalho, tempo e tecnologia. Rupturas econtinuidades na construção do Estado brasileiro: o Brasil império e onascimento da República.

Bibliografia Básica HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções: 1879-1848. Rio de Janeiro: Paze Terra, 2001. KABENGELE, Munanga. Origens africanas do Brasil contemporâneo:histórias, línguas, culturas e civilizações. São Paulo: Gustavo Gili, 2009.SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: umabiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

Bibliografia Complementar

CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas: o imaginário daRepública no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. CUNHA, Manuela Carneiro da. História dos índios no Brasil. São Paulo:FAPESP : Cia das Letras, 1998.KARNAL, Leandro. Estados Unidos - Da Colônia a Independência. Col.Repensando a História. Ed. Contexto, 2007.HOBSBAWM, Eric. A Era do Capital: 1848-1875. Rio de Janeiro: Paz eTerra, 2002.MATTOS, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. SãoPaulo: UNESCO: Contexto, 2007.

Componente Curricular Sociologia II Carga Horária 30 horas

Ementa Contexto Social, Cultura e Ideologia. Indústria cultural. Socialização econtrole social; Relações de gênero e Sexualidade. Cultura eenvelhecimento.Tema transversal: Orientação Sexual (Relações de gênero). Processos deenvelhecimento e valorização do idoso.

Bibliografia Básica TOMAZI, N. D. Sociologia para o Ensino Médio. 2º ed. São Paulo: Ed.Saraiva, 2010. SILVA, A.; et al. Sociologia em movimento. 1º ed. São Paulo: Moderna,2013.MACHADO, I. J. R. M.; et al. Sociologia Hoje. Ed. Ática, 2013.

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Bibliografia Complementar

ARANTES, Antonio Augusto. O que é cultura popular. São Paulo:Brasiliense, 1989.COHN, Gabriel (org.). Comunicação e indústria cultural. São Paulo:Nacional, 1971. BENEDICT, Ruth. Padrões de cultura. Lisboa; Livros do Brasil [s.d.]. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. JorgeZahar Editor, 2001.MICELI, Paulo. O mito do herói nacional. 2ºed. São Paulo: Contexto.

Componente Curricular Biologia II Carga Horária 60 horas

Ementa Classificação biológicaVírus: caracterização morfológica, fisiológica, ciclos reprodutivos eviroses. Reino Monera: caracterização morfológica, fisiológica, ciclosreprodutivos, doenças bacterianas e aspectos biotecnológicos. ReinoProtista: caracterização morfológica, fisiológica, principais protozooses.Reino Fungi: caracterização morfológica, fisiológica, relações ecológicas,aspectos reprodutivos e biotecnológicos. Reino Plantae: gruposvegetais, caracterização e reprodução; morfologia, histologia e fisiologiavegetal. Reino Animal: grupos de invertebrados, caracterizaçãomorfológica e fisiológica; grupos de vertebrados, fisiologia comparadacom ênfase em mamíferos.Histologia: estrutura e função dos tecidos animais.Tema transversal: Orientação sexual

Bibliografia Básica AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia dosorganismos. Vol. 2. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 2009.ROSSO, Sérgio; LOPES, Sônia. Bio. Vol Único. 3ª ed. São Paulo: EditoraSaraiva, 2013.PEZZI, Antônio C.; GOWDAK, Demétrio; MATTOS, Neide Simões. Biologia- Seres vivos, Anatomia e Fisiologia Humana. Vol. 2. São Paulo: EditoraFTD 2013.

Bibliografia Complementar

AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos dabiologia moderna: livro de atividades e dicionário de termosbiológicos. São Paulo: Moderna, 1990.CATANI, André; et al. Ser Protagonista – Biologia 2º ano. 2ª ed. São Paulo: Edições SM, 2015.EDIÇÕES SM (São Paulo) (Ed.). Ser protagonista: Biologia : competênciasENEM. São Paulo: Edições Sm, 2014.GEWANDSNAJDER, Fernando; LINHARES, Sérgio de Vasconcellos. Biologia Hoje – Os Seres Vivos. Vol 2. São Paulo: Editora Ática, 2008.SILVA JR., César; SASSON, Sezar; CALDINI JR., Nelson. Biologia. Vol.Único. São Paulo: Saraiva, 2011.

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Componente Curricular Matemática II Carga Horária 90 horas

Ementa Matrizes. Determinantes. Sistemas Lineares. Solução de um sistema linear. Noções de matemática financeira. Conteúdos que serão desenvolvidos na carga horária das disciplinas técnicas: Noções de Estatística. Análise combinatória. Probabilidade. Temas transversais: Nutrição, Cidadania, Direitos Humanos, Gênero, Pluralidade e Mobilidade Urbana.

Bibliografia Básica DANTE, L. R. Matemática, volume único. São Paulo: Ática, 2005.IEZZI, G.; et al. Matemática: Ciência e aplicações, volume 2: Ensino médio. São Paulo: Saraiva, 2013.DANTE, L. R. Matemática: contexto & aplicações. Volume 2 - 2.ed. - SãoPaulo: Ática, 2013.

Bibliografia Complementar

GIOVANNI, J.R., BONJORNO, J.R.. Matemática Completa - segunda série ensino médio. 2.ed. renov. São Paulo, FTD, 2005.IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Sequências, Matrizes, Determinantes e Sistemas. São Paulo: Atual Editora (FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR v.1), 2004.IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Combinatória e probabilidade. São Paulo: Atual Editora (FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR v.2), 2004.IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Trigonometria. São Paulo: Atual Editora (FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR v.3), 2004.IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Geometria Plana. São Paulo: Atual Editora (FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR v.3), 2004.

Componente Curricular Química II Carga Horária 60 horas

Ementa Gases. Soluções. Propriedades Coligativas. Termoquímica. Químicanutricional. Equilíbrio Químico. Eletroquímica. Cinética Química.Química ambiental. Tema Transversal: Educação Alimentar e Nutricional.

Bibliografia Básica MORTIMER, E. F.; MACHADO, H. A. Química. São Paulo: EditoraScipione, 2ª ed., 2013.PERUZZO, F. M.; CANTO, E. L. Química na Abordagem do Cotidiano –Volume 2 – Química Geral e Inorgânica. São Paulo: Ed. Moderna, 2012.SANTOS, W. L. P.; MÓL, G. S. (Coords.) et al. Química cidadã. Volume 3.São Paulo: Editora AJS, 2015.

Bibliografia Complementar

BRANCO, S. Solos, a base da vida terrestre, Editora Moderna, 1999.CRUZ, R.; FILHO, E. G. Experimentos de química em microescala: commateriais de baixo custo e do cotidiano. Livraria da Física. São Paulo –SP, 2004.LE COUTEUR, PENNY M.; BURRESON, Jay Os Botões de Napoleão - As 17Moléculas que Mudaram a História, Editora Zahar. 1ª ed. 2006.VANIN, J. A. Alquimistas e químicos: o passado, o presente e o futuro.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOSECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSECAMPUS SÃO BENTO DO SUL

São Paulo: Moderna, 1994.USBERCO, J.; SALVADOR. Química Essencial – Volume Único. São Paulo:Ed. Saraiva, 2012.

2º ANO – NÚCLEO POLITÉCNICO

Componente Curricular Física II CargaHorária

60 horas

Ementa Hidrostática: propriedades Físicas, densidade e pressão., Teoremas deStevin, Pascal e Arquimedes. Hidrodinâmica. Fenômenos ondulatórios ede Acústica. Estudo dos fenômenos: Termologia e Termodinâmica.Fenômenos climáticos. Fenômenos Ópticos. Corpo Negro.

Bibliografia Básica ALVARENGA, B.; MÁXIMO, A. Física contexto & aplicações – EnsinoMédio – Volume 2. São Paulo: Ed. Scipione, 2013.GASPAR, A. Física 2. São Paulo: Ed. Ática, 2013.DOCA, R. H.; BÔAS N. V. e BISCUOLA, G. J. FÍSICA - Ensino Médio -Volume 2. São Paulo: Ed. Saraiva, 2013.

Bibliografia Complementar

GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. FÍSICA 1: mecânica.7. ed. São Paulo: EDUSP, 2012.GASPAR, A. Compreendendo a Física 3. São Paulo: Ed. Ática, 2013.HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. WALKER, Jearl. O circo voador da física. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. YAMAMOTO, Kazuhito; FUKE, Luiz Felipe; SHIGEKIYO, Carlos Tadashi. Osalicerces da física: mecânica. 15. ed. reform. São Paulo, SP: Saraiva,2007.

Componente Curricular Projeto Integrador II Carga Horária 60 horas

Ementa Inovação e Tipos de Inovação. Elaboração e Gerenciamento de projetocom foco no desenvolvimento de protótipo. Acompanhamento eregistro. Conceitos de propriedade intelectual: legislação; patente deinvenção; patente de modelo de utilidade. Empreendedorismo eIntraempreendedorismo. Comportamentos Empreendedores. Modelosde Negócio. Identificação e aproveitamento de oportunidades. Visão denegócio. Princípios fundamentais de marketing.

Bibliografia Básica FINOCCHIO JR, J. Project Model Canvas. Rio de Janeiro:Campus/Elservier, 2013.NAKAGAWA, Marcelo. Empreendedorismo: Elabore seu plano denegócios e faça a diferença. São Paulo: Ed. Senac, 2013.XAVIER, C. M. G.da Silva. Gerenciamento de Projetos: Como Definir e controlar o escopodo projeto. São Paulo: Saraiva, 2008.

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSECAMPUS SÃO BENTO DO SUL

Bibliografia Complementar

TEIXEIRA, Francisco. Tudo o que você queria saber sobre patentes etinha vergonha de perguntar. São Paulo: Clever, 1997.NAGER, M. NELSEN, C.; NOUYRIGAT, F. Startup Weekend: Como levaruma empresa do conceito à criação em 54 horas. Editora Alta Books NAKAGAWA, Marcelo. Plano de Negócio: Teoria Geral. Ed. ManoleCortez,1985.DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo. São Paulo: Campus,2008. MAUBORGNE, R.; KIM,W. A estratégia do Oceano Azul. Rio de Janeiro:Ed. Campus, 2013.

2º ANO – NÚCLEO TECNOLÓGICO

Componente Curricular Sistemas Digitais e Microcontroladores Carga Horária 120h

Ementa Sistemas Digitais. Lógica Booleana. Circuitos lógicoscombinacionais. Circuitos Lógicos sequenciais. Conversoresanalógico/digital e digital/analógico. Dispositivos de memórias.Microcontroladores. Dispositivos programáveis. Introdução amicroprocessadores. Tipos de arquiteturas; Memórias internas;Registradores; Modos de endereçamento; Instruções;Compiladores e ferramentas de desenvolvimento; Sistema deinterrupções; Dispositivos de entrada e saída (I/O); Estudo dosconversores A/D; Estudo dos conversores D/A; Dispositivosperiféricos; Desenvolvimento de projetos utilizandomicrocontroladores; Projetos com microcontroladoresempregando conversores A/D e D/A.

Bibliografia Básica TOCCI, Ronald J; WIDMER, Neal S; MOSS, Gregory L. Sistemas digitais:princípios e aplicações. 11. ed. São Paulo: Pearson, 2011 LOURENÇO, Antonio Carlos de; CRUZ, Eduardo Cesar Alves; CHOUERIJUNIOR, Salomao; FERREIRA, Sabrina Rodero. Circuitos digitais. 9. ed.São Paulo: Érica, 2007. IDOETA, Ivan V; CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de eletrônicadigital. 35. ed. São Paulo, SP: Érica, 2003.

Bibliografia Complementar

BIGNELL, James; DONOVAN, Robert. Eletrônica digital. São Paulo:Cencage Learning, 2010.FREGNI, Edson; SARAIVA, Antonio Mauro. Engenharia do projeto lógicodigital. São Paulo: Edgard Blücher, c1995.GARCIA, Paulo Alves; MARTINI, José Sidnei Colombo. Eletrônica digital:teoria e laboratório. 2. ed. São Paulo: Érica, 2008. KARIM, Mohammad A. Projeto digital: conceitos e princípios básicos.Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. PEDRONI, Volnei A. Eletrônica digital moderna e VHDL. Rio de Janeiro,

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSECAMPUS SÃO BENTO DO SUL

RJ: Elsevier, 2010.

Componente Curricular Controladores Lógicos Programáveis Carga Horária 120 horas

Ementa Introdução à automação industrial. Controladores lógicos programáveis:arquitetura, princípio de funcionamento, interfaces de entradas esaídas, temporizadores e contadores; A Norma IEC 61.131-3 paraprogramação de controladores lógicos programáveis: linguagem ladder(LD), diagrama de blocos funcionais (FBD), sequenciamento gráfico defunções (SFC), lista de instruções (IL), texto estruturado (ST).

Bibliografia Básica OLIVEIRA A. S., ANDRADE F. S. Sistemas Embarcados - Hardware eFirmware na Prática, 2ª Edição. São Paulo: Ed. Érica, 2006.PRUDENTE, F. Automação industrial - PLC: teoria e aplicações. Rio deJaneiro: LTC, 2007.NATALE, F. Automação industrial. 2. ed. São Paulo: Érica, 2001

Bibliografia Complementar

CAPELLI, A. Automação Industrial: controle de movimento e processoscontínuos. São Paulo: Érica, 2006. SILVEIRA, P. R. da; SANTOS, W. E. Automação e controle discreto. 3. ed.São Paulo: Érica, 1998.MORAES, C. C.; CATRUCCI, P. Engenharia de automação industrial. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.GIORGINI, M. Automação aplicada: descrição e implementação desistemas sequencias com PLC's. 5. ed. São Paulo: Érica, 2003.LIMA, Charles Borges de. Técnicas de projetos eletrônicos com osmicrocontroladores AVR, 1ª Edição. 2010. Edição do Autor.

Componente Curricular Instalações Elétricas Industriais Carga Horária 90 horas

Ementa Simbologia dos componentes de acionamento e proteção. Curvade Carga. Dimensionamento de circuitos elétricos terminais,dispositivos de proteção. Equipamentos elétricos. Especificaçãode equipamentos e de instalações elétricas. Interpretação dediagramas elétricos. Gestão de resíduos provenientes deinstalações elétricas.

Bibliografia Básica ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. 2aed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.SIGHIERI, L, NISHINARI, A. Controle Automático de ProcessosIndustriais. 2a ed. São Paulo: Blucher.CAMPOS, M. C. M. M.; TEIXEIRA, H. C. G. Controles típicos deequipamentos e processos industriais. 2 ed. São Paulo: Blucher, 2010.OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSECAMPUS SÃO BENTO DO SUL

Bibliografia Complementar

MIKELI P. G. Automação Industrial e Sistemas de Manufatura, 3a ed.São Paulo, Pearson Prentice Hall, 2011.CAPELLI, A. Automação Industrial: Controle do Movimento e ProcessosContínuos, 2a ed. São Paulo, Érica, 2008.AGUIRRE, L. A. Enciclopédia de Automática: Controle e Automação,volume II. 1a ed. São Paulo, Blucher, 2007.MAMEDE, J. F. Instalações Elétricas Industriais. ISBN: 9788521615200.Editora: LTC.CREDER. Instalações Elétricas. ISBN: 9788521615675. Editora: LTC.Edição: 15a ed, 2007.GUSSOW, M. Eletricidade básica. São Paulo, SP: Pearson Education doBrasil, 1997.

3º ANO – NÚCLEO BÁSICO

Componente Curricular Artes III Carga Horária 30 horas

Ementa Arte Contemporânea no Brasil. Linguagens contemporâneas nas artesvisuais: intervenção artística; videoarte; performance; happening;instalação. Temáticas da Arte Contemporânea. O corpo e as artesvisuais. Arte e Tecnologia. Música e Tecnologia. A música na sociedadeatual. Fundamentos e teoria musical. Forma musical. Vivências práticascoletivas. Apreciação musical de diferentes gêneros e estilos.Influências indígenas e afro-brasileiras nas artes no Brasil.Tema transversal: Relações Étnico- raciais.

Bibliografia Básica BENNET, Roy. Forma e estrutura na música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1990PROENÇA, Graça. História da arte. São Paulo: Ática, 2012.STEPHEN, F.; et al. Tudo sobre arte. Rio de Janeiro: Sextante, 2011.

Bibliografia Complementar

BELL, J. Uma nova história da arte. São Paulo: WMF Martins, 2008. FOSTER, Hal. O retorno do real. Trad. de Célia Salzstein. São Paulo:Cosac Naify, 2014.MED, Bohumil. Teoria da Música. 4ª edição. Brasília, DF: Musimed,1996.MERCADO, Luís Paulo Leopoldo (org.) Novas Tecnologias na Educação:reflexões sobre a prática. Maceió: EDUFAL, 2002.UTUARI, S.; et al. Por toda Parte. FTD, 2013.

Componente Curricular Educação Física III Carga Horária 60 horas

Ementa Lazer: conceitos de lazer; espaços públicos de lazer; lazer e trabalho.Esportes coletivos e individuais. Dança. Ginástica. Lutas. Jogo. Práticascorporais introspectivas. Práticas corporais em contato com a natureza.

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Temas transversais: Saúde. Educação Ambiental.

Bibliografia Básica CORREIA, W. R. Educação Física no Ensino Médio: QuestõesImpertinentes. Várzea Paulista: Editora Fontoura, 2011.DARIDO, S. C. Educação Física Escolar: Compartilhando Experiências.São Paulo: Phorte, 2011.MATTOS, M. G.; NEIRA, M. G. Educação Física na adolescência:construindo o conhecimento na escola. São Paulo: Phorte, 2008.

Bibliografia Complementar

GUTIERREZ, Gustavo Luiz. Lazer e prazer. Campinas: Autores Associados,2001. MARCELINO, Nelson Carvalho. Repertório de atividades de recreação elazer. Campinas: Papirus, 2002. MELO, Victor Andrade de. Esporte e lazer: conceitos. Barueri (sp):Manole, 2015. MELO, Victor Andrade de., Lazer e tecnologia. Ijuí: Unijui, 2012. PROVONOST, Gilles. Introdução à sociologia do lazer. São Paulo: Senac,2011.

Componente Curricular Língua Estrangeira – Espanhol III -OPTATIVA

Carga Horária 60 horas

Ementa Compreensão oral e escrita de diferentes gêneros textuais; Estratégiasde leitura; Conversações; Verbos reflexivos; Pronomes Indefinidos;Estado de ánimos Ser / Estar; Preterito perfecto; Futuro imperfecto;Imperativo afirmativo e negativo; Presente de subjuntivo; Verbo llevar;Verbo voy; Léxico (expressões e objetos e utilizados na área técnica);Autores e obras emblemáticos da literatura; Cultura de dos povoshispânicos. Expressões idiomáticas. Tradução e interpretação de textostécnicos. Produção de parágrafos. Cultura hispanoamericana.Tema Trasnversal: Pluriculturalismo.

Bibliografia Básica MARTIN, I. R. Síntesis: Curso de Lengua Española. Volumen único. SãoPaulo: Ática, 2011.MENÓN, L. Tiempo Español: Lengua y Cultura. 2 ed. Vol. Único. SãoPaulo: Atual, 2011. MILANI, Ester Maria. Nuevo Listo: Español a través de textos. 2 ed. SãoPaulo, Santillana/Moderna, 2012.

Bibliografia Complementar

BRUNO, F. C.; MENDONZA, M. A Hacia el Español. São Paulo: Saraiva,1998. MARTINS, M. D.; PACHECO, M. C. Encuentros: Espanhol para o EnsinoMédio. Volume único. São Paulo: IBEP, 2006. ROMANOS, H.; CARVALHO, J. P. Espanhol Expansión. Ensino Médio.Volume único. São Paulo: FTD, 2004. UNIVERSIDADE DE ALCALÁ DE HENARES. Señas: Diccionario para la

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enseñanza de la lengua española para brasileños. São Paulo: MartinsFontes, 2001.TALAVERA,Miguel Diaz Y Garcia. Dicionário Santillana para Estudantes:Espanhol. Moderna, 2003.

Componente Curricular Língua Portuguesa III Carga Horária 90 horas

Ementa Leitura, interpretação e produção de texto: dissertação, editorial, artigode opinião, carta do leitor. Revisão da gramática aplicada ao texto orale escrito: sintaxe, concordância nominal e verbal; regência nominal everbal; crase. Pontuação. A literatura produzida no Século XX: Pré-modernismo, Modernismo, Romance de 30, A Poesia de 45, Tropicália,Período Contemporâneo. Relações textuais entre Literatura e História.Elaboração de relatórios técnicos: produção e orientação de Trabalhosde Conclusão de Curso.

Bibliografia Básica CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Anália Cochar.Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. 3. ed. São Paulo:Atual, 2009. CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Analia Cochar.Português: linguagens: literatura, gramática e redação: Ensino Médio.São Paulo : Atual, 2005.FARACO, Carlos Emílio. Literatura brasileira. São Paulo: Ática, 1999.

Bibliografia Complementar

ABREU, Antônio Suárez. Curso de redação. 12. ed. São Paulo: Ática,2008.CEREJA, William Roberto; CLETO, Ciley; MAGALHÃES, Thereza AnaliaCochar. Conecte: interpretação de texto. Ensino Médio. São Paulo:Atual, 2011.GARCEZ, Lucília. Técnica de redação: O que é preciso saber para bemescrever. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos,resumos e resenhas. São Paulo: 11 ed. Atlas, 2012.MOISÉS, Massaud. História da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix,2001. 3 v.

Componente Curricular Filosofia III Carga Horária 30 horas

Ementa Ciência – Ciência e senso comum; Ciência e Filosofia; As teorias doconhecimento na atualidade; Ciência e Política; introdução ao métodocientífico. Estética – conceito de arte e introdução; arte como expressão humana;concepções estéticas.

Bibliografia Básica ARANHA, M. L.; MARTINS, M. H. Filosofando – introdução à filosofia,São Paulo: Moderna, 2009.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOSECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSECAMPUS SÃO BENTO DO SUL

CHAUÍ, M. Convite à Filosofia, São Paulo: Ática, 2012.FEITOSA, C. Explicando a filosofia com a arte, Rio de Janeiro: Ediouro,2004.

Bibliografia Complementar

BLACKBURN, S. Dicionário Oxford de Filosofia. Rio de Janeiro: JorgeZahar, 1994. CHALMERS, Alan. O que é ciência, afinal?. Brasiliense: São Paulo, 1993. FIGUEIREDO, Vinícius de (org.). Filosofia: temas e percursos. 1ª edição,São Paulo: Berlendis & Vertecchia, 2013. MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos aWittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 1997. MARCONDES, D. Textos básicos de filosofia: dos pré-socráticos aWittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

Componente Curricular Geografia III Carga Horária 60 horas

Ementa Brasil: Industrialização e Política Econômica. A industrialização brasileira.A economia brasileira a partir de 1985. Energia e Meio Ambiente: Aprodução mundial e brasileira de energia. População Mundial eBrasileira: Características e crescimento. Fluxos migratórios e estrutura.Formação e diversidade cultural. O Espaço Urbano e o Processo deUrbanização: O espaço urbano no mundo contemporâneo. As cidades ea urbanização brasileira. O Espaço Rural e a Produção Agropecuária:Organização da produção agropecuária mundial. A agropecuária noBrasil. Os rumos do agronegócio brasileiro.

Bibliografia Básica MENDONÇA, C.; LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Território e Sociedade noMundo Globalizado - Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Saraiva,2011.SENE, E.; MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil – EspaçoGeográfico e Globalização - Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2014.vol 3.TERRA, L.; ARAUJO, R, GUIMARÃES, R. B. Conexões - estudos deGeografia Geral e do Brasil - volume único. São Paulo: Moderna, 2008.

Bibliografia Complementar

CARLOS, A. F. A. A cidade. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2003.(Repensando a Geografia).GERAB, W. J.; ROSSI, W. Indústria e trabalho no Brasil: limites edesafios. 8 ed. São Paulo: Atual, 2003.LAMBERT, M. Agricultura e meio ambiente. 4. ed: Scipione, 2000.(Preserve o Mundo).VIGEVANI, T.; OLIVEIRA, M. F.; LIMA. T. Diversidade étnica, conflitosregionais e direitos humanos. São Paulo: Scipione, 2003. (Diálogo naSala de Aula).WALISIEWICZ, M. Energia alternativa: solar, eólica. hidrelétrica e debiocombustíveis. São Paulo: Publifolha, 2008. (Série Mais Ciência).

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Componente Curricular História III Carga Horária 60 horas

Ementa O mundo contemporâneo – do imperialismo à globalização: estudosobre os processos históricos vividos nos séculos XX e XXI, no Brasil e nomundo, com especial atenção ao processo de desenvolvimento políticoe econômico e sua articulação com o mundo do trabalho e asorganizações sociais dos trabalhadores. A República Velha. Osmovimentos sociais na República Velha. Primeira Guerra Mundial.Revolução Russa de 1917. Crise de 1929. A Revolução de 1930. A EraVargas. Ascenção do Nazi-fascismo. Segunda Guerra Mundial. GuerraFria. Ditadura Militar. Independência da África e Ásia. O Mundo Pós-Guerra Fria – a nova ordem mundial. Redemocratização ou RepúblicaNova. Pluralidade Cultural, Relações de Gênero e Etnicidade.

Bibliografia Básica HOBSBAWM, Eric J. A era dos extremos. O breve século XX. 1914-1991.São Paulo: Companha das Letras, 2001.SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: umabiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O BrasilRepublicano. O tempo do liberalismo excludente: da Proclamação daRepública à Revolução de 1930 (Livro 1). Rio de Janeiro: CivilizaçãoBrasileira, 2008.

Bibliografia Complementar

GABEIRA. Fernando. O que é isso companheiro? São Paulo: Companhiadas Letras, 2009.GATTAI, Zélia. Anarquistas, graças à Deus. São Paulo: Companhia dasLetras, 2009.HOBSBAWM, Eric J. A era dos impérios. 1875-1914. Rio de Janeiro: Paze Terra, 2002.ORWELL, George. A Revolução dos Bichos. São Paulo: Companhia dasLetras, 2007.VAINFAS, Ronaldo et al. História. O mundo por um fio: do século XX aoXXI. Vol. 3. São Paulo: Editora Saraiva, 2010.

Componente Curricular Sociologia III Carga Horária 30 horas

Ementa Trabalho e Poder. Organização Política. Trabalho e sociedade de classes.Estratificação e desigualdades sociais. Democracia. Movimentos sociais.Regimes sociais, econômicos e políticos.Temas transversais: Ética, Direitos Humanos e Cidadania.

Bibliografia Básica TOMAZI, N. D. Sociologia para o Ensino Médio. 2º ed. São Paulo: Ed.Saraiva, 2010. SILVA, A.; et al. Sociologia em movimento. 1º ed. São Paulo: Moderna,2013.

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MACHADO, I. J. R. M.; et al. Sociologia Hoje. Ed. Ática, 2013.

Bibliografia Complementar

KUPSTAS, Marcia (org.) Trabalho em debate. Ed. Moderna, 1998. DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de papel. Ed. Ática, 2003. MARX, K. e ENGELS, F. O manifesto Comunista. Penguin Companhia,2012. SAFATLE, Vladimir. A esquerda que não teme dizer seu nome. Ed. TrêsEstrelas, 2012.ROSENFIELD, Denis; COUTINHO, João Pereira; PONDÉ, Luiz Felipe. Porque virei à direita. Ed. Três Estrelas, 2012.

Componente Curricular Biologia III Carga Horária 60 horas

Ementa Genética: leis de Mendel; Bases de hereditariedade, padrões deherança. Evolução: Processos evolutivos, Genéticas de populações eespeciação; Evolução humana.Ecologia: Caracterização da Biosfera; Fluxo de energia e ciclos biogeoquímicos; Níveis ecológicos; Relações ecológicas; Biomas e sucessões ecológicas; Homem e o ambiente. Tema transversal: Meio Ambiente

Bibliografia Básica AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia daspopulações. Vol. 3. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 2009.ROSSO, Sérgio; LOPES, Sônia. Bio. Vol Único. 3ª ed. São Paulo: EditoraSaraiva, 2013.PEZZI, Antônio C.; GOWDAK, Demétrio; MATTOS, Neide Simões. Biologia- Genética, Evolução e Ecologia. Vol. 3. São Paulo: Editora FTD 2013.

Bibliografia Complementar

AMABIS, Jose Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos dabiologia moderna: livro de atividades e dicionário de termosbiológicos. São Paulo: Moderna, 1990.CATANI, André; et al. Ser Protagonista – Biologia 3º ano. 2ª ed. SãoPaulo: Edições SM, 2015.EDIÇÕES SM (São Paulo) (Ed.). Ser protagonista: Biologia: competênciasEnem. São Paulo: Edições Sm, 2014.GEWANDSNAJDER, Fernando; LINHARES, Sérgio de Vasconcellos.Biologia Hoje – Genética, Evolução e Ecologia. Vol 3. São Paulo: EditoraÁtica, 2008.SILVA JR., César; SASSON, Sezar; CALDINI JR., Nelson. Biologia. Vol.Único. São Paulo: Saraiva, 2011.

Componente Curricular Matemática III Carga Horária 90 horas

Ementa Geometria espacial e de posição: poliedros, prismas e pirâmides,cilindro, cone e esfera. Geometria Analítica: ponto, reta e estudo dacircunferência. Números complexos. Polinômios. Conteúdos que serão

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desenvolvidos na carga horária das disciplinas técnicas: Númeroscomplexos. Temas transversais: Cidadania, Educação para o Trânsito eEducação Alimentar e Nutricional.

Bibliografia Básica DANTE, L. R. Matemática, volume único. São Paulo: Ática, 2005.IEZZI, G.; et al. Matemática: Ciência e aplicações, volume 3: Ensinomédio. São Paulo: Saraiva, 2013.DANTE, L. R. Matemática: contexto & aplicações. Volume 3 - 2.ed. - SãoPaulo: Ática, 2013.

Bibliografia Complementar

GIOVANNI, J.R., BONJORNO, J.R.. Matemática Completa - terceira sérieensino médio. 2.ed. renov. São paulo, FTD, 2005.IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Geometria analítica. São Paulo: Atual Editora(FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR v.1).IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Complexos, polinômios e equações. São Paulo:Atual Editora (FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR v.2).SILVA, C. X. Matemática aula por aula. - 2.ed. renov. - São Paulo: FTD,2005. - (Coleção matemática aula por aula).PAIVA, M. Matemática. - 1.ed. - São Paulo: Moderna, 2009.

Componente Curricular Química III Carga Horária 60 horas

Ementa Introdução à Química Orgânica. Química do carbono. Classificação dascadeias orgânicas. Funções Orgânicas. Nomenclatura de compostosorgânicos. Química nutricional. Isomeria: Plana e Espacial. ReaçõesOrgânicas. Polímeros. Química ambiental. Tema Transversal: EducaçãoAmbiental e Educação Alimentar e Nutricional

Bibliografia Básica MORTIMER, E. F.; MACHADO, H. A. Química. São Paulo: EditoraScipione, 2ª ed, 2013.PERUZZO, F. M.; CANTO, E. L. Química na Abordagem do Cotidiano –Volume 3 – Química Geral e Inorgânica. São Paulo: Ed. Moderna, 2012.SANTOS, W. L. P.; MÓL, G. S. (Coords.) et al. Química cidadã. Volume 2.São Paulo: Editora AJS, 2015.

Bibliografia Complementar

CRUZ, R.; FILHO, E. G. Experimentos de química em microescala: commateriais de baixo custo e do cotidiano. Livraria da Física. São Paulo –SP, 2004.RIBEIRO, E. P.; SERAVALLI, E.A.G. Química de Alimentos. 2ª ed. EditoraEdgar Blucher, 2009.VANIN, J. A. Alquimistas e químicos: o passado, o presente e o futuro.São Paulo: Moderna, 1994.USBERCO, J.; SALVADOR. Química Essencial – Volume Único. São Paulo:Ed. Saraiva, 2012.ZANIN, M.; MANCINI, S. D. Resíduos Plásticos e Reciclagem: aspectosgerais e tecnologia. 2. ed. São Carlos: EDUFSCar, 2015.

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSECAMPUS SÃO BENTO DO SUL

3º ANO – NÚCLEO POLITÉCNICO

Componente Curricular Física III CargaHorária

60 horas

Ementa Dinâmica: Lleis de Newton e suas aplicações. Energia (Educaçãoalimentar e nutricional). Quantidade de Movimento e sua Conservação(regras de trânsito previstas no Código Nacional de Trânsito Brasileiro).Gravitação Universal e suas Leis. Cinemática e Introdução à Relatividade.Temas Transversais: Educação Alimentar e Nutricional; Educação para otrânsito.

Bibliografia Básica ALVARENGA, B.; MÁXIMO, A. Física contexto & aplicações – EnsinoMédio – Volume 1. São Paulo: Ed. Scipione, 2013.GASPAR, A. Física 1. São Paulo: Ed. Ática, 2013.DOCA, R. H.; BÔAS N. V. e BISCUOLA, G. J. FÍSICA - Ensino Médio -Volume 1. São paulo: Ed. Saraiva, 2013.

Bibliografia Complementar

GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. FÍSICA 1: mecânica.7. ed. São Paulo: EDUSP, 2012.GASPAR, A. Compreendendo a Física 3. São Paulo: Ed. Ática, 2013.HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. WALKER, Jearl. O circo voador da física. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. YAMAMOTO, Kazuhito; FUKE, Luiz Felipe; SHIGEKIYO, Carlos Tadashi. Osalicerces da física: mecânica. 15. ed. reform. São Paulo, SP: Saraiva,2007.

Componente Curricular Acionamentos Hidráulicos e Pneumáticos

Carga Horária 60 horas

Ementa Fundamentos de Pneumática e Hidráulica: Conceitos Básicos,Simbologia, Produção e Distribuição de Fluidos Pressurizados;Componentes Pneumáticos e Hidráulicos: Válvulas, Atuadores,Ferramentas Pneumáticas e Hidráulicas, Filtros e Reservatórios;Eletropneumática; Eletrohidráulica; Projetos Pneumáticos e Hidráulicos:Fluxograma, Circuito Pneumático e Hidráulico, Diagrama Trajeto Passo.

Bibliografia Básica FIALHO, A. B. Automação pneumática: projetos, dimensionamento eanálise de circuitos. 6. ed. São Paulo: Érica, 2009.FIALHO, A. B. Automação hidráulica: projetos, dimensionamento eanálise de circuitos. 5. ed. São Paulo: Érica, 2010.BONACORSO, N. G.; NOLL, V. Automação eletropneumática. 11. ed. 3.reimp. ver. e amp. São Paulo: Érica, 2010.

Bibliografia Complementar

CAMPOS, Mario Massa de; TEIXEIRA, Herbert C. G (Autor). Controlestípicos de equipamentos e processos industriais. 2. ed. São Paulo, SP: E.

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Blücher, 2010.LISINGEN, I. von. Fundamentos de sistemas hidráulicos. 3. ed. rev.Florianópolis: Ed. da UFSC, 2008.PRUDENTE, Francesco. Automação industrial pneumática: teoria eaplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2013.ROLLINS, J. P. Manual de ar comprimido e gases. Tradução e revisãotécnica Bruno Buck. São Paulo: Prentice Hall, 2004. STEWART, H. L. Pneumática & hidráulica. 3. ed. São Paulo: Hemus,1995.

Componente Curricular Língua Estrangeira - Inglês III Carga Horária 60 horas

Ementa Retomada das estratégias de leitura (skimming, scamming andguessing); Retomada Simple Present, Simple Past, Going To, SimleFuture, Modal Verbs; Reflexive pronouns; Present perfect tense; Presentperfect continuous; Question tag; Vocabulário (usos e objetosrelacionados à área técnica; Phrasal verbs e Phrasal voice; Leitura ecompreensão oral e escrita de diferentes gêneros textuais. Inglês paraelaboração de relatórios e entendimento de termos da área. Traduçãode textos técnicos.

Bibliografia Básica Oxford. Oxford: Advanced Learner’s Dictionary. 5ª ed. Oxford: OxfordUniversity Press, 1995.BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio). Volume 2:Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Ministério da Educação:Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília, 1999.BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio). Volume 2:Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Ministério da Educação:Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília, 2007.

Bibliografia Complementar

PRESCHER, A. The New Simplified Grammar. 3 ed. São Paulo: RichmondPublishing, 2004.MACARTHY, Michael; O’DELL, FELICITY. English Vocabulary in Use –Upper-Intermediate. 2nd Edition. Cambridge University Press, 2006. MURPHY, Raymond et all. English Grammar in Use. 4th Edition.Cambridge University Press, 2012. SWAN, Michael. A way with words. Cambridge University Press, 2008.TEXTOS em língua inglesa, específicos da área técnica, retirados daInternet.

Componente Curricular Projeto Integrador III Carga Horária 60 horas

Ementa Elaboração, acompanhamento e execução de projeto. Etapas e ciclo devida projetos. Cases e tendências. Implementação de protótipos combase em projetos. Plano de Negócios. Apresentação do negócio (PITCH).

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Projetos, investidores e recursos. Criação e Gestão de empresas.

Bibliografia Básica XAVIER C.M.G. Gerenciamento de projetos de inovação, pesquisa edesenvolvimento (P&D) de produtos. Rio de Janeiro: Brasport, 2014.BESSANT,J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. Porto Alegre:BOOKMAN, 2009.NAGER, M. NELSEN, C.; NOUYRIGAT, F. Startup Weekend: Como levaruma empresa do conceito à criação em 54 horas. Editora Alta Books.

Bibliografia Complementar

PORTO, G. S. Gestão da Inovação e Empreendedorismo. Elsevier, 2012.RIES, Eric. A Startup enxuta. São PauloEditora Lua de Papel, 2012.DORNELAS, J.C. Empreendedorismo Corporativo: Como ser empreendedor, inovar e se diferenciar na sua empresa. Rio de Janeiro: Editora Campus /Elsevier, 2003.PERSE, Bel. A menina do vale: como o empreendedorismo pode mudar sua vida. São Paulo: Casa da Palavra, 2012.SPINA, C. Investidor Anjo: guia prático para empreendedores einvestidores. São Paulo: Ed.nVersos, 2013.

3º ANO – NÚCLEO TECNOLÓGICO

Componente Curricular Instrumentação e controle deprocessos

Carga Horária 90 horas

Ementa Instrumentação. Princípios físicos, construtivos operacionais e deespecificação de sensores de proximidade utilizados em sistemas deautomação industrial. Características metrológicas de sistemas demedição. Princípios físicos, construtivos operacionais e de especificaçãode sistemas de medição de grandezas físicas relacionadas ao controle deprocessos industriais. Princípios construtivos, característicasoperacionais e especificação de válvulas para controle de pressão evazão em processos industriais. Controle de Processos. DefiniçõesBásicas: Variáveis de uma Malha de Controle, Ruído, Erro, Perturbação;Principais Processos Industriais; Características de Processos:Continuidade, Diagramas de Instrumentação, Diagramas de Blocos,Constante de Tempo, Ganho, Tempo Morto, Capacitância, Resistência,Noções Básicas de Respostas de Sistemas de Primeira e Segunda Ordem;Tipos de Controle: Malha Aberta, Malha Fechada, Manual, Automático;Ações de Controle: Proporcional, Integral e Derivativo; Noções Básicasdos Controladores PID; Métodos de Sintonia das Malhas.

Bibliografia Básica CAPELLI, A. Automação industrial: controle de movimento e processoscontínuos. São Paulo: Érica, 2006. SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e controle discreto. 3. ed. SãoPaulo: Érica, 1998.MORAES, C. C.; CATRUCCI, P. Engenharia de automação industrial. 2.

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ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.

Bibliografia Complementar

LUGLI, A. B.; DIAS, M. M. Sistemas Fieldbus para Automação Industrial -DeviceNET, CANopen, SDS e Ethernet, São Paulo: Erica, 2006.COMER, D. Interligação de redes com TCP/IP: volume 1: princípios,protocolos e arquitetura. 5. ed. e atual. Rio de Janeiro, RJ. Campus,Elsevier, 2006. PRUDENTE, F. Automação Industrial - PLC: Teoria e Aplicações, LTC, 1ªEd., 2007.MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial, LTC, 2ª Ed., 2007.Enciclopédia de automática: Controle e Automação. São Paulo, SP:Bhucher: FAPESP, 2007. 3 volumes.CAPELLI, A. Automação Industrial: Controle de movimento e processoscontínuos. 2 ed. São Paulo: Érica, 2008. 236 p.CAMPOS, M. M.; TEXEIRA, H. C. G. Controles típicos de equipamentos eprocessos industriais. 2 ed. São Paulo, SP: E. Blücher, 2010. XVIII, 396 p.GROOVER, M. P.; TEIXEIRA, L. A. Automação industrial e sistemas demanufatura. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2001. VII, 581 p.Norma - Interface Circuits EIA-48.Norma - Interface Circuits EIA-232.

Componente Curricular Informática Industrial Carga Horária 60 horas

Ementa Manipulação de Pastas e Arquivos; Processadores de Texto: Formataçãode Texto, Tabelas, Ilustrações, Estrutura de Tópicos, ReferênciasCruzadas e Sumários; Planilhas de Cálculo: Formatação, OperaçõesBásicas, Gráficos; Editor de Apresentação; Internet: Mecanismo deBusca, Correio Eletrônico. Noções básicas sobre sistemas decomputação. Introdução à lógica de Programação. Algoritmos.Fluxogramas. Estudo de uma linguagem de alto nível. Tipos de dados.Variáveis. Estruturas sequenciais. Expressões, operadores e funções.Comandos básicos. Estruturas condicionais. Estruturas de repetição.Estruturas de dados. Sub-rotinas.

Bibliografia Básica SCHILDT, H. C Completo e Total, Makron Books, 3a Ed, 1997.MANZANO, J. A. N. G. Estudo Dirigido de Linguagem C, Érica, 13a Ed.FEOFILOFF, P. Algoritmos Em Linguagem C, Campus, 1a Ed., 2008.

Bibliografia Complementar

MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F.. Algoritmos: Lógica paradesenvolvimento de Programação de Computadores. 24a. Ed. Érica.MARÇULA, M. Informática: Conceitos e Aplicações. São Paulo: EditoraÉrica, 3ª Edição.MONTEIRO, M. A. Introdução à Organização de Computadores. Rio deJaneiro: Editora LTC, 2007. 5a Edição.MONK, SIMON. 30 Projetos com Arduino. São Paulo. 2014. Ed. GrupoEducação SA. 228p.

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MONK, SIMON. Programação Com Arduino: Começando Com Sketches.São Paulo. 2014. Ed. Grupo A. 160p. MCROBERTS, MICHAEL. Arduino Básico. São Paulo. 2ª Ed. 512p. Ed.Novatec.

Componente Curricular Tecnologia Mecânica Carga Horária 60 horas

Ementa Classificação dos processos de conformação mecânica e fabricação;Princípios fundamentais de corte dos metais; Processos de fabricaçãocom máquinas; Processos de soldagem; Manutenção industrial.

Bibliografia Básica CHIAVERINI, V. Processos de Fabricação e Tratamento. Editora:MAKRON. ISBN: 0074500902. CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica, Materiais de ConstruçãoMecânica. Vol. 3. Editora: MAKRON. ISBN: 0074500910.FERRARESI, D. Fundamentos da Usinagem dos Metais. Editora: EDGARDBLUCHER. ISBN: 8521202571.

Bibliografia Complementar

ÇENGEL, Yunus A. Termodinâmica. 7.ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. FERDNAND, P. Beer et al. Mecânica dos materiais. 5. ed. Porto Alegre:Bookman, 2010. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson,2010. UGURAL, A.C. Mecânica dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2009. RILEY, William F.; STURGUES, Leroy D.; MORRIS, Don H. Mecânica dosmateriais. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003

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13. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Neste PPC considera-se a avaliação como um processo contínuo e cumulativo. À luzda teoria de Lukesi, são assumidas as funções diagnóstica, formativa e somativa da avaliação,de forma integrada ao processo de ensino e aprendizagem; as quais devem ser utilizadascomo princípios orientadores para a tomada de consciência das dificuldades, conquistas epossibilidades dos estudantes. Igualmente, deve funcionar como instrumento colaborador naverificação da aprendizagem, levando em consideração o predomínio dos aspectosqualitativos sobre os quantitativos.

A proposta pedagógica deste curso prevê atividades avaliativas que funcionem comoinstrumentos colaboradores na verificação da aprendizagem, contemplando os seguintesaspectos:

a) Adoção de procedimentos de avaliação contínua e cumulativa;b) Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos;c) Inclusão de atividades contextualizadas;d) Manutenção de diálogo permanente com o aluno;e) Definição de conhecimentos significativos;f) Divulgação dos critérios a serem adotados na avaliação;g) Exigência dos mesmos critérios de avaliação para todos os alunos;h) Divulgação dos resultados do processo avaliativo;i) Estratégias cognitivas e metacognitivas como aspectos a serem considerados na

correção;j) Importância conferida às aptidões dos alunos, aos seus conhecimentos prévios e ao

domínio atual dos conhecimentos que contribuam para a construção do perfil dofuturo egresso.

13.1. AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM, APROVAÇÃO E REPROVAÇÃO

A avaliação do desempenho escolar é feita por componentes curriculares, trimestral eanualmente, considerando aspectos de aproveitamento e assiduidade e aproveitamento. Oaproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do estudante e dosresultados por ele obtidos nas atividades avaliativas, ao longo do processo pedagógico. Aassiduidade diz respeito à frequência às aulas teóricas presenciais e não presenciais; aostrabalhos escolares; aos exercícios de aplicação e atividades práticas.

Segundo a Resolução 084/2014, a FREQUÊNCIA mínima exigida para aprovação seráde 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas do período letivo, sendo deresponsabilidade dos docentes o repasse periódico do registro de frequências e faltas aosetor competente. Nos casos em que o estudante não frequentar as aulas por um período de03 faltas consecutivas ou 04 alternadas, o docente deverá informar ao setor competente.

A dispensa da frequência às aulas obedecerá a disposições na legislação vigente e as chegadas tardias e saídas antecipadas obedecerão aos critérios estabelecidos pelo campus, em Regimento Interno Disciplinar.

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Segundo o Capítulo XVI da Resolução 084/2014, a verificação do rendimento escolartem por objetivos:

I. analisar a coerência do trabalho pedagógico com as finalidades educativasprevistas no PPC e no Plano de Ensino de cada componente curricular;

II. avaliar a trajetória da vida escolar do estudante, visando obter indicativos quesustentem tomadas de decisões sobre a promoção, recuperação e reprovação dosestudantes e o encaminhamento do processo de ensino–aprendizagem;

III. definir instrumentos avaliativos que acompanhem e ampliem o desenvolvimentoglobal do estudante, que sejam coerentes com os objetivos educacionais epassíveis de registro escolar.

Para que esta verificação do rendimento se efetive, o docente poderá adotarinstrumentos de avaliação que julgar mais eficientes, devendo expressá-los no Plano deEnsino. Porém, deve-se atentar, de acordo com o Art 67, da Resolução 084/2014, que onúmero mínimo de avaliações necessárias para a composição das médias parciais, será deduas (02) avaliações por trimestre. A devolução das avaliações ao estudante, inclusive asrecuperações paralelas, com exceção dos exames finais2, deverá ser feita no prazo máximode 15 dias úteis.

A avaliação do desempenho do estudante, conforme mencionado anteriormente,compreende a avaliação do aproveitamento e a apuração da assiduidade, devendo sercontinua e cumulativa, mediante a verificação dos processos de aprendizagem deconhecimentos em atividades de classe e extraclasse, incluído os procedimentos próprios derecuperação paralela. O docente atribuirá notas expressas em grau numérico de 0 (zero) a 10(dez), com um decimal.

A média do período letivo (MP) será composta pela média aritmética simples dasmédias parciais, lembrando que o docente tem autonomia para para atribuir pesosdiferentes às avaliações que compõem as médias parciais, conforme previsto no Plano deEnsino.

Será considerado APROVADO o estudante que: I – obtiver média do período letivo igual ou superior a 7,0 (sete) por componente

curricular e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horasletivas;

lI – obtiver média final igual ou superior a 5,0 (cinco), após o exame, por componentecurricular e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horasletivas

O estudante que não obtiver a média do período letivo (MP) igual ou superior a 7,0(sete), terá direito a prestar exame final (EF). A regulamentação deve seguir as normativasconstantes na Organização Didática dos Cursos Técnicos integrados ao Ensino Médio do IFC.

2Estas avaliações devem ser entregues antes da data prevista em calendário escolar, garantindo divulgação dos estudantes que ficaram em exames finais.

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O Exame Final é uma avaliação composta pelo conjunto sos conteúdos ministrados aolongo do ano letivo, que tenham sido devidamente recuperados em termos deaprendizagem.

As avaliações realizadas no final do período letivo devem ser devolvidas antes dasdatas previstas em Calendário Escolar, para divulgação dos estudantes em exames finais. Estadivulgação deverá ser feita pelo docente, com no mínimo, com 02 (dois) dias úteis deantecedência da realização destes, conforme previsto em calendário escolar.

A divulgação dos horários dos exames finais deverá ser feita pela Direção deDesenvolvimento Educacional, com no mínimo 02 (dois) dias úteis de antecedência darealização destes. As avaliações e as atas de exames finais devem ser arquivadas naSecretaria Escolar.

A a média final (MF) do estudante será resultante da seguinte fórmula:

MF = (MP*0,6) + (EF*0,4) ≥ 5,0

Para o cálculo da média final (MF), levar-se-á em consideração que a avaliação dodesempenho do estudante deve ser contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectosqualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre as deeventuais provas finais.

Será considerado REPROVADO no componente curricular o estudante que: I – Não obtiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total

de horas letivas;II – Não alcançar média final igual ou superior a 5,0 (cinco).

A entrega dos resultados e as avaliações dos exames finais deverão ser encaminhadasà Secretaria após o conselho final e só poderão ser revisados, por meio de solicitação doestudante, em formulário próprio e no prazo previsto pela Resolução 084/2014 (48 horas,após o recebimento da nota pelo estudante).

Os resultados das avaliações finais deverão ser divulgados a todos os estudantes,preservando sua identidade, utilizando-se, preferencialmente, de portais de estudantes nossistemas estudantis ou em murais para este fim.

Deverá refazer o período letivo o aluno que reprovar em mais de 02 (dois)componentes curriculares nos cursos técnicos integrados de nível médio.

13.2. PROGRESSÃO PARCIAL POR DEPENDÊNCIA

A inclusão no regime de dependência dar-se-á automaticamente, no ato darematrícula, aos estudantes que reprovarem em, no máximo, dois componentes curricularesdo curso técnico de nível médio na forma integrada, em que se encontrarem regularmentematriculados. O estudante deverá cursar o componente curricular em regime dedependência, obrigatoriamente na fase seguinte, e em caso de reprovação do(s)

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componente(s) curricular(es) em dependência, cursá-lo(s) até a obtenção de aprovação ouintegralização do curso.

13.3. AVALIAÇÃO EM SEGUNDA CHAMADA

A segunda chamada destina-se ao estudante que, por motivos justificáveis edevidamente comprovados, perder avaliações, programadas ou não, no planejamento docomponente curricular.

Terá direito à segunda chamada o estudante que protocolar o requerimento naSecretaria Escolar em até 02 (dois) dias úteis após o término do impedimento, com a devidacomprovação material deste, por exemplo, atestado médico, nota de internação hospitalarou outra situação excepcional, que demonstre a impossibilidade de comparecimento dodiscente na atividade realizada.

A ausência de apresentação e comprovação de justificativa, importam no nãoconhecimento do pedido. O requerimento com a devida justificativa será analisado pelosetor responsável, que após análise, deferimento ou indeferimento, encaminhará ao docentedo componente curricular.

A segunda chamada se realizará em data definida conforme organização de cadacampus. As avaliações de segunda chamada deverão ser orientadas pelos mesmos critériosda(s) avaliação(ões) que o acadêmico deixou de fazer.

13.4. ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA

O estudante que obtiver aproveitamento abaixo da média, em quaisquer doscomponentes curriculares, terá direito a estudos de recuperação da aprendizagem.

As reavaliações deverão ocorrer ao final do processo educacional, ou seja, após otérmino do trimestre.

Cabe ao docente planejar os estudos de recuperação, reavaliação e escolha dosinstrumentos avaliativos, considerando a dificuldade do estudante ou do grupo deestudantes, de acordo com a peculiaridade de cada componente curricular. Os estudos derecuperação da aprendizagem serão realizados durante o processo pedagógico.

Após a recuperação de estudos, o resultado obtido na reavaliação, quando maior,substituirá a nota do período. A recuperação da aprendizagem deve estar contemplada, nãosomente no Projeto Político Pedagógico do Campus, mas, também, no Plano de Ensino e nodiário de classe.

O estudante que for submetido à reavaliação, deverá tomar conhecimento desta comantecedência mínima de 02 (dois) dias, antes de serem aplicados quaisquer instrumentosavaliativos de recuperação da aprendizagem. É facultado aos estudantes, que obtiveramaproveitamento escolar igual ou superior a média, o direito de participação na reavaliação.

O estudante com falta sem justificativa no dia da realização da avaliação, não terádireito à reavaliação, quando:

I – não realizou nenhuma das atividades avaliativas, quando a reavaliação ocorrerapós o período;

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II – não realizou a atividade avaliativa, quando a reavaliação ocorrer após cadaavaliação.

13.5. REVISÃO DE AVALIAÇÕES

É direito do estudante solicitar revisão de avaliações escritas, num prazo máximo de02 (dois) dias úteis após a divulgação do resultado da mesma. A solicitação de revisão deavaliação deverá ser feita à Coordenação de curso, através da Secretaria Escolar, emrequerimento próprio, protocolado, anexando-se a cópia da avaliação, como também asjustificativas em que se funda o discente para fins de demonstrar o erro de correção ou deinterpretação. Isto tudo no intuito de comprovar os fundamentos para provimento dopedido.

A ausência de motivação e justificativa de parte do discente no pedido de revisão deprova importa no não conhecimento do pedido formulado.

A Coordenação de Curso indicará banca composta por três servidores: um membrodo NUPE e dois docentes, sendo no mínimo um deles da área em questão, para proceder àrevisão da prova.

A banca terá 02 (dois) dias úteis para emitir parecer em resposta à solicitação,encaminhando resultado à Coordenação de Curso. Esta, por sua vez, encaminhará oresultado ao docente da disciplina que fará as correções, quando for o caso, e comunicará oresultado ao estudante. Caberá à Secretaria Escolar realizar o arquivamento.

13.6. CONSELHO DE CLASSE

O Conselho de Classe possui caráter deliberativo e deve estar previsto em calendário escolar. Tem como finalidades:

I – analisar dados referentes ao desenvolvimento do ensino - aprendizagem, da relação docente - estudante, ao relacionamento entre os próprios estudantes e outros assuntos específicos da turma;II – avaliar a prática pedagógica e os resultados das estratégias de ensino empregadas; III – sugerir medidas pedagógicas a serem adotadas, visando superar as dificuldades diagnosticadas; IV – deliberar a respeito de assuntos pertinentes da promoção, recuperação e reprovação dos estudantes.

A deliberação de que trata o inciso IV do caput deste artigo, pautar-se-á em critérios baseados no desempenho escolar do estudante, quais sejam:

I – parecer do docente do componente curricular desenvolvido; II – frequência em aulas; III – evolução do desempenho escolar;

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IV – participação em atividades de recuperação oferecidas; V – envolvimento e interesse com o curso e com as atividades desenvolvidas pela Instituição de Ensino; VI – pareceres do CGAE, NUPE e/ou Orientação Educacional, obtidos ao longo do período letivo; VII – outros critérios que venham a ser sugeridos e aprovados pelo Conselho.

Demais critérios de verificação do desempenho acadêmico dos estudantes sãotratados pela Organização Didática dos Cursos Técnicos, estabelecido pela Resolução nº084/2014/CONSUPER/IFC.

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14. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO

O Curso Técnico em Automação Industrial Integrado ao Ensino Médio está sujeito adois tipos de avaliações:

a) Avaliação externa: avaliação indireta da sociedade onde estarão atuando osprofissionais formados pela instituição.

b) Avaliação Interna: através da Comissão Própria de Avaliação (CPA), responsávelpelo estabelecimento de métodos para a autoavaliação institucional, em que osdiscentes, docentes e técnicos administrativos podem avaliar o curso e ainfraestrutura do Campus.

15. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

O Curso Técnico em Automação Industrial Integrado ao Ensino Médio não possui orequisito de trabalho de conclusão de curso (TCC).

16. ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO

Caso seja de seu interesse, o aluno poderá realizar o estágio não-obrigatório, queseguirá as mesmas normas e procedimentos do estágio obrigatório constantes no RegimentoGeral de Estágios do IFC, aprovado pelo Conselho Superior.

Além disso, deve-se considerar:a) Estágio não-obrigatório é aquele realizado como atividade opcional para enriquecer a

formação profissional do acadêmico (§2º do Art. 2 da Lei 11.788/2008);b) Este deverá ser realizado em áreas correlatas a sua formação;c) Somente será permitida a realização de estágio não obrigatório enquanto o

acadêmico estiver regularmente matriculado no curso;d) As atividades de estágio não obrigatório poderão ser cumpridas a partir da conclusão

do 1º semestre, com possível concomitância às aulas do semestre.e) O acadêmico em estágio não obrigatório deverá apresentar relatório a instituição

cedente e a coordenação de estágio.

O Curso Técnico em Automação Industrial Integrado ao Ensino Médio não possui orequisito de estágio curricular obrigatório.

16.1. ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO

O estágio, além da supervisão por parte da empresa, será orientado por docente(s)do IFC – Campus São Bento do Sul, previamente designado(s) para esse fim, sendo-lhes decompetência (conforme Artigo 15º do Regulamento Geral de Estágios do IFC):

a) Analisar o plano de estágio do aluno;

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b) Realizar acompanhamento dos estagiários nos locais ou por meio de mídias; c) Preencher a ficha de avaliação do estagiário; d) Contribuir para a integração instituição de ensino e empresa; e) Coletar através de relatórios e contatos com as empresas, informações para o

aperfeiçoamento dos conteúdos curriculares; f) Orientar o estagiário na elaboração do programa de atividades e relatórios,

assinando-os quando concluídos; e g) Emitir parecer final do estágio.

16.2. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO

As atividades de avaliação, bem como seus critérios serão definidas e normatizadaspelo Regimento Geral de Estágios do IFC, aprovado pelo Conselho Superior, pela OrganizaçãoDidática de Cursos Técnicos do IFC e pelo Regulamento de Estágios do Campus.

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17. LINHAS DE PESQUISA

Compreende projetos relacionados à iniciação científica e de inovação tecnológica,objetivando a exploração do conhecimento científico e tecnológico, a investigação dainformação e oportunizar o desenvolvimento de habilidades por parte dos estudantes.

Os documentos referidos ao projeto de pesquisa devem respeitar os trâmites daCoordenação de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação do Campus.

18. AÇÕES DE EXTENSÃO

Quanto à extensão, destaca-se a implementação de políticas de fomento a atividadesque permitam a integração da instituição de ensino técnico à comunidade. Compreendeprojetos relacionados à promoção da extensão acadêmica, objetivando a divulgação doconhecimento tecnológico e oportunizar o desenvolvimento de habilidades por parte dosestudantes, no relacionamento do conhecimento com a comunidade.

Os documentos referidos ao projeto devem respeitar os trâmites da Coordenação daExtensão.

19. ATIVIDADES DO CURSO

19.1. GRUPO DE ESTUDOS

O Curso Técnico em Automação Industrial Integrado ao Ensino Médio tem comoorientação a formação de Grupos de Estudos, formados e organizados pelos alunos cominteresse em determinado assunto e ou área de conhecimento. Tem como objetivoaprofundar os conhecimentos, bem como reforçar o aprendizado sobre determinadoassunto.

A organização inicial dar-se-á pelo interesse dos alunos com a possibilidade departicipação esporádica ou como orientação direta de professores das áreas deconhecimento desejadas. A instituição de ensino disponibilizará no horário acadêmico umadata semanal específica juntamente com espaço físico para a execução das atividades dogrupo.

19.2. PRÁTICA SUPERVISIONADA

Além das componentes curriculares, o estudante poderá escolher uma atividadeprática, com acompanhamento e orientação de um professor do corpo docente do curso,propondo-se a elaborar o referido projeto, o plano de atividades e o relatório final.

Dentre as atividades propostas para cumprir a prática supervisionada compreende-seum projeto de ensino, projeto de pesquisa, projeto de extensão e o/ou estágiosupervisionado.

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19.3. ATIVIDADES COMPLEMENTARES

As atividades complementares são componentes curriculares obrigatórios e fazemparte das atividades de formação do Técnico em Automação Industrial. Estas atividadescomplementares são de livre escolha do estudante e, portanto, atendem necessidades deinteresses específicos durante o processo de sua formação. O estudante deverá cumprir omínimo de 90 horas ao longo do desenvolvimento do curso. Para tramitação, registro evalidação das atividades curriculares complementares serão utilizados os mesmosprocedimentos dos cursos superiores regulamentados na Resolução CONSUPER/IFC nº43/2013.

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20. DESCRIÇÃO DO CORPO DOCENTE DISPONÍVEL

Nome CPF RT Titulação E-mailFábio Muchenski 034.428.089-60 DE Mestrado [email protected] Henrique Werlich 006.201.039-57 DE Mestrado [email protected] Cechella 344.657.159-00 20h Mestrado [email protected] Guertler 042.689.569-05 DE Mestrado [email protected] Arend 657.442.419-49 DE Doutorado [email protected] V. Eichenberger 053.558.389-36 20h Mestrado [email protected]. edu.brRosana da Silva Cuba 216.708.928-75 20h Mestrado [email protected] V. de Oliveira 009.088.061-75 DE Pós-doutorado [email protected] Flávia S. P. Carvalho 068.748.106-69 DE Mestrado [email protected] Iavorski 053.221.919-84 DE Mestrado [email protected]ágila Cristina Hinckel 006.587.739-09 20h Mestrado [email protected] Gisele Peres 054.479.046-41 DE Doutorado [email protected] Eyroff 042.305.919-00 20h Mestrado joel.eyroff @sbs.ifc.edu.brAirton Zancanaro 710.995.579-68 DE Pós-doutorado [email protected] L. Morsch Franco 942.304.120-53 DE Especialização [email protected] Campagnin 030.216.269-04 DE Especialização [email protected] Cristina Bacca 048.172.749-30 DE Mestrado [email protected] Maia de Guimarães 044.697.024-71 DE Pós-doutorado bruno.guimarã[email protected] Nunes Batista 017.720.110-78 DE Mestrado [email protected] C. Faria e Custódio 739.468.939-53 DE Pós-doutorado [email protected] Paula Pereira Villela 107.845.318-70 DE Mestrado [email protected] Gutjhar 790.012.209-59 20h Mestrado [email protected] Andrade Rambo 112.588.087-22 DE Especialização [email protected]ábio Pedrotti Terra 001.101.170-00 DE Especialização [email protected] Carlos Bortoli Dalcin 023.565.830-84 DE Especialização [email protected]

Telefone(47) 3626-7332

21. DESCRIÇÃO DO CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO DISPONÍVEL

Nome E-mail CPF Cargo Titulação

Maria de Nasaré M. de Oliveira [email protected]

174.428.774-00 Bibliotecária-Documentalista

Especialização

Clécio Luciano de Andrade [email protected] 842.690.499-87 Analista de Tecnologia da

InformaçãoGraduação

Anderson Niedzielskianderson.niedzielski

@sbs.ifc.edu.br065.181.279-88 Técnico em Informática Graduação

Aline Buss Cardoso [email protected] 069.876.639-39 Assistente Administrativo Graduação

Maria Clara Rocha [email protected] 077.868.309-52 Auxiliar de Biblioteca Especialização

Andressa Torinelli [email protected]

038.984.459-41 Assistente Social Especialização

Viviane Belli viviane.belli 004.629.749-95 Assistente de Alunos Ensino Médio

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@sbs.ifc.edu.br Completo

Ana Paula Cutas [email protected]

039.648.639-80 Assistente de AlunosEnsino Médio

Completo

Gilberto [email protected] 344.657.159-00 Administrador Mestrado

Telefone(47) 3626-7332

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22. DESCRIÇÃO DA INFRAESTRUTURA DISPONÍVEL

A estrutura do Campus São Bento do Sul refere-se ao modelo de projetoarquitetônico desenvolvido pela equipe da Coordenação de Desenvolvimento de Projeto doFundo de Desenvolvimento da Educação (FNDE), objeto de financiamento pelo ProgramaBrasil Profissionalizado. Possui 12 salas de aula, 6 laboratórios básicos, auditório, biblioteca,refeitório, área de vivência, quadra poliesportiva coberta, e 2 grandes laboratórios especiaispara a preparação do jovem para o mercado de trabalho, de acordo com as especificaçõesregionais.

Definiu-se, conforme a função a que se destinam e interligados por circulaçãocoberta, 6 blocos distintos: Auditório, Bloco de Acesso e Biblioteca, Bloco Pedagógico eAdministrativo, Bloco de Serviços e Vivência, Quadra Poliesportiva Coberta e Bloco de EnsinoProfissionalizante.

O Auditório é composto de: dois acessos principais e uma saída de emergência;conjunto de sanitários feminino, masculino e para pessoa com deficiência; sala técnica;plateia com capacidade para aproximadamente 180 pessoas, incluindo 5 lugares para PessoaObesa, metade de uma fileira na frente para Pessoa com Cadeira de Rodas e/ou MobilidadeReduzida; rampa para acessibilidade ao palco e o palco, com espaço de apoio contendosanitário e bancada com pia.

O Bloco de Acesso e Biblioteca, definido como a entrada principal da escola, possui osseguintes espaços: hall coberto, que serve também como foyer do auditório; circulaçãovertical principal no hall, feita por rampa, biblioteca e um espaço para implantação de umelevador para acesso ao pavimento superior. A bancada de atendimento da biblioteca possuium recorte para acesso de pessoa com cadeira de rodas, facilitando assim seu atendimento.No mesmo espaço têm-se duas salas de estudo na parte superior, e bancadas paracomputadores.

O Bloco Pedagógico e Administrativo é distribuído em dois pavimentos. A áreaadministrativa, localizada no pavimento térreo, é composta de: sala da Administração mais oalmoxarifado; coordenação pedagógica; coordenação de estágio; diretoria; sala de reunião econjunto de sanitários feminino, masculino e pessoa com deficiência e copa para professorese funcionários. Já a Área Pedagógica é formada por: 6 laboratórios, (Biologia, Química, Físicae 3 de Informática – sendo 2 na parte superior e 1 na parte inferior); Sala da Tecnologia deInformação e Comunicação, almoxarifado e datacenter; 9 salas de aula, localizadas nopavimento superior; 2 salas de professores, 2 conjuntos de sanitários para alunos (feminino,masculino e pessoa com deficiência), sendo um em cada pavimento, com depósito dematerial de limpeza e átrio central de vivência, com circulação vertical feita através deescada.

No Bloco de Serviços constam: depósito de material de limpeza; sanitários e vestiáriosde funcionários; cantina; cozinha (dividida em área de recepção e pré-lavagem de hortaliças,bancada de preparo de carnes, bancada de preparo de legumes e verduras, cocção, bancadade passagem de alimentos prontos, bancada de recepção de louças sujas, área paraarmazenamento e lavagem das louças, depósito de lixo orgânico e inorgânico, despensa,

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despensa fria); depósito e manutenção de mobiliário; pátio de serviços (carga e descarga) eCentral GLP.

Na parte da Vivência tem-se: área coberta com refeitório, quadra de areia e áreadescoberta com bancos e jardineiras.

A Quadra Poliesportiva Coberta, além da própria quadra o espaço também possuipequena arquibancada, vestiários masculino e feminino com adaptação para Pessoa comNecessidades Especiais, depósito para material esportivo, sala multiuso e sala dacoordenação de educação física.

O Bloco de Laboratórios Especiais é composto por 2 laboratórios especiais queabrigarão diferentes propostas de ensino técnico profissionalizante, primeiramente um seráde Automação Industrial, mais um conjunto de sanitários para alunos (masculino, feminino epessoa com deficiência) e pátio de carga e descarga de materiais.

Os blocos acima foram descritos e implantados, separados por função e procurandomanter o isolamento acústico das edificações, e também visando aproveitar o máximo dasáreas verdes dos terrenos. Por esta razão o bloco administrativo e pedagógico está dispostoem dois pavimentos.

A escola possui 2 acessos independentes, sendo estes: acesso principal de pedestres,acesso de veículos aos estacionamentos e bicicletários e acesso de serviço. O acesso aoestacionamento deverá ser controlado por guarita.

A área do terreno é de 42.547,18 mil m2, dentro do ambiente do Parque Científico eTecnológico de São Bento do Sul, e a construção tem uma área de 5.814,63 m2. O acessoseguro e autônomo às vias públicas e edificações foram implantados conforme estabelece alegislação federal vigente e normas técnicas (NBR 9050/2004).

As edificações apresentam os requisitos estruturais de acessibilidade – calçadas,pontos táteis, portas, barras de apoio, sanitários e sinalização.

No sistema construtivo do Projeto foram adotadas as seguintes considerações:a) Definição de um modelo que possa ser implantado em qualquer região do

território brasileiro, considerando-se as diferenças climáticas, topográficas eculturais;

b) Facilidade construtiva, com a utilização de alvenaria em tijolo cerâmico eestrutura de concreto;

c) Setorização de ambientes por funções: administrativa, pedagógica,profissionalizante, vivencia, serviços;

d) Garantia de acessibilidade a pessoa com necessidades especiais em consonânciacom a ABNT NBR 9050;

e) Utilização de materiais que permitam a fácil higienização e que propiciem fácilmanutenção;

f) Obediência à legislação pertinente e normas técnicas vigentes no que tange àconstrução, saúde e padrões educacionais estabelecidos pelo FNDE/MEC;

g) O emprego adequado de técnicas e materiais de construção, valorizando asreservas regionais com enfoque na sustentabilidade;

h) No bloco pedagógico, pilares externos, marcando a modulação, permitindo acolocação de brises;

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i) Levando-se em conta todos esses fatores e como forma de simplificar a execuçãoda obra em todas as regiões do país, o sistema construtivo adotado foi emestrutura de concreto para todas as edificações, paredes em alvenaria de blocoscerâmicos comuns, lajes nervuradas com vigas protendidas e telhas metálicas.

22.1. BIBLIOTECA

A biblioteca do Campus São Bento do Sul tem como missão “Promover o acesso,recuperação e transferência de informações que respaldem as atividades de ensino,pesquisa, extensão e administração do IFC, contribuindo para a formação de profissionaiscidadãos comprometidos com o desenvolvimento de uma sociedade democrática, inclusiva,social e ambientalmente equilibrada”.

A biblioteca do Campus São Bento do Sul ocupa uma área de 184,05 m2 de espaçofísico divididos em dois pavimentos. O pavimento térreo (112,03 m2) será composto por umaárea para guarda-volumes; área para consulta digital ao acervo com acesso à internet;sistema antifurto; rede wireless; área de atendimento com serviço de reprografia; área deprocessamento e estantes para armazenamento do acervo. No pavimento superior (72,02m2), serão disponibilizadas 10 mesas com 4 cadeiras para leitura e estudo (40 alunos); 2 salaspara estudos em equipe e/ou reunião (até 6 pessoas cada), e 8 (oito) bancadas para leitura eestudo individuais. O acesso ao pavimento superior poderá ser feito através de escada ourampa elevatória.

Estima-se que a capacidade do acervo será de 7.500 itens impressos e multimídia,com espaço para armazenamento de livros, periódicos, dicionários, enciclopédias, jornais,revistas, CDs, DVDs etc. A biblioteca oferecerá os serviços de empréstimo domiciliar;empréstimo entre bibliotecas; comutação bibliográfica; treinamento do sistema Pergamum;treinamento do Portal Periódicos da CAPES e orientação para normalização de trabalhosacadêmicos e reprografia.

Procedimentos básicos realizados pelos usuários, tais como consulta ao acervo,reservas, renovações e solicitações empréstimos entre bibliotecas podem também ser feitosonline, através do site – http://pergamum.ifc.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php,selecionando a biblioteca do Campus São Bento do Sul.

22.2. ACESSIBILIDADE

Todos os blocos são interligados por circulação coberta para proteção contraintempéries e acessibilidade para as pessoas com necessidades específicas (PNE).

A escola possui quatro acessos independentes, sendo estes: a) acesso principal de pedestres; b) acesso de veículos aos estacionamentos; c) acesso de serviço; d) acesso secundário de pedestres.

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Existe o acesso à pessoas com necessidades específicas à todas as dependências doCampus. Ademais, todos os ambientes dos sanitários foram adaptados para permitir oacesso de PNEs.

Além disso, vale observar a implantação do Núcleo de Apoio a Portadores deNecessidades Específicas – NAPNE, que tem como objetivos desenvolver ações deimplantação e implementação do programa TECNEP e as políticas de inclusão, conforme asdemandas do Campus.

23. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA

Será diplomado todo o estudante que concluir com aproveitamento os componentescurriculares do curso.

O estudante que comprovar a conclusão do Ensino Médio, sem concluir o Curso deEducação Profissional Técnico de Nível Médio, terá direito, desde que requeira, à declaraçãodos componentes curriculares cursados com aproveitamento e registro da carga horáriacumprida.

De acordo com a Resolução n°. 01/2005/CNE, em seu Art. 7º., “Os diplomas detécnico de nível médio correspondentes aos cursos realizados nos termos do Artigo 5º destaResolução terão validade tanto para fins de habilitação profissional, quanto para fins decertificação do Ensino Médio, para continuidade de estudos na Educação Superior" (BRASIL,2005).

Assim, além do certificado da conclusão do Ensino Médio, o estudante tambémreceberá após a integralização das disciplinas previstas, o Diploma de Técnico em AutomaçãoIndustrial, através de documento expedido pelo Instituto Federal Catarinense, conformelegislação em vigor, que confere ao seu titular todos os direitos e prerrogativas reservados aoexercício profissional.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ACISBS. Associação Empresarial de São Bento do Sul. Perfil socioeconômico 2014. Disponívelem: <http://www.acisbs.org.br/>. Acesso em: 29 de março de 2015.

BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio.Brasília, DF: 2012. Disponível em: <http://pronatec.mec.gov.br/cnct/>. Acesso em: 29 demarço de 2015.

_______. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Estratégia Nacional deCiência, Tecnologia e Inovação 2012 – 2015. Brasília, DF: 2012. Disponível em:<http://www.mcti.gov.br/>. Acesso em: 29 de março de 2015.

_______. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Brasília, DF:2008. Projeto do Arranjo Produtivo Local (APL) Madeira-Móveis: Plano plurianual 2007 à2011. Brasília, DF: 2008. Disponível em: <http://www.desenvolvimento.gov.br/>. Acesso em:29 de março de 2015.

_______. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, que institui a Rede Federal de EducaçãoProfissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência eTecnologia, e dá outras providências.

_______. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases daeducação nacional;

_______. Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008, altera dispositivos da Lei nº 9.394/1996, queestabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, institucionalizar eintegrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens eadultos e da educação profissional e tecnológica.

_______. Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio deestudantes e dá outras providências.

_______. Decreto nº 5.154, de 23 de julho de 2004, que regulamenta o § 2º do art. 36 e osarts. 39 à 41 da Lei nº 9.394/1996, que estabelece as diretrizes e bases da educaçãonacional, e dá outras providências.

_______. Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta a Lei nº 10.048, de8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e a Leinº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos paraa promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidadereduzida, e dá outras providências.

_______. Ministério da Educação. Parecer CNE/CEB nº 39/2004, aplicação do Decreto nº5.154/2004 na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e no Ensino Médio;

_______. Ministério da Educação. Resolução CNE/CEB nº 3, de 9 de julho de 2008, quedispõe sobre a instituição e implantação do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de NívelMédio.

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_______. Ministério da Educação. Parecer CNE/CEB nº 11, de 12 de junho de 2008, quedispõe sobre a proposta de instituição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de NívelMédio.

_______. Ministério da Educação. Resolução CNE/CEB nº 2, de 30 de janeiro 2012, quedefine as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.

_______. Ministério da Educação. Resolução CNE/CEB nº 6, de 20 de setembro de 2012, queDefine Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio.

_______. Ministério da Educação. Resolução CNE/CEB nº 1, de 05 de dezembro de 2014, queatualiza e define novos critérios para a composição do Catalogo Nacional de Cursos Técnicos.

______. Ministério da Educação. Resolução 084/2014 – CONSUPER, 30 de outubro de 2014. Dispõe sobre Organização Didática dos Cursos Técnicos de Nível Médio do IFC.

REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: Uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis:Vozes, 2010. 139p.

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ANEXOS

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ANEXO 1Resolução CNE/CEB nº 1, de 05 de dezembro de 2014

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