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1 PAÍSES DESENVOLVIDOS E SUBDESENVOLVIDOS Decorrentes da expansão do capitalismo, podemos notar cada vez mais as diferenças econômicas entre os países. Para diferenciá-los usamos os seguintes termos: Desenvolvido e Subdesenvolvido (nome dado aos países que possui um retardamento perante aos outros sendo empregado após a guerra fria). As diferenças entre os países sempre existiu. Países considerados de grandes potências, que se tornam de um instante para a outro países dominados não é uma novidade para a história, como exemplo temos: o mundo antigo (Grécia e Roma), neocolonialismo (Inglaterra e França) e por fim o capitalismo comercial (Espanha e Portugal). No subdesenvolvimento, um país tem dominância sobre o outro, apesar de ter uma dependência recíproca entre os países ricos e pobres dentro do sistema capitalista. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, tornou-se mais comum o uso do termo subdesenvolvimento, pois os países desenvolvidos passaram a ser destaque no setor econômico capitalista, vendendo novas tecnologias e bens de alto valor aos países subdesenvolvidos, que precisam fazer muitas exportações para os países desenvolvidos com o objetivo de acabar com as dívidas pouco a pouco. A partir de 1970, a dívida externa passou a ser a principal característica do Terceiro Mundo, pois: - houve um aumento das taxas de maquinofaturados e tecnologia importada. -no mercado internacional, houve uma deteriorização das taxas de produtos primários. -houve um aumento da taxa de juros e inflação. (déficit no orçamento do governo norte- americano. Países Desenvolvidos ou Centrais - São países com grande poder econômico, político e militar. A estrutura do espaço interior desses países ocorreu de dentro para fora perante seus interesses. O desenvolvimento industrial desses países se deu nos séculos XVIII, XIX e começo do século XX (EUA, Europa Ocidental, Japão, Canadá, Austrália e nova Zelândia). Países Subdesenvolvidos ou Periféricos - São países dependentes dos países desenvolvidos ou centrais, e com uma economia restrita e não-desenvolvida. Diferente dos países desenvolvidos os países subdesenvolvidos tiveram sua estrutura interior determinada de fora para dentro, com o desenvolvimento sugerido pelas metrópoles coloniais/neocoloniais, dessa forma contentando a economia externa. Divisão Internacional do Trabalho: A divisão internacional do trabalho era feita da seguinte maneira: os países se especificavam em uma determinada mercadoria, assim a destinava para o mercado estrangeiro. Os países avançados além de exportar capital, em torno da década de 1950, deram início à exportação de produtos manufaturados (produtos iguais e em grande volume). Com a instalação das grandes multinacionais (produção de industrializados) pelo mundo, a mudança do desenvolvimento econômico da década de 1950 trouxe a vários países a aceleração da internacionalização da produção. Empresas Multinacionais - foi o nome dado pela Organização das Nações Unidas (ONU), para as multinacionais que se instalam em outros países exercendo ou controlando meios de produção. Um país capitalista subdesenvolvido está diretamente associado à economia internacional o que motiva uma dependência econômica. Alguns desses países aproximaram os grupos econômicos internacionais necessariamente por matéria prima, mão-de-obra e salários baixos, garantias de capital estrangeiro cedido pelo governo local e pela legislação que promove o investimento do capital internacional. Quase todos os países os conhecidos como subdesenvolvido ou periférico correspondem: altas taxas de analfabetismo, mortalidade infantil, alta taxa de natalidade, desigualdade social, crescimento popular, e as baixas taxas de consumo de energia e renda per capita, baixa expectativa de vida, baixo nível de industrialização. Com o endividamento

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PAÍSES DESENVOLVIDOS E SUBDESENVOLVIDOS Decorrentes da expansão do capitalismo, podemos notar cada vez mais as diferenças econômicas entre os países. Para diferenciá-los usamos os seguintes termos: Desenvolvido e Subdesenvolvido (nome dado aos países que possui um retardamento perante aos outros sendo empregado após a guerra fria). As diferenças entre os países sempre existiu. Países considerados de grandes potências, que se tornam de um instante para a outro países dominados não é uma novidade para a história, como exemplo temos: o mundo antigo (Grécia e Roma), neocolonialismo (Inglaterra e França) e por fim o capitalismo comercial (Espanha e Portugal). No subdesenvolvimento, um país tem dominância sobre o outro, apesar de ter uma dependência recíproca entre os países ricos e pobres dentro do sistema capitalista. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, tornou-se mais comum o uso do termo subdesenvolvimento, pois os países desenvolvidos passaram a ser destaque no setor econômico capitalista, vendendo novas tecnologias e bens de alto valor aos países subdesenvolvidos, que precisam fazer muitas exportações para os países desenvolvidos com o objetivo de acabar com as dívidas pouco a pouco. A partir de 1970, a dívida externa passou a ser a principal característica do Terceiro Mundo, pois: - houve um aumento das taxas de maquinofaturados e tecnologia importada. -no mercado internacional, houve uma deteriorização das taxas de produtos primários. -houve um aumento da taxa de juros e inflação. (déficit no orçamento do governo norte-americano. Países Desenvolvidos ou Centrais - São países com grande poder econômico, político e militar. A estrutura do espaço interior desses países ocorreu de dentro para fora perante seus interesses. O desenvolvimento industrial desses países se deu nos séculos XVIII, XIX e começo do século XX (EUA, Europa Ocidental, Japão, Canadá, Austrália e nova Zelândia). Países Subdesenvolvidos ou Periféricos - São países dependentes dos países desenvolvidos ou centrais, e com uma economia restrita e não-desenvolvida. Diferente dos países desenvolvidos os países subdesenvolvidos tiveram sua estrutura interior determinada de fora para dentro, com o desenvolvimento sugerido pelas metrópoles coloniais/neocoloniais, dessa forma contentando a economia externa. Divisão Internacional do Trabalho: A divisão internacional do trabalho era feita da seguinte maneira: os países se especificavam em uma determinada mercadoria, assim a destinava para o mercado estrangeiro. Os países avançados além de exportar capital, em torno da década de 1950, deram início à exportação de produtos manufaturados (produtos iguais e em grande volume). Com a instalação das grandes multinacionais (produção de industrializados) pelo mundo, a mudança do desenvolvimento econômico da década de 1950 trouxe a vários países a aceleração da internacionalização da produção. Empresas Multinacionais - foi o nome dado pela Organização das Nações Unidas (ONU), para as multinacionais que se instalam em outros países exercendo ou controlando meios de produção. Um país capitalista subdesenvolvido está diretamente associado à economia internacional o que motiva uma dependência econômica. Alguns desses países aproximaram os grupos econômicos internacionais necessariamente por matéria prima, mão-de-obra e salários baixos, garantias de capital estrangeiro cedido pelo governo local e pela legislação que promove o investimento do capital internacional. Quase todos os países os conhecidos como subdesenvolvido ou periférico correspondem: altas taxas de analfabetismo, mortalidade infantil, alta taxa de natalidade, desigualdade social, crescimento popular, e as baixas taxas de consumo de energia e renda per capita, baixa expectativa de vida, baixo nível de industrialização. Com o endividamento

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externo, relações comerciais desfavoráveis, forte influência de empresas internacionais se ocasionou a dependência econômica. Portanto, concluímos que independentemente da quantidade de indústria que um país possui, podemos somente classificar um pais de subdesenvolvido se ele apresentar dependência econômica, e alta taxa de desigualdade social. Os países como Brasil, México e Argentino são industrializados, eles não que possuem uma grande potência industrial, porém têm uma boa base na indústria, de forma que supera suas próprias atividades primárias, se tornando assim responsável pela prepotência da população urbana. Os novos países industrializados ou também economias emergente, são vistos como países de alto poder de industrialização e de investimentos externos, convivem freqüentemente com a pronta execução no segmento da metropolização, disposição precária, sujeição econômica do capital externo. No entanto, as industrializações não colocaram fim em situações criticas, e em muitos casos só pioraram os problemas referentes ao subdesenvolvimento. No Terceiro Mundo há também países semi-industrializado como o Chile, Colômbia, Egito, Venezuela, Índia, Turquia, Uruguai e Zimbábue. Os países desenvolvidos ou centrais se destacam por terem: alta taxa de industrialização, alta renda per capita, alto consumo de energia, alta expectativa de vida, baixo crescimento populacional e baixa taxa de analfabetismo, natalidade e mortalidade infantil, e a sua qualidade dominante são as exportações de produtos industriais. A Teoria dos Mundos: foi criada para a organização das nações devido ao nível de produção e desenvolvimento. Classificados como: Primeiro mundo- criado por países com alta taxa de desenvolvimento econômico, capitalista, expectativa de vida, exercendo domínio econômico. Segundo mundo- nome dado aos países que estão em fase de mudança passando dos princípios socialistas para o capitalista, que mantinham uma economia planificada ou socialista. Terceiro mundo- formado por países capitalistas subdesenvolvidos, com desigualdades sociais que ao decorrer de suas relações insatisfatórias com países de Primeiro Mundo, apresentam um retardamento social e econômico. Fonte: http://www.colegioweb.com.br/geografia/divisao-politicaeconomica-do-mundo-atual.html

CARACTERÍSTICAS DOS PAÍSES DESENVOLVIDOS • Dominação econômica; • Apresentam estrutura industrial completa, produzem todos os tipos de bens; • Agropecuária moderna e intensiva, emprego de máquinas e mão-de-obra

especializada; • Desenvolvimento científico e tecnológico elevado; • Modernos e eficientes meios de transporte e comunicação; • População urbana é maior que a população rural, são urbanizados. Exemplo:

Inglaterra, EUA, Alemanha, etc. • População Ativa empregada, em principalmente, nos setores secundário e terciário.

Exemplo: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha; • Pequeno número de analfabetos; • Elevado nível de vida da população; • Boas condições de alimentação, habitação e saneamento básico; • Reduzido crescimento populacional; • Baixa taxa de natalidade e mortalidade infantil; • Elevada expectativa de vida.

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As sociedades desses países são altamente consumistas isto é percebido sobretudo devido ao poder aquisitivo elevado da sociedade e a grande quantidade produtos com tecnologia avançada, que são lançados no mercado a cada ano. Se todas as nações do mundo passassem a consumir supérfluos com a mesma intensidade das nações desenvolvidas o mundo entraria em colapso, pois, não haveria matéria-prima suficiente para abastecer a todos os mercados. A luta por melhores condições de vida da população é visível, principalmente no que diz respeito a uma melhor distribuição de renda, não existindo grandes disparidades entre uma classe social e outra. Para que isso fosse possível foi necessário a participação direta da sociedade, exigindo dos seus governantes uma postura voltada para os interesses da população. Os governos passaram a cobrar mais impostos das classes sociais mais favorecidas em prol da sociedade. Os impostos cobrados são direcionados à construção de escolas, habitações, estradas, hospitais, programas de saúde, aposentadorias mais justas, etc., isto foi possível graças ao engajamento consciente de todos os cidadãos na formação do Estado Democrático. A democracia existe de fato nas nações desenvolvidas, e consiste num Estado de direito que resulta de reivindicações permanentes por parte dos cidadãos. A democracia é um processo contínuo de invenção e reivindicações de novos direitos.

CARACTERÍSTICAS DOS PAÍSES SUBDESENVOLVIDOS • Passaram por um grande processo de exploração durante o período colonial. Colônia

de Exploração; • Baixo nível de industrialização, com exceção de alguns países como: Brasil, México,

os Dragões de Exploração; • Dependência econômica, política e cultural em relação às nações desenvolvidas; • Deficiência tecnológica e baixo nível de conhecimento científico; • Rede de transporte e meios de comunicação deficientes; • Baixa produtividade na agricultura que geralmente emprega numerosa mão-de-obra; • População Ativa empregada principalmente nos setores primários ou no setor terciário

em atividades marginais (camelôs, trabalhadores sem carteira assinada etc). Exemplo: Brasil, Etiópia, Uruguai;

• Cidades com crescimento muito rápido e cercada por bairros pobres e miseráveis; • Baixo nível de vida da maioria da população; • Crescimento populacional elevado; • Elevada taxa de natalidade e mortalidade infantil; • Expectativa de vida baixa.

Existem países subdesenvolvidos que são fortemente industrializados como é o caso do Brasil, México, Argentina, Dragões Asiáticos, etc. A industrialização existente nesses países na verdade é sustentada por países desenvolvidos, que os utilizam para expandir seus parques industriais e garantir lucros vultuosos. Um exemplo nítido de expansão industrial é, o caso dos Dragões Asiáticos que evoluíram enormemente nas últimas décadas, principalmente no setor industrial através do capital e tecnologia japonesa. Alguns fatores atraem esses investimentos estrangeiros para os países subdesenvolvidos, como:

• Mão-de-obra barata e numerosa; • Muitas vezes são isentos de pagamento de impostos; • Doação de terrenos por parte do governo; • Remessa de lucro das transnacionais para a sede dessas empresas; • Legislação flexível.

Na visão de alguns escritores como Demétrio Magnoli "A grande mutação na economia mundial e na geopolítica planetária agravou as desigualdades entre a acumulação de

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riquezas e a disseminação da pobreza. O desenvolvimento assume padrões crescentemente perversos, marginalizando parcelas maiores da população. Em escala mundial, a década de 80 presenciou uma ampliação da fratura econômica entre o Norte e o Sul. Atualmente, os 20% mais ricos da população do planeta repartem entre si 82,7% da riqueza, enquanto os 20% mais pobres dispõem apenas de 1,4%." A partir daí podemos afirmar que o desenvolvimento em partes dos países centrais são de fato sustentados à custa da exploração dos países periféricos. Fonte: http://www.frigoletto.com.br/GeoEcon/desxsub.htm

DIFERENÇAS ENTRE PAÍSES DESENVOLVIDOS E SUBDESENVOLVIDOS

Na história da humanidade sempre existiram nações pobres e nações ricas. O mundo atual, porém, apresenta um desequilíbrio que não se compara com o de nenhuma outra época. Foi principalmente no período após a Segunda Guerra Mundial que os povos acordaram para a realidade: o mundo estava desequilibrado, pois um grande desnível separava uma nação de outra. Assim, além da divisão do mundo em países capitalistas e socialistas, havia uma outra: de um lado, alguns países ricos, poderosos e desenvolvidos: do outro lado, muitos países pobres, dependentes, subdesenvolvidos. Mas, o que é ser um país desenvolvido ou subdesenvolvido? Para você compreender essa subdivisão do mundo, vamos estabelecer algumas características do que seja desenvolvido e subdesenvolvido. O mundo desenvolvidos: fazem parte os países que já atingiram um alto nível de industrialização e conseguiram substituir grande parte da energia humana ou animal pela força das máquinas a vapor, gás, eletricidade, petróleo ou mesmo energia nuclear. As principais características de um país desenvolvido são:

• Alto grau de capacidade técnico-cientifico; • Modernos e eficientes meios de trasporte terrestre, aéreo e marítimo; • Atualizados e bem distribuídos meios de telecomunicação; • Agricultura moderna e racional; • Predomínio da população urbana sobre a rural; • Nível de vida bastante elevado; • Pequeno ou nulo número de analfabeto; • Baixa taxa de natalidade; • Baixa taxa de mortalidade infantil.

Como resultado de tudo isso, os países desenvolvidos mantêm um substancial aumento em sua produtividade e, assim, podem atender às necessidades e aspirações de seu povo. O mundo subdesenvolvidos: é uma situação econômica-social caracterizada por dependência econômica e grandes desigualdades sociais. Tal dependência manifesta-se das seguintes maneiras:

• Deficiência tecnológica: os países pobres pouco investem em pesquisa e utilizam tecnologias dos países desenvolvidos.

• Endividamento externo: normalmente, todos os países subdesenvolvidos possuem grandes dívidas com bancos internacionais. Relações comerciais desfavoráveis: geralmente, os países subdesenvolvidos exportam para as nações ricas produtos primários (não industrializados), tais como café, cacau, soja, algodão, manganês etc. As importações, por sua vez consistem basicamente em artigos manufaturados (industrializados), e tecnologia avançada, aviões, computadores, máquinas automatizadas etc. Os artigos importados têm preços bem mais altos que os exportados. Tais relações mostram-se desvantajosas.

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• Influência de empresas estrangeiras: uma grande parcela do lucro dessas empresas é remetida para as matrizes, o que provoca acentuada descapitalização nos países subdesenvolvidos. Fonte: http://www.idealdicas.com/diferencas-desenvolvidos-subdesenvolvidos/

POPULAÇÃO MUNDIAL A análise da dinâmica populacional é de fundamental importância para entendermos as transformações no espaço geográfico promovidas pelas relações homem-meio. Um dos elementos essenciais é o crescimento populacional registrado durante os séculos, fato que alterou de forma significativa a natureza. Até a Primeira Revolução Industrial, no século XVIII, o contingente populacional era inferior a 1 bilhão. Contudo, a população na Terra aumentou de forma muito rápida e, conforme dados divulgados em 2010 pelo Fundo de População das Nações Unidas (Fnuap), atingiu a marca de aproximadamente 6,9 bilhões de habitantes. Além do crescimento vegetativo, também chamado de crescimento natural, outro fator que contribuiu para o aumento populacional foi o desenvolvimento tecnológico, proporcionando avanços na medicina (que prolongaram a expectativa de vida) e a intensificação da produção de alimentos e técnicas de armazenamento e de transporte. Estimativas apontam que a Terra será habitada por 9 bilhões de pessoas até o ano de 2050, com taxa de crescimento populacional de 0,33% ao ano, bem inferior à taxa atual, que é de 1,2%. Os continentes africano e asiático, além da América Latina, apresentarão as maiores taxas de crescimento; em contrapartida, a Europa poderá ter crescimento vegetativo negativo. De acordo com dados divulgados em 2010 pelo Fundo de População das Nações Unidas (Fnuap), a população mundial atingiu a marca de 6,908 bilhões de habitantes. Esse total se encontra disperso pelo planeta de forma irregular, isso quer dizer que em determinados lugares há uma enorme concentração populacional enquanto outros são pouco povoados. Nesse sentido, o continente mais populoso é a Ásia que responde por cerca de 60% do total da população mundial, somente a China, a Índia e a Indonésia representam um elevado contingente, cerca de 2,8 bilhões de habitantes. Por outro lado, a Oceania responde por apenas 0,5% da população mundial. A distribuição populacional de acordo com cada continente: Ásia: 4,1 bilhões de habitantes, que representam 60% da população mundial. América: 934,3 milhões de habitantes, que respondem por 13,5% do total da população. África: 1,031 bilhão de habitantes, que correspondem a 14,9% da população mundial. Europa: 749,6 milhões de habitantes, que representam 10,9% do total da população do planeta. Oceania: 37,1 milhões de habitantes, que respondem por 0,5% do contingente populacional mundial. Em uma análise acerca da distribuição populacional, independentemente da escala (cidade, estado, país etc.), é preciso conhecer o número da população absoluta, ou seja, o número total de habitantes, além da população relativa que é concebida por meio do seguinte cálculo: Número total de habitantes dividido pela área territorial em quilômetros quadrados. A partir da obtenção dos números da população relativa torna-se possível identificar a intensidade do povoamento de um determinado lugar. Quando os dados apontam mais de 100 pessoas por quilômetro quadrado o lugar é considerado povoado. Quando o número varia entre 50 e 100 é considerado mediano povoado e, por fim, quando o número é menor que 50 o lugar é pouco povoado. Os países mais populosos do mundo são: China: 1.354.146.443 habitantes; Índia: 1.214.464.312 habitantes; Estados Unidos: 317.641.087 habitantes; Indonésia: 232.516.771 habitantes; Brasil: 190.755.799 habitantes; Paquistão: 184.753.300 habitantes;

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Bangladesh: 164.425.491 habitantes; Nigéria: 158.258.917 habitantes; Rússia: 140.366.561 habitantes; Japão: 126.995.411 habitantes. Crescimento da população: O primeiro recenseamento da população brasileira foi realizado no ano de 1872. A partir daí tornou-se possível ter um conhecimento e controle mais amplo do crescimento populacional. ESTIMATIVAS DO CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA PERÍODO (1500 – 1872)

POPULAÇÃO NAS DATAS DOS RECENSEAMENTOS GERAIS E TAXA MEDIA GEOMÉTRICA DE CRESCIMENTO ANUAL (1872-2000)

Entre os anos de 1872 e 2000 houve um crescimento considerável da população no Brasil, especialmente na década de 50 quando a mortalidade estava em decadência e a natalidade apresentava índices elevados. Os principais fatores contribuintes para o crescimento populacional brasileiro são: crescimento vegetativo ou natura e a imigração. Por volta da década de 70 esse crescimento ficou mais lento em razão de algumas mudanças, como por exemplo, o grande aumento dos custos para sobreviver e o fácil acesso aos métodos anticoncepcionais. Os censos de 1991 e 2000 também apontam uma queda na taxa de crescimento populacional. Crescimento vegetativo ou natural é a diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade. CV = Natalidade – Mortalidade

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Crescimento populacional absoluto e relativo da população residente, segundo as Grandes Regiões – 1950/2000

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Taxa de natalidade: É a relação entre o número de nascimentos ocorridos em um ano e o número de habitantes. Obtemos essa taxa tomando os nascimentos ocorridos durante um ano, multiplicando-se por 1000 e dividindo o resultado pela população absoluta, ou seja:

Taxa de Mortalidade: É a relação entre o número de óbitos ocorridos em um ano e o número de habitantes. Obtemos essa taxa tomando os óbitos ocorridos durante um ano, multiplicando-os por 1000 e dividindo o resultado pela população absoluta, ou seja:

Mortalidade infantil: a taxa de mortalidade infantil é obtida através da divisão entre o número de crianças com menos de um ano que morreram num determinado ano, pelo número de crianças no mesmo ano.

Em 1990, a mortalidade infantil no Brasil era bastante elevada, com índices de 50%, mas no decorrer desta década foram adotadas políticas públicas que refletiram em melhorarias no exame de pré-natal e no acesso da população à rede pública de saúde, com isso houve uma queda deste índice que em 2000 era de 29%.

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A teoria neomalthusiana ou antinatalista tem como propósito adotar diversos processos de anticoncepção para controlar a natalidade. Esta teoria argumenta que o acentuado crescimento demográfico é um estorvo para o desenvolvimento econômico, e, além disso, a população jovem em massa requere altos investimentos em escolas e hospitais, e conseqüentemente dificulta a capacidade do país realizar investimentos produtivos. Os reformistas constituem a oposição à esta teoria, propondo reformas sociais e econômicas, pois acreditam que as condições de pobreza de certos países é a principal causa do crescimento demográfico.

* A faculdade reprodutora é calculada através da quantidade de filhos por mulher em idade fértil.

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A tabela demonstra que: houve uma queda na taxa de crescimento populacional anual do Brasil entre 1991 e 2000. Neste mesmo período, as maiores taxas de crescimento foram demonstradas nas regiões norte (2,86%) e Centro-Oeste (2,37%). Já as menores taxas de crescimento populacional são notadas na Região Nordeste (1,30%). As regiões Sul e Sudeste tornaram estáveis os padrões de crescimento, com 1,42% e 1,60%, respectivamente. O Censo Demográfico de 2000 aponta que as Regiões Sudeste, Nordeste e Sul permaneceram como as regiões mais populosas do Brasil. As Regiões Norte e Centro-Oeste aparecem como as menos populosas.

A população rural predominou no Brasil até 1960. No recenseamento de 1970 já se constatou o predomínio da população urbana, com 56% do total nacional. Conforme um país se desenvolve industrialmente, a tendência geral é o abandono do campo em direção às cidades. O homem procura nos centros urbanos melhores condições de vida, conforto, salários e garantias. Atualmente, 75% da população brasileira urbana. No estado do Rio de Janeiro, a população urbana é de 95%.

Distribuição da população: a despeito de o Brasil ser um país considerável populoso é um país que pouco povoado, com cerca de 20 hab./km2. Veja na tabela abaixo os países que apresentam as mais altas densidades demográficas:

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O Brasil também apresenta uma distribuição populacional bastante irregular, o Sudeste é a região mais populosa e povoada, já o Centro-Oeste é menos populoso, enquanto o norte ou a Amazônia é a região menos povoada. No geral, as grandes concentrações de população estão localizadas nas proximidades do litoral, numa faixa com cerca de 300 km com densidade superior a 100 hab./km2. A faixa que abrange o Maranhão, Pará e Mato Grosso do Sul possui uma Densidade Populacional regular de no máximo 10 hab./km2. As áreas que correspondentes ao Amazonas e Roraima possuem densidades que não ultrapassam os 2 hab./km2.

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POPULAÇÃO BRASILEIRA POR REGIÕES

Conceitos importantes: Recenseamento ou Censo: consiste num processo de cálculo da população de um determinado local. No Brasil, o órgão responsável pela realização do censo é o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), normalmente ocorre a cada dez anos. População absoluta: é a população total de um determinado território. População relativa ou densidade demográfica: é a média de habitantes por quilômetros quadrado. É obtida pela divisão da população absoluta pela área de um determinado território. Populoso: é um território que apresenta sua população absoluta elevada. Povoado: é um território que apresenta sua densidade demográfica elevada.

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DENSIDADE DEMOGRÁFICA DAS REGIÕES EM HAB./KM 2

ESTADOS COM MAIORES POPULAÇÕES ABSOLUTAS

ESTADOS COM MENORES POPULAÇÕES ABSOLUTAS

UNIDADES COM MAIORES DENSIDADES DEMOGRÁFICAS EM HAB./KM 2

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ESTADOS COM MENORES DENSIDADES DEMOGRÁFICAS EM HAB./KM 2

Estrutura da população: Embora o Brasil sempre tenha sido considerado um país jovem, no censo de 1991 foi constatado uma importante mudança no perfil etário da população brasileira. Nos últimos anos foi observada uma considerável redução na taxa de natalidade e isso reflete na construção da pirâmide etária brasileira.

Pirâmide de Idade: representação gráfica da composição da população de um lugar em função da idade e do sexo, em um ano determinado. Com a finalidade de planejamento econômico-social costuma-se dividir a população em três faixas etárias principais: jovem, adulta ou madura e velha ou senil. Essa divisão, porém, apresenta diferenças quanto aos intervalos de idade de acordo com a conveniência do país ou do organismo interessado. A pirâmide etária pode ser compreendida ou interpretada a partir de suas três partes: a) A base - É a parte inferior da pirâmide, onde está relacionada a população jovem (0 - 14 anos ou 0 - 19 anos). b) O corpo - É a porção intermediária da pirâmide, onde está representada a população adulta (15 a 59 anos ou 20 a 59 anos). c) O cume, o ápice ou o pico - É a porção superior da pirâmide, onde está representada a população idosa ou velha (igual ou acima de 60 anos). Entre os dados mais importantes de uma população, encontra-se a composição por idades e por sexo. Seu estudo possibilita uma interpretação situacional da população para planejamento socioeconômico. Esses dados sobre a estrutura etária informam a administração de uma cidade ou de um país, por exemplo, quantos empregos precisam ser criados anualmente para que se possa absorver o contingente de mão-de-obra que, a cada ano, chega ao mercado. Podem, ainda,

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interferir no crescimento demográfico, ora estimulando, caso haja necessidade, ora desestimulando o crescimento por meio de políticas públicas. Veja a evolução das pirâmides etárias de 1980 a 1991: Composição Etária, segundo idades individuais – 1980

Composição Etária, segundo idades individuais – 1991

A pirâmide de idade da população brasileira reflete a dinâmica populacional. Assim, a redução da base da pirâmide indica a queda na taxa de natalidade e de fecundidade. Até 1980, a base da pirâmide ainda era bastante larga. Na pirâmide de 1996, percebe-se uma redução significativa do percentual de jovens que corresponde à faixa etária de 0 a 14 anos (46,5%) e um aumento percentual das pessoas adultas, de 15 a 64 anos (46,5%), e idosas, com mais de 64 anos (7,1%). O aumento significativo do percentual de idosos corresponde ao aumento da expectativa de vida. A pirâmide de idade reflete o processo de envelhecimento da população. O crescimento da população idosa exige novos investimentos do estado, principalmente no que se refere ao sistema previdenciário e ao atendimento médico e social. As mudanças ocorridas na pirâmide etária do Brasil é conseqüência da revolução urbano-industrial do país, pois nestas condições é natural que os índices de natalidade sejam baixos. A partir da década de 80, o uso de métodos contraceptivos tornou-se muito intenso, e foi uma contribuição considerável para a redução da taxa de natalidade. Nos anos 90, a base da pirâmide reduziu-se com intensidade, devido a redução percentual do contingente de jovens na população total. Assim, em 1996 a pirâmide etária brasileira foi marcada pela transição demográfica de um país jovem para um país maduro. A expectativa de vida do brasileiro, hoje, já ultrapassou os 70 anos de idade (IBGE, dezembro de 2003), o que corresponde à média mundial.

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População economicamente ativa (PEA): A estrutura de uma população é caracterizada principalmente pelas atividades exercidas pela população, pois estas interferem diretamente no desenvolvimento do país. Atualmente, admite-se um critério que reúne as atividades humanas em três classes principais, são elas: Setor primário: agricultura, pecuária, silvicultura e pesca. Setor secundário: indústria de transformação. Setor terciário: comércio, serviços e profissões liberais. Em 1980, a população ativa brasileira era de 37%, que juntamente com o baixo nível tecnológico dos diversos setores, resultou num baixo nível de produção econômico. Atualmente a PEA do Brasil é de aproximadamente 60%.

Mesmo com a participação predominante do setor primário, na década de 70 o setor

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terciário passou a representar a maior absorção de ativos, em razão do desenvolvimento do país conjugado à urbanização da população, que intensificou a exigência das atividades de serviços; e o setor secundário teve um aumento considerável entre 1970 e 1990, pois nesta fase o Brasil passou por uma fase de grande desenvolvimento industrial, conhecido como Milagre Brasileiro. Emprego por setor (em %) – PEA

Podemos notar que nas últimas décadas houve uma considerável passagem da PEA do setor primário para o setor terciário, esse fato se explica pela urbanização que ocorreu nesta época, especialmente no Sudeste, conjugada às transformações realizadas na zona rural. População economicamente ativa (PEA): compreende todas as pessoas, com mais de 10 anos de idade que praticam atividades remuneradas, abrange tanto os que possuem um emprego efetivo, quanto os que estão à procura de emprego.

População inativa: é representada pelos aposentados, inválidos, estudantes, crianças e donas de casa. População ocupada: compreende às pessoas que estão trabalhando no momento.

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Indicadores Sociais

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O índice nacional de analfabetismo, valido apenas para pessoas com mais de 15 anos, teve uma queda considerável de 20,07% em 1991 para 13,63% em 2000.

Escolarização: no geral, as mulheres são mais escolarizadas do que os homens no Brasil. A Região Sul é a que apresenta o maior índice de escolaridade, com um patamar acima de 96% entre as idades de 7 e 9 anos, contra 86% da Região Nordeste apresentam. Ultimamente, evidenciou-se um grande desenvolvimento da escolaridade de crianças entre 4 e 6 anos, em razão da participação expressiva das mulheres no mercado de trabalho, que matriculam as crianças mais cedo na escola por necessidade. A escolarização do grupo entre 15 e 17 anos de idade também apresentou uma importante expansão, de 1980 a 1991 a escolarização desses jovens passou de 48,8% para 55,3%, e em 1996 já atingia os 66,8%. A escolaridade da população brasileira: a educação da população brasileira apresentou um importante progresso que pode ser verificado através da grande queda do número de indivíduos com menos de um ano de escolaridade. O nível educacional varia de acordo com a região, a situação rural ou urbana das pessoas. Desse modo, no Sul e no Sudeste cerca de 25% das pessoas entre 15 e 19 anos possuem de 9 a 11 anos de estudo completo, enquanto no Norte e no Nordeste esta proporção é de 11%. Em áreas urbanas 34,2% das pessoas com 10 anos ou mais já concluíram o primeiro grau ou mais, já nas áreas rurais o número cai para 8,1%. Porém, deve ser levado em consideração que a porcentagem da população brasileira que vive na zona rural está em queda. E como qualidade do ensino nas zonas rurais é maior, conseqüentemente essa transição demográfica poderá contribuir positivamente para o progresso da educação da população brasileira, especialmente da população jovem.

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Fontes: http://www.colegioweb.com.br/geografia/crescimento-da-populacao.html http://www.colegioweb.com.br/geografia/indicadores-sociais.html http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/a-distribuicao-populacao-mundial.htm http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/populacao.htm http://www.colegioweb.com.br/geografia/distribuicao-da-populacao.html http://www.colegioweb.com.br/geografia/estrutura-etaria-da-populacao.html