PROF. LUIZ HENRIQUE - Citros pragas e doenças

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PROF. LUIZ HENRIQUE - Citros pragas e doenas

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<ul><li> 1. CITROS PRAGAS E DOENASFoto: tudosobreplantas.net Foto: lookfordiagnosis.com</li></ul><p> 2. caro da FerrugemPhyllocoptruta oleivora em FrutoFonte: www.centrodecitricultura.com.br 3. caro da FerrugemPhyllocoptruta oleivora em FrutoFonte: www.centrodecitricultura.com.br 4. caro da Ferrugem Phyllocoptruta oleivora:escurecimento dos frutos de laranja 5. Potencial Bitico1 CARO5 a 7 dias&gt; 25 C 20 CAROS1 CARO25 a 30 dias&gt; 25 C3.200.000CAROS 6. caro da Ferrugem Phyllocoptruta oleivora :escurecimento dos frutos de laranja 7. caro da Ferrugem Phyllocoptruta oleivora"mancha de graxa" nas folhas 8. caro da Ferrugem Phyllocoptruta oleivora :prateamento nos frutos de limo Tahiti 9. Marcas Comerciais de Enxofre Dosagem: 10 Kg 2000 L-1Eficincia (%)1- Kumulus 952- Thiovit 953- Sulfur 800 894- Agrothio 800 905- Monitor 85 10. caro da Ferrugem Marrom dos CitrosTegolophus australis Regies mais midas. No so problemas em regies secas. Interior das copas (umidade). Danos uniformes devido sombra. Ataca qualquer idade de fruta. 11. caro da Ferrugem Marrom dos CitrosTegolophus australis 12. caro Brevipalpus phoenicisdisseminador do vrus da Leprose 13. caro Brevipalpus phoenicisdisseminador do vrus da LeproseFoto: Marcelo da C. Mendona 14. caro Brevipalpus phoenicis disseminador dovrus da Leprose Sintoma em fruto 15. Cochonilhas (Hemiptera)OrtziaVrgulaVerdeBranca(Com carapaa)Fotos: Marcelo da C. Mendona 16. Com carapaa: Escama Farinha Unaspis citri Escama Cabea de prego Chrysomphalus ficus Escama Vrgula Mytilococcus beckii Escama Pardinha Selenaspidus articulatusSem carapaa: Ortzia dos Citros Orthezia praelonga Cochonilha Branca Planococcus citri Cochonilha Verde Coccus viridis Cochonilha Marrom Coccus hesperidium 17. Cochonilha de escama: "cabea de prego"(com carapaa) (Hemiptera)Foto: Marcelo da C. Mendona 18. Cochonilha de escama: "marisco" ou"vrgula (Com carapaa) (Hemiptera) 19. Cochonilha de escama: "farinha" - rachadurasno tronco (Com carapaa) (Hemiptera)Foto: Luiz M. S. da Silva 20. Cochonilha Escama Farinha (A) Branca (B)A BFonte: www.centrodecitricultura.com.br 21. Cochonilha orthezia praelonga(Sem carapaa) (Hemiptera)Fotos: Fundecitrus 22. Cochonilha orthezia praelonga(Sem carapaa) (Hemiptera) Maiores prejuzos (focos ou reboleiras). Suga seiva, injeta toxinas (fumagina). Disseminao: durante colheita (caixaria eoutros equipamentos). Todo ano: perodo mais seco (outubro afevereiro) maiores infestaes. Controle difcil e custo elevado: inspeesperidicas (mensais) identificar focos. 23. Cochonilha orthezia praelonga(Sem carapaa) (Hemiptera) a) capinar e retirar material. b) podar ramos mais infestados e secos(queimar ou enterrar). c) controle qumico: pulverizao ou inseticidasistmico granulado no solo. d) adubao: orgnica e mineral 24. Cochonilha orthezia praelonga(Sem carapaa) (Hemiptera) Dimethoato (75 a 125 ml 100 l dgua-1),Acefato (120 a 150 g 100 l dgua-1) eAldicarb (40 a 80 g planta-1). Perodo mais mido (maio a agosto) insetose fungos benficos reduzem populao(controle biolgico). Controle biolgico: coccineldeos (joaninhas)e fungo Cladosporium sp. 25. Moscas das Frutas Anastrepha sp(Diptera) - oviposio 26. Mosca-das-frutas Anastrepha sp(Diptera) - frutoFoto: Marcelo da C. Mendona 27. Pulges dos citros 28. Pulgo Marrom Toxoptera citricidas (Hemiptera)Disseminador da Tristeza dos Citros (folhas)Foto: Luiz M. S. da Silva 29. Pulgo Marrom Toxoptera citricidus(Hemiptera) Disseminador da Tristeza dosCitrosFotos: Marcelo da C. Mendona 30. Dano de arapu em brotao nova decitros.Foto: Marcelo da C. Mendona 31. Arapu Trigona spinipes (Meliponidae) Abelha: pequena, escura e sem ferro. Prejudica brotaes novas: folhas e ramosnovos (s vezes tambm frutos maduros). Descoberta e queima dos ninhos: melhorcontrole. Se no for possvel, usar iscaatrativa. 32. Lagarta do "bicho-furoEcdytolopha aurantiana (Lepidoptera) 33. Lagarta do "bicho-furoEcdytolopha aurantiana (Lepidoptera) 34. Lagarta do "bicho-furoEcdytolopha aurantiana (Lepidoptera) 35. Larva Minadora Phyllocnistis citrella (Larva)Lepidptera 36. Larva Minadora Phyllocnistis citrella (Adulto)LepidpteraFoto: Marcelo da C. Mendona 37. Larva Minadora Phyllocnistis citrella(Adulto) Lepidptera Viveiro ou pomar recm-instalado: controlequmico indispensvel; Pulverizaes: intervalos de 8 a 10 dias. Lufenoron (Match), Abamectin (Vertimec) eImidacloprid (Confidor ou Winner). Pomares adultos: evitar controle qumico(eficincia dos inimigos naturais alta). Ageniaspis citricola: &gt; eficincia (60 a 80%). 38. Larva Minadora Phyllocnistis citrella (Fruto)Lepidtera 39. Larva Minadora Phyllocnistis citrella (Folha)LepidpteraFotos: Marcelo da C. Mendona 40. Brocas dos Citros Broca dos citros:Cratosomus flavofasciatus Broca do tronco:Trachyderes thoracicus Broca do ramo:Trachyderes succintus 41. Limpeza do pomar e reas prximas:cortar e queimar galhos brocados. Maria-preta - Cordia curassavica:atrai inseto adultos (plantaarmadilha). Plantio: periferia dos pomares ecatao peridica dos besouros. 42. Planta armadilha maria-preta(Cordia curassavica)Fonte: plantes-rizieres-guyane.cirad.fr Foto: Marcelo da C. Mendona 43. Broca dos CitrosCratosomus flavofasciatusFoto: Marcelo da C. Mendona 44. Broca dos CitrosCratosomus flavofasciatus Larva: serragem sobre solo (secar ou quebra ramosmais finos). Fosfeto de alumnio (gastoxim): injetar no orifcio desada da serragem. Janeiro a junho: incidncia da larva. Adulto: julho a dezembro (planta armadilha "mariapreta", Cordia curassavica). 45. Broca do Ramo: adulto e larvaTrachyderes succintus 46. Broca da limeira cida TahitiLeptostylus sp, (Coleoptera) 47. Broca da limeira cida TahitiLeptostylus sp, (Coleoptera) Recncavo Baiano: srios prejuzos. Besouro: 1 cm de comprimento, cor cinza emanchas escuras na parte de cima do corpo. Adulto: ovos no tronco e ramos. Larvas: galerias (interrupo da circulao daseiva, murchamento e secamento dos ramos,podendo levar morte). 48. Broca da limeira cida TahitiLeptostylus sp, (Coleoptera) Plantas adultas: corte e queima dos ramosatacados. Proteo de plantas novas prximo apomares atacados (pulverizao dos ramose troncos com inseticidas de contato eprofundidade). 49. Cigarrinhas (Homptera)Oncometopia facialisDilobopterus costalimaiAcrogonia virescensHomalodisca ignorataFotos: Fundecitrus 50. Moscas brancas ou aleiroddeosDialeirodes citriDialeirodes citrifoliiAleurothrixus floccosusParabemisia myricae 51. Mosca Branca Aleurothrixus floccosus(Diptera) 52. Bicho da Teia Archipsocus brasilianus(Psocoptera)Fotos: Marcelo da C. Mendona 53. Bicho da Teia Archipsocus brasilianus(Psocoptera) Aumenta disseminao: cada ano. Dano indireto: recobrem, com uma teia partesdas plantas, causando seca de folhas (muitasvezes totalmente). 54. Caracol Branco Auris bilabiataFotos: Marcelo da C. Mendona 55. Caracol Branco Auris bilabiata Gnero Helix em outras regies. Severos desfolhamentos. Bzio inteiramente esbranquiado (algunsrseos com 4 espirais para frente). Ovoposio nas folhas: aderidos at ecloso. No foram identificados inimigos naturais. Uso intensivo de agrotxicos: surtos deataque maiores. 56. Danos da Esperana em laranjaFoto: Luiz M. S. da Silva 57. Esperanas e Gafanhotos - Orthoptera Gneros Alguns anos:Microcentrum eScudderia. gafanhoto marrom primeira maisSchistocerca sp.comum.causa danos s danos: partefolhas e frutosexterna (flavedo)novos.dos frutos. 58. Psildeo-dos-citros (Diaphorina citri) - Orthopteravetor: Huanglongbing (HLB) ou GreeningFonte: www.google.images 59. Psildeo-dos-citros (Diaphorina citri) - Orthopteravetor: Huanglongbing (HLB) ou Greening 60. Psildeo-dos-citros (Diaphorina citri) Orthopteravetor: Huanglongbing (HLB) ou GreeningFonte: cpact.embrapa.br 61. Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var.scabiosa e S. australis (Fungo) Dentre as doenas das plantas ctricas, a verrugose a mais freqente tanto em sementeiras e viveiroscomo em pomares, afetando somente frutos delaranjas doces. Quando a verrugose aparece nassementeiras e viveiros, afetando os principais porta-enxertosutilizados na citricultura, os tecidos jovensso preferencialmente atacados, causandodeformaes em folhas e ramos novos com lesessalientes e speras. Os sintomas iniciais nas folhasainda transparentes so pequenas manchaspontuais brilhantes e aquosas. 62. Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var.scabiosa e S. australis (Fungo) O controle neste caso pode ser feito depreferncia preventivo, iniciando-se com oaparecimento das primeiras brotaes combenomil (50 g/100 L de gua). 30 dias aps,aplicar xido cuproso (100 g/100 L de gua) ouoxicloreto de cobre em dosagens que variam de150-300g/ 100L de gua, conforme a marcacomercial utilizada. Uma terceira aplicao combenomil pode ser repetida, de quatro a oitosemanas aps ou no caso novas brotaesapresentarem os sintomas iniciais. 63. Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var.scabiosa e S. australis (Fungo) O fungo afeta somente os frutos durante os 3 primeirosmeses de vida, sendo que as leses no fruto madurosero maiores quanto mais cedo o fruto for atacado. Asleses so corticosas, salientes e irregulares, medindoem torno de 1,0 a 3,0 mm de dimetro podendoagruparem-se prejudicando grandes reas do fruto. Ocontrole na florao, na fase de frutos chumbinho, (emincio de formao). Primeira aplicao preventivaquando 2/3 das ptalas tiverem cado com um fungicidasistmico do grupo dos triazois, e uma segundaaplicao 20 a 30 dias aps a primeira, ou mais cedo seo perodo for chuvoso com um produto base de cobre(oxido cuproso 100 g 100 L-1 de gua ou oxicloreto decobre 150-300 g 100 L-1 de gua) ou mancozeb (250g100 L-1 de gua ). 64. Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var.scabiosa e S. australis (Fungo) 65. Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var.scabiosa e S. australis (Fungo) 66. Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var.scabiosa e S. australis (Fungo) 67. Verrugose (Fungo) Na Laranja Azeda, pomelos, limesverdadeiros, Limo Cravo, Volkameriano eRugoso causada pelo fungoSphaceloma fawceti, em tangerinas causada por S. fawceti var. scabiosa,nestes casos afetando folhas, ramos efrutos e nas laranjas doces afetandosomente os frutos causada por S.australis. 68. Melanose Phomopsis citri (Fungo) Esta doena torna-se importante em pomares cujaproduo destina-se ao mercado de fruta fresca.Causada pelo fungo Phomopsis citri, apresentaleses salientes escuras, muito pequenas quepodem aparecer dispersas na superfcie do fruto ouem estrias. A poda de ramos secos importante medida decontrole reduzindo os focos de infeo, pois o fungosobrevive de uma estao para outra nestes ramos.As pulverizaes preventivas devem ser feitas comos mesmos produtos e na mesma poca em que secontrola a verrugose pois os frutos tambm somais suscetveis nos primeiros trs meses deformao, o que permite o controle das duasdoenas simultaneamente. 69. Melanose Phomopsis citri (Fungo) 70. Melanose Phomopsis citri (Fungo) 71. Rubelose Corticium salmonicolor (Fungo) Provoca a morte dos ramos com o aparecimento deleses que, geralmente, se iniciam nas forquilhasdos ramos principais. Nesses lugares o teor deumidade maior favorecendo o desenvolvimento domiclio fungo que em certas situaes chega a servisto a olho nu como um revestimentoesbranquiado, brilhante sobre o tecido apodrecidoda casca. O avano dos sintomas faz com que omiclio desaparea ficando apenas um filamentolongo que penetra na parte interna do ramo.Corresponente leso, as folhas da copa tornam-seamareladas, porm persistem por muito tempo naplanta. Com a morte da casca os ramos apresentamfendilhamentos e descamaes. As leses derubelose podem tomar grandes reas e com issoprovocar a morte de toda a copa da planta. 72. Rubelose Corticium salmonicolor (Fungo) Controle: melhorar as condies de aerao daplanta por meio de poda de ramos secos,improdutivos e mal posicionados (a operao deveser realizada aps a colheita principal); cortar osramos atingidos cerca de 30 cm abaixo da margeminferior das leses; pincelar o corte dos troncos eramos principais, especialmente as forquilhas compasta cprica; queimar todo o material podado.Temperaturas amenas e alto teor de umidade ouquando a incidncia da doena causa danoseconmicos, recomenda-se monitorar o pomar paradefinir o incio das infeces. Definido este perodo,aplicar em pulverizao sobre as plantas,principalmente nas zonas de forquilhas,Chlorotalonil na dosagem de 300g 100 L-1 de gua,aproximadamente 45 dias antes deste perodoestabelecido, em 3 pulverizaes, obedecendo umintevalo de 15 dias. 73. Rubelose Corticium salmonicolor (Fungo)galho seco 74. Rubelose Corticium salmonicolor (Fungo) nos ramos eno tronco de laranjeira 75. Gomose Phytophthora parasitica e P.citrophthora (Fungo) Os sintomas podem variar dependendo daespcie ou cultivar de citros, da idade daplanta, dos rgos onde ocorre o ataque oudas condies ambientais prevalecentes. Emviveiros, o fungo pode atacar os tecidos daregio do colo das plantinhas, com lesesdeprimidas de cor escura que aumentam detamanho e acabam provocando a morte dasmudas. O fungo pode ainda infectarsementes e causar podrides antes mesmoda germinao. 76. Gomose Phytophthora parasitica e P.citrophthora (Fungo) Para diminuir a incidncia em viveirosrecomendam-se as seguintes medidas:desinfestar o solo, tratar as sementes comfungicidas ou com calor (10 minutos atemperatura de 51,7C); tratar a gua deirrigao com sulfato de cobre 20ppm);evitar adubaes nitrogenadas pesadas;pulverizar periodicamente as mudas comfungicidas (Fosetyl-Al); colocar no solo dasementeira entre as linhas o fungicidaMetalaxyl na formulao granulada; norepetir o viveiro na mesma rea. 77. Gomose Phytophthora parasitica e P.citrophthora (Fungo) Para controlar a gomose , recomenda-se utilizarporta-enxertos que apresentem alguma resistnciaaos fungos ( Tangerina Sunki, Citranges, Citrumelose Poncyrus trifoliata) ; evitar solos pesados e maldrenados; enxertar as plantas a uma altura de 30 a40 cm do solo; evitar o acmulo de umidade edetritos junto ao colo das plantas; evitar adubaesnitrogenadas pesadas e presena de esterco e terra,amontoados junto ao colo; podar os galhosinferiores a 80 cm evitando, principalmente apodrido de frutos; pincelar o tronco e a base doramo com um fungicida preventivo ou pastabordaleza antes do incio da estao chuvosa; evitarferimentos durante os tratos culturais; inspecionarregularmente os pomares, examinando a regio dabase do tronco (em todo o pomar) e razes lateraisprincipais (nas plantas da rea foco). 78. Gomose Phytophthora parasitica e P.citrophthora (Fungo) Como tratamento curativo recomenda-se opincelamento dos troncos com pastabordaleza (1:1:10) ou fosetyl-Al (4,8 g i.a. L-1)aps a cirurgia localizada para retirar ostecidos lesionados, pulverizar a copa com omesmo produto na dosagem de 2 g i.a. L-1,combinando-se esse tratamento com aaplicao no solo de Metalaxil (60 g plantaadulta-1). As aplicaes em nmero de 3devem ser feitas no incio e durante operodo chuvoso do ano, quando ascondies ambientais so mais favorveisao fungo. 79. Gomose Phyto...</p>