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  • CONVENO COLETIVA DE TRABALHO 2018/2018

    NMERO DE REGISTRO NO MTE:

    PB000405/2018 DATA DE REGISTRO NO MTE:

    17/09/2018

    NMERO DA SOLICITAO:

    MR053009/2018 NMERO DO PROCESSO:

    46224.004057/2018-91

    DATA DO PROTOCOLO:

    14/09/2018

    Confira a autenticidade no endereo http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

    SIND DOS TRAB NAS EMPRESAS PREST DE SERV GERAIS DA PB, CNPJ n. 24.508.210/0001-53, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). FABIO KERSON DA SILVA XAVIER; E SIND DAS EMP DE ASSEIO E CONSERV DO EST DA PB SEAC-PB, CNPJ n. 12.720.413/0001-20, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). LINCOLN THIAGO DE ANDRADE BEZERRA; celebram a presente CONVENO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condies de trabalho previstas nas clusulas seguintes: CLUSULA PRIMEIRA - VIGNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigncia da presente Conveno Coletiva de Trabalho no perodo de 01 de janeiro de 2018 a 31 de dezembro de 2018 e a data-base da categoria em 01 de janeiro. CLUSULA SEGUNDA - ABRANGNCIA A presente Conveno Coletiva de Trabalho abranger a(s) categoria(s) Trabalhadores nas Empresas Prestadoras de Servios Gerais, com abrangncia territorial em gua Branca/PB, Aguiar/PB, Alagoa Grande/PB, Alagoa Nova/PB, Alagoinha/PB, Alcantil/PB, Algodo De Jandara/PB, Alhandra/PB, Amparo/PB, Aparecida/PB, Araagi/PB, Arara/PB, Araruna/PB, Areia De Baranas/PB, Areia/PB, Areial/PB, Aroeiras/PB, Assuno/PB, Baa Da Traio/PB, Bananeiras/PB, Barana/PB, Barra De Santa Rosa/PB, Barra De Santana/PB, Barra De So Miguel/PB, Bayeux/PB, Belm Do Brejo Do Cruz/PB, Belm/PB, Bernardino Batista/PB, Boa Ventura/PB, Boa Vista/PB, Bom Jesus/PB, Bom Sucesso/PB, Bonito De Santa F/PB, Boqueiro/PB, Borborema/PB, Brejo Do Cruz/PB, Brejo Dos Santos/PB, Caapor/PB, Cabaceiras/PB, Cabedelo/PB, Cachoeira Dos ndios/PB, Cacimba De Areia/PB, Cacimba De Dentro/PB, Cacimbas/PB, Caiara/PB, Cajazeiras/PB, Cajazeirinhas/PB, Caldas Brando/PB, Camala/PB, Capim/PB, Carabas/PB, Carrapateira/PB, Casserengue/PB, Catingueira/PB, Catol Do Rocha/PB, Caturit/PB, Conceio/PB, Condado/PB, Conde/PB, Congo/PB, Coremas/PB, Coxixola/PB, Cruz Do Esprito Santo/PB, Cubati/PB, Cuit De Mamanguape/PB, Cuit/PB, Cuitegi/PB, Curral De Cima/PB, Curral Velho/PB, Damio/PB, Desterro/PB, Diamante/PB, Dona Ins/PB, Duas Estradas/PB, Emas/PB, Esperana/PB, Fagundes/PB, Frei Martinho/PB, Gado Bravo/PB, Guarabira/PB, Gurinhm/PB, Gurjo/PB, Ibiara/PB, Igaracy/PB, Imaculada/PB, Ing/PB, Itabaiana/PB, Itaporanga/PB, Itapororoca/PB, Itatuba/PB, Jacara/PB, Jeric/PB, Joo Pessoa/PB, Joca Claudino/PB, Juarez Tvora/PB, Juazeirinho/PB, Junco Do Serid/PB, Juripiranga/PB, Juru/PB, Lagoa De Dentro/PB, Lagoa Seca/PB, Lagoa/PB, Lastro/PB, Livramento/PB, Logradouro/PB, Lucena/PB, Me D'gua/PB, Malta/PB, Mamanguape/PB, Manara/PB, Marcao/PB, Mari/PB, Marizpolis/PB, Massaranduba/PB, Mataraca/PB, Matinhas/PB, Mato Grosso/PB, Maturia/PB, Mogeiro/PB, Montadas/PB, Monte Horebe/PB, Monteiro/PB, Mulungu/PB, Natuba/PB, Nazarezinho/PB, Nova Floresta/PB, Nova Olinda/PB, Nova Palmeira/PB, Olho D'gua/PB, Olivedos/PB, Ouro Velho/PB, Parari/PB, Passagem/PB, Patos/PB, Paulista/PB, Pedra Branca/PB, Pedra Lavrada/PB, Pedras De Fogo/PB, Pedro Rgis/PB, Pianc/PB, Picu/PB, Pilar/PB, Piles/PB, Pilezinhos/PB, Pirpirituba/PB, Pitimbu/PB, Pocinhos/PB, Poo Dantas/PB, Poo De Jos De Moura/PB, Pombal/PB, Prata/PB, Princesa Isabel/PB, Puxinan/PB, Queimadas/PB,

  • Quixaba/PB, Remgio/PB, Riacho Do Bacamarte/PB, Riacho Do Poo/PB, Riacho/PB, Riacho De Santo Antnio/PB, Riacho Dos Cavalos/PB, Rio Tinto/PB, Salgadinho/PB, Salgado De So Flix/PB, Santa Ceclia/PB, Santa Cruz/PB, Santa Helena/PB, Santa Ins/PB, Santa Luzia/PB, Santa Rita/PB, Santa Teresinha/PB, Santana De Mangueira/PB, Santana Dos Garrotes/PB, Santo Andr/PB, So Bentinho/PB, So Bento/PB, So Domingos Do Cariri/PB, So Domingos/PB, So Francisco/PB, So Joo Do Cariri/PB, So Joo Do Rio Do Peixe/PB, So Joo Do Tigre/PB, So Jos Da Lagoa Tapada/PB, So Jos De Caiana/PB, So Jos De Espinharas/PB, So Jos De Piranhas/PB, So Jos De Princesa/PB, So Jos Do Bonfim/PB, So Jos Do Brejo Do Cruz/PB, So Jos Do Sabugi/PB, So Jos Dos Cordeiros/PB, So Jos Dos Ramos/PB, So Mamede/PB, So Miguel De Taipu/PB, So Sebastio De Lagoa De Roa/PB, So Sebastio Do Umbuzeiro/PB, So Vicente Do Serid/PB, Sap/PB, Serra Branca/PB, Serra Da Raiz/PB, Serra Grande/PB, Serra Redonda/PB, Serraria/PB, Sertozinho/PB, Sobrado/PB, Solnea/PB, Soledade/PB, Sossgo/PB, Sousa/PB, Sum/PB, Tacima/PB, Tapero/PB, Tavares/PB, Teixeira/PB, Tenrio/PB, Triunfo/PB, Uirana/PB, Umbuzeiro/PB, Vrzea/PB, Vieirpolis/PB, Vista Serrana/PB e Zabel/PB.

    Salrios, Reajustes e Pagamento

    Piso Salarial

    CLUSULA TERCEIRA - PISO NORMATIVO DAS CATEGORIAS

    GRUPO I

    R$ 959,05 (novecentos e cinquenta e nove reais e cinco centavos)

    1 Artfice

    2 Atendente de Praa

    3 Aux. de Refrigerao

    4 Auxiliar de carpintaria

    5 Auxiliar de carrego e descarrego

    6 Auxiliar de controle de veiculo

    7 Auxiliar de coveiro

    8 Auxiliar de Cozinheiro

    9 Auxiliar de encanador

    10 Auxiliar de higiene

    11 Auxiliar de jardinagem

    12 Auxiliar de laboratrio

    13 Auxiliar de lactrio

    14 Auxiliar de limpeza

    15 Auxiliar de limpeza em instalaes sanitrias de uso pblico ou coletivo

    16 Auxiliar de servios gerais

    17 Auxiliar de transbordo

    18 Auxiliar operacional

    19 Caldeireiro

    20 Coletivo e coletor de resduos em instalaes sanitrias de uso pblico ou coletivo.

    21 Continuo

    22 Copeiro

    23 Coveiro

  • 24 Despenseiro

    25 Embalador

    26 Empacotador

    27 Entregador de Peridicos

    28 Gazeteiro

    29 Instalador de Equipamentos eletro-eletrnico

    30 Lavadeiro

    31 Lavador de carro

    32 Limpador de caixa dagua

    33 Maqueiro

    34 Office boy

    35 Operador de centro de distribuio

    36 Operador de estacionamento

    37 Operador de foto-copiadora

    38 Operador de guarda volumes

    39 Passador

    40 Preparador de exportao e coletor de lixo ou gari

    41 Servente de limpeza

    42 Trabalhador de Campo e Agropecurio

    43 Tratador de animais

    44 Vestuarista

    45 Zelador

    GRUPO II

    R$ 977,37 (novecentos e setenta e sete reais e trinta e sete centavos)

    1 Agente funerrio

    2 Agente social

    3 Agente socioeducativo

    4 Agente Ttico Mvel

    5 Arquivista

    6 Atendente

    7 Atendente Ambulatorial

    8 Bilheteiro

    9 Bombeiro Civil

    10 Consultor (a) de qualidade

    11 Cozinheiro

    12 Designer

    13 Entregador de Contas

    14 Garom

    15 Impressor de fotolito

    16 Inspetor de qualidade

    17 Jardineiro

    18 Locutor (a) de cabine de som

    19 Montador de mveis

    20 Montador de painel fotolito

  • 21 Moto boy

    22 Operador conferente

    23 Operador de Caixa

    24 Operador de documentos

    25 Operador de empilhadeira

    26 Operador de mquina roadeira

    27 Operador de Monitoramento

    28 Operador de moto serra

    29 Operador de Tele Marketing

    30 Orientador de trafego

    31 Pintor de faixa

    32 Piscineiro

    33 Podador

    34 Polidor

    35 Porteiro

    36 Recepcionista

    37 Servente de obra

    38 Servente de pedreiro

    GRUPO III

    R$ 962,10 (novecentos e sessenta e dois reais e dez centavos)

    1 Ascensorista.

    2 Telefonista

    GRUPO IV

    R$ 997,73 (novecentos e noventa e sete reais e setenta e trs centavos)

    1 Almoxarife

    2 Assistente de Administrao

    3 Auxiliar administrativo

    4 Auxiliar de departamento pessoal

    5 Auxiliar de Produo

    6 Auxiliar de mecnico

    7

    Auxiliar de mecnico de mquina

    industrial

    8

    Operador em lavanderia industrial e

    hospitalar

    9 Promotor de merchandising

    10 Promotor de Vendas

  • 11 Promotor de eventos

    12 Repositor

    13 Secretaria

    14 Vaqueiro

    GRUPO V

    R$ 1.053,73 (um mil e cinquenta e trs reais e setenta e trs centavos)

    1 Ajudante de rota

    2 Leiturista

    GRUPO VI

    R$ 1.154,00 (um mil cento e trinta reais), e recebero pelo exerccio da funo a gratificao adicional de R$ 200,00 (Duzentos reais).

    1 Encarregado

    2 Fiscal

    GRUPO VII

    R$ 1.328,62 (um mil trezentos e vinte e oito reais e sessenta e dois centavos)

    1 Bombeiro Hidrulico

    2 Carpinteiro

    3 Detetizador

    4 Eletricista

    5 Encanador

    6 Gesseiro

    7 Ladrilheiro

    8 Marceneiro

    9 Mecnico automotivo

    10 Mecnico industrial

    11 Mecnico em geral

    12 Pedreiro

    13 Pintor

  • 14 Soldador

    15 Tcnico em Manuteno

    16 Tcnico em manuteno de elevador

    17 Tcnico em manuteno predial

    18 Tcnico em Segurana do Trabalho

    19 Tcnico Operacional

    20 Tcnicos de Refrigerao

    21 Telhador

    21 Vidraceiro

    GRUPO VIII

    R$ 1.425,34 (um mil quatrocentos e vinte e cinco reais e trinta e quatro centavos)

    1 Gerente

    2 Supervisor administrativo

    3 Tratador de animais silvestres

    GRUPO IX

    R$ 1.496,60 (um mil quatrocentos e noventa e seis reais e sessenta centavos)

    1 Operador de mquinas

    GRUPO X

    R$ 1.258,00 (Um mil duzentos e cinquenta e oito reais)

    1 Manobrista

    R$ 1.800,00 (Um mil e oitocentos reais)

    1 Motorista Categoria B

  • R$ 2.120,00 (Dois mil cento e vinte reais)

    1 Motorista municipal, intermunicipal

    2 Motorista at 15 toneladas

    R$ 2.127,00 (Dois mil cento e vinte e sete reais)

    1 Motorista de Bitrem

    2 Motorista de Carreta

    R$ 2.533,00 (Dois mil cento e vinte e sete reais)

    1 Motorista interestadual

    PARGRAFO PRIMEIRO - Pactuam as partes convenentes que as funes de telefonista e Ascensorista tero carga horria mxima de 6 horas dirias e 15 minutos de intervalo.

    PARAGRAFO SEGUNDO Os trabalhadores abrangidos por essa Conveno Coletiva de Trabalho, cujas funes estiverem sujeitas a adicional de insalubridade ou periculosidade, faro jus na forma da Lei.

    PARAGRAFO TERCEIRO - Os empregados Recepcionistas que exercerem concomitantemente a funo de Intrprete faro jus gratificao de 30% (trinta por cento) calculado sobre o salrio da funo de recepcionista, enquanto durar o efetivo exerccio da funo de intrprete.

    PARGRAFO QUARTO No mbito da administrao pblica direta e indireta, quando os editais de licitao trouxerem as previses funcionais de Assistente Operacional Administrativo Nvel I, Arquivista nvel superior, os trabalhadores que forem contratados para esta funo faro jus ao salrio mensal de R$ 2.350,00 (dois mil trezentos e cinquenta reais) com carga horria de 44 horas semanais.

    PARGRAFO QUINTA - No mbito da administrao pblica direta e indireta, quando os editais de licitao trouxerem as previses funcionais de Assistente Operacional Administrativo Nvel II os trabalhadores que forem contratados para esta funo faro jus ao salrio mensal de R$ 1.510,00 (um mil quinhentos e dez reais) com carga horria de 44 horas semanais

  • PARGRAFO SEXTO - No mbito da administrao pblica direta e indireta, quando os editais de licitao trouxerem as previses funcionais de Assessor de Apoio Nvel I Superior e Nvel II Intermedirio Na rea Jurdica, os trabalhadores que forem contratados para esta funo faro jus ao salrio mensal de R$ 4.533,30 (quatro mil quinhentos e trinta e trs reais e trinta centavos) e R$ 2.219,30, (Dois mil duzentos e dezenove reais e trinta centavos) Respectivamente, com carga horria de 44 horas semanais.

    PARGRAFO SETIMO Os empregados que exercem a funo de operador de monitoramento alocados fora da sede da empresa, faro jus a gratificao de 6% (seis por cento), cujo percentual ser aplicado sobre o salrio da categoria.

    PARAGRAFO OITAVO - Os empregados contratados para trabalho em regime de tempo parcial recebero salrio proporcional sua jornada, em relao aos empregados que cumprem, nas mesmas funes, tempo integral, utilizando-se para fins de clculo o divisor igual a 220 (duzentas e vinte) horas.

    Reajustes/Correes Salariais

    CLUSULA QUARTA - REAJUSTES SALARIAIS

    Fica concedido e/ou garantido aos empregados que percebem salrios acima do piso da categoria profissional, um reajuste salarial a partir de 1 (primeiro) de janeiro de 2018, no percentual de 1,81% (um vrgula oitenta e um por cento), aplicados aos salrios praticado no ms de janeiro de 2017.

    PARAGRAFO PRIMEIRO - Os trabalhadores que exercem funes no mencionadas nos pargrafos e grupos descritos na CLUSULA TERCEIRA tero reajuste salarial a partir de 1 de janeiro de 2018, no percentual de 1,81% (um virgula oitenta e um por cento) APLICADO SOBRE O SALRIO PRATICADO NO MS DE JANERO/2017.

    PARGRAFO SEGUNDO: Fica garantido que em caso de modificao da poltica salarial do Governo ou perdas salariais, as partes convenentes podero a qualquer tempo, voltarem a negociar objetivando a reposio dessas perdas.

    PARGRAFO TERCEIRO: Nos reajustes acima estabelecidos, incluem-se as antecipaes, perdas e outras demais correes salariais, decorrentes da legislao oficial e Acordos adotados no perodo de 1 de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2017.

    PARGRAFO QUARTO: Os reajustes previstos nesta conveno devero ser implantados na folha de pagamento do ms de Setembro, e as diferenas retroativas, referente aos meses de Janeiro a Agosto,

  • devero ser quitadas em 03 trs parcelas iguais e sucessivas, nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro, deste ano.

    CLUSULA QUINTA - ENCARGOS SOCIAIS, PREVIDENCIRIOS E TRABALHISTAS

    Visando assegurar a exequibilidade dos contratos de Prestao de Servios pelas Empresas contratadas junto ao tomador, garantindo a adimplncia dos Encargos Sociais e Trabalhistas, fica convencionado que as Empresas do seguimento abrangidas por essa CCT, ficam obrigadas a praticar o percentual mnimo de Encargos Sociais e Trabalhistas de 85,27% (oitenta e cinco vrgula vinte e sete por cento), conforme planilha de clculo, abaixo descrita. Os rgos da Administrao Pblica Direta ou Indireta Federal, Estadual e Municipal, visando preservar a dignidade do trabalho, criar condies prprias eficiente realizao dos servios prestados e assegurar os benefcios diretos dos trabalhadores, conforme acrdo TCU n. 775/2007, devero fazer constar seus Editais de Licitao, seja qual for modalidade, o percentual de Encargos Trabalhistas como documento essencial a toda e qualquer modalidade de licitao, sob pena de nulidade do certame, tal como disposto, nos Art. 611-A da CLT.

    ENCARGOS SOCIAIS E TRABALHISTAS

    MDULO 4: ENCARGOS SOCIAIS E TRABALHISTAS

    4.1 Encargos previdencirios e FGTS Percentual Valor (R$) A INSS (art. 22, I, Lei 8.212/91) 20,00%

    B SESI ou SESC (art. 30, I, Lei 8.036/90) 1,50%

    C SENAI ou SENAC (Decreto 2.318/86) 1,00%

    D INCRA (arts. 1 e 2, DL n 1.146/70) 0,20%

    E Salrio educao (art. 15, Lei n 9.424/96 e art. 1 1,

    Decreto 6.003/06) 2,50%

    F FGTS (art. 15, Lei n 8.030/90) 8,00%

    G Seguro acidente do

    trabalho

    (art.22, II, Lei n 8.212/91 e Anexo

    V, Decreto 6.957/09) 3,00%

    H SEBRAE (Lei 8.029/90) 0,60%

    TOTAL 36,80%

    4.2 13 Salrio e Adicional de frias Percentual

    A 13 Salrio - (art. 7, VIII, CF) 8,33%

    Subtotal 8,33%

    C Incidncia do submdulo 4.1 sobre 13 Salrio e

    Adicional de frias 3,07%

    TOTAL 11,40%

    Submdulo 4.3 - Afastamento Maternidade

    4.3 Afastamento Maternidade Percentual Valor (R$) A Afastamento maternidade - (art. 131, III, CLT) 0,75%

    B Incidncia do submdulo 4.1 sobre afastamento 0,28%

  • maternidade

    TOTAL 1,03%

    Submdulo 4.4 - Proviso para Resciso

    4.4 Proviso para Resciso Percentual Valor (R$) A Aviso prvio indenizado 2,81%

    B Incidncia do FGTS sobre aviso prvio indenizado 0,22%

    C Multa do FGTS do aviso prvio indenizado 0,40%

    D Aviso prvio trabalhado - (TCU) 1,94%

    E Incidncia do submdulo 4.1 sobre aviso prvio

    trabalhado 0,54%

    F Multa do FGTS do aviso prvio trabalhado (IN 02) 5,00%

    TOTAL 10,91%

    Submdulo 4.5 - Custo de Reposio do Profissional Ausente

    4.5 Composio do Custo de Reposio do Profissional

    Ausente % Valor (R$)

    A Frias e tero constitucional de frias (IN 05/2017) 12,10%

    B Ausncia por doena - (art. 131, III, CLT) 3,86%

    C Licena paternidade - (art. 7, XIX, CF) 0,06%

    D Ausncias legais - (art. 473, CLT) 1,94%

    E Ausncia por acidente de trabalho - (art. 131, CLT c/c

    art. 27, Decreto n 89.312/84) 0,36%

    F Outros 0,00%

    Subtotal 18,50%

    G Incidncia do submdulo 4.1 sobre o Custo de reposio 6,81%

    TOTAL 25,13%

    Quadro - resumo - Mdulo 4 - Encargos sociais e trabalhistas

    4 Proviso para Resciso Percentual Valor (R$) 4.1 Encargos previdencirios e FGTS 36,80%

    4.2 13 salrio + Adicional de frias 11,40%

    4.3 Afastamento maternidade 1,03%

    4.4 Custo de resciso 10,91%

    4.5 Custo de reposio do profissional ausente 25,13%

    4.6 Outros 0,00%

    TOTAL DOS ENCARGOS SOCIAIS E TRABALHISTAS 85,27%

    Pagamento de Salrio Formas e Prazos

    CLUSULA SEXTA - PAGAMENTO

    Os salrios dos empregados sero pagos em espcie, durante o expediente de trabalho ou mediante crdito em conta corrente dos empregados, at o 05 (quinto) dia til, bancrio, do ms subsequente a execuo dos servios.

    PARGRAFO PRIMEIRO - As empresas fornecero aos seus empregados comprovantes de pagamento salarial, discriminando ttulos pagos e seus respectivos valores, bem como descontos efetuados, podendo

  • tal fornecimento ocorrer de forma eletrnica, atravs de site, e-mail e/ou qualquer outro meio de comunicao virtual.

    PARGRAFO SEGUNDO: Ficam autorizadas as empresas a procederem descontos de falta ao servio e/ou os pagamentos das horas extras realizadas em um ms na folha do ms subsequente.

    Outras normas referentes a salrios, reajustes, pagamentos e critrios para clculo

    CLUSULA STIMA - DEPSITOS BANCRIOS

    As empresas que efetuam pagamento de verbas salariais por meio de depsito bancrio, ficam isentas de colher a assinatura do empregado no respectivo recibo de pagamento, servindo como prova cabal e suficiente o comprovante de depsito bancrio, na conta do empregado, devendo sempre ser fornecida obrigatoriamente a discriminao.

    PARGRAFO NICO: No caso de pagamento de frias com 13 salrio obrigatria a assinatura do empregado no recibo, salvo quando disponvel tal documento atravs de meio eletrnico.

    Gratificaes, Adicionais, Auxlios e Outros

    Adicional de Hora-Extra

    CLUSULA OITAVA - HORAS EXTRAS

    As horas extras laboradas por cada empregado sero calculadas pelo empregador, mensalmente, mediante apurao do total de horas efetivamente trabalhadas pelo empregado durante o perodo de 01 (um) ms, deduzindo-se o total de 220 (duzentos e vinte) horas mensais.

    PARGRAFO PRIMEIRO As horas extras sero pagas pelos empregadores com o acrscimo de 50% (cinqenta por cento) sobre o valor da hora normal, quando laboradas em dias uteis (inclusive sbados). As horas extras sero pagas pelos empregadores com o acrscimo de 100% (cem por cento) sobre o valor da hora normal, quando laboradas em feriados e/ou dias previstos para folgas.

    PARGRAFO SEGUNDO - Os empregados que laborarem em jornada de 12 (doze) horas dirias, mediante escala de servio de dias alternados, bem assim aqueles que laborarem em jornada de 07h20, mediante escala de servio tipo 5 x 1, no tero direito ao benefcio do pagamento de domingos e feriados em dobro, por possurem direito a repouso mais prolongado.

  • Ajuda de Custo

    CLUSULA NONA - AJUDA DE CUSTO MOTORISTAS E OUTROS

    As empresas fornecero aos seus empregados motoristas, abrangidos por esta conveno, quando estes realizarem viagens, os seguintes valores de dirias: a) Dirias dentro da Grande Joo Pessoa R$ 15,00; b) Dirias fora da Grande Joo Pessoa - sem pernoite R$ 25,00; com pernoite: R$ 60,00.

    PARAGRAFO PRIMEIRO - As empresas fornecero aos seus ajudante de rota, abrangidos por esta conveno, quando estes realizarem viagens, os seguintes valores de dirias: a) Dirias dentro da Grande Joo Pessoa R$ 12,00; b) Dirias fora da Grande Joo Pessoa - sem pernoite R$ 20,00; com pernoite: R$ 50,00.

    PARAGRAFO SEGUNDO Quando os motoristas e os ajudantes de rota no realizarem dirias e ficarem apenas em sobreaviso na sede das empresas, recebero de seus empregadores o valor de R$ 12,00 (doze reais) ou a refeio.

    PARGRAFO TERCEIRO - Os valores das dirias fixadas acima no tm natureza salarial, nem se incorpora remunerao do beneficirio para qualquer efeito e, ter sua aplicao nos contratos celebrados a partir da vigncia deste instrumento;

    PARGRAFO QUARTO O valor pago a ttulo de diria no constitui base de incidncia de contribuio previdenciria, do fundo de garantia por tempo de servio e ou tributao de qualquer espcie, sendo pagas para fins de alimentao e/ou hospedagem;

    PARGRAFO QUINTO No valor da diria com pernoite, encontra-se contemplada a indenizao de todas as despesas de alimentao e hospedagem realizadas pelos trabalhadores abrangidos por esta conveno, inclusive o custeio de despesas com mesmo objeto que determinado pela Le. 13.103, de 02/03/2015;

    Auxlio Alimentao

    CLUSULA DCIMA - VALE ALIMENTAO

    Fica convencionada o direito de todos os trabalhadores contemplados por esta conveno coletiva, exceto os do Grupo X e os ajudantes de rota do Grupo V, o direito ao recebimento de VALE ALIMENTAO, podendo a empresa optar pelo cumprimento desta clausula mediante a opo de fornecimento de uma das seguintes formas: a) fornecimento de TICKETs ALIMENTAO; b) Fornecimento de REFEIO in natura; c) Fornecimento de CESTA BASICA.

  • PARGRAFO PRIMEIRO Caso a empresa opte pelo fornecimento do TICKETs ALIMENTAO dever faz-lo no valor total mensal de R$ 264,00 (duzentos e sessenta e quatro reais), que corresponde a 22 (vinte e dois), considerando-se cada um deles no valor facial de R$ 12,00 (doze reais). A distribuio ser realizada no mximo at o dia 15 do ms seguinte, sendo facultado s empresas descontar do valor dos TICKETs os dias em que o empregado tenha faltado ao servio, sendo justificada ou no a falta.

    PARGRAFO SEGUNDO - Caso a empresa opte pelo fornecimento da CESTA BSICA dever contemplar o fornecimento dos seguintes itens e quantidades obrigatrias: 02 fiambre 320g,01 extrato de tomate 300g, 01 Kg de sal, 06kg de arroz, 01kg farinha de mandioca, 05 pacotes de floco de milho, 02 biscoito salgado tipo crean cracker, 02 biscoitos doce tipo Maria, 02 pct de caf 250g, 04 pct de macarro 500g, 03 kg de feijo, 02 leites em p, 05 kg de acar cristal, 01 leo de soja 900ml, 01 doce 600g, 01 vinagre lcool 500ml, 04 suco em p35g.

    PARAGRAFO TERCEIRO Caso a empresa opte pelo fornecimento de REFEIO podero t-las fornecidas diretamente pelo rgo tomador dos servios, bastando que se faa constar dos respectivos contratos a delegao da obrigao ao rgo ou posto de servio.

    PARAGRAFO QUARTO Para os trabalhadores do Grupo X e os ajudantes de rota do Grupo V, caso j recebam vale alimentao, provenientes de editais de licitaes em vigor, tal benefcio no ser suprimido.

    PARAGRAFO QUINTO - As empresas descontaro de seus empregados 20% (vinte por cento) do valor mensal de vale alimentao, proporcional ao que for concedido ao trabalhador, qualquer que seja a modalidade da concesso, de acordo com o Programa de Alimentao do Trabalhador PAT.

    PARAGRAFO SEXTO - A concesso prevista no caput, no ser concedida nos dias em que o empregado estiver em gozo de frias, auxilio doena ou acidente de trabalho, alm do mais as empresas descontaro dos seus empregados a referida concesso em qualquer dia de falta ao trabalho.

    PARAGRAFO STIMO - Os empregados que trabalharam em regime de escala 12 x 36 recebero a respectiva concesso somente para os dias efetivamente trabalhados. A razo de R$ 12,00 (doze reais) por dia trabalhado.

    PARAGRAFO OITAVO - Fica desobrigada do fornecimento, previsto no caput, as empresas prestadoras de servios, nos casos em que o tomador do servio, mantenha em dependncias prpria ou terceirizada o fornecimento de refeio nas formas permitidas pelo PAT e, inclua os trabalhadores da empresa CONTRATADA.

    PARAGRAFO NONO - A concesso do benefcio citado no caput desta clusula, sero vlido para os

  • Contratos de Prestao de Servios contados da data de vigncia da Conveno Coletiva de 2017. As empresas cujos contratos tenham sua vigncia anterior a referida Conveno Coletiva, devero, no ato de prorrogao ou renovao, ter os custos da concesso do benefcio absorvidos pelas Contratantes, atravs de Reajuste e ou Repactuao Contratual, afim de manter o Equilbrio Econmico Financeiro do contrato primitivamente firmado e no auferir prejuzos ao trabalhador.

    Auxlio Transporte

    CLUSULA DCIMA PRIMEIRA - VALE TRANSPORTE

    Desde que solicitado por escrito pelo interessado e satisfeitas as exigncias previstas no Art. 7 do Decreto n. 95.247/87, que regulamenta a Lei n. 7.619/85, as Empresas fornecero vale transporte a todos os seus empregados, exclusivamente para os seus deslocamentos residncia-trabalho e vice-versa.

    PARGRAFO PRIMEIRO Para os empregados beneficiados com vale-transporte, ser realizado o desconto de 6% (seis por cento), incidente sobre o salrio base do trabalhador, na forma da lei.

    PARGRAFO SEGUNDO - Nos perodos de afastamentos do empregado de suas atividades funcionais, por qualquer motivo, inclusive por atestados mdicos ou INSS, este no far jus ao recebimento do benefcio do vale transporte durante o perodo de sua ausncia do trabalho, por inexistncia de deslocamentos do trabalhador no percurso residncia-trabalho.

    PARGRAFO TERCEIRO Nas cidades onde funcionar o sistema de vale-transporte eletrnico e visto que o prazo mnimo de disponibilidade dos valores depositados, junto s operadoras de vale-transporte eletrnico, de 48 horas, as Empresas devero efetuar os depsitos referente ao valor dos vale-transporte, estabelecido nesta clusula, em prazo suficiente que garanta o direito do recebimento do benefcio antes do dia do trabalho do empregado.

    PARGRAFO QUARTO Os empregadores depositaro mensalmente, junto s empresas que operam o sistema de vale-transporte eletrnico, valores suficientes e exclusivos, referente aos vale-transporte, para o deslocamento do empregado residncia- trabalho e vice-versa.

    PARGRAFO QUINTO Quando do lanamento dos crditos pelas empresas, caso constate que o empregado no tenha utilizado a totalidade dos valores creditados em seu carto de recarga, fica autorizado s empresas realizarem apenas a complementao dos valores necessrios ao deslocamento do ms subsequente, haja vista a natureza jurdica do benefcio. Nestes casos, o desconto do trabalhador deve permanecer limitado aos 6% de seus rendimentos, ou, caso se credite valores inferiores estes, que tal desconto no exceda o valor do crdito.

    PARGRAFO SEXTO No caso de extravio, perda e dano do carto magntico de vale transporte, o

  • empregado ser responsabilizado pelas despesas com a substituio do mesmo.

    PARGRAFO STIMO No caso de desligamento do empregado, o mesmo obriga-se a devolver os vales transporte proporcional aos dias de trabalho ao perodo, sob pena de desconto na resciso do contrato.

    PARGRAFO OITAVO A declarao falsa ou uso indevido do vale - transportes constituem falta grave, sujeito demisso por justa causa.

    Auxlio Doena/Invalidez

    CLUSULA DCIMA SEGUNDA - GARANTIA PROVISRIA DO EMPREGADO ACIDENTADO

    Ao empregado vitimado por acidente de trabalho ser assegurada garantia de emprego pelo prazo de 12 (doze) meses aps a cessao do auxlio-doena acidentrio, independentemente de percepo de auxlio-acidente.

    Auxlio Maternidade

    CLUSULA DCIMA TERCEIRA - GARANTIA PROVISRIA DA EMPREGADA GESTANTE

    A empregada gestante, excetuando-se aquelas cujo contrato de trabalho seja por tempo determinado e aquelas que se encontrem no curso do perodo de aviso prvio, fica assegurada a garantia no emprego no perodo compreendido desde a confirmao da gravidez at 05 (cinco) meses aps o parto, salvo quando a demisso se der pelos motivos elencados no Art. 482 da CLT ou por iniciativa da empregada, mediante pedido de dispensa.

    Seguro de Vida

    CLUSULA DCIMA QUARTA - SEGURO DE VIDA

    As empresas faro, em favor de seu empregado seguro de vida com coberturas de morte natural, morte acidental e invalidez por acidente, cada cobertura no valor de RS 15.000,00 (quinze mil reais), exceto suicdio, independentemente do local ocorrido, devendo ser descontado do salrio do funcionrio 50% (cinqenta por cento) do valor prmio do seguro, respeitando-se o limite mximo de desconto de R$ 5,00 (cinco reais).

    PARGRAFO NICO - Fica convencionado ao empregado em aceitar ou no o Seguro de Vida, devendo este, caso no queira gozar do benefcio, manifestar-se por escrito, atravs de documento formal

  • devidamente assinado pelo trabalhador, at 10 (dez) dias teis aps homologao da presente Conveno Coletiva de Trabalho. Nos casos em que o trabalhador decida por no aceitar os benefcios oriundos garantidos pelo Seguro de Vida em Grupo, a empresa fica sem responsabilidades indenizatrias ao empregado ou seus dependentes e herdeiros nos casos de acidentes de quaisquer natureza onde o trabalhador fique impossibilitado de trabalhar permanente ou temporariamente, bem como, em casos de bito do mesmo.

    Outros Auxlios

    CLUSULA DCIMA QUINTA - CONVNIOS

    O SINTEG manter convnios com farmcias, supermercados e outros, os quais tero como finalidade aquisio de produtos, pelos integrantes da categoria profissional, mediante pagamento posterior, quando da oportunidade do recebimento de salrio, desde que inexistente qualquer acrscimo nos preos dos produtos.

    PARGRAFO PRIMEIRO - O SINTEG remeter aos empregadores, at o dia 25 (vinte e cinco) de cada ms, a relao dos empregados beneficirios dos convnios e valores, devendo os empregadores, repassarem ao SINTEG , at o 10 (dcimo) dia til do ms subsequente ao ms do desconto, o total dos descontos efetuados; As empresas que no cumprirem o prazo acima estipulado repassaro os valores descontados acrescidos da devida atualizao monetria.

    PARGRAFO SEGUNDO - Na hiptese de trmino do contrato de trabalho ficar o EMPREGADOR de informar ao SINTEG no prazo de 24 horas, aps o incio do Aviso Prvio para que a entidade possa fornecer os valores pendentes de Convnios e outros a serem descontado no termo da resciso de Contrato de Trabalho, sob pena de ser responsabilizado pelo adimplemento de valores no descontados dos empregados.

    Contrato de Trabalho Admisso, Demisso, Modalidades

    Normas para Admisso/Contratao

    CLUSULA DCIMA SEXTA - RESCISO CONTRATUAL

    O pagamento das parcelas constantes do instrumento de resciso ou recibo de quitao dever ser efetuado no prazo da lei vigente. No ato das rescises dos contratos de trabalho, os empregadores se obrigam a entregar aos funcionrios, mediante recibo, os seguintes documentos: a) 04 vias do Termo de Resciso de Contrato de Trabalho; b) Extrato Analtico do FGTS de todo o perodo do contrato de trabalho; C) CTPS atualizada; d) Requerimento do seguro desemprego; e) Guia de Recolhimento da multa sobre o FGTS; f) Atestado de Sade Ocupacional Demissional; g) Aviso Prvio do Empregador ou Empregado (em caso de pedido de demisso); h) Chave de conectividade Social; i) Comprovante de depsito ou transferncia bancria do valor da quitao da resciso;

  • PARGRAFO PRIMEIRO Os empregadores podero efetuar, at 72 horas aps o trmino do prazo previsto no art. 477, 6, o pagamento das verbas devidas em virtude da resciso de contrato de trabalho, aos empregados cujos domiclios situem-se fora da Grande Joo Pessoa/PB, ficando dispensados o pagamento da multa prevista no Art. 477, 8 da CLT.

    CLUSULA DCIMA STIMA - DISPENSA POR JUSTA CAUSA

    As empresas se obrigam, em caso de dispensa por justa causa, fornecer aos empregados comunicao contendo os motivos ensejadores do afastamento, sob pena de no o fazendo, por presuno, ser caracterizada a dispensa imotivada.

    CLUSULA DCIMA OITAVA - PESSOA COM DEFICINCIA

    Em face das dificuldades para contratao pessoas com deficincia, seja pela falta dessas pessoas no mercado de trabalho, seja pela dificuldade de locomoo, seja pela falta de formao profissional, valor dos salrios, especificidades das funes do setor de asseio e conservao (limpeza e circulao nos ambientes) alm da necessidade de, em muitos casos, ter que operar equipamentos, bem como pelo fato das atividades de prestao de servios serem executadas na sede do contratante (tomador de servio), impossibilitando assim, que a empresa prestadora propicie condies adequadas de trabalho para os portadores de deficincia, habilitada ou reabilitada, o parmetro para incidncia do percentual legal ser o dimensionamento em relao as atividades administrativas.

    PARAGRAFO PRIMEIRO - Ajustam os Sindicatos Convenentes que as empresas da categoria estaro atendendo plenamente a funo e a obrigao emergentes do art. 429 da CLT, na medida em que contratarem a quantidade de deficientes prevista em lei utilizando como base de clculo o nmero de trabalhadores que atuam exclusivamente nas atividades administrativas internas.

    PARGRAFO SEGUNDO Os entes pblicos e empresas privadas que contratarem os servios terceirizados, so os responsveis por fazerem cumprir, no ato da contratao dos servios terceirizados, a observncia das cotas destinadas aos deficientes, devendo os editais licitatrios e/ou cartas convites, contemplarem esta situao, sob pena de responsabilizao exclusiva do rgo pelas infraes e consequncias legais advindas.

    CLUSULA DCIMA NONA - APRENDIZ

    O percentual de aprendizagem de no mnimo 5%, previsto no art. 429 da CLT - que deve ser o aplicado em relao s funes que demandam formao profissional.

  • PARAGRAFO PRIMEIRO - Ajustam os Sindicatos Convenentes que as empresas da categoria estaro atendendo plenamente a funo e a obrigao emergentes do art. 129 da CLT, na medida em que contratarem a quantidade de jovens aprendizes prevista em lei utilizando como base de clculo o nmero de trabalhadores que atuam exclusivamente nas atividades administrativas internas.

    PARGRAFO SEGUNDO Os entes pblicos que contratarem os servios terceirizados, so os responsveis por fazerem cumprir, no ato da contratao dos servios terceirizados, a observncia das cotas destinadas a aprendizagem, devendo os editais licitatrios e/ou cartas convites, contemplarem esta situao, sob pena de responsabilizao exclusiva do rgo pelas infraes e consequncias legais advindas.

    Outros grupos especficos

    CLUSULA VIGSIMA - QUANTIDADE DE ENCARREGADO

    Dever estar previsto nos Editais de licitaes promovidas pela Administrao Pblica, bem como para contrataes junto a empresas privadas, que ser adotada a relao de encarregado(s) para cada quantidade de empregados lotados em um mesmo endereo de trabalho. Ficando acordado pelas parte convenentes o seguinte:

    a) De 01 (um) a 10 (dez) empregados = 01 encarregado.

    b) Entre 11 (onze) e 30 (trinta) empregados = 02 encarregados.

    c) A partir de 31 (trinta um) empregados ser adotada a relao de mais um encarregado para cada 30 (trinta) empregados.

    Outras normas referentes a admisso, demisso e modalidades de contratao

    CLUSULA VIGSIMA PRIMEIRA - MULTA DO ART 9 DA LEI N 7.238/84 E LEI N 6.708/79

    O empregado dispensado, sem justa causa, no perodo de 30 (trinta) dias que antecede a data de sua correo salarial, ter direito indenizao adicional equivalente a um salrio mensal, seja ele optante ou no pelo Fundo de Garantia do Tempo de Servio FGTS.

    PARGRAFO NICO - O tempo do aviso prvio, quando indenizado no repercutir para os efeitos da multa adicional prevista no Art. 9 da Lei n. 6.708/79 e Lei n. 7.238/84.

    Relaes de Trabalho Condies de Trabalho, Normas de Pessoal e Estabilidades

    Transferncia setor/empresa

  • CLUSULA VIGSIMA SEGUNDA - TRANSFERNCIA

    O empregador, obrigatoriamente, cientificar o empregado por escrito, no prazo mximo de 72 (setenta e duas) horas, as mudanas de local de trabalho.

    Outras normas referentes a condies para o exerccio do trabalho

    CLUSULA VIGSIMA TERCEIRA - BENEFICIRIOS

    So beneficirios deste negcio jurdico os empregados abrangidos nas representaes sindicais, na base territorial dos Sindicatos dos Empregados, na conformidade do disposto no art. 611 da CLT, que trabalham para as Empresas cuja classe econmica representada pelo Sindicato Convenente Empregador, excetuando-se aqueles trabalhadores que forem contratados para as atividades funcionais da prpria empresa, (art. 511 da CLT), ou nelas exeram ainda que como empregados, atividades correspondente a profisso liberal (Lei n 7.316/85).

    Jornada de Trabalho Durao, Distribuio, Controle, Faltas

    Durao e Horrio

    CLUSULA VIGSIMA QUARTA - BANCO DE HORAS

    Com o fito de permitir a operacionalizao do preconizado, no pargrafo segundo do Art. 59 da CLT alterao introduzida pelo Art. 6 da Lei n. 9.601, de 21 de Janeiro de 1998, publicada no DOU. de 22.01.98, os empregadores instituiro BANCO DE HORAS para todos os seus empregados.

    Compensao de Jornada

    CLUSULA VIGSIMA QUINTA - COMPENSAO DO BANCO DE HORAS

    O acrscimo salarial decorrente do labor em sobre jornada ser dispensado pelos empregados que obtiverem subseqente diminuio correspondente em sua escala normal de trabalho, desde que a compensao seja procedida no perodo mximo de 01 (um) ano, contado a partir da realizao da jornada extraordinria, e que o excesso de horrio seja inferior a 220 (duzentas e vinte) horas, quantidade de horas mensais fixadas pela conveno coletiva.

    PARGRAFO PRIMEIRO Na hiptese de ruptura do contrato de trabalho sem que tenha havido a compensao integral da jornada extraordinria, far o empregado jus ao pagamento das horas extras no compensadas, calculadas sobre o valor da remunerao na data da resciso.

  • PARGRAFO SEGUNDO Na hiptese de ruptura do contrato de trabalho sem que tenha havido a compensao integral da jornada extraordinria e em que os empregados forem submetidos a aviso prvio trabalhado, este perodo poder ser utilizado para realizao da compensao.

    PARAGRAFO TERCEIRO Regimes de compensao de horas, diferentes do que encontra-se autorizado nesta CCT, ou nos artigo da CLT, devero ser objeto de Acordos Coletivos com o Sindicato.

    Controle da Jornada

    CLUSULA VIGSIMA SEXTA - JORNADA DE TRABALHO

    A quantidade de horas para os trabalhadores regidos por esta Conveno Coletiva de Trabalho ser de 192 (cento e noventa e duas) horas mensais efetivamente trabalhada, mantendo-se o coeficiente de 220 (duzentos e vinte horas) para todos os fins de apurao do valor (salrio/hora)

    PARAGRAFO PRIMEIRO Fica ajustado, consoante o permissivo preconizado no art. 7, inciso XIII, da Constituio Federal, que os empregadores podero adotar, alm da jornada normal de 8 (oito) horas dirias, as seguintes escalas de servio: 12 x 36 horas, 5 x 1, 5 x 2, ou qualquer outras escalas de servio, desde que respeitada a jornada mxima de 12 (doze) horas, por dia trabalhado.

    PARAGRAFO SEGUNDO Na escala de servio de jornada no regime de 12 x 36 (doze horas de trabalho por trinta e seis horas de descanso), quando da no concesso do intervalo intrajornada, o empregador dever realizar a indenizao do intervalo na forma do Art. 71 4 da Consolidao das Leis do Trabalho.

    PARAGRAFO TERCEIRO Na escala de servio de jornada no regime de 12 x 36 (doze horas de trabalho por trinta e seis horas de descanso), poder ser concedido o intervalo intrajornada de apenas 30 minutos, desde que o empregador conceda ao trabalhador uma das seguintes contrapartidas: a) pagamento da indenizao de 30 minutos nos termos do art. 71,4 ; b) Reduo do tempo total da jornada diria de trabalho em 30 minutos;

    PARAGRAFO QUARTO Os empregados que trabalharem mediante cumprimento de escala do tipo 12 x 36, compreendendo 12 horas de labor, seguidas de 36 horas de descanso, nos meses de 31 dias onde a carga horria mensal alcana o total de 192 horas efetivamente trabalhadas, no faro jus a percepo de horas extras, tampouco sero obrigados compensao de horas meses de 30 dias em que a carga horria mensal no atingir s 190 horas efetivamente trabalhadas.

    PARAGRAFO QUINTO Na hiptese de peculiaridade de servios a serem executados, e/ou atendendo s convenincias do tomador do servio, os empregadores podero conceder intervalos para repouso ou

  • alimentao superiores a 02 (duas) horas, satisfazendo a presente disposio a exigncia contida no art. 71 da CLT.

    PARAGRAFO SEXTO Para os trabalhadores que exercem a funo de operador de estacionamento do projeto ZONA AZUL trabalharo em regime de 30 horas semanais (6 horas dirias), dois expedientes com intervalo para almoo.

    PARAGRAFO STIMO - Ficam as empresas autorizadas a contratar empregados na condio de horista, para laborar aos sbados, domingos, feriados, faltas, folgas, frias, eventos, substituio em intervalo intrajornada e em caso de necessidade de prorrogao de jornadas de trabalho, e substituies eventuais em postos de trabalho.

    Outras disposies sobre jornada

    CLUSULA VIGSIMA STIMA - DOMINGOS

    Os empregados que trabalharem em regime de escala de trabalho do tipo 5 x 1 e 5 x 2, obrigatoriamente, gozaro, no mnimo, um descanso coincidente com o dia de Domingo, a cada perodo de 07 (sete) semanas.

    Sade e Segurana do Trabalhador

    Equipamentos de Proteo Individual

    CLUSULA VIGSIMA OITAVA - EPIS E ATIVIDADES INSALUBRES

    Como forma de garantir todos os direitos trabalhistas e a sade ocupacional do trabalhador, fica convencionado que nos Editais elaborados pela Administrao Pblica, Federal, Estadual e Municipal Direta ou Indireta, para contrataes dos servios de Limpeza, Asseio e Conservao, e ainda de quaisquer outros tipos de servios que por sua atividade, peculiaridade ou local de execuo previsto em Legislao ou nesta CCT, gerem qualquer tipo de adicional, dever constar clusula de exigncia de realizao de Visita Tcnica pela empresa licitante, para que seja levantada a necessidade de uso de EPIs adequados a sade e segurana do empregado.

    PARAGRAFO NICO Os rgos Pblicos Federais, Estaduais, Municipais, das administraes diretas, indireta, empresas pblicas, fundaes, sociedades de economia mista e autarquias, ao promoverem licitaes pblicas com escopo de contratao de mo de obra terceirizada dos profissionais regidos por esta Conveno Coletiva de Trabalho, devero, com antecedncia necessria, apresentarem juntamente com o edital o LTCAT- Laudo Tcnico de Condies de ambiente de Trabalho, na forma da Legislao em vigor, a fim de transparecer com exatido os meios e condies que sero submetidos os trabalhadores contratados, viabilizando o dimensionamento adequado dos adicionais e encargos que incidiro sobre a folha de pessoal que prestar os respectivos servios. Compete ao SINTEG na condio de sindicato

  • laboral, a obrigao de fazer cumprir as exigncias deste pargrafo, dando a mxima publicidade.

    Uniforme

    CLUSULA VIGSIMA NONA - FARDAMENTO

    Os empregadores fornecero aos seus empregados, anualmente, quando exigido pelo tomador do servio: 02 (duas) camisas, 02 (duas) calas e 01 (um) par de sapatos.

    PARGRAFO PRIMEIRO Em caso de extravio do fardamento por dolo ou culpa do empregado, este arcar com as despesas de custo do novo fardamento, mediante desconto em folha de pagamento.

    PARGRAFO SEGUNDO O extravio do fardamento por dolo ou culpa do empregado, de forma reiterada, implicar em dispensa com justa causa do empregado.

    PARGRAFO TERCEIRO Obrigam-se os empregados a devolver o fardamento na oportunidade do trmino do contrato de trabalho, facultando-se ao empregador, na hiptese da no devoluo, proceder ao desconto do valor correspondido ao custo do fardamento.

    Insalubridade

    CLUSULA TRIGSIMA - ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

    Fica assegurado o pagamento do adicional de insalubridade nos percentuais estabelecidos na legislao em vigor, desde que apurada as condies de trabalho, por meio de laudos periciais, que podero ser emitidos por Peritos contratados pelo Sindicato Profissional, pela empresa ou pela Superintendncia Regional do Trabalho e Emprego, sendo apenas devido enquanto perdurarem as condies particulares de trabalho.

    PARGRAFO PRIMEIRO Assegura-se, ao trabalho executado em hospitais, clnicas, postos de sade, laboratrios e ambulatrios, o adicional de insalubridade no percentual de 20% (vinte por cento) sobre o salrio mnimo sem os acrscimos resultantes de gratificaes, prmios ou participaes nos lucros da empresa.

    PARGRAFO SEGUNDO Na rede hospitalar onde haja internao e tratamento de doenas infectocontagiosas, o grau de insalubridade aplicado ser o mximo, o percentual de 40% (quarenta por cento) sobre o salrio mnimo.

  • PARGRAFO TERCEIRO -Considerando as peculiaridades do exerccio da funo de Maqueiro nos hospitais da rede pblica, fica estabelecido que o percentual devido a ttulo de insalubridade a esses profissionais ser de 40% (quarenta por cento), percentual esse que ser devido ao trabalhador a partir do efetivo pagamento pela contratante dos servios.

    PARGRAFO QUARTO: O percentual de insalubridade estabelecido no caput ser devido ao empregado, quando da efetiva concesso deste percentual pelo tomador dos servios Empresa contratada.

    PARGRAFO QUINTO: Em caso de no cumprimento da obrigao prevista no caput pelo contratante dos servios, as respectivas representaes se obrigam a fazer gestes perante os rgos/entidades licitantes e contratantes no sentido de atenderem a este dispositivo, inclusive impugnando os atos convocatrios que, porventura, no contemplem essa previso, bem como tomando todas as medidas necessrias preservao do respectivo direito.

    PARGRAFO SEXTO: A Empresa se obriga a comunicar aos sindicatos convenentes a situao descrita no pargrafo segundo, bem como que oficiou ao contratante as obrigaes descritas no presente, os quais promovero as medidas necessrias objetivando o cumprimento da obrigao descrita no caput.

    PARGRAFO STIMO A empresa poder reduzir o percentual do indicado no caput, sempre que o empregado deixe de exercer essa funo, sem que isso seja considerado reduo de direito, tendo em vista o Princpio da Preservao do Emprego, bem como em razo de que o adicional ser apenas enquanto o trabalhador esteja sujeito as condies insalubres.

    PARAGRAFO OITAVO Em virtude da Sumula 448 do TST, fica criada no GRUPO I da Clausula Terceira a funo especfica de auxiliar de limpeza em instalaes sanitrias de uso pblico ou coletivo e coletor de resduos em instalaes sanitrias de uso pblico ou coletivo, sendo assegurado a tais empregados que atuam com higienizao de instalaes sanitrias de uso pblico ou coletivo, de grande circulao, e a respectiva coleta de lixo, o pagamento de adicional de insalubridade em grau mximo, incidindo o disposto no anexo 14 da NR 15 da portaria do MTE n 3214/78.

    PARGRAFO NONO - A caracterizao e classificao da Insalubridade, segundo as normas do Ministrio do Trabalho, far-se-o atravs de percia a cargo de Mdico do Trabalho registrados no Ministrio do Trabalho.

    Periculosidade

    CLUSULA TRIGSIMA PRIMEIRA - ADICIONAL DE PERICULOSIDADE

  • Fica assegurado a todos os empregados que exerce atividades ou operaes perigosas, o adicional de periculosidade nos percentuais previstos em Lei, assim tambm consideradas as normas emitidas pelo Ministrio do Trabalho e Emprego sobre medicina e segurana do trabalho.

    PARGRAFO PRIMEIRO O trabalho em condies de periculosidade assegura ao empregado um adicional de 30% (trinta por cento) sobre o piso salrio da categoria, sem os acrscimos resultantes de gratificaes, prmios ou participaes nos lucros da empresa.

    PARAGRAFO SEGUNDO A caracterizao e classificao da periculosidade, segundo as normas do Ministrio do Trabalho, far-se-o atravs de percia a cargo de Mdico do Trabalho registrados no Ministrio do Trabalho.

    PARGRAFO TERCEIRO O adicional de periculosidade, criado pela Lei 12.997, de 18 de junho de 2014, correspondente a 30% do salrio do empregado, apenas ser considerado como devido, partir da publicao da Norma Regulamentadora que ser editada pelo Ministrio do Trabalho e Emprego (MTE).

    Exames Mdicos

    CLUSULA TRIGSIMA SEGUNDA - EXAMES MEDICOS

    Ficam estendidos a todos os empregados abrangidos por esta Conveno Coletiva de Trabalho CCT, os direitos previstos na NR-17, ficando obrigatria a realizao por parte dos empregadores dos exames: a) peridicos; b) de retorno ao trabalho; c) de mudana de funo e d) demissional.

    CLUSULA TRIGSIMA TERCEIRA - ATESTADO MDICO

    As empresas obrigam-se a aceitarem os atestados mdicos justificativos da ausncia ao servio emitido fornecido pelo SUS - Sistema nico de Sade ou estabelecimento conveniado, devendo constar no atestado o cdigo de Classificao internacional de Doenas - CID respectivo, CRM e assinatura, sobre carimbo, do mdico, o perodo de afastamento, bem como a data do afastamento do trabalho.

    PARGRAFO PRIMEIRO - O empregado dever apresentar o atestado mdico no prazo mximo de 48 horas aps a ausncia ao trabalho, sob pena de desobrigar o empregador a aceit-lo.

    PARGRAFO SEGUNDO - Quando o empregador dispuser de servio mdico prprio ou credenciado, deste ser a prioridade para emisso dos atestados mdicos justificativos de ausncia ao servio.

  • PARGRAFO TERCEIRO - Conforme o Art. 473 da CLT, o empregado poder deixar de comparecer ao servio sem prejuzo do salrio: I at 02 (dois) dias, consecutivos em caso de falecimento do cnjuge, ascendente, descendente, irmo ou pessoa que, declarada em sua CTPS, viva sob sua dependncia econmica; II at 03 (trs) dias consecutivos, em virtude de casamento; III por 05 (cinco) dias, em caso de nascimento de filho, no decorrer da primeira semana.

    Relaes Sindicais

    Liberao de Empregados para Atividades Sindicais

    CLUSULA TRIGSIMA QUARTA - LIBERAO DE DIRIGENTES SINDICAIS

    As empresas liberao sem prejuzos do recebimento de salrio os dirigentes sindicais para participarem de cursos, reunies do sindicato, congressos, at 15 (quinze) dias no ano, intercalados de no mnimo 01 (um) e no mximo 03 (trs) dias, limitando-se a liberao a 01 (um) dirigente sindical por empregador para cada evento.

    Contribuies Sindicais

    CLUSULA TRIGSIMA QUINTA - CONTRIBUIO ASSISTENCIAL PROFISSIONAL

    A ttulo de Contribuio Assistencial, os empregadores se obrigam a descontar de todos os seus empregados o valor equivalente a 4% (quatro por cento) sobre o salrio bruto, na folha de pagamento de Setembro de 2018, valor esse que ser repassado ao SINTEG/PB at o 15 (dcimo quinto) dia til do ms de Outubro/2018.

    PARAGRAFO PRIMEIRO No ms em que ocorrer o desconto da Contribuio Assistencial Obreira fica automaticamente suspenso o desconto da mensalidade associativa.

    PARAGRAFO SEGUNDO O desconto Contribuio Assistencial Obreira subordinar-se- a no oposio do trabalhador, manifestada perante o SINTEG;PB, at 10 (dez) dias a partir da data do efetivo desconto, atravs de requerimento escrito pelo empregado e entregue por este ao SINTEG-PB.

    CLUSULA TRIGSIMA SEXTA - CONTRIBUIO ASSISTENCIAL PATRONAL

    Considerando o previsto no art. 611-A da CLT, prevalecero sobre a lei todos os pontos objetos de Acordo ou Conveno Coletiva, ressaltados as vedaes previstas no art. 611-B; Considerado que o art. 611-B no veda a estipulao de contribuio decorrente de Conveno Coletiva para toda a categoria econmica,

  • diante disso prevalece o negociado sobre o legislado; Assim por deliberao da Assembleia Geral do Sindicato patronal de acordo com o disposto no art. 8, inciso III da Constituio Federal, todas as empresas que exercem atividades representadas pelo Sindicato das empresas de Asseio e Conservao do Estado de Paraiba, recolhero em favor do Sindicato Patronal, e diante guia a ser fornecida por este, a CONTRIBUIO NEGOCIAL, para a assistncia a todos e no somente a associados, conforme estabelecido na seguinte tabela.

    1. Empresas at 250 empregados 1/2 Piso da categoria;

    2. Empresas com mais 250 empregados - 1 Piso da categoria;

    PARGRAFO PRIMEIRO - Para as empresas filiadas ao SEAC-PB e que estejam com suas mensalidades associativas devidamente quitadas ser concedido desconto de 50% (cinqenta por cento) sobre os valores previstos no caput da presente clusula.

    PARGRAFO SEGUNDO: O no pagamento da importncia prevista no caput, no prazo de 30 (trinta) dias contados da data do registro da presente Conveno na SRTE/PB, ensejar a emisso de Duplicata de Servios e respectivo protesto e, ainda, o ajuizamento de Ao Executiva, conforme deliberao na Assembleia da categoria.

    PARGRAFO TERCEIRO - As empresas que forem constitudas aps a data da presente Conveno, devero proceder ao pagamento de contribuies no ms subseqente ao seu registro na JUCEP.

    PARGRAFO QUARTO - Em caso de no recolhimento da Contribuio Confederativa Patronal prevista no caput da presente clusula, poder o Sindicato Patronal recorrer via judicial, para o cumprimento do inteiro teor da mesma.

    CLUSULA TRIGSIMA STIMA - CONTRIBUIO CONFEDERATIVA PATRONAL

    As empresas abrangidas pelo representao patronal recolhero a ttulo de Contribuio Confederativa o valor correspondente a 1,0 % (um por cento) do valor do capital social da empresa, ficando esse valor limitado ao mnimo de R$ 1.000,00 (hum mil reais) e ao mximo de R$ 15.000,00 (quinze mil reais). O valor da contribuio ser recolhido por boleto bancrio em duas parcelas iguais, nos meses de maio/2017 e Setembro/2017, tudo de acordo com o Art. 8, Inciso IV, da Constituio Federal e demais normas legais.

    PARGRAFO NICO- Os atrasos no prazo de recolhimento dessa contribuio, ensejar no pagamento de multa de 2% (dois por cento) e juros de 1% ( um por cento) ao ms, alm da correo monetria.

    Outras disposies sobre representao e organizao

  • CLUSULA TRIGSIMA OITAVA - COMISSO DE CONCILIAO PRVIA

    Ficam mantidas as CCPS Comisses Intersindicais de Conciliao Prvia prevista do Art. 625- A da Consolidao das Leis do Trabalho - CLT, conforme a redao dada pela Lei n. 9.958 de 12/01/2000, composta de representantes Titulares e Suplentes, indicados pelo SINTEG, representante da categoria dos trabalhadores nas empresas de prestao de servios gerais da Paraba e o SEAC/PB, representando as Empresas de Asseio e Conservao, Parques e Jardins, Varrio, Coleta, Desinfeco, Imunizao, Higienizao, Desratizao e Congneres, Locao de Mo de Obra, Treinamento, Seleo de Mo de Obra, Prestadoras de Servios Gerais, Trabalho Temporrio, cujo local da execuo dos servios esteja situado na base deste sindicato, com o objetivo de tentar a conciliao de conflitos individuais de trabalho envolvendo integrantes das categorias profissional e econmica representadas pelas Entidades de classe supramencionadas.

    PARGRAFO PRIMEIRO - Todas as demandas de natureza trabalhista na jurisdio da entidade sindical mencionada neste artigo, sero submetidas previamente as CCPs - Comisses Intersindicais de Conciliao Prvia, conforme determina o Art. 625-D da CLT.

    PARGRAFO SEGUNDO - As CCPs - Comisses Intersindicais de Conciliao Prvia podero funcionar, tambm, mediante convnios com entidades sindicais ou entidades intersindicais de conciliao trabalhistas que atuem na base territorial desta conveno, que fornecero toda a estrutura administrativa e assessoria jurdica as CCPs - Comisses Intersindicais de Conciliao Prvia, ficando as entidades sindicais convenentes autorizadas, por seus respectivos presidentes, desde logo, a procederem celebrao dos mencionados convnios.

    PARGRAFO TERCEIRO - Os representantes dos trabalhadores e empregadores na Comisso devero ser membros da Diretoria do SINTEG e SEAC/PB, ou pessoal contratado pelas respectivas entidades sindical.

    CLUSULA TRIGSIMA NONA - CERTIFICADO DE REGULARIDADE DE SITUAO FISCAL

    Visando o dever das entidades sindicais em zelar pelo fiel cumprimento da legislao trabalhista, previdenciria e o direito dos trabalhadores institudos no Art. 7 da Constituio Federal, e ainda, por fora desta Conveno e em atendimento ao disposto no Art. 607 a 611 da CLT, combinado com o Art. 124 da Lei n 8.666/93 e suas alteraes, as empresas para participarem em Licitaes promovidas por rgos da Administrao Pblica, Direta, Indireta ou contratao por setores privados devero, obrigatoriamente, apresentar as Certides de Regularidade Sindical para com suas obrigaes Sindicais.

    PARGRAFO PRIMEIRO - Os Certificados de Regularidade de Situao Sindical sero emitidos pelos sindicatos SEAC/PB e SINTEG/PB para a empresa solicitante, e ser entregue no prazo de 48 horas teis aps a protocolizao do pedido, obrigatoriamente acompanhado dos seguintes documentos, em originais ou cpias autenticadas:

  • a) Ao SEAC/PB,

    i. Guia de recolhimento da contribuio sindical patronal dos ltimos 02 (dois) anos (SEAC/PB);

    ii. Guia de recolhimento da contribuio confederativa patronal dos ltimos 02 (dois) anos (SEAC/PB);

    b) Ao SINTEG;

    i. Guia de recolhimento das contribuies assistenciais laborais dos ltimos 02 (dois) anos (SINTEG/PB);

    ii. Guias de recolhimento de FGTS e Contribuio Previdenciria, relativo aos ltimos 03 meses;

    iii. Comprovante de pagamento dos salrios, relativo aos ltimos 03 meses.

    PARGRAFO SEGUNDO As empresas que possuam sede ou filial fora do Estado da Paraba, e que no mantenham contrato de prestao de servios no Estado da Paraba, obtero o certificado de regularidade de situao mediante a apresentao dos documentos elencados nas alneas a e b, correspondente ao domicilio de sua sede.

    PARGRAFO TERCEIRO A falta da CERTIDO DE REGULARIDADE SINDICAL, nos casos de Concorrncias, Carta-Convite, Tomadas de Preos e Preges, permitir as demais empresas licitantes, bem assim aos Sindicatos convenentes, de forma individual ou conjunta, que intervenham no processo licitatrio, denunciando a irregularidade e/ou a empresa irregular por descumprimento das clusulas convencionadas.

    PARGRAFO QUARTO Para a expedio do certificado acima citado, ser cobrado uma taxa por cada Sindicato no valor de R$ 20,00 (vinte reais), a titulo de custeio administrativo.

    PARGRAFO QUINTO Os sindicatos se comprometem a envidarem esforos no sentido de fazer constar apresentao dessa certido em todos os certames licitatrios.

    CLUSULA QUADRAGSIMA - PROCEDIMENTOS EM CERTAMES LICITATRIOS

    Devero os sindicatos convenentes acompanhar os certames licitatrios, verificando se as empresas participantes apresentaram prova de quitao da contribuio sindical e do recolhimento da contribuio sindical descontada dos respectivos empregados, uma vez que assim determina o art. 607 da CLT, sob pena de nulidade do certame.

  • CLUSULA QUADRAGSIMA PRIMEIRA - LEGITIMIDADE DO SINDICATO PATRONAL

    O sindicato dos trabalhadores reconhece o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservao do Estado da Paraba, como a nica, legtima e competente entidade sindical, que representa a classe patronal constituda pelas empresas do segmento de Asseio, Conservao, locao de mo de obra e de limpeza pblica, as quais so por ele representadas ativa e passivamente.

    CLUSULA QUADRAGSIMA SEGUNDA - CONVENO COLETIVA NAS LICITAES PBLICAS OU PRIVADAS

    Em virtude dos processos licitatrios serem pblicos, os Sindicatos Laboral e Patronal se comprometem a remeter representantes qualificados nas aberturas para entregar cpia da Conveno Coletiva de Trabalho, bem como, sugerir a exigncia da Regularidade Sindical dentro dos parmetros do Art. 607 da C.L.T., que veda a formalizao de contratos com empresas inadimplentes com seus sindicatos.

    CLUSULA QUADRAGSIMA TERCEIRA - CONVENO COLETIVA E SUA OBRIGATORIEDADE

    As empresas, obrigatoriamente, devero levar ao conhecimento dos tomadores de servios, o inteiro teor da presente Conveno Coletiva de Trabalho, bem como das variaes salariais ocorridas durante seu perodo de vigncia.

    CLUSULA QUADRAGSIMA QUARTA - LICITAES PBLICA E PRIVADAS

    A partir da assinatura deste Instrumento, as empresas ficam obrigadas a incluir em sua documentao para licitaes pblicas ou contratao por entes privados, cpia desta Conveno Coletiva de Trabalho, Certido de Regularidade Sindical, Certido Negativa de Dbitos Trabalhistas, expedida pela Justia do Trabalho e Emprego.

    CLUSULA QUADRAGSIMA QUINTA - OBRIGATORIEDADE

    Os contratantes de servios das empresas abrangidas pelo presente instrumento asseguraro s suas contratadas, em contrapartida s atividades por elas desempenhadas, o correspondente pagamento, em prazo no superior a trinta dias, contado a partir da data final do perodo de adimplemento de cada parcela, a teor das disposies contidas no art. 40, inc. XIV, alnea a da Lei n 8.666 de 21 de junho de 1.993.

  • PARGRAFO NICO O atraso no pagamento da fatura na forma do caput caracteriza culpa do Tomador de servio para fins de sua responsabilidade pelos dbitos decorrentes das obrigaes trabalhistas e previdencirias das empresas prestadoras de servio.

    Disposies Gerais

    Regras para a Negociao

    CLUSULA QUADRAGSIMA SEXTA - FORO COMPETENTE

    As controvrsias resultantes da aplicao da presente Conveno Coletiva de Trabalho sero dirimidas pela Justia do Trabalho, desde que estejam esgotadas as possibilidades de conciliao na forma estabelecida na clusula desta conveno coletiva de trabalho.

    Aplicao do Instrumento Coletivo

    CLUSULA QUADRAGSIMA STIMA - DATA BASE

    Fica acordado entre as partes, para todos os fins de direito e com fulcro no princpio da livre negociao, que a data base da Categoria Profissional ser 1 de janeiro.

    Descumprimento do Instrumento Coletivo

    CLUSULA QUADRAGSIMA OITAVA - MULTA

    Em caso de descumprimento das obrigaes de fazer, fica estabelecida a multa no importe equivalente a 5% (cinco por cento) do menor piso salarial normativo da categoria profissional, a ser paga em favor do empregado prejudicado.

    Outras Disposies

    CLUSULA QUADRAGSIMA NONA - FISCALIZAO DO CUMPRIMENTO

    Todos os integrantes da categoria profissional e econmica, representados pelo SINTEG e SEAC/PB, obrigam-se a cumprir todas as clusulas e condies da presente conveno coletiva de trabalho, facultando-se aos sindicatos convenentes amplo poder de fiscalizao.

    CLUSULA QUINQUAGSIMA - DIA DO TRABALHADOR

  • O dia 28 de outubro consagrado data comemorativa do Dia Estadual do Trabalhador em Empresas de Asseio, Conservao e Servios Gerais.

    Por estarem assim acordado assinam o presente instrumento em 03 (trs) vias de igual teor e forma para um s efeito, devendo ser depositado na DRT/PB Delegacia Regional do Trabalho e Emprego na Paraba, conforme legislao em vigor.

    LINCOLN THIAGO DE ANDRADE BEZERRA

    Presidente SIND DAS EMP DE ASSEIO E CONSERV DO EST DA PB SEAC-PB

    FABIO KERSON DA SILVA

    Presidente

    SIND DOS TRAB NAS EMPRESAS PREST DE SERV GERAIS DA PB XAVIER

    FABIO KERSON DA SILVA XAVIER

    Presidente

    SIND DOS TRAB NAS EMPRESAS PREST DE SERV GERAIS DA PB

    LINCOLN THIAGO DE ANDRADE BEZERRA

    Presidente

    SIND DAS EMP DE ASSEIO E CONSERV DO EST DA PB SEAC-PB

    ANEXOS ANEXO I - ATA DE REUNIAO 01

    Anexo (PDF)

    http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/imagemAnexo/MR049874_20182018_09_12T10_16_47.pdf

  • ANEXO II - ATA DE REUNIAO 02

    Anexo (PDF)

    ANEXO III - ATA DE ASSINATURA

    Anexo (PDF)

    ANEXO IV - ATA DE ASSINATURA 02

    Anexo (PDF)

    ANEXO V - ATA DE ASSINATURA 03

    Anexo (PDF)

    ANEXO VI - ATA DE ASSINATURA 04

    Anexo (PDF)

    A autenticidade deste documento poder ser confirmada na pgina do Ministrio do Trabalho e Emprego na Internet, no endereo http://www.mte.gov.br.

    http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/imagemAnexo/MR049874_20182018_09_12T10_17_25.pdfhttp://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/imagemAnexo/MR049874_20182018_08_31T09_46_31.pdfhttp://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/imagemAnexo/MR049874_20182018_08_31T09_50_52.pdfhttp://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/imagemAnexo/MR049874_20182018_08_31T09_57_45.pdfhttp://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/imagemAnexo/MR049874_20182018_08_31T09_59_18.pdf