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CIENCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS

Matriz de Referncia de Cincias Humanas e suas Tecnologias

COMPETNCIAS1 Compreender os elementos culturais que constituem as identidades. 2 Compreender as transformaes dos espaos geogrficos como produto das relaes socioeconmicas e culturais de poder. 3 Compreender a produo e o papel histrico das instituies sociais, polticas e econmicas, associando-as aos diferentes grupos, conflitos e movimentos sociais.

COMPETNCIAS4. Entender as transformaes tcnicas e tecnolgicas e seu impacto nos processos de produo, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social. 5. Utilizar os conhecimentos histricos para compreender e valorizar os fundamentos da cidadania e da democracia, favorecendo uma atuao consciente do indivduo na sociedade. 6. Compreender a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interaes no espao em diferentes contextos histricos e geogrficos.

ASSUNTOS QUE MAIS APARECEM NAS QUESTES DO ENEM DESDE 2009

Alguns dos assuntos de Humanas que mais aparecem nas questes do Enem desde 2009Movimentos sociais ao longo da HistriaTecnologia e seu impacto na vida social e polticaCidadaniaProblemas urbanosSituao rural brasileiraQuesto ambiental

COMPONENTE ESPECFICO: SOCIOLOGIA

Movimentos sociais: movimentos estudantis de 1968, Diretas j em 1984, Caras Pintadas em 1992, Movimentos no Brasil de 2013 e a Primavera rabe.

Escola de Frankfurt e Indstria Cultural: relaes com a sociedade contempornea, midiatizao, meios de comunicao, alienao, mercatilizao da vida, consumismo.

A ao social no conceito de Max Weber: ao racional relativa a fins, ao racional relativa a valores, ao afetiva e ao tradicional.As novas relaes de trabalho: Nesse tema, o aluno deve ter compreenso do que est acontecendo na sociedade e ser capaz de estabelecer relaes sobre a flexibilizao das leis trabalhistas dentro de um conceito de globalizao;

Conceitos de Karl Marx: Conceitos de mais-valia, alienaodo indivduo social e materialismo histrico, luta de classes.

Conceitos de mile Durkheim: fato social, solidariedade mecnica e orgnica.

Conceitos de Jurgen Habermas: distino entre esfera publica e privadae atuao do individuo; Relaes de poder Estado-poltica.

(ENEM/ 2013) Na produo social que os homens realizam, eles entram em determinadas relaes indispensveis e independentes de sua vontade; tais relaes de produo correspondem a um estgio definido de desenvolvimento das suas foras materiais de produo. A totalidade dessas relaes constitui a estrutura econmica da sociedade fundamento real, sobre o qual se erguem as superestruturas poltica e jurdica, e ao qual correspondem determinadas formas de conscincia social.

MARX, K.Prefcio Crtica da economia poltica. In. MARX, K. ENGELS F.Textos 3.So Paulo. Edies Sociais, 1977 (adaptado).

Para o autor, a relao entre economia e poltica estabelecida no sistema capitalista faz com que

Ao proletariado seja contemplado pelo processo de mais-valia.

Bo trabalho se constitua como o fundamento real da produo material.

C a consolidao das foras produtivas seja compatvel com o progresso humano.

Da autonomia da sociedade civil seja proporcional ao desenvolvimento econmico.

Ea burguesia revolucione o processo social de formao da conscincia de classe.

(Enem 2013)Seguiam-se vinte criados custosamente vestidos e montados em soberbos cavalos; depois destes, marchava o Embaixador do Rei do Congo magnificamente ornado de seda azul para anunciar ao Senado que a vinda do Rei estava destinada para o dia dezesseis. Em resposta obteve repetidas vivas do povo que concorreu alegre e admirado de tanta grandeza.

Coroao do Rei do Congo em Santo Amaro,Bahiaapud DEL PRIORE, M.Festas e utopias no Brasil colonial. In: CATELLI JR., R.Um olhar sobre as festas populares brasileiras. So Paulo: Brasiliense, 1994 (adaptado).

Originria dos tempos coloniais, a festa da Coroao do Rei do Congo evidencia um processo de

(A)excluso social.(B)imposio religiosa.(C)acomodao poltica.(D)supresso simblica.(E)ressignificao cultural.

COMPONENTE ESPECFICO: FILOSOFIA

Poltica, tica e moralidade: Socrates, platao e Aristoteles, aliceram os estudos sobere conhecimento tico da poltica mundial. So os pais da elaborao das teorias polticas.

Estado de natureza, contrato social e estado de sociedade: Hobbes, Locke e Rousseau. Definio entre estados de natureza, leis e estado.

Relao da f e da razo(So Toms de Aquino): Na sua concepo aristotlica, So Toms de Aquino prope uma harmonia entre corpo e alma, f e razo, Estado e Igreja. O papel da razo seria demonstrar e ordenar os mistrios revelados pela f.

Filosofia contempornea: Michel Foucault. Epistemologia, sexualidade, filosofia moral, tica, discurso, poltica, relaes de poder.

Questo 34 ENEM/2010A lei no nasce da natureza, junto das fontes frequentadas pelos primeiros pastores: a lei nasce das batalhas reais, das vitrias, dos massacres, das conquistas que tm sua data e seus heris de horror: a lei nasce das cidades incendiadas, das terras devastadas; ela nasce com os famosos inocentes que agonizam no dia que est amanhecendo.

FOUCAULT. M. Aula de 14 de janeiro de 1976. In. Em defesa dasociedade. So Paulo: Martins Fontes. 1999

O filsofo Michel Foucault (sc. XX) inova ao pensar a poltica e a lei em relao ao poder e organizao social. Com base na reflexo de Foucault, a finalidade das leis na organizao das sociedades modernas

A combater aes violentas na guerra entre as naes.

Bcoagir e servir para refrear a agressividade humana.

C criar limites entre a guerra e a paz praticadas entre os indivduos de uma mesma nao.

Destabelecer princpios ticos que regulamentam as aes blicas entre pases inimigos.

Eorganizar as relaes de poder na sociedade e entre os Estados.

COMPONENTE ESPECFICO: HISTRIA

Em Histria, notria a preocupao do Enem em cobrar movimentos sociais e movimentos por direitos humanos. Deve ser dada ateno especial s conquistas trabalhistas, s conquistas das mulheres e a perodos de ditadura no Brasil (tanto a de Getlio Vargas quanto a militar). Alm disso, conforme ressaltado pelos professores, o Enem tende a cobrar mais Histria do Brasil do que Histria Geral.Outro ponto importante que deve ser destacado que a prova de Cincias Humanas, em geral, costuma pedir comparao entre textos, anlise de imagens (charges, obras de arte, fotos), alm da relao entre texto e imagem.

COMPONENTE ESPECFICO: GEOGRAFIA

Em Geografia, o Enem costuma cobrar interpretao de grficos e tabelas. Temas sociais tambm so priorizados, mas aspectos fsicos como hidrografia ou vegetao sempre aparecem. Importante focar tambm em urbanizao, indstria, transportes e agricultura.

ENEM-2011) Subindo morros, margeando crregos ou penduradas em palafitas, as favelas fazem parte da paisagem de um tero dos municpios do pas, abrigando mais de 10 milhes de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE).

MARTINS, A. R. A favela como um espao da cidade. Disponvel em: http://www.revistaescola.abril.com.br. Acesso em: 31 jul. 2010.A situao das favelas no pas reporta a graves problemas de desordenamento territorial. Nesse sentido, uma caracterstica comum a esses espaos tem sido

A o planejamento para a implantao de infraestruturas urbanas necessrias para atender as necessidades bsicas dos moradores.

B a organizao de associaes de moradores interessadas na melhoria do espao urbano e financiadas pelo poder pblico.

C a presena de aes referentes educao ambiental com consequente preservao dos espaos naturais circundantes.

D a ocupao de reas de risco suscetveis a enchentes ou desmoronamentos com consequentes perdas materiais e humanas.

E o isolamento socioeconmico dos moradores ocupantes desses espaos com a resultante multiplicao de polticas que tentam reverter esse quadro.

Letra D

Nos grandes centros do Brasil, visvel o desordenamento territorial a partir das favelas, que ocupam reas de risco, de no interesse imobilirio, como as encostas de morros e margens de rios.So reas privadas de infra estrutura bsica, nas quais ocorrem problemas como desmoronamentose enchentes que atingem a populao local.

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