MINISTRIO DAS CIDADES INSTRUO NORMATIVA (Ministrio das Cidades), do Agente Operador (Caixa Econmica Federal), ... h.6) memorial descritivo; h.7) oramento discriminado; e

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  • MINISTRIO DAS CIDADES

    INSTRUO NORMATIVA N 31, DE 3 DE JULHO DE 2009(Publicada no DOU, em 07/07/09 seo 1, pgs. 114/120)

    Regulamenta o Programa de Atendimento Habitacional atravs do Poder Pblico - PR-MORADIA, e d outras providncias.

    O MINISTRO DE ESTADO DAS CIDADES, no uso de suas atribuies legais, e considerando o art. 6 da Lei n 8.036, de 11 de maio de 1990, o art. 66 do Regulamento Consolidado do Fundo de Garantia do Tempo de Servio - FGTS, aprovado pelo Decreto n 99.684, de 8 de novembro de 1990, com a redao dada pelo Decreto n 1.522, de 13 de junho de 1995, e a Resoluo n 469, de 8 de maro de 2005, do Conselho Curador do FGTS, resolve:

    Art. 1 O Programa de Atendimento Habitacional atravs do Poder Pblico, PR-MORADIA, fica regulamentado na forma dos Anexos I, II, III e IV (IV-A e IV-B) desta Instruo Normativa.

    Art. 2 Os processos de enquadramento, hierarquizao e seleo de propostas de operao de crdito, apresentadas no mbito do PR-MORADIA, referentes ao exerccio oramentrio de 2009, observaro o calendrio estabelecido no Anexo V desta Instruo Normativa.

    Art. 3 Esta Instruo Normativa entra em vigor na data de sua publicao, revogando-se a Instruo Normativa n 16, de 4 de maio de 2007, do Ministrio das Cidades.

    MARCIO FORTES DE ALMEIDA

  • ANEXO IPR-MORADIA

    CONDIES GERAIS

    1 OBJETIVOOferecer acesso moradia adequada populao em situao de

    vulnerabilidade social e com rendimento familiar mensal preponderante de at R$ 1.395,00 (um mil, trezentos e noventa e cinco reais), por intermdio de financiamento a estados, municpios, Distrito Federal ou rgos das respectivas administraes direta ou indireta.

    2 MODALIDADES OPERACIONAISO programa PR-MORADIA ser operado por intermdio das

    modalidades definidas neste item.

    2.1 URBANIZAO E REGULARIZAO DE ASSENTAMENTOS PRECRIOS

    Esta modalidade objetiva a realizao de obras e servios voltados segurana, salubridade e habitabilidade das habitaes, e ainda regularizao jurdico-formal de sua ocupao e uso.

    2.1.1 A modalidade denominada Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios destinada a interveno em rea j ocupada e poder contemplar aes destinadas remoo parcial ou integral da populao nela residente, incluindo seu reassentamento em conjuntos habitacionais a serem produzidos.

    2.1.2 Fica definida como rea de interveno a rea onde se localiza o assentamento precrio objeto da proposta de financiamento.

    2.1.3 Fica definida como rea de reassentamento a rea para onde seja necessrio remanejar as famlias que habitam a rea de interveno.

    2.2 PRODUO E AQUISIO DE CONJUNTOS HABITACIONAIS

    Esta modalidade objetiva a execuo de obras e servios que resultem em unidades habitacionais inseridas em parcelas legalmente definidas de uma rea e dotadas de padres mnimos de habitabilidade, salubridade e segurana definidos pelas posturas municipais.

    2.2.1 Fica definida como rea de interveno a rea onde se pretende produzir o conjunto habitacional objeto da proposta de financiamento.

  • 2.3 DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONALEsta modalidade destinada a propiciar o aumento da eficcia na gesto

    urbana e na implementao de polticas pblicas no setor habitacional, mediante aes que promovam a capacitao tcnica, jurdica, financeira e organizacional da administrao pblica.

    3 PARTICIPANTES E ATRIBUIES BSICASParticiparo do programa PR-MORADIA, alm do Gestor da

    Aplicao (Ministrio das Cidades), do Agente Operador (Caixa Econmica Federal), e dos Agentes Financeiros, por este ltimo habilitados:

    a) estados, municpios, e Distrito Federal ou rgos das respectivas administraes direta ou indireta, na qualidade de muturios; e

    b) populao com rendimento familiar mensal preponderante de at R$ 1.395,00 (um mil, trezentos e noventa e cinco reais), na qualidade de beneficirios finais.

    3.1 Os muturios possuem as seguintes atribuies, alm daquelas inerentes concesso do financiamento:

    a) observar e cumprir a regulamentao que rege o programa PR-MORADIA;

    b) promover aes necessrias ao planejamento, elaborao, implementao e acompanhamento das obras, servios ou aes, na forma que os mesmos venham a ser aprovados;

    c) responsabilizar-se por aportar os valores referentes contrapartida mnima, inclusive aqueles oriundos de terceiros; e

    d) responsabilizar-se pela alocao de recursos adicionais, no previstos no investimento inicial, caso verificada sua necessidade.

    4 ORIGEM DE RECURSOSO programa PR-MORADIA utilizar recursos do Oramento

    Operacional do FGTS, referentes rea oramentria de Habitao Popular.

    4.1 A distribuio dos recursos alocados ao programa ser efetuada pelo Gestor da Aplicao.

    4.1.1 A distribuio dos recursos observar os critrios de enquadramento, hierarquizao e seleo de propostas de financiamento, estabelecidos no item 5 deste Anexo, limitado ao Oramento Operacional do FGTS vigente no exerccio.

  • 5 ENQUADRAMENTO, HIERARQUIZAO, SELEO E CONTRATAO DE PROPOSTAS DE FINANCIAMENTOObjetivando sua participao no programa, os estados, municpios,

    Distrito Federal ou rgos das respectivas administraes direta ou indireta encaminharo:

    a) carta-consulta, a qualquer um dos Agentes Financeiros habilitados pelo Agente Operador; e

    b) sntese da interveno, ao Gestor da Aplicao, exclusivamente nos casos de propostas enquadradas nas modalidades Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais.

    5.1 O processo de habilitao dos Agentes Financeiros observar, alm da regulamentao do Agente Operador, o cumprimento da legislao especfica que define os limites das operaes de crdito de cada instituio financeira com rgos e entidades do setor pblico.

    5.2 A participao no programa est vinculada ao cumprimento cumulativo, pelos estados, municpios, Distrito Federal ou rgos das respectivas administraes direta ou indireta, das etapas referentes aos processos de enquadramento, hierarquizao, seleo e contratao definidos neste item.

    5.3 Os modelos de carta-consulta, a serem preenchidos de acordo com a modalidade operacional pretendida, e o contedo da sntese da interveno encontram-se definidos no Anexo IV desta Instruo Normativa.

    5.4 O processo de enquadramento ser efetuado pelos Agentes Financeiros, habilitados pelo Agente Operador.

    5.4.1 O processo de enquadramento iniciar-se- a partir do preenchimento e encaminhamento, pelo proponente, de carta-consulta.

    5.4.2 Sero consideradas enquadradas as propostas que:

    a) atendam ao objetivo do programa e de suas respectivas modalidades operacionais;

    b) sejam apresentadas por proponente que se encontre em situao regular em relao ao FGTS;

    c) apresentem compatibilidade entre o valor de financiamento solicitado, a capacidade de pagamento do proponente ao crdito e o percentual de contrapartida mnimo exigido para a modalidade operacional pretendida;

  • d) sejam destinadas a municpios com populao igual ou superior a cem mil habitantes, desde que integrantes da regio Sudeste, ou municpios com populao igual ou superior a setenta mil habitantes, localizados no restante do territrio nacional, devendo o nmero de habitantes tomar por base o ltimo Censo Demogrfico ou, se mais recente, a ltima Contagem Populacional, ambos da Fundao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica IBGE;

    e) sejam destinadas a municpios integrantes de regies metropolitanas e regies integradas de desenvolvimento;

    f) apresentem valor de investimento igual ou superior a R$ 10.000.000,00 (dez milhes de reais), nos casos de propostas apresentadas no mbito da modalidade de Produo de Conjuntos Habitacionais; e

    g) apresentem valor de investimento igual ou superior a R$ 20.000.000,00 (vinte milhes de reais), nos casos de propostas apresentadas no mbito da modalidade de Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios.

    5.4.2.1 vedada a apresentao de carta-consulta que:

    a) abranja mais de uma modalidade operacional; e

    b) abranja mais de uma rea de interveno, nos casos de propostas apresentadas no mbito das modalidades de Produo de Conjuntos Habitacionais ou Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios, ressalvadas aquelas enquadradas nesta ltima, que venham a ser tecnicamente justificadas pelos proponentes e aceitas pelos Agentes Financeiros.

    5.4.3 As propostas consideradas enquadradas sero encaminhadas ao Gestor da Aplicao, pelos Agentes Financeiros, para fins de realizao dos processos de hierarquizao e seleo.

    5.4.4 As propostas consideradas no enquadradas sero devolvidas aos seus proponentes pelos Agentes Financeiros acompanhadas de justificativa do no enquadramento.

    5.5 Os processos de hierarquizao e seleo sero efetuados pelo Gestor da Aplicao e consistem em ordenar, a partir do atendimento aos critrios definidos neste Anexo, e eleger, at o limite dos recursos oramentrios alocados ao programa no exerccio, as propostas consideradas prioritrias.

    5.5.1 Os processos de enquadramento, hierarquizao e seleo observaro calendrio divulgado pelo Gestor da Aplicao.

    5.5.1.1 Excetuam-se as propostas de operao de crdito contempladas pelo subitem 5.5.2.1, deste Anexo, cujos processos de hierarquizao e seleo devero ocorrer em at trinta dias contados a partir da data de sua recepo pelo Gestor da Aplicao.

  • 5.5.2 No caso de propostas enquadradas nas modalidades Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais, sero consideradas prioritrias aquelas que preencham a maioria dos seguintes critrios:

    a) atendimento populao residente em reas insalubres ou sujeitas a fatores de risco ou degradao ambiental, assim consideradas as eroses, desmoronamentos, deslizamentos, alagados, cortios, palafitas, lixes, enchentes, ocupao de reas de mananciais, entre outros;

    b) atendimento populao residente em municpio integrante de regio metropolitana ou equivalente ou sede de capital estadual, aplicvel exclusivamente nos casos de propostas enquadradas na modalidade Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios;

    c) atendimento populao residente em municpio com ndice de inadequao de domiclios superior mdia nacional, conforme estudo intitulado Dficit Habitacional no Brasil 2006 - Fundao Joo Pinheiro/Ministrio das Cidades, aplicvel exclusivamente nos casos de propostas enquadradas na modalidade Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios;

    d) atendimento populao residente em municpio com ndice de dficit habitacional superior mdia nacional, conforme estudo intitulado Dficit Habitacional no Brasil 2006 - Fundao Joo Pinheiro/Ministrio das Cidades, aplicvel exclusivamente nos casos de propostas enquadradas na modalidade Produo de Conjuntos Habitacionais;

    e) propostas que se integrem a outras intervenes ou programas da Unio, em particular aqueles geridos pelo Gestor da Aplicao ou pelo Ministrio do Desenvolvimento Social e Combate Fome, ou das demais esferas de governo;

    f) propostas que objetivem complementar obras em andamento, em especial aquelas inseridas no Programa de Acelerao do Crescimento PAC, aplicando-lhes o disposto no subitem 5.5.1.1 deste Anexo;

    g) propostas que apresentem valor de investimento igual ou superior a R$ 40.000.000,00 (quarenta milhes de reais);

    h) propostas que j possuam projeto bsico desenvolvido, aqui definido pelo conjunto de elementos necessrios e suficientes para caracterizar as obras e servios propostos, assegurando a viabilidade tcnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, contendo, no mnimo:

    h.1) mapa da cidade com a localizao da regio do empreendimento;

    h.2) levantamento planialtimtrico;

    h.3) projeto urbanstico;

    h.4) projeto completo da unidade habitacional;

    h.5) projetos das aes de infraestrutura;

    h.6) memorial descritivo;

    h.7) oramento discriminado; e

    h.8) cronograma fsico-financeiro;

    i) propostas que j possuam projeto executivo desenvolvido da rea de interveno, na forma definida pelo art. 6, inciso X, da Lei n 8.666, de 21 de junho de 1993; ou

  • j) aprovao por Conselho Municipal ou Estadual de Habitao e Desenvolvimento Urbano ou rgo de carter equivalente, criado por Lei, com carter deliberativo.

    5.5.2.1 Tero prioridade sobre as demais, propostas que objetivem o atendimento populao em situao de emergncia ou estado de calamidade pblica, comprovadamente reconhecido pelos rgos competentes, ou que contemplem projetos inseridos no Programa de Acelerao do Crescimento do Governo Federal PAC, cuja relao encontra-se disponvel no stio eletrnico a seguir especificado: http://www.brasil.gov.br/pac/infra_estrutura/urb_favelas_saneamento

    5.5.3 No caso de propostas apresentadas pela administrao municipal direta ou indireta e enquadradas na modalidade Desenvolvimento Institucional, sero consideradas prioritrias aquelas que preencham a maioria dos seguintes critrios:

    a) atendimento a municpios com populao superior a vinte mil habitantes;

    b) atendimento a municpios integrantes de regies metropolitanas ou regies integradas de desenvolvimento, aglomerados urbanos ou sede de capital estadual;

    c) atendimento a municpio que apresente IDH (ndice de Desenvolvimento Humano) inferior mdia nacional; ou

    d) atendimento a municpios com ndices de inadequao de domiclios ou de dficit habitacional superiores mdia nacional, conforme estudo intitulado Dficit Habitacional no Brasil 2006 - Fundao Joo Pinheiro/Ministrio das Cidades.

    5.5.4 No caso de propostas apresentadas pela administrao estadual direta ou indireta e enquadradas na modalidade Desenvolvimento Institucional, sero consideradas prioritrias aquelas que preencham a maioria dos seguintes critrios:

    a) prevejam aes de aperfeioamento da administrao estadual relacionadas a questes afetas a regies metropolitanas, regies integradas de desenvolvimento ou aglomerados urbanos; ou

    b) atendimento a estado que apresente IDH (ndice de Desenvolvimento Humano) inferior mdia nacional.

    5.5.5 Ressalvado o disposto no subitem 5.5.2.1 deste Anexo, os critrios de priorizao ora definidos so equivalentes entre si e, para efeito de desempate de propostas, sero considerados, nesta ordem, os seguintes critrios:

    a) maior percentual de contrapartida; ou

    b) ordem cronolgica de recebimento das propostas pelo Agente Financeiro.

    5.5.6 Fica dispensada a realizao de processo de hierarquizao, nos casos em que o volume de recursos referentes s propostas de financiamento enquadradas seja igual ou inferior ao volume de recursos alocados ao programa no exerccio.

    5.5.7 O Gestor da Aplicao far publicar no Dirio Oficial da Unio relao das propostas enquadradas e selecionadas.

    http://www.brasil.gov.br/pac/infra_estrutura/urb_favelas_saneamento

  • 5.6 Ficam o Agente Operador e os Agentes Financeiros autorizados a contratar as propostas enquadradas e selecionadas pelo Gestor da Aplicao.

    5.6.1 Fica automaticamente cancelada a seleo de proposta que venha a apresentar, na fase de contratao, alteraes nas informaes prestadas por meio da carta-consulta, relacionadas aos critrios de enquadramento ou hierarquizao.

    5.6.2 O processo de contratao observar, no mnimo, os dispositivos constantes do art. 67, incisos IV e VI, do Regulamento Consolidado do FGTS, e ainda a legislao especfica que rege o endividamento dos rgos e entidades do setor pblico.

    5.6.3 O Agente Operador far publicar no Dirio Oficial da Unio relao das propostas enquadradas, selecionadas e contratadas.

    5.6.4 As propostas enquadradas, selecionadas e no contratadas sero devolvidas pelos Agentes Financeiros aos seus proponentes, acompanhadas de justificativa da no contratao, cientificando-se o Agente Operador e, este ltimo, o Gestor da Aplicao.

    6 CONDIES OPERACIONAIS DOS FINANCIAMENTOSOs financiamentos contratados no mbito do programa PR-MORADIA

    observaro as condies operacionais estabelecidas neste item, alm daquelas que vierem a ser definidas pelo Agente Operador e Agentes Financeiros no mbito de suas respectivas competncias.

    6.1 LIMITESOs limites de financiamento sero estabelecidos pelos Agentes

    Financeiros em funo da anlise de capacidade de pagamento do proponente.

    6.2 CONTRAPARTIDAA contrapartida representa a participao mnima do muturio no valor

    total do investimento.

    6.2.1 A contrapartida poder ser representada pela aplicao de recursos financeiros provenientes de outras fontes (prprios do muturio ou de terceiros, inclusive recursos internacionais) ou pela execuo de itens que componham o investimento da modalidade operacional pretendida.

    6.2.1.1 Nos casos de propostas enquadradas na modalidade Desenvolvimento Institucional a contrapartida ser, exclusivamente, de carter financeiro.

  • 6.2.1.2 Nos casos de propostas enquadradas nas modalidades Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais fica admitida, exclusivamente aps sua seleo, a execuo de itens que componham o investimento, a critrio e na forma que vier a ser regulamentada pelo Agente Operador.

    6.2.2 A contrapartida ser estabelecida de acordo com a modalidade operacional pretendida e observar os percentuais mnimos a seguir definidos:

    a) Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais: 5,0% (cinco por cento) do valor total de investimento; e

    b) Desenvolvimento Institucional: 7,5% (sete e meio por cento) do valor total de investimento.

    6.3 PRAZO DE CARNCIAAs operaes de crdito no mbito do PR-MORADIA observaro prazo de

    carncia de at 48 (quarenta e oito) meses, contados a partir da data de assinatura do contrato de financiamento, sendo permitida a prorrogao por at metade do prazo de carncia originalmente pactuado, na forma regulamentada pelo Agente Operador.

    6.3.1 O prazo de carncia corresponder ao prazo necessrio execuo das obras e servios contratados.

    6.3.2 O primeiro desembolso do contrato de financiamento dever ser efetuado em at 12 (doze) meses, contados a partir da data de assinatura do contrato, admitida, na forma regulamentada pelo Agente Operador, prorrogao ou prorrogaes por, no mximo, igual perodo.

    6.3.2.1 facultado Secretaria-Executiva do Ministrio das Cidades autorizar casos excepcionais que envolvam alterao do prazo referente ao primeiro desembolso dos contratos de financiamento, a partir de solicitao do proponente ao crdito ou do muturio e anlise tcnica dos Agentes Financeiro e Operador.

    6.4 PRAZOS MXIMOS DE AMORTIZAOOs prazos mximos de amortizao sero contados a partir do ms

    subseqente ao do trmino do prazo de carncia e estabelecido de acordo com a modalidade operacional a ser implementada, conforme segue:

    a) Modalidades Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais: vinte anos; e

    b) Modalidade Desenvolvimento Institucional: quinze anos.

    6.5 TAXA DE JUROSOs juros sero pagos mensalmente nas fases de carncia e de

    amortizao, taxa nominal de 5% (cinco por cento) ao ano, acrescida da remunerao do Agente Financeiro, limitada a 2% (dois por cento) ao ano, e da taxa de risco de crdito do Agente Financeiro, limitada a 1% (um por cento) ao ano.

  • 7 ACOMPANHAMENTO E AVALIAO DO PROGRAMA

    O Agente Operador disponibilizar ao Gestor da Aplicao, mantendo devidamente atualizado, o stio eletrnico https://webp.caixa.gov.br/cnfgts, para fins de acompanhamento e avaliao do programa, sem prejuzo de outros dados e informaes que venham ser a qualquer tempo solicitados.

    https://webp.caixa.gov.br/cnfgts

  • ANEXO IIPR-MORADIA

    URBANIZAO E REGULARIZAO DE ASSENTAMENTOS PRECRIOSE PRODUO DE CONJUNTOS HABITACIONAIS

    1 DIRETRIZES GERAISAs propostas apresentadas no mbito das modalidades operacionais

    Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais obedecero s seguintes diretrizes gerais:

    a) atendimento populao urbana ou rural;

    b) promoo e observncia do ordenamento territorial das cidades, por intermdio do uso e ocupao regular do solo urbano;

    c) promoo da melhoria da qualidade de vida das famlias beneficirias, agregando-se, obrigatoriamente, s obras e servios propostos, a execuo de trabalho social;

    d) adoo de solues tcnicas e regimes de construo que possibilitem ganhos de eficincia e reduo de custos; e

    e) elaborao de projetos que contemplem, na forma da legislao em vigor, os cidados idosos ou portadores de deficincia fsica, previamente identificados entre os beneficirios finais das obras e servios propostos.

    2 DIRETRIZES ESPECFICASOs projetos vinculados a propostas apresentadas no mbito das

    modalidades operacionais Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais sero elaborados em conformidade com as seguintes diretrizes especficas:

    a) integrao a outras intervenes ou programas da Unio, em particular aqueles geridos pelo Gestor da Aplicao ou pelo Ministrio do Desenvolvimento Social e Combate Fome, ou das demais esferas de governo;

    b) atendimento populao residente em reas insalubres ou sujeitas a fatores de risco ou degradao ambiental;

    c) atendimento prioritrio s famlias com menor renda per capita, com maior nmero de dependentes, mulher responsvel pelo domiclio, aos idosos, aos portadores de deficincia, s comunidades quilombolas ou de etnias negra ou indgena, bem como a demandas apresentadas por movimentos sociais, associaes e grupos representativos de segmentos da populao;

    d) promoo da melhoria da qualidade de vida das famlias beneficirias, agregando-se s obras e servios a execuo de trabalho tcnico-social, com o objetivo de criar mecanismos capazes de fomentar e valorizar as potencialidades dos grupos sociais atendidos, fortalecer os vnculos familiares e comunitrios, viabilizar a participao dos beneficirios nos processos de deciso, implantao e manuteno dos bens e servios, a fim de adequ-los s necessidades e realidade local, bem como gesto participativa, que garanta a sustentabilidade do empreendimento;

  • e) cobrana, sempre que possvel, pelos muturios, de retorno financeiro dos beneficirios finais, sob forma de parcelas mensais ou poupana prvia, de forma a que cada famlia contribua, dentro de suas possibilidades, com o retorno dos investimentos aplicados em obras destinadas a sua propriedade individual, de modo a compor, preferencialmente, recursos do fundo local de habitao de interesse social, quando existente;

    e.1) os limites de participao financeira dos beneficirios finais devem ser definidos pelo conjunto da comunidade beneficiada a partir de anlise da situao scio-econmica de cada uma das famlias, e, quando existente, por deliberao de conselho estadual ou municipal, onde estejam representados o poder pblico, a iniciativa privada e a sociedade civil;

    f) articulao com as polticas pblicas de sade, saneamento, educao, cultura e desporto, assistncia social, justia, trabalho e emprego, mobilidade urbana, entre outras, com seus conselhos setoriais, com associaes, e demais instncias de carter participativo;

    g) apoio e incentivo elaborao de diretrizes, normas e procedimentos para preveno e erradicao de riscos em reas urbanas vulnerveis, contemplando tambm a capacitao de equipes municipais, a mobilizao das comunidades envolvidas e a articulao dos programas dos trs nveis de governo, aplicvel exclusivamente nos casos de propostas enquadradas na modalidade Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios;

    h) apoio s atividades especficas de regularizao fundiria por meio de implementao de planos e projetos e de atividades jurdicas e administrativas no mbito dos estados, Distrito Federal e municpios, aplicvel exclusivamente nos casos de propostas enquadradas na modalidade Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios;

    i) compatibilizao com Plano Diretor Municipal ou equivalente, ou com Plano de Ao Estadual ou Regional, quando existentes, e com os instrumentos previstos no Estatuto da Cidade, de que trata a Lei n 10.257, de 10 de julho de 2001, e com a legislao local, estadual e federal;

    j) manuteno do homem no campo, nos casos de intervenes em reas rurais, aplicvel exclusivamente nos casos de propostas enquadradas na modalidade Produo de Conjuntos Habitacionais;

    l) plena funcionalidade das obras e servios propostos que devero reverter-se, ao seu final, em benefcios imediatos populao, admitido o atendimento em etapas que tenham, em si, a funcionalidade requerida neste item;

    m) atendimento s normas de preservao ambiental, eliminando ou mitigando os impactos ambientais negativos na rea objeto de interveno e seu respectivo entorno ou, no caso de realocao de famlias, previsto na modalidade Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios, na rea anteriormente ocupada, evitando novas ocupaes com a execuo de obras de urbanizao e recuperao ambiental;

    m.1) a realocao total de famlias dever ocorrer somente nos casos em que o assentamento precrio esteja em rea imprpria para uso habitacional e para local o mais prximo possvel da antiga rea ocupada, tendo em vista as relaes de vizinhana e emprego estabelecidas, bem como da infraestrutura e equipamentos pblicos existentes;

    n) nos projetos que envolvam o atendimento de famlias indgenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais, indispensvel anlise e entendimento da especificidade social e institucional da rea de interveno, bem como adequao metodolgica, de modo a assegurar integral afinidade entre as intervenes propostas e a realidade e demanda das comunidades objeto da interveno;

  • n.1) nesses casos, sempre que possvel, os muturios devero buscar interlocuo com os rgos oficiais responsveis pela questo como, por exemplo, a Fundao Nacional do ndio do Ministrio da Justia - FUNAI, a Fundao Nacional de Sade do Ministrio da Sade - FUNASA, o Instituto Nacional de Colonizao e Reforma Agrria do Ministrio do Desenvolvimento Agrrio - INCRA, a Fundao Cultural Palmares do Ministrio da Cultura, a Secretaria Especial de Polticas de Promoo da Igualdade Racial da Presidncia da Repblica SEPPIR/PR, assim como organizaes do terceiro setor;

    o) os muturios devem cumprir a reserva de 3% (trs por cento) das unidades residenciais para atendimento aos idosos, conforme disposto no inciso I, do art. 38, da Lei n. 10.741, de 1 de outubro de 2003, que dispe sobre o Estatuto do Idoso;

    p) nos projetos que envolvam a construo de unidades habitacionais sero observados os seguintes aspectos:

    p.1) segurana, salubridade e qualidade da edificao;

    p.2) previso, quando possvel, de ampliao da unidade habitacional e mtodo construtivo que permita a execuo desta ampliao com facilidade; e

    p.3) compatibilidade do projeto com as caractersticas regionais, locais, climticas e culturais da rea;

    q) adoo de solues tcnicas que eliminem barreiras arquitetnicas e urbansticas, visando garantir a acessibilidade;

    r) os projetos que envolvam a execuo de obras e servios de pavimentao devero observar os seguintes aspectos:

    r.1) a pavimentao ser admitida somente de forma conjugada s solues de abastecimento de gua, esgotamento sanitrio e drenagem pluvial, ou nos casos em que esses servios j existam na rea a ser pavimentada; e

    r.2) devem ser viabilizadas, prioritariamente, solues alternativas utilizao de asfalto, tais como bloquetes ou pedras que, alm de possibilitarem maior segurana no trnsito, apresentam reduzidos custos de execuo e manuteno, favorecem o escoamento das guas pluviais impermeabilizando menos os solos urbanos e podem ser fabricados e executados com ajuda da prpria comunidade, proporcionando, com isso, gerao de trabalho e renda; e

    s) atendimento s diretrizes do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat PBQP-H, da Secretaria Nacional de Habitao do Ministrio das Cidades, principalmente no que diz respeito utilizao de materiais de construo produzidos em conformidade com as normas tcnicas, e preferencialmente, de empresas construtoras com certificados de qualidade na rea de atuao.

    3 SELEO DOS BENEFICIRIOS FINAIS Fica atribuda ao muturio a seleo das famlias que sero beneficirias

    finais do programa.

    3.1 Exclusivamente nos casos de propostas enquadradas na modalidade Produo de Conjuntos Habitacionais, a seleo dos beneficirios finais priorizar, no mnimo, os seguintes critrios de atendimento:

    http://legislacao.planalto.gov.br/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei 10.741-2003?OpenDocument

  • a) cidados idosos, na forma da Lei n 10.741, 1 de outubro de 2003, ou cidados portadores de necessidades especiais, na forma do Decreto n 5.296, de 2 de dezembro de 2004;

    b) famlias com menor renda per capita;

    c) famlias com maior nmero de dependentes; ou

    d) mulheres responsveis pelo domiclio.

    3.1.1 O muturio poder incorporar outros critrios de prioridade, desde que tcnicos, objetivos e previamente comunicado ao Agente Financeiro, que busquem retratar a situao de vulnerabilidade scio-econmica dos beneficirios.

    3.2 vedada a seleo de beneficirio final que:

    a) seja titular de contrato de financiamento obtido com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Servio - FGTS ou em condies equivalentes ao Sistema Financeiro da Habitao SFH, em qualquer parte do pas;

    b) seja proprietrio, promitente comprador ou titular de direito de aquisio, arrendamento ou uso de imvel residencial, regular, com padro mnimo de edificao e habitabilidade, definido pelas posturas municipais, e dotada de infraestrutura mnima (gua, esgoto e energia), em qualquer parte do pas; ou

    c) j tenha sido atendido com benefcios similares pelo muturio ou por rgos a ele direta ou indiretamente vinculados, por intermdio de programas lastreados com recursos do FGTS ou oramentrios da Unio.

    3.2.1 Nos casos de propostas enquadradas na modalidade Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios, aplica-se a vedao disposta no subitem 3.2 exclusivamente para fins de atendimento com unidade habitacional.

    3.3 Para fins de atendimento ao disposto no subitem 3.2 deste Anexo, o muturio dever:

    a) esclarecer e solicitar aos beneficirios finais a assinatura de declarao, firmada sob as penas da lei, de atendimento ao disposto nas alneas a, b e c do subitem 3.2 deste Anexo; e

    b) apresentar ao Agente Financeiro o cadastro socioeconmico dos beneficirios finais selecionados, por meio do preenchimento do Cadastro nico - Cadnico, do Ministrio do Desenvolvimento Social e Combate Fome.

    3.3.1 Excepcionalmente, mediante avaliao e autorizao do Agente Financeiro, nos casos de reas muito extensas ou adensadas, facultada a elaborao do diagnstico por meio de utilizao de dados secundrios ou levantamento por amostragem estatstica, devendo concluir o Cadnico obrigatrio at a finalizao das obras/servios.

    3.3.2 O registro no Cadnico do benefcio decorrente do contrato de financiamento dever ocorrer somente aps concluso das obras e servios.

  • 3.3.3 De posse da relao dos beneficirios finais selecionados, o Agente Financeiro consultar o Cadnico e o Cadastro de Muturios - CADMUT, a fim de verificar, respectivamente, registros de benefcios j concedidos e registros de financiamentos de imveis obtidos, que caracterizem situaes restritivas a concesso do beneficio pretendido, informando ao muturio as restries detectadas.

    4 SELEO DA REA DE INTERVENOA seleo da rea de interveno, cabvel exclusivamente nos casos de

    propostas enquadradas na modalidade Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios, de responsabilidade do muturio, que observar, no mnimo, os seguintes critrios:

    a) a rea de interveno dever ser ocupada, no mnimo, por 60% (sessenta por cento) das famlias com renda mensal de at R$ 1.395,00 (um mil, trezentos e noventa e cinco reais); e

    b) ser ocupada h mais de cinco anos ou estar localizada em situao que configure risco ou insalubridade ou seja objeto de legislao que proba a utilizao para fins habitacionais, nestes casos, em qualquer perodo de ocupao.

    4.1 O muturio poder incorporar outros critrios, desde que tcnicos, objetivos e previamente comunicado ao Agente Financeiro, que busquem retratar a situao de vulnerabilidade scio-econmica da rea de interveno.

    4.2 So vedadas reas que j tenham recebido benefcios similares queles objeto da proposta de financiamento, oriundos de programas lastreados com recursos do FGTS ou oramentrios da Unio, e que tenham sofrido nova degradao ou ocupao, excetuando-se os casos decorrentes de desastres naturais.

    5 COMPOSIO DO INVESTIMENTO O valor de investimento corresponder ao somatrio dos custos diretos

    necessrios para executar as obras e servios propostos, limitado seu valor mdio a R$ 80.000,00 (oitenta mil reais).

    5.1 O valor de financiamento mdio, nas modalidades Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais, observar os limites definidos no quadro a seguir:

  • Localizao da Interveno

    Limite de Financiamento

    Mdio (em R$ 1,00)

    Municpios integrantes de regio metropolitana ou equivalentes dos Estados do Rio de Janeiro e So Paulo e o Distrito Federal. 40.000,00

    Municpios com populao igual ou superior a cem mil habitantes, sede de capital estadual ou integrantes de demais regies metropolitanas ou equivalentes. 36.000,00

    Demais municpios no enquadrados nas situaes anteriores.

    32.000,00

    5.1.1 Os valores dispostos no quadro constante do subitem 5.1 deste Anexo podero ser acrescidos em at 20% (vinte por cento), nos casos envolvendo aquisio ou edificao de unidades habitacionais verticalizadas.

    5.1.1.1 Fica definida como unidade verticalizada, aquela cujo(s) pavimento(s) superior(es) e trreo sejam destinados a ncleos familiares distintos.

    5.1.2 Os valores mdios de investimento e financiamento sero calculados considerando-se o nmero total de famlias beneficiadas diretamente pela interveno.

    5.2 URBANIZAO E REGULARIZAO DE ASSENTAMENTOS PRECRIOSPara fins de composio do valor de investimento da modalidade

    Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios, ficam admitidos, exclusivamente, os itens relacionados neste subitem.

    5.2.1 Projetos: valor correspondente elaborao dos projetos tcnicos necessrios execuo do empreendimento, ficando seu valor limitado a 3% (trs por cento) do valor de investimento.

    5.2.1.1 Os projetos devero ser elaborados com vistas : assegurar a adoo de medidas efetivas para a estabilizao da expanso da ocupao da rea; atender exclusivamente a rea de interveno definida; adequar ou melhorar as relaes funcionais da rea de interveno em relao ao tecido urbano em que se insere; bem como contemplar o atendimento a todas as necessidades bsicas diagnosticadas na rea, especialmente em relao eliminao de riscos, medidas de desadensamento com reordenamento da ocupao, visando eliminar a subnormalidade habitacional, regularizar, do ponto de vista jurdico-fundirio, o assentamento, em favor das famlias moradoras e adequar o sistema virio, de forma a possibilitar acesso a servios pblicos e atendimentos emergenciais.

  • 5.2.1.2 Os projetos devero prever investimentos necessrios para assegurar que os beneficirios finais contem, ao fim de sua execuo, com servios bsicos de abastecimento de gua, esgotamento sanitrio, energia eltrica, unidades habitacionais, que incluam mdulos hidrulicos, direitos de uso ou propriedade dos terrenos, e com os riscos ambientais devidamente controlados ou mitigados.

    5.2.2 Servios Preliminares: valor referente ao custo de colocao de cerca na rea e instalao de canteiros, ficando seu valor limitado a 4% (quatro por cento) do valor de investimento.

    5.2.3 Terraplenagem: valor referente ao custo das atividades de sondagem e ensaios para caracterizao das amostras de solo da regio, remoo da camada vegetal e solos orgnicos, servios de cortes, compactao de aterros e importao e/ou remoo de terra para bota-fora.

    5.2.4 Terreno: valor correspondente ao custo de aquisio, desapropriao ou avaliao, o que for menor, acrescido das correspondentes despesas de legalizao.

    5.2.4.1 O terreno objeto da interveno dever ter seu valor atestado e verificada a sua titularidade pelo Agente Financeiro.

    5.2.5 Regularizao fundiria: valor correspondente aos custos necessrios para implementao do conjunto de aes que objetivem a regularizao jurdico-fundiria do assentamento objeto da interveno, em favor das famlias moradoras.

    5.2.5.1 Nos projetos integrados de urbanizao de assentamentos precrios, a regularizao fundiria ao indispensvel e deve ser uma etapa a ser desenvolvida paralelamente execuo das obras habitacionais e de infraestrutura, devendo, obrigatoriamente, estar previsto no cronograma fsico-financeiro das obras/servios.

    5.2.5.2 As unidades habitacionais ou lotes, decorrentes da interveno, devem refletir compromisso de constituio de direito real sobre o imvel em favor da famlia beneficiria, podendo ser utilizados, alternativamente transferncia de propriedade, os seguintes instrumentos:

    a) cesso de uso;

    b) concesso de direito real de uso;

    c) concesso de uso especial para fins de moradia;

    d) usucapio especial urbano;

    e) aforamento;

    f) direito de superfcie; ou

    g) doao ou alienao.

  • 5.2.5.2.1 A critrio do muturio, as unidades habitacionais decorrentes da interveno podero manter-se em sua propriedade, tendo as famlias beneficirias acesso moradia por meio da locao social, ou seja, por um contrato de aluguel compatvel com sua renda e capacidade de pagamento, ficando a gesto condominial sob responsabilidade do muturio.

    5.2.5.3 Podero compor os custos as atividades jurdico-administrativas descritas a seguir:

    a) identificao da situao fundiria por meio de pesquisa junto ao Cartrio de Registro de Imveis;

    b) elaborao ou atualizao de levantamento topogrfico (podendo ser planimtrico ou planialtimtrico), preferencialmente geo-referenciado;

    c) elaborao de memorial descritivo da poligonal do assentamento e lote a lote;

    d) coleta de documentos pessoais dos moradores para instruo dos processos;

    e) elaborao de cadastro socioeconmico com informaes individuais relativas aos beneficirios tais como: nome, RG, CPF e informaes que comprovem a ocupao, tais como: tipo e tempo de posse, renda familiar, comprovante de residncia, etc;

    f) medidas administrativas e legais necessrias para aplicao dos instrumentos de regularizao fundiria, tais como: desafetao, lei de ZEIS, regulamentao de instrumentos de regularizao fundiria, conforme o caso;

    g) elaborao dos ttulos de posse ou de propriedade;

    h) registro dos ttulos em favor dos beneficirios perante o Cartrio de Registro de Imveis.

    5.2.6 Aquisio ou Edificao de Unidade Habitacional: valor correspondente ao custo de realizao das aes de aquisio e edificao das unidades habitacionais, somente permitidas nos casos de reassentamento, remanejamento ou substituio de unidades irrecuperveis.

    5.2.6.1 Ser admitida a aquisio de imveis usados para recuperao ou modificao de uso, cujo valor de avaliao, desapropriao ou aquisio, poder ser acrescido dos custos necessrios execuo de obras e servios voltados a sua reforma.

    5.2.6.2 A unidade habitacional destinar-se- a uso residencial, admitindo-se a utilizao, para fins laborais, de parte da unidade, nos casos permitidos pelas posturas municipais.

    5.2.7 Recuperao ou melhoria de unidades habitacionais: valor correspondente ao custo de realizao das obras de recuperao ou melhorias de unidades habitacionais; e devem ser vinculadas, exclusivamente, a razes de insalubridade e insegurana, inexistncia do padro mnimo de edificao e habitabilidade definido pelas posturas municipais ou inadequao do nmero de integrantes da famlia quantidade de cmodos passveis de serem utilizados como dormitrios.

  • 5.2.8 Instalaes hidrulico-sanitrias: valor correspondente ao custo das obras de construo de instalaes hidrulico-sanitrias domiciliares devem ser compostas por vaso sanitrio, caixa de descarga, lavatrio, chuveiro, tanque de lavar roupa, reservatrio (quando necessrio), ligao de gua, e ligadas rede pblica de esgotamento sanitrio ou fossa sptica com instalao para disposio final do efluente, podendo ser aceito o padro utilizado pela Fundao Nacional de Sade do Ministrio da Sade.

    5.2.9 Indenizao de benfeitorias: valor correspondente aos custos relacionados indenizao de investimentos realizados pelos beneficirios finais, sem possibilidade de aproveitamento em funo do projeto ou de exigncias legais, limitados avaliao efetuada por rgo competente estadual ou municipal aprovada pelo Agente Financeiro.

    5.2.9.1 Esse item ser admitido exclusivamente nos casos em que o valor do benefcio individual, gerado pela interveno, seja inferior ao investimento realizado pelos beneficirios finais.

    5.2.10 Alojamento provisrio ou despesas com aluguel: valor correspondente ao custo de edificao provisria ou aluguel de imveis destinados permanncia temporria das famlias beneficirias, nos casos em que no haja possibilidade de residir nas moradias originais, durante o perodo de execuo das obras e servios contratados.

    5.2.11 Abastecimento de gua: valor correspondente ao custo das obras de perfurao de poo ou implantao de rede de distribuio, com as respectivas ligaes intradomiciliares, ou chafariz para atendimento da rea de interveno, aceitando-se aduo, reservao e tratamento, quando o poder pblico local atestar a necessidade de tais obras;

    5.2.11.1 Os custos das ligaes intradomiciliares devero compor obrigatoriamente os investimentos de forma a assegurar sua execuo.

    5.2.12 Pavimentao e obras virias: valor correspondente ao custo das obras de terraplenagem, sub-leito, encascalhamento, revestimento, meio-fio, caladas, guias e sarjetas; alm de obras de arte especiais, como implantao de pontilhes ou passarelas.

    5.2.13 Ligaes domiciliares de energia eltrica e iluminao pblica: valor correspondente ao custo das obras a serem executadas dentro da rea de interveno, devendo compor obrigatoriamente o investimento.

    5.2.14 Esgotamento sanitrio: valor correspondente ao custo das obras de fossa/sumidouro ou rede coletora, com as respectivas ligaes intradomiciliares, e construo de elevatria para atendimento da rea de interveno.

  • 5.2.14.1 Os custos das ligaes intradomiciliares devero compor obrigatoriamente os investimentos de forma a assegurar sua execuo.

    5.2.15 Drenagem pluvial: valor correspondente a execuo das obras de implantao de rede de drenagem, inclusive de valas ou crregos que atuam como corpo receptor na rea degradada.

    5.2.16 Proteo, conteno e estabilizao do solo: valor correspondente ao custo das obras para implantao de solues que visem a conteno de taludes (como muros de arrimo, retaludamentos, etc.) e o direcionamento das guas atravs de escadas de dissipao de energia, banquetas e vegetao adequada, entre outras solues.

    5.2.17 Recuperao ambiental: valor limitado a 5% (cinco por cento) do valor de investimento, correspondente ao custo de execuo de aes destinadas a eliminar ou minimizar impactos ambientais negativos na rea objeto de interveno, admitindo-se, para tanto, reflorestar com espcies nativas; constituir Unidades de Preservao ou Conservao Municipais ou Estaduais; implantar Parques Municipais ou Estaduais como rea de lazer, preservando o que ainda restar de vegetao; instalar equipamentos pblicos que permitam o acesso rea; entre outras, sempre respeitando as caractersticas locais.

    5.2.17.1 As intervenes devem ser precedidas de avaliao dos danos ambientais, da identificao dos fatos geradores e das respectivas intervenes corretivas necessrias.

    5.2.17.2 Nos casos de realocao total da populao devero ser implantadas na antiga rea aes que impeam novas ocupaes ou o retorno dos antigos moradores, no podendo ser objeto de novas solicitaes de recursos, caso isso ocorra.

    5.2.17.3 Os projetos, bem como os planos de recuperao ambiental devero ser submetidos ao processo de licenciamento, na forma prevista da legislao em vigor, expressas na Lei n 6.938, de 31 de agosto de 1981 e nas Resolues n 1, de 23 de janeiro de 1986, n 237, de 19 de dezembro de 1997, e n 369, de 28 de maro de 2006, todas do Conselho Nacional de Meio Ambiente, suas alteraes e aditamentos.

    5.2.18 Resduos slidos: valor correspondente ao custo de implantao dos dispositivos de acondicionamento e do novo traado do sistema de coleta, preferencialmente, de solues comunitrias de coleta de lixo, instalao de equipamentos de limpeza, recolhimento e construo de locais para guardar o equipamento.

  • 5.2.19 Equipamentos comunitrios: valor limitado a 20% (vinte por cento) do valor de investimento, correspondente ao custo de aquisio ou edificao de equipamentos pblicos voltados ao atendimento das necessidades identificadas da populao beneficiada como, por exemplo, sade, educao, segurana, desporto, lazer, comrcio local, assistncia social, convivncia comunitria, ateno infncia, ao idoso, ao portador de deficincia e mulher responsvel pelo domiclio e gerao de trabalho e renda das famlias beneficiadas, observando-se as carncias do local e entorno e, principalmente, os equipamentos j existentes na vizinhana.

    5.2.20 Trabalho social: valor correspondente ao custo de realizao das aes de participao, mobilizao e organizao comunitria, educao sanitria e ambiental e atividades ou aes de gerao de trabalho e renda, destinadas populao diretamente beneficiada.

    5.2.20.1 A execuo do trabalho social dever obedecer ao disposto na Instruo Normativa n 50, de 6 de novembro de 2008, suas alteraes e aditamentos, que regulamenta o trabalho social executado em intervenes de proviso habitacional e de urbanizao de assentamentos precrios das Aes e Programas geridos pelo Ministrio das Cidades.

    5.2.21 Mo-de-obra das famlias beneficiadas: valor correspondente ao custo atribudo para mo-de-obra das famlias beneficiadas, nos casos de obras executadas em regime de mutiro ou autoconstruo.

    5.2.21.1 Caso o projeto preveja a remunerao da mo-de-obra das famlias beneficiadas, dever ser apresentado, pelo muturio, documento comprobatrio dos pagamentos efetuados, que seja aceito pelo Agente Financeiro.

    5.2.22 Assistncia tcnica: valor correspondente aos custos de mo-de-obra especializada, nos casos de obras executadas em regime de mutiro, autoconstruo ou administrao direta.

    5.2.23 Acompanhamento da operao: valor destinado a cobrir os custos de acompanhamento, superviso e fiscalizao da operao, a cargo do muturio, limitado a 4% (quatro por cento) do somatrio dos itens componentes do investimento, executados aqueles referentes a projetos.

    5.3 AQUISIO OU PRODUO DE CONJUNTOS HABITACIONAIS

    Para fins de composio do valor de investimento da modalidade Aquisio ou Produo de Conjuntos Habitacionais, ficam admitidos, exclusivamente, os itens e condies constantes dos subitens 5.2.2, 5.2.3, 5.2.4, 5.2.11, 5.2.12, 5.2.13, 5.2.14, 5.2.15, 5.2.16, 5.2.19, 5.2.20, 5.2.21, 5.2.22 e 5.2.23, deste Anexo, alm daqueles a seguir especificados:

  • 5.3.1 Projetos: valor correspondente elaborao dos projetos tcnicos necessrios execuo do empreendimento, ficando seu valor limitado a 1,5% (um e meio por cento) do valor de investimento.

    5.3.2 Aquisio ou edificao de unidade habitacional: valor correspondente ao custo de realizao das aes de aquisio e edificao das unidades habitacionais.

    5.3.2.1 A unidade habitacional destinar-se- a uso residencial, admitindo-se a utilizao, para fins laborais, de parte da unidade, nos casos permitidos pelas posturas municipais.

    5.4 O valor referente a acompanhamento da operao poder integrar a composio de investimento exclusivamente nos seguintes casos:

    a) financiamentos a estados, municpios, Distrito Federal ou rgos das respectivas administraes direta, que venham a contratar servios de terceiros, incluindo seus rgos da administrao indireta; ou

    b) financiamentos a rgos da administrao estadual ou municipal indireta.

    5.5 As obras e servios referentes aos subitens 5.2.5, 5.2.6, 5.2.7 e 5.2.8, deste Anexo, devero corresponder, no mnimo, a 30% (trinta por cento) do valor de investimento, nos casos de propostas enquadradas na modalidade Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios.

    5.6 facultado Secretaria-Executiva do Ministrio das Cidades autorizar casos excepcionais que envolvam alteraes dos itens e parmetros relacionados ao valor e composio de investimento, dispostos nos subitens 5.1, 5.2 e 5.3, deste Anexo, a partir de solicitao do proponente ao crdito ou do muturio e anlise tcnica do Agente Financeiro.

  • ANEXO IIIPR-MORADIA

    DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

    1 DIRETRIZESAs propostas apresentadas no mbito da modalidade operacional

    Desenvolvimento Institucional objetivaro, exclusivamente, a elaborao e implementao de estudos ou planos, treinamento, ou aquisio de bens.

    1.1 Ficam admitidos, exclusivamente, os estudos ou planos a seguir relacionados:

    a) formulao ou reviso da Poltica Municipal, Estadual ou Distrital de Habitao e respectivos estudos que se fizerem necessrio para fundamentar o trabalho, priorizando o atendimento das necessidades habitacionais das famlias de baixa renda;

    b) criao de programas e planos nas reas habitacional e urbana, especialmente de preveno e controle de assentamentos precrios abrangendo, no mnimo, reas de risco e de proteo ambiental;

    c) estudos tcnicos urbansticos, sociais, jurdicos, ambientais ou econmico-financeiros, que permitam simplificar e modernizar os instrumentos de planejamento, gesto e regulamentao urbana;

    d) complementao de sistemas de informao estaduais, distrital ou municipais e de processamento de dados para a incluso das informaes sobre o setor habitacional;

    e) reviso e elaborao de planos, leis e normas urbansticas, objetivando incorporar medidas que possam beneficiar o desempenho do estado, Distrito Federal ou municpio, particularmente na melhoria das condies habitacionais das famlias de baixa renda;

    f) realizao de estudos para estabelecer mecanismos de coordenao de polticas e de investimentos no setor habitacional e de infraestrutura urbana, em especial aqueles voltados para a populao de baixa renda;

    g) elaborao de manuais e cartilhas voltadas comunicao social da Poltica Municipal, Estadual ou Distrital de Habitao e de suas aes;

    h) estudos metropolitanos ou regionais urbanos e habitacionais; ou

    i) estudos voltados modernizao administrativa e gerencial.

    1.2 Os treinamentos objetivaro, exclusivamente, o aperfeioamento de gestores municipais ou de equipes tcnicas integrantes do quadro permanente de servidores do muturio.

    1.2.1 Ficam admitidos, exclusivamente, treinamentos que envolvam os seguintes temas:

    a) legislao urbanstica e ambiental;

    b) cartografia;

    c) cadastro tcnico;

  • d) processamento de dados;

    e) elaborao, acompanhamento e avaliao de projeto;

    f) planejamento e gesto urbana e habitacional;

    g) fiscalizao;

    h) controle urbanstico;

    i) geoprocessamento;

    j) gesto de sistemas informatizados;

    l) habilitao para utilizao de programas ou sistemas de informtica; oum) comunicao, divulgao ou intercmbio, exclusivamente para fins

    educativos, informativos ou de orientao social, vedado o uso de nomes, smbolos ou imagens que caracterizem promoo pessoal.

    1.3 A aquisio de bens objetivar, exclusivamente, apoiar a criao ou modernizao do setor da administrao estadual ou municipal responsvel pelo planejamento, gesto e fiscalizao da poltica habitacional.

    1.3.1 A aquisio de bens poder prever, a ttulo de prestao de servios, a correspondente capacitao tcnica para sua adequada apropriao e utilizao.

    1.3.2 vedada a aquisio de imveis, veculos, mobilirios, computadores portteis, agendas eletrnicas ou aparelhos portteis de comunicao.

    2 COMPOSIO DO INVESTIMENTO O valor de investimento corresponder ao somatrio dos custos diretos

    necessrios para viabilizar os estudos e planos, treinamento ou aquisio de bens, e ser composto, exclusivamente, pelos itens relacionados neste item.

    a) Elaborao de plano de desenvolvimento institucional: valor correspondente elaborao de documento que objetiva identificar as necessidades do muturio ou detalhar a execuo dos itens componentes do investimento, de forma a permitir a anlise da viabilidade e o acompanhamento das aes propostas;

    b) Estudos ou planos: valor correspondente ao custo de execuo das atividades relacionadas no subitem 1.1 deste Anexo;

    c) Treinamento: valor correspondente ao custo de capacitao na forma prevista no subitem 1.2 deste Anexo;

    d) Aquisio de bens: valor correspondente aquisio de bens ou prestao de servios na forma prevista no subitem 1.3 deste Anexo;

    e) Material de consumo: valor correspondente a material de consumo exclusivamente relacionado com os estudos ou projetos, treinamento ou referente ao processo de aquisio de bens;

  • f) Remunerao, transporte ou dirias de pessoal tcnico ou auxiliar: valor correspondente remunerao, transporte ou dirias de pessoal tcnico ou auxiliar, vedado o pagamento a pessoal com vnculo empregatcio com o muturio ou com qualquer outro rgo da administrao direta ou indireta a nvel federal, estadual ou municipal;

    g) Acompanhamento da operao: valor limitado a 4% (quatro por cento) do somatrio dos itens componentes do investimento, executados aqueles referentes s alneas e e f.

    2.1 O valor referente a acompanhamento da operao poder integrar a composio de investimento exclusivamente nos seguintes casos:

    a) financiamentos a estados, municpios, Distrito Federal ou rgos das respectivas administraes direta, que venham a contratar servios de terceiros, incluindo seus rgos da administrao indireta; ou

    b) financiamentos a rgos da administrao estadual ou municipal indireta.

    2.2 facultado Secretaria-Executiva do Ministrio das Cidades autorizar casos excepcionais que envolvam alteraes dos itens e parmetros relacionados composio de investimento, dispostos no item 2 deste Anexo, a partir de solicitao do muturio e anlise tcnica do Agente Financeiro.

  • ANEXO IVPR-MORADIA

    CARTA-CONSULTA

    1 Ficam definidos, na forma dos Anexos IV-A e IV-B, os modelos de carta-consulta a serem preenchidos pelos estados, Distrito Federal ou municpios ou rgos das respectivas administraes direta ou indireta, objetivando sua participao no programa PR-MORADIA.

    1.1 O modelo definido no Anexo IV-A ser utilizado exclusivamente para propostas apresentadas nas modalidades Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais.

    1.2 O modelo definido no Anexo IV-B ser utilizado exclusivamente para propostas apresentadas na modalidade Desenvolvimento Institucional.

    2 O preenchimento, pelo proponente, e o encaminhamento, ao Agente Financeiro, das cartas-consulta daro incio aos processos de enquadramento, hierarquizao e seleo das propostas de financiamento, na forma prevista no item 5, do Anexo I, desta Instruo Normativa.

    2.1 A carta-consulta ser assinada:

    a) pelo Governador do Estado ou do Distrito Federal ou pelo Prefeito Municipal, nos casos de propostas apresentadas pelos estados, Distrito Federal ou municpios ou rgos de suas respectivas administraes diretas; ou

    b) pelo dirigente mximo de rgos das administraes estaduais, distrital ou municipais indiretas.

    2.2 Nos casos de propostas apresentadas no mbito das modalidades Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais, sero observadas as seguintes orientaes:

    a) o objetivo da interveno descrever a sntese do problema e as solues propostas;

    b) ser informado o endereo do empreendimento ou identificado, da forma mais precisa possvel, sua localizao;

    c) sero considerados como fatores de risco ou degradao ambiental as eroses, desmoronamentos, alagados, palafitas, cortios,deslizamentos, lixes, enchentes, ocupao de reas de mananciais, entre outros; e

    d) sero consideradas como reas insalubres aquelas sujeitas febre amarela, dengue, mal de chagas, filariose, leptospirose, tracoma, esquistossomose, hansenase, oncocercose, leishimaniose, malria, clera ou raiva, entre outras de natureza endmica.

  • 3 Exclusivamente nos casos de propostas enquadradas nas modalidades Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios ou Produo de Conjuntos Habitacionais, o proponente dever enviar, ao Gestor da Aplicao, sntese da interveno, contendo:

    a) histrico da ocupao, caractersticas fsicas e geogrficas da rea; tipologia das habitaes existentes, situao scio-econmica das famlias beneficirias e aspectos ambientais da rea, nos casos de propostas apresentadas no mbito da modalidade Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios;

    b) concepo geral da interveno proposta, descrevendo as principais aes a serem implementadas no tocante s obras de engenharia e trabalho social;e

    c) detalhamento fotogrfico com, no mnimo, trs fotos, sendo uma da rea de interveno; uma da habitao padro existente na rea (somente na modalidade de Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios) e uma com a vista area para localizao das reas de interveno e reassentamento, caso necessrio; e

    d) projeto bsico, se houver, contendo mapa da cidade com a localizao do empreendimento; levantamento planialtimtrico; projeto urbanstico; projeto completo das unidades habitacionais; projetos das aes de infraestrutura; memorial descritivo; oramento discriminado; e cronograma fsico-financeiro.

    4 O Gestor da Aplicao disponibilizar, por intermdio do stio eletrnico www.cidades.gov.br, os dados referentes organizao territorial dos municpios, censo demogrfico, dficit habitacional, inadequao de domiclios e ndice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos estados, Distrito Federal e municpios.

    http://www.cidades.gov.br/

  • ANEXO IV A

    MINISTRIO DAS CIDADESSecretaria Nacional de Habitao

    PR-MORADIA

    MODELO DE CARTA CONSULTA

    MODALIDADES: URBANIZAO E REGULARIZAO DE ASSENTAMENTOS PRECRIOS OU PRODUO DE CONJUNTOS HABITACIONAIS

    LOCAL E DATA ___________________________

    ENDEREAMENTO(Enderear ao Agente Financeiro, entidade responsvel pelo enquadramento da proposta - Vide subitem 5.4, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Prezados Senhores,

    1. Encaminho a presente Carta-Consulta contendo as informaes necessrias realizao dos processos de enquadramento, hierarquizao e seleo de proposta de financiamento formulada no mbito do Programa de Atendimento Habitacional atravs do Setor Pblico - PR-MORADIA, modalidade __________________________________________________________ (citar Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios OU Produo de Conjuntos Habitacionais), na forma da Resoluo n 469, de 8 de maro de 2005, do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Servio FGTS e demais normas complementares do Gestor da Aplicao e do Agente Operador, declarando, neste ato, possuir pleno conhecimento e observar estritamente o cumprimento das mesmas.

    Atenciosamente,

    _____________________________________________________________________ASSINATURA DO REPRESENTANTE LEGAL DO PROPONENTE

    (Vide subitem 2.1, do Anexo IV, desta Instruo Normativa)

  • 1 - IDENTIFICAO DO PROPONENTE (A ser preenchido pelo proponente)Nome da entidade ou rgo: _______________________________________ CNPJ/MF: ________________

    Representante Legal:________________________________________________________________________

    Endereo: ___________________________________________________________ CEP: ________________

    Municpio: ____________________________________________________________ UF: ________________

    Endereo eletrnico: _______________________________________________ FONE/FAX n _________________

    Pessoa(s) autorizada(s) a tratar do pleito (preenchimento opcional): _________________________________

    2 MODALIDADE (A ser preenchido pelo proponente Marcar apenas uma opo Vide subitem 5.4.2.1, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    URBANIZAO E REGULARIZAO DE ASSENTAMENTOS PRECRIOS

    PRODUO DE CONJUNTOS HABITACIONAIS

    3 CARACTERIZAO FINANCEIRA DA PROPOSTA (A ser preenchido pelo proponente)

    Renda familiar mdia mensal estimada das famlias beneficiadas: R$ __________ (extenso) _______________________

    (Vide item 1, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Estimativa do nmero de famlias beneficiadas: ___________________(extenso) ________________________________

    Valor do investimento total proposto: .R$ ____________________.(extenso) ____________________________________(Observar valores mnimos constantes do subitem 5.4.2, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Valor do investimento mdio proposto: R$ ____________________.(extenso) ___________________________________(Observar limite constante do item 5, do Anexo II, desta Instruo Normativa)

    A proposta abrange aquisio ou edificao de unidades habitacionais verticalizadas: Sim No

    Valor do financiamento total proposto: R$ ____________________.(extenso) ___________________________________

    Valor do financiamento mdio proposto: R$____________________.(extenso)__________________________________(Observar limites constantes do subitem 5.1, do Anexo II, desta Instruo Normativa)

    Valor da contrapartida: R$ ____________________.(extenso) ____________________________________, equivalente a _______ % do valor total de investimento(Contrapartida mnima de 5% do valor do investimento total Vide subitem 6.2.2, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

  • 4 - CARACTERIZAO DA REA DE INTERVENO E/OU REASSENTAMENTO (a ser preenchido pelo proponente)Nome da rea de interveno:

    Endereo da rea de interveno:

    Nome da rea de reassentamento (*):Endereo da rea de reassentamento (*):A rea de interveno situa-se em zona:

    urbana rural

    A rea de reassentamento (*) situa-se em zona:

    urbana rural

    Tempo de ocupao da rea de interveno:

    Em anos _____ (extenso) _____________________________

    A rea de interveno j recebeu beneficio de natureza habitacional oriundo de programas geridos pela Unio?

    no sim

    Se a resposta para o item anterior for sim, especificar:

    Programa/Fonte de recursos: __________________________________________Ano de contratao: ____________________

    Situao fundiria da rea de interveno:

    A rea de interveno pertence ao patrimnio: municipal particular/privado estadual outro rgo/unidades federais (citar) Unio outro rgo/unidades estaduais, qual: RFFSA INSS INCRA desconhecido

    Documentao comprobatria de titularidade da rea de interveno:

    Imisso da Posse Registro em Cartrio Contrato ou compromisso irretratvel (cesso de uso, concesso de direito real de uso, concesso de uso especial para fins de moradia, aforamento e direito de superfcie) Outro. (especificar):

    Situao fundiria da rea de reassentamento (*):

    A rea de interveno pertence ao patrimnio: municipal particular/privado estadual outro rgo/unidades federais (citar) Unio outro rgo/unidades estaduais, qual: RFFSA INSS INCRA desconhecido

    Documentao comprobatria de titularidade da rea de reassentamento (*):

    Imisso da Posse Registro em Cartrio Contrato ou compromisso irretratvel (cesso de uso, concesso de direito real de uso, concesso de uso especial para fins de moradia, aforamento e direito de superfcie) Outro. (especificar):

    Legenda:(*) Informaes sobre rea de reassentamento somente quando for o caso.

  • 5 CARACTERIZAO TCNICO-SOCIAL DA PROPOSTA (a ser preenchido pelo proponente)Objetivo da proposta: (descrever)________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    5.1 Populao residente em reas sujeitas a situaes de risco de vida: Sim No5.1.1 Se positivo, identificar:

    cabeceiras de aeroportos desmoronamentos/deslizamentos enchentes eroses reas de servido de linhas frreas ativas e rodovias reas de servido de polidutos reas de servido de redes de energia eltrica outros (especificar): _________________________________________

    5.2 Populao situada em locais insalubres: Sim No5.2.1 Se positivo, identificar:

    alagados ausncia de esgotamento sanitrio ausncia de gua potvel lixes mangues outros (especificar): _________________________________________

    5.3 Populao situada em locais imprprios para moradias: Sim No5.3.1 Se positivo, identificar:

    corpos hdricos (rios, crregos, lagoas, nascentes e canais) florestas nacionais reas de proteo ambiental (APA) reas de proteo permanente (APP) reservas de fauna reservas extrativistas outros (especificar): _________________________________________

    5.4 Populao residente em habitaes inadequadas para moradias: Sim No5.4.1 Se positivo, identificar:

    cortios palafitas composta de materiais com baixa durabilidade (barracos)

    outros (especificar): _________________________________________

    5.5 Atendimento populao residente em municpio integrante de regio metropolitana ou equivalente ou sede de capital estadual: Sim No (item de hierarquizao, somente nos casos de Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios)

    5.6 Atendimento a populao residente em municpio que apresente ndice de inadequao de domiclios superior mdia nacional: Sim Citar ndice:________________ No (item de hierarquizao, somente nos casos de Urbanizao e Regularizao de Assentamentos Precrios)

    5.7 Atendimento a populao residente em municpio que apresente ndice de dficit habitacional superior mdia nacional: Sim Citar ndice:________________ No (item de hierarquizao, somente nos casos de Produo de Conjuntos Habitacionais)

    5.8 Integrao a outras intervenes ou programas da Unio ou de demais esferas de governo: Sim No

    5.8.1 Se positivo, citar nome do programa / fonte de recursos: _______________________________________________

    5.9 A rea j recebeu benefcio de natureza habitacional oriundos de programas geridos pela Unio: Sim No

    5.9.1 Se positivo, citar nome do programa: __________________________________________

  • 5.10 Possui projeto bsico desenvolvido da rea de interveno ou reassentamento: Sim No

    5.11 Possui projeto executivo desenvolvido da rea de interveno ou reassentamento: Sim No

    5.12 Caracterizar a situao do licenciamento ambiental:

    esfera federal esfera estadual esfera municipal licena prvia licena de instalao

    protocolada solicitao no rgo competente

    5.13 A proposta considerada prioritria por Conselho Municipal ou Estadual ou rgo de carter equivalente ligado ao setor habitacional? Sim No

    5.14 Atendimento populao em situao de emergncia ou estado de calamidade pblica:

    Sim (anexar documentao comprobatria) No

  • 6 ENQUADRAMENTO (A ser preenchido pelo Agente Financeiro Vide subitem 5.4, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Data de recebimento da proposta: ________/________/________

    6.1 A proposta atende ao objetivo e pblico-alvo do programa e da modalidade operacional pleiteada:

    Sim No

    6.2 O proponente encontra-se em situao regular perante o FGTS:

    Sim No

    6.3 Existe compatibilidade entre o valor de financiamento solicitado, a capacidade de pagamento do proponente e o percentual de contrapartida mnimo exigido para a modalidade operacional:

    Sim No

    6.4 A proposta contempla municpio que atende aos dispositivos previstos nas alneas d ou e, do subitem 5.4.2, do Anexo I, desta Instruo Normativa

    Sim No

    6.5 A proposta apresenta valor de investimento mnimo, na forma definida pelas alneas f ou g, do subitem 5.4.2, do Anexo I, desta Instruo Normativa

    Sim No

    MANIFESTAO FINAL:

    PROPOSTA ENQUADRADA PROPOSTA NO ENQUADRADA

    Justificativa: (Preenchimento somente no caso de proposta no enquadrada vide subitem 5.4.4, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    ____________________________________________________________________________________________________

    ____________________________________________________________________________________________________

    Data da manifestao do Agente Financeiro: ________/________/________

    Data de encaminhamento Secretaria Nacional de Habitao do Ministrio das Cidades: ________/________/________ (Somente no caso de proposta enquadrada vide subitem 5.4.3, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Data de devoluo ao proponente: ________/________/________ (Somente no caso de proposta no enquadrada Vide subitem 5.4.4, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Responsvel(is): (nome legvel, n de matrcula ou registro no rgo e assinatura)

    ____________________________________________________________________________________________________

  • 7 HIERARQUIZAO E SELEO(A ser preenchido pela Secretaria Nacional de Habitao do Ministrio das Cidades)

    Exerccio oramentrio de seleo: ___________________

    Quantidade percentual de critrios de priorizao atendidos: _________% (Vide subitem 5.5.2, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Nmero de proposta examinadas no perodo de seleo: __________________________________

    Classificao desta proposta: ____________________

    Recursos disponveis para o programa: R$ ________________________________

    (extenso) ___________________________________________________________________________________________

    Normas oramentrias em vigor na data da seleo:

    Resoluo do Conselho Curador do FGTS: ______________________________

    Instruo Normativa do Gestor da Aplicao: ____________________________

    Os recursos disponveis para o programa no exerccio e o volume de recursos referentes s propostas enquadradas no perodo dispensam a realizao do processo de hierarquizao: (vide subitem 5.5.6 do Anexo I desta Instruo Normativa)

    Sim No

    Os recursos disponveis para o programa no exerccio permitem selecionar at a proposta classificada sob o nmero:______________________

    MANIFESTAO FINAL:

    PROPOSTA SELECIONADA PROPOSTA NO SELECIONADA

    Justificativa:_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    Data da manifestao final: ________/________/________

    Ato administrativo da seleo: ________________________

    Data de publicao da seleo no Dirio Oficial da Unio: ________/________/________ (Somente no caso de proposta selecionada Vide subitem 5.5.7, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Responsvel(is): (nome legvel, n de matrcula ou registro no rgo e assinatura)

    ____________________________________________________________________________________________________

  • ANEXO IV B

    MINISTRIO DAS CIDADESSecretaria Nacional de Habitao

    PR-MORADIA

    MODELO DE CARTA CONSULTA

    MODALIDADE: DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

    LOCAL E DATA ___________________________

    ENDEREAMENTO(Enderear ao Agente Financeiro, entidade responsvel pelo enquadramento da proposta - Vide subitem 5.4, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Prezados Senhores,

    1. Encaminho a presente Carta-Consulta contendo as informaes necessrias realizao dos processos de enquadramento, hierarquizao e seleo de proposta de financiamento formulada no mbito do Programa de Atendimento Habitacional atravs do Setor Pblico PR-MORADIA, modalidade Desenvolvimento Institucional, na forma da Resoluo n 469, de 8 de maro de 2005, do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Servio FGTS e demais normas complementares do Gestor da Aplicao e do Agente Operador, declarando, neste ato, possuir pleno conhecimento e observar estritamente o cumprimento das mesmas.

    Atenciosamente,

    _____________________________________________________________________ASSINATURA DO REPRESENTANTE LEGAL DO PROPONENTE

    (Vide subitem 2.1, do Anexo IV, desta Instruo Normativa)

  • 1 - IDENTIFICAO DO PROPONENTE (A ser preenchido pelo proponente)

    Nome da entidade ou rgo: _______________________________________ CNPJ/MF: ________________

    Representante Legal:________________________________________________________________________

    Endereo: ___________________________________________________________ CEP: ________________

    Municpio: ____________________________________________________________ UF: ________________

    Endereo eletrnico: _______________________________________________ FAX n _________________

    Pessoa(s) autorizada(s) a tratar do pleito (preenchimento opcional): _________________________________

    2 AOES PRETENDIDAS (A ser preenchido pelo proponente, admitindo-se mais de uma ao)

    ESTUDOS E PLANOS: (descrever) ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    TREINAMENTO: (descrever) ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    AQUISIO DE BENS: (descrever) ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    3 CARACTERIZAO FINANCEIRA DA PROPOSTA (A ser preenchido pelo proponente)

    Valor do investimento total proposto: R$ ________________________.(extenso)_______________________________

    Valor do financiamento total proposto:.R$ ______________________ (extenso)_________________________________

    Valor da contrapartida:.R$ ________________________(extenso)_________________________________, equivalente a__________ % do valor total de investimento (Contrapartida mnimo de 7,5% do valor do investimento total Vide subitem 6.2.2, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

  • 4 CARACTERIZAO SOCIAL DA PROPOSTA(A ser preenchido por proponente de administrao municipal)

    Municpio com populao superior a 20 mil habitantes: Sim No

    Municpio integrante de regio metropolitana, regio integrada de desenvolvimento ou aglomerado urbano ou sede de capital estadual: Sim No

    Municpio com IDH (ndice de Desenvolvimento Humano) inferior mdia nacional: Sim Citar ndice:_______________ No

    Municpio com ndices de inadequao de domiclios ou de dficit habitacional superiores mdia nacional: Sim Citar ndice de inadequao de domiclios:_______ ou ndice de dficit habitacional: _______ No

    5 CARACTERIZAO SOCIAL DA PROPOSTA(A ser preenchido por proponente de administrao estadual ou do Distrito Federal)

    A proposta prev aes de aperfeioamento da administrao estadual relacionadas a regies metropolitanas ou aglomerados urbanos: Sim No

    Estado com IDH (ndice de Desenvolvimento Humano) inferior medida nacional: Sim Citar ndice:________________ No

  • 6 ENQUADRAMENTO (A ser preenchido pelo Agente Financeiro Vide subitem 5.4, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Data de recebimento da proposta: ________/________/________

    6.1 A proposta atende ao objetivo e pblico-alvo do programa e da modalidade operacional pleiteada:

    Sim No

    6.2 O proponente encontra-se em situao regular perante o FGTS:

    Sim No

    6.3 Existe compatibilidade entre o valor de financiamento solicitado, a capacidade de pagamento do proponente e o percentual de contrapartida mnimo exigido para a modalidade operacional:

    Sim No

    6.4 A proposta contempla municpio que atende aos dispositivos previstos nas alneas d e f, do subitem 5.4.2, do Anexo I, desta Instruo Normativa

    Sim No

    MANIFESTAO FINAL:

    PROPOSTA ENQUADRADA PROPOSTA NO ENQUADRADA

    Justificativa: (Preenchimento somente no caso de proposta no enquadrada vide subitem 5.4.4, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    ____________________________________________________________________________________________________

    ____________________________________________________________________________________________________

    Data da manifestao do Agente Financeiro: ________/________/________

    Data de encaminhamento Secretaria Nacional de Habitao do Ministrio das Cidades: ________/________/________ (Somente no caso de proposta enquadrada vide subitem 5.4.3, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Data de devoluo ao proponente: ________/________/________ (Somente no caso de proposta no enquadrada Vide subitem 5.4.4, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Responsvel(is): (nome legvel, n de matrcula ou registro no rgo e assinatura)

    ____________________________________________________________________________________________________

  • 7 HIERARQUIZAO E SELEO(A ser preenchido pela Secretaria. Nacional de Habitao do Ministrio das Cidades)

    Exerccio oramentrio de seleo: ___________________

    Quantidade percentual de critrios de priorizao atendidos: _________% (Vide subitens 5.5.3 ou 5.5.4, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Nmero de proposta examinadas no perodo de seleo: __________________________________

    Classificao desta proposta: ____________________

    Recursos disponveis para o programa: R$ ________________________________

    (extenso) ___________________________________________________________________________________________

    Normas oramentrias em vigor na data da seleo:

    Resoluo do Conselho Curador do FGTS: ______________________________

    Instruo Normativa do Gestor da Aplicao: ____________________________

    Os recursos disponveis para o programa no exerccio e o volume de recursos referentes s propostas enquadradas no perodo dispensam a realizao do processo de hierarquizao: (vide subitem 5.5.6 do Anexo I desta Instruo Normativa)

    Sim No

    Os recursos disponveis para o programa no exerccio permitem selecionar at a proposta classificada sob o nmero:______________________

    MANIFESTAO FINAL:

    PROPOSTA SELECIONADA PROPOSTA NO SELECIONADA

    Justificativa:_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    Data da manifestao final: ________/________/________

    Ato administrativo da seleo: ________________________

    Data de publicao da seleo no Dirio Oficial da Unio: ________/________/________ (Somente no caso de proposta selecionada Vide subitem 5.5.7, do Anexo I, desta Instruo Normativa)

    Responsvel(is): (nome legvel, n de matrcula ou registro no rgo e assinatura)

    ____________________________________________________________________________________________________

  • ANEXO VPR-MORADIA

    CALENDRIO PARA APRESENTAO, ENQUADRAMENTO, HIERARQUIZAO, SELEO E CONTRATAO DE PROPOSTAS DE OPERAO DE CRDITO

    EXERCCIO 2009

    ETAPAS PRAZOSApresentao de carta-consulta pelo proponente, ao Agente Financeiro, para fins de enquadramento At 14 de agosto de 2009

    Apresentao de sntese da interveno, pelo proponente, ao Gestor da Aplicao At 14 de agosto de 2009

    Realizao do processo de enquadramento e encaminhamento das propostas enquadradas, pelo Agente Financeiro, ao Gestor da Aplicao, para fins de hierarquizao e seleo.

    At 15 de setembro de 2009

    Realizao dos processos de hierarquizao e seleo pelo Gestor da Aplicao. At 30 de setembro de 2009

    Entrega de documentao, pelo proponente selecionado, ao Agente Financeiro, para fins de anlise de viabilidade tcnica e jurdica da operao.

    At 30 de outubro de 2009

    Entrega de documentao, pelo proponente selecionado, Secretaria do Tesouro Nacional do Ministrio da Fazenda, para fins de anlise do limite de endividamento e de obteno de autorizao para contratao da operao.

    At 16 de novembro de 2009

    Concluso da anlise de viabilidade pelo Agente Financeiro e celebrao do contrato de financiamento entre o Agente Financeiro e o proponente.

    At 30 de novembro de 2009

    INSTRUO NORMATIVA N 31, DE 3 DE JULHO DE 2009PR-MORADIAMODELO DE CARTA CONSULTAMODALIDADES:URBANIZAO E REGULARIZAO DE ASSENTAMENTOS PRECRIOS OU PRODUO DE CONJUNTOS HABITACIONAISLOCAL E DATA ___________________________

    ASSINATURA DO REPRESENTANTE LEGAL DO PROPONENTE2 MODALIDADE (A ser preenchido pelo proponente Marcar apenas uma opo Vide subitem 5.4.2.1, do Anexo I, desta Instruo Normativa)PR-MORADIAMODELO DE CARTA CONSULTAMODALIDADE: DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONALLOCAL E DATA ___________________________

    ASSINATURA DO REPRESENTANTE LEGAL DO PROPONENTE2 AOES PRETENDIDAS (A ser preenchido pelo proponente, admitindo-se mais de uma ao)

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