apnéia central do sono o que o pneumologista precisa saber?

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Apnéia Central do sono O que o pneumologista precisa saber?. Geraldo Lorenzi Filho Laboratório do Sono Disciplina de Pneumologia InCor – HC FMUSP. geraldo.lorenzi@gmail.com. MEDICINA DO SONO: ÁREA DE ATUAÇÃO. Residência em Medicina do Sono. geraldo.lorenzi@incor.usp.br. - PowerPoint PPT Presentation

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Apnéia Central do sonoApnéia Central do sono O O que o pneumologista precisa saber?que o pneumologista precisa saber?

Geraldo Lorenzi FilhoGeraldo Lorenzi Filho

Laboratório do SonoLaboratório do Sono

Disciplina de Pneumologia Disciplina de Pneumologia

InCor – HC FMUSPInCor – HC FMUSP

geraldo.lorenzi@gmail.com

MEDICINA DO SONO: ÁREA DE ATUAÇÃOMEDICINA DO SONO: ÁREA DE ATUAÇÃO

geraldo.lorenzi@incor.usp.br

Residência em Medicina do Sono

APNÉIA CENTRAL DO SONOAPNÉIA CENTRAL DO SONO

Conceito

Classificação

Fisiopatologia

APNÉIA CENTRAL DO SONOAPNÉIA CENTRAL DO SONO

Conceito

Controle da ventilação

Classificação

Fisiopatologia

DEFINIÇÃODEFINIÇÃO

American Academy of Sleep Medicine Task Force. Sleep 22 ; 1999

10s

APNÉIA CENTRAL DO SONOAPNÉIA CENTRAL DO SONO

Conceito

Classificação

Fisiopatologia

CLASSIFICAÇÃO APNÉIAS CENTRAISCLASSIFICAÇÃO APNÉIAS CENTRAIS

Hipercápnica

Não Hipercápnica

Bradley et al. Clinics in Chest Medicine 13(3);1992

HIPERCÁPNICAHIPERCÁPNICA

Síndrome hipoventilação alveolar central Primária (Congênita- Ondine) Secundária (lesões do SNC): encefalite,

poliomielite, AVC, cordotomia cervical, disfunções autonômicas

Drogas (opiáceos)

Fraqueza muscular

Miastenia gravis, neuromiopatias, distrofias, ELA

Hanly P. Lung 170; 1992

Eckert DJ et al. Chest 131(2);2007

HIPERCÁPNICAHIPERCÁPNICA

Síndrome hipoventilação alveolar central Primária (Congênita- Ondine) Secundária (lesões do SNC): encefalite,

poliomielite, AVC, cordotomia cervical, disfunções autonômicas

Drogas (opiáceos)

Fraqueza muscular

Miastenia gravis, neuromiopatias, distrofias, ELA

Hanly P. Lung 170; 1992

Eckert DJ et al. Chest 131(2);2007

Ventilação noturna

não invasiva

Bi Nivel

NÃO HIPERCÁPNICANÃO HIPERCÁPNICA

Idiopática

Respiração de Cheyne-Stokes – ICC

Altitude

Lesões do SNC

Bradley et al. Clinics in Chest Medicine 13(3);1992

Phillipson EA et al. Am Rev Resp Dis 118;1978

CONTROLE DA VENTILAÇÃOCONTROLE DA VENTILAÇÃO

1. Metabólico

2. Córtex (Voluntário)

3. Sistema Reticular

Ascendente

Musculatura Respiratória

Phillipson EA et al. Am Rev Resp Dis 118;1978

CONTROLE DA VENTILAÇÃOCONTROLE DA VENTILAÇÃO

1. Metabólico

2. Córtex (Voluntário)

3. Sistema Reticular

Ascendente

Musculatura Respiratória

SONO

QUIMIORRECEPTORESQUIMIORRECEPTORES

PERIFÉRICOS - bifurcação das carótidas, PERIFÉRICOS - bifurcação das carótidas,

sensível a O2 e CO2sensível a O2 e CO2

CENTRAIS - SNC - sensível a CO2 ( variações CENTRAIS - SNC - sensível a CO2 ( variações

de pH)de pH)

Phillipson EA et al. Am Rev Resp Dis 118;1978

Aferentes eferentesAferentes eferentes

SENSOR EFETORSENSOR EFETOR QuimiorreceptoresQuimiorreceptores Sistema respiratório Sistema respiratório

PaOPaO22 e PaCO e PaCO22

Variáveis ControladasVariáveis Controladas

CONTROLE DA VENTILAÇÃOCONTROLE DA VENTILAÇÃOQuimiorreceptoresQuimiorreceptores

SNC

Sistema de retro-alimentação ou feed backSistema de retro-alimentação ou feed back

Phillipson EA et al. Am Rev Resp Dis 118;1978

Instabilidade do início do sono

Bradley et al. Clinics in Chest Medicine

13(3);1992

VA

PaCO2

1

●●

2

3

e

a

cb

d

APNÉIA CENTRAL IDIOPÁTICAAPNÉIA CENTRAL IDIOPÁTICA

Sexo masculino Estágios 1 e 2 sono Resposta ao PaCO2 elevada Hiperventilação acordado e sono

Wuyam et al. Sleep 23(4); 2000

Xie et al. Am J Res Crit Care Med 152;1995

PaCO2 Paciente Controle

Vigília 35 39

Sono 38 43

Eckert DJ et al. Chest 131(2):2007

Fluxo aéreo

Cinta torácica

Abdome

microdespertar

Apnéia Central Idiopática

RESPIRAÇÃO DE CHEYNE-STOKESRESPIRAÇÃO DE CHEYNE-STOKES

RESPIRAÇÃO DE CHEYNE-STOKESRESPIRAÇÃO DE CHEYNE-STOKES

Padrão crescendo-descrescendo 30-50% pacientes ICC Sexo masculino, idade avançada, fibrilação

atrial Preditor mortalidade : 30% candidatos

transplante

Sin et al. Am J Respir Crit Care Med 160(4);1999

Silva RS et al. Sleep 24;2001Leite et al. JACC 41(12);2003

Naughton M et al, Am Rev Respir Dis148:330-338;1993

Hanly et al. Chest 104;1993

Javaheri et al. Ann Intern Med 128; 1998

• PaCO2 menor acordado e dormindo• Precedido hiperventilação/despertar

Lorenzi-Filho G et al, Am J Respir Crit Care Med 159;1999

1MIN

EEG

VC(l)

100

90

5 4 3 2 1 0

SatO2

%

FETCO2

%

3,32 3,39 3,42 3,60 3,75

Lorenzi-Filho G et al, Am J Respir Crit Care Med 159;1999

CO2

3MIN

EEG

EMG

VC(l) 3

0 100 90 140

100

60PA

mmHg

SatO2

%

Inalação de CO2

Lorenzi-Filho G et al. Eur Respir J ,19 (1);2002

Relação da PaCORelação da PaCO2 2 com capilar pulmonar com capilar pulmonar

na ICCna ICC

TRATAMENTOTRATAMENTO

Apnéia central hipercápnica: BiLevelApnéia central não hipercapnica

Estabilizadores do controle da ventilação Acetazolamida Teofilina Progesterona Bi Level para Ventilação Periódica

Pneumologista: Acorde para esse problemaPneumologista: Acorde para esse problema

nics.org.br

Workshop de monitor portátil

03 a 05 de Maio

geraldo.lorenzi@incor.usp.br

- Instituto do Sono

- CIES – Fundação Otorrinolaringologia

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