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  • DIREITO PENAL Direito Penal o ramo de Direito Pblico que define as infraes penais, estabelecendo as penas e as medidas de segurana. Direito Penal o ramo de Direito Pblico que define as infraes penais, estabelecendo as penas e as medidas de segurana. A finalidade do direito penal a tutela jurdica (proteo jurdica) aos bens jurdicos mais importantes do meio social, tais como, a vida, a liberdade, a propriedade, a dignidade sexual, etc. A finalidade do direito penal a tutela jurdica (proteo jurdica) aos bens jurdicos mais importantes do meio social, tais como, a vida, a liberdade, a propriedade, a dignidade sexual, etc.
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  • I N F R A O P E N A L todo ato que a Lei Penal definir como tal. So infra es penais tanto o crime ou delito como a contraven o. todo ato que a Lei Penal definir como tal. So infra es penais tanto o crime ou delito como a contraven o. O crime previsto no C digo Penal e nas legisla es extravagantes, e as contraven es esto previstas na Lei de Contraven es (decreto-lei 3688/41). O crime previsto no C digo Penal e nas legisla es extravagantes, e as contraven es esto previstas na Lei de Contraven es (decreto-lei 3688/41). As contraven es so tamb m esp cies infra es de menor potencial ofensivo. Ex. Jogos de Azar (Jogo do Bicho), Vadiagem, etc. As contraven es so tamb m esp cies infra es de menor potencial ofensivo. Ex. Jogos de Azar (Jogo do Bicho), Vadiagem, etc. INFRA O PENAL Existe diferen a entre CRIME, DELITO e CONTRAVEN O? No art. 1o da Lei de Introdu o ao CP vem a distin o entre crime e contraven o: Art. 1 . Considera-se crime a infra o penal a que a lei comina pena de recluso ou de deten o, quer isoladamente, quer alternativa ou cumulativamente com a pena de multa; contraven o, a infra o penal a que a lei comina, isoladamente, pena de priso simples ou de multa, ou ambas, alternativa ou cumulativamente. Alguns crimes admitem a tentativa as contraven es nunca admitem.
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  • TEMPO DO CRIME Tempo do crime o momento em que ele se considera cometido. CP. Artigo 4: Considera-se praticado o crime no momento da ao ou omisso, ainda que outro seja o momento do resultado. Teorias sobre o tempo do crime necessrio saber-se o tempo de crime ou seja a ocasio em que foi praticado o delito - para a aplicao da lei penal ao seu autor. Teorias: TEORIA DA ATIVIDADE TEORIA DA ATIVIDADE (C.P.): tempo do crime o momento da conduta - ao ou omisso - pouco importa a consumao. TEORIA DO RESULTADO (OU EFEITO); TEORIA MISTA.
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  • LUGAR DO CRIME Conceito de lugar do crime: A determina o do lugar em que o crime se considera praticado decisiva no tocante competncia penal internacional. Conceito de lugar do crime: A determina o do lugar em que o crime se considera praticado decisiva no tocante competncia penal internacional. CP. Artigo 6: CP. Artigo 6: Considera-se praticado o crime no lugar em que ocorreu a a o ou omisso, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado. Considera-se praticado o crime no lugar em que ocorreu a a o ou omisso, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado. TEORIAS: Para a solu o do problema tm sido preconizadas trs teorias principais: TEORIAS: Para a solu o do problema tm sido preconizadas trs teorias principais: da atividade; da atividade; do resultado; do resultado; da ubiq idade (C.P.): da ubiq idade (C.P.): Nos termos da teoria da ubiq idade, mista ou da unidade, lugar do crime aquele em que se realizou qualquer dos momentos do iter, seja da pr tica dos atos execut rios, seja da consuma o. Nos termos da teoria da ubiq idade, mista ou da unidade, lugar do crime aquele em que se realizou qualquer dos momentos do iter, seja da pr tica dos atos execut rios, seja da consuma o.
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  • A LEI PENAL NO ESPAO Em principio, a regra geral a de que se aplica a lei brasileira ao crime praticado no territrio brasileiro (princpio da territorialidade). Em principio, a regra geral a de que se aplica a lei brasileira ao crime praticado no territrio brasileiro (princpio da territorialidade). CP, Art. 5 - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuzo de convenes, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no territrio nacional. CP, Art. 5 - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuzo de convenes, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no territrio nacional. 1 - Para os efeitos penais, consideram-se como extenso do territrio nacional as embarcaes e aeronaves brasileiras, de natureza pblica ou a servio do governo brasileiro onde quer que se encontrem, bem como as aeronaves e as embarcaes brasileiras, mercantes ou de propriedade privada, que se achem, respectivamente, no espao areo correspondente ou em alto-mar. 1 - Para os efeitos penais, consideram-se como extenso do territrio nacional as embarcaes e aeronaves brasileiras, de natureza pblica ou a servio do governo brasileiro onde quer que se encontrem, bem como as aeronaves e as embarcaes brasileiras, mercantes ou de propriedade privada, que se achem, respectivamente, no espao areo correspondente ou em alto-mar. 2 - tambm aplicvel a lei brasileira aos crimes praticados a bordo de aeronaves ou embarcaes estrangeiras de propriedade privada, achando-se aquelas em pouso no territrio nacional ou em vo no espao areo correspondente, e estas em porto ou mar territorial do Brasil 2 - tambm aplicvel a lei brasileira aos crimes praticados a bordo de aeronaves ou embarcaes estrangeiras de propriedade privada, achando-se aquelas em pouso no territrio nacional ou em vo no espao areo correspondente, e estas em porto ou mar territorial do Brasil Ex. Assim, se uma embarcao ou aeronave publica estiver em territrio estrangeiro, mesmo assim os crimes praticados em seu interior so considerados como se praticados no Brasil. (art. 5, 2). Ex. Assim, se uma embarcao ou aeronave publica estiver em territrio estrangeiro, mesmo assim os crimes praticados em seu interior so considerados como se praticados no Brasil. (art. 5, 2). Aplicam-se as mesmas regras para embarcaes e aeronaves (espao areo correspondente ao alto mar) brasileiras privadas que se encontrem em alto mar (guas internacionais). (art. 5, 1). Aplicam-se as mesmas regras para embarcaes e aeronaves (espao areo correspondente ao alto mar) brasileiras privadas que se encontrem em alto mar (guas internacionais). (art. 5, 1).
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  • Excees ao princpio da Territorialidade Extraterritorialidade A territorialidade a regra, mas, excepcionalmente, a lei penal brasileira poder ser aplicada a fatos ocorridos fora do territrio, ou seja, no estrangeiro. A) Extraterritorialidade Incondicionada: No depende de requisitos para a aplicao da lei penal brasileira. (art. 7, I - CP). Ficam sujeitos lei brasileira embora cometidos no estrangeiro: I - OS CRIMES a) Contra a vida ou a liberdade do Presidente da Repblica; b) Contra o patrimnio ou a f pblica da Unio, do DF, de Estado, Territrio, Municpio, de empresa pblica, sociedade de economia mista, autarquia ou fundao instituda pelo Poder Pblico; c) Contra a administrao pblica, por quem est a seu servio; d) De genocdio, quando o agente for brasileiro ou domiciliado no Brasil. OBS: Nos casos acima, o agente punido segundo a lei brasileira, ainda que absolvido ou condenado no estrangeiro, contando apenas com a atenuao da pena cumprida no estrangeiro. (art. 8 - CP)
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  • Excees ao princpio da Territorialidade Extraterritorialidade Extraterritorialidade Condicionada (Art. 7, II CP). II - OS CRIMES a) Que por tratado ou conveno, o Brasil se obrigou a reprimir; b) Praticados por brasileiro; c) Praticados em aeronaves ou embarcaes brasileiras, mercantes ou de propriedade privada, quando em territrio estrangeiro e a no sejam julgados;. Nestes casos, a aplicao da lei brasileira depende do concurso das seguintes condies: 1) Entrar o agente em territrio nacional; 2)Ser o fato punvel tambm no pas em que foi praticado; 3)Estar o crime includo entre aqueles pelos quais a lei brasileira autoriza a extradio; 4) No ter sido o agente absolvido no estrangeiro, ou no ter a cumprido a pena 5) No ter sido o agente absolvido perdoado no estrangeiro ou por outro motivo no estar extinta a punibilidade, segundo a lei mais favorvel. OBS: Pela redao do art. 8 - CP: A pena cumprida no estrangeiro atenua a pena imposta no Brasil pelo mesmo crime, quando diversas, ou nela computada, quando idnticas.
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  • SUJEITOS DO CRIME Sujeito Ativo: geralmente pessoa fsica, mas tambm pode ser pessoa jurdica. Embora seja o delito o resultado de uma ao humana, a CF/88 prev a possibilidade de punir penalmente a pessoa jurdica por ter, ela prpria, praticado uma atividade lesiva ao meio ambiente, conforme se dessume da redao de seu art. 225, 3. Lei n. 9.605/98, art. 3.art. 225, 3.art. 3
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  • Sujeito Passivo Sujeito passivo Sujeito passivo do crime o titular do bem jurdico lesado ou ameaado pela conduta criminosa. H duas espcies de sujeito passivo. Fala-se em sujeito passivo constante ou formal, ou seja, o Estado que, sendo titular do mandamento proibitivo, lesado pela conduta do sujeito ativo. Sujeito passivo eventual ou material o titular do interesse penalmente protegido, podendo ser o homem (art. 121), a pessoa jurdica (art. 171, 2, V) o Estado (crimes contra a Administrao Pblica) e uma coletividade destituda de personalidade jurdica (arts. 209, 210).arts. 209, 210
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  • NEGLIGNCIA, a displicncia

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