crÉdito tributÁrio

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CRÉDITO TRIBUTÁRIO. CRÉDITO TRIBUTÁRIO. - Crédito tributário : qualifica o direito subjetivo, de que é portador o sujeito ativo da relação jurídica obrigacional, relativo à prestação de um tributo, que se apresenta como objeto da obrigação. - PowerPoint PPT Presentation

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Regra-matriz de incidncia tributria

CRDITO TRIBUTRIO

CRDITO TRIBUTRIO - Crdito tributrio: qualifica o direito subjetivo, de que portador o sujeito ativo da relao jurdica obrigacional, relativo prestao de um tributo, que se apresenta como objeto da obrigao.

- O crdito surge com a ocorrncia do fato jurdico tributrio, que depende da formalizao para obter os efeitos de exigibilidade. Fica sujeito ao ato de aplicao do direito definido como ato administrativo de lanamento tributrio..Hiptese de incidnciaFato geradorOBRIGAO TRIBUTRIALanamentoCRDITO TRIBUTRIODECLARA a Obrigao Tributria e CONSTITUI o Crdito TributrioCompetncia para lanar:Art. 142, CTN: Compete privativamente autoridade administrativa constituir o crdito tributrio pelo lanamento, ...EXEMPLO: Lei federal que atribui em carter privativo, aos ocupantes de cargo de Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil (AFRFB), a competncia para constituir, mediante lanamento, o crdito tributrio.

No pode o Auditor Fiscal ter sua competncia para constituir o credito tributrio delegada a qualquer outro servidor de outra carreira. Tambm no pode essa competncia ser avocada por superior hierrquico seu, que no seja da carreira, ou que esteja exercendo funo estranha a carreira.

EXCEO:Atualmente, h uma exceo a essa regra (da competncia privativa do Auditor Fiscal para lanar) introduzida na CF88 pela EC 45/2004, a qual autoriza a Justia do Trabalho a execuo, de oficio, das contribuies sociais previstas no art. 195, I, a, e II, e seus acrscimos legais, decorrentes das sentenas que proferir.Lanamento como atividade VINCULADA:Art.142, Pargrafo nico. A atividade administrativa de lanamento vinculada e obrigatria, sob pena de responsabilidade funcional.

O Auditor Fiscal no tem a discricionariedade de decidir se vai efetuar ou no o lanamento. Constatada a ocorrncia do fato gerador, ele tem o poder dever de constituir o credito tributrio pelo lanamento. Sua atividade est plenamente vinculada lei.LEGISLAO MATERIAL E LEGISLAO FORMALH duas espcies de legislao:(1) Legislao Material aquela relativa aos elementos essenciais do tributo (fato gerador, base de calculo, alquota, contribuinte, responsvel), que rege o momento da ocorrncia do fato gerador da obrigao tributaria.Por exemplo, se o contribuinte de ISS presta servio na data D e posteriormente vir lei majorando alquota do ISS (respeitadas as regras de anterioridade); caso o Fisco, tenha que efetuar o lanamento relativo ao fato gerador ocorrido em D, a lei que a autoridade ir aplicar ser a vigente na data D, e no a lei posterior.(2) Legislao Formal aquela que regula o modo de apurao da obrigao tributaria, disciplinando como deve ser o procedimento de lanamento, mas no influenciando na essncia daquela obrigao. Por isso, a legislao formal aplicvel aquela vigente no momento do procedimento de lanamento, mesmo que inserida no ordenamento posteriormente a ocorrncia do fato gerador.LEGISLAO MATERIAL = rege o momento da ocorrncia do fato gerador da obrigao tributaria.

LEGISLAO FORMAL = modo de apurao da obrigao tributriaTAXA DE CMBIO DA DATA DO FATO GERADORExistem situaes em que o valor da base de clculo do tributo expresso em moeda estrangeira.Como a taxa de cambio influencia diretamente na apurao do montante a ser tributado (base de calculo) e essa base de calculo elemento essencial do tributo, naturalmente a taxa de cmbio que deve prevalecer a do dia da ocorrncia do fato gerador, e no a data da celebrao do contrato ou a data do pagamento, por exemplo. Essa regra mais comum de ser aplicada ao imposto de importao, bem como aos demais impostos que incidem na importao: ICMS, IPI, IOF, PIS, Cofins, CIDE e ISS.Aps a realizao do lanamento, a autoridade administrativa precisa comunicar oficialmente o sujeito passivo, para que este possa pagar o crdito constitudo, ou se discordar, proceder respectiva impugnao. a notificao que atribui efeitos ao lanamento realizado, antes dela no se conta prazo para pagamento ou impugnao.LANAMENTO de NOTIFICAOALTERAO DO LANAMENTO REGULARMENTE NOTIFICADOALTERAO DO LANAMENTO REGULARMENTE NOTIFICADOArt. 145. O lanamento regularmente notificado ao sujeito passivo s pode ser alterado em virtude de:I - impugnao do sujeito passivo;II - recurso de ofcio;III - iniciativa de ofcio da autoridade administrativa, nos casos previstos no artigo 149 (ver lanamento de ofcio)Com a impugnao do lanamento pelo sujeito passivo tem inicio a fase litigiosa do processo, do contencioso administrativo (se instaura o litgio administrativo) aquele em que a prpria autoridade administrativajulgadora, dando ganho de causa (total ou parcialmente) impugnao interposta pelo sujeito passivo, obrigada a recorrer de sua prpria deciso, para a matria ser reapreciada em segunda instancia.A Administrao deve tomar as providncias para corrigir atos que contrariam a lei, anulando-os ou corrigindo-lhes os vcios.MODALIDADES DE LANAMENTOLANAMENTO TRIBUTRIO (art. 142 CTN)

a norma individual e concreta que formaliza em linguagem competente um fato ocorrido no mundo social, que est descrito no antecedente de uma norma geral e abstrata de instituio de um tributo, dando origem ao fato jurdico tributrio.

9/21/201414Art. 142 - CTNCompete privativamente autoridade administrativa constituir o crdito tributrio pelo lanamento, assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrncia do fato gerador da obrigao correspondente, determinar a matria tributvel, calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo caso, propor a aplicao da penalidade cabvel.

Da esquerda para direita, aumenta a colaborao do sujeito passivo com a atividade do lanamento:LANAMENTO DE OFCIO18O lanamento de oficio e aquele em que todo o procedimento de lanamento ser exercido pela autoridade administrativa, sem qualquer participao do sujeito passivo.- totalmente realizado pela administrao pblica que inicia um procedimento no qual apura a ocorrncia do fato gerador aplicvel, calcula o montante do tributo devido e notifica o sujeito passivo (contribuinte ou responsvel) para que proceda ao pagamento do tributo no prazo estipulado por lei.- As taxas de luz, gua etc., so exemplos tpicos de tributos cujo lanamento feito de forma direta, pela administrao pblica.

As hipteses em que a autoridade administrativa poder efetuar o lanamento de ofcio em procedimento fiscalizador esto previstas no art. 149 do CTN:Quando a lei (que regula o tributo) assim determinar;Quando a declarao no seja prestada, por quem de direito, no prazo e na forma da legislao tributria (ou seja, aquele que deveria prestar informaes autoridade administrativa deixou de faz-lo);Quando a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado declarao, deixe de atender no prazo e na forma da legislao tributria a pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa, recuse-se a prest-lo ou no o preste satisfatoriamente;Quando se comprove falsidade, erro ou omisso quanto a qualquer elemento definido na legislao tributria como de declarao obrigatria;

Quando se comprove omisso ou inexatido, por parte da pessoa legalmente obrigada ou do sujeito passivo ou de terceiro, que d lugar a aplicao de penalidade pecuniria;Quando se comprove que o sujeito passivo, ou terceiro, em benefcio daquele (do sujeito passivo), agiu com dolo, fraude ou simulao;Quando deva ser apreciado fato no conhecido ou no provado por ocasio de lanamento anterior;Quando se comprove que, no lanamento anterior, ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou, ou omisso, pela mesma autoridade, de ato ou formalidade essencial.LANAMENTO POR DECLARAO ou MISTO - aquele emitido com base na declarao do sujeito passivo ou de terceiro, quando um ou outro, na forma da legislao tributria, presta autoridade administrativa informaes sobre matria de fato, indispensveis sua efetivao (art. 147, do CTN). feita com a colaborao do contribuinte ou responsvel que presta informaes para que a autoridade administrativa aplique a legislao tributria calculando o valor do tributo devido e notificando o contribuinte para que efetue o pagamento do crdito.- Essa modalidade depende, assim, das informaes que o contribuinte venha a prestar ao Poder Pblico.- Pode ser citado como exemplo de tributo cujo lanamento feito por declarao, o IR das pessoas fsicas, entregue anualmente at o ltimo dia til do ms de abril..

Retificao da Declarao:Se a retificao da declarao ensejar o aumento do tributo a ser pago, ela possvel mesmo depois de notificado do lanamento o sujeito passivo.Agora, se j tiver sido o sujeito passivo notificado do lanamento, para que seja possvel a retificao da declarao que enseje a reduo ou excluso do tributo a ser pago, necessrio que o sujeito passivo comprove o erro para que a retificao seja aceita.Arbitramento:O arbitramento uma tcnica de apurao da base de calculo do tributo, utilizada nas situaes em que o sujeito passivo se omite no entregando as informaes solicitadas, ou, apesar de entrega-las, v-se que elas esto longe de representar a realidade dos fatos, quanto ao valor ou ao preo de bens, direitos, servios ou atos jurdicos.O arbitramento busca chegar num valor razovel de base de calculo, baseado no bom senso, na experincia, e em procedimentos estatsticos e de pesquisa.Ele pode ser exercitado, por exemplo, por meio de pautas fiscais, as quais apresentam os preos considerados normais dos de bens, direitos, servios ou atos jurdicos.O arbitramento no pode ser utilizado como uma punio por descumprimento de determinada obrigao acessria pelo sujeito passivo. Se o valor de base de calculo puder ser alcanado de forma precisa, este deve ser utilizado, ainda que o sujeito passivo tenha incorrido em infrao tributaria.LANAMENTO POR HOMOLOGAO ou AUTOLANAMENTO- ocorre com os tributos em que a lei atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prvio exame da autoridade administrativa, fica

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