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CONVENO COLETIVA DE TRABALHO 2018/2019

NMERO DE REGISTRO NO MTE: PB000323/2018 DATA DE REGISTRO NO MTE: 26/07/2018 NMERO DA SOLICITAO: MR037997/2018 NMERO DO PROCESSO: 46224.003219/2018-74 DATA DO PROTOCOLO: 23/07/2018

Confira a autenticidade no endereo http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

SINDICATO DAS EMPRESAS DE SEGURANCA PRIVADA DO ESTADO DA PRAIBA, CNPJ n. 24.508.145/0001-66, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). ANDREA CARLA GOMES PIMENTEIRA THOMAZ; E SINDICATO DOS EMP EM EMPRESAS DE SEG E VIG DA PARAIBA, CNPJ n. 24.097.768/0001-93, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). WILLIAMS DOS SANTOS SILVA; celebram a presente CONVENO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condies de trabalho previstas nas clusulas seguintes: CLUSULA PRIMEIRA - VIGNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigncia da presente Conveno Coletiva de Trabalho no perodo de 01 de maro de 2018 a 28 de fevereiro de 2019 e a data-base da categoria em 01 de maro. CLUSULA SEGUNDA - ABRANGNCIA A presente Conveno Coletiva de Trabalho abranger a(s) categoria(s) Empregados em Empresas de Segurana e Vigilncia, com abrangncia territorial em gua Branca/PB, Aguiar/PB, Alagoa Grande/PB, Alagoa Nova/PB, Alagoinha/PB, Alcantil/PB, Algodo De Jandara/PB, Alhandra/PB, Amparo/PB, Aparecida/PB, Araagi/PB, Arara/PB, Araruna/PB, Areia De Baranas/PB, Areia/PB, Areial/PB, Aroeiras/PB, Assuno/PB, Baa Da Traio/PB, Bananeiras/PB, Barana/PB, Barra De Santa Rosa/PB, Barra De Santana/PB, Barra De So Miguel/PB, Bayeux/PB, Belm Do Brejo Do Cruz/PB, Belm/PB, Bernardino Batista/PB, Boa Ventura/PB, Boa Vista/PB, Bom Jesus/PB, Bom Sucesso/PB, Bonito De Santa F/PB, Boqueiro/PB, Borborema/PB, Brejo Do Cruz/PB, Brejo Dos Santos/PB, Caapor/PB, Cabaceiras/PB, Cabedelo/PB, Cachoeira Dos ndios/PB, Cacimba De Areia/PB, Cacimba De Dentro/PB, Cacimbas/PB, Caiara/PB, Cajazeiras/PB, Cajazeirinhas/PB, Caldas Brando/PB, Camala/PB, Capim/PB, Carabas/PB, Carrapateira/PB, Casserengue/PB, Catingueira/PB, Catol Do Rocha/PB, Caturit/PB, Conceio/PB, Condado/PB, Conde/PB, Congo/PB, Coremas/PB, Coxixola/PB, Cruz Do Esprito Santo/PB, Cubati/PB, Cuit De Mamanguape/PB, Cuit/PB, Cuitegi/PB, Curral De Cima/PB, Curral Velho/PB, Damio/PB, Desterro/PB, Diamante/PB, Dona Ins/PB, Duas Estradas/PB, Emas/PB, Esperana/PB, Fagundes/PB, Frei Martinho/PB, Gado Bravo/PB, Guarabira/PB, Gurinhm/PB, Gurjo/PB, Ibiara/PB, Igaracy/PB, Imaculada/PB, Ing/PB, Itabaiana/PB, Itaporanga/PB, Itapororoca/PB, Itatuba/PB, Jacara/PB, Jeric/PB, Joo Pessoa/PB, Joca Claudino/PB, Juarez Tvora/PB, Juazeirinho/PB, Junco Do Serid/PB, Juripiranga/PB, Juru/PB, Lagoa De Dentro/PB, Lagoa Seca/PB, Lagoa/PB, Lastro/PB, Livramento/PB, Logradouro/PB, Lucena/PB, Me D'gua/PB, Malta/PB, Mamanguape/PB, Manara/PB, Marcao/PB, Mari/PB, Marizpolis/PB, Massaranduba/PB, Mataraca/PB, Matinhas/PB, Mato Grosso/PB, Maturia/PB, Mogeiro/PB, Montadas/PB, Monte Horebe/PB, Monteiro/PB, Mulungu/PB, Natuba/PB, Nazarezinho/PB, Nova Floresta/PB, Nova Olinda/PB, Nova Palmeira/PB, Olho D'gua/PB, Olivedos/PB, Ouro Velho/PB, Parari/PB, Passagem/PB, Patos/PB, Paulista/PB, Pedra Branca/PB, Pedra Lavrada/PB, Pedras De Fogo/PB, Pedro Rgis/PB, Pianc/PB, Picu/PB, Pilar/PB, Piles/PB, Pilezinhos/PB, Pirpirituba/PB, Pitimbu/PB, Pocinhos/PB, Poo Dantas/PB, Poo De Jos De Moura/PB, Pombal/PB, Prata/PB,

Princesa Isabel/PB, Puxinan/PB, Queimadas/PB, Quixaba/PB, Remgio/PB, Riacho Do Bacamarte/PB, Riacho Do Poo/PB, Riacho/PB, Riacho De Santo Antnio/PB, Riacho Dos Cavalos/PB, Rio Tinto/PB, Salgadinho/PB, Salgado De So Flix/PB, Santa Ceclia/PB, Santa Cruz/PB, Santa Helena/PB, Santa Ins/PB, Santa Luzia/PB, Santa Rita/PB, Santa Teresinha/PB, Santana De Mangueira/PB, Santana Dos Garrotes/PB, Santo Andr/PB, So Bentinho/PB, So Bento/PB, So Domingos Do Cariri/PB, So Domingos/PB, So Francisco/PB, So Joo Do Cariri/PB, So Joo Do Rio Do Peixe/PB, So Joo Do Tigre/PB, So Jos Da Lagoa Tapada/PB, So Jos De Caiana/PB, So Jos De Espinharas/PB, So Jos De Piranhas/PB, So Jos De Princesa/PB, So Jos Do Bonfim/PB, So Jos Do Brejo Do Cruz/PB, So Jos Do Sabugi/PB, So Jos Dos Cordeiros/PB, So Jos Dos Ramos/PB, So Mamede/PB, So Miguel De Taipu/PB, So Sebastio De Lagoa De Roa/PB, So Sebastio Do Umbuzeiro/PB, So Vicente Do Serid/PB, Sap/PB, Serra Branca/PB, Serra Da Raiz/PB, Serra Grande/PB, Serra Redonda/PB, Serraria/PB, Sertozinho/PB, Sobrado/PB, Solnea/PB, Soledade/PB, Sossgo/PB, Sousa/PB, Sum/PB, Tacima/PB, Tapero/PB, Tavares/PB, Teixeira/PB, Tenrio/PB, Triunfo/PB, Uirana/PB, Umbuzeiro/PB, Vrzea/PB, Vieirpolis/PB, Vista Serrana/PB e Zabel/PB.

Salrios, Reajustes e Pagamento

Reajustes/Correes Salariais

CLUSULA TERCEIRA - DO REAJUSTE ECONMICO

Considerando o reajuste salarial dos empregados vigilantes abrangidos por esta conveno, o incremento econmico total, somado salrio e benefcios, ser de 4,56% (quatro vrgula cinquenta e seis por cento) para a escala 12X36 e de 5,43% (cinco vrgulas quarenta e trs por cento) para a escala 5x2 ou de 44 horas semanais, a partir de 1 (primeiro) de maro de 2018.

PARGRAFO PRIMEIRO: Para fins de discriminao do reajuste concedido do caput, o empregado vigilante que trabalha na escala de 12X36, ter direito a receber as seguintes parcelas: piso salarial de R$ 1007,69 (um mil e sete reais e sessenta e nove centavos); periculosidade de 30% (trinta por cento), calculada sobre o piso salarial no valor nominal de R$ 302,30 (trezentos e dois reais e trinta centavos); vale alimentao no valor de R$ 225,00 (duzentos e vinte cinco reais).

PARGRAFO SEGUNDO: Para fins de discriminao do reajuste do caput, o empregado vigilante que trabalhar 44 horas semanais, mesmo que na escala 5X2 (8h48), ter direito as seguintes parcelas: R$ 1007,69 (um mil e sete reais e sessenta e nove centavos); periculosidade de 30% (trinta por cento), calculada sobre o piso salarial no valor nominal de R$ 302,30 (trezentos e dois reais e trinta centavos); vale alimentao no valor de R$ 330,00 (trezentos e trinta reais).

PARGRAFO TERCEIRO: Nos reajustes acima estabelecidos, incluem-se as antecipaes, perdas e outras correes salariais, decorrentes da legislao oficial, acordos adotados em todo e qualquer perodo anterior a 1 (primeiro) de maro de 2018.

PARGRAFO QUARTO: Uma vez que o reajuste do piso salarial surtir efeitos a partir de 01 de maro de 2018, fica convencionado que o pagamento da diferena de valores referente ao piso salarial dever ser pago em 02 (duas) parcelas iguais a partir da competncia de Agosto do corrente ano.

PARGRAFO QUINTO: Fica certo e /ou garantido aos demais funcionrios da categoria, que no sejam enquadrados como vigilantes, um reajuste salarial a partir de 1 (primeiro) de maro de 2018, no percentual de 2,3% (dois virgula trs por cento) aplicado sobre o salrio praticado no ms de maro de 2017, exceto aos funcionrios que tiveram o salrio reajustado pelo piso mnimo nacional, no havendo neste caso o benefcio de novo reajuste.

Pagamento de Salrio Formas e Prazos

CLUSULA QUARTA - DO COMPROVANTE DE PAGAMENTO DE SALRIO

Ficam as empresas obrigadas ao fornecimento do comprovante de pagamento de salrios mensais, com especificao de todos os ttulos e quantias pagas e descontadas, inclusive valores relativos ao FGTS do ms respectivo, Imposto de Renda Retido na Fonte e Contribuio Sindical.

PARGRAFO NICO - Fica facultado a Empresa proceder ao pagamento atravs de depsito em conta corrente do empregado, sem nus para este, sendo considerado como quitao automtica do valor lquido discriminado, quando disponibilizado na rede bancria.

Outras normas referentes a salrios, reajustes, pagamentos e critrios para clculo

CLUSULA QUINTA - DOS DESCONTOS PROIBIDOS

Na hiptese da ocorrncia de assaltos ou qualquer outra ao criminosa, devidamente comprovada por intermdio da autoridade policial, mediante documento escrito, as armas ou quaisquer outros equipamentos de trabalho, furtados ou roubados em tais eventos criminosos, no sero descontados dos salrios dos empregados.

PARGRAFO PRIMEIRO - Os empregadores no descontaro dos salrios dos empregados quaisquer valores correspondentes munio gasta em decorrncia da atividade profissional do empregado.

PARGRAFO SEGUNDO - Comprovada a culpa por parte do vigilante em sua conduta, o que ser apurado atravs de inqurito policial, o desconto poder ser efetuado.

Gratificaes, Adicionais, Auxlios e Outros

Outras Gratificaes

CLUSULA SEXTA - DO DIA DO VIGILANTE

O dia 20 de junho considerado feriado comemorativo do "Dia Nacional do Vigilante", conforme definido na Lei Federal de n.: 13.136/2015, sendo, o trabalho exercido neste dia, remunerado com acrscimo de 100% (cem por cento) do valor do dia normal, desde que no haja a devida compensao em at 180 (cento e oitenta) dias.

PARGRAFO NICO: O benefcio tratado no caput ser pago proporcionalmente s horas efetivamente trabalhadas nesse dia, compreendendo das 00:01 h at s 24:00 h.

CLUSULA STIMA - DAGRATIFICAO POR POSTOS ESPECIAIS E GRATIFICAO POR

FUNES DE LIDERANA

facultada s empresas a concesso de gratificao ou remunerao diferenciada transitria, em razo de postos considerados especiais. Essas gratificaes ou remuneraes diferenciadas sero circunscritas exclusivamente a postos especiais, assim nomeados e classificados pelas empresas em decorrncia do tipo de atividade, condies de trabalho e/ou funo desempenhada no tomador de servio.

PARGRAFO PRIMEIRO ISONOMIA ENTRE POSTOS: O pagamento de tais gratificaes ou remuneraes diferenciadas, em razo de se circunscreverem a determinados postos definidos como especiais pelas empresas, no poder ser objeto de isonomia ou equiparao salarial por outros vigilantes que trabalhem em postos que no tenham as mesmas condies.

PARGRAFO SEGUNDO - GRATIFICAO POR FUNO: Visando melhor atender s necessidades contratuais das empresas, fica autorizado que, em um mesmo posto, haja remunerao diferenciada para vigilante que tenha por designao expressa, emitida pela empresa empregadora, funes transitrias e de confiana, como as de lder, supervisor ou cargo equivalente.

PARGRAFO TERCEIRO - POSTO ESPECIAL:Fica assegurada s empresas, quando do encerramento do contrato em posto especial ou transferncia do vigilante, a supresso da "Gratificao por posto especial" e/ou "Gratificao por funo".

Adicional de Hora-Extra

CLUSULA OITAVA - DAS HORAS EXTRAS

As horas extras laboradas por cada empregado sero calculadas pelo empregador, mensalmente, mediante apurao do total de horas efetivamente trabalhadas pelo empregado durante o perodo de 01 (um) ms, deduzindo-se o total de 180 (cento e oitenta) horas nos meses de 30 (trinta) dias e de 192 (cento e noventa e duas) horas nos meses de 31 (trinta e um) dias, quando ser encontrado o quantitativo exato das horas excedentes jornada de trabalho, aplicando-se o divisor 220 (duzentos e vinte) para o clculo de seu valor monetrio, aplicando-se a regra de clculo acima mencionada, para escala 12 X 36.

PARGRAFO PRIMEIRO: Os empregados que laborarem em jornada diria de 8h48min, mediante escala de servio do tipo 5x2, podero em carter especial por solicitao do contratante, prorrogar a jornada em at 1h12minutos, observando-se o disposto no pargrafo segundo desta clusula, para pagamento das horas extraordinrias.

PARGRAFO SEGUNDO: As horas extras sero pagas pelos empregadores com o acrscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o valor da hora normal.

PARGRAFO TERCEIRO: Quando da impossibilidade da concesso do intervalo intrajornada, conforme previsto no pargrafo quarto do artigo 71 da CLT, a hora suprimida ser indenizada com o acrscimo de 50%.

Adicional de Periculosidade

CLUSULA NONA - DA PERICULOSIDADE

As partes acordam que o adicional de risco de vida previsto nas Convenes Coletivas de Trabalho vigente nos anos anteriores foi integralmente absorvido e substitudo pelo Adicional de Periculosidade previsto na Lei n 12.740/12, que alterou o artigo 193 da CLT, regulamentada pela Portaria n 1.885/2013, editada pelo Ministrio do Trabalho e Emprego, devido a partir de 03/12/2013, no sendo, contudo, admitida a percepo acumulada dos dois adicionais (periculosidade e risco de vida).

PARGRAFO PRIMEIRO: A partir de 03/12/2013, data em que o Ministrio do Trabalho e Emprego publicou a Portaria de n.: 1.885/2013, resultou o adicional devido para os seguintes cargos:

ATIVIDADES OU

OPERAES DESCRIO

Vigilncia patrimonial Segurana patrimonial e/ou pessoal na preservao do patrimnio em

estabelecimentos pblicos ou privados e da incolumidade fsica de pessoas.

Segurana de eventos Segurana patrimonial e/ou pessoal em espaos pblicos ou privados, de uso

comum do povo.

Segurana nos

transportes coletivos

Segurana patrimonial e/ou pessoal nos transportes coletivos e em suas

respectivas instalaes.

Segurana ambiental e

florestal

Segurana patrimonial e/ou pessoal em reas de conservao de fauna, flora

natural e de reflorestamento.

Transporte de valores Segurana na execuo do servio de transporte de valores.

Escolta armada Segurana no acompanhamento de qualquer tipo de carga ou de valores.

Segurana pessoal Acompanhamento e proteo da integridade fsica de pessoa ou de grupos.

Superviso/fiscalizao

Operacional

Superviso e/ou fiscalizao direta dos locais de trabalho para acompanhamento

e orientao dos vigilantes.

Telemonitoramento/

telecontrole

Execuo de controle e/ou monitoramento de locais, atravs de sistemas

eletrnicos de segurana.

PARGRAFO SEGUNDO: O Adicional de Periculosidade somente ser devido quando do efetivo trabalho, ou seja, o mesmo no ser devido quando o contrato de trabalho estiver suspenso ou interrompido, nos casos previstos em Lei.

PARGRAFO TERCEIRO: O Adicional de Periculosidade incidir sobre os salrios para todos os efeitos legais.

Auxlio Alimentao

CLUSULA DCIMA - DO VALE ALIMENTAO

As empresas concedero aos VIGILANTES, a partir da homologao da presente Conveno Coletiva de Trabalho, vale-alimentao no valor dirio de R$ 15,00 (quinze reais), independente da escala ou jornada de trabalho a ser cumprida pelo obreiro (5x2/08h48, assim como 12X36), ser concedido ainda o valealimentao aos vigilantes que estiverem realizando o curso de reciclagem bem como, para os vigilantes que venham a realizar planto extra, observado o disciplinado nesta clusula dcima.

PARGRAFO PRIMEIRO: A parcela referente ao auxlio alimentao, em qualquer forma de sua concesso, seja atravs de pecnia ou vale, no constitui salrio in natura, nos termos do Art. 3, da Lei 6.321/76, c/c Arts. 4 e 6 Decreto n. 5, de 05 de janeiro de 1991.

PARGRAFO SEGUNDO: As empresas descontaro, em razo da concesso do vale-alimentao e representando a contrapartida dos empregados, a importncia limite por dia de R$ 3,00 (trs reais), o que corresponde a 20% (vinte por cento) do total dirio do benefcio.

PARGRAFO TERCEIRO: O auxlio alimentao previsto nessa clusula ser concedido observando-se as determinaes contidas no Programa de Alimentao do Trabalhador - PAT.

PARGRAFO QUARTO: A concesso prevista no caput no ser devida no dia em que o VIGILANTE estiver em gozo de frias, auxlio doena, acidente de trabalho ou em dias em que a jornada de trabalho for inferior a 06 horas, alm do mais, as empresas descontaro de seus empregados a referida concesso em qualquer dia de falta ao trabalho.

PARGRAFO QUINTO: As empresas que fornecem alimentao aos seus empregados, no mbito de trabalho ou fora dele, ficam dispensadas do auxlio previsto na presente clusula.

PARGRAFO SEXTO: O vale-alimentao dos demais empregados abrangidos por este instrumento coletivo ter o seu valor reajustado no percentual mnimo de 2,3% (dois vrgula trs por cento) sobre aquele percebido em maro de 2017, sobre o qual tambm dever incidir o desconto de 20% relativo ao PAT.

Auxlio Transporte

CLUSULA DCIMA PRIMEIRA - DO VALE TRANSPORTE

As empresas obrigam-se em fornecer vales-transportes para os deslocamentos no percurso residncia/trabalho/residncia, ficando definido que os descontos desses vales-transportes no podero ultrapassar 6% (seis por cento) do salrio-base dos empregados beneficiados.

PARGRAFO PRIMEIRO: Os descontos desses vales-transportes no podero ultrapassar a 3% (trs por cento) do salrio-base dos empregados que exeram suas atividades cumprindo a escala de servio do tipo 12x36, ou seja, 12 horas de trabalho por 36 de folga, durante todo o ms.

PARGRAFO SEGUNDO: Nos perodos de afastamento do empregado de suas atividades funcionais, por qualquer motivo, este no far jus ao recebimento do benefcio do vale-transporte durante o perodo de sua ausncia do trabalho, por inexistncia de deslocamentos do trabalhador no percurso residncia-trabalho.

PARRAFO TERCEIRO: A empresa poder optar por entregar o vale-transporte no no dia do pagamento do salrio, mas sim no dia 20 (vinte) de cada ms, desde que no lapso de tempo do dia do pagamento e a nova data de opo da empresa fique garantido ao empregado os vales-transportes necessrios a sua locomoo ao trabalho, no total mximo de 02 (dois) por dia trabalhado.

PARGRAFO QUARTO: As empresas daro prioridade a lotar os vigilantes em postos de servios prximos as suas residncias e, quando for possvel e a critrio do empregador, em local que facilite seu acesso a rede integrada de transporte urbano. Fica o vigilante obrigado a comunicar a empresa, todas as vezes que mudar de endereo, sob pena de ser considerado ato de indisciplina.

CLUSULA DCIMA SEGUNDA - DO TRANSPORTE DO ACIDENTADO

Os empregadores fornecero transporte para atender aos empregados acidentados no trabalho ou aos empregados que durante a jornada laboral necessitem de atendimento mdico-hospitalar.

Auxlio Morte/Funeral

CLUSULA DCIMA TERCEIRA - DO AUXLIO FUNERAL

Em caso de falecimento de empregado, as empresas pagaro um auxilio funeral em valor correspondente a um salrio e meio (1,5) do piso contratual da poca do bito.

PARGRAFO PRIMEIRO: No tem este benefcio carter remuneratrio, e o seu valor dever ser pago at a data de pagamento das verbas rescisrias, se for o caso.

PARGRAFO SEGUNDO: Ficam dispensados da contribuio pertinente ao auxlio funeral os empregadores que contratarem aplice de seguro de vida com a incluso de cobertura securitria abrangendo as despesas com funeral.

Seguro de Vida

CLUSULA DCIMA QUARTA - DO SEGURO DE VIDA

Os empregadores obrigam-se a realizar seguro de vida individual ou em grupo de seus empregados, obedecendo ao preconizado na Lei n 7.102/83 e Decreto n 89.056/83, garantindo indenizao em caso de morte acidental ou natural, independente da causa, bem como em caso de invalidez permanente, desde que decorrentes de sinistros ocorridos no desempenho de suas atividades funcionais, conforme estabelece a Resoluo n 05/84 do Conselho Nacional de Seguros Privados. Obedecendo aos valores constantes no item "1.1." da Resoluo do Conselho Nacional de Seguro Privados n. 05/84.

PARGRAFO PRIMEIRO: Na hiptese da no contratao do seguro de vida por parte do empregador, este fica obrigado a arcar com a indenizao compensatria na seguinte proporo: a) 30 (trinta) vezes o piso salarial da categoria profissional vigente no ms anterior ao sinistro, em caso de morte acidental ou natural; e b) 60 (sessenta) vezes o piso salarial da categoria profissional vigente no ms anterior ao sinistro, para o caso de invalidez permanente.

PARGRAFO SEGUNDO: Os empregadores no sero responsabilizados de forma solidria em virtude de eventual recusa por parte da seguradora no tocante liquidao da indenizao correspondente ao sinistro, exceto na hiptese de inadimplncia do empregador no tocante ao pagamento do prmio correspondente.

Outros Auxlios

CLUSULA DCIMA QUINTA - DA ASSISTNCIA JURDICA DEVIDA AOS EMPREGADOS

Os empregadores obrigam-se a prestar assistncia jurdica a seus empregados, quando estes, no exerccio de suas funes, incidirem na prtica de algum ato que os levem a responder ao penal.

PARGRAFO NICO: Entende-se por "exerccio de suas funes" as atividades desempenhadas pelo empregado no estrito cumprimento das atividades de vigilncia ocorridas no ambiente laboral, onde se busque evitar a prtica de um ato delituoso contra o bem e/ou patrimnio protegido quando praticado por terceira pessoa.

CLUSULA DCIMA SEXTA - DAS DESPESAS COM RESCISO DE CONTRATO DE TRABALHO

Sempre que o empregado for chamado para proceder resciso do contrato de trabalho fora do lugar de prestao de servios, o empregador arcar com as despesas de deslocamento do trabalhador.

CLUSULA DCIMA STIMA - DOS CURSOS DE RECICLAGEM

Os empregadores promovero as suas expensas, os cursos de reciclagem dos vigilantes a cada 02 (dois) anos, e providenciaro outros cursos que julgarem necessrios para o bom desempenho do vigilante no posto de trabalho, sem nus para o empregado.

PARGRAFO NICO: Na hiptese de necessidade de deslocamentos dos vigilantes que trabalhem no interior do Estado da Paraba, os empregadores arcaro com as despesas correspondentes a transporte, hospedagem e alimentao, ficando os vigilantes dispensados de suas atividades profissionais, sem qualquer prejuzo de sua remunerao.

Contrato de Trabalho Admisso, Demisso, Modalidades

Desligamento/Demisso

CLUSULA DCIMA OITAVA - DA MULTA DO ART 9 DA LEI N 7.238/84

O empregado dispensado, sem justa causa, no perodo de 30 (trinta) dias que antecede a data de sua correo salarial ou data-base, de que trata o art. 9 da Lei n. 7.238/84, no ter direito a indenizao adicional equivalente a um salrio mensal, na hiptese de a ruptura do vnculo empregatcio ter havido em decorrncia do trmino do contrato entre o tomador dos servios e o empregador, em virtude da tipicidade da atividade de terceirizao de servios em que a iniciativa do trmino do contrato de trabalho no decorre da vontade do empregador, desde que devidamente comprovado.

PARGRAFO NICO: O tempo do aviso prvio quando indenizado no se conta para efeito da indenizao adicional prevista no art. 9 da Lei n 6.708, de 30/10/1979.

CLUSULA DCIMA NONA - DA ABSORO DE NOVOS VIGILANTES PELA NOVA CONTRATANTE

Ser facultado empresa vencedora de licitao, dentro de sua convenincia, absorver os vigilantes que j prestavam servio no rgo contratante, atravs da empresa antecessora, desde que preencha os requisitos da empresa e os necessrios execuo do servio.

Aviso Prvio

CLUSULA VIGSIMA - DO AVISO PRVIO

O aviso prvio devido ao empregador ou ao empregado obedecer ao tempo de servio em que perdurou a relao laboral, segundo os critrios e limites definidos na Lei Federal de n.: 12.506/2011.

PARGRAFO NICO: Para os empregados contratados anteriormente a conveno coletiva registrada no ano de 2008, com olhos a preservao do direito adquirido daqueles que j foram beneficiados, restaro resguardados os prazos definidos no escalonamento de que trata a "CLUSULA VIGSIMA" da CCT vigente no perodo de 01 de maro de 2006 a 28 de fevereiro de 2007, caso a mesma seja mais vantajosa do que as normas do aviso prvio inserido aps a publicao da Lei Federal de n. 12.506/2011.

Contrato a Tempo Parcial

CLUSULA VIGSIMA PRIMEIRA - DA CONTRATAO POR HORA

Fica permitida a contratao de vigilantes e vigilantes desarmados em regime de contratao por hora, desde que o valor da hora no seja inferior ao piso salarial hora de cada categoria (salrio bsico mais periculosidade).

PARGRAFO PRIMEIRO: Fica vedado s empresas a converso dos contratos de empregados mensalistas em horistas.

PARGRAFO SEGUNDO: O valor hora dos empregados horistas, j com a incluso do adicional de periculosidade, ser de:

a) Vigilante Armado - R$ 5,95 (cinco reais e noventa e cinco centavos) para os que trabalharem no horrio diurno e de R$ 7,14 (sete reais e catorze centavos) para os que trabalharem em horrio noturno, sendo este aquele compreendido entre s 22h00 e s 05h00 do dia subsequente, j includo o adicional noturno;

b) Vigilante Desarmado - R$ 5,63 (cinco reais e sessenta e trs centavos), para os que trabalharem no horrio diurno e de R$ 6,75 (seis reais e setenta e cinco centavos) para os que trabalharem em horrio

noturno, sendo este aquele compreendido entre s 22h00 e s 05h00 do dia subsequente, j includo o adicional noturno;

PARGRAFO TERCEIRO: O empregado horista no ter o direito, em qualquer hiptese, ao pagamento do valor-hora em dobro aos domingos e feriados.

PARGRAFO QUARTO: A jornada de trabalho dos empregados contratados nessa condio ser de 30 (trinta) horas semanais, sem a possibilidade de realizao de hora extra ou 26 (vinte e seis) horas semanais com a possibilidade de se realizar 06 (seis) horas extras por semana, nos exatos termos do artigo 58 A do Decreto Lei n. 5.452/1943, alterado pela lei n. 13.467/2017.

Estgio/Aprendizagem

CLUSULA VIGSIMA SEGUNDA - DA CONTRATAO DE APRENDIZES

Os sindicatos signatrios da presente, com base na legislao vigente, e pela matria no estar includa nas disposies do artigo 611-B da CLT, atestam, declaram e decidem, para todos os fins de direito, que os trabalhadores desta categoria, contratados sob CBO 5173 e 5174, no demandam formao profissional prevista pelo artigo 429 da CLT, razo pela qual sua quantidade no deve servir de base de clculo para fins do artigo 429 da CLT.

PARGRAFO PRIMEIRO: Os nicos trabalhadores da categoria que demandam alguma formao e reciclagem profissional so os vigilantes, e, mesmo assim, a fixada pela Lei 7.102/83, no a prevista pelo artigo 429 da CLT.

PARGRAFO SEGUNDO: Consignam que, por no ser necessria formao profissional para os trabalhadores desta categoria, no existem curso para sua formao.

PARGRAFO TERCEIRO: Consignam, ainda, que, por no ser necessria formao profissional para os trabalhadores desta categoria, no existem trabalhadores interessados em se submeter a nenhum curso que pudesse ser criado para tal fim. Sendo esta a razo de no serem oferecidos os cursos previstos pelo artigo 429 da CLT para os trabalhadores deste segmento.

PARGRAFO QUARTO: Destacam, ainda, que, muito embora os trabalhadores deste segmento no necessitem de formao profissional para o exerccio de suas atividades, as empresas so oneradas com custos excessivos para uma formao profissional que no existe, e nem precisam, em 2,5% para o SENAC e 2,5% a ttulo de Salrio educao.

PARGRAFO QUINTO: Diante desta realidade os signatrios consignam para todos os fins de direito que as empresas do segmento atendero plenamente a obrigao prevista pelo artigo 429 da CLT na medida em que contratarem, e mantiverem contratados, aprendizes em nmero equivalente a 5% dos seus empregados lotados exclusivamente em atividades administrativas na sede da empresa.

Portadores de necessidades especiais

CLUSULA VIGSIMA TERCEIRA - DA CONTRATAO DE PCD HABILITADO OU REABILITADO PELO INSS

Os sindicatos signatrios da presente, com base na legislao vigente, e pela matria no estar includa nas disposies do artigo 611-B da CLT, atestam, declaram e decidem que para o exerccio das atividades fins do segmento, segurana privada, os trabalhadores contratados sob CBO 5173 e 5174 necessitam de alto grau de aptido fsica e mental, de modo que o desempenho destas funes por pessoa com deficincia no lhes apropriado e pode resultar em riscos sua prpria integridade fsica.

PARGRAFO PRIMEIRO:A situao ftica j foi reconhecida por inmeras decises judiciais, dentre as quais, a deciso proferida pelo TST Tribunal Superior do Trabalho a seguir transcrita.

Ao anulatria. Conveno coletiva de trabalho. Atividade de segurana privada. Restrio da base de clculo da reserva legal de vagas para portadores de deficincia. Art. 93 da lei n 8.213/91. Possibilidade. Validade da clusula. vlida clusula de conveno coletiva, firmada entre o Sindicato dos Trabalhadores do Estado de Tocantins Sintvisto e o Sindicato das Empresas de Segurana Privada, de Transporte de Valores, de Cursos de Formao e de Segurana Eletrnica do Estado de Tocantins Sindestp/TO, que restringe a base de clculo da reserva legal de vagas para pessoas com deficincia (art. 93 da Lei n 8.213/91) aos cargos de natureza administrativa. As atividades de segurana privada exigem a utilizao de armas de fogo e elevado grau de aptido fsica e mental, de modo que o desempenho desta funo por pessoa com deficincia pode resultar em riscos sua prpria integridade fsica. Sob esse entendimento, a SDC, por unanimidade, conheceu do recurso ordinrio em ao anulatria e, no mrito, por maioria, negou-lhe provimento para manter a integralidade da Clusula 16 Contratao de portador de deficincia fsica habilitado ou reabilitado. Vencidos os Ministros Mauricio Godinho Delgado e Ktia Magalhes Arruda. TST-RO- 76-64.2016.5.10.0000, SDC, rel. Min. Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, 13.3.17

PARGRAFO SEGUNDO:Diante desta realidade os signatrios consignam para todos os fins de direito que as empresas do segmento atendero plenamente a obrigao referente a contratao de pessoas com deficincia na medida em que contratarem, e mantiverem contratados, trabalhadores em nmero equivalente a 5% dos seus empregados lotados exclusivamente em atividades administrativas na sede da empresa.

Outros grupos especficos

CLUSULA VIGSIMA QUARTA - DO VIGILANTE DESARMADO

As empresas abrangidas por esta Conveno Coletiva de Trabalho podero contratar vigilantes desarmados para exercerem suas atividades, no turno diurno e noturno, apenas nos seguintes seguimentos: Condomnios Residenciais Multifamiliares, Condomnio de Escritrios e Servios, Escolas de Ensino Privado, Lojas do Comrcio Varejista, Residncias, Clnicas, Bares/Restaurantes e Similares e Hotis.

PARGRAFO PRIMEIRO : Considerando o salrio mnimo definido atravs do Decreto Federal de n. 9.255, de 29 de dezembro de 2017, os vigilantes contratados nas condies do "caput", considerando-se a soma do salrio e benefcios, tero direito ao seguinte reajuste:

a) para os vigilantes desarmados que trabalham mediante jornada 12X36 o reajuste ser de 4,24% (quatro vrgula vinte e quatro por cento), o qual se consubstancia nas seguintes parcelas: piso salarial de R$ 954,00 (novecentos e cinquenta e quatro reais); periculosidade de 30% (trinta por cento), calculada sobre o piso salarial no valor nominal de R$ 286,20 (duzentos e oitenta e seis reais e vinte centavos) e vale alimentao no valor de R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais).

b) para os vigilantes desarmados que trabalham mediante jornada de 44 horas semanais, mesmo que mediante escala 5X2, o reajuste ser de 5,16% (cinco vrgula dezesseis por cento), o qual se consubstancia nas seguintes parcelas: R$ 954,00 (novecentos e cinquenta e quatro reais); periculosidade de 30% (trinta

por cento), calculada sobre o piso salarial no valor nominal de R$ 286,20 (duzentos e oitenta e seis reais e vinte centavos) e vale alimentao no valor de R$ 330,00 (trezentos e trinta reais).

PARGRAFO SEGUNDO - Os vigilantes contratados, nos termos desta clusula, no podero substituir os vigilantes armados em quaisquer de seus postos de trabalho.

Jornada de Trabalho Durao, Distribuio, Controle, Faltas

Durao e Horrio

CLUSULA VIGSIMA QUINTA - DA JORNADA DE TRABALHO

A quantidade de horas para os trabalhadores regidos por esta conveno coletiva de trabalho ser de 44 (quarenta e quatro) horas semanais ou 220 (duzentos e vinte) horas mensais, neste ltimo caso j incluso o repouso semanal remunerado, respeitando-se os limites dirios previstos em lei, salvo os casos estabelecidos neste instrumento, observada a exceo prevista no 3. da clusula oitava.

PARGRAFO PRIMEIRO: Fica ajustado, consoante o permissivo preconizado no art. 7, inciso XIII e XXVI, da Constituio Federal, que os empregadores podero adotar, alm da jornada de 8 (oito) horas dirias, as seguintes escalas de servio: 12X36 horas e 05 (cinco) dias trabalhados por 02 (duas) folgas semanais.

PARGRAFO SEGUNDO: A escala de servio do tipo 5X2, compreendendo 5 dias de labor seguidos de 2 dias de descanso, ser permitida com jornada diria de 08 horas e 48 minutos, com intervalo intrajornada mnimo de uma hora.

PARGRAFO TERCEIRO: Fica tambm convencionado a jornada especial de trabalho em escala de 12X36, nos termos do artigo 59 A da CLT, ficando estabelecido que a jornada mensal quando o ms possuir 30 dias ser de 180 horas e quando o ms for de 31 dias ser de 192 horas.

PARGRAFO QUARTO: O intervalo para descanso ser de, no mnimo, 60 minutos, conforme inteligncia do inciso III, do artigo 611-A da CLT.

PARGRAFO QUINTO: A remunerao mensal pactuada pelo horrio previsto no caput desta clusula abrange os pagamentos devidos pelo descanso semanal remunerado e pelo descanso em feriados e sero considerados compensados os feriados e as prorrogaes de trabalho noturno, quando houver, de que tratam o art. 70 e o 5 do art. 73.

PARGRAFO SEXTO: Face a peculiaridade do trabalho desenvolvido pelas empresas de vigilncia e sua essencialidade e, tomando-se por base que as ausncias/faltas dos empregados acontecem muitas das vezes sem qualquer comunicao, a empresa poder solicitar a seus empregados o trabalho eventual em dias de folga, com o devido pagamento do adicional de 50% (cinquenta por cento), sem que isto descaracterize a jornada de trabalho em escala 12X36.

PARGRAFO STIMO: Quando no ocorrer o gozo do horrio intrajornada ou o mesmo for suprimido, nos termos do 4 do artigo 71 da CLT, ser devido ao vigilante o pagamento, de natureza indenizatria, do perodo suprimido, com acrscimo de 50% (cinquenta por cento) da remunerao base includa a incidncia do adicional de periculosidade.

CLUSULA VIGSIMA SEXTA - DO SISTEMA ALTERNATIVO DE CONTROLE DE JORNADA

As empresas podero utilizar, para registro de jornadas de trabalho de seus empregados, papeleta de servio externo, carto ponto, livro ponto, carto magntico, sistema eletrnico de controle de ponto. Facultado, tambm, a utilizao do registrador eletrnico de ponto, sistemas alternativos de controle da jornada de trabalho, ou sistemas alternativos eletrnicos de controle de jornada de trabalho, inclusive por meio de rdio transmissor, estas ltimas possibilidades conforme previsto na Portaria n 1.510, de 21 de agosto de 2009 e na Portaria n 373, de 25 de fevereiro de 2011, ambas do Ministrio do Trabalho e Previdncia Social servindo a presente clusula como expressa autorizao para adot-los.

Compensao de Jornada

CLUSULA VIGSIMA STIMA - DO BANCO DE HORAS

Convencionam as partes que na observncia, fiel e rigorosa, do que disciplina o pargrafo segundo do artigo 59 da Consolidao das Leis do Trabalho e na consonncia do disposto pela Lei n 9.601 de 21.08.98, poder ser instituda pelas empresas, atravs de acordo, cujo Instrumento constar endereo e CNPJ/MF das Empresas estabelecidas na base territorial do Sindicato Profissional, que adotarem o banco de horas para a compensao das horas excedentes da jornada normal de trabalho, efetuadas por cada trabalhador, no exerccio das suas funes, desde que sejam estabelecidos os seguintes critrios e limites, condicionantes para o seu registro e arquivamento na SRTE-PB:

a) A compensao, atravs da concesso de folgas dos trabalhadores, se dar considerando para cada hora em excesso, uma hora de folga.

b) Adoo de mecanismo de controle e fiscalizao, que permita mensalmente o acompanhamento individual do trabalhador e do sindicato profissional.

c) At 90 (noventa) dias para apurao das horas em excesso que forem trabalhadas no perodo, dando-se a compensao mediante concesso de folga, impreterivelmente, nos 30 (trinta) dias subsequentes.

d) Na hiptese de impossibilidade das empresas cumprirem nos prazos acima estabelecidos a compensao atravs das folgas, obriga-se ao pagamento das horas trabalhadas, acrescidas do percentual constante nesta conveno para as horas extraordinrias.

PARGRAFO NICO: Esta clusula se restringe aos funcionrios que exercerem suas funes nos setores administrativo, administrativo da vigilncia, administrativo da tesouraria e administrativo do transporte de valores.

Descanso Semanal

CLUSULA VIGSIMA OITAVA - DO DESCANSO SEMANAL REMUNERADO

Ser devido indenizao do descanso semanal remunerado sobre os itens da remunerao que so resultantes da prorrogao da jornada de trabalho, mesmo que fictamente, sendo eles: adicional noturno, horas extras, horas extras em razo da hora noturna.

Frias e Licenas

Durao e Concesso de Frias

CLUSULA VIGSIMA NONA - DA CONCESSO DE FRIAS

A concesso de frias ser informada ao empregado com antecedncia mnima de 30 (trinta) dias, fornecendo o empregador 01 (uma) via do recibo de aviso de frias, no podendo o incio das mesmas coincidir com o dia de folga do empregado.

Sade e Segurana do Trabalhador

Equipamentos de Segurana

CLUSULA TRIGSIMA - DO COLETE PROVA DE BALAS

Os empregadores fornecero colete prova de balas aos vigilantes armados quando em servio, constitudo de capa e placa balstica, observando estritamente a regulamentao do Ministrio da Justia e do Emprego e Trabalho.

PARGRAFO PRIMEIRO: Por uma questo de higiene, e levando em considerao a compleio fsica de cada usurio, a empresa fornecer aos vigilantes uma capa individual do colete juntamente com o fardamento, a qual deve ser municiada com as placas balsticas, quando da assuno do posto de servio, em revezamento com o vigilante rendido.

PARGRAFO SEGUNDO: O vigilante que no estiver portando a sua capa do colete no poder assumir o posto de servio, sujeitando-se a advertncia, suspenso e at demisso, a depender das vezes em que tal fato se repetir.

Uniforme

CLUSULA TRIGSIMA PRIMEIRA - DO FARDAMENTO

Os empregadores fornecero aos vigilantes, anualmente, 02 (duas) camisas, 02 (duas) calas, 01 (um) par de calados e 01 (um) cinto de guarnio completo.

PARGRAFO PRIMEIRO: Em caso de extravio do fardamento por dolo ou culpa do empregado, este arcar com as despesas de custo do novo fardamento, mediante desconto em folha de pagamento.

PARGRAFO SEGUNDO: Obrigam-se os empregados a devolver o fardamento na oportunidade da substituio do uniforme e no trmino do contrato de trabalho, facultando-se ao empregador, na hiptese da no devoluo, proceder ao desconto do valor correspondente ao custo do fardamento.

Aceitao de Atestados Mdicos

CLUSULA TRIGSIMA SEGUNDA - DO ATESTADO MDICO

Os empregadores obrigam-se a aceitar os atestados mdicos justificativos da ausncia do empregado ao trabalho desde que devidamente emitido pelo Sistema nico de Sade ou estabelecimento privado, devendo constar no respectivo atestado o cdigo de Classificao Internacional de Doenas - CID correspondente, CRM e assinatura, sobre carimbo, do mdico, o perodo de afastamento, bem como a data do atendimento mdico.

PARGRAFO PRIMEIRO: O empregado dever apresentar o atestado mdico no prazo mximo de 48 (quarenta e oito) horas a partir da sua ausncia ao trabalho, sob pena de desobrigar a aceit-lo.

PARGRAFO SEGUNDO: Quando o empregador dispuser de servio mdico prprio ou credenciado, os atestados mdicos sero a estes submetidos pelo empregado faltoso no prazo mximo de 72 (setenta e duas) horas aps a ausncia ao trabalho.

Relaes Sindicais

Acesso do Sindicato ao Local de Trabalho

CLUSULA TRIGSIMA TERCEIRA - DO LIVRE ACESSO EMPRESA

Os empregadores permitiro livre acesso dos diretores sindicais, no horrio comercial, limitado ao recinto da rea administrativa, mediante comunicao e identificao prvia, para a finalidade de resolver assuntos de interesse da categoria profissional.

Liberao de Empregados para Atividades Sindicais

CLUSULA TRIGSIMA QUARTA - DOS PRAZOS E CONDIES PARA LIBERAO DOS DIRETORES SINDICAIS

O PRESIDENTE do SEESVEP/PB, assim como, o VICE-PRESIDENTE, SECRETRIO, PRIMEIRO SECRETRIO, TESOUREIRO GERAL, PRIMEIRO TESOUREIRO e o DIRETOR PATRIMONIAL, sero liberados por seus respectivos empregadores em at 04 (quatro) diasno ano para a prtica de atividades sindicais, desde que requerido com ao menos 72 (setenta e duas) horas de antecedncia, devendo o requerimento vir instrudo com documentos que comprovem a realizao do ato sindical.

Contribuies Sindicais

CLUSULA TRIGSIMA QUINTA - DA MENSALIDADE OBREIRA

Com fundamento no art. 8 da Constituio Federal e na deciso emanada da Assembleia Geral Extraordinria do SEESVEP/PB, os empregadores descontaro mensalmente, a partir do ms de maro/2018, de todos os empregados associados, a importncia equivalente a 2% (dois por cento) do piso salarial e da periculosidade, cujo montante dever ser recolhido ao SEESVEP/PB at o 10 (dcimo) dia til do ms subsequente ao desconto.

PARGRAFO NICO: O no repasse no prazo previsto implicar na aplicao da multa disposta no art. 600 da CLT, alm da correo monetria.

CLUSULA TRIGSIMA SEXTA - DA CONTRIBUIO DE DESPESA DE CAMPANHA SALARIAL LABORAL

A Contribuio de despesa de campanha salarial laboral, se constitui em deliberao de Assembleia Geral Extraordinria da categoria profissional, e fixada pelos trabalhadores, conforme abaixo discriminado:

a) Com o percentual de 3% (Trs por cento) do salrio normativo no ms de Julho assim compreendido, piso salarial e adicional de periculosidade mensal para os trabalhadores que desempenham a funo de vigilantes patrimonial;

b) Com o percentual de 3% (Trs por cento) no ms de Julho, do seu piso salarial mensal para os demais beneficiados por esta Conveno Coletiva de Trabalho.

PARGRAFO PRIMEIRO: Mediante aprovao da assembleia geral, o sindicato publicar edital assegurando o direito de oposio dos trabalhadores, no filiados ao Sindicato Laboral, ao pagamento da Contribuio de despesa de campanha salarial laboral em benefcio do sindicato, que devero se manifestar, por escrito na sede do Sindicato laboral, em at 10 dias aps a publicao do edital.

PARGRAFO SEGUNDO: A publicao dever ser feita no mesmo jornal que convocou a assembleia de aprovao da pauta de reivindicao, no prazo de 10 dias contados do protocolo do instrumento normativo na Superintendncia Regional do Trabalho.

PARGRAFO TERCEIRO: As nominatas dos seus empregados que forem fornecidas pelas empresas por fora do aqui estabelecido tem o fim nico e exclusivo de verificao da correo do cumprimento do previsto nesta clusula, sendo, portanto, vedado, o sindicato profissional utilizar-se das mesmas para qualquer outra finalidade, parcela ou direito, sob pena de nulidade do procedimento que assim promoverem.

PARGRAFO QUARTO:O valor assim descontado pelas empresas deve ser recolhido por estas, direta e separadamente, entidade que assina o presente instrumento, nos percentuais ali definidos - em seus valores correspondentes - at o dia 15 do ms subsequente efetivao do mesmo, na conta bancria da entidade sindical beneficiada cujo nmero ser fornecido atravs de documento oficial de cada entidade sindical. O comprovante de recolhimento dever ser encaminhado pelas empresas no ms do recolhimento, junto com a relao nominal dos trabalhadores.

PARGRAFO QUINTO: O no recolhimento no prazo estabelecido no pargrafo quinto implicar acrscimo de juros de 1% ao ms e multa de 10 % (dez por cento), sem prejuzo da atualizao de dbito, e restar caracterizado o crime de apropriao ao administrador da empresa conforme previsto no artigo 168 do CP.

PARGRAFO SEXTO: Esta clusula inserida na CCT a pedido do sindicato profissional a quem dever ser direcionado qualquer questionamento quanto mesma.

PARGRAFO STIMO: O sindicato profissional que firma o presente compromete-se a reembolsar todo e qualquer valor que alguma empresa seja condenada a restituir ao trabalhador por conta desta clusula.

CLUSULA TRIGSIMA STIMA - DA CONTRIBUIO ASSISTENCIAL PATRONAL

A ttulo de Contribuio Assistencial Patronal, os empregadores associados ao SINDESP/PB obrigam-se a pagar a este, at o 10 (dcimo) dia til do ms de agosto/2018, o valor equivalente a 01 (um) salrio base da categoria, sob pena de ajuizamento da competente ao de execuo alm de outras providncias que se fizerem necessrias.

CLUSULA TRIGSIMA OITAVA - DA CONTRIBUIO NEGOCIAL PATRONAL

Considerando o previsto no art. 611-A da CLT de que prevalecero sobre a lei todos os pontos objetos de Acordo ou Conveno Coletiva, ressaltadas as vedaes previstas no art. 611-B;

Considerando que o art. 611-B no veda a estipulao de contribuio decorrente de Conveno Coletiva para toda a categoria econmica, diante disso prevalece o negociado sobre o legislado;

Assim, por deliberao da Assembleia Geral do SINDESP/PB, de acordo com o disposto no art. 8, inciso III, da Constituio Federal, todas as empresas que exercem atividades econmicas, representadas pelo SINDESP/PB (segurana patrimonial, transporte de valores, curso de formao de vigilantes) recolhero junto ao Banco do Brasil, em favor do Sindicato das Empresas de Segurana Privada do Estado da Paraba SINDESP/PB, mediante guia a ser fornecida por este, a CONTRIBUIO NEGOCIAL, para a assistncia a todos os membros da categoria econmica e no somente a associado, conforme estabelecido na seguinte tabela.

TABELA/ESCALA

01 a 100 EMPREGADOS R$ 500,00

101 A 200 EMPREGADOS R$ 1.000,00

201 A 300 EMPREGADOS R$ 1.500,00

301 A 400 EMPREGADOS R$ 2.000,00

401 A 500 EMPREGADOS R$ 2.500,00

501 A 600 EMPREGADOS R$ 3.000,00

601 A 700 EMPREGADOS R$ 3.500,00

700 A 800 EMPREGADOS R$ 4.000,00

800 A 999 EMPREGADOS R$ 4.500,00

ACIMA DE 1000 EMPREGADOS R$ 5.000,00

**EMPRESAS DE TRANSPORTE DE VALORES R$ 3.500,00 E

***ESCOLAS DE CURSO DE FORMAO R$ 1.000,00

PARGRAFO PRIMEIRO A Contribuio Negocial ser distribuda da seguinte forma:

I 70% para o Sindicato;

II 25% para a Federao;

III 5% para a Confederao.

PARGRAFO SEGUNDO - O atraso no pagamento da contribuio supramencionada acarretar a incidncia de multa de 2% do valor da contribuio, bem como em correo monetria a ser calculada pela mdia dos ndices fornecidos pelo IGPM/FGV e INPC/IBGE.

CLUSULA TRIGSIMA NONA - DA RELAO DOS SCIOS

As empresas fornecero ao sindicato laboral, a partir da folha do ms de maio do ano de 2018, no prazo de 10 (dez) dias a contar do requerimento protocolado na sede da empresa, a relao dos scios que tiveram desconto sindical no ms anterior ao do requerimento.

Disposies Gerais

Mecanismos de Soluo de Conflitos

CLUSULA QUADRAGSIMA - DA COMISSO DE CONCILIAO PRVIA

Ficam mantidas as CCP's Comisses Intersindicais de Conciliao Prvia prevista no artigo 625-A da Consolidao das Leis do Trabalho - CLT, conforme a redao dada pela Lei n.9.958, de 12/01/2000, composta de representantes Titulares e Suplentes, indicados pelos Sindicatos dos empregadores supramencionados e representantes dos trabalhadores, com o objetivo de tentar a conciliao de conflitos individuais de trabalho envolvendo integrantes da categoria profissional representada pelo SINDICATO DOS EMPREGADOS EM EMPRESAS DE SEGURANA E VIGILNCIA DO ESTADO DA PARABA - SEESVEP/PB e os integrantes da categoria econmica representada pelo SINDICATO DAS EMPRESAS DE SEGURANA PRIVADA DO ESTADO DA PARABA - SINDESP/PB.

PARGRAFO PRIMEIRO: Todas as demandas de natureza trabalhista na jurisdio das Varas do Trabalho do Estado da Paraba, com exceo das Varas do Trabalho da Comarca de Campina Grande - PB, sero

submetidas previamente s CCPs - Comisses Intersindicais de Conciliao Prvia, conforme determina o artigo 625-D CLT.

PARGRAFO SEGUNDO: As CCP's - Comisses Intersindicais de Conciliao Prvia funcionaro na sede do NINTER - NCLEO INTERSINDICAL DE CONCILIAO TRABALHISTA, que fornecer toda a estrutura administrativa e assessoria jurdica s CCP's - Comisses Intersindicais de Conciliao Prvia, sendo sua sede instalada na Av Joo Machado, 1214. Centro Joo Pessoa PB.

PARGRAFO TERCEIRO: A demanda ser formulada por escrito ou reduzida a termo pela Secretaria do NINTER - Ncleo Intersindical de Conciliao Trabalhista ou por qualquer membro da CCP - Comisso Intersindical de Conciliao Prvia, que designar, na mesma oportunidade, dia e hora da sesso de tentativa de conciliao, entregando recibo ao demandante, devendo a sesso de tentativa de conciliao realizar-se- no prazo mximo de dez dias a contar do ingresso de demanda.

PARGRAFO QUARTO: Para custeio e manuteno das despesas administrativas do NINTER - Ncleo Intersindical de Conciliao Trabalhista e das CCP's - Comisses Intersindicais de Conciliao Prvia, ser cobrada uma taxa administrativa, exclusivamente da empresa na condio de demandada ou demandante.

a) O NINTER - Ncleo Intersindical de Conciliao Trabalhista notificar a empresa por meio de notificao postal com AR, ou pessoal mediante recibo, com o mnimo de cinco dias de antecedncia realizao da audincia de tentativa de conciliao, devendo constar dos autos cpia dessa notificao.

b) Da notificao constar, necessariamente, o nome do demandante, o local, a data e a hora da sesso de conciliao, bem como a comunicao de que o demandado dever comparecer pessoalmente ou ser representado por preposto com poderes especficos para transigir e firmar o termo de conciliao.

c) No sendo possvel realizar a audincia de conciliao nos dez dias seguintes formulao da demanda ou no tendo a empresa demandada sido notificada da sesso com cinco dias de antecedncia, a secretaria do NINTER - Ncleo Intersindical de Conciliao Trabalhista fornecer as partes declarao da impossibilidade de conciliao, com descrio do objeto da demanda.

d) Caso a empresa no comparea sesso de Conciliao, o conciliador patronal ou laboral, da CCP - Comisso Intersindical de Conciliao Prvia, presentes na ocasio, firmaro declarao acerca do fato, com descrio do objeto da demanda, bem como sobre a impossibilidade da conciliao, entregando cpia ao interessado, em seguida ser expedido mesma, boleto de cobrana no valor convencionado nos termos do Pargrafo Quarto desta Clusula, correspondente ao ressarcimento das despesas efetuadas pelo NINTER - Ncleo Intersindical de Conciliao Trabalhista na tentativa de conciliao.

e) Em caso de no comparecimento do Demandante o procedimento da demanda ser arquivado sem a expedio da declarao de frustrao, podendo o Demandante renovar a demanda com o mesmo objetivo.

f) Aberta a sesso de conciliao, os conciliadores esclarecero as partes presentes sobre as vantagens da conciliao e usaro os meios adequados de persuaso para a soluo conciliatria da demanda.

g) No prosperando a conciliao, ser fornecida ao trabalhador e ao empregador, ou seu representante, declarao da tentativa conciliatria frustrada com descrio de seu objeto, firmada pelos membros da CCP - Comisso Intersindical de Conciliao Prvia, que dever ser juntada eventual reclamao trabalhista.

h) Aceita a conciliao, ser lavrado termo assinado pelo trabalhador, pelo empregador ou seu preposto e pelos membros da CCP - Comisso Intersindical de Conciliao Prvia presentes sesso, fornecendo-se uma via para cada parte interessada.

PARGRAFO QUINTO: O termo de conciliao ttulo executivo extrajudicial e tem eficcia liberatria geral, exceto quanto s parcelas expressamente ressalvadas, de acordo com o pargrafo nico do artigo 625-E, da CLT, com redao dada pela Lei n . 9.958, de 12/01/2000.

PARGRAFO SEXTO: Os representantes das categorias convenentes que integram as Comisses de Conciliao, devero ser membros da Diretoria das Entidades Sindicais, ou pessoas por estas contratada.

PARGRAFO STIMO: Caber ao NINTER - Ncleo Intersindical de Conciliao Trabalhista proporcionar as CCP's Comisses Intersindicais de Conciliao Prvia todos os meios necessrios consecuo de seu fim, como local adequado, equipamentos, pessoal para secretaria e assessoria jurdica.

Descumprimento do Instrumento Coletivo

CLUSULA QUADRAGSIMA PRIMEIRA - DA MULTA POR DESCUMPRIMENTO DA CONVENO COLETIVA

Em caso de descumprimento das obrigaes de fazer, fica estabelecida a multa no importe equivalente a 10% (dez por cento) do piso salarial, a ser paga em favor do empregado prejudicado, vedada a acumulao de multas.

Outras Disposies

CLUSULA QUADRAGSIMA SEGUNDA - DO FORO COMPETENTE

As controvrsias resultantes da aplicao da presente Conveno Coletiva de Trabalho sero dirimidas pela Justia do Trabalho, desde que estejam esgotadas as possibilidades de conciliao na forma estabelecida na presente conveno.

ANDREA CARLA GOMES PIMENTEIRA THOMAZ

Presidente

SINDICATO DAS EMPRESAS DE SEGURANCA PRIVADA DO ESTADO DA PRAIBA

WILLIAMS DOS SANTOS SILVA

Presidente

SINDICATO DOS EMP EM EMPRESAS DE SEG E VIG DA PARAIBA

ANEXOS ANEXO I - ATA ASSEMBLEIA

Anexo (PDF)

A autenticidade deste documento poder ser confirmada na pgina do Ministrio do Trabalho e Emprego na Internet, no endereo http://www.mte.gov.br.

http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/imagemAnexo/MR037997_20182018_07_26T12_18_33.pdf

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