despacho n.º 3974/2013

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  • 9522 Dirio da Repblica, 2. srie N. 53 15 de maro de 2013

    Despacho (extrato) n. 3972/2013Nos termos do artigo 59. e seguintes da Lei n. 12 -A/2008, de 27 de

    fevereiro, por deliberao do Conselho Diretivo de 7 de fevereiro de 2013, foi autorizada a mobilidade interna, na modalidade intercarreiras, da trabalhadora Ana Rita Santos Pinto, da carreira/categoria de assis-tente operacional, para o desempenho de funes na carreira/categoria de assistente tcnico, mantendo a remunerao auferida na categoria de origem, correspondente 7. posio remuneratria, nvel 7, em cumprimento do disposto na alnea d) do n. 2 do artigo 24. da lei n. 55 -A/2010, de 31 de dezembro, mantida em vigor pelo n. 1 do ar-tigo 35. da lei n. 64 -B/2012, de 31 de dezembro, com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2013.

    11 de maro de 2013. O Chefe da Diviso de Recursos Humanos, Fernando Caetano.

    206817993

    FORA AREA

    Comando de Pessoal da Fora Area

    Direo de Pessoal

    Portaria n. 152/2013Manda o Chefe do Estado -Maior da Fora Area que o militar em

    seguida mencionado passe situao de reforma, nos termos da alnea b) do n. 1 do Artigo 159. do Estatuto dos Militares das Foras Armadas, aprovado pelo Decreto -Lei n. 236/99, de 25 de junho, com as alteraes introduzidas pelo Decreto -Lei n. 197 -A/03, de 30 de agosto e pelo Decreto -Lei n. 166/05, de 23 de setembro, tendo em considerao as disposies transitrias previstas no Artigo 3. do ltimo diploma e a norma interpretativa estatuda no Artigo 2 do Decreto -Lei n. 239/06, de 22 de dezembro:

    Quadro de Oficiais ENGAEDMGEN ENGAED RES -QPfe 013019 -C, Antnio Jacinto Machado

    Alves de Matos MOB

    Conta esta situao desde 3 de maro de 2013.Transita para o ARQC desde a mesma data.4 de maro de 2013. O Chefe do Estado -Maior, Jos Antnio de

    Magalhes Arajo Pinheiro, general.206816964

    MINISTRIO DA ADMINISTRAO INTERNA

    Gabinete do Secretrio de Estadoda Administrao Interna

    Despacho n. 3973/2013Nos termos da alnea a) do artigo 16. do decreto-lei n. 11/2012, de

    20 de janeiro, exonero a seu pedido, a licenciada Joana Carvalho Al-varenga Lacerda Machado Gonalves Pereira das funes de assessora do meu gabinete para que havia sido nomeada atravs do despacho n. 13097/2011, de 22 de setembro, publicado no Dirio da Repblica, 2. srie, n. 189, de 30 de setembro de 2011, com efeitos a partir de 4 de maro de 2013.

    5 de maro de 2013. O Secretrio de Estado da Administrao Interna, Filipe Tiago de Melo Sobral Lobo dvila.

    206817182

    Autoridade Nacional de Proteo Civil

    Despacho n. 3974/2013O Despacho n. 21638/2009, de 28 de setembro, do Presidente da

    Autoridade Nacional de Proteo Civil aprovou o Regulamento de especificaes tcnicas de veculos e equipamentos operacionais dos Corpos de Bombeiros. Decorridos que esto quase trs anos sobre a data de entrada em vigor deste diploma, afigura -se necessrio proceder

    a uma atualizao de algumas das fichas tcnicas constantes do anexo I daquele Regulamento.

    necessrio, igualmente, clarificar algumas disposies do regula-mento e adequ -lo s alteraes mais recentes EN 1846 -1,2,3.

    O presente despacho procede, nesta conformidade, aprovao das referidas alteraes.

    Foi ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros, que se pronunciou favoravelmente, em 27 de setembro de 2012.

    Assim,Nos termos da alnea e) do n. 1 do artigo 10. do Decreto -Lei

    n. 75/2007, de 29 de maro, conjugado com o disposto no artigo 8. do Decreto -Lei n. 247/2007, de 27 de junho, determino:

    1 Aprovo o regulamento de especificaes tcnicas de veculos e equipamentos operacionais dos corpos de bombeiros, anexo ao presente despacho.

    2 Revogo o regulamento aprovado pelo Despacho n. 21638/2009, de 28 de setembro e alterado pelo Despacho n. 11535/2010, de 15 de julho.

    3 O presente regulamento aplica -se aos veculos adquiridos aps a entrada em vigor do presente despacho.

    4 O presente regulamento entra em vigor no primeiro dia til aps o da sua publicao.

    13 de fevereiro de 2013. O Presidente, Manuel Couto.

    ANEXO

    Regulamento de especificaes tcnicas de veculose equipamentos operacionais dos corpos de bombeiros

    Artigo 1.Objeto e mbito

    1 O presente regulamento define as especificaes tcnicas de veculos e equipamentos operacionais dos corpos de bombeiros do territrio continental de Portugal.

    2 As especificaes tcnicas dos veculos e equipamentos ope-racionais referidos no nmero anterior constam das fichas tcnicas do Anexo I do presente regulamento.

    3 A tipologia, caractersticas e especificaes tcnicas estabelecidas no presente regulamento so obrigatrias.

    4 A homologao da adequao tcnico -operacional dos veculos operacionais dos corpos de bombeiros prevista na al. c), do n. 1, do artigo 6., do Decreto -Lei n. 247/2007, de 27 de junho, depende da con-formidade dos veculos com as disposies do presente regulamento.

    5 O registo de carga dos veculos efetuado de acordo com o modelo do Anexo II do presente regulamento.

    Artigo 2.Definies

    Para efeito do disposto no presente Regulamento, entende -se por:a) Autoproteo trmica Dispositivo de proteo trmico, por

    asperso de gua, que visa colocar em segurana a guarnio do ve-culo dentro da cabina e proteger os pneus para permitir a deslocao do veculo.

    b) Carga til Corresponde ao peso dos agentes extintores, do equipamento operacional amovvel e dos elementos da guarnio (90 kg por elemento).

    c) Componentes vulnerveis Todos os dispositivos, ou parte de dispositivos, que contribuem para a autoproteo trmica do veculo ou sua mobilidade e deslocao.

    d) Dispositivo de alimentao independente Dispositivo eltrico dedicado exclusivamente alimentao do circuito de autoproteo trmica, que no pode em caso algum ser utilizado para abastecimento de tubagens e mangueiras de combate a incndios.

    e) Dispositivo de alimentao suplementar Dispositivo desti-nado alimentao de tubagens e mangueiras de combate a incndios que pode ser utilizado para alimentar a instalao do dispositivo de autoproteo trmica.

    f) Equipamento de Proteo Individual Qualquer dispositivo ou meio que se destine a ser envergado ou manejado por uma pessoa para defesa contra um ou mais riscos suscetveis de ameaar a sua sade ou a sua segurana.

    g) Equipamento de Utilizao Coletiva Equipamento utilizado em operaes de socorro, por diversos elementos, distribudo ou no pela carga dos veculos.

    h) Massa Total em Carga (MTC) Corresponde ao peso total da carga em ordem de marcha incluindo o peso do chassis, da superestrutura, dos agentes extintores, do equipamento do veculo, do equipamento

  • Dirio da Repblica, 2. srie N. 53 15 de maro de 2013 9523

    operacional e elementos da guarnio incluindo o condutor (90 kg por elemento). A MTC no pode exceder a MTCA.

    i) Massa Total em Carga Autorizada (MTCA) Corresponde ao peso mximo permitido por homologao do veculo pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT).

    j) Peso do Chassis Corresponde ao peso do veculo em chassis, tal como entregue pelo fabricante.

    k) Tara ou Massa sem Carga Corresponde ao peso do veculo e superestrutura, todos os meios necessrios para operar com o veculo, como sendo gua de arrefecimento, combustvel e leos atestados.

    l) Veculo Categoria 1 (Urbano) Veculo a motor que utiliza, normalmente a via pblica, cumprindo os requisitos aplicveis da EN 1846.

    m) Veculo Categoria 2 (Rural) Veculo a motor que utiliza a via pblica bem como terrenos pouco acidentados, cumprindo os requisitos aplicveis da EN 1846.

    n) Veculo Categoria 3 (Todo o Terreno) Veculo a motor que utiliza a via pblica bem como terrenos acidentados cumprindo os requisitos aplicveis da EN 1846.

    o) Veculo classe L (Ligeiro) Veculo cuja MTC superior a 3 toneladas e inferior a 7,5 toneladas.

    p) Veculo classe M (Mdio) Veculo cuja MTC superior a 7,5 toneladas e inferior a 16 toneladas.

    q) Veculo classe S (Super) Veculo cuja MTC superior a 16 toneladas.

    Artigo 3.Classificao de Veculos

    1 Os veculos de socorro e combate a incndio dos Corpos de Bombeiros, atendendo sua utilizao principal e s disposies da EN 1846 -1, 2 e 3, so classificados em:

    a) Veculos de combate a incndio;b) Veculos com meios elevatrios;c) Veculos de socorro e assistncia tcnica;d) Veculos de socorro e assistncia a doentes;e) Veculos de posto de comando;f) Veculos de proteo;g) Veculos de transporte de pessoal;h) Veculos de apoio logstico;i) Veculos motorizados especficos.

    Artigo 4.Veculos de Combate a Incndios

    1 Os veculos de combate a incndios so veculos equipados com bomba de servio de incndio, tanque (s) de agente extintor e outros equipamentos necessrios para o salvamento e combate a incndios de acordo com a EN 1846 -1,2,3.

    2 Os veculos de combate a incndios so:a) Veculo Ligeiro de Combate a Incndios Veculo de classe L,

    categoria 2 ou 3, dotado de bomba de servio de incndio e depsito de agente extintor, destinados prioritariamente interveno em espaos naturais e ou urbanos.

    b) Veculo Florestal de Combate a Incndios Veculo da classe M, categoria 3, dotado de bomba de servio de incndio e um ou mais depsitos de agente extintor, destinado prioritariamente interveno em espaos naturais.

    c) Veculo Urbano de Combate a Incndios Veculo da classe M ou S, da categoria 1 ou 2, dotado de bomba de servio de incndio e um ou mais depsitos de agente extintor, destinado prioritariamente interveno em espaos urbanos, tecnolgicos ou industriais.

    d) Veiculo Especial de Combate a Incndios Veculo da classe L, M ou S, da categoria 1, 2 ou 3, utilizando equipamentos e produtos de extino especficos, com ou sem bomba de incndios, destinado prioritariamente interveno em espaos tecnolgicos ou industriais.

    Artigo 5.Veculos com meios elevatri

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