CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP) ?· SANEANTES DOMISSANITÁRIOS. Minicursos CRQ-IV –…

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  • CONSELHO REGIONAL DEQUMICA - IV REGIO (SP)

    Ministrante: Maria Aparecida Lima MoreiraConsultora e professoraContatos: mlimamoreira@hotmail.com

    Araraquara, 12 de junho de 2010

    Aspectos fundamentais sobreregularizao, lanamento e

    qualidade de prods. saneantes

    Apoio

    Observao: A verso original desta apresentao, com slides coloridos, no formatoPDF, est disponvel na seo downloads do site do CRQ-IV (www.crq4.org.br)

  • Minicursos CRQ-IV 2010Aspectos fundamentais sobre regularizao, lanamento e qualidade de produtos saneantes

    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal

    Aspectos fundamentais sobre regularizao, lanamento e

    qualidade de produtos saneantes

    Maria Aparecida Lima Moreira

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    Legislao:Regularizao de Legislao:Regularizao de Empresas e Produtos SaneantesEmpresas e Produtos Saneantes

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    Abertura de empresa:O projeto

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    PROJETO ARQUITETNICO

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    1) Garantir a adequao das edificaes, instalaes e outrosempreendimentos de interesse sade s finalidades propostas,segundo as normas tcnicas gerais e especficas aplicveis naavaliao fsico-funcional do projeto de edificaes

    2) Constituir importante instrumento para avaliao de risco epreveno de impactos sade proporcionando o mximo deeficincia para o desempenho das atividades, a salubridade dosambientes construdos e, a proteo do meio ambiente.

    3) Aprimorar os procedimentos de avaliao fsico-funcional de forma adar maior transparncia e eficincia ao processo, minimizandopossveis conflitos nas instncias do SUS.

    PROJETO ARQUITETNICO VISA

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    1) Ser avaliados e aprovados pelas vigilncias sanitrias estaduais emunicipais previamente ao incio da obra a que se referem osprojetos.

    2) A avaliao destes projetos dever serfeita por uma equipe multiprofissional onde um

    arquiteto, engenheiro civil, ou outro tcnico que estejam legalmentehabilitados pelo sistema CREA/CONFEA.

    3) As vigilncias sanitrias locais tero um prazo mximo de 90 dias,para entrega do parecer tcnico ou aprovao do projeto. (RDC189/03 Art.1)

    PROJETO ARQUITETNICO DEVE:

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    A aprovao do projeto pelas vigilnciassanitrias estaduais ou municipais, no excluir anecessidade de sua avaliao pelos demais rgosresponsveis pelo controle das edificaes e usodo solo nos municpios, como tambm no eliminaa necessidade da observncia s demaislegislaes e normas tcnicas expedidas porrgos federais, estaduais e municipais, referentes salubridade e segurana dos ambientesconstrudos e ao saneamento ambiental.

    PROJETO ARQUITETNICO: Importante!!

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    Entende-se por condies de salubridade,da edificao as caractersticas referentes :

    - Iluminao e ventilao;- A estanqueidade da cobertura e dos elementos

    de vedao;- Aos revestimentos dos elementos estruturais,

    das reas de uso geral e das instalaessanitrias;

    - Ao isolamento trmico e acstico;

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    - As instalaes de gua e esgoto;- Aos recuos e afastamentos, bem como osaneamento ambiental.

    A condio de conformidade do prdio snormas gerais referentes salubridade dasedificaes de responsabilidade do proprietrio,ou de quem detenha legalmente sua posse e doresponsvel tcnico.

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    Armazenagem Materiais

    1 2 3Sala de

    Pesagem

    A B

    D

    Envase /Rotulagem

    C

    Armazenagem Produto Acabado

    7 8 9

    WC

    Expedio

    4 5 6

    Ves

    tirio

    CQ

    Sala dePesagem

    Recepode

    Materiais

    Administrativo

    DIAGRAMA BSICO SUGESTIVOEM SMR

    SP

    SPR

    ESP

    MR

    MR

    Lavagemde

    Utenslios

    Acondicionamento

    reade

    Reteno

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    LEGENDAS / SIGLAS

    Circuitos de:Matrias-primasEm processo

    Produtos acabadosManuteno

    Para retrabalho

    De pessoal

    EM = entrada de materiaisSMR = sada de materiais rejeitadosSP = sada de produtosSPR = sada de produtos rejeitadosMR = material para retrabalhoESP = entrada e sada de pessoalA, B, C, D = Misturadores

    Armazenagem ArmazenagemMateriais(1, 2 e 3) embalagens (4, 5 e 6) Produtos Acabados1 e 4 = quarentena 7 = aprovados2 e 5 = aprovados 8 = reprovados3 e 6 = reprovados 9 = quarentena

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    A solicitao da avaliao do projeto deveser formalizada junto ao rgo de vigilnciasanitria competente, seja o projeto de uma obranova, uma reforma ou uma ampliao. o primeiroprocesso para a regularizao da empresa, definidocomo pr-cadastro, de forma a possibilitar que esteatenda aos seus propsitos de orientao para aexecuo da obra de acordo com a legislaosanitria vigente. Devendo respeitar o cdigosanitrio de cada Estado/ Municpio.

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    Na solicitao deve estar identificado a atividadede interesse sade a ser exercida noestabelecimento projetado, conter expressadeclarao de conformidade com as normassanitrias, e estar devidamente assinado peloresponsvel legal pelo estabelecimento e peloresponsvel tcnico pelo projeto.

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    Documentao exigida para o projeto bsico:

    O projeto dever ser apresentado emescala1:100, podendo-se admitir em casosespecficos, outras escalas para melhorentendimento da proposta;

    Alm das plantas baixas, o projeto deve conterimplantao das edificaes, instalaes eequipamentos no lote, cortes longitudinais etransversais permitindo uma perfeita compreenso dacirculao vertical e horizontal das pessoas, materiaise equipamentos;

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    Documentao exigida para o projeto bsico:

    Os ambientes devem conter nomenclatura, reas internas, bem como localizao de equipamentos e fluxos de trabalho/materiais/insumos.

    Plantas de locao, situao e Cobertura;

    Ao projeto deve ser anexada a cpia da ART(Anotao de Responsabilidade Tcnica) doprofissional responsvel pelo projeto.

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    Documentao exigida para o projeto bsico:

    Quando se tratar de reforma/ampliao, as plantasdevero conter legendas indicando a rea a serdemolida, a construir e a existente.

    Identificao e endereo completo doestabelecimento, para concluso do projeto, nmeroseqencial, rea total e do pavimento, bem comoassinaturas dos autor ou autores do projeto com orespectivo nmero do CREA.

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    O projeto deve estar acompanhado de memorialdescritivo contendo:

    - Dados cadastrais do estabelecimento;

    - Resumo da proposta com listagem dasatividades que sero executadas, contendominimamente a descrio dos processos,da quantificao e qualificao do pessoal,equipamentos, turnos de trabalho e demaisinformaes que auxiliem a anlise ecompreenso da atividade;

    - Especificaes de materiais de acabamentoe equipamentos de infra-estrutura;

    Documentao exigida para o projeto bsico:

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    Documentao exigida para o projeto bsico:

    - Resumo da proposta com listagem dasatividades que sero executadas, contendominimamente a descrio dos processos, daquantificao e qualificao do pessoal,equipamentos, turnos de trabalho e demaisinformaes que auxiliem a anlise ecompreenso da atividade;

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    Documentao exigida para o projeto bsico:

    - Especificaes de materiais de acabamentoe equipamentos de infra-estrutura;

    - Descrio sucinta da soluo adotada parao abastecimento de gua potvel, energiaeltrica, coleta e destinao de esgoto eresduo slidos;

    - Dever estar assinado pelo Responsvellegal e pelo responsvel Tcnico.

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    Documentao exigida para o projeto bsico:

    Cpia do comprovante de existncia derede pblica de gua e esgoto no local ouprojeto do sistema individual, de acordocom as normas tcnicas vigentes;

    Licena de instalao do rgo ambiental.

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    A aprovao do projeto pelo setor deanlises de projetos da vigilncia sanitria,somente ser realizado aps atendidas asexigncias, quando for o caso, com as devidascorrees realizadas.

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    Aps o parecer favorvel, o processo arquivado e entregue ao interessado uma cpiado projeto aprovado com as plantas e omemorial descritivo com o carimbo da vigilnciasanitria estadual ou municipal, contendo adata, a assinatura, o nome legvel e nmero deregistro no CREA, do engenheiro ou arquitetoda equipe responsvel pela avaliao, paraposterior utilizao na obteno da autorizaode funcionamento e licena de funcionamento.

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    A licena sanitria de funcionamento destinadaa construes novas, reas a serem ampliadase/ou reformadas de estabelecimentos jexistentes ficam condicionados a apresentaremo projeto arquitetnico com as alteraes.

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    Quando do trmino da execuo da obra esolicitao da autorizao de funcionamento e/ou licena defuncionamento do estabelecimento, as vigilncias sanitriasEstaduais ou Municipais realizaro uma inspeo prvia no localpara verificar a conformidade do construdo com o projetoaprovado anteriormente.

    Caso, na inspeo prvia, for verificado que ascondies exigidas no processo no foram cumpridas,contrariando as declaraes do proprietrio e do responsveltcnico pelo projeto, fica indeferida a solicitao decadastramento e o estabelecimento sujeito s penalidadesprevistas na legislao sanitria.

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    AUTORIZAO DE FUNCIONAMENTO DE

    EMPRESAS DE PRODUTOS SANEANTES DOMISSANITRIOS

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    AFE

    Ato privativo do rgo competente do Ministrioda Sade, incumbido da Vigilncia Sanitria dosprodutos de que trata o Decreto n 79.094/77,contendo permisso para que as empresasexeram as atividades sob regime de VigilnciaSanitria, institudo pela Lei n 6.360/76,mediante comprovao de requisitos tcnicos eadministrativos especficos.

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    De acordo com o Decreto 79.094/77,que regulamenta a Lei 6.360/79, ficamsujeitos s normas de Vigilncia Sanitria, osMedicamentos, Drogas, os InsumosFarmacuticos e Correlatos, definidos na Lei5.991/73, bem como os produtos de HigienePessoal, Cosmticos, Perfumes e SaneantesDomissanitrios.

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    Documentos necessrios obteno da AFE

    Documentos Necessrios - Portaria n 114/94 e Instruo Normativa n 01/94

    Formulrio de Petio de Autorizao adotado pela Anvisa/MS em 02 (duas) vias (original e cpia); Guia de Recolhimento da Anvisa - via original, excetuados os casos de iseno previstos em Regulamentos especficos. Procurao de representante legal, se for o caso Cpia do Contrato Social registrado na Junta Comercial, devendo constar neste documento os objetivos claramente explicitados, das atividades que foram requeridas; Cpia do documento de Inscrio no Cadastro Geral de Contribuintes/CGC ou Cadastro Nacional de Pessoa Jurdica/CNPJ; Lista Sucinta da natureza e espcie dos produtos com que a empresa ir trabalhar;

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    Declarao contendo os seguintes dados gerais:

    a. Razo Social

    b. Nome do Representante Legal

    c. Nome do Responsvel Tcnico e nmero de sua inscrio no Conselho Regional respectivo.

    d. Lista de endereos com CEP, telefones, fax da sede, locais de fabricao, filiais depsitos e distribuidoras

    e. Nome do procurador legalmente habilitado, se houver. (Verificar se a procurao est devidamente autenticada).

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    Relatrio tcnico de capacitao contendo:

    a. Lista completa da natureza e espcie dos produtos com que a empresa ir trabalhar

    b. Descrio dos prdios e outros dados que caracterizem as edificaes onde funcionar a fbrica (Projeto arquitetnico e cpia da planta baixa, devidamente aprovada pelo Servio de Engenharia Sanitria e Meio Ambiente da Secretaria Estadual de Sade).

    c. "Layout" e memorial descritivo da aparelhagem, maquinrio e instalaes disponveis para atender as atividades pleiteadas, por rea de fabricao (quando for o caso), bem como Lista completa dos aparelhos e equipamentos a ser usados no controle de qualidade;

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    Relatrio tcnico de capacitao contendo:

    d. Relatrio da organizao da empresa (organograma);

    e. Nome (s) e nmero(s) de inscrio no Conselho Regional correspondente, do responsvel tcnico da empresa e dos tcnicos responsveis pelo setores de produo e de controle de qualidade;

    f. Manual de Boas Prticas de Fabricao a ser utilizados na empresa.

    Certificado de Regularidade ou Termo de Responsabilidade, emitido pelo Conselho Regional respectivo, do Responsvel Tcnico da empresa e dos tcnicos responsveis pelos setores de Produo e de Controle de Qualidade.

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    Cpia do Contrato de Trabalho ou da Carteira Profissional do Responsvel Tcnico da empresa

    Cpia do Alvar Sanitrio.

    * Alm dos documentos acima citados, solicita-se Relatrio de Inspeo com parecer tcnico conclusivo, via original, expedido pela rgo de Vigilncia Sanitria local para subsidiar a Anvisa/MS Concesso ou no da Autorizao de Funcionamento.

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    A autorizao habilitar a empresa a funcionar emtodo o territrio nacional e dever ser renovada sempreque ocorrer alterao ou incluso de atividade, mudanado scio ou diretor que tenha a seu cargo arepresentao Legal da empresa, ou quando houveralterao de Responsvel Tcnico.

    As empresas somente podero exercer suasatividades aps a ANVISA, publicar no Dirio Oficial daUnio (DOU) as concesses de Autorizao defuncionamento, suas alteraes e cancelamentos.

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    Compete a ANVISA, proceder ocancelamento em caso de violao dalegislao pertinente ou de risco iminente sade

    ( Lei 9.782- Art.7- Decreto 3.029/99- Art 3)

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    Quando se tratar de empresas localizadas nos estadosdescentralizados, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, SoPaulo, Paran, Cear e Maranho, as peties devero serexclusivamente recebidas pelo Sistema nico de Sadeestadual ou municipal, atravs do seu respectivo rgo deVigilncia Sanitria, que detenha competncia especficapara este fim, mediante convnio, cujas peties seroanalisadas integralmente e encaminhadas ANVISA, comvistas a concesso com posterior Publicao no Dirio Oficialda Unio (DOU).

    (Portaria n 109, de 26 de setembro de 1994- Art. 1 )

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    SISTEMA NACIONAL DE VIGILNCIA SANITRIA:ORGANIZAO E FUNCIONAMENTO

    DIREO NACIONALDIREO NACIONAL DIREO ESTADUALDIREO ESTADUAL DIREO MUNICICPALDIREO MUNICICPAL

    SUSSUS

    MS MS -- ANVISAANVISA

    VIGILNCIA VIGILNCIA ESTADUALESTADUAL

    VIGILNCIA VIGILNCIA MUNICIPALMUNICIPAL

    -- REGULAMENTAOREGULAMENTAO SANITRIASANITRIA-- AUTORIZAOAUTORIZAO DEDE FUNCIONAMENTOFUNCIONAMENTO-- INSPEOINSPEO NACIONALNACIONAL (Carter(CarterComplementar)Complementar)

    INSPEO/ LICENA INSPEO/ LICENA DE FUNCIONAMENTODE FUNCIONAMENTO

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    Licena de Funcionamento

    Planta Parada

    Planta em Produo

    CBPF

    VISAEstadual e/ou Municipal

    Inspeo I

    InspeoII

    Registro ou NotificaoCosm./Sane.

    Autorizao de Funcionamento

    ANVISA

    FLUXOGRAMA DE ASPECTOS OPERACIONAIS VISA E ANVISA

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    LICENA DE FUNCIONAMENTO DA EMPRESA

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    Licena de funcionamento

    Permisso concedida pelo rgo de sadecompetente dos Estados, Municpios e DistritoFederal, para o funcionamento deestabelecimento vinculado a empresa quedesenvolva qualquer das atividades enunciadasno artigo 2 da Portaria SVS/MS n. 344/98.

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    As empresas que pretendem exercer atividades deextrair, produzir, fabricar, transformar, sintetizar, purificar,fracionar, embalar, reembalar, importar, exportar,armazenar, expedir ou distribuir, os produtos de HigienePessoal , Cosmticos, Saneantes Domissanitrios ,Medicamentos e outros que trata o Art. 1 constantes daLei n 6.360/76, necessrio que possuam a Licena deFuncionamento emitida pela Vigilncia Sanitria Estadual/Municipal ( Art. 2 Lei 6.360/76 e Decreto 79.094/77)

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    O licenciamento, pela autoridade local, dosestabelecimentos industriais ou comerciais que exeram asatividades depender do preenchimento dos seguintesrequisitos:-Autorizao de Funcionamento da empresa pelo Ministrioda Sade;

    -Existncia de instalaes, equipamentos e aparelhagemtcnica indispensveis e em condies necessrias finalidade a que se prope;

    - Existncia de meios para a inspeo e o controle dequalidade dos produtos que industrialize;

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    -Apresentarem condies de higiene, pertinentes a pessoal ematerial indispensveis e prprias a garantir a pureza eeficcia do produto acabado para a sua entrega ao consumo;

    -Existncia de recursos humanos capacitados ao desempenhodas atividades de sua produo;

    -Possurem meios capazes de eliminar ou reduzir elementosde poluio decorrente da industrializao procedida, quecausem efeitos nocivos sade;

    -Contarem com Responsveis Tcnicos habilitados aosdiversos setores de atividade.

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    Cada estabelecimento ter licena especfica eindependente, ainda que exista mais de um namesma localidade, pertencente mesmaempresa.

    A Legislao local de cada Estado/ Municpiofixar as exigncias e condies para olicenciamento dos estabelecimentos, observandoos seguintes requisitos:

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    Quando um s estabelecimento industrializar oucomercializar produtos de natureza ou finalidadediferentes, ser obrigatria a existncia deinstalaes separadas para a fabricao e oacondicionamento de materiais, substncias eprodutos acabados;

    - Localizao adequada das dependncias eproibio de residncias ou moradia nos imveis aelas destinados e nas reas adjacentes;

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    -Aproveitamento para residncias ou moradiasdas suas dependncias e reas contnuas doslocais de industrializao;

    Aprovao prvia, pelo rgo de sade local,dos projetos e das plantas dos edifcios, efiscalizao da respectiva observncia;

    -Instalao para o tratamento de efluentes,quando aplicvel e exigido pelo rgo delicenciamento ambiental;

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    - Comprovao das medidas adequadas contraa poluio ambiental;

    - Constar expressamente da licena doestabelecimento, quais as categorias de produtosque constituiro a linha de fabricao e os tipos deprodutos armazenados no estabelecimento.

    (Art. 52 da Lei n 6.360, de 1976)

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    Documentos necessrios formao deprocesso Licena de FuncionamentoInicial:

    - Requerimento Padronizado de cadaVigilncia Sanitria, informando a atividade deinteresse a ser desenvolvida noestabelecimento a ser verificada na inspeopelo rgo de Vigilncia Sanitria competente,em duas vias e assinado pelo ResponsvelTcnico;

    - Comprovante e original do Pagamento daTaxa de Arrecadao Estadual/Municipal;

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    Documentos necessrios formao deprocesso Licena de FuncionamentoInicial:

    - Cpia do Contrato social da empresa, ouAta de Constituio da empresa e suasalteraes devidamente registrada na Juntacomercial, explicitando o objetivo da atividaderequerida;

    - Cpia do Cadastro Nacional de PessoaJurdica- CNPJ;

    - Cpia do contrato de locao ou ttulo depropriedade do imvel;

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    Documentos necessrios formao de processoLicena de Funcionamento Inicial:

    - Declarao de contratao de servios de Terceiros,quando for o caso, discriminando a razo social da empresaprestadora de cada tipo de servio contratado. O contratodever estar disponvel no local, por ocasio da InspeoSanitria;

    - Cpia da licena de funcionamento de cada uma dasempresas contratadas no caso de terceirizao de serviosprestados em outros locais;

    - Cpia da Certido ou Certificado de Anotao deResponsabilidade Tcnica, expedida pelo Conselho RegionalRespectivo;

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    Documentos necessrios formao de processoLicena de Funcionamento Inicial:

    - Cpia da identidade profissional e da Anuidade paga doResponsvel Tcnico.

    - Cpia do projeto de Edificaes/ Projeto Arquitetnico,de acordo com a legislao vigente para a apresentao doprojeto e o respectivo memorial descritivo de construo,aprovados pelo rgo competente, quando se tratar de pessoajurdica;

    - Relao das instalaes, utenslios, equipamentos emaquinrios a serem utilizados na fabricao e controle dosprodutos, datada e assinada pelo responsvel tcnico;

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    Documentos necessrios formao de processoLicena de Funcionamento Inicial:

    - Relao da Natureza e espcie de produtos que aempresa pretende fabricar, importar, exportar, distribuir,representar, armazenar, datada e assinada peloResponsvel Tcnico.

    - Cpia do Contrato firmado com empresas dearmazenamento e/ou transporte, se for o caso;

    - Cpia do Alvar de Localizao expedido pelorgo competente da Prefeitura Municipalcorrespondente;

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    Documentos necessrios formao deprocesso Licena de FuncionamentoInicial:

    - Cpia autenticada da procurao dorepresentante legal, se for o caso;

    - Cpia do Manual de Boas Prticas deFabricao/ Armazenagem.

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    - Renovao da Licena de FuncionamentoAs empresas, esto obrigadas renovao da Licena

    de Funcionamento, devem requer-la junto ao rgo devigilncia sanitria competente, at 60 dias antes de expirarsua validade, ficando assegurado ao interessado o direito derequer-la, at o ltimo dia do perodo de sua vigncia.

    O rgo de Vigilncia sanitria competente pode efetuarautomaticamente a renovao da licena de funcionamento,mediante solicitao, desde que observadas as questes derisco sade. No se aplica aos estabelecimentos que noatendem as disposies legais vigentes e/ou estejam compendncias junto ao rgo de vigilncia sanitria.

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    - Renovao da Licena de Funcionamento

    vedada a renovao automtica da licenade funcionamento de estabelecimentos e/ouequipamentos que so considerados de altacomplexidade conforme legislao vigente de cadaEstado/ Municpio.

    Os estabelecimentos devem apresentar, juntocom a solicitao de renovao os seguintesdocumentos:

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    Documentos necessrios para a Renovao daLicena de Funcionamento:

    - Requerimento Padronizado de cada VigilnciaSanitria, em duas vias e assinado pelo ResponsvelTcnico e legal;

    - Comprovante e original do Pagamento da Taxa deArrecadao Estadual/Municipal, referente a taxa derenovao;

    - Cpia da Autorizao de Funcionamento;

    - Licena de Funcionamento original do anoanterior;

    - Cpia do Cadastro Nacional de Pessoa Jurdica-CNPJ;

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    Documentos necessrios para aRenovao da Licena de Funcionamento:

    - Cpia da certido de Anotao deResponsabilidade Tcnica, expedida peloconselho de classe respectivo;

    - Cpia Autenticada da procurao dorepresentante legal, se for o caso.

    - Cpia do Manual de Boas Prticas deFabricao/ Armazenagem.

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    - Renovao da Licena de Funcionamento

    Dever ser solicitada as renovaes das licenas separadaspara produtos de diferentes categorias.

    Os estabelecimentos que no tenham solicitado arenovao da licena de funcionamento, devem faz-lo para opresente exerccio, estando sujeitos as penalidades previstas nalegislao vigente.

    Os estabelecimentos que no tenham solicitado arenovao da licena de funcionamento h mais de um ano,ficam sujeitos desativao e ao cancelamento da licena defuncionamento, assim como as demais penalidades previstas nalegislao vigente.

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    - Documentos da empresa Regularizada:

    - Projeto arquitetnico Aprovado

    - Autorizao de Funcionamento publicada noDOU

    - Licena de Funcionamento emitida pelaVigilncia Sanitria.

    - Registro ou notificao dos produtos

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    PRODUTOS SUBMETIDOS A LEI 6360/76.E DECRETO 79094/77.

    LICENA ( ALVAR)VIGILNCIA ESTADUAL/MUNICIPAL

    EMPRESA

    AUT.FUNCIONAMENTO( ANVS )

    EQUIPAMENTOS

    INSTALAES FSICAS

    LABORATRIO DE CONTROLE DE QUALIDADE

    DISTRIBUIR

    TRANSPORTAR

    ARMAZENAR

    IMPORTAR

    PRODUZIR

    FABRICAR

    EMBALAR

    N DE AUTORIZAOMINISTRIO DA SADE

    ANVS

    EXPORTAR

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    Definio SaneantesSubstncias ou preparaes destinadas higienizao, desinfeco ou desinfestao

    domiciliar, em ambientes coletivos e/ou pblicos, em lugares de uso comum e no tratamento de

    gua.

    Regularizao de produtos Saneantes

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    gua Sanitria lcool p/ limpeza lcool para Hospitais

    Algicidas Alvejantes Amaciantes

    Antiferruginosos Ceras Desengraxantes

    Desincrustantes Desinfetantes Desodorizantes

    Detergentes Esterilizantes Formicidas

    Fungicidas Inseticidas Limpa Pneus

    Limpa Vidros Limpadores Multiuso Lustra Mveis

    Neutraliz. de Odores Pedras Sanitrias Polidores

    Produtos biolgicos Prod. p/ Jardinagem Raticidas

    Removedores Repelentes Sabes em Pedra

    Sabes em P Saponceos Odorizantes de Amb.

    So considerados saneantes:

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    Sabonetes Shampoos

    Selantes Vernizes

    Impermeabilizantes Tintas

    Insumos Matrias-Primas

    Descarbonizantes Aditivos para Baterias

    Aditivos para Radiadores Desengripantes

    Lubrificantes Defensivos Agrcolas

    Produtos p/ aplicao em Instal. Agropecurias Repelentes Eletrnicos

    Produtos p/ sade associados a equipamentos Repelentes para pele

    No so considerados saneantes:

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    Art. 12 - Nenhum dos produtos de que trata esta Lei, inclusive os importados, poder ser industrializado, exposto venda ou entregue ao consumo antes de

    registrado no Ministrio da Sade.

    Lei 6.360/76

    Base Legal para represso aos saneantes clandestinos

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    1 - Nas mesmas penas incorre quem importa, vende, expe venda, tem emdepsito para vender ou, de qualquer forma, distribui ou entrega a consumo oproduto falsificado, corrompido, adulterado ou alterado.

    1-B - Est sujeito s penas deste artigo quem pratica as aes previstas no 1 emrelao a produtos em qualquer das seguintes condies:

    I - sem registro, quando exigvel, no rgo de vigilncia sanitria competente;II - em desacordo com a frmula constante do registro previsto no inciso anterior;III-sem as caractersticas de identidade e qualidade admitidas para a sua comercializao;IV -com reduo de seu valor teraputico ou de sua atividade;V - de procedncia ignorada;VI -adquiridos de estabelecimento sem licena da autoridade sanitria competente.

    Pena - recluso, de 10 (dez) a 15 (quinze) anos, e multa.Crimes Hediondos (Lei 8.072/90 Art. 1 VII-B)

    2 - Se o crime culposo:Pena - deteno, de 1 (um) a 3 (trs) anos, e multa.

    Cd. Penal Art. 273

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    Multas de R$ 2 mil a R$ 1,5 milho (Lei 6.437/77)

    Vigilncias Estaduais e Municipais so Responsveis pela fiscalizao

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    Classificao de produtos de Risco II

    Saneantes domissanitrios e afins que sejam:

    - Custicos, corrosivos, os produtos cujo valor de pH puro (caso possa ser determinado) e em soluo aquosa a 1% p/p temperatura de 25 C, menor ou igual a 2 e igual ou maior que 11,5;

    - Aqueles com atividade antimicrobiana, os desinfestantes e os produtos biolgicos base de microorganismos.

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    Os produtos classificados de Risco II devem atender ao disposto em legislaes especficas e aos seguintes requisitos:

    a) Produtos formulados com substncias que no apresentem efeitos comprovadamente mutagnicos, teratognicos ou carcinognicos em mamferos.

    b) Produtos com DL50 oral para ratos, superiores a 2000mg/kg de peso corpreo para produtos lquidos e 500mg/kg de peso corpreo para produtos slidos, na diluio final de uso. Ser admitido o mtodo de clculo de DL50 estabelecido pela OMS.

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    IDENTIFICAO NO RTULO

    REG. MS: 3.2834.0001-001-5

    So obrigatrios somente os 9 primeiros dgitos:

    REG. MS: 3.2834.0001

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    Classificao de Produtos de Risco I

    Os Produtos Saneantes classificados como de Risco I devem obedecer aos seguintes critrios:

    I no conter substncias proibidas, no autorizadas ou restritas com concentrao que exceda limite estabelecido em

    Regulamento vigente;

    II cumprir o disposto nos Pareceres, Notas, Alertas e Informes Tcnicos e outros constantes no stio eletrnico da Anvisa;

    III no constar o nome do produto apenas pela categoria, nem conter nome igual de outro que j tenha obtido notificao

    anterior e que esteja vigente, alm de observar o disposto na Lei n 6.360/76 e no Decreto n 79.094/77.

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    Notificao eletrnica de produto saneante

    Com o produto devidamente classificado e categorizado como de Risco 1, a Empresa devidamente Autorizada na Anvisa/MS, com porte da RDC n 184/2001 (DOU 23.10.2001), em seu Art. 6., dever seguir as diretrizes e os critrios transcritos a seguir:

    I as notificaes passam a ser realizadas exclusivamente na forma eletrnica, no Sistema de Peticionamento e Arrecadao Eletrnico, da Anvisa;

    II as orientaes necessrias ao procedimento eletrnico esto disponveis no Sistema de Peticionamento e Arrecadao Eletrnico constante no stio eletrnico: http://www.anvisa.gov.br;

    III a notificao s vlida quando finalizada e gerado um nmero de protocolo online;

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    Notificao eletrnica de produto saneante

    IV a publicidade da notificao fica assegurada por meio de divulgao em pgina eletrnica da rede mundial de computadores internet, no stio eletrnico da Anvisa;

    V a empresa detentora da notificao responsvel pelos produtos notificados e por todas as informaes prestadas relativas aos mesmos, devendo possuir dados comprobatrios que atestem a qualidade, segurana, eficcia, idoneidade dos respectivos dizeres de rotulagem, bem como os requisitos tcnicos estabelecidos na legislao vigente.

    Consultar:

    Manual do Usurio Peticionamento Eletrnico de Saneantes (PDF)

    Resoluo RDC n42, de 13 de agosto de 2009 (PDF)

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    Produtos com registro vencido no

    necessariamente esto irregulares:

    podem estar em processo de

    revalidao.

    (Consultar a GGSAN)

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    RDC 184 / 2001Art. 14. Para fins de anlise fiscal e de controle, a variao quantitativa

    aceitvel, expressa em porcentagem (%), entre a quantidade declarada e

    analisada de cada componente da formulao, dever obedecer os limites

    estabelecidos na tabela abaixo:

    QUANTIDADE DECLARADA DO COMPONENTE (%) VARIAO (%)

    ACEITVEL

    Maior ou Igual que 50 2,5

    Maior ou Igual que 25 e menor que 50 5

    Maior ou Igual que 10 e menor que 25 6

    Maior ou Igual que 2,5 e menor que 10 10

    Menor que 2,5 15

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    Indicao Rotulagem Indicao Rotulagem -- Quantitativa:Quantitativa:

    Valores maiores ou iguais a 1000 ml ou 1000 gValores maiores ou iguais a 1000 ml ou 1000 gdevem ser grafados como:devem ser grafados como:

    L ( ou l ) e kg , respectivamente (Portaria n L ( ou l ) e kg , respectivamente (Portaria n 157/02)157/02)

    ERRADO:ERRADO: 1000 ML1000 ML 3.500 G3.500 G 0,5 kg0,5 kg 0,75 l0,75 l

    CERTO:CERTO: 1 L1 L 3,5 kg3,5 kg 500 g500 g 750 ml750 ml

    Observao: admiteObservao: admite--se o extenso ( litros ou quilogramas )se o extenso ( litros ou quilogramas )

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    - Industrial

    - Institucional

    - Assistncia Sade

    Destinao Domiciliar: no mencionar em

    rtulo

    -- Constar sempre a Destinao:Constar sempre a Destinao:(no confundir com manipulao)(no confundir com manipulao)

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    Composio:Composio:

    Deve estar de acordo com o FDT: princDeve estar de acordo com o FDT: princpio ativo e pio ativo e componentes de importncia toxicolcomponentes de importncia toxicolgica pelo nome gica pelo nome ququmico e demais pela funmico e demais pela funo.o.

    No se aceita: cido sulfnico 90%hipoclorito 12%, soda

    50%Princpio Ativo: na concentrao finalEx.: em vez de LABS 90%............ 10 %

    usar: LABS .................... 9 %

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    -S usar o termo Distribudo por, se a empresa que

    distribui tiver Autorizao de Funcionamento para tal.

    - Aceita-se a expresso Comercializado por, ou

    Fabricado para, para clientes varejistas.

    -- Constar sempre os dados do titular produto (empresa Constar sempre os dados do titular produto (empresa

    registrante) e do fabricante terceirizado, se for o casoregistrante) e do fabricante terceirizado, se for o caso..

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    Legislao:Boas Prticas de Fabricao e Controle Legislao:Boas Prticas de Fabricao e Controle

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    Boas Prticas de Fabricao e Controle

    Determinao a todos os estabelecimentos produtores de Saneantes Domissanitrios o cumprimento das diretrizes estabelecidas pelos Regulamentos Tcnicos de BPF e C , conforme anexo 1 da Portaria 327 de 30 de julho de 1997.

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    Lei

    Decreto

    Portaria

    RDC

    Legislao de Vigilncia Sanitria

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    BASE LEGALBASE LEGAL1967 1967 Reconhecimento pela OMS das BPFReconhecimento pela OMS das BPF

    1977 Lei n 6437 - Infraes Legislao Sanitria Federal

    1994 1994 Res. GMC nRes. GMC n 092/94 092/94 -- Adoo das BPF no MERCOSUL Adoo das BPF no MERCOSUL

    1976 Lei n 6360/76 - Dispe sobre a Vigilncia Sanitria

    1997 1997 Portaria SNVS/MS nPortaria SNVS/MS n 327 327 -- BPFC e Roteiro de BPFC e Roteiro de Inspeo para Indstrias de Saneantes Inspeo para Indstrias de Saneantes DomissanitriosDomissanitrios..

    1977 Decreto n 79094/77 - Regulamenta a Lei no. 6360/76

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    Anexo I Portaria 327/ 97

    Este regulamento visa:

    Padronizao e definio de procedimentos, Mtodos de fabricao, Condies de instalaes,equipamentos e respectivas

    manutenes, Critrios de segurana com matrias-primas,

    embalagens, condies de estocagem, aspectos relativos ao meio ambiente

    Para Garantir a QUALIDADE e a SEGURANA no uso dos SANEANTES

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    Anexo IIPortaria SVS/MS

    no 327/97.

    Roteiro de

    Inspeo

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    constitudo por:

    24 itens IMPRESCINDVEIS (11%)

    107 itens NECESSRIOS (51%)44 itens RECOMENDVEIS (21%)37 itens INFORMATIVOS (17%)

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    Esta classificao baseada no Risco Potencial inerente a cada item com relao a Qualidade ou Segurana do produto, e a segurana dos trabalhadores , na sua interao com os produtos e processos

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    Classificao X Risco p/produto X Sanes

    Imprescindvel

    Necessrio

    Recomendavl

    Grau Crtico

    Informativo

    Grau No

    Crtico

    Imediato

    Latente

    Provvel

    **** ****

    Suspende Habilitao; Interdita Setor ou Empresa

    Estabelece Prazo; Prx. Inspeo = Grau I

    Orientao se Necessrio/ Conveniente

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    Meta e objetivo

    Meta - Criar uma cultura voltada para atender as BPF e C

    Objetivo - Atender aos critrios de inspeo da Portaria 327/97.

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    presente futuro

    Onde estamos agora

    Onde pretendemos

    chegarplanejamento

    Situao

    atualplanos

    Objetivospretendidos

    Planejamento

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    Recomendao

    Garantia da Qualidade deve elaborar um cronograma de auto-inspeo tomando como base a Portaria 327/97

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    BPF e C Requer

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    Rastreabilidade notas fiscais POPs notas fiscais POPs ,etiquetas , ordens de fabricao ,formula ,etiquetas , ordens de fabricao ,formula padropadrocertificados de calibrao, especificaes certificados de calibrao, especificaes ,metodologia analtica,laudos analticos ,metodologia analtica,laudos analticos (MP e PA)(MP e PA)

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    Segurana

    Risco

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    Qualidade

    Eficincia + Efetividade

    Eficcia

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    Garantia de Qualidade:Garantia de Qualidade:

    Boas Boas PrticasPrticas

    ProcedimentosProcedimentos TreinamentosTreinamentos

    OrganizaoOrganizaoEQUIPEEQUIPE

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    Inspeo Sanitria: afiscalizao efetuada pela

    autoridade sanitria, que verifica asinstalaes, equipamentos, recursoshumanos, processos e o cumprimentodos procedimentos previstos nos seusmanuais tcnicos e na legislao sanitriapertinente.

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    - Tipos De Inspeo:

    1- Inspeo prvia, para aprovao doprojeto arquitetnico (espao fsico conformeprojeto aprovado).

    2-Inspeo para liberao da autorizao e licenade funcionamento (anlise de documentos regulatrios,manual de BPF E POPs).

    3- Inspeo para renovao de licena defuncionamento (cumprimento das BPF de fabricao,fluxo de produo e controle de qualidade).

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    - Tipos De Inspeo:

    4- Inspeo para apurao de dennciaem Estabelecimentos de Sade.

    5- Reinspeo para a verificao documprimento das exigncias determinadas nainspeo anterior e outras situaesencontradas.

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    Etapas de desenvolvimento de produtos saneantes Etapas de desenvolvimento de produtos saneantes

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    DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS

    1. Diferenciao pela Segmentao

    2. O peso da inovao

    3. Os riscos da inovao

    4. Planejamento

    5. Funil da Inovao

    6. Estratgias de preo

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    DEMOGRFICA: SEXO, IDADE, ETNIA, ESCOLARIDADE, OCUPAO,..

    SCIO-ECONMICA: CLASSE SOCIAL (RENDIMENTO).

    PISICOGRFICA: HBITOS, ATITUDES, PERSONALIDADE, ESTILO DE VIDA.

    GEOGRFICA: LOCALIZAO (PAS, ESTADO, REGIO,..)

    SEGMENTAO POR COMPORTAMENTOcom base no conhecimento e comportamento com relao a um produto particular.

    -benefcio procurado-status do usurio

    - taxa de uso do produto, -condio de lealdade etc.

    DIFERENCIAO PELA SEGMENTAO

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    CARACTERSTICAS GERAIS

    Finalidadede uso

    Lavagem, remoo de manchas e perfumao das roupas. *usado tambm na limpeza da casa.

    Locaisde uso

    Lavagem das roupas em mquina e tanquinho. Molho em mquina, tanquinho, tanque, baldes e bacias.*piso frio/quintal

    Exemplo: DETERGENTE EM P

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    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal Fonte: AC Nielsen

    Tecnologia &Remoo de

    ManchasOmoAriel

    BrancuraBrilhante

    Ace

    Mltiplo Uso & Preo

    AlaSurf

    TixanSim

    Maciez & Limpeza (Cuidado)

    MinervaBold

    Segmentao pelo benefcio

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    53,4 50,0 48,6 50,4 51,6

    22,121,0 21,6 19,8 18,6

    24,5 29,0 29,8 29,8 29,8

    Mov04 Mov05 NOV/DEZ 2005 JAN/FEV 2006 MAR/ABR 2006

    High Medium Low

    - Marcas low price

    SEGMENTOS QUE IMPULSIONARAM

    - Marcas medium price

    -Marcas high price

    2004 2005

    Segmentao por faixa de preo

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    1. Declnio das vendas;

    2. Lanamento da concorrncia;

    3. Manter posio com um produto inovador;

    4. Conquistar um novo segmento de mercado;

    5. Explorar a tecnologia de uma nova forma;

    6. Capitalizar foras de distribuio.

    Jorge Amrico S. Machado - FIA -SP

    Por que desenvolver um novo produto?

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    1. Aquisio compra de uma empresa, uma patente ou licena para fabricar produto de algum;

    2. Desenvolvimento - de novo produtos em seu prprio departamento de pesquisa e desenvolvimento P & D.

    FORMAS DE OBTENO DE NOVOS PRODUTOS:

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    O PESO DA INOVAO

    22 mil produtos so lanados por ms no Brasil.

    Em mdia, 80% dos produtos lanados fracassam.

    Fonte: ESPM e Nielsen

    Por que investir em inovao e diferenciao:imagem de marcamanuteno de clientescombater a concorrncia

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    2006

    AMACIANTES COMFORT

    COQUEL NOVA EMBALAGEM

    MINERVA NOVO FILME

    AMACIANTE ASSIM

    PINHO ASSIM

    TIRA MANCHAS ASSIM

    ASSIM INCLUSO BONECOASSOLAN

    VANISH PODER O2 EMBALAGEM ECONMICA

    VEJA MULTI-USO 3 EM 1

    VEJA LIMPEZA PESADA 2 EM 1

    VEJA PERFUMESDA NATUREZA

    EASY OFF BANG PODEROSO DESENGORDURANTE

    LAVA LOUAS YP - VARIANTES CITRUS, ALOE VERA, GUARAN E FRUTY

    AMACIANTE YPNOVO SHAPE

    DESINF. PERFUM. YP

    YP NOVO FILME E NOVAS VARIANTES

    LINHA CIF NOVO RTULO

    Dinmica de inovao - performance

    Forte entrega de benefcio

    Novas tecnologias remoo de manchas, economia de gua

    Desenvolvimento de novas categorias mudana de hbitos

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    2007

    Dinmica de inovao Praticidade

    juno de benefcios

    variao de perfumes

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    ATITUDES IMPORTANTES PARAR INOVAR?

    1- CONHERCER O CONSUMIDOR E SUAS NECESSIDADES?

    2- INVESTIR E PESQUISAR NOVAS TECNOLOGIAS.

    3- PROCURAR ATENDER NECESSIDADES E DESEJOS AINDA NO ATENDIDOS?

    4- ESTAR ATENTO A NOVAS FORMAS DE ENXERGARO MUNDO?

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    Inovao implica em riscoInovao implica em risco

    Por que tantos produtos fracassam?

    Mercado superestimado; Produto no foi bem projetado; Produto no foi posicionado de forma correta no mercado; Preo muito elevado e pouca propaganda; Persistncia de executivos, mesmo quando a pesquisa de mercado no animadora; Custos de desenvolvimento superam a expectativa; Reao da concorrncia

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    Est

    gio

    de d

    esen

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    imen

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    INVESTE DOMINA DIFERENCIA REPOSICIONA

    Ciclo de vida do produto

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    Inovao implica em riscoInovao implica em risco

    Como obter sucesso com novos produtos?

    Buscar desenvolver produtos com elevada vantagem

    intrnseca;

    Definir muito bem o conceito do produto, antes de seu

    lanamento;

    Delimitar e dirigir-se ao mercado-alvo;

    Estabelecer benefcios e requisitos;

    Compreender consumidores, mercados e concorrentes;

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    Inovao implica em riscoInovao implica em risco

    Como obter sucesso com novos produtos?

    Desenvolver produtos que ofeream valor ao consumidor

    Buscar segmentos menores de mercado (nichos);

    Atender restries sociais e governamentais (segurana do

    consumidor e padres ecolgicos);

    Considerando os altos custos de desenvolvimento e

    lanamento, pensar em extenses de linhas e produtos com

    pequenas diferenciaes;

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    FUNIL DE INOVAO

    Hbitos e Atitudes do Consumidor

    Tendncias Conceitos Novos Mercado Concorrncia

    Monitoramento dos Produtos em LinhaBrand Keys vs Benchmark

    S.A.C.

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    IDENTIFICAO DE GAPS E

    OPORTUNIDADES

    Hbitos e Atitudes do Consumidor

    Tendncias Conceitos Novos Mercado Concorrncia

    Monitoramento dos Produtos em LinhaBrand Keys vs Benchmark

    S.A.C.

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    IDENTIFICAO DE GAPS E

    OPORTUNIDADES

    FUNIL DE INOVAO CONTNUO

    Hbitos e Atitudes do Consumidor

    Tendncias Conceitos Novos Mercado Concorrncia

    Monitoramento dos Produtos em LinhaBrand Keys vs Benchmark

    S.A.C.

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    Fator Crtico de Sucesso : Garantia da Manuteno do Padro de Qualidade dos Produtos

    IDENTIFICAO DE GAPS E

    OPORTUNIDADES

    FUNIL DE INOVAO CONTNUO

    Hbitos e Atitudes do Consumidor

    Tendncias Conceitos Novos Mercado Concorrncia

    Monitoramento dos Produtos em LinhaBrand Keys vs Benchmark

    S.A.C.

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    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica FederalLANAMENTO

    OPORTUNIDADE

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    Anlise de MercadoRelevncia Estratgica

    PosicionamentoProttipo de Produto

    Previso de Ganhos InvestimentosEstimativa dos Investimentos Iniciais

    LANAMENTO

    OPORTUNIDADE

    FRUM

    FRUM

    FRUM

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    Anlise de MercadoRelevncia Estratgica

    PosicionamentoProttipo de Produto

    Previso de Ganhos InvestimentosEstimativa dos Investimentos Iniciais

    PortfolioClain de Marketing

    FormulaoProcesso Fabril

    Preos, Custos e MargensEstimativa de Vendas

    Estimativa dos Investimentos

    LANAMENTO

    OPORTUNIDADE

    FRUM

    FRUM

    FRUM

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    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal

    Anlise de MercadoRelevncia Estratgica

    PosicionamentoProttipo de Produto

    Previso de Ganhos InvestimentosEstimativa dos Investimentos Iniciais

    PortfolioClain de Marketing

    FormulaoProcesso Fabril

    Preos, Custos e MargensEstimativa de Vendas

    Estimativa dos Investimentos

    Implementao

    LANAMENTO

    OPORTUNIDADE

    FRUM

    FRUM

    FRUM

    PROPOSTA

    DESENVOLVIMENTO

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    Conceito e estratgia de MKT aprovados

    P&D receita preliminar e amostra

    Suprimentos levanta os custos envolvidos

    MKT e VeNdas determinam preo e desconto

    Financeiro avalia a lucratividade do projeto

    Em caso positivo, o produto passa para o estgio de desenvolvimento.

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    Estratgias de Preos

    O preo implica razes tanto para os consumidores quanto para os vendedores. Ao comprar um determinado produto, espera-se que o mesmo possa satisfazer desejos e necessidades.

    Dessa forma, torna-se mais conveniente pagar um pouco mais por um determinado produto, quando desde j se sabe que tal produto consegue atuar melhor do que outro de marca diferente.

    Alm das razes dos compradores e dos vendedores, existem outras partes tambm interessadas nos preos que so praticados no mercado, seja pela indstria, pelo comrcio ou no setor de servios, tais como: atacadistas, distribuidores, varejistas, concorrncia, governo.

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    1.Estratgia de preo Premium

    2.Estratgia de Alto valor

    3.Estratgia de Super valor

    5.Estratgia de Valor mdio

    6.Estratgia de Valor bom

    7.Estratgia de Assalto ao cliente

    8.Estratgia de Falsa economia

    9.Estratgia de Economia

    ALTO MDIO BAIXO

    ALT

    AM

    D

    IAB

    AIX

    A

    Kotler P., - Administrao de Marketing

    4.Estratgia de preo excessivo

    PREOQUALIDADE

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    Etapas do desenvolvimento

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    Briefing

    Definio das diretrizes do produto:

    Custo, preo, retorno esperado; Posicionamento do produto, concorrentes, marca, publico alvo; Composio de linha, se for o caso; Definio das caractersticas sensoriais e de forma fsica; Abordagem de marketing; Benchmark para os produtos; Pases onde o produto ser comercializado; Data de lanamento.

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    Time multifuncional (P & D, processo, qualidade, marketing, assuntos regulatrios e outros) faz detalhamento do briefing do projeto;

    Conceitos e tecnologia escolhida (discusso sobre tecnologias disponveis);

    Equipamentos disponveis;

    Matrias-primas disponveis e/ou a serem desenvolvidas;

    Planejamento

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    Avaliao de impacto ambiental;

    Definio detalhada das caractersticas tcnicas do produto;

    Escolha de benchmark para o produto;

    Fornecedores parceiros podem ser chamados a participar do projeto nesta fase;

    Cronograma com os marcos principais do projeto (datas Crticas).

    Planejamento

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    Recuperao de informaes de produtos semelhantes;

    Busca de informaes bibliogrficas, marcas e patentes;

    Pesquisa Bibliogrfica

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    Deve-se pesquisar quais so os melhores mtodos para a avaliao da eficincia como tambm os provveis mtodos analticos que utiliza-se para o controle da qualidade do produto final. Deve-se considerar no apenas livros, mas tambm revistas especializadas, manuais e folhetos de fornecedores.

    Deve-se tambm consultar a legislao sanitria vigente e atentar para as informaes de segurana do produto.

    Pesquisa Bibliogrfica

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    De posse do levantamento bibliogrfico, informaes de produtos concorrentes e outras informaes, desenhar as formulaes, de acordo com briefing (estabilidade e custo)

    Escolha do caminho tcnico.

    Desenho das formulaes

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    desejvel a disponibilizao dos seguintes dados, para qualquer matria-prima:

    Nome comercial; Codificao INCI, quando houver; Nmero CAS (Chemical Abstratct Service) ou EINECS(European Inventory of Existing Chemical Substances); Especificaes fsico-qumicas, microbiolgicas e de estabilidade; Mtodo de identificao; Restrio de uso; Condies particulares de estocagem e manuseio.

    O fornecedor a melhor fonte para estas informaes

    Matrias-primas

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    Escolha de Fragrncias

    Apresentao do briefing

    Desenvolvimento da fragrncia processo de criao ou escolha

    Avaliao de custo e estabilidade

    Dados segurana e compatibilidade.

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    Apresentao do briefing;

    Escolha de embalagem padro ou exclusiva;

    Processo de criao da arte;

    Desenvolvimento da embalagem;

    Definio das especificaes e mtodos para controle das embalagens.

    Desenvolvimento da Embalagem

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    Obteno dos prottipos: ordem de adio de matrias-primas, massas adicionadas e quaisquer observaes (como turvao, aumento de temperatura, aumento ou diminuio de viscosidade, etc.)

    Desenvolvimento da Formulao

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    Testes de ciclo de temperaturas (freeze-thaw)

    Excelentes para acelerar problemas com solubilidade (separao de fases, quebra de emulso, etc,)

    Reproduzem muito bem o que pode ocorrer com produtos armazenados em algumas regies do pas sujeitas a grandes variaes de temperatura. Devem ser utilizados sempre que tenhamos lquidos concentrados, emulses e suspenses.

    Estabilidade preliminar

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    Testes de centrifugao

    Aplicados para prever a estabilidade de formulaes com slidos em suspenso ou emulses (opacas ou peroladas).

    Teste bastante rpido, auxilia muito no inicio do desenvolvimento na escolha de melhores formulaes.

    Conduzida por 30 minutos a 3000 rpm. Separaes indicam necessidade de reformulao

    Estabilidade preliminar

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    Avaliao de desempenho frente produtos benchmark;

    Novas formulaes, caso estabilidade e/ou desempenho no tenham sido atingidos;

    Novos testes;

    Desempenho preliminar

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    Avaliao dos custos da formulao em funo das matrias-primas e concentraes selecionadas;

    Definio melhor formulao, com base no trip:

    Estabilidade-eficincia-custo

    Custo

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    - Esta frmula padro alimenta diferentes sistemas, tais como: compras, finanas (custeio de produto), regulatrio (regularizao), planejamento da produo (ordem de fabricao).

    Formula Padro

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    Especificaes organolpticas e fsico-qumicas;

    Especificaes microbiolgicas, quando aplicvel;

    Importante avaliar limites, mtodos analticos, capacidade dos mtodos, limites da legislao

    Verificar disponibilidade de equipamentos em laboratrio prprio ou terceiros.

    Especificao provisria do produto acabado

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    Escala intermediria entre o desenvolvimento em bancada e a produo industrial;

    Teste realizado preliminarmente em uma escala menor que a industrial;

    Validao dos parmetros obtidos para o prottipo;

    Validao das especificaes;

    Um teste piloto dever ir obrigatoriamente at a linha de envase do produto.

    Teste Piloto

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    Teste de estabilidade: Realizar teste da frmula padro, segundo dados do GUIA PARA AVALIAO DE ESTABILIDADE ( ANVISA);

    Observar necessidade do teste completo/ resumo, condies, durao dos testes e concluso x prazos de validade;

    Registrar as anlises e observaes realizadas ao longo da estabilidade para subsidiar o relatrio final;

    interessante realizar teste de estabilidade nas condies extremas das especificaes.

    Estabilidade acelerada

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    Shipping test : Teste de embarque e transporte

    Prev condies no transporte: ferrovirio (choques fsicos), martimo (elevados nveis de umidade), areo (temperatura e pressurizao), rodovirio (temperatura, umidade e vibrao)

    Shipping test

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    A estabilidade do produto e sua compatibilidade com o material de acondicionamento so conceitos distintos, separados e complementares;

    So avaliadas diversas alternativas de materiais de acondicionamento para determinar a mais adequada para o produto;

    As condies ambientais e a periodicidade das anlises podem ser as mesmas da estabilidade;

    Observa-se fenmenos de: absoro, migrao, corroso e outros que comprometam sua integridade.

    Compatibilidade com embalagens

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    Teste de desempenho:Opinio do consumidor

    Estender o teste de desempenho a maior nmero de usurios (perfil do pblico alvo)

    Estudos conduzidos pela empresa ou terceiros especializados

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    Testes de Segurana e Eficcia

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    Challenge test

    Avaliao do conservante ou sistema conservante, visando validar seu uso em condies extremas;

    Garantir qualidade microbiolgica do produto, nas condies de uso.

    Efetividade do sistema conservante

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    Regularizao do produto frente ANVISA, visando sua comercializao;

    Produtos Grau I: notificao;

    Produtos Grau II: registro.

    Notificao/Registro do Produto

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    Transferncia da formulao e dos procedimentos de produo obtidos nas etapas de bancada e teste piloto;

    Considerar os ajustes indicados pelo teste piloto (condies de processo, tempo, especificao)

    Acompanhamento dos primeiros lotes industriais: Relatrio de validao.

    Transferncia de escala

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    Tambm conhecido como Estabilidade de Longa Durao ou Shelf life;

    Tem como objetivo validar os limites de estabilidade do produto e comprovar o prazo de validade estimado no teste de estabilidade acelerada;

    Teste conduzido temperatura ambiente.

    Teste de prateleira ou shelf life

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    Ensinar a empresa

    Treinamento do pessoal de vendas, fornecendo argumentao;

    Preparo de material de divulgao;

    Treinamento do Servio de atendimento ao consumidor SAC.

    Treinamentos

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    Participar do planejamento de lanamento;

    Participar na definio das condies para distribuio.

    Lanamento

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    Ouvir o cliente;

    Adequaes/ correes necessrias;

    Suporte ao cliente em caso de reclamaes.

    Ps-Venda

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    Formulaes bsicas de produtos de limpeza para o lar e as principais matrias-primas envolvidas

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    Os nmeros do setor Fechamento 2009

    Crescimento de 7% em valor e 8% em volume

    Faturamento: 12bilhes de Reais

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    Limpeza Domstica - Composio do faturamento 2006

    Fonte: Anurio ABIPLA 2007

    30%

    9%

    8%7%

    6%

    5%

    5%1%

    2%

    1%

    1%

    5%

    3%

    17%

    Detergente em pAmacianteSabo em Barragua sanitriaDetergente LquidoDesinfetanteInseticidaPurificador de arPano de limpezaLustra MveisLimpadoresConcentrados de limpezaCera para assoalhoOutros

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    AMACIANTE

    Est entre as dez categorias que mais crescem

    Percepo do desempenho tem aumentado as vendas

    Novas Fragrncias exercem atratividade

    Compostos que agregam valor (Colgeno e Aloe Vera)

    Formulaes com proposta de Tratar a roupa

    Forte competitividade

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    MATRIAS PRIMAS

    Tensoativos catinicosEspessantesConservantesQuelantesColorantesFragrnciasgua

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    So produtos destinados ao enxge.

    Atuam por neutralizao de cargas aninicas da superfcie das fibras pelo tensoativo catinico, diminuindo a repulso entre elas e promovendo a maciez.

    A ao lubrificante das cadeias carbnicas formam filme sobre a superfcie das fibras.

    Amaciantes de roupas

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    Tensoativo principal:Cloreto de dialquil (estearil) dimetil amnio

    Auxiliares de lubrificao:lcool cetoestearlicoMonoestearato de glicerilaCloreto de alquil dimetil benzil amnioAditivos: emulso de silicone, extrato de algodo, colgeno, etc.

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    Componentes Composio (%)

    Premium Intermedirio Popular

    Cloreto de dimetil diestearil amnio a 75% 5 a 7 3 a 4 1,5 a 2,0

    cido graxo de sebo hidrogenado 0 a 0,5 0 a 0,5

    lcool cetoestearlico ou monoestearato deglicerila

    - - 0,5 a 1,0

    lcool cetoestearlico 20EO - - 0,1 a 0,2

    Octilmetoxicinamato 0,2 -

    EDTA 0,1 0,1 0,1

    Conservante 0,1 0,1 0,1

    Perfume 0,2 a 0,5 0,2 a 0,5

    Corante q.s.p q.s.p q.s.p.

    gua q.s.p. 100 q.s.p. 100 q.s.p.100

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    A gua desmineralizada qsp

    Pigmento sol. aquosa 1% 0,10

    Cloreto de dialquil dimetil amnio 5,34

    Conservante 0,10

    B Fragrncia 0,25

    Amaciante Premium com 4% de ativo catinico

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    1- Procedimento (Amaciante Premium)

    Pesar 30% da gua a 25C, adicionar o pigmento e homogeneizar;

    Aquecer separadamente o cloreto de dialquil dimetil amnio em banho-maria a 35C;

    Adicionar no becker contendo 30% da gua + pigmento e homogeneizar lentamente no agitador mecnico;

    Aps dispersar completamente, adicionar o restante da gua, conservante e fragrncia.

    Viscosidade esperada: 3.000 a 4.500cPs

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    A gua desmineralizada qsp

    Pigmento sol. aquosa 1% 0,10

    Cloreto de dialquil dimetil amnio

    HEC (Natrosol HE 10K)

    2,40

    0,02

    Conservante 0,10

    B Fragrncia 0,25

    2- Amaciante Intermedirio com 1,80% de ativos + HEC

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    Procedimento (Amaciante Intermedirio)

    Pesar 30% da gua a 25C, adicionar o pigmento e homogeneizar;

    Aquecer separadamente o cloreto de dialquil dimetil amnio em banho-maria a 35 C;

    Adicionar no becker contendo 30% da gua + pigmento e homogeneizar lentamente no agitador mecnico;

    Dispersar a HEC separadamente em 25% da gua;

    Aps dispersar completamente, adicionar o restante da gua, conservante e fragrncia.

    Viscosidade esperada: 2.500 a 4.000cPs

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    A gua desmineralizada qsp

    Pigmento sol. aquosa 1% 0,10

    Cloreto de dialquil dimetil amnio

    HEC (Natrosol HE 10K)

    1,34

    0,04

    Conservante 0,10

    B Fragrncia 0,25

    3- Amaciante Popular com 1,0% de ativo catinico + HEC

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    Procedimento (Amaciante Popular)

    Pesar 30% da gua a 25C, adicionar o pigmento e homogeneizar;

    Aquecer separadamente o cloreto de dialquil dimetil amnio em banho-maria a 35 C;

    Adicionar no becker contendo 30% da gua + pigmento e homogeneizar lentamente no agitador mecnico;

    Dispersar a HEC separadamente em 25% da gua;

    Aps dispersar completamente, adicionar o restante da gua, conservante e fragrncia.

    Viscosidade esperada: 1.500 a 3.000cPs

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    A gua desmineralizada qsp

    Pigmento sol. aquosa 1% 0,10

    METHYL BIS[ETHYL (TALLOWATE)] -2- HYDROXYETHYL AMMONIUM METHYL SULFATE

    8,90

    Conservante 0,10

    B Fragrncia 0,25

    4- Amaciante com Esterquat 8% ativo catinico

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    Procedimento (Amaciante Esterquat)

    Pesar 30% da gua a 40-45C, adicionar o pigmento e homogeneizar;

    Aquecer separadamente o esterquat em banho-maria a 35 - 40C;

    Adicionar no becker contendo 30% da gua + pigmento e homogeneizar lentamente no agitador mecnico;

    Aps dispersar completamente, adicionar o restante da gua, conservante e fragrncia.

    Viscosidade esperada: menor que 200cPs

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    Sabo em barra

    Fornecedores investem para manter o consumo de sabo em barra pela classe mdia

    Embalagens modernas, produtos enriquecidos com amaciantes e perfume

    Com enzimas para limpeza profunda

    Frmulas para no agredir as mos, entre outros.

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    As matrias primas necessrias para a preparao da base de sabo so:

    matrias saponificveis : triglicerdeos (leos, gorduras naturais e animais), cidos graxos, resinas; matrias saponificantes : lcalis custicos; coadjuvantes : gua, glicerina, eletrlitos diversos; corantes, fragrncia.

    Rotas de Saponificao: processo de neutralizao de gorduras; destilao de cido graxo.

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    Saponificao Direta

    Utilizao de leos e gorduras naturais de origem animal ou vegetal Triglicerdeos; Reao com produto alcalino, seguido de lavagem com salmoura para remoo do sabo + glicerina = saponificao tradicional.

    Matria Graxa

    Soda Caustica

    Glicerina Sabo

    C

    C

    C HO

    HO

    HO

    H2

    H

    H2

    H2

    H

    H2

    C

    O

    C

    O

    C

    O

    + 3 NaOH C O- Na+

    O

    + 3

    O

    O

    O

    C

    C

    C

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    Neutralizao

    cidos Graxos Soda Caustica

    gua Sabo

    +H2ONaOHC OH

    O

    + O- Na+

    O

    C

    H2

    H2

    HO

    HO

    HO

    H2

    H

    H2

    C

    C

    CC

    O

    C

    O

    C

    O

    + 3 H2O C O H

    O

    + 3

    O

    O

    O

    HC

    C

    C

    Hidrlise

    Matria Graxa gua Glicerina cidos Graxos

    H+

    Saponificao Indireta

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    Principais leos e gorduras leo de Sebo: proveniente do sebo do gado

    leo de Palma: extrado das camadas externas da polpa da fruta da Palma

    Palmiste (Palm Kernel): extrado da semente das frutas da Palma

    leo de Coco : extrado da fruta seca

    leo de Babau : extrado da fruta

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    Propriedades dos leos e gorduras

    cido Lurico (C12) Barra estruturada, espuma cremosa

    cido Mirstico (C14) Barra estruturada, espuma cremosa

    Acido Palmtico (C16) Barra estruturada, espuma estvel

    cido Esterico (C18:0) Barra estruturada, espuma estvel

    cido Olico (C18:1) Detergncia, limpeza

    cido Linoleico (C18:2) Detergncia, limpeza

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    Saponificantes

    Soda Custica ou Hidrxido de Sdio (NaOH)

    Farta disponibilidade no mercado; Baixo custo; Produz sabo de dureza e solubilidade adequadas para comercializao sob a forma de barra.

    Potassa custica ou Hidrxido de potssio (KOH)

    Mais caro que hidrxido de sdio; Forma sabes moles; Menos agressivo a pele.

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    Aditivos Minerais (fillers)- Talco, Calcita, Silicatos;- Confere brancura (diminui a transparncia);- Facilita a incorporao de corantes;- Proporciona maior dureza ao sabo;- Minimiza a formao de rachaduras;- Reduz o custo.

    - Antioxidantes

    - Usado em propores inferiores a 0,50%; - Tem a propriedade de retardar o processo de oxidao dos cidos graxos insaturados (rancificao do sabo).

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    Complexantes (quelantes)- Diminuir interferncia de impurezas metlicas.

    Branqueadores ticos- Estabilizador dos corantes.

    Eletrlitos- Usado em para melhorar a estrutura da barra (cloreto de sdio).

    xido de titnio-Usado em para deixar mais branco e opaco.

    Corantes

    Aditivos

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    Bactericidas

    - Triclosan para agir em bactrias gram negativa e TCC (triclocarban)para agir nas gram positiva.

    Emolientes- leos vegetais, silicones para proporcionar benefcios para a pele.

    Surfactantes Aninicos e no Inicos-Melhorar a estrutura da espuma.

    Fragrncia- Dosagem de 0,2% a 0,5%; apresentar estabilidade em meio alcalino (pH10); no causar colorao no sabo.

    Aditivos

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    Composio de Sabo

    % w/wSabo (substncia responsvel pela espuma e limpeza) 70 - 85

    Coadjuvantes (talco, cido graxo, carbonatos, cloreto sdio) 0 - 10

    gua 8 - 12

    Pequenos Ingredientes (perfume, preservativos) 1 - 10

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    Composio de Sabo Glicerinado

    % w/wSabo (substncia responsvel pela espuma e limpeza) 35 - 50

    Glicerina 20 - 30

    Coadjuvantes (cido graxo) 0 - 5gua 15 - 25Pequenos Ingredientes (perfume, preservativos) 1 - 10

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    Comparando.....

    Opaco Translcido Transparente

    Sabo 70 - 85% 65 - 75% 35 - 50%

    Glicerina 0,5 - 2% 8 - 15% 20 - 30%gua 8 - 12% 14-18% 15 - 25%

    Transparncia Nenhuma Mdia Alta

    Custo Baixo Baixo-mdio Alto

    Dureza Alta Alta Baixa

    Solubilidade Baixa Baixa Alta

    Propriedades

    Formulao

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    gua Sanitria

    - Preocupao com embalagens seguras

    - Busca por produtos com maior tecnologia (outros alvejantes): produtos de pr-lavagem, alvejantes sem cloro (substitudo pelo perxido de hidrognio) e alvejantes em p (com percabonato de sdio).

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    GUA SANITRIAGUA SANITRIA

    Cloro Ativo ..........................2,0 - 2,5% p/p(como cloro ativo)

    Alcalinizante.............................................MX 1%

    gua..............................................................q.s.p.

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    AVEJANTEAVEJANTE

    Cloro Ativo ..........................2,0 - 2,5% p/p(como cloro ativo)

    Alcalinizante..............................................MX 1%

    Perfume e/ou Detergente........................ MX 1%

    gua..............................................................q.s.p.

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    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal

    DIFERENAS ENTRE GUA SANITRIA E ALVEJANTE SEM CLORO

    O uso repetido de produtos base de cloro, na lavagem de roupas, produz ao longo do tempo um amarelecimento e rompimento das fibras .

    O uso de produtos base de perxido de hidrognio provoca o mesmo efeito de limpeza porm, sem promover o desgaste da fibra.

    A vantagem de se utilizar produtos base de cloro o branqueamento, remoo de determinadas manchas e principalmente na desinfeco .

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    Detergente Lquido

    - Forte lanamento de marcas regionais

    - Concorrncia acirrada

    - Produtos buscam diferenciao atravs de formulas suaves (menor irritabilidade), embalagens que garantam economia

    - Rendimento determina a recompra

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    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal 190

    Composio Bsica da Formulao de Lava-Louas Lquido

    Funo Exemplos:

    Detergente Tensoativos Aninicos e No -Inicos

    Espumante Tensoativo No -Inicos

    Alcalinizantes Hidrxido de Sdio Trietanolamina

    Conservante Com amplo espectro de atuao

    Sequestrante EDTA dissdico

    Fragrncia e Corante Naturais ou Sintticos

    Espessante NaCl ou MgSO4

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    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal 191

    Exemplos de Formulaes de Detergentes Lava-louas

    Componentes Composio (%)

    Premium Intermedirio Popular

    cido AlquilBenzeno Sulfnico Linear 8,5 6,0 1,2

    Trietanolamina 0,5 0,4 ------------------

    Lauril ter Sulfato de Sdio 27% 3,5 2,5 6,7

    Dietanolamida de cido graxo de coco 80 (amida 80) 0,5 0,5 0,4

    Hidrxido de sdio (49%) 1,8 1,2 0,28

    Sulfato de Magnsio Heptahidratado 1,0 1,2 1,5

    EDTA 0,1 0,1 0,1

    Conservante 0,25 0,25 0,25

    Perfume qsp qsp qsp

    Corante qsp qsp qsp

    gua qsp 100 qsp 100 qsp 100

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    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal 192

    Sob agitao, adicionar a 60% daquantidade total de gua, o hidrxido desdio, o cido AlquilBenzeno SulfnicoLinear, a Trietanolamina e a Dietanolamidade cido graxo de coco 80 e ajustar o pHentre 6,5 e 7,0.

    Adicionar o Lauril ter Sulfato de Sdio27%, o corante, a essncia e o conservante.

    Adicionar EDTA dissolvido em 10% daquantidade total de gua e o sulfato demagnsio heptahidratado dissolvido naquantidade de gua restante.

    Preparo da Formulao

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    Desinfetantes

    - 2 colocado no ranking dos produtos piratas

    - Apesar disto, consumo tem crescimento constante

    - Novidades em diversos pontos: mais eficcia, benefcio agregado, diminuio do preo, publicidade, nova fragrncia

    - Embalagens mais fceis de manusear e mais seguras contra vazamentos

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    Matrias-primas

    194

    Tensoativos

    Veculos

    Alcalinizantes/ neutralizantes

    Opacificantes

    antimicrobianos

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    Desinfetante Pinho com Blooming

    Material %Quartecap BLM 4,6leo de pinho 1,2Etanol 3,2AGBL 0,9Conservante QspCorante Qspgua Qsp 100pH 8,5

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    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal196

    Desinfetante Opaco

    Material %lcool lurico etoxilado 7EO 0,5Fragrncia 0,7-1,0Resina Acrlica 0,2Cloreto de Alquil Dimetil Benzil Amnio (80%)

    1,0

    Conservante QspCorante Qspgua Qsp 100

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    Desinfetante TransparenteMaterial %

    lcool lurico etoxilado 7EO 1,0Fragrncia 0,7-1,0Cloreto de Alquil Dimetil Benzil Amnio (80%)

    1,0

    Cloreto de Cetil Trimetil Amnio (25%) 1,0Etanol 0,5Tripolifosfato de sdio 0,3Carbonato de sdio 0,6Conservante QspCorante Qspgua Qsp 100

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    MULTIUSO

    -Aumento nas vendas a cada ano;

    - 8,9% de aumento em volume nos ltimos 3 anos;

    - Faturamento cresceu 14no mesmo perodo.

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    Matrias-primasTensoativos

    Builder

    Neutralizantes

    Solubilizante (hidrtopos)

    Reguladores de viscosidade e espuma

    Inibidor de corroso/ Sequestrante

    Conservantes/ Fragrncias

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    Multiuso

    200

    Material %Nonilfenol 9,5 ou 10EO ou lcool laurlico 7EO

    1,5 a 2,5

    Etanol 0 a 2

    Metassilicato de sdio 0,1 a 0,2Butilglicol 0 a 2Carbonato de sdio 0,2 a 0,5Conservante QspSeqestrante QspCorante QspFragrncia 0,1-0,5gua Qsp 100

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    Multiuso

    201

    Material %cido alquil benzeno sulfnico 1,5lcool graxo etoxilado 7EO 0,5

    Etanol 2,0Butilglicol 2,0Hidrxido de sdio 50% 0,4Mistura de isotiazolinonas 0,1Tripolifosfato de sdio 1,5EDTA TetrasdicoCorante (soluo aquosa 0,5%)

    0,1Qsp

    Fragrncia 0,1gua Qsp 100

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    Inovao

    Segmentao: produtos para diferentes classes

    Regionalizao: algumas categorias buscam criar identificao

    Produtos com mltiplas funes: mulher no mercado de trabalho, busca de praticidade

    Preocupao com produtos que respeitem o meio ambiente

    Uso de fragrncias similares aquelas empregadas em produtos cosmticos

    Limpeza Domstica - Tendncias

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    Suavidade para as formulaes

    Embalagens econmicas, anatmicas

    Clareza de informaes nos rtulos

    Busca de eficcia e desempenho nos produtos

    Apelo verde ou natural

    Nichos de mercado: produtos especficos

    Valorizao da marca

    Aumento da participao das marcas de baixo preo

    Limpeza Domstica - Tendncias

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    Introduo ao controle de qualidade de produtos saneantes

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    Descrio Multiuso Desengordurante Lava LouasConcentrado

    Composio

    Declarada

    cidos graxos de palma e baba saponificados,

    ricinoleato de sdio, coadjuvantes,

    fragrncia,corante natural,aloe vera orgnica, gua.

    cido graxo de baba

    saponificados, coadjuvantes, ricinoleato de

    sdio,coajuvantes,fragrncia,corante natural, aloe vera,

    gua.

    cidos graxos de palma e baba saponificados,

    ricinoleato de sdio,coadjuvantes,

    fragrncia,corante natural, aloe vera, ricinoleato de

    sdio, gua.

    FabricaoValidade

    06/0806/10

    07/0807/10

    05/0805/10

    Iniciando a anlise de produtos de mercado

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    Descrio

    Multiuso Desengordurante

    Lava LouasConcentrado

    Aspecto Lquido lmpido, homogneo

    Lquido lmpido, homogneo

    Lquido lmpido, homogneo

    Cor Transparente Amarelado

    Transparente Incolor

    Transparente Incolor

    Odor Sem perfumao Sem perfumao

    Sem perfumao

    Ensaios Organolpticos

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    4 - Ensaios Fsico-Qumicos

    4.1 - Viscosidade

    4.1.a - Acondicionar a amostra em bquer de 600 ml de forma alta na temperatura em que se deseja realizar o ensaio (normalmente 20C ou 25C)

    4.1.b Selecionar o viscosmetro a ser utilizado (Normalmente Brookfield ou Copo Ford)

    Importante iniciar os ensaios fsico-qumicos, por aqueles que no consomem de maneira destrutiva a amostra

    Ensaios Fsico-qumicos

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    4.1 - Viscosidade (continuao)

    4.1.c - Selecionar o spindle (Brookfield) ou orifcio (Copo Ford) adequado para realizao da anlise

    4.1.d - No caso do uso do Viscosmero Brookfield,realizar a medida aps um intervalo de tempo de no mnimo 1 minuto

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    Observaes:

    No caso do uso do Viscosmetro Brookfield, introduzir o spindle primeiramente de lado na amostra,para evitar a formao de

    bolhas embaixo do mesmo.

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    4.2 - Potencial hidrogeninico (pH)

    4.2.a -Calibrar o pHmetro utilizando as solues tampes adequadas (pH 4 e 7 ou pH 7 e 10)

    4.2.b -No caso de medidas diretas, colocar em bquer de 150 ml, aproximadamente 100 ml de amostra, acondicion-la a temperatura que se deseja realizar a leitura(normalmente 25C)

    4.2.c- Mergulhar o eletrodo na amostra, e relizar a leitura do valor de pH

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    4.2.d - Para medidas indiretas (previamente solubilizadas em gua)*

    * gua destilada ou deionizada, conforme ASTM-D-1193.Nota: A gua destilada ou deionizada deve ser fervida para eliminar o CO 2 , o pH deve estar em torno de 6,7 - 7,3 temperatura ambiente ou 25C+- 5C (para ajustar o pH pode ser ut ilizada soluo diluda de NaOH e/ou HCl)

    4.2.e - Aps preparao da gua,preparar a diluio da amostra conforme a tabela abaixo:

    4.2.f -Homogeneizar com auxlio de agitador magntico,mergulhar o eletrodo, e anotar o valor de pH

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    4.3.a - Colocar o conjunto placa de petri + bagueta,em estufa a 105C, por 1 hora.4.3.b - Retirar, deixar esfriar em dessecador, tarar em balana analtica 4.3.c - Pesar analiticamente 2,0 g de amostra,no conjunto anterior, e anotar massa .4.3.d - Colocar na estufa a 105C, por iniciais 2 horas. Em intervalos de aproximadamente 30 minutos, mexer a amostra com a bagueta para evitar a formao de filme sobre a amostra, impossibilitando a eliminao dos volteis.4.3.e - Retirar da estufa e acondicionar em dessecador para resfriar a temperatura ambiente.4.3.f - Pesar analiticamente, anotando a massa.4.3.g - Repetir o procedimento a partir do item 4.3.d, at a massa dalaca +amostraficar constante.4.3.h - Calcular o percentual de volteis pela frmula:

    % Material Voltil = 100 - Massa de amostra antes do aquecimento (Massa de amostra antes do aquec imento - Massa de amostra aps aquecimento )

    4.3 Teor de Volteis

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    4.4 - Teor de gua

    4.4.a - Selecionar a metodologia a ser utilizada (Dean Stark ou Karl Fisher)

    4.4.b - Com base no teor de volteis anteriormente calculado, possvel ter uma idia terica do valor de gua possivelmente presente na amostra, em funo disso, saber qual a massa de amostra a ser pesada para a quantificao.

    4.4.c - Seguir as orientaes, no caso do uso do equipamento Karl Fisher, e realizar a anlise.

    Dean Stark Karl Fisher

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    4.5 - Anlise de Infravermelho

    4.5.a - Analisar o resduo no voltil obtido e, verificar qual a melhor preparao (pastilha de KBr ou Filme sobre janela de NaCl) para anlise de infravermelho.

    4.5.b - Preparar a amostra e realizar a leitura no infravermelho.

    4.5.c - Examinar minusiosamente o espectro obtido para o apontamento de indcios que caracterizem a amostra. Atentar para a posio e intensidade dos picos obtidos, que levam a uma carcterizao do composto mais precisa. Busque identificar picos que indiquem a presena de steres, hidrocarbonetos, lcoois, compostos com presena de EO, amidas, aminas, sabo, etc.

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    4.6 - Determinao do ndice de Hidroxila

    IOH = mgKOH/g

    Definio:

    O ndice de Hidroxila definido como o nmero de miligramas de Hidrxido de Potssio equivalente quantidade de Hidroxilas contidas em 1g de amostra.

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    Aplicaes do mtodo:

    Acompanhamento de processoClculo do Peso Molecular Mdio

    56,1 x 1000 x n(OH) I.OH

    P.M =

    Onde:

    PM = Peso Molecular MdioI.OH = ndice de Hidroxilan(OH) = Quantidade de grupos hidroxila na molcula

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    Exemplo de determinao do Peso Molecular Mdio:

    C9H19 (OCH2CH2)nOH

    Nonil Fenol Etoxilado - IOH = 88 mg/g

    PM = 56,1 x 1000 x 1 PM = 638

    88

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    Acetilao da Amostra

    RR--OH + CHOH + CH33 -- C C

    CHCH33 -- CC OO

    PiridinaPiridina RR--OO--CC--CHCH33 + CH+ CH33--CC

    OO

    OHOH

    OO

    Hidrlise do excesso de Anidrido Actico

    O

    O

    CHCH33 -- CC

    CHCH33 -- CC

    O

    O

    O

    + H+ H220 0 2CH2CH3 3 -- CC

    OO

    OHOH

    2CH2CH3 3 -- CCOO

    OHOH

    + KOH + KOH CHCH3 3 -- CC

    OO

    OKOK+ H+ H220 0

    Titulao do cido Actico gerado

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    ImportanteA criticidade na execuo deste mtodo elevada, e a falta de tcnica e

    cuidados na execuo, comprometem seriamente os resultados finais.

    Ateno para:

    1 - Utilizar material perfeitamente limpo.

    2 - Lavar a pipeta com a soluo acetilante.

    3 - Encher a pipeta.

    4 - Secar a ponta da pipeta com papel absorvente.

    5 - Ajustar o menisco.

    6 - Drenar a soluo acetilante par ao frasco da anlise, e aguardar 15 segundos.

    7 - Encostar a ponta da pipeta na parede do frasco, apertar o dedo Indicador na extremidade superior da pipeta, e com a outra mo, apertar o bulbo

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    4.7 - Determinao do ndice de Saponificao

    ndice de Saponificao definido como o nmero de miligramas de KOH necessrios para saponificar (*)1 (um) grama de amostra.

    (*)Saponificao: Reao de steres com Bases Fortes

    O mtodo se resume em refluxar a amostra com soluo alcolica de KOH e o excesso de KOH titulado comsoluode HCl.Os cidos livres so neutralizados a sabes e os leos e gorduras so saponificados para formarem sabes e poliis.

    Os resultados so expressos em mg de KOH / g de amostra

    uma metodologia muito aplicada a controles de processo e determinao de peso molecular mdio de steres.

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    CH2 - O - C - R

    CH - O - C - R 1

    CH2 - O - C - R 2

    leo de SojaPM 877

    O

    +Base Forte CH2 - OH

    CH2 - OH

    Glicerina

    R - C - OK

    R1 - C - OK

    Sabo

    O

    O

    O

    CH2 OH

    3 KOH

    (lcool)

    O

    R2 C OK

    O

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    Exemplo de clculo de ndice de Saponificao terico, com base na reao anteriormente ilustrada:

    Mol de leo de Soja (g) Mol de KOH

    877 g 3 x 56,1 g 1 g ? Y

    Y = 1 x 56.100 mg x 3 Y = 192 mg de KOH / g 877 g

    Ou seja: So necessrios 192 mg de KOH para saponificar 1g de leo de soja

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    Como frmula geral para o clculo terico de ndice deSaponificao, temos:

    I.S Terico = 56,1 x 1000 x n

    P.M

    Onde:n = quantidade de Carbonilas de ster na molculaP.M = peso molecular mdio

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    Resumo do processo de preparao da amostra e branco:

    Massa de amostra+

    Soluo Alcolica de KOH em excesso

    Cculo da Massa Massa (g) = 140 Produtos facilmente Saponificveis

    I.SEstimado Com I.S Baixo + 50 ml de KOH 0,1N

    Massa (g) = 700 Produtos com I.S Alto + 50 ml de KOH 0,5N

    I.SEstima do

    Conectar o condensador a ar e

    refluxar em banho- maria

    Tempo de Refluxo I.S Baixo = 45 minutos (Etoxilados) I.S Alto = 1 hora ( steres Etoxilados,leo de baba/mamona e vegetais,Polisorbatos)

    Lavar com H2O e resfriar a

    temperatura ambiente

    Adicionar fenolftalena e

    titular com Soluo de HCl

    Volume gasto para Branco (V1)

    Volume gasto para a Amostra (V2)

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    Frmula Geral para Clculo do ndice de Saponificao

    Onde:

    VBranco = Volume de HCl consumido para titular o BrancoVamostra = Volume de HCl consumido para titular a AmostraF = Fator de correo do HCl encontrado na padronizaoN = Normalidade do HCl

    I.S = (VBranco - VAmostra) x F x 56,1 x N

    MAmostra

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    4.8 - Determinao do ndice de Iodo

    ndice de iodo a medida da insaturao de leos e gorduras (atravs da adio de monohaletos de iodo) , expressa em nmero de centigramas de odo absorvido por grama de amostra (% de iodo absorvido).

    *Monohaleto de Iodo: Monocloreto de iodo (Mtodo Wijs) Monobrometo de iodo (mtodo Hanus) mais utilizado

    O mtodo se resume em solubilizar a amostra em clorofrmio e um excesso de reagente Hanus adicionado.Aps o tempo de reao definido,adiciona-se iodeto de potssio, onde libera-se o excessode reagente de Hanus como iodo, que titulado com soluopadro de tiossulfato de sdio soluo de amido como indicador.

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    Reaes envolvidas:

    R CH CH R + IBr R CH CH R

    O excesso de reagente de Hanus reagido com soluo de KI, e o iodo liberdo titulado com soluo de Tiossulfato de Sdio.

    IBr + KI KBr + I2

    Titulao do Iodo liberado com Tiossulfato de Sdio

    2 Na2S2O3 + I2 Na2S4O6 + 2NaI

    I Br

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    Resumo do processo de preparao da amostra e branco:Massa de amostra

    + 10 ml de Clorofrmio

    + 25 ml de Reagente de Hanus

    Vedar cuidadosamente o frasco e deixar em

    repouso por 30 minutos

    Adicionar 30 ml de soluo de KI 15%

    +100 ml de H2O

    Titular com soluo de Na2S2O3 0,1 N e usar

    amido no final da titulao

    Volume gasto para Branco (V1)

    Volume gasto para a Amostra (V2)

    Para vedar o frasco aconselhvel a adio de 10 ml de gua sobre a tampa.O repouso dever ser realizado ao abrigo da luz.(ex.: armrio)

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    Frmula Geral para Clculo do ndice de Iodo

    I.I = (VBranco - VAmostra) x F x 12,69 x N

    MAmostra

    Onde:

    VBranco = Volume de Na2S2O3 consumido para titular o BrancoVamostra = Volume de Na2S2O3 consumido para titular a AmostraF = Fator de correo do Na2S2O3 encontrado na padronizaoN = Normalidade do Na2S2O3

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    O mtodo se baseia na tcnica de volumetria em duas fases,onde o agente aninico titulado com agente catinico na presena de mistura de indicadores.(desde que a massa molecular seja conhecida)

    De modo geral aplicado a quantificao de material ativo contendo um grupo hidroflico por molcula.(alquil lauril sulfonatos,alquil sulfonatos,alquil hidroxi

    sulfatos,alquil fenol etoxilado sulfatado,lcool graxo etoxilado sulfatado, diaquil

    sulfossuccinatos)

    4.9 - Determinao do Teor de Ativos Aninicos

    Ativos Aninicos representa o teor de tensoativos que contm grupos aninicos presentes na amostra.

    Observao:No titula Tolueno Sulfonato de Sdio, para essa quantificao, o clculo

    determinado por : %Slidos - %Sulfato de Sdio

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    Clculo para a pesagem adequada da amostra:

    Massa Amostra = 4 x eqg Para diluio de 1000 ml 10 x T Ativos Terico

    Massa Amostra = 4 x eqg Para diluio de 500 ml 20 x T Ativos Terico

    Onde: eqg = peso molecular do ativo aninicoT = teor de matria ativa terica

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    Resumo do mtodo:

    20 ml da Soluo aquosa da amostra+

    10 ml de H2O+15 ml de Clorofrmio

    +10 ml de Soluo Indicadora(*)

    (*) tensoativo Aninico +Brometo de Dimidium na fase CHCl 3 apresenta colorao rosa intensa

    Adio gota a gota de Hyamine 1622 (Cloreto Benzalcnio -C27H42CINO)

    Quando o ponto de equivalncia s eaproxima, o indicador migra da fase

    CHCl3 para a fase aquosa

    O primeiro excesso de Hyamine adicionado,promove a formao de colorao azul na fase CHCl3

    Durante a transio da cor Rosa para Azul aparece a cor Cinza a qual indica o ponto

    final da titulao

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    Frmula Geral para clculo do Teor de Ativos

    % Ativos Aninicos = V Hyamine x N x F x Eqg x 0,1 Mamostra x V alquota (ml) V diluio (ml)Onde:

    V Hyamine = volume da Soluo de Hyamine, em mlN = normalidade da soluo de Hyamine 1622F = fator de correo d asoluo de Hyamine 1622Eqg = equivalente grama do ativoV alquota (ml) = volume da alquota em mlV diluio (m l) = volume da diluio em ml

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    Exemplos de equivalentes-grama dos tensoativos mais usados:

    Eqgcido Dodecil Benzeno Sulfnico (linear) .............................................320cido Dodecil Benzeno Sulfnico (ramificado) ......................................330Dodecil bezeno Sulfonato de Sdio (linear) ...........................................342Dodecil bezeno Sulfonato de Clcio (linear) ..........................................346 Dodecil bezeno Sulfonato de Clcio (ramificado) ..................................339Dodecil Benzeno Sulfonato de TEA (linear)...........................................462Lauril Sulfato de Sdio ..........................................................................294Lauril Sulfato de Amnio .......................................................................290Lauril Sulfato de TEA ............................................................................424Lauril ter (2 EO)Sulfato de Sdio ........................................................384Lauril ter (1 EO)Sulfato de Sdio ........................................................340Lauril ter Sulfato de Amnio ...............................................................381Lauril ter Sulfato de TEA ....................................................................506

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    Dinmica: proposta de desenvolvimento de uma categoria Dinmica: proposta de desenvolvimento de uma categoria de saneante. A turma ser dividida em grupos e cada grupo de saneante. A turma ser dividida em grupos e cada grupo

    vai abordar uma categoria, aplicando conceitos vai abordar uma categoria, aplicando conceitos apresentados ao longo do curso. Ao final, cada grupo far apresentados ao longo do curso. Ao final, cada grupo far exposio sobre seu trabalho, visando favorecer a troca de exposio sobre seu trabalho, visando favorecer a troca de

    informaes.informaes.

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    Referncias Importantes do setorReferncias Importantes do setor

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    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal

    ABIPLA Associao dos Produtos de Limpeza e Afinswww.abipla.org.br

    SIPLA Sindicato Nacional das industrias de Produtos de Limpeza www.abipla.org.br

    ABISA Associao Brasileira das Industrias Saboeiras e Afinswww.abisa.com.br

    ABRALIMP Associao Brasileira do Mercado Institucional de Limpeza www.abralimp.org.br

    Associao Brasileira de Aerossis e Saneantes Domissanitrios (ABAS). www.as.org.br

    Associaes/ Entidades de Classe

  • Minicursos CRQ-IV 2010Aspectos fundamentais sobre regularizao, lanamento e qualidade de produtos saneantes

    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal

    AOCS American Oil Chemists Societywww.aocs.org

    THE SOAP & DETERGENT ASSOCIATION www.sdahq.org

    Entidades/ Associaes de Classe

  • Minicursos CRQ-IV 2010Aspectos fundamentais sobre regularizao, lanamento e qualidade de produtos saneantes

    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal

    Locais

    Household - Exposio e Seminrio Internacional SPEvento ocorre a cada 02 anos (promoo Freedom Comunicaes) e aborda mercado de limpeza domstica, I & I e Auto Care.

    Higiexpo/ Higicon - Feira e Congresso - SP Periodicidade anual. Iniciativa da ABRALIMP Associao Brasileira do Mercado Institucional de Limpeza e da Febrac -Federao Nacional das Empresas Prestadoras de Servios de Limpeza e Conservao.O foco o mercado I & I, com exposio de Linhas de Produtos e Servios.

    Eventos Importantes na rea

  • Minicursos CRQ-IV 2010Aspectos fundamentais sobre regularizao, lanamento e qualidade de produtos saneantes

    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal

    Locais

    Congresso ABISA - Congresso em diferentes estados do BrasilEvento anual (promoo ABISA).

    Est em sua 26 edio (maio/2008).

    Eventos Importantes na rea

  • Minicursos CRQ-IV 2010Aspectos fundamentais sobre regularizao, lanamento e qualidade de produtos saneantes

    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal

    Internacionais

    CESIO - World Surfactants CongressEvento ocorre a cada 04 anosAborda mercado domstico & I & IEst em sua 7 edio (Jun/08)

    SODEOPEC Soaps, Detergents, Oleochemicals and Personal Care Products

    Ocorre a cada 02 anos. Iniciativa AOCS American Oil Chemists' Society

    O foco o mercado domstico e I & I.

    Eventos Importantes na rea

  • Minicursos CRQ-IV 2010Aspectos fundamentais sobre regularizao, lanamento e qualidade de produtos saneantes

    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal

    Dados de Mercado

    Relatrios Nielsen

    Relatrios Latin Panel

    Relatrios Setoriais Lafis

    Anurio Abipla

    Datamark

    Publicaes Importantes

  • Minicursos CRQ-IV 2010Aspectos fundamentais sobre regularizao, lanamento e qualidade de produtos saneantes

    Conselho Regional de Qumica IV Regio (SP) Apoio: Caixa Econmica Federal

    Revistas

    Revista H & C Household & Cosmetics

    Revista Happi Latin America

    Revista Higipress

    Revista Supermercado Moderno

    Revista Espuma

    Publicaes Importantes

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