NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão - Autoclave

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REAS DE ATUAOSENAC EM JUNDIA Inspees InternasJoo Gama Godoy Tcnico de Segurana do TrabalhoSenac - 2009 proibida a reproduo do contedo desta apresentao em qualquer meio de comunicao, eletrnico ou impresso, sem autorizao escrita do autor.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso As primeiras aplicaes prticas ou de carter industrial de vapor surgiram por volta do sculo 17. O ingls Thomas Savery patenteou em 1698 um sistema de bombeamento de gua utilizando vapor como fora motriz.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Em 1711, Newcomen desenvolveu outro equipamento com a mesma finalidade. A caldeira de Newcomen era apenas um reservatrio esfrico, com aquecimento direto no fundo, tambm conhecida como caldeira de Haycock.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso James Watt modificou um pouco o formato em 1769, desenhando a caldeira Vago, a precursora das caldeiras utilizadas em locomotivas a vapor.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Todos estes modelos provocaram desastrosas exploses, devido a utilizao de fogo direto e ao grande acmulo de vapor no recipiente.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoStephen Wilcox, em 1856, projetou um gerador de vapor com tubos inclinados, e da associao com George Babcock tais caldeiras passaram a ser produzidas, com grande sucesso comercial.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoEm 1880, Alan Stirling desenvolveu uma caldeira de tubos curvados, cuja concepo bsica ainda hoje utilizada nas grandes caldeiras de tubos de gua.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Caldeiras a vapor so equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob presso superior atmosfrica, utilizando qualquer fonte de energia. So classificadas como: 1) Quanto posio dos gases quentes e da gua: - Aquatubulares (Aquotubulares) - Flamotubulares (Fogotubulares, Pirotubulares)NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Caldeira Aquatubolar fixa VerticalNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Caldeira aquatubular: chamadas caldeiras de paredes de gua ou de tubos de gua. So as mais comuns em se tratando de plantas termeltricas ou gerao de energia eltrica em geral. NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoCALDEIRA AQUATUBULARNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoCaldeira aquatubular de grande porte. NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Caldeira Flamotubular: Tambm conhecidas como Pirotubulares, Fogotubulares ou, ainda, como Tubos de Fumaa, so aquelas nas quais os gases da combusto (fumos) atravessam a caldeira no interior de tubos que se encontram circundados por gua, cedendo calor mesma.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Caldeira FlamotubularNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoCaldeira Flamotubular:NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Existem vrios mtodos de classificao das caldeiras flamotubulares (segundo o uso, a capacidade, a presso, a posio da fornalha, a posio dos tubos, os tamanhos, etc.). Podemos dividi-las em:NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Verticais Com fornalha externa Com fornalha interna Horizontais Com fornalha externa Multitubulares Com fornalha interna Com uma tubulao central (Cornovaglia) Com duas tubulaes (Lancashire) Locomotivas e Locomveis Escocesas Martimas Estacionrias CompactasNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Considera-se "Profissional Habilitado" aquele que tem competncia legal para o exerccio da profisso de engenheiro na atividades referentes a projeto de construo, acompanhamento operao e manuteno, inspeo e superviso de inspeo de caldeiras e vasos de presso, em conformidade com a regulamentao profissional vigente no Pas.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Presso Mxima de Trabalho Permitida - PMTP ou Presso Mxima de Trabalho Admissvel - PMTA o maior valor de presso compatvel com o cdigo de projeto, a resistncia dos materiais utilizados, as dimenses do equipamento e seus parmetros operacionais. NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressoa) vlvula de segurana com presso de abertura ajustada em valor igual ou inferior a PMTA; b) instrumento que indique a presso do vapor acumulado; c) injetor ou outro meio de alimentao de gua, independente do sistema principal, em caldeiras combustvel slido; d) sistema de drenagem rpida de gua, em caldeiras de recuperao de lcalis; e) sistema de indicao para controle do nvel de gua ou outro sistema que evite o superaquecimento por alimentao deficiente.Constitui risco grave e iminente a falta de qualquer um dos seguintes itens: NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressoa) vlvula de segurana com presso de abertura ajustada em valor igual ou inferior a PMTA; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressob) instrumento que indique a presso do vapor acumulado; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso c) injetor ou outro meio de alimentao de gua, independente do sistema principal, em caldeiras combustvel slido;NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso d) sistema de drenagem rpida de gua, em caldeiras de recuperao de lcalis;NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso e) sistema de indicao para controle do nvel de gua ou outro sistema que evite o superaquecimento por alimentao deficiente.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Toda caldeira deve ter afixada em seu corpo, em local de fcil acesso e bem visvel, placa de identificao NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoToda caldeira deve possuir, no estabelecimento onde estive instalada, a seguinte documentao, devidamente: "Pronturio da Caldeira "Registro de Segurana "Projeto de Instalao "Projetos de Alterao ou Reparo "Relatrios de InspeoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoPara os propsitos desta NR, as caldeiras so classificadas em 3 (trs) categorias, conforme segue:a) A so aquelas cuja presso de operao igual ou superiora 1960 KPa (19.98 Kgf/cm2); b)C so aquelas cuja presso de operao igual ou inferior a 588 KPa (5.99 Kgf/cm2) e o volume interno igual ou inferior a 100 (cem) litros; c) B so todas as caldeiras que no se enquadram nas categorias anteriores. NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso As caldeiras de qualquer estabelecimento devem ser instaladas em "Casa de Caldeiras" ou em local especfico para tal fim, denominado "rea de Caldeiras".NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso As caldeiras classificadas na categoria A devero possuir painel de instrumentos instalados em sala de controle, construda segundo o que estabelecem as Normas Regulamentados aplicveis.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoToda caldeira deve possuir "Manual de Operao" atualizado, em lngua portuguesa, em local de fcil acesso aos operadores, contendo no mnimo:a) procedimentos de partidas e paradas;b) procedimentos e parmetros operacionais de rotina;c) procedimentos para situaes de emergncia;d) procedimentos gerais de segurana, sade e de preservao do meio ambiente.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoPara efeito desta NR, ser considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma das seguintes condies:a) possuir certificado de "Treinamento de Segurana na Operao de Caldeiras" e comprovao de estgio prtico;b) possuir certificado de "Treinamento de Segurana na Operao de Caldeiras" previsto na NR 13;c) possuir comprovao de pelo menos 3 (trs) anos de experincia nessa atividade, at 08 de maio de 1984.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso O pr-requisito mnimo para participao como aluno, no "Treinamento de Segurana na Operao de Caldeiras" o atestado de concluso do 1 grau.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoO "Treinamento de Segurana na Operao de Caldeiras" deve, obrigatoriamente:a) ser supervisionado tecnicamente por "Profissional Habilitado";b) ser ministrado por profissionais capacitados para esse fim;c) obedecer, no mnimo, ao currculo proposto no Anexo I-A desta NR.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoTodo operador de caldeira deve cumprir um estgio prtico, na operao da prpria caldeira que ir operar, o qual dever ser supervisionado, documentado e ter durao mnima de: a) caldeiras da categoria A: 80 (oitenta) horas;b) caldeiras da categoria B: 60 (sessenta) horas;c) caldeiras da categoria C: 40 (quarenta) horas.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoTodos os reparos ou alteraes em caldeiras devem respeitar o respectivo cdigo do projeto de construo e as prescries do fabricante no que se refere a: materiais; procedimentos de execuo; procedimentos de controle de qualidade; qualificao e certificao de pessoal.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso As caldeiras devem ser submetidas a inspees de segurana inicial, peridica e extraordinria, sendo considerado condio de risco grave e iminente o no atendimento aos prazos estabelecidos nesta NR.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso A inspeo de segurana inicial deve ser feita em caldeiras novas, antes da entrada em funcionamento, no local de operao, devendo compreender exames interno e externo, teste hidrosttico e de acumulao.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Ao completar 25 (vinte e cinco) anos de uso, na sua inspeo subseqente, as caldeiras devem ser submetidas a rigorosa avaliao de integridade para determinar a sua vida remanescente e novos prazos mximos para inspeo, caso ainda estejam em condies de uso.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso40 meses18 meses30 mesesEstabelecimento com Servio Prprio de Inspeo de Equipamentocertificado12 meses12 mesesou24 meses com testes de vlvulas de segurana a cada 12 meses (exceto caldeira de recuperao de lcalis)Estabelecimento sem Servio Prprio de Inspeo de EquipamentoCertificado EspecialCategoria B e CCategoria AO quadro resume os prazos mximos estabelecidos para inspeo de caldeiras.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso A inspeo de segurana deve ser realizada por "Profissional Habilitado", ou por "Servio Prprio de Inspeo de Equipamentos. Inspecionada a caldeira, deve ser emitido "Relatrio de Inspeo", que passa a fazer parte da sua documentao.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso13.6 Vasos de presso - disposies gerais. Vasos de presso so equipamentos que contm fluidos sob presso interna ou externa. NR 13 - Vasos de PressoConstitui risco grave e iminente a falta de qualquer um dos seguintes itens:a) vlvula ou outro dispositivo de segurana com presso de abertura ajustada em valor igual ou inferior PMTA, instalada diretamente no vaso ou no sistema que o inclui; b) dispositivo de segurana contra bloqueio inadvertido da vlvula quando esta no estiver instalada diretamente no vaso; c) instrumento que indique a presso de operao. NR 13 - Vasos de PressoNR 13 - Vasos de PressoNR 13 - Vasos de Presso Todo vaso de presso deve ser instalado de modo que todos os drenos, respiros, bocas de visita e indicadores de nvel, presso e temperatura, quando existentes, sejam facilmente acessveis.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoQuando os vasos de presso forem instalados em ambientes confinados, a instalao deve satisfazer os seguintes requisitos:a) dispor de pelo menos 2 (duas) sadas amplas, permanentemente desobstrudas e dispostas em direes distintas; b) dispor de acesso fcil e seguro para as atividades de manuteno, operao e inspeo, sendo que, para guarda-corpos vazados, os vos devem ter dimenses que impeam a queda de pessoas; c) dispor de ventilao permanente com entradas de ar que no possam ser bloqueadas; d) dispor de iluminao conforme normas oficiais vigentes; e) possuir sistema de iluminao de emergncia. NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoClassificao dos Vasos de Presso 1.1 - Os fluidos contidos nos vasos de presso so classificados conforme descrito a seguir: CLASSE A : - Fluidos inflamveis; - Combustvel com temperatura superior ou igual a 200C - Fluidos txicos com limite de tolerncia igual ou inferior a 20 ppm; - Hidrognio; - Acetileno.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso CLASSE B : - Fluidos combustveis com temperatura inferior a 200C - Fluidos txicos com limite de tolerncia superior a 20 ppm.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso CLASSE C : Vapor de gua, gases asfixiantes simples ou ar comprimido.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso CLASSE D : gua ou outros fluidos no enquadrados nas classes A, B ou C, com temperatura superior a 50CNR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressoa) 300 (trezentas) horas para vasos de categorias I ou II;b) 100 (cem) horas para vasos de categorias III, IV ou V.Todo profissional com "Treinamento de Segurana na Operao de Unidade de Processo" deve cumprir estgio prtico, supervisionado, na operao de vasos de presso com as seguintes duraes mnimas:NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoO estabelecimento onde for realizado o estgio prtico supervisionado deve informar previamente representao sindical da categoria profissional predominante no estabelecimento: a) perodo de realizao do estgio;b) entidade, empresa ou profissional responsvel pelo "Treinamento de Segurana na Operao de Unidade de Processo";c) relao dos participantes do estgio.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Os vasos de presso devem ser submetidos a inspees de segurana inicial, peridica e extraordinria.20 ANOS10 ANOS5 ANOSV16 ANOS8 ANOS4 ANOSIV12 ANOS6 ANOS3 ANOSIII8 ANOS4 ANOS2 ANOSII6 ANOS3 ANOS1 ANOITESTE HIDROSTTICOEXAME INTERNOEXAME EXTERNOCATEGORIA DO VASOPara estabelecimentos que no possuam Servio Prprio de Inspeo de Equipamentos, conforme citado no Anexo II:NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoPara estabelecimentos que possuam Servio Prprio de Inspeo de Equipamentos, conforme citado no Anexo II a critrioa critrio7 ANOSVa critrio12 ANOS6 ANOSIVa critrio10 ANOS5 ANOSIII16 ANOS8 ANOS4 ANOSII12 ANOS6 ANOS3 ANOSITESTE HIDROSTTICOEXAME INTERNOEXAME EXTERNOCATEGORIA DO VASONR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso ANEXO I-B CURRCULO MNIMO PARA TREINAMENTO DE SEGURANA NA OPERAO DE UNIDADES DE PROCESSO 1. NOES DE GRANDEZAS FSICAS E UNIDADES Carga horria: 04 horas 1.1. Presso 1.1.1. Presso atmosfrica 1.1.2. Presso interna de um vaso 1.1.3. Presso manomtrica, presso relativa e presso absoluta. 1.1.4. Unidades de presso 1.2. Calor e Temperatura 1.2.1. Noes gerais: o que calor, o que temperatura 1.2.2. Modos de transferncia de calor 1.2.3. Calor especfico e calor sensvel 1.2.4. Transferncia de calor a temperatura constante 1.2.5. Vapor saturado e vapor superaquecido 2. EQUIPAMENTOS DE PROCESSO Carga horria: estabelecida de acordo com a complexidade da unidade, mantendo um mnimo de 4 horas por item, onde aplicvel. 2.1. Trocadores de calor 2.2. Tubulao, vlvulas e acessrio. 2.3. Bombas 2.4. Turbinas e ejetores 2.5. Compressores 2.6. Torres, vasos, tanques e reatores. 2.7. Fornos 2.8. CaldeirasNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoAuto claves Autoclave um aparelho utilizado para esterilizar artigos atravs do calor hmido sob presso. NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoAuto claves O equipamento consiste em uma cmara de ao inoxidvel, comum ou duas portas, contendo vlvula de segurana, manmetro de presso e indicador de temperatura. o processo mais utilizado em hospitais e o mais econmico para esterilizao de artigos termorresistentes.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso esterilizao em autoclave o processo que maior segurana oferece, devendo ser utilizado para esterilizao de artigos que no sejam sensveis ao calor e ao vapor.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso O princpio bsico da esterilizao por calor mido a exposio do material a vapor saturado seco em temperatura, presso e tempo necessrio. A umidade e calor desnaturam irreversivelmente enzimas e protenas estruturais, destruindo os microrganismos.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso A esterilizao a vapor sempre por autoclaves e a remoo do ar que diferencia os tipos de autoclaves. Sistema de operao: A esterilizao por vapor saturado seco sob presso se faz em cinco fases: - Remoo do ar da cmara; - Admisso do vapor; - Exposio dos artigos (tempo de penetrao, esterilizao e confiana); - Exausto do vapor; - Secagem da carga.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso So dois tipos de autoclaves que esterilizam por calor mido: Gravitacional - Pr-vcuoNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Gravitacional O ar removido por gravidade, o ar frio (mais denso) forado pela injeo de vapor e tende a sair por um ralo colocado na parte inferior da cmara, quando o vapor admitido. um processo lento e favorece a permanncia residual do ar, podendo ocorrer bolhas. O ciclo deve ser mais longo, para que o vapor penetre em todos os materiais.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Pr-vcuo Por meio da bomba de vcuo contida na aparelho, o ar removido do material e da cmara, podendo ter um ou trs ciclos pulsteis, o que favorece a penetrao mais rpida do vapor dentro dos pacotes. Aps a esterilizao, a bomba a vcuo faz a suco do vapor e da umidade interna da carga, tornando a secagem mais rpida e completando o ciclo.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoMecanismo de ao O processo baseia-se na transformao das partculas de gua em vapor, sob a mesma temperatura. A atividade esterelizante da autoclave tem como princpio a morte celular pela coagulao das protenas bacterianas, por meio do calor, de modo que o microrganismo perde suas funes vitais.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoTempo: pode variar de trs a 30 minutos,de acordo com a temperatura o tipo deequipamento utilizados. Temperatura e tempo de exposio: - Gravitacional: 132 135 C 10 25 min; 121 123 C 15 30 min; - Pr-Vcuo: 132 135 C 3 5 min.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Esta NR deve ser aplicada aos seguintes equipamentos: qualquer vaso cujo produto P.V seja superior a 8 (oito) onde P a mxima presso de operao em kPa e V o seu volume geomtrico interno em m3 incluindo: NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso permutadores de calor, evaporadores e similares; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso vasos de presso ou partes sujeitas a chama direta que no estejam dentro do escopo de outras NRs, nem do item 13.1. desta NR; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso vasos de presso encamisados, incluindo refervedores e reatores; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso autoclaves e caldeiras de fluido trmico que no o vaporizem. NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso b) vasos que contenham fluido da classe A, especificados no Anexo IV, independente das dimenses e do produto P.V. (P=Presso Mxima e V= volume geomtrico) Fluidos inflamveis; Fluidos txicos; - Hidrognio - AcetilenoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoEsta NR no se aplica aos seguintes equipamentos: cilindros transportveis, vasos destinados ao transporte de produtos, reservatrios portteis de fluido comprimido e extintores de incndio; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso os destinados ocupao humana; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso cmara de combusto ou vasos que faam parte integrante de mquinas rotativas ou alternativas, tais como bombas, compressores, turbinas, geradores, motores, cilindros pneumticos e hidrulicos e que no possam ser caracterizados como equipamentos independentes; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso dutos e tubulaes para conduo de fluido; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso serpentinas para troca trmica; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso tanques e recipientes para armazenamento e estocagem de fluidos no enquadrados em normas e cdigos de projeto relativos a vasos de presso; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso vasos com dimetro interno inferior a 150 (cento e cinqenta) mm para fluidos da classe B, C e D, conforme especificado no Anexo IV.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoEXPLOSO EM CALDEIRA NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoEXPLOSO EM CALDEIRA A caldeira envolvida no acidente era uma caldeira aquatubular com economizador e superaquecedor. A superfcie total de aquecimento era de 2203 ps quadrados, presso de projeto 12000 Kpa e produzia 160 Ton. de vapor / hora . Os queimadores possuam um sistema de bicos que permitia a queima de 8 diferentes tipos de combustvel.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoEXPLOSO EM CALDEIRA NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNa noite de 09 de Dezembro de 2000, as 02:30, 3 pessoas estavam tentando dar partida (re-start) na caldeira quando ocorreu uma exploso dentro da cmara de combusto da caldeira. As 3 pessoas ficaram gravemente feridas, com mais de 50% da rea de corpo queimados por queimaduras de segundo grau.INTRODUONR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Duas destas pessoas subseqentemente morreram no hospital: 1 Operador de 23 anos de idade. 1 Operadora de 21 anos de idade.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoFOTOS DA CALDEIRA APS A EXPLOSONR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoA caldeira estava operando queimando GLP. Uma ordem noturna foi dada para acender os queimadores de Diesel na caldeira. As 3 pessoas acidentadas tentaram acender o queimador de diesel a partir das 00:30. Eles fizeram diversas tentativas, mas no obtiveram sucesso.As 2:20, eles tentaram acender novamente os queimadores de diesel. Entretanto, a caldeira sofreu um trip e apagou.Na tentativa de reacendimento da caldeira com GLP, a exploso ocorreu. NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoA caldeira estava em fase de comissionamento no momento do acidente. Procedimentos escritos estavam disponveis para partida a frio e a quente de caldeiras.Investigaes revelaram que a equipe de partida encontrou dificuldades para o acendimento da caldeira com GLP algum tempo antes. Para superar o problema, eles improvisaram um mtodo de partida com um by-passs manual.Este mtodo de by-pass no era o mesmo constante nos procedimentos operacionais.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoO mtodo de by-pass foi usado pela equipe de partida como uma mediada temporria, e eles pararam de usa-lo quando uma soluo definitiva para o problema foi encontrada.Este mtodo foi utilizado apenas pela equipe de partida e nenhum operador foi instrudo para utiliza-los.Investigaes mostraram que operadores estavam presentes quando este mtodo de partida foi usado. Na realidade , este mtodo foi utilizado em diversas ocasies subsequentes pelos operadores de processo. NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoSistema Interno de Gerenciamento de Segurana CorporativaInvestigaes revelaram que o S.M.S. no estava efetivamente implementado na planta antes do acidente. No houve aprovao formal pelo Gerenciamento de Mudanas para o uso do mtodo de by-pass temporrio. O mtodo de by-pass temporrio requeria a abertura das 2 vlvulas de by-pass das XVs. Neste caso, no havia controle de falha para o caso de apagamento de chama. Procedimentos estabeleciam que deveria haver aprovao formal da gerncia para permitir a remoo do selo das vlvulas de by-pass.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoSistema Interno de Gerenciamento de Segurana Corporativa Foi recomendado fazer reviso de segurana pr-partida para a caldeira (Pre-Startup Safety Review ) . Entretanto, durante a investigao no foi encontrado nenhum documento que evidenciasse que esta reviso tivesse sido feita. Foi descoberto que as vlvulas de by-pass das XVs no possuam nenhum selo de segurana quando a equipe de partida implementou o mtodo de partida com by-pass. No se descobriu porque no havia selo de segurana nestas vlvulas de by-pass.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoTreinamento e ExperinciaFoi ministrado a todos operadores 8 meses de um programa de orientao e treinamento. Isto inclua treinamento em SMS. Os 2 operadores mortos eram operadores de processo, porm no eram operadores certificados para operao de caldeiras. O supervisor ferido que sobreviveu era certificado como operador de caldeira de 1a classe.O supervisor ferido alegou que tinha medo do mtodo de by-pass e admitiu que o mesmo estava sendo usado em 9 de Dezembro. Ele tambm sentia que o treinamento dado a ele era insuficiente para operar a caldeira.NR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso Investigaes no local confirmaram que as 2 vlvulas de by-pass das XVs estavam 50% abertas. Isto confirma que o mtodo de by-pass foi utilizado para reestartar a caldeira. Registros de dados confirmam que a vlvula principal de controle de GLP (FCV A) estava 66% aberta no momento imediatamente anterior exploso. As vlvulas de bloqueio a jusante e a montante da vlvula principal de controle de GLP (FCV A) estavam 100% abertas. Houve portanto um alinhamento que permitiu a entrada de grande quantidade de GLP para a cmara de combusto, resultando na exploso da caldeira. NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de Presso CAUSAS DO ACIDENTE Uso de um mtodo temporrio de by-pass para reestartar uma caldeira aps o seu trip. As 2 vlvulas de by-pass das vlvulas de trip (XVs) estavam abertas, sem que as 2 vlvulas de bloqueio da vlvula de controle principal (FCV A) de GLP tivessem sido fechadas. No cumprimento de requisitos e procedimentos internos de SMS da companhia:- Uso de um mtodo no autorizado de by-pass- Remoo do selo de segurana das vlvulas de by-pass.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoLIES APRENDIDAS Todas pessoas envolvidas na operao de caldeiras devem seguir procedimentos operacionais seguros. Autorizao formal deve ser obtida antes de introduzir modificaes no sistema da caldeira ou nos seus procedimentos. Deve-se assegurar que todo pessoal envolvido na operao receba adequado treinamento e superviso. Deve-se assegurar documentao apropriada.NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoAES TOMADASA empresa foi instruda para levar a cabo uma inspeo do remanescente da caldeira e executar os trabalhos de recuperao de forma a assegurar condies seguras de operao. A empresa tambm reviu seu sistema e recertificou-o.Eles tambm revisaram e auditaram seu sistema interno de SMS para identificar e corrigir fraquezas e lacunas. NR 13 - Caldeiras e Vasos de PressoNo negligencie a operao de suas caldeiras apenas porque elas operam automaticamente. OBRIGADO

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