assistente em administracao

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CENTRO DE PROCESSOS SELETIVOS CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO EDITAL N.º 51/2014 UNIFESSPA, DE 21 DE JULHO DE 2014 23 de novembro de 2014 Nome: N.º de Inscrição: BOLETIM DE QUESTÕES LEIA COM MUITA ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES SEGUINTES. 1 Este BOLETIM DE QUESTÕES contém 50 QUESTÕES OBJETIVAS (10 de Língua Portuguesa, 10 de Legislação, 05 de Noções de Informática e 25 de Conhecimentos Específicos). Cada questão apresenta cinco alternativas, identificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E), das quais apenas uma é correta. 2 Confira se, além deste BOLETIM DE QUESTÕES, você recebeu o CARTÃO-RESPOSTA destinado à marcação das respostas das questões. 3 É necessário conferir se a prova está completa e sem falhas, bem como se o seu nome e seu número de inscrição conferem com os dados contidos no CARTÃO-RESPOSTA. Caso exista algum problema, comunique-o imediatamente ao fiscal de sala. 4 A marcação do CARTÃO-RESPOSTA deve ser feita com caneta esferográfica de tinta preta ou azul. 5 O CARTÃO-RESPOSTA não pode ser dobrado, amassado, rasurado, manchado ou conter qualquer registro fora dos locais destinados às respostas. Não é permitida a utilização de qualquer espécie de corretivo. O Cartão só será substituído se contiver falha de impressão. 6 O CARTÃO-RESPOSTA é o único documento considerado na avaliação. O BOLETIM DE QUESTÕES deve ser usado apenas como rascunho e não valerá, sob hipótese alguma, para efeito da correção. 7 Ao término da prova, devolva ao fiscal de sala todo o material relacionado no item 2 e assine a LISTA DE PRESENÇA. A assinatura do seu nome deve corresponder àquela que consta no seu documento de identificação. 8 O tempo disponível para a prova é de quatro horas, com início às 08h00 e término às 12h00, observado o horário de Belém-PA. 9 Reserve os 30 minutos finais para a marcação do CARTÃO-RESPOSTA.

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  • CENTRO DE PROCESSOS SELETIVOS

    CONCURSO PBLICO PARA CARGOS TCNICO-

    ADMINISTRATIVOS EM EDUCAO

    ASSISTENTE EM ADMINISTRAO

    EDITAL N. 51/2014 UNIFESSPA, DE 21 DE JULHO DE 2014

    23 de novembro de 2014

    Nome: N. de Inscrio:

    BOLETIM DE QUESTES

    LEIA COM MUITA ATENO AS INSTRUES SEGUINTES.

    1 Este BOLETIM DE QUESTES contm 50 QUESTES OBJETIVAS (10 de Lngua Portuguesa, 10 de

    Legislao, 05 de Noes de Informtica e 25 de Conhecimentos Especficos). Cada questo apresenta cinco

    alternativas, identificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E), das quais apenas uma correta.

    2 Confira se, alm deste BOLETIM DE QUESTES, voc recebeu o CARTO-RESPOSTA destinado marcao

    das respostas das questes.

    3 necessrio conferir se a prova est completa e sem falhas, bem como se o seu nome e seu nmero de

    inscrio conferem com os dados contidos no CARTO-RESPOSTA. Caso exista algum problema,

    comunique-o imediatamente ao fiscal de sala.

    4 A marcao do CARTO-RESPOSTA deve ser feita com caneta esferogrfica de tinta preta ou azul.

    5 O CARTO-RESPOSTA no pode ser dobrado, amassado, rasurado, manchado ou conter qualquer registro fora

    dos locais destinados s respostas. No permitida a utilizao de qualquer espcie de corretivo. O Carto s

    ser substitudo se contiver falha de impresso.

    6 O CARTO-RESPOSTA o nico documento considerado na avaliao. O BOLETIM DE QUESTES deve ser

    usado apenas como rascunho e no valer, sob hiptese alguma, para efeito da correo.

    7 Ao trmino da prova, devolva ao fiscal de sala todo o material relacionado no item 2 e assine a LISTA DE

    PRESENA. A assinatura do seu nome deve corresponder quela que consta no seu documento de

    identificao.

    8 O tempo disponvel para a prova de quatro horas, com incio s 08h00 e trmino s 12h00, observado o

    horrio de Belm-PA.

    9 Reserve os 30 minutos finais para a marcao do CARTO-RESPOSTA.

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    ASSISTENTE EM ADMINISTRAO

    2

    LNGUA PORTUGUESA Leia o texto Carta a Lupicnio, de Xico S, para responder s questes de 1 a 10.

    Carta a Lupicnio 1

    2

    3

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    32

    Amigo torcedor, amigo secador, at a p ns iremos a qualquer botequim ou taverna do rinco gacho

    celebrar este ano o centenrio do gnio gremista Lupicnio Rodrigues, o autor de um dos mais belos hinos de

    clubes do pas. At a p ns iremos, mesmo com todas as dores de cotovelo do mundo, mesmo estropiado

    como um romeiro do amor e da sorte.

    Bem lembrou (...) o querido Lus Fernando Vianna que o preto Lupicnio cantaria, a essa altura, para a

    geral tricolor, esses moos, pobres moos, ah, se soubessem o que eu sei! Cantaria mesmo. E bonito. Um

    brinde ao homem dos nervos de ao.

    Sim, caro Lupicnio, tu me ensinaste a gastar o cotovelo da espera na frmica dos balces dos sofredores.

    Alis, a cada p-na-bunda sempre acho que tu chegars no boteco e me dars bons conselhos, s vingana,

    vingana, vingana aos deuses clamar. Mais um brinde, amigo, como te amo.

    O que tu achas, meu caro, dessa minha pobre tese crnica: para quem ainda confunde racismo atacar

    algum covardemente pela cor da sua pele com xingamento de varejo, sugiro, guisa de criatividade, que

    leve a campo o Dicionrio do Palavro e Termos Afins, do pesquisador e folclorista pernambucano Mrio

    Souto Maior, o Aurlio dos lexicgrafos da bela esculhambao brasileira.

    Souto Maior, vivo fosse, faria agora um brinde conosco. Que tu procures ele a nesse mundo do qual eu

    no tenho a menor das certezas. Caro Lupi, nesse livro, o fantico encontrar 3.500 palavres que valem do

    goleiro ao ponta esquerda, do tcnico ao juiz daquele Flamengo x Coritiba. Somos to ricos em matria de tirar

    onda, por que a injria racial, minha gente? Sob qualquer aspecto, no carece. Pronto.

    Tudo bem que no somos to criativos quanto os alemes em matria de xingamentos. O dicionrio do

    mesmo gnero, naquele pas supostamente reservado, possui quase dez mil verbetes. Eles tambm nos batem

    de 7x1 em matria de sacanagem. Minha fonte boa: Gilberto Freyre, o homem do Casa Grande & Senzala,

    o mesmo que sugeriu a Souto Maior, a tal pesquisa nos trpicos.

    Temos xingamentos demais, de qualquer forma. Que diversidade, incluindo os regionalismos, como fi de

    rapariga, por exemplo, clssico nordestino, o meu preferido. Este vale para o juiz, sobremaneira. No sul

    tambm no deve faltar palavres para desopilar o juzo.

    A Ponte Preta e o Inter, macaca e macaco, respectivamente, quando assumiram tais eptetos,

    responderam politicamente ao preconceito. Uma maneira de dizer do orgulho da torcida negra. Em nada

    autorizaram o ma-ca-co ou preto fedido e ditos malditos para humilhar quem quer que seja. Dentro ou fora do

    gramado, nobilssimo Lupicnio.

    Sei que o amigo deves estar triste com os acontecimentos, mas tambm sei que o amigo s sbio para

    entender o exemplo. At a p nos iremos, com teu esprito, para dizer paz na terra aos homens de boa

    vontade.

    Xico S

    Folha de So Paulo, 6 de setembro de 2014

    1 Em Carta a Lupicnio, Xico S

    (A) concorda com Lupicnio Rodrigues ao considerar que os jovens so inconsequentes.

    (B) parte do princpio de que em estdios de futebol permitido todo tipo de palavro.

    (C) afirma que Lus Fernando Vianna concorda com a opinio de Lupicnio Rodrigues.

    (D) considera inadequados os xingamentos racistas a jogadores e rbitros em jogos de futebol.

    (E) defende a realizao de pesquisas sobre os termos utilizados por torcidas em estdios.

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    3

    2 No primeiro pargrafo (linha 1), o autor utiliza as expresses Amigo torcedor, amigo secador para se referir a (ao)

    (A) Lupicnio Rodrigues.

    (B) leitor da Folha de So Paulo.

    (C) Lus Fernando Vianna.

    (D) torcedor do Grmio.

    (E) torcedor brasileiro.

    3 O autor do texto dirige-se a Lupicnio Rodrigues

    (A) a partir do segundo pargrafo.

    (B) a partir do terceiro pargrafo.

    (C) entre o terceiro e o quinto pargrafos.

    (D) entre o terceiro e o sexto pargrafos.

    (E) somente no ltimo pargrafo.

    4 Para realar uma ideia, Xico S empregou a ordem inversa das palavras em

    (A) Alis, a cada p-na-bunda sempre acho que tu chegars no boteco e me dars bons conselhos, s vingana, vingana, vingana aos deuses clamar (linhas 9 e 10).

    (B) Souto Maior, vivo fosse, faria agora um brinde conosco (linha 15).

    (C) Tudo bem que no somos to criativos quanto os alemes em matria de xingamentos (linha 19).

    (D) Temos xingamentos demais, de qualquer forma (linha 23).

    (E) At a p nos iremos, com teu esprito, para dizer paz na terra aos homens de boa vontade (linhas 31 e 32).

    5 A regncia verbal est em desacordo com a norma culta em

    (A) Amigo torcedor, amigo secador, at a p ns iremos a qualquer botequim ou taverna do rinco gacho celebrar este ano o centenrio do gnio gremista Lupicnio Rodrigues (...) (linhas 1 e 2).

    (B) Alis, a cada p-na-bunda sempre acho que tu chegars no boteco e me dars bons conselhos, s vingana, vingana, vingana aos deuses clamar (linhas 9 e 10).

    (C) Que tu procures ele a nesse mundo do qual eu no tenho a menor das certezas (linhas 15 e 16).

    (D) Minha fonte boa: Gilberto Freyre, o homem do Casa Grande & Senzala, o mesmo que sugeriu a Souto Maior, a tal pesquisa nos trpicos (linhas 21 e 22).

    (E) A Ponte Preta e o Inter, macaca e macaco, respectivamente, quando assumiram tais eptetos, responderam politicamente ao preconceito (linhas 26 e 27).

    6 A vrgula foi mal empregada em

    (A) At a p ns iremos, mesmo com todas as dores de cotovelo do mundo, mesmo estropiado como um romeiro do amor e da sorte (linhas 3 e 4).

    (B) Mais um brinde, amigo, como te amo (linha 10).

    (C) Somos to ricos em matria de tirar onda, por que a injria racial, minha gente? (linhas 17 e 18).

    (D) Minha fonte boa: Gilberto Freyre, o homem do Casa Grande & Senzala, o mesmo que sugeriu a Souto Maior, a tal pesquisa nos trpicos (linhas 21 e 22).

    (E) At a p nos iremos, com teu esprito, para dizer paz na terra aos homens de boa vontade (linhas 31 e 32).

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    7 A colocao pronominal empregada pelo autor no est de acordo com a norma culta em

    (A) At a p ns iremos, mesmo com todas as dores de cotovelo do mundo, mesmo estropiado como um romeiro do amor e da sorte (linhas 3 e 4).

    (B) Sim, caro Lupicnio, tu me ensinaste a gastar o cotovelo da espera na frmica dos balces dos sofredores (linhas 8 e 9).

    (C) Que tu procures ele a nesse mundo do qual eu no tenho a menor das certezas (linhas 15 e 16).

    (D) Eles tambm nos batem de 7x1 em matria de sacanagem (linhas 20 e 21).

    (E) At a p nos iremos, com teu esprito, para dizer paz na terra aos homens de boa vontade (linhas 31 e 32).

    8 O autor empregou linguagem conotativa em

    (A) Amigo torcedor, amigo secador, at a p ns iremos a qualquer botequim ou taverna do rinco gacho celebrar este ano o centenrio do gnio gremista Lupicnio Rodrigues (...) (linhas 1 e 2).

    (B) Bem lembrou (...) o querido Lus Fernando Vianna que o preto Lupicnio cantaria, a essa altura, para a geral tricolor, esses moos, pobres moos, ah, se soubessem o que eu sei! (linhas 5 e 6).

    (C) Caro Lupi, nesse livro, o fantico encontrar 3.500 palavres que valem do goleiro ao ponta esquerda, do tcnico ao juiz daquele Flamengo x Coritiba (linhas 16 e 17).

    (D) O dicionrio do mesmo gnero, naquele pas supostamente reservado, possui quase dez mil verbetes (linhas 19 e 20).

    (E) Que diversidade, incluindo os regionalismos, como fi de rapariga, por exemplo, clssico nordestino, o meu preferido (linhas 23 e 24).

    9 Xico S no observou a concordncia verbal em

    (A) Que tu procures ele a nesse mundo do qual eu no tenho a menor das certezas (linhas 15 e 16).

    (B) Somos to ricos em matria de tirar onda, por que a injria racial, minha gente? (linhas 17 e 18).

    (C) No sul tambm no deve faltar palavres para desopilar o juzo (linhas 24 e 25).

    (D) Em nada autorizaram o ma-ca-co ou preto fedido e ditos malditos para humilhar quem quer que seja (linhas 27 e 28).

    (E) At a p nos iremos, com teu esprito, para dizer paz na terra aos homens de boa vontade (linhas 31 e 32).

    10 Existe relao de oposio entre ideias nos enunciados do trecho

    (A) Amigo torcedor, amigo secador, at a p ns iremos a qualquer botequim ou taverna do rinco gacho celebrar este ano o centenrio do gnio gremista Lupicnio Rodrigues, o autor de um dos mais belos hinos de clubes do pas. At a p ns iremos, mesmo com todas as dores de cotovelo do mundo, mesmo estropiado como um romeiro do amor e da sorte (linhas 1 a 4).

    (B) Sim, caro Lupicnio, tu me ensinaste a gastar o cotovelo da espera na frmica dos balces dos sofredores. Alis, a cada p-na-bunda sempre acho que tu chegars no boteco e me dars bons conselhos, s vingana, vingana, vingana aos deuses clamar (linhas 8 a 10).

    (C) Caro Lupi, nesse livro, o fantico encontrar 3.500 palavres que valem do goleiro ao ponta esquerda, do tcnico ao juiz daquele Flamengo x Coritiba. Somos to ricos em matria de tirar onda, por que a injria racial, minha gente? (linhas 16 a 18).

    (D) Temos xingamentos demais, de qualquer forma. Que diversidade, incluindo os regionalismos, como fi de rapariga, por exemplo, clssico nordestino, o meu preferido. Este vale para o juiz, sobremaneira. No sul tambm no deve faltar palavres para desopilar o juzo. (linhas 23 a 25).

    (E) A Ponte Preta e o Inter, macaca e macaco, respectivamente, quando assumiram tais eptetos, responderam politicamente ao preconceito. Uma maneira de dizer do orgulho da torcida negra. Em nada autorizaram o ma-ca-co ou preto fedido e ditos malditos para humilhar quem quer que seja. Dentro ou fora do gramado, nobilssimo Lupicnio (linhas 26 a 29).

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    LEGISLAO

    11 Com base no que dispe o Cdigo de tica Profissional do servidor pblico civil do poder executivo federal, correto afirmar:

    (A) A dignidade, o decoro, o zelo, a eficcia e a conscincia dos princpios morais so primados maiores que devem nortear o servidor pblico, sempre no exerccio do cargo ou funo e no fora dela.

    (B) A publicidade de qualquer ato administrativo constitui requisito de eficcia e moralidade, ensejando sua omisso comprometimento tico contra o bem comum, imputvel a quem a negar, salvo na hiptese especfica de investigaes policiais, em processo previamente declarado sigiloso, nos termos da lei.

    (C) Toda pessoa tem direito verdade, no podendo o servidor omiti-la ou false-la, salvo quando contrariar os interesses da prpria pessoa interessada ou da Administrao Pblica.

    (D) Deixar o servidor pblico qualquer pessoa espera de soluo que compete ao setor em que exera suas funes, permitindo a formao de longas filas, ou qualquer outra espcie de atraso na prestao do servio, no caracteriza apenas atitude contra a tica ou ato de desumanidade, mas principalmente grave dano moral aos usurios dos servios pblicos.

    (E) O servidor deve prestar toda a sua ateno s ordens de qualquer natureza de seus superiores, velando atentamente por seu cumprimento, e, assim, evitando a desobedincia hierarquia da autoridade pblica.

    12 No que tange ao contedo da Lei 11.091, de 12 de janeiro de 2005, que dispe sobre a estruturao do Plano de Carreira dos Cargos Tcnico-Administrativos em Educao, correto afirmar:

    (A) So atribuies especficas dos cargos e empregos que integram o Plano de Carreira, entre outras, planejar, organizar, executar ou avaliar as atividades inerentes ao apoio tcnico-administrativo ao ensino; planejar, organizar, executar ou avaliar as atividades tcnico-administrativas inerentes pesquisa e extenso nas Instituies Federais de Ensino.

    (B) As atribuies especficas de cada cargo e emprego que integram o Plano de Carreira sero detalhadas em Lei de iniciativa do Chefe do Executivo Federal, nos termos da Constituio Federal.

    (C) So atribuies gerais dos cargos que integram o Plano de Carreira, entre outras, executar tarefas especficas, utilizando-se de recursos materiais, financeiros e outros de que a Instituio Federal de Ensino disponha, a fim de assegurar a eficincia, a eficcia e a efetividade das atividades de ensino, pesquisa e extenso das Instituies Federais de Ensino.

    (D) O regime jurdico dos cargos do Plano de Carreira o institudo pela Consolidao das Leis do Trabalho - CLT, no regime de emprego pblico, e, em carter subsidirio, pela Lei n. 11.091, de 12 de janeiro de 2005.

    (E) Caber Instituio Federal de Ensino avaliar semestralmente a adequao do quadro de pessoal s suas necessidades, de acordo com as demandas institucionais, propondo ao Reitor da Instituio de Ensino Federal, se for o caso, o seu redimensionamento.

    13 Est de acordo com o disposto no Decreto n. 5.707/2006, que institui a Poltica e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administrao pblica federal direta, autrquica e fundacional:

    (A) Incentivar a incluso das atividades de capacitao como requisito para a ascenso e progresso funcional do servidor nas carreiras da administrao pblica federal direta, autrquica e fundacional, e assegurar a ele a participao nessas atividades.

    (B) Oferecer e garantir cursos introdutrios ou de formao, respeitadas as normas especficas aplicveis a cada carreira ou cargo, aos servidores que ingressarem no setor pblico, inclusive queles sem vnculo efetivo com a administrao pblica.

    (C) Aps cada quinqunio de efetivo exerccio, o servidor poder solicitar ao dirigente mximo do rgo ou da entidade onde se encontrar em exerccio licena no remunerada, por at seis meses, para participar de ao de capacitao.

    (D) Somente sero autorizados os afastamentos para treinamento regularmente institudo quando o horrio do evento de capacitao inviabilizar o cumprimento da jornada semanal de trabalho do servidor, observados os prazos de vinte e quatro meses para mestrado, trinta e seis meses para doutorado, dezoito meses para ps-doutorado ou especializao e trs meses para estgio.

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    (E) So consideradas escolas de governo as instituies destinadas, precipuamente, formao e ao desenvolvimento de servidores pblicos, inseridas na estrutura da administrao pblica federal direta e indireta federal, incluindo as empresas pblicas e sociedades de economia mista.

    14 No que tange aos conceitos previstos no Decreto n. 5.825, de 29 de junho de 2006, correto afirmar:

    (A) Desempenho: processo de aprendizagem baseado em aes de educao formal, por meio do qual o servidor adquire conhecimentos e habilidades, tendo em vista o planejamento institucional e o desenvolvimento do servidor na carreira.

    (B) Qualificao: execuo de atividades e cumprimento de metas previamente pactuadas entre o ocupante da carreira e a IFE, com vistas ao alcance de objetivos institucionais.

    (C) Dimensionamento: instrumento gerencial que permite ao administrador mensurar os resultados obtidos pelo servidor ou pela equipe de trabalho, mediante critrios objetivos decorrentes das metas institucionais, previamente pactuadas com a equipe de trabalho, considerando o padro de qualidade de atendimento ao usurio definido pela IFE, com a finalidade de subsidiar a poltica de desenvolvimento institucional e do servidor.

    (D) Avaliao de desempenho: processo de identificao e anlise quantitativa e qualitativa da fora de trabalho necessria ao cumprimento dos objetivos institucionais, considerando as inovaes tecnolgicas e modernizao dos processos de trabalho no mbito da IFE.

    (E) Alocao de cargos: processo de distribuio de cargos baseado em critrios de dimensionamento objetivos, previamente definidos e expressos em uma matriz, visando ao desenvolvimento institucional.

    15 A respeito do Decreto n. 5.378/2005, que instituiu o Comit Gestor do Programa Nacional de Gesto Pblica e Desburocratizao, no mbito do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto, correto afirmar:

    (A) Participam de sua composio, entre outros, representantes de rgos e entidades da administrao pblica, assim como de entidades privadas com notrio engajamento em aes ligadas qualidade da gesto e desburocratizao, conforme estabelecido pelo Ministro de Estado do Planejamento, Oramento e Gesto.

    (B) O mandato dos membros do Comit Gestor ser de quatro anos, coincidentes com o mandato do Chefe do Executivo, permitida a reconduo.

    (C) A participao nas atividades do Comit Gestor, das comisses e dos grupos de trabalho ser considerada servio pblico relevante, remunerado pelo Ministrio de Estado do Planejamento, Oramento e Gesto.

    (D) A participao dos rgos e entidades da administrao pblica no GESPBLICA dar-se- apenas mediante convocao, por solicitao do Ministro de Estado do Planejamento, Oramento e Gesto, em decorrncia do exerccio de competncias vinculadas a programas prioritrios, definidos pelo Presidente da Repblica.

    (E) Considera-se convocao para os efeitos do Decreto 5378/2005 o engajamento obrigatrio do rgo ou entidade da administrao pblica no alcance da finalidade do GESPBLICA, que, por meio da auto-avaliao contnua, obtenha validao dos resultados da sua gesto.

    16 So formas de provimento de cargo pblico, que esto em conformidade com o texto vigente da Lei n. 8.112/90:

    (A) Nomeao, Promoo, Ascenso, Transferncia.

    (B) Promoo, Ascenso, Transferncia, Readaptao.

    (C) Ascenso, Transferncia, Readaptao, Reverso.

    (D) Transferncia, Readaptao, Reverso, Aproveitamento.

    (E) Reverso, Aproveitamento, Reintegrao, Reconduo.

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    17 Em consonncia com o disposto na Lei n. 8.112/90 (Estatuto dos Servidores Pblicos Civis da Unio), correto afianar:

    (A) O servidor ocupante de cargo em comisso ou de natureza especial poder ser nomeado para ter exerccio, interinamente, em outro cargo de confiana, sem prejuzo das atribuies que ocupa, hiptese em que poder acumular a remunerao dos cargos, durante o perodo da interinidade.

    (B) Os demais requisitos para o ingresso e o desenvolvimento do servidor na carreira, mediante promoo, ascenso e acesso, sero estabelecidos pela lei que fixar as diretrizes do sistema de carreira na Administrao Pblica Federal e seus regulamentos.

    (C) A nomeao para cargo de carreira ou cargo isolado de provimento efetivo depende de prvia habilitao em concurso pblico de provas ou de provas e ttulos, obedecidos a ordem de classificao e o prazo de sua validade.

    (D) O prazo de validade do concurso e as condies de sua realizao sero fixados em lei, que ser publicada no Dirio Oficial da Unio e em jornal dirio de grande circulao.

    (E) A posse ocorrer no prazo de 30 (trinta) dias contados da publicao do ato de provimento, prorrogvel por mais 30 (trinta) dias, a requerimento do interessado.

    18 Conforme a Lei n. 8.112/90, correto asseverar que:

    (A) No poder reverter o aposentado que j tiver completado 70 (setenta) anos de idade.

    (B) Nenhum servidor receber, a ttulo de vencimento, importncia inferior ao salrio-mnimo.

    (C) As indenizaes pagas ao servidor so incorporadas ao vencimento, remunerao ou proventos, para quaisquer efeitos jurdicos.

    (D) O vencimento, a remunerao e o provento no sero, em nenhuma hiptese, objeto de arresto, sequestro ou penhora, pois servem para a subsistncia do trabalhador e so irredutveis.

    (E) O servidor em dbito com o errio, que for demitido, exonerado, ou que tiver a sua aposentadoria ou disponibilidade cassada, ter o prazo de 180 (cento e oitenta) dias para quitar o dbito, sob pena de inscrio em dvida ativa.

    19 A propsito dos direitos e vantagens constantes do Estatuto dos Servidores Pblicos Civis da Unio (Lei 8.112/90), correto afirmar:

    (A) Alm do vencimento e das vantagens previstas na Lei, ser deferido aos servidores, entre outros, o adicional por tempo de servio.

    (B) A gratificao natalina ser paga at o dia 20 (vinte) do ms de dezembro de cada ano, sendo considerada para clculo de qualquer vantagem pecuniria, em face de sua natureza remuneratria.

    (C) O adicional de periculosidade ser devido aos servidores em exerccio em zonas de fronteira ou em localidades cujas condies de vida o justifiquem, nos termos, condies e limites fixados em regulamento.

    (D) O servio extraordinrio, permitido para atender a situaes excepcionais e temporrias, respeitado o limite mximo de 2 (duas) horas por jornada, ser remunerado com acrscimo de 50% (cinquenta por cento) em relao hora normal de trabalho.

    (E) Ser pago ao servidor, por ocasio das frias, um adicional correspondente a 1/3 (um tero) da remunerao do perodo das frias, dependendo essa concesso de solicitao expressa do servidor ao rgo competente.

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    20 A autoridade que tiver cincia de irregularidade no servio pblico obrigada a promover a sua apurao imediata, mediante sindicncia ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa. Com relao ao tema, correto afirmar:

    (A) O processo disciplinar ser conduzido por comisso composta de trs servidores estveis designados pela autoridade competente, que indicar, dentre eles, o seu presidente, que dever ser ocupante de cargo efetivo superior ou de cargo em confiana da autoridade competente, desde que detenha nvel de escolaridade superior ao do indiciado.

    (B) O julgamento fora do prazo legal implica nulidade do processo.

    (C) O servidor que responder a processo disciplinar poder ser exonerado a pedido, ou aposentado voluntariamente, ainda que no terminado o processo administrativo, ressalvados, em todos os casos, a ampla defesa e o contraditrio.

    (D) O processo disciplinar poder ser revisto, a qualquer tempo, a pedido ou de ofcio, quando se aduzirem fatos novos ou circunstncias suscetveis de justificar a inocncia do punido ou a inadequao da penalidade aplicada.

    (E) Da reviso do processo poder resultar agravamento de penalidade, desde que o ato seja amplamente motivado pela autoridade competente.

    NOES DE INFORMTICA

    21 Constituem exemplos de unidades de sada de dados de um computador:

    (A) Webcam e teclado.

    (B) Impressora e microfone.

    (C) Mouse e monitor.

    (D) Scanner e impressora.

    (E) Monitor e caixa de som.

    22 No sistema operacional Microsoft Windows 7, possvel visualizar a data da ltima modificao de um arquivo

    (A) clicando, com o boto direito do mouse, no cone do arquivo e, em seguida, escolhendo a opo Visualizar.

    (B) aps a aplicao de um clique simples no boto Iniciar do Windows 7.

    (C) colocando o cursor do mouse sobre o cone do arquivo.

    (D) apenas se o antivrus estiver desativado.

    (E) apenas se o usurio for administrador do sistema.

    23 Com relao aos aplicativos do ambiente Microsoft Office 2007, considere as afirmativas abaixo. I. Em uma planilha do Microsoft Excel a clula C1 contm a frmula A1 B1. Caso esta frmula seja copiada para

    a clula C , a frmula que estar contida em C ser A B . II. No Microsoft Excel, a frmula =SOMA(A2:A7) resultar na soma do contedo existente na clula A2 com o

    contedo da clula A7. III. Tanto no Microsoft Excel quanto no Microsoft Word pode-se acionar a opo Salvar desses aplicativos mediante

    o pressionar das teclas Ctrl+B. IV. O Microsoft Word cria um hiperlink quando se pressiona a tecla ENTER ou a BARRA DE ESPAO depois de

    digitar o endereo de uma pgina da Web j existente, por exemplo www.google.com. Est(o) correta(s)

    (A) III, somente.

    (B) I, II e IV, somente.

    (C) III e IV, somente.

    (D) I, III e IV, somente.

    (E) I e III, somente.

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    24 Sobre os conceitos de utilizao da Internet, Intranet e correio eletrnico (e-mail), analise as afirmativas seguintes.

    I. O software Google Chrome um navegador de Internet. II. Spam uma mensagem de e-mail no solicitada, geralmente com fins publicitrios e enviada em massa. III. A Intranet uma rede segura que no requer o uso de senhas para acesso de usurios para, por exemplo,

    compartilhamento de arquivos entre os departamentos de uma empresa. IV. Anexar um arquivo em mensagem de e-mail significa mov-lo definitivamente da mquina local, para envio a um

    destinatrio, com endereo eletrnico. Esto corretas:

    (A) I, II, III, IV

    (B) I e II, somente.

    (C) I, II e III, somente.

    (D) I, II e IV, somente.

    (E) I, III e IV, somente.

    25 Assinale a alternativa correta.

    (A) A memria flash uma memria de computador do tipo voltil.

    (B) O processador , basicamente, o responsvel pela conexo do conjunto dos elementos essenciais do computador.

    (C) Contrariamente ao armazenamento de dados numa memria secundria, como os discos rgidos e CDs, a memria principal permite unicamente armazenar dados enquanto for alimentada eletricamente.

    (D) Para ampliar a capacidade de armazenamento de dados do computador, importante expandir a capacidade de processamento da placa me.

    (E) Computao em nuvem o estudo dos princpios e tcnicas pelas quais a informao pode ser transformada da sua forma original para outra ilegvel, de modo que possa ser conhecida apenas por seu destinatrio.

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS

    26 O Decreto n 6.029, de 01.02.2007, em seu artigo 11, Pargrafo nico, define agente pblico, como todo aquele que, por fora de lei, contrato ou qualquer ato jurdico, presta servios, ainda que sem retribuio financeira, a

    rgo ou entidade da administrao pblica federal, direta e indireta.

    Analise os itens abaixo e marque V ou F no que se refere natureza desses servios.

    ( )permanente.

    ( )casual.

    ( )temporria.

    ( )excepcional ou eventual.

    ( )intermitente ou contnuo.

    ( )casual ou eventual.

    ( )temporria ou pontual.

    A sequncia correta

    (A) V, V, F, F, V, F, F

    (B) F, F, V, V, V, F, F

    (C) V, F, V, V, F, F, F

    (D) F, V, F, V, F, V, F

    (E) V, F, F, F, V, V, F

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    27 Na unidade de Gesto de Pessoas de uma instituio pblica, especificamente na rea de Capacitao e Desenvolvimento, h um Grupo de Estudos que continuamente consulta autores ligados ao tema Gesto de

    Pessoas, como por exemplo a Competncia. Segundo Clauder Lvy-Leboyer, a competncia entendida como

    um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que algumas pessoas, grupos ou organizaes dominam

    melhor do que os outros, o que as faz se destacarem em determinados contextos.

    No entanto o profissional, alm de ser competente, precisa demonstrar que competente por meio de aes. Usar de

    forma adequada o que se sabe o que se chama de

    (A) conhecimento.

    (B) intuio.

    (C) percepo.

    (D) habilidade.

    (E) atitude.

    28 Recrutamento e seleo ganharam status nas organizaes, evoluram para se converter em um ncleo comprometido com o resultado de cada um dos profissionais que se agregam instituio, em sintonia com as

    necessidades do novo paradigma do mundo do trabalho(Franco, 2002, p.31). Buscar os talentos e mant-los

    uma atividade cada vez mais:

    (A) seletiva.

    (B) burocrtica.

    (C) estratgica.

    (D) situacional.

    (E) descritiva.

    29 A funcionria pblica Fernanda assistiu a uma palestra em sua Instituio sobre Qualidade de Vida no Trabalho-QVT. Ela ouviu do palestrante uma frase do autor Walton (1973) que conceituou QVT como algo alm dos

    objetivos da legislao trabalhista...Isso vem endossar que h outras caractersticas da QVT para as

    organizaes. Quanto a essas caractersticas, analise os itens abaixo.

    I. Maior resistncia ao stress, melhor relacionamento, maior motivao e salubridade.

    II. Melhor autoimagem, maior estabilidade emocional, maior eficincia/eficcia no trabalho e aumento de salrio.

    III. Menor nmero de acidentes, fora de trabalho mais saudvel, melhor ambiente de trabalho e menor custo de

    sade assistencial.

    IV. Melhor Gesto de Pessoas, melhor imagem, menor absentesmo/rotatividade, maior produtividade e qualidade

    V. Melhor relacionamento, aumento de salrio, melhor ambiente de trabalho e maior resistncia ao stress.

    Todas as caractersticas da QVT para as organizaes esto corretas nos itens

    (A) I e II, somente.

    (B) III e IV, somente.

    (C) V, somente.

    (D) III e V, somente.

    (E) IV e V, somente.

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    30 A viso sistmica o olhar que permite enxergar de modo claro, cada processo e cada negcio. a viso do

    todo, buscando a excelncia naquilo que diz respeito organizao, tanto no que se refere s coisas tangveis

    (produtos, por exemplo) quanto a intangveis (imagem, talentos), contemplando todas as partes interessadas. Os

    programas de capacitao do servidor devem estar atentos necessidade de faz-lo compreender a dinmica

    da metodologia da excelncia. O funcionrio de qualquer instituio pblica deve ter uma avaliao das

    transformaes ocorridas a partir da ao, ou seja, da

    (A) reestruturao.

    (B) eficincia.

    (C) negociao.

    (D) eficcia.

    (E) efetividade.

    31 Leia o trecho abaixo O Decreto n 6.932, de 11.08.2009, dispe sobre a simplificao do atendimento pblico prestado ao cidado e

    determina em seu Artigo 1 que os rgos e entidades do poder executivo federal observaro determinadas diretrizes

    nas relaes entre si com o cidado.

    Analise os itens seguintes e marque V ou F no que diz respeito a essas diretrizes.

    ( ) presuno de boa-f.

    ( ) compartilhamento de informaes, nos termos da lei.

    ( ) atuao integrada na expedio de atestados, certides e documentos comprobatrios de regularidade.

    ( ) racionalizao de mtodos e procedimentos de controle.

    ( ) eliminao de formalidades e exigncias cujo custo econmico ou social seja igual ao risco envolvido

    ( ) aplicao de solues tecnolgicas que visem a simplificar processos e procedimentos de atendimento ao

    cidado e a propiciar melhores condies para o compartilhamento das informaes.

    ( ) utilizao de linguagem simples, didtica e compreensvel evitando o uso de siglas, jarges e

    estrangeirismos.

    ( ) articulao com Estados, Distrito Federal, Municpios e outros poderes para a integrao, racionalizao,

    disponibilizao e simplificao de servios pblicos prestados ao cidado.

    A sequncia correta

    (A) V, V, V, F, V, F, V, V

    (B) V, V, F, F, V, V, V, F

    (C) V, V, F, V, F, V, F, V

    (D) V, F, F, V, V, V, F, V

    (E) V, F, V, F, F, V, V, V

    32 O Decreto n 6.932, de 11.08.2009, institui a Carta de Servios ao Cidado. No artigo 12 temos que os rgos e entidades do Poder Executivo Federal devero aplicar periodicamente pesquisa de satisfao junto aos usurios

    de seus servios e utilizar os resultados como subsdio relevante para reorientar e ajustar os servios prestados,

    em especial no que se refere ao cumprimento dos compromissos e dos padres de qualidade de atendimento

    divulgados na Carta de Servios ao Cidado. O contedo deste Artigo vem endossar, com relao ao

    atendimento ao cidado, a viso

    (A) burocrtica.

    (B) paternalista.

    (C) estruturalista.

    (D) patrimonialista.

    (E) sistmica.

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    33 No ambiente das instituies pblicas, h necessidade crescente de estruturar o relacionamento com as chefias, colegas e subordinados, baseado na contribuio. A focalizao na contribuio por si mesma d as quatro

    respostas bsicas de relacionamentos interpessoais eficazes, que so

    (A) comunicabilidade, trabalho em equipe, autodesenvolvimento e desenvolvimento dos outros.

    (B) trabalho em equipe, mapeamento de aes, autodesenvolvimento e avaliao das transformaes.

    (C) comunicabilidade, busca de estratgias, definio de metas e autodesenvolvimento.

    (D) autodesenvolvimento, desenvolvimento dos outros, aes de interveno e definio de equipes.

    (E) trabalho em equipe, busca de estratgias, aes de interveno e definio de metas.

    34 Ao observar como as pessoas se comunicam na organizao, percebe-se que as organizaes e seus membros trocam informaes, formam entendimentos, coordenam atividades, exercem influncia e socializam-se. Quando

    o sistema de comunicao uma parte da estrutura organizacional e inclui relaes de superviso, grupos de

    trabalho, comits permanentes e sistemas de informao da administrao, tem-se o sistema de comunicao

    (A) vertical.

    (B) informal.

    (C) horizontal.

    (D) formal.

    (E) ideacional.

    35 A Lei n 12.527, de 18.11.2011, que regula o acesso informao, estabelece no Art. 4, inciso VIII, que, a qualidade da informao no modificada, inclusive, quanto origem, trnsito e destino, denomina-se

    (A) autenticidade.

    (B) documento.

    (C) disponibilidade.

    (D) integridade.

    (E) primariedade.

    36 A Administrao Pblica realiza servios visando satisfazer s necessidades dos cidados, que o elemento mantenedor do Estado, por meio da contribuio dos impostos. Esta contribuio deve ser retribuda aos

    cidados atravs de bens e servios. necessrio que o administrador pblico seja eficiente, e para que exista

    eficincia deve haver sinergia; logo, isso equivale a uma srie de condutas, como produtividade do rgo

    pblico, perfeio do trabalho e

    (A) conhecimento dos meios e insumos.

    (B) preocupao com a estrutura operacional.

    (C) foco somente no ambiente interno.

    (D) valorizao dos cargos operacionais.

    (E) adequao dos meios aos fins.

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    37 Os Boletins Internos que circulam em uma instituio informam que parte dos desafios que ela se props a alcanar esto sendo atingidos e pode-se entender com mais clareza o Planejamento Estratgico dessa

    instituio. bom relembrar que este Planejamento um processo que consiste na anlise sistemtica dos

    pontos fortes e fracos da instituio e das oportunidades e ameaas do ambiente externo, com objetivo de

    formular estratgias, com intuito de aumentar a competitividade e seu grau de

    (A) reatividade.

    (B) previsibilidade.

    (C) contextualidade.

    (D) resolutividade.

    (E) competitividade.

    38 Ainda com referncia ao entendimento sobre Planejamento Estratgico dessa instituio, este fato ganhou mais consistncia porque tambm todos os funcionrios de uma dada equipe tiveram uma viso geral do processo

    deste Planejamento, estudaram os conceitos, se envolveram. Estavam motivados, entenderam cada qual o seu

    papel, o papel do processo do Planejamento Estratgico em suas atividades e o papel do consultor. Enfim, toda

    a equipe atravessou o fator que perpassa por todos os momentos da Declarao de Valores, Misso e Viso, ou

    seja, a importante fase da

    (A) sensibilizao.

    (B) estruturao.

    (C) formalizao.

    (D) implementao.

    (E) atualizao.

    39 Todos os funcionrios devem abraar os valores da organizao (TIFFANY; PETERSON,1998). Os valores indicam para todos o que certo e o que errado e, se forem claramente definidos, podem ajudar a organizao

    a reagir rpida e decisivamente, quando ocorrem situaes inesperadas.

    correto afirmar que a declarao de valores, quando bem elaborada em uma instituio,

    (A) dever ser constantemente revisada e reelaborada todas as vezes que se fizer necessrio.

    (B) deve observar que no a quantidade de funcionrios de uma instituio que indica que uma Declarao de

    Valores melhor que outra.

    (C) precisa e dever ser construda pela cpula da instituio, que sempre ter a voz decisiva sobre o contedo.

    (D) comumente toma como referncia o contedo da Declarao de outras.

    (E) define o nmero de valores que se quer enumerar e a ento parte para a elaborao de seu contedo.

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    40 A Misso define quem a pessoa e o que ela faz. Por exemplo, a Misso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE) retratar o Brasil com informaes necessrias ao conhecimento de sua realidade e ao

    exerccio de cidadania. Quanto definio de misso, analise os itens abaixo.

    I reduz o risco de tomar decises sem orientao.

    II atrai, motiva e retm talentos.

    III ajuda a organizao no acompanhamento do presente.

    IV ajuda a aumentar a produtividade.

    V estabelece nveis de autoridade e responsabilidade na estrutura organizacional.

    Esto corretos

    (A) I, II e III, somente.

    (B) II, III e V, somente.

    (C) I, IV e V, somente.

    (D) I, II e IV, somente.

    (E) II, III, IV, somente.

    41 importante ter cincia de que Uma viso sem Ao no passa de um sonho. Ao sem Viso s um passatempo. Mas uma Viso com Ao pode mudar o mundo.(Joel Barker).Melhor ainda, Viso com Ao pode

    mudar uma organizao e um diferencial no processo de

    (A) funcionalidade horizontal.

    (B) determinao de estrutura.

    (C) planejamento estratgico.

    (D) reengenharia do produto/Servio.

    (E) avaliao de resultados.

    42 Na administrao Pblica, no h como imaginar organizaes como Receita Federal, Polcia Federal, INSS, que esto em um mercado de prestao de servios aos cidados brasileiros, sem um Departamento de

    Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), o qual as mantem atualizadas, segundo as mudanas externas.

    Na anlise do ambiente externo, as organizaes devem interpretar as situaes luz de suas

    (A) funes e estruturas.

    (B) misses e linhas de ao.

    (C) oportunidades e ameaas.

    (D) negociaes e acordos.

    (E) estratgias e campo de foras.

    43 Para cada estratgia, deve-se montar Aes Estratgicas (Como fazer?). As Estratgias (o que fazer?) so, muitas, vezes at fceis. O grande desafio est nas Aes Estratgicas (no Como Fazer?). importante a

    organizao concentrar-se muito na construo de suas Aes Estratgicas porque, sem elas, a organizao

    no vai atingir a Estratgia e, desse modo, no vai resolver suas questes estratgicas e, por consequncia seu

    (A) Plano de Reengenharia de Processos.

    (B) Planejamento Estratgico em sua totalidade.

    (C) Projeto de Metodologia de Resoluo de problema.

    (D) Plano de Foras Impulsoras e Restritivas.

    (E) Planejamento dos Sistemas Ttico e Operacionais.

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    44 Kaplan e Norton criaram um sistema de gesto estratgica para atingir objetivos de curto, mdio e longo prazos, de modo que integre as perspectivas organizacionais mais relevantes. Deram-lhe o nome de Balanced Sorecard

    (BSC), que tambm pode ser entendido como uma metodologia administrativa baseada no equilbrio

    organizacional e estruturada em quatro categorias bsicas (denominadas perspectivas). A que se destina a

    analisar o negcio do ponto de vista do que bsico para alcanar o futuro com sucesso considera as pessoas

    em termos de capacidades, habilidades, competncias, motivao, alinhamento e a estrutura organizacional em

    termos de investimentos no seu futuro a perspectiva denominada

    (A) Dos Processos internos.

    (B) Do Cliente.

    (C) Financeira.

    (D) Do Aprendizado e crescimento organizacional.

    (E) Da Avaliao de desempenho.

    45 A forma de definir os procedimentos oramentrios do setor pblico ocorre por meio de princpios consagrados entre os tratadistas do assunto, em especial aqueles oriundos da rea do Direito, como Giacomoni (2007), que

    lista 12 (doze) princpios. Em geral, esses princpios refletem prticas consagradas de Contabilidade Pblica,

    como o caso dos princpios da unidade, da universalidade e do oramento bruto. Outros princpios visam a um

    controle mais efetivo da sociedade sobre seus representantes e refletem o

    (A) poder unilateral.

    (B) equilbrio fiscal.

    (C) controle externo.

    (D) processo poltico.

    (E) poder de negociao.

    46 A Lei n 8.112, de 11.12 1990 dispe sobre o regime jurdico dos servidores pblicos civis da Unio, das

    Autarquias e das Fundaes Pblicas Federais apresenta em seu Ttulo IV Do Regime Disciplinar, Captulo V

    Das Penalidades, em que trata no Artigo 127, das penalidades disciplinares. Analise os itens abaixo e marque V

    ou F no que diz respeito a essas penalidades disciplinares.

    ( ) advertncia.

    ( )suspenso.

    ( )demisso.

    ( )suspenso na contagem de tempo de trabalho.

    ( )cassao de aposentadoria ou disponibilidade.

    ( )destituio das vantagens complementares.

    ( )destituio de cargo em comisso.

    ( )destituio de funo comissionada.

    ( )suspenso temporria dos honorrios comissionados.

    A sequncia correta

    (A) V, V, F, F, V, V, F, V, F

    (B) V, F, F, V, V, F, F, V, V

    (C) F, F, V, V, F, V, V, V, F

    (D) V, V, V, V, V, F, F, F, V

    (E) V, V, V, F, V, F, V, V, F

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    47 Uma srie de restries associadas ao oramento tambm foi atribuda Lei de Diretrizes Oramentrias pela

    Lei Complementar n 101/2000, mais conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal. Os itens mais conhecidos

    tm a ver com o equilbrio fiscal, as metas fiscais, a avaliao de resultados e limites ao endividamento e uma

    contabilizao que facilita o

    (A) relatrio de gesto.

    (B) balano das contas.

    (C) controle de custos.

    (D) prazo de pagamentos.

    (E) papel do gestor financeiro.

    48 Apenas as solues autossustentveis so viveis dentro de uma viso sistmica. A auto sustentabilidade, para

    ns, um conceitochave no movimento ecolgico. Segundo Lester Brown, do Worldwatch Institute, uma

    sociedade autossustentvel a sociedade que satisfaz suas necessidades sem diminuir as possibilidades das

    geraes futuras (Carvalho,2004)

    O Decreto n 7.746, de 05.06.2012, que estabelece as diretrizes para o desenvolvimento sustentvel nas

    contrataes na administrao pblica federal, apresenta em seu Artigo 4, as diretrizes de sustentabilidade, entre

    outras. Quanto a essas diretrizes, analise os itens a seguir.

    I menor impacto sobre recursos naturais como flora, fauna, ar, solo e gua.

    II preferncia para materiais, tecnologias e matrias primas de origem local.

    III maior eficcia na utilizao de recursos naturais como gua, solo e energia.

    IV maior gerao de empregos, preferencialmente com mo de obra local.

    V maior vida til e custo zero de manuteno do bem e da obra.

    VI uso de inovaes que aliviem a presso sobre recursos naturais.

    VII origem ambientalmente regular dos recursos naturais utilizados nos bens, servios e obras.

    Esto corretos

    (A) III, IV, V e VI, somente.

    (B) II, IV, V e VI, somente.

    (C) I, III, V e VII, somente.

    (D) IV, V, VI e VII, somente.

    (E) I, II, IV, VII, somente.

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    49 Uma Instituio de ensino necessitava adquirir bens e insumos e desejavam saber sobre a possibilidade de

    dispensa de licitao para essa aquisio. A rea jurdica foi consultada e para responder questo se baseou

    na Lei n 8.666,de 21 06.1993,que institui normas para licitaes e contratos da administrao pblica, Captulo

    II- Da Licitao Seo I- Das Modalidades, Limites e Dispensa, que no seu Artigo 24 apresenta contedo sobre

    dispensa de licitao. No parecer para o grupo consultante, foi explicado que dada a dispensa para este caso

    especfico, se

    (A) a aquisio desses bens e insumos for destinada exclusivamente pesquisa cientfica e tecnolgica com

    recursos concedidos pela Capes, pela Finep, pelo CNPq ou por outras instituies de fomento pesquisa

    credenciadas pelo CNPq para esse fim especfico.

    (B) a aquisio destes bens e insumos for para manuteno e abastecimento de materiais de expediente diversos

    que atendam s exigncias da Capes, Finep, CNPq.

    (C) a aquisio dos bens e insumos estiver ligada impresso e distribuio de livros em linguagem para portadores

    de deficincia. Os recursos sero da Capes, da Finep e do CNPq.

    (D) a aquisio dos bens e insumos estiver ligada contratao de mo de obra temporria para atividades extras

    nos polos do interior do Estado. Os recursos sero da Capes e do CNPq

    (E) a aquisio dos bens e insumos estiver voltada para agilizar a celebrao de contrato com outras entidades de

    ensino, preferencialmente para o quadro de pesquisadores. Os recursos sero do CNPq e da Finep.

    50 Conhecido como e-Gov ou governo eletrnico, o e-goverment uma iniciativa, por parte do governo, nas

    diferentes esferas, de aproximar-se do cidado, de aperfeioar suas relaes com o setor privado e de

    maximizar a eficincia das transaes intragoverno. Assim, o setor pblico, apoiado na tecnologia da internet,

    prov um conjunto de servios e de acessos a informaes aos diferentes membros da sociedade.

    O governo eletrnico, no que se refere s interfaces para transao, pode ser classificado em trs categorias. Uma

    delas visa fortalecer o nvel de eficincia nas transaes e nos processos que envolvem os diversos rgos do

    governo. a categoria denominada

    (A) Administrao Pblica Administrao Pblica.

    (B) Administrao Pblica Organizaes privadas.

    (C) Administrao pblica Cidado.

    (D) Administrao Pblica Ambiente tarefa.

    (E) Administrao pblica Ambiente externo.