gestão do conhecimento em agências de comunicação

Post on 23-Jan-2018

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GESTÃO DO CONHECIMENTO

EM AGÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO

Cinara Moura

Gestão do Conhecimento

“um foco gerencial deliberado, sistemático e

organizado para desenvolver, alavancar e

proteger o capital intelectual da organização” (PEDROSO; FRANCO; TERRA, 2008, p.61).

Alguns Highlights

• Áreas da sociologia (conhecimento) e, principalmente,

administração (gestão do conhecimento);

• Popularizou-se a partir da década de 80, sendo

sucessora das teorias da Gestão da Informação;

• É muito estudada no ambiente de indústrias,

ou seja, com foco no desenvolvimento de

produtos.

O processo: espirais do conhecimento

Por trás do processo

Barreiras Gerais

• Hierarquia vertical demais

• Burocracias

• Prisões culturais

• Paradigmas fortemente

sedimentados (foi sempre

assim)

Potencializadores Gerais

• Valorização estratégica

do conhecimento

• Espaços de diálogo

• Cultura colaborativa

• Valorização das pessoas

como cerne da cultura

Contexto da temática

• Trabalhando e convivendo com profissionais de agências

de comunicação, percebia muitos pontos fracos quanto

à gestão de pessoas e do capital intelectual.

• Por outro lado, falar de conhecimento exige,

obrigatoriamente, falar de pessoas.

Foco na Gestão de Pessoas

“os vínculos e os processos derivados da relação

(humana) determinam a aprendizagem dos

indivíduos e o grau em que os grupos formarão

competências coletivas duradouras” (SABBAG, 2007, p.149).

Enquanto isso, nas agências...

Enquanto isso, nas agências...

• Planilha que devia apontar pontos positivos e negativos,

serviu como um Wikileaks das agências;

• Assédios, machismo, exploração e incompetência

dos gestores foram reclamações recorrentes;

• Reação à planilha: temos?

Enquanto isso, nas agências...

Não seja esse gestor.

Aprenda com os

problemas e use-os

a seu favor!

Incoerências nas agências:

• Uma agência só existe se conseguir gerir expertise

relacionada aos seus clientes, ou seja, capital

intelectual;

Incoerências nas agências:

• O alto turn over do mercado publicitário nos obriga a

pensar: se é difícil investir em capital intelectual, vai

ser impossível ter resultados sem ele.

Incoerências nas agências:

• Num ambiente dinâmico, informal, com amplo acesso à

informação, qual o preço de não investir em gestão do

conhecimento? Existirão publicitários idosos? O modelo

de negócio está fadado às grande multinacionais de

propaganda?

E aí,

o que dá

pra fazer?

1. Mapear os conhecimentos

2. Se atentar aos pontos fracos e fortes do processo

3. Aplicar o processo às fases

1. Mapear os conhecimentos

2. Se atentar aos pontos fracos e fortes do processo

3. Aplicar o processo às fases

1. Mapear os conhecimentos

2. Se atentar aos pontos fracos e

fortes do processo

3. Aplicar o processo às fases

É ótimo!

• Dinamismo, equipes criativas;

• Ambientes propícios à troca

(tecnológicos, sem paredes, etc);

• Hierarquias caminhando para

modelos horizontais na maioria

das agências;

É problema!

• Confusão entre organização,

formalização e burocracia;

• Departamentos que não se

comunicam;

• Ego em torno do produto criativo;

• Baixo investimento ao que não

traz retorno a curto prazo;

Por trás do processo e dentro da agência

1. Mapear os conhecimentos

2. Se atentar aos pontos fracos e fortes do processo

3. Aplicar o processo às fases

Socialização do Conhecimento

Criar espaços e, principalmente,

clima organizacional onde

compartilhar seja valorizado;

Incentivar a interação entre

departamentos;

Valorizar ideias, brainstorm e

liberadade criativa (caos criativo)

Externalização do Conhecimento

Perder o medo de registrar,

formalizar, criar conceitos;

Valorizar o saber tanto

quanto o fazer (intelectual X

operacional);

Espaços para fazer juntos,

criar conceitos coletivos;

Criar uma cultura em que as

pessoas queiram que o

conhecimento delas seja

da empresa.

Sistematização do Conhecimento

Valorizar as trocas, além dos

departamentos;

Quebrar barreiras humanas,

não somente as físicas;

Valorizar o médio e o longo

prazo, além do curto prazo;

Pensar indicadores

relacionados ao

conhecimento;

Internalização do Conhecimento

Fazer com o que se sabe seja

aplicado no que faz (isso é mais

fácil no ambiente industrial);

Mensurar a melhoria dos

processos e do trabalho,

verificando o nível de

internalização do conhecimento;

Tornar públicos os diferenciais

do que se faz a partir do

conhecimento (além de prêmios);

Um processo completo:

Um processo completo:

Um processo de Gestão do

Conhecimento auxilia no gerenciamento

dos ativos intelectuais inerentes à

atividade humana, gerando vantagem

competitiva e resultados reais a médio e

longo prazo.

Vamos refletir sobre isso?

OBRIGADA!

Cinara Moura mouracinara@gmail.com

@mouracinara

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