despacho normativo 5 2013

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  • 1. 11476 Dirio da Repblica, 2. srie N. 68 8 de abril de 2013 3- As patologias e domnios da interveno clinica visados poderoANEXO Iabarcar cuidados desenvolvidos nos nveis ambulatrio, domicilirioe hospitalar.REGULAMENTO DO JRI NACIONAL DE EXAMES 4- O presente Despacho entra em vigor no dia seguinte ao da suapublicao. Artigo 1.27 de maro de 2013. O Secretrio de Estado da Sade, ManuelFerreira Teixeira. A Secretria de Estado da Cincia, Maria LeonorAtribuiesde S Barreiros da Silva Parreira. O Jri Nacional de Exames, doravante abreviadamente designado por206861092 JNE, est integrado na Direo-Geral da Educao (DGE), sem prejuzoda sua autonomia tcnica, de acordo com o previsto no Decreto-Lein. 14/2012, de 20 de janeiro, e tem como atribuies a organizao doprocesso de avaliao externa da aprendizagem, bem como a validaoMINISTRIO DA EDUCAO E CINCIAdas condies de acesso dos alunos realizao de provas e exames econsequente certificao dos seus currculos. Gabinete do Ministro Artigo 2. Despacho normativo n. 5/2013 Composio A Direo-Geral de Educao (DGE) do Ministrio da Educao e 1. O JNE composto pela comisso permanente, pelos coordenado-Cincia, cuja orgnica foi aprovada pelo Decreto-Lei n. 14/2012, de 20de janeiro, integra o Jri Nacional de Exames (JNE), sem prejuzo dares das delegaes regionais e pelos responsveis dos agrupamentossua autonomia tcnica, o qual tem por atribuio organizar, coordenar e de exames.planificar o processo de avaliao externa da aprendizagem, o processo 2. A comisso permanente funciona no mbito da Direo de Serviosde realizao das provas de equivalncia frequncia dos ensinos bsico edo Jri Nacional de Exames e constituda pelo Presidente do JNE esecundrio, bem como a validao das condies de acesso dos alunos re- pelos tcnicos superiores e secretariado daquela direo de servios.alizao de provas e exames e consequente certificao dos seus currculos.3. A comisso coordenadora do JNE constituda pela comisso No processo de avaliao externa da aprendizagem o JNE deve serpermanente e pelos coordenadores das delegaes regionais e renereconhecido interna e externamente como o garante da equidade entre por iniciativa do Presidente do JNE.todos os alunos, consignado na viso Certificar com Equidade.4. O Presidente do JNE, sempre que se justifique, rene a comisso Tendo em conta a necessria credibilidade da sua atuao junto dacoordenadora para acompanhamento do processo de avaliao externacomunidade educativa, o JNE fundamenta a sua interveno na projeoda aprendizagem, podendo tambm, em situaes especiais, convocar oe defesa constante dos princpios de equidade, justia, rigor e tica, bemplenrio do JNE, o qual constitudo pela comisso permanente, peloscomo no cumprimento da mais estrita legalidade e na salvaguarda docoordenadores das delegaes regionais do JNE e pelos responsveisinteresse de todos e de cada aluno. dos agrupamentos de exames. A avaliao externa da aprendizagem reconhecidamente, em qual-5. Os elementos da comisso permanente do JNE so designadosquer sistema de ensino, uma componente fundamental e indissocivelpor despacho do membro do Governo competente, sob proposta dodo processo de ensino e aprendizagem dos alunos e ser formalizada,em 2013, pelas provas finais dos 1., 2. e 3. ciclos do ensino bsico,Diretor-Geral da DGE, sendo a designao dos coordenadores das de-pelos exames finais nacionais do ensino secundrio e pelos exames a legaes regionais e dos responsveis dos agrupamentos de exames danvel de escola equivalentes aos exames nacionais.competncia do Diretor-Geral da Direo-Geral dos Estabelecimentos As medidas implementadas no sistema educativo portugus obrigaramEscolares (DGEstE) ou do Secretrio Regional de Educao, no casoa algumas alteraes legislativas, com reflexo no processo de realizaodas regies autnomas dos Aores e da Madeira.das provas finais e exames e na estrutura do Regulamento das Provas e6. As delegaes regionais do JNE so constitudas pelo coordenadordos Exames do Ensino Bsico e do Ensino Secundrio. e pelos responsveis dos agrupamentos de exames de cada regio. O presente diploma reflete algumas das principais alteraes ao sis-7. Os coordenadores das delegaes regionais do JNE e os respon-tema de avaliao da aprendizagem, nomeadamente, a introduo desveis dos agrupamentos de exames so coadjuvados pelos professoresprovas finais e provas de equivalncia frequncia no 1. ciclo do ensinoconsiderados necessrios ao funcionamento dos servios, a nomearbsico, os ajustamentos na concesso de condies especiais de examepor despacho do Diretor-Geral da DGEstE ou do Diretor Regional depara alunos com necessidades educativas especiais, a obrigatoriedade de Educao, no caso das regies autnomas, competindo a um dos profes-realizao de exames finais nacionais do ensino secundrio para efeito de sores que os integram, que ser designado para o efeito, a substituioprosseguimento de estudos dos alunos dos cursos cientfico-humansticos do coordenador ou do responsvel do agrupamento nas suas ausnciasdo ensino recorrente, dos cursos do ensino artstico especializado e dose impedimentos.cursos profissionais.8. Pode ainda ser afeto pelo Diretor-Geral da DGEstE ou pelo Diretor Assim:Regional de Educao, no caso das regies autnomas, sob proposta dos Considerando o disposto no Decreto-Lei n. 139/2012, de 5 de ju-lho, o Despacho Normativo n. 24-A/2012, de 6 de dezembro, quecoordenadores das delegaes regionais do JNE, o pessoal no docenteregulamenta a avaliao do ensino bsico, as Portarias n.s 242/2012julgado indispensvel para assegurar os servios das delegaes regionaise 243/2012, ambas de 10 de agosto, as Portarias n.s 243-A/2012 e do JNE e dos agrupamentos de exames.243-B/2012, ambas de 13 de agosto, com as alteraes introduzidasrespetivamente pelas Portarias n.s 419-A/2012 e 419-B/2012, ambas Artigo 3.de 20 de dezembro, a Portaria n. 74-A/2013, de 15 de fevereiro, paraFuncionamentoos cursos de nvel secundrio de educao e, ainda, o Decreto-Lein. 3/2008, de 7 de janeiro. 1. O JNE elabora o seu regulamento interno de funcionamento, que Ao abrigo do disposto no artigo 12. do Decreto-Lei n. 125/2011, de submete aprovao do Diretor-Geral da Educao.29 de dezembro, e no artigo 2. do Decreto-Lei n. 14/2012, de 20 de 2. O JNE deve zelar pelo cumprimento do Regulamento das Provasjaneiro, e considerando o disposto no artigo 2. da Portaria n. 258/2012,e dos Exames do Ensino Bsico e do Ensino Secundrio.de 28 de agosto, determino o seguinte: 3. Os membros do JNE e restantes elementos docentes e no docentes 1. So aprovados:referidos nos nmeros 7 e 8 do artigo 2. ficam especialmente obrigadosa) O Regulamento do Jri Nacional de Exames;ao dever de sigilo em relao a toda a informao de natureza confiden-b) O Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Bsico e docial de que tenham conhecimento no exerccio das suas funes.Ensino Secundrio. 4. Os elementos das equipas das estruturas regionais do JNE, professo-res e pessoal no docente, ficam prioritariamente afetos execuo dos 2. Os Regulamentos mencionados no nmero anterior, constantes, trabalhos inerentes ao processo de provas e exames, sendo dispensadosrespetivamente, dos Anexos I eII ao presente Despacho, e do qual fazemde outros servios nas escolas, com exceo das atividades letivas e departe integrante, aplicam-se a partir do ano letivo de 2012/2013. avaliao escolar. 3. revogado o Despacho Normativo n. 6/2012, de 10 de abril.5. Os servios prestados pelos docentes e tcnicos das estruturas28 de maro de 2013. Pelo Ministro da Educao e Cincia, Jooregionais do JNE so remunerados conforme despacho conjunto dosHenrique de Carvalho Dias Grancho, Secretrio de Estado do Ensino membros do Governo responsveis, respetivamente do Ministrio dasBsico e Secundrio.Finanas e do Ministrio da Educao e Cincia.

2. Dirio da Repblica, 2. srie N. 68 8 de abril de 201311477Artigo 4.determinar, em articulao com o GAVE, a aplicao de um fator dembito de interveno majorao. 5. O presidente do JNE pode delegar nos coordenadores das delega- 1. da responsabilidade do JNE a classificao, reapreciao e re-es regionais do JNE e nos responsveis dos agrupamentos de examesclamao das seguintes provas e exames: as competncias que considerar necessrias ao funcionamento eficaz dos a) Provas finais dos 1., 2. e 3. ciclos do ensino bsico de Portugus servios de classificao e reapreciao das provas e exames, incluindoe de Matemtica, ao abrigo do Decreto-Lei n. 139/2012, de 5 de julho;a competncia para decidir os processos de reapreciao. b) Exames finais nacionais das disciplinas bienais e trienais das com-6. As delegaes regionais do JNE e os agrupamentos de exames soponentes de formao geral e especfica dos cursos regulados pelo responsveis, nas escolas da sua rea de influncia, pela organizao eDecreto-Lei n. 139/2012, de 5 de julho;operacionalizao de um conjunto complexo de aes, com o objetivo de c) Provas e exames a nvel de escola equivalentes a nacionais; concretizar, de forma eficaz, as atribuies do JNE em todo o processo d) Provas de exame mencionadas nas alneas a) e b) realizadas em de avaliao externa da aprendizagem.escolas portuguesas no estrangeiro ou com currculo portugus no es-trangeiro. Artigo 6.2. Cabe ainda ao JNE a reapreciao e reclamao das provas de Classificao das provas de avaliao externaequivalncia frequncia dos 1., 2. e 3. ciclos do ensino bsico e1. Para organizao do servio de classificao das provas de avaliaodo ensino secundrio. externa, compete aos servios regionais da DGEstE em articulao comos respetivos coordenadores das delegaes regionais do JNE:Artigo 5. a) Proceder ao agrupamento dos estabelecimentos de ensino Competncias pblico -agrupamentos de escolas ou escolas no agrupadas - e dos es-1. Ao JNE compete, designadamente:tabelecimentos de ensino particular e cooperativo dotados de autonomiaou paralelismo pedaggico, tendo em vista a organizao do servio de a) Coordenar e planificar a realizao das provas finais de ciclo, dos classificao das provas de avaliao externa;exames finais nacionais, dos exames a nvel de

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