N-2688 Teste de presso em servio de vasos de presso e caldeiras

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N-2688

NOV / 2002

TESTE DE PRESSO EM SERVIO DE VASOS DE PRESSO E CALDEIRASProcedimentoEsta Norma substitui e cancela a sua reviso anterior. Cabe CONTEC Subcomisso Autora, a orientao quanto interpretao do texto desta Norma. O rgo da PETROBRAS usurio desta Norma o responsvel pela adoo e aplicao dos seus itens. Requisito Tcnico: Prescrio estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resoluo de no segui-la ("no-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos tcnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo rgo da PETROBRAS usurio desta Norma. caracterizada pelos verbos: dever, ser, exigir, determinar e outros verbos de carter impositivo. Prtica Recomendada: Prescrio que pode ser utilizada nas condies previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (no escrita nesta Norma) mais adequada aplicao especfica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo rgo da PETROBRAS usurio desta Norma. caracterizada pelos verbos: recomendar, poder, sugerir e aconselhar (verbos de carter no-impositivo). indicada pela expresso: [Prtica Recomendada]. Cpias dos registros das no-conformidades com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomisso Autora. As propostas para reviso desta Norma devem ser enviadas CONTEC Subcomisso Autora, indicando a sua identificao alfanumrica e reviso, o item a ser revisado, a proposta de redao e a justificativa tcnico-econmica. As propostas so apreciadas durante os trabalhos para alterao desta Norma. A presente Norma titularidade exclusiva da PETRLEO BRASILEIRO S.A. PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reproduo para utilizao ou divulgao externa, sem a prvia e expressa autorizao da titular, importa em ato ilcito nos termos da legislao pertinente, atravs da qual sero imputadas as responsabilidades cabveis. A circulao externa ser regulada mediante clusula prpria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.

CONTECComisso de Normas Tcnicas

SC - 23Inspeo de Sistemas e Equipamentos em Operao

ApresentaoAs Normas Tcnicas PETROBRAS so elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidirias), so comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidirias, so aprovadas pelas Subcomisses Autoras - SCs (formadas por tcnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidirias) e homologadas pelo Plenrio da CONTEC (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidirias). Uma Norma Tcnica PETROBRAS est sujeita a reviso em qualquer tempo pela sua Subcomisso Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Tcnicas PETROBRAS so elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informaes completas sobre as Normas Tcnicas PETROBRAS, ver Catlogo de Normas Tcnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS

9 pginas

N-26881 OBJETIVO

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1.1 Esta Norma fixa as condies mnimas exigveis para a execuo de teste de presso em servio de vasos de presso e caldeiras. 1.2 Esta Norma define os critrios para seleo e aplicao de teste hidrosttico, pneumtico e hidropneumtico. 1.3 Esta Norma define os critrios para determinao das condies a serem utilizadas na execuo de testes de presso em vasos e caldeiras no cumprimento das Inspees de Segurana Peridica e Extraordinria previstas na norma regulamentadora NR-13. 1.4 Esta norma no se aplica ao teste de presso referente Inspeo de Segurana Inicial, que deve ser realizado de acordo com as normas de fabricao e montagem do equipamento. 1.5 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edio. 1.6 Esta Norma contm Requisitos Tcnicos e Prticas Recomendadas.

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARESOs documentos relacionados a seguir contm prescries vlidas para a presente Norma. Norma Regulamentadora - NR-13 - Manual Tcnico de Caldeiras e Vasos de Presso; PETROBRAS N-253 - Projeto de Vaso de Presso; PETROBRAS N-1807 - Medio de Recalque de Fundaes no Teste Hidrosttico de Equipamentos; PETROBRAS N-2162 - Permisso para Trabalho; ABNT NBR 12177 - Inspeo de Segurana de Caldeiras Estacionrias Aquotubular e Flamotubular a Vapor; API 510 - Pressure Vessel Inspection Code: Maintenance Inspection, Rating, Repair and Alteration; API 579 - Fitness for Service; ASME SEC I - Power Boilers; ASME SEC VIII - Boiler and Pressure Vessel Codes; NATIONAL BOARD - The National Board of Boiler and Pressure Vessel Inspectors Board of Trustees.

3 DEFINIESPara os propsitos desta Norma so adotadas as definies indicadas nos itens 3.1 a 3.6.

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N-26883.1 Inspeo de Segurana Inicial

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Inspeo realizada em vasos de presso e caldeiras novas, antes de sua entrada em operao, no local definitivo de instalao, devendo compreender exame externo, interno e teste hidrosttico, conforme definido na norma regulamentadora NR-13. 3.2 Inspeo de Segurana Peridica ou Extraordinria Inspeo realizada em vasos de presso e caldeiras que j se encontram em operao, devendo compreender exame externo, interno e teste hidrosttico quando requerido. 3.3 NR-13 Norma regulamentadora que estabelece regras compulsrias a serem seguidas no projeto, operao, inspeo e manuteno de caldeiras e vasos de presso instalados em unidades industriais e outros estabelecimentos pblicos no Brasil, como definido no corpo da norma. 3.4 Profissional Habilitado (PH) Aquele que tem competncia legal para o exerccio da profisso de engenheiro nas atividades referentes a projeto de construo, acompanhamento de operao e manuteno, inspeo e superviso de inspeo de caldeiras e vasos de presso, em conformidade com a regulamentao profissional vigente no Pas. 3.5 Teste de Presso Teste por meio de fluido compressvel ou incompressvel ou uma mistura de ambos, at um dado valor de presso, com a finalidade de aliviar as tenses residuais, avaliar a integridade e a resistncia estrutural dos componentes sujeitos a presso, dentro das condies estabelecidas para a sua realizao. 3.6 PMTA (Presso Mxima de Trabalho Admissvel) Presso manomtrica mxima de trabalho permitida no topo do equipamento na sua posio de operao para uma dada temperatura de projeto especificada.

4 CONDIES GERAIS4.1 Recomenda-se que o teste de presso seja realizado aps decorrido um prazo de 48 horas da execuo da ltima soldagem. [Prtica Recomendada] 4.2 As caractersticas do fluido de teste no devem provocar a deteriorao do equipamento, devendo ser adequada a sua qualidade e/ou realizada uma descontaminao posterior. Nota: O teor mximo de cloretos permitido na gua deve ser conforme definido pelo projeto, porm sempre igual ou inferior a 50 ppm para equipamentos de aos inoxidveis austenticos ou com revestimento interno desses materiais. 3

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4.3 O equipamento a ser testado deve ser isolado eletricamente de qualquer parte em que se realize servios que possam induzir a passagem de corrente eltrica e por em risco os trabalhadores e a instalao. 4.4 O equipamento pode ser testado mantendo-se conectadas as suas tubulaes, acessrios e instrumentos, observado o disposto no item 4.5. [Prtica Recomendada] 4.5 As seguintes condies devem ser verificadas quando da realizao de teste de presso em um sistema composto por mais de um equipamento e/ou tubulaes conectadas: a) a presso de teste deve ser limitada pelo componente de menor classe de presso do sistema; b) a presso de teste do sistema deve ser estabelecida de forma a atender isoladamente os valores exigidos para qualquer dos equipamentos interligados, considerando o nvel de tenso aplicada e a resistncia mecnica de cada parte do conjunto. 4.6 A medio do recalque durante o teste de presso deve ser realizada a critrio do Profissional Habilitado. Neste caso utilizar a norma PETROBRAS N-1807. 4.7 A localizao e quantidade de manmetros e registradores utilizados para a realizao do teste devem ser definidas pelo Profissional Habilitado em funo das dimenses, do perodo de teste e acesso ao equipamento ou conjunto a ser testado. 4.8 Os manmetros e/ou registradores devem apresentar identificao indelvel e estar em condies fsicas adequadas. A calibrao dos instrumentos deve ser efetuada usando-se padres rastreveis Rede Brasileira de Calibrao. 4.9 Um dos manmetros utilizado no teste deve estar situado em local e a uma distncia segura do equipamento e visvel ao inspetor durante todo o tempo de teste. 4.10 A menos que seja utilizado manmetro digital, o valor mximo da escala do manmetro ou registrador deve ser, preferencialmente, o dobro da presso de teste ou estar compreendido entre 1,5 a 4 vezes a presso de teste. 4.11 A menor diviso da escala no deve exceder a 5 % da indicao mxima da escala. 4.12 Para evitar risco de fratura frgil durante o teste, devem ser respeitadas as seguintes condies de temperatura do metal: a) equipamentos com espessura de parede maior ou igual a 50,8 mm (2): - a temperatura do metal deve ser mantida a, pelo menos, 17 C acima temperatura de projeto mnima do metal ou, no mnimo, a 15 C, o que maior; b) equipamentos com espessura de parede menor que 50,8 mm (2): - a temperatura do metal deve ser mantida a, pelo menos, 6 C acima temperatura de projeto mnima do metal ou, no mnimo, a 15 C, o que maior. 4 da for da for

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Nota:

A temperatura de teste deve ser igual ou superior aos valores estabelecidos no item 4.12, a menos que existam informaes sobre caractersticas frgeis do material do equipamento, indicando que uma temperatura de teste diferente da recomendada seja aplicvel.

4.13 Deve ser previsto acesso s partes a serem inspecionadas durante o teste. Nota: A remoo do isolamento trmico do equipamento deve ser feita critrio do Profissional Habilitado.

5 REQUISITOS DE SEGURANA E AMBIENTAIS5.1 Devem ser considerados os aspectos de riscos e impactos ambientais causados pelo teste de presso em servio de vasos de presso e caldeiras. 5.2 Verificar se foi emitida a permisso de trabalho de acordo com a norma PETROBRAS N-2162. Em caso de no-conformidades, comunicar ao rgo gestor de segurana industrial. 5.3 Utilizar os EPIs necessrios para execuo do servio. 5.4 Verificar se os acessos, andaimes e iluminao so suficientes e adequados. 5.5 Verificar se os trabalhos de manuteno em paralelo no oferecem riscos segurana. 5.6 Antes da realizao do teste de presso devem ser previstas todas as precaues de demarcao e isolamento da rea de teste. Dependendo desta anlise o teste pode no ser executado. 5.7 Caso no exista procedimento de execuo especfico, a anlise de riscos deve ser elaborada previamente ao incio das atividades.

6 TESTE HIDROSTTICO DE VASO DE PRESSO6.1 Presso de Teste Hidrosttico Os seguintes aspectos devem ser considerados quando da definio de presso de teste pelo Profissional Habilitado: a) cdigo e norma de projeto de fabricao; b) cdigo de inspeo em servios aplicveis; c) relao entre as condies de projeto e condies de operao; 5

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d) potencial de risco e localizao do vaso na unidade industrial; e) histrico de resultados das inspees de segurana internas e externas anteriores; f) histrico de resultados de testes de presso anteriores; g) possibilidade da existncia de defeitos subcrticos; h) avaliao da PMTA na condio atual do equipamento. 6.2 Execuo do Teste Recomenda-se o seguinte procedimento de teste: [Prtica Recomendada] a) b) c) d) elevar a presso at 50 % da presso de teste; inspecionar o vaso; elevar gradativamente a presso at a condio de teste; manter o vaso pressurizado neste patamar pelo tempo mnimo de 30 minutos e por motivo de segurana, nenhuma inspeo deve ser executada durante este perodo; e) reduzir gradativamente a presso para um valor de at 65 % da presso de teste; f) inspecionar o vaso; g) reduzir gradativamente a presso de teste at a presso atmosfrica, devendo ser abertos os bocais superiores para evitar vcuo no interior do vaso. 6.3 Inspeo aps o Teste Aps o teste em equipamentos cladeados ou revestidos com tiras soldadas (strip lining), recomenda-se a realizao de inspeo visual internamente para a avaliao da integridade do revestimento. [Prtica Recomendada]

7 TESTE PNEUMTICO OU HIDROPNEUMTICO EM VASO DE PRESSO7.1 Cabe ao Profissional Habilitado avaliar as condies de risco e aprovar ou no a alternativa de aplicao do teste com fluido compressvel. No caso de aplicao, o teste deve ser supervisionado por Profissional Habilitado. Nota: A aplicao de teste de presso com fluido compressvel (teste pneumtico) ou mistura de fluido compressveis e incompressveis (teste hidropneumtico) vlida, porm deve ser considerado que um equipamento submetido a teste com fluido compressvel tem uma energia armazenada muito maior que o mesmo vaso submetido a teste hidrosttico na mesma presso. Visto que o potencial de risco numa eventual liberao no controlada dessa energia muito maior, a aplicao de teste pneumtico ou hidropneumtico deve ser restrita quelas condies em que um fluido lquido invivel, ou quando a presso de teste de tal ordem que a energia armazenada comparvel quela existente no vaso na sua condio de operao normal.

7.2 O sistema para pressurizao deve conter, no mnimo: a) dispositivo de controle de presso instalada montante do sistema sob teste, ajustada para a presso de ensaio, de modo a impedir que haja sobrepresso; 6

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b) vlvulas de fechamento rpido, instaladas montante e jusante do sistema sob teste. Nota: Recomenda-se a utilizao de dispositivo de alvio automtico sobrepresso adequado ao sistema sob teste. [Prtica Recomendada] contra

7.3 Os seguintes aspectos devem ser considerados quando da definio de presso de teste pelo Profissional Habilitado: a) b) c) d) e) cdigo e norma de projeto de fabricao; cdigo de inspeo em servios aplicveis; relao entre as condies de projeto e condies de operao; potencial de risco e localizao do vaso na unidade industrial; histrico de resultados das inspees de segurana internas e externas anteriores; f) histrico de resultados de testes de presso anteriores; g) possibilidade de existncia de defeitos subcrticos; h) avaliao da PMTA na condio atual do equipamento. 7.4 Execuo do Teste Recomenda-se o seguinte procedimento de teste: [Prtica Recomendada] a) elevar a presso at 102 kPa (1,02 kgf/cm2) ou 10 % da presso de teste, o que for menor; b) inspecionar o vaso; c) elevar gradativamente a presso at a condio de teste; d) manter o vaso pressurizado neste patamar pelo tempo mnimo de 30 minutos e por motivo de segurana, nenhuma inspeo deve ser executada durante este perodo; e) reduzir gradativamente a presso para um valor de at 80 % da presso de teste; f) inspecionar o vaso; g) reduzir gradativamente a presso de teste at a presso atmosfrica, devendo ser abertos os bocais superiores para evitar vcuo no interior do vaso.

8 TESTE HIDROSTTICO DE CALDEIRAS8.1 As caldeiras devem ser submetidas a teste hidrosttico aps reparos que exijam soldas em componentes de presso. 8.2 Os seguintes aspectos devem ser considerados quando da definio de presso de teste pelo Profissional Habilitado: a) b) c) d) e) cdigo e norma de projeto de fabricao; cdigo de inspeo em servios aplicveis; relao entre as condies de projeto e condies de operao; potencial de risco e localizao da caldeira na unidade industrial; histrico e qualidade do tratamento da gua;

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f) histrico de resultados das inspees de segurana internas e externas anteriores; g) histrico de resultados de testes de presso anteriores; h) possibilidade da existncia de defeitos subcrticos; i) avaliao da PMTA na condio atual do equipamento. 8.3 A quantidade e localizao de manmetros devem ser definidas de acordo com o item 4.7. Na ausncia de indicadores de presso locais, devem ser utilizados manmetros posicionados no topo da caldeira. Havendo superaquecedor, um manmetro deve ser posicionado na sada do superaquecedor. 8.4 Execuo do Teste Recomenda-se o seguinte procedimento de teste: [Prtica Recomendada] a) b) c) d) elevar a presso at 50 % da presso de teste; inspecionar a caldeira; elevar gradativamente a presso at a condio de teste; manter a caldeira pressurizada neste patamar pelo tempo mnimo de 30 minutos e por motivo de segurana, nenhuma inspeo deve ser executada durante este perodo; e) reduzir gradativamente a presso para um valor de at 65 % da presso de teste; f) inspecionar a caldeira; g) reduzir gradativamente a presso de teste at a presso atmosfrica, devendo ser aberto os bocais superiores para evitar vcuo no interior do equipamento.

9 REGISTRO DE RESULTADOSAps a realizao do teste, devem ser registradas, no mnimo, as seguintes informaes: 9.1 Identificao a) b) c) d) e) TAG do equipamento; local de instalao; tipo de equipamento; categoria do equipamento; classe do fluido de servio.

9.2 Dados Gerais a) b) c) d) data do teste; tipo do teste; fluido de teste; presso de teste.

9.3 Realizao do Teste de Presso a) durao; 8

N-2688b) c) d) e) f) g) Nota:

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identificao dos manmetros com nmero dos respectivos certificados; faixa de utilizao do manmetro (escala de fundo); data e validade da calibrao dos manmetros do teste; procedimento ou norma utilizada; resultado do teste; profissional que acompanhou o teste - nome legvel e assinatura.

O Profissional Habilitado deve avaliar e validar o teste de presso.

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