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  • Em O outro lado da moe-da, o tema o Dinheiro. DesdeMarcel Duchamp, os objetosindustrializados tm sido incor-porados ao discurso da arte. Olivro mostra como os artistascontemporneos tambm seapropriam de objetos da vidacotidiana, produzidos aos mi-lhares, para falar sobre estemundo cheio de objetos.

    Infinitas colees*

    Contedos

    Leitura da imagem Objetos do cotidiano na

    construo do trabalho de arte

    Seleo, coleo, seriao, classificao e repetio na composio do trabalhode arte

    Etapas

    1. Leia e discuta com osalunos o texto e as imagens dolivro, percebendo como objetosmuito comuns podem se trans-formar numa coleo especial. Leiam juntos a seo Infi-nitas colees (pgina 28) dolivro. Percebam que a ilustrado-ra do livro: (1) agrupou imagensde objetos numa srie; (2) repe-tiu essas imagens numa deter-minada ordem; (3) distribuiucores e formas para dar equil-brio ao conjunto etc.

    2. Juntos observem comoArthur Bispo do Rosrio organi-

    za suas colees. Percebamtambm outros jeitos de orga-nizar e escolher objetos que olivro apresenta. Pea turma que observe, nodia-a-dia, objetos comuns inte-ressantes quanto aos formatose/ou cores. Pea que coletemcinco objetos iguais ou pareci-dos, para fazer uma montagemem sala de aula. Avise que, nofim do trabalho, os objetos se-ro devolvidos.

    3. Divida a classe em peque-nos grupos. Cada grupo desco-bre uma maneira interessantede mostrar os objetos trazidospor todos os integrantes. A pri-meira coisa a produzir umaidia em torno da qual os obje-tos sero selecionados, classifi-cados e reunidos. Com as mon-tagens realizadas, percebamjuntos as semelhanas e dife-renas entre elas, descobrindocomo cada grupo organizousuas colees.

    4. Desafie a turma a des-montar essas colees e a mon-tar, com os mesmos objetos,uma grande coleo. Lembreque agora ser preciso ter umanova idia e de novo selecionar,classificar, agrupar e reorganizaros objetos no espao, pensandonuma construo esttica.

    5. Avaliem juntos a grandecoleo, recuperando, com aturma, a idia de onde partirampara form-la, as escolhas quefizeram e se o modo de organi-zao ficou mais prximo dojeito de organizar do artista Bispo do Rosrio ou da ilus-tradora do livro. Voc podedocumentar as vrias etapasdesta proposta, fotografando eexpondo as fotografias.

    Obs.: Cada uma das etapas sugeridas no corresponde ne-cessariamente a uma aula. Di-mensione o tempo, dividindo asetapas em vrias aulas, de acor-do com o rendimento do grupo.

    Outros contedos do livro

    A tcnica artstica a serviode uma idia

    Cildo Meireles e as tcnicas de reproduo da imagem

    O conceito de objeto naobra de Jac Leirner

    Colees de objetos na arte;assemblage

    Rubem Grilo e a xilogravuracomo tcnica de reproduo da imagem

    Arte e vida cotidiana O conceito de objeto na arte

    contempornea O dinheiro na arte e a arte

    no dinheiro Arte e poltica A materialidade na arte

    contempornea Arte e ironia Histria da Arte trs

    artistas na linha do tempo

    Coleo Arte na Escola O Leitor de Imagens

    Av. Alexandre Mackenzie, 691 05322-000 Jaguar So Paulo SP Tel.: (11) 2799-7799

    www.editoranacional.com.br editoras@editoranacional.com.br

    O outro lado da moeda fazparte da Coleo Arte na Esco-la O Leitor de Imagens, umprojeto da Companhia EditoraNacional e do Instituto Arte naEscola, de autoria de AnameliaBueno Buoro, Beth Kok eEliana Aloia Atih, que tam-bm produziram este encarte.

    Professor,Para ns, autoras, muito importante saber o que voc achou deste material.

    Envie sua opinio para:AUTORAS COLEO ARTE NA ESCOLA

    e-mail instituto@artenaescola.org.br

    O outro lado da moeda

    *A proposta de ateli que apresentamos aqui foi elaborada para o Ensino Fundamental II. Todas as propostas daseo O olho e a mo tambm podem ser realizadas no ateli.

    Nascemos leitores de imagens muito competentes.

    A expresso do rosto de nossa me, o desenho do livro de

    histrias, o logotipo do caminho, tudo texto para ns. At que

    nos ensinam que textos so feitos somente de letras

    que formam palavras que formam frases que formam pargrafos...

    Diante do poder da palavra escrita, preciso estimular o

    olhar para as imagens, todas elas: do anncio ao grafite, do

    desenho animado ao lbum de fotos da famlia...

    Isso precisa acontecer para o bem da prpria palavra escrita, que

    se renova e se reinventa quando dialoga com a imagem.

    O LEITOR DEIMAGENS

    A leitura deimagens na salade aula de Arte

    O contato com a imagem daarte sensibiliza e educa nosso olhar.Por isso, ler imagens importanteem qualquer idade da vida. A ima-gem oferece uma viso da reali-dade muito diferente daquela quea palavra oferece. O texto referen-cial nos d uma compreenso gra-dual sobre um tema, enquanto aimagem visual ou verbal ofere-ce-nos uma viso integral e simult-nea desse mesmo tema, possibili-tando outras maneiras de abord-loe de compreend-lo.

    Expressar-se com imagens

    A arte visual nos d acesso aoutra linguagem, ao mesmo tempooposta e complementar lingua-gem verbal, ou seja, a palavra. Len-do imagens em sala de aula, voc e seus alunos vo aprender sobreessa linguagem, usando-a paracombinar com outras, interagircom o mundo, expressar e comuni-car idias e sentimentos, conhecero mundo e se conhecer melhor.Numa escola como a nossa, quevaloriza excessivamente o racioc-nio lgico-matemtico e a expres-so verbal escrita, a linguagem daarte visual pode equilibrar o exces-so de racionalidade, propondo oexerccio da sensibilidade, da ima-ginao, da intuio; habilidadesque estimulam outras maneiras de pensar, sentir, ensinar, aprendere agir.

    Ler imagens emtodas as disciplinas

    O potencial interdisciplinar etransdisciplinar da arte infinito. Aarte fala de tudo: Histria, Geo-poltica, Filosofia, Literatura, Mate-mtica, Geometria, Poesia, Socio-logia, Antropologia, Mitologia... Aslinguagens da arte tambm levam acultura para dentro da escola. Asartes visuais renem um conheci-mento que costura os outros,oferecendo caminhos para integraras disciplinas escolares. Por isso,uma obra de arte pode ser texto epretexto para ampliar e aprofundarqualquer contedo ou disciplina.

    Pensando assim, alm do professorde Arte, todos os professores, espe-cialistas ou generalistas, interessa-dos em ler quaisquer imagens comseus alunos, podem se apropriardesta Coleo.

    A arte tambm um caminhopara expressarmos emoes eidias. A leitura da imagem da arteem sala de aula mobiliza simulta-neamente a cognio e a imagina-o, encaminhando um modo deconhecer que valoriza tanto a infor-mao objetiva quanto a formaoda subjetividade. Ler imagens per-mite-nos descobrir as coisas de quemais gostamos: o movimento est-tico que nos fala mais, o artistacom o qual mais nos identificamos,a obra desse artista que mais nossensibiliza... Dessa maneira, almde aprendermos sobre o mundo,aprendemos tambm sobre nsmesmos.

    Cognio e imaginao

    O contato com as imagens daarte mantm acesa nossa prpriaimaginao. E imaginar ser umahabilidade cada vez mais valori-zada, num mundo cada vez maisincerto. Os inventores, cientistas,polticos, empresrios que real-mente fazem a diferena paramelhor so tambm grandes ima-ginadores, ou seja, criadores deimagens nas quais projetam hip-teses, cenrios futuros, soluesemergenciais.

    H ainda a possibilidade dedesenvolver habilidades narrativas,descritivas, analticas e interpre-tativas, as quais podem, no mni-mo, contribuir muitssimo paraenriquecer contedos de LnguaPortuguesa, Histria, Geografia,Filosofia... Isso sem falar nas inter-faces com a Matemtica, a Infor-mtica e a Geometria.

    A Coleo e a disciplina de Arte

    Cada livro um guia de suges-tes para ler imagens. Na sala deaula, os livros sugerem uma abor-dagem da imagem por etapas:olhar, perceber, descrever, analisar,relacionar, interpretar, amplificar,pesquisar outras fontes de ima-gens (no jornal, na internet, na TV,na publicidade...), produzir ima-gens (tangveis e/ou intangveis). A Coleo pretende aproximarobras, artistas e temas da vida deseus leitores.

    Mix e Remix ajudam a fazeressa aproximao exclusivamentepor meio das imagens.

    Olho do curador mostra comoas obras podem conversar umascom as outras, ao redor de ummesmo tema.

    Arte no tempo pode ser ogatilho de uma seqncia de aulassobre as transformaes na so-ciedade, na cultura, na vida doartista...

    Fazer fazeres destaca uma tc-nica, um movimento artstico, umoutro artista, um contedo comumna obra de um mesmo artista...

    O olho e a mo pode gerarobjetos concretos, produzidos noateli de artes, ou simplesmenteestimular uma idia, expressar umsentimento, vencer um precon-ceito, propor outro jeito de pensarou uma maneira diferente de ver...

    Repertrio um pequeno edespretensioso glossrio, til paraa leitura.

    Indicaes oferece dicas deconexes interdisciplinares e trans-disciplinares.

    Vaivm o momento maislivre, de apropriar-se das imagense troc-las com o mundo de forada escola.

    Encarte_02_dinheiro 08.02.18 11:10 Page 1

    Em O outro lado da moe-da, o tema o Dinheiro. DesdeMarcel Duchamp, os objetosindustrializados tm sido incor-porados ao discurso da arte. Olivro mostra como os artistascontemporneos tambm seapropriam de objetos da vidacotidiana, produzidos aos mi-lhares, para falar sobre estemundo cheio de objetos.

    Infinitas colees*

    Contedos

    Leitura da imagem Objetos do cotidiano na

    construo do trabalho de arte

    Seleo, coleo, seriao, classificao e repetio na composio do trabalhode arte

    Etapas

    1. Leia e discuta com osalunos o texto e as imagens dolivro, percebendo como objetosmuito comuns podem se trans-formar numa coleo especial. Leiam juntos a seo Infi-nitas colees (pgina 28) dolivro. Percebam que a ilustrado-ra do livro: (1) agrupou imagensde objetos numa srie; (2) repe-tiu essas imagens num