MINISTÉRIO DAS CIDADES GABINETE DO ?· pelo Ministério das Cidades, e as premissas do Programa de…

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  • MINISTRIO DAS CIDADES GABINETE DO MINISTRO

    INSTRUO NORMATIVA N 24, DE 14 DE JUNHO DE 2011

    Regulamenta, no mbito do Ministrio das Cidades, o

    Processo Seletivo Simplificado para contratao

    relativa aos exerccios de 2011 e 2012 de operaes de

    crdito para a execuo de aes de saneamento bsico

    a que se refere o art. 9-B da Resoluo n 2.827, de 30

    de maro de 2001, do Conselho Monetrio Nacional,

    suas alteraes e aditamentos - Muturios Pblicos.

    O MINISTRO DE ESTADO DAS CIDADES, no uso das atribuies que lhe

    conferem os incisos I e II, do pargrafo nico do art. 87 da Constituio Federal, o inciso III do

    art. 27 da Lei n 10.683, de 28 de maio de 2003, e o art. 1 do Anexo I do Decreto n 4.665, de 3

    de abril de 2003, e

    Considerando o art. 6 da Lei n 8.036, de 11 de maio de 1990, e o art. 66 do

    Decreto n 99.684, de 08 de novembro de 1990, que aprova o Regulamento Consolidado do

    Fundo de Garantia do Tempo de Servio;

    Considerando o disposto na Lei n 1.628, de 20 de junho de 1952, e na Lei n

    5.662, de 21 de junho de 1971;

    Considerando o disposto na Lei n 11.445, de 05 de janeiro de 2007;

    Considerando o disposto no art. 9-B da Resoluo n 2.827, de 30 de maro de

    2001, do Conselho Monetrio Nacional e suas alteraes e aditamentos;

    Considerando o disposto nas Resolues n 40, de 20 de dezembro de 2001, e n

    43, de 21 de dezembro de 2001, com suas alteraes e aditamentos, ambas do Senado Federal;

    Considerando o disposto na Resoluo n 460, de 14 de dezembro de 2004, suas

    alteraes e aditamentos, na Resoluo n 476, de 31 de maio de 2005, alterada pela Resoluo

    n 647, de 14 de dezembro de 2010, e demais alteraes e aditamentos, na Resoluo n 610, de

    27 de outubro de 2009, e na Resoluo n 644, de 09 de novembro de 2010, todas do Conselho

    Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Servio - FGTS;

    Considerando a 2 Etapa do Programa de Acelerao do Crescimento - PAC,

    lanada em 29 de maro de 2010, com previso de investimentos em aes de saneamento, no

    perodo de 2010 a 2014, incluindo recursos provenientes de fontes de recursos onerosos, resolve:

  • Art. 1 Regulamentar, nos termos do Anexo I, o Processo de Seleo Simplificada

    para a contratao relativa aos exerccios de 2011 e 2012 de operaes de crdito para a

    execuo de aes de saneamento enquadradas no art. 9-B, da Resoluo n 2.827, de 30 de

    maro de 2001, do Conselho Monetrio Nacional, suas alteraes e aditamentos, com recursos

    do Fundo de Garantia do Tempo de Servio - FGTS e de outras fontes de financiamento.

    Art. 2 Regulamentar, nos termos dos Anexos II e III, os critrios de Seleo das

    modalidades previstas na Resoluo n 2.827, de 30 de maro de 2001 e suas alteraes e

    aditamentos.

    Art. 3 Estabelecer, nos termos do Anexo IV, o cronograma para seleo,

    habilitao e contratao das operaes crdito de saneamento nas modalidades previstas no art.

    9-B, da Resoluo n 2.827, de 30 de maro de 2001, do Conselho Monetrio Nacional,suas

    alteraes e aditamentos.

    Art. 4 Os casos omissos sero solucionados pela Secretaria Nacional de

    Saneamento Ambiental ou por normativos complementares.

    Art. 5 Esta Instruo Normativa entra em vigor na data de publicao.

    MRIO NEGROMONTE

    Este texto no substitui o publicado no DOU de 15/6/2011, seo I, p.58.

    ANEXO I

    PROCESSO DE SELEO SIMPLIFICADA DE OPERAES DE CRDITO,

    NO MBITO DO ART. 9-B DA RESOLUO N 2.827/2001 DO CONSELHO

    MONETRIO NACIONAL, SUAS ALTERAES E ADITAMENTOS

    1. DOS ASPECTOS GERAIS

    1.1 O presente Anexo regulamenta o Processo de Seleo Simplificado para

    contratao em 2011 e 2012 de propostas de operao de crdito para saneamento bsico no

    mbito do art. 9-B da Resoluo n 2.827, de 30 de maro de 2001, do Conselho Monetrio

    Nacional (CMN), suas alteraes e aditamentos.

    1.2 Considerados o Fundo de Garantia do Tempo de Servio - FGTS e as demais

    fontes, incluindo FAT/BNDES, sero habilitadas propostas de operao de crdito selecionadas

    at o montante de recursos disponveis para contratao em cada modalidade, dentro do limite

    autorizado pelo Conselho Monetrio Nacional (CMN), observada a seleo resultante do

    processo de habilitao.

    1.3 O Processo de Seleo Simplificada, objeto desta Instruo Normativa, se

    aplica somente a Muturios Pblicos.

    1.4 Diante do fato de que o presente Processo Seletivo se aplica aos

    empreendimentos que sero inseridos no Programa de Acelerao do Crescimento, 2 etapa, e

  • que a seleo das fontes onerosas, financiamento, de responsabilidade do Ministrio das Cidades,

    e no onerosas, Oramento Geral da Unio (OGU), de responsabilidade da Fundao Nacional

    de Sade - Funasa, do Ministrio da Sade, ocorrero de maneira simultnea, poder, durante o

    processo seletivo, ocorrer o aproveitamento, na seleo de financiamento, de Cartas-Consultas

    que, inicialmente, foram enviadas na fonte de recursos no onerosas.

    2 DAS ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO

    O Processo Seletivo Simplificado objeto desta Instruo Normativa

    ser realizado em 03 (trs) etapas:

    i. Enquadramento das propostas apresentadas, por meio de Cartas Consultas, em

    sistema eletrnico do Ministrio das Cidades;

    ii. Pr-seleo das Cartas Consultas eletrnicas;

    iii. Seleo das propostas, a partir de entrevistas tcnicas e averiguao dos

    projetos de engenharia e demais documentaes tcnicas.

    3 DAS MODALIDADES

    As propostas de operao de crdito, objeto desta Instruo Normativa, devem se

    enquadrar nas seguintes modalidades:

    a) abastecimento de gua;

    b) esgotamento sanitrio;

    3.1 As propostas, independentemente da fonte de recursos onerosos, FGTS e

    outras fontes, devero ser elaboradas, de modo a atender os dispositivos previstos, para cada

    modalidade, na Instruo Normativa n 02, de 21 de janeiro de 2011, do Ministro de Estado das

    Cidades, que regulamenta os procedimentos e as disposies relativas s operaes de crdito no

    mbito do Programa "Saneamento para Todos", salvo requisitos especficos estabelecidos nesta

    Instruo Normativa.

    3.1.1 No caso de utilizao de outras fontes onerosas diferentes do Fundo de

    Garantia do Tempo de Servio - FGTS, se aplicar, nos contratos de financiamento, as regras

    especficas relativas fonte utilizada, no que se refere taxa de juros, prazo de carncia e de

    amortizao e outros encargos financeiros.

    3.2 Na elaborao das propostas devero ser observados os critrios de

    elegibilidade estabelecidos no item 4.

    3.2.1 Sero excludas do Processo Seletivo as propostas de operaes de crdito

    que no sejam enquadradas nas modalidades previstas ou que no tenham como beneficirios os

    municpios elegveis estabelecidos no item 4.

    4. DOS CRITRIOS DE ELEGIBILIDADE

    Para efeito do presente processo seletivo, sero selecionadas somente as propostas

    que beneficiem os municpios com populao total inferior a 50 mil habitantes (Censo

    IBGE/2010), exceto os integrantes das 12 regies metropolitanas prioritrias.

  • 4.1 Para efeito desta Instruo Normativa, so consideradas prioritrias as

    seguintes regies metropolitanas: Porto Alegre - RS, Curitiba - PR, So Paulo - SP, Campinas -

    SP, Baixada Santista - SP, Rio de Janeiro - RJ, Regio Integrada de Desenvolvimento do Distrito

    Federal - RIDE/DF, Salvador - BA, Belo Horizonte - MG, Fortaleza - CE, Recife - PE e Belm -

    PA.

    5. DOS REQUISITOS BSICOS DAS PROPOSTAS

    Na elaborao das propostas, os proponentes devero levar em considerao os

    aspectos e dispositivos que disciplinam as fontes de recursos onerosos, financiamento, geridas

    pelo Ministrio das Cidades, e as premissas do Programa de Acelerao do Crescimento -PAC,

    2 etapa, de priorizar empreendimentos que:

    a) complementem empreendimentos iniciados na primeira fase do Programa de

    Acelerao do Crescimento - PAC 1;

    b) promovam a universalizao dos servios de abastecimento de gua e de coleta

    e tratamento de esgotos sanitrios urbanos;

    c) promovam a mitigao de danos ambientais, especialmente em reas de

    mananciais, de preservao ambiental ou permanente, causados pela atividade antrpica;

    d) atendam a demandas estruturantes, em especial, que beneficiem mais de um

    municpio, incluindo servios em que a gesto estiver organizada na forma de Consrcios

    Pblicos Intermunicipais;

    e) possuam projeto bsico de engenharia desenvolvido, incluindo o

    equacionamento das questes ambientais e de titularidade de reas, de modo a permitir o incio

    das obras no curto prazo.

    5.1 No sero aceitas propostas em que os projetos tcnicos, se implantados, no

    garantam a plena funcionalidade das obras e o benefcio imediato para a populao. vedado a

    aquisio de materiais, equipamentos novos ou terrenos destinados exclusivamente para a

    execuo de instalaes ou servios futuros.

    5.2 H limitao do nmero de propostas que cada proponente poder enviar,

    conforme as condies enumeradas a seguir:

    a) Os proponentes municipais podero apresentar, para cada modalidade, na fonte

    financiamento, no mximo 02 Cartas Consultas;

    b) No caso do proponente ser o Governo Estadual ou Prestador Regional ou

    Microrregional de servios de saneamento, podero ser apresentadas quantas propostas julgarem

    conveniente, desde que observado nmero mximo de 02 Cartas Consultas por modalidade e por

    municpio beneficiado;

    c) Caso algum proponente encaminhe propostas em quantidade superior

    admitida nas alneas "a" e "b" do Item 5.2, sero consideradas, para efeito do processo seletivo,

    apenas as ltimas propostas enviadas at o limite estabelecido nas referidas alneas; e

  • d) No sero aceitas Cartas-Consultas que beneficiem mais de um municpio,

    exceto quando tratar de sistemas e solues integradas de carter multimunicipal. Neste caso

    dever constar na Carta Consulta a relao de todos os municpios a serem beneficiados.

    5.3 No sero aceitas propostas com valor de investimento inferior R$

    1.000.000,00 (um milho de reais).

    5.4 Independente das fontes de recursos do financiamento (FGTS e outras), as

    propostas devero atender os requisitos de contrapartida mnima estabelecidos na Instruo

    Normativa n 02, de 21 de janeiro de 2011, do Ministro de Estado das Cidades.

    5.5 Na elaborao das propostas, os proponentes devero observar, para cada

    modalidade, as condies e disposies previstas na Instruo Normativa n 02, de 21 de janeiro

    de 2011, do Ministro de Estado das Cidades, e as demais condies previstas nesta Instruo

    Normativa.

    5.6 Nas intervenes em que ocorra a necessidade de remoo e de

    reassentamento de famlias, as propostas tcnicas devero prever, em item especfico do Quadro

    de Composio do Investimento - QCI da Carta Consulta, alm do valor relacionado produo

    habitacional, os valores das obras de infraestrutura associadas.

    5.6.1 As aes de reassentamento, bem como sua infraestrutura, devem ser

    custeadas por operaes firmadas ou a serem firmadas no mbito do Programa Minha Casa

    Minha Vida do Fundo de Arrendamento Residencial - PMCMV/FAR, contratada diretamente

    pelo agente financeiro com as empresas construtoras.

    5.6.2 Nos casos em que se comprovar invivel a execuo das intervenes de

    remoo e reassentamento de famlias, por intermdio de operaes do Programa Minha Casa

    Minha Vida - PMCMV/FAR, estas podero ser custeadas no contrato de financiamento da

    operao de saneamento.

    5.6.2.1 A inviabilidade dever ser comprovada mediante justificativa do

    proponente e parecer conclusivo do agente financeiro.

    6 DOS REQUISITOS INSTITUCIONAIS

    O atendimento dos requisitos institucionais condio bsica para o

    enquadramento das propostas.

    A Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental - SNSA do Ministrio das

    Cidades verificar os requisitos institucionais mnimos relativos prestao dos servios,

    estabelecidos para cada modalidade, conforme enumerado a seguir:

    6.1 Nas modalidades de abastecimento de gua e esgotamento sanitrio ser

    requerida:

    6.1.1 A comprovao do efetivo funcionamento de rgo prestador de servios,

    constitudo sob a forma de autarquia, empresa pblica, sociedade de economia mista ou

    consrcio pblico de direito pblico, executando poltica de recuperao dos custos dos servios,

    atravs do efetivo lanamento de tarifas ou outros preos pblicos legalmente institudos.

  • 6.1.1.1 No caso de autarquia, a comprovao de que trata o item 6.1.1 ser

    realizada mediante apresentao da Lei de criao.

    6.1.1.2 No caso de empresa pblica ou sociedade de economia mista, a

    comprovao de que trata o item 6.1.1 ser realizada mediante a apresentao da Lei autorizativa

    de criao.

    6.1.1.3 No caso de consrcio pblico, a comprovao de que trata o item 6.1.1

    ser realizada mediante apresentao do estatuto aprovado pelos consorciados e do contrato a

    que se refere o art. 3, da Lei n 11.107, de 06 de abril de 2005, caso constitudo aps esta data.

    6.1.1.4 facultado Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental solicitar,

    durante o Processo Seletivo, o balano financeiro e patrimonial de 2010 do rgo prestador de

    servio, caso julgue conveniente.

    6.1.2 A comprovao da regularidade da outorga ou da delegao da prestao

    dos servios que tenha como prestador:

    a) autarquia, empresa pblica ou sociedade de economia mista controlada pelo

    Municpio, onde o servio prestado, mediante apresentao da Lei de criao ou Lei

    autorizativa correspondente;

    b) autarquia estadual, empresa pblica ou sociedade de economia mista controlada

    por Estado, realizada mediante apresentao do contrato de concesso, contrato de programa ou

    do convnio de delegao, observado o disposto nas Leis n 8.987/1995, n 11.107/2005 e n

    11.445/2007;

    c) consrcio pblico, realizada mediante apresentao do contrato de programa,

    estabelecido aps a Lei n 11.107/2005.

    6.1.2.1 O item 6.1.2 no ser adotado como critrio para o enquadramento da

    proposta

    6.1.3 A comprovao, pelo prestador dos servios de abastecimento de gua e/ou

    de esgotamento sanitrio, de que executa poltica de recuperao de custos dos servios, por

    meio do efetivo estabelecimento de tarifas, capaz de cobrir os encargos financeiros e a

    amortizao do financiamento em questo.

    6.1.3.1 A comprovao do requisito do item 6.1.3 ser feita mediante a

    apresentao de contas ou faturas emitidas pela prestao dos servios durante o exerccio de

    2011.

    6.1.3.2 facultado a Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental solicitar,

    durante o processo seletivo, informaes adicionais sobre a poltica de recuperao de custos,

    caso julgue necessrio.

    6.1.4 No caso do tomador do financiamento no ser o prestador de servio, h a

    necessidade de ser firmado Termo de Compromisso entre estes, estabelecendo que o prestador

    dos servios tem conhecimento do empreendimento e que a implantao do mesmo ser por ele

    supervisionada, assumindo ainda o compromisso de operar e manter as obras e servios

    implantados.

  • 6.1.4.1 O Termo de Compromisso previsto no Item 6.1.4 no ser impeditivo para

    o enquadramento da proposta durante a fase de Pr-seleo das Cartas Consultas. No entanto,

    dever ser apresentado at a fase de entrevista tcnica prevista no cronograma constante do

    Anexo IV.

    6.2 A documentao dos requisitos institucionais exigidos no item 6 desta

    Instruo Normativa dever ser encaminhada Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental,

    pelos proponentes muturios, no perodo estabelecido no cronograma do Anexo IV.

    7 DO PROCEDIMENTO PARA O CADASTRAMENTO DAS PROPOSTAS

    O Processo de Seleo Simplificado compreende um conjunto de procedimentos a

    serem cumpridos pelo proponente muturio, pelo agente financeiro e pelo Ministrio das Cidades

    e ter incio com o cadastramento das propostas pelos proponentes muturios.

    7.1 No cadastramento das propostas, o proponente inscrever Carta Consulta por

    meio do preenchimento de formulrio especfico em sistema eletrnico prprio do Ministrio das

    Cidades, disponvel no stio eletrnico: www.cidades.gov.br

    7.1.1 O preenchimento da Carta Consulta inclui a anexao de documentao

    necessria anlise institucional e tcnica. Maiores informaes sobre o preenchimento podero

    ser obtidas no "Manual de Preenchimento - Carta Consulta - Seleo PAC 2", disponvel no stio

    eletrnico: www.cidades. gov. br/ saneamento/ financiamento/ publico

    7.2 A inscrio de Cartas Consultas ser realizada no perodo previsto no

    cronograma constante do Anexo IV.

    7.3 A documentao de comprovao dos requisitos de viabilidade institucional

    no anexada na Carta Consulta dever ser encaminhada, mediante Ofcio, Secretaria Nacional

    de Saneamento Ambiental do Ministrio das Cidades no perodo previsto no cronograma

    constante do Anexo IV.

    8 DO ENQUADRAMENTO E HIERARQUIZAO DAS PROPOSTAS

    O enquadramento das propostas ser feito pela Secretaria Nacional de

    Saneamento Ambiental do Ministrio das Cidades, verificando:

    a) O atendimento aos requisitos das modalidades previstas no item 3;

    b) O atendimento aos critrios de elegibilidade previstos no item 4;

    c) O atendimento aos requisitos bsicos previstos no item 5;

    d) O atendimento aos requisitos institucionais previstos no item 6;

    8.1 No processo de hierarquizao das propostas sero observados, para cada

    modalidade, os critrios constantes nos Anexos II e III.

    8.2 As propostas hierarquizadas sero submetidas avaliao do Grupo Executivo

    do Programa de Acelerao do Crescimento - GEPAC e pr-selecionadas em funo da demanda

    apresentada, do limite disponvel para contratao com setor pblico e da disponibilidade de

    recursos.

  • 8.3 A Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental poder solicitar aos

    proponentes muturios que tiverem propostas pr-selecionadas a apresentao dos respectivos

    projetos tcnicos de engenharia para averiguao, em carter preliminar, da documentao

    tcnica e da compatibilidade da proposta com a Carta Consulta apresentada e com critrios

    estabelecidos na respectiva modalidade do Programa Saneamento para Todos.

    8.4 O Ministrio das Cidades, aps as etapas referentes ao enquadramento,

    hierarquizao, pr-seleo e averiguao da documentao tcnica, submeter as propostas

    deliberao do Grupo Executivo do Programa de Acelerao do Crescimento - GEPAC.

    9 DA VALIDAO DA PROPOSTA PELO AGENTE FINANCEIRO

    Aps a deliberao do GEPAC, a Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental

    informar aos proponentes muturios e aos agentes financeiros a relao das propostas

    selecionadas e que devero ser objeto de anlise de viabilidade financeira e da anlise tcnica

    pelo respectivo agente financeiro.

    9.1 Os proponentes muturios devero apresentar, junto ao agente financeiro, o

    projeto tcnico de engenharia e demais documentaes tcnicas e institucionais necessrias

    anlise e avaliao dos aspectos tcnicos e de viabilidade financeira e institucional.

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